portal Economia & Negócios 30/12/2011 - David Friedlander (O Estado de S. Paulo)
HSBC e Bradesco não chegaram a um acordo e as negociações para a venda da Losango, maior financeira do País, foram encerradas dias atrás. Dos quatro grandes bancos que discutiram a operação, apenas o Bradesco foi em frente e fez uma oferta de algo em torno de R$ 600 milhões.
As diferenças de posição entre os dois bancos eram grandes. O HSBC, que inicialmente esperava receber acima de R$ 800 milhões pela financeira, queria uma oferta maior. O Bradesco, por sua vez, insistia para que o HSBC assumisse todo o risco trabalhista da Losango.
O medo é que os funcionários da financeira, na sua maioria promotores de venda, ao deixar a empresa procurassem a Justiça e conseguissem ser considerados bancários, o que aumentaria os custos trabalhistas da operação. O HSBC aceitava assumir parte desse risco, mas o Bradesco queria que o vendedor ficasse com toda responsabilidade por eventuais despesas desse tipo.
A Losango foi colocada à venda porque o HSBC decidiu abandonar o varejo popular no Brasil e se concentrar na clientela de renda mais alta. Contratado para procurar potenciais compradores, o banco de investimentos JP Morgan manteve conversas com Bradesco, Banco do Brasil, Santander e Itaú Unibanco.
Dos quatro, o Itaú não mostrou entusiasmo pelo negócio em momento algum, segundo fontes que participaram da operação. Os outros três candidatos avaliaram a financeira do HSBC, mas apenas o Bradesco apresentou uma proposta firme.
Como não houve acerto, a estrutura montada para a negociação foi desfeita e os executivos enviados pela matriz do HSBC para participar das discussões retornaram à Inglaterra pouco mais de uma semana atrás. Procurados, HSBC, JP Morgan e Bradesco não se manifestaram.
Estratégia. Líder no segmento de crédito direto ao consumidor, com mais de 20% do mercado, a Losango tem uma carteira de cerca de R$ 3 bilhões em financiamentos. O HSBC comprou a empresa em 2003, por US$ 815 milhões, da filial brasileira do Lloyds Bank, da Inglaterra.
Na época, a operação foi vista como o primeiro grande passo do HSBC rumo a um processo de crescimento no Brasil - que nunca ocorreu na intensidade que o mercado imaginava. De lá para cá, o segmento de atuação da Losango foi perdendo espaço para novos produtos, como o crédito consignado, por exemplo.
O desejo de vender a Losango, que continua com o HSBC, faz parte da nova estratégia global do grupo britânico, anunciada no começo do ano. A intenção é abandonar áreas e países em que a instituição não tem escala para competir pelas primeiras posições, como o varejo popular brasileiro.
Por aqui, as prioridades passaram a ser os clientes de alta renda, financiamento de empresas e comércio internacional, aproveitando a presença do grupo em mais de 80 países. Recentemente, o banco anunciou que pretende contratar 600 gerentes de relacionamento para reforçar sua área comercial, no ano que vem.
Meses atrás, o movimento de aproximação com potenciais interessados na Losango alimentou a ideia de que o HSBC, sexto maior banco do País, estaria sendo negociado no Brasil. O banco negou.
No começo deste mês, numa ação em parte destinada a reforçar a ideia de que o grupo pretende continuar no País, o HSBC anunciou que vai transferir sua sede na América Latina da Cidade do México para São Paulo no começo do ano que vem.
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14 de jan. de 2012
PERTO COMERCIALIZA MÁQUINAS DE ANÁLISE DE CRÉDITO
portal Fator Brasil 27/12/2011
A Perto acaba de acertar a venda de mil equipamentos para processamento eletrônico de meios de pagamento para a promotora de vendas Losango, do grupo HSBC. A máquina, denominada PertoPay, possui aplicações que permitem a validação e a compensação eletrônica de cheques e a autorização de crédito automática. “A PertoPay é máquina autônoma, com display e impressora conectada via internet banda larga diretamente ao banco de dados da Serasa, o que garante uma resposta rápida”, destaca Margô Neff, gerente-nacional de Automação Comercial da Perto.
A solução dá aos estabelecimentos comerciais a segurança no recebimento do cheque como meio de pagamento, pois ele consegue checar na hora os dados do cliente e evitar receber cheques sem fundo. “Embora esta não seja uma forma de pagamento tão utilizada quanto há 10 anos, dados da Serasa Experian mostram que o cheque representa 15,1% de todas as transações no País”, explica Margô.
O assessor econômico da Serasa Experian, Carlos Henrique de Almeida, acredita que a geração e divulgação rápida de informações cadastrais e bancárias dos consumidores é fundamental para a queda gradual da devolução de cheques. “Os estabelecimentos comerciais devem tratar o cheque como qualquer outra forma de pagamento, conferindo o histórico dos clientes nos bancos e dados da Serasa para ter a certeza de estar fazendo uma venda bem-sucedida”, explica.
A PertoPay é uma solução inovadora que também realiza outras operações como a antecipação dos recebíveis, autorização de crédito, compensação eletrônica, custódia e garantia de cheques, crédito direto ao consumidor, pagamento de contas, e transferência eletrônica de fundos.
A Perto acaba de acertar a venda de mil equipamentos para processamento eletrônico de meios de pagamento para a promotora de vendas Losango, do grupo HSBC. A máquina, denominada PertoPay, possui aplicações que permitem a validação e a compensação eletrônica de cheques e a autorização de crédito automática. “A PertoPay é máquina autônoma, com display e impressora conectada via internet banda larga diretamente ao banco de dados da Serasa, o que garante uma resposta rápida”, destaca Margô Neff, gerente-nacional de Automação Comercial da Perto.
A solução dá aos estabelecimentos comerciais a segurança no recebimento do cheque como meio de pagamento, pois ele consegue checar na hora os dados do cliente e evitar receber cheques sem fundo. “Embora esta não seja uma forma de pagamento tão utilizada quanto há 10 anos, dados da Serasa Experian mostram que o cheque representa 15,1% de todas as transações no País”, explica Margô.
O assessor econômico da Serasa Experian, Carlos Henrique de Almeida, acredita que a geração e divulgação rápida de informações cadastrais e bancárias dos consumidores é fundamental para a queda gradual da devolução de cheques. “Os estabelecimentos comerciais devem tratar o cheque como qualquer outra forma de pagamento, conferindo o histórico dos clientes nos bancos e dados da Serasa para ter a certeza de estar fazendo uma venda bem-sucedida”, explica.
A PertoPay é uma solução inovadora que também realiza outras operações como a antecipação dos recebíveis, autorização de crédito, compensação eletrônica, custódia e garantia de cheques, crédito direto ao consumidor, pagamento de contas, e transferência eletrônica de fundos.
20 de nov. de 2011
DISPUTA PELA LOSANGO ENTRA NA RETA FINAL
jornal O Estado de S. Paulo 09/11/2011 - David Friedlander
Os bancos que avaliaram a financeira Losango, colocada à venda pelo HSBC, têm até sexta-feira para apresentar suas propostas. Santander, Bradesco, Banco do Brasil (BB) e Itaú Unibanco estudaram a financeira, o que não significa que todos estarão na reta final da disputa.
O HSBC estaria contando receber de R$ 800 milhões a R$ 900 milhões pela Losango, segundo cálculos de executivos de bancos que participam do processo. Como não se trata de um leilão, mesmo depois da entrega das propostas as negociações podem continuar. A financeira pode nem ser vendida, caso as ofertas fiquem muito abaixo do que o HSBC espera.
Procurado, o HSBC afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que "não comenta rumores de mercado". O banco de investimentos JP Morgan, contratado para negociar a financeira, não quis se manifestar.
Uma das maiores financeiras do País, a Losango é líder no segmento de crédito direto ao consumidor, com cerca de 21% do mercado. Dona de uma carteira de aproximadamente R$ 2,7 bilhões em financiamentos, a empresa é forte nos cartões de lojas e tem parcerias com cerca de 20 grandes empresas de varejo. A principal é a Máquinas de Vendas, uma das maiores redes de lojas do País.
Aposta. Comprada pelo HSBC oito anos atrás, por US$ 815 milhões, da filial brasileira do inglês Lloyds Bank, a Losango foi uma aposta ousada do grupo britânico. O HSBC tinha chegado ao Brasil seis anos antes, com a incorporação da parte saudável do Bamerindus, um dos cinco maiores bancos privados do País, que estava sob intervenção do Banco Central. À época, o HSBC bateu os mesmos bancos para os quais agora oferece a financeira.
A Losango agora foi colocada à venda porque não faz mais parte dos planos do HSBC para o Brasil. O banco decidiu abandonar o o varejo popular e priorizar a diso puta pelas contas de empresas e de clientes de alta renda. E a mess ma estratégia adotada pelo grupo britânico em todo o mundo no começo do ano, quando o então novo presidente do HSBC, Stuart Gulliver, anunciou a intenção de cortar cerca de US$ 3,5 bilhões em custos, para melhorar a lucratividade.
Para isso, o grupo vai sair de áreas e países onde não possui escala para competir pelas primeiras posições, principalmente na área de varejo. Nos últimos meses, o HSBC vendeu sua área de cartões de crédito nos Estados Unidos, a operação de varejo na Rússia e algumas agências no Chile para o Itaú Unibanco.
A venda da operação chilena, aliada ao início das negociações para a venda da Losango, alimentou a ideia de que o HSBC poderia estar se desfazendo de toda sua área de varejo no Brasil. A direção do banco, no entanto, negou essa hipótese enfaticamente.
Os bancos que avaliaram a financeira Losango, colocada à venda pelo HSBC, têm até sexta-feira para apresentar suas propostas. Santander, Bradesco, Banco do Brasil (BB) e Itaú Unibanco estudaram a financeira, o que não significa que todos estarão na reta final da disputa.
O HSBC estaria contando receber de R$ 800 milhões a R$ 900 milhões pela Losango, segundo cálculos de executivos de bancos que participam do processo. Como não se trata de um leilão, mesmo depois da entrega das propostas as negociações podem continuar. A financeira pode nem ser vendida, caso as ofertas fiquem muito abaixo do que o HSBC espera.
Procurado, o HSBC afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que "não comenta rumores de mercado". O banco de investimentos JP Morgan, contratado para negociar a financeira, não quis se manifestar.
Uma das maiores financeiras do País, a Losango é líder no segmento de crédito direto ao consumidor, com cerca de 21% do mercado. Dona de uma carteira de aproximadamente R$ 2,7 bilhões em financiamentos, a empresa é forte nos cartões de lojas e tem parcerias com cerca de 20 grandes empresas de varejo. A principal é a Máquinas de Vendas, uma das maiores redes de lojas do País.
Aposta. Comprada pelo HSBC oito anos atrás, por US$ 815 milhões, da filial brasileira do inglês Lloyds Bank, a Losango foi uma aposta ousada do grupo britânico. O HSBC tinha chegado ao Brasil seis anos antes, com a incorporação da parte saudável do Bamerindus, um dos cinco maiores bancos privados do País, que estava sob intervenção do Banco Central. À época, o HSBC bateu os mesmos bancos para os quais agora oferece a financeira.
A Losango agora foi colocada à venda porque não faz mais parte dos planos do HSBC para o Brasil. O banco decidiu abandonar o o varejo popular e priorizar a diso puta pelas contas de empresas e de clientes de alta renda. E a mess ma estratégia adotada pelo grupo britânico em todo o mundo no começo do ano, quando o então novo presidente do HSBC, Stuart Gulliver, anunciou a intenção de cortar cerca de US$ 3,5 bilhões em custos, para melhorar a lucratividade.
Para isso, o grupo vai sair de áreas e países onde não possui escala para competir pelas primeiras posições, principalmente na área de varejo. Nos últimos meses, o HSBC vendeu sua área de cartões de crédito nos Estados Unidos, a operação de varejo na Rússia e algumas agências no Chile para o Itaú Unibanco.
A venda da operação chilena, aliada ao início das negociações para a venda da Losango, alimentou a ideia de que o HSBC poderia estar se desfazendo de toda sua área de varejo no Brasil. A direção do banco, no entanto, negou essa hipótese enfaticamente.
