portal Maxpress 21/11/2011
O Banco Santander oferece mais vantagens para os seus clientes neste fim de ano com a promoção 50 no cartão, 120 mil na mão que irá sortear cinco prêmios de R$120 mil.
As compras de qualquer valor realizadas no cartão de crédito e débito Santander e a cada R$50,00, você ganha um número da sorte. Já no cadastro, os clientes recebem cinco números para participar, e quanto mais utilizar os cartões, mais chances têm de ganhar.
“Com os cartões Santander nossos clientes podem organizar suas compras de final de ano de uma forma prática e segura, e ainda participam de uma promoção onde podem ganhar prêmios. Para ter mais chances de ganhar é só concentrar todas as suas compras, de qualquer valor, nos cartões de crédito e débito”, afirma o Superintendente de Cartões do Santander, Rodrigo Barros.
Poderão participar do sorteio as compras realizadas entre 1° de novembro a 31 de dezembro deste ano. Para começar a participar, basta se cadastrar no hot site www.santander.com.br/50nocartao120milnamao, que já está disponível para cadastro. O sorteio dos cinco premiados será em 25/02/2012.
Nos resultados do 1° semestre 2011 do Santander, o segmento cartões foi destaque como um dos produtos que mais cresceram no banco, um aumento de 32%, se comparado ao mesmo período em 2010.
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4 de dez. de 2011
18 de set. de 2011
CALL CENTER DA FIS BRASIL É PREMIADO PELA AMEX
portal Cardnews 14/09/2011
Todo mês, a matriz da American Express nos EUA avalia a performance das empresas de call center que atendem às solicitações de seus clientes. Em julho, a Fidelity Processadora e Serviços do Brasil conquistou a mais alta nota no quesito Qualidade no Atendimento, alcançando o índice de 94%.
Segundo o diretor executivo de Serviços a Clientes da FIS Brasil, Marcelo Dabés, esse resultado demonstra que a companhia alcançou um patamar totalmente diferenciado no cenário das empresas processadoras de cartão de crédito no País, aumentando ainda mais a distância da concorrência. “Estamos trabalhando para melhorar esse índice para sermos um benchmarking internacional no mercado de cartão de crédito”, afirma.
Atualmente, a FIS Brasil processa mais de 46 milhões de cartões para os bancos Bradesco, Santander, Mercantil do Brasil, BRB, Cruzeiro do Sul, Panamericano, Sofisa, CBSS, Liderança (varejo) e Colombo (varejo), entre outros.
A Fidelity Processadora e Serviços, uma das divisões da FIS, considerada uma das maiores provedoras de tecnologia bancária e de pagamento do mundo, é a maior processadora de cartões da América Latina.
Todo mês, a matriz da American Express nos EUA avalia a performance das empresas de call center que atendem às solicitações de seus clientes. Em julho, a Fidelity Processadora e Serviços do Brasil conquistou a mais alta nota no quesito Qualidade no Atendimento, alcançando o índice de 94%.
Segundo o diretor executivo de Serviços a Clientes da FIS Brasil, Marcelo Dabés, esse resultado demonstra que a companhia alcançou um patamar totalmente diferenciado no cenário das empresas processadoras de cartão de crédito no País, aumentando ainda mais a distância da concorrência. “Estamos trabalhando para melhorar esse índice para sermos um benchmarking internacional no mercado de cartão de crédito”, afirma.
Atualmente, a FIS Brasil processa mais de 46 milhões de cartões para os bancos Bradesco, Santander, Mercantil do Brasil, BRB, Cruzeiro do Sul, Panamericano, Sofisa, CBSS, Liderança (varejo) e Colombo (varejo), entre outros.
A Fidelity Processadora e Serviços, uma das divisões da FIS, considerada uma das maiores provedoras de tecnologia bancária e de pagamento do mundo, é a maior processadora de cartões da América Latina.
16 de ago. de 2011
BRADESCO PAGA R$ 200 MI À CENCOSUD PARA GERIR CARTÕES
portal Economia & Negócios 15/08/2011 - Altamiro Silva Júnior (Agência Estado)
O grupo chileno, Cencosud, controlador no Brasil da rede de supermercados GBarbosa, fechou um acordo com o Bradesco para a gestão de cartões de crédito. Pelo acordo, o banco brasileiro vai pagar R$ 200 milhões (US$ 125 milhões) para cuidar dos cartões da GBarbosa e também dos novos plásticos que a empresa do Chile quer lançar no mercado brasileiro, segundo comunicado da Cencosud.
O grupo chileno tem como objetivo triplicar sua base de cartões no Brasil. Só os plásticos lançados pela GBarbosa somam 1,5 milhão de unidades. A Cencosud pretende também lançar cartões de outras cadeias de supermercados que comprou no Brasil, como a Bretas (de Minas) e as redes baianas Perini e Mercantil Rodrigues.
Dos R$ 200 milhões que serão pagos pelo Bradesco ao grupo chileno, R$ 100 milhões estão vinculados ao cumprimento de determinadas metas de desempenho acertadas com a Cencosud e que não foram divulgadas. Segundo o comunicado, em maio de 2012, todos os cartões de crédito do grupo chileno no Brasil vão estar operando com a bandeira da "Cencosud - Bradesco".
A rede mineira Bretas foi comprada pela Cencosud em outubro do ano passado por R$ 1,3 bilhão. O grupo chileno é o quarto maior do setor no Brasil, atrás apenas do Grupo Pão de Açúcar, Carrefour e Walmart. As estimativas são de que o grupo fature perto de R$ 5 bilhões por ano no Brasil.
O grupo chileno, Cencosud, controlador no Brasil da rede de supermercados GBarbosa, fechou um acordo com o Bradesco para a gestão de cartões de crédito. Pelo acordo, o banco brasileiro vai pagar R$ 200 milhões (US$ 125 milhões) para cuidar dos cartões da GBarbosa e também dos novos plásticos que a empresa do Chile quer lançar no mercado brasileiro, segundo comunicado da Cencosud.
O grupo chileno tem como objetivo triplicar sua base de cartões no Brasil. Só os plásticos lançados pela GBarbosa somam 1,5 milhão de unidades. A Cencosud pretende também lançar cartões de outras cadeias de supermercados que comprou no Brasil, como a Bretas (de Minas) e as redes baianas Perini e Mercantil Rodrigues.
Dos R$ 200 milhões que serão pagos pelo Bradesco ao grupo chileno, R$ 100 milhões estão vinculados ao cumprimento de determinadas metas de desempenho acertadas com a Cencosud e que não foram divulgadas. Segundo o comunicado, em maio de 2012, todos os cartões de crédito do grupo chileno no Brasil vão estar operando com a bandeira da "Cencosud - Bradesco".
A rede mineira Bretas foi comprada pela Cencosud em outubro do ano passado por R$ 1,3 bilhão. O grupo chileno é o quarto maior do setor no Brasil, atrás apenas do Grupo Pão de Açúcar, Carrefour e Walmart. As estimativas são de que o grupo fature perto de R$ 5 bilhões por ano no Brasil.
31 de jul. de 2011
SANTANDER BRASIL PREPARA NOVA PARCERIA EM CARTÕES
portal Exame 27/07/2011 - Marcio Orsolini
A terceira posição como o maior banco privado brasileiro está longe de ser suficiente para o Santander. A saída para fazer frente aos gigantes Itaú Unibanco e Banco do Brasil é investir em parcerias para fortalecer o crescimento orgânico do banco no país.
“Nas próximas semanas, vamos anunciar mais uma parceria em cartões”, disse Marcial Portela, presidente da unidade brasileira, em encontro sobre os resultados trimestrais, sem dar mais detalhes.
O Santander Brasil tem sete parcerias. Em cartões, firmou acordo com a Cosan e Esso; em seguros com a Zurich – esta ainda precisa de aprovação das autoridades reguladoras, o que deve acontecer antes do fim deste ano; financeira com Renault, Peugeot e Webmotors; e imobiliária com a Fernandez Mera e com a Century 21.
No entanto, diz Portela, as parcerias focarão a qualidade. “Poderíamos conseguir 50 parceiros, mas precisamos saber a nossa capacidade de gestão e privilegiar a qualidade. Sempre estaremos atentos a novas oportunidades”, afirma.
O Santander Brasil encerrou o segundo trimestre do ano com lucro líquido de 4,2 bilhões de reais, um crescimento de 18% na comparação trimestral. A unidade brasileira corresponde a 25% do lucro total do grupo.
A terceira posição como o maior banco privado brasileiro está longe de ser suficiente para o Santander. A saída para fazer frente aos gigantes Itaú Unibanco e Banco do Brasil é investir em parcerias para fortalecer o crescimento orgânico do banco no país.
“Nas próximas semanas, vamos anunciar mais uma parceria em cartões”, disse Marcial Portela, presidente da unidade brasileira, em encontro sobre os resultados trimestrais, sem dar mais detalhes.
O Santander Brasil tem sete parcerias. Em cartões, firmou acordo com a Cosan e Esso; em seguros com a Zurich – esta ainda precisa de aprovação das autoridades reguladoras, o que deve acontecer antes do fim deste ano; financeira com Renault, Peugeot e Webmotors; e imobiliária com a Fernandez Mera e com a Century 21.
No entanto, diz Portela, as parcerias focarão a qualidade. “Poderíamos conseguir 50 parceiros, mas precisamos saber a nossa capacidade de gestão e privilegiar a qualidade. Sempre estaremos atentos a novas oportunidades”, afirma.
O Santander Brasil encerrou o segundo trimestre do ano com lucro líquido de 4,2 bilhões de reais, um crescimento de 18% na comparação trimestral. A unidade brasileira corresponde a 25% do lucro total do grupo.
21 de jul. de 2011
VASCO APRESENTA SEU NOVO LEITOR INTELIGENTE DE CARTÕES E BATERIAS SUBSTITUÍVEIS
portal Executivos Financeiros 19/07/2011
A VASCO Data Security Internacional Inc, empresa mundial em software de segurança e especializada na autenticação de produtos e serviços, está apresentando o Digipass 836, um leitor inteligente de cartões com interface ótica e baterias substituíveis. Com este novo produto, a empresa reforça seu atendimento à demanda dos bancos por soluções eficientes que tenham um impacto mínimo no meio ambiente.
O Digipass 836 entrega uma solução contra fraudes man-in-the-PC e man-in-the-browser. Todos os dados referentes à transação são exibidos no ambiente confiável do leitor de cartão, que é validada apenas após o usuário final pressionar, obrigatoriamente, o botão “OK”.
A interface ótica é o recurso que automaticamente baixa os dados do display do PC para o Digipass 836. Isso aumenta dramaticamente a aceitação pelo usuário final uma vez que a transferência dos dados é completada em poucos segundos. Esta interface não requer nenhum software adicional ou driver uma vez que a comunicação é estabelecida através do PC do usuário, em um padrão baseado em Javascript, e os sensores do Digipass 836.
