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20 de nov. de 2011

CARTÃO E CHEQUE ESPECIAL SÃO DESTINO PRINCIPAL DE QUEM QUER QUITAR DÍVIDAS COM 13º SALÁRIO

portal InfoMoney 07/11/2011 - Viviam Klanfer Nunes

Quase 80% dos consumidores brasileiros que pretendem utilizar os recursos do 13º salário para quitar dívidas devem utilizar o abono para zerar as pendências com o cartão de crédito e o cheque especial.

De acordo com levantamento divulgado nesta segunda-feira (7) pela Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), 39% dos brasileiros que vão utilizar o recurso do 13° para pagar dívidas, destinarão o benefício para suas dívidas com cartão de crédito.

Frente a 2010, houve um aumento de 1 ponto percentual. Naquele ano, 38% dos brasileiros que usaram o 13° optaram por pagar suas dívidas no cartão de crédito.
Ainda entre os consumidores que decidiram usar o 13° para pagar suas contas em atraso, 37% pretendem regularizar as dívidas com cheque especial. Na comparação anual, houve alta de 1 p.p. nesse volume.

Outros débitos

Ainda de acordo com a Anefac, entre aqueles que vão usar o 13° salário para pagar suas dívidas, 5% dos consumidores pretendem utilizar o recurso para regularizar o nome no SPC/Serasa. Em 2010, essa fatia era de 7%.

Dívidas com prestações do comércio em atraso (8%), com financiamento bancário em atraso (9%) e relacionadas a diversos itens (2%), como escola, telefonia, entre outros, completam a lista do destino do 13º salário, conforme tabela abaixo:

CHEQUE GANHA SOBREVIDA NO VAREJO POPULAR

jornal Folha de S. Paulo 06/11/2011 - Felipe Vanini Bruning

Apesar de terem sumido das carteiras de muitos clientes que têm conta em bancos, os cheques ainda apresentam poder de barganha em estabelecimentos que fogem das taxas cobradas pelas operadoras de cartão de crédito.

"Costumamos sempre dar pelo menos um desconto de 5% [equivalente à taxa cobrada pelas administradoras de cartão] para os clientes que preferem pagar em cheque ou dinheiro", diz Berenice Pacheco de Couto, diretora financeira da Andy Cabos, loja de cabeamentos eletrônicos e de dados da Santa Ifigênia, região de comércio popular de São Paulo.

O proprietário da loja paulista de equipamentos automotivos Comando Acessórios, Gerson Ferrara, afirma que, em razão de sua baixa margem de lucro -de 20% a 30%-, também oferece descontos.

"Se o cliente quiser usar outro meio de pagamento diferente do cartão de crédito, deduzimos até 15%, dependendo da mercadoria."

Apoiados por essa vantagem, consumidores aproveitam para obter benefícios. "Sempre tento negociar algum desconto quando pago em cheque", diz a atendente comercial paulistana Nathalie Duarte.

SEM FUNDOS

No entanto, especialmente por causa do risco de inadimplência e pelo avanço de qualidade de tecnologia dos meios eletrônicos, vários comerciantes passaram a recusar os cheques. De 1995 a 2010, o uso regrediu 66%.

Márcia Lurdes, gerente da Refla Sound, também situada na região da Santa Ifigênia, afirma ter R$ 90 mil a receber de cheques sem fundos. "Há um ano não aceitamos mais cheques. Os bons acabam tendo de pagar pelos ruins."

De acordo com Marcel Solimeo, economista-chefe da Associação Comercial de São Paulo, o comércio é livre para aceitar os meios de pagamento que considera mais vantajosos.

"Não há uma orientação específica da entidade. Se, no setor em que a empresa atua, ela considera que vale mais a pena correr o risco de o cheque voltar do que pagar as taxas das administradoras, pode fazer isso", diz Solimeo.

INADIMPLÊNCIA

Segundo a Serasa Experian, a inadimplência nos cheques subiu de 1,59%, em média, em 2010 para 1,82% em setembro deste ano.

"Houve um aumento, mas ainda devemos fechar o ano melhor do que em 2009, quando a taxa atingiu 1,94%", afirma Luiz Rabi, gerente de indicadores de mercado da Serasa Experian.

De acordo com Luís Miguel Santacreu, analista de instituições financeiras da consultoria Austin Rating, um dos motivos foi a reforma do Sistema de Pagamentos, no início dos anos 2000.

"Hoje, é raro cheque com valores muito altos. Os clientes bancários passaram a utilizar mais as transferências eletrônicas, como o DOC e o TED, para essas operações", afirma Santacreu.

9 de out. de 2011

NO 1º SEMESTRE, GASTOS DO BRASILEIRO COM CHEQUES FORAM 70% SUPERIORES AOS DO CARTÃO DE CRÉDITO

portal Cidade Biz 20/09/2011

No primeiro semestre de 2011, o valor transacionado por cheques foi 70% superior ao volume monetário das transações com cartão de crédito: no acumulado de janeiro a junho, o valor com cheques chegou a R$ 511,6 bilhões, contra R$ 301,8 bilhões com cartões. O levantamento foi feito pela Fecomercio a partir dos números do conjunto de indicadores econômicos da base de dados do Banco Central.

Para a Fecomercio, esse número é surpreendente, levando-se em consideração que o número de transações feitas com cartões de crédito corresponde a 7,5 vezes a quantidade de cheques compensados no período, ou 653% maior: 3,8 bilhões (cartões) contra 508,8 milhões (cheques). Esses dados são corroborados pela Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) da Fecomercio, que registrou, no mesmo período, a liderança com folga do cartão de crédito como o principal tipo de dívida.

De acordo com a entidade, o valor elevado de cheques decorre da emissão de cheques pré-datados em parcelamentos ou entradas, em aquisições de itens de grande valor, como automóveis. Quando se parcela em valores elevados, a taxa de administração cobrada pelas operadoras de cartões inviabiliza seu uso, o que estimula o uso do cheque. Além disso, poucas pessoas possuem limite alto no cartão de crédito para cobrir despesas elevadas. Por fim, a emissão de cheques administrativos também colabora para o elevado valor médio dos cheques, atualmente.

O valor médio mensal gasto no cartão de crédito foi de R$ 78,81, enquanto o valor médio de cada cheque compensado foi R$ 1.005,53. Ainda segundo o levantamento, a média mensal de estoque de cartões de crédito no primeiro semestre foi 646 milhões, o que dá 3,4 unidades por brasileiro.

