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16 de ago. de 2011

CBSS LANÇA CARTÃO COM “CHIP INTELIGENTE” NO CONARH 2011

portal InteligemCia 15/08/2011 – release S2Publicom

A CBSS, administradora de cartões Visa Vale, lançou uma tecnologia de “chips inteligentes” que permite a realização de pagamentos com o cartão Refeição Visa Vale sem a necessidade de conexão com a rede de captura e que, ao mesmo tempo, não exige que o usuário se desloque para um posto de recarga para reabastecê-lo.

Inédita no mercado brasileiro de vales-benefício, a nova tecnologia é uma das novidades apresentadas no estande da empresa no 37º CONARH (Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas), que acontece entre 15 e 17 de agosto no Transamerica Expo Center, em São Paulo (SP).

A expectativa da CBSS é que a tecnologia seja gradualmente disponibilizada para todos os usuários dos cartões Refeição Visa Vale.

Atualmente, os cartões-benefício disponíveis no país funcionam no sistema online – no qual as transações são aprovadas após contato com a rede de captura –, ou offline, que dispensam essa operação, mas que não permitem recargas à distância.

Os novos chips lançados pela CBSS garantem essas duas funcionalidades, tornando-os a melhor opção para o pagamento das refeições.

A inteligência agregada ao chip faz com que ele opere de modo offline quando está com saldo e, na ausência dele, a rede de captura é acionada para verificar se foi realizada a recarga pelo empregador do usuário.

Em caso positivo, a transação é aprovada e o cartão automaticamente recarregado.

Assim, a transação é muito mais rápida, e ao mesmo tempo absolutamente segura.

“Desta forma, a CBSS oferece aos portadores dos cartões um serviço com maior comodidade e agilidade, especialmente no horário do almoço, que concentra um grande número de transações eletrônicas para o pagamento de refeições”, explica Ronaldo Varela, diretor executivo Comercial, Marketing e Produtos da empresa.

O público do CONARH também poderá conhecer os novos designs dos cartões Visa Vale, que passaram por um processo de modernização.

O primeiro a ser distribuído com o novo desenho será o Natal Alimentação Visa Vale.

”Neste ano, vamos mostrar para os participantes do congresso que continuamos a inovar para oferecer às empresas e seus funcionários cartões-benefício que garantam satisfação e praticidade”, destaca Varela.

Confira abaixo outras novidades do estande:

Novo design dos cartões Visa Vale – A mudança do design dos cartões tem o objetivo de imprimir mais modernidade aos produtos da empresa.

Os cartões Refeição, Alimentação, Cesta Alimentação e Flex Car seguem a identidade de cores dos anteriores e serão recebidos pelos novos usuários a partir de dezembro.

Já o cartão Natal Alimentação Visa Vale, vem com uma proposta inovadora: o desenho, que segue um padrão semelhante ao utilizado em “gift-cards”, ressalta seu valor de forma alternativa às cestas de Natal e outros bens como forma de prestigiar os funcionários no final do ano.


Natal Alimentação Visa Vale – O produto ideal para as empresas levarem o espírito de Natal para seus funcionários, agora com um novo design que remete à imagem de um presente.

Com ele, o funcionário tem a liberdade para montar a ceia de Natal com produtos de sua preferência e celebrar com a família essa data especial.

O cartão substitui as tradicionais cestas de fim de ano, evitando os transtornos de armazenamento, distribuição e transporte.

É aceito em ampla rede de supermercados, mercearias, açougues e similares. A distribuição do cartão terá início em setembro.

Viaje com Flex Car Visa Vale – O “Viaje com o Flex Car Visa Vale” é um serviço criado para facilitar o planejamento financeiro e logístico das empresas e profissionais que utilizam o cartão para pagamento de combustível, manutenção leve e estacionamento.

Os visitantes do CONARH conhecerão as possibilidades de uso da ferramenta, que estará disponível em um computador onde poderão simular percursos e, desta forma, verificar quanto será necessário gastar com combustível ou pedágio para cumpri-lo.

A ferramenta também informa quais postos de combustível aceitam o cartão no trajeto.

Sistema de Gestão de Vale Transporte – A CBSS disponibiliza a mais moderna plataforma de Gestão de Vale Transporte que permite às empresas, num ambiente de fácil navegação, o gerenciamento completo do benefício, através de relatórios de apoio, controle de cartões, pedidos descentralizados e o serviço de sugestão de rotas.

Esse serviço identifica, a partir do endereço do funcionário, o melhor percurso para chegar ao local de trabalho, levando em conta tempo de deslocamento e número de conduções necessárias.

O público do CONARH saberá como essa plataforma pode ser utilizada para a otimização dos gastos das empresas com vale-transporte.

Palestra – Na palestra “Liderança: um ato de inspirar pessoas”, promovida pela CBSS, a diretora do Laboratório Sabin de Análises Clínicas, Janete Vaz, irá abordar sua experiência na gestão da equipe de 1.027 colaboradores que fazem do laboratório líder no segmento na região Centro-Oeste.

A empresa possui um modelo de gestão que se tornou referência em excelência no atendimento e tecnologia. A palestra, com 45 minutos de duração, será realizada no dia 17, no auditório G, em dois horários, às 12h e às 16h.

A entrada é gratuita.

3 de ago. de 2011

CARTÕES: APOSTA

revista Isto É Dinheiro 03/08/2011

O presidente da Visa Vale, Newton Neiva, continua botando dinheiro no setor de pré-pago para pessoas físicas. Dobrou o número de pontos de venda do MoneyCard, administrado pela CBSS, que agora chega a mais seis Estados, em parceria com o Bradesco. A meta é conquistar 30% do mercado em cinco anos, com a venda de 200 mil unidades anuais. Ticket e Sodexo que se cuidem.

