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16 de jun. de 2011

NCR: 680 BANCOS COM DEPÓSITO EM 1 MINUTO

portal Baguete 15/06/2011 - Guilherme Neves

A NCR Corporation chegou à marca de 680 instituições financeiras em mais de 110 países ao redor do mundo, utilizando o módulo de depósito escalável (MDE) desenvolvido pela empresa.

Com a tecnologia, clientes podem depositar um total de 50 cheques e notas em uma única operação.

Segundo a empresa, o depósito em caixas eletrônicos pode ser feito em menos de 60 segundos, o que “agiliza as transações, reduzi o tamanho das filas nos caixas eletrônicos e aumentar a satisfação do cliente”.

O tempo atual é de metade do tempo despendido em outros caixas eletrônicos, diz a NCR.

“Os consumidores desejam utilizar o banco quando e onde lhes for conveniente, e o SelfServ da NCR torna as operações bancárias uma serviço disponível em tempo integral para eles”, diz Michael O’Laughlin, vice-presidente e gerente geral da vertical de Serviços Financeiros da NCR.

Equipamentos dotados de MDE também realizam a réplica eletrônica dos cheques e os armazenam no cofre, eliminando a necessidade de coletas diárias.

De acordo com o mais recente estudo do Retail Banking Research (RBR), a NCR é o líder mundial do mercado de caixas eletrônicos desde 1986, há 24 anos consecutivos.

A empresa tem clientes no varejo, finanças, viagem, saúde, hospitalidade, entretenimento, jogos, setor público, operadoras de telecomunicações e equipamentos, em mais de 100 países.

A NCR possui sua sede em Duluth, na Geórgia.

15 de jun. de 2011

DIEBOLD: ATM TABLET E OUTRAS NOVIDADES

portal Baguete 14/06/2011 - Gláucia Civa

A Diebold Brasil anuncia uma série de lançamentos, entre eles uma ATM-Conceito, um terminal de caixa no formato tablet e um novo modelo de correspondente bancário focado no mercado latino.

O primeiro, batizado de ATM Wall, é um caixa eletrônico com parede formada por displays multitoque, que se acende quando um usuário se aproxima e apresenta uma interface que mais lembra um iPad ou iPhone.

Se o usuário escolher a função ‘saque’, por exemplo, a ATM apresentará ícones das cédulas e o usuário deverá arrastá-las até o local indicado de saída do dinheiro – nesse caso, uma fenda real na parede dispensará as cédulas.

Caso o usuário queira tirar seu extrato, também deverá escolher o ícone de extrato e arrastá-lo até o ícone da impressora.

Para manter a privacidade do correntista, no momento do uso, pequenas divisórias laterais de vidro tornam-se opacas automaticamente; e o acesso será por meio de biometria.

Outra novidade é o ATM para Compartilhamento, que utiliza uma plataforma de software que dá a cada instituição financeira autonomia para gerenciar as transações e a construção da interface com seu correntista.

Já o terminal de caixa “tablet” é o um PC de mão com tela de 10’ que incorpora uma série de periféricos, de modo a permitir várias transações bancárias, inclusive atender clientes na fila do caixa.

As novas soluções de autoatendimento da Diebold também conta com a série Opteva, que inclui desde um cash-dispenser com medidas bem reduzidas até os mais complexos, com verificação biométrica, que permitem o depósito de cheques e dinheiro em maço.
O Opteva BR610, por exemplo, é um terminal com função de consultas e saques que foi especialmente desenhado para instalação em lojas de conveniências, shoppings etc.

Já o modelo BR 620 possui todas as funções de um caixa eletrônico, incluindo saque, consulta, depósito, pagamento de contas e é ideal para antessalas de agências e postos de pagamentos de empresas e repartições públicas.

O Opteva BR 630, por sua vez, disponibiliza as funções de saque, consulta e possui reciclador de notas e depósito de cheques com imagem.

Outro novo terminal é o TPG 4500, preparado para receber pagamentos de contas em dinheiro e uso por não correntistas, dando troco em cédulas ou moedas.

Há, ainda, o TA 5000, terminal compacto para realizar operações financeiras em locais com pouca infraestrutura para informática. A máquina é voltada ao uso como correspondente não bancário.