31 de ago. de 2011

PAGAMENTOS EM CHEQUE E DINHEIRO DÃO LUGAR A CARTÕES

portal Maxpress 30/08/2011 – release E- Press Comunicação

Em 2021, os pagamentos com cartões na economia brasileira se tornarão preponderantes, superando pagamentos em dinheiro ou com cheque, este último já em franco declínio. Estes e outros dados sobre a evolução do segmento de cartões de crédito e débito, especialmente no segmento de estabelecimentos comerciais e de serviços, serão discutidos em palestra de Boanerges Ramos Freire, Presidente da Boanerges & Cia., empresa especializada em varejo financeiro, que acontece no Congresso de Cartões e Crédito ao Consumidor (C4) no Centro de Convenções Frei Caneca em São Paulo em 31/08 e 01/09.

Segundo Boanerges, essas mudanças no perfil de pagamentos no Brasil traz importantes implicações para lojistas, operadoras de cartões e também consumidores, uma vez que os cartões são, de longe, meios de pagamento mais inteligentes:

“A ampliação dos pagamentos com cartões traz para toda a vasta rede de empresas envolvidas nesse processo, como bancos, operadoras de cartões, seguradoras, lojas, financeiras, entre outras, uma variedade de informações inéditas, que podem resultar em novos negócios e formas de fidelização de clientes”, explica Boanerges, com mais de 30 anos de atuação nesse mercado.
Cheque em decadência – Um dos fenômenos do avanço do pagamento com cartões, que agora parcelam compras sem juros, como cheques pré-datados, é o acelerado processo de decadência do cheque, que respondia por 34% dos pagamentos no ano 2000 e chegará a 2021 com apenas 2% de participação:

“Há toda uma mobilização contra os pagamentos em cheques, a começar pelo fato de ser um meio de pagamento inseguro, suscetível a falsificações e ao velho problema da falta de fundos, algo que os cartões de crédito e débito já resolveram”, assinala Boanerges.

A palestra de Boanerges, que faz uma análise sobre o segmento de aceitação de cartões em lojas e estabelecimentos, conhecido como “acquiring” ou credenciamento, acontece no dia 31/08, às 14h, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo. Mais informações sobre o congresso podem ser obtidas pelo endereço: www.congressoc4.com.br.




Sobre a Boanerges & Cia.

A Boanerges & Cia. é uma consultoria especializada em varejo financeiro, e ao longo dos seus 10 anos de atuação no mercado vem desenvolvendo diversos projetos para empresas e profissionais do setor, através de soluções customizadas a cada caso e sempre voltadas para o resultado prático. Seus trabalhos contemplam diferentes áreas como estratégia e planejamento, marketing e vendas, finanças e controles, crédito e cobrança, operações e tecnologia, recursos humanos, aspectos legais, gestão da qualidade e gestão de projetos. É atualmente reconhecida como uma das maiores especialistas no mercado de varejo financeiro, com destaque para cartões, crédito ao consumidor e seguros.

21 de jul. de 2011

EXPANSÃO DO CHEQUE FOI 101% MAIOR DO QUE O CARTÃO DE CRÉDITO, DIZ BC

portal Jornal do Brasil 19/07/2011

O cheque ainda é o instrumento mais importante da economia brasileira, no que se refere ao valor dos pagamentos no país. De acordo com dados do Banco Central, em 2010 os valores movimentados em cheques alcançaram R$ 2, 691 trilhões. Se comparado a 2009, ano em que os cheques movimentaram R$ 2,502 trilhões, houve um crescimento de 7,55% desse meio de pagamento.

Desse montante, R$ 2,107 trilhões são pré-datados. Já nos cartões de crédito, os valores subiram de R$ 254 bilhões em 2009 para R$ 328 bilhões em 2010.

“Só a expansão dos valores pagos em cheques de 2009 para 2010 foi de R$ 149 bilhões. Se fizermos a mesma comparação com os cartões de crédito, a expansão foi de R$ 74 bilhões. Dessa forma, podemos concluir que a expansão do cheque foi 101% maior do que a dos cartões de crédito”, analisa José Antônio Praxedes Neto, presidente da Abracheque.

Segundo Praxedes, se analisarmos o total operado com cheque pré-datado (R$ 2.107 trilhões) X cartão de crédito (R$ 328 bilhões), o cheque como instrumento de crédito (pré-datados) é 642% superior as transações em cartões de crédito.

O cheque é utilizado cada vez mais como instrumento de crédito para pagamentos a prazo. Com a criação do SPB (Sistema de Pagamentos Brasileiro) e o lançamento das operações eletrônicas via TED (Transferência Eletrônica Disponível) e DDA (Débito Direto Autorizado), o cheque tem pouco espaço para pagamentos à vista.

“Enquanto o ticket médio de um cheque é de R$ 1.606, o do cartão de crédito é R$ 110,00. Isso comprova que a pujança do cheque pré-datado como instrumento de crédito é superior”, pondera.

CLIENTE PAGA ATÉ R$ 6 PARA "VER" CHEQUE

jornal Valor Econômico 19/07/2011 - Aline Lima | De São Paulo

Para que um correntista do Banco do Brasil possa visualizar no site da instituição um cheque emitido por ele e já compensado - ou seja, consultar uma imagem que já está disponível no banco de dados do BB -, precisará desembolsar R$ 6. No Santander, o mesmo serviço custa R$ 4,50, enquanto no Bradesco e no Itaú Unibanco, sai de graça para os clientes.

O sistema bancário está obrigado, desde maio, a fazer a compensação de cheques por meio da digitalização da imagem. Ontem, o prazo de compensação de cheques com valores inferiores a R$ 299,99 caiu de quatro para dois dias úteis e de cheques acima de R$ 300, de dois para um dia útil. Efeito direto da digitalização.

Esse processo, conhecido por truncagem, tende, inclusive, a reduzir os custos das instituições financeiras. A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) estima uma economia de R$ 100 milhões só com o transporte dos cheques por malotes à Compe, câmara centralizadora de compensação do Banco Central (BC). A eliminação do trajeto físico também ajuda a diminuir fraudes, perdas e roubos. "Esperamos uma forte redução na clonagem e falsificação de cheques que proporcionaram, em 2010, um prejuízo estimado em R$ 1,2 bilhão para o comércio e de R$ 283 milhões para os bancos", afirma o diretor adjunto de serviços da entidade, Walter Tadeu de Faria.

