Mostrando postagens com marcador Accenture. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Accenture. Mostrar todas as postagens

15 de jun. de 2011

ACCENTURE MOSTRA APLICAÇÕES PARA A AGÊNCIA DO FUTURO NO CIAB FEBRABAN 2011

portal Maxpress 13/06/2011 – release Burson-Marsteller

A Accenture, empresa de consultoria, tecnologia e outsourcing, apresentará aplicações para a agência bancária do futuro no Ciab FEBRABAN 2011 - Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras -, de 15 a 17 de junho, no Expo Center Transamérica, em São Paulo. Entre os destaques estão as demonstrações de mobilidade, identificação, segurança e mídias sociais , desenvolvidas nos laboratórios de tecnologia da Accenture em Sophia Antipolis, na França.

“Buscamos o que temos de mais inovador nos nossos centros globais de conhecimento e trouxemos para apresentar ao mercado. Acreditamos que o futuro do sistema bancário passará por conhecer sempre mais as necessidades dos clientes, de forma a oferecer melhoria do atendimento e novas oportunidades de negócios”, informa Leonardo Framil, líder da área de Finanças da Accenture na América Latina. “Por meio do conhecimento integrado do setor, a Accenture está apta a auxiliar os bancos em suas demandas atuais e futuras”.

No Centro de Conhecimento da Accenture, estruturado especificamente para o evento, será possível conhecer e interagir com soluções de:

•Identificação e segurança: para identificação dos clientes nas agências, com o uso de biometria e tecnologia sem contato, para garantir a segurança das transações.
•Rastreamento visual – ligado à identificação e segurança, a câmera é usada para identificar os clientes, no momento que eles entram na agência. Com isso, será possível ofertar produtos e serviços sob medida para cada necessidade e se antecipar às demandas.
•Mídias sociais: duas demonstrações apresentam como é possível engajar melhor os potencias clientes e os atuais, por meio de ferramentas de colaboração e multicanal. Será possível acompanhar um caso de seguro de vida, que mostra como o uso dessas aplicações aliadas a analytics podem melhorar a interação com os clientes.
•Pagamentos móveis – uma demonstração de como novas aplicações no iPad celular permitirão alavancar as funções de pagamentos bem como toda o conteúdo do mobile banking.
•Cloud Computing, provisionamento de redes e desktops virtuais.
•A jornada de um banco de alta performance por meio de modelos de processos de negócios, aplicativos e infraestrutura terceirizados.

Além disso, a Accenture ainda participará do congresso do Ciab. No primeiro dia (15), às 11h, no Auditório Eficiência Operacional, Marco Magalhães Santos, gerente sênior da Accenture, participa do painel “A Digitalização além da Truncagem”. No dia 17, às 9h, no mesmo auditório, Jair Merlo, executivo sênior da Accenture participa da palestra “Desenvolvimento Ágil e Arquitetura de Sistemas”.

Agende-se

Data: 15/6/11
“A Digitalização além da Truncagem”
Palestrante: Marco Magalhães Santos, Gerente Sênior da Accenture
Horário: 11h00- 12h30
Local: Auditório Eficiência Operacional

Data: 17/6/11
“Desenvolvimento Ágil e Arquitetura de Sistemas”
Horário: 9h – 10h30
Local: Auditório Eficiência Operacional
Com Jair A. F. Merlo, Executivo Sênior da Accenture

8 de jun. de 2011

ESTUDO APONTA AUSÊNCIA DE ANÁLISE DE DADOS PELAS EMPRESAS

portal Executivos Financeiros 06/06/2011 - Luisa Pascoareli

Um levantamento da Accenture com cera de 800 executivos em dez países incluindo o Brasil, mostrou que as empresas não estão utilizando seus métodos de análise de dados para impulsionar a experiência de seus consumidores e melhorar seus negócios. O estudo revela, ainda, que mais da metade das empresas não utilizam os dados analíticos que possuem para atingir, prestar serviços ou interagir com seus consumidores. Além disso, quando estruturam decisões sobre o que os consumidores querem, se baseiam apenas na experiência pessoal ao invés da análise de dados e fatos.

O executivo líder para a prática de Analytics e Gestão da Informação da Accenture na América Latina, Daniel Lázaro, confirma essa tendência. “as empresas consideram experiência e percepção de seus gestores e não dados para fazer análises e tomarem decisões. Com isso elas não fidelizam os clientes”. A pesquisa apontou que 55% dos entrevistados acreditam que alcançam resultados “ideais” ou “muito bons”. No entanto, uma pesquisa revelou que apenas 21% dos clientes acreditam que as corporações oferecem experiências diferenciadas.

