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22 de ago. de 2011

CIELO IMPLANTA SEGURANÇA NACIONAL EM REDE DE PAGAMENTOS COM A NEWNET

portal CardClipping

A Cielo - líder em adquirência de estabelecimentos e em processamento de pagamentos no Brasil, e uma das cinco maiores processadoras de pagamentos do mundo - anunciou a escolha da solução TraxcomSecure® Total Control 1000 (TC1000) da NewNet, como a plataforma de segurança de processamento de transações no lançamento de sua próxima geração de rede nacional de processamento de pagamentos. A NewNet Communication Technologies, uma empresa do portfólio da Skyview Capital, é reconhecida como líder em segurança de processamento de transações, entrega de conteúdo multimídia móvel e infraestrutura de rede sem fio.

Paulo Guzzo, Vice-Presidente de TI e Operações da Cielo, declarou que a eficiência, segurança e performance oferecidas pela NewNet possibilitarão à Cielo oferecer serviços inovadores e de alta qualidade em pagamentos para e-commerce e m-commerce.

O sistema TC1000 será implantado em múltiplos locais em cada POP (Points-of-Presence) para atender a rede Cielo em rendimento e requisitos de desempenho. Com alta velocidade, a rede tem a capacidade de lidar com vários bilhões de transações por ano e permitirá à Cielo fortalecer ainda mais sua posição de liderança no mercado.

O portfólio de produtos da NewsNet inclui soluções por discagem, banda larga e celular nas plataformas TC1000 e AccessGuard. Estas soluções permitem que operadoras de telefonia móvel e fixa, processadores de pagamento e adquirentes, e fornecedores de aplicativos financeiras ampliem serviços de transações tradicionais de pagamento para o universo móvel e de banda larga. As operadoras podem oferecer novos e inovadores serviços de pagamento via celular, dispositivos Bluetooth, telefones equipados com NFC, tablets e outros dispositivos móveis com leitores de cartão. Com a capacidade para interoperar com dispositivos de ponto-de-venda de qualquer fabricante, a NewNet oferece aos clientes uma plataforma robusta, com os mais elevados padrões de disponibilidade, confiabilidade, segurança e desempenho.

16 de ago. de 2011

PAGAMENTO ELETRÔNICO: PREOCUPAÇÃO COM A MARCA IMPULSIONA SEGURANÇA

portal Maxpress 12/08/2011 – release Press Consult

Uma pesquisa realizada pela Trustwave, líder em segurança e compliance, em parceria com a CyberSource, empresa do Grupo Visa, junto a estabelecimentos comerciais que praticam eCommerce, revelou que 70 porcento dos pesquisados apontam a “proteção da marca” como principal motivador de iniciativas de controle mais rigorosas contra hackers e outros riscos à segurança dos meios de pagamento.

Segundo o levantamento, apenas 26 porcento das empresas pesquisadas apontaram penalidades por não cumprimento de conformidade às normas como o principal motivador.

Em setembro de 2006, a indústria mundial de pagamentos eletrônicos estabeleceu o padrão PCI DSS, que oferece diretrizes para o armazenamento, processamento e transmissão segura dos dados de portadores de cartões. A não conformidade com tais recomendações pode gerar penalidades financeiras para os bancos adquirentes, podendo também ser repassadas para os estabelecimentos comerciais, a depender de seus respectivos contratos.

"Uma violação dessa norma acarreta graves consequências para quase todas as divisões da cadeia de negócios de eCommerce”, afirma Dayna Ford, diretora sênior de Gestão de Produto da CyberSource. "Mas, de longe, o impacto mais prejudicial é sobre a marca da empresa, afetando não só a receita, mas também a lealdade do cliente, e até mesmo os níveis de valorização de ações”. conclui a executiva.

"Estudos como o ‘Relatório de Práticas e Tendências em Segurança nos Pagamentos’, servem para ajudar as organizações a aprender mais sobre as melhores práticas e as bases de custos para se atingir níveis adequados de segurança, afirma James Paul, vice-presidente sênior de Serviços de Compliance Global da Trustwave ."

ALGUNS RESULTADOS DA PESQUISA

- Transferênca de responsabilidade sobre os dados: Ao longo dos próximos 24 meses, uma proporção crescente de organizações pretende remover dados de pagamento de seu próprio ambiente, como forma de reduzir os riscos de segurança.

- Ganho de Eficiência: Organizações que não capturam, transmitem ou armazenam dados dentro de sua própria rede tendem a empregar menos pessoas, validar a conformidade com PCI DSS mais rapidamente, e operar com um menor custo global para a gestão de segurança de pagamentos.

- Comerciantes "data out" gastam menos com infraestrutura: 75 por cento das empresas de comércio classificadas como PCI DSS Nível 1, que removeram os dados de pagamento de seus ambientes, gastam menos de US $ 500.000 em sua infraestrutura de segurança de pagamento. Apenas 60 por cento daqueles que guardam os dados in-house podem comemorar esta marca.