16 de nov. de 2011
HSBC COLOCA FINANCEIRA LOSANGO À VENDA, DIZ JORNAL
portal Exame 27/10/2011 - Marcio Orsolini
O HSBC está negociando a venda da financeira Losango, segundo reportagem do jornal O Estado de S. Paulo. O processo está sendo conduzido pelo banco de investimento JP Morgan há 40 dias e já chamou a atenção de Bradesco, Santander, Banco do Brasil e Itaú Unibanco, que já avaliaram ou estão estudando a situação da financeira.
Oficialmente, Bradesco, Santander, BB e Itaú Unibanco não comentam o assunto. Procurados pela reportagem, o HSBC afirmou que "não comenta rumores" e o JP Morgan não respondeu. “Estamos todos olhando, alguns com mais interesse, outros com menos”, afirmou o vice-presidente de um desses bancos ao jornal. “Olhamos, mas ainda não sabemos o que vamos fazer”, disse o vice-presidente de outro banco.
Com 21% do mercado, a Losango é líder no crédito direto ao consumidor, com uma carteira de aproximadamente 3 bilhões de reais em financiamento. A empresa também é forte nos cartões de lojas, por meio de parcerias com cerca de 20 grandes redes varejistas, como a Máquina de Vendas - além de 21.000 pequenos lojistas de todo país.
Apesar dos bons números, o HSBC decidiu colocar a financeira à venda por estar fora de sua estratégia. O sexto maior banco do país quer abandonar o varejo popular e focar na briga pela conta de empresas e pelo cliente de alta renda, sua maior especialidade. Segundo a reportagem, o HSBC já tinha colocado à venda uma pequena carteira de financiamento de carros para pessoas que não são correntistas, que até agora ninguém quis comprar.
A venda faz parte da estratégia do banco de abandonar países onde não tem escala para brigar pela liderança de mercado – o que acontece com o varejo. Além disso, a venda desses ativos tem a intenção de cortar custos e melhorar a lucratividade. O presidente mundial do HSBC, Stuart Gulliver, no cargo desde janeiro, pretende fazer uma economia de 3,5 bilhões de dólares.
O HSBC está negociando a venda da financeira Losango, segundo reportagem do jornal O Estado de S. Paulo. O processo está sendo conduzido pelo banco de investimento JP Morgan há 40 dias e já chamou a atenção de Bradesco, Santander, Banco do Brasil e Itaú Unibanco, que já avaliaram ou estão estudando a situação da financeira.
Oficialmente, Bradesco, Santander, BB e Itaú Unibanco não comentam o assunto. Procurados pela reportagem, o HSBC afirmou que "não comenta rumores" e o JP Morgan não respondeu. “Estamos todos olhando, alguns com mais interesse, outros com menos”, afirmou o vice-presidente de um desses bancos ao jornal. “Olhamos, mas ainda não sabemos o que vamos fazer”, disse o vice-presidente de outro banco.
Com 21% do mercado, a Losango é líder no crédito direto ao consumidor, com uma carteira de aproximadamente 3 bilhões de reais em financiamento. A empresa também é forte nos cartões de lojas, por meio de parcerias com cerca de 20 grandes redes varejistas, como a Máquina de Vendas - além de 21.000 pequenos lojistas de todo país.
Apesar dos bons números, o HSBC decidiu colocar a financeira à venda por estar fora de sua estratégia. O sexto maior banco do país quer abandonar o varejo popular e focar na briga pela conta de empresas e pelo cliente de alta renda, sua maior especialidade. Segundo a reportagem, o HSBC já tinha colocado à venda uma pequena carteira de financiamento de carros para pessoas que não são correntistas, que até agora ninguém quis comprar.
A venda faz parte da estratégia do banco de abandonar países onde não tem escala para brigar pela liderança de mercado – o que acontece com o varejo. Além disso, a venda desses ativos tem a intenção de cortar custos e melhorar a lucratividade. O presidente mundial do HSBC, Stuart Gulliver, no cargo desde janeiro, pretende fazer uma economia de 3,5 bilhões de dólares.
11 de out. de 2011
PRÉ-PAGOS, UM MEIO DE GANHAR USUÁRIOS
jornal Valor Econômico 29/09/2011 - Martha Funke
O potencial de crescimento para os meios eletrônicos, representado pelo uso do dinheiro em espécie no país, está levando os bancos a investirem em inovações para, de um lado, facilitar a vida do cliente a ponto de não ser necessário o uso do papel moeda e, de outro, acelerar o acesso da população de renda mais baixa a todos esses produtos.
No primeiro caso, a facilidade e a integração de plataformas de operação e atendimento são as estratégias em curso. Mas é no segundo que as novidades se multiplicam, principalmente com a chegada de meios como os cartões pré-pagos e maior uso dos dispositivos móveis.
A inclusão de uma camada alheia aos meios eletrônicos de pagamentos começa a ser estimulada entre os bancos com a criação dos pré-pagos. A novidade fica por conta do Banco do Brasil, a primeira instituição bancária de grande porte a lançar esse tipo de produto. A divulgação será feita nesta semana. O BB estabeleceu metas agressivas para seu cartão: com bandeira Visa, o Ourocard Pré-Pago Recarregável quer chegar a 1 milhão de unidades em doze meses.
Segundo o vice-presidente de negócios varejo, Pedro Rogério Caffarelli, o banco colocará à disposição de seus clientes dois modelos: o Mesada, para os correntistas darem a seus filhos uma ferramenta segura para gastos, e o Conveniência, para uso do próprio cliente ou de terceiros como familiares, empregados e outros. O cartão também permitirá saques em caixas eletrônicos e oferece ao cliente e possibilidade de agendamento periódico - para mesadas ou salários, por exemplo.
Criar facilidades para reduzir o uso do dinheiro é o caminho do Santander. "Os meios eletrônicos devem ganhar espaço", diz o diretor de tecnologia Marcelo Zerbinatti. Os principais desafios, acrescenta o vice-presidente do Itaú Unibanco, Alexadre de Barros, são as pequenas quantias, com potencial enorme de desenvolvimento de carteiras (wallets) eletrônicas. "Elas abrem espaço para o celular."
Para o HSBC, em no máximo dois anos o pagamento de salários deixará de ser feito em dinheiro, com a existência de contas correntes simplificadas para clientes de baixa renda poderem receber e fazer movimentações pelo celular. "Isso deve diminuir as transações em papel moeda. Elas serão mais reduzidas com a formalização da economia", destaca o diretor de canais Marcelo Villela.
O Bradesco, por sua vez, anunciou ser o primeiro banco brasileiro a oferecer um dispositivo de segurança integrado ao celular. Assim, os clientes não precisam carregar o token físico. A pessoa também pode consultar sua chave de segurança, de forma off-line, para realizar transações em todos os canais digitais - autoatendimento, internet, fone fácil e celular. Além disso, com o Bradesco Celular, o cliente pode ver o saldo, fazer transferências, empréstimos e outras operações bancárias.
O potencial de crescimento para os meios eletrônicos, representado pelo uso do dinheiro em espécie no país, está levando os bancos a investirem em inovações para, de um lado, facilitar a vida do cliente a ponto de não ser necessário o uso do papel moeda e, de outro, acelerar o acesso da população de renda mais baixa a todos esses produtos.
No primeiro caso, a facilidade e a integração de plataformas de operação e atendimento são as estratégias em curso. Mas é no segundo que as novidades se multiplicam, principalmente com a chegada de meios como os cartões pré-pagos e maior uso dos dispositivos móveis.
A inclusão de uma camada alheia aos meios eletrônicos de pagamentos começa a ser estimulada entre os bancos com a criação dos pré-pagos. A novidade fica por conta do Banco do Brasil, a primeira instituição bancária de grande porte a lançar esse tipo de produto. A divulgação será feita nesta semana. O BB estabeleceu metas agressivas para seu cartão: com bandeira Visa, o Ourocard Pré-Pago Recarregável quer chegar a 1 milhão de unidades em doze meses.
Segundo o vice-presidente de negócios varejo, Pedro Rogério Caffarelli, o banco colocará à disposição de seus clientes dois modelos: o Mesada, para os correntistas darem a seus filhos uma ferramenta segura para gastos, e o Conveniência, para uso do próprio cliente ou de terceiros como familiares, empregados e outros. O cartão também permitirá saques em caixas eletrônicos e oferece ao cliente e possibilidade de agendamento periódico - para mesadas ou salários, por exemplo.
Criar facilidades para reduzir o uso do dinheiro é o caminho do Santander. "Os meios eletrônicos devem ganhar espaço", diz o diretor de tecnologia Marcelo Zerbinatti. Os principais desafios, acrescenta o vice-presidente do Itaú Unibanco, Alexadre de Barros, são as pequenas quantias, com potencial enorme de desenvolvimento de carteiras (wallets) eletrônicas. "Elas abrem espaço para o celular."
Para o HSBC, em no máximo dois anos o pagamento de salários deixará de ser feito em dinheiro, com a existência de contas correntes simplificadas para clientes de baixa renda poderem receber e fazer movimentações pelo celular. "Isso deve diminuir as transações em papel moeda. Elas serão mais reduzidas com a formalização da economia", destaca o diretor de canais Marcelo Villela.
O Bradesco, por sua vez, anunciou ser o primeiro banco brasileiro a oferecer um dispositivo de segurança integrado ao celular. Assim, os clientes não precisam carregar o token físico. A pessoa também pode consultar sua chave de segurança, de forma off-line, para realizar transações em todos os canais digitais - autoatendimento, internet, fone fácil e celular. Além disso, com o Bradesco Celular, o cliente pode ver o saldo, fazer transferências, empréstimos e outras operações bancárias.
24 de ago. de 2011
EXPANSÃO DO CRÉDITO DÁ AO HSBC LUCRO 44% MAIOR
jornal Valor Econômico 23/08/2011 - Carolina Mandl e Vanessa Adachi
O maior volume de operações de empréstimos e financiamentos - principalmente para as empresas - garantiu ao banco HSBC um lucro líquido de R$ 611,9 milhões nos primeiros seis meses deste ano, valor 44,25% superior ao registrado em igual período de 2010.
A carteira de crédito do banco de origem britânica passou de R$ 43,1 bilhões em junho do ano passado para R$ 54,7 bilhões, uma expansão de 27% em um ano. Enquanto os empréstimos para as pessoas físicas cresceram 10%, para R$ 22 bilhões, as concessões para as empresas aumentaram 39%, atingindo R$ 32 bilhões.
A presença das pessoas jurídicas deve cada vez mais ganhar espaço no HSBC, passando dos atuais 60% para 70%. Isso porque, em maio deste ano, o banco tomou a decisão de focar suas operações nos clientes que já são correntistas ou que tenham perfil para se tornar.
Com isso, o financiamento a veículos fora das agências bancárias e o crédito consignado para não-clientes foram deixados de lado. Hoje essas operações somam uma carteira de R$ 5 bilhões dentro do banco.
O banco tem negociado a venda desses ativos com outras instituições. "Isso não necessariamente vai ocorrer, mas abriria espaço no balanço para fazermos operações que estão mais dentro do objetivo do banco", afirma Conrado Engel, diretor-presidente do HSBC Brasil.
O banco está com um índice de Basileia - que determina o nível de alavancagem das instituições - de 12,88% ante 14,5% de um ano antes, sendo que o mínimo exigido pelo Banco Central é de 11%. O indicador, diz Engel, garante o crescimento das operações do banco pelo menos até meados do próximo ano. A instituição também vem retendo no país os lucros. Além disso, vem fazendo emissões externas que podem ser computadas como capital, o que deve somar US$ 600 milhões neste ano.
Por enquanto, o banco cedeu ao PanAmericano parte da força de vendas de financiamento a automóveis que possuía fora da rede bancária, um total de 250 pessoas. Ao mesmo tempo, contratou cerca de 700 novos funcionários para o atendimento nas agências.
Apesar da alta velocidade de expansão dos empréstimos no primeiro semestre, daqui para a frente, o banco já está prevendo que as concessões vão crescer a um ritmo mais lento. No início do ano, o banco previa uma expansão da carteira de 20%. Agora, por causa da turbulência no cenário internacional, o HSBC espera uma expansão entre 16% e 18% no ano.