19 de jul. de 2011

ELO CHEGA AO MERCADO COM TARIFA SIMILAR A ESTRANGEIRA

jornal Valor Econômico 18/07/2011 - Adriana Cotias

A bandeira de cartões Elo começa a chegar ao comércio e às mãos do consumidor. Desde abril, quando Bradesco, Banco do Brasil e Caixa anunciaram o lançamento da marca nacional para competir com as estrangeiras Visa e Mastercard, foram emitidas 250 mil unidades, entre crédito, débito e pré-pagos. Ao longo do mês, os lojistas foram informados sobre as condições para receber o pagamento dos seus clientes com a bandeira e a conclusão é que as tarifas por transação se assemelham àquelas cobradas para capturar as duas internacionais dominantes. Para se ter uma ideia, no crédito, a taxa média cobrada pela Cielo, a rede que vai capturar o Elo, era de 1,22% no primeiro trimestre, e, no débito, de 0,76%.

A taxa de intercâmbio - a parcela da transação que fica com os bancos emissores dos cartões - também não fica atrás, apesar da expectativa do governo de que os custos de toda a cadeia de pagamentos com cartões fossem reduzidos com a criação de uma bandeira nacional. "A expectativa é de que o Elo leve mais negócios para os estabelecimentos comerciais. Só que, para ser mais barato do que Visa e MasterCard, depende da escala que vai atingir", diz Jair Scalco, presidente da Elo Serviços, a holding que abriga a nova bandeira. "O cartão é ainda embrionário, será preciso levantar toda a estrutura de custos para que tenha tal viés. Mas vai ser distribuído por grandes bancos." A expectativa é que o negócio Elo atinja o equilíbrio já no ano que vem.

Na largada, Bradesco, Banco do Brasil e Caixa estão distribuindo o Elo para novos correntistas. "Os bancos ainda não estão oferecendo a bandeira na própria base", diz Scalco. Segundo o executivo, em todos os Estados da federação o Elo já foi capturado. A rede de Point of Sale (POS, na sigla em inglês, as maquininhas leitoras de cartões) da Cielo, com 1,2 milhão de estabelecimentos comerciais, está pronta para capturar o Elo.

A Caixa não só terá participação de um terço na recém-criada bandeira de cartões Elo, como também costura com BB e Bradesco a criação de uma nova empresa, para acomodar o negócio de pré-pagos. Como não tem fatias na Companhia Brasileira de Soluções e Serviços (CBSS), operação compartilhada por BB e Bradesco, o banco federal nunca teve interesse em distribuir os vouchers alimentação e refeição Visa Vale, que ficam sob guarda-chuva CBSS, mas tem a intenção de colocar na rede o similar Elo Vale.

A ideia é, num horizonte de cinco anos, construir uma participação próxima de 10% no segmento de pré-pagos, segundo o vice-presidente da Caixa, Márcio Percival. Na tomada de decisões, a instituição já teria, porém, na largada um peso referente à proporção que pretende atingir no negócio. Ainda está sendo discutido se essa nova estrutura ficará ou não debaixo da CBSS, que, por sua vez, compõe uma das caixas no intricado desenho da Elo Participações, a holding controladora do casamento Bradesco e BB no projeto de cartões. A Caixa entrará na holding que administra a bandeira e na empresa de pré-pagos.

"A Caixa é o banco preferencial de Estados e municípios, já detém a folha de pagamentos e a ideia é oferecer aos clientes pessoa jurídica o cartão vale refeição, alimentação e de combustíveis", diz Percival. "O banco mapeou a rede e identificou uma grande quantidade de empresas que não usam o vale refeição. O potencial é enorme."

Por ora, está descartado o aumento da participação do banco federal na Cielo, como se chegou a cogitar em agosto do ano passado, quando a Caixa anunciou que se uniria a Bradesco e BB no projeto da nova bandeira nacional. Hoje, a instituição detém fatia de 1,14% na rede de captura de transações. "Não há como viabilizar isso, não vamos a mercado comprar as ações da Cielo, teria que ser um leilão público, está fora da pauta", afirma Percival. O banco mantém com a Cielo um acordo na área de credenciamento de lojista, em que é remunerado pelos estabelecimentos que indica para filiação.

Na Elo Participações Bradesco e BB investiram cerca de R$ 9,5 milhões cada. A estrutura ainda vai contar com a criação de um banco, que será responsável pela emissão do Elo Card, vendido para não correntistas por meio da promotora Ibi, que o Bradesco transferiu para a CBSS. Por enquanto, em Sergipe, aonde há um piloto desse tipo de oferta, a emissão fica com o Banco Ibi, explica o diretor da Bradesco Cartões, Cesário Nakamura. Depois, a carteira será transferida para o novo banco.

Na ata da assembleia, publicada no Diário Oficial, Paulo Rogério Caffarelli, vice-presidente de Cartões e Novos Negócios do BB é que foi nomeado o presidente da Elo Participações.

12 de jul. de 2011

MERCADO DE VALES-BENEFÍCIO DEVE CRESCER 19% ESTE ANO E MOVIMENTAR R$ 37 BILHÕES

portal InfoMoney 11/07/2011 – Jéssica Consulim Roccella

Os vales-benefício devem movimentar aproximadamente R$ 37 bilhões neste ano, afirmou o presidente da CBSS (Companhia Brasileira de Soluções e Serviços), Newton Neiva, em entrevista à revista Ibef* News.

Caso esse valor se concretize, será um crescimento de 19% em relação ao ano passado. Nesses R$ 37 bilhões, de acordo com Neiva, estão incluídos vouchers e cartões do tipo alimentação, refeição e cesta básica concedidos com incentivos fiscais federais, pelo PAT (Programa de Alimentação ao Trabalhador).