- Risco não limitado a outsiders: Num contra-senso em relação ao esperado, os entrevistados que disseram sentir a ameaça de roubo de dados vinda dos próprios funcionários, perfazem um número semelhante aos que temem a ameaça de hackers externos.

O Relatório Práticas e Tendências em Segurança nos Pagamentos, também abrange abordagens sobre a conformidade com PCI DSS, certificados de validação estendida de níveis de segurança, propriedade da segurança de pagamento e gerenciamento de custos em segurança de pagamentos.

28 de jun. de 2011

HACKERS ROUBAM US$ 2,7 MILHÕES DE USUÁRIOS DE CARTÃO DE CRÉDITO

portal IDG Now! 27/06/2011 - IDG News Service

O Citigroup confirmou perdas de 2,7 milhões de dólares após crackers (hackers que usam seus conhecimentos para o crime) terem roubado números de cartões de crédito de seu site e utilizado dados sigilosos de clientes em fraudes.

A instituição financeira divulgou a falha no começo do mês. Recentemente, admitiu que os criminosos tinham capturado dados de 360 mil usuários de cartões de crédito nos Estados Unidos. Segundo a empresa, os hackers não tiveram acesso ao sistema central de processamento de cartões. Mesmo assim, conseguiram dados como números, nomes de usuários e endereços.

Até agora, não estava claro se algum esquema de fraude com essas informações tinha ocorrido, como resultado das informações obtidas. Com o anúncio do Citigroup, agora é possível saber que, até agora, 3,4 mil contas tiveram perdas, que se aproximam da casa dos 3 milhões de dólares. O banco afirma que os clientes não vão arcar com esse prejuízo.

Nos últimos meses, os hackers têm promovido uma série de ataques a empresas e instituições, entre elas Sony, FBI, FMI e Presidência da República do Brasil.

17 de jun. de 2011

HACKERS CAPTURAM DADOS DE 360 MIL USUÁRIOS DE CARTÕES DE CRÉDITO

portal IDG Now 16/06/2011 - IDG News Service

O estrago foi maior que o divulgado. Mais de 360 mil contas de cartão de crédito do Citigroup foram atingidas por um ataque de crackers (hackers que usam seus conhecimentos para ações criminosas) realizado em maio. Segundo informações divulgadas no começo do mês pelo banco, “apenas” 210 mil clientes tinham sido afetados.

Segundo o procurador geral do estado de Connecticut (Estados Unidos), George Jepsen, as informações fornecidas pela instituição financeira foram incompletas. Essa atitude teria sido motivada para proteger os clientes afetados de potencial ataques de criminosos.

Como resposta às declarações de Jepsen, o Citigroup divulgou ontem (15/6) que os clientes não foram alvo de uso “não autorizado de suas contas” e que o sistema principal de processamento de cartões e outros serviços de online banking não foram comprometidos pelo ataque.

Informações bancárias como nome, número de conta e dados para contato de correntista, entre outras, foram capturadas pelos criminosos. Porém, o banco afirma que dados essenciais para fraudes, como data de nascimento, vencimento do cartão ou número de segurança não foram vistos pelos invasores.

Segundo o banco, outras informações sobre como o ataque aconteceu não serão divulgadas, pois a investigação exige esse sigilo. A instituição afirma que “aprimorou seus processos” para que isso não volte a acontecer. Mais de 210 mil contas tiveram seus cartões de crédito inutilizados, com novas unidades sendo enviadas aos usuários.

O banco tem sido criticado pela demora na divulgação para os correntistas de que seus dados foram capturados por criminosos. As informações reveladas na quarta confirmam que os clientes foram avisados no dia 3/6, mais de 20 dias depois de o Citigroup ter detectado a falha.

Vale lembrar também que, embora os hackers possam não ter obtido informações completas sobre os portadores de cartões, as informações de contato são suficientes para os golpistas tentarem obter mais dados, por meio de ataques direcionados.

15 de jun. de 2011

DIEBOLD: ATM TABLET E OUTRAS NOVIDADES

portal Baguete 14/06/2011 - Gláucia Civa

A Diebold Brasil anuncia uma série de lançamentos, entre eles uma ATM-Conceito, um terminal de caixa no formato tablet e um novo modelo de correspondente bancário focado no mercado latino.

O primeiro, batizado de ATM Wall, é um caixa eletrônico com parede formada por displays multitoque, que se acende quando um usuário se aproxima e apresenta uma interface que mais lembra um iPad ou iPhone.

Se o usuário escolher a função ‘saque’, por exemplo, a ATM apresentará ícones das cédulas e o usuário deverá arrastá-las até o local indicado de saída do dinheiro – nesse caso, uma fenda real na parede dispensará as cédulas.

Caso o usuário queira tirar seu extrato, também deverá escolher o ícone de extrato e arrastá-lo até o ícone da impressora.

Para manter a privacidade do correntista, no momento do uso, pequenas divisórias laterais de vidro tornam-se opacas automaticamente; e o acesso será por meio de biometria.

