portal Business Wire 13/09/2011
A Gemalto, líder mundial em segurança digital, anunciou que fornecerá à Colsubsidio, o maior Fundo de Compensações na Colômbia, o primeiro cartão EMV multiuso no país.
O Cartão de Associados de Multiserviços proverá a todos os membros da Colsubsidio a segurança dos pagamentos por EMV, juntamente com uma grande variedade de outros serviços, entre eles: um aplicativo de carteira eletrônica, entradas em parques de diversões, assim como acesso a estádios esportivos e centros de convenções. A funcionalidade sem contato do cartão proporciona um acesso fácil e conveniente ao transporte público na cidade de Bogotá. A Gemalto também forneceu à Colsubsidio uma solução de software para a personalização do cartão internamente, assim como suporte técnico durante a fase de lançamento.
A tecnologia de segurança digital da Gemalto permite que a Colsubsidio integre todos os seus serviços e dos seus associados em um único cartão. O Cartão de Associados de Multiserviços da Colsubsidio oferece aos seus usuários uma experiência mais agradável, na qual eles podem usar transportes públicos, ter acesso as redes participantes e pagar por produtos e serviços com total segurança, com uma solução completa e fácil de usar.
A Gemalto tem sido a principal fornecedora de cartões e serviços de personalização desde o inicio da migração do EMV para a America Latina, com uma oferta fortemente diferenciada na Colômbia, proporcionando aplicativos com valor agregado. A Gemalto também oferece experiência técnica e migração de classe mundial desde suas instalações regionais.
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18 de set. de 2011
11 de ago. de 2011
VISA TEM PLANO DE MIGRAÇÃO PARA A TECNOLOGIA DE CHIP EMV
portal Decision Report 10/08/2011
A Visa anunciou hoje (10) seus planos para acelerar a migração para a tecnologia de chip EMV com e sem contato nos Estados Unidos. A adoção dessa tecnologia de chip de interface dupla ajudará a preparar a infraestrutura de pagamentos dos EUA para a chegada dos pagamentos móveis baseados na tecnologia NFC, construindo a base necessária para a aceitação e o processamento das transações com chip realizadas no ponto-de-venda mediante assinatura ou senha pessoal.
Além de acelerar a chegada de inovações na área de pagamentos móveis, a autenticação dinâmica viabilizada pela tecnologia de chip também deve aumentar a segurança dos pagamentos. Com a tecnologia de chip, as chances de um criminoso usar dados roubados diminuem bastante, uma vez que ela introduz valores dinâmicos a cada transação. Ainda que os dados do cartão sejam comprometidos, o criminoso não consegue usar um cartão falsificado no ponto-de-venda sem a presença dos elementos presentes unicamente no cartão original. Quando reduzido a autenticação estática, os dados de portadores de cartão furtados pelos criminosos passam a ter um valor menor, beneficiando todos os stakeholders.
Globalmente, a Visa continuará dando suporte a vários métodos de verificação da autenticidade do portador de cartão, incluindo assinatura, senha pessoal e transações de baixo risco e valor realizadas sem assinatura. No longo prazo, a expectativa é que a implementação de novas formas dinâmicas de verificação da autenticidade do portador de cartão acabe reduzindo ou eliminando de vez os métodos de verificação estática, como assinatura e senha pessoal.
Estratégia
O plano da Visa para incentivar a adoção da tecnologia chip com autenticação dinâmica nos EUA inclui três iniciativas: Expansão do programa de inovação tecnológica aos estabelecimentos comerciais dos EUA. A partir de 1º de outubro de 2012, a Visa expandirá seu Programa de Inovação Tecnológica (TIP, na sigla em inglês) para os EUA. Com o TIP, os comerciantes elegíveis ficarão desobrigados de validar anualmente seu atestado de conformidade com os padrões PCI DSS sempre que pelo menos 75% das transações anuais Visa de seu estabelecimento forem iniciadas em terminais para leitura de chip.
Construção de uma infraestrutura de processamento para a aceitação da tecnologia de chip. Fornecedores de serviço de processamento e subprocessamento de adquirentes dos EUA deverão estar aptos a dar suporte à aceitação de pagamentos com chip nos pontos-de-venda até no máximo 1º de abril de 2013. Esses provedores de serviço deverão ser capazes de transmitir e processar os dados adicionais inclusos nas transações com chip, incluindo a mensagem criptográfica que faz de cada transação uma transação única.
Mudança na responsabilidade pelo uso de cartões falsificados. Nos EUA, a Visa pretende instituir uma mudança na responsabilidade pelas transações realizadas no ponto-de-venda (PDV) com a presença física de um cartão doméstico ou internacional falsificado. A mudança entrará em vigor no dia 1º de outubro de 2015. Os postos de combustível terão um prazo adicional de dois anos, até 1º de outubro de 2017, antes que essa mudança na responsabilidade afete as transações realizadas em bombas de combustível automáticas.
Conforme a infraestrutura de pagamentos no ponto-de-venda for evoluindo da tarja magnética estática para os dispositivos inteligentes, como os cartões com chip EMV e os celulares baseados em NFC, também é fundamental que os portadores de cartão tenham a certeza de que conseguirão realizar transações de pagamento convenientes, seguras e confiáveis em ambientes sem a presença do cartão.
Assim, a Visa está criando uma nova carteira digital, dotada da funcionalidade “clique para comprar” e que suporta a autenticação dinâmica em vários canais, incluindo o comércio eletrônico.
A Visa anunciou hoje (10) seus planos para acelerar a migração para a tecnologia de chip EMV com e sem contato nos Estados Unidos. A adoção dessa tecnologia de chip de interface dupla ajudará a preparar a infraestrutura de pagamentos dos EUA para a chegada dos pagamentos móveis baseados na tecnologia NFC, construindo a base necessária para a aceitação e o processamento das transações com chip realizadas no ponto-de-venda mediante assinatura ou senha pessoal.
Além de acelerar a chegada de inovações na área de pagamentos móveis, a autenticação dinâmica viabilizada pela tecnologia de chip também deve aumentar a segurança dos pagamentos. Com a tecnologia de chip, as chances de um criminoso usar dados roubados diminuem bastante, uma vez que ela introduz valores dinâmicos a cada transação. Ainda que os dados do cartão sejam comprometidos, o criminoso não consegue usar um cartão falsificado no ponto-de-venda sem a presença dos elementos presentes unicamente no cartão original. Quando reduzido a autenticação estática, os dados de portadores de cartão furtados pelos criminosos passam a ter um valor menor, beneficiando todos os stakeholders.
Globalmente, a Visa continuará dando suporte a vários métodos de verificação da autenticidade do portador de cartão, incluindo assinatura, senha pessoal e transações de baixo risco e valor realizadas sem assinatura. No longo prazo, a expectativa é que a implementação de novas formas dinâmicas de verificação da autenticidade do portador de cartão acabe reduzindo ou eliminando de vez os métodos de verificação estática, como assinatura e senha pessoal.
Estratégia
O plano da Visa para incentivar a adoção da tecnologia chip com autenticação dinâmica nos EUA inclui três iniciativas: Expansão do programa de inovação tecnológica aos estabelecimentos comerciais dos EUA. A partir de 1º de outubro de 2012, a Visa expandirá seu Programa de Inovação Tecnológica (TIP, na sigla em inglês) para os EUA. Com o TIP, os comerciantes elegíveis ficarão desobrigados de validar anualmente seu atestado de conformidade com os padrões PCI DSS sempre que pelo menos 75% das transações anuais Visa de seu estabelecimento forem iniciadas em terminais para leitura de chip.
Construção de uma infraestrutura de processamento para a aceitação da tecnologia de chip. Fornecedores de serviço de processamento e subprocessamento de adquirentes dos EUA deverão estar aptos a dar suporte à aceitação de pagamentos com chip nos pontos-de-venda até no máximo 1º de abril de 2013. Esses provedores de serviço deverão ser capazes de transmitir e processar os dados adicionais inclusos nas transações com chip, incluindo a mensagem criptográfica que faz de cada transação uma transação única.
Mudança na responsabilidade pelo uso de cartões falsificados. Nos EUA, a Visa pretende instituir uma mudança na responsabilidade pelas transações realizadas no ponto-de-venda (PDV) com a presença física de um cartão doméstico ou internacional falsificado. A mudança entrará em vigor no dia 1º de outubro de 2015. Os postos de combustível terão um prazo adicional de dois anos, até 1º de outubro de 2017, antes que essa mudança na responsabilidade afete as transações realizadas em bombas de combustível automáticas.