Se os bancos são obrigados a digitalizar as imagens de cheques e vão economizar com isso, por que, então, cobrar do cliente a simples visualização? Carlos Wiechers, gerente de tecnologia do BB, argumenta que o modelo centralizado de compensação digital adotado pela instituição (e por boa parte do setor) ainda prevê o trânsito físico, já que a imagem é obtida a partir dos centros de compensação dos bancos, e não das agências.

No modelo descentralizado, como o utilizado pelo Bradesco, a captura da imagem é feita diretamente nas agências, permitindo que o processo seja de ponta a ponta online. "Há um movimento de descentralização em curso e, no futuro, os custos devem baratear para o cliente", afirma Wiechers, do BB. O BB opera com 15 centros no país e, além de participante da Compe, é a instituição responsável por executar as compensações na centralizadora.

Assim como o BB, o Santander opera de forma centralizada. Marcelo Zerbinatti, diretor de organização, tecnologia e processos do banco, diz que ajustes estão sendo feitos para que, em breve, o Santander passe a capturar as imagens de cheques em sua rede de agências. "Na medida em que todos os investimentos se estabilizarem, a tendência é oferecer mais vantagens aos clientes", diz Zerbinatti, para na sequência emendar: "Mas não só em termos de tarifa."

Embora a obrigatoriedade da truncagem tenha começado a valer para o sistema financeiro no fim de maio, os investimentos dos bancos nessa tecnologia ocorreram anos atrás.

O Santander começou a investir na digitalização de imagens há pelo menos uma década, período durante o qual boa parte dos recursos aplicados na infraestrutura tecnológica foi diferida, enquanto o serviço de visualização de cheques também era cobrado dos clientes.

"Parte do custo da digitalização é recorrente, como processar e armazenar a mídia, além de garantir a interface sistêmica", defende Zerbinatti. Manter as operações funcionando, no entanto, é obrigação do banco e faz parte do risco do negócio, rebate Renata Reis, supervisora de assuntos financeiros da Fundação Procon. "Esse tipo de custo não deve ser repassado ao consumidor, principalmente porque o serviço vai se reverter em benefícios financeiros e de segurança para o banco", diz.

Discutir valores de tarifas é complicado pois não existe um tabelamento. Como lembra Zerbinatti, do Santander, "o serviço não é obrigatório e o banco entende que é uma facilidade oferecida ao cliente". De fato, desde abril de 2008, quando o Conselho Monetário Nacional e o Banco Central disciplinaram a cobrança de tarifas bancárias, um pequeno conjunto de transações classificadas como "essenciais" passou a ser isento, como a realização de até quatro saques por mês. Mas serviços considerados "diferenciados", a exemplo da visualização de cheques, podem ser livremente taxados.

20 de jun. de 2011

INADIMPLÊNCIA COM CHEQUES FICOU ESTÁVEL EM 2% EM MAIO, APONTA SERASA

portal Cidade Biz 17/06/2011

Em maio, foram devolvidos 2% dos cheques emitidos em todo o país, o mesmo percentual registrado em abril, segundo o Indicador Serasa Experian de Cheques sem Fundos. Em relação a maio de 2010 o índice é maior: naquele mês foram devolvidos 1,86% dos cheques emitidos.

Na comparação entre os cinco primeiros meses deste ano com o mesmo período do ano passado, a inadimplência com cheques também apresentou elevação. Foram devolvidos, de janeiro a maio deste ano, 1,93% de cheques, contra 1,90% em 2010.



Para os economistas da Serasa, apesar de a inadimplência em maio repetir a de abril, há uma estabilização em patamar elevado. A maior utilização dos cheques pré-datados, para driblar taxas de juros mais altas, e as devoluções decorrentes das compras no Dia das Mães, contribuíram para a manutenção do indicador

Em termos de perspectiva, a inadimplência com cheques deve apresentar leves oscilações, para cima ou para baixo, em relação ao patamar atual, permanecendo numa referência elevada.

Os números do cheque:


16 de jun. de 2011

BB TRANSFORMA AGÊNCIAS EM PONTOS DE DIGITALIZAÇÃO DE DOCUMENTOS

portal Convergência Digital 15/06/2011 – Fabio Barros

Menos de um mês após a entrada em operação do Compe – processo digital de compensação de cheques – o Banco do Brasil já iniciou a evolução do sistema. Hoje, os cheques recebidos nas agências são encaminhados a uma central do banco para digitalização, e o objetivo é que, no futuro, este processo seja realizado dentro das próprias agências.

O diretor de tecnologia do Banco do Brasil, Gustavo Fosse, apresentou os planos da instituição em um dos painéis do CIAB Febraban, nesta quarta-feira, 15/06. De acordo com o executivo, a proposta de digitalização de documentos descentralizada equivale à implantação do SPB (Sistema de Pagamentos Brasileiro) pelas oportunidades e benefícios que deve gerar.

Não por acaso, o processo em curso no BB deve se tornar referência no mercado financeiro. Afinal, o banco tem, hoje, 50 milhões de clientes, 7 mil agências, 45 mil terminais de autoatendimento e movimenta cerca de R$ 300 bilhões mensalmente. Fosse lembrou que a instituição responde hoje por 40% dos cheques compensados no País (1,1 bilhão em 2010) e que 93% de suas transações são realizadas eletronicamente.

“Hoje a digitalização dos cheques é feita em uma central do banco, em São Paulo. Neste momento estamos investindo para que este processo seja feito nas agências, que apenas trocará imagens com a central”, disse o executivo, sem revelar os valores envolvidos no projeto.

Uma vez transformadas as 7 mil agências em pontos de coleta de documentos digitais, o banco deverá computar redução de cerca de 40% em custos de transportes aéreos e de 36% em custos de transportes terrestres. “Além disso, deixaremos de emitir 15 mil toneladas de CO2”, diz. Na ponta do cliente, os prazos de compensação – hoje de 3 a 4 dias – cairão para 1 a 2 dias.

Para isso, o BB está conectando todas as suas agências. E o projeto envolve também a aquisição de mais discos para armazenamento e a instalação de micros e scanners de alta performance nas agências. “Esse investimento vai permitir a revisão de diversos processos no banco”, diz.

Na ponta do cliente, a promessa é de mais agilidade e comodidade no atendimento. “Com a certificação digital, no futuro o cliente poderá enviar documentos já digitalizados para o banco, o que vai agilizar muito o atendimento”, explicou.