Adicionalmente, o Digipass 836 auxilia os bancos a superarem as barreiras comumente associadas à implantação de soluções de assinatura eletrônica. Ele reforça a segurança do internet banking com padrões de assinatura aderentes às exigências da segurança bancária e ao nível de risco das transações. O tipo de operação e o campo referente a ele são identificados através do código contextual desafio/início expedido para o confiável Digipass 836. O usuário simplesmente acessa o desafio e aprova a transação como apresentada em seu 836. Não há mais o risco de ataques de engenharia social em razão de assinatura de dados n&a tilde;o identificados: o que o usuário final vê é o que ele realmente vai assinar.
“A segurança bancária on-line sempre leva em consideração segurança, custo e facilidade acesso pelo usuário final. Com o 836, nós reforçamos a facilidade de uso levando em consideração preocupações ambientais sem comprometer o alto nível de segurança”, comenta o presidente e chief.
A VASCO Data Security Internacional Inc, empresa mundial em software de segurança e especializada na autenticação de produtos e serviços, está apresentando o Digipass 836, um leitor inteligente de cartões com interface ótica e baterias substituíveis. Com este novo produto, a empresa reforça seu atendimento à demanda dos bancos por soluções eficientes que tenham um impacto mínimo no meio ambiente.
O Digipass 836 entrega uma solução contra fraudes man-in-the-PC e man-in-the-browser. Todos os dados referentes à transação são exibidos no ambiente confiável do leitor de cartão, que é validada apenas após o usuário final pressionar, obrigatoriamente, o botão “OK”.
A interface ótica é o recurso que automaticamente baixa os dados do display do PC para o Digipass 836. Isso aumenta dramaticamente a aceitação pelo usuário final uma vez que a transferência dos dados é completada em poucos segundos. Esta interface não requer nenhum software adicional ou driver uma vez que a comunicação é estabelecida através do PC do usuário, em um padrão baseado em Javascript, e os sensores do Digipass 836.
Adicionalmente, o Digipass 836 auxilia os bancos a superarem as barreiras comumente associadas à implantação de soluções de assinatura eletrônica. Ele reforça a segurança do internet banking com padrões de assinatura aderentes às exigências da segurança bancária e ao nível de risco das transações. O tipo de operação e o campo referente a ele são identificados através do código contextual desafio/início expedido para o confiável Digipass 836. O usuário simplesmente acessa o desafio e aprova a transação como apresentada em seu 836. Não há mais o risco de ataques de engenharia social em razão de assinatura de dados n&a tilde;o identificados: o que o usuário final vê é o que ele realmente vai assinar.
“A segurança bancária on-line sempre leva em consideração segurança, custo e facilidade acesso pelo usuário final. Com o 836, nós reforçamos a facilidade de uso levando em consideração preocupações ambientais sem comprometer o alto nível de segurança”, comenta o presidente e chief.
Marcadores:
cartões,
terminais,
Vasco Data Security
14 de jul. de 2011
ARGENTINA: SANTA FÉ AGORA TEM CARTÃO DE FIDELIDADE
portal CardClipping
A prefeitura de Santa Fé, em parceria com estabelecimentos varejistas, lançou a Tarjeta Santa Fé, com o qual os usuários para acumular pontos que podem ser trocados por vários prêmios e bônus. É uma maneira de encorajar e premiar a fidelidade dos consumidores.
O plástico será distribuído gratuitamente para cerca de 30 mil pessoas em Santa Fé e região, e é uma iniciativa conjunta entre o Governo da cidade, o Centro Comercial Santa Fé, a CAME (Confederación Argentina de la Mediana Empresa) e as associações de comerciantes de ruas e avenidas de comércio (rua San Martín, e avenidas Zuviría Facundo, General del Valle Paz e Aristóbulo). Até agora, 600 lojas estão operando o programa.
O Cartão Santa Fé é um cartão de fidelidade e benefícios destinado a reforçar a relação entre o cliente, o visitante freqüente ou turista e o comércio santafesino. O programa oferece descontos, viagens e prêmios aos usuários que consomem produtos e serviços nas lojas de Santa Fé. A adesão é gratuita e a participação não gera nem tarifas de manutenção nem custos mensais. Os clientes podem acompanhar seus pontos e o catálogo de benefícios através do site do programa (www.tarjetasantafe.com.ar). O site também recebe adesões de novos participantes.
A prefeitura de Santa Fé, em parceria com estabelecimentos varejistas, lançou a Tarjeta Santa Fé, com o qual os usuários para acumular pontos que podem ser trocados por vários prêmios e bônus. É uma maneira de encorajar e premiar a fidelidade dos consumidores.
O plástico será distribuído gratuitamente para cerca de 30 mil pessoas em Santa Fé e região, e é uma iniciativa conjunta entre o Governo da cidade, o Centro Comercial Santa Fé, a CAME (Confederación Argentina de la Mediana Empresa) e as associações de comerciantes de ruas e avenidas de comércio (rua San Martín, e avenidas Zuviría Facundo, General del Valle Paz e Aristóbulo). Até agora, 600 lojas estão operando o programa.
O Cartão Santa Fé é um cartão de fidelidade e benefícios destinado a reforçar a relação entre o cliente, o visitante freqüente ou turista e o comércio santafesino. O programa oferece descontos, viagens e prêmios aos usuários que consomem produtos e serviços nas lojas de Santa Fé. A adesão é gratuita e a participação não gera nem tarifas de manutenção nem custos mensais. Os clientes podem acompanhar seus pontos e o catálogo de benefícios através do site do programa (www.tarjetasantafe.com.ar). O site também recebe adesões de novos participantes.
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11 de jul. de 2011
BANDEIRA SUÍÇA
jornal Folha de S. Paulo 11/07/2011 – Mercado Aberto
A suíça Zellux, de serviços financeiros, começa a operar no Brasil e negocia com quatro bancos o desenvolvimento de cartões de crédito, débito e benefícios.
"O nosso nicho de mercado são bancos e empresas de varejo que ainda não possuem uma bandeira de cartão de pagamento", diz Walter Queiroz, diretor-geral da Parsec, empresa brasileira licenciada pela Zellux para a emissão dos cartões.
A empresa vai oferecer aos bancos participação no faturamento das operações efetuadas com o cartão, de acordo com Queiroz.
A companhia já fechou contratos com as redes de supermercados Bergamais e Nagumo e com a Cesta Nobre, de cestas básicas.
"Grande parte da população brasileira não tem acesso a cartões de crédito. Só essa fatia de mercado que não é atendida por nenhuma empresa atualmente já é atraente para nós."
Fundada em 2005 na Suíça, a Zellux atua em 12 países, na Europa, no Oriente Médio e nas Américas.
A suíça Zellux, de serviços financeiros, começa a operar no Brasil e negocia com quatro bancos o desenvolvimento de cartões de crédito, débito e benefícios.
"O nosso nicho de mercado são bancos e empresas de varejo que ainda não possuem uma bandeira de cartão de pagamento", diz Walter Queiroz, diretor-geral da Parsec, empresa brasileira licenciada pela Zellux para a emissão dos cartões.
A empresa vai oferecer aos bancos participação no faturamento das operações efetuadas com o cartão, de acordo com Queiroz.
A companhia já fechou contratos com as redes de supermercados Bergamais e Nagumo e com a Cesta Nobre, de cestas básicas.
"Grande parte da população brasileira não tem acesso a cartões de crédito. Só essa fatia de mercado que não é atendida por nenhuma empresa atualmente já é atraente para nós."
Fundada em 2005 na Suíça, a Zellux atua em 12 países, na Europa, no Oriente Médio e nas Américas.
1 de jul. de 2011
CARTÕES DE VAREJO ESTÃO NA MIRA DE FISCALIZAÇÃO
jornal Brasil Econômico 30/06/2011 – Flávia Furlan
Deputados e entidades de defesa do consumidor estão cobrando do Banco Central que fiscalize também os cartões distribuídos pelo varejo e que não têm uma instituição financeira envolvida no negócio, mas apenas uma administradora de cartão. Esses plásticos representam 10% do mercado, mas têm crescido com um papel social e econômico, de acordo com especialistas. O problema é que, junto com esse crescimento, há um aumento das reclamações por parte dos consumidores, assim como ocorre no setor como um todo.
Para se ter uma ideia, o mercado de cartões de varejo, com ou sem suporte de uma instituição financeira, totalizou em 2010 cerca de 170 milhões de plásticos, um incremento médio de 16% ao ano desde 2006. Os cartões sem bandeira ou que só podem ser utilizados no estabelecimento comercial somam 124 milhões.
Dados do Ministério da Justiça mostram que entre os assuntos mais demandados nos Procons no ano passado, o primeiro foi cartão de crédito, seguido por telefonia celular e banco comercial. No caso dos setores mais reclamados, quando há demanda dos consumidores seguida por abertura de um processo administrativo, os cartões estão dentro do tema assuntos financeiros, que ocupa o segundo lugar no ranking, Os plásticos representam 33,16% das reclamações no tema. Os principais problemas relatados em cartões são abuso na instituição de tarifas, déficit de informação sobre crédito, alteração unilateral do contrato e envio de cartão de crédito sem solicitação.
De acordo com o ministério, os órgãos de defesa do consumidor estão bastante atentos ao fato de os cartões de varejo não estarem sob as mesmas regras do Banco Central e têm demonstrado influência. Uma pressão feita pelo órgão fez com que novas regras de tarifas passassem a valer para o mercado de cartões sob a fiscalização do BC desde 1º de junho deste ano.
Os deputados defendem que o BC fiscalize também administradoras de cartões, além das instituições financeiras. Em2004, foi editada uma súmula no Superior Tribunal de Justiça, de número 283, que tinha esse reconhecimento. A súmula é a interpretação pacífica ou majoritária adotada por um tribunal a respeito de um tema. No entanto, ela não está sendo aplicada, conforme defendido pelo grupo envolvido na Proposta de Fiscalização e Controle do setor de cartão de crédito (PFC 10/2003) da Câmara.
O deputado Walter Ihoshi (DEM-SP), que participa das discussões, diz que hoje no Brasil ninguém cuida desses cartões do varejo e, então, o consumidor fica abandonado. “O ideal seria o Banco Central também fiscalizar, já que eles fiscalizam as instituições financeiras e as operações são idênticas”, avalia o parlamentar.
Já o deputado Roberto Santiago (PV-SP) explica que a intenção não é fazer com que as administradoras se transformem em instituições financeiras, mas que suas atividades sejam acompanhadas de perto pelo BC. “É isso que vamos pedir: que o Ministério Público cobre do Banco Central que ele considere a súmula. Se tem a súmula que diz que as administradoras têm de ser tratadas como instituições financeiras, por que o BC não está fazendo isso?”
De acordo como deputado Santiago, a preocupação da casa é com as reclamações no mercado de cartões de crédito como um todo, mas com uma atenção especial aos plásticos emitidos sem fiscalização. Nestes cartões, segundo ele, as taxas de juros cobradas dos consumidores podem chegar a 568% ao ano. “Pegue as milhões de pessoas que mudaram de classe social e agora entram em uma loja e se deixam levar por cartões que oferecem esses juros. Como elas não têm costume, imagina o que pode acontecer com o orçamento deles”, pondera.