Algumas empresas enxergam análise de dados como algo desnecessário, já que estão atingindo seus objetivos de acordo com Lázaro. “O mercado tem pouca discussão sobre tema, não tem estrutura nas empresas para gerar base de dados, tanto no Brasil como no resto do mundo”. Em outros países a Accenture oferece para as empresas a análise de dados como serviço, através de extração e análise desses dados e sugestão de hipóteses. “ As empresas ainda não enxergam beneficio como redução de custos para realizar isso”, destaca Lázaro.

Mesmo entre as organizações que usam analytics no marketing e vendas, a maioria delas não utiliza as informações em todo o espectro de atividades de relacionamento com os seus consumidores. Isso inclui áreas críticas, tais como precificação (86%), prestação de serviços (77%) e desenvolvimento de produtos (59%).

A postura das companhias e o desconhecimento de sua base explicam um pouco outro dado revelado pelo levantamento: dois em cada três consumidores mudaram de prestadores de serviços no ano passado. As métricas mais utilizadas para segmentação são: lucro por cliente (41%), custo benefício (27%) e comportamento de consumo (24%).

Segundo Lázaro, as empresas não estão olhando o cliente como um todo, mas focam em cada produto oferecido separadamente. “ Não é para pegar um produto e ver para quem oferece, mas o contrário, verificar o que o cliente está precisando”. Apesar de ainda ser recente, o executivo aponta o uso de redes sociais de uma nova maneira para atrair cliente e fidelizá-lo. “Não é para verificar opinião dos clientes, mas as redes sociais serão utilizadas para ver quais clientes possuem influência sobre outros clientes”, finaliza Lázaro.

1 de jun. de 2011

SERVIÇOS DE CORRESPONDÊNCIAS DIGITAL SERÃO OFERECIDOS PELA ACCENTURE

portal Executivos Financeiros 31/05/2011

A empresa de consultoria, tecnologia e outsourcing, Accenture iniciou a oferta de serviços de correspondências digital – uma versão eletrônica de qualquer correspondência impressa que será entregue a um endereço de email – para as companhias postais de todo o mundo. Assim, os consumidores poderão utilizar um serviço mais rápido, seguro e sem problemas de extravio.

A Accenture trabalha com mais de 20 grandes empresas de correio mundialmente e esse serviço ajudará na entrega de mais de 50% das correspondências. De acordo com uma pesquisa realizada pela companhia, as cartas impressas diminuirão 44% até 2020. Em 2010 o número era 165,2 bilhões, comparado com os 297,2 bilhões de 2009. O estudo também mostra que as agências de correio consideradas de alta performance adotam uma estratégia diversificada na oferta de serviços, com o uso de ferramentas tecnológicas, como e-commerce e correspondência digitalizada.

As empresas postais, com a nova oferta, estarão aptas a competir no mercado digital, por meio da conversão, entrega e armazenamento das correspondências tradicionais, como contas de serviços públicos e consumo. Além disso, os destinatários poderão organizar e armazenar suas cartas digitais, sem precisar pagar por esses serviços.

Assim como o custo da postagem, as agências de correio podem cobrar taxas de entrega das correspondências digitais, com a geração de um fluxo de novas receitas. "Com a correspondência digital, agências de correios passam a oferecer aos clientes opções de entrega, como cópia impressa, digital ou ambas", diz Ronald Munk, líder da área de Saúde e Serviços Públicos da Accenture. "Essa capacidade multicanal auxilia a forma de como os correios devem adaptar os serviços ao novo ambiente tecnológico, proporcionando aos cidadãos a possibilidade de receber correspondências em seu email ou smartphone."

Clientes que utilizam muito os correios, como bancos e empresas de serviços públicos, podem realizar economias significativas de custos, horas da equipe e produção de papel.

27 de mai. de 2011

NOVA CLASSE C DEVE IMPULSIONAR CRESCIMENTO DE SEGUROS NO BRASIL

portal InfoMoney 23/05/2011 - Diego Lazzaris Borges

O crescimento do mercado de seguros mundial nos próximos 10 anos deverá ser influenciado principalmente pelos países emergentes. No Brasil, de acordo com a consultoria Accenture, a migração das classes D e E para a classe C e o aumento do poder de compra da população serão os principais responsáveis pelo maior faturamento.

“Quem está mais suscetível a achar que precisa de proteção contra a perda de um bem que antes não possuía e que é muito caro para ela, tanto no sentido de valor quanto no sentido de estima? É a nova classe média”, aponta o líder da área de seguros da consultoria Accenture, Raphael de Carvalho.

Segundo o executivo, este crescimento está embasado especialmente no aumento do poder aquisitivo das classes mais baixas, que têm conseguido comprar mais e acumular um maior número de bens duráveis.

