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20 de nov. de 2011

MASTERCARD NEGOCIA EMBARQUE DE APP EM CHIPS DE TODAS AS OPERADORAS BRASILEIRAS

portal Teletime 11/11/2011

A Mastercard está negociando com todas as operadoras celulares brasileiras para que seu aplicativo de m-payment seja embarcado em SIMcards a partir de 2012. Será o lançamento comercial da solução que vem sendo testada há um ano em São José dos Campos com 17 mil pessoas em parceria com a Vivo e o Itaú Unibanco. O aplicativo em questão permite que o usuário realize pagamentos com seu cartão de crédito através do celular. A Vivo, por ter participado do teste piloto, é uma das operadoras que com certeza adotará a solução. As demais estão em fases variadas de negociação, algumas mais adiantadas que outras. Em 2012, o aplicativo será embarcado também nos chips das operadoras Movistar na América Latina, que pertencem ao grupo espanhol Telefônica, o mesmo que controla a Vivo. A ideia é que a região sirva de ponta de lança para o produto, que será levado em seguida para o resto do mundo, explica o vice-presidente de plataformas inovadoras da Mastercard no Brasil e Cone Sul, Luiz Roncato. Paralelamente, estão sendo realizados testes com outro emissor em duas cidades brasileiras diferentes, mas seus nomes não podem ser revelados. E mais dois emissores iniciarão experiências em breve no País, afirma Roncato.

O aplicativo ocupa aproximadamente 20 Kb de memória, o que é muito para um SIMcard, haja vista que algumas operadoras ainda trabalham com modelos de 64 Kb. O custo de um upgrade para modelos de 128 Kb ou 256 Kb é um dos fatores levados em conta na negociação das teles com a Mastercard. Outra questão considerada é que o app não pode ser instalado remotamente, via OTA (over the air). Ou seja, o usuário precisa trocar de chip. O obstáculo é minimizado por Roncato, lembrando que o churn médio no Brasil gira em torno de 20% ao ano. Em outras palavras: um quinto da base brasileira já troca naturalmente de chip anualmente. A Mastercard optou pela solução em SIMcard porque ela é acessível a qualquer aparelho GSM, de gama baixa a alta. "Quem atende a base da pirâmide consegue atender ao topo. A solução com SIMcard é simples, barata e permite alcançar a população bancarizada e não bancarizada", justifica o executivo. Quanto à interface, que no SIMcard não é muito atraente, Roncato lembra que ela pode ser alterada a pedido do banco emissor. Nada impede, por exemplo, que seja desenvolvido no futuro um app para iOS ou Android interligado ao sistema de mobile payment da Mastercard.

Descrição

Na solução da Mastercard é o consumidor quem inicia uma transação. Através do app, a pessoa escolhe o cartão a ser usado (podem ser cadastrados vários cartões na mesma carteira eletrônica), digita um código de identificação do estabelecimento comercial, o valor da compra e a sua senha. As informações são transferidas via SMS para um gateway de pagamentos móveis da Mastercard, o MPG (Mobile Payment Gateway), que faz a intermediação com a rede de adquirência conectada ao estabelecimento comercial. Uma das vantagens desse sistema é não demandar a troca das máquinas de POS. Os códigos de identificação de lojas visitadas recorrentemente podem ser salvos na memória do aplicativo para que o consumidor não precise digitá-los novamente.

Além de pagamentos a estabelecimentos comerciais, o aplicativo da Mastercar no SIMcard permite uma série de outros serviços, como a compra de créditos para pré-pagos, remessas internacionais, transferências de valores entre pessoas físicas etc. Esses serviços podem ser lançados gradativamente, conforme a demanda do banco emissor e a permissão da regulamentação. Por sinal, a facilidade de recarga de pré-pagos é vista por Roncato como um dos benefícios que deve atrair as teles a embarcar o app em seus SIMcards.

