jornal DCI 06/07/2011 – Agência Estado
O banco mineiro Mercantil do Brasil inaugura a partir de amanhã seis novas agências no Estado de São Paulo. Dentro de seu projeto de expansão, pretende contratar 120 pessoas até o fim do ano. O projeto de ampliação da rede no estado foi impulsionado depois de o MB vencer licitação do INSS e ganhar lotes para oferecer crédito consignado a aposentados e pensionistas no mercado paulista e em Minas Gerais até 2014. Até o fim de 2011, o Mercantil do Brasil terá inaugurado 25 agências exclusivas no atendimento a beneficiários do INSS em São Paulo e em Minas Gerais.
No Estado de São Paulo, serão inauguradas agências em Itapetininga, Mauá, Itaquaquecetuba, Carapicuíba, Birigui e Barretos.
Com a expansão, o Mercantil do Brasil conseguiu aumentar o número de clientes em 43%, nos últimos 12 meses encerrados em março. Com isso, fechou o primeiro trimestre com 1,1 milhão de pessoas. "Com a ampliação da rede de agências, o Mercantil do Brasil passará a absorver aproximadamente um terço da base de beneficiários do INSS nos Estados de Minas e São Paulo", afirma em nota, André Brasil, vice-presidente do banco mineiro.
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8 de jul. de 2011
1 de jul. de 2011
BANCO DO BRASIL INAUGURA AGÊNCIA FLUVIAL NO PARÁ
portal Executivos Financeiros 29/06/2011
O Banco do Brasil inaugurou ontem (28) uma agência fluvial no Pará. O terminal de autoatendimento da Rede Ponto Certo instalado em um barco executa diversos serviços bancários, além da recarga de créditos de telefonia.
Entre as operações possíveis de serem realizadas estão: pagamento de tributos, boleto bancário e contas de consumo, saque com cartões INSS e recarga de celular pré-pago.
“A nossa intenção é facilitar o acesso dos passageiros do barco e das comunidades ribeirinhas aos serviços bancários. Ou seja, o Banco do Brasil cumpre a sua função social de ir até o cliente. É um serviço de cidadania”, declarou o superintendente do Banco do Brasil no Estado do Pará, Rubem Hansen.
A embarcação, que funciona como transporte para a população local, percorre 574 quilômetros de rios da bacia Amazônica entre Belém e Santarém, passando pelas cidades de Palmeirinha, Gurupá, Prainha, Breves e Monte Alegre, entre outras.
Com a utilização de tecnologia em comunicação via satélite, os terminais de autoatendimento e POS realizam transações com dinheiro e cartão de débito inclusive com o barco em movimento. Tudo com as mesmas condições de disponibilidade e segurança oferecidas nas agências convencionais.
“A Rede Ponto Certo é pioneira na bancarização móvel no Brasil e ficamos muito satisfeitos em fazer parte também desta iniciativa do Banco do Brasil", finaliza Martins.
O Banco do Brasil inaugurou ontem (28) uma agência fluvial no Pará. O terminal de autoatendimento da Rede Ponto Certo instalado em um barco executa diversos serviços bancários, além da recarga de créditos de telefonia.
Entre as operações possíveis de serem realizadas estão: pagamento de tributos, boleto bancário e contas de consumo, saque com cartões INSS e recarga de celular pré-pago.
“A nossa intenção é facilitar o acesso dos passageiros do barco e das comunidades ribeirinhas aos serviços bancários. Ou seja, o Banco do Brasil cumpre a sua função social de ir até o cliente. É um serviço de cidadania”, declarou o superintendente do Banco do Brasil no Estado do Pará, Rubem Hansen.
A embarcação, que funciona como transporte para a população local, percorre 574 quilômetros de rios da bacia Amazônica entre Belém e Santarém, passando pelas cidades de Palmeirinha, Gurupá, Prainha, Breves e Monte Alegre, entre outras.
Com a utilização de tecnologia em comunicação via satélite, os terminais de autoatendimento e POS realizam transações com dinheiro e cartão de débito inclusive com o barco em movimento. Tudo com as mesmas condições de disponibilidade e segurança oferecidas nas agências convencionais.
“A Rede Ponto Certo é pioneira na bancarização móvel no Brasil e ficamos muito satisfeitos em fazer parte também desta iniciativa do Banco do Brasil", finaliza Martins.
16 de jun. de 2011
BB TRANSFORMA AGÊNCIAS EM PONTOS DE DIGITALIZAÇÃO DE DOCUMENTOS
portal Convergência Digital 15/06/2011 – Fabio Barros
Menos de um mês após a entrada em operação do Compe – processo digital de compensação de cheques – o Banco do Brasil já iniciou a evolução do sistema. Hoje, os cheques recebidos nas agências são encaminhados a uma central do banco para digitalização, e o objetivo é que, no futuro, este processo seja realizado dentro das próprias agências.
O diretor de tecnologia do Banco do Brasil, Gustavo Fosse, apresentou os planos da instituição em um dos painéis do CIAB Febraban, nesta quarta-feira, 15/06. De acordo com o executivo, a proposta de digitalização de documentos descentralizada equivale à implantação do SPB (Sistema de Pagamentos Brasileiro) pelas oportunidades e benefícios que deve gerar.
Não por acaso, o processo em curso no BB deve se tornar referência no mercado financeiro. Afinal, o banco tem, hoje, 50 milhões de clientes, 7 mil agências, 45 mil terminais de autoatendimento e movimenta cerca de R$ 300 bilhões mensalmente. Fosse lembrou que a instituição responde hoje por 40% dos cheques compensados no País (1,1 bilhão em 2010) e que 93% de suas transações são realizadas eletronicamente.
“Hoje a digitalização dos cheques é feita em uma central do banco, em São Paulo. Neste momento estamos investindo para que este processo seja feito nas agências, que apenas trocará imagens com a central”, disse o executivo, sem revelar os valores envolvidos no projeto.
Uma vez transformadas as 7 mil agências em pontos de coleta de documentos digitais, o banco deverá computar redução de cerca de 40% em custos de transportes aéreos e de 36% em custos de transportes terrestres. “Além disso, deixaremos de emitir 15 mil toneladas de CO2”, diz. Na ponta do cliente, os prazos de compensação – hoje de 3 a 4 dias – cairão para 1 a 2 dias.
Para isso, o BB está conectando todas as suas agências. E o projeto envolve também a aquisição de mais discos para armazenamento e a instalação de micros e scanners de alta performance nas agências. “Esse investimento vai permitir a revisão de diversos processos no banco”, diz.
Na ponta do cliente, a promessa é de mais agilidade e comodidade no atendimento. “Com a certificação digital, no futuro o cliente poderá enviar documentos já digitalizados para o banco, o que vai agilizar muito o atendimento”, explicou.
Menos de um mês após a entrada em operação do Compe – processo digital de compensação de cheques – o Banco do Brasil já iniciou a evolução do sistema. Hoje, os cheques recebidos nas agências são encaminhados a uma central do banco para digitalização, e o objetivo é que, no futuro, este processo seja realizado dentro das próprias agências.
O diretor de tecnologia do Banco do Brasil, Gustavo Fosse, apresentou os planos da instituição em um dos painéis do CIAB Febraban, nesta quarta-feira, 15/06. De acordo com o executivo, a proposta de digitalização de documentos descentralizada equivale à implantação do SPB (Sistema de Pagamentos Brasileiro) pelas oportunidades e benefícios que deve gerar.
Não por acaso, o processo em curso no BB deve se tornar referência no mercado financeiro. Afinal, o banco tem, hoje, 50 milhões de clientes, 7 mil agências, 45 mil terminais de autoatendimento e movimenta cerca de R$ 300 bilhões mensalmente. Fosse lembrou que a instituição responde hoje por 40% dos cheques compensados no País (1,1 bilhão em 2010) e que 93% de suas transações são realizadas eletronicamente.
