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4 de set. de 2011

EMPRESA TRAZ NOVA PLATAFORMA DE PAGAMENTOS MÓVEIS PARA O BRASIL

portal TI Inside 31/08/2011 – Claudiney Santos

A MAIS - Mobile Applications Information Systems vai lançar oficialmente em outubro próximo a plataforma de transações financeiras da Utiba, empresa fundada em 2001, em Cingapura, através de um acordo de representação exclusiva. A informação é de Milton Isidoro, acrescentando que estão em andamento vários projetos pilotos em empresas do segmento de benefícios, vale transporte, redes sociais e frete. Também participar da operação a fabricante paulistana de smartphones e pocket PCs Elef.

A plataforma tem o conceito de carteira eletrônica, em que os diversos tipos de transações financeiras são realizadas por meio da transferência de dados, bastando o usuário usar login e senha para acesso seguro. Ela está disponível para a maioria das plataformas móveis, como iOS, Android, Windows Phone e BlackBerry, já que foi desenvolvida em linguagem Java.

Isidro explica que a plataforma possibilita serviços como recarga, pagamentos de contas com código de barras, transferência de valores entre contas, transferência de fundos internacionais, todo tipo de vouchers etc. A MAIS está negociando com empresas para comercializar jogos nos dispositivos móveis.

Para as empresas, a plataforma pode oferecer novos tipos de soluções. "Um restaurante pode entregar vários celulares para os garçons que podem lançar pagamentos, inclusive de numerário, concentrados num dos aparelhos, permitindo gerenciar todas as receitas de diferentes maneiras, contabilizar e executar as transferências bancárias. Um pai pode gerenciar a mesada de seus filhos, como uma extensão do seu próprio aparelho, fazendo as transferências de dinheiro entre a sua conta para as dos filhos", exemplifica.

A plataforma foi escolhida em julho passado pelo Banco Central do Equador para implantar um projeto social baseado em carteira eletrônica, envolvendo a integração com a identidade dos cidadãos. (veja mais informações em "links relacionados" abaixo).

Isidro explica ainda que a plataforma está hospedada num data center da Diveo, com um gateway de pagamento com a norma ISO-8583, o que garante a segurança das transações. Segundo ele, por não envolver dinheiro, não precisa de autorização do Banco Central para operar.

22 de jul. de 2011

MUNDIALMENTE, MAIS DE 141 MI USARÃO DISPOSITIVOS MÓVEIS EM TRANSAÇÕES BANCÁRIAS EM 2011

portal InfoMoney 22/07/2011

Um estudo divulgado na última quinta-feira (21) pela consultoria Gartner aponta que o número de usuários que utilizam serviços de pagamento móveis vai ultrapassar 141,1 milhões em 2011, volume 38,2% superior ao registrado em 2010, quando o total de usuários atingiu 102,1 milhões em todo o mundo.

Os dados ainda indicam que o volume de pagamentos através de dispositivos móveis vai chegar a US$ 86,1 bilhões, 75,9% acima do alcançado em 2010, quando o volume foi de US$ 48,9 bilhões.

Desempenho dos países em desenvolvimento não surpreende

Apesar das projeções de crescimento, o Gartner acredita que o mercado de pagamentos móveis está crescendo menos do que o esperado. Nas regiões em desenvolvimento, em especial, o crescimento mais intenso parece não estar se confirmando. “Nos mercados em desenvolvimento, apesar das condições favoráveis para o pagamento móvel, o crescimento não é tão forte quanto se esperava”, afirmou o diretor de pesquisa da consultoria, Sandy Shen.

Nas regiões em questão, os fornecedores ainda estão trabalhando no sentido de adaptar suas estratégias às necessidades locais. O que acontece é que, apesar dos mercados em desenvolvimento possuírem elementos favoráveis para a penetração do pagamento móvel, como alta utilização de aparelhos celulares e baixa penetração bancária, isso não é garantia de sucesso. É preciso, porém, que os prestadores de serviços adaptem suas estratégias às necessidades do mercado local.

Comportamento do consumidor

Já em relação aos mercados desenvolvidos, o analista da Gartner observa que as companhias estão anunciando as perspectivas frente à comunicação de campo próximo (Near Field Communication - NFC) sem se ater à real complexidade de tal modelo de serviço. Shen afirmou que a adoção em massa do modelo de pagamento NFC ainda vai precisar de mais quatro anos para se concretizar.

O grande obstáculo desse negócio é a necessidade de mudar o comportamento do consumidor, ou seja, trabalhar no sentido de fazê-lo entender as vantagens em trocar o pagamento tradicional, com dinheiro e cartões, pelo pagamento via dispositivos móveis.

Tecnologias

O Gartner espera que o SMS (Short Message Services – serviço de envio de mensagens curtas) e o USSD (Unstructured Supplementary Service Data) permanecerão como as principais tecnologias de acesso, sobretudo nos mercados em desenvolvimento, devido às restrições dos telefones móveis.

Já o WAP (Wireless Application Protocol) será a tecnologia dominante nos mercados desenvolvidos, locais onde a internet móvel é amplamente disponível e ativada usualmente pelos telefones. Estima-se ainda que a tecnologia WAP responderá por cerca de 90% de todas as transações realizadas na América do Norte, e de 70% na Europa Ocidental.

Transferências monetárias

A perspectiva é que as transferências monetárias e as recargas de celulares sejam os principais serviços utilizados pelos clientes nos mercados em desenvolvimento. Esses serviços são extremamentes importantes nas estratégias desenvolvidas pelas empresas no sentido de fazer com que os consumidores utilizem mais os serviços de pagamentos através dos dispositivos móveis.