Outra novidade é o ATM para Compartilhamento, que utiliza uma plataforma de software que dá a cada instituição financeira autonomia para gerenciar as transações e a construção da interface com seu correntista.

Já o terminal de caixa “tablet” é o um PC de mão com tela de 10’ que incorpora uma série de periféricos, de modo a permitir várias transações bancárias, inclusive atender clientes na fila do caixa.

As novas soluções de autoatendimento da Diebold também conta com a série Opteva, que inclui desde um cash-dispenser com medidas bem reduzidas até os mais complexos, com verificação biométrica, que permitem o depósito de cheques e dinheiro em maço.
O Opteva BR610, por exemplo, é um terminal com função de consultas e saques que foi especialmente desenhado para instalação em lojas de conveniências, shoppings etc.

Já o modelo BR 620 possui todas as funções de um caixa eletrônico, incluindo saque, consulta, depósito, pagamento de contas e é ideal para antessalas de agências e postos de pagamentos de empresas e repartições públicas.

O Opteva BR 630, por sua vez, disponibiliza as funções de saque, consulta e possui reciclador de notas e depósito de cheques com imagem.

Outro novo terminal é o TPG 4500, preparado para receber pagamentos de contas em dinheiro e uso por não correntistas, dando troco em cédulas ou moedas.

Há, ainda, o TA 5000, terminal compacto para realizar operações financeiras em locais com pouca infraestrutura para informática. A máquina é voltada ao uso como correspondente não bancário.

A Diebold também apresenta novidades na área de segurança, especialmente para caixas eletrônicos.

A primeira delas é a do entintamento de cédulas – tecnologia pela qual o numerário presente nos cassetes dos caixas eletrônicos será pintado com uma tinta especial não lavável, nem com água e nem com solventes, em caso de tentativa de intrusão do cofre.

A tecnologia, desenvolvida pela empresa, foi pensada para que a tinta se espalhe apenas em caso de tentativa de abertura forçada ou não autorizada dos cofres das ATMs.

A companhia também lança um sistema integrado de segurança voltado para antessalas de agências e ambientes monitorados.

A solução estará integrada com os sensores dos terminais dos caixas eletrônicos, permitindo obter informações de qual sensor do terminal foi alarmado e com a imagem correspondente do CFTV sendo apresentada no sistema de monitoração, tudo centralizado na instituição financeira.

Com esta informação, dependendo da situação e do procedimento, o artifício de destruição do numerário poderá até ser acionado remotamente, além do acionamento de força policial, entre outros recursos.

A Diebold também apresenta uma nova impressora de recibos com impressão em ambos os lados, que permite reduzir o desperdício de papel; e a Impressora Híbrida, que é voltada ao segmento bancário e agrega maior velocidade à geração de cupons no caixa, com capacidade de autenticação de contas e boletos.

A impressora híbrida integra, em um único produto, impressão térmica e autenticação por impacto, tudo usando o mesmo papel térmico das atuais impressoras de recibo.
A máquina, apesar de nova, já é usada por clientes como Banco do Brasil, Santander, Itau e Caixa.

Sistemas para truncagem e processamento de documentos e projetor interativo multimídia, que agrega dispositivo de projeção, alto-falantes, comunicação sem fio, teclado e mouse, também fazem parte da lista de lançamentos da Diebold.

A companhia levará todos os lançamentos para o 210 Ciab Febraban, que ocorre da quarta-feira, 15, à sexta, 17, no ExpoTransamérica, em São Paulo.

A Diebold tem matriz em Ohio e conta com cerca de 16 mil funcionários, presentes em mais de 90 países.

No Brasil, está sediada em São Paulo, com mais de 3,2 mil colaboradores.
Além da área financeira, a empresa atende aos segmentos de indústria, comércio, governo, saúde e utilities.

No país, a companhia foi responsável, por exemplo, pela fabricação das urnas eletrônicas para as eleições de 1998, 2000, 2004, 2006, 2008 e 2010.

Além de fabricante, a Diebold também presta serviços como outsourcing, segurança, infraestrutura e suporte técnico.

ACCENTURE MOSTRA APLICAÇÕES PARA A AGÊNCIA DO FUTURO NO CIAB FEBRABAN 2011

portal Maxpress 13/06/2011 – release Burson-Marsteller

A Accenture, empresa de consultoria, tecnologia e outsourcing, apresentará aplicações para a agência bancária do futuro no Ciab FEBRABAN 2011 - Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras -, de 15 a 17 de junho, no Expo Center Transamérica, em São Paulo. Entre os destaques estão as demonstrações de mobilidade, identificação, segurança e mídias sociais , desenvolvidas nos laboratórios de tecnologia da Accenture em Sophia Antipolis, na França.

