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28 de jul. de 2011

SISTEMA DIGITAL DE COMPENSAÇÃO DE CHEQUES TERÁ CERTIFICAÇÃO DIGITAL

portal Convergência Digital 27/07/2011

Desde o dia 19 de julho, a rede bancária de todo país está utilizando o sistema de compensação digital por imagem, que consiste em agilizar e padronizar o prazo de compensação dos cheques. Agora, cheques de até R$ 299,99 serão compensados em dois dias e os acima desse valor, em um dia.

O próximo passo das instituições financeiras, será agregar o uso da certificação digital nas funcionalidades do sistema. Para a Federação Brasileira de Bancos – Febraban, a partir de 2012, toda a tramitação dos dados será realizada com o uso da certificação digital padrão ICP-Brasil. O diretor adjunto de Serviços da Febraban, Walter Tadeu de Faria, explica que cada banco optou por uma modalidade.

Há os que fazem a compensação na própria agência, utilizando scanners. Outras instituições, por sua vez, utilizam centralizadoras regionais dos bancos. “Em 2012, quando estivermos usando a certificação digital, completaremos a fase de implantação do novo sistema que agregará segurança, credibilidade e maior eficiência na compensação de cheques”, destaca.

Outras vantagens do novo sistema são a economia e a segurança que a digitalização proporcionará aos bancos. “Já é possível constatar uma melhora nas rotinas diárias de compensação. Os cheques não serão mais transportados, o que inibirá roubos e fraudes. A estimativa é que cada banco economize R$ 100 milhões por ano”, complementou o diretor.

25 de jul. de 2011

TRUE ACCESS ANUNCIA SOLUÇÃO PARA DIGITALIZAÇÃO SEGURA DE CHEQUES

portal Executivos Financeiros 22/07/2011

A compensação digitalizada de cheques que passa a ser obrigatória para os bancos a partir de janeiro de 2012, precisa ser um processo seguro. A True Access anuncia solução de certificação digital, que garante a validade da digitalização dos cheques entre as instituições financeiras.

A solução True Access, que inclui hardware e software, utiliza a criptografia para enviar as imagens digitalizadas de um banco ao outro. O DINAMO é um appliance de segurança desenhado para oferecer proteção no armazenamento de chaves públicas e privadas por meio de criptografia.

O sistema é o único que possui tecnologia 100% nacional e nativa para o SPB (Sistema de Pagamentos Brasileiro). Suas funcionalidades garantem integridade e o acesso restrito ao certificado eletrônico, utilizado para dar validade jurídica e fiscal a documentos.

21 de jul. de 2011

CLIENTE PAGA ATÉ R$ 6 PARA "VER" CHEQUE

jornal Valor Econômico 19/07/2011 - Aline Lima | De São Paulo

Para que um correntista do Banco do Brasil possa visualizar no site da instituição um cheque emitido por ele e já compensado - ou seja, consultar uma imagem que já está disponível no banco de dados do BB -, precisará desembolsar R$ 6. No Santander, o mesmo serviço custa R$ 4,50, enquanto no Bradesco e no Itaú Unibanco, sai de graça para os clientes.

O sistema bancário está obrigado, desde maio, a fazer a compensação de cheques por meio da digitalização da imagem. Ontem, o prazo de compensação de cheques com valores inferiores a R$ 299,99 caiu de quatro para dois dias úteis e de cheques acima de R$ 300, de dois para um dia útil. Efeito direto da digitalização.

Esse processo, conhecido por truncagem, tende, inclusive, a reduzir os custos das instituições financeiras. A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) estima uma economia de R$ 100 milhões só com o transporte dos cheques por malotes à Compe, câmara centralizadora de compensação do Banco Central (BC). A eliminação do trajeto físico também ajuda a diminuir fraudes, perdas e roubos. "Esperamos uma forte redução na clonagem e falsificação de cheques que proporcionaram, em 2010, um prejuízo estimado em R$ 1,2 bilhão para o comércio e de R$ 283 milhões para os bancos", afirma o diretor adjunto de serviços da entidade, Walter Tadeu de Faria.

Se os bancos são obrigados a digitalizar as imagens de cheques e vão economizar com isso, por que, então, cobrar do cliente a simples visualização? Carlos Wiechers, gerente de tecnologia do BB, argumenta que o modelo centralizado de compensação digital adotado pela instituição (e por boa parte do setor) ainda prevê o trânsito físico, já que a imagem é obtida a partir dos centros de compensação dos bancos, e não das agências.

No modelo descentralizado, como o utilizado pelo Bradesco, a captura da imagem é feita diretamente nas agências, permitindo que o processo seja de ponta a ponta online. "Há um movimento de descentralização em curso e, no futuro, os custos devem baratear para o cliente", afirma Wiechers, do BB. O BB opera com 15 centros no país e, além de participante da Compe, é a instituição responsável por executar as compensações na centralizadora.

Assim como o BB, o Santander opera de forma centralizada. Marcelo Zerbinatti, diretor de organização, tecnologia e processos do banco, diz que ajustes estão sendo feitos para que, em breve, o Santander passe a capturar as imagens de cheques em sua rede de agências. "Na medida em que todos os investimentos se estabilizarem, a tendência é oferecer mais vantagens aos clientes", diz Zerbinatti, para na sequência emendar: "Mas não só em termos de tarifa."

Embora a obrigatoriedade da truncagem tenha começado a valer para o sistema financeiro no fim de maio, os investimentos dos bancos nessa tecnologia ocorreram anos atrás.

O Santander começou a investir na digitalização de imagens há pelo menos uma década, período durante o qual boa parte dos recursos aplicados na infraestrutura tecnológica foi diferida, enquanto o serviço de visualização de cheques também era cobrado dos clientes.

"Parte do custo da digitalização é recorrente, como processar e armazenar a mídia, além de garantir a interface sistêmica", defende Zerbinatti. Manter as operações funcionando, no entanto, é obrigação do banco e faz parte do risco do negócio, rebate Renata Reis, supervisora de assuntos financeiros da Fundação Procon. "Esse tipo de custo não deve ser repassado ao consumidor, principalmente porque o serviço vai se reverter em benefícios financeiros e de segurança para o banco", diz.