NCR: 680 BANCOS COM DEPÓSITO EM 1 MINUTO

portal Baguete 15/06/2011 - Guilherme Neves

A NCR Corporation chegou à marca de 680 instituições financeiras em mais de 110 países ao redor do mundo, utilizando o módulo de depósito escalável (MDE) desenvolvido pela empresa.

Com a tecnologia, clientes podem depositar um total de 50 cheques e notas em uma única operação.

Segundo a empresa, o depósito em caixas eletrônicos pode ser feito em menos de 60 segundos, o que “agiliza as transações, reduzi o tamanho das filas nos caixas eletrônicos e aumentar a satisfação do cliente”.

O tempo atual é de metade do tempo despendido em outros caixas eletrônicos, diz a NCR.

“Os consumidores desejam utilizar o banco quando e onde lhes for conveniente, e o SelfServ da NCR torna as operações bancárias uma serviço disponível em tempo integral para eles”, diz Michael O’Laughlin, vice-presidente e gerente geral da vertical de Serviços Financeiros da NCR.

Equipamentos dotados de MDE também realizam a réplica eletrônica dos cheques e os armazenam no cofre, eliminando a necessidade de coletas diárias.

De acordo com o mais recente estudo do Retail Banking Research (RBR), a NCR é o líder mundial do mercado de caixas eletrônicos desde 1986, há 24 anos consecutivos.

A empresa tem clientes no varejo, finanças, viagem, saúde, hospitalidade, entretenimento, jogos, setor público, operadoras de telecomunicações e equipamentos, em mais de 100 países.

A NCR possui sua sede em Duluth, na Geórgia.

2 de jun. de 2011

NOVO MODELO DE COMPENSAÇÃO DE CHEQUES JÁ ATINGE 60% DAS FOLHAS

portal InfoMoney 01/06/2011

A digitalização da compensação de cheques, que entrou em vigor em maio, já representa 60% das compensações realizadas desde março, segundo a Compe (Centralizadora de Compensação Cheques).

A Compe, atrelada ao Banco Central e operada pelo Banco do Brasil, responde pela totalidade das liquidações interbancárias para cheques de até R$ 250 mil. De acordo com o BC, os 137 bancos do País com portadores de cheques já estão enquadrados no novo modelo de compensação de cheques, estabelecido pela Circular 3532.

O que vigora hoje é o sistema de truncagem – digitalização de cheques por meio de imagens digitais. Com isso, o BC elimina o envio de cheques de papel à entidade, feito em malote. A ideia é aumentar a segurança e evitar falhas humanas no processo.

“Calculamos em R$ 300 milhões as economias advindas apenas da eliminação desses trâmites físicos”, afirmou em nota o diretor da M2Sys, Gian Franco Nercolini. A empresa é uma das maiores prestadoras nacionais de truncagem para bancos.

A digitalização do processo reduz o número de fraudes, que causaram um prejuízo de R$ 1,2 bilhão no último ano, de acordo com a Febraban (Federação Brasileira de Bancos). Além disso, o processo reduz os custos de transportes dos malotes e da logística para manipulação, segurança e arquivamento destes documentos em papel.

Novo processo

O novo modelo estabelecido pelo Banco Central prevê que os cheques sejam digitalizados nas próprias agências bancárias, podendo depois ser ali mesmo destruídos na sua forma original. Segundo Nercolini, parte dos bancos adotou a truncagem híbrida.

Ao invés de escanear os cheques nos próprios pontos de captura, estas instituições os remetem para uma centralizadora própria e, a partir deste ponto, realizam a captura e fazem as transações por meio digital com a Compe.

“Este modelo pode ser mais prático para os bancos numa fase inicial mas, no médio e no longo prazos, a tendência é que todos migrem para a truncagem descentralizada”, explicou em nota.

28 de mai. de 2011

COMPENSAÇÃO DE CHEQUE TRANSFORMA PAPEL EM BITS

jornal Valor Econômico 27/05/2011 - Moacir Drska

Em uma época na qual é possível fazer compras pelo celular e outros meios eletrônicos, o cheque é frequentemente apontado como símbolo de uma era ultrapassada. A despeito dessa fama, porém, ele está agora no centro de uma nova e importante transição tecnológica.

Em vigor no Brasil desde 20 de maio, a compensação de cheques por meio da digitalização da imagem do documento - a chamada truncagem - vem movimentando os investimentos dos bancos e as estratégias de fornecedores de tecnologias para o setor.

A mudança que tornou obrigatório o novo padrão foi estabelecida em circular emitida pelo Banco Central em abril. Sob o novo modelo, a imagem dos cheques é capturada por um scanner e enviada com os dados do documento por meio de um arquivo eletrônico, ao longo de todo o trâmite da compensação. Não há mais necessidade de transporte do cheque físico, que fica retido na agência até que seja liquidado na compensação digital. Além dos equipamentos de captura, o processo envolve sistemas que abrangem várias fases, como o processamento, a transmissão e o armazenamento da imagem, além da proteção dos arquivos.

Para Walter Tadeu de Faria, diretor-adjunto de serviços da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), a compensação digital é o embrião de um processo mais abrangente. "A partir desse modelo, os bancos poderão eliminar o trânsito de papel e migrar toda a sua documentação para o ambiente digital".

Faria diz o modelo vai reduzir o prazo de compensação para dois dias úteis, no caso de cheques no valor de até R$ 299, e de um dia útil, para cheques superiores a R$ 300. "Isso acontecerá a partir de 30 de junho, quando termina o prazo de adaptação ao sistema". Hoje, dependendo da localidade da agência, o prazo de pode chegar a até 20 dias úteis.

A truncagem traz outras vantagens. "O principal benefício é a redução dos custos no processo", diz Edvaldo Vieira, superintendente-executivo de operações do HSBC.

Segundo a Febraban, os bancos gastam cerca de R$ 300 milhões por ano para recolher os cheques recebidos nas agências e enviá-los, em malotes, à Compe, a câmara centralizadora de compensação do Banco Central. O órgão responde pela gestão de todas as transações entre bancos envolvendo cheques no valor inferior a R$ 250 mil.

Os custos envolvem principalmente segurança e transporte. Em alguns casos, em virtude da distância das agências em relação às 26 câmaras da Compe no país, os cheques são enviados inicialmente para um centro de compensação dos bancos, muitas vezes por meio de aviões e barcos, dependendo da região.