A Diebold também apresenta novidades na área de segurança, especialmente para caixas eletrônicos.

A primeira delas é a do entintamento de cédulas – tecnologia pela qual o numerário presente nos cassetes dos caixas eletrônicos será pintado com uma tinta especial não lavável, nem com água e nem com solventes, em caso de tentativa de intrusão do cofre.

A tecnologia, desenvolvida pela empresa, foi pensada para que a tinta se espalhe apenas em caso de tentativa de abertura forçada ou não autorizada dos cofres das ATMs.

A companhia também lança um sistema integrado de segurança voltado para antessalas de agências e ambientes monitorados.

A solução estará integrada com os sensores dos terminais dos caixas eletrônicos, permitindo obter informações de qual sensor do terminal foi alarmado e com a imagem correspondente do CFTV sendo apresentada no sistema de monitoração, tudo centralizado na instituição financeira.

Com esta informação, dependendo da situação e do procedimento, o artifício de destruição do numerário poderá até ser acionado remotamente, além do acionamento de força policial, entre outros recursos.

A Diebold também apresenta uma nova impressora de recibos com impressão em ambos os lados, que permite reduzir o desperdício de papel; e a Impressora Híbrida, que é voltada ao segmento bancário e agrega maior velocidade à geração de cupons no caixa, com capacidade de autenticação de contas e boletos.

A impressora híbrida integra, em um único produto, impressão térmica e autenticação por impacto, tudo usando o mesmo papel térmico das atuais impressoras de recibo.
A máquina, apesar de nova, já é usada por clientes como Banco do Brasil, Santander, Itau e Caixa.

Sistemas para truncagem e processamento de documentos e projetor interativo multimídia, que agrega dispositivo de projeção, alto-falantes, comunicação sem fio, teclado e mouse, também fazem parte da lista de lançamentos da Diebold.

A companhia levará todos os lançamentos para o 210 Ciab Febraban, que ocorre da quarta-feira, 15, à sexta, 17, no ExpoTransamérica, em São Paulo.

A Diebold tem matriz em Ohio e conta com cerca de 16 mil funcionários, presentes em mais de 90 países.

No Brasil, está sediada em São Paulo, com mais de 3,2 mil colaboradores.
Além da área financeira, a empresa atende aos segmentos de indústria, comércio, governo, saúde e utilities.

No país, a companhia foi responsável, por exemplo, pela fabricação das urnas eletrônicas para as eleições de 1998, 2000, 2004, 2006, 2008 e 2010.

Além de fabricante, a Diebold também presta serviços como outsourcing, segurança, infraestrutura e suporte técnico.

27 de abr. de 2011

NCR É RECONHECIDA POR AUTOMAÇÃO EM CAIXAS ELETRÔNICOS

portal Executivos Financeiros 27/04/2011

A NCR Corporation foi reconhecida líder mundial em instalações de caixas eletrônicos para depósitos automatizados (com exceção do Japão e Coreia do Sul), de acordo com uma pesquisa da Retail Banking Research (RBR), sediada em Londres. Há previsões de que os equipamentos de depósito automatizado, cresça duas vezes mais rápido do que a base instalada de caixas eletrônicos tradicionais.

De acordo com a RBR, as remessas de terminais de depósito automatizado expandirão mais do que as remessas de caixas eletrônicos tradicionais. Em 27 países abrangidos pelo relatório da RBR, o número de caixas eletrônicos para depósitos automatizados supera o de terminais que aceitam envelopes.

A NCR continua a investir em novas tecnologias para aperfeiçoar a experiência dos consumidores durante os depósitos e todas as outras interações. No geral, a NCR detinha 27,3% da base instalada de terminais de depósito inteligentes no mundo todo (com exceção de Japão e Coreia do Norte) no final de 2009.

Com base nos dados do relatório da RBR “Deposit Automation and Recycling 2010”, Automação de depósitos e reciclagem – 2010 a NCR instalou mais caixas eletrônicos para depósitos inteligentes do que qualquer outro fabricante nas principais regiões do mundo, inclusive Europa, América do Norte e Oriente Médio/África. No leste europeu, a base instalada de terminais para depósitos inteligentes da NCR é de aproximadamente quatro vezes maior que a base do concorrente mais próximo.