Perspectivas

Segundo o presidente da CBSS, o setor de vales-benefício deve crescer 18% até 2015, quando está prevista a movimentação de cerca de R$ 73 bilhões.

"Essa perspectiva é fruto não somente do incremento do PIB (Produto Interno Bruto), como também da forte tendência de empresas de pequeno e médio porte aderirem ao programa", disse Neiva.

Atualmente, as empresas com mais de 500 funcionários são responsáveis por 50% dos vales do Programa de Alimentação ao Trabalhador.

*Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças

6 de jul. de 2011

CARTÃO FLEX CAR VISA VALE TEM PROMOÇÃO PARA ISENÇÃO DE TAXA ATÉ AGOSTO

portal Fator Brasil 05/07/2011

A CBSS, administradora de cartões Visa Vale, lançou promoção especial para empresas clientes que fecharem contrato para aquisição do cartão Flex Car Visa Vale até agosto. Trata-se da Taxa Zero Flex Car Visa Vale, que isenta os novos clientes do cartão combustível do pagamento da taxa de administração durante 90 dias a partir do fechamento do negócio.

“A medida é uma oportunidade para as empresas – principalmente as pequenas e médias –, testarem o nosso produto, conhecerem suas vantagens e se tornarem clientes dos cartões Visa Vale”, explica Tania Datti, diretora de produtos. Para ela, o fato de o Flex Car Visa Vale eliminar burocracia, simplificar processos e levar praticidade ao dia a dia dos gestores e usuários faz dele um produto extremamente importante na gestão da frota de veículos da companhia, atividade que demanda bastante tempo e atenção da equipe. “O gerenciamento de relatórios e gastos por veículo é 100% online, livrando a empresa dos processos de reembolsos, e o controle de despesas é feito por veículo”, completa a executiva.

O cartão Flex Car Visa Vale conta com a maior rede de aceitação do Brasil, composta por mais de 30 mil estabelecimentos, e é usado para pagamentos de despesas com combustível, estacionamento e serviços automotivos dos veículos da empresa e dos colaboradores. Os serviços web também podem ser utilizados pelos funcionários que utilizam o cartão. Por meio dele, é possível consultar saldo, extrato e transações. As mesmas funcionalidades ainda estão disponíveis pelo celular. Além disso, todos os usuários dos cartões Visa Vale acessam promoções e descontos exclusivos em empresas parceiras no programa de relacionamento Vale Mais.

A contratação do serviço pode ser feita pela internet no site www.cbss.com.br ou pela Central de Vendas (4004 3115, das 9h às 19h). O Flex Car Visa Vale é o primeiro cartão do mercado brasileiro de vales-benefício produzido com material reciclado. O plástico é 80% composto por aparas de PVC reaproveitadas depois da produção de outros cartões.

Perfil- A CBSS – Companhia Brasileira de Soluções e Serviços – ocupa a liderança do mercado de vales-benefícios do PAT (Programa de Alimentação do Trabalhador). A companhia opera os cartões Visa Vale nas modalidades Refeição, Alimentação, Cesta Alimentação, Natal Alimentação e Flex Car, além de gestão de vale-transporte. Mais de 70 mil empresas utilizam os serviços da CBSS, o que beneficia 3,2 milhões de trabalhadores. São 5,4 milhões de cartões ativos e uma média de 34 milhões de transações ao mês.

A companhia foi responsável pela implantação no mercado brasileiro do primeiro sistema de gestão de vales-benefício sem uso de vouchers de papel e totalmente baseado no uso de cartões. Por esta iniciativa, que já garantiu a preservação de mais de 536 mil árvores, a CBSS foi escolhida pela consultoria Global Monitor como introdutora de uma dez principais inovações do mercado brasileiro na primeira década do século XXI. A companhia ainda apoia projetos educativos e culturais em comunidades carentes e pratica a economia de energia por meio da utilização de TI Verde.

6 de abr. de 2011

CBSS LANÇA CARTÃO PRÉ-PAGO PARA PESSOA FÍSICA

portal Executivos Financeiros 06/04/2011

A CBSS, administradora de cartões Visa Vale, em parceria com o Bradesco, lança oficialmente hoje (6) o MoneyCard, cartão pré-pago para viajantes internacionais. O produto – cartão Visa TravelMoney que será emitido pela CBSS e distribuído pelo Bradesco – marca a entrada da CBSS no segmento de pré-pagos pessoa física, uma das principais estratégias de expansão da companhia para 2011. O cartão deve conquistar 30% do mercado em cinco anos e vender 200 mil unidades apenas em 2011.

O MoneyCard está disponível inicialmente em dólar americano, mas logo também poderá ser carregado em Euro e Libras Esterlinas e representa uma opção aos viajantes que não querem carregar dinheiro em espécie e ao mesmo tempo buscam uma alternativa para se proteger da oscilação cambial. O carregamento é feito por uma operação de compra de dólar turismo com débito em conta corrente. O cartão não tem anuidade nem taxas para utilização. Há custos de US$ 2,50 por saque e 0,38% de IOF cobrado na hora de carregar ou recarregar o cartão.

A rede de aceitação conta com mais de 30 milhões de estabelecimentos comerciais espalhados por mais de 200 países, além dos 1,8 milhão de caixas automáticos Visa Plus. Os correntistas do banco adquirem o cartão nas agências do Bradesco Exchange, localizadas em São Paulo, Guarulhos, Campinas, Barueri, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Fortaleza.

Atualmente, a CBSS tem 5,4 milhões de cartões ativos e realiza 31 milhões de transações por mês.