Somente em relação ao transporte, a Febraban estima em R$ 100 milhões a redução inicial de custos com a adoção da compensação por imagem. Na busca por essa economia, os bancos vêm investindo em projetos-piloto de truncagem há cerca de dois anos. Grande parte deles, porém, optou inicialmente pelo modelo centralizado da compensação digital, no qual a captura da imagem é feita nos centros de compensação dos bancos em vez de ocorrer nas agências.

Esse foi o caminho considerado mais viável por muitos bancos para se adaptar ao prazo da circular, por demandar um investimento mais modesto em tecnologia e infraestrutura. "Por outro lado, ele não elimina os custos, já que o transporte dos cheques até os centros continua a ser físico", diz Andréa Passuello de Freitas, diretora de tecnologia da ATP, fornecedora de tecnologia e serviços bancários.

A aposta dos fornecedores está justamente na migração dos bancos para o modelo descentralizado, no qual a captura da imagem passa a ser feita diretamente nas agências e o processo é digitalizado de ponta a ponta, exigindo mais investimentos, em virtude do tamanho da rede bancária.

"O próprio mercado vai regular essa procura, pois os bancos que adotarem esse modelo mais depressa terão custos mais competitivos", diz Gian Franco Nercolini, diretor da M2Sys.

O Bradesco investiu R$ 72 milhões neste ano para migrar para o padrão descentralizado. Além de sistemas desenvolvidos internamente e adquiridos de fornecedores, o banco comprou 6 mil scanners de captura para equipar sua rede de cerca de 3,6 mil agências, que movimentam diariamente 1,5 milhão de cheques. No Brasil, em média 90 milhões de cheques são emitidos mensalmente, segundo a Febraban.

O projeto está em operação em 60% das agências do banco. As demais já contam com a infraestrutura e estarão adaptadas até 30 de junho, diz Laercio Albino Cezar, vice-presidente-executivo do Bradesco. "Priorizamos inicialmente a transição nas agências mais distantes e com prazo médio de compensação mais longo", afirma.

Cezar prevê uma redução de custos gerada pelo projeto nesse ano de 40%. Os benefícios esperados, porém, não se resumem a essa economia. Com base no projeto de compensação digital, iniciado em 2008, o Bradesco está desenvolvendo uma nova iniciativa, batizada de gestão de conteúdo. O projeto compreende a captura e a digitalização de outros documentos da instituição para a oferta de novos serviços aos clientes.

Essa também é a proposta do HSBC, que apostou no modelo descentralizado desde o início de seu projeto, em 2007. "Os benefícios financeiros que tivemos servem para compensar o investimento realizado", diz Vieira. A expectativa de redução de custos para este ano, com a compensação de cheques, é de 20%.

Hoje, o HSBC processa cerca de 12 milhões de cheques por mês e todo o processo é 100% feito a partir de sua rede de agências.

Procurado pelo Valor, o Itaú Unibanco não respondeu aos pedidos de entrevista e o Santander não quis comentar o assunto.

Trabalho de migração aquece mercado para fornecedores

A transição dos bancos para o modelo descentralizado de compensação por imagem já está aquecendo o mercado de tecnologia para o sistema bancário. Para acompanhar essa nova demanda, a aposta dos fornecedores está na oferta de pacotes que incluem equipamentos, sistemas e serviços.

"A truncagem abre a oportunidade para ampliar a oferta de digitalização para outros produtos nos bancos", diz Inon Neves, diretor de vendas para bancos e telecom da Xerox no Brasil.

Atualmente, a Xerox processa cerca de 10 milhões de cheques por imagem. A previsão, segundo Neves, é triplicar o volume e o número de clientes em 2012.

A Unisys investiu no desenvolvimento de novas linhas de scanners para atender tanto as instituições que aderirem ao modelo centralizado quanto as que adotarem o padrão descentralizado da compensação por imagem.

"Estamos aliando esses novos equipamentos com a nossa oferta de serviços de consultoria e de gestão dos projetos", diz Eneida Telles, diretora de projetos da Unisys.

A mesma estratégia foi adotada pela ATP, que vem testemunhando o aquecimento do mercado com o novo padrão de compensação. "Estamos realizando uma série de projetos-piloto de bancos que estão migrando para o modelo descentralizado", conta Andréa Passuello de Freitas, diretora de tecnologia da empresa

Com uma carteira de 16 clientes no campo da compensação por imagem, que inclui bancos como Safra e Citibank, a executiva informa que a ATP fez um investimento de cerca de R$ 6 milhões neste ano em infraestrutura e equipamentos para atender à nova demanda.

O aporte também foi direcionado ao amadurecimento de sistemas e equipamentos que permitem estender a captura dos cheques aos pontos de venda. "Esse modelo já é bastante difundido nos Estados Unidos e entendemos que é o próximo passo a ser dado no mercado brasileiro".

Com cinco bancos clientes em compensação por imagem e um volume médio mensal de 100 milhões de documentos processados, a M2Sys também segue nessa direção e vem investindo no desenvolvimento de uma oferta que engloba outros postos de captura, informa Gian Franco Nercolini, diretor da companhia. "A tecnologia está madura e a expansão do modelo descentralizado trará a experiência que falta na prática para que os cheques sejam capturados em outras pontas", diz o executivo.

24 de mai. de 2011

INADIMPLÊNCIA COM CHEQUES RECUA EM ABRIL, REVELA SERASA EXPERIAN

portal Serasa Experian 23/05/2011

A inadimplência com cheques voltou a apresentar queda no país. Em abril, houve 2,00% de cheques devolvidos do total de compensados, 5,8% a menos que em março último, quando foram registrados 2,13% de devoluções, conforme revela o Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos.

Em relação ao mesmo mês do ano passado, houve crescimento de 7,5% na incidência de cheques devolvidos por falta de fundos (em abril/10 foi devolvido 1,86% do total de compensados). Já no acumulado de 2011 (janeiro a abril), foi devolvido 1,92% de cheques, percentual ligeiramente maior que o 1,91% de devolução verificada em igual período do ano anterior (confira abaixo tabela completa com os totais de cheques devolvidos e compensados).


Segundo os economistas da Serasa Experian, a queda mensal no número de cheques sem fundos registrada em abril decorre do fim do período de concentração sazonal de pagamentos (parcelas de IPVA em vários Estados, IPTU, despesas escolares, parcelamentos de compras de final de ano e das férias), período que costuma ser crítico para o orçamento familiar.