“Buscamos o que temos de mais inovador nos nossos centros globais de conhecimento e trouxemos para apresentar ao mercado. Acreditamos que o futuro do sistema bancário passará por conhecer sempre mais as necessidades dos clientes, de forma a oferecer melhoria do atendimento e novas oportunidades de negócios”, informa Leonardo Framil, líder da área de Finanças da Accenture na América Latina. “Por meio do conhecimento integrado do setor, a Accenture está apta a auxiliar os bancos em suas demandas atuais e futuras”.

No Centro de Conhecimento da Accenture, estruturado especificamente para o evento, será possível conhecer e interagir com soluções de:

•Identificação e segurança: para identificação dos clientes nas agências, com o uso de biometria e tecnologia sem contato, para garantir a segurança das transações.
•Rastreamento visual – ligado à identificação e segurança, a câmera é usada para identificar os clientes, no momento que eles entram na agência. Com isso, será possível ofertar produtos e serviços sob medida para cada necessidade e se antecipar às demandas.
•Mídias sociais: duas demonstrações apresentam como é possível engajar melhor os potencias clientes e os atuais, por meio de ferramentas de colaboração e multicanal. Será possível acompanhar um caso de seguro de vida, que mostra como o uso dessas aplicações aliadas a analytics podem melhorar a interação com os clientes.
•Pagamentos móveis – uma demonstração de como novas aplicações no iPad celular permitirão alavancar as funções de pagamentos bem como toda o conteúdo do mobile banking.
•Cloud Computing, provisionamento de redes e desktops virtuais.
•A jornada de um banco de alta performance por meio de modelos de processos de negócios, aplicativos e infraestrutura terceirizados.

Além disso, a Accenture ainda participará do congresso do Ciab. No primeiro dia (15), às 11h, no Auditório Eficiência Operacional, Marco Magalhães Santos, gerente sênior da Accenture, participa do painel “A Digitalização além da Truncagem”. No dia 17, às 9h, no mesmo auditório, Jair Merlo, executivo sênior da Accenture participa da palestra “Desenvolvimento Ágil e Arquitetura de Sistemas”.

Agende-se

Data: 15/6/11
“A Digitalização além da Truncagem”
Palestrante: Marco Magalhães Santos, Gerente Sênior da Accenture
Horário: 11h00- 12h30
Local: Auditório Eficiência Operacional

Data: 17/6/11
“Desenvolvimento Ágil e Arquitetura de Sistemas”
Horário: 9h – 10h30
Local: Auditório Eficiência Operacional
Com Jair A. F. Merlo, Executivo Sênior da Accenture

10 de jun. de 2011

HACKERS ACESSARAM INFORMAÇÕES DE CARTÃO DE CRÉDITO DE CLIENTES DO CITIBANK

portal TI Inside 09/06/2011

O Citigroup, grupo financeiro controlador do Citibank, confirmou nesta quinta-feira, 9, que hackers acessaram informações de cartão de crédito de dezenas de milhares de clientes nos Estados Unidos. Sean Kevelighan, porta-voz do banco para a América do Norte, disse que foi descoberta recentemente uma rotina de monitoramento de informações de contas e que 1% dos clientes da instituição financeira tiveram informações acessadas por cibercriminosos.

De acordo com o relatório de 2010, o Citi tem mais de 21 milhões de usuários de cartão de crédito da América do Norte. O banco não especificou exatamente quantas pessoas foram afetadas pela brecha do sistema que expôs informações de clientes. As informações relativas ao acesso não autorizado incluem nomes de titulares, os números de conta e endereço de e-mail, disse o Citi. Mas a brecha não comprometeu as informações pessoais adicionais, tais como números de CPF, data de nascimento, e os códigos de segurança do cartão ou vencimentos, segundo afirmou o porta-voz ao The Wall Street Journal. Ele acrescentou que os cartões de débito não foram afetados.

Segundo matéria do jornal Financial Times, a brecha ocorreu no "Citi Account Online", área on-line do banco em que é possível ver informações básicas do cliente como nome, número do cartão, telefone e e-mail. Segundo Kevelighan, o Citi está entrando em contato com os donos dos cartões afetados e que a empresa está empregando os meios necessários para que isso não aconteça novamente. "Para a segurança dos clientes afetados, nós não divulgaremos maiores detalhes sobre a brecha do sistema", disse.

30 de mai. de 2011

ITAÚ DISPONIBILIZA NO CELULAR CÓDIGO DE SEGURANÇA PARA TRANSAÇÕES

portal Executivos Financeiros 27/05/2011

Clientes Itaú podem receber no celular o código de segurança para realizarem transações via internet e telefone. A novidade, chamda de iToken SMS, permite realizar as transações de onde o cliente estiver, mesmo sem o dispositivo gerador de senhas na mão. Ele funciona como o iToken tradicional, com a diferença de que o código é enviado por SMS para um número de celular cadastrado.

Para realizar determinadas operações pela internet ou pelo telefone, é solicitado ao cliente um código do iToken. Com o lançamento do novo serviço, pode-se optar entre o iToken e o iToken SMS Itaú. Ao selecionar essa, automaticamente, será encaminhado para o celular, via SMS, o código iToken para realizar a operação.