“Tiro de canhão para matar mosquito”
O presidente da consultoria em varejo financeiro Boanerges e Cia., Boanerges Ramos Freire, diz que é interessante a ideia de fiscalizar mais de perto o setor de cartões. No entanto, ele acredita que essa questão precisa ser mais bem discutida e que a supervisão por parte do Banco Central seria como um "tiro de canhão para matar mosquito", que poderia até resolver as práticas indevidas dos plásticos do varejo, mas por outro lado tiraria do mercado empresas que têm um papel econômico e social importante.
Apesar de representarem uma minoria no setor, esses cartões de varejo sem uma instituição financeira por trás muitas vezes são regionais e podem atender a uma população que não tem contato com o sistema financeiro, inclusive ensinando como utilizar o instrumento de pagamento. Seria como um primeiro passo à bancarização.
O consultor considera que o setor de cartões é bastante inovador, mas às vezes muito agressivo nas vendas, inadequado na cobrança e desatencioso na abordagem com o cliente, até mesmo pela quantidade de transações e de consumidores. Porém, ressalta que não se pode julgar o setor inteiro. "O cartão de crédito tem fama de ser bicho papão. Não é um anjo, mas não é só fonte de problemas e aspectos negativos", finaliza.
Sobre toda essa discussão, o Banco Central destaca que seu entendimento é de que cartão de crédito sem banco emitindo não é objeto nem de sua regulação nem de sua fiscalização. Ele reitera que só normatiza cartões emitidos com uma instituição financeira envolvida no negócio.
Deputados e entidades de defesa do consumidor estão cobrando do Banco Central que fiscalize também os cartões distribuídos pelo varejo e que não têm uma instituição financeira envolvida no negócio, mas apenas uma administradora de cartão. Esses plásticos representam 10% do mercado, mas têm crescido com um papel social e econômico, de acordo com especialistas. O problema é que, junto com esse crescimento, há um aumento das reclamações por parte dos consumidores, assim como ocorre no setor como um todo.
Para se ter uma ideia, o mercado de cartões de varejo, com ou sem suporte de uma instituição financeira, totalizou em 2010 cerca de 170 milhões de plásticos, um incremento médio de 16% ao ano desde 2006. Os cartões sem bandeira ou que só podem ser utilizados no estabelecimento comercial somam 124 milhões.
Dados do Ministério da Justiça mostram que entre os assuntos mais demandados nos Procons no ano passado, o primeiro foi cartão de crédito, seguido por telefonia celular e banco comercial. No caso dos setores mais reclamados, quando há demanda dos consumidores seguida por abertura de um processo administrativo, os cartões estão dentro do tema assuntos financeiros, que ocupa o segundo lugar no ranking, Os plásticos representam 33,16% das reclamações no tema. Os principais problemas relatados em cartões são abuso na instituição de tarifas, déficit de informação sobre crédito, alteração unilateral do contrato e envio de cartão de crédito sem solicitação.
De acordo com o ministério, os órgãos de defesa do consumidor estão bastante atentos ao fato de os cartões de varejo não estarem sob as mesmas regras do Banco Central e têm demonstrado influência. Uma pressão feita pelo órgão fez com que novas regras de tarifas passassem a valer para o mercado de cartões sob a fiscalização do BC desde 1º de junho deste ano.
Os deputados defendem que o BC fiscalize também administradoras de cartões, além das instituições financeiras. Em2004, foi editada uma súmula no Superior Tribunal de Justiça, de número 283, que tinha esse reconhecimento. A súmula é a interpretação pacífica ou majoritária adotada por um tribunal a respeito de um tema. No entanto, ela não está sendo aplicada, conforme defendido pelo grupo envolvido na Proposta de Fiscalização e Controle do setor de cartão de crédito (PFC 10/2003) da Câmara.
O deputado Walter Ihoshi (DEM-SP), que participa das discussões, diz que hoje no Brasil ninguém cuida desses cartões do varejo e, então, o consumidor fica abandonado. “O ideal seria o Banco Central também fiscalizar, já que eles fiscalizam as instituições financeiras e as operações são idênticas”, avalia o parlamentar.
Já o deputado Roberto Santiago (PV-SP) explica que a intenção não é fazer com que as administradoras se transformem em instituições financeiras, mas que suas atividades sejam acompanhadas de perto pelo BC. “É isso que vamos pedir: que o Ministério Público cobre do Banco Central que ele considere a súmula. Se tem a súmula que diz que as administradoras têm de ser tratadas como instituições financeiras, por que o BC não está fazendo isso?”
De acordo como deputado Santiago, a preocupação da casa é com as reclamações no mercado de cartões de crédito como um todo, mas com uma atenção especial aos plásticos emitidos sem fiscalização. Nestes cartões, segundo ele, as taxas de juros cobradas dos consumidores podem chegar a 568% ao ano. “Pegue as milhões de pessoas que mudaram de classe social e agora entram em uma loja e se deixam levar por cartões que oferecem esses juros. Como elas não têm costume, imagina o que pode acontecer com o orçamento deles”, pondera.
“Tiro de canhão para matar mosquito”
O presidente da consultoria em varejo financeiro Boanerges e Cia., Boanerges Ramos Freire, diz que é interessante a ideia de fiscalizar mais de perto o setor de cartões. No entanto, ele acredita que essa questão precisa ser mais bem discutida e que a supervisão por parte do Banco Central seria como um "tiro de canhão para matar mosquito", que poderia até resolver as práticas indevidas dos plásticos do varejo, mas por outro lado tiraria do mercado empresas que têm um papel econômico e social importante.
Apesar de representarem uma minoria no setor, esses cartões de varejo sem uma instituição financeira por trás muitas vezes são regionais e podem atender a uma população que não tem contato com o sistema financeiro, inclusive ensinando como utilizar o instrumento de pagamento. Seria como um primeiro passo à bancarização.
O consultor considera que o setor de cartões é bastante inovador, mas às vezes muito agressivo nas vendas, inadequado na cobrança e desatencioso na abordagem com o cliente, até mesmo pela quantidade de transações e de consumidores. Porém, ressalta que não se pode julgar o setor inteiro. "O cartão de crédito tem fama de ser bicho papão. Não é um anjo, mas não é só fonte de problemas e aspectos negativos", finaliza.
Sobre toda essa discussão, o Banco Central destaca que seu entendimento é de que cartão de crédito sem banco emitindo não é objeto nem de sua regulação nem de sua fiscalização. Ele reitera que só normatiza cartões emitidos com uma instituição financeira envolvida no negócio.
30 de jun. de 2011
PESQUISA MOSTRA PERFIL DE USUÁRIOS DE CARTÕES DE CRÉDITO
portal Executivos Financeiros 29/06/2011
Um estudo realizado nas regiões metropolitanas de Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Salvador, Recife, Fortaleza e Manaus, além do interior de S. Paulo aponta o perfil de usuários de cartões de crédito.
A pesquisa realizada pelo Instituto Medida Certa Pesquisa & Gestão e a CardMonitor, abrange 7,8 mil usuários de cartões emitidos por bancos, mil usuários de cartões híbridos (aquele emitido com função crédito e em parceria com comerciante) e 3,7 mil donos de cartões private label (sem bandeira cartões, próprio das lojas).A amostra apresenta 41% com renda entre mil e três mil reais, 37% com renda de três a nove mil reais, 12% com pessoas com renda de mais de nove mil reais e 11% com pessoas com renda abaixo de mil reais.
O tempo de espera foi o quesito pior avaliado por 23% dos clientes de cartões bancários. No entanto, 72% consideram-se satisfeitos com o sistema de atendimento, enfatizando a cordialidade, simpatia e boa-vontade.
Em relação ao programa de incentivo ao uso do cartão como milhagem, mais da metade dos clientes (52%) encontram-se satisfeitos. Entre os clientes de alta renda, 84% dos entrevistados consideram atrativos os programas de milhagem para troca por passagem aérea, contra 56% de entrevistados de baixa renda que consideram atrativa a troca de pontos por minutos de celulares pré-pagos.
No quesito entrega das faturas com antecedência, apenas 7% destacaram estarem insatisfeitos. No entanto, a pesquisa observa que a satisfação é proporcional e ligada ao fator logístico, quanto mais longe mora o cliente, mais difícil e demorado será a entrega. A insatisfação com as taxas de juros cobradas pelos cartões são mencionadas tanto por clientes de baixa renda quanto na alta.
Enquanto 17% dos que ganham mais de R$ 9 mil não estão contentes com as taxas, 24% daqueles clientes que ganham entre R$ 1,1 mil e R$ 3,1 mil também não estão satisfeitos. Entre os entrevistados, 16% apresentam restrições de crédito na Serasa Experian.
Entre os cartões bancários, o fator que mais pesa para os clientes indicarem o cartão a pessoas de seu relacionamento é o sistema de atendimento, face visível e tangível do produto. Já na categoria private label as tarifas e taxas praticadas determinam maior ou menor propensão de recomendar o produto, sinalizando que os clientes não as aceitam em produtos desta natureza, restritos a uma rede de lojas.
A propensão de os clientes recomendarem seu cartão de crédito é maior entre os possuidores de cartões bancários e híbridos, e bem menor entre possuidores de private label, o que é influenciado principalmente pela aceitação restrita.
Ao serem questionados por que usam mais determinado cartão, 17% entre os usuários de cartões bancários afirmaram que é o fato de serem aceitos em qualquer lugar, enquanto entre os usuários de cartões híbridos a resposta está ligada ao limite de crédito (24%), e entre os de cartões private label as principais razões recaem em atributos da rede de lojas e não do cartão em si, com, por exemplo, a variedade e diversidade de produtos. Por outro lado, esses mesmos clientes consideram desfavorável ter que ir até a loja para pagar suas faturas.
“As lojas, equivocadamente acham que é uma vantagem atribuir o pagamento de seus cartões às idas nas lojas, consideram uma forma de retenção até perceberem que isso pode afastar o consumidor”, alerta Daibert, que já constatou mudanças em grandes redes de varejo com base em estudos que avaliaram essa questão.
Um estudo realizado nas regiões metropolitanas de Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Salvador, Recife, Fortaleza e Manaus, além do interior de S. Paulo aponta o perfil de usuários de cartões de crédito.
A pesquisa realizada pelo Instituto Medida Certa Pesquisa & Gestão e a CardMonitor, abrange 7,8 mil usuários de cartões emitidos por bancos, mil usuários de cartões híbridos (aquele emitido com função crédito e em parceria com comerciante) e 3,7 mil donos de cartões private label (sem bandeira cartões, próprio das lojas).A amostra apresenta 41% com renda entre mil e três mil reais, 37% com renda de três a nove mil reais, 12% com pessoas com renda de mais de nove mil reais e 11% com pessoas com renda abaixo de mil reais.
O tempo de espera foi o quesito pior avaliado por 23% dos clientes de cartões bancários. No entanto, 72% consideram-se satisfeitos com o sistema de atendimento, enfatizando a cordialidade, simpatia e boa-vontade.
Em relação ao programa de incentivo ao uso do cartão como milhagem, mais da metade dos clientes (52%) encontram-se satisfeitos. Entre os clientes de alta renda, 84% dos entrevistados consideram atrativos os programas de milhagem para troca por passagem aérea, contra 56% de entrevistados de baixa renda que consideram atrativa a troca de pontos por minutos de celulares pré-pagos.