Os testes em São José dos Campos serviram para a Mastercard avaliar melhor sua solução. Roncato lista algumas das conclusões: "O SIMcard é extremamente seguro para transações financeiras. Não tivemos nenhum problema de segurança. E conseguimos estabilizar bem a comunicação via SMS".

NFC

A solução em SIMcard não é a única da Mastercad em pagamentos móveis. A empresa atua em várias outras frentes simultaneamente. No Brasil, por exemplo, conforme adiantou Mobile Time em setembro, a experiência da Paggo e da Cielo no Nordeste para pagamentos via celular usa um cartão Mastercard co-branded Oi e Banco do Brasil. No exterior, por exemplo, os testes com o Google Wallet utilizam cartões Mastercard e tecnologia de comunicação por aproximação (NFC, na sigla em inglês).

A Mastercard possui uma solução de pagamentos via NFC batizada de "PayPass", que na América Latina encontra-se em testes na Argentina e no Chile. Neste caso, porém, é necessário adaptar as máquinas de POS. "Aqui no Brasil estamos trabalhando o ecossistema. É preciso quebrar a inércia (para adoção do NFC)", comenta. Segundo Roncato, mais de um emissor brasileiro já tem cartões com NFC embarcado prontos para serem lançados a qualquer momento.

USO DO SMS PARA COBRANÇA DE DÍVIDAS DOBRA ENTRE 2010 E 2011

portal InfoMoney 04/11/2011 - Viviam Klanfer Nunes

Entre 2010 e 2011 foi observada uma queda de 166% na utilização dos correios pelas principais empresas de cobranças, por conta da popularização dos serviços de SMS (short message service), que dobraram no mesmo período.

Citando dados do Instituto Geoc (Gestão de Excelência Operacional em Cobranças) a Comunika - especializada em mobile business - ressalta que neste ano as principais empresas de cobrança no Brasil enviaram, mensalmente, mais de 6 milhões de torpedos SMS e 1,5 milhão de cartas destinadas a consumidores de todo o País, solicitando a quitação de débitos.

Em 2010, no entanto, a situação era outra, com as cartas sendo o recurso mais utilizado para tal fim. Foram 4 milhões de cartas contra 3 milhões de torpedos enviados por mês.

As ações de cobranças - com objetivo de recuperar o crédito - através do SMS corporativo ainda são novidades no mercado. No entanto, segundo a Comunika, a aplicação desse recurso nas cobranças está fazendo efeito, mostrando-se eficiente no relacionamento com consumidores que possuem pendências.

Vantagem
O gerente de negócios da Comunika, Daniel Bulach, acredita que o uso do SMS ajuda os consumidores, no sentido de tomar as providências rapidamente, antes do bloqueio do seu crédito, porque a mensagem é recebida instantaneamente, ao passo que as cartas levam de 3 a 7 dias para chegar.

Os investimentos em tecnologia por parte das empresas de cobrança possivelmente vão se expandir até o final do ano. Isso será reflexo, conforme afirma a superintendente do Igeoc, do aumento do crédito, que deverá atingir 48% do PIB (Produto Interno Bruto) até o final do ano.

Bulach ainda comenta duas outras vantagens da tecnologia: a discrição e eficiência. O SMS é um tipo de ferramenta que não interrompe as atividades dos usuários, já que fica armazenado até sua leitura. Bulach ainda lembra uma pesquisa feita pela Acision em 2010, que revelou um percentual de 79% de usuários dispostos a receber mensagens via celular, desde que sua privacidade seja respeitada.

11 de out. de 2011

SETOR BUSCA MODELO PARA A INTEGRAÇÃO

jornal Valor Econômico 29/09/2011 - Genilson Cezar

Ganhar escala é o maior desafio para a efetiva implantação no Brasil do mobile payment. Do ponto de vista da tecnologia, esse é um assunto praticamente superado, pelo menos segundo os vários projetos pilotos já em desenvolvimento no país, que exercitam as mais diversas tecnologias de comunicação por meio de aparelhos celulares, como chips SIM Card, SMS (Short Message Service), transmissão via satélite e outros tipos de interação e formas de liquidação de transações financeiras.