Para acionar o serviço, o cliente cadastra o número de celular para o qual o código de segurança deverá ser enviado via internet, confirma o cadastro no caixa eletrônico, ou vai a qualquer agência. Ele está disponível para quem realiza operações bancárias pela internet ou telefone e já tem o iToken habilitado.

“O Itaú investe cada vez mais em modernas tecnologias para facilitar a vida e assegurar a tranquilidade e a segurança dos clientes ao realizar transações bancárias”, afirma Ricardo Guerra, diretor de Canais do Itaú Unibanco. “O mundo está em plena transformação e o Itaú está atento às necessidades dos clientes. Nesse contexto, essa novidade alia os requisitos de segurança ao celular, que está presente na vida da maioria das pessoas”.

28 de abr. de 2011

BANCOS DEVERÃO TER MAIS RIGOR PARA FORNECER CHEQUES, DETERMINA CMN

portal G1 28/04/2011 - Alexandro Martello

O Conselho Monetário Nacional aprovou nesta quinta-feira (28) uma regra mais rígida para a concessão de cheques, por parte das instituições financeiras, para seus correntistas, e também aumentou os instrumentos de controle sobre esta forma de pagamento.

O objetivo da medida, de acordo com a autoridade monetária, é aumentar a segurança, a transparência e a credibilidade dos cheques. Segundo o Banco Central, os cheques são utilizados, principalmente, a clientes com renda mais baixa.

"É preciso dar mais robustez a este instrumento para que as pessoas menos favorecidas, como pequenos comerciantes, tenham maior segurança. Não vai resolver todos os problemas. Discutimos muito esse assunto. Recebemos mais de 300 sugestões. As vítimas precisam ser protegidas. O que motivou [a mudança da regra] foi o aumento do número de reclamações sobre os cheques e de fraudes. Os cheques estavam se deteriorando em termos de imagem", informou o chefe do Departamento de Normas do BC, Sérgio Odilon dos Anjos.

Cheques sem fundo

De acordo com dados da autoridade monetária, os cheques responderam por 15% do volume total de pagamentos feito 2010. No ano passado, foram trocados 1,12 bilhão de cheques, no valor de R$ 1,029 trilhão. Deste volume total, 71 milhões de cheques foram devolvidos por motivos diversos, somando R$ 83 bilhões. Ao mesmo tempo, 63 milhões foram devolvidos por não ter fundos, totalizando R$ 70 bilhões. "Queremos aumentar a segurança, ainda que os cheques sejam um instrumento de pagamento em declínio", disse Odilon dos Anjos.

No primeiro trimestre deste ano, os dados do BC mostram crescimento no número de cheques sem fundo. Em janeiro, foram contabilizados quatro milhões de cheques sem fundo, valor que subiu para 4,7 milhões em fevereiro e para 5,9 milhões em março de 2011.

Mudanças

A partir de agora, será obrigatório que os bancos tornarem "explícitos" os critérios para o fornecimento e uso do cheque. Também devem manter os correntistas orientados sobre as medidas cabíveis no caso de descumprimento das regras, que devem estar previstas nos contratos de abertura de contas de depósitos.

"Em um prazo de um ano, todos bancos terão de refazer seus contratos com clientes, dizendo em que condições você vai dar cheque para esse pessoa. No contrato, têm de ficar claras essas condições", afirmou Odilon dos Anjos, do BC, lembrando que as instituições financeiras podem escolher para quais clientes vão fornecer os cheques.

Outra alteração é a obrigatoriedade de impressão da data de confecção nas folhas de cheque, criando mais um parâmetro de avaliação para os recebedores dos cheques. De acordo com a autoridade monetária, essa regra passa a vigorar em até seis meses. "Essa medida contribuirá para o aperfeiçoamento do controle do estoque de folhas de cheque mantido pelo correntista, evitando as folhas com data muito antiga", informou o BC.

Mais segurança

Para dar mais segurança, o CMN aprovou a exigência de apresentação de boletim de ocorrência policial, para as sustações ou revogações por furto, roubo ou extravio de folhas de cheque em branco, nos moldes do que ocorre atualmente para as sustações. Isso deverá ser feito em até dois dias úteis.

"A lei permite e dá direito ao cidadão de sustar. Está deixando claro em que condições pode sustar. Se foi roubado, pode sustar provisoriamente, mas, em dois dias úteis, tem de levar boletim de ocorrência da polícia aos bancos. Isso traz maior segurança", informou o chefe do Departamento do BC.

As instituições financeiras também serão obrigadas a disponibilizar informações sobre "ocorrências" relativas a um determinado cheque, visando aumentar a segurança no momento do recebimento. Para isso, entretanto, poderá cobrar uma taxa.

"Essas informações permitirão que o recebedor saiba, no ato da apresentação para pagamento, se o cheque está bloqueado por falta de confirmação de recebimento pelo correntista, ou se o documento está vinculado a conta de depósitos encerrada, entre outras ocorrências", explicou a autoridade monetária.