Discutir valores de tarifas é complicado pois não existe um tabelamento. Como lembra Zerbinatti, do Santander, "o serviço não é obrigatório e o banco entende que é uma facilidade oferecida ao cliente". De fato, desde abril de 2008, quando o Conselho Monetário Nacional e o Banco Central disciplinaram a cobrança de tarifas bancárias, um pequeno conjunto de transações classificadas como "essenciais" passou a ser isento, como a realização de até quatro saques por mês. Mas serviços considerados "diferenciados", a exemplo da visualização de cheques, podem ser livremente taxados.

16 de jun. de 2011

BB TRANSFORMA AGÊNCIAS EM PONTOS DE DIGITALIZAÇÃO DE DOCUMENTOS

portal Convergência Digital 15/06/2011 – Fabio Barros

Menos de um mês após a entrada em operação do Compe – processo digital de compensação de cheques – o Banco do Brasil já iniciou a evolução do sistema. Hoje, os cheques recebidos nas agências são encaminhados a uma central do banco para digitalização, e o objetivo é que, no futuro, este processo seja realizado dentro das próprias agências.

O diretor de tecnologia do Banco do Brasil, Gustavo Fosse, apresentou os planos da instituição em um dos painéis do CIAB Febraban, nesta quarta-feira, 15/06. De acordo com o executivo, a proposta de digitalização de documentos descentralizada equivale à implantação do SPB (Sistema de Pagamentos Brasileiro) pelas oportunidades e benefícios que deve gerar.

Não por acaso, o processo em curso no BB deve se tornar referência no mercado financeiro. Afinal, o banco tem, hoje, 50 milhões de clientes, 7 mil agências, 45 mil terminais de autoatendimento e movimenta cerca de R$ 300 bilhões mensalmente. Fosse lembrou que a instituição responde hoje por 40% dos cheques compensados no País (1,1 bilhão em 2010) e que 93% de suas transações são realizadas eletronicamente.

“Hoje a digitalização dos cheques é feita em uma central do banco, em São Paulo. Neste momento estamos investindo para que este processo seja feito nas agências, que apenas trocará imagens com a central”, disse o executivo, sem revelar os valores envolvidos no projeto.

Uma vez transformadas as 7 mil agências em pontos de coleta de documentos digitais, o banco deverá computar redução de cerca de 40% em custos de transportes aéreos e de 36% em custos de transportes terrestres. “Além disso, deixaremos de emitir 15 mil toneladas de CO2”, diz. Na ponta do cliente, os prazos de compensação – hoje de 3 a 4 dias – cairão para 1 a 2 dias.

Para isso, o BB está conectando todas as suas agências. E o projeto envolve também a aquisição de mais discos para armazenamento e a instalação de micros e scanners de alta performance nas agências. “Esse investimento vai permitir a revisão de diversos processos no banco”, diz.

Na ponta do cliente, a promessa é de mais agilidade e comodidade no atendimento. “Com a certificação digital, no futuro o cliente poderá enviar documentos já digitalizados para o banco, o que vai agilizar muito o atendimento”, explicou.

15 de jun. de 2011

DIEBOLD: ATM TABLET E OUTRAS NOVIDADES

portal Baguete 14/06/2011 - Gláucia Civa

A Diebold Brasil anuncia uma série de lançamentos, entre eles uma ATM-Conceito, um terminal de caixa no formato tablet e um novo modelo de correspondente bancário focado no mercado latino.

O primeiro, batizado de ATM Wall, é um caixa eletrônico com parede formada por displays multitoque, que se acende quando um usuário se aproxima e apresenta uma interface que mais lembra um iPad ou iPhone.

Se o usuário escolher a função ‘saque’, por exemplo, a ATM apresentará ícones das cédulas e o usuário deverá arrastá-las até o local indicado de saída do dinheiro – nesse caso, uma fenda real na parede dispensará as cédulas.

Caso o usuário queira tirar seu extrato, também deverá escolher o ícone de extrato e arrastá-lo até o ícone da impressora.

Para manter a privacidade do correntista, no momento do uso, pequenas divisórias laterais de vidro tornam-se opacas automaticamente; e o acesso será por meio de biometria.

Outra novidade é o ATM para Compartilhamento, que utiliza uma plataforma de software que dá a cada instituição financeira autonomia para gerenciar as transações e a construção da interface com seu correntista.

Já o terminal de caixa “tablet” é o um PC de mão com tela de 10’ que incorpora uma série de periféricos, de modo a permitir várias transações bancárias, inclusive atender clientes na fila do caixa.

As novas soluções de autoatendimento da Diebold também conta com a série Opteva, que inclui desde um cash-dispenser com medidas bem reduzidas até os mais complexos, com verificação biométrica, que permitem o depósito de cheques e dinheiro em maço.
O Opteva BR610, por exemplo, é um terminal com função de consultas e saques que foi especialmente desenhado para instalação em lojas de conveniências, shoppings etc.

Já o modelo BR 620 possui todas as funções de um caixa eletrônico, incluindo saque, consulta, depósito, pagamento de contas e é ideal para antessalas de agências e postos de pagamentos de empresas e repartições públicas.

O Opteva BR 630, por sua vez, disponibiliza as funções de saque, consulta e possui reciclador de notas e depósito de cheques com imagem.

Outro novo terminal é o TPG 4500, preparado para receber pagamentos de contas em dinheiro e uso por não correntistas, dando troco em cédulas ou moedas.

Há, ainda, o TA 5000, terminal compacto para realizar operações financeiras em locais com pouca infraestrutura para informática. A máquina é voltada ao uso como correspondente não bancário.

A Diebold também apresenta novidades na área de segurança, especialmente para caixas eletrônicos.

A primeira delas é a do entintamento de cédulas – tecnologia pela qual o numerário presente nos cassetes dos caixas eletrônicos será pintado com uma tinta especial não lavável, nem com água e nem com solventes, em caso de tentativa de intrusão do cofre.

A tecnologia, desenvolvida pela empresa, foi pensada para que a tinta se espalhe apenas em caso de tentativa de abertura forçada ou não autorizada dos cofres das ATMs.

A companhia também lança um sistema integrado de segurança voltado para antessalas de agências e ambientes monitorados.

A solução estará integrada com os sensores dos terminais dos caixas eletrônicos, permitindo obter informações de qual sensor do terminal foi alarmado e com a imagem correspondente do CFTV sendo apresentada no sistema de monitoração, tudo centralizado na instituição financeira.