Isso porque, nesses países, as pessoas valorizam a conveniência de transferir dinheiro para parentes e recarregar seus créditos de contas de celulares. Esses dois serviços, acredita-se, vão responder por 54% das transações na Europa Oriental.

NÚMERO DE USUÁRIOS DE PAGAMENTOS MÓVEIS VAI CRESCER 38% EM 2011

portal Valor Online 21/07/2011 - Moacir Drska

O número mundial de usuários de pagamentos móveis vai superar a marca de 141 milhões em 2011, segundo Gartner. A projeção representa um aumento de 38,2% em relação a 2010, quando 102,1 milhões de pessoas adotaram esses serviços. O instituto de pesquisas prevê que o segmento movimentará US$ 86,1 bilhões nesse ano, crescimento de 75,9% comparado ao ano passado.

Apesar das projeções de avanço, a pesquisa avalia que o crescimento dos pagamentos móveis está mais lento do que o esperado, especialmente nos mercados em desenvolvimento. “Muitos fornecedores ainda estão adaptando suas estratégias às necessidades locais”, diz Sandy Shen, diretor de pesquisas do Gartner.

Em relação aos mercados desenvolvidos, o analista observa que muitas companhias estão preparando novidades no campo da tecnologia NFC (Near Field Communication), mas que ainda não atentaram para a complexidade desse modelo de serviço.

Para o instituto, o uso de tecnologias de acesso como o SMS na realização dos pagamentos continuará a ser dominante nos mercados emergentes. Nos mercados desenvolvidos, a tecnologia WAP (Wireless Application Protocol) será o recurso preferencial, respondendo por quase 90% das operações móveis na América do Norte e por cerca de 70% das transações na Europa Ocidental nesse ano.

14 de jul. de 2011

MOBILE PAYMENT SERÁ AMPLAMENTE USADO EM QUATRO ANOS, DIZ ESTUDO

portal TI Inside 13/07/2011

Os serviços de pagamento por meio de celular devem ser amplamente utilizados pela população em até quatro anos. Essa é a conclusão de estudo realizado pela KMPG com mil executivos dos setores de finanças, tecnologia, telecomunicações e varejo.

De acordo com a pesquisa, 83% dos entrevistados apontaram que os serviços de pagamento móvel serão dominantes daqui a quatro anos. Já 46% dos respondentes têm uma visão mais otimista e avaliam que o mobile payment dominará as formas de pagamento em dois anos.

O relatório mostrou ainda que 72% dos questionados citaram que os serviços de pagamento via celular já são ou serão importantes no futuro. Mencionada por 81% dos entrevistados, a conveniência/acessibilidade é o principal atributo para a adoção do mobile payment pelos usuários. Em segundo lugar ficou a simplicidade/facilidade, comentada por 73%, seguida pela questão de segurança (57%) e custo mais baixo (43%).

“Nós acreditamos que a explosão da adesão de smartphones e as grandes oportunidades farão com que o segmento de pagamentos móveis cresçam a taxas mais aceleradas do que nossos entrevistados estimam”, acrescentou o Gary Matuszak, analista da KPMG.

8 de jul. de 2011

PAGAMENTOS POR CELULAR DEVERÃO MOVIMENTAR US$ 670 BI EM 2015

portal Valor Online 05/07/2011 – Tatiana Schnoor

O valor total dos pagamentos feitos por celulares deverá triplicar e alcançar a soma de US$ 670 bilhões em 2015, alta significativa em relação US$ 240 bilhões previstos para este ano, de acordo com estimativa da empresa Juniper Research, que apresentou nesta terça-feira o levantamento 'Mobile Payment Strategies.'

Essa expansão será motivada pela rápida adoção da tecnologia NFC (Near Field Communication) - que promove a troca de informações entre aparelhos com a proximidade dos dispositivos compatíveis, voltada para compras por celular. Nos próximos 18 meses, a NFC deverá ser adotada por 20 países, o que deverá movimentar a soma de US$ 50 bilhões em 2014.

Para se ter uma ideia da aposta do mercado, o Google anunciou em maio parceria com a operadora Sprint - uma aplicação de NFC para permitir o pagamento móvel via smartphones Android.

O total estimado pela empresa inclui pagamentos móveis por bens físicos e digitais, transferências financeiras e transações entre aparelhos. Dessas três modalidades, a de pagamento de bens digitais deverá responder sozinha por 40% do mercado em 2015.

A China, os Estados Unidos e a Europa serão as regiões líderes em pagamento móvel, com 75% do valor total transacionado dentro de quatro anos, diz o estudo.

Com isso, o número de pessoas que utilizará celulares para comprar bens digitais atingirá 2,5 bilhões em 2015 no mundo, o que representa um aumento de 40% na comparação com este ano, cujo volume deve chegar a 1,8 bilhão, segundo o analista sênior da Juniper Research, David Snow.

5 de jul. de 2011

NFC: SERÁ O FUTURO DO M-PAYMENT?

revista TI Inside maio 2011 - Claudio Ferreira

Já usual no Japão, a tecnologia Near Field Communication, ou NFC, ainda engatinha no ocidente e no Brasil. Porém, no país do “sol nascente”, as pessoas a utilizam há anos na compra de bilhetes de metrô e em pequenas compras como refrigerantes e lanches. O circuito integrado instalado nos telefones celulares é semelhante ao que as pessoas utilizam em cartões de acesso a prédios.

O NFC pode ser usado, por exemplo, na compra de bilhetes no transporte público, no cinema, teatro ou shows, usando apenas o telefone celular como ferramenta de pagamento no lugar do papel moeda, bastando apenas aproximar o aparelho do equipamento coletor no ponto de venda ou cobrança.