Além do reflexo que a crise no exterior pode acabar trazendo para a economia brasileira, o banco também já está mais rigoroso nas concessões de empréstimos. A medida tem como objetivo conter a inadimplência. "Começamos a ser mais seletivos, inclusive na entrada de novos clientes", diz Engel.
A inadimplência, segundo o executivo, está sob controle - 4,5% em atraso acima de 90 dias. É um número igual ao registrado em dezembro do ano passado, mas ligeiramente superior aos 4,3% de março. A maior deterioração recente, de acordo com Engel, veio das pequenas empresas e das operações com cartões de crédito.
"Ainda é muito pouco se considerarmos que historicamente já tivemos 6%. Isso acontece porque o emprego e a renda se mantiverem em alta", afirma o diretor-presidente do HSBC.
O maior volume de operações de empréstimos e financiamentos - principalmente para as empresas - garantiu ao banco HSBC um lucro líquido de R$ 611,9 milhões nos primeiros seis meses deste ano, valor 44,25% superior ao registrado em igual período de 2010.
A carteira de crédito do banco de origem britânica passou de R$ 43,1 bilhões em junho do ano passado para R$ 54,7 bilhões, uma expansão de 27% em um ano. Enquanto os empréstimos para as pessoas físicas cresceram 10%, para R$ 22 bilhões, as concessões para as empresas aumentaram 39%, atingindo R$ 32 bilhões.
A presença das pessoas jurídicas deve cada vez mais ganhar espaço no HSBC, passando dos atuais 60% para 70%. Isso porque, em maio deste ano, o banco tomou a decisão de focar suas operações nos clientes que já são correntistas ou que tenham perfil para se tornar.
Com isso, o financiamento a veículos fora das agências bancárias e o crédito consignado para não-clientes foram deixados de lado. Hoje essas operações somam uma carteira de R$ 5 bilhões dentro do banco.
O banco tem negociado a venda desses ativos com outras instituições. "Isso não necessariamente vai ocorrer, mas abriria espaço no balanço para fazermos operações que estão mais dentro do objetivo do banco", afirma Conrado Engel, diretor-presidente do HSBC Brasil.
O banco está com um índice de Basileia - que determina o nível de alavancagem das instituições - de 12,88% ante 14,5% de um ano antes, sendo que o mínimo exigido pelo Banco Central é de 11%. O indicador, diz Engel, garante o crescimento das operações do banco pelo menos até meados do próximo ano. A instituição também vem retendo no país os lucros. Além disso, vem fazendo emissões externas que podem ser computadas como capital, o que deve somar US$ 600 milhões neste ano.
Por enquanto, o banco cedeu ao PanAmericano parte da força de vendas de financiamento a automóveis que possuía fora da rede bancária, um total de 250 pessoas. Ao mesmo tempo, contratou cerca de 700 novos funcionários para o atendimento nas agências.
Apesar da alta velocidade de expansão dos empréstimos no primeiro semestre, daqui para a frente, o banco já está prevendo que as concessões vão crescer a um ritmo mais lento. No início do ano, o banco previa uma expansão da carteira de 20%. Agora, por causa da turbulência no cenário internacional, o HSBC espera uma expansão entre 16% e 18% no ano.
Além do reflexo que a crise no exterior pode acabar trazendo para a economia brasileira, o banco também já está mais rigoroso nas concessões de empréstimos. A medida tem como objetivo conter a inadimplência. "Começamos a ser mais seletivos, inclusive na entrada de novos clientes", diz Engel.
A inadimplência, segundo o executivo, está sob controle - 4,5% em atraso acima de 90 dias. É um número igual ao registrado em dezembro do ano passado, mas ligeiramente superior aos 4,3% de março. A maior deterioração recente, de acordo com Engel, veio das pequenas empresas e das operações com cartões de crédito.
"Ainda é muito pouco se considerarmos que historicamente já tivemos 6%. Isso acontece porque o emprego e a renda se mantiverem em alta", afirma o diretor-presidente do HSBC.
11 de ago. de 2011
HSBC VENDE SEU NEGÓCIO DE CARTÕES PARA O CAPITAL ONE
portal CardClipping
O HSBC concordou em vender seus negócios de cartão e de serviços de varejo nos Estados Unidos para o Capital One por prêmio de aproximadamente US$ 2,6 bilhões.
O Capital One está pagando um prêmio de 8,75% sobre os recebíveis de US$ 30,4 bilhões oriundos de empréstimos de cartão de crédito. O HSBC vai contabilizar um ganho após impostos de US$ 2,4 bilhões.
O comprador tomará posse da base de cartões de crédito e dos negócios de private label, cujos produtos são oferecidos em todo o país através de alianças estratégicas e acordos de co-branding, parcerias comerciais, mala direta e na Internet.
Em 2010, a unidade teve um lucro após os impostos de US$ 1,3 bilhão, com um aumento de US$ 400 milhões sobre o resultado do ano anterior.
Após a aprovação da aquisição pelos autoridades competentes, todos os funcionários da operação do HSBC terão a oportunidade de participar do quadro do Capital One.
A venda faz parte de um importante programa de redução de custos do HSBC e vem em sequência à recente cessão de 195 agências nos Estados Unidos para o First Niagara Financial por US$ 1 bilhão em dinheiro.
Para o Capital One, a aquisição marca a sua segunda investida, em poucos meses, para abocanhar ativos indesejados pelos bancos europeus, após comprar por US $ 9 bilhões o braço americano do banco direto (sem instalações físicas) do ING.
O HSBC concordou em vender seus negócios de cartão e de serviços de varejo nos Estados Unidos para o Capital One por prêmio de aproximadamente US$ 2,6 bilhões.
O Capital One está pagando um prêmio de 8,75% sobre os recebíveis de US$ 30,4 bilhões oriundos de empréstimos de cartão de crédito. O HSBC vai contabilizar um ganho após impostos de US$ 2,4 bilhões.
O comprador tomará posse da base de cartões de crédito e dos negócios de private label, cujos produtos são oferecidos em todo o país através de alianças estratégicas e acordos de co-branding, parcerias comerciais, mala direta e na Internet.
Em 2010, a unidade teve um lucro após os impostos de US$ 1,3 bilhão, com um aumento de US$ 400 milhões sobre o resultado do ano anterior.
Após a aprovação da aquisição pelos autoridades competentes, todos os funcionários da operação do HSBC terão a oportunidade de participar do quadro do Capital One.
A venda faz parte de um importante programa de redução de custos do HSBC e vem em sequência à recente cessão de 195 agências nos Estados Unidos para o First Niagara Financial por US$ 1 bilhão em dinheiro.
Para o Capital One, a aquisição marca a sua segunda investida, em poucos meses, para abocanhar ativos indesejados pelos bancos europeus, após comprar por US $ 9 bilhões o braço americano do banco direto (sem instalações físicas) do ING.
HSBC LANÇA FERRAMENTA PARA GARANTIR SEGURANÇA DE COMPRAS ON-LINE COM SEUS CARTÕES
portal Executivos Financeiros 09/08/2011
O HSBC lança hoje o “Compra Segura”, um sistema que solicitará aos usuários de seus cartões de crédito uma senha para compras pela internet, com o objetivo de trazer mais segurança para os clientes HSBC e reduzir o volume de fraudes, por meio de inovações tecnológicas.
A partir de agora, quando o cliente efetuar uma compra pela internet em sites participantes do serviço, uma autenticação será solicitada para confirmação da transação. Nas primeiras duas compras, será ofertada a adesão ao serviço, mas não será obrigatório, já na terceira, o cliente deverá fazer o cadastro (que também pode ser feito pelo Internet Banking) para finalizar a compra.
Durante o cadastro, o cliente pode escolher entre dois tipos de senha: Token, opção válida para usuários do Meu HSBC Celular, e “Perguntas e Respostas”, em que o cliente cadastrará cinco questões, entre as vinte oferecidas, e a cada compra uma será escolhida aleatoriamente para que responda e confirme a compra.
Em futuras compras, em sites participantes do serviço, o cliente sempre deverá fazer a autenticação para finalizar a transação. Depois de se autenticar, a compra será processada conforme o fluxo padrão de validação do crédito para as aquisições feitas pela internet.
O HSBC lança hoje o “Compra Segura”, um sistema que solicitará aos usuários de seus cartões de crédito uma senha para compras pela internet, com o objetivo de trazer mais segurança para os clientes HSBC e reduzir o volume de fraudes, por meio de inovações tecnológicas.
A partir de agora, quando o cliente efetuar uma compra pela internet em sites participantes do serviço, uma autenticação será solicitada para confirmação da transação. Nas primeiras duas compras, será ofertada a adesão ao serviço, mas não será obrigatório, já na terceira, o cliente deverá fazer o cadastro (que também pode ser feito pelo Internet Banking) para finalizar a compra.
Durante o cadastro, o cliente pode escolher entre dois tipos de senha: Token, opção válida para usuários do Meu HSBC Celular, e “Perguntas e Respostas”, em que o cliente cadastrará cinco questões, entre as vinte oferecidas, e a cada compra uma será escolhida aleatoriamente para que responda e confirme a compra.
Em futuras compras, em sites participantes do serviço, o cliente sempre deverá fazer a autenticação para finalizar a transação. Depois de se autenticar, a compra será processada conforme o fluxo padrão de validação do crédito para as aquisições feitas pela internet.
3 de ago. de 2011
BRASIL FOI TERCEIRO PAÍS QUE MAIS CONTRIBUI PARA LUCRO GLOBAL DO HSBC
jornal DCI 02/08/2011 – Panorama Brasil
O HSBC no Brasil registrou lucro antes dos impostos de US$ 637 milhões no primeiro semestre, expansão de 33% ante o mesmo período de 2010. O país respondeu por 55% do resultado do banco na América Latina, que ficou em US$ 1,151 bilhão.
Dentre os 87 países em que o banco inglês atua, o Brasil foi o terceiro que mais contribuiu com seu lucro global, segundo comunicado divulgado pelo HSBC. Por isso, o mercado brasileiro não fará parte da reestruturação global anunciada, que prevê o corte de 30 mil funcionários até 2013.
No relatório em que apresentou os resultados globais, o HSBC destaca que as operações no Brasil têm apresentado forte crescimento, principalmente em crédito e seguros.
No financiamento habitacional, houve expansão de 93% na comparação do primeiro semestre de 2011 com o mesmo período do ano passado. Outras linhas ligadas a crédito pessoal tiveram aumento de 21,6% na mesma base de comparação. Assim como os outros bancos brasileiros, o HSBC também reporta que teve aumento das taxas de inadimplência, mas não revela o valor por país.
Na área de seguros, o banco destaca que aumentou o esforço de venda e conseguiu aumentar a comercialização de seguros ligados a crédito e a produtos de vida.
O banco anunciou lucro total de US$ 11,5 bilhões, conforme regras contábeis internacionais, contra US$ 11,1 bilhões registrados no mesmo período do ano passado. Também informou ontem que vai concentrar-se em países de alto potencial de crescimento.
Quanto à questão das demissões, o Brasil vai no caminho exatamente oposto, por conta de seus bons resultados. "O Brasil não faz parte da reestruturação do grupo, que inclui corte de funcionários", informou, em nota, a assessoria de imprensa da unidade no País.
Haverá mais cortes de empregos", disse o presidente Executivo do banco, Stuart Gulliver, em teleconferência. "Cerca de 25 mil vagas serão eliminadas entre o momento atual e o fim de 2013." Os cortes equivalem a quase 10% do quadro do HSBC e integram o programa de redução de custos da instituição, que planeja enfocar suas operações na Ásia. Já a unidade brasileira informou que contrata mil novos gerentes de relacionamento para ampliar presença no varejo local.
O HSBC no Brasil registrou lucro antes dos impostos de US$ 637 milhões no primeiro semestre, expansão de 33% ante o mesmo período de 2010. O país respondeu por 55% do resultado do banco na América Latina, que ficou em US$ 1,151 bilhão.
Dentre os 87 países em que o banco inglês atua, o Brasil foi o terceiro que mais contribuiu com seu lucro global, segundo comunicado divulgado pelo HSBC. Por isso, o mercado brasileiro não fará parte da reestruturação global anunciada, que prevê o corte de 30 mil funcionários até 2013.