No quesito entrega das faturas com antecedência, apenas 7% destacaram estarem insatisfeitos. No entanto, a pesquisa observa que a satisfação é proporcional e ligada ao fator logístico, quanto mais longe mora o cliente, mais difícil e demorado será a entrega. A insatisfação com as taxas de juros cobradas pelos cartões são mencionadas tanto por clientes de baixa renda quanto na alta.
Enquanto 17% dos que ganham mais de R$ 9 mil não estão contentes com as taxas, 24% daqueles clientes que ganham entre R$ 1,1 mil e R$ 3,1 mil também não estão satisfeitos. Entre os entrevistados, 16% apresentam restrições de crédito na Serasa Experian.
Entre os cartões bancários, o fator que mais pesa para os clientes indicarem o cartão a pessoas de seu relacionamento é o sistema de atendimento, face visível e tangível do produto. Já na categoria private label as tarifas e taxas praticadas determinam maior ou menor propensão de recomendar o produto, sinalizando que os clientes não as aceitam em produtos desta natureza, restritos a uma rede de lojas.
A propensão de os clientes recomendarem seu cartão de crédito é maior entre os possuidores de cartões bancários e híbridos, e bem menor entre possuidores de private label, o que é influenciado principalmente pela aceitação restrita.
Ao serem questionados por que usam mais determinado cartão, 17% entre os usuários de cartões bancários afirmaram que é o fato de serem aceitos em qualquer lugar, enquanto entre os usuários de cartões híbridos a resposta está ligada ao limite de crédito (24%), e entre os de cartões private label as principais razões recaem em atributos da rede de lojas e não do cartão em si, com, por exemplo, a variedade e diversidade de produtos. Por outro lado, esses mesmos clientes consideram desfavorável ter que ir até a loja para pagar suas faturas.
“As lojas, equivocadamente acham que é uma vantagem atribuir o pagamento de seus cartões às idas nas lojas, consideram uma forma de retenção até perceberem que isso pode afastar o consumidor”, alerta Daibert, que já constatou mudanças em grandes redes de varejo com base em estudos que avaliaram essa questão.
PARA ESPECIALISTA, BRASIL JÁ TEM 600 MILHÕES DE CARTÕES
portal O Dia 29/06/2011
A Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) divulgou recentemente as estimativas do setor de meios eletrônicos de pagamento referentes aos três primeiros meses do ano. Os dados coletados apontam um crescimento de 20% ao ano em relação ao volume de operação.
De acordo com José Eduardo Manier, diretor de cartões da Lecca, o fenômeno se dá pelo bom momento da economia, que impulsiona o ritmo de vendas do comércio. Estima-se que haja atualmente no país 600 milhões de cartões, ou seja, três vezes mais cartões do que pessoas.
Atualmente, segundo Manier, os cartões são o meio de pagamento utilizado pela população que apresenta o maior índice de crescimento. O fator que impulsiona essa evolução é o aumento da participação das classes C e D, em que cada consumidor gasta, em média, entre R$ 2.500 e R$ 3 mil por ano. Focada nas perspectivas do mercado, a Lecca fechou uma parceria com a bandeira Good Card para emitir cerca de 120 mil cartões por ano.
Uma pesquisa do Instituto Datafolha mostra que em 2010, 71% das pessoas acima de 18 anos possuíam um meio eletrônico de pagamento, como cartão de crédito. O aumento de 4% em relação a 2009 é relacionado pela expansão das classes mais baixas, em que 41% das pessoas já têm acesso aos cartões, principalmente com alimentação, bebidas e equipamentos eletrônicos e eletrodomésticos.
Dados da Abecs mostram que o mercado de cartões apresentou 22% de aumento em faturamento em relação a 2009. Já em relação às modalidades de pagamento, percebe-se um acréscimo de 20% no faturamento com débito, 18% no crédito e 16% em rede/loja nos três primeiros meses de 2011 em comparação com o mesmo período do ano passado.
A quantidade de transações com cartão cresceu uma média de 16% em relação a 2009. Em 2010, o segmento finalizou com faturamento de R$ 541,9 bilhões, sendo R$ 313,7 bilhões dos cartões de crédito, R$ 159,6 bilhões dos cartões de débito e R$ 68,5 bilhões dos cartões de rede/loja.
A Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) divulgou recentemente as estimativas do setor de meios eletrônicos de pagamento referentes aos três primeiros meses do ano. Os dados coletados apontam um crescimento de 20% ao ano em relação ao volume de operação.
De acordo com José Eduardo Manier, diretor de cartões da Lecca, o fenômeno se dá pelo bom momento da economia, que impulsiona o ritmo de vendas do comércio. Estima-se que haja atualmente no país 600 milhões de cartões, ou seja, três vezes mais cartões do que pessoas.
Atualmente, segundo Manier, os cartões são o meio de pagamento utilizado pela população que apresenta o maior índice de crescimento. O fator que impulsiona essa evolução é o aumento da participação das classes C e D, em que cada consumidor gasta, em média, entre R$ 2.500 e R$ 3 mil por ano. Focada nas perspectivas do mercado, a Lecca fechou uma parceria com a bandeira Good Card para emitir cerca de 120 mil cartões por ano.
Uma pesquisa do Instituto Datafolha mostra que em 2010, 71% das pessoas acima de 18 anos possuíam um meio eletrônico de pagamento, como cartão de crédito. O aumento de 4% em relação a 2009 é relacionado pela expansão das classes mais baixas, em que 41% das pessoas já têm acesso aos cartões, principalmente com alimentação, bebidas e equipamentos eletrônicos e eletrodomésticos.
Dados da Abecs mostram que o mercado de cartões apresentou 22% de aumento em faturamento em relação a 2009. Já em relação às modalidades de pagamento, percebe-se um acréscimo de 20% no faturamento com débito, 18% no crédito e 16% em rede/loja nos três primeiros meses de 2011 em comparação com o mesmo período do ano passado.
A quantidade de transações com cartão cresceu uma média de 16% em relação a 2009. Em 2010, o segmento finalizou com faturamento de R$ 541,9 bilhões, sendo R$ 313,7 bilhões dos cartões de crédito, R$ 159,6 bilhões dos cartões de débito e R$ 68,5 bilhões dos cartões de rede/loja.
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USO DE CARTÕES DE CRÉDITO E DÉBITO CRESCE NAS CLASSES MAIS BAIXAS
portal Economia SC 27/06/2011
O uso de cartões para pagamento pelas classes mais baixas tem crescido como consequência do aumento do consumo, estimulado pela economia brasileira. De acordo com pesquisa realizada pela Visa, 80% das pessoas da Classe C que foram entrevistadas contam com algum serviço bancário e a penetração do cartão de crédito chegou a 51%.
"Os meios eletrônicos de pagamento estão se convertendo no meio de pagamento preferido dos brasileiros, devido aos benefícios de segurança, controle e conveniência que oferecem" afirma Luis Cássio de Oliveira, diretor executivo de Marketing da Visa do Brasil.
No último ano, a utilização de cartões de crédito como forma de pagamento foi alto por este segmento da população em alguns setores da economia. O levantamento aponta que, em 2010, 71% dos pagamentos feitos nas compras pela Internet, 54% dos pagamentos de passagens aéreas e 40% dos pagamentos de móveis foram feitos pela Classe C com cartões de crédito.
De acordo com a pesquisa, alguns hábitos de utilização dos cartões de crédito pelas classes mais baixas, foram bastante similares aos das classes mais altas. Nos supermercados, 28% dos pagamentos realizados foram feitos com esse método de pagamento pela Classe C, contra 30% dos pagamentos feitos pela Classe A, já nas farmácias, o índice foi de 20% dos pagamentos da Classe C e 22% da Classe A. Em alguns outros setores, como a compra de roupas, os índices são diferentes entre os dois grupos, mais, ainda assim, considerado alto: 28% dos pagamentos feitos pela Classe C foram com cartão de crédito contra 37% na Classe A.
Oportunidades
Apesar do aumento do uso e da alta penetração, ainda existe uma oportunidade de crescimento dos meios eletrônicos de pagamento no País. Em alguns outros setores, como em restaurantes e lojas de conveniência, os pagamentos feitos em dinheiro ainda são maioria com 69% e 76%, respectivamente.
O estudo da Visa revela, ainda, o comportamento dos consumidores brasileiros sobre os diferentes meios de pagamento. Nesse sentido, 57% dos entrevistados consideram o cartão de crédito mais seguro que o dinheiro e 63% afirmam que a grande vantagem é o fato de poderem adiar o pagamento das suas compras. Quando questionados sobre as vantagens dos cartões de débito, 73% afirmaram que são mais seguros que dinheiro, 38% que não é preciso carregar dinheiro e 21% que não gasta mais do que precisa.
O uso de cartões para pagamento pelas classes mais baixas tem crescido como consequência do aumento do consumo, estimulado pela economia brasileira. De acordo com pesquisa realizada pela Visa, 80% das pessoas da Classe C que foram entrevistadas contam com algum serviço bancário e a penetração do cartão de crédito chegou a 51%.
"Os meios eletrônicos de pagamento estão se convertendo no meio de pagamento preferido dos brasileiros, devido aos benefícios de segurança, controle e conveniência que oferecem" afirma Luis Cássio de Oliveira, diretor executivo de Marketing da Visa do Brasil.
No último ano, a utilização de cartões de crédito como forma de pagamento foi alto por este segmento da população em alguns setores da economia. O levantamento aponta que, em 2010, 71% dos pagamentos feitos nas compras pela Internet, 54% dos pagamentos de passagens aéreas e 40% dos pagamentos de móveis foram feitos pela Classe C com cartões de crédito.
De acordo com a pesquisa, alguns hábitos de utilização dos cartões de crédito pelas classes mais baixas, foram bastante similares aos das classes mais altas. Nos supermercados, 28% dos pagamentos realizados foram feitos com esse método de pagamento pela Classe C, contra 30% dos pagamentos feitos pela Classe A, já nas farmácias, o índice foi de 20% dos pagamentos da Classe C e 22% da Classe A. Em alguns outros setores, como a compra de roupas, os índices são diferentes entre os dois grupos, mais, ainda assim, considerado alto: 28% dos pagamentos feitos pela Classe C foram com cartão de crédito contra 37% na Classe A.
Oportunidades
Apesar do aumento do uso e da alta penetração, ainda existe uma oportunidade de crescimento dos meios eletrônicos de pagamento no País. Em alguns outros setores, como em restaurantes e lojas de conveniência, os pagamentos feitos em dinheiro ainda são maioria com 69% e 76%, respectivamente.
O estudo da Visa revela, ainda, o comportamento dos consumidores brasileiros sobre os diferentes meios de pagamento. Nesse sentido, 57% dos entrevistados consideram o cartão de crédito mais seguro que o dinheiro e 63% afirmam que a grande vantagem é o fato de poderem adiar o pagamento das suas compras. Quando questionados sobre as vantagens dos cartões de débito, 73% afirmaram que são mais seguros que dinheiro, 38% que não é preciso carregar dinheiro e 21% que não gasta mais do que precisa.
