jornal Valor Econômico 29/09/2011 - Genilson Cezar
Ganhar escala é o maior desafio para a efetiva implantação no Brasil do mobile payment. Do ponto de vista da tecnologia, esse é um assunto praticamente superado, pelo menos segundo os vários projetos pilotos já em desenvolvimento no país, que exercitam as mais diversas tecnologias de comunicação por meio de aparelhos celulares, como chips SIM Card, SMS (Short Message Service), transmissão via satélite e outros tipos de interação e formas de liquidação de transações financeiras.
"Pretendemos que os modelos sejam experimentados para atingir escala, através da redução de custos operacionais, otimizando esforços entre os parceiros - bancos, operadoras de telefonia e de cartões de crédito, comerciantes e fabricantes de equipamentos - para oferecer uma proposta de valor que seja atrativa para um maior número de clientes", explica Percival Jatobá, diretor de produtos sênior da Visa, maior operadora de cartão de crédito do país.
Desde 2008, a Visa testa uma solução de pagamento via celular, em parceria com o Banco do Brasil - o Visa Mobile Pay - que permite aos clientes do banco solicitar compras em qualquer estabelecimento credenciado pela operadora. Em 2009 lançou, também com o BB, um projeto que objetiva realizar pagamentos através da tecnologia Near Field Communications (NFC). Ou seja, a comunicação por proximidade entre o celular e o terminal de vendas (POS) da loja. Nesse último caso, o celular foi desenvolvido especialmente para este fim pela Nokia. "Nossa proposta é colocar à disposição dos clientes soluções de alta tecnologia, baseada em quatro pilares fundamentais: interoperabilidade, universalidade, segurança e conveniência. Sem isso, os clientes não vão aderir a esse novo canal de negócio", diz.
A Cielo se prepara para lançar em outubro um cartão de crédito, via celular, em parceria com o Banco do Brasil e a Oi. A empresa já tem soluções que transformam smartphones Apple e Motorola, com sistema operacional Android, em máquinas POS. O sistema funciona com pacote de dados 3G/GPRS de qualquer operadora de telefonia móvel ou rede sem fio Wi-Fi e está habilitado para todas as bandeiras. A ideia é possibilitar a compra remotamente, via celular, com conexão por SMS. "O objetivo é atender segmentos que não atendíamos antes, como médicos e dentistas", diz Rogério Signorini, diretor de inovação e produtos emergentes da Cielo.
Para Raul Barbosa, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito (Abecs), o que se procura agora é encontrar um modelo padrão que envolva todos os agentes desse novo nicho de negócio: bancos, operadoras de telefonia e de cartões, comerciantes e fabricantes de equipamentos. "Essa padronização passa pelo uso das plataformas de cartões, que estão em expansão, com taxas de 20% no ano passado e 24% este ano", diz ele.
As operadoras acreditam que estão cada vez mais próximas de ampliar e facilitar o acesso da população aos serviços financeiros com segurança e com a vantagem da mobilidade. A Oi, segundo Maxim Medvedovsky, diretor de varejo, pretende estimular a entrada de 1 milhão de novos cartões por ano, nos próximos dois a três anos.
A TIM executa diversos acordos com os principais bancos, informa a assessoria de comunicação da empresa. São parcerias que permitem aos clientes realizar transações, como consulta a saldos, transferências e compra de recarga. No final de 2010, a TIM e o Itaucard fizeram um acordo para oferta de cartões de crédito exclusivos para seus clientes, via celular.
Outro papel fundamental das operadoras de telefonia no mercado brasileiro, segundo a TIM, diz respeito ao mobile money. "A empresa acredita que, para oferecer o serviço, sejam necessárias soluções simples e ao alcance da sua ampla base de clientes, que possam contar com uma grande rede de pontos de vendas. Desta forma, permitirá ao assinante ter o celular com sua carteira virtual segura, representando sua conta corrente ou mesmo o cartão de crédito, o que aumenta a possibilidade das operadoras em oferecer diversos serviços, tais como pagamentos móveis, compra e transferência de recarga e remessas nacionais ou internacionais de dinheiro", diz comunicado da empresa.
Telefone vai ser carteira eletrônica
O pagamento de compras de cartões de crédito utilizando a tecnologia Near Field Communications (NFC), que vai transformar celulares em carteiras eletrônicas, é uma solução que está sendo experimentada por alguns bancos e operadoras de cartão de crédito. Mas as empresas não estão acomodadas e procuram novas soluções. Segundo Percival Jatobá, diretor de produtos da Visa, a empresa adquiriu várias empresa dentro do âmbito de canais digitais (internet ou celular) para oferecer a melhor plataforma para transações no celular. Um exemplo, indica ele, foi a compra da Fundamo, uma das principais fornecedoras de serviços financeiras móveis para operadoras de rede móvel.
A tecnologia Near Field Communications (NFC), que permite a comunicação sem fio a curta distancia entre aparelhos eletrônicos, é inovadora e deverá transformar os celulares em carteiras eletrônicas para pagamentos. Cielo e Visa são duas operadoras que realizam testes pontuais com essa tecnologia e é possível que até o final do ano os equipamentos para leitura e realização de transações estejam disponíveis no mercado varejista.
A Caixa Econômica Federal, diz Paulo Nergi Boeira de Oliveira, diretor executivo de estratégia e distribuição, quer incentivar entre os clientes bancarizados o uso do Caixa Celular, com a inclusão da funcionalidade "compras", em estabelecimentos com equipamentos POS, por meio da vinculação de cartão de débito ao celular.
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11 de out. de 2011
9 de jun. de 2011
SEGURO NO CELULAR
jornal Brasil Econômico 08/06/2011 – Maria Luiza Filgueiras
Os primeiros clientes de microsseguros não serão necessariamente os que já acessam seguro popular, mas a população de renda menor que já está bancarizada. Esta é a avaliação de Eugênio Velasques, diretor do Grupo Bradesco Seguros, que considera que num segundo momento, as seguradoras poderão desenvolver outros sistemas de abordagem que não a rede bancária. É justamente com essa visão que o grupo, já forte em seguro popular, está desenvolvendo um projeto piloto para testar no próximo semestre, que utiliza telefonia móvel para contato entre corretor e segurado. “Os países africanos e asiáticos já desenvolveram modelos desse tipo, que foi importante para a inclusão bancária naqueles mercados, e que para nós será importante para a inclusão securitária”, diz Velasques. Ele explica que a ideia é que os corretores de microsseguros utilizem o telefone celular como se fosse um aparelho de POS, usado no mercado de cartões de crédito para captura de transações. “Vamos testar mas ainda não há ato regulatório”, ressalta.
Os primeiros clientes de microsseguros não serão necessariamente os que já acessam seguro popular, mas a população de renda menor que já está bancarizada. Esta é a avaliação de Eugênio Velasques, diretor do Grupo Bradesco Seguros, que considera que num segundo momento, as seguradoras poderão desenvolver outros sistemas de abordagem que não a rede bancária. É justamente com essa visão que o grupo, já forte em seguro popular, está desenvolvendo um projeto piloto para testar no próximo semestre, que utiliza telefonia móvel para contato entre corretor e segurado. “Os países africanos e asiáticos já desenvolveram modelos desse tipo, que foi importante para a inclusão bancária naqueles mercados, e que para nós será importante para a inclusão securitária”, diz Velasques. Ele explica que a ideia é que os corretores de microsseguros utilizem o telefone celular como se fosse um aparelho de POS, usado no mercado de cartões de crédito para captura de transações. “Vamos testar mas ainda não há ato regulatório”, ressalta.
31 de mai. de 2011
CORREIOS VÃO DISPUTAR TELEFONIA MÓVEL EM 2012
jornal Brasil Econômico 31/05/2011 - Fabiana Monte e Françoise Terzian
Os Correios vão entrar no mercado de telefonia celular a partir do próximo ano, atuando como operadora móvel virtual e com grandes chances de oferecer um serviço com marca própria, afirma o presidente da companhia, Wagner Pinheiro de Oliveira. Neste modelo, os Correios alugarão a rede de outra empresa de telefonia celular, como Claro, Oi, Tim e Vivo, para oferecer serviços de nicho à população. Ou seja, eles comprarão minutos no atacado e venderão no varejo. “Com os avanços tecnológicos, os serviços tradicionais dos Correios estão diminuindo. Temos de achar alternativas de receitas”, diz.
No ano passado, os Correios faturaram R$ 13 bilhões e registraram um lucro líquido de R$ 827 milhões. Do montante de vendas, 65% vieram de cartas. O objetivo de agora em diante é ganhar receita com serviços diferenciados como os de celular e também com a logística integrada. Isso significa que os Correios tendem a brigar cada vez mais não só com DHL e UPS, mas também com o TIM, Claro, Vivo e Oi. “O olhar para quatro anos é fazer com que o faturamento cresça 50%”, afirma Oliveira.