Conforme a infraestrutura de pagamentos no ponto-de-venda for evoluindo da tarja magnética estática para os dispositivos inteligentes, como os cartões com chip EMV e os celulares baseados em NFC, também é fundamental que os portadores de cartão tenham a certeza de que conseguirão realizar transações de pagamento convenientes, seguras e confiáveis em ambientes sem a presença do cartão.
Assim, a Visa está criando uma nova carteira digital, dotada da funcionalidade “clique para comprar” e que suporta a autenticação dinâmica em vários canais, incluindo o comércio eletrônico.
3 de ago. de 2011
VISA ATINGE MARCA DE 100 MILHÕES DE CARTÕES COM CHIP NO BRASIL
portal Executivos Financeiros 02/08/2011
A Visa acaba de atingir marca de 100 milhões de cartões com chip emitidos no Brasil. A empresa lançou em 1996, seu primeiro programa de cartões com chip no País.
No Brasil, após a adoção do cartão com chip, a queda no número de fraudes foi significativa. Mundialmente, apenas US$ 0,05 de cada US$ 100 faturados são provenientes de fraude. Na década de 90, a cada US$ 100 dólares faturados, US$ 18,00 proviam de fraude.
“O marco dos 100 milhões de smart cards emitidos no Brasil consolida nossa liderança em inovação e comprometimento em proporcionar transações rápidas e seguras para os consumidores e lojistas”, afirma vice- presidente executivo de Produtos da América Latina e Caribe da Visa, Jose Maria Ayuso.
Ao iniciar a substituições de cartões convencionais pelos smart cards, a empresa apresentou ao consumidor uma nova geração de pagamentos eletrônicos com o objetivo de reduzir a clonagem de cartões e elevar a proposta de valor dos pagamentos com plástico mediante a inclusão de multiaplicativos em um mesmo cartão.
O produto Visa Cargo, lançado em 2009, é um exemplo de um produto com multiaplicações: em seu chip está a funcionalidade Visa Vale Pedágio; a antecipação do valor que transportadoras destinam aos motoristas de caminhão para os gastos de viagem além das funcionalidades de cartão de crédito e pré-pago.
Atualmente, 19 países da América Latina e Caribe possuem um programa de cartões Visa Smart de Débito e de Crédito (VSDC). A associação Smart Card Alliance for Latin America (SCALA) estima que até 2013 todos os cartões de crédito no mercado brasileiro tenham chip EMV e até 2015 o número de terminais EMV chegue a aproximadamente 4 milhões de máquinas.
A tendência de alta na emissão de cartões de múltiplas aplicações habilitados para comportar débito e crédito em um mesmo cartão de plástico - cerca de 30% dos cartões Visa Smart na região da América Latina - indica a preferência do consumidor por soluções consolidadas e mais convenientes.
Em todo o mundo, cerca de 15.700 instituições financeiras emitem cartões com a marca Visa. Essa ampla rede busca atender as necessidades de mais de 1,8 bilhão de portadores de cartões Visa espalhados pelo mundo, com cartões de débito, crédito, pré-pagos e produtos desenhados para empresas e governos.
A Visa acaba de atingir marca de 100 milhões de cartões com chip emitidos no Brasil. A empresa lançou em 1996, seu primeiro programa de cartões com chip no País.
No Brasil, após a adoção do cartão com chip, a queda no número de fraudes foi significativa. Mundialmente, apenas US$ 0,05 de cada US$ 100 faturados são provenientes de fraude. Na década de 90, a cada US$ 100 dólares faturados, US$ 18,00 proviam de fraude.
“O marco dos 100 milhões de smart cards emitidos no Brasil consolida nossa liderança em inovação e comprometimento em proporcionar transações rápidas e seguras para os consumidores e lojistas”, afirma vice- presidente executivo de Produtos da América Latina e Caribe da Visa, Jose Maria Ayuso.
Ao iniciar a substituições de cartões convencionais pelos smart cards, a empresa apresentou ao consumidor uma nova geração de pagamentos eletrônicos com o objetivo de reduzir a clonagem de cartões e elevar a proposta de valor dos pagamentos com plástico mediante a inclusão de multiaplicativos em um mesmo cartão.
O produto Visa Cargo, lançado em 2009, é um exemplo de um produto com multiaplicações: em seu chip está a funcionalidade Visa Vale Pedágio; a antecipação do valor que transportadoras destinam aos motoristas de caminhão para os gastos de viagem além das funcionalidades de cartão de crédito e pré-pago.
Atualmente, 19 países da América Latina e Caribe possuem um programa de cartões Visa Smart de Débito e de Crédito (VSDC). A associação Smart Card Alliance for Latin America (SCALA) estima que até 2013 todos os cartões de crédito no mercado brasileiro tenham chip EMV e até 2015 o número de terminais EMV chegue a aproximadamente 4 milhões de máquinas.
A tendência de alta na emissão de cartões de múltiplas aplicações habilitados para comportar débito e crédito em um mesmo cartão de plástico - cerca de 30% dos cartões Visa Smart na região da América Latina - indica a preferência do consumidor por soluções consolidadas e mais convenientes.
Em todo o mundo, cerca de 15.700 instituições financeiras emitem cartões com a marca Visa. Essa ampla rede busca atender as necessidades de mais de 1,8 bilhão de portadores de cartões Visa espalhados pelo mundo, com cartões de débito, crédito, pré-pagos e produtos desenhados para empresas e governos.
11 de jul. de 2011
VENEZUELA: AVANÇA A MIGRAÇÃO PARA CARTÕES EMV
portal CardClipping
As instituições financeiras na Venezuela estão se movendo na introdução da tecnologia de chips em cartões de crédito, cartões de débito, terminais ATMs e POS, para reduzir a fraude.
Estatísticas da Superintendência de Bancos indicam que, ao final de maio, as instituições financeiras já haviam substituído 5,1 milhões de cartões de débito e 2,1 milhões de cartões de crédito. Elas também afirmam ter adaptado mais de 60% dos terminais ATM e POS para aceitar a tecnologia.
Ao contrário dos cartões de tarja magnética, que são copiados por criminosos, pelo menos por enquanto o chip não pode ser clonado e, portanto, após a conclusão da migração - o que deve acontecer antes de setembro - alegações de fraude e devem diminuir rapidamente.
Com o aumento da segurança, espera-se também uma diminuição no uso de dinheiro e de cheques na Venezuela.
A tecnologia do chip também permite aos emissores obterem mais informações sobre os padrões de consumo de cada cliente, o que abre a porta para uma segmentação mais profunda dos clientes e produtos desenhados para cada grupo.
As instituições financeiras na Venezuela estão se movendo na introdução da tecnologia de chips em cartões de crédito, cartões de débito, terminais ATMs e POS, para reduzir a fraude.
Estatísticas da Superintendência de Bancos indicam que, ao final de maio, as instituições financeiras já haviam substituído 5,1 milhões de cartões de débito e 2,1 milhões de cartões de crédito. Elas também afirmam ter adaptado mais de 60% dos terminais ATM e POS para aceitar a tecnologia.
Ao contrário dos cartões de tarja magnética, que são copiados por criminosos, pelo menos por enquanto o chip não pode ser clonado e, portanto, após a conclusão da migração - o que deve acontecer antes de setembro - alegações de fraude e devem diminuir rapidamente.
Com o aumento da segurança, espera-se também uma diminuição no uso de dinheiro e de cheques na Venezuela.
A tecnologia do chip também permite aos emissores obterem mais informações sobre os padrões de consumo de cada cliente, o que abre a porta para uma segmentação mais profunda dos clientes e produtos desenhados para cada grupo.
27 de jun. de 2011
CHASE ACRESCENTA TECNOLOGIA EMV EM MAIS UM DE SEUS PRODUTOS
portal CardClipping
O Chase Card Services anunciou que a tecnologia de chip EMV está agora disponível em um segundo cartão de crédito em seu rol de produtos, o cartão J.P. Morgan Select Visa Signature. Em abril, o Chase se tornou o primeiro grande banco dos Estados Unidos a adotar a tecnologia EMV com chip-e-assinatura no seu cartão de crédito J.P. Morgan Palladium. Ambos os cartões fornecem aos consumidores uma melhor facilidade de uso e maior segurança quando viajam ao exterior.