No relatório em que apresentou os resultados globais, o HSBC destaca que as operações no Brasil têm apresentado forte crescimento, principalmente em crédito e seguros.
No financiamento habitacional, houve expansão de 93% na comparação do primeiro semestre de 2011 com o mesmo período do ano passado. Outras linhas ligadas a crédito pessoal tiveram aumento de 21,6% na mesma base de comparação. Assim como os outros bancos brasileiros, o HSBC também reporta que teve aumento das taxas de inadimplência, mas não revela o valor por país.
Na área de seguros, o banco destaca que aumentou o esforço de venda e conseguiu aumentar a comercialização de seguros ligados a crédito e a produtos de vida.
O banco anunciou lucro total de US$ 11,5 bilhões, conforme regras contábeis internacionais, contra US$ 11,1 bilhões registrados no mesmo período do ano passado. Também informou ontem que vai concentrar-se em países de alto potencial de crescimento.
Quanto à questão das demissões, o Brasil vai no caminho exatamente oposto, por conta de seus bons resultados. "O Brasil não faz parte da reestruturação do grupo, que inclui corte de funcionários", informou, em nota, a assessoria de imprensa da unidade no País.
Haverá mais cortes de empregos", disse o presidente Executivo do banco, Stuart Gulliver, em teleconferência. "Cerca de 25 mil vagas serão eliminadas entre o momento atual e o fim de 2013." Os cortes equivalem a quase 10% do quadro do HSBC e integram o programa de redução de custos da instituição, que planeja enfocar suas operações na Ásia. Já a unidade brasileira informou que contrata mil novos gerentes de relacionamento para ampliar presença no varejo local.
HSBC NEGOCIA VENDA DE CARTEIRA DE VEÍCULOS PARA O PANAMERICANO
jornal Valor Econômico 02/08/2011 - Adriana Cotias e Carolina Mandl
O HSBC Brasil está saindo do ramo de financiamento de veículos para não clientes. Desde sexta-feira, o banco suspendeu a oferta de crédito em 300 concessionárias e revendas de automóveis espalhadas pelo país. Segundo o Valor apurou, a instituição negocia a venda dessa carteira para o PanAmericano, cujo controle é compartilhado por BTG Pactual e Caixa. Estima-se que o portfólio de financiamento de veículos do HSBC some cerca de R$ 5 bilhões, mas não se sabe se a totalidade dos ativos seria transferida.
Na semana passada, cerca de 300 funcionários da área de crédito do HSBC foram demitidos, a fim de não carregar eventuais passivos trabalhistas para o PanAmericano caso o negócio seja concretizado. A expectativa é de que parte dos empregados do banco inglês seja aproveitada na nova estrutura. Alguns deles teriam, inclusive, sido entrevistados pelo presidente do PanAmericano, José Luiz Acar Pedro.
Um nome que já estaria definido para migrar para o PanAmericano é o do diretor da área de financiamento de veículos do HSBC, Sergio Antonio Cipovicci, há 14 anos na posição. Haveria, entretanto, um período de transição por conta de operações de créditos liberadas para as concessionárias e que estão em andamento.
Em maio, por ocasião da apresentação da matriz do HSBC para investidores, o grupo inglês sinalizava a saída de negócios considerados não estratégicos na América Latina, como da área de fundos de pensão no México e na Costa Rica. Numa citação ao Brasil, falava em "racionalização" de portfólios em financiamento de veículos e crédito consignado.
Questionado pelo Valor a respeito, o presidente do HSBC Brasil, Conrado Engel, explicou que o banco interrompera a compra de carteiras com desconto em folha e que tinha diminuído o passo no financiamento de veículos, além de abandonar a estratégia de buscar clientes por meio da Losango, o braço de financiamento ao consumo. "Parei com isso para focar nosso próprio cliente ", disse Engel.
Internamente o que se comenta é que o grupo inglês nunca viu com bons olhos a oferta de financiamento de veículos para não clientes, estrutura que só existe no Brasil.
Para o PanAmericano, o negócio engordaria uma das suas principais linhas de atuação. Em entrevista recente ao Valor, Acar afirmou que a carteira de crédito do banco tem potencial para alcançar cerca de R$ 35 bilhões entre três e quatro anos. Até março, a área de veículos representava 56% do portfólio total de R$ 10,2 bilhões. Durante a divulgação dos resultados do primeiro trimestre, o banco informou que pretendia aumentar a participação de veículos novos e de crédito consignado para melhorar o risco da carteira.
O HSBC não confirma a negociação com o PanAmericano. Procurado, o banco apenas informou que decidiu parar de conceder crédito para financiar a compra de automóveis por meio de revendas. Desde ontem, a instituição passou a só fazer financiamentos por meio da rede bancária própria, deixando de lado as operações com os 300 pontos de venda que eram seus parceiros. A assessoria de imprensa do PanAmericano informou que o banco não comprou a carteira de R$ 5 bilhões do HSBC e que mantém habitualmente contato com revendedores de veículos.
O HSBC Brasil está saindo do ramo de financiamento de veículos para não clientes. Desde sexta-feira, o banco suspendeu a oferta de crédito em 300 concessionárias e revendas de automóveis espalhadas pelo país. Segundo o Valor apurou, a instituição negocia a venda dessa carteira para o PanAmericano, cujo controle é compartilhado por BTG Pactual e Caixa. Estima-se que o portfólio de financiamento de veículos do HSBC some cerca de R$ 5 bilhões, mas não se sabe se a totalidade dos ativos seria transferida.
Na semana passada, cerca de 300 funcionários da área de crédito do HSBC foram demitidos, a fim de não carregar eventuais passivos trabalhistas para o PanAmericano caso o negócio seja concretizado. A expectativa é de que parte dos empregados do banco inglês seja aproveitada na nova estrutura. Alguns deles teriam, inclusive, sido entrevistados pelo presidente do PanAmericano, José Luiz Acar Pedro.
Um nome que já estaria definido para migrar para o PanAmericano é o do diretor da área de financiamento de veículos do HSBC, Sergio Antonio Cipovicci, há 14 anos na posição. Haveria, entretanto, um período de transição por conta de operações de créditos liberadas para as concessionárias e que estão em andamento.
Em maio, por ocasião da apresentação da matriz do HSBC para investidores, o grupo inglês sinalizava a saída de negócios considerados não estratégicos na América Latina, como da área de fundos de pensão no México e na Costa Rica. Numa citação ao Brasil, falava em "racionalização" de portfólios em financiamento de veículos e crédito consignado.
Questionado pelo Valor a respeito, o presidente do HSBC Brasil, Conrado Engel, explicou que o banco interrompera a compra de carteiras com desconto em folha e que tinha diminuído o passo no financiamento de veículos, além de abandonar a estratégia de buscar clientes por meio da Losango, o braço de financiamento ao consumo. "Parei com isso para focar nosso próprio cliente ", disse Engel.
Internamente o que se comenta é que o grupo inglês nunca viu com bons olhos a oferta de financiamento de veículos para não clientes, estrutura que só existe no Brasil.
Para o PanAmericano, o negócio engordaria uma das suas principais linhas de atuação. Em entrevista recente ao Valor, Acar afirmou que a carteira de crédito do banco tem potencial para alcançar cerca de R$ 35 bilhões entre três e quatro anos. Até março, a área de veículos representava 56% do portfólio total de R$ 10,2 bilhões. Durante a divulgação dos resultados do primeiro trimestre, o banco informou que pretendia aumentar a participação de veículos novos e de crédito consignado para melhorar o risco da carteira.
O HSBC não confirma a negociação com o PanAmericano. Procurado, o banco apenas informou que decidiu parar de conceder crédito para financiar a compra de automóveis por meio de revendas. Desde ontem, a instituição passou a só fazer financiamentos por meio da rede bancária própria, deixando de lado as operações com os 300 pontos de venda que eram seus parceiros. A assessoria de imprensa do PanAmericano informou que o banco não comprou a carteira de R$ 5 bilhões do HSBC e que mantém habitualmente contato com revendedores de veículos.
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19 de jul. de 2011
MÁQUINA DE VENDAS NEGOCIA COM VISA LANÇAMENTO DE CARTÃO NESTE ANO
jornal Folha de S. Paulo 18/07/2011 – Maria Cristina Frias
A gigante varejista de móveis e eletrodomésticos Máquina de Vendas, resultado da associação entre Ricardo Eletro, Insinuante e City Lar, está em negociação com a Visa para assumir a bandeira de seu cartão de crédito.
O plástico deve ser lançado ainda neste semestre.
O banco emissor, o HSBC, é aliado da companhia na MV Shop, primeira ação da parceria da Máquina de Vendas com a HSBC/Losango, assinada no início deste ano, com sede na Bahia e atuação nacional.
A financeira foi inaugurada com base na carteira de 15 milhões de clientes da holding Máquina de Vendas.
O MV Card, cartão que tem foco nos clientes da nova classe média, foi idealizado com o objetivo de oferecer financiamentos para viagens, carros, motos e imóveis, entre outros benefícios.
A estimativa é que a emissão de cartões alcance 1,5 milhão de unidades até o fim deste ano.
Além do MV Card, a MV Shop pretende oferecer aos clientes do grupo outras opções, como carnês, cheques pré-datados e pagamento por meio de débito em conta-corrente bancária. Procuradas, a Visa e a Máquina de Vendas não confirmaram as negociações.
No final da última semana, a SDE (Secretaria de Direito Econômico), do Ministério da Justiça, recomendou a aprovação da fusão das varejistas Ricardo Eletro e Insinuante. O processo segue agora para o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), que deverá emitir o parecer definitivo.
A gigante varejista de móveis e eletrodomésticos Máquina de Vendas, resultado da associação entre Ricardo Eletro, Insinuante e City Lar, está em negociação com a Visa para assumir a bandeira de seu cartão de crédito.
O plástico deve ser lançado ainda neste semestre.
O banco emissor, o HSBC, é aliado da companhia na MV Shop, primeira ação da parceria da Máquina de Vendas com a HSBC/Losango, assinada no início deste ano, com sede na Bahia e atuação nacional.
A financeira foi inaugurada com base na carteira de 15 milhões de clientes da holding Máquina de Vendas.
O MV Card, cartão que tem foco nos clientes da nova classe média, foi idealizado com o objetivo de oferecer financiamentos para viagens, carros, motos e imóveis, entre outros benefícios.
A estimativa é que a emissão de cartões alcance 1,5 milhão de unidades até o fim deste ano.
Além do MV Card, a MV Shop pretende oferecer aos clientes do grupo outras opções, como carnês, cheques pré-datados e pagamento por meio de débito em conta-corrente bancária. Procuradas, a Visa e a Máquina de Vendas não confirmaram as negociações.
No final da última semana, a SDE (Secretaria de Direito Econômico), do Ministério da Justiça, recomendou a aprovação da fusão das varejistas Ricardo Eletro e Insinuante. O processo segue agora para o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), que deverá emitir o parecer definitivo.
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8 de jul. de 2011
MPF QUER QUE BANCOS DEVOLVAM MAIS DE R$ 1 BILHÃO A CORRENTISTAS
portal iG 06/07/2011 - Flávia Salme
O Ministério Público Federal no Rio de Janeiro (MPF-RJ) ingressou com cinco ações civis públicas para obrigar os bancos Santander, Itaú-Unibanco e HSBC a devolverem cerca de R$ 1 bilhão (mais atualizações) a seus correntistas, por cobranças indevidas entre 2008 e 2010. De acordo com a promotoria, as tarifas estavam em desacordo com a norma do Banco Central (BC).
De acordo com o MPF, o Santander cobrou R$ 351,6 milhões de comissão de disponibilização de limite (CDL) entre abril de 2008 e junho de 2009.
Já o Itaú-Unibanco figura como réu em três ações por tarifas cobradas dos clientes do Unibanco: comissão sobre operações ativas (COA, R$ 100,8 milhões), comissão de manutenção de crédito (CMC, R$ 80,4 milhões) e multa por devolução de cheques (R$ 64 milhões).
Contra o HSBC, a promotoria reivindica que sejam devolvidas comissões de manutenção de limite de crédito (CMLC, de R$ 7,6 milhões) que foram cobradas dos correntistas entre dezembro de 2008 e março de 2009.