Com esta informação, dependendo da situação e do procedimento, o artifício de destruição do numerário poderá até ser acionado remotamente, além do acionamento de força policial, entre outros recursos.

A Diebold também apresenta uma nova impressora de recibos com impressão em ambos os lados, que permite reduzir o desperdício de papel; e a Impressora Híbrida, que é voltada ao segmento bancário e agrega maior velocidade à geração de cupons no caixa, com capacidade de autenticação de contas e boletos.

A impressora híbrida integra, em um único produto, impressão térmica e autenticação por impacto, tudo usando o mesmo papel térmico das atuais impressoras de recibo.
A máquina, apesar de nova, já é usada por clientes como Banco do Brasil, Santander, Itau e Caixa.

Sistemas para truncagem e processamento de documentos e projetor interativo multimídia, que agrega dispositivo de projeção, alto-falantes, comunicação sem fio, teclado e mouse, também fazem parte da lista de lançamentos da Diebold.

A companhia levará todos os lançamentos para o 210 Ciab Febraban, que ocorre da quarta-feira, 15, à sexta, 17, no ExpoTransamérica, em São Paulo.

A Diebold tem matriz em Ohio e conta com cerca de 16 mil funcionários, presentes em mais de 90 países.

No Brasil, está sediada em São Paulo, com mais de 3,2 mil colaboradores.
Além da área financeira, a empresa atende aos segmentos de indústria, comércio, governo, saúde e utilities.

No país, a companhia foi responsável, por exemplo, pela fabricação das urnas eletrônicas para as eleições de 1998, 2000, 2004, 2006, 2008 e 2010.

Além de fabricante, a Diebold também presta serviços como outsourcing, segurança, infraestrutura e suporte técnico.

2 de jun. de 2011

NOVO MODELO DE COMPENSAÇÃO DE CHEQUES JÁ ATINGE 60% DAS FOLHAS

portal InfoMoney 01/06/2011

A digitalização da compensação de cheques, que entrou em vigor em maio, já representa 60% das compensações realizadas desde março, segundo a Compe (Centralizadora de Compensação Cheques).

A Compe, atrelada ao Banco Central e operada pelo Banco do Brasil, responde pela totalidade das liquidações interbancárias para cheques de até R$ 250 mil. De acordo com o BC, os 137 bancos do País com portadores de cheques já estão enquadrados no novo modelo de compensação de cheques, estabelecido pela Circular 3532.

O que vigora hoje é o sistema de truncagem – digitalização de cheques por meio de imagens digitais. Com isso, o BC elimina o envio de cheques de papel à entidade, feito em malote. A ideia é aumentar a segurança e evitar falhas humanas no processo.

“Calculamos em R$ 300 milhões as economias advindas apenas da eliminação desses trâmites físicos”, afirmou em nota o diretor da M2Sys, Gian Franco Nercolini. A empresa é uma das maiores prestadoras nacionais de truncagem para bancos.

A digitalização do processo reduz o número de fraudes, que causaram um prejuízo de R$ 1,2 bilhão no último ano, de acordo com a Febraban (Federação Brasileira de Bancos). Além disso, o processo reduz os custos de transportes dos malotes e da logística para manipulação, segurança e arquivamento destes documentos em papel.

Novo processo

O novo modelo estabelecido pelo Banco Central prevê que os cheques sejam digitalizados nas próprias agências bancárias, podendo depois ser ali mesmo destruídos na sua forma original. Segundo Nercolini, parte dos bancos adotou a truncagem híbrida.

Ao invés de escanear os cheques nos próprios pontos de captura, estas instituições os remetem para uma centralizadora própria e, a partir deste ponto, realizam a captura e fazem as transações por meio digital com a Compe.

“Este modelo pode ser mais prático para os bancos numa fase inicial mas, no médio e no longo prazos, a tendência é que todos migrem para a truncagem descentralizada”, explicou em nota.

28 de mai. de 2011

COMPENSAÇÃO DE CHEQUE TRANSFORMA PAPEL EM BITS

jornal Valor Econômico 27/05/2011 - Moacir Drska

Em uma época na qual é possível fazer compras pelo celular e outros meios eletrônicos, o cheque é frequentemente apontado como símbolo de uma era ultrapassada. A despeito dessa fama, porém, ele está agora no centro de uma nova e importante transição tecnológica.

Em vigor no Brasil desde 20 de maio, a compensação de cheques por meio da digitalização da imagem do documento - a chamada truncagem - vem movimentando os investimentos dos bancos e as estratégias de fornecedores de tecnologias para o setor.

A mudança que tornou obrigatório o novo padrão foi estabelecida em circular emitida pelo Banco Central em abril. Sob o novo modelo, a imagem dos cheques é capturada por um scanner e enviada com os dados do documento por meio de um arquivo eletrônico, ao longo de todo o trâmite da compensação. Não há mais necessidade de transporte do cheque físico, que fica retido na agência até que seja liquidado na compensação digital. Além dos equipamentos de captura, o processo envolve sistemas que abrangem várias fases, como o processamento, a transmissão e o armazenamento da imagem, além da proteção dos arquivos.

Para Walter Tadeu de Faria, diretor-adjunto de serviços da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), a compensação digital é o embrião de um processo mais abrangente. "A partir desse modelo, os bancos poderão eliminar o trânsito de papel e migrar toda a sua documentação para o ambiente digital".

Faria diz o modelo vai reduzir o prazo de compensação para dois dias úteis, no caso de cheques no valor de até R$ 299, e de um dia útil, para cheques superiores a R$ 300. "Isso acontecerá a partir de 30 de junho, quando termina o prazo de adaptação ao sistema". Hoje, dependendo da localidade da agência, o prazo de pode chegar a até 20 dias úteis.

A truncagem traz outras vantagens. "O principal benefício é a redução dos custos no processo", diz Edvaldo Vieira, superintendente-executivo de operações do HSBC.

Segundo a Febraban, os bancos gastam cerca de R$ 300 milhões por ano para recolher os cheques recebidos nas agências e enviá-los, em malotes, à Compe, a câmara centralizadora de compensação do Banco Central. O órgão responde pela gestão de todas as transações entre bancos envolvendo cheques no valor inferior a R$ 250 mil.

Os custos envolvem principalmente segurança e transporte. Em alguns casos, em virtude da distância das agências em relação às 26 câmaras da Compe no país, os cheques são enviados inicialmente para um centro de compensação dos bancos, muitas vezes por meio de aviões e barcos, dependendo da região.