“A maior correlação de venda de seguro de automóvel é a quantidade de automóveis que temos nas ruas. Estamos passando por um crescimento exponencial nos últimos quatro anos da frota de veículos do País, e isso está acontecendo porque as pessoas estão tendo a chance de comprar o seu primeiro automóvel”, exemplifica o Carvalho.
Além dos automóveis, o executivo cita o maior consumo de bens como eletrodomésticos e computadores, que utilizam o seguro de garantia estendida. “Este seguro dá uma garantia adicional àquela de fábrica. E o aumento da venda desse tipo de seguro obviamente está correlacionado à maior venda de bens duráveis. E quem é que está comprando esses bens duráveis? A nova classe C”, diz Carvalho.

Crescimento no mundo

De acordo com uma pesquisa da Accenture, os mercados emergentes serão responsáveis por 60% da expectativa de crescimento do faturamento das seguradoras nos próximos 10 anos. Até 2015, segundo a consultoria, existe um potencial de crescimento entre US$ 400 bilhões e US$ 600 bilhões nos mercados maduros e entre US$ 650 bilhões e US$ 900 bilhões nos mercados emergentes.

Em 2009, de acordo com a Accenture, o mercado de seguros mundial registrou um faturamento de US$ 5,14 trilhões. “Os mais otimistas acham que os mercados emergentes podem chegar a até 30% do total do faturamento dos seguros do mundo em dez anos. Hoje, este número está abaixo de 15%”, ressalta Carvalho.

21 de fev. de 2011

CUPONS DE DESCONTOS MÓVEIS GANHAM ACEITAÇÃO

portal Baguete 21/02/2011 - Guilherme Neves

A maioria dos usuários de smartphones é a favor de baixar cupons de desconto para os celulares.

O dado faz parte de estudo da Accenture que entrevistou 1 mil consumidores dos Estados Unidos, França, Espanha, Itália, Reino Unido, Alemanha, Japão, China e Índia.

Foram 79% dos pesquisados declarando ser “interessante” fazer o download dos recibos de ofertas nos aparelhos. Outros 73% disseram que gostavam de receber avisos ao passar por um item em uma loja.

Apesar do gosto pelos cupons móveis, apenas 48% baixou, de fato, os cupons.
O relatório indica que os smartphones têm mudado a relação entre os consumidores e os varejistas.

Muitos dos usuários do dispositivo afirmaram que preferem usar o seu aparelho ao invés de interagir com vendedores de loja, para realizar tarefas simples (73%). Outro dado indica que 71% são a favor de usar o smartphone para encontrar uma loja com um item desejado na prateleira.

Segundo a Accenture, o relatório mostra que o crescimento da adoção de smartphones a crise econômica encorajaram os “consumidores com consciência financeira a explorar os canais de varejo alternativos, como as compras online e smartphones, para aproveitarem as promoções”.

O estudo também mostra que os cupons online de desconto podem ser uma parte importante da experiência de compra, potencializada pela disseminação dos smartphones.

20 de fev. de 2011

ACCENTURE ATESTA GRANDE INTERESSE EM M-COMMERCE ENTRE USUÁRIOS CONTUMAZES DE CELULAR

redação Serfinco 19/02/2011

Quase metade dos mais ativos usuários de dispositivos móveis aprovam a possibilidade de pagar por bens e serviços utilizando seus aparelhos. A informação foi revelada por uma pesquisa realizada pela Accenture, a nível mundial, que também mostra que o Ocidente fica bem atrás da Ásia na adoção da tecnologia.

Abrangendo consumidores de 11 países, 45% dos entrevistados mostraram-se interessados no conceito de comércio móvel, mesmo com 73% deles expressando preocupações significativas com as questões de privacidade e roubo de identidade.

Os respondentes da Ásia são os mais entusiastas, com 69% indicando que favorecem o uso de telefones móveis para a maioria dos pagamentos. A China está no topo (76%), seguida por Índia (75%), Coréia (56%) e Japão (47%).

Estes dados contrastam fortemente com os dos Estados Unidos e Europa, onde na média apenas 26% dos entrevistados defendem o uso generalizado dos pagamentos através de telefones celulares.

Quando perguntados se utilizaram seus dispositivos móveis para fazer compras nos últimos seis meses, quase a metade dos consumidores na China indicaram que tinham, seguido pela Coréia (42%) e Japão (33%).

Na Ásia, 38% dos consumidores entrevistados usaram seus celulares para ler o código de barras de um produto, enquanto faziam compras, para obter informações adicionais; outros 36% usaram seus aparelhos como ingresso digital, para terem acesso a um evento ou para embarcar em um voo, e 31% compraram um item ou receberam um cupom que continha uma etiqueta eletrônica ou um código de barras.

Mais de dois terços dos participantes da pesquisa disseram que os pagamentos por telefone celular aumentam o risco de roubo de identidade e fraude mas, mesmo com essas preocupações, 62% dos que costumam usar um cartão de crédito para fazerem seus pagamentos recorrentes declararam que usariam seu celular para pagar as contas, caso recebessem um desconto de 20%.