O cartão de crédito J.P. Morgan Select, com recursos ‘chip-e-assinatura’, será aceito em locais que possuem leitores para cartões com chip embutido (o que já é comum em muitos países fora dos Estados Unidos) ou nos que possuem equipamentos de leitura para a tradicional tarja magnética, o habitual nos estabelecimentos comerciais dos Estados Unidos. Instituições financeiras e comerciantes europeus têm adotado os cartões e terminais com essa tecnologia. Agora, com o novo cartão J.P. Morgan Select, seus portadores poderão usufruir plenamente da conveniência de usar um cartão de crédito em suas viagens internacionais, além de aumentar suas vantagens no programa de recompensas ‘Ultimate Rewards’.
O J.P. Morgan Select oferece benefícios como:
* maior tranquilidade nas transações durante uma viagem internacional - muitos outros países, especialmente na Europa, estão migrando para cartões com chip; o cartão Chase, com chip e assinatura, vai simplificar transações para os viajantes, enquanto no exterior, nos mais de 130 países onde a tecnologia chip está em uso.
* segurança aprimorada – o cartão tem embutido um microchip codificado que processa e armazena os dados de forma segura, tornando muito mais difícil sua clonagem.
* sem taxas de câmbio - viajantes vão economizar até 3% em taxas de transações em moeda estrangeira em compras feitas no exterior usando o J.P. Morgan Select.
* programa Ultimate Rewards - clientes ganham dois pontos para cada US$ 1 gasto em viagens e entretenimento e um ponto por cada US$ 1 gasto em todas as outras compras; não há limites de acúmulo e os pontos não expiram.
* Visa Signature Concierge - portadores de cartões J.P. Morgan Select têm acesso a serviço de concierge 24/7 para assistência em planejamento de viagens, acomodações em hotel e reservas de jantar.
* Visa Signature Luxury Hotel Collection – o cartão J.P. Morgan Select também abre as portas para o programa que dá acesso a benefícios exclusivos em mais de 800 hotéis de luxo em todo o mundo.
O Chase Card Services anunciou que a tecnologia de chip EMV está agora disponível em um segundo cartão de crédito em seu rol de produtos, o cartão J.P. Morgan Select Visa Signature. Em abril, o Chase se tornou o primeiro grande banco dos Estados Unidos a adotar a tecnologia EMV com chip-e-assinatura no seu cartão de crédito J.P. Morgan Palladium. Ambos os cartões fornecem aos consumidores uma melhor facilidade de uso e maior segurança quando viajam ao exterior.
O cartão de crédito J.P. Morgan Select, com recursos ‘chip-e-assinatura’, será aceito em locais que possuem leitores para cartões com chip embutido (o que já é comum em muitos países fora dos Estados Unidos) ou nos que possuem equipamentos de leitura para a tradicional tarja magnética, o habitual nos estabelecimentos comerciais dos Estados Unidos. Instituições financeiras e comerciantes europeus têm adotado os cartões e terminais com essa tecnologia. Agora, com o novo cartão J.P. Morgan Select, seus portadores poderão usufruir plenamente da conveniência de usar um cartão de crédito em suas viagens internacionais, além de aumentar suas vantagens no programa de recompensas ‘Ultimate Rewards’.
O J.P. Morgan Select oferece benefícios como:
* maior tranquilidade nas transações durante uma viagem internacional - muitos outros países, especialmente na Europa, estão migrando para cartões com chip; o cartão Chase, com chip e assinatura, vai simplificar transações para os viajantes, enquanto no exterior, nos mais de 130 países onde a tecnologia chip está em uso.
* segurança aprimorada – o cartão tem embutido um microchip codificado que processa e armazena os dados de forma segura, tornando muito mais difícil sua clonagem.
* sem taxas de câmbio - viajantes vão economizar até 3% em taxas de transações em moeda estrangeira em compras feitas no exterior usando o J.P. Morgan Select.
* programa Ultimate Rewards - clientes ganham dois pontos para cada US$ 1 gasto em viagens e entretenimento e um ponto por cada US$ 1 gasto em todas as outras compras; não há limites de acúmulo e os pontos não expiram.
* Visa Signature Concierge - portadores de cartões J.P. Morgan Select têm acesso a serviço de concierge 24/7 para assistência em planejamento de viagens, acomodações em hotel e reservas de jantar.
* Visa Signature Luxury Hotel Collection – o cartão J.P. Morgan Select também abre as portas para o programa que dá acesso a benefícios exclusivos em mais de 800 hotéis de luxo em todo o mundo.
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18 de abr. de 2011
VISA PROMOVE TERMINAIS INTELIGENTES NO PANAMÁ
portal CardClipping 16/04/2011
A Visa anunciou na capital panamenha a implementação de um novo programa da norma de segurança dos dados de cartões de pagamento que irá conduzir os dados de autenticação dinâmica através de terminais compatíveis com o chip EMV.
A bandeira tem repetidamente destacado a necessidade de mudança das soluções de autenticação para tecnologias de dados dinâmicos, como o chip EMV. Desde 31 de março, todos os negócios fora dos Estados Unidos podem beneficiar-se do novo programa.
Ellen Riche, diretora de risco da Visa, declarou que a taxa global de fraude na bandeira ainda está em um nível historicamente baixo (menos de US$ 0,06 a cada US$ 100 em transações) mas está convencida de que o futuro na segurança está nos dados dinâmicos.
A experiência tem mostrado que à medida em que os mercados se movem na direção da adoção do chip se tornam menos vulneráveis à falsificação e à fraude.
Apesar de todos esses fatores, o programa não está disponível nos Estados Unidos devido à incerteza do mercado gerada pela recente regulamentação dos cartões de débito.
Os estabelecimentos que não cumprem os requisitos do programa para a colocação de terminais EMV estão sujeitos à exigência de validar, anualmente, sua conformidade ao padrão de segurança de dados da Visa.
As empresas que preenchem os requisitos devem continuar a proteger qualquer informação confidencial sob seus cuidados, assegurando que seus sistemas não armazenem dados da tarja, códigos de segurança ou números de identificação pessoal.
As estatísticas da Associação Panamenha de Crédito (APC), mostraram que, no final de fevereiro, 602.512 cartões de crédito estavam em circulação no País, gerando transações no valor de US$ 1,448 bilhão.
A Visa anunciou na capital panamenha a implementação de um novo programa da norma de segurança dos dados de cartões de pagamento que irá conduzir os dados de autenticação dinâmica através de terminais compatíveis com o chip EMV.
A bandeira tem repetidamente destacado a necessidade de mudança das soluções de autenticação para tecnologias de dados dinâmicos, como o chip EMV. Desde 31 de março, todos os negócios fora dos Estados Unidos podem beneficiar-se do novo programa.
Ellen Riche, diretora de risco da Visa, declarou que a taxa global de fraude na bandeira ainda está em um nível historicamente baixo (menos de US$ 0,06 a cada US$ 100 em transações) mas está convencida de que o futuro na segurança está nos dados dinâmicos.
A experiência tem mostrado que à medida em que os mercados se movem na direção da adoção do chip se tornam menos vulneráveis à falsificação e à fraude.
Apesar de todos esses fatores, o programa não está disponível nos Estados Unidos devido à incerteza do mercado gerada pela recente regulamentação dos cartões de débito.
Os estabelecimentos que não cumprem os requisitos do programa para a colocação de terminais EMV estão sujeitos à exigência de validar, anualmente, sua conformidade ao padrão de segurança de dados da Visa.
As empresas que preenchem os requisitos devem continuar a proteger qualquer informação confidencial sob seus cuidados, assegurando que seus sistemas não armazenem dados da tarja, códigos de segurança ou números de identificação pessoal.
As estatísticas da Associação Panamenha de Crédito (APC), mostraram que, no final de fevereiro, 602.512 cartões de crédito estavam em circulação no País, gerando transações no valor de US$ 1,448 bilhão.
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30 de mar. de 2011
MASTERCARD QUER PAYPASS COMO PADRÃO NA AUSTRÁLIA E NOVA ZELÂNDIA
redação Serfinco 30/03/2011
A MasterCard anunciou que, a partir de outubro do próximo ano, todos os seus cartões emitidos na Austrália e na Nova Zelândia vão incluir a tecnologia sem contato PayPass.
Atualmente, ,3 milhões de cartões PayPass circulam na Austrália, podendo ser usados em mais de 35 mil estabelecimentos comerciais, incluindo as redes McDonald's, Bunnings e 7Eleven.