Serviços
Como operadora móvel virtual, os Correios poderão oferecer serviços que melhorem sua operação, como monitoramento em tempo real de sua frota e dos entregadores; acompanhamento de cargas e comunicação entre carteiros e agências. Oliveira não revela os planos da empresa, uma vez que os projetos ainda se encontram em fase de análise. “Já temos uma avaliação econômico-financeira que mostra viabilidade para o projeto. Falta definir nosso modelo de atuação e, depois, fazer a análise de receita”, diz. Para usuários finais, a empresa pode oferecer alertas de entrega e acompanhamento de correspondências.
Atuar como operadora móvel virtual é uma tendência mundial, a exemplo do que recentemente fez o La Poste, o correio francês, no dia 23 de maio, quando lançou um serviço próprio de telefonia celular no qual é possível escolher entre uma gama de 29 aparelhos a € 1 cada, dentre outras ofertas. No Brasil, o mercado ainda dá os primeiros passos e apenas a Porto Seguro anunciou planos de atuar como operadora móvel virtual, com estreia prevista para o segundo semestre. No dia 17 de maio, decreto da presidente Dilma Roussef sinalizou mudanças no estatuto dos Correios que, agora, podem atuar como operadora móvel virtual, entre outras possibilidades.
Agora, o que falta aos Correios é decidir qual modelo adotar. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) estabeleceu que as operadoras móveis virtuais podem ser autorizadas ou credenciadas. Se escolher a primeira opção, calcula-se ser necessário um investimento de entrada da ordem de R$ 100milhões, para montar uma estrutura própria com call center, sistemas de faturamento e pós-venda, entre outros. Já no modelo de credenciada, o aporte inicial seria da ordem de R$ 20 milhões e a responsabilidade da infraestrutura fica por conta da empresa fornecedora da capacidade de rede.
Benefícios
Um dos pilares da estratégia dos Correios é usar a rede de agências de 12 mil pontos no país, incluindo as 6,2 mil unidades com Banco Postal, que contabiliza 11milhões de clientes. O atendimento presencial dos Correios seria um diferencial frente às operadoras tradicionais. Conta também a experiência na prestação de serviço público. Os Correios também poderão oferecer serviços bancários pelo celular. Como o Banco Postal chega onde nem as instituições financeiras vão, a lógica do Correio é a mesma. Atingir a minoria da população que ainda não tem celular. “Há 212,6 milhões de linhas móveis no país e 15% de brasileiros sem um aparelho celular”, conta Oliveira.
Os Correios vão entrar no mercado de telefonia celular a partir do próximo ano, atuando como operadora móvel virtual e com grandes chances de oferecer um serviço com marca própria, afirma o presidente da companhia, Wagner Pinheiro de Oliveira. Neste modelo, os Correios alugarão a rede de outra empresa de telefonia celular, como Claro, Oi, Tim e Vivo, para oferecer serviços de nicho à população. Ou seja, eles comprarão minutos no atacado e venderão no varejo. “Com os avanços tecnológicos, os serviços tradicionais dos Correios estão diminuindo. Temos de achar alternativas de receitas”, diz.
No ano passado, os Correios faturaram R$ 13 bilhões e registraram um lucro líquido de R$ 827 milhões. Do montante de vendas, 65% vieram de cartas. O objetivo de agora em diante é ganhar receita com serviços diferenciados como os de celular e também com a logística integrada. Isso significa que os Correios tendem a brigar cada vez mais não só com DHL e UPS, mas também com o TIM, Claro, Vivo e Oi. “O olhar para quatro anos é fazer com que o faturamento cresça 50%”, afirma Oliveira.
Serviços
Como operadora móvel virtual, os Correios poderão oferecer serviços que melhorem sua operação, como monitoramento em tempo real de sua frota e dos entregadores; acompanhamento de cargas e comunicação entre carteiros e agências. Oliveira não revela os planos da empresa, uma vez que os projetos ainda se encontram em fase de análise. “Já temos uma avaliação econômico-financeira que mostra viabilidade para o projeto. Falta definir nosso modelo de atuação e, depois, fazer a análise de receita”, diz. Para usuários finais, a empresa pode oferecer alertas de entrega e acompanhamento de correspondências.
Atuar como operadora móvel virtual é uma tendência mundial, a exemplo do que recentemente fez o La Poste, o correio francês, no dia 23 de maio, quando lançou um serviço próprio de telefonia celular no qual é possível escolher entre uma gama de 29 aparelhos a € 1 cada, dentre outras ofertas. No Brasil, o mercado ainda dá os primeiros passos e apenas a Porto Seguro anunciou planos de atuar como operadora móvel virtual, com estreia prevista para o segundo semestre. No dia 17 de maio, decreto da presidente Dilma Roussef sinalizou mudanças no estatuto dos Correios que, agora, podem atuar como operadora móvel virtual, entre outras possibilidades.
Agora, o que falta aos Correios é decidir qual modelo adotar. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) estabeleceu que as operadoras móveis virtuais podem ser autorizadas ou credenciadas. Se escolher a primeira opção, calcula-se ser necessário um investimento de entrada da ordem de R$ 100milhões, para montar uma estrutura própria com call center, sistemas de faturamento e pós-venda, entre outros. Já no modelo de credenciada, o aporte inicial seria da ordem de R$ 20 milhões e a responsabilidade da infraestrutura fica por conta da empresa fornecedora da capacidade de rede.
Benefícios
Um dos pilares da estratégia dos Correios é usar a rede de agências de 12 mil pontos no país, incluindo as 6,2 mil unidades com Banco Postal, que contabiliza 11milhões de clientes. O atendimento presencial dos Correios seria um diferencial frente às operadoras tradicionais. Conta também a experiência na prestação de serviço público. Os Correios também poderão oferecer serviços bancários pelo celular. Como o Banco Postal chega onde nem as instituições financeiras vão, a lógica do Correio é a mesma. Atingir a minoria da população que ainda não tem celular. “Há 212,6 milhões de linhas móveis no país e 15% de brasileiros sem um aparelho celular”, conta Oliveira.
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30 de mai. de 2011
ANDROID: CADA VEZ MAIS UTILIZADO
jornal Diário do Comércio 27/05/2011 - Agências
O Android, plataforma do Google para dispositivos móveis, continua a sua escalada para tornar-se o mais popular do mundo. Segundo dados da Kantar Worldpanel ComTech, no Japão e nos Estados Unidos, mercados de maior sucesso, o sistema detém uma participação de 58,3% e 54,7% respectivamente. No mercado britânico, chega a 38% e na França e na Alemanha atinge 35%.
Enquanto a participação do Android no mercado britânico cresceu 30% em comparação ao último ano, o iPhone viu sua presença cair 16% em igual período.
A multinacional finlandesa Nokia, que reinou por muitos anos no segmento de celulares, está encolhendo, conforme levantamento, apesar de ainda ser a maior fabricante de telefones celulares do mundo.
Resultados – No anúncio dos resultados financeiros do primeiro trimestre, a Google informou que 350 mil smartphones Android são ativados todos os dias. A média é superior àquela revelada em dezembro pelo principal executivo da plataforma, Andy Rubin: na época, ele falou em 300 mil.
A gigante também comemorou mais uma marca atingida pela Android Market: mais de 3 bilhões de aplicativos já foram baixados. A questão é que, enquanto em número de celulares ativados, a Google superou a Apple com seu iPhone, em downloads de programas, sua loja virtual está bem atrás.
Neste ano, a Apple Store chegou a 10 bilhões de downloads, ou seja, mais que o triplo da rival. A loja do iPhone também domina em variedade: possui 230 mil aplicativos, o dobro do que a Android Market tem.
Pelo índice anunciado, calcula-se que 10,5 milhões de dispositivos com o sistema Android são ativados por mês. A última vez que a Apple divulgou tal informação, falou em 270 mil aparelhos com iOS por dia, ou 8,1 milhões por mês.
Pagamento com celular é raro no País
O Brasil tem uma das maiores taxas de telefones celulares na América Latina, com mais de 212 milhões aparelhos, o que supera o número habitantes do País. Apesar disso, o mercado de pagamentos móveis no País ainda é incipiente, com um número extremamente pequeno de transações efetuadas por meio do equipamento.
De olho nesse enorme potencial, vários serviços já estão sendo desenvolvidos. Por isso, a partir de 2012 é provável que o mercado brasileiro de pagamento móvel se torne mais dinâmico, segundo pesquisa realizada pela consultoria Frost & Sullivan.
De acordo com o levantamento, o número final de transações de pagamentos móveis no Brasil atingiu um total de 3,9 milhões em 2010.