Depósitos de dinheiro e cheques

Lançada em 2010, a tecnologia Scalable Deposit Module (SDM) da NCR para os caixas eletrônicos NCR SelfServ, permite que os consumidores depositem dinheiro e cheques ao mesmo tempo em uma única transação, reduzindo o tempo de depósito pela metade.

Por meio da aceleração do processo de depósito, a NCR pode ajudar as instituições financeiras a proporcionar aos clientes uma experiência completa de depósito em caixas eletrônicos em menos de 60 segundos. Desse modo, essas instituições podem ampliar a capacidade das transações, reduzir as filas em caixas eletrônicos e aumentar a satisfação dos clientes.

A NCR é a única empresa capaz de fornecer uma solução integral e interna para pagamento de cheques. A solução NCR APTRA ATM Passport é uma plataforma única, integrada e dimensionável, que fornece aos bancos a capacidade de coletar depósitos dos clientes nos caixas eletrônicos. A NCR pode fornecer uma solução de coleta incorporada diretamente aos caixas eletrônicos a fim de facilitar o depósito de cheques em um ambiente de autoatendimento.

7 de abr. de 2011

TECBAN PREVÊ 14 MIL TERMINAIS PARA BANCO24HORAS

portal Economia & Negócios 07/04/2011 - Altamiro Silva Junior (Agencia Estado)

Até o fim deste ano, o Brasil terá 14 mil pontos de atendimento da rede Banco24Horas. Os caixas automáticos são administrados pela TecBan (Tecnologia Bancária). No fim de dezembro de 2010, eram 10,3 mil terminais, segundo balanço divulgado hoje pela empresa. Os clientes dos bancos fizeram no ano passado 613,2 milhões de transações nos caixas da rede, expansão de 35% ante o ano anterior. Atualmente, 460 municípios brasileiros possuem os terminais.

A TecBan iniciou em 2007 um plano de expansão da rede Banco24Horas, que triplicou de tamanho no período. No ano passado, foram investidos R$ 175 milhões em tecnologia e na ampliação dos pontos de atendimento, um volume 18% maior que no ano anterior, segundo dados do balanço divulgado hoje pela TecBan.

A estratégia da empresa foi acompanhar o aumento de clientes bancários e o crescimento da renda da população. Por isso, procurou instalar terminais em periferias de grandes cidades e municípios de menor porte. Em 2010, a TecBan lucrou R$ 8,5 milhões, o que indica um crescimento de 170% ante o ano anterior. As receitas consolidadas somaram R$ 490 milhões, alta de 23%. Já o fluxo de caixa medido pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) somou R$ 93,8 milhões, expansão de 35%.

Os principais bancos brasileiros, como Bradesco, Itaú Unibanco, HSBC e Banco do Brasil (BB), são clientes da rede Banco24Horas. Nos terminais, é possível fazer cerca de 40 tipos de transações bancárias.

14 de jan. de 2011

MAIS CAIXAS ELETRÔNICOS

jornal Folha de S. Paulo 14/01/2011 – Mercado Aberto

Os bancos devem aumentar o número de caixas eletrônicos nos próximos anos, diz o diretor de tecnologia da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), Gustavo Roxo.
De 2008 para 2009, o aumento foi de apenas 1,9%, pois o foco era a implantação dos equipamentos para pessoas com deficiência, em especial surdos e cadeirantes.

"A tendência da sociedade é o autoatendimento. Após três anos com foco na acessibilidade, agora é hora de voltar a termos maior crescimento nesse setor", diz Roxo.

Em 2010, o Banco do Brasil registrou 200 milhões de transações a mais que em 2009. O volume movimentado foi de R$ 473 bilhões.

A projeção do HSBC também é de crescimento. A quantidade de dinheiro movimentada nos terminais no ano passado deverá ser superior em R$ 1,5 bilhão, na comparação com 2009. O valor pode chegar a R$ 55 bilhões.

Além dos caixas eletrônicos, o diretor de tecnologia da Febraban também espera aumento do número de transações via internet.