De acordo com Odilon dos Anjos, já existem entidades no mercado financeiro que oferecem informações sobre cheque sem fundo. "A norma está dando um comando aos bancos de que eles têm de disponibilizar diversas informações sobre as condições dos cheques. Podem criar uma entidade única para tornar mais fácil para o consumidor", declarou ele.

Também foi estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional a obrigatoriedade de os bancos que receberem depósitos efetuados por meio de cheque fornecerem, a pedido do emissor, e mediante apresentação do cheque e de autorização do beneficiário, o nome completo e endereço residencial e comercial do beneficiário-depositante.

"Hoje, se uma pessoa deu um cheque sem fundo, e quer resolver o problema, não sabe mais com quem está o cheque. Pela norma atual, o banco não tinha condições de oferecer o nome de quem tinha depositado o cheque. O banco, até onde tiver conhecimento, tem de passar essas condições, onde está. Para que o emissor possa ir atrás do cheque", disse o chefe de Departamento do BC.

18 de abr. de 2011

VISA PROMOVE TERMINAIS INTELIGENTES NO PANAMÁ

portal CardClipping 16/04/2011

A Visa anunciou na capital panamenha a implementação de um novo programa da norma de segurança dos dados de cartões de pagamento que irá conduzir os dados de autenticação dinâmica através de terminais compatíveis com o chip EMV.

A bandeira tem repetidamente destacado a necessidade de mudança das soluções de autenticação para tecnologias de dados dinâmicos, como o chip EMV. Desde 31 de março, todos os negócios fora dos Estados Unidos podem beneficiar-se do novo programa.

Ellen Riche, diretora de risco da Visa, declarou que a taxa global de fraude na bandeira ainda está em um nível historicamente baixo (menos de US$ 0,06 a cada US$ 100 em transações) mas está convencida de que o futuro na segurança está nos dados dinâmicos.

A experiência tem mostrado que à medida em que os mercados se movem na direção da adoção do chip se tornam menos vulneráveis à falsificação e à fraude.

Apesar de todos esses fatores, o programa não está disponível nos Estados Unidos devido à incerteza do mercado gerada pela recente regulamentação dos cartões de débito.

Os estabelecimentos que não cumprem os requisitos do programa para a colocação de terminais EMV estão sujeitos à exigência de validar, anualmente, sua conformidade ao padrão de segurança de dados da Visa.

As empresas que preenchem os requisitos devem continuar a proteger qualquer informação confidencial sob seus cuidados, assegurando que seus sistemas não armazenem dados da tarja, códigos de segurança ou números de identificação pessoal.

As estatísticas da Associação Panamenha de Crédito (APC), mostraram que, no final de fevereiro, 602.512 cartões de crédito estavam em circulação no País, gerando transações no valor de US$ 1,448 bilhão.

12 de abr. de 2011

BRTOKEN ADQUIRE LICENÇA DE PATENTE NORTE-AMERICANA

portal Decision Report 12/04/2011

A BRToken adquiriu no início de março de 2011 o licenciamento de uma patente da pointSET (empresa norte-americana especializada em invenções) chamada Methods and Apparatus for Transferring Data from a Display Screen, numerada como US 6,466,145.

O acordo fechado entre as empresas é para licenciamento exclusivo da patente nos EUA pelo período de três anos, tornando-se perpétuo após esse prazo inicial. O licenciamento demonstra que a BRToken domina a tecnologia e tem certeza da sua eficácia e eficiência.

Esse licenciamento faz parte do plano de internacionalização da BRToken e, como resultado imediato, torna-a a única empresa autorizada a comercializar, no território norte-americano, produtos com tecnologia de leitura de dados de tela para uso específico em um token.

A invenção da pointSET trata de formas de captura de informações de uma tela, usando imagens piscantes, sejam branco e preto, coloridas ou em tons de cinza. Isso completa o que a BRToken pensa e monta em termos de tecnologia.

O licenciamento da patente auxilia a companhia a pensar em novos produtos e soluções com alterações na tecnologia, além de permitir a atuação no mercado americano com no mínimo três anos de exclusividade.

16 de mar. de 2011

BRASIL TEM SISTEMA DE CARTÕES MAIS SEGURO QUE A MÉDIA MUNDIAL

portal Executivos Financeiros 16/03/2011

A pesquisa anual global sobre vulnerabilidades nos meios eletrônicos de pagamento realizada pela SpiderLabs, laboratório de segurança da Trustwave, apesar de destacar o Brasil como um dos países mais visados pelo crime cibernético em todos os seus níveis, mostra que ele está à frente de outros quando o assunto é a segurança de transações envolvendo cartões de pagamento a partir de terminais POS (popularmente conhecidas no comércio como “maquininhas de cartão”).

Segundo o diretor da empresa, Jarrett Benavidez, o Brasil está entre poucos países onde a rede de captura baseia-se, em grande parte, em POS conectados a redes fechadas e controlados diretamente pelos próprios adquirentes (operadoras). Esta característica permite um controle muito maior da rede, com os adquirentes levando suas taxas de segurança desde o núcleo do sistema até as bordas, no comércio.