Número insignificante em comparação ao total de transações efetuadas com cartão de crédito e débito, de 5,8 bilhões no mesmo ano. No entanto, com taxas de crescimento acima de 30% no curto prazo, esse valor deve aumentar até o final de 2011, alcançando 5,1 milhões.
Conforme a pesquisa, há fatores com grande impacto no curto e médio prazos que podem alavancar o uso deste modelo de pagamento no País, como o número significante de pessoas sem acesso a bancos. Isso sem falar no avanço das soluções de pagamento móvel e as vantagens desses serviços.
O Android, plataforma do Google para dispositivos móveis, continua a sua escalada para tornar-se o mais popular do mundo. Segundo dados da Kantar Worldpanel ComTech, no Japão e nos Estados Unidos, mercados de maior sucesso, o sistema detém uma participação de 58,3% e 54,7% respectivamente. No mercado britânico, chega a 38% e na França e na Alemanha atinge 35%.
Enquanto a participação do Android no mercado britânico cresceu 30% em comparação ao último ano, o iPhone viu sua presença cair 16% em igual período.
A multinacional finlandesa Nokia, que reinou por muitos anos no segmento de celulares, está encolhendo, conforme levantamento, apesar de ainda ser a maior fabricante de telefones celulares do mundo.
Resultados – No anúncio dos resultados financeiros do primeiro trimestre, a Google informou que 350 mil smartphones Android são ativados todos os dias. A média é superior àquela revelada em dezembro pelo principal executivo da plataforma, Andy Rubin: na época, ele falou em 300 mil.
A gigante também comemorou mais uma marca atingida pela Android Market: mais de 3 bilhões de aplicativos já foram baixados. A questão é que, enquanto em número de celulares ativados, a Google superou a Apple com seu iPhone, em downloads de programas, sua loja virtual está bem atrás.
Neste ano, a Apple Store chegou a 10 bilhões de downloads, ou seja, mais que o triplo da rival. A loja do iPhone também domina em variedade: possui 230 mil aplicativos, o dobro do que a Android Market tem.
Pelo índice anunciado, calcula-se que 10,5 milhões de dispositivos com o sistema Android são ativados por mês. A última vez que a Apple divulgou tal informação, falou em 270 mil aparelhos com iOS por dia, ou 8,1 milhões por mês.
Pagamento com celular é raro no País
O Brasil tem uma das maiores taxas de telefones celulares na América Latina, com mais de 212 milhões aparelhos, o que supera o número habitantes do País. Apesar disso, o mercado de pagamentos móveis no País ainda é incipiente, com um número extremamente pequeno de transações efetuadas por meio do equipamento.
De olho nesse enorme potencial, vários serviços já estão sendo desenvolvidos. Por isso, a partir de 2012 é provável que o mercado brasileiro de pagamento móvel se torne mais dinâmico, segundo pesquisa realizada pela consultoria Frost & Sullivan.
De acordo com o levantamento, o número final de transações de pagamentos móveis no Brasil atingiu um total de 3,9 milhões em 2010.
Número insignificante em comparação ao total de transações efetuadas com cartão de crédito e débito, de 5,8 bilhões no mesmo ano. No entanto, com taxas de crescimento acima de 30% no curto prazo, esse valor deve aumentar até o final de 2011, alcançando 5,1 milhões.
Conforme a pesquisa, há fatores com grande impacto no curto e médio prazos que podem alavancar o uso deste modelo de pagamento no País, como o número significante de pessoas sem acesso a bancos. Isso sem falar no avanço das soluções de pagamento móvel e as vantagens desses serviços.
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27 de mai. de 2011
MOVILWAY DESEMBARCA NO CHILE COM SERVIÇO DE RECARGA ELETRÔNICA
portal PRNewswire 25/05/2011
A Movilway, empresa provedora de serviços de recarga e transações móveis na América Latina, já está presente no Chile. Os usuários poderão recarregar crédito em seus celulares de uma forma segura e acessível.
O novo sistema aceita recargas pontuais e também periódicas, sejam estas diárias, semanais ou mensais, com o montante que o cliente desejar. Não há taxas de emissão nem custos de manutenção. A recarga poderá ser efetuada através de um dispositivo móvel – uma base de dados no ponto de venda ou por meio da interface de recarga em http://www.movilway.com .
A empresa conta com grande solidez financeira e apresentou crescimento constante ano após ano desde o início das operações na região. Para tornar possível esta nova oportunidade, a Movilway investirá mais de US$ 6 milhões anuais no Chile, país que por seu potencial considera um dos mercados mais atraentes da região, enquanto aguarda mais aberturas em outros países da América Latina.
Segundo dados da Subsecretaria de Transportes e Telecomunicações do Chile, em dezembro de 2010 o sistema pré-pago alcançou uma participação de 75% do total dos assinantes de telefonia móvel do Chile e esta cifra está em pleno crescimento. A Movilway entende o potencial deste tipo de serviço na região e planeja seguir crescendo neste mercado.
A empresa vem operando com serviços móveis pré-pagos, desde princípios de 2010, na Argentina, Colômbia, Peru, Panamá, Equador e México, onde comercializa todas as marcas nacionais e internacionais de cartões que operam no mercado latino-americano. Dentro desta estratégia, está previsto que trabalhe com mais de 150.000 pontos de vendas espalhados em toda a região até o final deste ano.
Os fornecedores de recarga Movilway poderão beneficiar-se de um novo modelo de negócios, pois em breve poderão ampliar novas capacidades para seus clientes acessando a gama de serviços da carteira eletrônica Movilway.
Para o desenvolvimento deste projeto, a entidade conta com uma robusta plataforma tecnológica de fácil integração, aberta e testada com êxito em vários continentes.
O diretor geral da Movilway - Dan Cohen – afirmou que a recarga Movilway no Chile é só o começo e primeira etapa do que será uma mudança fundamental no sistema de pagamentos e na funcionalidade da telefonia móvel no país.
A Movilway, empresa provedora de serviços de recarga e transações móveis na América Latina, já está presente no Chile. Os usuários poderão recarregar crédito em seus celulares de uma forma segura e acessível.
O novo sistema aceita recargas pontuais e também periódicas, sejam estas diárias, semanais ou mensais, com o montante que o cliente desejar. Não há taxas de emissão nem custos de manutenção. A recarga poderá ser efetuada através de um dispositivo móvel – uma base de dados no ponto de venda ou por meio da interface de recarga em http://www.movilway.com .
A empresa conta com grande solidez financeira e apresentou crescimento constante ano após ano desde o início das operações na região. Para tornar possível esta nova oportunidade, a Movilway investirá mais de US$ 6 milhões anuais no Chile, país que por seu potencial considera um dos mercados mais atraentes da região, enquanto aguarda mais aberturas em outros países da América Latina.
Segundo dados da Subsecretaria de Transportes e Telecomunicações do Chile, em dezembro de 2010 o sistema pré-pago alcançou uma participação de 75% do total dos assinantes de telefonia móvel do Chile e esta cifra está em pleno crescimento. A Movilway entende o potencial deste tipo de serviço na região e planeja seguir crescendo neste mercado.
A empresa vem operando com serviços móveis pré-pagos, desde princípios de 2010, na Argentina, Colômbia, Peru, Panamá, Equador e México, onde comercializa todas as marcas nacionais e internacionais de cartões que operam no mercado latino-americano. Dentro desta estratégia, está previsto que trabalhe com mais de 150.000 pontos de vendas espalhados em toda a região até o final deste ano.
Os fornecedores de recarga Movilway poderão beneficiar-se de um novo modelo de negócios, pois em breve poderão ampliar novas capacidades para seus clientes acessando a gama de serviços da carteira eletrônica Movilway.
Para o desenvolvimento deste projeto, a entidade conta com uma robusta plataforma tecnológica de fácil integração, aberta e testada com êxito em vários continentes.
O diretor geral da Movilway - Dan Cohen – afirmou que a recarga Movilway no Chile é só o começo e primeira etapa do que será uma mudança fundamental no sistema de pagamentos e na funcionalidade da telefonia móvel no país.
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SQUARE QUER APOSENTAR O POS
portal CardClipping 24/05/2011
A Square de Jack Dorsey ampliou sua ofensiva sobre o mercado de pagamentos, lançando um aplicativo desenvolvido para substituir os terminais POS por iPads e smartphones.
O aplicativo ‘Register’ da Square substitui as "complicadas e caras" caixas registadoras, alega a empresa, que tem sido atacada por companhias como a VeriFone.
O Register trabalha em conjunto com uma nova funcionalidade do aplicativo da Square para portadores de iPhone Square e dispositivos com Android, chamada de Card Case, desenvolvida para cobrir todo o processo de pagamento.
