portal Cardnews 14/09/2011
Todo mês, a matriz da American Express nos EUA avalia a performance das empresas de call center que atendem às solicitações de seus clientes. Em julho, a Fidelity Processadora e Serviços do Brasil conquistou a mais alta nota no quesito Qualidade no Atendimento, alcançando o índice de 94%.
Segundo o diretor executivo de Serviços a Clientes da FIS Brasil, Marcelo Dabés, esse resultado demonstra que a companhia alcançou um patamar totalmente diferenciado no cenário das empresas processadoras de cartão de crédito no País, aumentando ainda mais a distância da concorrência. “Estamos trabalhando para melhorar esse índice para sermos um benchmarking internacional no mercado de cartão de crédito”, afirma.
Atualmente, a FIS Brasil processa mais de 46 milhões de cartões para os bancos Bradesco, Santander, Mercantil do Brasil, BRB, Cruzeiro do Sul, Panamericano, Sofisa, CBSS, Liderança (varejo) e Colombo (varejo), entre outros.
A Fidelity Processadora e Serviços, uma das divisões da FIS, considerada uma das maiores provedoras de tecnologia bancária e de pagamento do mundo, é a maior processadora de cartões da América Latina.
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18 de set. de 2011
22 de jul. de 2011
EUA: U.S.BANK LANÇA PULSEIRA DE PAGAMENTO CONTACTLESS E DE EMERGÊNCIA MÉDICA
portal CardClipping
O U.S.Bank está lançando uma pulseira que permite aos usuários fazerem pagamentos sem contato e armazenarem informações médicas para atendimento de emergência.
A U.S.Bank MasterCard PayPass Vitaband contém um chip RFID, permitindo que os usuários façam pagamentos de baixo valor no ponto-de-venda acenando-a ante os leitores compatíveis.
Cada pulseira também traz um Vitanumber, um identificador único de oito dígitos numéricos, que liga o usuário a um perfil customizado para chamados de emergência, que abriga informações médicas importantes a serem acessadas pelos socorristas no caso de uma emergência.
O artefato foi desenvolvido em parceria com MasterCard, Vita Products, Oberthur Technologies e FIS e está sendo testado por funcionários do U.S.Bank este ano, antes de seguir para uma oferta mais ampla.
O U.S.Bank está lançando uma pulseira que permite aos usuários fazerem pagamentos sem contato e armazenarem informações médicas para atendimento de emergência.
A U.S.Bank MasterCard PayPass Vitaband contém um chip RFID, permitindo que os usuários façam pagamentos de baixo valor no ponto-de-venda acenando-a ante os leitores compatíveis.
Cada pulseira também traz um Vitanumber, um identificador único de oito dígitos numéricos, que liga o usuário a um perfil customizado para chamados de emergência, que abriga informações médicas importantes a serem acessadas pelos socorristas no caso de uma emergência.
O artefato foi desenvolvido em parceria com MasterCard, Vita Products, Oberthur Technologies e FIS e está sendo testado por funcionários do U.S.Bank este ano, antes de seguir para uma oferta mais ampla.
21 de jul. de 2011
FIDELITY PROCESSADORA E SERVIÇOS TEM NOVO EXECUTIVO
portal Executivos Financeiros 19/07/2011
A Fidelity Processadora e Serviços anunciou nesta terça (19) seu novo executivo: Mauricio Icaza que vai ocupar o cargo de COO, Chief Operating Officer. Antes de assumir o cargo, ocupava a posição de Diretor de Operações do Bradesco Cartões.
Icaza tem 58 anos, é formado em Engenharia Industrial pela Universidad Centro Americana na Nicarágua, onde nasceu, e fez MBA na Carnegie Mellon University de Pittsburgh, nos Estados Unidos.
Antes da Fidelity, Icaza foi vice-presidente de operações da American Express, tendo tido passagens bem-sucedidas também nas áreas de Finanças e Performance Operacional da empresa de cartão de crédito tanto nos Estados Unidos como no Brasil.