“Hoje a digitalização dos cheques é feita em uma central do banco, em São Paulo. Neste momento estamos investindo para que este processo seja feito nas agências, que apenas trocará imagens com a central”, disse o executivo, sem revelar os valores envolvidos no projeto.
Uma vez transformadas as 7 mil agências em pontos de coleta de documentos digitais, o banco deverá computar redução de cerca de 40% em custos de transportes aéreos e de 36% em custos de transportes terrestres. “Além disso, deixaremos de emitir 15 mil toneladas de CO2”, diz. Na ponta do cliente, os prazos de compensação – hoje de 3 a 4 dias – cairão para 1 a 2 dias.
Para isso, o BB está conectando todas as suas agências. E o projeto envolve também a aquisição de mais discos para armazenamento e a instalação de micros e scanners de alta performance nas agências. “Esse investimento vai permitir a revisão de diversos processos no banco”, diz.
Na ponta do cliente, a promessa é de mais agilidade e comodidade no atendimento. “Com a certificação digital, no futuro o cliente poderá enviar documentos já digitalizados para o banco, o que vai agilizar muito o atendimento”, explicou.
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15 de jun. de 2011
ACCENTURE MOSTRA APLICAÇÕES PARA A AGÊNCIA DO FUTURO NO CIAB FEBRABAN 2011
portal Maxpress 13/06/2011 – release Burson-Marsteller
A Accenture, empresa de consultoria, tecnologia e outsourcing, apresentará aplicações para a agência bancária do futuro no Ciab FEBRABAN 2011 - Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras -, de 15 a 17 de junho, no Expo Center Transamérica, em São Paulo. Entre os destaques estão as demonstrações de mobilidade, identificação, segurança e mídias sociais , desenvolvidas nos laboratórios de tecnologia da Accenture em Sophia Antipolis, na França.
“Buscamos o que temos de mais inovador nos nossos centros globais de conhecimento e trouxemos para apresentar ao mercado. Acreditamos que o futuro do sistema bancário passará por conhecer sempre mais as necessidades dos clientes, de forma a oferecer melhoria do atendimento e novas oportunidades de negócios”, informa Leonardo Framil, líder da área de Finanças da Accenture na América Latina. “Por meio do conhecimento integrado do setor, a Accenture está apta a auxiliar os bancos em suas demandas atuais e futuras”.
No Centro de Conhecimento da Accenture, estruturado especificamente para o evento, será possível conhecer e interagir com soluções de:
•Identificação e segurança: para identificação dos clientes nas agências, com o uso de biometria e tecnologia sem contato, para garantir a segurança das transações.
•Rastreamento visual – ligado à identificação e segurança, a câmera é usada para identificar os clientes, no momento que eles entram na agência. Com isso, será possível ofertar produtos e serviços sob medida para cada necessidade e se antecipar às demandas.
•Mídias sociais: duas demonstrações apresentam como é possível engajar melhor os potencias clientes e os atuais, por meio de ferramentas de colaboração e multicanal. Será possível acompanhar um caso de seguro de vida, que mostra como o uso dessas aplicações aliadas a analytics podem melhorar a interação com os clientes.
•Pagamentos móveis – uma demonstração de como novas aplicações no iPad celular permitirão alavancar as funções de pagamentos bem como toda o conteúdo do mobile banking.
•Cloud Computing, provisionamento de redes e desktops virtuais.
•A jornada de um banco de alta performance por meio de modelos de processos de negócios, aplicativos e infraestrutura terceirizados.
Além disso, a Accenture ainda participará do congresso do Ciab. No primeiro dia (15), às 11h, no Auditório Eficiência Operacional, Marco Magalhães Santos, gerente sênior da Accenture, participa do painel “A Digitalização além da Truncagem”. No dia 17, às 9h, no mesmo auditório, Jair Merlo, executivo sênior da Accenture participa da palestra “Desenvolvimento Ágil e Arquitetura de Sistemas”.
Agende-se
Data: 15/6/11
“A Digitalização além da Truncagem”
Palestrante: Marco Magalhães Santos, Gerente Sênior da Accenture
Horário: 11h00- 12h30
Local: Auditório Eficiência Operacional
Data: 17/6/11
“Desenvolvimento Ágil e Arquitetura de Sistemas”
Horário: 9h – 10h30
Local: Auditório Eficiência Operacional
Com Jair A. F. Merlo, Executivo Sênior da Accenture
A Accenture, empresa de consultoria, tecnologia e outsourcing, apresentará aplicações para a agência bancária do futuro no Ciab FEBRABAN 2011 - Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras -, de 15 a 17 de junho, no Expo Center Transamérica, em São Paulo. Entre os destaques estão as demonstrações de mobilidade, identificação, segurança e mídias sociais , desenvolvidas nos laboratórios de tecnologia da Accenture em Sophia Antipolis, na França.
“Buscamos o que temos de mais inovador nos nossos centros globais de conhecimento e trouxemos para apresentar ao mercado. Acreditamos que o futuro do sistema bancário passará por conhecer sempre mais as necessidades dos clientes, de forma a oferecer melhoria do atendimento e novas oportunidades de negócios”, informa Leonardo Framil, líder da área de Finanças da Accenture na América Latina. “Por meio do conhecimento integrado do setor, a Accenture está apta a auxiliar os bancos em suas demandas atuais e futuras”.
No Centro de Conhecimento da Accenture, estruturado especificamente para o evento, será possível conhecer e interagir com soluções de:
•Identificação e segurança: para identificação dos clientes nas agências, com o uso de biometria e tecnologia sem contato, para garantir a segurança das transações.
•Rastreamento visual – ligado à identificação e segurança, a câmera é usada para identificar os clientes, no momento que eles entram na agência. Com isso, será possível ofertar produtos e serviços sob medida para cada necessidade e se antecipar às demandas.
•Mídias sociais: duas demonstrações apresentam como é possível engajar melhor os potencias clientes e os atuais, por meio de ferramentas de colaboração e multicanal. Será possível acompanhar um caso de seguro de vida, que mostra como o uso dessas aplicações aliadas a analytics podem melhorar a interação com os clientes.
•Pagamentos móveis – uma demonstração de como novas aplicações no iPad celular permitirão alavancar as funções de pagamentos bem como toda o conteúdo do mobile banking.
•Cloud Computing, provisionamento de redes e desktops virtuais.
•A jornada de um banco de alta performance por meio de modelos de processos de negócios, aplicativos e infraestrutura terceirizados.
Além disso, a Accenture ainda participará do congresso do Ciab. No primeiro dia (15), às 11h, no Auditório Eficiência Operacional, Marco Magalhães Santos, gerente sênior da Accenture, participa do painel “A Digitalização além da Truncagem”. No dia 17, às 9h, no mesmo auditório, Jair Merlo, executivo sênior da Accenture participa da palestra “Desenvolvimento Ágil e Arquitetura de Sistemas”.
Agende-se
Data: 15/6/11
“A Digitalização além da Truncagem”
Palestrante: Marco Magalhães Santos, Gerente Sênior da Accenture
Horário: 11h00- 12h30
Local: Auditório Eficiência Operacional
Data: 17/6/11
“Desenvolvimento Ágil e Arquitetura de Sistemas”
Horário: 9h – 10h30
Local: Auditório Eficiência Operacional
Com Jair A. F. Merlo, Executivo Sênior da Accenture
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8 de jun. de 2011
BANCO SEM AGÊNCIA
jornal Folha de S. Paulo 07/06/2011 – Mercado Aberto
A tecnologia levará ao fim das agências bancárias, diz Brett King, autor de "Bank 2.0: How Custumer Behavior and Technology Will Change the Future of Financial Services" (Banco 2.0: como o comportamento do cliente e a tecnologia mudarão o futuro dos serviços financeiros, em tradução livre).