Através do recurso Diretório, os consumidores podem localizar comerciantes, nas redondezas, utilizando o aplicativo Square em seus smartphones, enquanto os vendedores podem oferecer seus produtos através da opção Menu que funciona como uma vitrine eletrônica e onde é possível anunciar preços, promoções, tendências e itens populares diretamente nos telefones de clientes, com atualizações baixadas instantaneamente.
Quando o cliente chega à loja, ele pode abrir uma página com o comerciante em seu telefone. Isso permite ao vendedor identificá-lo por um foto e perfil armazenados no Register do Square, tornando possível realizar a transação com um simples toque no celular, eliminando a necessidade de dinheiro ou cartões.
Os vendedores podem gerar e enviar automaticamente recibos digitais para os clientes, permitindo que acompanhem e guardem seu histórico de compras no telefone.
Inicialmente, a Square assinou o uso do Card Case com 50 lojas em Los Angeles, New York, St Louis, San Francisco e Washington DC.
A abordagem da Square tem se diferenciado das soluções apoiadas por Visa e MasterCard, operadoras de telefonia e fabricantes de celulares, Google e provavelmente Apple, todos apostando na predominância de pagamentos móveis sem contato no ponto-de-venda.
Dorsey diz que as caixas registadoras e terminais de cartão de crédito são relíquias de um sistema de transação comercial caro, complicado e impessoal. Com o Register e o Card Case, A Square está transformando as transações diárias entre compradores e vendedores em algo especial.
A Square de Jack Dorsey ampliou sua ofensiva sobre o mercado de pagamentos, lançando um aplicativo desenvolvido para substituir os terminais POS por iPads e smartphones.
O aplicativo ‘Register’ da Square substitui as "complicadas e caras" caixas registadoras, alega a empresa, que tem sido atacada por companhias como a VeriFone.
O Register trabalha em conjunto com uma nova funcionalidade do aplicativo da Square para portadores de iPhone Square e dispositivos com Android, chamada de Card Case, desenvolvida para cobrir todo o processo de pagamento.
Através do recurso Diretório, os consumidores podem localizar comerciantes, nas redondezas, utilizando o aplicativo Square em seus smartphones, enquanto os vendedores podem oferecer seus produtos através da opção Menu que funciona como uma vitrine eletrônica e onde é possível anunciar preços, promoções, tendências e itens populares diretamente nos telefones de clientes, com atualizações baixadas instantaneamente.
Quando o cliente chega à loja, ele pode abrir uma página com o comerciante em seu telefone. Isso permite ao vendedor identificá-lo por um foto e perfil armazenados no Register do Square, tornando possível realizar a transação com um simples toque no celular, eliminando a necessidade de dinheiro ou cartões.
Os vendedores podem gerar e enviar automaticamente recibos digitais para os clientes, permitindo que acompanhem e guardem seu histórico de compras no telefone.
Inicialmente, a Square assinou o uso do Card Case com 50 lojas em Los Angeles, New York, St Louis, San Francisco e Washington DC.
A abordagem da Square tem se diferenciado das soluções apoiadas por Visa e MasterCard, operadoras de telefonia e fabricantes de celulares, Google e provavelmente Apple, todos apostando na predominância de pagamentos móveis sem contato no ponto-de-venda.
Dorsey diz que as caixas registadoras e terminais de cartão de crédito são relíquias de um sistema de transação comercial caro, complicado e impessoal. Com o Register e o Card Case, A Square está transformando as transações diárias entre compradores e vendedores em algo especial.
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21 de jan. de 2011
REDECARD LANÇA PROMOÇÃO EM PARCERIA COM O ITAÚ
portal Executivos Financeiros 21/01/2011
A Redecard lançou a promoção “Use a Redecard e ganha créditos no Celular”, resultado de uma parceria com o banco Itaú. A campanha acontece entre 20 de janeiro e 31 de março, período durante o qual os comprovantes das vendas realizadas nas máquinas da Redecard valem pontos para serem convertidos em prêmios para lojistas e vendedores.
Para participar, é preciso se cadastrar e registrar o número e a data dos cupons das vendas acima de R$ 15 no portal Amigosdaredecard.com.br. As transações feitas com cartões Itaú valem 3 pontos. E, no momento do cadastro, o participante ganha 10 pontos.
Caso o usuário indique um amigo, que pode ser vendedor ou proprietário de loja e que também se cadastre, ele ganha mais 10 pontos – com limite de três indicações. A cada 50 pontos, os cadastrados ganham R$ 5 em créditos de celular. No total, serão distribuídos R$ 4 milhões em créditos para celular.
Os lojistas participam ainda de um ranking e, de acordo com a sua classificação, podem ganhar um smartphone. Serão 100 premiados no período. A promoção é válida para os estados de São Paulo e do Rio de Janeiro.
A Redecard lançou a promoção “Use a Redecard e ganha créditos no Celular”, resultado de uma parceria com o banco Itaú. A campanha acontece entre 20 de janeiro e 31 de março, período durante o qual os comprovantes das vendas realizadas nas máquinas da Redecard valem pontos para serem convertidos em prêmios para lojistas e vendedores.
Para participar, é preciso se cadastrar e registrar o número e a data dos cupons das vendas acima de R$ 15 no portal Amigosdaredecard.com.br. As transações feitas com cartões Itaú valem 3 pontos. E, no momento do cadastro, o participante ganha 10 pontos.
Caso o usuário indique um amigo, que pode ser vendedor ou proprietário de loja e que também se cadastre, ele ganha mais 10 pontos – com limite de três indicações. A cada 50 pontos, os cadastrados ganham R$ 5 em créditos de celular. No total, serão distribuídos R$ 4 milhões em créditos para celular.
Os lojistas participam ainda de um ranking e, de acordo com a sua classificação, podem ganhar um smartphone. Serão 100 premiados no período. A promoção é válida para os estados de São Paulo e do Rio de Janeiro.
20 de jan. de 2011
CLARO LANÇA APLICATIVO PARA SEU CLUBE
portal Meio&Mensagem 19/01/2011
A Claro beneficia os participantes do seu Claro Clube com o lançamento de um aplicativo para celular, onde será disponibilizado um cartão virtual. Por meio da tecnologia, os clientes poderão utilizar os recursos do clube com mais mobilidade e facilidade.
O anúncio da funcionalidade está sendo feito por meio de uma campanha criada pela Ogilvy & Mather composta por filme de 30 segundos em TV aberta e por assinatura, peças em revistas e internet, material de ponto de venda e ações de marketing direto. Além disso, a rede de Cinemark também divulga um filme da campanha.
Seguindo o mote "Agora o Claro Clube está na tela do seu celular", as cenas do filme contemplam todos os benefícios oferecidos pelo programa de relacionamento, remetendo a parceiros do programa como restaurantes, cinema, compras online e clube da corrida. Por meio da técnica, light painting aparecem as palavras: vantagens, desconto, VIP, entre outras.
A campanha informa que a partir de agora o cartão virtual no celular substitui o físico e os clientes só precisam levar o aparelho no estabelecimento parceiro escolhido. O participante também poderá consultar seus pontos, prêmios, entre outras informações.
A direção de criação é de Claudio Lima, com direção de arte de Keith Lauer e redação de Luise Barros. A produção ficou sob responsabilidade da Margarida Filmes, com direção de cena de Fernando Sanches. A produtora de som é a Junk/OM.
A Claro beneficia os participantes do seu Claro Clube com o lançamento de um aplicativo para celular, onde será disponibilizado um cartão virtual. Por meio da tecnologia, os clientes poderão utilizar os recursos do clube com mais mobilidade e facilidade.
O anúncio da funcionalidade está sendo feito por meio de uma campanha criada pela Ogilvy & Mather composta por filme de 30 segundos em TV aberta e por assinatura, peças em revistas e internet, material de ponto de venda e ações de marketing direto. Além disso, a rede de Cinemark também divulga um filme da campanha.
Seguindo o mote "Agora o Claro Clube está na tela do seu celular", as cenas do filme contemplam todos os benefícios oferecidos pelo programa de relacionamento, remetendo a parceiros do programa como restaurantes, cinema, compras online e clube da corrida. Por meio da técnica, light painting aparecem as palavras: vantagens, desconto, VIP, entre outras.
A campanha informa que a partir de agora o cartão virtual no celular substitui o físico e os clientes só precisam levar o aparelho no estabelecimento parceiro escolhido. O participante também poderá consultar seus pontos, prêmios, entre outras informações.
A direção de criação é de Claudio Lima, com direção de arte de Keith Lauer e redação de Luise Barros. A produção ficou sob responsabilidade da Margarida Filmes, com direção de cena de Fernando Sanches. A produtora de som é a Junk/OM.