A Fidelity Processadora e Serviços, uma das divisões da FIS, considerada uma das maiores provedoras de tecnologia bancária e de pagamento do mundo, é a maior processadora de cartões da América Latina.
A Fidelity Processadora e Serviços anunciou nesta terça (19) seu novo executivo: Mauricio Icaza que vai ocupar o cargo de COO, Chief Operating Officer. Antes de assumir o cargo, ocupava a posição de Diretor de Operações do Bradesco Cartões.
Icaza tem 58 anos, é formado em Engenharia Industrial pela Universidad Centro Americana na Nicarágua, onde nasceu, e fez MBA na Carnegie Mellon University de Pittsburgh, nos Estados Unidos.
Antes da Fidelity, Icaza foi vice-presidente de operações da American Express, tendo tido passagens bem-sucedidas também nas áreas de Finanças e Performance Operacional da empresa de cartão de crédito tanto nos Estados Unidos como no Brasil.
A Fidelity Processadora e Serviços, uma das divisões da FIS, considerada uma das maiores provedoras de tecnologia bancária e de pagamento do mundo, é a maior processadora de cartões da América Latina.
15 de jun. de 2011
REINO UNIDO: FIS VAI PROCESSAR O NOVO CARTÃO DE VIAGENS DOS CORREIOS
portal CardClipping
A FIS, líder mundial em tecnologia bancária e de pagamentos, assinou contrato para gerenciar o Travel Money Card Plus, novo cartão pré-pago de viagem emitido pelos Correios no Reino Unido – os Correios são o maior fornecedor de divisas estrangeiras na região.
O Travel Money Card Plus está disponível em euros, dólares dos Estados Unidos e libras esterlinas, e permite aos clientes travarem a taxa de câmbio oferecida no dia da compra, caso considerem favorável. Os cartões podem ser adquiridos em mais de 3.000 agências dos Correios em todo o Reino Unido e também no site www.postoffice.co.uk.
A FIS Card Processing Services oferece suporte a programas de cartão de crédito, cartão de débito e cartões pré-pagos, com a comunicação e integração necessárias aos sistemas da indústria de pagamentos. Com tecnologia flexível, o serviço de processamento de cartões da FIS utiliza uma arquitetura moderna e aberta para assegurar escalabilidade a longo prazo, disponibilidade e desempenho. A FIS atende mais de 70 clientes em toda a Europa.
"Trabalhar com a FIS nos permitiu aumentar a funcionalidade dos nossos cartões e nos deu acesso a uma gama mais ampla de serviços de cartão para clientes, incluindo pagamentos online, mensagens SMS e serviços de call center", declarou Az Alibhai, chefe da unidade de cartões dos Correios.
"A demanda por cartões pré-pagos continua crescente e os consumidores estão se tornando melhor informados e mais exigentes na escolha do produto", disse Ian Benn, diretor geral da FIS Payment Solutions, na região EMEA. "Isso tem levado muitos emissores com sistemas legados a contratarem a FIS Card Processing Services, buscando usufruir rapidamente das tecnologias mais avançadas e flexíveis oferecidas pela atual empresa líder em serviços de processamento.
A FIS, líder mundial em tecnologia bancária e de pagamentos, assinou contrato para gerenciar o Travel Money Card Plus, novo cartão pré-pago de viagem emitido pelos Correios no Reino Unido – os Correios são o maior fornecedor de divisas estrangeiras na região.
O Travel Money Card Plus está disponível em euros, dólares dos Estados Unidos e libras esterlinas, e permite aos clientes travarem a taxa de câmbio oferecida no dia da compra, caso considerem favorável. Os cartões podem ser adquiridos em mais de 3.000 agências dos Correios em todo o Reino Unido e também no site www.postoffice.co.uk.
A FIS Card Processing Services oferece suporte a programas de cartão de crédito, cartão de débito e cartões pré-pagos, com a comunicação e integração necessárias aos sistemas da indústria de pagamentos. Com tecnologia flexível, o serviço de processamento de cartões da FIS utiliza uma arquitetura moderna e aberta para assegurar escalabilidade a longo prazo, disponibilidade e desempenho. A FIS atende mais de 70 clientes em toda a Europa.