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22 de jun. de 2011
FEBRABAN E ABECS ANUNCIAM NOVO CONGRESSO DE PAGAMENTOS ELETRÔNICOS
portal Executivos Financeiros 21/06/2011
Com o tema central “Transparência nas relações com o Mercado”, a 6ª edição anual do Congresso de Meios Eletrônicos de Pagamento (CMEP) vai discutir a aceleração dos pagamentos eletrônicos. Atualmente, a sociedade brasileira prefere cada vez mais transações digitais em detrimento das feitas por documentos em papel e em moeda.
A Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) divulgou que o setor de cartões, para dar um exemplo de expansão de pagamentos eletrônicos, registrou faturamento global da ordem de R$ 145,2 bilhões nos três primeiros meses do ano, o que significa crescimento de quase 20% sobre o mesmo período do ano passado.
Em paralelo a esse crescimento dos meios eletrônicos, a sociedade descarta cada vez mais o uso de meios tradicionais em função de menor segurança, menor facilidade e benefícios. A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informa que, em 2010, o número de cheques compensados no Brasil foi de 1.120 milhões, com queda de 9,3% em relação a 2009. Ressaltando ainda que o número de cheques compensados no ano 2000 era mais que o dobro. No início da década, eram compensados 2.638 milhões de unidades na economia local.
A mesma pesquisa chamada Setor Bancário em Números acusa que as transações através do Internet Banking evoluíram positivamente em 27,4% no ano de 2010 e foram responsáveis por 23% de todas as transações feitas no país. Já os caixas eletrônicos foram donos de 32% das transações enquanto as feitas através de cheques e dinheiro nos caixas das agências bancárias caíram para apenas 10% das transações
Nos dois dias de evento, representantes do mercado de cartões, instituições financeiras, redes de varejo, associações, autoridades e fornecedores discutirão como elevar ainda mais o nível de transparência nas operações procurando benefícios constantes para o consumidor..
Novos Consumidores e ascensão social
Para responder aos desafios de um segmento em tamanha expansão, o 6º CMEP também se dedicará a temas como a Inclusão Financeira, novos consumidores e a ascensão das classes C, D e E que consolidam seu mais novo período de crescimento, sinalizando crescimento ainda maior do setor financeiro. Por outro lado e com a emergência de novas gerações, o congresso pretende discutir a evolução das redes sociais e as mudanças no perfil do consumidor.
O desenvolvimento tanto do mercado quanto de opções tecnológicas para o M-Payment (pagamento em mobilidade) também serão apresentados, além de estudos e conferências sobre campanhas para incentivar o uso consciente do crédito e iniciativas de educação financeira.
As associações que promovem o evento anunciam também que pretendem discutir os muitos aspectos da frágil segurança – física, patrimonial e penal – que os meios tradicionais como papel moeda e cheques oferecem àqueles que os usam; além de questionar o custo social da moeda em aspectos como manuseio e informalidade.
O CMEP será realizada nos dias 29 e 30 de setembro, em São Paulo, no Hotel Transamérica Expo Center.
Com o tema central “Transparência nas relações com o Mercado”, a 6ª edição anual do Congresso de Meios Eletrônicos de Pagamento (CMEP) vai discutir a aceleração dos pagamentos eletrônicos. Atualmente, a sociedade brasileira prefere cada vez mais transações digitais em detrimento das feitas por documentos em papel e em moeda.
A Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) divulgou que o setor de cartões, para dar um exemplo de expansão de pagamentos eletrônicos, registrou faturamento global da ordem de R$ 145,2 bilhões nos três primeiros meses do ano, o que significa crescimento de quase 20% sobre o mesmo período do ano passado.
Em paralelo a esse crescimento dos meios eletrônicos, a sociedade descarta cada vez mais o uso de meios tradicionais em função de menor segurança, menor facilidade e benefícios. A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informa que, em 2010, o número de cheques compensados no Brasil foi de 1.120 milhões, com queda de 9,3% em relação a 2009. Ressaltando ainda que o número de cheques compensados no ano 2000 era mais que o dobro. No início da década, eram compensados 2.638 milhões de unidades na economia local.
A mesma pesquisa chamada Setor Bancário em Números acusa que as transações através do Internet Banking evoluíram positivamente em 27,4% no ano de 2010 e foram responsáveis por 23% de todas as transações feitas no país. Já os caixas eletrônicos foram donos de 32% das transações enquanto as feitas através de cheques e dinheiro nos caixas das agências bancárias caíram para apenas 10% das transações
Nos dois dias de evento, representantes do mercado de cartões, instituições financeiras, redes de varejo, associações, autoridades e fornecedores discutirão como elevar ainda mais o nível de transparência nas operações procurando benefícios constantes para o consumidor..
Novos Consumidores e ascensão social
Para responder aos desafios de um segmento em tamanha expansão, o 6º CMEP também se dedicará a temas como a Inclusão Financeira, novos consumidores e a ascensão das classes C, D e E que consolidam seu mais novo período de crescimento, sinalizando crescimento ainda maior do setor financeiro. Por outro lado e com a emergência de novas gerações, o congresso pretende discutir a evolução das redes sociais e as mudanças no perfil do consumidor.
O desenvolvimento tanto do mercado quanto de opções tecnológicas para o M-Payment (pagamento em mobilidade) também serão apresentados, além de estudos e conferências sobre campanhas para incentivar o uso consciente do crédito e iniciativas de educação financeira.
As associações que promovem o evento anunciam também que pretendem discutir os muitos aspectos da frágil segurança – física, patrimonial e penal – que os meios tradicionais como papel moeda e cheques oferecem àqueles que os usam; além de questionar o custo social da moeda em aspectos como manuseio e informalidade.
O CMEP será realizada nos dias 29 e 30 de setembro, em São Paulo, no Hotel Transamérica Expo Center.
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21 de jun. de 2011
EMPRESAS DE CARTÕES DE CRÉDITO TIVERAM RENTABILIDADE DE 109% NO 1º TRIMESTRE
jornal O Estado de S.Paulo 20/06/2011 - Roberta Scrivano
Redecard e Cielo, empresas do setor de cartão de crédito, tiveram retorno sobre o capital próprio (ou rentabilidade) de 109,9% no primeiro trimestre. O resultado é oito vezes maior que a média dos demais setores, que foi de 13,9% no período. Os dados são de um levantamento feito pela agência Austin Rating.
Especialistas em finanças pessoais explicam que o dado de rentabilidade (que é obtido levando-se em conta a relação lucro líquido sobre o patrimônio líquido) é um tópico importante de ser analisado antes de se decidir qual ação comprar.
Erivelto Rodrigues, presidente da Austin Rating, comenta que o fato de o setor de cartão de crédito liderar o ranking de rentabilidade mostra como a economia brasileira está aquecida.
"As empresas de cartão analisadas no levantamento cobram um porcentual de cada transação feita nas maquininhas de cartão. Se o lucro delas sobe, quer dizer que a quantidade de compras feitas também subiu", detalha Rodrigues.
Ele acrescenta ainda que, no fechamento do ano, por conta do aumento da renda com o 13º salário e a aproximação do Natal, as vendas crescem e o resultado dessas companhias também.
Ter o nível de rentabilidade tão alto quanto o das empresas de cartão, no entanto, pode representar um alto nível de risco para o investidor que optar por comprar as ações da empresa. "Isso porque não necessariamente as empresas se manterão neste nível", explica Ricardo Rocha, professor de finanças do Insper.
Analisar um período mais longo, como cinco anos, é o mais recomendado. "Porque dessa forma é possível ver como a empresa se comportou ao longo do tempo", diz Fábio Colombo, administrador de investimentos. "Quanto mais estável é a rentabilidade do passado, menos risco a empresa oferece", completa o especialista.
Rodrigues, da Austin Rating, diz que o setor bancário é um exemplo que se encaixa na recomendação de Colombo. "Eles estão na faixa dos 17% há algum tempo", comenta. No primeiro trimestre deste ano, os bancos somaram exatos 17,4% de rentabilidade.
Rocha, do Insper, concorda. "Aplicar em ação de banco é um investimento quase conservador", comenta.
Boas apostas. Colombo afirma que empresas que têm o nível de rentabilidade entre 15% e 20% são, em geral, bons investimentos. Ele reforça que a análise deve ser feita com base nos resultados dos últimos cinco ou dez anos.
De acordo com o levantamento da Austin Rating, de 27 setores analisados, sete têm rentabilidade na faixa sugerida por Colombo no primeiro trimestre do ano. São eles: concessões rodoviárias (20,8%); indústria (19,1%); bancos (17,4%); serviços de saúde (16,8%); informática (15,7%); energia elétrica (15,1%); e comércio (15,0%).
Os três últimos colocados dessa listagem foram os setores de fertilizantes (7,5%); serviços diversos (6,8%); e alimentos (6,5%)
Redecard e Cielo, empresas do setor de cartão de crédito, tiveram retorno sobre o capital próprio (ou rentabilidade) de 109,9% no primeiro trimestre. O resultado é oito vezes maior que a média dos demais setores, que foi de 13,9% no período. Os dados são de um levantamento feito pela agência Austin Rating.
Especialistas em finanças pessoais explicam que o dado de rentabilidade (que é obtido levando-se em conta a relação lucro líquido sobre o patrimônio líquido) é um tópico importante de ser analisado antes de se decidir qual ação comprar.
Erivelto Rodrigues, presidente da Austin Rating, comenta que o fato de o setor de cartão de crédito liderar o ranking de rentabilidade mostra como a economia brasileira está aquecida.
"As empresas de cartão analisadas no levantamento cobram um porcentual de cada transação feita nas maquininhas de cartão. Se o lucro delas sobe, quer dizer que a quantidade de compras feitas também subiu", detalha Rodrigues.
Ele acrescenta ainda que, no fechamento do ano, por conta do aumento da renda com o 13º salário e a aproximação do Natal, as vendas crescem e o resultado dessas companhias também.
Ter o nível de rentabilidade tão alto quanto o das empresas de cartão, no entanto, pode representar um alto nível de risco para o investidor que optar por comprar as ações da empresa. "Isso porque não necessariamente as empresas se manterão neste nível", explica Ricardo Rocha, professor de finanças do Insper.
Analisar um período mais longo, como cinco anos, é o mais recomendado. "Porque dessa forma é possível ver como a empresa se comportou ao longo do tempo", diz Fábio Colombo, administrador de investimentos. "Quanto mais estável é a rentabilidade do passado, menos risco a empresa oferece", completa o especialista.
Rodrigues, da Austin Rating, diz que o setor bancário é um exemplo que se encaixa na recomendação de Colombo. "Eles estão na faixa dos 17% há algum tempo", comenta. No primeiro trimestre deste ano, os bancos somaram exatos 17,4% de rentabilidade.
Rocha, do Insper, concorda. "Aplicar em ação de banco é um investimento quase conservador", comenta.
Boas apostas. Colombo afirma que empresas que têm o nível de rentabilidade entre 15% e 20% são, em geral, bons investimentos. Ele reforça que a análise deve ser feita com base nos resultados dos últimos cinco ou dez anos.