"Pretendemos que os modelos sejam experimentados para atingir escala, através da redução de custos operacionais, otimizando esforços entre os parceiros - bancos, operadoras de telefonia e de cartões de crédito, comerciantes e fabricantes de equipamentos - para oferecer uma proposta de valor que seja atrativa para um maior número de clientes", explica Percival Jatobá, diretor de produtos sênior da Visa, maior operadora de cartão de crédito do país.

Desde 2008, a Visa testa uma solução de pagamento via celular, em parceria com o Banco do Brasil - o Visa Mobile Pay - que permite aos clientes do banco solicitar compras em qualquer estabelecimento credenciado pela operadora. Em 2009 lançou, também com o BB, um projeto que objetiva realizar pagamentos através da tecnologia Near Field Communications (NFC). Ou seja, a comunicação por proximidade entre o celular e o terminal de vendas (POS) da loja. Nesse último caso, o celular foi desenvolvido especialmente para este fim pela Nokia. "Nossa proposta é colocar à disposição dos clientes soluções de alta tecnologia, baseada em quatro pilares fundamentais: interoperabilidade, universalidade, segurança e conveniência. Sem isso, os clientes não vão aderir a esse novo canal de negócio", diz.

A Cielo se prepara para lançar em outubro um cartão de crédito, via celular, em parceria com o Banco do Brasil e a Oi. A empresa já tem soluções que transformam smartphones Apple e Motorola, com sistema operacional Android, em máquinas POS. O sistema funciona com pacote de dados 3G/GPRS de qualquer operadora de telefonia móvel ou rede sem fio Wi-Fi e está habilitado para todas as bandeiras. A ideia é possibilitar a compra remotamente, via celular, com conexão por SMS. "O objetivo é atender segmentos que não atendíamos antes, como médicos e dentistas", diz Rogério Signorini, diretor de inovação e produtos emergentes da Cielo.

Para Raul Barbosa, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito (Abecs), o que se procura agora é encontrar um modelo padrão que envolva todos os agentes desse novo nicho de negócio: bancos, operadoras de telefonia e de cartões, comerciantes e fabricantes de equipamentos. "Essa padronização passa pelo uso das plataformas de cartões, que estão em expansão, com taxas de 20% no ano passado e 24% este ano", diz ele.

As operadoras acreditam que estão cada vez mais próximas de ampliar e facilitar o acesso da população aos serviços financeiros com segurança e com a vantagem da mobilidade. A Oi, segundo Maxim Medvedovsky, diretor de varejo, pretende estimular a entrada de 1 milhão de novos cartões por ano, nos próximos dois a três anos.

A TIM executa diversos acordos com os principais bancos, informa a assessoria de comunicação da empresa. São parcerias que permitem aos clientes realizar transações, como consulta a saldos, transferências e compra de recarga. No final de 2010, a TIM e o Itaucard fizeram um acordo para oferta de cartões de crédito exclusivos para seus clientes, via celular.

Outro papel fundamental das operadoras de telefonia no mercado brasileiro, segundo a TIM, diz respeito ao mobile money. "A empresa acredita que, para oferecer o serviço, sejam necessárias soluções simples e ao alcance da sua ampla base de clientes, que possam contar com uma grande rede de pontos de vendas. Desta forma, permitirá ao assinante ter o celular com sua carteira virtual segura, representando sua conta corrente ou mesmo o cartão de crédito, o que aumenta a possibilidade das operadoras em oferecer diversos serviços, tais como pagamentos móveis, compra e transferência de recarga e remessas nacionais ou internacionais de dinheiro", diz comunicado da empresa.