"Trabalhar com a FIS nos permitiu aumentar a funcionalidade dos nossos cartões e nos deu acesso a uma gama mais ampla de serviços de cartão para clientes, incluindo pagamentos online, mensagens SMS e serviços de call center", declarou Az Alibhai, chefe da unidade de cartões dos Correios.
"A demanda por cartões pré-pagos continua crescente e os consumidores estão se tornando melhor informados e mais exigentes na escolha do produto", disse Ian Benn, diretor geral da FIS Payment Solutions, na região EMEA. "Isso tem levado muitos emissores com sistemas legados a contratarem a FIS Card Processing Services, buscando usufruir rapidamente das tecnologias mais avançadas e flexíveis oferecidas pela atual empresa líder em serviços de processamento.
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26 de abr. de 2011
COM ELO, FIDELITY DÁ NOVO SALTO EM PROCESSAMENTO
jornal Valor Econômico 26/04/2011 - Adriana Cotias
Com o início da emissão da bandeira Elo por Bradesco, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, a processadora Fidelity Brasil (FIS) se prepara para dar novo salto no mercado de processamento de cartões. Nos bastidores do setor, a companhia protagoniza uma batalha menos ruidosa do que a que se vê na linha de frente por Visa, MasterCard e os diversos bancos emissores do dinheiro de plástico. Mas com a nova marca agregada ao seu portfólio, a FIS ensaia aumentar a distância das concorrentes diretas, CSU CardSystem, Orbitall e Conductor.
Até o mês passado, a FIS era negócio dividido entre Bradesco (49%) e a americana Fidelity. No processo que antecedeu a criação formal da Elo, o banco vendeu a sua participação para a Companhia Brasileira de Soluções e Serviços (CBSS, que administra os cartões Visa Vale). O resultado dessa transação é que a empresa vai processar toda a base Elo emitida pelo Bradesco, a família de pré-pagos que fica sob o guarda-chuva da CBSS, além dos cartões que serão emitidos pelo futuro Banco Elo - com toda a produção do batizado Elocard nas 147 lojas da Ibi Promotora de Vendas, também transferida do Bradesco para a CBSS.
Para se ter uma ideia, a projeção dos bancos emissores do Elo é conquistar uma fatia de 15% do mercado de cartões em cinco anos, o que deve representar uma base de 45 milhões de plásticos da marca. Se o Bradesco tiver um terço disso, serão mais 15 milhões de unidades processadas pela FIS, calcula o presidente da subsidiária local, Reginaldo Zero. "Isso representa 40% do tamanho que a empresa tem hoje", diz. "Para a Fidelity, o Elo é um grande acontecimento." Em outubro, a FIS já tinha incorporado ao seu processamento os 14 milhões de cartões de emissão do Bradesco, com o total chegando a 40 milhões. O início da emissão dos vouchers alimentação e refeição pela Caixa, linha de produtos que fica debaixo da CBSS, também vai engordar o portfólio da FIS.
No leque de serviços ao emissor, a FIS, no papel de processadora, é quem, na prática, autoriza a transação, armazena os dados no sistema e informa o valor que o banco tem que repassar para a Cielo - que faz a captura e liquida a operação com o lojista.
Mas se a FIS é o lado operacional do Bradesco no mundo dos cartões, na outra ponta está a Orbitall, que por ser negócio do Itaú Unibanco, emissor líder do mercado brasileiro, detém, por tabela, a maior base individual de cartões, de cerca de 30 milhões, além de prestar serviços para a Redecard, também do grupo.
Em uma terceira via aparecem First Data e CSU, com oferta de serviços no chamado segmento de "adquirência", que empacota captura, processamento e liquidação de transações com cartões, tentando se estabelecer num modelo similar ao da gaúcha GetNet, parceira do Santander.