Na análise entre os primeiros quadrimestres 2011/2010, a inadimplência com cheques em 2011 está, praticamente, no mesmo patamar do ano anterior. Isto mostra que, mesmo com a menor utilização de cheques e o maior endividamento entre os períodos mencionados, a qualidade deste meio de pagamento não está comprometida.

A perspectiva para maio é de que a inadimplência com cheques volte a subir, em decorrência do Dia das Mães 2011.

Nos estados e regiões

De janeiro a abril, Roraima foi o estado com o maior percentual de cheques devolvidos (11,15%). São Paulo, por sua vez, foi o estado de menor percentual(1,46%). Entre as regiões, a Norte foi a com maior percentual de devolução de cheques nos quatro primeiros meses de 2011, com 4,11%. Na outra ponta do ranking está a Sudeste, com 1,57%.

Veja abaixo o ranking completo com o percentual de cheques devolvidos de janeiro a abril de 2011, por Estado.

20 de mai. de 2011

EUA: PAYPAL TRAZ RECURSO DE DEPÓSITO DE CHEQUE PARA O ANDROID

portal CardClipping 19/05/2011

O PayPal atualizou seu aplicativo para Android, permitindo aos clientes dos Estados Unidos transferirem cheques para suas contas, ao fotografarem o documento com seu celular.

O recurso foi apresentado em aplicativo do PayPal para iPhone, em outubro passado, e foi um grande sucesso, segundo informação da empresa, com cerca de US$ 1 milhão sendo transferidos mensalmente através do esquema.

Apesar da queda na popularidade da modalidade, os cheques ainda são amplamente utilizados nos Estados Unidos, o que significa que a tecnologia de depósito móvel será cada vez mais utilizada. No início deste mês, a Mitek Systems – uma empresa especializada na captura de imagens, incluindo soluções de truncagem de cheques - levantou US$ 15 milhões no mercado de ações, após a apresentar receitas e lucros recordes.

Samuel Shimone, gerente de inovação de produtos do PayPal Mobile, postou no blog da companhia que, pessoalmente, adorou a ferramenta de transferência de cheque. Ele usa apenas banco pela internet e, até o lançamento desse recurso, sua opção era enviar os cheques para depósito via correio. Agora, tira uma foto e a manda diretamente para o PayPal, podendo deixar o valor em sua conta com a empresa ou enviá-lo para uma conta bancária.

O aplicativo mais recente também pode ser armazenado no cartão SD de aparelhos rodando Android 2.2 +.

18 de mai. de 2011

BC MUDA REGRAS PARA OS CHEQUES SEM FUNDO

jornal Valor Econômico 17/05/2011 - Azelma Rodrigues

O Banco Central baixou circular ontem determinando que os bancos só deverão incluir nomes de clientes no Cadastro Nacional de Emitentes de Cheques sem Fundo (CCF) como último recurso, após checados todos os outros motivos para devolução. A determinação prevê ainda um prazo maior para que agências bancárias situadas em locais mais distantes dos grandes centros urbanos passem a adotar a truncagem - sistema que permitirá compensação de cheques por imagem.

A truncagem, que possibilitará a compensação do cheque com a troca de imagem digitalizada, sem o envio do documento físico ao serviço de compensação (prestado pelo Banco do Brasil), começa a valer a partir da próxima sexta-feira, dia 20. O sistema não vai alterar os prazos praticados hoje para o desbloqueio de recursos dos cheques de um dia, para valores acima de R$ 300, e de dois dias, para cheques inferiores a esse valor.

Mas o BC deu prazo de até 60 dias para que as agências bancárias de localidades mais distantes possam adotar a truncagem. Isso significa que vai demorar dois meses para que a compensação de cheques desses locais, que chega a levar até uma semana, possa cair para o prazo nacional, de um e dois dias. Quanto à inclusão na lista negra, o BC proibiu os bancos de devolverem cheques alegando falta de fundos quando, na verdade, pode ter ocorrido preenchimento errado ou assinatura incorreta.

Quando um cheque é devolvido por motivo de falta de fundos, na segunda apresentação ao banco, o cliente tem o nome incluído no CCF. O ajuste faz parte de alterações aprovadas em abril pelo Conselho Monetário Nacional.

UNISYS SELECIONA VSOFT PARA FORNECER SOLUÇÕES DE IMAGENS

boletim TI Inside Outsourcing 16/05/2011

A Unisys, fornecedora de soluções de pagamentos para instituições financeiras, firmou aliança com a VSoft Corporation, que provê informações globais e tecnologia de aprimoramento de processos, para oferecer soluções de captura de depósitos para o truncamento de cheques a instituições financeiras em toda a América Latina.

A Unisys oferecerá uma completa suíte de soluções (VSoft) para captura de depósitos que permitirá as organizações captarem, validarem, processarem e transmitirem imagens de cheques e documentos a partir de todos os pontos de captura das instituições. Estas soluções ajudarão as instituições financeiras a acelerar processos internos, aprimorar o atendimento ao cliente e reduzir o tráfego de papel, eliminando a necessidade de microfilmar as reproduções de cheques.
Por meio dessa parceria, a Unisys oferecerá a seus clientes latino-americanos capacidades plenas de truncamento de cheques, equivalentes às autorizadas pela Lei “Check 21 Act” em vigor nos EUA.

“A Unisys dedica-se a ajudar os clientes em todo o mundo a melhorar a eficiência operacional, aumentar a produtividade”, diz Marcel Valverde, diretor de soluções de tecnologia da Unisys América Latina. “Nossa parceria com a VSoft oferece às instituições financeiras da América Latina soluções sofisticadas, de fácil utilização e confiáveis, ajudando-os a aumentar a segurança e a agilidade, ao mesmo tempo em que reduz os custos operacionais”.

O software da VSoft integra de maneira harmoniosa a atual infraestrutura das instituições financeiras de qualquer tamanho e assegura a conformidade com as regulamentações governamentais. Além disso, a empresa fornecerá suas soluções de liquidação e intercâmbio de imagens a clientes da Unisys no México, Porto Rico, Costa Rica, Colômbia, Brasil, Argentina, Chile, Uruguai e Peru, atendendo às diferentes necessidades do mercado e requisitos regulamentares de cada país.
“A Unisys tem o mesmo objetivo que nós, ou seja, ajudar organizações em todo o mundo a melhorar a competitividade e estimular o crescimento”, diz Murthy Veeraghanta, presidente e diretor executivo da VSoft Corporation.