12 de dez. de 2010

CAIXAS ELETRÔNICOS SE ADAPTAM PARA NOVAS NOTAS DO REAL

portal Economia & Negócios 10/12/2010 - Fernando Nakagawa (Agencia Estado)

Caixas eletrônicos serão adaptados gradualmente para operar com as novas cédulas de R$ 50 e R$ 100. Para aceitar as notas maiores, vai ser preciso trocar uma peça do terminal onde é acomodado o dinheiro para saque. Instituições financeiras farão a troca conforme o Banco Central substituir as cédulas em circulação. Por operar com notas que não foram substituídas, empresas que operam máquinas de venda automática - como refrigerante e salgadinhos - não preveem adaptações.

Hoje o Brasil tem 145 mil caixas eletrônicos em operação. Os equipamentos foram produzidos para operar com as cédulas da primeira família do real, em que todas têm 14 centímetros de comprimento e 6,5 centímetros de largura. Nesse caso, o compartimento para guardar o dinheiro tem tamanho único, independentemente da cédula que será acomodada. Agora, vai ser preciso trocar a peça para guardar as diferentes notas.

Já foram realizados testes nas instituições financeiras e a substituição da peça se mostrou simples e rápida. Não há necessidade de atualização de software e o ajuste é meramente mecânico. Mesmo assim, bancos serão comedidos na substituição porque, uma vez trocado, o equipamento não poderá mais receber as notas antigas.

Na rede Banco 24 Horas, por exemplo, a troca começará assim que a empresa receber as primeiras cédulas novas do BC. A substituição será gradativa exatamente no mesmo ritmo da entrada das notas em circulação. A empresa opera 10 mil pontos no Brasil e não informa o custo da troca das peças.

Outro setor que acompanha a troca de perto são as empresas que administram máquinas de venda automática, como refrigerantes, café e salgadinhos. Antony Harris, diretor comercial para América Latina da MEI, empresa norte-americana de sistemas de pagamento, afirma que a maioria desses equipamentos não sofre com a mudança porque geralmente recebem apenas cédulas de menor valor, como R$ 10 ou R$ 20 - que não terão alteração agora. "Mesmo quando houver a troca dessas notas, não será necessária adaptação porque não haverá mudança na largura", diz.

Mas a empresa já se prepara para adaptar alguns equipamentos que aceitam valores maiores, como máquinas para pagamento de estacionamento ou recarga de cartões de transporte, como o "Bilhete Único".

1 de out. de 2010

LÍDER EM CAIXA ELETRÔNICO, DIEBOLD BUSCA NOVOS SETORES

jornal DCI 01/10/2010 - Wilian Miron

A gigante norte-americana Diebold, que detém 60% do mercado de tecnologia bancária e é considerada a principal fabricante das urnas eletrônicas no Brasil, anuncia que quer abocanhar parte da demanda interna por tecnologia de setores como saúde, educação e varejo. Afora isso, a empresa venceu sozinha a última licitação do negócio de urnas eletrônicas, que lhe rendeu R$ 236 milhões vindos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que investiu na aquisição de novos equipamentos nestas eleições.

A medida de buscar novos nichos faz parte de uma estratégia da empresa para fechar este ano com 25% de crescimento sobre o faturamento global de US$ 1,1 bilhão e diversificar sua atuação para além da venda de tecnologia para bancos, área que corresponde a mais de 80% da receita da empresa. Considerada a maior fornecedora de terminais bancários (caixas eletrônicos), a Diebold atende, no País, clientes como Bradesco, Caixa Econômica Federal, e Banco do Brasil, entre outras instituições. Além da força na área de tecnologia para bancos, onde compete com Itautec, braço do Banco Itaú, a Diebold comemora a fabricação das urnas eletrônicas a serem usadas nas eleições presidenciais deste fim de semana, depois de entregar 197 mil urnas eletrônicas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na semana passada.

Agora, a Diebold diz que já começa a se organizar para entrar em uma licitação do Ministério da Educação (MEC), para oferecer computadores de mesa e equipamentos de informática a escolas públicas. "Desenvolvemos um modelo [de computador] que tem projetor integrado ao PC para facilitar o uso nas salas de aula", comentou o diretor de Marketing da empresa, David Alves Melo.

Segundo Melo, os bons resultados que a Diebold tem visto na área bancária levam a empresa a aventurar-se em novos nichos e priorizar outros, em que sua atuação ainda tímida. "O Brasil está crescendo muito e, em alguns casos, serve até de base para desenvolvimento tecnológico", disse.