A CSU tem na sua base cerca de 25 milhões de cartões, mas deixou de ser processadora "pura" ao selar acordo com o Banrisul, instituição para a qual já fazia a retaguarda no lado emissor. Segundo o diretor executivo Wanderval Alencar, a intenção é agregar ao portfólio outros clientes regionais e até mesmo oferecer um atalho a "players" internacionais que queiram estrear no mercado brasileiro. Ele conta que no "pipeline" há 4 ou 5 negociações bem adiantandas.
"A CSU começou a preparar os sistemas em 2008 e só ficou pronta recentemente. Quem tomou a decisão de entrar agora muito provavelmente só vai ter condição de operar em 2012. E daí já perdeu esse momento do mercado." O executivo refere-se à abertura do mercado de cartões, em julho, quando a Cielo deixou de ter exclusividade na captura da bandeira Visa, e, por tabela, o mesmo ocorreu na relação Redecard/MasterCard. Desde então, as duas redes vêm travando uma árdua disputa pela preferência do lojista e novas empresas surgiram. As americanas Global Payments e a Elavon, esta última casada com o Citi, anunciaram a sua estreia no mercado local.
A First Data, que já estava aqui desde o início da década passada, resolveu dar foco às atividades de adquirência, deixando o processamento a emissores em segundo plano, justamente para aproveitar esse momento do mercado, diz a presidente da empresa, Maria Fernanda Teixeira. Uma das apostas da companhia é o segmento de pré-pagos, que começa a despontar no país com os cartões de viagem. Segundo a executiva, em fase final de negociação há 3 ou 4 parcerias. "Como cheguei ao mercado primeiro, já tenho áreas de manutenção de rede, de call center e logística estabelecidas. Desde 2001, a First Data é provedora de tecnologia de captura e processamento para correspondentes bancários.
Com o início da emissão da bandeira Elo por Bradesco, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, a processadora Fidelity Brasil (FIS) se prepara para dar novo salto no mercado de processamento de cartões. Nos bastidores do setor, a companhia protagoniza uma batalha menos ruidosa do que a que se vê na linha de frente por Visa, MasterCard e os diversos bancos emissores do dinheiro de plástico. Mas com a nova marca agregada ao seu portfólio, a FIS ensaia aumentar a distância das concorrentes diretas, CSU CardSystem, Orbitall e Conductor.
Até o mês passado, a FIS era negócio dividido entre Bradesco (49%) e a americana Fidelity. No processo que antecedeu a criação formal da Elo, o banco vendeu a sua participação para a Companhia Brasileira de Soluções e Serviços (CBSS, que administra os cartões Visa Vale). O resultado dessa transação é que a empresa vai processar toda a base Elo emitida pelo Bradesco, a família de pré-pagos que fica sob o guarda-chuva da CBSS, além dos cartões que serão emitidos pelo futuro Banco Elo - com toda a produção do batizado Elocard nas 147 lojas da Ibi Promotora de Vendas, também transferida do Bradesco para a CBSS.
Para se ter uma ideia, a projeção dos bancos emissores do Elo é conquistar uma fatia de 15% do mercado de cartões em cinco anos, o que deve representar uma base de 45 milhões de plásticos da marca. Se o Bradesco tiver um terço disso, serão mais 15 milhões de unidades processadas pela FIS, calcula o presidente da subsidiária local, Reginaldo Zero. "Isso representa 40% do tamanho que a empresa tem hoje", diz. "Para a Fidelity, o Elo é um grande acontecimento." Em outubro, a FIS já tinha incorporado ao seu processamento os 14 milhões de cartões de emissão do Bradesco, com o total chegando a 40 milhões. O início da emissão dos vouchers alimentação e refeição pela Caixa, linha de produtos que fica debaixo da CBSS, também vai engordar o portfólio da FIS.
No leque de serviços ao emissor, a FIS, no papel de processadora, é quem, na prática, autoriza a transação, armazena os dados no sistema e informa o valor que o banco tem que repassar para a Cielo - que faz a captura e liquida a operação com o lojista.
Mas se a FIS é o lado operacional do Bradesco no mundo dos cartões, na outra ponta está a Orbitall, que por ser negócio do Itaú Unibanco, emissor líder do mercado brasileiro, detém, por tabela, a maior base individual de cartões, de cerca de 30 milhões, além de prestar serviços para a Redecard, também do grupo.