"Para os bancos, os interessados é que deveriam se mover até a agência. Hoje, o consumidor tem a impressão de que ele é que se esforça para se tornar cliente."
O autor australiano participará, na próxima semana, de evento na Febraban.
A tecnologia levará ao fim das agências bancárias, diz Brett King, autor de "Bank 2.0: How Custumer Behavior and Technology Will Change the Future of Financial Services" (Banco 2.0: como o comportamento do cliente e a tecnologia mudarão o futuro dos serviços financeiros, em tradução livre).
"Para os bancos, os interessados é que deveriam se mover até a agência. Hoje, o consumidor tem a impressão de que ele é que se esforça para se tornar cliente."
O autor australiano participará, na próxima semana, de evento na Febraban.
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1 de jun. de 2011
BRADESCO SE ANTECIPA COM MAIS AGÊNCIAS
jornal Brasil Econômico 01/06/2011 - Ana Paula Ribeiro e Vanessa Correia
Já com temor de perder a administração do Banco Postal, e assim a presença em 100% dos municípios brasileiros, o Bradesco acelerou nos últimos meses a abertura de pontos de atendimento em locais em que só contava com as lojas dos Correios para o atendimento ao público.
Só no primeiro trimestre foram abertas 1.542 novos pontos de Bradesco Expresso, que é o modelo de correspondente bancário da instituição financeira em parceria com estabelecimentos comerciais. Parte deles foi inaugurada em cidades que poderiam ficar sem atendimento do Bradesco no caso de outro operador para o Banco Postal.
Segundo a instituição, com as recentes inaugurações de Expresso e postos de atendimento avançado, que possuem custo de implementação menor do que uma agência tradicional, o Bradesco segue com presença em todos os municípios brasileiros, mesmo com a perda do Postal a partir de janeiro.
Em10 anos de parceria, o banco abriu 11 milhões de contas nas dependências dos Correios - esses correntistas permanecem como clientes do Bradesco, mesmo com o fim da parceria. Desses clientes, 93% ganham até três salários mínimos e quase 80% até um salário, segundo informações da Empresa de Correios e Telégrafos (ECT).
“O Banco do Brasil terá que fazer investimento pesado, caso queira atrair os clientes que foram fidelizados pelo Bradesco em 10 anos de relacionamento”, diz Erivelton Rodrigues, presidente da Austin Rating.
Para ele, o Bradesco apostará em parcerias com o varejo, além da abertura de postos de atendimento bancário (PABs) — cujo custo é inferior ao da abertura de agências tradicionais — para manter sua presença nos municípios identificados como rentáveis. “Durante a parceria com o Banco Postal, o Bradesco pôde identificar os municípios que geravam um volume maior de operações e, com certeza, utilizará essas informações para neutralizar a ascensão do BB em pequenos municípios.”
Francisco Kops, analista do setor financeiro da Planner Corretora, acredita que o golpe levado pelo Bradesco foi duro. “Em contrapartida, o Banco do Brasil terá que rentabilizar a operação para mostrar que valeu a pena ter pago um preço alto pelo ativo”, afirma Kops.
Já a estratégia do Itaú foi difícil de entender. “A única razão que explicaria essa oferta de R$ 0,01 é pressionar os concorrentes a apresentarem propostas maiores. O Bradesco não teria apresentado o valor inicial se achasse que o Itaú não participaria”, diz Rodrigues, da Austin.
Já com temor de perder a administração do Banco Postal, e assim a presença em 100% dos municípios brasileiros, o Bradesco acelerou nos últimos meses a abertura de pontos de atendimento em locais em que só contava com as lojas dos Correios para o atendimento ao público.
Só no primeiro trimestre foram abertas 1.542 novos pontos de Bradesco Expresso, que é o modelo de correspondente bancário da instituição financeira em parceria com estabelecimentos comerciais. Parte deles foi inaugurada em cidades que poderiam ficar sem atendimento do Bradesco no caso de outro operador para o Banco Postal.
Segundo a instituição, com as recentes inaugurações de Expresso e postos de atendimento avançado, que possuem custo de implementação menor do que uma agência tradicional, o Bradesco segue com presença em todos os municípios brasileiros, mesmo com a perda do Postal a partir de janeiro.
Em10 anos de parceria, o banco abriu 11 milhões de contas nas dependências dos Correios - esses correntistas permanecem como clientes do Bradesco, mesmo com o fim da parceria. Desses clientes, 93% ganham até três salários mínimos e quase 80% até um salário, segundo informações da Empresa de Correios e Telégrafos (ECT).
“O Banco do Brasil terá que fazer investimento pesado, caso queira atrair os clientes que foram fidelizados pelo Bradesco em 10 anos de relacionamento”, diz Erivelton Rodrigues, presidente da Austin Rating.
Para ele, o Bradesco apostará em parcerias com o varejo, além da abertura de postos de atendimento bancário (PABs) — cujo custo é inferior ao da abertura de agências tradicionais — para manter sua presença nos municípios identificados como rentáveis. “Durante a parceria com o Banco Postal, o Bradesco pôde identificar os municípios que geravam um volume maior de operações e, com certeza, utilizará essas informações para neutralizar a ascensão do BB em pequenos municípios.”
Francisco Kops, analista do setor financeiro da Planner Corretora, acredita que o golpe levado pelo Bradesco foi duro. “Em contrapartida, o Banco do Brasil terá que rentabilizar a operação para mostrar que valeu a pena ter pago um preço alto pelo ativo”, afirma Kops.
Já a estratégia do Itaú foi difícil de entender. “A única razão que explicaria essa oferta de R$ 0,01 é pressionar os concorrentes a apresentarem propostas maiores. O Bradesco não teria apresentado o valor inicial se achasse que o Itaú não participaria”, diz Rodrigues, da Austin.
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23 de mai. de 2011
BANCO DO BRASIL ABRE LOJA CONCEITO NO SHOPPING IGUATEMI DE BRASÍLIA
portal Cidade Biz 20/05/2011
O Banco do Brasil inaugurou esta semana, no Shopping Iguatemi de Brasília, uma loja conceito idealizada para ser local de experimentação da marca. Diferente do padrão da agência bancária, o Espaço Banco do Brasil pretende oferecer ao cliente um ambiente de conforto, jogos e as tendências e inovações que chegarão ao mercado financeiro, além de terminais de autoatendimento e profissionais que esclarecem dúvidas sobre produtos financeiros,
“A arquitetura moderna, os ambientes despojados e multifuncionais e as novidades em produtos e serviços estimulam os sentidos dos visitantes e permitem aproximar o consumidor da marca de forma lúdica e interativa, gerando identificação e engajamento”, desenvolve o gerente geral da Unidade de Gestão de Canais do BB, Hideraldo Dwight Leitão.
Segundo o executivo, a loja conceito foi idealizada a partir de análises e estudos de mercado e representa uma tendência mundial. Ela chega para preencher a distância que existe entre a empresa e seus consumidores finais. “Quando proporcionamos a experimentação completa da marca através da tecnologia, da ambiência e dos serviços tornamos possível a sua internalização”, avalia.
Outro objetivo é antecipar para o público como será no futuro a agência bancária. Em lugar dos tradicionais caixas bancários, estão terminais eletrônicos, iPads e notebooks com acesso à internet e telefone com linha direta com a Central de Atendimento do BB.