10 de mai. de 2011

UNISYS E VSOFT: PARCERIA PARA CHEQUES

portal Baguete 10/05/2011 - Gláucia Civa

A Unisys Corporation firmou aliança com a VSoft Corporation para oferta de soluções de captura de depósitos para truncagem de cheques a instituições financeiras da América Latina.

Na parceria, a Unisys vai oferecer sua suíte de soluções para captura de depósitos, que permite às organizações clientes captarem, validarem, processarem e transmitirem imagens de cheques e documentos a partir de todos os pontos de captura de suas redes.

“Com isso, as instituições aceleram processos internos e reduzem o tráfego de papel, eliminando a necessidade de microfilmar as reproduções de cheques”, afirma Marcel Valverde, diretor de Soluções de Tecnologia da Unisys na AL. “Ofereceremos aos clientes capacidades plenas de truncamento de cheques, equivalentes às autorizadas pela Lei Check 21 Act, em vigor nos EUA”, completa.

Já a VSoft entra no acordo com a oferta de soluções de segurança para o processo de truncamento.

O software da companhia integra a atual infraestrutura de instituições financeiras de qualquer tamanho a regras de conformidade com regulamentações governamentais diversas.

“Forneceremos nossas soluções de liquidação e intercâmbio de imagens a clientes da Unisys no México, Porto Rico, Costa Rica, Colômbia, Brasil, Argentina, Chile, Uruguai e Peru”, destaca Murthy Veeraghanta, presidente e diretor executivo da VSoft. “Forneceremos à Unisys soluções avançadas, contudo simples, que se adaptem aos mercados financeiros e aos regulamentos de cada país onde a empresa atua”, finaliza.

A VSoft fornece suas soluções em modelo tradicional de licença, ou terceirizadas em ASP ou SaaS.

A companhia atende a mais de 1,9 mil bancos, cooperativas de crédito e instituições de poupança em todo o mundo.

Governos, empresas de Telecom e da área de venda também compõem a carteira da companhia.

Já a Unisys atua em serviços de outsourcing, integração de sistemas e consultoria, serviços de infraestrutura, de manutenção e tecnologia de servidores de grande porte.

Com aproximadamente 23 mil colaboradores, a empresa atende a organizações comerciais e órgãos públicos em todo o mundo.

26 de abr. de 2011

BC FACILITA COMPENSAÇÃO DE CHEQUES DE PRAÇAS DIFERENTES

portal Economia & Negócios 26/04/2011 - Fabio Graner (Agência Estado)

O Banco Central aprovou uma norma que vai facilitar a compensação de cheques emitidos em outras praças pelos clientes dos bancos.

De acordo com a circular 3.532, publicada hoje no Diário Oficial da União, as instituições financeiras que receberem cheques de clientes de outras praças não precisarão mais mandar o documento físico para que a compensação do documento seja efetuada. Para que o saque na conta do emissor do cheque seja feito e o crédito do depositante seja confirmado,bastará que o banco que recebeu o cheque envie cópia digital do documento para a instituição do cliente que emitiu o cheque.

Com isso, o prazo de compensação que, às vezes levava vários dias para ocorrer, ficará limitado a apenas 48 horas, reduzindo custos para os bancos, que poderão repassar aos clientes, bem como riscos nas transações com cheques. A medida entrará em vigor a partir do dia 20 de maio, segundo o BC.

31 de mar. de 2011

ENDIVIDADOS: 76% DOS CONSUMIDORES POSSUEM DOIS OU MAIS CARNÊS EM ATRASO

portal InfoMoney 31/03/2011 - Gladys Ferraz Magalhães

É crescente o número de consumidores endividados por mais de um carnê em atraso. Em março de 2011, a maioria (76%) das pessoas que recorreram ao Serviço Central de Proteção ao Crédito da ACSP (Associação Comercial de São Paulo) tinha dois ou mais carnês em atraso. Os dados constam de levantamento da associação divulgado nesta quinta-feira (31).

Em março de 2010, este percentual era de 73% dos entrevistados e um ano antes, em 2009, de 47%.

No geral, o carnê respondeu pela maior parte das dívidas (37%), seguido pelo cartão de crédito (19%) e pelo cheque (18%).

Cheques

No que diz respeito aos cheques, na comparação entre março deste ano e do ano passado, os pré-datados têm diminuído a participação nas dívidas dos inadimplentes. Eles representavam 88% dos cheques em atraso no ano passado, enquanto 12% eram à vista. Já em março deste ano, os cheques pré-datados chegaram a 85% do total de cheques em atraso, frente a 15% à vista.

Ainda de acordo com a pesquisa realizada pelo Instituto de Economia Gastão Vidigal da ACSP com 896 pessoas, 77% dos consumidores endividados tinham de dois a cinco cheques em atraso, 7% tinham de seis a dez, mesmo percentual de quem possui de 11 a 20 folhas.

Outros 5% tem um cheque sem fundo e 4% mais de 20.

DEPOIS DA URNA ELETRÔNICA, DIEBOLD AVANÇA TAMBÉM NO SISTEMA FINANCEIRO

jornal Brasil Econômico 31/03/2011 – Carolina Pereira

Desde que a brasileira Procomp foi comprada pela americana Diebold, em 1999, a operação nacional sempre se destacou no balanço anual da companhia. Este ano, o resultado foi recorde, de acordo com o presidente da filial nacional, João Abud Junior. Com crescimento de 27,3%, a empresa alcançou faturamento de R$ 1,4 bilhão no país. O resultado representa cerca de 30%da receita mundial, que foi de US$ 2,8 bilhões (R$ 4,65 bilhões) no ano passado, o que faz do Brasil o principal mercado fora dos Estados Unidos.

Um dos impulsionadores do resultado no Brasil foi a venda de urnas eletrônicas, que atualmente são fabricadas pela Diebold. Mesmo assim, neste ano Abud afirma que a expectativa é que a receita se mantenha no mesmo patamar. A encomenda do governo normalmente acontece a cada dois anos, mas 2011 está sendo exceção à regra por conta da substituição das urnas convencionais pelas que possuem o sistema de identificação biométrica.

Em 2008, de forma experimental, a urna biométrica foi utilizada no cadastro de eleitores de três municípios do país. A expectativa do governo é que, em prazo máximo de oito anos, as eleições brasileiras sejam totalmente realizadas com identificação biométrica do eleitorado. No ano passado, as 195mil unidades vendidas pela Diebold responderam por cerca de 13% da receita total do ano na empresa. “Mesmo não sendo um ano eleitoral, temos 117mil urnas encomendadas ”, informa Abud.