De acordo com o levantamento da Austin Rating, de 27 setores analisados, sete têm rentabilidade na faixa sugerida por Colombo no primeiro trimestre do ano. São eles: concessões rodoviárias (20,8%); indústria (19,1%); bancos (17,4%); serviços de saúde (16,8%); informática (15,7%); energia elétrica (15,1%); e comércio (15,0%).
Os três últimos colocados dessa listagem foram os setores de fertilizantes (7,5%); serviços diversos (6,8%); e alimentos (6,5%)
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16 de jun. de 2011
PANVEL LANÇA LOJA VIRTUAL E CARTÃO FIDELIDADE PARA TODO O PAÍS
portal Paranashop 15/06/2011
O cartão Fidelidade Panvel, até agora disponível somente nas 273 lojas físicas da rede no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, será oferecido em todo o país a partir deste mês. O programa permite ao cliente acumular pontos a cada compra realizada, que podem ser convertidos em produtos de higiene e beleza, além de proporcionar descontos especiais e eventos exclusivos. A adesão pode ser feita pelo site (www.panvel.com) e o cartão é entregue junto à primeira compra.
Ao oferecer o fidelidade para todo o país, a Panvel quer aumentar a participação de sua linha de produtos de marca própria, a maior do Brasil, com mais de 500 itens. Nos três estados do Sul, já há 1,6 milhão de cartões fidelidade emitidos. Eles respondem pelo equivalente a 50% das vendas realizadas em toda a rede, e agora deixarão de ser presença obrigatória na hora da compra. Apenas com uma senha, também cadastrada na loja virtual, o cliente fidelidade pode juntar pontos, mesmo sem o cartão em mãos.
A loja virtual da Panvel atingiu em março a marca dos 100 mil clientes cadastrados, alcançando R$ 800 mil em vendas. A meta é atingir R$ 1,5 milhão por mês até dezembro de 2011, tornando-se a loja Panvel de maior faturamento. A rede de farmácias faz parte do Grupo Dimed/Panvel , que ainda inclui o laboratório farmacêutico Lifar e a distribuidora de medicamentos Dimed. Em 2010, a empresa teve um faturamento de R$ 1,3 bilhão, e a meta para 2011 é alcançar R$ 1,5 bilhão.
O cartão Fidelidade Panvel, até agora disponível somente nas 273 lojas físicas da rede no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, será oferecido em todo o país a partir deste mês. O programa permite ao cliente acumular pontos a cada compra realizada, que podem ser convertidos em produtos de higiene e beleza, além de proporcionar descontos especiais e eventos exclusivos. A adesão pode ser feita pelo site (www.panvel.com) e o cartão é entregue junto à primeira compra.
Ao oferecer o fidelidade para todo o país, a Panvel quer aumentar a participação de sua linha de produtos de marca própria, a maior do Brasil, com mais de 500 itens. Nos três estados do Sul, já há 1,6 milhão de cartões fidelidade emitidos. Eles respondem pelo equivalente a 50% das vendas realizadas em toda a rede, e agora deixarão de ser presença obrigatória na hora da compra. Apenas com uma senha, também cadastrada na loja virtual, o cliente fidelidade pode juntar pontos, mesmo sem o cartão em mãos.
A loja virtual da Panvel atingiu em março a marca dos 100 mil clientes cadastrados, alcançando R$ 800 mil em vendas. A meta é atingir R$ 1,5 milhão por mês até dezembro de 2011, tornando-se a loja Panvel de maior faturamento. A rede de farmácias faz parte do Grupo Dimed/Panvel , que ainda inclui o laboratório farmacêutico Lifar e a distribuidora de medicamentos Dimed. Em 2010, a empresa teve um faturamento de R$ 1,3 bilhão, e a meta para 2011 é alcançar R$ 1,5 bilhão.
7 de jun. de 2011
CARTÕES COM BANDEIRA ELO CHEGAM AO MERCADO
portal Executivos Financeiros 06/06/2011
A IntelCav emitiu o primeiro lote de cartões com a bandeira Elo para o Bradesco. A bandeira é fruto da associação entre o Banco do Brasil, o próprio Bradesco e a Caixa Econômica e representa um impulso aos negócios da IntelCav que, entre outras iniciativas, está inaugurando duas novas unidades ainda no primeiro semestre.
Segundo o presidente da IntelCav, Fernando Castejon, a emissão dos primeiros cartões Elo tem a dimensão de um acontecimento histórico. Para ele trata-se da concretização de um projeto genuinamente brasileiro que visa oferecer condições diferenciadas aos consumidores do país.
“A IntelCav se sente honrada em ser escolhida pelo Bradesco para participar desta iniciativa. Assim como aconteceu no lançamento dos cartões feitos à base de PET reciclados pós consumo e em outras inovações, esta é mais uma demonstração de confiança do banco na qualidade e confiabilidade da empresa”, diz Fernando Castejon.
A IntelCav emitiu o primeiro lote de cartões com a bandeira Elo para o Bradesco. A bandeira é fruto da associação entre o Banco do Brasil, o próprio Bradesco e a Caixa Econômica e representa um impulso aos negócios da IntelCav que, entre outras iniciativas, está inaugurando duas novas unidades ainda no primeiro semestre.
Segundo o presidente da IntelCav, Fernando Castejon, a emissão dos primeiros cartões Elo tem a dimensão de um acontecimento histórico. Para ele trata-se da concretização de um projeto genuinamente brasileiro que visa oferecer condições diferenciadas aos consumidores do país.
“A IntelCav se sente honrada em ser escolhida pelo Bradesco para participar desta iniciativa. Assim como aconteceu no lançamento dos cartões feitos à base de PET reciclados pós consumo e em outras inovações, esta é mais uma demonstração de confiança do banco na qualidade e confiabilidade da empresa”, diz Fernando Castejon.
28 de mai. de 2011
COMPRAS COM CARTÕES DA MASTERCARD MOVIMENTAM US$ 36 BI ATÉ MARÇO
jornal DCI 26/05/2011 – Panorama Brasil
A MasterCard América Latina e Caribe anunciou ontem seus resultados operacionais do primeiro trimestre de 2011. No período, a companhia registrou crescimento de dois dígitos no faturamento, no volume de compras e nas transações com seus cartões. - No primeiro trimestre de 2011, o volume compras com os cartões MasterCard na região aumentou 25%, quando comparado com o mesmo período de 2010, e alcançou US$ 36 bilhões. Os portadores usaram os cartões da bandeira em 605 milhões de transações de compra e saque, o que representou crescimento de 23,9% na comparação com o mesmo período de 2010. O número de cartões MasterCard chegou a 125 milhões de plásticos (aumento de 1,9%), que podem ser utilizados em mais de 4,2 milhões de estabelecimentos na região (32,2 milhões em todo o mundo).
O faturamento bruto em dólares (GDV) totalizou US$ 62 bilhões, 19,9% superior ao mesmo período de 2010. O GDV representa a soma do volume de compras em espécie, do impacto da transferência de saldos e dos cheques de conveniência.
O programa global de débito com senha da MasterCard, que inclui as bandeiras Maestro, MasterCard débito e Cirrus, a última de uso exclusivo em máquinas de auto-atendimento, também apresentou resultados positivos no período na América Latina e Caribe: os cartões de débito totalizaram 137 milhões de plásticos, 5,5% acima do primeiro trimestre de 2010. O número de cartões MasterCard e Maestro na região ultrapassou a marca de 262 milhões.
"Estamos satisfeitos em relatar um início de 2011 com sólido crescimento. Isso mostra que a região da América Latina e Caribe continua a ser um forte contribuinte para os resultados globais da MasterCard", afirma Richard Hartzell, presidente da MasterCard América Latina e Caribe. "A baixa penetração dos pagamentos eletrônicos na região proporciona uma oportunidade para continuar a inovar e desenvolver produtos de pagamento que atendam às crescentes necessidades dos consumidores".
Alianças estratégicas e o lançamento de diversas soluções inovadoras de pagamento na região no primeiro trimestre de 2011 contribuíram para os resultados positivos do período, como o início das operações do Banrisul como o 4º adquirente da MasterCard no Brasil e do Banco de La Nacion como um novo adquirente no Peru.
A companhia destaca também o lançamento no Brasil do MasterCard Travel Card, o primeiro pré-pago do segmento de viagens da região, resultado da parceria estratégica com a Travelex. O cartão, emitido com chip, pode ser carregado em dólar, euro e libras e utilizado nos mais de 32 milhões de estabelecimentos que aceitam MasterCard ao redor do mundo.
A empresa registrou ainda o acordo com a Telefonica para criação de uma joint venture de meios de pagamento móveis em 12 países da América Latina, o lançamento do MasterCard MoneySend, uma plataforma de transferência de dinheiro entre cartões, já está disponível para remessas EUA-México. O México é o primeiro mercado da América Latina a lançar essa plataforma, e também o lançamento de um cartão pré-pago na Costa Rica com o Banco Nacional da Costa Rica e INS, principal seguradora do País. O plástico vai permitir que todos os clientes da INS recebam seus reembolsos com um cartão pré-pago da MasterCard. Tudo isso deve resultar em novo crescimento nos próximos trimestres.
A MasterCard América Latina e Caribe anunciou ontem seus resultados operacionais do primeiro trimestre de 2011. No período, a companhia registrou crescimento de dois dígitos no faturamento, no volume de compras e nas transações com seus cartões. - No primeiro trimestre de 2011, o volume compras com os cartões MasterCard na região aumentou 25%, quando comparado com o mesmo período de 2010, e alcançou US$ 36 bilhões. Os portadores usaram os cartões da bandeira em 605 milhões de transações de compra e saque, o que representou crescimento de 23,9% na comparação com o mesmo período de 2010. O número de cartões MasterCard chegou a 125 milhões de plásticos (aumento de 1,9%), que podem ser utilizados em mais de 4,2 milhões de estabelecimentos na região (32,2 milhões em todo o mundo).
O faturamento bruto em dólares (GDV) totalizou US$ 62 bilhões, 19,9% superior ao mesmo período de 2010. O GDV representa a soma do volume de compras em espécie, do impacto da transferência de saldos e dos cheques de conveniência.
O programa global de débito com senha da MasterCard, que inclui as bandeiras Maestro, MasterCard débito e Cirrus, a última de uso exclusivo em máquinas de auto-atendimento, também apresentou resultados positivos no período na América Latina e Caribe: os cartões de débito totalizaram 137 milhões de plásticos, 5,5% acima do primeiro trimestre de 2010. O número de cartões MasterCard e Maestro na região ultrapassou a marca de 262 milhões.
"Estamos satisfeitos em relatar um início de 2011 com sólido crescimento. Isso mostra que a região da América Latina e Caribe continua a ser um forte contribuinte para os resultados globais da MasterCard", afirma Richard Hartzell, presidente da MasterCard América Latina e Caribe. "A baixa penetração dos pagamentos eletrônicos na região proporciona uma oportunidade para continuar a inovar e desenvolver produtos de pagamento que atendam às crescentes necessidades dos consumidores".
Alianças estratégicas e o lançamento de diversas soluções inovadoras de pagamento na região no primeiro trimestre de 2011 contribuíram para os resultados positivos do período, como o início das operações do Banrisul como o 4º adquirente da MasterCard no Brasil e do Banco de La Nacion como um novo adquirente no Peru.