Um chip com o NFC faz a autorização da compra em, no máximo, dois segundos.

A tecnologia não é exatamente uma novidade, mas ganhou um grande alento nos últimos meses como forma de realizar pagamentos. Primeiro ao agregar na mesma “cesta” um grupo de empresas com interesses concorrentes e pesados como Apple, Google e Microsoft em sua defesa - veja mais no Box A tecnologia reúne? Todas afirmam que NFC pode ser o futuro ou presente do m-payment ou mobile payment. De olho em um mercado que, de acordo com a ABI Research, deve chegar a US$ 1 bilhão em 2012.

Avanços lá fora

Do outro lado do balcão, as operadoras de cartões, que seriam os principais competidores ou possíveis perdedores com a plataforma, estão investindo pesado em projetos de NFC. Amex, Visa e Mastercard já possuem experiências no tema – veja mais no Box: Indústria de cartões e o NFC. “Ainda não existe um padrão, a menos que as operadoras se unam em torno de um sabor de NFC. É preciso ter, por exemplo, taxas mais competitivas. Vamos ver um movimento de queda de braço, e quem pode fazer isso acontecer são os cards. Porém, acho que eles estão experimentando para não se surpreender, e não visando a disseminação em larga escala”, aponta Marcos Paulo Amorim, diretor executivo da Blink, empresa especializada na implantação de sistemas de mobilidade em grandes e médias organizações.

O certo é que o Brasil está bem atrasado. Se no Japão o uso do NFC é comum e nos Estados Unidos existem cerca de 150 mil terminais contactless em lojas do McDonald´s e em outras redes, no Brasil ainda essa facilidade ou presença praticamente inexiste, havendo apenas a aplicação em prédios de escritórios.

Para Cícero Torteli, fundador e CEO da Freeddom, empresa responsável pela implementação do sistema Oi Paggo, o NFC não será um substituto de outras formas de pagamento ou mesmo do m-payment e sim mais uma opção ou meio de pagamento eletrônico. “Não acredito que ele virá a sepultar os cartões de plástico, por exemplo. Em alguns casos ele poderá ser uma opção dominante, e preencher lacunas, como no metrô. Para pagamentos rápidos e com valores menores, sem uso de senhas, ele poderá ser uma grande opção. E o NFC pode estar tanto em um telefone celular como em um cartão”, argumenta.

Piloto com direção

No quesito perspectivas, Amorim, da Blink, aponta que o assunto tem tudo para entrar “na moda”. “Acredito que o NFC deve ganhar espaço nos meios de pagamento e existem projetos piloto em curso. Há uma empresa de Marília, no interior de São Paulo (Pagamento Digital), que foi adquirida pelo site Buscapé, e que está fazendo testes. O mercado local ainda é imaturo, porém muita coisa está sendo desenvolvida”, admite.

Um dos pilotos em curso é encabeçado pela GD Burti e agrega Claro, Bradesco, Banco do Brasil e Visa. A empresa é subsidiária da Giesecke & Devrient (G&D), um gigante mundial de tecnologias para smart card, identificação segura e certificação digital, com mais de 150 anos e presença em destacada em 45 países. Karina Prado Dannias, diretora de meios de pagamentos da GD Burti, contabiliza o resultado do projeto: “comprovamos o uso da tecnologia e os benefícios que a mesma pode trazer ao consumidor”.

Ela faz projeções para a adoção da tecnologia no país. “Acredito que no curto prazo teremos redes de adquirentes prontas para NFC, no médio prazo teremos produtos de consumo com tíquete médio baixo como vouchers e transporte, e no longo prazo veremos uma integração total de pagamentos de crédito/débito e novas modalidades que atendam ao público internacional que estará no Brasil na Copa e nas Olimpíadas”, argumenta.

Barreiras e buracos

O que pode travar a disseminação da plataforma é a base de leitoras de cartões recentemente renovada pelos lojistas. Além disso, na ponta dos celulares, Amorim, da Blink, acredita que seja preciso renovar a base de celulares para o padrão mínimo de smartphones ou similares. “Por mais que o mercado acelere, acho que a massificação só chega em 2014, mas o crescimento será rápido”, projeta.

A mesma opinião de Amorim é compartilhada por Torteli, da Freeddom. “A maior barreira está no interesse ou não do varejo. Se estiver disponível e os aparelhos com NFC chegarem por aqui, o cliente vai adotar rápido. Mas, claro, dentro da ideia de valores baixos”, admite.

É certo que ainda se busca o padrão definitivo de NFC, principalmente devido à necessidade de um modelo de segurança agregado. Entretanto, Karina, da G&D, não tem essa preocupação. “O NFC segue padrão EMV, portanto os aspectos de segurança já são conhecidos em normas e padrões mundiais”, garante.

Para Amorim, a segurança no NFC pode ser dividida em duas partes: aspectos técnico e cultural. “Porém, no aspecto cultural, o usuário ainda não enxerga a tecnologia ou os problemas, e isso é algo que veremos com a disseminação da tecnologia”, aponta. A ideia de um dispositivo que faz uma compra e não requer senhas pode trazer preocupações e mesmo problemas. “É preciso ter escala antes de qualquer outra coisa”, finaliza Torteli.

Para fazer acontecer

No entanto, aspectos como a novidade, o uso disseminado dos celulares e mesmo a carência do mercado de m-payment ou de micropagamentos de algo “mais sexy” pode ser suprido pelo NFC. O problema é que as empresas brasileiras se mantêm conservadoras e devem esperar que o mercado internacional resolva as questões de padrão e de volume de utilização para incorporar a plataforma por aqui.