As ações pedem a restituição do dobro dos valores indevidamente cobrados (com juros e correção) em todo o território nacional.
O procurador da República Claudio Gheventer informou que antes de entrar na Justiça, "o MPF enviou, em março e maio, recomendações para que os bancos promovessem o ressarcimento integral aos clientes (apenas parte da CDL, CMC e COA já tinha sido devolvida pelo Santander e Itaú-Unibanco)".
Segundo o MPF-RJ, o Santander se comprometeu a devolver os valores arrecadados a título de Repasse de Encargos de Operação de Crédito - REOC, que corresponde a custos arcados pelo banco, em um total de R$ 265 milhões.
MPF quer indenizações de até R$ 30 milhões
Nas ações propostas, o MPF pede liminar para que a Justiça determine aos bancos que apresentem os dados dos clientes que pagaram as tarifas indevidas.
Além dos ressarcimentos, o MPF quer a condenação dos réus a indenizações por danos morais coletivos, em valores que variam de R$ 5 milhões a R$ 30 milhões.
As indenizações serão destinadas ao Fundo de Defesa dos Direitos Difusos, para projetos como o de recomposição de danos ao consumidor e ao meio ambiente.
“Em razão do não acatamento das recomendações encaminhadas pelo MPF, foram propostas ações civis públicas, a fim de que a Justiça determine o ressarcimento das tarifas cobradas indevidamente, em valor equivalente ao dobro do que foi pago por cada consumidor, de acordo com o Código de Defesa do Consumidor”, afirmou o procurador Claudio Gheventer.
De acordo com o procurador, a CDL cobrada pelo Santander equivalia a 1,5% do limite do cheque especial concedido, enquanto a CMLC do HSBC correspondia a 0,15% do limite do cheque especial não usado.
As ações contra os dois bancos serão julgadas pela 29ª e pela 32ª Varas Federais do Rio de Janeiro.
As cobranças indevidas do Unibanco referem-se a 0,49% do limite do cheque especial (CMC, de maio de 2008 a maio de 2009), de R$ 3,99 a R$ 7 (COA, nos cartões Unicard, Fininvest e Investcred, de maio de 2008 a abril de 2010) e de R$ 26,50 a R$ 54,85 (multa por devolução de cheques, de abril de 2008 a maio de 2009).
Procurados pelo iG, o HSBC informou, por meio da assessoria de imprensa, que "este caso ainda está em trâmite judicial e que, por esse motivo, prefere não se pronunciar a respeito", e o Santander afirmou que "não tem como se manifestar neste momento porque ainda não recebeu a citação do processo mencionado.”
O Itau Unibanco afirma que recebeu a recomendação do Ministério Público Federal há cerca de três meses e, desde então, "mantém diálogo transparente com o órgão, a fim de prestar esclarecimentos sobre a cobrança de tarifas.”
O Ministério Público Federal no Rio de Janeiro (MPF-RJ) ingressou com cinco ações civis públicas para obrigar os bancos Santander, Itaú-Unibanco e HSBC a devolverem cerca de R$ 1 bilhão (mais atualizações) a seus correntistas, por cobranças indevidas entre 2008 e 2010. De acordo com a promotoria, as tarifas estavam em desacordo com a norma do Banco Central (BC).
De acordo com o MPF, o Santander cobrou R$ 351,6 milhões de comissão de disponibilização de limite (CDL) entre abril de 2008 e junho de 2009.
Já o Itaú-Unibanco figura como réu em três ações por tarifas cobradas dos clientes do Unibanco: comissão sobre operações ativas (COA, R$ 100,8 milhões), comissão de manutenção de crédito (CMC, R$ 80,4 milhões) e multa por devolução de cheques (R$ 64 milhões).
Contra o HSBC, a promotoria reivindica que sejam devolvidas comissões de manutenção de limite de crédito (CMLC, de R$ 7,6 milhões) que foram cobradas dos correntistas entre dezembro de 2008 e março de 2009.
As ações pedem a restituição do dobro dos valores indevidamente cobrados (com juros e correção) em todo o território nacional.
O procurador da República Claudio Gheventer informou que antes de entrar na Justiça, "o MPF enviou, em março e maio, recomendações para que os bancos promovessem o ressarcimento integral aos clientes (apenas parte da CDL, CMC e COA já tinha sido devolvida pelo Santander e Itaú-Unibanco)".
Segundo o MPF-RJ, o Santander se comprometeu a devolver os valores arrecadados a título de Repasse de Encargos de Operação de Crédito - REOC, que corresponde a custos arcados pelo banco, em um total de R$ 265 milhões.
MPF quer indenizações de até R$ 30 milhões
Nas ações propostas, o MPF pede liminar para que a Justiça determine aos bancos que apresentem os dados dos clientes que pagaram as tarifas indevidas.
Além dos ressarcimentos, o MPF quer a condenação dos réus a indenizações por danos morais coletivos, em valores que variam de R$ 5 milhões a R$ 30 milhões.
As indenizações serão destinadas ao Fundo de Defesa dos Direitos Difusos, para projetos como o de recomposição de danos ao consumidor e ao meio ambiente.
“Em razão do não acatamento das recomendações encaminhadas pelo MPF, foram propostas ações civis públicas, a fim de que a Justiça determine o ressarcimento das tarifas cobradas indevidamente, em valor equivalente ao dobro do que foi pago por cada consumidor, de acordo com o Código de Defesa do Consumidor”, afirmou o procurador Claudio Gheventer.
De acordo com o procurador, a CDL cobrada pelo Santander equivalia a 1,5% do limite do cheque especial concedido, enquanto a CMLC do HSBC correspondia a 0,15% do limite do cheque especial não usado.
As ações contra os dois bancos serão julgadas pela 29ª e pela 32ª Varas Federais do Rio de Janeiro.
As cobranças indevidas do Unibanco referem-se a 0,49% do limite do cheque especial (CMC, de maio de 2008 a maio de 2009), de R$ 3,99 a R$ 7 (COA, nos cartões Unicard, Fininvest e Investcred, de maio de 2008 a abril de 2010) e de R$ 26,50 a R$ 54,85 (multa por devolução de cheques, de abril de 2008 a maio de 2009).
Procurados pelo iG, o HSBC informou, por meio da assessoria de imprensa, que "este caso ainda está em trâmite judicial e que, por esse motivo, prefere não se pronunciar a respeito", e o Santander afirmou que "não tem como se manifestar neste momento porque ainda não recebeu a citação do processo mencionado.”
O Itau Unibanco afirma que recebeu a recomendação do Ministério Público Federal há cerca de três meses e, desde então, "mantém diálogo transparente com o órgão, a fim de prestar esclarecimentos sobre a cobrança de tarifas.”
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27 de jun. de 2011
FERRAMENTA AJUDA CONTRATAÇÃO DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO
jornal Valor Econômico 24/06/2011 - Adriana Cotias
Se o consumidor quiser financiar um imóvel de R$ 400 mil por 30 anos com uma entrada de 40% desse valor, pode pagar um custo efetivo total (juros mais despesas adicionais como seguro) de 10,88% ao ano no HSBC ou de 14,02% no Banco do Brasil. No primeiro caso, a prestação inicial será de R$ 2.706,91, com a última caindo a R$ 737,95 pelo sistema de amortização constante. No outro, a primeira parcela é de R$ 2.694,41, com a final em R$ 2.636,00, pela tabela Price (de prestações constantes).
Essas duas cotações estão nos extremos entre a alternativa mais barata e a mais cara para o mutuário de uma amostra com 13 opções entre instituições financeiras ativas no crédito imobiliário.
A ferramenta de comparação entrou no ar na quarta-feira pelo Canal do Crédito (www.canaldocredito.com.br), uma espécie de corretor online de financiamento imobiliário, que presta assessoria gratuita para o candidato ao crédito para aquisição da casa própria. As instituições parceiras são HSBC, Itaú e BM Sua Casa, mas a pesquisa abrange outros bancos. Com esse tipo de consulta, o tomador pode obter uma economia entre 15% e 20% no valor final do financiamento, estima Marcelo Prata, idealizador do negócio.
Caso escolha um banco que não tem acordo comercial com a empresa, o Canal do Crédito ensina o caminho das pedras, mas na hora de pleitear o financiamento propriamente dito, o consumidor tem que sentar para conversar com o gerente da agência.
O site ainda faz simulação de empréstimos sem finalidade específica, com a garantia do imóvel - o chamado "home equity" - e, nessa forma de financiamento, faz a ponte entre o tomador e o Banco Intermedium, ligado à construtora MRV, ao HSBC, além das companhias hipotecárias BM Sua Casa e CHB, esta última com atuação em Natal. A atualização dos dados é feita semanalmente.
Embora a figura do corretor de financiamento imobiliário seja comum em países como Inglaterra e Estados Unidos, o Canal do Crédito é uma iniciativa relativamente nova no Brasil, criada em junho de 2009. No ano passado recebeu aporte do fundo HorizonTI, gerido pela Confrapar, que se comprometeu a injetar até R$ 6 milhões na empresa para ter participação de cerca de 40%.
Na assessoria para o financiamento, o Canal do Crédito indica toda a documentação necessária e conversa diretamente com os departamentos de crédito e jurídico dos bancos. Dessa forma, o consumidor não tem que ficar entre idas e vindas à agência bancária e vai limitar a sua visita à assinatura do contrato. Tal intermediação é gratuita porque são os bancos parceiros que remuneram o Canal do Crédito, a exemplo do que fazem para imobiliárias ou outros correspondentes bancários, explica Prata. "Quando usa um canal alternativo para capturar clientes, o banco deixa de ter aquele custo operacional."
No mercado, tal remuneração oscila entre 0,5% e 1,5% do valor financiado, mas há casos em que o Canal do Crédito obtém um retorno superior a isso. Esse custo não é repassado ao tomador.
As informações que o Canal do Crédito coleta são públicas, estão nos sites das instituições financeiras, mas com as que são parceiras, consegue obter custos diferenciados, abaixo até das taxas de prateleira divulgadas por elas nos próprios sites, pelo volume que gera. Prata não abre os valores que já intermediou e se limita a dizer que prestou assessoria para 12 mil clientes, mas nem todos esse contatos se converteram em crédito.
Se o consumidor quiser financiar um imóvel de R$ 400 mil por 30 anos com uma entrada de 40% desse valor, pode pagar um custo efetivo total (juros mais despesas adicionais como seguro) de 10,88% ao ano no HSBC ou de 14,02% no Banco do Brasil. No primeiro caso, a prestação inicial será de R$ 2.706,91, com a última caindo a R$ 737,95 pelo sistema de amortização constante. No outro, a primeira parcela é de R$ 2.694,41, com a final em R$ 2.636,00, pela tabela Price (de prestações constantes).
Essas duas cotações estão nos extremos entre a alternativa mais barata e a mais cara para o mutuário de uma amostra com 13 opções entre instituições financeiras ativas no crédito imobiliário.
A ferramenta de comparação entrou no ar na quarta-feira pelo Canal do Crédito (www.canaldocredito.com.br), uma espécie de corretor online de financiamento imobiliário, que presta assessoria gratuita para o candidato ao crédito para aquisição da casa própria. As instituições parceiras são HSBC, Itaú e BM Sua Casa, mas a pesquisa abrange outros bancos. Com esse tipo de consulta, o tomador pode obter uma economia entre 15% e 20% no valor final do financiamento, estima Marcelo Prata, idealizador do negócio.
Caso escolha um banco que não tem acordo comercial com a empresa, o Canal do Crédito ensina o caminho das pedras, mas na hora de pleitear o financiamento propriamente dito, o consumidor tem que sentar para conversar com o gerente da agência.
O site ainda faz simulação de empréstimos sem finalidade específica, com a garantia do imóvel - o chamado "home equity" - e, nessa forma de financiamento, faz a ponte entre o tomador e o Banco Intermedium, ligado à construtora MRV, ao HSBC, além das companhias hipotecárias BM Sua Casa e CHB, esta última com atuação em Natal. A atualização dos dados é feita semanalmente.