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13 de jan. de 2011
PORTO SEGURO VAI OFERECER SERVIÇO CELULAR
jornal Valor Econômico 13/01/2011 - Carolina Mandl
A Porto Seguro deu a largada para tentar se transformar na primeira operadora móvel virtual do país. Para oferecer a clientes e corretores o celular Porto Seguro, a empresa criou outra companhia, a Porto Seguro Telecomunicações, em sociedade com a Datora que já atua no setor de telecomunicações.
O objetivo da seguradora é transformar os serviços de telefonia que vai oferecer com desconto, ou até de graça, em um chamariz para clientes e corretores comprarem seus produtos.
Apesar de comum no exterior, ofertar celulares só se tornou possível no Brasil para empresas de outros setores, como bancos, seguradoras e redes de varejo, em novembro do ano passado, quando a Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel) aprovou uma regulamentação específica.
Agora, empresas que não são do segmento de telefonia podem alugar a infraestrutura de operadoras já estabelecidas e prestar o serviço com sua própria marca. A vantagem para quem não é do ramo de telecomunicações é poder manter seus clientes fiéis ao oferecer preços menores ou até gratuidade nos planos de celular.
"Queremos levar para os consumidores do varejo o preço pago por empresas de grande porte pelos serviços de telefonia", diz Fábio Luchetti, vice-presidente da Porto Seguro. "A ideia não é concorrer com as operadoras, mas sim aproveitar algumas convergências que existem entre a seguradora e o uso de celular."
O que também atrai a Porto Seguro para essa nova atividade é o fato de ela poder aproveitar a relação que já tem com as operadoras de telefonia. Hoje, 500 mil veículos já são rastreados pela Porto Seguro por meio de chips de celulares. Ao passar a comprar mais serviços das telefônicas para atender a clientela, a seguradora poderá obter ainda mais descontos, o que deve vir a ser repassado a segurados que tiverem o celular Porto Seguro e, ao mesmo tempo, reduzir seus custos de monitoramento da seguradora.
É difícil medir o número de consumidores da Porto Seguro que poderiam se beneficiar da nova operadora móvel virtual, mas alguns números dão uma dimensão: são 3 milhões de vidas seguradas e outros 2,5 milhões de veículos.
Em uma segunda etapa, de acordo com Luchetti, a Porto Seguro também poderá transformar os cartões de crédito que já oferece a seus clientes em um cartão de crédito ou de débito. Esse é um dos principais interesses dos bancos no uso das operadoras móveis virtuais, o que reduziria a necessidade de caixas eletrônicos, por exemplo.
O modelo da oferta dos serviços do celular Porto Seguro para clientes e corretores será desenhado nos próximos 60 dias, segundo Luchetti, assim como o nome da operadora que cederá sua infraestrutura. Quem está encarregado disso é Italo Gennaro Flammia, executivo que está há um ano como diretor de tecnologia na Porto Seguro, depois de passar pela Natura.
De outro lado, a Datora, que tem 20% da Porto Seguro Telecomunicações, ficará responsável pela operação do serviço de telefonia que será prestado pela seguradora. A empresa de telecomunicações, que pertence à família Fuchs, já pediu à Anatel para operar como uma autorizada, modelo que permite que ela faça a gestão do tráfego de ligações, emita a conta para os clientes e cuide dos acordos de interconexão com outras teles.
Procurada pelo Valor, a Anatel não retornou o pedido de entrevista até o fechamento desta edição.
A Porto Seguro deu a largada para tentar se transformar na primeira operadora móvel virtual do país. Para oferecer a clientes e corretores o celular Porto Seguro, a empresa criou outra companhia, a Porto Seguro Telecomunicações, em sociedade com a Datora que já atua no setor de telecomunicações.
O objetivo da seguradora é transformar os serviços de telefonia que vai oferecer com desconto, ou até de graça, em um chamariz para clientes e corretores comprarem seus produtos.
Apesar de comum no exterior, ofertar celulares só se tornou possível no Brasil para empresas de outros setores, como bancos, seguradoras e redes de varejo, em novembro do ano passado, quando a Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel) aprovou uma regulamentação específica.
Agora, empresas que não são do segmento de telefonia podem alugar a infraestrutura de operadoras já estabelecidas e prestar o serviço com sua própria marca. A vantagem para quem não é do ramo de telecomunicações é poder manter seus clientes fiéis ao oferecer preços menores ou até gratuidade nos planos de celular.
"Queremos levar para os consumidores do varejo o preço pago por empresas de grande porte pelos serviços de telefonia", diz Fábio Luchetti, vice-presidente da Porto Seguro. "A ideia não é concorrer com as operadoras, mas sim aproveitar algumas convergências que existem entre a seguradora e o uso de celular."
O que também atrai a Porto Seguro para essa nova atividade é o fato de ela poder aproveitar a relação que já tem com as operadoras de telefonia. Hoje, 500 mil veículos já são rastreados pela Porto Seguro por meio de chips de celulares. Ao passar a comprar mais serviços das telefônicas para atender a clientela, a seguradora poderá obter ainda mais descontos, o que deve vir a ser repassado a segurados que tiverem o celular Porto Seguro e, ao mesmo tempo, reduzir seus custos de monitoramento da seguradora.
É difícil medir o número de consumidores da Porto Seguro que poderiam se beneficiar da nova operadora móvel virtual, mas alguns números dão uma dimensão: são 3 milhões de vidas seguradas e outros 2,5 milhões de veículos.
Em uma segunda etapa, de acordo com Luchetti, a Porto Seguro também poderá transformar os cartões de crédito que já oferece a seus clientes em um cartão de crédito ou de débito. Esse é um dos principais interesses dos bancos no uso das operadoras móveis virtuais, o que reduziria a necessidade de caixas eletrônicos, por exemplo.
O modelo da oferta dos serviços do celular Porto Seguro para clientes e corretores será desenhado nos próximos 60 dias, segundo Luchetti, assim como o nome da operadora que cederá sua infraestrutura. Quem está encarregado disso é Italo Gennaro Flammia, executivo que está há um ano como diretor de tecnologia na Porto Seguro, depois de passar pela Natura.
De outro lado, a Datora, que tem 20% da Porto Seguro Telecomunicações, ficará responsável pela operação do serviço de telefonia que será prestado pela seguradora. A empresa de telecomunicações, que pertence à família Fuchs, já pediu à Anatel para operar como uma autorizada, modelo que permite que ela faça a gestão do tráfego de ligações, emita a conta para os clientes e cuide dos acordos de interconexão com outras teles.
Procurada pelo Valor, a Anatel não retornou o pedido de entrevista até o fechamento desta edição.
12 de dez. de 2010
VALIDADE PARA CRÉDITO DE CELULAR PODE ACABAR
jornal Diário do Nordeste 12/12/2010
O prazo de validade para uso dos créditos de celular pré-pago pode acabar. Atualmente, encerrado o período determinado pela operadora, o cliente só pode fazer ligações após nova recarga, mesmo que ainda tenha créditos. Porém, projeto que tramita na Câmara propõe mudar isso. O Projeto de Lei 7322/10, de autoria do deputado Felipe Bornier (PHS-RJ), proíbe as operadoras de celular de estabelecer prazos de validade para utilização dos créditos para pré-pagos.
Atualmente, o Regulamento do Serviço Móvel Pessoal da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) permite que as prestadoras ofereçam créditos com qualquer prazo de validade desde que também ofertem créditos com o prazo igual ou superior a 90 dias e 180 dias.
Esgotado o período, o regulamento prevê que o serviço pode ser suspenso parcialmente (permitindo apenas fazer chamadas a cobrar) por 30 dias.
Depois disso, o serviço poderá ser suspenso totalmente durante 30 dias. Após esse prazo, o usuário pode perder a linha se não realizar a recarga.
Proposta
A proposta que tramita na Câmara altera a Lei Geral de Telecomunicações (Lei 9.472/97), estabelecendo que o usuário tenha direito "à validade indeterminada de créditos adquiridos ou recebidos para uso de serviços de telefonia".
"Tendo em vista que a Anatel permite a prática atual, é necessário aprovar uma norma em âmbito legal para proibir os prazos de validade para os créditos", afirma.
Segundo Bornier, a imposição dos prazos é extremamente danosa para os consumidores que acabam obrigados a comprar novos créditos com frequência (mesmo que não os utilizem) para continuar a usufruir do serviço.
"Quem usa pré-pago já não tem condições de gastar tanto e escolhe um plano mais barato. São pessoas simples e humildes que acabam sendo lesadas com este serviço. Não é o público de classe média alta".
CDC é ferido
Para Guilherme Varella, advogado do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), a prática das empresas fere vários preceitos do Código de Defesa do Consumidor (CDC), além da Lei Geral de Telecomunicações.