Otimista quanto ao futuro, Karina, da G&D, afirma que o Brasil será um palco importante para a consolidação das mais diversas tecnologias de m-payment, mas aposta no NFC. “É uma opção que agrega o meio de pagamento à conveniência de algo seguro e rápido. O NFC irá acompanhar o movimento de transações EMV sem contato em geral, isto é, assim que a ‘adquirência’ disponibilizar meios de transacionar desta forma, em uma quantidade razoável de estabelecimentos”, completa.

Para Karina, os grandes aceleradores da plataforma serão as redes de transação de cartões como Cielo, Redecard, Getnet, etc. No entanto, como apontam outros especialistas, o que pode fazer com que eles acabem por competir com eles mesmos? O desejo dos lojistas ou a pressão dos usuários? O certo é que celulares com NFC já começam a ser entregues este ano nos Estados Unidos. Mas, por aqui, nada ainda.

Indústria de cartões e o NFC

Experimentação, especulação ou business? A justificativa para os investimentos das operadoras de cartões em NFC passa por essas três palavras e nenhum analista de mercado tem uma certeza. O concreto é que todas as chamadas “bandeiras” de cartões investem na plataforma.

A Amex (American Express), por exemplo, lançou o Serve, seu serviço de pagamentos via celular, em março, nos Estados Unidos. Ele permite que os iPhones, com sistemas operacionais iOS e Android, façam transferência de dinheiro entre pessoas. O sistema abre a possibilidade de criar e gerenciar subcontas de familiares, como a mesada dos filhos, ou de pagamento de pequenos serviços como babás, jardineiros etc. A tecnologia, com uso do NFC, é fruto da aquisição da empresa Revolution Money, concorrente da Pay Pal, por US$ 300 milhões.

Já a Visa, também em março, comunicou ao mercado que firmou acordos para promover seu sistema de pagamentos pessoais em NFC, que entrará em operação nos Estados Unidos em junho.

A princípio por meio de quatro programas pilotos e com a ajuda “luxuosa” das instituições financeiras Bank of America, US Bank, Chase e Wells Fargo.

Por último, mas não menos importante, a MasterCard, como levantou o Wall Street Journal, está desenvolvendo em conjunto com o Google e o Citigroup o seu sistema de pagamento NFC. A novidade é que o Google, segundo a fonte do jornal econômico, deseja que os correntistas não paguem taxas de uso com a contrapartida de que recebam anúncios em seus smartphones.

A tecnologia reúne?

A notícia de que Apple, Google e Microsoft apoiam com a mesma intensidade a plataforma surpreende quem sabe que as três são inimigas ferrenhas no mercado de TI. Porém, existem razões para que elas apostem no NFC. Para Amorim, da Blink, a razão é que todos querem ganhar com um mercado mais do que promissor e a divisão na busca por padrões pode ser ruim para todos.

Um medo que pode ter raízes antigas, como o acontecido com a guerra entre os fabricantes pelos padrões VHS e o Betacam como melhor sistema de vídeo. Mesmo com o Betacam sendo superior, a união de grande parte dos fabricantes pelo padrão VHS selou a morte do concorrente. Afinal, não adianta ter um padrão melhor se ninguém vende e ninguém compra.

No entanto, como já dizia Nelson Rodrigues, “toda unanimidade é burra!” E entra a Oracle fazendo ressalvas ao NFC. A empresa recomenda, por exemplo, que os celulares do tipo smartphone tenham um código de barras para conferir a autenticidade do equipamento – não por acaso algo que a empresa pode fornecer e bem. Algo que mereceu críticas de todo o mercado, nesse caso também quase unânime.

A tradução do NFC

Para entender um pouco mais do Near Field Communications, podemos recorrer à definição da companhia alemã G&D. NFC é a tecnologia que realiza a comunicação sem fio e sem contato (contacless) entre os aparelhos celulares e os pontos de venda, e é utilizada por instituições financeiras e emissores de cartões de crédito em vários países. A tecnologia foi projetada para oferecer a segurança necessária durante transações de pagamentos sem a necessidade de contato físico entre o leitor no ponto de venda e o aparelho celular do cliente.

A comunicação NFC difere ainda do Bluetooth porque sua comunicação é criptografada e sob o padrão EMV (Europay, MarterCard-Visa). Ela é realizada por meio de radiofrequência e é mais rápida que o método tradicional. “A grande vantagem é a rapidez com que realiza uma transação segura”, comenta Karina Prado Dannias, diretora de Meios de Pagamentos da G&D.

“Com as transações contactless os lojistas e consumidores ganham com a maior agilidade no pagamento, evitando filas. O mercado também é beneficiado porque a tecnologia possibilita que as compras de pequenos valores entrem para o mundo dos meios de pagamentos eletrônicos, o que deverá promover um incremento da atividade econômica neste setor”, acrescenta.

20 de jun. de 2011

BANCOS E TELES CHEGAM A UM ACORDO PARA VIABILIZAR PAGAMENTOS MÓVEIS

portal IDG Now! 18/06/2011 - Edileuza Soare (Computerworld)

Depois de muita discussão entre bancos e teles para definição de um modelo ideal, o Brasil está perto de ter um sistema de pagamento pelo celular. Quem garante a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), que anunciou durante o Ciab 2011 que o mobile payment começa a ser implementado no segundo semestre.

“Chegamos a um consenso e agora o m-payment vai sair. Esperamos que entre final de 2011 e início de 2012 já seja possível fazer pagamentos pelo celular”, informou o coordenador do grupo de trabalho de Mobile Payment da Febraban, Claudio Almeida Prado.

O serviço é para transações de pagamentos de pequenos valores, como para empregados domésticos e prestadores de serviços. Atualmente, muitos correntistas sacam dinheiro dos caixas eletrônicos para fazer essas operações.