Em uma terceira via aparecem First Data e CSU, com oferta de serviços no chamado segmento de "adquirência", que empacota captura, processamento e liquidação de transações com cartões, tentando se estabelecer num modelo similar ao da gaúcha GetNet, parceira do Santander.
A CSU tem na sua base cerca de 25 milhões de cartões, mas deixou de ser processadora "pura" ao selar acordo com o Banrisul, instituição para a qual já fazia a retaguarda no lado emissor. Segundo o diretor executivo Wanderval Alencar, a intenção é agregar ao portfólio outros clientes regionais e até mesmo oferecer um atalho a "players" internacionais que queiram estrear no mercado brasileiro. Ele conta que no "pipeline" há 4 ou 5 negociações bem adiantandas.
"A CSU começou a preparar os sistemas em 2008 e só ficou pronta recentemente. Quem tomou a decisão de entrar agora muito provavelmente só vai ter condição de operar em 2012. E daí já perdeu esse momento do mercado." O executivo refere-se à abertura do mercado de cartões, em julho, quando a Cielo deixou de ter exclusividade na captura da bandeira Visa, e, por tabela, o mesmo ocorreu na relação Redecard/MasterCard. Desde então, as duas redes vêm travando uma árdua disputa pela preferência do lojista e novas empresas surgiram. As americanas Global Payments e a Elavon, esta última casada com o Citi, anunciaram a sua estreia no mercado local.
A First Data, que já estava aqui desde o início da década passada, resolveu dar foco às atividades de adquirência, deixando o processamento a emissores em segundo plano, justamente para aproveitar esse momento do mercado, diz a presidente da empresa, Maria Fernanda Teixeira. Uma das apostas da companhia é o segmento de pré-pagos, que começa a despontar no país com os cartões de viagem. Segundo a executiva, em fase final de negociação há 3 ou 4 parcerias. "Como cheguei ao mercado primeiro, já tenho áreas de manutenção de rede, de call center e logística estabelecidas. Desde 2001, a First Data é provedora de tecnologia de captura e processamento para correspondentes bancários.
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27 de out. de 2010
FIDELITY JÁ É A MAIOR PROCESSADORA DE CARTÕES DA AMÉRICA LATINA
portal Executivos Financeiros 27/10/2010
O presidente da FPS (Fidelity Processadora e Serviços S.A.), uma joint venture entre a FIS (Fidelity International Services) e o Bradesco, Reginaldo Zero, revelou que a entrada em operação da bandeira Elo (Bradesco, Banco do Brasil e Caixa), prevista para acontecer até 30 de novembro deste ano, deverá representar um incremento de mais 80 a 90 milhões de plásticos ao mercado brasileiro e agregar, para a carteira da processadora, mais de 30 milhões de cartões Bradesco, nos próximos cinco anos.
A Fidelity acaba de anunciar novo contrato para processar mais 14 milhões de cartões de emissão do Bradesco, seu maior cliente, para o qual passa a processar 23 milhões de cartões. E deverá fechar o ano com um faturamento de R$ 450 milhões. Nos últimos cinco anos, revela Reginaldo Zero, a empresa registrou uma taxa média de crescimento de 37% ao ano, contra 22 % no mercado de cartões. No total, a empresa contabiliza 43 milhões de cartões processados.
Este ano, a operação brasileira deverá responder por 6% do faturamento mundial da FPS e por um terço (nove mil) do total de funcionários da empresa em todo o mundo. Só nos quatro sites de Jundiaí (interior de São Paulo) são cinco mil funcionários, sem contar os outros sites, de Itú e Barueri (Alphaville), todos em São Paulo.
Provocado a comentar sobre a movimentação do mercado de processamento de cartões no Brasil, o CEO da Fidelity, calcula que sem considerar os que são processados internamente pelos bancos emissores (como Itaú-Unibanco; Banco do Brasil e Santander) totalizam perto de 80 milhões. Destes, a empresa processa pouco mais da metade, ficando a CSU com 25 milhões de cartões; a Orbital (sete milhões) e Conductor (outros seis milhões).