Somente em relação ao transporte, a Febraban estima em R$ 100 milhões a redução inicial de custos com a adoção da compensação por imagem. Na busca por essa economia, os bancos vêm investindo em projetos-piloto de truncagem há cerca de dois anos. Grande parte deles, porém, optou inicialmente pelo modelo centralizado da compensação digital, no qual a captura da imagem é feita nos centros de compensação dos bancos em vez de ocorrer nas agências.

Esse foi o caminho considerado mais viável por muitos bancos para se adaptar ao prazo da circular, por demandar um investimento mais modesto em tecnologia e infraestrutura. "Por outro lado, ele não elimina os custos, já que o transporte dos cheques até os centros continua a ser físico", diz Andréa Passuello de Freitas, diretora de tecnologia da ATP, fornecedora de tecnologia e serviços bancários.

A aposta dos fornecedores está justamente na migração dos bancos para o modelo descentralizado, no qual a captura da imagem passa a ser feita diretamente nas agências e o processo é digitalizado de ponta a ponta, exigindo mais investimentos, em virtude do tamanho da rede bancária.

"O próprio mercado vai regular essa procura, pois os bancos que adotarem esse modelo mais depressa terão custos mais competitivos", diz Gian Franco Nercolini, diretor da M2Sys.

O Bradesco investiu R$ 72 milhões neste ano para migrar para o padrão descentralizado. Além de sistemas desenvolvidos internamente e adquiridos de fornecedores, o banco comprou 6 mil scanners de captura para equipar sua rede de cerca de 3,6 mil agências, que movimentam diariamente 1,5 milhão de cheques. No Brasil, em média 90 milhões de cheques são emitidos mensalmente, segundo a Febraban.

O projeto está em operação em 60% das agências do banco. As demais já contam com a infraestrutura e estarão adaptadas até 30 de junho, diz Laercio Albino Cezar, vice-presidente-executivo do Bradesco. "Priorizamos inicialmente a transição nas agências mais distantes e com prazo médio de compensação mais longo", afirma.

Cezar prevê uma redução de custos gerada pelo projeto nesse ano de 40%. Os benefícios esperados, porém, não se resumem a essa economia. Com base no projeto de compensação digital, iniciado em 2008, o Bradesco está desenvolvendo uma nova iniciativa, batizada de gestão de conteúdo. O projeto compreende a captura e a digitalização de outros documentos da instituição para a oferta de novos serviços aos clientes.

Essa também é a proposta do HSBC, que apostou no modelo descentralizado desde o início de seu projeto, em 2007. "Os benefícios financeiros que tivemos servem para compensar o investimento realizado", diz Vieira. A expectativa de redução de custos para este ano, com a compensação de cheques, é de 20%.

Hoje, o HSBC processa cerca de 12 milhões de cheques por mês e todo o processo é 100% feito a partir de sua rede de agências.

Procurado pelo Valor, o Itaú Unibanco não respondeu aos pedidos de entrevista e o Santander não quis comentar o assunto.

Trabalho de migração aquece mercado para fornecedores

A transição dos bancos para o modelo descentralizado de compensação por imagem já está aquecendo o mercado de tecnologia para o sistema bancário. Para acompanhar essa nova demanda, a aposta dos fornecedores está na oferta de pacotes que incluem equipamentos, sistemas e serviços.

"A truncagem abre a oportunidade para ampliar a oferta de digitalização para outros produtos nos bancos", diz Inon Neves, diretor de vendas para bancos e telecom da Xerox no Brasil.

Atualmente, a Xerox processa cerca de 10 milhões de cheques por imagem. A previsão, segundo Neves, é triplicar o volume e o número de clientes em 2012.

A Unisys investiu no desenvolvimento de novas linhas de scanners para atender tanto as instituições que aderirem ao modelo centralizado quanto as que adotarem o padrão descentralizado da compensação por imagem.

"Estamos aliando esses novos equipamentos com a nossa oferta de serviços de consultoria e de gestão dos projetos", diz Eneida Telles, diretora de projetos da Unisys.

A mesma estratégia foi adotada pela ATP, que vem testemunhando o aquecimento do mercado com o novo padrão de compensação. "Estamos realizando uma série de projetos-piloto de bancos que estão migrando para o modelo descentralizado", conta Andréa Passuello de Freitas, diretora de tecnologia da empresa

Com uma carteira de 16 clientes no campo da compensação por imagem, que inclui bancos como Safra e Citibank, a executiva informa que a ATP fez um investimento de cerca de R$ 6 milhões neste ano em infraestrutura e equipamentos para atender à nova demanda.

O aporte também foi direcionado ao amadurecimento de sistemas e equipamentos que permitem estender a captura dos cheques aos pontos de venda. "Esse modelo já é bastante difundido nos Estados Unidos e entendemos que é o próximo passo a ser dado no mercado brasileiro".

Com cinco bancos clientes em compensação por imagem e um volume médio mensal de 100 milhões de documentos processados, a M2Sys também segue nessa direção e vem investindo no desenvolvimento de uma oferta que engloba outros postos de captura, informa Gian Franco Nercolini, diretor da companhia. "A tecnologia está madura e a expansão do modelo descentralizado trará a experiência que falta na prática para que os cheques sejam capturados em outras pontas", diz o executivo.

23 de mai. de 2011

AUTOMAÇÃO DE DEPÓSITOS TRAZ AGILIDADE, SEGURANÇA E BAIXO CUSTO

portal Fator Brasil 20/05/2011

Mais agilidade e segurança aos clientes e menores custos aos bancos. Esses são os principais benefícios trazidos pela automação de depósitos de cheques e numerários – tecnologia desenvolvida pela Wincor Nixdorf, empresa que mais instalou ATMs com depósito automatizado na Europa Ocidental (37% das instalações até o final de 2009), segundo estudo conduzido pela empresa Retail Banking Research, “Automação de Depósito e Reciclagem 2010”, que analisou a implantação dos terminais em 46 países.

A solução diminui o tempo de compensação do cheque, principalmente quando emitidos em outras praças (de 20 dias para até 48h, segundo dados do Banco Central sobre a truncagem), e resolve a problemática da segurança no transporte; após serem digitalmente compensados e armazenados, não têm mais valor para roubos.