2 de mar. de 2011

AO MENOS SETE SE INTERESSAM POR CORREIOS

jornal Brasil Econômico 02/03/2011 - Ana Paula Ribeiro

A disputa pela administração do Banco Postal chamou a atenção de ao menos sete instituições financeiras. Banco do Brasil, Bradesco, BRB, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú e Santander foram os bancos presentes na audiência pública promovida pela Empresa de Correios e Telégrafos (ECT) com o intuito de colher sugestões para o processo de licitação.

Embora tenha participado da audiência, o BRB não está habilitado para a disputa. A minuta do edital elaborada pela ECT exige que o banco tenha patrimônio líquido de ao menos R$ 2,160 bilhões e ativos totais de R$ 21,6 bilhões. Considerando esses limitadores, 14 bancos estariam habilitados.

Mastercard e a Companhia Brasileira de Soluções e Serviços (CBSS) — emissora do Visa Vale — também participaram da audiência, realizada na última sexta-feira. As duas empresas não podem participar da licitação, mas a ECT pretende emitir cartões de crédito e pré-pagos e avisou que isso poderá ser feito em parceria com uma empresa diferente daquela que ganhar a licitação do Banco Postal.

Vencerá a concorrência o banco que desembolsar, no mínimo, R$ 337,3 milhões à ECT ao ano. Por esse valor, o ganhador explorará não só os serviços ofertados hoje, mas também operações de compra e venda de moedas estrangeiras limitadas a US$ 3 mil. Isso porque, no mês passado, o Conselho Monetário Nacional autorizou que agências dos Correios atuassem como correspondentes cambiais.

O Banco Postal é desde 2001 administrado pelo Bradesco, sendo que o acordo tem vigência até dezembro. Procurada, a instituição financeira não quis informar quais os resultados alcançados com a parceria, como número de contas abertas e número de transações financeiras. No entanto, o diretor presidente, Luiz Carlos Trabuco Cappi, já havia afirmado que estava atento à modelagem final do edital.

O Itaú é outro banco que acompanha as exigências. "O Banco Postal é algo novo para nós. Certamente iremos olhar com interesse o edital", disse o presidente do banco, Roberto Setúbal, durante a entrevista sobre os resultados de 2010.

Já o BB avaliará a proposta, mas o presidente Aldemir Bendine lembrou que a instituição já possuía uma rede de correspondentes extensa. Procurado, o HSBC afirmou que não tinha interesse no modelo de negócios do Banco Postal. Santander afirmou que não comenta rumores de mercado e Caixa e BRB não responderam até o fechamento desta edição.

21 de fev. de 2011

CARTÕES VISA VALE TEM NOVA AGÊNCIA

portal Meio&Mensagem 21/02/2011

Um mês após ganhar a conta do Grupo Citi, a RS Digital Direct venceu a concorrência para ser a nova agência da CBSS, administradora dos cartões Visa Vale. A RS coordenará as ações de marketig da empresa, englobando branding, relacionamento, marketing direto e endomarketing. Sua missão será manter a marca em detaque entre os gestores de RH e tomadores de decisão de grandes e médias empresas.

14 de fev. de 2011

CARTÕES VISA VALE PASSAM A SER ACEITOS NO COMÉRCIO ELETRÔNICO

portal Executivos Financeiros14/02/2011

O cartão Alimentação Visa Vale, administrado pela CBSS (Companhia Brasileira de Soluções e Serviços) passa a ser aceito, a partir deste mês, pelo Pão de Açúcar Delivery. Os clientes da rede de supermercado poderão utilizar o vale-benefício para compras via internet em cinco capitais (São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Fortaleza e Curitiba) e outras cidades paulistas. A parceria firmada com o Grupo Pão de Açúcar marca o início da aceitação da bandeira no comércio eletrônico, por meio do www.paodeacucar.com.br

No segundo semestre de 2009 teve início a operação dos cartões Visa Vale pelo sistema delivery, com o uso de maquinetas sem fio carregadas pelo entregador. O cartão mais utilizado nesse serviço atualmente é o Refeição Visa Vale, principalmente em pizzarias e por funcionários que optam por comer no escritório.

“A aceitação dos cartões Visa Vale pelos sistemas eCommerce é uma evolução natural para o serviço delivery. As pessoas enfrentam cada vez mais dificuldades para se locomover nas grandes cidades, e praticamente todos hoje têm acesso à internet em casa ou no trabalho, onde podem comodamente fazer os seus pedidos e realizar o pagamento com os cartões Visa Vale. Em breve, vamos expandir essa solução para outros produtos da bandeira, como o cartão Refeição Visa Vale.”, conclui Ronaldo Varela, diretor-executivo Comercial, Marketing e Produtos da CBSS.

26 de jan. de 2011

BRADESCO E BANCO DO BRASIL ELEVAM PARTICIPAÇÃO NA VISA VALE

portal Economia & Negócios 26/01/2011 – Vivian Pereira (Reuters)

O Bradesco e o Banco do Brasil anunciaram nesta quarta-feira, 26, a aquisição de, respectivamente, 5,01% e 4,99% do capital acionário da empresa de cartões Companhia Brasileira de Soluções e Serviços (CBSS) por R$ 85,5 milhões cada um.

A fatia de 10% na administradora dos cartões Visa Vale era detida pela Visa International. Com isso, o Bradesco passou a deter o controle majoritário da empresa, elevando sua participação para 50,01%, enquanto o Banco do Brasil ficará com os 49,99% restantes.