A MasterCard declarou que no mesmo cronograma, todos os locais que aceitam seus cartões – novas companhias de taxi, bancas de jornais, livrarias, supermercados, lojas de conveniência, farmácias, postos de gasolina, estacionamentos, lanchonetes, cafés, bares, cinemas e teatros – terão, pelo menos, um terminal habilitado para o PayPass.
Até abril 2014, todos os cartões já existentes estarão habilitados como a tecnologia PayPass e todos os estabelecimentos terão leitores de pagamento para aceitá-los.
A iniciativa vai ao encontro dos anseios dos consumidores. Entre junho e dezembro de 2010, houve um crescimento superior a 235% no número de transações PayPass na Austrália.
A bandeira também está fazendo campanha pelo reforço da segurança, insistindo que todos os cartões novos e reemitidos pelos bancos australianos estejam em conformidade dom o padrão EMV já em outubro deste ano.
Já os terminais, deverão os terminais deverão estar condizentes com o protocolo até julho de 2011 na Nova Zelândia e até abril de 2012 na Austrália. A partir dessas datas, o estabelecimento será responsável por qualquer fraude que ocorra através de um terminal fora do padrão.
Até abril de 2013, as operações de e-commerce acima de US$ 200 deverão conter autenticação MasterCard SecureCode (ou equivalente) e, no final de 2015, todos os caixas eletrônicos deverão ser EMV.
A MasterCard anunciou que, a partir de outubro do próximo ano, todos os seus cartões emitidos na Austrália e na Nova Zelândia vão incluir a tecnologia sem contato PayPass.
Atualmente, ,3 milhões de cartões PayPass circulam na Austrália, podendo ser usados em mais de 35 mil estabelecimentos comerciais, incluindo as redes McDonald's, Bunnings e 7Eleven.
A MasterCard declarou que no mesmo cronograma, todos os locais que aceitam seus cartões – novas companhias de taxi, bancas de jornais, livrarias, supermercados, lojas de conveniência, farmácias, postos de gasolina, estacionamentos, lanchonetes, cafés, bares, cinemas e teatros – terão, pelo menos, um terminal habilitado para o PayPass.
Até abril 2014, todos os cartões já existentes estarão habilitados como a tecnologia PayPass e todos os estabelecimentos terão leitores de pagamento para aceitá-los.
A iniciativa vai ao encontro dos anseios dos consumidores. Entre junho e dezembro de 2010, houve um crescimento superior a 235% no número de transações PayPass na Austrália.
A bandeira também está fazendo campanha pelo reforço da segurança, insistindo que todos os cartões novos e reemitidos pelos bancos australianos estejam em conformidade dom o padrão EMV já em outubro deste ano.
Já os terminais, deverão os terminais deverão estar condizentes com o protocolo até julho de 2011 na Nova Zelândia e até abril de 2012 na Austrália. A partir dessas datas, o estabelecimento será responsável por qualquer fraude que ocorra através de um terminal fora do padrão.
Até abril de 2013, as operações de e-commerce acima de US$ 200 deverão conter autenticação MasterCard SecureCode (ou equivalente) e, no final de 2015, todos os caixas eletrônicos deverão ser EMV.
18 de fev. de 2011
PROGRAMA DA VISA INCENTIVA COMERCIANTES A ADOTAREM TERMINAIS COM CHIP
portal Fator Brasil 18/02/2011
A Visa anunciou a implementação de um novo programa da Norma de Segurança de Dados da Indústria de Cartões de Pagamento (PCI DSS), que estimulará o uso da autenticação dinâmica de dados por meio da implantação de terminais compatíveis com o chip, capazes de processar pagamentos com e sem contato.
Pioneiro na indústria, o Programa de Inovação Tecnológica da Visa (TIP, na sigla em inglês), permitirá que os comerciantes elegíveis fiquem dispensados de validar anualmente sua conformidade com os padrões PCI DSS sempre que pelo menos 75% das transações anuais Visa de seu estabelecimento forem iniciadas em leitoras de chip. Todos os comércios estabelecidos fora dos Estados Unidos podem começar a se qualificar para o novo programa a partir de 31 de março de 2011. A Visa Europa anunciou um programa similar.
“A Visa tem ressaltado repetidamente a necessidade de contar com soluções de autenticação para migrarmos para tecnologias de dados dinâmicos, como o chip EMV”, afirma Ellen Richey, Chief Enterprise Risk Officer da Visa Inc. “Embora os níveis globais de fraude da Visa estejam sempre abaixo de seis centavos para cada cem dólares movimentados, acreditamos que o futuro da segurança está nos dados dinâmicos. Nossa experiência sugere que à medida que os mercados migrem para o chip, eles se tornem menos vulneráveis a fraudes resultantes de falsificações e, em última análise, aos ataques que visam o roubo massivo de dados.”
Apesar do interesse da indústria de pagamentos na tecnologia de chip e na autenticação dinâmica de dados, o programa não está disponível atualmente nos Estados Unidos. O motivo dessa indisponibilidade é a nova regulamentação para cartões de débito, que gerou incerteza no mercado.
Comerciantes estabelecidos fora dos EUA podem se qualificar para o programa caso já tenham validado sua conformidade com o padrão PCI DSS ou providenciado um plano para atingir essa conformidade e não estejam envolvidos em nenhum incidente recente de violação material de dados de portadores de cartões. Os comerciantes envolvidos nesse tipo de incidente serão elegíveis para participar desde que validem posteriormente sua conformidade com o PCI DSS. Já os estabelecimentos que não atenderem os requisitos para terminais EMV previstos no programa, incluindo aqueles cujo volume de transações é gerado principalmente pelo comércio eletrônico e por canais de aceitação MO/TO (vendas via correio ou telefone) ainda precisam validar sua conformidade com o PCI DSS anualmente, conforme preveem os programas de conformidade da Visa. Os comerciantes que se qualificarem devem continuar protegendo todos os dados confidenciais que permanecerem sob sua responsabilidade, tomando medidas para garantir que seus sistemas não armazenem dados de rastreamento, códigos de segurança ou senhas pessoais (PIN). Além disso, devem continuar seguindo os padrões PCI DSS, quando aplicáveis. Para mais detalhes sobre o programa, incluindo a lista completa dos requisitos para a elegibilidade, consulte o site www.visa.com/CISP.
"O chip EMV é uma plataforma tecnológica comprovadamente eficaz, permitindo que a indústria facilite o uso de dados dinâmicos e viabilize inovações na área de pagamentos", diz Jim McCarthy, presidente global de produtos da Visa Inc.. “Além disso, a adoção dos terminais de leitura de chips de interface dupla/sem contato por parte dos comerciantes viabilizará o surgimento de novos tipos de pagamentos baseados na comunicação por proximidade (NFC), incluindo os via dispositivos móveis.”
Histórico - Como resultado do aumento no foco na segurança de dados, da comercialização de novas tecnologias de segurança como criptografia e token, e do crescimento global no uso do chip EMV, muitos comerciantes estão em busca de orientação para garantir que seus investimentos na modernização dos ambientes de aceitação atuais não se perderão no futuro. Por reconhecer as vantagens da autenticação dinâmica via chip para a segurança, a Visa está oferecendo benefícios tangíveis aos comerciantes que migrarem ou expandirem sua infraestrutura de terminais POS a fim de aceitarem cartões com chip. A Visa incentiva os estabelecimentos comerciais que estão renovando seus terminais ou incorporando novas tecnologias de segurança, como criptografia ou token, a migrar para os dados dinâmicos por meio da adoção de leitoras de interface dupla/sem contato.
Em termos globais, a Visa continua dando suporte a vários de métodos de verificação do portador de cartão (CVMs), incluindo assinatura, PIN e sem assinatura no caso de transações de pequeno valor e baixo risco, mantendo a interoperabilidade entre esses métodos por meio da implantação de padrões técnicos, regras de negócios e programas de conformidade. O uso do PIN continuará dependendo do terminal adotado pelo estabelecimento comercial, do tipo de ativação do emissor e da opção do portador do cartão no ponto-de-venda.
Segurança de Dados de Várias Camadas - A Visa tinha dois objetivos ao adotar uma abordagem ampla, de várias camadas, para a segurança dos pagamentos: proteger os dados do cartão, qualquer que seja sua localização no sistema de pagamentos, e fazer investimentos estratégicos em tecnologias que permitam que os stakeholders respondam a incidentes e previnam fraudes. Alguns exemplos seriam:
Proteção de Dados - Incentivar a conformidade com o padrão de segurança PCI DSS em nível global. Mais de 76% dos maiores varejistas do mundo já validaram sua conformidade com o padrão de segurança.