O executivo acredita que o Orbital poderá reavaliar a operação diante da abertura de licitação da Caixa para processar os cartões internamente. Avalia que com a perda do contrato com a Caixa, a Orbital ficará, em termos de cliente de grande porte, apenas com o processamento dos cartões da Redecard. O mercado deverá registrar algumas outras perdas, e com isso a Fidelity deverá aumentar sua participação relativa no segmento. Uma oportunidade que deverá ocorrer até 2013 é o processamento no Brasil das transações dos plásticos de emissão da American Express, serviço que hoje é feito nos Estados Unidos.
Entre os demais clientes da Fidelity, Reginaldo destacou o Banco PanAmericano (com processamento de três milhões de cartões; a Visa Vale (com mais de cinco milhões); Banco Cruzeiro do Sul (um milhão de cartões); BRB (um milhão de cartões), entre outros. O Bradesco, o Banco Mercantil e o Cruzeiro do Sul já processam na nova plataforma Base2000. Os demais clientes são processados pela plataforma Vision Plus, que ficou com todos os private labels e a base mais antiga de clientes. No futuro, todos os clientes serão processados pela plataforma Base2000.
A participação societária do Bradesco na Fidelity é considerada estável por Reginaldo Zero, para quem as maiores chances de desinvestimento do banco poderão ocorrer num eventual IPO. Atualmente o banco da Cidade de Deus tem 49% das ações da Fidelity Brasil, enquanto a FIS detém 51%.
A nova geração de produtos serão os pré-pagos, acredita. “Hoje, já temos o GiftCard; os cinco milhões de cartões alimentação e refeição do Visa-Vale e os quase 1 milhão de cartões que os caminhoneiros usam para pagar pedágio, sacar dinheiro e colocar combustível. Já temos várias famílias de pré-pago. Mas agora, em dezembro, vamos lançar mais um produto. A próxima geração deverá ser na área de pré-pago”, antecipa.
Os investimentos em tecnologia (novas ferramentas, plataformas, reposição de equipamentos) na Fidelity são programados anualmente, sempre na faixa de 4% sobre a receita do exercício anterior, “mas nunca se gasta menos do que R$ 20 a R$ 25 milhões em TI por ano”, informa. Nos próximos cinco anos, a Fidelity projeta crescer entre 20 a 25% e a meta é chegar a R$ 1 bilhão, em cinco anos. Para Reginado Zero, o Brasil atingiu um patamar em termos de processamento de meios de pagamentos que nada fica a dever a países, como os Estados Unidos. O Brasil tem uma oferta de produtos que iguala ou ultrapassa o modelo americano, finaliza.
O presidente da FPS (Fidelity Processadora e Serviços S.A.), uma joint venture entre a FIS (Fidelity International Services) e o Bradesco, Reginaldo Zero, revelou que a entrada em operação da bandeira Elo (Bradesco, Banco do Brasil e Caixa), prevista para acontecer até 30 de novembro deste ano, deverá representar um incremento de mais 80 a 90 milhões de plásticos ao mercado brasileiro e agregar, para a carteira da processadora, mais de 30 milhões de cartões Bradesco, nos próximos cinco anos.
A Fidelity acaba de anunciar novo contrato para processar mais 14 milhões de cartões de emissão do Bradesco, seu maior cliente, para o qual passa a processar 23 milhões de cartões. E deverá fechar o ano com um faturamento de R$ 450 milhões. Nos últimos cinco anos, revela Reginaldo Zero, a empresa registrou uma taxa média de crescimento de 37% ao ano, contra 22 % no mercado de cartões. No total, a empresa contabiliza 43 milhões de cartões processados.
Este ano, a operação brasileira deverá responder por 6% do faturamento mundial da FPS e por um terço (nove mil) do total de funcionários da empresa em todo o mundo. Só nos quatro sites de Jundiaí (interior de São Paulo) são cinco mil funcionários, sem contar os outros sites, de Itú e Barueri (Alphaville), todos em São Paulo.