"Por que o consumidor tem que perder o que comprou e voltar a pagar para readquirir? Na prática, a operadora recebe por um serviço que não está prestando e o consumidor acaba pagando duas vezes pelo mesmo serviço. Se o cliente pagou, tem direito de usar na medida em que deseje", argumenta o advogado do Idec.
O Projeto de Lei aguarda análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) e depois segue para o plenário da Câmara onde será discutido e votado.
O prazo de validade para uso dos créditos de celular pré-pago pode acabar. Atualmente, encerrado o período determinado pela operadora, o cliente só pode fazer ligações após nova recarga, mesmo que ainda tenha créditos. Porém, projeto que tramita na Câmara propõe mudar isso. O Projeto de Lei 7322/10, de autoria do deputado Felipe Bornier (PHS-RJ), proíbe as operadoras de celular de estabelecer prazos de validade para utilização dos créditos para pré-pagos.
Atualmente, o Regulamento do Serviço Móvel Pessoal da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) permite que as prestadoras ofereçam créditos com qualquer prazo de validade desde que também ofertem créditos com o prazo igual ou superior a 90 dias e 180 dias.
Esgotado o período, o regulamento prevê que o serviço pode ser suspenso parcialmente (permitindo apenas fazer chamadas a cobrar) por 30 dias.
Depois disso, o serviço poderá ser suspenso totalmente durante 30 dias. Após esse prazo, o usuário pode perder a linha se não realizar a recarga.
Proposta
A proposta que tramita na Câmara altera a Lei Geral de Telecomunicações (Lei 9.472/97), estabelecendo que o usuário tenha direito "à validade indeterminada de créditos adquiridos ou recebidos para uso de serviços de telefonia".
"Tendo em vista que a Anatel permite a prática atual, é necessário aprovar uma norma em âmbito legal para proibir os prazos de validade para os créditos", afirma.
Segundo Bornier, a imposição dos prazos é extremamente danosa para os consumidores que acabam obrigados a comprar novos créditos com frequência (mesmo que não os utilizem) para continuar a usufruir do serviço.
"Quem usa pré-pago já não tem condições de gastar tanto e escolhe um plano mais barato. São pessoas simples e humildes que acabam sendo lesadas com este serviço. Não é o público de classe média alta".
CDC é ferido
Para Guilherme Varella, advogado do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), a prática das empresas fere vários preceitos do Código de Defesa do Consumidor (CDC), além da Lei Geral de Telecomunicações.
"Por que o consumidor tem que perder o que comprou e voltar a pagar para readquirir? Na prática, a operadora recebe por um serviço que não está prestando e o consumidor acaba pagando duas vezes pelo mesmo serviço. Se o cliente pagou, tem direito de usar na medida em que deseje", argumenta o advogado do Idec.
O Projeto de Lei aguarda análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) e depois segue para o plenário da Câmara onde será discutido e votado.
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1 de dez. de 2010
HSBC LANÇA MOBILE BANKING INTEGRADO A OUTROS CANAIS DE AUTOATENDIMENTO
portal Executivos Financeiros 01/12/2010
O HSBC Bank Brasil lança oficialmente o Meu HSBC Celular, canal de relacionamento que permite aos clientes do HSBC realizarem consultas e transações financeiras direto do celular pré ou pós-pago, e ainda utilizarem o token, um dos mais fortes e seguros mecanismos de autenticação existentes.
A cada acesso, o token gera uma nova senha que permite aos clientes acesso a todos os canais de autoatendimento (caixas automáticos, internet e telefone), não sendo necessário memorizar várias senhas. Para utilizar o serviço, basta escolher o canal que deseja utilizar, informar o número do CPF e o código gerado pelo token no celular. Esta tecnologia permite também realizar saques nos Caixas Automáticos do HSBC sem o cartão de débito. O token funciona mesmo que o cliente não tenha crédito em seu celular ou esteja fora da área de serviço. O usuário pode acessá-lo a qualquer momento para utilizar os canais de autoatendimento sem custo algum. Com o novo serviço, o HSBC passa a ser o primeiro banco a oferecer solução integrada entre o Mobile Banking e todos os outros canais de atendimento.
O objetivo do Meu HSBC Celular é aprimorar ainda mais o autoatendimento e oferecer cada vez mais comodidade aos clientes. “Além da facilidade de ter à mão diversos serviços bancários, o Meu HSBC Celular ainda permite que com apenas um clique, os clientes tenham acesso à nossa central de atendimento”, afirma Marcelo Villela, superintendente-executivo de Canais Diretos do HSBC.
Os clientes do HSBC podem solicitar o serviço de forma simples e rápida em qualquer um dos canais de atendimento:
- Meu HSBC Internet > Opção “Serviços”
- Meu HSBC Telefone > Opção “Atendimento Pessoal”
- Meu HSBC Caixas Automáticos > Opção “TC e Outras Opções”
Os serviços oferecidos são: Token, Recarga de Telefone, Empréstimo (solicitação de crédito parcelado), Consulta à Conta Corrente (saldo, limites, últimos lançamentos), Consulta ao Cartão de Crédito (limites e últimos lançamentos de cartão de crédito), Pagamentos (água, luz, telefone, gás, títulos e tributos), Fale conosco, Ligar para o HSBC (contato direto com o Meu HSBC Telefone).
O HSBC Bank Brasil lança oficialmente o Meu HSBC Celular, canal de relacionamento que permite aos clientes do HSBC realizarem consultas e transações financeiras direto do celular pré ou pós-pago, e ainda utilizarem o token, um dos mais fortes e seguros mecanismos de autenticação existentes.
A cada acesso, o token gera uma nova senha que permite aos clientes acesso a todos os canais de autoatendimento (caixas automáticos, internet e telefone), não sendo necessário memorizar várias senhas. Para utilizar o serviço, basta escolher o canal que deseja utilizar, informar o número do CPF e o código gerado pelo token no celular. Esta tecnologia permite também realizar saques nos Caixas Automáticos do HSBC sem o cartão de débito. O token funciona mesmo que o cliente não tenha crédito em seu celular ou esteja fora da área de serviço. O usuário pode acessá-lo a qualquer momento para utilizar os canais de autoatendimento sem custo algum. Com o novo serviço, o HSBC passa a ser o primeiro banco a oferecer solução integrada entre o Mobile Banking e todos os outros canais de atendimento.
O objetivo do Meu HSBC Celular é aprimorar ainda mais o autoatendimento e oferecer cada vez mais comodidade aos clientes. “Além da facilidade de ter à mão diversos serviços bancários, o Meu HSBC Celular ainda permite que com apenas um clique, os clientes tenham acesso à nossa central de atendimento”, afirma Marcelo Villela, superintendente-executivo de Canais Diretos do HSBC.
Os clientes do HSBC podem solicitar o serviço de forma simples e rápida em qualquer um dos canais de atendimento:
- Meu HSBC Internet > Opção “Serviços”
- Meu HSBC Telefone > Opção “Atendimento Pessoal”
- Meu HSBC Caixas Automáticos > Opção “TC e Outras Opções”
Os serviços oferecidos são: Token, Recarga de Telefone, Empréstimo (solicitação de crédito parcelado), Consulta à Conta Corrente (saldo, limites, últimos lançamentos), Consulta ao Cartão de Crédito (limites e últimos lançamentos de cartão de crédito), Pagamentos (água, luz, telefone, gás, títulos e tributos), Fale conosco, Ligar para o HSBC (contato direto com o Meu HSBC Telefone).
22 de out. de 2010
CIELO E REDECARD APOSTAM EM CELULARES PARA ATINGIR CLASSE C
jornal DCI 22/10/2010 - Fernando Teixeira
As duas maiores empresas do mercado de adquirência, Cielo e RedeCard, são unânimes em dizer que o futuro deste mercado está ligado a dois fatores: classes emergentes e recebimento de contas em celulares.
Para os executivos, será cada vez mais comum o celular ser um 'terminal leitor de cartão' (POS) e estar presente nas mãos de trabalhadores informais e em lugares como favelas. Os avanços tecnológicos devem contemplar também a criação de produtos para fidelizar consumidores em lojas, franquias, padarias, ou em empresas aéreas.
Para inovar na área de fidelidade entre cliente e ponto-de-venda, a Cielo lançará, até o fim do mês, na franquia especializada em chocolates Cacau Show, uma plataforma que traça o perfil do cliente e dá a saber quanto gastou e o que comprou. O programa, em desenvolvimento há três anos, permite que o próprio lojista faça promoções e programas de fidelidade com os clientes.
Dias destaca que os lojistas poderão criar promoções do tipo surpresa: "Pode ser que a cada 10 compras, a 11ª terá desconto. O programa permite saber a frequência com que a pessoa visita o estabelecimento. Criará o tão sonhado fluxo positivo de clientes."
Na sua visão, as credenciadoras precisam criar inovações e se diferenciar para evitar que o mercado venda uma "commodity".