Executar uma ação para garantir que os comerciantes não armazenem elementos de dados proibidos, como códigos de segurança do cartão e dados do PIN. Em todo o mundo, quase todos os estabelecimentos comerciais de Nível 1 e 2 já estão em conformidade com essa prática.
Apoiar a adoção do chip de contato EMV a fim de introduzir o uso de dados dinâmicos na autenticação, reduzindo assim os dados disponíveis para uso fraudulento.
Publicar as melhores práticas para eliminação/truncamento do PAN (números da conta do cartão) e uso de token e criptrografia, disponíveis no Visa.com/CISP.
Investimentos em Tecnologia
Desenvolver a infraestrutura de pagamento 3D-Secure, espinha dorsal do Verified by Visa, usada atualmente pela American Express, JCB e MasterCard para facilitar a autenticação dinâmica.
Usar tecnologias de rede inovadoras, como a Visa Advanced Authorization, que utiliza dados de transações para fornecer aos emissores de cartões uma pontuação de risco instantânea ? na própria mensagem de autorização.
Investir na CyberSource, a fim de fornecer os melhores serviços de gerenciamento de fraude do mundo. O conjunto de produtos da CyberSource fornece aos varejistas online as ferramentas de que eles precisam para melhor gerenciar e bloquear fraudes, antes que elas ocorram.
Nos próximos meses, a Visa disponibilizará mais orientações técnicas aos comerciantes, adquirentes, processadores e emissores que estão considerando a adoção da tecnologia de chip EMV.
Perfil-A Visa é uma companhia global de tecnologia de pagamento que conecta consumidores, empresas, instituições financeiras e governos em mais de 200 países e territórios com uma moeda digital rápida, segura e confiável. Esta moeda digital tem o suporte de uma das redes de processamento mais avançada do mundo – a Rede Visa – capaz de processar mais de 20 mil transações por segundo, com proteção contra fraudes para os consumidores e garantia de recebimento aos comércios. A Visa não é um banco, não emite cartões, não concede crédito ou fixa juros e taxas aos consumidores. As inovações da Visa permitem às suas instituições financeiras clientes oferecerem mais opções aos consumidores finais: pagar na hora com o débito, adiantado com o pré-pago ou depois com os produtos de crédito. | www.visa.com.br.
A Visa anunciou a implementação de um novo programa da Norma de Segurança de Dados da Indústria de Cartões de Pagamento (PCI DSS), que estimulará o uso da autenticação dinâmica de dados por meio da implantação de terminais compatíveis com o chip, capazes de processar pagamentos com e sem contato.
Pioneiro na indústria, o Programa de Inovação Tecnológica da Visa (TIP, na sigla em inglês), permitirá que os comerciantes elegíveis fiquem dispensados de validar anualmente sua conformidade com os padrões PCI DSS sempre que pelo menos 75% das transações anuais Visa de seu estabelecimento forem iniciadas em leitoras de chip. Todos os comércios estabelecidos fora dos Estados Unidos podem começar a se qualificar para o novo programa a partir de 31 de março de 2011. A Visa Europa anunciou um programa similar.
“A Visa tem ressaltado repetidamente a necessidade de contar com soluções de autenticação para migrarmos para tecnologias de dados dinâmicos, como o chip EMV”, afirma Ellen Richey, Chief Enterprise Risk Officer da Visa Inc. “Embora os níveis globais de fraude da Visa estejam sempre abaixo de seis centavos para cada cem dólares movimentados, acreditamos que o futuro da segurança está nos dados dinâmicos. Nossa experiência sugere que à medida que os mercados migrem para o chip, eles se tornem menos vulneráveis a fraudes resultantes de falsificações e, em última análise, aos ataques que visam o roubo massivo de dados.”
Apesar do interesse da indústria de pagamentos na tecnologia de chip e na autenticação dinâmica de dados, o programa não está disponível atualmente nos Estados Unidos. O motivo dessa indisponibilidade é a nova regulamentação para cartões de débito, que gerou incerteza no mercado.
Comerciantes estabelecidos fora dos EUA podem se qualificar para o programa caso já tenham validado sua conformidade com o padrão PCI DSS ou providenciado um plano para atingir essa conformidade e não estejam envolvidos em nenhum incidente recente de violação material de dados de portadores de cartões. Os comerciantes envolvidos nesse tipo de incidente serão elegíveis para participar desde que validem posteriormente sua conformidade com o PCI DSS. Já os estabelecimentos que não atenderem os requisitos para terminais EMV previstos no programa, incluindo aqueles cujo volume de transações é gerado principalmente pelo comércio eletrônico e por canais de aceitação MO/TO (vendas via correio ou telefone) ainda precisam validar sua conformidade com o PCI DSS anualmente, conforme preveem os programas de conformidade da Visa. Os comerciantes que se qualificarem devem continuar protegendo todos os dados confidenciais que permanecerem sob sua responsabilidade, tomando medidas para garantir que seus sistemas não armazenem dados de rastreamento, códigos de segurança ou senhas pessoais (PIN). Além disso, devem continuar seguindo os padrões PCI DSS, quando aplicáveis. Para mais detalhes sobre o programa, incluindo a lista completa dos requisitos para a elegibilidade, consulte o site www.visa.com/CISP.
"O chip EMV é uma plataforma tecnológica comprovadamente eficaz, permitindo que a indústria facilite o uso de dados dinâmicos e viabilize inovações na área de pagamentos", diz Jim McCarthy, presidente global de produtos da Visa Inc.. “Além disso, a adoção dos terminais de leitura de chips de interface dupla/sem contato por parte dos comerciantes viabilizará o surgimento de novos tipos de pagamentos baseados na comunicação por proximidade (NFC), incluindo os via dispositivos móveis.”
Histórico - Como resultado do aumento no foco na segurança de dados, da comercialização de novas tecnologias de segurança como criptografia e token, e do crescimento global no uso do chip EMV, muitos comerciantes estão em busca de orientação para garantir que seus investimentos na modernização dos ambientes de aceitação atuais não se perderão no futuro. Por reconhecer as vantagens da autenticação dinâmica via chip para a segurança, a Visa está oferecendo benefícios tangíveis aos comerciantes que migrarem ou expandirem sua infraestrutura de terminais POS a fim de aceitarem cartões com chip. A Visa incentiva os estabelecimentos comerciais que estão renovando seus terminais ou incorporando novas tecnologias de segurança, como criptografia ou token, a migrar para os dados dinâmicos por meio da adoção de leitoras de interface dupla/sem contato.
Em termos globais, a Visa continua dando suporte a vários de métodos de verificação do portador de cartão (CVMs), incluindo assinatura, PIN e sem assinatura no caso de transações de pequeno valor e baixo risco, mantendo a interoperabilidade entre esses métodos por meio da implantação de padrões técnicos, regras de negócios e programas de conformidade. O uso do PIN continuará dependendo do terminal adotado pelo estabelecimento comercial, do tipo de ativação do emissor e da opção do portador do cartão no ponto-de-venda.
Segurança de Dados de Várias Camadas - A Visa tinha dois objetivos ao adotar uma abordagem ampla, de várias camadas, para a segurança dos pagamentos: proteger os dados do cartão, qualquer que seja sua localização no sistema de pagamentos, e fazer investimentos estratégicos em tecnologias que permitam que os stakeholders respondam a incidentes e previnam fraudes. Alguns exemplos seriam:
Proteção de Dados - Incentivar a conformidade com o padrão de segurança PCI DSS em nível global. Mais de 76% dos maiores varejistas do mundo já validaram sua conformidade com o padrão de segurança.
Executar uma ação para garantir que os comerciantes não armazenem elementos de dados proibidos, como códigos de segurança do cartão e dados do PIN. Em todo o mundo, quase todos os estabelecimentos comerciais de Nível 1 e 2 já estão em conformidade com essa prática.
Apoiar a adoção do chip de contato EMV a fim de introduzir o uso de dados dinâmicos na autenticação, reduzindo assim os dados disponíveis para uso fraudulento.
Publicar as melhores práticas para eliminação/truncamento do PAN (números da conta do cartão) e uso de token e criptrografia, disponíveis no Visa.com/CISP.