De acordo com o diretor da Diebold, um exemplo da vocação da empresa para desenvolver grandes projetos para o setor público é justamente a fabricação das urnas eletrônicas para o TSE: das 480 mil urnas em mãos do governo brasileiro, 450 mil levam o nome Diebold, explicou o executivo. "É um projeto complexo porque as urnas não podem apresentar erros", completa. Outro exemplo de projeto desenvolvido pela Diebold para o setor público são os terminais de atendimento das casas lotéricas e os caixas eletrônicos da Caixa Econômica Federal. "Entramos nesse negócio quando a Caixa resolveu trabalhar com diversos fornecedores de tecnologia", disse ele, ao DCI.

Ao apostar em uma nova estratégia de negócios, saindo dos nichos, a companhia norte-americana pretende aumentar sua participação na venda de produtos e serviços para o governo e instituições privadas brasileiras.

O grupo, fundado no estado norte-americano de Ohio, chegou ao País em 1999, quando comprou a brasileira Procomp, fundada por quatro engenheiros formados pelo Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA) e pela Escola Politécnica de São Paulo. Na época, a empresa já era dona de uma das melhores carteiras de clientes do setor bancário do Brasil.

Saúde

Na área de saúde, a Diebold colhe os primeiros frutos de sua investida em parceria com a Alert, fabricante de software hospitalar, no desenvolvimento do "EaaS -Everything as a Service", programa de computador para autorização e controle de atendimento hospitalar. "Já temos uma parceria com um grande hospital de São Paulo e estamos em busca de novos clientes para este serviço."

Para David Alves Melo, o grande trunfo da joint venture com a Alert é o modelo de comercialização do software, que passa a ser cobrado por consulta realizada pelo hospital. "Acho que isso é uma vantagem competitiva para nós, porque nossos clientes vão pagar apenas aquilo que eles usarem", explica Melo.

O sistema funciona como um prontuário eletrônico e concentra as informações dos pacientes, da triagem à alta. O serviço também é capaz de emitir alertas e lembretes para os médicos e permite pesquisas coletivas.

Estrutura

Para o período pós-eleitoral, está nos planos da Diebold manter ativa a fábrica de urnas eletrônicas em Santa Rita do Sapucaí (MG). Segundo Melo, o local deve funcionar como manutenção e reciclagem de caixas eletrônicos. "Começamos esse trabalho recentemente e queremos mantê-lo depois das eleições".

Além da estrutura em Minas, a companhia mantém, no Brasil, duas fábricas em Manaus (uma de equipamentos eletrônicos para os caixas e uma de cofres de segurança para os equipamentos) e sua sede administrativa, na zona oeste de São Paulo.

12 de set. de 2010

COMO A TECBAN SUPEROU A TEMPESTADE

portal Isto É Dinheiro 10/09/2010 - Márcio Kroehn

O nome TecBan, abreviação de Tecnologia Bancária, não é dos mais conhecidos. No entanto, é provável que todos os 100 milhões de brasileiros com contas em banco tenham usado os serviços da empresa pelo menos uma vez. A TecBan administra a rede Banco24Horas, que possui cerca de dez mil caixas automáticos em que é possível sacar dinheiro e pagar contas sem ter de encarar as tenebrosas filas nas agências.
Depois de ver seu mercado encolher por causa do processo de consolidação do sistema financeiro, a companhia mudou seu foco. A TecBan uniu-se aos antigos concorrentes e investiu R$ 2,5 bilhões ao ano desde 2006, segundo a DINHEIRO apurou, para ampliar a rede de atendimento.

Tantas mudanças foram uma resposta às alterações do mercado. Surgida há 28 anos, a TecBan nasceu como uma resposta dos bancos Unibanco, Nacional e Bamerindus à concorrência dos gigantes Banco do Brasil, Bradesco e Itaú. Apenas os bancões tinham capacidade técnica e financeira para montar grandes redes de atendimento automatizadas.