Telefone vai ser carteira eletrônica

O pagamento de compras de cartões de crédito utilizando a tecnologia Near Field Communications (NFC), que vai transformar celulares em carteiras eletrônicas, é uma solução que está sendo experimentada por alguns bancos e operadoras de cartão de crédito. Mas as empresas não estão acomodadas e procuram novas soluções. Segundo Percival Jatobá, diretor de produtos da Visa, a empresa adquiriu várias empresa dentro do âmbito de canais digitais (internet ou celular) para oferecer a melhor plataforma para transações no celular. Um exemplo, indica ele, foi a compra da Fundamo, uma das principais fornecedoras de serviços financeiras móveis para operadoras de rede móvel.

A tecnologia Near Field Communications (NFC), que permite a comunicação sem fio a curta distancia entre aparelhos eletrônicos, é inovadora e deverá transformar os celulares em carteiras eletrônicas para pagamentos. Cielo e Visa são duas operadoras que realizam testes pontuais com essa tecnologia e é possível que até o final do ano os equipamentos para leitura e realização de transações estejam disponíveis no mercado varejista.

A Caixa Econômica Federal, diz Paulo Nergi Boeira de Oliveira, diretor executivo de estratégia e distribuição, quer incentivar entre os clientes bancarizados o uso do Caixa Celular, com a inclusão da funcionalidade "compras", em estabelecimentos com equipamentos POS, por meio da vinculação de cartão de débito ao celular.

22 de jul. de 2011

MUNDIALMENTE, MAIS DE 141 MI USARÃO DISPOSITIVOS MÓVEIS EM TRANSAÇÕES BANCÁRIAS EM 2011

portal InfoMoney 22/07/2011

Um estudo divulgado na última quinta-feira (21) pela consultoria Gartner aponta que o número de usuários que utilizam serviços de pagamento móveis vai ultrapassar 141,1 milhões em 2011, volume 38,2% superior ao registrado em 2010, quando o total de usuários atingiu 102,1 milhões em todo o mundo.

Os dados ainda indicam que o volume de pagamentos através de dispositivos móveis vai chegar a US$ 86,1 bilhões, 75,9% acima do alcançado em 2010, quando o volume foi de US$ 48,9 bilhões.

Desempenho dos países em desenvolvimento não surpreende

Apesar das projeções de crescimento, o Gartner acredita que o mercado de pagamentos móveis está crescendo menos do que o esperado. Nas regiões em desenvolvimento, em especial, o crescimento mais intenso parece não estar se confirmando. “Nos mercados em desenvolvimento, apesar das condições favoráveis para o pagamento móvel, o crescimento não é tão forte quanto se esperava”, afirmou o diretor de pesquisa da consultoria, Sandy Shen.

Nas regiões em questão, os fornecedores ainda estão trabalhando no sentido de adaptar suas estratégias às necessidades locais. O que acontece é que, apesar dos mercados em desenvolvimento possuírem elementos favoráveis para a penetração do pagamento móvel, como alta utilização de aparelhos celulares e baixa penetração bancária, isso não é garantia de sucesso. É preciso, porém, que os prestadores de serviços adaptem suas estratégias às necessidades do mercado local.

Comportamento do consumidor

Já em relação aos mercados desenvolvidos, o analista da Gartner observa que as companhias estão anunciando as perspectivas frente à comunicação de campo próximo (Near Field Communication - NFC) sem se ater à real complexidade de tal modelo de serviço. Shen afirmou que a adoção em massa do modelo de pagamento NFC ainda vai precisar de mais quatro anos para se concretizar.

O grande obstáculo desse negócio é a necessidade de mudar o comportamento do consumidor, ou seja, trabalhar no sentido de fazê-lo entender as vantagens em trocar o pagamento tradicional, com dinheiro e cartões, pelo pagamento via dispositivos móveis.

Tecnologias

O Gartner espera que o SMS (Short Message Services – serviço de envio de mensagens curtas) e o USSD (Unstructured Supplementary Service Data) permanecerão como as principais tecnologias de acesso, sobretudo nos mercados em desenvolvimento, devido às restrições dos telefones móveis.