O Espaço Banco do Brasil terá uma programação semanal de oficinas, palestras, pocket shows, debates com artistas, atletas e personalidades. Ela será pautada por quatro áreas - cultura, esporte, cidadania e sustentabilidade. A ideia é usar o local para promover lançamentos de produtos e serviços e divulgar em primeira mão eventos patrocinados pelo banco.
O banco prepara outra loja no mesmo estilo a ser aberta em Nova York.
O Banco do Brasil inaugurou esta semana, no Shopping Iguatemi de Brasília, uma loja conceito idealizada para ser local de experimentação da marca. Diferente do padrão da agência bancária, o Espaço Banco do Brasil pretende oferecer ao cliente um ambiente de conforto, jogos e as tendências e inovações que chegarão ao mercado financeiro, além de terminais de autoatendimento e profissionais que esclarecem dúvidas sobre produtos financeiros,
“A arquitetura moderna, os ambientes despojados e multifuncionais e as novidades em produtos e serviços estimulam os sentidos dos visitantes e permitem aproximar o consumidor da marca de forma lúdica e interativa, gerando identificação e engajamento”, desenvolve o gerente geral da Unidade de Gestão de Canais do BB, Hideraldo Dwight Leitão.Segundo o executivo, a loja conceito foi idealizada a partir de análises e estudos de mercado e representa uma tendência mundial. Ela chega para preencher a distância que existe entre a empresa e seus consumidores finais. “Quando proporcionamos a experimentação completa da marca através da tecnologia, da ambiência e dos serviços tornamos possível a sua internalização”, avalia.
Outro objetivo é antecipar para o público como será no futuro a agência bancária. Em lugar dos tradicionais caixas bancários, estão terminais eletrônicos, iPads e notebooks com acesso à internet e telefone com linha direta com a Central de Atendimento do BB.
O Espaço Banco do Brasil terá uma programação semanal de oficinas, palestras, pocket shows, debates com artistas, atletas e personalidades. Ela será pautada por quatro áreas - cultura, esporte, cidadania e sustentabilidade. A ideia é usar o local para promover lançamentos de produtos e serviços e divulgar em primeira mão eventos patrocinados pelo banco.
O banco prepara outra loja no mesmo estilo a ser aberta em Nova York.
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20 de mai. de 2011
BB FAZ MAIOR INVESTIMENTO PARA MODERNIZAR O VAREJO DESDE 1995
jornal Valor Econômico 20/05/2011 - Fernando Travaglini
O investimento de R$ 1 bilhão programado para este ano, destinado à reforma de quase metade das agências e à construção de 800 novos pontos de atendimento, é apenas a ponta de uma grande estratégia para modernizar o varejo no Banco do Brasil. Segundo o presidente do banco, Aldemir Bendine, a instituição prepara uma verdadeira "revolução" no segmento.
Sem grandes investimentos na área desde 1995, o BB decidiu alterar profundamente seus canais de atendimento, desde o relacionamento com os clientes até o desenho das agências. O objetivo principal é obter o maior retorno possível com cada usuário da instituição. "Essa diretoria tem verdadeira obsessão pela melhoria do atendimento", afirmou Bendine.
De acordo com Alexandre Abreu, vice-presidente do banco, o sistema financeiro mudou nos últimos anos e a fase de grande crescimento da base de clientes ficou para trás. O nome do jogo agora é ampliar o relacionamento com seu público cativo, para continuar a expansão da receita com a mesma quantidade de correntistas.
Internamente, o projeto é conhecido como "BB 2.0", por ser a segunda grande mudança nesse segmento. O banco não fazia aportes no varejo desde 1995, quando fez o primeiro grande investimento em modernização, com a instalação dos terminais de autoatendimento (ATM), a informatização das agências e criação do crédito automatizado. Naquela época, o banco tinha apenas 5 milhões de clientes. Quinze anos depois e com mais de 55 milhões de clientes, a instituição se prepara para um novo momento. "A meta é ampliar o retorno por cliente, para mantermos a rentabilidade sobre o patrimônio líquido no patamar atual, de 25%. A fase de expansão da base ficou para trás", diz Abreu.
Para atingir esse objetivo, o BB montou uma ampla estratégia. O primeiro passo foi a contratação de 10 mil novos funcionários, quase todos alocados nas mais de 5 mil agências. Os pontos de atendimento também foram reformulados. Cerca de metade das agências sofrerá algum tipo de modificação. Outras 600 serão construídas neste ano, já com um novo desenho, para privilegiar o cliente, com investimento total de R$ 1 bilhão.
Além disso, até 2014 serão instaladas quase 2 mil agências complementares, em municípios pequenos, para atingir a meta de cobrir 100% do território nacional. Até mesmo uma "concept store" foi inaugurada no shopping Iguatemi, em Brasília, uma espécie de espaço exclusivo para apresentar o banco aos novos clientes.
Na área tecnológica os investimentos somam R$ 60 milhões. Foi feita a reformulação do CRM (sistema que automatiza o relacionamento com os clientes). A ferramenta permite uniformizar a clientela por grupos, de forma a melhorar a oferta de produtos.
A instituição também trocou 35 mil computadores para suportar o novo sistema instalado nas agências, mais moderno. O BB instituiu ainda um programa de substituição de todos os seus ATM com mais de 5 anos, 20 mil máquinas desde o ano passado.
Até mesmo a gestão das agências foi reformulada. O próprio Bendine se reuniu pessoalmente com os gerentes das 5.087 agências para comunicar as mudanças. A partir de agora, o foco dos gerentes deixa de ser apenas no resultado e o atendimento ganha mais importância.
"Hoje cobramos resultado de uma determinada unidade de negócio em função do volume que vende de crédito, ou da captação que registra no mês. Com a nova visão, cobraremos uma política de relacionamento. Queremos saber como o cliente está sendo atendido, como está a rentabilidade por cliente. Interessa mais como o cliente se relaciona com o banco", diz Abreu.
O diretor da Unidade de Gestão de Canais, Hideraldo Dwight Leitão, diz que o banco se prepara para uma nova era do sistema financeiro. "Hoje os produtos oferecidos pelos bancos são todos similares. A diferença está no conjunto de ações do banco e no atendimento ao cliente", diz.
O número de clientes atendidos por um mesmo gerente também foi reduzido, mas a informação é considera estratégica pelo banco. O objetivo principal é reduzir as reclamações registradas nos BC e nos órgãos de defesa do consumidor, listas que o banco já chegou a liderar. Por exigência legal, o banco tem que retornar uma reclamação em cinco dias. A meta, no entanto, é responder todas em até 24 horas e ser o melhor entre os grandes bancos.
O banco acredita que os resultados já começaram a aparecer. No primeiro trimestre de 2011, não houve aumento do número de clientes, mas o resultado recorrente subiu 42% na comparação com o mesmo período do ano passado. "Estamos conseguindo ser eficiente com a mesma base de clientes", finaliza Abreu.
O investimento de R$ 1 bilhão programado para este ano, destinado à reforma de quase metade das agências e à construção de 800 novos pontos de atendimento, é apenas a ponta de uma grande estratégia para modernizar o varejo no Banco do Brasil. Segundo o presidente do banco, Aldemir Bendine, a instituição prepara uma verdadeira "revolução" no segmento.
Sem grandes investimentos na área desde 1995, o BB decidiu alterar profundamente seus canais de atendimento, desde o relacionamento com os clientes até o desenho das agências. O objetivo principal é obter o maior retorno possível com cada usuário da instituição. "Essa diretoria tem verdadeira obsessão pela melhoria do atendimento", afirmou Bendine.