Embora a figura do corretor de financiamento imobiliário seja comum em países como Inglaterra e Estados Unidos, o Canal do Crédito é uma iniciativa relativamente nova no Brasil, criada em junho de 2009. No ano passado recebeu aporte do fundo HorizonTI, gerido pela Confrapar, que se comprometeu a injetar até R$ 6 milhões na empresa para ter participação de cerca de 40%.
Na assessoria para o financiamento, o Canal do Crédito indica toda a documentação necessária e conversa diretamente com os departamentos de crédito e jurídico dos bancos. Dessa forma, o consumidor não tem que ficar entre idas e vindas à agência bancária e vai limitar a sua visita à assinatura do contrato. Tal intermediação é gratuita porque são os bancos parceiros que remuneram o Canal do Crédito, a exemplo do que fazem para imobiliárias ou outros correspondentes bancários, explica Prata. "Quando usa um canal alternativo para capturar clientes, o banco deixa de ter aquele custo operacional."
No mercado, tal remuneração oscila entre 0,5% e 1,5% do valor financiado, mas há casos em que o Canal do Crédito obtém um retorno superior a isso. Esse custo não é repassado ao tomador.
As informações que o Canal do Crédito coleta são públicas, estão nos sites das instituições financeiras, mas com as que são parceiras, consegue obter custos diferenciados, abaixo até das taxas de prateleira divulgadas por elas nos próprios sites, pelo volume que gera. Prata não abre os valores que já intermediou e se limita a dizer que prestou assessoria para 12 mil clientes, mas nem todos esse contatos se converteram em crédito.
20 de jun. de 2011
BANCO DE BOLSO
jornal Valor Econômico 17/06/2011 - Carmen Nery
Os bancos brasileiros vêm usando como nunca a tecnologia para vencer os desafios que têm pela frente. Em 2010, o orçamento para aplicação em tecnologia da informação e comunicação (TIC) chegou a R$ 22 bilhões. Além das demandas já existentes, eles precisam se preparar para melhor compreender e atender os novos clientes que chegam ao sistema financeiro, sejam as novas gerações Y (nascidos após 1980) e Z (nascidos após 2000), que hoje povoam as redes sociais, ou os novos contingentes sociais que, com o aumento da renda, começam a ser bancarizados.
A expansão do acesso aos serviços bancários, segundo dados da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) com base em estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgado no início do ano, é expressiva. Na década passada, o número de contas bancárias mais que dobrou e hoje corresponde a 60,1% da população. Desse contingente, 44% têm conta bancária no máximo há cinco anos. Em 2010 o número de contas cresceu 5,7%, para 141 milhões.
O banco do futuro, com um público cada vez mais numeroso e tecnológico, coloca uma série de desafios que integram a pauta do Ciab 2011, evento de tecnologia bancária promovido pela Febraban, que se encerra hoje. Segundo Gustavo Roxo, coordenador do evento, o conceito que está por trás do tema - "A tecnologia além da web" - é que cada vez mais, ao invés de usar o internet banking, o cliente acessa diretamente as aplicações em uma série de dispositivos como celulares, smartphones, tablets, geladeiras (no futuro) e outros equipamentos com conectividade. "O cliente não usa mais o browser e sim a aplicação, que está fora da web. Hoje são inúmeros canais e dispositivos demandando interfaces diferentes", diz Roxo.
A pressão sobre a infraestrutura tecnológica é crescente. No ano passado, o volume de transações bancárias chegou a quase 56 bilhões de operações. O internet banking já representa 23% do total, com 12,8 milhões de transações; os caixa eletrônicos, ou ATMs, ainda são o canal preferido com 17,8 bilhões de operações ou 31% do total, e o mobile banking cresce a reboque da explosão nas vendas dos smartphones, com avanço 72%, somando 2,2 milhões de contas.
Para suportar tudo isso, a alta oferta ainda é um mantra para os bancos, daí os pesados investimentos em datacenters e redes de alta capacidade. Mas são os canais que têm demandado cada vez mais investimento em inovação. Para Rafael Dan Schur, sócio de serviços de consultoria para o setor financeiro da Ernst & Young Terco, a inovação é fundamental para os bancos continuarem a crescer de forma rentável.
Desde 2009, a IBM desenvolve junto com o Itaú um projeto de análise de negócios para que o banco melhore a assertividade dos clientes na carteira de crédito. Outra iniciativa é a área de social business, ferramenta que ajuda os bancos a monitorar o que está sendo discutido nas redes sociais e acionar um canal para resolver o assunto. Para Roberto Bisca, líder da indústria financeira da IBM para a América Latina, os bancos também podem usar a tecnologia na bancarização dos mais de 74 milhões de pessoas que não têm conta.
Na seara dos sistemas transacionais, os sistemas legados começam a ter sua arquitetura revista para o modelo Service Oriented Architecture (SOA) ou arquitetura orientada a serviços que permitem o salto tecnológico na ponta dos diferentes canais. Empresas como a SAP já vêm conseguindo emplacar soluções nas áreas administrativo-financeiras e até vender produtos de "core banking" para instituições de menor porte como o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), que vai implantar as soluções de core banking e backoffice da SAP. De maneira geral, manter o controle dos ativos tecnológicos ainda é imperativo para os bancos e, por conta de sua imensa escala, conceitos como cloud computing e outsourcing ainda estão fora da agenda.
Para Carlos Mazon, vice-presidente da HP Enterprise Services, a arquitetura SOA é fundamental neste novo cenário que os bancos atravessam permitindo reutilização de código e portabilidade para as diferentes plataformas e dispositivos. Outra preocupação é a segurança. "Se já é complexo manter uma segurança em um ambiente controlado interno, o que não dizer da segurança de quem está andando pela rua. E isso pode ser obtido aumentado-se a qualidade dos códigos para reduzir as vulnerabilidades", diz.
Esse cenário pode ser comprovado pelos números do Bradesco, que destina 7% de seu orçamento para segurança física e lógica. O banco conta com 49,4 mil pontos de atendimento dos quais 3.648 são agências, que hoje só respondem por 10% das transações. Processa diariamente uma média de 235 milhões de transações, mas o número pode variar de 180 milhões a 300 milhões. "Os sistemas têm que estar calibrados para ir do céu ao inferno", diz Laercio Albino Cesar, vice-presidente executivo do banco. O Bradesco tem orçamento de R$ 4 bilhões e desde 2003 vem revendo sua infraestrutura tecnológica no Programa TI Melhorias com 28 projetos em cinco áreas macro: infraestrutura, processos, tecnologia, aplicações e ambiente operacional.
Já o Banco do Brasil conduz o projeto BB 2.0 que vai levar o banco para a arquitetura SOA para modernizar o legado e mudar e otimizar a forma de atendimento por meio de uma nova plataforma baseada em web. Segundo Erilson de Queiroz, gerente executivo da diretoria de tecnologia do banco, o foco da área de inovação ligada à diretoria de canais é a mobilidade e a portabilidade. Em 2010, o banco conquistou 34 prêmios de inovação em aplicativos para smartphones iPhone, BlackBerry e Android, e soluções para tablets.
Com um orçamento de R$ 3,5 bilhões, o Itaú está iniciando um projeto para fomentar a inovação como cultura organizacional. Segundo Luis Rodrigues, diretor-executivo de tecnologia, o banco trabalha para aumentar a eficiência até 2013 para 41% e já usa arquitetura orientada a serviços para flexibilizar as aplicações e oferecer novos serviços nos diferentes canais e dispositivos. "O banco conta com uma área de inovação focada em canais e faz pesquisas com clientes deixando-os utilizar os diferentes canais para avaliar sua habilidade e as dificuldades, o que tem nos permitido identificar melhorias, como um mecanismo de busca implantado no internet banking para facilitar a navegação do usuário", explica Rodrigues.
A Caixa investe anualmente R$ 500 milhões em tecnologia e mantém uma área de inovação com foco em melhorias operacionais e em mobilidade e interatividade, de olho nas gerações Y e Z. "A área está em constante contato com o mercado, universidades e fornecedores de TI. Há soluções de mobilidade e de TV digital usada como um canal de comunicação e negócio, com interatividade na forma de conteúdo e simuladores diversos", diz Cleusa Yoshida, superintendente nacional de Arquitetura e Inovação em TI da Caixa.
Os bancos brasileiros vêm usando como nunca a tecnologia para vencer os desafios que têm pela frente. Em 2010, o orçamento para aplicação em tecnologia da informação e comunicação (TIC) chegou a R$ 22 bilhões. Além das demandas já existentes, eles precisam se preparar para melhor compreender e atender os novos clientes que chegam ao sistema financeiro, sejam as novas gerações Y (nascidos após 1980) e Z (nascidos após 2000), que hoje povoam as redes sociais, ou os novos contingentes sociais que, com o aumento da renda, começam a ser bancarizados.
A expansão do acesso aos serviços bancários, segundo dados da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) com base em estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgado no início do ano, é expressiva. Na década passada, o número de contas bancárias mais que dobrou e hoje corresponde a 60,1% da população. Desse contingente, 44% têm conta bancária no máximo há cinco anos. Em 2010 o número de contas cresceu 5,7%, para 141 milhões.
O banco do futuro, com um público cada vez mais numeroso e tecnológico, coloca uma série de desafios que integram a pauta do Ciab 2011, evento de tecnologia bancária promovido pela Febraban, que se encerra hoje. Segundo Gustavo Roxo, coordenador do evento, o conceito que está por trás do tema - "A tecnologia além da web" - é que cada vez mais, ao invés de usar o internet banking, o cliente acessa diretamente as aplicações em uma série de dispositivos como celulares, smartphones, tablets, geladeiras (no futuro) e outros equipamentos com conectividade. "O cliente não usa mais o browser e sim a aplicação, que está fora da web. Hoje são inúmeros canais e dispositivos demandando interfaces diferentes", diz Roxo.
A pressão sobre a infraestrutura tecnológica é crescente. No ano passado, o volume de transações bancárias chegou a quase 56 bilhões de operações. O internet banking já representa 23% do total, com 12,8 milhões de transações; os caixa eletrônicos, ou ATMs, ainda são o canal preferido com 17,8 bilhões de operações ou 31% do total, e o mobile banking cresce a reboque da explosão nas vendas dos smartphones, com avanço 72%, somando 2,2 milhões de contas.
Para suportar tudo isso, a alta oferta ainda é um mantra para os bancos, daí os pesados investimentos em datacenters e redes de alta capacidade. Mas são os canais que têm demandado cada vez mais investimento em inovação. Para Rafael Dan Schur, sócio de serviços de consultoria para o setor financeiro da Ernst & Young Terco, a inovação é fundamental para os bancos continuarem a crescer de forma rentável.
Desde 2009, a IBM desenvolve junto com o Itaú um projeto de análise de negócios para que o banco melhore a assertividade dos clientes na carteira de crédito. Outra iniciativa é a área de social business, ferramenta que ajuda os bancos a monitorar o que está sendo discutido nas redes sociais e acionar um canal para resolver o assunto. Para Roberto Bisca, líder da indústria financeira da IBM para a América Latina, os bancos também podem usar a tecnologia na bancarização dos mais de 74 milhões de pessoas que não têm conta.
Na seara dos sistemas transacionais, os sistemas legados começam a ter sua arquitetura revista para o modelo Service Oriented Architecture (SOA) ou arquitetura orientada a serviços que permitem o salto tecnológico na ponta dos diferentes canais. Empresas como a SAP já vêm conseguindo emplacar soluções nas áreas administrativo-financeiras e até vender produtos de "core banking" para instituições de menor porte como o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), que vai implantar as soluções de core banking e backoffice da SAP. De maneira geral, manter o controle dos ativos tecnológicos ainda é imperativo para os bancos e, por conta de sua imensa escala, conceitos como cloud computing e outsourcing ainda estão fora da agenda.
Para Carlos Mazon, vice-presidente da HP Enterprise Services, a arquitetura SOA é fundamental neste novo cenário que os bancos atravessam permitindo reutilização de código e portabilidade para as diferentes plataformas e dispositivos. Outra preocupação é a segurança. "Se já é complexo manter uma segurança em um ambiente controlado interno, o que não dizer da segurança de quem está andando pela rua. E isso pode ser obtido aumentado-se a qualidade dos códigos para reduzir as vulnerabilidades", diz.