Investimentos em Tecnologia
Desenvolver a infraestrutura de pagamento 3D-Secure, espinha dorsal do Verified by Visa, usada atualmente pela American Express, JCB e MasterCard para facilitar a autenticação dinâmica.
Usar tecnologias de rede inovadoras, como a Visa Advanced Authorization, que utiliza dados de transações para fornecer aos emissores de cartões uma pontuação de risco instantânea ? na própria mensagem de autorização.
Investir na CyberSource, a fim de fornecer os melhores serviços de gerenciamento de fraude do mundo. O conjunto de produtos da CyberSource fornece aos varejistas online as ferramentas de que eles precisam para melhor gerenciar e bloquear fraudes, antes que elas ocorram.
Nos próximos meses, a Visa disponibilizará mais orientações técnicas aos comerciantes, adquirentes, processadores e emissores que estão considerando a adoção da tecnologia de chip EMV.
Perfil-A Visa é uma companhia global de tecnologia de pagamento que conecta consumidores, empresas, instituições financeiras e governos em mais de 200 países e territórios com uma moeda digital rápida, segura e confiável. Esta moeda digital tem o suporte de uma das redes de processamento mais avançada do mundo – a Rede Visa – capaz de processar mais de 20 mil transações por segundo, com proteção contra fraudes para os consumidores e garantia de recebimento aos comércios. A Visa não é um banco, não emite cartões, não concede crédito ou fixa juros e taxas aos consumidores. As inovações da Visa permitem às suas instituições financeiras clientes oferecerem mais opções aos consumidores finais: pagar na hora com o débito, adiantado com o pré-pago ou depois com os produtos de crédito. | www.visa.com.br.
5 de jan. de 2011
EUA: VERIFONE E GEMALTO PLANEJAM AÇÃO CONJUNTA PARA ALAVANCAR SMART CARDS NO PAÍS
redação Serfinco 05/01/2011
A VeriFone Systems e a Gemalto anunciaram novos passos em sua ampla parceria estratégica. Desde outubro de 2010, as empresas se associaram na busca de soluções em cartões EMV, com transferência de soluções de negócios de POS da Gemalto para a VeriFone e a nomeação da Gemalto como fornecedor preferencial dos módulos sem fio Machine-to-Machine (M2M) e de soluções relacionadas a sistemas de pagamento da VeriFone.
No momento, as empresas discutem os planos iniciais para a introdução conjunta de soluções envolvendo chip EMV e PIN para o mercado dos Estados Unidos. Com bancos, varejistas e redes de cartões reconhecendo cada vez mais a importância dos smart cards e das tecnologias sem contato como componentes essenciais para uma completa infraestrutura de segurança, VeriFone e Gemalto pretendem introduzir soluções que proporcionam uma experiência superior ao portador do cartão e proteção completa dos dados no ponto de venda. A combinação da experiência das duas empresas em emissão e aceitação de cartões inteligentes fornecerá uma plataforma preparada para fazer o mercado norte-americano avançar para um meio de pagamento ainda mais seguro e conveniente.
Além disso, as partes finalizaram a transferência do negócio de soluções de PDV, com a VeriFone assumindo efetivamente, desde 31 de dezembro de 2010, a responsabilidade pelo cumprimento dos acordos firmados com clientes dos terminais Gemalto, principalmente no Oriente Médio, África do Sul e Índia.
A VeriFone Systems e a Gemalto anunciaram novos passos em sua ampla parceria estratégica. Desde outubro de 2010, as empresas se associaram na busca de soluções em cartões EMV, com transferência de soluções de negócios de POS da Gemalto para a VeriFone e a nomeação da Gemalto como fornecedor preferencial dos módulos sem fio Machine-to-Machine (M2M) e de soluções relacionadas a sistemas de pagamento da VeriFone.
No momento, as empresas discutem os planos iniciais para a introdução conjunta de soluções envolvendo chip EMV e PIN para o mercado dos Estados Unidos. Com bancos, varejistas e redes de cartões reconhecendo cada vez mais a importância dos smart cards e das tecnologias sem contato como componentes essenciais para uma completa infraestrutura de segurança, VeriFone e Gemalto pretendem introduzir soluções que proporcionam uma experiência superior ao portador do cartão e proteção completa dos dados no ponto de venda. A combinação da experiência das duas empresas em emissão e aceitação de cartões inteligentes fornecerá uma plataforma preparada para fazer o mercado norte-americano avançar para um meio de pagamento ainda mais seguro e conveniente.
Além disso, as partes finalizaram a transferência do negócio de soluções de PDV, com a VeriFone assumindo efetivamente, desde 31 de dezembro de 2010, a responsabilidade pelo cumprimento dos acordos firmados com clientes dos terminais Gemalto, principalmente no Oriente Médio, África do Sul e Índia.
29 de nov. de 2010
EUA: MUDANDO O JOGO NO CARTÃO
redação Serfinco 29/11/2010
Em entrevista ao site Pymnts.com, a diretora de serviços financeiros globais da Capgemini, Deborah Baxley, disse que 2010 é um momento de extraordinária mudança e revolução na indústria de cartões e pagamentos nos Estados Unidos. Para alguns, a regulamentação financeira ameaça destruir décadas de crescimento e rentabilidade. O país permanece como o último país industrializado a contar com cartões de tarja magnética, e isso o expõe a níveis sem precedentes de fraude. A indústria está em um impasse sobre a adoção de novas tecnologias, incluindo chip e celular.
Reforma financeira representa uma importante complicação
A aprovação do Consumer Protection Act de 2010, que regerá as taxas de interchange no cartão de débito, ganha importância diante de incertezas de como será aplicada a regulamentação.
Os bancos lutarão para compensar a perda de receitas, provavelmente mudando o foco para cartões de crédito e pré-pagos, impondo DDA (Demand Deposit Account) e outras taxas, juntamente com novos serviços de contas e amplos pacotes com preços fixos. O exemplo da Austrália ilustra as consequências de um controle nas taxas de intercâmbio, em que os benefícios aos consumidores não se concretizaram. Na outra ponta, comerciantes que vinham se beneficiando de custos mais baixos na aceitação de cartões de débito, com as novas regras podem dar uma guinada surpreendente, reconduzindo os consumidores ao uso de dinheiro e cheques.
Como podem os bancos responder?
Para Deborah Baxley, a solução seria a criação de um ponto de virada a partir da tecnologia NFC (Near Field Communication). Considerada a onda do futuro, a tecnologia patina na indústria norte-americana de pagamentos há anos. Bancos e operadoras de redes móveis (MNO) arrastam-se em conversações sobre modelos de negócios e acordos de receita. Operadoras relutam em adquirir aparelhos celulares com NFC e comerciantes temem transformar seus POSs em leitores contactless. Enquanto isso, fabricantes de celulares veem seus modelos com tecnologia NFC encalharem.
O exagero de preocupação com os acordos de partilha das receitas impede a inovação. Os participantes deveriam, ao contrário, focar na ‘expansão do bolo’ com o estímulo da inovação. Exemplos como a explosão das mensagens SMS e das vendas de música on-line mostram que uma única empresa visionária pode mudar a indústria. Vários players com milhões de seguidores fiéis têm essa oportunidade, incluindo Facebook, Apple e PayPal, cada um dos quais poderia desencadear um efeito viral. O banco que se associar a um parceiro capaz de mudar o jogo vai desfrutar da vantagem de ser o pioneiro nestes novos fluxos de receita.
O projeto de reforma financeira serve também de incentivo para os bancos investirem na prevenção à fraude. Durante décadas, os Estados Unidos caminharam em direção oposta, enquanto o resto do mundo vem implantando a tecnologia EMV. Mudanças nas fraude, custos, receitas e novas tecnologias fazem o momento atual como certo para os EUA reconsiderarem seus procedimentos. Justificativas passam por fatores como:
1. o país se tornou o elo mais fraco e um dos alvos mais prováveis de fraude de cartão
2. novos terminais POS já possuem padrões EMV embutidos, sem nenhum custo adicional, e o custo de cartões com chip representam menos de 1 dólar de diferença em comparação com um cartão de tarja magnética
3. emissores perderam quase US$ 79 MM em 2008, por problemas que seus portadores de cartão tiveram em viagens ao exterior
4. leitores de chip têm impulsionado os fabricantes para outras modalidades de pagamento, especialmente as formas por proximidade com tecnologia NFC
A diretora da consultoria entende que a implementação de padrões EMV seria aplaudida como um salto gigantesco na direção certa. Os bancos se beneficiariam com a queda das perdas por fraude e ganhariam ajustes nas taxas de intercâmbio, conforme definido pelo Fed.