A tecnologia da Wincor para esse sistema recebeu, em 2007, o prêmio da Revista Banking Technology como melhor solução de inovação no setor. Em conjunto com os clientes de todo mundo a solução foi melhorada e aperfeiçoada, trazendo grandes benefícios econômicos: analistas do Grupo Tower calcularam que o custo de depósitos de cheques no balcão é reduzido de 1,40 dólares para apenas 0,40 centavos. A circular 3.532 do Diário Oficial da União, publicada dia 26 de abril, definiu a truncagem como procedimento padrão no âmbito da Compe (Centralizadora de Compensação de Cheques), sistema responsável pela compensação interbancária das folhas.

Outra tecnologia líder em inovação, implantada em cerca de 80% dos bancos alemães, diz respeito à reciclagem do numerário. As notas depositadas, tanto no balcão quanto nos terminais de autoatendimento, podem ser disponibilizadas para saque após autenticação do sistema.

Tornando esse processo ainda melhor, a introdução do sistema CINEO possibilitou o completo redesenho do ciclo de numerário. “A inovação dos sistemas de armazenamento possibilita que os cassetes de depósito de um ATM sejam utilizados nos ATSs, por exemplo. Há inúmeras situações possíveis, podendo envolver até uma parceria entre banco e varejo”, conta Javier Lopéz-Bartolomé, Presidente da Wincor Nixdorf para as Américas e região Ibérica. “Esta nova geração do sistema permitirá que reforcemos nossa posição de mercado, e não apenas no campo dos sistemas de depósitos", acrescenta.

Desenvolvendo soluções de TI para automação bancária e varejo, a Wincor Nixdorf está entre as líderes globais deste mercado. Seu amplo portfólio é centrado em otimizar processos bancários, reduzindo sua complexidade e custos, além de oferecer melhores serviços ao consumidor final. Presente em mais de 100 países, a Wincor Nixdorf conta com 9 mil colaboradores, com escritórios em 41 países e fábricas na Alemanha, Singapura, China e Brasil.

.[De 15 a 17 de junho, a Wincor Nixdorf vai apresentar suas soluções na Ciab2011, o maior evento da América Latina para o setor financeiro. Organizada pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), a feira chega à sua 21ª edição com um crescimento de 47%. [Site: http://www.ciab.org.br].

20 de mai. de 2011

BANCOS ADOTAM A COMPENSAÇÃO DIGITAL DE CHEQUES NO BRASIL

portal Convergência Digital 19/05/2011 - Ana Paula Lobo

A partir desta sexta-feira, 20/05, os cheques emitidos no país - média de 90 milhões/mês - serão compensados digitalmente. Expectativa da Federação Nacional dos Bancos - Febraban - é que o uso da tecnologia reduzirá os casos de clonagem e de roubos dos cheques físicos, além de permitir, num prazo de 60 dias, que as compensações ocorram, em nível nacional, num prazo máximo de dois dias.

Hoje, nas regiões mais distantes, esse prazo chega a 20 dias úteis. O novo serviço não terá qualquer custo a mais para o correntista, assegura ainda a entidade. A tecnologia - em teste desde julho de 2010 - não tem um custo de implantação estimado porque cada banco escolheu o modelo a ser adotado - digitalização na própria agência ou num modelo centralizado - e os seus fornecedores.

"Não temos como precisar o custo da adoção da tecnologia. No caso do Banco do Brasil, que é o banco centralizador das compensações, houve ainda uma atualização da rede privada de Telecom com as outras instituições. Mas também não temos como estimar gastos", afirmou o diretor adjunto de serviços, Walter Tadeu de Faria, em coletiva de imprensa realizada nesta quinta-feira, 19/05, na capital paulista.

Mais do que simplificar o uso do cheque no país - uma vez que reduzirá os riscos de clonagem e de roubos - a Febraban calcula que a tecnologia trará uma economia de R$ 100 milhões/ano para as instituições financeiras com gastos de infraestrutura e logística. Isso porque apenas com a implantação dessa etapa de digitalização já estão sendo eliminadas cerca de 1000 rotas terrestres de transportes de cheques e 50 de aeronaves.

"Isso é um ganho para o país que sofre com infraestrutura precária. O cheque físico, agora, não sai mais da agência onde foi depositado, para ir para o Banco do Brasil. E num prazo de três dias úteis - período da compensação - é destruído. Os riscos de clonagem praticamente vão desaparecer", atesta Walter Tadeu de Faria. A preocupação é justificada. Em 2010, por exemplo, segundo a Febraban, a clonagem e a falsificação dos cheques causou prejuízo de R$ 1,2 bilhão para o comércio e de R$ 283 milhões aos bancos.

A proposta do processo de compensação digital por imagem é permitir que os cheques com valores inferiores a R$ 299,00 sejam compensados em até 2 dias úteis, independente da praça onde ele vier a ser emitido. Os acima desse valor seriam compensados em um dia. Hoje, por exemplo, o modelo utilizado é: o cheque físico é enviado para o Banco do Brasil e pode levar, em regiões mais distantes como a Norte, até 20 dias úteis para ser compensado.

O Brasil que sempre esteve à frente dos países do primeiro mundo no uso de tecnologia, no caso da digitalização dos cheques chega com um pouco de atraso - os EUA, França e Portugal já utilizam o conceito. "Mas temos que pensar que esse é um projeto em estudo na entidade desde 1995 e tivemos problemas com a tecnologia em si. Além disso, temos vários brasis dentro do Brasil. E o modelo, agora, implantado será nacional dentro de 60 dias,apesar das diferenças regionais e da própria infraestrutura de serviços", explica Mario Sergio Vasconcelos.

Indagado se a digitalização dos cheques poderá ser uma maneira de dar uma sobrevida ao meio de pagamento - que cada vez mais é menos usado pelo correntista, que adota cartão de débito e crédito e os meios online, Vasconcelos diz que a medida amplia a concorrência entre os meios de pagamentos.

"Para quem acha que o cheque vai morrer, posso garantir que ele ainda terá muito uso no país. E, agora, é claro ganha mais itens de segurança, mas ele é um meio a mais para o correntista que escolherá o melhor para o seu dia-a-dia", destaca.Para ativar o serviço nesta sexta-feira, 20/05, as instituições financeiras testaram o modelo desde julho de 2010 e de janeiro desse ano para cá, houve vários testes de stress e da contingência.