Benavidez explica ainda que o Brasil é um dos países onde se encontra mais massificado o uso de cartões com chip. De acordo com dados do Banco Central, os pagamentos via cartões com chip, na função crédito passaram de 9,3% no fim de 2007 para 41,2% no total das vendas com cartão em 2009. Já na função débito, a participação desse tipo de plástico avançou de 15,5% para 39,4% no mesmo período.

De acordo com o diretor, o Brasil estará ainda mais seguro à medida em que os cuidados com a proteção se estendam entre todos os componentes da cadeia de pagamentos. Nesse sentido, o emissor deve insistir na disseminação de cartões com chip e continuar investindo na blindagem de suas redes.

18 de fev. de 2011

PROGRAMA DA VISA INCENTIVA COMERCIANTES A ADOTAREM TERMINAIS COM CHIP

portal Fator Brasil 18/02/2011

A Visa anunciou a implementação de um novo programa da Norma de Segurança de Dados da Indústria de Cartões de Pagamento (PCI DSS), que estimulará o uso da autenticação dinâmica de dados por meio da implantação de terminais compatíveis com o chip, capazes de processar pagamentos com e sem contato.

Pioneiro na indústria, o Programa de Inovação Tecnológica da Visa (TIP, na sigla em inglês), permitirá que os comerciantes elegíveis fiquem dispensados de validar anualmente sua conformidade com os padrões PCI DSS sempre que pelo menos 75% das transações anuais Visa de seu estabelecimento forem iniciadas em leitoras de chip. Todos os comércios estabelecidos fora dos Estados Unidos podem começar a se qualificar para o novo programa a partir de 31 de março de 2011. A Visa Europa anunciou um programa similar.

“A Visa tem ressaltado repetidamente a necessidade de contar com soluções de autenticação para migrarmos para tecnologias de dados dinâmicos, como o chip EMV”, afirma Ellen Richey, Chief Enterprise Risk Officer da Visa Inc. “Embora os níveis globais de fraude da Visa estejam sempre abaixo de seis centavos para cada cem dólares movimentados, acreditamos que o futuro da segurança está nos dados dinâmicos. Nossa experiência sugere que à medida que os mercados migrem para o chip, eles se tornem menos vulneráveis a fraudes resultantes de falsificações e, em última análise, aos ataques que visam o roubo massivo de dados.”

Apesar do interesse da indústria de pagamentos na tecnologia de chip e na autenticação dinâmica de dados, o programa não está disponível atualmente nos Estados Unidos. O motivo dessa indisponibilidade é a nova regulamentação para cartões de débito, que gerou incerteza no mercado.

Comerciantes estabelecidos fora dos EUA podem se qualificar para o programa caso já tenham validado sua conformidade com o padrão PCI DSS ou providenciado um plano para atingir essa conformidade e não estejam envolvidos em nenhum incidente recente de violação material de dados de portadores de cartões. Os comerciantes envolvidos nesse tipo de incidente serão elegíveis para participar desde que validem posteriormente sua conformidade com o PCI DSS. Já os estabelecimentos que não atenderem os requisitos para terminais EMV previstos no programa, incluindo aqueles cujo volume de transações é gerado principalmente pelo comércio eletrônico e por canais de aceitação MO/TO (vendas via correio ou telefone) ainda precisam validar sua conformidade com o PCI DSS anualmente, conforme preveem os programas de conformidade da Visa. Os comerciantes que se qualificarem devem continuar protegendo todos os dados confidenciais que permanecerem sob sua responsabilidade, tomando medidas para garantir que seus sistemas não armazenem dados de rastreamento, códigos de segurança ou senhas pessoais (PIN). Além disso, devem continuar seguindo os padrões PCI DSS, quando aplicáveis. Para mais detalhes sobre o programa, incluindo a lista completa dos requisitos para a elegibilidade, consulte o site www.visa.com/CISP.

"O chip EMV é uma plataforma tecnológica comprovadamente eficaz, permitindo que a indústria facilite o uso de dados dinâmicos e viabilize inovações na área de pagamentos", diz Jim McCarthy, presidente global de produtos da Visa Inc.. “Além disso, a adoção dos terminais de leitura de chips de interface dupla/sem contato por parte dos comerciantes viabilizará o surgimento de novos tipos de pagamentos baseados na comunicação por proximidade (NFC), incluindo os via dispositivos móveis.”

Histórico - Como resultado do aumento no foco na segurança de dados, da comercialização de novas tecnologias de segurança como criptografia e token, e do crescimento global no uso do chip EMV, muitos comerciantes estão em busca de orientação para garantir que seus investimentos na modernização dos ambientes de aceitação atuais não se perderão no futuro. Por reconhecer as vantagens da autenticação dinâmica via chip para a segurança, a Visa está oferecendo benefícios tangíveis aos comerciantes que migrarem ou expandirem sua infraestrutura de terminais POS a fim de aceitarem cartões com chip. A Visa incentiva os estabelecimentos comerciais que estão renovando seus terminais ou incorporando novas tecnologias de segurança, como criptografia ou token, a migrar para os dados dinâmicos por meio da adoção de leitoras de interface dupla/sem contato.