De acordo com Alexandre Abreu, vice-presidente do banco, o sistema financeiro mudou nos últimos anos e a fase de grande crescimento da base de clientes ficou para trás. O nome do jogo agora é ampliar o relacionamento com seu público cativo, para continuar a expansão da receita com a mesma quantidade de correntistas.
Internamente, o projeto é conhecido como "BB 2.0", por ser a segunda grande mudança nesse segmento. O banco não fazia aportes no varejo desde 1995, quando fez o primeiro grande investimento em modernização, com a instalação dos terminais de autoatendimento (ATM), a informatização das agências e criação do crédito automatizado. Naquela época, o banco tinha apenas 5 milhões de clientes. Quinze anos depois e com mais de 55 milhões de clientes, a instituição se prepara para um novo momento. "A meta é ampliar o retorno por cliente, para mantermos a rentabilidade sobre o patrimônio líquido no patamar atual, de 25%. A fase de expansão da base ficou para trás", diz Abreu.
Para atingir esse objetivo, o BB montou uma ampla estratégia. O primeiro passo foi a contratação de 10 mil novos funcionários, quase todos alocados nas mais de 5 mil agências. Os pontos de atendimento também foram reformulados. Cerca de metade das agências sofrerá algum tipo de modificação. Outras 600 serão construídas neste ano, já com um novo desenho, para privilegiar o cliente, com investimento total de R$ 1 bilhão.
Além disso, até 2014 serão instaladas quase 2 mil agências complementares, em municípios pequenos, para atingir a meta de cobrir 100% do território nacional. Até mesmo uma "concept store" foi inaugurada no shopping Iguatemi, em Brasília, uma espécie de espaço exclusivo para apresentar o banco aos novos clientes.
Na área tecnológica os investimentos somam R$ 60 milhões. Foi feita a reformulação do CRM (sistema que automatiza o relacionamento com os clientes). A ferramenta permite uniformizar a clientela por grupos, de forma a melhorar a oferta de produtos.
A instituição também trocou 35 mil computadores para suportar o novo sistema instalado nas agências, mais moderno. O BB instituiu ainda um programa de substituição de todos os seus ATM com mais de 5 anos, 20 mil máquinas desde o ano passado.
Até mesmo a gestão das agências foi reformulada. O próprio Bendine se reuniu pessoalmente com os gerentes das 5.087 agências para comunicar as mudanças. A partir de agora, o foco dos gerentes deixa de ser apenas no resultado e o atendimento ganha mais importância.
"Hoje cobramos resultado de uma determinada unidade de negócio em função do volume que vende de crédito, ou da captação que registra no mês. Com a nova visão, cobraremos uma política de relacionamento. Queremos saber como o cliente está sendo atendido, como está a rentabilidade por cliente. Interessa mais como o cliente se relaciona com o banco", diz Abreu.
O diretor da Unidade de Gestão de Canais, Hideraldo Dwight Leitão, diz que o banco se prepara para uma nova era do sistema financeiro. "Hoje os produtos oferecidos pelos bancos são todos similares. A diferença está no conjunto de ações do banco e no atendimento ao cliente", diz.
O número de clientes atendidos por um mesmo gerente também foi reduzido, mas a informação é considera estratégica pelo banco. O objetivo principal é reduzir as reclamações registradas nos BC e nos órgãos de defesa do consumidor, listas que o banco já chegou a liderar. Por exigência legal, o banco tem que retornar uma reclamação em cinco dias. A meta, no entanto, é responder todas em até 24 horas e ser o melhor entre os grandes bancos.
O banco acredita que os resultados já começaram a aparecer. No primeiro trimestre de 2011, não houve aumento do número de clientes, mas o resultado recorrente subiu 42% na comparação com o mesmo período do ano passado. "Estamos conseguindo ser eficiente com a mesma base de clientes", finaliza Abreu.
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11 de mai. de 2011
PLANO DE ABERTURA DE AGÊNCIAS PRESSIONA DESPESAS DOS BANCOS
jornal Brasil Econômico 11/05/2011 - Ana Paula Ribeiro
Em um ambiente de crescimento econômico, os bancos reforçam a rede de atendimento para não correr o risco de perder mercado. No entanto, as despesas necessárias para cumprir esses planos de expansão são elevadas e sofrem ainda a pressão de mais um ingrediente, a inflação. “Isso de fato impacta os custos, que estão proporcionalmente maiores por causa da inflação”, afirma o diretor corporativo de Controladoria do Itaú, Rogério Calderón.
Na maior parte dos casos, o aumento das despesas de pessoal e administrativas — que incluem gastos com aluguel e serviços de comunicação, entre outros itens — é consequência dos investimentos feitos na abertura de novas agências, na contratação de pessoal, treinamento e publicidade. “Todos os bancos voltaram a investir fortemente na abertura de agências. Isso decorre do crescimento econômico, mas também é uma forma de reforçar a marca da instituição”, avalia o analista da Lopes&Filho Consultoria, João Augusto Salles.
Na visão do analista, esses desembolsos são justificáveis porque podem gerar maior retorno no futuro. No entanto, acrescenta que embora o índice de eficiência dos grandes bancos esteja em patamares bons, há espaço para reduções. O índice de eficiência é a relação entre despesas e receitas de uma instituição financeira e o ideal é que o indicador fique abaixo de 50%.
Calderón, do Itaú, admite que a migração das agências do Unibanco para o Itaú pressionou o volume de despesas, o que fez com que o índice de eficiência passasse de 45,4% em março do ano passado para 47,8%no primeiro trimestre de 2011. Ou seja, para cada R$ 100 em receitas, a instituição gasta R$ 47,80. O objetivo é que o indicador tenha queda de 2,5 pontos percentuais até dezembro.
O executivo acredita que o cenário está mais favorável. O plano de abrir entre 120 a 150 agências em 2011 e reformar outras 600 consumirá menos que os R$ 800 milhões desembolsados no processo de migração. A estimativa de Calderón é que os gastos em expansão dos pontos de atendimento fiquem em torno de 60% da despesa com a migração. Ele admite que, se a inflação sair ainda mais do controle, ao final do ano os bancos podem se surpreender com um reajuste salarial maior—o dissídio da categoria ocorre em setembro.
No Bradesco, as despesas de pessoal e administrativas também tiveram forte elevação no primeiro trimestre em relação a igual período de 2010. “O crescimento das despesas está compatível com a evolução da rede de atendimento e do volume de negócios”, disse o vice-presidente, Domingos Figueiredo de Abreu, em teleconferência a analistas. Nos 12meses encerrados em março, o banco contratou 8 mil funcionários e abriu 196 agências.
Essa aceleração dos gastos administrativos deve continuar em 2011, já que o Bradesco arcará com os custos decorrentes da abertura de 183 agências, o que significa mais gasto com aluguel e pessoal. A previsão é de expansão das despesas entre 11%e 15% em 2011, acima da projeção para elevação das receitas com prestação de serviços (9%a 13%).
Para o vice-presidente de Finanças do Banco do Brasil (BB), Ivan Monteiro, um ritmo mais ameno na expansão das despesas é importante para permitir que uma instituição continue competitiva em um cenário de redução dos spreads no longo prazo. “Tem que apertar os gastos. Tem que ser eficiente não para trabalhar como spread atual, mas com o spread futuro”, afirma. No entanto, o BB deve ter as despesas pressionadas neste ano pelo plano expressivo de abertura de agências e contratação de pessoal. A meta é abrir 200 agências de varejo, além de 150 Estilo — destinadas ao público de alta renda—e outras 250 complementares.