Segundo Prado, o ambiente evoluiu porque a aceitação do celular não para de crescer no Brasil. Os bancos querem se apoiar nessa tecnologia para bancarização. O executivo informa que 71% dos micropagamentos ainda são realizadas em dinheiro em espécie.

Essas operações geram custos para as instituições com a logística de transporte das cédulas. Para diminuir esses gastos, os bancos sentaram à mesa e definiram um modelo de operação que poderá ser utilizado por todas as instituições, independentemente de terminal e de operadora para gerar escala.

Para implantar esse modelo, os bancos decidiram que a identificação dos usuários nas transações será pelo celular. Assim, o correntista que quiser mandar um DOC para outra pessoa, vai fazer a transferência, utilizando o número da linha.

O correntista terá um aplicativo do seu banco no celular e, segundo Prado, a transferência será simples. Ele poderá entrar na sua lista de contatos e mandar um SMS para o banco, solicitando o crédito para determinada conta. Seu banco mandará uma mensagem de volta informando que se a operação foi concretizada.

No momento, os bancos estão discutindo a regulamentação para definir o limite de valor por transação e por dia. Esse processo deverá passar pelo Banco Central para formalizar os mecanismos que vão garantir que os valores sejam creditados em tempo real.

Segundo Prado, os bancos vão utilizar a mesma infraestrutura de TI existente atualmente para processar as operações de m-payment. “O que teremos é uma câmara de compensação diferenciada”, diz o executivo.
Os bancos fecharão acordos com as teles para as tarifas do SMS. De acordo com Prado, cada instituição negociará seu contrato para gerar competição.

17 de jun. de 2011

EMPRESA PROPÕE IDEIAS INOVADORAS PARA O MOBILE BANKING

portal Teletime 16/06/2011

Estimular a criação de ideias inovadoras foi a iniciativa que a MJV Tecnologia e Inovação definiu para participar d Ciab 2011, que termina nesta sexta-feira, 17, em São Paulo. O tema proposto por ela para discussão foi: "E se banco fosse 100% mobile?". As mais de 180 sugestões criativas coletadas no estande da companhia na feira geraram novas discussões e sugestões, que serão postadas para que os debates tenham continuidade, após o evento, no site (www.crowdbanking.com.br) criado pela empresa.

"Até o fim da feira esperamos receber mais de 500 sugestões, para que os vários aspectos sobre um modelo um banco mobile, para acesso via celular e outros dispositivos móveis", explica Ysmar Vianna, diretor da empresa. Ele diz que ela é especializada no modelo de criação design thinking, cuja premissa básica é pensar sob a ótica do consumidor ou usuário, testar idéias e propor soluções inovadoras.

A MJV também promoveu sua nova plataforma mobile para a criação de aplicativos de SMS, a Brazapp, uma espécie de loja de apps, mas que não é baixada pelo consumidor, que interage com a aplicação diretamente no portal via mensagem de SMS.

A TIM já é parceira do serviço, que conta com mais de 160 opções disponíveis, em dez categorias diferentes. Segundo Vianna, ele entrará no ar em julho, através das operadoras Vivo e Claro, e em breve com a Oi, com a qual a empresa estava negociando.

O modelo de negocio é de revenue share, em que o desenvolvedor recebe uma parte dos R$ 0,31 que o consumidor paga por SMS. "Essa idéia inovadora nasce no Brasil com o objetivo de expandir as possibilidades de uso de SMS, que é ainda pouco explorado como serviço", diz o executivo, cuja expectativa é explorar o mercado de 200 milhões de celulares, a maioria no modelo pré-pago.

De acordo com a empresa, apenas 3% dos usuários acessam a internet por smartphones, sendo que os restantes 97% utilizam o serviço de mensagens de SMS. Até 2013, a expectativa é que o trafego de SMS ultrapasse 10 trilhões de mensagens em todo o mundo.

Para os desenvolvedores interessados, a Brazapp oferece, gratuitamente, o uso da plataforma, bastando a pessoa ou empresa se cadastrar. Depois de passar pelo crivo de conteúdos impróprios, o aplicativo pode ficar no modelo "Labs" para ser endereçado para um grupo restrito (por exemplo, uma agenda de um consultório médico), ou de forma "Pública", depois de homologado, para os consumidores.

A meta é chegar a 5 mil aplicativos no primeiro ano de criação da plataforma, motivo pelo qual a empresa esta fazendo parcerias para aumentar o numero de aplicativos, sejam desenvolvedores, clientes ou financiadores. "A própria TIM está desenvolvendo uma ação junto aos seus funcionários para que eles possam criar aplicações", finaliza Vianna.

5 de mar. de 2011

CRIADORA DA PAGGO DIVERSIFICA ATUAÇÃO

portal TIi Inside 03/03/2011

Montar uma solução fim a fim com marca própria e tentar difundi-la em um mercado dominado por gigantes nem sempre é a melhor opção. A Freeddom, empresa que criou a tecnologia por trás do sistema de mobile payment da Paggo, aprendeu isso ao longo dos últimos anos e reformulou sua estratégia de atuação. "Abrimos a cabeça: não temos mais só um produto e não vendemos apenas para operadoras", explica Cícero Torteli, um dos sócios fundadores da Freeddom, cujo nome foi trocado após a venda da marca Paggo para a Oi. A empresa ainda é a fornecedora de tecnologia para o sistema Paggo, como prestadora de serviço, mas está com uma série de outros projetos na área de mobile payment. Sua proposta não é mais montar produtos, mas oferecer para os clientes soluções de cobrança através do celular.