A companhia destaca também o lançamento no Brasil do MasterCard Travel Card, o primeiro pré-pago do segmento de viagens da região, resultado da parceria estratégica com a Travelex. O cartão, emitido com chip, pode ser carregado em dólar, euro e libras e utilizado nos mais de 32 milhões de estabelecimentos que aceitam MasterCard ao redor do mundo.
A empresa registrou ainda o acordo com a Telefonica para criação de uma joint venture de meios de pagamento móveis em 12 países da América Latina, o lançamento do MasterCard MoneySend, uma plataforma de transferência de dinheiro entre cartões, já está disponível para remessas EUA-México. O México é o primeiro mercado da América Latina a lançar essa plataforma, e também o lançamento de um cartão pré-pago na Costa Rica com o Banco Nacional da Costa Rica e INS, principal seguradora do País. O plástico vai permitir que todos os clientes da INS recebam seus reembolsos com um cartão pré-pago da MasterCard. Tudo isso deve resultar em novo crescimento nos próximos trimestres.
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27 de mai. de 2011
EM ABRIL, CARTÃO EQUIVALE A 60,6% DOS GASTOS DE BRASILEIROS NO EXTERIOR
portal InfoMoney 25/05/2011 - Gladys Ferraz Magalhães
Os pagamentos com cartão de crédito responderam por 60,6% dos gastos de brasileiros no exterior no quarto mês do ano, segundo dados do Banco Central divulgados nesta quarta-feira (25).
No período, as despesas no cartão de crédito atingiram US$ 1,179 bilhão dos US$ 1,943 bilhão gastos por brasileiros em outros países. O uso do cartão de crédito no exterior continuou grande mesmo com o decreto que elevou o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) para as compras com o plástico fora do País. O decreto, publicado no dia 28 de março no Diário Oficial da União, elevou de 2,38% para 6,38% o IOF sobre as compras com cartão de crédito no exterior.
Já o montante gasto no cartão de crédito por turistas estrangeiros no Brasil, no mesmo período, foi de US$ 409 milhões, o que corresponde a 75,7% dos US$ 540 milhões deixados por eles no País.
Outras despesas com viagens de turismo de brasileiros no exterior somaram US$ 712 milhões, enquanto as de estrangeiros no Brasil foram de US$ 119 milhões.
Comparação anual
Frente a abril de 2010, os gastos dos brasileiros com cartão de crédito em viagens ao exterior cresceram 53,72%, já que, naquele mês, o montante apurado foi de US$ 767 milhões.
Já os gastos dos estrangeiros com cartões no Brasil registraram alta de 21,36%, uma vez que, no quarto mês de 2010, atingiram US$ 337 milhões.
Despesas e receitas
No geral, segundo a nota do setor externo, as despesas dos turistas brasileiros no exterior registradas em abril deste ano aumentaram 58,10% em relação ao mesmo mês de 2010.
Considerando o total gasto no Brasil pelos turistas estrangeiros, houve alta de 17,39% em abril deste ano, na comparação com igual mês de 2010. No mês passado, os turistas estrangeiros deixaram US$ 540 milhões no País, contra US$ 460 milhões registrados em abril de 2010.
Os pagamentos com cartão de crédito responderam por 60,6% dos gastos de brasileiros no exterior no quarto mês do ano, segundo dados do Banco Central divulgados nesta quarta-feira (25).
No período, as despesas no cartão de crédito atingiram US$ 1,179 bilhão dos US$ 1,943 bilhão gastos por brasileiros em outros países. O uso do cartão de crédito no exterior continuou grande mesmo com o decreto que elevou o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) para as compras com o plástico fora do País. O decreto, publicado no dia 28 de março no Diário Oficial da União, elevou de 2,38% para 6,38% o IOF sobre as compras com cartão de crédito no exterior.
Já o montante gasto no cartão de crédito por turistas estrangeiros no Brasil, no mesmo período, foi de US$ 409 milhões, o que corresponde a 75,7% dos US$ 540 milhões deixados por eles no País.
Outras despesas com viagens de turismo de brasileiros no exterior somaram US$ 712 milhões, enquanto as de estrangeiros no Brasil foram de US$ 119 milhões.
Comparação anual
Frente a abril de 2010, os gastos dos brasileiros com cartão de crédito em viagens ao exterior cresceram 53,72%, já que, naquele mês, o montante apurado foi de US$ 767 milhões.
Já os gastos dos estrangeiros com cartões no Brasil registraram alta de 21,36%, uma vez que, no quarto mês de 2010, atingiram US$ 337 milhões.
Despesas e receitas
No geral, segundo a nota do setor externo, as despesas dos turistas brasileiros no exterior registradas em abril deste ano aumentaram 58,10% em relação ao mesmo mês de 2010.
Considerando o total gasto no Brasil pelos turistas estrangeiros, houve alta de 17,39% em abril deste ano, na comparação com igual mês de 2010. No mês passado, os turistas estrangeiros deixaram US$ 540 milhões no País, contra US$ 460 milhões registrados em abril de 2010.
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18 de mai. de 2011
OBERTHUR TECHNOLOGIES GANHA O PRÊMIO ÉLAN PARA O MELHOR DESIGN DE CARTÕES
portal CardClipping
A Oberthur Technologies, líder mundial na área de tecnologias de segurança, foi premiada com o cobiçado prêmio Élan de ‘Best Secure Financial Card Design ‘ (Melhor Design de Cartão Financeiro de Segurança) na ICMA (International Card Manufacturers Association) EXPO, realizada na semana passada na Flórida. A ICMA é a maior associação de fabricantes de cartões plásticos e personalizados do mundo. Sua finalidade é promover a indústria de cartões de plástico e o valor de seus produtos e serviços.
A Oberthur ganhou o prêmio com seu cartão perfumado Miss Kitty, feito para um dos 100 maiores bancos do mundo, o China Merchants Bank (CMB). O cartão utiliza a nova tecnologia Smart Fragrance da fabricante, permitindo que o titular do cartão coloque seu próprio perfume, ou escolha um dos ofertados, em seu cartão.
"A Oberthur Technologies entende a necessidade de constante inovação de seus clientes e trabalha com afinco para lhes oferecer os melhores produtos para seus mercados", disse Cédric Collomb, Gerente Geral de Cartões e Serviços, da Divisão de Sistemas de Cartões da Oberthur Technologies. "O CMB nos procurou com o objetivo de atrair o público feminino, sem perder sua forte identidade de marca. Nós respondemos com o projeto do cartão Smart Fragrance".
A Oberthur Technologies é associado à ICMA, participando com suas 14 fábricas e mais de 30 centros de serviço em todo o mundo. A empresa atua no desenvolvimento de sistemas, soluções e serviços para smart cards (cartões de pagamento, cartões SIM, cartões de acesso, NFC ...) e para documentos seguros de identidade (cartão de identidade, passaporte, cartão de saúde), na produção de cédulas de dinheiro, cheques e outros documentos fiduciários, sistemas inteligentes para garantir dinheiro em trânsito e ATM.
A Oberthur Technologies, líder mundial na área de tecnologias de segurança, foi premiada com o cobiçado prêmio Élan de ‘Best Secure Financial Card Design ‘ (Melhor Design de Cartão Financeiro de Segurança) na ICMA (International Card Manufacturers Association) EXPO, realizada na semana passada na Flórida. A ICMA é a maior associação de fabricantes de cartões plásticos e personalizados do mundo. Sua finalidade é promover a indústria de cartões de plástico e o valor de seus produtos e serviços.
A Oberthur ganhou o prêmio com seu cartão perfumado Miss Kitty, feito para um dos 100 maiores bancos do mundo, o China Merchants Bank (CMB). O cartão utiliza a nova tecnologia Smart Fragrance da fabricante, permitindo que o titular do cartão coloque seu próprio perfume, ou escolha um dos ofertados, em seu cartão.
"A Oberthur Technologies entende a necessidade de constante inovação de seus clientes e trabalha com afinco para lhes oferecer os melhores produtos para seus mercados", disse Cédric Collomb, Gerente Geral de Cartões e Serviços, da Divisão de Sistemas de Cartões da Oberthur Technologies. "O CMB nos procurou com o objetivo de atrair o público feminino, sem perder sua forte identidade de marca. Nós respondemos com o projeto do cartão Smart Fragrance".
A Oberthur Technologies é associado à ICMA, participando com suas 14 fábricas e mais de 30 centros de serviço em todo o mundo. A empresa atua no desenvolvimento de sistemas, soluções e serviços para smart cards (cartões de pagamento, cartões SIM, cartões de acesso, NFC ...) e para documentos seguros de identidade (cartão de identidade, passaporte, cartão de saúde), na produção de cédulas de dinheiro, cheques e outros documentos fiduciários, sistemas inteligentes para garantir dinheiro em trânsito e ATM.
15 de mai. de 2011
VALID CONCLUI SUCESSÃO NA PRESIDÊNCIA
jornal Valor Econômico 12/05/2011 - Filipe Pacheco
Eles continuarão a ocupar salas vizinhas na sede da Valid no Rio de Janeiro, mas, se a empresa tivesse o hábito de imprimir os cargos de seus funcionários nos cartões de visitas, os mesmos registrariam a mudança. Sidney Levy, que por 17 anos presidiu a companhia que confecciona desde cartões de crédito a cédulas de identidade e carteiras de habilitação, passa hoje o cargo a seu vice-presidente de operações, Jose Roberto Mauro, um veterano com 27 anos de casa. Levy será o novo presidente do conselho da empresa.
Com perfis pessoais um tanto diferentes - Levy é expansivo e brincalhão, enquanto Mauro é mais fechado e discreto - os dois trabalharam em um conjunto em mudanças recentes da empresa, que incluem a alteração de nome em outubro do ano passado, quando deixaram de ser conhecidos como ABnote.
Mauro, graduado em engenharia de produção pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e com mestrado na mesma área, liderou a reestruturação na divisão dos produtos e reorganizou os cerca de 5 mil funcionários em três áreas específicas: meios de pagamento, que incluem cartões de crédito com ou sem chip, talões de cheque; telecomunicações, com SIM cards e recargas de telefones; e sistemas de identificação, que englobam a impressão de cédulas de identidade e a coleta de impressão digita e reconhecimento facial.
O balanço do primeiro trimestre de 2011, divulgado na terça-feira, já apresenta os resultados segundo essa nova concepção. A receita líquida atingiu R$ 206 milhões, 21,1% superior a um ano antes, e o lucro líquido foi de R$ 23,2 milhões, 21,5% maior que o do primeiro trimestre de 2010. Já o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) nos primeiros três meses do ano ficou em R$ 43,1 milhões - meios de pagamento, área que responde por 48,9% da receita líquida, foi a única a apresentar crescimento nesse quesito, de 190,4% ante o primeiro trimestre do ano passado, enquanto sistemas de identificação e telecomunicações apresentaram quedas de 6,8% e 24,8%, respectivamente, na mesma comparação.