Provocado a comentar sobre a movimentação do mercado de processamento de cartões no Brasil, o CEO da Fidelity, calcula que sem considerar os que são processados internamente pelos bancos emissores (como Itaú-Unibanco; Banco do Brasil e Santander) totalizam perto de 80 milhões. Destes, a empresa processa pouco mais da metade, ficando a CSU com 25 milhões de cartões; a Orbital (sete milhões) e Conductor (outros seis milhões).
O executivo acredita que o Orbital poderá reavaliar a operação diante da abertura de licitação da Caixa para processar os cartões internamente. Avalia que com a perda do contrato com a Caixa, a Orbital ficará, em termos de cliente de grande porte, apenas com o processamento dos cartões da Redecard. O mercado deverá registrar algumas outras perdas, e com isso a Fidelity deverá aumentar sua participação relativa no segmento. Uma oportunidade que deverá ocorrer até 2013 é o processamento no Brasil das transações dos plásticos de emissão da American Express, serviço que hoje é feito nos Estados Unidos.
Entre os demais clientes da Fidelity, Reginaldo destacou o Banco PanAmericano (com processamento de três milhões de cartões; a Visa Vale (com mais de cinco milhões); Banco Cruzeiro do Sul (um milhão de cartões); BRB (um milhão de cartões), entre outros. O Bradesco, o Banco Mercantil e o Cruzeiro do Sul já processam na nova plataforma Base2000. Os demais clientes são processados pela plataforma Vision Plus, que ficou com todos os private labels e a base mais antiga de clientes. No futuro, todos os clientes serão processados pela plataforma Base2000.
A participação societária do Bradesco na Fidelity é considerada estável por Reginaldo Zero, para quem as maiores chances de desinvestimento do banco poderão ocorrer num eventual IPO. Atualmente o banco da Cidade de Deus tem 49% das ações da Fidelity Brasil, enquanto a FIS detém 51%.
A nova geração de produtos serão os pré-pagos, acredita. “Hoje, já temos o GiftCard; os cinco milhões de cartões alimentação e refeição do Visa-Vale e os quase 1 milhão de cartões que os caminhoneiros usam para pagar pedágio, sacar dinheiro e colocar combustível. Já temos várias famílias de pré-pago. Mas agora, em dezembro, vamos lançar mais um produto. A próxima geração deverá ser na área de pré-pago”, antecipa.
Os investimentos em tecnologia (novas ferramentas, plataformas, reposição de equipamentos) na Fidelity são programados anualmente, sempre na faixa de 4% sobre a receita do exercício anterior, “mas nunca se gasta menos do que R$ 20 a R$ 25 milhões em TI por ano”, informa. Nos próximos cinco anos, a Fidelity projeta crescer entre 20 a 25% e a meta é chegar a R$ 1 bilhão, em cinco anos. Para Reginado Zero, o Brasil atingiu um patamar em termos de processamento de meios de pagamentos que nada fica a dever a países, como os Estados Unidos. O Brasil tem uma oferta de produtos que iguala ou ultrapassa o modelo americano, finaliza.
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16 de set. de 2010
FIS SE PREPARA PARA A TERCEIRA CERTIFICAÇÃO DO PCI DSS
portal Cardnews 15/09/2010
A FIS, primeira a ser PCI Compliant no Brasil e apontada como a empresa com o melhor índice de prevenção a fraudes pelas próprias bandeiras de cartões de crédito, anuncia que está pronta para receber os auditores da PCI Council e já está trabalhando a todo o vapor para a terceira certificação, que deverá ser finalizada em maio de 2011.
O PCI não permite, por exemplo, que se armazenem dados sensíveis de autorização na base de dados das empresas, como a senha e o código de segurança que é utilizado para as compras com cartão não-presente.
Segundo o gerente-executivo de gestão de risco e compliance da FIS, Eduardo Cabral, “originalmente, cada bandeira desenvolvia seus critérios de proteção, de forma independente. Agora, todas têm um padrão único para a segurança da informação”, explica ele.