Em termos globais, a Visa continua dando suporte a vários de métodos de verificação do portador de cartão (CVMs), incluindo assinatura, PIN e sem assinatura no caso de transações de pequeno valor e baixo risco, mantendo a interoperabilidade entre esses métodos por meio da implantação de padrões técnicos, regras de negócios e programas de conformidade. O uso do PIN continuará dependendo do terminal adotado pelo estabelecimento comercial, do tipo de ativação do emissor e da opção do portador do cartão no ponto-de-venda.

Segurança de Dados de Várias Camadas - A Visa tinha dois objetivos ao adotar uma abordagem ampla, de várias camadas, para a segurança dos pagamentos: proteger os dados do cartão, qualquer que seja sua localização no sistema de pagamentos, e fazer investimentos estratégicos em tecnologias que permitam que os stakeholders respondam a incidentes e previnam fraudes. Alguns exemplos seriam:
Proteção de Dados - Incentivar a conformidade com o padrão de segurança PCI DSS em nível global. Mais de 76% dos maiores varejistas do mundo já validaram sua conformidade com o padrão de segurança.

Executar uma ação para garantir que os comerciantes não armazenem elementos de dados proibidos, como códigos de segurança do cartão e dados do PIN. Em todo o mundo, quase todos os estabelecimentos comerciais de Nível 1 e 2 já estão em conformidade com essa prática.

Apoiar a adoção do chip de contato EMV a fim de introduzir o uso de dados dinâmicos na autenticação, reduzindo assim os dados disponíveis para uso fraudulento.
Publicar as melhores práticas para eliminação/truncamento do PAN (números da conta do cartão) e uso de token e criptrografia, disponíveis no Visa.com/CISP.

Investimentos em Tecnologia

Desenvolver a infraestrutura de pagamento 3D-Secure, espinha dorsal do Verified by Visa, usada atualmente pela American Express, JCB e MasterCard para facilitar a autenticação dinâmica.

Usar tecnologias de rede inovadoras, como a Visa Advanced Authorization, que utiliza dados de transações para fornecer aos emissores de cartões uma pontuação de risco instantânea ? na própria mensagem de autorização.

Investir na CyberSource, a fim de fornecer os melhores serviços de gerenciamento de fraude do mundo. O conjunto de produtos da CyberSource fornece aos varejistas online as ferramentas de que eles precisam para melhor gerenciar e bloquear fraudes, antes que elas ocorram.

Nos próximos meses, a Visa disponibilizará mais orientações técnicas aos comerciantes, adquirentes, processadores e emissores que estão considerando a adoção da tecnologia de chip EMV.

Perfil-A Visa é uma companhia global de tecnologia de pagamento que conecta consumidores, empresas, instituições financeiras e governos em mais de 200 países e territórios com uma moeda digital rápida, segura e confiável. Esta moeda digital tem o suporte de uma das redes de processamento mais avançada do mundo – a Rede Visa – capaz de processar mais de 20 mil transações por segundo, com proteção contra fraudes para os consumidores e garantia de recebimento aos comércios. A Visa não é um banco, não emite cartões, não concede crédito ou fixa juros e taxas aos consumidores. As inovações da Visa permitem às suas instituições financeiras clientes oferecerem mais opções aos consumidores finais: pagar na hora com o débito, adiantado com o pré-pago ou depois com os produtos de crédito. | www.visa.com.br.

13 de jan. de 2011

VISA IMPLANTARÁ NOVO SISTEMA PARA DETECTAR FRAUDES COM CARTÃO DE CRÉDITO

portal IDG Now! 13/01/2011 – Léo King (IDG News Service)

A Visa implantará um novo modelo anti-fraude que aumentará a velocidade e a precisão ao tentar identificar fraudes com cartões crédito, anunciou a companhia nesta quinta-feira (13/1).

De acordo com a Visa, os novos sistemas permitirão detectar duas vezes mais fraudes em transações de risco e localizar até três vezes mais ação indevidas entre dois ou mais países.

As mudanças são o resultado de melhorias na plataforma principal de processamento da empresa chamada de Autenticação Avançada (Em inglês, Advanced Authorisation). Esse sistema analisa e identifica cada transação com potencial para ser uma fraude. Por segundo, são verificadas até 20 mil transações.

A plataforma, comunicou a Visa, oferece a possibilidade de prevenir fraudes "quase em tempo real", incluindo até ações rápidas de criminosos que tentam realizar transações em segundos ou minutos.

No início deste ano, a empresa também iniciou um novo sistema operacional permitindo que mais informações sejam analisadas por segundo, desempenhando funções de processamento mais complexas e oferecendo uma visão mais abrangente sobre os pagamentos globais.