É também o ritmo de investimentos em agências—100 novos pontos de atendimento devem ser inaugurados até dezembro— e o reforço de atendimento em determinas áreas que permitirão que o Santander economize menos do que o esperado. Ao incorporar o Real, o banco de capital espanhol esperava atingir sinergias de R$ 2,4 bilhões até o final de 2011.No entanto, esse número deve ficar entre R$ 2,1 bilhões e R$ 2,2 bilhões.
Em um ambiente de crescimento econômico, os bancos reforçam a rede de atendimento para não correr o risco de perder mercado. No entanto, as despesas necessárias para cumprir esses planos de expansão são elevadas e sofrem ainda a pressão de mais um ingrediente, a inflação. “Isso de fato impacta os custos, que estão proporcionalmente maiores por causa da inflação”, afirma o diretor corporativo de Controladoria do Itaú, Rogério Calderón.
Na maior parte dos casos, o aumento das despesas de pessoal e administrativas — que incluem gastos com aluguel e serviços de comunicação, entre outros itens — é consequência dos investimentos feitos na abertura de novas agências, na contratação de pessoal, treinamento e publicidade. “Todos os bancos voltaram a investir fortemente na abertura de agências. Isso decorre do crescimento econômico, mas também é uma forma de reforçar a marca da instituição”, avalia o analista da Lopes&Filho Consultoria, João Augusto Salles.
Na visão do analista, esses desembolsos são justificáveis porque podem gerar maior retorno no futuro. No entanto, acrescenta que embora o índice de eficiência dos grandes bancos esteja em patamares bons, há espaço para reduções. O índice de eficiência é a relação entre despesas e receitas de uma instituição financeira e o ideal é que o indicador fique abaixo de 50%.
Calderón, do Itaú, admite que a migração das agências do Unibanco para o Itaú pressionou o volume de despesas, o que fez com que o índice de eficiência passasse de 45,4% em março do ano passado para 47,8%no primeiro trimestre de 2011. Ou seja, para cada R$ 100 em receitas, a instituição gasta R$ 47,80. O objetivo é que o indicador tenha queda de 2,5 pontos percentuais até dezembro.
O executivo acredita que o cenário está mais favorável. O plano de abrir entre 120 a 150 agências em 2011 e reformar outras 600 consumirá menos que os R$ 800 milhões desembolsados no processo de migração. A estimativa de Calderón é que os gastos em expansão dos pontos de atendimento fiquem em torno de 60% da despesa com a migração. Ele admite que, se a inflação sair ainda mais do controle, ao final do ano os bancos podem se surpreender com um reajuste salarial maior—o dissídio da categoria ocorre em setembro.
No Bradesco, as despesas de pessoal e administrativas também tiveram forte elevação no primeiro trimestre em relação a igual período de 2010. “O crescimento das despesas está compatível com a evolução da rede de atendimento e do volume de negócios”, disse o vice-presidente, Domingos Figueiredo de Abreu, em teleconferência a analistas. Nos 12meses encerrados em março, o banco contratou 8 mil funcionários e abriu 196 agências.
Essa aceleração dos gastos administrativos deve continuar em 2011, já que o Bradesco arcará com os custos decorrentes da abertura de 183 agências, o que significa mais gasto com aluguel e pessoal. A previsão é de expansão das despesas entre 11%e 15% em 2011, acima da projeção para elevação das receitas com prestação de serviços (9%a 13%).
Para o vice-presidente de Finanças do Banco do Brasil (BB), Ivan Monteiro, um ritmo mais ameno na expansão das despesas é importante para permitir que uma instituição continue competitiva em um cenário de redução dos spreads no longo prazo. “Tem que apertar os gastos. Tem que ser eficiente não para trabalhar como spread atual, mas com o spread futuro”, afirma. No entanto, o BB deve ter as despesas pressionadas neste ano pelo plano expressivo de abertura de agências e contratação de pessoal. A meta é abrir 200 agências de varejo, além de 150 Estilo — destinadas ao público de alta renda—e outras 250 complementares.
É também o ritmo de investimentos em agências—100 novos pontos de atendimento devem ser inaugurados até dezembro— e o reforço de atendimento em determinas áreas que permitirão que o Santander economize menos do que o esperado. Ao incorporar o Real, o banco de capital espanhol esperava atingir sinergias de R$ 2,4 bilhões até o final de 2011.No entanto, esse número deve ficar entre R$ 2,1 bilhões e R$ 2,2 bilhões.
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31 de jan. de 2011
BRADESCO PREVÊ INVESTIR R$ 5 BI EM 2011, 30% A MAIS QUE 2010
portal Economia & Negócios 31/01/2011 - Altamiro Silva Junior (Agência Estado)
O Bradesco prevê investir R$ 5 bilhões este ano, expansão de 30% ante o ano passado, disse o presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi. O executivo participa de teleconferência com a imprensa para comentar os resultados de 2010 do banco. O foco do banco é o mercado brasileiro e a expansão orgânica, destacou.
A meta do Bradesco é abrir 183 novas agências em 2011, número acima do total de novas unidades inauguradas em 2010, que somaram 174. Além disso vai investir em tecnologia e em uma nova arquitetura de sistemas, para aprimorar o atendimento do banco aos clientes. O Bradesco fechou o ano com 60,2 milhões de clientes.
Trabuco destacou na abertura da teleconferência a mobilidade social entre pessoas físicas, que passaram a ter maior acesso aos serviços financeiros graças ao crescimento da renda. Ele também destacou a mobilidade entre pessoas jurídicas, com empresas crescendo em meio à expansão da economia.
O presidente do Bradesco destacou ainda o chamado valor adicionado (montante da riqueza gerada dentro do banco), que somou R$ 26 bilhões em 2010. Desse total, R$ 9 bilhões foram destinados a recolhimento de tributos e impostos, R$ 8 bilhões foram pagos em salários, R$ 6 bilhões foram reinvestidos no banco e R$ 3 bilhões foram destinados aos acionistas por meio de pagamento de dividendos, destacou Trabuco.
O Bradesco prevê investir R$ 5 bilhões este ano, expansão de 30% ante o ano passado, disse o presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi. O executivo participa de teleconferência com a imprensa para comentar os resultados de 2010 do banco. O foco do banco é o mercado brasileiro e a expansão orgânica, destacou.
A meta do Bradesco é abrir 183 novas agências em 2011, número acima do total de novas unidades inauguradas em 2010, que somaram 174. Além disso vai investir em tecnologia e em uma nova arquitetura de sistemas, para aprimorar o atendimento do banco aos clientes. O Bradesco fechou o ano com 60,2 milhões de clientes.
Trabuco destacou na abertura da teleconferência a mobilidade social entre pessoas físicas, que passaram a ter maior acesso aos serviços financeiros graças ao crescimento da renda. Ele também destacou a mobilidade entre pessoas jurídicas, com empresas crescendo em meio à expansão da economia.
O presidente do Bradesco destacou ainda o chamado valor adicionado (montante da riqueza gerada dentro do banco), que somou R$ 26 bilhões em 2010. Desse total, R$ 9 bilhões foram destinados a recolhimento de tributos e impostos, R$ 8 bilhões foram pagos em salários, R$ 6 bilhões foram reinvestidos no banco e R$ 3 bilhões foram destinados aos acionistas por meio de pagamento de dividendos, destacou Trabuco.
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21 de jan. de 2011
BANCO DO BRASIL VAI DOBRAR REDE DE AGÊNCIAS VOLTADAS À ALTA RENDA
jornal Brasil Econômico 21/01/2011 - Maeli Prado
Paralelamente ao esforço de inclusão da população de baixa renda no sistema financeiro, o Banco do Brasil tentará em 2011 ganhar terreno também em segmentos do mercado que não domina: clientes de poder aquisitivo maior e a região Sudeste. Das 600 novas agências a serem abertas neste ano que foram anunciadas ontem pelo banco, 100 serão da categoria "Estilo", o equivalente ao "Prime", do Bradesco e ao "Personnalité", do Itaú. "Haverá um investimento forte no Rio de Janeiro e em São Paulo", disse o presidente do BB, Aldemir Bendine. A instituição financeira possui 109 dessas agências e pretende dobrar sua atuação no mercado.