Para não ficar em desvantagem, bancos pequenos e médios também se uniram à TecBan e passaram a fazer parte do grupo de controle. Quase três décadas depois, muitos desses bancos fundadores da companhia nem existem mais. “A consolidação do mercado financeiro criou os megabancos e vínhamos perdendo clientes”, diz Enrique Recasens, diretor de produtos e soluções da TecBan.

O Banco24Horas parecia fadado ao desaparecimento. Para evitar a tragédia, a TecBan se reinventou. “Em vez de concorrer com os grandes bancos, nós transformamos a nossa empresa numa rede complementar”, diz.

Desde 2006, os clientes de Bradesco, Itaú e Banco do Brasil começaram a poder utilizar os terminais da empresa. No caso do Itaú, o cliente que usa a rede da TecBan para sacar dinheiro paga uma tarifa adicional – o modelo de negócios da companhia prevê uma comissão a cada transação.

Em seguida, a companhia investiu pesadamente na ampliação do número de terminais e nas cidades atendidas. Os gastos com equipamentos, aperfeiçoamento tecnológico e expansão para novas praças foram acelerados. Entre 1982 e 2004, a empresa instalou três mil terminais de atendimento.

Entre 2004 e 2009, esse número triplicou para dez mil unidades. O número de cidades atingidas quase dobrou, para 440, e a meta é atingir 17 mil terminais até 2012. “Vamos aumentar, em média, quatro mil terminais por ano para ser a maior rede bancária externa mundial”, diz Recasens. Não será fácil. Para isso, terá de dobrar a rede após 2012, pois a Cardtronics, que atua no Reino Unido, México e nos EUA, tem 30 mil caixas eletrônicos.



Apesar de tanta ambição, o terreno continuará sendo difícil para a TecBan, pois os antigos concorrentes não estão parados. Bradesco, Santander e Banco do Brasil anunciaram no início do ano que vão compartilhar seus terminais de autoatendimento, o que criará uma rede de 11 mil máquinas – maior que a da TecBan hoje.

O negócio deveria ter saído do papel em julho passado, mas foi adiado para o quarto trimestre, em razão do provável interesse da Caixa Econômica Federal – que já compartilha seus terminais com BB – em juntar-se ao grupo. Com mais esse concorrente de peso, a TecBan terá de abrir mais o guarda-chuva para manter-se competitiva e crescer.

Uma hipótese em estudo é entrar no mercado de distribuição de valores, com a marca TBFort. “A empresa não pode ficar parada e precisa se movimentar para não perder o seu espaço”, diz o consultor Boanerges Ramos Freire.

Recasens não confirma essa estratégia e diz não estar preocupado com os grandes bancos. “O compartilhamento é bem-visto, será um ganho de custo. Como pertencemos aos bancos, estamos aqui para apoiá-los”, diz o executivo.

A TecBan quer se diferenciar montando lojas próprias, ou seja, espaços pequenos onde três ou quatro máquinas funcionem dia e noite. Hoje, a maior parte dos terminais está dentro de estabelecimentos comerciais que não funcionam 24 horas, como supermercados e farmácias.

Além disso, a TecBan precisa colocar mais ímpeto em seu processo de expansão geográfica. Hoje, o eixo Rio de Janeiro-São Paulo concentra mais de 60% das máquinas de dinheiro vivo. E, cada vez mais, o Brasil cresce forte fora dos grandes centros.

24 de ago. de 2010

CITI LANÇA APLICATIVO PARA iPHONE

portal Mundo do Marketing 24/08/2010 - Sylvia de Sá

O Citi lança o aplicativo para iPhone Citi Brasil. Agora, os clientes poderão localizar agências e caixas eletrônicos da instituição financeira, além dos serviços da rede Banco 24 Horas. O Brasil é o primeiro país a receber a nova ferramenta do grupo, que está disponível para download gratuito na App Store. Um dos destaques da novidade é o recurso de realidade aumentada. Com o uso do vídeo e da função bússola do iPhone, o usuário aponta o celular para uma determinada direção e o sistema fornece todos os pontos de atendimento da região em imagens reais e tridimensionais.

O aplicativo também permite traçar rotas, apresenta detalhes dos pontos de atendimento, telefones úteis e a opção de fale conosco via e-mail. A iniciativa faz parte da estratégia do Citi Brasil de valorizar o relacionamento e as aplicações mobile.