Já o WAP (Wireless Application Protocol) será a tecnologia dominante nos mercados desenvolvidos, locais onde a internet móvel é amplamente disponível e ativada usualmente pelos telefones. Estima-se ainda que a tecnologia WAP responderá por cerca de 90% de todas as transações realizadas na América do Norte, e de 70% na Europa Ocidental.

Transferências monetárias

A perspectiva é que as transferências monetárias e as recargas de celulares sejam os principais serviços utilizados pelos clientes nos mercados em desenvolvimento. Esses serviços são extremamentes importantes nas estratégias desenvolvidas pelas empresas no sentido de fazer com que os consumidores utilizem mais os serviços de pagamentos através dos dispositivos móveis.

Isso porque, nesses países, as pessoas valorizam a conveniência de transferir dinheiro para parentes e recarregar seus créditos de contas de celulares. Esses dois serviços, acredita-se, vão responder por 54% das transações na Europa Oriental.

30 de jun. de 2011

DINAMARCA: TELCOS APOSTAM EM PAGAMENTOS VIA NFC E BANCOS COLOCAM FÉ EM SMS

portal CardClipping

Um grupo de quatro operadoras dinamarquesas de redes de telefonia móvel se uniram para desenvolver uma plataforma comum para pagamentos via celular, com tecnologia NFC.

Telia Denmark, TDC, Telenor Denmark e 3 Denmark formaram uma empresa para desenvolver em conjunto uma plataforma de carteira móvel, na tentativa de substituir o uso de cartões e do dinheiro.

O sistema tornará mais fácil e seguro a realização de pagamentos sem contato, independentemente da operadora que o cliente utiliza, e vai assegurar uma transição suave se as pessoas mudam de empresa de telefonia, dizem os parceiros.

Os aparelhos habilitados com cartões NFC SIM devem chegar ao mercado no final de setembro e a aposta é que a carteira digital estará plenamente adotada em poucos anos.

O projeto dinamarquês segue um modelo semelhante ao adotado por empresas de telecomunicações nos EUA (consórcio Isis) e no Reino Unido (parceria entre Everything Everywhere, Telefónica e Vodafone).

Enquanto isso, os bancos da Dinamarca também trabalham juntos mas em um tipo diferente de sistema de pagamentos móveis, usando mensagens de texto. O serviço BankSMS deve ser lançado ainda este ano, permitindo que os usuários iniciem a compra de bilhetes de transporte através do envio de uma mensagem de texto com um código de produto. O comprador, então, recebe uma mensagem descrevendo o bilhete solicitado e seu custo antes de concluir a compra, respondendo "sim". O bilhete é então enviado através de texto e os custos debitados de uma conta bancária relacionada.

Os bancos alegam que o sistema SMS oferece um modelo viável e universal, que todos os consumidores podem usar na ausência de infraestrutura existentes para NFC.

17 de jun. de 2011

EMPRESA PROPÕE IDEIAS INOVADORAS PARA O MOBILE BANKING

portal Teletime 16/06/2011

Estimular a criação de ideias inovadoras foi a iniciativa que a MJV Tecnologia e Inovação definiu para participar d Ciab 2011, que termina nesta sexta-feira, 17, em São Paulo. O tema proposto por ela para discussão foi: "E se banco fosse 100% mobile?". As mais de 180 sugestões criativas coletadas no estande da companhia na feira geraram novas discussões e sugestões, que serão postadas para que os debates tenham continuidade, após o evento, no site (www.crowdbanking.com.br) criado pela empresa.

"Até o fim da feira esperamos receber mais de 500 sugestões, para que os vários aspectos sobre um modelo um banco mobile, para acesso via celular e outros dispositivos móveis", explica Ysmar Vianna, diretor da empresa. Ele diz que ela é especializada no modelo de criação design thinking, cuja premissa básica é pensar sob a ótica do consumidor ou usuário, testar idéias e propor soluções inovadoras.