Ao aderir ao PCI, todas as áreas da FIS que manipulam informações dos cartões bandeirados, bem como as empresas parceiras encarregadas de prover infraestrutura e serviços de TI, tiveram de se adequar aos novos padrões de controles baseados nos requerimentos do PCI DSS.
“Tivemos que adequar toda a infraestrutura, os sistemas e as aplicações que armazenam, processam e transmitem as informações dos cartões. Exemplo disso foram as adequações feitas nos softwares, dispositivos de redes como roteadores, firewall, bem como no banco de dados”, explica Cabral.
Ainda segundo o executivo, para se adequar na totalidade, a FIS contratou uma série de consultorias especializadas no assunto.
“Acredito que, ao aderir ao PCI, estaremos contribuindo para diminuir ainda mais o número de fraudes praticadas, uma vez que estamos atacando o problema em duas frentes: na educação do usuário e nos controles dos estabelecimentos que aceitam cartão de crédito”, comenta o executivo.
PCI - Criado em 2004, como resultado de esforço conjunto entre a Visa, MasterCard, American Express e endossado pelo Diners, JCB e Discover, o PCI DSS é um conjunto de normas para a criação de requerimentos de segurança comuns para a indústria de cartões de crédito. O PCI foi desenhado para proteger as informações contidas nos processos relacionados a cartões de crédito em toda a cadeia de participantes destes processos.
As empresas que não estiverem em conformidade com o PCI DSS podem receber multa de até US$ 500 mil por incidente, passar por investigação criminal, descredenciamento permanente dos estabelecimentos comerciais, sem contar os danos à reputação das empresas envolvidas.
A FIS, primeira a ser PCI Compliant no Brasil e apontada como a empresa com o melhor índice de prevenção a fraudes pelas próprias bandeiras de cartões de crédito, anuncia que está pronta para receber os auditores da PCI Council e já está trabalhando a todo o vapor para a terceira certificação, que deverá ser finalizada em maio de 2011.
O PCI não permite, por exemplo, que se armazenem dados sensíveis de autorização na base de dados das empresas, como a senha e o código de segurança que é utilizado para as compras com cartão não-presente.
Segundo o gerente-executivo de gestão de risco e compliance da FIS, Eduardo Cabral, “originalmente, cada bandeira desenvolvia seus critérios de proteção, de forma independente. Agora, todas têm um padrão único para a segurança da informação”, explica ele.
Ao aderir ao PCI, todas as áreas da FIS que manipulam informações dos cartões bandeirados, bem como as empresas parceiras encarregadas de prover infraestrutura e serviços de TI, tiveram de se adequar aos novos padrões de controles baseados nos requerimentos do PCI DSS.
“Tivemos que adequar toda a infraestrutura, os sistemas e as aplicações que armazenam, processam e transmitem as informações dos cartões. Exemplo disso foram as adequações feitas nos softwares, dispositivos de redes como roteadores, firewall, bem como no banco de dados”, explica Cabral.
Ainda segundo o executivo, para se adequar na totalidade, a FIS contratou uma série de consultorias especializadas no assunto.
“Acredito que, ao aderir ao PCI, estaremos contribuindo para diminuir ainda mais o número de fraudes praticadas, uma vez que estamos atacando o problema em duas frentes: na educação do usuário e nos controles dos estabelecimentos que aceitam cartão de crédito”, comenta o executivo.
PCI - Criado em 2004, como resultado de esforço conjunto entre a Visa, MasterCard, American Express e endossado pelo Diners, JCB e Discover, o PCI DSS é um conjunto de normas para a criação de requerimentos de segurança comuns para a indústria de cartões de crédito. O PCI foi desenhado para proteger as informações contidas nos processos relacionados a cartões de crédito em toda a cadeia de participantes destes processos.
As empresas que não estiverem em conformidade com o PCI DSS podem receber multa de até US$ 500 mil por incidente, passar por investigação criminal, descredenciamento permanente dos estabelecimentos comerciais, sem contar os danos à reputação das empresas envolvidas.
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