"Fizemos testes com volumes altos de compensação e podemos garantir que a probabilidade de erros é pequena. Mas é claro que nesses primeiros dias haverá um esquema de plantão no setor financeiro para que tudo funcione adequadamente", assegura o diretor adjunto de serviços da Febraban.

Além de valorizar o cheque como um meio de pagamento, a digitalização de imagem do produto é um teste para que outros documentos - financeiros ou não - adotem a tecnologia. "Se tudo funcionar como esperamos, outras áreas como crédito, empréstimos dos bancos podem também aderir à digitalização. E, principalmente, outros documentos poderão ser digitalizados. É um padrão que pode reduzir a circulação de papel no Brasil", destaca Mario Sergio Vasconcelos.

O meio ambiente também agradece. Segundo dados da Febraban, estima-se que a digitalização dos cheques permitirá uma redução de 15 mil toneladas anuais de emissão de gás carbônico.

EUA: PAYPAL TRAZ RECURSO DE DEPÓSITO DE CHEQUE PARA O ANDROID

portal CardClipping 19/05/2011

O PayPal atualizou seu aplicativo para Android, permitindo aos clientes dos Estados Unidos transferirem cheques para suas contas, ao fotografarem o documento com seu celular.

O recurso foi apresentado em aplicativo do PayPal para iPhone, em outubro passado, e foi um grande sucesso, segundo informação da empresa, com cerca de US$ 1 milhão sendo transferidos mensalmente através do esquema.

Apesar da queda na popularidade da modalidade, os cheques ainda são amplamente utilizados nos Estados Unidos, o que significa que a tecnologia de depósito móvel será cada vez mais utilizada. No início deste mês, a Mitek Systems – uma empresa especializada na captura de imagens, incluindo soluções de truncagem de cheques - levantou US$ 15 milhões no mercado de ações, após a apresentar receitas e lucros recordes.

Samuel Shimone, gerente de inovação de produtos do PayPal Mobile, postou no blog da companhia que, pessoalmente, adorou a ferramenta de transferência de cheque. Ele usa apenas banco pela internet e, até o lançamento desse recurso, sua opção era enviar os cheques para depósito via correio. Agora, tira uma foto e a manda diretamente para o PayPal, podendo deixar o valor em sua conta com a empresa ou enviá-lo para uma conta bancária.

O aplicativo mais recente também pode ser armazenado no cartão SD de aparelhos rodando Android 2.2 +.

18 de mai. de 2011

UNISYS SELECIONA VSOFT PARA FORNECER SOLUÇÕES DE IMAGENS

boletim TI Inside Outsourcing 16/05/2011

A Unisys, fornecedora de soluções de pagamentos para instituições financeiras, firmou aliança com a VSoft Corporation, que provê informações globais e tecnologia de aprimoramento de processos, para oferecer soluções de captura de depósitos para o truncamento de cheques a instituições financeiras em toda a América Latina.

A Unisys oferecerá uma completa suíte de soluções (VSoft) para captura de depósitos que permitirá as organizações captarem, validarem, processarem e transmitirem imagens de cheques e documentos a partir de todos os pontos de captura das instituições. Estas soluções ajudarão as instituições financeiras a acelerar processos internos, aprimorar o atendimento ao cliente e reduzir o tráfego de papel, eliminando a necessidade de microfilmar as reproduções de cheques.
Por meio dessa parceria, a Unisys oferecerá a seus clientes latino-americanos capacidades plenas de truncamento de cheques, equivalentes às autorizadas pela Lei “Check 21 Act” em vigor nos EUA.

“A Unisys dedica-se a ajudar os clientes em todo o mundo a melhorar a eficiência operacional, aumentar a produtividade”, diz Marcel Valverde, diretor de soluções de tecnologia da Unisys América Latina. “Nossa parceria com a VSoft oferece às instituições financeiras da América Latina soluções sofisticadas, de fácil utilização e confiáveis, ajudando-os a aumentar a segurança e a agilidade, ao mesmo tempo em que reduz os custos operacionais”.

O software da VSoft integra de maneira harmoniosa a atual infraestrutura das instituições financeiras de qualquer tamanho e assegura a conformidade com as regulamentações governamentais. Além disso, a empresa fornecerá suas soluções de liquidação e intercâmbio de imagens a clientes da Unisys no México, Porto Rico, Costa Rica, Colômbia, Brasil, Argentina, Chile, Uruguai e Peru, atendendo às diferentes necessidades do mercado e requisitos regulamentares de cada país.
“A Unisys tem o mesmo objetivo que nós, ou seja, ajudar organizações em todo o mundo a melhorar a competitividade e estimular o crescimento”, diz Murthy Veeraghanta, presidente e diretor executivo da VSoft Corporation.

10 de mai. de 2011

UNISYS E VSOFT: PARCERIA PARA CHEQUES

portal Baguete 10/05/2011 - Gláucia Civa

A Unisys Corporation firmou aliança com a VSoft Corporation para oferta de soluções de captura de depósitos para truncagem de cheques a instituições financeiras da América Latina.

Na parceria, a Unisys vai oferecer sua suíte de soluções para captura de depósitos, que permite às organizações clientes captarem, validarem, processarem e transmitirem imagens de cheques e documentos a partir de todos os pontos de captura de suas redes.

“Com isso, as instituições aceleram processos internos e reduzem o tráfego de papel, eliminando a necessidade de microfilmar as reproduções de cheques”, afirma Marcel Valverde, diretor de Soluções de Tecnologia da Unisys na AL. “Ofereceremos aos clientes capacidades plenas de truncamento de cheques, equivalentes às autorizadas pela Lei Check 21 Act, em vigor nos EUA”, completa.

Já a VSoft entra no acordo com a oferta de soluções de segurança para o processo de truncamento.

O software da companhia integra a atual infraestrutura de instituições financeiras de qualquer tamanho a regras de conformidade com regulamentações governamentais diversas.

“Forneceremos nossas soluções de liquidação e intercâmbio de imagens a clientes da Unisys no México, Porto Rico, Costa Rica, Colômbia, Brasil, Argentina, Chile, Uruguai e Peru”, destaca Murthy Veeraghanta, presidente e diretor executivo da VSoft. “Forneceremos à Unisys soluções avançadas, contudo simples, que se adaptem aos mercados financeiros e aos regulamentos de cada país onde a empresa atua”, finaliza.