Mais de 50% disseram que gostariam de receber promoções sem ser em dinheiro, com base em suas compras anteriores. Quase a metade gostaria de receber mensagens personalizadas em seus celulares quando estiverem a poucos passos do produto ou serviço em promoção, enquanto 69% aceitariam receber anúncios em seus celulares como parte de seu contrato de serviço em troca de reduções nas tarifas.

Quando questionados sobre que tipo de empresas teriam um papel importante ao permitir que os consumidores façam pagamentos ou façam uso de cupons via telefone, 59% citaram empresas de cartão de crédito; 54% pensaram em operadoras de telefonia móvel; 52% consideraram as empresas de software e 48% mencionaram grandes varejistas e fabricantes de dispositivos móveis.

21 de dez. de 2010

PAGAMENTO PELO CELULAR DEVE ATRAIR PÚBLICO JOVEM

jornal Valor Econômico 21/12/2010 - Jacilio Saraiva

Com mais de 190 milhões de celulares ativos no Brasil, bancos, empresas da área de cartões e de telefonia unem-se para oferecer soluções de mobile payment ou pagamento pelo celular. A ideia é aproveitar a crescente base instalada para criar novas opções de transações móveis e pavimentar o acesso de mais clientes aos serviços financeiros. "Os assinantes que utilizam o pagamento móvel são adeptos do internet banking, usam o celular de forma intensa e se interessam por inovação", analisa Luiz Rodrigo Silva, executivo da área de finanças da consultoria Accenture. "A população mais jovem deve ser a grande impulsionadora do serviço."

No início de 2011, MasterCard, Vivo, Redecarde Itaú Unibanco começam a operar um novo sistema para pagamentos móveis em São José dos Campos (SP). O MasterCard Mobile foi desenvolvido pela operadora de cartão e o Brasil será o primeiro país envolvido na ação. "A cidade foi escolhida por conta da proximidade com São Paulo (SP), do número de habitantes e do perfil dos usuários locais, mais afeito à inovações", explica Alessandro Raposo, diretor de marketing e produtos da Redecard, que tem duas outras soluções para pagamento móvel. O município de 615 mil habitantes, a 94 quilômetros da capital, é conhecido por abrigar centros tecnológicos e universidades.

A ideia do grupo de empresas é convidar 30 mil clientes da cidade para usar o produto. Com um chip da Vivo, os consumidores poderão usar o aparelho como um cartão de crédito. Para fazer o pagamento, o consumidor digita no celular o código da loja, o valor da transação, a senha do cartão e a opção de pagamento: crédito ou débito. Em segundos, o lojista recebe a confirmação da transação via mensagem de texto. A Redecard prepara mil lojistas na cidade, que vão receber celulares com o sistema. A tecnologia também pode ser utilizada por outras operadoras e bancos.
Em setembro deste ano, o Banco do Brasil, Cielo e Oi anunciaram uma parceria, de olho na massificação do acesso a serviços financeiros. "Mais de 70 mil estabelecimentos poderão fazer pagamentos via celular", afirma Rogério Signorini, diretor de desenvolvimento de novos produtos da Cielo. "A meta é entrar em outros segmentos, como taxistas, feirantes e profissionais liberais", diz. No mês passado, a Cielo apresentou uma nova opção de pagamento exclusivo para iPhone, iPad e iPod. A novidade transforma os dispositivos da Apple em máquinas para operações com as bandeiras Visa, MasterCard e American Express.

A Oi opera um sistema de pagamento móvel desde 2006, com 250 mil usuários e 75 mil lojistas cadastrados em oito Estados. Em 2011, investirá em novos produtos de pagamento, inclusive com a tecnologia contactless, ou sem contato. O padrão Near Field Communication (NFC) é baseado em soluções de proximidade. Os consumidores precisam apenas aproximar o celular de um leitor no ponto de venda para efetuar pagamentos. "A parceria com Cielo e Banco do Brasil vai avançar e pretendemos apresentar novos produtos pré-pagos para clientes sem acesso aos serviços financeiros tradicionais", diz Pedro Ripper, diretor de desenvolvimento tecnológico e estratégia da Oi.

Percival Jatobá, diretor executivo de produtos da Visa do Brasil, informa que os bancos deverão oferecer aos clientes um pequeno cartão de memória que habilita a função de pagamento no celular. Pelo menos cinco modelos de smartphones são compatíveis com a nova tecnologia. A TIM deve anunciar novidades em breve, segundo Flávio Ferreira, gerente de serviços de valor adicionado. Atualmente, a empresa mantém acordos de mobile banking com Itaú, Bradesco, Banco do Brasil, Santander, HSBC e Caixa. Junto com o Bradesco, lançará nos próximos meses um serviço que converte o valor das taxas bancárias em bônus para aparelhos pré-pagos.