Entre os projetos em andamento dois chamam a atenção. O primeiro consiste no provimento da solução de mobile payment para o maior banco da Nigéria, o UBA, cujo teste piloto foi iniciado em janeiro. A Freeddom está fornecendo a tecnologia para a implementação de uma conta corrente simplificada móvel, acessada via SMS ou através de aplicativos para RIM OS e Symbian, sistemas operacionais mais usados na Nigéria. Outro projeto de porte é uma solução de compra de recarga de pré-pago via cartão de crédito (Visa ou Mastercard) através do celular para uma grande operadora brasileira, com lançamento previsto para abril.

Varejistas e Megassena

Além de bancos e operadoras, a Freeddom tem negociado com grandes varejistas que possuem bandeiras próprias de cartão de crédito. A idéia é integrar mobilidade aos sistemas deles, o que permitirá vendas remotas.

Outra novidade criada pela empresa é uma solução para aposta na Megassena através do celular usada por um serviço batizado como "Jogga" e lançado comercialmente em dezembro passado. O usuário compra créditos pela Internet, usando seus cartões de crédito, e depois realiza apostas via SMS nas dezenas escolhidas. Por enquanto não há integração com as lotéricas: funcionários do "Jogga" precisam ir pessoalmente até as casas lotéricas fazer as apostas. Os comprovantes são guardados sob custódia pela empresa responsável pelo "Jogga", mas quem faz o controle de eventuais vencedores é o sistema da Freeddom, que avisa o apostador por SMS caso ele tenha ganhado. É cobrada do consumidor uma taxa de R$ 0,99 por jogo, cuja receita é dividida entre a Freeddom e os administradores do "Jogga". Atualmente estão sendo feitas entre 500 e 600 apostas por semana usando o sistema, que conta com um large account para TIM e Claro e números móveis para envio do SMS na Oi e na Vivo.

Receita e investidores

O faturamento da Freeddom em 2009 girou em torno de R$ 20 milhões e, apesar dos variados novos projetos, deve ficar no mesmo patamar este ano. Torteli explica que a empresa recebe por transação efeitvada, o que só a permite crescer conforme aumenta a adesão aos serviços, o que leva tempo. Enquanto isso, a empresa procura atrair investidores estrangeiros para financiar a sua expansão, aproveitando o bom momento vivido pela economia brasileira, explica Torteli.

9 de fev. de 2011

MASTERCARD MOVIMENTA US$ 221 BILHÕES NA AL

jornal Valor Econômico 09/02/2011 - Adriana Cotias

Puxada pelo Brasil, a América Latina foi uma das regiões de maior crescimento da MasterCard no ano passado. A bandeira fechou 2010 com 2,8 bilhões de transações no bloco que inclui o Caribe, considerando-se compras e saques, mas sem contar as marcas Cirrus e Maestro. Isso gerou um movimento bruto de US$ 221 bilhões, com acréscimo de 17,4% (em moeda local) em relação a 2009. Só no quarto trimestre, foram 801 milhões de transações, em US$ 66 bilhões. O número de cartões com a marca cresceu 4,5% nesse intervalo, totalizando 127 milhões.

A MasterCard não abre os números do Brasil, mas segundo o presidente da subsidiária local, Gilberto Caldart, a bandeira cresce no país em linha com o mercado.
"Seguimos o fluxo de crescimento na indústria." Os dados preliminares da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) apontam um crescimento de 21% no volume transacionado no ano passado, entre débito, crédito e cartões "private label" (marca do próprio lojista), um giro equivalente a R$ 538,3 bilhões.

Comparativamente ao que movimenta no mundo, a América Latina e o Caribe representam menos de 10% dos negócios da MasterCard, razão pela qual o ritmo nesses mercados tende a ser mais acelerado, com o Brasil exercendo papel-chave. "Estamos otimistas com os prognósticos para o setor, neste e nos próximos anos, com a crescente substituição do cheque e do dinheiro pelos meios eletrônicos de pagamento, que representam só um quarto do consumo privado", diz Caldart. "Há um movimento de bancarização em curso no Brasil e vamos ajudar na inclusão financeira com o lançamento de estruturas de pagamentos móveis e também com os pré-pagos."

Em fase de testes, em São José dos Campos, interior de São Paulo, está o projeto de "mobile payment", numa iniciativa conjunta da MasterCard com o Itaú, Redecard e a Vivo. No segmento de pré-pagos - que promete ser uma das forças da nova bandeira elo, negócio compartilhado por Bradesco, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal -, a bandeira comprou, no ano passado, a divisão de administração de cartões pré-pagos da Travelex, por US$ 458 milhões, e o primeiro produto resultante dessa aquisição no país deve ser o cartão de viagem, que vai rivalizar com o Visa Travel Money, da principal concorrente. "Começamos por viagens e depois vamos lançar outras linhas", conclui Caldart.

5 de jan. de 2011

SE DEPENDER DO GOOGLE, CARTEIRA DIGITAL VAI PAGAR ATÉ A CONTA DA PADARIA

jornal Valor Econômico 05/01/2011 - Bloomberg

O Google estuda criar um serviço de pagamentos e de publicidade que permitirá aos usuários comprar pão e leite ao passar por uma caixa registradora ou aproximar seu telefone celular dela na saída das lojas, segundo duas fontes a par dos planos da companhia.

O serviço pode estrear neste ano, disseram as fontes, que não quiseram se identificar porque o site ainda não fez um anúncio formal sobre o assunto. A tecnologia é conhecida como comunicação de campo próximo (NFC, na sigla em inglês), que pode emitir e receber informações sem fio a partir de uma distância de 10 centímetros.