A VSoft fornece suas soluções em modelo tradicional de licença, ou terceirizadas em ASP ou SaaS.

A companhia atende a mais de 1,9 mil bancos, cooperativas de crédito e instituições de poupança em todo o mundo.

Governos, empresas de Telecom e da área de venda também compõem a carteira da companhia.

Já a Unisys atua em serviços de outsourcing, integração de sistemas e consultoria, serviços de infraestrutura, de manutenção e tecnologia de servidores de grande porte.

Com aproximadamente 23 mil colaboradores, a empresa atende a organizações comerciais e órgãos públicos em todo o mundo.

31 de mar. de 2011

DEPOIS DA URNA ELETRÔNICA, DIEBOLD AVANÇA TAMBÉM NO SISTEMA FINANCEIRO

jornal Brasil Econômico 31/03/2011 – Carolina Pereira

Desde que a brasileira Procomp foi comprada pela americana Diebold, em 1999, a operação nacional sempre se destacou no balanço anual da companhia. Este ano, o resultado foi recorde, de acordo com o presidente da filial nacional, João Abud Junior. Com crescimento de 27,3%, a empresa alcançou faturamento de R$ 1,4 bilhão no país. O resultado representa cerca de 30%da receita mundial, que foi de US$ 2,8 bilhões (R$ 4,65 bilhões) no ano passado, o que faz do Brasil o principal mercado fora dos Estados Unidos.

Um dos impulsionadores do resultado no Brasil foi a venda de urnas eletrônicas, que atualmente são fabricadas pela Diebold. Mesmo assim, neste ano Abud afirma que a expectativa é que a receita se mantenha no mesmo patamar. A encomenda do governo normalmente acontece a cada dois anos, mas 2011 está sendo exceção à regra por conta da substituição das urnas convencionais pelas que possuem o sistema de identificação biométrica.

Em 2008, de forma experimental, a urna biométrica foi utilizada no cadastro de eleitores de três municípios do país. A expectativa do governo é que, em prazo máximo de oito anos, as eleições brasileiras sejam totalmente realizadas com identificação biométrica do eleitorado. No ano passado, as 195mil unidades vendidas pela Diebold responderam por cerca de 13% da receita total do ano na empresa. “Mesmo não sendo um ano eleitoral, temos 117mil urnas encomendadas ”, informa Abud.

A encomenda de urnas, no entanto, não seria suficiente para manter a receita de R$ 1,4 bilhão, atingida no ano passado. Por isso, outra aposta para manter o faturamento é o aquecimento do mercado bancário. “A concorrência está muito grande, os bancos estão investindo na abertura de novas agências”, diz Abud. No ano passado a empresa vendeu cerca de 16 mil ATMs (sigla para caixas eletrônicos). Apenas um dos clientes da Diebold, o Bradesco, trocou seis mil máquinas por conta da implementação do sistema biométrico, que identifica o cliente pelas veias da palma da mão, de acordo com Abud. O objetivo é tornar os equipamentos mais seguros e evitar roubos.

Tudo indica que o Bradesco, um dos principais clientes da Diebold, continuará investindo em caixa eletrônico com força este ano. Segundo Maurício Minas, diretor executivo do banco, o objetivo da empresa é que os terminais biométricos cheguem a 100% das agências “o mais rápido possível”. Atualmente, estes novos terminais equivalem a dois terços do total, o que representa cerca de 20 mil terminais, “mas em qualquer agência existe pelo menos um ATM deste tipo”, diz Minas. O executivo afirma que três milhões de clientes já tiveram a palma de suas mãos cadastradas para utilizar o recurso.

Operação mundial

No mundo, o crescimento da Diebold, que atua em 88 países, em 2010 foi de 3,8%. Segundo Abud, o mercado bancário americana esteve “praticamente parado” nos últimos dois anos e está retomando investimentos em 2011, principalmente por conta da necessidade de instituir o depósito eletrônico de cheque e dinheiro.

Agora, os bancos americanos precisam instituir o depósito sem envelope, como acontece no Brasil, e atualizar os caixas para que “leiam” as notas e cheques automaticamente.

Digitalização de cheques abre novo mercado

No Bradesco, cerca de 80% das informações com as quais a instituição precisa lidar diariamente são não estruturadas, por exemplo, fichas para abertura de contas ou mesmo cheques que são preenchidos a mão. Para resolver o problema e facilitar a inclusão destes papeis nos sistemas do banco, a instituição até agora já adquiriu 5 mil scanners para serem usados nas agências com o objetivo de digitalizar documentos, afirma o diretor executivo do banco, Maurício Minas.

O projeto, coordenado pela CPM Braxis Capgemini, visa também a atender uma orientação da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), que vai estipular regras para a chamada truncagem de cheques, ou seja, digitalização das imagens para que sejam enviadas eletronicamente aos bancos para iniciar o processo de compensação.

De acordo com a Febraban, o documento está em fase final de preparação e ainda não há prazo estipulado para que as regras sejam atendidas. Os bancos não serão obrigados a atender a orientação, uma vez que funcionará apenas como uma auto-regulamentação do setor bancário.

Mesmo assim, a orientação abre um novo mercado para empresas com foco no setor de finanças como a Diebold. A companhia quer vender o serviço de digitalização de documentos para os bancos, que inclui hardware e software, mediante pagamento de assinatura mensal. A Diebold tem como clientes deste serviço o Safra e o Banco Rural e, segundo o presidente da empresa, João Abud Junior, há projetos em andamento em outros dois grandes bancos que o executivo não pode revelar quais são.

10 de mar. de 2011

M2SYS SUPERA A MARCA DE 350 MILHÕES DE CHEQUES DIGITALIZADOS

portal Executivos Financeiros 10/03/2011

A M2Sys, empresa de tecnologia que detém um centro de processamento de cheques e documentos por imagem, superou em 2010 a marca de 350 milhões de documentos processados em seu DPI (Data Processing Image) que dispõe de cerca de 450 estações de tratamento.

Este número representa toda a movimentação de documentos financeiros de mais de 1,5 mil agências bancárias, postos de atendimento de financeiras e pontos de presença afins localizados em todo o Território.