28 de out. de 2010

EM ITATIAIA, SERVIDORES DA PREFEITURA TÊM MAIS UM MOTIVO PARA COMEMORAR O DIA 28

redação Serfinco 28/10/2010

O prefeito de Itatiaia, Luis Carlos Ypê (PP), autorizou o depósito de um valor extra no cartão alimentação dos funcionários da prefeitura, pelo Dia do Servidor comemorado hoje (28). Cerca de 1.550 estatutários e celetistas terão direito a mais R$ 100, totalizando R$ 250 neste mês. O bônus já poderá ser utilizado amanhã (29), dia em que a prefeitura terá ponto facultativo, com a transferência do feriado desta quinta-feira.

O cartão alimentação mantido pela prefeitura para os servidores públicos de Itatiaia é administrado pela Visa Vale, e os R$ 150 que cada funcionário tem direito podem ser usados todos os meses, em qualquer loja da ampla rede credenciada.

27 de out. de 2010

FIDELITY JÁ É A MAIOR PROCESSADORA DE CARTÕES DA AMÉRICA LATINA

portal Executivos Financeiros 27/10/2010

O presidente da FPS (Fidelity Processadora e Serviços S.A.), uma joint venture entre a FIS (Fidelity International Services) e o Bradesco, Reginaldo Zero, revelou que a entrada em operação da bandeira Elo (Bradesco, Banco do Brasil e Caixa), prevista para acontecer até 30 de novembro deste ano, deverá representar um incremento de mais 80 a 90 milhões de plásticos ao mercado brasileiro e agregar, para a carteira da processadora, mais de 30 milhões de cartões Bradesco, nos próximos cinco anos.

A Fidelity acaba de anunciar novo contrato para processar mais 14 milhões de cartões de emissão do Bradesco, seu maior cliente, para o qual passa a processar 23 milhões de cartões. E deverá fechar o ano com um faturamento de R$ 450 milhões. Nos últimos cinco anos, revela Reginaldo Zero, a empresa registrou uma taxa média de crescimento de 37% ao ano, contra 22 % no mercado de cartões. No total, a empresa contabiliza 43 milhões de cartões processados.

Este ano, a operação brasileira deverá responder por 6% do faturamento mundial da FPS e por um terço (nove mil) do total de funcionários da empresa em todo o mundo. Só nos quatro sites de Jundiaí (interior de São Paulo) são cinco mil funcionários, sem contar os outros sites, de Itú e Barueri (Alphaville), todos em São Paulo.

Provocado a comentar sobre a movimentação do mercado de processamento de cartões no Brasil, o CEO da Fidelity, calcula que sem considerar os que são processados internamente pelos bancos emissores (como Itaú-Unibanco; Banco do Brasil e Santander) totalizam perto de 80 milhões. Destes, a empresa processa pouco mais da metade, ficando a CSU com 25 milhões de cartões; a Orbital (sete milhões) e Conductor (outros seis milhões).

O executivo acredita que o Orbital poderá reavaliar a operação diante da abertura de licitação da Caixa para processar os cartões internamente. Avalia que com a perda do contrato com a Caixa, a Orbital ficará, em termos de cliente de grande porte, apenas com o processamento dos cartões da Redecard. O mercado deverá registrar algumas outras perdas, e com isso a Fidelity deverá aumentar sua participação relativa no segmento. Uma oportunidade que deverá ocorrer até 2013 é o processamento no Brasil das transações dos plásticos de emissão da American Express, serviço que hoje é feito nos Estados Unidos.

Entre os demais clientes da Fidelity, Reginaldo destacou o Banco PanAmericano (com processamento de três milhões de cartões; a Visa Vale (com mais de cinco milhões); Banco Cruzeiro do Sul (um milhão de cartões); BRB (um milhão de cartões), entre outros. O Bradesco, o Banco Mercantil e o Cruzeiro do Sul já processam na nova plataforma Base2000. Os demais clientes são processados pela plataforma Vision Plus, que ficou com todos os private labels e a base mais antiga de clientes. No futuro, todos os clientes serão processados pela plataforma Base2000.

A participação societária do Bradesco na Fidelity é considerada estável por Reginaldo Zero, para quem as maiores chances de desinvestimento do banco poderão ocorrer num eventual IPO. Atualmente o banco da Cidade de Deus tem 49% das ações da Fidelity Brasil, enquanto a FIS detém 51%.

A nova geração de produtos serão os pré-pagos, acredita. “Hoje, já temos o GiftCard; os cinco milhões de cartões alimentação e refeição do Visa-Vale e os quase 1 milhão de cartões que os caminhoneiros usam para pagar pedágio, sacar dinheiro e colocar combustível. Já temos várias famílias de pré-pago. Mas agora, em dezembro, vamos lançar mais um produto. A próxima geração deverá ser na área de pré-pago”, antecipa.

Os investimentos em tecnologia (novas ferramentas, plataformas, reposição de equipamentos) na Fidelity são programados anualmente, sempre na faixa de 4% sobre a receita do exercício anterior, “mas nunca se gasta menos do que R$ 20 a R$ 25 milhões em TI por ano”, informa. Nos próximos cinco anos, a Fidelity projeta crescer entre 20 a 25% e a meta é chegar a R$ 1 bilhão, em cinco anos. Para Reginado Zero, o Brasil atingiu um patamar em termos de processamento de meios de pagamentos que nada fica a dever a países, como os Estados Unidos. O Brasil tem uma oferta de produtos que iguala ou ultrapassa o modelo americano, finaliza.

26 de out. de 2010

BANCO MIGRA CARTÕES PARA FIDELITY

jornal Valor Econômico 26/10/2010 - Adriana Cotias

O Bradesco concluiu a migração do processamento de seus 14 milhões de cartões para a subsidiária local da americana Fidelity, em que o banco detém participação de 49%, após ter comprado a fatia de 14% do Real/Santander na sociedade. Com a adição, a franquia brasileira passa a ter um portfólio de 40 milhões de plásticos, dos 26 milhões atuais, mas já se prepara para passos mais largos. As unidades elo, emitidas pelo Bradesco, também serão processadas pela empresa. A previsão é de que a nova bandeira, projeto conjunto de Bradesco, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, chegue ao mercado em novembro.