Para ela, os bancos têm hoje uma oportunidade sem precedentes para refazer a indústria de cartões e construir um futuro no qual os pagamentos sejam mais seguros e convenientes, com oportunidades promissoras de novos negócios não contemplados hoje.
Em entrevista ao site Pymnts.com, a diretora de serviços financeiros globais da Capgemini, Deborah Baxley, disse que 2010 é um momento de extraordinária mudança e revolução na indústria de cartões e pagamentos nos Estados Unidos. Para alguns, a regulamentação financeira ameaça destruir décadas de crescimento e rentabilidade. O país permanece como o último país industrializado a contar com cartões de tarja magnética, e isso o expõe a níveis sem precedentes de fraude. A indústria está em um impasse sobre a adoção de novas tecnologias, incluindo chip e celular.
Reforma financeira representa uma importante complicação
A aprovação do Consumer Protection Act de 2010, que regerá as taxas de interchange no cartão de débito, ganha importância diante de incertezas de como será aplicada a regulamentação.
Os bancos lutarão para compensar a perda de receitas, provavelmente mudando o foco para cartões de crédito e pré-pagos, impondo DDA (Demand Deposit Account) e outras taxas, juntamente com novos serviços de contas e amplos pacotes com preços fixos. O exemplo da Austrália ilustra as consequências de um controle nas taxas de intercâmbio, em que os benefícios aos consumidores não se concretizaram. Na outra ponta, comerciantes que vinham se beneficiando de custos mais baixos na aceitação de cartões de débito, com as novas regras podem dar uma guinada surpreendente, reconduzindo os consumidores ao uso de dinheiro e cheques.
Como podem os bancos responder?
Para Deborah Baxley, a solução seria a criação de um ponto de virada a partir da tecnologia NFC (Near Field Communication). Considerada a onda do futuro, a tecnologia patina na indústria norte-americana de pagamentos há anos. Bancos e operadoras de redes móveis (MNO) arrastam-se em conversações sobre modelos de negócios e acordos de receita. Operadoras relutam em adquirir aparelhos celulares com NFC e comerciantes temem transformar seus POSs em leitores contactless. Enquanto isso, fabricantes de celulares veem seus modelos com tecnologia NFC encalharem.
O exagero de preocupação com os acordos de partilha das receitas impede a inovação. Os participantes deveriam, ao contrário, focar na ‘expansão do bolo’ com o estímulo da inovação. Exemplos como a explosão das mensagens SMS e das vendas de música on-line mostram que uma única empresa visionária pode mudar a indústria. Vários players com milhões de seguidores fiéis têm essa oportunidade, incluindo Facebook, Apple e PayPal, cada um dos quais poderia desencadear um efeito viral. O banco que se associar a um parceiro capaz de mudar o jogo vai desfrutar da vantagem de ser o pioneiro nestes novos fluxos de receita.
O projeto de reforma financeira serve também de incentivo para os bancos investirem na prevenção à fraude. Durante décadas, os Estados Unidos caminharam em direção oposta, enquanto o resto do mundo vem implantando a tecnologia EMV. Mudanças nas fraude, custos, receitas e novas tecnologias fazem o momento atual como certo para os EUA reconsiderarem seus procedimentos. Justificativas passam por fatores como:
1. o país se tornou o elo mais fraco e um dos alvos mais prováveis de fraude de cartão
2. novos terminais POS já possuem padrões EMV embutidos, sem nenhum custo adicional, e o custo de cartões com chip representam menos de 1 dólar de diferença em comparação com um cartão de tarja magnética
3. emissores perderam quase US$ 79 MM em 2008, por problemas que seus portadores de cartão tiveram em viagens ao exterior
4. leitores de chip têm impulsionado os fabricantes para outras modalidades de pagamento, especialmente as formas por proximidade com tecnologia NFC
A diretora da consultoria entende que a implementação de padrões EMV seria aplaudida como um salto gigantesco na direção certa. Os bancos se beneficiariam com a queda das perdas por fraude e ganhariam ajustes nas taxas de intercâmbio, conforme definido pelo Fed.
Para ela, os bancos têm hoje uma oportunidade sem precedentes para refazer a indústria de cartões e construir um futuro no qual os pagamentos sejam mais seguros e convenientes, com oportunidades promissoras de novos negócios não contemplados hoje.
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24 de out. de 2010
VERIFONE NEGOCIA COMPRA DA LINHA DE POS DA GEMALTO
redação Serfinco 22/10/2010
A norte americana VeriFone quer aumentar sua presença na Europa. Como parte da estratégia, entrou em negociações exclusivas para comprar o negócio de POS da Gemalto, uma forma de intensificar a parceria entre as duas empresas.
A empresa entende que a linha de terminais servirá como uma plataforma ideal de lançamento de sua ação planejada de expansão europeia. O valor do acordo não foi revelado.
Já no mês passado, a VeriFone havia feito um movimento para expandir sua presença no velho continente, com uma oferta hostil em torno de US$ 290 milhões para aquisição da fabricante de terminais de cartão Hypercom, tentativa que foi energicamente rejeitada.
Com a Gemalto, a VeriFone fechou um acordo de trabalharem juntas na oferta de novos cartões com chip padrão EMV, exatamente quando varejistas e redes de cartões dos EUA começam a reconhecer o papel crescente dos chips na infraestrutura de segurança.
Ao mesmo tempo, a Gemalto vai se tornar o principal fornecedor dos módulos sem fio ‘máquina a máquina’ (M2M) e tecnologias relacionadas, nos sistemas de pagamento da VeriFone.
A norte americana VeriFone quer aumentar sua presença na Europa. Como parte da estratégia, entrou em negociações exclusivas para comprar o negócio de POS da Gemalto, uma forma de intensificar a parceria entre as duas empresas.
A empresa entende que a linha de terminais servirá como uma plataforma ideal de lançamento de sua ação planejada de expansão europeia. O valor do acordo não foi revelado.
Já no mês passado, a VeriFone havia feito um movimento para expandir sua presença no velho continente, com uma oferta hostil em torno de US$ 290 milhões para aquisição da fabricante de terminais de cartão Hypercom, tentativa que foi energicamente rejeitada.
Com a Gemalto, a VeriFone fechou um acordo de trabalharem juntas na oferta de novos cartões com chip padrão EMV, exatamente quando varejistas e redes de cartões dos EUA começam a reconhecer o papel crescente dos chips na infraestrutura de segurança.
Ao mesmo tempo, a Gemalto vai se tornar o principal fornecedor dos módulos sem fio ‘máquina a máquina’ (M2M) e tecnologias relacionadas, nos sistemas de pagamento da VeriFone.
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7 de out. de 2010
JÁ SÃO MAIS DE UM BILHÃO DE CARTÕES EMV ATIVOS
redação Serfinco 07/10/2010
Mais de um terço dos cartões de pagamentos do mundo - cerca de um bilhão de plásticos- agora são EMV, com dois terços dos terminais (15,4 milhões) também sob o padrão concebido para proteger transações no ponto-de-venda.
Os números impressionantes - levantados pela EMVCo, proprietária dos padrões instituídos pelo grupo formado por American Express, JCB, MasterCard e Visa – foram atingidos apesar dos Estados Unidos permanecerem fora do esquema.
A ‘Europe Zone 1’, que responde pela maior parte dos países do continente, tem 555,7 milhões de cartões EMV, uma taxa de adesão de 65,4%; em terminais, a região possui 9,4 milhões, representando 84,7% do total. A ‘Europe Zone 2’ tem 22,8 milhões de cartões e 458 mil terminais ativos, com índices de adesão de 11,5% e 61,2%, respectivamente.
Na região Ásia-Pacífico, 305, 1 milhões de cartões (26,6% do total) e 3,2 milhões de terminais (41,6%) estão em operação. No Canadá e na região da América Latina e Caribe, há 182, 2 milhões de cartões (26,4%) e 2 milhões de terminais (55,6%).
Constituída em 1999, a EMVCo tem como principal missão gerenciar, manter e melhorar as especificações dos cartões com chip EMV, garantindo sua interoperabilidade e aceitação em todo o mundo.