O pensamento do presidente da Cielo, que hoje é a maior empresa do setor, é o de criar produtos distintos para clientes diferentes. "Tive uma conversa com o presidente da Gol Linhas Aéreas, Constantino de Oliveira Júnior, e ele quer uma solução para receber vendas durante os voos, que hoje são off-line."
Ele não descarta criar máquinas especiais para coletar pagamentos em lugares como favelas para venda de passagens aéreas. "Muitos clientes da Gol vindos da classe C pagam uma parte da passagem no cartão de crédito, outra em dinheiro e a outra parcelada no carnê. Faz sentido levar um celular para vender passagem em favela", ressaltou.
De acordo com Murilo Barbosa, diretor de Produtos e Serviços da companhia, em pouco tempo as viagens em família superarão as de negócios. "96% das vendas de passagens são feitas por internet. Já temos uma fatia de 23% de clientes das classes C e D, das quais 7% nunca voaram. Precisamos de meios de pagamento eficientes para competir com os ônibus para viagens de até 800 quilômetros", disse ele, no 5º Congresso Brasileiro de Meios Eletrônicos de Pagamento. Já a Redecard está ajustando os POS para capturar transações do programa de fidelidade Multiplus, que inclui a companhia aérea TAM e outras empresas.
O presidente da marca, Roberto Medeiros, também aposta em inovações tecnológicas: uma das apostas são 14 mil pontos-de-venda móveis espalhados pelo Brasil. "A novidade é o celular baixar um programa que possibilita fazer do aparelho um POS. Vendedores informais, feirantes, entre outros , o utilizam."
Ele destaca ainda que cerca de 100 pessoas já carregam no celular o cartão de crédito. Ele acredita que no futuro os celulares sejam cartões também. "O potencial é grande e será difundido no País."
De olho na classe emergente, o presidente da Cielo, Rômulo Dias, destaca que as classes C e D são responsáveis por 59% da massa de renda do Brasil, a qual estimou em R$ 1,4 trilhão: "Essa massa de pessoas soma 73% da população. Em 2002 [quando a renda era R$ 976 bi ], a classe A respondia por 30% da renda nacional, mas hoje a porcentagem é 16%, ou seja, a metade. É uma revolução: as classes sociais foram migrando e gerando negócios".
Para ele, de nada adianta estar presente em 98% dos municípios se não houver venda no comércio e movimentação nas maquininhas da empresa. Dias relata que, antes de chegar às periferias dos grandes centros urbanos, a Cielo fez experiências nas Regiões Centro-Oeste e Nordeste para desenhar produtos para menores faturamentos. "Subimos a favela da Rocinha, no Rio, há um ano e meio, e depois Paraisópolis, em São Paulo, cuja população gira entre 80 mil e 100 mil."
"O celular cai como uma luva nestes lugares. Adaptamos o celular do pequeno comerciante local a um aluguel de R$ 10. Eles também fazem antecipação de recebíveis e o mercado cresce rapidamente", relatou.
Operadoras
Para suportar operações via celular, recentemente Oi e Cielo fundaram uma joint venture. Para fechar o negócio, a Cielo comprou 50% da Oi Paggo (sistema de compras via telefonia celular). Este já possui uma base de 250 mil usuários e 75 mil lojistas cadastrados. "Ao anunciarmos a parceria com a Oi pegamos o serviço telefônico deles e juntamos com nossa penetração de mercado de 1,8 milhões de pontos."
Na avaliação dele, a Oi consegue priorizar o sistema de mensagens instantâneas (SMS) e eles disseminam o negócio via celular onde a empresa de telefonia não teria força para alcançar. "O negócio é como um carro antigo e a álcool: no começo demora a pegar, mas depois anda", brincou.
Cielo e Redecard apostam no crescimento da classe média e no uso de celulares como POS para impulsionar crescimento do mercado, principalmente em áreas carentes.
As duas maiores empresas do mercado de adquirência, Cielo e RedeCard, são unânimes em dizer que o futuro deste mercado está ligado a dois fatores: classes emergentes e recebimento de contas em celulares.
Para os executivos, será cada vez mais comum o celular ser um 'terminal leitor de cartão' (POS) e estar presente nas mãos de trabalhadores informais e em lugares como favelas. Os avanços tecnológicos devem contemplar também a criação de produtos para fidelizar consumidores em lojas, franquias, padarias, ou em empresas aéreas.
Para inovar na área de fidelidade entre cliente e ponto-de-venda, a Cielo lançará, até o fim do mês, na franquia especializada em chocolates Cacau Show, uma plataforma que traça o perfil do cliente e dá a saber quanto gastou e o que comprou. O programa, em desenvolvimento há três anos, permite que o próprio lojista faça promoções e programas de fidelidade com os clientes.
Dias destaca que os lojistas poderão criar promoções do tipo surpresa: "Pode ser que a cada 10 compras, a 11ª terá desconto. O programa permite saber a frequência com que a pessoa visita o estabelecimento. Criará o tão sonhado fluxo positivo de clientes."
Na sua visão, as credenciadoras precisam criar inovações e se diferenciar para evitar que o mercado venda uma "commodity".
O pensamento do presidente da Cielo, que hoje é a maior empresa do setor, é o de criar produtos distintos para clientes diferentes. "Tive uma conversa com o presidente da Gol Linhas Aéreas, Constantino de Oliveira Júnior, e ele quer uma solução para receber vendas durante os voos, que hoje são off-line."
Ele não descarta criar máquinas especiais para coletar pagamentos em lugares como favelas para venda de passagens aéreas. "Muitos clientes da Gol vindos da classe C pagam uma parte da passagem no cartão de crédito, outra em dinheiro e a outra parcelada no carnê. Faz sentido levar um celular para vender passagem em favela", ressaltou.
De acordo com Murilo Barbosa, diretor de Produtos e Serviços da companhia, em pouco tempo as viagens em família superarão as de negócios. "96% das vendas de passagens são feitas por internet. Já temos uma fatia de 23% de clientes das classes C e D, das quais 7% nunca voaram. Precisamos de meios de pagamento eficientes para competir com os ônibus para viagens de até 800 quilômetros", disse ele, no 5º Congresso Brasileiro de Meios Eletrônicos de Pagamento. Já a Redecard está ajustando os POS para capturar transações do programa de fidelidade Multiplus, que inclui a companhia aérea TAM e outras empresas.
O presidente da marca, Roberto Medeiros, também aposta em inovações tecnológicas: uma das apostas são 14 mil pontos-de-venda móveis espalhados pelo Brasil. "A novidade é o celular baixar um programa que possibilita fazer do aparelho um POS. Vendedores informais, feirantes, entre outros , o utilizam."
Ele destaca ainda que cerca de 100 pessoas já carregam no celular o cartão de crédito. Ele acredita que no futuro os celulares sejam cartões também. "O potencial é grande e será difundido no País."
De olho na classe emergente, o presidente da Cielo, Rômulo Dias, destaca que as classes C e D são responsáveis por 59% da massa de renda do Brasil, a qual estimou em R$ 1,4 trilhão: "Essa massa de pessoas soma 73% da população. Em 2002 [quando a renda era R$ 976 bi ], a classe A respondia por 30% da renda nacional, mas hoje a porcentagem é 16%, ou seja, a metade. É uma revolução: as classes sociais foram migrando e gerando negócios".
Para ele, de nada adianta estar presente em 98% dos municípios se não houver venda no comércio e movimentação nas maquininhas da empresa. Dias relata que, antes de chegar às periferias dos grandes centros urbanos, a Cielo fez experiências nas Regiões Centro-Oeste e Nordeste para desenhar produtos para menores faturamentos. "Subimos a favela da Rocinha, no Rio, há um ano e meio, e depois Paraisópolis, em São Paulo, cuja população gira entre 80 mil e 100 mil."
"O celular cai como uma luva nestes lugares. Adaptamos o celular do pequeno comerciante local a um aluguel de R$ 10. Eles também fazem antecipação de recebíveis e o mercado cresce rapidamente", relatou.
Operadoras
Para suportar operações via celular, recentemente Oi e Cielo fundaram uma joint venture. Para fechar o negócio, a Cielo comprou 50% da Oi Paggo (sistema de compras via telefonia celular). Este já possui uma base de 250 mil usuários e 75 mil lojistas cadastrados. "Ao anunciarmos a parceria com a Oi pegamos o serviço telefônico deles e juntamos com nossa penetração de mercado de 1,8 milhões de pontos."
Na avaliação dele, a Oi consegue priorizar o sistema de mensagens instantâneas (SMS) e eles disseminam o negócio via celular onde a empresa de telefonia não teria força para alcançar. "O negócio é como um carro antigo e a álcool: no começo demora a pegar, mas depois anda", brincou.