A MJV também promoveu sua nova plataforma mobile para a criação de aplicativos de SMS, a Brazapp, uma espécie de loja de apps, mas que não é baixada pelo consumidor, que interage com a aplicação diretamente no portal via mensagem de SMS.

A TIM já é parceira do serviço, que conta com mais de 160 opções disponíveis, em dez categorias diferentes. Segundo Vianna, ele entrará no ar em julho, através das operadoras Vivo e Claro, e em breve com a Oi, com a qual a empresa estava negociando.

O modelo de negocio é de revenue share, em que o desenvolvedor recebe uma parte dos R$ 0,31 que o consumidor paga por SMS. "Essa idéia inovadora nasce no Brasil com o objetivo de expandir as possibilidades de uso de SMS, que é ainda pouco explorado como serviço", diz o executivo, cuja expectativa é explorar o mercado de 200 milhões de celulares, a maioria no modelo pré-pago.

De acordo com a empresa, apenas 3% dos usuários acessam a internet por smartphones, sendo que os restantes 97% utilizam o serviço de mensagens de SMS. Até 2013, a expectativa é que o trafego de SMS ultrapasse 10 trilhões de mensagens em todo o mundo.

Para os desenvolvedores interessados, a Brazapp oferece, gratuitamente, o uso da plataforma, bastando a pessoa ou empresa se cadastrar. Depois de passar pelo crivo de conteúdos impróprios, o aplicativo pode ficar no modelo "Labs" para ser endereçado para um grupo restrito (por exemplo, uma agenda de um consultório médico), ou de forma "Pública", depois de homologado, para os consumidores.

A meta é chegar a 5 mil aplicativos no primeiro ano de criação da plataforma, motivo pelo qual a empresa esta fazendo parcerias para aumentar o numero de aplicativos, sejam desenvolvedores, clientes ou financiadores. "A própria TIM está desenvolvendo uma ação junto aos seus funcionários para que eles possam criar aplicações", finaliza Vianna.

14 de jun. de 2011

SMS É NOVA FERRAMENTA DA SERASA EXPERIAN

portal Cliente S/A 13/06/2011

A Serasa Experian, bureau de crédito, começou a usufruir da tecnologia SMS a favor dos consumidores para a regularização de pendências financeiras. Quando receber solicitação de seus clientes para a anotação de uma dívida vencida e não paga, a empresa poderá enviar instantaneamente essa informação ao consumidor, que ganhará tempo para tomar as providências para negociar a dívida com seu credor.

O comunicado via SMS não substituirá a comunicação prévia, enviada por correio, informando sobre a solicitação de anotação no banco de dados. Mas dará uma vantagem de tempo ao consumidor, antecipando, com grande velocidade e praticidade, essa informação.

"O SMS é uma forma de comunicação simples, prática, acessível e já constamos que o novo público consumidor, na maioria das vezes, utiliza-se de aparelhos celulares, afirma Ricardo Loureiro, presidente da Serasa Experian. O presidente ainda completa que o SMS vem para dar mais flexibilidade ao consumidor que passa a receber uma chave de consulta pessoal para acesso a seus dados completos, com total sigilo.

30 de mai. de 2011

ITAÚ DISPONIBILIZA NO CELULAR CÓDIGO DE SEGURANÇA PARA TRANSAÇÕES

portal Executivos Financeiros 27/05/2011

Clientes Itaú podem receber no celular o código de segurança para realizarem transações via internet e telefone. A novidade, chamda de iToken SMS, permite realizar as transações de onde o cliente estiver, mesmo sem o dispositivo gerador de senhas na mão. Ele funciona como o iToken tradicional, com a diferença de que o código é enviado por SMS para um número de celular cadastrado.