A empresa é hoje responsável pelos serviços de digitalização e processamento por imagem para diversos bancos brasileiros e estrangeiros instalados no País. De acordo com Gian Franco Nercolini, diretor comercial da M2Sys e da Veros, (empresa do mesmo grupo que desenvolve software de truncagem e gestão digital de documentos), as plataformas de software e serviços das duas empresas respondem por cerca de 7% de todos os documentos processados no Brasil através do modelo Compe (truncagem descentralizada).

O executivo explica que por este modelo, todas as tarefas de captura e digitalização dos cheques e boletos, e demais documentos financeiros são executadas diretamente nos pontos de atendimento geograficamente dispersos, ao invés de seguirem via malote para uma central de digitalização.

Na avaliação de Nercolini, tanto as plataformas de software da Veros quanto os serviços da M2Sys registrarão grande crescimento de negócios ao longo do primeiro semestre de 2011, já que a Febraban definiu o mês de junho como prazo limite para que todos os bancos estejam prontos para as compensações por imagem e iniciem a abolição do tratamento manual dos cheques.

Além de tornar muito mais ágil e seguro o tratamento de cheques e boletos, a compensação por imagem trará grandes economias para as instituições financeiras, estimando-se em mais de R$ 300 milhões/ano só a redução de custos com logística e transporte de documentos através de carros fortes.

27 de jan. de 2011

ATP EXECUTA PROCESSAMENTO DE COMPE POR IMAGEM DO BANESTES

portal Executivos Financeiros 27/01/2011

Uma parceria bem-sucedida entre o Banestes e a ATP S.A. resultou na implantação de todo o processamento da Compe por imagem, com a captura descentralizada de imagens em 153 pontos de atendimento do banco. Em nove agências ainda foram instalados equipamentos Unisys, destinados a realizar uma captura complementar de documentos de retaguarda.

O banco é autor do projeto, mas a ATP, vencedora da licitação, foi a responsável por permitir ao Banestes realizar o processamento integral de seus cheques no novo sistema de compensação por imagens, seguindo os critérios estabelecidos pela Febraban - obrigatórios a todos os bancos a partir do dia 1º de fevereiro.

O projeto começou a ser executado em setembro de 2010 e, desde então, já foram instalados 953 scanners em pontos de atendimento do banco, ficando sob responsabilidade da ATP a total integração de captura de imagens à plataforma tecnológica do Banestes, além da instalação e manutenção de todos os equipamentos. A empresa também disponibilizou uma central de atendimento, para registro e atendimento de chamadas técnicas.

A solução desenvolvida pela ATP permite também a validação e a conferência de assinatura, a partir de cartões de autógrafos digitalizados pela própria solução e a transmissão automática de todos os dados capturados para o processamento dos arquivos da ‘‘compensação eletrônica’’, eliminando totalmente processos de backoffice.

O banco pode efetuar ainda, on line, o pagamento de cheques interagências, o que significa que após a conferência on line da imagem do cheque e assinatura, o valor pode ser retirado imediatamente, mesmo que o cheque seja de outra agência. Isso porque o Banestes adotou em suas folhas de cheques o código de segurança 2D, o que permite uma segurança extra.

A ATP também é responsável pela instalação e administração de 650 pontos de correspondentes não bancários no Espírito Santo e em cidades da Bahia. Tais correspondentes realizam serviços tradicionais, como saque e recebimento de contas, mas também proporcionam operações de CDC (Crédito Direto ao Consumidor), vendem títulos de capitalização e comercializam passagens rodoviárias.

11 de jan. de 2011

UNISYS OFERECE AO BANESTES SOLUÇÕES PARA TRUNCAGEM DE CHEQUES

portal TI Inside 10/01/2011

A Unisys irá oferecer solução com captura de imagens utilizando scanners A4 para o processo de truncagem de cheques a todas as agências do Banco Banestes localizadas no Estado do Espírito Santo.

Este projeto de captura de imagem de documentos tem o objetivo de reduzir e otimizar o tráfego de papéis e, desta forma, ajudar a reduzir a necessidade do banco em manter uma infraestrutura de armazenamento de arquivos físicos.

A truncagem de cheques é uma recomendação da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), cujo objetivo é viabilizar o término de toda a troca física de documentação entre os bancos, substituindo-a pela troca de imagens até março de 2011. Esta medida irá ajudar os bancos a simplificarem seus processos internos e também a melhorar a qualidade de seus serviços.

“A solução da Unisys nos permitirá capturar e validar os cheques assim como outros documentos, desde pequenos recibos até documentos de páginas inteiras”, diz Usiel Carneiro de Souza, diretor de TI do Banestes. “Isto nos permitirá converter a maioria dos documentos e tornará nossos serviços ainda mais rápidos, por exemplo, quando nossos clientes nos pedem cópias de documentos”, diz Rosana Rocha, gerente do projeto Compe por Imagem do Banestes.

A solução da Unisys para o Banestes integrará o scanners Burroughs SmartSource Adaptive, que oferece qualidade de escaneamento de cheques, com leitor MICR, recursos programáveis com capacidade gráfica e captura de imagens em alta resolução.

4 de jan. de 2011

BANCO BANESTES REESTRUTURA GESTÃO DE ATENDIMENTO

portal Decision Report 04/01/2011

O Banco Banestes, localizadas no Estado do Espírito Santo, adquiriu solução com captura de imagens da Unisys utilizando scanners A4 para o processo de truncagem de cheques a todas as suas agências.

Além de proporcionar atendimento mais rápido a seus clientes, este projeto tem o objetivo de reduzir e otimizar o tráfego de papéis e, desta forma, ajudar a reduzir a necessidade do banco em manter uma infraestrutura de armazenamento de arquivos físicos.

A truncagem de cheques é uma recomendação da FEBRABAN (Federação Brasileira de Bancos) cujo objetivo é viabilizar o término de toda a troca física de documentação entre os bancos, substituindo-a pela troca de imagens até março de 2011. Esta medida irá ajudar os bancos a simplificarem seus processos internos e também a melhorar a qualidade de seus serviços a seus clientes.

“Podemos capturar e validar os cheques assim como outros documentos, desde pequenos recibos até documentos de páginas inteiras”, diz Usiel Carneiro de Souza, diretor de TI do Banestes. “Isto nos permitirá converter a maioria dos documentos e tornará nossos serviços ainda mais rápidos, por exemplo, quando nossos clientes nos pedem cópias de documentos”, diz Rosana Rocha, gerente do projeto Compe por Imagem do Banestes.