O Google junta-se a uma série de empresas que querem entrar no mercado de NFC, que pode vir a dominar mais de 30% dos pagamentos mundiais por telefones celulares, que deverão chegar a US$ 1,13 trilhão em 2014, segundo o IE Market Research Corp.

Em novembro, a VerizonWireless, AT&Te T-Mobile USA formaram empreendimento conjunto chamado ISIS para oferecer um serviço baseado na tecnologia NFC em 2012. A Visa testa pagamentos com esse sistema e planeja lançá-los comercialmente em meados deste ano, segundo Bill Gajda, chefe de inovação em aparelhos móveis da Visa.

"É uma corrida para ganhar terreno", disse Jaymee Johnson, porta-voz, da ISIS, à revista "Bloomberg Businessweek".

16 de dez. de 2010

GOOGLE ADQUIRE DESENVOLVEDORA DE TECNOLOGIA NFC

portal TI Inside 14/12/2010

O Google comprou a Zetawire, desenvolvedora de tecnologia de Near Field Communications (NFC), padrão que possibilita a comunicação entre dispositivos a curtas distâncias normalmente utilizado para aplicações móveis, tais como pagamento móvel e transferências de informações. O objetivo do site de buscas com a aquisição é equipar a nova versão do sistema operacional Android, o Gingerbread, e equipar o seu novo smartphone, o Nexus S, com a tecnologia, segundo informações do 451 Group, blog composto por analistas de tecnologia.

A transação foi concluída em agosto, mas só revelada nesta semana. De acordo com informações do blog, o valor da compra foi muito baixo, "como a maioria dos negócios do Google", mas marca o ingresso da companhia em um novo mercado. O 451 Group especula que a intenção do Google foi somente expandir o portfólio de patentes e, consequentemente, aumentar os atributos de seus produtos.

A Zetawire é uma start-up canadense que desenvolve plataformas de pagamento móvel que visam transformar o celular, ou smartphone, em um meio de pagamento – em substituição ao cartão de crédito. Segundo especulações na blogosfera internacional, a empresa tem entre dois e quatro funcionários, instalados num pequeno escritório no Canadá.

5 de out. de 2010

UNICOMER ADERE À REDE DE PAGAMENTOS MÓVEIS DA REGALOCARD

redação Serfinco 05/10/2010

A RegaloCard, empresa global de pagamentos móveis, anunciou uma parceria com o Unicomer Group, líder varejista na América Central e República Dominicana.
Através da sua plataforma própria de pagamentos móveis e um modelo de negócios único, a RegaloCard criou uma nova categoria de produto, a microtransferência, permitindo que consumidores enviem instantânea e gratuitamente pequenos valores direcionados para usos específicos. O serviço da RegaloCard funciona em qualquer modelo de telefone celular e em qualquer operadora do mundo, além de ser tão fácil de usar como um cartão telefônico pré-pago.

As redes La Curacao, Tropigas Almacenes e Luis Loco são bandeiras do Grupo Unicomer bem conhecidas, com mais de 300 lojas de varejo em Guatemala, Honduras, El Salvador, República Dominicana, Nicarágua e Costa Rica. O RegaloCard agora pode ser usado para comprar uma grande variedade de produtos como computadores, móveis, brinquedos, artigos de decoração, artigos infantis, celulares, artigos esportivos e produtos eletrônicos de consumo oferecidos em qualquer um dos inúmeros pontos de venda na América Central.

A adição do Unicomer Group expande a lista crescente de varejistas e marcas líderes na América Latina a ingressar na rede da RegaloCard.



28 de set. de 2010

BB E CIELO FAZEM PARCERIA PARA OPERAR OI PAGGO

portal Brasil Econômico 28/09/2010 - Ana Paula Ribeiro e Thais Folego

O Brasil Econômico apurou que o BB e a credenciadora irão fazer uso da Oi Paggo, plataforma de pagamento por meio de celular que foi criada em 2007.

Fontes do mercado acreditam que a Oi Paggo será utilizada para incrementar os negócios envolvendo pagamentos móveis (mobile payment) da holding Elo.

Essa holding, que é uma parceria entre o BB e o Bradesco, possui três segmentações em seu desenho inicial. A Cielo, controlada pelos dois bancos, é o braço credenciador.

A outra segmentação é de benefícios, como o Visa Vale. O terceiro braço é a criação da bandeira de cartões Elo, que deverá ter os primeiros cartões emitidos em outubro.

Esse não é o primeiro passo da Cielo em pagamentos móveis. Em agosto, a empresa comprou 50,01% do capital social da M4U, empresa que atua no desenvolvimento de ferramentas móveis, incluindo pagamentos e recarga de celulares.

1 de set. de 2010

PAGAMENTOS POR CELULAR E PRÉ-PAGOS SÃO OS TEMAS DA MASTERCARD NO C4 2010

release Tamer Comunicação Empresarial 01/09/2010

A MasterCard marca presença na sexta edição do Congresso de Cartões e Crédito ao Consumidor (C4-2010). Participam do evento o vice-presidente de Produtos Pré-Pagos da MasterCard Brasil, Carlos Ogata, e o vice-presidente de Pagamentos Avançados da MasterCard Brasil, Luiz Guilherme Roncato. Ogata irá discorrer sobre as oportunidades para soluções pré-pagas no Brasil e no mundo, enquanto Roncato será um dos participantes do painel sobre pagamentos por celular.

Os dois projetos são prioridades de negócios para a MasterCard no Brasil. Na área de pré-pagos, uma pesquisa da MasterCard realizada pela Boston Consulting Group e PSE Consulting prevê gastos de US$ 115 bilhões om cartões pré-pagos na América Latina e Caribe até 2015, ou seja, apresenta um potencial de crescimento muito grande em toda a região.