Com o acordo, com validade de dez anos, a previsão é de que o faturamento da Fidelity no país, que em 2010 deve rondar os R$ 460 milhões, em cinco anos salte à casa do R$ 1 bilhão, estima o presidente, Reginaldo Zero. "Trata-se da maior conversão fora dos Estados Unidos", afirma. "É uma verdadeira quebra de paradigma, já que os bancos no Brasil costumam fazer o processamento dentro de casa." A Fidelity também fornecerá serviços call center, cobrança e de retaguarda para cartões "private label" e a base de Visa e MasterCard do Bradesco.

Antes da conversão dos cartões da base antiga do banco - os novos, à medida que iam sendo emitidos, já estavam na plataforma da empresa -, a Fidelity concluiu, no fim do ano passado, a migração dos 5 milhões de cartões Visa Vale, da Companhia Brasileira de Soluções e Serviços, de controle compartilhado por Bradesco e Banco do Brasil, com 45% cada, e pela Visa International, com 10%. Com esse portfólio, Zero diz que a empresa está credenciada para abraçar o processamento de cartões pré-pagos, contemplados no projeto da elo.

Os planos da Fidelity incluem avançar por outros mercados na América Latina, em parceria com os emissores locais. Além de ter o Bradesco na carteira, a processadora presta serviços para o Panamericano, Sofisa, BRB, Paraná , Rural, Cruzeiro do Sul e as varejistas Leader Magazine Colombo. Bradesco, Fidelity e Real se uniram em 2006, mas após o o Santander incorporar o Real, os serviços de processamento foram transferidos para a plataforma mundial do banco espanhol, que acabou vendendo a participação no negócio para o Bradesco.

29 de set. de 2010

COM ELO, VISA VALE ESPERA MOVIMENTAR R$ 30 BI

jornal Valor Econômico 29/09/2010 - Adriana Cotias

Com apenas sete anos de atividades, a Companhia Brasileira de Soluções e Serviços (CBSS), mais conhecida como administradora dos cartões Visa Vale), se prepara para um novo salto no mercado de meios eletrônicos de pagamentos. Depois de ter instituído no Brasil os cartões-benefício, para pagamento de refeições e compra de alimentos, em substituição aos vouchers de papel que dominaram o segmento por três décadas, a empresa vai abraçar todo o projeto de cartões pré-pagos da bandeira elo. A elo é uma criação conjunta de Banco do Brasil e Bradesco e que ganhou adesão recente da Caixa Econômica Federal.

Com a missão de desenvolver uma linha de cartões para a nova classe média (com renda familiar entre R$ 800 e R$ 2 mil ao mês), capturando os 35 milhões de brasileiros que estão chegando ao mercado de consumo, a expectativa é de que o negócio Visa Vale, que este ano deve movimentar R$ 10 bilhões, triplique de tamanho até 2013, segundo o presidente da empresa, Newton Neiva. Até aqui, com o crescimento estreitamente ligado à formalização do trabalho, a CBSS construiu uma base de 70 mil empresas, com 6 milhões de cartões-benefício emitidos e 30 milhões de transações por mês. Da rede credenciada pela Cielo, com 1,6 milhão de estabelecimentos, 220 mil aceitam o Visa Vale.

"O elo é uma grande oportunidade, há uma grade de 20 a 30 cartões pré-pagos que podem ser desenvolvidos", diz Neiva, citando os segmentos de saúde e transporte coletivo como potenciais. Em São Paulo, a Visa Vale já faz a gestão do bilhete único, modelo replicável para outros municípios.

A CBSS tem o controle compartilhado por BB e Bradesco, que detêm, cada um, fatia de 45% do negócio - os outros 10% estão nas mãos da Visa International, que tem se desfeito de ativos desde a abertura do capital. O Santander Espanha, que tinha pouco mais de 15% da empresa, remanescentes da aquisição do ABN Amro Real, vendeu a participação em abril, na mesma transação em que transferiu para os outros dois bancos a parcela na Cielo.

Os primeiros cartões elo devem chegar ao mercado em novembro, oferecendo um embate direto às marcas de débito das bandeiras internacionais, Visa e MasterCard. A ideia é que esse seja o primeiro instrumento de inclusão financeira para o cliente não bancarizado, que antes tinha no varejo o seu primeiro relacionamento de crédito. Nessa base nova que será formada com a força de distribuição de BB, Bradesco e Caixa, os bancos deixam de pagar royalties às bandeiras estrangeiras para as transações locais.

No modelo de negócio anunciado, debaixo da holding formada pelas três instituições há um braço de negócios bancários, que cuida da bandeira elo e de alguns acordos de cartões "private label". Paralelamente, uma holding de administração de serviços abrange a CBSS, com as soluções em serviços pré-pagos, além da promotora de vendas do banco ibi, comprado pelo Bradesco. Uma terceira perna de participações foi constituída para incorporar, no futuro, a Cielo, com a sua rede de adquirência.

Além do mundo elo que se abre para a CBSS, o pujante crescimento do emprego formal no Brasil, com a inclusão de mais de 2,5 milhões de trabalhadores neste ano, traz um viés claramente expansionista para o negócio, diz Neiva. A baixa penetração dentro da base de BB e Bradesco, com 1 milhão de clientes pessoa jurídica, mostra um mercado ainda pouco explorado no segmento de pequenas e médias empresas, acrescenta.