"O foco da gestão será a consolidação dos cartões com chip", diz Mauro. Hoje eles representam cerca de 30% de todos os cartões ativos no mercado brasileiro. Clientes de peso do setor, como Banco do Brasil e Itaú Unibanco, cobram por novidades na área, como a possibilidade de pagar contas com celulares. Mas os dois afirmam que ainda não existe um modelo exato a ser seguido. "No Japão, uma empresa de telefonia comprou um banco e aí fez o modelo dela. Mas aqui isso não vai acontecer", conta Levy.
Empresa fará cartão de identidade
Em nove anos, todo brasileiro deverá trocar o velho RG por um documento do tamanho de um cartão de crédito com dois chips contendo informações que vão de número de identidade e título de eleitor a altura e cor dos olhos. Para a Valid, que domina tanto a confecção de cartões quanto o manejo de dados sigilosos e certificação digital, o RIC (Registro de Identidade Civil) é uma grande oportunidade.
Jose Roberto Mauro, que hoje assume o cargo de presidente, diz que a empresa está envolvida em todas as etapas de desenvolvimento do RIC, mas que não comentará "nem sob tortura" sobre a polêmica em relação ao seu custo. Cada brasileiro teria de pagar R$ 40 pelo cartão, valor considerado alto pelo governo. "É um produto de alta qualidade, e o preço depende de uma série de fatores", diz.
A Valid já trabalha no processo de confecção das primeiras unidades, que devem ser expedidas gratuitamente a partir de julho. O projeto está sob coordenação do Instituto Nacional de Identificação e terá intermediação da Casa da Moeda, que informou que contará com parcerias "para repassar conhecimentos que ainda não domina".
Eles continuarão a ocupar salas vizinhas na sede da Valid no Rio de Janeiro, mas, se a empresa tivesse o hábito de imprimir os cargos de seus funcionários nos cartões de visitas, os mesmos registrariam a mudança. Sidney Levy, que por 17 anos presidiu a companhia que confecciona desde cartões de crédito a cédulas de identidade e carteiras de habilitação, passa hoje o cargo a seu vice-presidente de operações, Jose Roberto Mauro, um veterano com 27 anos de casa. Levy será o novo presidente do conselho da empresa.
Com perfis pessoais um tanto diferentes - Levy é expansivo e brincalhão, enquanto Mauro é mais fechado e discreto - os dois trabalharam em um conjunto em mudanças recentes da empresa, que incluem a alteração de nome em outubro do ano passado, quando deixaram de ser conhecidos como ABnote.
Mauro, graduado em engenharia de produção pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e com mestrado na mesma área, liderou a reestruturação na divisão dos produtos e reorganizou os cerca de 5 mil funcionários em três áreas específicas: meios de pagamento, que incluem cartões de crédito com ou sem chip, talões de cheque; telecomunicações, com SIM cards e recargas de telefones; e sistemas de identificação, que englobam a impressão de cédulas de identidade e a coleta de impressão digita e reconhecimento facial.
O balanço do primeiro trimestre de 2011, divulgado na terça-feira, já apresenta os resultados segundo essa nova concepção. A receita líquida atingiu R$ 206 milhões, 21,1% superior a um ano antes, e o lucro líquido foi de R$ 23,2 milhões, 21,5% maior que o do primeiro trimestre de 2010. Já o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) nos primeiros três meses do ano ficou em R$ 43,1 milhões - meios de pagamento, área que responde por 48,9% da receita líquida, foi a única a apresentar crescimento nesse quesito, de 190,4% ante o primeiro trimestre do ano passado, enquanto sistemas de identificação e telecomunicações apresentaram quedas de 6,8% e 24,8%, respectivamente, na mesma comparação.
"O foco da gestão será a consolidação dos cartões com chip", diz Mauro. Hoje eles representam cerca de 30% de todos os cartões ativos no mercado brasileiro. Clientes de peso do setor, como Banco do Brasil e Itaú Unibanco, cobram por novidades na área, como a possibilidade de pagar contas com celulares. Mas os dois afirmam que ainda não existe um modelo exato a ser seguido. "No Japão, uma empresa de telefonia comprou um banco e aí fez o modelo dela. Mas aqui isso não vai acontecer", conta Levy.
Empresa fará cartão de identidade
Em nove anos, todo brasileiro deverá trocar o velho RG por um documento do tamanho de um cartão de crédito com dois chips contendo informações que vão de número de identidade e título de eleitor a altura e cor dos olhos. Para a Valid, que domina tanto a confecção de cartões quanto o manejo de dados sigilosos e certificação digital, o RIC (Registro de Identidade Civil) é uma grande oportunidade.
Jose Roberto Mauro, que hoje assume o cargo de presidente, diz que a empresa está envolvida em todas as etapas de desenvolvimento do RIC, mas que não comentará "nem sob tortura" sobre a polêmica em relação ao seu custo. Cada brasileiro teria de pagar R$ 40 pelo cartão, valor considerado alto pelo governo. "É um produto de alta qualidade, e o preço depende de uma série de fatores", diz.
A Valid já trabalha no processo de confecção das primeiras unidades, que devem ser expedidas gratuitamente a partir de julho. O projeto está sob coordenação do Instituto Nacional de Identificação e terá intermediação da Casa da Moeda, que informou que contará com parcerias "para repassar conhecimentos que ainda não domina".
G&D INVESTE € 117 MILHÕES EM PESQUISA E DESENVOLVIMENTO
portal Executivos Financeiros 11/05/2011
A Giesecke & Devrient (G&D), com sede em Munique e atuação no Brasil através da GD Burti e G&D Brasil, anuncia que em seu balanço fiscal de 2010, o EBIT (Lucro antes de Juros e Imposto de Renda) ajustado somou € 151 milhões, crescimento de 9%. As vendas do grupo ficaram em torno de € 1,7 bilhão.
No período em análise, os investimentos em pesquisa e desenvolvimento aumentaram em torno de 25%, atingindo € 117 milhões, enquanto o lucro líquido consolidado chegou a € 81 milhões.
Com as vendas totalizando € 753 milhões, a unidade de negócios voltada para papel moeda permaneceu como gerador de receitas no ano fiscal de 2010, embora o fim do boom de impressão de papel moeda e a crescente pressão sobre os preços tenham causado queda de 16% nesta unidade de negócios.
Na Alemanha, a mais nova política do Bundesbank que tem o direito dos contratos para a impressão das notas de euro também promoveram impacto negativo sobre os negócios. As vendas das unidades de impressão de papel moeda (Banknote Paper) e processamento de numerário (Banknote Processing) se equiparam com as do ano anterior.
De acordo com a divulgação da empresa, as unidades de Cartões e Serviços e Soluções para o Governo, foram beneficiadas pela crescente demanda por soluções de alta tecnologia. As áreas foram capazes de expandir sistematicamente as suas quotas de mercado.
A unidade de Cartões e Serviços registrou aumento de 20% sobre o ano fiscal de 2010, alcançando € 705 milhões. A divisão de Meios de Pagamento obteve o maior crescimento, tendo como pano de fundo a substituição continua dos cartões tradicionais pelos cartões inteligentes (smart cards) – a G&D é responsável por 1/3 de todos os cartões produzidos no mundo. A divisão de telecomunicações obteve ganhos significativos, devido às demandas dos mercados da Ásia e África.
Na unidade Soluções para Governo, as vendas cresceram 15%, chegando a € 210 milhões, largamente devido aos novos projetos em torno dos passaportes eletrônicos, documentos de identificação, além de sistemas de soluções.
O papel da companhia na produção da nova carteira de identidade na Alemanha também teve parte neste crescimento. Em 2010 as vendas da unidade de Novos Negócios alcançaram € 20 milhões, um aumento de 26%.
Segundo o presidente do Conselho de Administração e CEO da Giesecke & Devrient (G&D), Karsten Ottenberg, os resultados demonstram que a G&D impulsionou os investimentos com pesquisa e desenvolvimento, na casa de 20%, chegando a €117 milhões, o maior já registrado. Estes investimentos permitem à companhia inovar, especialmente nos promissores mercados de aplicações móveis seguras.
A Fundação G&D, que recebeu € 20 milhões para o início de suas atividades nas áreas da educação, da compreensão intercultural, e arte da impressão. Ajustado para este item não recorrente, o resultado da empresa (EBIT) aumentou para € 151 milhões, enquanto o lucro líquido consolidado atingiu € 81 milhões.
A Giesecke & Devrient (G&D), com sede em Munique e atuação no Brasil através da GD Burti e G&D Brasil, anuncia que em seu balanço fiscal de 2010, o EBIT (Lucro antes de Juros e Imposto de Renda) ajustado somou € 151 milhões, crescimento de 9%. As vendas do grupo ficaram em torno de € 1,7 bilhão.
No período em análise, os investimentos em pesquisa e desenvolvimento aumentaram em torno de 25%, atingindo € 117 milhões, enquanto o lucro líquido consolidado chegou a € 81 milhões.
Com as vendas totalizando € 753 milhões, a unidade de negócios voltada para papel moeda permaneceu como gerador de receitas no ano fiscal de 2010, embora o fim do boom de impressão de papel moeda e a crescente pressão sobre os preços tenham causado queda de 16% nesta unidade de negócios.
Na Alemanha, a mais nova política do Bundesbank que tem o direito dos contratos para a impressão das notas de euro também promoveram impacto negativo sobre os negócios. As vendas das unidades de impressão de papel moeda (Banknote Paper) e processamento de numerário (Banknote Processing) se equiparam com as do ano anterior.
De acordo com a divulgação da empresa, as unidades de Cartões e Serviços e Soluções para o Governo, foram beneficiadas pela crescente demanda por soluções de alta tecnologia. As áreas foram capazes de expandir sistematicamente as suas quotas de mercado.
A unidade de Cartões e Serviços registrou aumento de 20% sobre o ano fiscal de 2010, alcançando € 705 milhões. A divisão de Meios de Pagamento obteve o maior crescimento, tendo como pano de fundo a substituição continua dos cartões tradicionais pelos cartões inteligentes (smart cards) – a G&D é responsável por 1/3 de todos os cartões produzidos no mundo. A divisão de telecomunicações obteve ganhos significativos, devido às demandas dos mercados da Ásia e África.
Na unidade Soluções para Governo, as vendas cresceram 15%, chegando a € 210 milhões, largamente devido aos novos projetos em torno dos passaportes eletrônicos, documentos de identificação, além de sistemas de soluções.
O papel da companhia na produção da nova carteira de identidade na Alemanha também teve parte neste crescimento. Em 2010 as vendas da unidade de Novos Negócios alcançaram € 20 milhões, um aumento de 26%.
Segundo o presidente do Conselho de Administração e CEO da Giesecke & Devrient (G&D), Karsten Ottenberg, os resultados demonstram que a G&D impulsionou os investimentos com pesquisa e desenvolvimento, na casa de 20%, chegando a €117 milhões, o maior já registrado. Estes investimentos permitem à companhia inovar, especialmente nos promissores mercados de aplicações móveis seguras.
A Fundação G&D, que recebeu € 20 milhões para o início de suas atividades nas áreas da educação, da compreensão intercultural, e arte da impressão. Ajustado para este item não recorrente, o resultado da empresa (EBIT) aumentou para € 151 milhões, enquanto o lucro líquido consolidado atingiu € 81 milhões.
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