Para realizar determinadas operações pela internet ou pelo telefone, é solicitado ao cliente um código do iToken. Com o lançamento do novo serviço, pode-se optar entre o iToken e o iToken SMS Itaú. Ao selecionar essa, automaticamente, será encaminhado para o celular, via SMS, o código iToken para realizar a operação.

Para acionar o serviço, o cliente cadastra o número de celular para o qual o código de segurança deverá ser enviado via internet, confirma o cadastro no caixa eletrônico, ou vai a qualquer agência. Ele está disponível para quem realiza operações bancárias pela internet ou telefone e já tem o iToken habilitado.

“O Itaú investe cada vez mais em modernas tecnologias para facilitar a vida e assegurar a tranquilidade e a segurança dos clientes ao realizar transações bancárias”, afirma Ricardo Guerra, diretor de Canais do Itaú Unibanco. “O mundo está em plena transformação e o Itaú está atento às necessidades dos clientes. Nesse contexto, essa novidade alia os requisitos de segurança ao celular, que está presente na vida da maioria das pessoas”.

9 de nov. de 2010

GAP E VISA ASSOCIADAS EM PROL DE MELHOR EXPERIÊNCIA DE COMPRA

redação Serfinco 09/11/2010

Muitos varejistas e fornecedores de tecnologia defendem o poder da personalização. Estudos têm mostrado que clientes abordados com oferta personalizada são mais propensos a converter a informação em compra.

A varejista de vestuário e acessórios Gap lançou uma campanha de marketing, usando mensagem de texto personalizada e adequando ofertas ao histórico de transações com cartões Visa.
De acordo com o site de notícias Internet Retailer, a Gap começou por enviar e-mails à sua base, incentivando seus clientes a visitarem a página Gap Móvel 4 U, no site da Visa, e a cadastrarem seus números de cartão e de celular.

O número do cartão é utilizado pela Visa para ver o histórico de transações dos participantes (não apenas na Gap) e identificar tendências. Com base nessas informações, a varejista enviará dois SMS por semana com ofertas personalizadas.

O Gap 4 U Mobile é um serviço interativo por celular, destinado a melhorar a experiência de compra dos consumidores. Seus recursos e funcionalidades monitoram as compras feitas, em qualquer lugar e pagas com cartões Visa, para adequar as ofertas ao perfil de consumo de cada cliente.

7 de set. de 2010

SOCIÉTÉ GÉNÉRALE MIRA A ÁFRICA EM M-PAYMENTS

redação Serfinco 02/09/2010

O Société Générale (SocGen), uma das maiores instituições financeiras europeias, lançou um serviço de transferência de dinheiro e pagamento de contas com o uso de telefone celular no Senegal.

Apoiado em tecnologia da norte-americana Obopay, o serviço Yoban'tel está aberto a qualquer pessoa com um celular, independentemente da operadora que utiliza e quer tenha ou não uma conta bancária.

As transferências são efetuadas através de SMS , sem a necessidade de ajustes no chip ou de instalação de aplicativo.

A implantação no Senegal será seguida pelo lançamento em todos os países africanos. Futuramente, o SocGen pode expandir o Yoban'tel para transformá-lo em um sistema de m-pagamento com funcionamento em todo o mundo.

A subsidiária do banco no Senegal assinou parcerias com diversos agentes locais para ajudar a disseminar o serviço. A instituição de microfinanças Crédito Mútuo du Senegal vai oferecer cadastramento e administração de caixa, enquanto as lojas da operadora móvel Tigo vão encarregar-se da distribuição. A estação de televisão Canal+ Horizons Senegal aderiu, permitindo o pagamento de assinaturas por meio do sistema.

Nos últimos dois anos, a África registrou um crescimento expressivo na oferta de pagamentos móveis, no rastro do enorme sucesso do M –Pesa no Quênia. Um relatório publicado pela Arthur D Little, no ano passado, prevê que o volume global de transações atingirá US $ 250 bilhões em 2012, impulsionado pela África e outras regiões em desenvolvimento.