Reconhecendo essa oportunidade, a MasterCard está incentivando a inovação em vários setores com a oferta de soluções em pré-pagos no setor público, no comércio e para mercados de consumo na região inteira.

Já em pagamentos móveis a MasterCard anunciou no final de 2009, em parceria com Itaú Unibanco, Redecard e Vivo, a criação de uma plataforma de meios de pagamento para telefones celulares, em projeto piloto que em breve estará disponível no mercado.

Pioneira no mundo, a iniciativa tem o objetivo de oferecer uma solução completa a ser utilizada por qualquer emissor, adquirente e operadora de telefonia móvel para disponibilizar pagamentos iniciados pelo telefone celular usando a rede de pagamentos da MasterCard.

01 de setembro – 16h00
Painel – Luiz Guilherme Roncato
Tema: Pagamento por celular, biometria, contact less e outras novidades.“É para valer ou ainda demora?”

03 de setembro – 10h50
Palestrante - Carlos Ogata
Tema: Cartões Pré-Pagos: um mercado em plena ebulição e de potencial pouco conhecido. “Que oportunidades existem nesse segmento? Como pode deslanchar no Brasil?”

25 de ago. de 2010

BRASIL TEM CONDIÇÕES DE USAR CELULAR COMO FORMA DE PAGAMENTO, DIZEM VIVO E MASTERCARD

portal InfoMoney 25/08/2010 - Tabata Pitol Peres

O pagamento de compras de bens e serviços deve movimentar US$ 200 bilhões até 2012. A afirmação foi feita pelo CEO da Mastercard Brasil, Gilberto Caldart, durante apresentação no Mobile Money, evento que acontece em São Paulo nesta quarta (25) e quinta-feira (26) e que discute os serviços financeiros associados à mobilidade.

"Há algum tempo discutia-se se seria possível usar o celular como forma de pagamento. Isso já é realidade no mundo, de várias formas. Já temos pessoas que pagam suas compras, suas contas e até transferem dinheiro para outras pessoas por meio do celular. O celular como forma de pagamento já é uma realidade", afirma.

Porém, segundo Caldart, o desafio agora é fazer com que essa se torne uma realidade também no Brasil. "Obviamento já temos o uso do celular como forma de pagamento no Brasil, mas ainda não é algo muito popular. Porém, o Brasil tem condições de utilizar esse serviço em grande escala, em pouco tempo", afirma.

Potencial

Ainda segundo o executivo, o Brasil é um país bastante tecnológico, com pessoas ávidas por novas tecnologias. "Temos aqui o maior número de usuários de Twitter e Orkut e isso é significativo", afirmou. E completou: "além disso, temos um grande número de celulares por habitante e também temos um número muito grande de pessoas sem acesso a formas rápidas e eficientes de pagamento. Esses são ingredientes fundamentais para que o celular conquiste o lugar que hoje é do cheque, do cartão e do dinheiro"'.

O diretor de negócios da Vivo, Silvio Antunes, concorda. Segundo ele, durante muito tempo, o uso do celular como forma de pagamento foi adiado no Brasil por uma série de necessidades que não estavam prontas, mas que agora estão. "Houve momentos em que não tínhamos rede de cobertura eficaz, infraestrutura adequada e segurança suficiente. E hoje já temos tudo isso. Além do mais, hoje temos o principal, um público que possui celular e está disposto a utilizado para outras funções além de falar e mandar SMS"'.

Sobre o público, Caldart fez ainda uma importante observação. "Temos que falar que o pagamento via celular pode ser utilizado mesmo por quem ainda não tem conta em banco. E, no Brasil, muitos trabalhadores informais ainda não a tem, mas já possuem um celular pré-pago. Por isso não canso de repetir, o Brasil tem todos os itens necessários para que essa forma de pagamento se torne muito popular, como é hoje o cartão de crédito", finaliza.

24 de ago. de 2010

CITI LANÇA APLICATIVO PARA iPHONE

portal Mundo do Marketing 24/08/2010 - Sylvia de Sá

O Citi lança o aplicativo para iPhone Citi Brasil. Agora, os clientes poderão localizar agências e caixas eletrônicos da instituição financeira, além dos serviços da rede Banco 24 Horas. O Brasil é o primeiro país a receber a nova ferramenta do grupo, que está disponível para download gratuito na App Store. Um dos destaques da novidade é o recurso de realidade aumentada. Com o uso do vídeo e da função bússola do iPhone, o usuário aponta o celular para uma determinada direção e o sistema fornece todos os pontos de atendimento da região em imagens reais e tridimensionais.

O aplicativo também permite traçar rotas, apresenta detalhes dos pontos de atendimento, telefones úteis e a opção de fale conosco via e-mail. A iniciativa faz parte da estratégia do Citi Brasil de valorizar o relacionamento e as aplicações mobile.

OI PROMOVE OI PAGGO EM AÇÃO VIA SMS

portal Mundo do Marketing 24/08/2010 - Thiago Terra

A Oi realiza a promoção “Oi Paggo Teste Grátis” para seus clientes, que poderão simular uma compra pelo sistema de mobile payment da operadora. A promoção oferece como premiação um carro 0 km e 10 notebooks. Os interessados devem enviar um SMS com a mensagem “Teste Grátis” para concorrerem ao sorteio.

A ação acontece até o dia 23 de outubro e o regulamento está disponível no hotsite. A promoção é voltada para clientes maiores de 18 anos e que residam nos estados do Rio de Janeiro, Pernambuco, Minas Gerais, Bahia, Alagoas, Rio de Grande de Norte, Paraíba e Ceará.