A encomenda de urnas, no entanto, não seria suficiente para manter a receita de R$ 1,4 bilhão, atingida no ano passado. Por isso, outra aposta para manter o faturamento é o aquecimento do mercado bancário. “A concorrência está muito grande, os bancos estão investindo na abertura de novas agências”, diz Abud. No ano passado a empresa vendeu cerca de 16 mil ATMs (sigla para caixas eletrônicos). Apenas um dos clientes da Diebold, o Bradesco, trocou seis mil máquinas por conta da implementação do sistema biométrico, que identifica o cliente pelas veias da palma da mão, de acordo com Abud. O objetivo é tornar os equipamentos mais seguros e evitar roubos.

Tudo indica que o Bradesco, um dos principais clientes da Diebold, continuará investindo em caixa eletrônico com força este ano. Segundo Maurício Minas, diretor executivo do banco, o objetivo da empresa é que os terminais biométricos cheguem a 100% das agências “o mais rápido possível”. Atualmente, estes novos terminais equivalem a dois terços do total, o que representa cerca de 20 mil terminais, “mas em qualquer agência existe pelo menos um ATM deste tipo”, diz Minas. O executivo afirma que três milhões de clientes já tiveram a palma de suas mãos cadastradas para utilizar o recurso.

Operação mundial

No mundo, o crescimento da Diebold, que atua em 88 países, em 2010 foi de 3,8%. Segundo Abud, o mercado bancário americana esteve “praticamente parado” nos últimos dois anos e está retomando investimentos em 2011, principalmente por conta da necessidade de instituir o depósito eletrônico de cheque e dinheiro.

Agora, os bancos americanos precisam instituir o depósito sem envelope, como acontece no Brasil, e atualizar os caixas para que “leiam” as notas e cheques automaticamente.

Digitalização de cheques abre novo mercado

No Bradesco, cerca de 80% das informações com as quais a instituição precisa lidar diariamente são não estruturadas, por exemplo, fichas para abertura de contas ou mesmo cheques que são preenchidos a mão. Para resolver o problema e facilitar a inclusão destes papeis nos sistemas do banco, a instituição até agora já adquiriu 5 mil scanners para serem usados nas agências com o objetivo de digitalizar documentos, afirma o diretor executivo do banco, Maurício Minas.

O projeto, coordenado pela CPM Braxis Capgemini, visa também a atender uma orientação da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), que vai estipular regras para a chamada truncagem de cheques, ou seja, digitalização das imagens para que sejam enviadas eletronicamente aos bancos para iniciar o processo de compensação.

De acordo com a Febraban, o documento está em fase final de preparação e ainda não há prazo estipulado para que as regras sejam atendidas. Os bancos não serão obrigados a atender a orientação, uma vez que funcionará apenas como uma auto-regulamentação do setor bancário.

Mesmo assim, a orientação abre um novo mercado para empresas com foco no setor de finanças como a Diebold. A companhia quer vender o serviço de digitalização de documentos para os bancos, que inclui hardware e software, mediante pagamento de assinatura mensal. A Diebold tem como clientes deste serviço o Safra e o Banco Rural e, segundo o presidente da empresa, João Abud Junior, há projetos em andamento em outros dois grandes bancos que o executivo não pode revelar quais são.

29 de mar. de 2011

AUMENTA O USO DE CARTÕES COMO MEIO DE PAGAMENTO NO BRASIL

jornal DCI 29/03/2011

O brasileiro tem usado mais cartão de crédito e de débito para realizar seus pagamentos, mas o dinheiro ainda é largamente a forma mais utilizada pelos cidadãos pagarem suas contas e despesas. É o que mostra a pesquisa "O Brasileiro e sua Relação com o Dinheiro", versão 2010, divulgada ontem pelo Banco Central. De acordo com o levantamento, 72% dos entrevistados informam que costumam utilizar com mais frequência dinheiro para fazer seus pagamentos. Em 2007, esse indicador estava em 82%. O uso de cartões de crédito subiu de 8% para 13% de 2007 a 2010, enquanto o de cartões de débito, de 8% para 14%. O uso de cheques caiu de 2% para em torno de 0%.

Segundo a pesquisa do BC, o gasto mensal médio com pagamento de contas e compra de produtos subiu 40% de 2007 para 2010, passando de R$ 577 para R$ 807,93. Desse total, 59% são pagos em dinheiro (era 77% em 2007), 20% em cartão de crédito (11% antes), 16% cartão de débito (8% antes) e 2% cheque (3% antes).

O levantamento mostra que o uso de dinheiro é mais frequente em pagamentos de padaria, aluguel/condomínio, educação, mercadinho/mercearia, enquanto são menos frequentes (ainda assim representam a maior parte) em pagamentos de roupas/calçados, eletrodomésticos e super/hipermercados. Para os pagamentos de maior valor, acima de R$ 50, o uso de outros meios, além do dinheiro, atinge mais de um terço da população, e nas classes A e B, supera 50% dos entrevistados para a pesquisa.

Os dados mostram que 55% da população (mesmo percentual de 2007) recebem seus salários em dinheiro, enquanto 39% (ante 34% em 2007) recebem por depósito em conta. Um total de 2% recebe seus vencimentos em cheque, retirando o dinheiro no caixa dentro da agência - antes, o índice era de 3%.

A pesquisa mostra que cresceu o índice de pessoas com conta corrente no Brasil e agora cerca de metade da população pode ser considerada bancarizada. O indicador estava em 39% em 2007 e no último levantamento atingiu 51%. Um total de 42% (ante 37% em 2007) tem conta poupança. A posse de cartão de crédito subiu de 31% para 43% e de cartão de débito, de 35% para 43%.

O estudo encomendado pelo BC foi feito pelo Instituto Zaytec Brasil, que fez 2.089 entrevistas em todos estados brasileiros e no Distrito Federal e em municípios com porte de pelo menos 100 mil habitantes.

A população brasileira carrega em média consigo cerca de R$ 36 em dinheiro, segundo a pesquisa. Cerca de um quarto das pessoas carrega de R$ 10 a R$ 20 em dinheiro, índice próximo dos que levam consigo até R$ 10. A nota de R$ 50 é a mais encontrada nos caixas eletrônicos, seguida da de R$ 20.