A rede credenciada também pode crescer com o suporte da Cielo. Apesar de não haver mais contrato de exclusividade - da mesma forma que havia entre Visa e Cielo -, essa será a rede preferencial para os cartões Visa Vale, diz o executivo. "A empresa trabalha com escala; quando divido perco a eficiência, por isso optamos por uma única rede de captura." Para contornar a eventual preferência de estabelecimentos pela Redecard, ele diz que a Cielo coloca à disposição do lojista uma máquina exclusiva para aceitar o Visa Vale.

28 de set. de 2010

BB E CIELO FAZEM PARCERIA PARA OPERAR OI PAGGO

portal Brasil Econômico 28/09/2010 - Ana Paula Ribeiro e Thais Folego

O Brasil Econômico apurou que o BB e a credenciadora irão fazer uso da Oi Paggo, plataforma de pagamento por meio de celular que foi criada em 2007.

Fontes do mercado acreditam que a Oi Paggo será utilizada para incrementar os negócios envolvendo pagamentos móveis (mobile payment) da holding Elo.

Essa holding, que é uma parceria entre o BB e o Bradesco, possui três segmentações em seu desenho inicial. A Cielo, controlada pelos dois bancos, é o braço credenciador.

A outra segmentação é de benefícios, como o Visa Vale. O terceiro braço é a criação da bandeira de cartões Elo, que deverá ter os primeiros cartões emitidos em outubro.

Esse não é o primeiro passo da Cielo em pagamentos móveis. Em agosto, a empresa comprou 50,01% do capital social da M4U, empresa que atua no desenvolvimento de ferramentas móveis, incluindo pagamentos e recarga de celulares.

16 de set. de 2010

VISA PREVÊ RECEITA DE US$ 81 BI COM CARTÃO PRÉ-PAGO NO BRASIL

jornal DCI 15/09/2010 - Ernani Fagundes

A Visa projeta faturar no Brasil aproximadamente US$ 81 bilhões em movimentação com cartões pagos até 2012, ou 27,5% dos US$ 300 bilhões estimados para América Latina e Caribe, segundo declarou o diretor de cartões pré-pagos da América Latina e do Caribe, José Coronel. De acordo com o executivo da Visa, o Brasil representa cerca de 70% do movimento na região da América Latina e do Caribe.

"O Brasil é uma grande oportunidade para o pré-pago. O crescimento tem sido consistente nos últimos seis anos. O pré-pago tem apresentado a forma mais rápida de crescimento", afirmou o diretor global de pré-pagos da Visa, Brian Triplett.

Números gerais

De acordo com dados divulgados ontem por ele em São Paulo, os cartões pré-pagos da Visa devem movimentar US$ 3 trilhões dos US$ 8 trilhões processados como meio de pagamento em todo o mundo em 2012.

Para atingir essa marca vertiginosa até 2012, a Visa está investindo na formação de gerentes de programas (manager program) que atuaram com parcerias no varejo para o consumidor com cartões General Purpose (GP) e Gift (presente), com soluções junto a emissores financeiros e de olho em programas governamentais de pagamentos de benefícios.

"Liderança não se faz só com marca, mas também com produtos e serviços. Temos uma série de planos no segmento do pré-pago", declarou o presidente da Visa do Brasil, Rubén Osta, dirigindo-se a representantes do varejo e dos Correios.

O carro-chefe da bandeira no Brasil é o pré-pago Visa Vale, principalmente nas versões Refeição, Alimentação, Combustível e Cultura. "Já há três milhões de cartões Visa Vale", revelou o executivo José Coronel.

Ele explicou que o Visa Vale é administrado pela CBSS e emitido pelo Banco do Brasil e pelo Bradesco. Além da CBSS, a Visa tem parceria com o Banco Rendimento, Banco Schahin e BancoConfidence no pré-pago Travel Money, utilizado por clientes em viagens internacionais.

Coronel comentou que a parceria entre o Banco do Brasil e o Bradesco na bandeira Elo não deve alterar o posicionamento de mercado da Visa.

"Para nós é um incentivo o mercado ter mais concorrência, nosso serviço tende a ser melhor, e no final o consumidor terá melhores oportunidades e alternativas. Para nós a competitividade é uma característica do mercado", declarou José Coronel.

O vice-presidente de Produtos ao Consumidor da Visa Estados Unidos, Andrew Meimes, disse que o cartão pré-pago em seu país avança entre os 80 milhões de americanos que não possuem conta bancária.

"O pré-pago ajuda as instituições financeiras a avaliar o potencial de crédito de futuros clientes", ressaltou Meimes, após informar que, depois do primeiro cartão pré-pago, cerca de 50% dos clientes americanos desbancarizados abrem conta nas instituições financeiras. "Nossos maiores concorrentes são o dinheiro e o cheque. Não é a Amex nem as grandes redes", diferenciou Meimes.

Crescimento maior

O VP destacou que o crescimento do pré-pago avança mais rápido que os cartões de débito. "É um cartão para todos os propósitos, recarregável, e o fator principal destacado pelo consumidor é o controle dos gastos", disse Andrew Meimes.

Ele considerou três canais para aumentar a venda de pré-pagos: varejo, internet e provedores de soluções financeiras (bancos).

De acordo com números divulgados pelo diretor global de pré-pagos Brian Triplett, o número de cartões pré-pagos ativos atingiu 135 milhões no mundo. Durante o Prepaid Forum, a Visa apresentou seus principais cases de pré-pagos pelo mundo, como: os cartões de auxílio pós-catástrofe distribuídos no Paquistão (2 milhões); os cartões de subsídios sociais implantados na República Dominicana (845 mil) e os cartões de benefícios sociais em 40 dos 51 estados americanos.

Balanço Global

A Visa informou em seu último balanço trimestral, fechado em junho de 2010, que os cartões de débito tiveram crescimento anual de 14%, de 925 milhões para 1,05 bilhão de cartões de débito. No mesmo período o volume de cartões de crédito recuou 3%, de 798 milhões para 774 milhões de unidades no mundo.