Os Estados Unidos têm sido o player de maior resistência na migração para o novo padrão, citando os altos custos como justificativa. Entretanto, nos últimos meses vem aumentando a pressão por parte de estabelecimentos comerciais, liderados pela gigante Wal-Mart, para a adoção do chip. Os varejistas temem que os fraudadores internacionais voltem sua atenção para o território americano. O Federal Reserve também manifestou sua preocupação de que o país fique isolado em sua base de cartões com tarja magnética, enquanto o resto do mundo migra para EMV.
Mais de um terço dos cartões de pagamentos do mundo - cerca de um bilhão de plásticos- agora são EMV, com dois terços dos terminais (15,4 milhões) também sob o padrão concebido para proteger transações no ponto-de-venda.
Os números impressionantes - levantados pela EMVCo, proprietária dos padrões instituídos pelo grupo formado por American Express, JCB, MasterCard e Visa – foram atingidos apesar dos Estados Unidos permanecerem fora do esquema.
A ‘Europe Zone 1’, que responde pela maior parte dos países do continente, tem 555,7 milhões de cartões EMV, uma taxa de adesão de 65,4%; em terminais, a região possui 9,4 milhões, representando 84,7% do total. A ‘Europe Zone 2’ tem 22,8 milhões de cartões e 458 mil terminais ativos, com índices de adesão de 11,5% e 61,2%, respectivamente.
Na região Ásia-Pacífico, 305, 1 milhões de cartões (26,6% do total) e 3,2 milhões de terminais (41,6%) estão em operação. No Canadá e na região da América Latina e Caribe, há 182, 2 milhões de cartões (26,4%) e 2 milhões de terminais (55,6%).
Constituída em 1999, a EMVCo tem como principal missão gerenciar, manter e melhorar as especificações dos cartões com chip EMV, garantindo sua interoperabilidade e aceitação em todo o mundo.
Os Estados Unidos têm sido o player de maior resistência na migração para o novo padrão, citando os altos custos como justificativa. Entretanto, nos últimos meses vem aumentando a pressão por parte de estabelecimentos comerciais, liderados pela gigante Wal-Mart, para a adoção do chip. Os varejistas temem que os fraudadores internacionais voltem sua atenção para o território americano. O Federal Reserve também manifestou sua preocupação de que o país fique isolado em sua base de cartões com tarja magnética, enquanto o resto do mundo migra para EMV.
26 de ago. de 2010
NXP DEVE INVESTIR DE US$ 4 A US$ 5 MILHÕES EM CHIPS PARA MERCADO BANCÁRIO
portal Executivos Financeiros 26/08/2010 - Francine Brandão
A NXP, fábrica de semicondutores com 11 indústrias, mais de 14 mil patentes e 3200 engenheiros no mundo, estima investir de US$ 4 a US$ 5 milhões de 2010 a 2011, ampliando a participação de mercado de 20 a 30% somente na área bancária brasileira, com os mesmos clientes, porém ampliando contratos e parcerias.
De acordo com o gerente de vendas e produtos da divisão de bancos da empresa, Júlio de Melo, o mercado bancário latino americano gira em torno de US$ 70 milhões, somente em produtos, os chips, sem contar os cartões prontos, que geram outros serviços agregados.
A companhia trabalha com chips com e sem contato, dual ou interface, completamente wireless, que não precise nem do celular, que pode ou não ter que ser inserido no POS e ATM, para uso no transporte, com crédito e débito juntos. “Estamos com pilotos unindo crédito e débito para transporte em Recife, Fortaleza, algumas cidades do sul e em negociação para ampliar no Brasil até o fim do ano”, revela o executivo.
Outros produtos de destaque são chips baseado somente em contato com criptografia de alta segurança, para transações de valor alto, chamado PKI e “private label”, para varejo, com baixo custo e focado nas classes C e D, para que as mesmas tenham acesso ao crédito.
Seus chips já foram implementados no passaporte eletrônico de diplomatas, devem chegar aos turistas comuns até o fim do ano e também estão no documento único RIC, que reúne RG, CPF e título de eleitor, pode ser solicitado na renovação dos documentos ou iniciativa do cidadão.
A tendência que o mercado caminha é a de ter num mesmo chip crédito, débito, transporte e alimentação, mas não há problema de “desmagnetizar” ou vulnerabilidade de segurança: “não tem problema molhar ou ser esquecido no fundo da bolsa, temos firewall em hardware que separa os valores, é raro dar problema e há mais desgaste dos plásticos dos cartões do que prejuízos no chip”, esclarece o profissional.
A corporação trabalha com tecnologia de alcance internacional, compatível com o sistema de pagamento EMV, Europay, MasterCard e Visa, um padrão mundial, que no Brasil só disponibiliza as duas últimas bandeiras. “Outra opção interessante para clientes globalizados é o ´moedeiro´, para viagens em que não se deseja levar dinheiro em espécie, carrega-se um valor da moeda local no chip”, conta Melo.
Uma funcionalidade que não deve demorar a iniciar no mercado nacional é o oferecimento de programa de milhagem ao cliente do cartão, que aceitando, terá os pontos carregados na próxima transação no ATM.
Julio esclarece ainda que busca estreitar relacionamentos não só com bancos, mas empresas de transporte, alimentação, saúde e benefícios, para que o chip único com vários créditos ganhe cada vez mais espaço, evitando a emissão de vários plásticos. “Já temos no País o cartão ecológico, possibilitado pelo reaproveitamento da PET, é uma tendência em crescimento”, analisa Júlio.
No Brasil, a NXP está presente em mais de 100 cidades com o chip para transporte, nas quais circulam de 200 a 300 milhões de chips pelo transporte público.
A NXP, fábrica de semicondutores com 11 indústrias, mais de 14 mil patentes e 3200 engenheiros no mundo, estima investir de US$ 4 a US$ 5 milhões de 2010 a 2011, ampliando a participação de mercado de 20 a 30% somente na área bancária brasileira, com os mesmos clientes, porém ampliando contratos e parcerias.
De acordo com o gerente de vendas e produtos da divisão de bancos da empresa, Júlio de Melo, o mercado bancário latino americano gira em torno de US$ 70 milhões, somente em produtos, os chips, sem contar os cartões prontos, que geram outros serviços agregados.
A companhia trabalha com chips com e sem contato, dual ou interface, completamente wireless, que não precise nem do celular, que pode ou não ter que ser inserido no POS e ATM, para uso no transporte, com crédito e débito juntos. “Estamos com pilotos unindo crédito e débito para transporte em Recife, Fortaleza, algumas cidades do sul e em negociação para ampliar no Brasil até o fim do ano”, revela o executivo.
Outros produtos de destaque são chips baseado somente em contato com criptografia de alta segurança, para transações de valor alto, chamado PKI e “private label”, para varejo, com baixo custo e focado nas classes C e D, para que as mesmas tenham acesso ao crédito.
Seus chips já foram implementados no passaporte eletrônico de diplomatas, devem chegar aos turistas comuns até o fim do ano e também estão no documento único RIC, que reúne RG, CPF e título de eleitor, pode ser solicitado na renovação dos documentos ou iniciativa do cidadão.
A tendência que o mercado caminha é a de ter num mesmo chip crédito, débito, transporte e alimentação, mas não há problema de “desmagnetizar” ou vulnerabilidade de segurança: “não tem problema molhar ou ser esquecido no fundo da bolsa, temos firewall em hardware que separa os valores, é raro dar problema e há mais desgaste dos plásticos dos cartões do que prejuízos no chip”, esclarece o profissional.
A corporação trabalha com tecnologia de alcance internacional, compatível com o sistema de pagamento EMV, Europay, MasterCard e Visa, um padrão mundial, que no Brasil só disponibiliza as duas últimas bandeiras. “Outra opção interessante para clientes globalizados é o ´moedeiro´, para viagens em que não se deseja levar dinheiro em espécie, carrega-se um valor da moeda local no chip”, conta Melo.
Uma funcionalidade que não deve demorar a iniciar no mercado nacional é o oferecimento de programa de milhagem ao cliente do cartão, que aceitando, terá os pontos carregados na próxima transação no ATM.
Julio esclarece ainda que busca estreitar relacionamentos não só com bancos, mas empresas de transporte, alimentação, saúde e benefícios, para que o chip único com vários créditos ganhe cada vez mais espaço, evitando a emissão de vários plásticos. “Já temos no País o cartão ecológico, possibilitado pelo reaproveitamento da PET, é uma tendência em crescimento”, analisa Júlio.
No Brasil, a NXP está presente em mais de 100 cidades com o chip para transporte, nas quais circulam de 200 a 300 milhões de chips pelo transporte público.
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