Esse cenário pode ser comprovado pelos números do Bradesco, que destina 7% de seu orçamento para segurança física e lógica. O banco conta com 49,4 mil pontos de atendimento dos quais 3.648 são agências, que hoje só respondem por 10% das transações. Processa diariamente uma média de 235 milhões de transações, mas o número pode variar de 180 milhões a 300 milhões. "Os sistemas têm que estar calibrados para ir do céu ao inferno", diz Laercio Albino Cesar, vice-presidente executivo do banco. O Bradesco tem orçamento de R$ 4 bilhões e desde 2003 vem revendo sua infraestrutura tecnológica no Programa TI Melhorias com 28 projetos em cinco áreas macro: infraestrutura, processos, tecnologia, aplicações e ambiente operacional.
Já o Banco do Brasil conduz o projeto BB 2.0 que vai levar o banco para a arquitetura SOA para modernizar o legado e mudar e otimizar a forma de atendimento por meio de uma nova plataforma baseada em web. Segundo Erilson de Queiroz, gerente executivo da diretoria de tecnologia do banco, o foco da área de inovação ligada à diretoria de canais é a mobilidade e a portabilidade. Em 2010, o banco conquistou 34 prêmios de inovação em aplicativos para smartphones iPhone, BlackBerry e Android, e soluções para tablets.
Com um orçamento de R$ 3,5 bilhões, o Itaú está iniciando um projeto para fomentar a inovação como cultura organizacional. Segundo Luis Rodrigues, diretor-executivo de tecnologia, o banco trabalha para aumentar a eficiência até 2013 para 41% e já usa arquitetura orientada a serviços para flexibilizar as aplicações e oferecer novos serviços nos diferentes canais e dispositivos. "O banco conta com uma área de inovação focada em canais e faz pesquisas com clientes deixando-os utilizar os diferentes canais para avaliar sua habilidade e as dificuldades, o que tem nos permitido identificar melhorias, como um mecanismo de busca implantado no internet banking para facilitar a navegação do usuário", explica Rodrigues.
A Caixa investe anualmente R$ 500 milhões em tecnologia e mantém uma área de inovação com foco em melhorias operacionais e em mobilidade e interatividade, de olho nas gerações Y e Z. "A área está em constante contato com o mercado, universidades e fornecedores de TI. Há soluções de mobilidade e de TV digital usada como um canal de comunicação e negócio, com interatividade na forma de conteúdo e simuladores diversos", diz Cleusa Yoshida, superintendente nacional de Arquitetura e Inovação em TI da Caixa.
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14 de jun. de 2011
HSBC PODE REVER ÁREA DE CARTÕES NOS EUA SE NÃO ACHAR COMPRADOR
portal Folha Online 13/06/2011 - Reuters
O HSBC vai rever suas operações com cartões de crédito nos Estados Unidos, avaliadas em US$ 33 bilhões, se não puder encontrar um comprador, afirmou o presidente-executivo do banco nesta segunda-feira, em meio aos esforços para reduzir custos e operações de varejo.
O presidente-executivo do HSBC, Stuart Gulliver, afirmou que está otimista no médio prazo sobre a economia dos EUA, mas que os negócios com cartões no país não fazem sentido estrategicamente para a instituição.
"Se não encontrarmos um comprador, vamos colocá-la em revisão", afirmou Gulliver a jornalistas durante evento do World Economic Forum em Jacarta, acrescentando que uma análise das operações está sendo realizada.
O maior banco da Europa informou no mês passado que tem como objetivo cortar até US$ 3,5 bilhões em custos e reduzir a área de banco de varejo, para melhorar sua rentabilidade. Como parte dessa avaliação o banco informou que estava decidindo se iria manter suas operações com cartões nos EUA, onde a base de clientes não está vinculada ao restante do grupo.
Gulliver afirmou que o relacionamento dos detentores de cartões nos EUA frequentemente é com uma loja em vez de com o próprio banco. Isso significa que a instituição não pode vender outros produtos como poderia fazer em outros mercados em que ainda está focando, incluindo Reino Unido, Hong Kong e mercados emergentes.
"Precisamos mudar a forma de nossos negócios", disse Gulliver.
O HSBC vai rever suas operações com cartões de crédito nos Estados Unidos, avaliadas em US$ 33 bilhões, se não puder encontrar um comprador, afirmou o presidente-executivo do banco nesta segunda-feira, em meio aos esforços para reduzir custos e operações de varejo.
O presidente-executivo do HSBC, Stuart Gulliver, afirmou que está otimista no médio prazo sobre a economia dos EUA, mas que os negócios com cartões no país não fazem sentido estrategicamente para a instituição.
"Se não encontrarmos um comprador, vamos colocá-la em revisão", afirmou Gulliver a jornalistas durante evento do World Economic Forum em Jacarta, acrescentando que uma análise das operações está sendo realizada.
O maior banco da Europa informou no mês passado que tem como objetivo cortar até US$ 3,5 bilhões em custos e reduzir a área de banco de varejo, para melhorar sua rentabilidade. Como parte dessa avaliação o banco informou que estava decidindo se iria manter suas operações com cartões nos EUA, onde a base de clientes não está vinculada ao restante do grupo.
Gulliver afirmou que o relacionamento dos detentores de cartões nos EUA frequentemente é com uma loja em vez de com o próprio banco. Isso significa que a instituição não pode vender outros produtos como poderia fazer em outros mercados em que ainda está focando, incluindo Reino Unido, Hong Kong e mercados emergentes.
"Precisamos mudar a forma de nossos negócios", disse Gulliver.
13 de jun. de 2011
A VAREJISTA QUE BANCA ATÉ LIPOASPIRAÇÃO
portal Exame 10/06/2011 - Tatiana Bautzer
Foi numa conversa com sua empregada doméstica que o presidente do conselho da holding varejista Máquina de Vendas, Luiz Carlos Batista, teve a ideia que resultou no modelo da financeira MV Shop, uma parceria com o banco HSBC que estreia nos próximos dias no mercado. “Ela estava entusiasmada porque tinha dez cartões de loja para mostrar às amigas”, diz Batista, um dos controladores da Máquina de Vendas. “Mas um dia, no café da manhã, ela disse que tinha quebrado vários deles e mantido só dois, que tinham as melhores condições de crédito.”
Num cenário em que as redes de varejo oferecem cada vez mais serviços financeiros, ficou claro para Batista que era preciso diferenciar-se da concorrência para permanecer nas carteiras do público da classe C, principal cliente das redes Insinuante, Ricardo Eletro e City Lar, que estão sob o guarda-chuva da Máquina de Vendas.
A oferta de serviços financeiros mais amplos que o tradicional empréstimo para a compra de produtos nas lojas foi um dos pontos de negociação da holding com o banco HSBC para a criação da MV Shop. Também pesou o alto investimento do banco britânico, que, segundo fontes de mercado, pagou R$ 500 milhões pela participação de 50% na nova financeira, além de fornecer uma linha de crédito de outros R$ 500 milhões para financiar novas aquisições pela Máquina de Vendas.
O principal instrumento usado para a concessão das novas linhas será o cartão de crédito MV Card. A meta da rede é atingir 1,5 milhão de plásticos e carteira de crédito de R$ 2 bilhões no primeiro ano, afirma Batista. “Queremos dar acesso a linhas que esse público normalmente não teria”, afirma Batista. “Dependendo do comportamento nas primeiras compras, o cliente poderá financiar carros, uma cirurgia plástica e até um imóvel.”
A base de clientes não é desprezível: dona de um faturamento de R$ 6 bilhões anuais, com uma rede de 750 lojas, as três marcas do grupo têm 15 milhões de pessoas cadastradas. O primeiro convênio da MV Shop será celebrado para a venda de motos, em um acordo com a chinesa CR Zongshen, dona da Kasinski, para vender motos em 80 lojas da rede City Lar.
Foi numa conversa com sua empregada doméstica que o presidente do conselho da holding varejista Máquina de Vendas, Luiz Carlos Batista, teve a ideia que resultou no modelo da financeira MV Shop, uma parceria com o banco HSBC que estreia nos próximos dias no mercado. “Ela estava entusiasmada porque tinha dez cartões de loja para mostrar às amigas”, diz Batista, um dos controladores da Máquina de Vendas. “Mas um dia, no café da manhã, ela disse que tinha quebrado vários deles e mantido só dois, que tinham as melhores condições de crédito.”
Num cenário em que as redes de varejo oferecem cada vez mais serviços financeiros, ficou claro para Batista que era preciso diferenciar-se da concorrência para permanecer nas carteiras do público da classe C, principal cliente das redes Insinuante, Ricardo Eletro e City Lar, que estão sob o guarda-chuva da Máquina de Vendas.
A oferta de serviços financeiros mais amplos que o tradicional empréstimo para a compra de produtos nas lojas foi um dos pontos de negociação da holding com o banco HSBC para a criação da MV Shop. Também pesou o alto investimento do banco britânico, que, segundo fontes de mercado, pagou R$ 500 milhões pela participação de 50% na nova financeira, além de fornecer uma linha de crédito de outros R$ 500 milhões para financiar novas aquisições pela Máquina de Vendas.
O principal instrumento usado para a concessão das novas linhas será o cartão de crédito MV Card. A meta da rede é atingir 1,5 milhão de plásticos e carteira de crédito de R$ 2 bilhões no primeiro ano, afirma Batista. “Queremos dar acesso a linhas que esse público normalmente não teria”, afirma Batista. “Dependendo do comportamento nas primeiras compras, o cliente poderá financiar carros, uma cirurgia plástica e até um imóvel.”
A base de clientes não é desprezível: dona de um faturamento de R$ 6 bilhões anuais, com uma rede de 750 lojas, as três marcas do grupo têm 15 milhões de pessoas cadastradas. O primeiro convênio da MV Shop será celebrado para a venda de motos, em um acordo com a chinesa CR Zongshen, dona da Kasinski, para vender motos em 80 lojas da rede City Lar.
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10 de jun. de 2011
HSBC LEVA CLIENTES A NOVA YORK E BUENOS AIRES
portal Maxpress 09/06/2011
O HSBC lança na próxima quarta-feira, dia 15, duas promoções que sortearão viagens internacionais, com compras inclusas feitas com a ajuda de um consultor especializado, para usuários de seus cartões de crédito.
A promoção “Você pelo Mundo” sorteará 10 pacotes de viagens a Nova York, por cinco noites, com acompanhante, além de R$ 9 mil para gastar com a ajuda de um personal shopper, que dará dicas sobre os melhores lugares para fazer compras durante quatro dias. Voltada para usuários dos cartões HSBC Premier e Platinum, a cada R$ 80 em compras, o cliente ganha um cupom para concorrer ao sorteio.
Já a promoção “Você na Buena” sorteará 26 pacotes para Buenos Aires, por cinco noites, com acompanhante, além de R$ 2.500 para compras e ajuda de um personal shopper por dois dias. A promoção é válida para clientes portadores dos demais cartões do HSBC e os clientes dos cartões de alguns lojistas parceiros da Losango, promotora de vendas do HSBC, que a cada R$ 60 em compras, ganharão um cupom para concorrer.
Todos os prêmios incluem passagens aéreas, traslados, hospedagem e seguro viagem. A promoção é válida entre 15 de junho a 31 de agosto. Para participar, é necessário fazer o cadastro pelos sites hsbc.com.br/promocoescartoes ou www.losango.com.br/vocenabuena, onde também é possível encontrar mais informações sobre a campanha. Ainda que a inscrição seja realizada no último dia, o cliente terá direito aos cupons das compras efetuadas dentro do período da promoção.
O HSBC lança na próxima quarta-feira, dia 15, duas promoções que sortearão viagens internacionais, com compras inclusas feitas com a ajuda de um consultor especializado, para usuários de seus cartões de crédito.
A promoção “Você pelo Mundo” sorteará 10 pacotes de viagens a Nova York, por cinco noites, com acompanhante, além de R$ 9 mil para gastar com a ajuda de um personal shopper, que dará dicas sobre os melhores lugares para fazer compras durante quatro dias. Voltada para usuários dos cartões HSBC Premier e Platinum, a cada R$ 80 em compras, o cliente ganha um cupom para concorrer ao sorteio.