Nesse período, a Visa alcançou lucro de US$ 716 milhões, valor 0,4% superior aos US$ 713 milhões do trimestre fiscal anterior.

De acordo com o balanço, a região da América Latina e Caribe, que inclui o Brasil, faturou US$ 62 bilhões no trimestre fiscal encerrado em junho.

O valor é 6,9% superior aos US$ 58 bilhões faturados no trimestre anterior e 26% maior que igual período do ano passado, quando faturou US$ 49 bilhões registrados no trimestre fiscal encerrado em junho de 2009.

20 de ago. de 2010

SAPORE LANÇA VALES PARA VIAGEM E PREPARA BENEFÍCIOS PARA O NATAL

jornal Brasil Econômico 20/08/2010 - Mariana Celle

A brasileira Sapore Benefícios está ampliando seu leque de produtos. Além dos cartões convencionais, do tipo vale refeição/alimentação e vale-transporte, a empresa lança o cartão benefício-viagem que permite que o funcionário possa comprar passagens aéreas, rodoviárias, alugar veículos e reservar hotéis, entre outros.

"A oferta desse benefício inédito no mercado deve gerar acréscimo de cerca de 10% ao nosso faturamento em 2011", diz Eduardo Guerreiro, presidente da empresa. A Sapore Benefícios, resultado da fusão, que ocorreu em março de 2009, entre a Gran Sapore, fornecedora de refeições coletivas, e a BQ Benefícios, empresa de pagamento de refeições por cartão, deverá faturar R$ 700 milhões este ano.

Construtora pioneira

O serviço foi testado no último mês de junho com cerca de 10 mil funcionários da Mendes Júnio em uma obra do consórcio em que atuam também a Setal e MPE, no Paraná. "A empresa tem um acordo com o sindicato da categoria segundo o qual, a cada 90 dias promove a volta dos trabalhadores aos seus domicílios de origem", afirma Guerreiro. Em agosto, mais duas obras da Mendes Júnior, serão atendidas pela Sapore e outras 29 estão em fase final de negociação. Cada obra com 10 mil funcionários representa retorno de R$ 1 milhão para a empresa.

A Sapore criou o serviço a partir da demanda da construtora mineira, mas pretende, nos próximos meses, expandi-lo para outras companhias. "Para as empresas, o benefício representa economia em termos operacionais, uma vez que, a cada 90 dias, o setor de Recursos Humanos da empresa tinha que dedicar boa parte do seu tempo na compra de passagens”, afirma Guerreiro.

Cartão para o Natal

Com a perspectiva de gerar lucro de até R$ 20 milhões este ano, a Sapore se prepara para lançar seu "vale-Natal" com a proposta de substituir os presentes ofertados pelas empresas por um cartão de valor a ser definido, que poderá ser usado para compra em supermercado.

"Ter a escolha do que comprar faz com que as pessoas valorizem mais, pois vão usar o presente em algo da preferência delas", explica Guerreiro.

Concorrência

Com os serviços atuais, cerca de três mil empresas-clientes e 240 mil usuários dos cartões-benefício são atendidos pela Sapore. Entre os concorrentes da empresa está o grupo francês Sodexo, multinacional do ramo de benefícios que atua há 30 anos no Brasil. A Visa Vale é outra concorrente direta que tem mais de 70 mil empresas-clientes, 4,7 milhões de cartões ativos e 22 milhões de transações por mês.

Cultura também pode ter cartão

A Sapore Benefícios se prepara para ofertar o vale-cultura, baseada no projeto de lei 5.798 de 2009, segundo o qual cada beneficiário receberá ajuda mensal de R$ 50 para custear entradas de cinema, teatro e outras atividades artísticas, assim como adquirir livros, CDs e DVDs.

“Claro que os benefícios de subsistência são importantes mas o vale-cultura gera motivação no funcionário que o recebe", diz Eduardo Guerreiro, presidente da empresa. "Eu acredito que o benefício-cultura será o novo PAT (Programa de Alimentação do Trabalhador), sendo um motor que movimentará o segmento de cultura, assim como o PAT fez com os restaurantes”, afirma.

13 de ago. de 2010

EXTRATO ONLINE DA CIELO

portal Consumidor Moderno 12/08/2010

Para ajudar o lojista a concentrar suas vendas em uma única máquina e facilitar a conciliação financeira, o novo extrato Cielo disponibiliza as informações das transações Visa, Visa Vale e MasterCard em um único arquivo.

Outros campos foram inseridos no extrato online:

-Total de vendas no período consultado;

-Valores antecipados pela Cielo ou pelos bancos;cilo_copy

-Status das transações;Quantidade de comprovantes rejeitados;

-Número dos cartões que efetuaram as compras ou código das transações eletrônicas (TID);

-Código da transação (NSU);Código de autorização.

O novo modelo ainda proporciona outras vantagens como a demonstração dos valores totais vendidos no período, já na primeira página da consulta. Além disso, o extrato online Cielo disponibiliza os demonstrativos referentes aos últimos 18 meses.

O lojista ainda pode personalizar as informações do extrato que deseja consultar e tem a opção de fazer o download dos relatórios em arquivos Excel ou texto, conforme a sua necessidade.

Estas mudanças fazem parte de um projeto de melhoria iniciado em agosto de 2009, desenvolvido com base na opinião de clientes de todo o Brasil. Outras reformulações fazem parte desse programa, como o novo formato de extrato eletrônico, previsto para agosto deste ano, e que trará ainda mais informações para facilitar a conciliação financeira realizada por estabelecimentos que utilizam este formato de extrato.