O investimento total na ampliação da rede de atendimento será de R$ 1 bilhão neste ano. Das novas agências previstas no plano de expansão, 250 serão tradicionais (aí incluídas as da categoria "Estilo"). "A ideia é abri-las nos 850 municípios de maior renda do país", apontou o executivo. O banco possui hoje uma participação de 21,2% no Sudeste (segundo colocado).
Na outra ponta, a da baixa renda, 250 agências batizadas de complementares serão abertas. Nesse caso, funcionários do banco trabalhariam em conjunto com os correspondente bancários no atendimento à população, que poderia inclusive abrir conta e tomar crédito nesses pontos de atendimento. Além disso, a bandeira de cartão de crédito para a baixa renda Elo, parceria do BB com o Bradesco e CEF, será lançada no primeiro trimestre, com taxas e tarifas mais atrativas.
Além dessas 500 agências, 100 postos de atendimento (agências de menor porte) também serão abertos no ano. Hoje, o Banco do Brasil possui cerca de cinco mil agências bancárias. "Em até cinco anos, queremos estar presentes em todos os municípios", disse Bendine.
Internacionalização
O executivo confirmou que o BB está em vias de fechar acordo para adquirir um banco nos Estados Unidos, dando prosseguimento ao seu processo de internacionalização. De acordo com ele, três instituições de médio porte da Costa Leste estão sendo analisadas, todas em cidades com muitos brasileiros, mas apenas uma será escolhida. "Não temos interesse na quantidade de clientes do banco, mas sim na sua plataforma tecnológica. Será nossa porta de entrada para o mercado americano. A expansão virá depois", disse.
Ele afirmou que em 60 dias a instituição concluirá uma "due dilligence" (análise da saúde financeira) que está realizando para concretizar o memorando de entendimentos que firmou recentemente com o Banco Espírito Santo (BES) para atuar na África. O banco português atua em sete países africanos.
O BB deverá atuar principalmente, segundo ele, em Angola e Cabo Verde, onde o BES é mais forte. "Os índices de bancarização nesses países são baixos, o que torna os mercados bastante atrativos", pontuou.
Recentemente, o Banco do Brasil adquiriu o argentino Banco da Patagonia, e já anunciou que pretende continuar sua expansão na América Latina.
Paralelamente ao esforço de inclusão da população de baixa renda no sistema financeiro, o Banco do Brasil tentará em 2011 ganhar terreno também em segmentos do mercado que não domina: clientes de poder aquisitivo maior e a região Sudeste. Das 600 novas agências a serem abertas neste ano que foram anunciadas ontem pelo banco, 100 serão da categoria "Estilo", o equivalente ao "Prime", do Bradesco e ao "Personnalité", do Itaú. "Haverá um investimento forte no Rio de Janeiro e em São Paulo", disse o presidente do BB, Aldemir Bendine. A instituição financeira possui 109 dessas agências e pretende dobrar sua atuação no mercado.
O investimento total na ampliação da rede de atendimento será de R$ 1 bilhão neste ano. Das novas agências previstas no plano de expansão, 250 serão tradicionais (aí incluídas as da categoria "Estilo"). "A ideia é abri-las nos 850 municípios de maior renda do país", apontou o executivo. O banco possui hoje uma participação de 21,2% no Sudeste (segundo colocado).
Na outra ponta, a da baixa renda, 250 agências batizadas de complementares serão abertas. Nesse caso, funcionários do banco trabalhariam em conjunto com os correspondente bancários no atendimento à população, que poderia inclusive abrir conta e tomar crédito nesses pontos de atendimento. Além disso, a bandeira de cartão de crédito para a baixa renda Elo, parceria do BB com o Bradesco e CEF, será lançada no primeiro trimestre, com taxas e tarifas mais atrativas.
Além dessas 500 agências, 100 postos de atendimento (agências de menor porte) também serão abertos no ano. Hoje, o Banco do Brasil possui cerca de cinco mil agências bancárias. "Em até cinco anos, queremos estar presentes em todos os municípios", disse Bendine.
Internacionalização
O executivo confirmou que o BB está em vias de fechar acordo para adquirir um banco nos Estados Unidos, dando prosseguimento ao seu processo de internacionalização. De acordo com ele, três instituições de médio porte da Costa Leste estão sendo analisadas, todas em cidades com muitos brasileiros, mas apenas uma será escolhida. "Não temos interesse na quantidade de clientes do banco, mas sim na sua plataforma tecnológica. Será nossa porta de entrada para o mercado americano. A expansão virá depois", disse.
Ele afirmou que em 60 dias a instituição concluirá uma "due dilligence" (análise da saúde financeira) que está realizando para concretizar o memorando de entendimentos que firmou recentemente com o Banco Espírito Santo (BES) para atuar na África. O banco português atua em sete países africanos.
O BB deverá atuar principalmente, segundo ele, em Angola e Cabo Verde, onde o BES é mais forte. "Os índices de bancarização nesses países são baixos, o que torna os mercados bastante atrativos", pontuou.
Recentemente, o Banco do Brasil adquiriu o argentino Banco da Patagonia, e já anunciou que pretende continuar sua expansão na América Latina.
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5 de jan. de 2011
BRADESCO ABRE AGÊNCIA NA CIDADE DE DEUS E PLANEJA MAIS NOVE UNIDADES
portal Economia & Negócios 05/01/2011 - Agência Estado
O Bradesco inaugurou nesta quarta-feira a primeira agência bancária da Cidade de Deus, comunidade habitacional localizada na zona oeste do Rio de Janeiro, com uma população de 120 mil pessoas. A abertura contou com a presença do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, e do presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi.
O plano de expansão do banco nas comunidades do Rio de Janeiro prevê a inauguração de mais nove agências. A próxima está prevista para fevereiro na comunidade de Rio das Pedras. Ainda este ano serão abertas as unidades do Complexo do Alemão, Gardênia Azul, Dona Marta, Salgueiro, Terreirão, Tijuquinha, Turano e Vila Cruzeiro.
No Rio de Janeiro, o Bradesco já tem uma agência na comunidade da Rocinha, inaugurada em 2007, e um correspondente bancário na favela Cantagalo Pavão Pavãozinho, inaugurado em maio de 2010. O banco também tem uma estratégia para a venda de seguros populares em comunidades carentes do Rio. No Morro Dona Marta, oferece uma apólice residencial que custa R$ 9,90.
Em São Paulo, o banco também resolveu abrir uma rede de atendimento em comunidades carentes. Em novembro de 2009, inaugurou uma agência na comunidade de Heliópolis, a maior da capital paulista, com uma população de mais de 100 mil habitantes. Em setembro de 2010, iniciou as atividades na comunidade de Paraisópolis.
O Bradesco está presente em 100% dos municípios brasileiros com uma rede de atendimento composta de mais de 43 mil pontos. Esta rede presta serviços a cerca de 61 milhões de clientes.
Sobre a abertura da unidade hoje na Cidade de Deus, o presidente do Bradesco destacou em nota: "Chegamos a essa comunidade em uma fase de resgate da paz, da ordem e da tranquilidade, tão necessárias para o exercício pleno e diário da cidadania. Nosso objetivo é contribuir para esta nova fase."