Já a promoção “Você na Buena” sorteará 26 pacotes para Buenos Aires, por cinco noites, com acompanhante, além de R$ 2.500 para compras e ajuda de um personal shopper por dois dias. A promoção é válida para clientes portadores dos demais cartões do HSBC e os clientes dos cartões de alguns lojistas parceiros da Losango, promotora de vendas do HSBC, que a cada R$ 60 em compras, ganharão um cupom para concorrer.
Todos os prêmios incluem passagens aéreas, traslados, hospedagem e seguro viagem. A promoção é válida entre 15 de junho a 31 de agosto. Para participar, é necessário fazer o cadastro pelos sites hsbc.com.br/promocoescartoes ou www.losango.com.br/vocenabuena, onde também é possível encontrar mais informações sobre a campanha. Ainda que a inscrição seja realizada no último dia, o cliente terá direito aos cupons das compras efetuadas dentro do período da promoção.
2 de jun. de 2011
APÓS MUDANÇA NAS REGRAS, EMISSORAS DE CARTÕES DE CRÉDITO LANÇAM PROMOÇÕES PARA ATRAIR CONSUMIDOR
portal iG 02/06/2011 – Denyse Godoy
Tentando agradar os seus atuais clientes e cativar novos, os bancos emissores de cartões de crédito se apressaram em anunciar os seus esforços para traduzir as novas normas de utilização do dinheiro de plástico, que entraram em vigor ontem, em benefícios concretos.
O Santander e o Banco do Brasil estão adiantando para os usuários de cartões adquiridos até 31 de maio de 2011 as mudanças que os afetariam somente a partir de junho de 2012, como a limitação do número de tarifas aplicadas a apenas cinco (anuidade; taxa para emissão de segunda via do cartão; para saques em dinheiro; no uso do plástico para o pagamento de contas; quando do pedido de avaliação emergencial do limite de crédito) e o detalhamento, na fatura, dos dados sobre operações realizadas. Essas condições só eram válidas imediatamente para os contratos firmados do dia 1º. de junho de 2011 em diante.
O banco espanhol também vai ampliar o seu programa de recompensas, que permite ao cliente trocar os pontos acumulados em compras por prêmios e milhas aéreas para todos os cartões (com exceção do modelo mais simples, que por definição não pode contar com tais privilégios).
O brasileiro, por sua vez, acabou com os encargos sobre compras no exterior e na troca de pontos no seu programa de fidelidade.
Outras instituições financeiras estenderam algumas vantagens dos seus cartões atuais para os novos, mesmo na modalidade básica.
O plástico do Itaú oferece desconto de 50% em cinemas, parques, partidas de futebol e peças de teatro.
O do Bradesco, abatimento de 50% nos bilhetes, na pipoca e no refrigerante na rede de cinemas Cinemark, privilégios no Teatro Bradesco e possibilidade de compra antecipada de ingressos para shows e eventos patrocinados pelo banco.
Todos os mimos atualmente distribuídos pelos cartões do HSBC também estarão disponíveis para o seu novo tipo básico, como os descontos em compras nas lojas parceiras.
As instituições financeiras agora precisam exibir, nos seus sites e agências, uma lista completa dos cartões existentes e todas as taxas cobradas e juros praticados. Comparando as opções, o consumidor poderá escolher o que melhor atende às suas necessidades.
Tentando agradar os seus atuais clientes e cativar novos, os bancos emissores de cartões de crédito se apressaram em anunciar os seus esforços para traduzir as novas normas de utilização do dinheiro de plástico, que entraram em vigor ontem, em benefícios concretos.
O Santander e o Banco do Brasil estão adiantando para os usuários de cartões adquiridos até 31 de maio de 2011 as mudanças que os afetariam somente a partir de junho de 2012, como a limitação do número de tarifas aplicadas a apenas cinco (anuidade; taxa para emissão de segunda via do cartão; para saques em dinheiro; no uso do plástico para o pagamento de contas; quando do pedido de avaliação emergencial do limite de crédito) e o detalhamento, na fatura, dos dados sobre operações realizadas. Essas condições só eram válidas imediatamente para os contratos firmados do dia 1º. de junho de 2011 em diante.
O banco espanhol também vai ampliar o seu programa de recompensas, que permite ao cliente trocar os pontos acumulados em compras por prêmios e milhas aéreas para todos os cartões (com exceção do modelo mais simples, que por definição não pode contar com tais privilégios).
O brasileiro, por sua vez, acabou com os encargos sobre compras no exterior e na troca de pontos no seu programa de fidelidade.
Outras instituições financeiras estenderam algumas vantagens dos seus cartões atuais para os novos, mesmo na modalidade básica.
O plástico do Itaú oferece desconto de 50% em cinemas, parques, partidas de futebol e peças de teatro.
O do Bradesco, abatimento de 50% nos bilhetes, na pipoca e no refrigerante na rede de cinemas Cinemark, privilégios no Teatro Bradesco e possibilidade de compra antecipada de ingressos para shows e eventos patrocinados pelo banco.
Todos os mimos atualmente distribuídos pelos cartões do HSBC também estarão disponíveis para o seu novo tipo básico, como os descontos em compras nas lojas parceiras.
As instituições financeiras agora precisam exibir, nos seus sites e agências, uma lista completa dos cartões existentes e todas as taxas cobradas e juros praticados. Comparando as opções, o consumidor poderá escolher o que melhor atende às suas necessidades.
31 de mai. de 2011
SEBRAE ESTREITA ALIANÇA COM BANCOS PRIVADOS
portal Investimento e Notícias 30/05/2011 – Agência IN
Com o objetivo de fortalecer a atuação dos bancos privados em relação às micro e pequenas empresas, o Sebrae está renovando parcerias e firmando novos convênios. Neste ano a instituição renovou o acordo com o HSBC e o Santander, em outubro deve renovar com o Bradesco, e em breve assinará o acordo com o Itaú. A meta é aproximar os pequenos negócios das instituições financeiras e aumentar a oferta de produtos e serviços que estas oferecem a esse público.
Somando a parceria com os quatro bancos privados aos convênios com os bancos públicos - Banco do Brasil, Caixa Econômica, Banco da Amazônia e Banco do Nordeste – e ao acordo com o Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) faz com que o Sebrae esteja aliado às instituições que concedem 80% do crédito no país.
“O grande mote dessa parceria é o intercâmbio de informações. O sistema financeiro em geral sabe pouco sobre as micro e pequenas empresas e as micro e pequenas empresas sabem pouco sobre o sistema financeiro”, afirma o responsável pelo projeto, André Dantas, da área de Acesso a Mercados e Serviços Financeiros do Sebrae.
A parceria mais antiga é a do Bradesco. Desde 2005, quando foi firmada, foram capacitados mais de 7 mil gerentes do banco que já atenderam mais de 30 mil empresas. O HSBC já disponibiliza produtos e serviços financeiros customizados para o segmento. O Santander criou um portal exclusivamente para os empreendedores, que desenvolve diagnósticos da empresa e direciona os internautas para cursos do Sebrae.
Os acordos foram feitos para suprir uma demanda do mercado. Levantamento do Sebrae mostra que apenas um terço dos empresários donos de negócios de pequeno porte buscam financiamentos no sistema financeiro. A principal fonte de crédito para eles é o próprio fornecedor, mas ainda recorrem a agiotas, cheque especial de pessoa física, entre outras formas.
A parceria com os bancos prevê a capacitação de gerentes e funcionários das instituições, a realização de seminários de crédito em que os bancos falam sobre suas linhas para empresários locais, a promoção de cursos, a distribuição de material educativo, entre outras ações. O objetivo é conjugar esforços para ampliar o acesso ao crédito, a capacitação dos funcionários das instituições financeiras e o aumento do intercâmbio de informações.
Com o objetivo de fortalecer a atuação dos bancos privados em relação às micro e pequenas empresas, o Sebrae está renovando parcerias e firmando novos convênios. Neste ano a instituição renovou o acordo com o HSBC e o Santander, em outubro deve renovar com o Bradesco, e em breve assinará o acordo com o Itaú. A meta é aproximar os pequenos negócios das instituições financeiras e aumentar a oferta de produtos e serviços que estas oferecem a esse público.
Somando a parceria com os quatro bancos privados aos convênios com os bancos públicos - Banco do Brasil, Caixa Econômica, Banco da Amazônia e Banco do Nordeste – e ao acordo com o Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) faz com que o Sebrae esteja aliado às instituições que concedem 80% do crédito no país.
“O grande mote dessa parceria é o intercâmbio de informações. O sistema financeiro em geral sabe pouco sobre as micro e pequenas empresas e as micro e pequenas empresas sabem pouco sobre o sistema financeiro”, afirma o responsável pelo projeto, André Dantas, da área de Acesso a Mercados e Serviços Financeiros do Sebrae.
A parceria mais antiga é a do Bradesco. Desde 2005, quando foi firmada, foram capacitados mais de 7 mil gerentes do banco que já atenderam mais de 30 mil empresas. O HSBC já disponibiliza produtos e serviços financeiros customizados para o segmento. O Santander criou um portal exclusivamente para os empreendedores, que desenvolve diagnósticos da empresa e direciona os internautas para cursos do Sebrae.
Os acordos foram feitos para suprir uma demanda do mercado. Levantamento do Sebrae mostra que apenas um terço dos empresários donos de negócios de pequeno porte buscam financiamentos no sistema financeiro. A principal fonte de crédito para eles é o próprio fornecedor, mas ainda recorrem a agiotas, cheque especial de pessoa física, entre outras formas.
A parceria com os bancos prevê a capacitação de gerentes e funcionários das instituições, a realização de seminários de crédito em que os bancos falam sobre suas linhas para empresários locais, a promoção de cursos, a distribuição de material educativo, entre outras ações. O objetivo é conjugar esforços para ampliar o acesso ao crédito, a capacitação dos funcionários das instituições financeiras e o aumento do intercâmbio de informações.
18 de mai. de 2011
HSBC LANÇA PRIMEIRO CARTÃO PET QUE DESTINA RECURSOS PARA INVESTIMENTO SOCIAL
portal Investimentos e Notícias 16/05/2011 – Agência IN
O HSBC Bank Brasil acaba de lançar o Cartão Instituto HSBC Solidariedade em PET. O novo cartão é confeccionado por meio da reciclagem pós-consumo de garrafas plásticas PET transparentes de água mineral e refrigerante. Para a produção de mil cartões são utilizados 5,5 quilos de substrato de PET, o equivalente a 83 garrafas de plástico retiradas do meio ambiente.
Com o Cartão Instituto HSBC Solidariedade o titular se compromete a doar mensalmente R$10,00 (dez reais) ao Instituto e com isso recebe isenção da anuidade e seguro gratuito contra perda e roubo. O valor arrecadado com as doações e da contribuição do HSBC, que doa parte da receita obtida com o uso do cartão (50% da taxa interchange), é destinado a projetos sociais com foco em educação, capacitação das ONGs apoiadas e projetos da Pastoral da Criança, organismo de ação social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil criado em 1983 .
Desde seu lançamento, em 2006, o cartão já arrecadou mais de R$23 milhões, que foram investidos em 230 projetos sociais e beneficiaram mais de 156 mil pessoas em todo o Brasil.
O HSBC Bank Brasil acaba de lançar o Cartão Instituto HSBC Solidariedade em PET. O novo cartão é confeccionado por meio da reciclagem pós-consumo de garrafas plásticas PET transparentes de água mineral e refrigerante. Para a produção de mil cartões são utilizados 5,5 quilos de substrato de PET, o equivalente a 83 garrafas de plástico retiradas do meio ambiente.
Com o Cartão Instituto HSBC Solidariedade o titular se compromete a doar mensalmente R$10,00 (dez reais) ao Instituto e com isso recebe isenção da anuidade e seguro gratuito contra perda e roubo. O valor arrecadado com as doações e da contribuição do HSBC, que doa parte da receita obtida com o uso do cartão (50% da taxa interchange), é destinado a projetos sociais com foco em educação, capacitação das ONGs apoiadas e projetos da Pastoral da Criança, organismo de ação social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil criado em 1983 .
Desde seu lançamento, em 2006, o cartão já arrecadou mais de R$23 milhões, que foram investidos em 230 projetos sociais e beneficiaram mais de 156 mil pessoas em todo o Brasil.
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