O Bradesco inaugurou nesta quarta-feira a primeira agência bancária da Cidade de Deus, comunidade habitacional localizada na zona oeste do Rio de Janeiro, com uma população de 120 mil pessoas. A abertura contou com a presença do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, e do presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi.
O plano de expansão do banco nas comunidades do Rio de Janeiro prevê a inauguração de mais nove agências. A próxima está prevista para fevereiro na comunidade de Rio das Pedras. Ainda este ano serão abertas as unidades do Complexo do Alemão, Gardênia Azul, Dona Marta, Salgueiro, Terreirão, Tijuquinha, Turano e Vila Cruzeiro.
No Rio de Janeiro, o Bradesco já tem uma agência na comunidade da Rocinha, inaugurada em 2007, e um correspondente bancário na favela Cantagalo Pavão Pavãozinho, inaugurado em maio de 2010. O banco também tem uma estratégia para a venda de seguros populares em comunidades carentes do Rio. No Morro Dona Marta, oferece uma apólice residencial que custa R$ 9,90.
Em São Paulo, o banco também resolveu abrir uma rede de atendimento em comunidades carentes. Em novembro de 2009, inaugurou uma agência na comunidade de Heliópolis, a maior da capital paulista, com uma população de mais de 100 mil habitantes. Em setembro de 2010, iniciou as atividades na comunidade de Paraisópolis.
O Bradesco está presente em 100% dos municípios brasileiros com uma rede de atendimento composta de mais de 43 mil pontos. Esta rede presta serviços a cerca de 61 milhões de clientes.
Sobre a abertura da unidade hoje na Cidade de Deus, o presidente do Bradesco destacou em nota: "Chegamos a essa comunidade em uma fase de resgate da paz, da ordem e da tranquilidade, tão necessárias para o exercício pleno e diário da cidadania. Nosso objetivo é contribuir para esta nova fase."
5 de out. de 2010
INTERNET BANKING NA ROTINA, AGÊNCIAS PARA RESOLVER PROBLEMAS
redação Serfinco 05/10/2010
Os norte-americanos preferem a internet para realizar transações bancárias de rotina, mas quando surge um problema eles preferem um atendimento pessoal, em uma agência ou por telefone. O comportamento foi apurado em uma pesquisa realizada pela Empathica com mais de 15 mil americanos e canadenses.
Para operações do dia-a-dia, 41,4% dos entrevistados citam a internet como o canal preferido, seguido por agência (32,6%) e terminais de autoatendimento (23,3%). O telefone celular ocupa a quarta colocação, com um distante percentual de 1,5%.
No entanto, quando surge um problema, a mudança é drástica, com 60% dos clientes optando por dirigirem-se a uma agência e outros 34% fazendo uso do telefone - apenas 6% querem resolver o assunto via internet. Agências também são o canal favorito para 78,7% dos entrevistados quando o assunto são operações importantes, como empréstimos à habitação.
Apesar da badalação, o mobile banking ainda enfrenta obstáculos consideráveis para deslanchar. Apenas 1,5% dos norte-americanos usam seus celulares para transações diárias. Entre os respondentes, 51,2% dos norte-americanos e 60,3% dos canadenses disseram não ter confiança no canal para realizarem operações bancárias. Entre todas as modalidades, o canal de maior confiança são as agências (84%).
O internet banking vem vencendo barreiras, mesmo com as preocupações dos usuários com as questões de privacidade e segurança – apenas 21,7% nos EUA e 26,2% no Canadá não sentem segurança em fazer operações bancárias na web. A expectativa é que o mesmo ocorra com os dispositivos móveis, com o celular desempenhando um papel importante em transações financeiras no futuro. No Canadá, embora o mobile banking tenha um percentual muito baixo de usuários, 83% dos adeptos se disseram propensos a recomendar o canal. Quando se trata de agência, telefone, internet e caixas eletrônicos, a intenção de recomendar atinge, no máximo, 77%.
Para os canadenses, o internet banking é preferido por 49,4% dos entrevistados, posicionamento 10 pontos percentuais acima da escolha dos americanos (38,2%), embora em ambos os países a penetração do canal fique em torno de 77%.
Os resultados da pesquisa foram bastante semelhantes aos obtidos em recente levantamento da ABA (American Bankers Association), o qual revelou que a maioria dos clientes bancários nos Estados Unidos preferem acessar seus serviços bancários pela internet, sobre qualquer outro método. A popularidade do canal vem crescendo ano a ano. Este ano, 36% da amostra votou a favor de serviços bancários na web, em comparação com 25% no ano passado. À medida em que mais representantes da Geração Y entrem no mercado, a tendência é de que esta preferência cresça ainda mais. A escolha por operações bancárias on-line foi seguida por visitas a agência (25%), e uso de ATMs (15%). A utilização de serviços bancários móveis (celulares, PDAs, etc) foi a opção de apenas 3% dos consumidores, principalmente aqueles com idade entre 18 e 34 anos.
Os norte-americanos preferem a internet para realizar transações bancárias de rotina, mas quando surge um problema eles preferem um atendimento pessoal, em uma agência ou por telefone. O comportamento foi apurado em uma pesquisa realizada pela Empathica com mais de 15 mil americanos e canadenses.
Para operações do dia-a-dia, 41,4% dos entrevistados citam a internet como o canal preferido, seguido por agência (32,6%) e terminais de autoatendimento (23,3%). O telefone celular ocupa a quarta colocação, com um distante percentual de 1,5%.
No entanto, quando surge um problema, a mudança é drástica, com 60% dos clientes optando por dirigirem-se a uma agência e outros 34% fazendo uso do telefone - apenas 6% querem resolver o assunto via internet. Agências também são o canal favorito para 78,7% dos entrevistados quando o assunto são operações importantes, como empréstimos à habitação.
Apesar da badalação, o mobile banking ainda enfrenta obstáculos consideráveis para deslanchar. Apenas 1,5% dos norte-americanos usam seus celulares para transações diárias. Entre os respondentes, 51,2% dos norte-americanos e 60,3% dos canadenses disseram não ter confiança no canal para realizarem operações bancárias. Entre todas as modalidades, o canal de maior confiança são as agências (84%).
O internet banking vem vencendo barreiras, mesmo com as preocupações dos usuários com as questões de privacidade e segurança – apenas 21,7% nos EUA e 26,2% no Canadá não sentem segurança em fazer operações bancárias na web. A expectativa é que o mesmo ocorra com os dispositivos móveis, com o celular desempenhando um papel importante em transações financeiras no futuro. No Canadá, embora o mobile banking tenha um percentual muito baixo de usuários, 83% dos adeptos se disseram propensos a recomendar o canal. Quando se trata de agência, telefone, internet e caixas eletrônicos, a intenção de recomendar atinge, no máximo, 77%.
Para os canadenses, o internet banking é preferido por 49,4% dos entrevistados, posicionamento 10 pontos percentuais acima da escolha dos americanos (38,2%), embora em ambos os países a penetração do canal fique em torno de 77%.
Os resultados da pesquisa foram bastante semelhantes aos obtidos em recente levantamento da ABA (American Bankers Association), o qual revelou que a maioria dos clientes bancários nos Estados Unidos preferem acessar seus serviços bancários pela internet, sobre qualquer outro método. A popularidade do canal vem crescendo ano a ano. Este ano, 36% da amostra votou a favor de serviços bancários na web, em comparação com 25% no ano passado. À medida em que mais representantes da Geração Y entrem no mercado, a tendência é de que esta preferência cresça ainda mais. A escolha por operações bancárias on-line foi seguida por visitas a agência (25%), e uso de ATMs (15%). A utilização de serviços bancários móveis (celulares, PDAs, etc) foi a opção de apenas 3% dos consumidores, principalmente aqueles com idade entre 18 e 34 anos.
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