Cielo e Redecard apostam no crescimento da classe média e no uso de celulares como POS para impulsionar crescimento do mercado, principalmente em áreas carentes.
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Redecard
12 de out. de 2010
REINO UNIDO: PESQUISA REVELA OPORTUNIDADES EM VENDAS POR CELULAR
redação Serfinco 12/10/2010
A Sterling Commerce revelou as conclusões de um novo estudo de varejo sobre as preferências e atitudes dos consumidores nas compras através de dispositivos móveis. A pesquisa revela que os consumidores usam os celulares para colocar seus pedidos de compra, tornado seus deslocamentos para recolher as mercadorias em vários lugares mais convenientes, alegação feita por 17% dos respondentes.
O levantamento feito de forma independente, com mil consumidores do Reino Unido, atesta que 87% esperam uma experiência de compra sem tropeços e inconsistências quaisquer que sejam as marcas das mercadorias adquiridas e os canais de compra utilizados. No entanto, quando o processo é realizado através de dispositivos móveis, o consumidor espera do equipamento muito mais que uma ferramenta de conexão com o ponto de venda mas uma via de apoio de toda a experiência de compra:
• Mais da metade (53%) considerou como "importante ou muito importante" a capacidade de usar seu telefone celular enquanto fazia compras para verificar a disponibilidade do produto em uma determinada loja.
• 19% dos consumidores usam seu telefone na loja para pesquisar preços do item em concorrentes.
• 19% atualmente usam seus telefones para criar listas ou cestas de compras.
• Quase dois terços (64%) estão interessados na possibilidade de utilizar o celular para procurar e comprar itens, permitindo-lhes dispensar a passagem por checkout.
• 23% dos compradores acreditam que receber ofertas e promoções (tais como cupons) em seu celular facilitaria o processo de compra , mas 66% não se sentem confortáveis com a recepção de publicidade e promoções em seus telefones.
"Os varejistas devem reconhecer que o celular tem um papel importante a desempenhar nas suas estratégias de cross-channel", disse David Hogg, executivo da Sterling Commerce. "O celular oferece comodidade aos clientes, fazendo com que seja um canal essencial. Mas os varejistas precisam entender que o dispositivo móvel transcende uma simples ferramenta de compras, sendo capaz de aumentar a fidelidade, prestar assistência aos clientes e, quando usado corretamente, permite ações direcionadas de marketing, baseados nos hábitos de consumo dos clientes”.
Os consumidores parecem ansiosos em utilizar seus celulares na localização de produtos em lojas próximas, para a comparação de preços, em buscas, nos pagamentos e no recebimento de promoções. No entanto, 71% dos consumidores ainda não se sentem confortáveis em fazer compras no seu celular. Os três principais inibidores citados são:
• 41% acham a tela muito pequena.
• 37% entendem que é difícil visualizar o produto como um todo.
• 30% ainda temem pela segurança do canal.
"Muitos consumidores consideram um desafio fazer suas compras em um dispositivo móvel", continuou Hogg, "Devido à natureza do aparelho e à tela pequena, o varejista precisa adaptar seus conteúdos. Não é suficiente contar com uma versão miniaturizada do já existente site de comércio eletrônico. Cerca de 70% dos compradores entrevistados disseram que gostariam de baixar e usar um aplicativo que lhes permitisse comprar em vários sites, em vez de ficar alternando entre vários aplicativos de várias lojas”.
"Os aplicativos devem ser concebidos para tornar as compras mais eficientes e mais atrativas. Há também uma oportunidade para os varejistas realizarem ações de marketing direcionadas com base no histórico de compras do consumidor, com promoções que utilizam a interface móvel para exibir cupons ou códigos de barras. As ofertas podem ser facilmente enviadas na forma de mensagens e transportadas ao ponto de venda, onde são escaneadas e capturadas. "
Os pontos levantados na pesquisa da Sterling Commerce serão explorados em evento (Mobile Retailing Masterclass - Using mobile technology to optimise the customer experience and provide the ultimate convenience) que ocorre em Londres no próximo dia 21 de outubro.
A Sterling Commerce revelou as conclusões de um novo estudo de varejo sobre as preferências e atitudes dos consumidores nas compras através de dispositivos móveis. A pesquisa revela que os consumidores usam os celulares para colocar seus pedidos de compra, tornado seus deslocamentos para recolher as mercadorias em vários lugares mais convenientes, alegação feita por 17% dos respondentes.
O levantamento feito de forma independente, com mil consumidores do Reino Unido, atesta que 87% esperam uma experiência de compra sem tropeços e inconsistências quaisquer que sejam as marcas das mercadorias adquiridas e os canais de compra utilizados. No entanto, quando o processo é realizado através de dispositivos móveis, o consumidor espera do equipamento muito mais que uma ferramenta de conexão com o ponto de venda mas uma via de apoio de toda a experiência de compra:
• Mais da metade (53%) considerou como "importante ou muito importante" a capacidade de usar seu telefone celular enquanto fazia compras para verificar a disponibilidade do produto em uma determinada loja.
• 19% dos consumidores usam seu telefone na loja para pesquisar preços do item em concorrentes.
• 19% atualmente usam seus telefones para criar listas ou cestas de compras.
• Quase dois terços (64%) estão interessados na possibilidade de utilizar o celular para procurar e comprar itens, permitindo-lhes dispensar a passagem por checkout.
• 23% dos compradores acreditam que receber ofertas e promoções (tais como cupons) em seu celular facilitaria o processo de compra , mas 66% não se sentem confortáveis com a recepção de publicidade e promoções em seus telefones.
"Os varejistas devem reconhecer que o celular tem um papel importante a desempenhar nas suas estratégias de cross-channel", disse David Hogg, executivo da Sterling Commerce. "O celular oferece comodidade aos clientes, fazendo com que seja um canal essencial. Mas os varejistas precisam entender que o dispositivo móvel transcende uma simples ferramenta de compras, sendo capaz de aumentar a fidelidade, prestar assistência aos clientes e, quando usado corretamente, permite ações direcionadas de marketing, baseados nos hábitos de consumo dos clientes”.
Os consumidores parecem ansiosos em utilizar seus celulares na localização de produtos em lojas próximas, para a comparação de preços, em buscas, nos pagamentos e no recebimento de promoções. No entanto, 71% dos consumidores ainda não se sentem confortáveis em fazer compras no seu celular. Os três principais inibidores citados são:
• 41% acham a tela muito pequena.
• 37% entendem que é difícil visualizar o produto como um todo.
• 30% ainda temem pela segurança do canal.
"Muitos consumidores consideram um desafio fazer suas compras em um dispositivo móvel", continuou Hogg, "Devido à natureza do aparelho e à tela pequena, o varejista precisa adaptar seus conteúdos. Não é suficiente contar com uma versão miniaturizada do já existente site de comércio eletrônico. Cerca de 70% dos compradores entrevistados disseram que gostariam de baixar e usar um aplicativo que lhes permitisse comprar em vários sites, em vez de ficar alternando entre vários aplicativos de várias lojas”.
"Os aplicativos devem ser concebidos para tornar as compras mais eficientes e mais atrativas. Há também uma oportunidade para os varejistas realizarem ações de marketing direcionadas com base no histórico de compras do consumidor, com promoções que utilizam a interface móvel para exibir cupons ou códigos de barras. As ofertas podem ser facilmente enviadas na forma de mensagens e transportadas ao ponto de venda, onde são escaneadas e capturadas. "
Os pontos levantados na pesquisa da Sterling Commerce serão explorados em evento (Mobile Retailing Masterclass - Using mobile technology to optimise the customer experience and provide the ultimate convenience) que ocorre em Londres no próximo dia 21 de outubro.
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4 de out. de 2010
EMPRESA DE SVA ACREDITA QUE CONQUISTA 700 MIL CLIENTES EM TRÊS MESES
portal TeleTime 01/10/2010 - Daniel Machado
A OnePay, empresa de serviços móveis, passou pouco mais de dois anos e meio oferecendo recarga online para os clientes pré-pagos da TIM, de maneira anônima. Por não haver nenhum logotipo ou identificação da empresa na tela do aparelho, o assinante que fazia a recarga pensava que se tratava de mais um serviço de valor adicionado desenvolvido e oferecido pela operadora. Para o Grupo Bandeirantes, dono da OnePay, o anonimato era interessante e até certo ponto estratégico, pois tal mercado precisava ser sondado por algum tempo. O fato é que durante o período, a OnePay conquistou 300 mil clientes, número considerado expressivo no mercado brasileiro de serviços de valor adicionado (SVA) e a empresa resolveu agora abandonar a política low-profile.
Segundo Luis Olivalves, diretor da OnePay, a empresa estréia nesta sexta-feira, 1, uma campanha publicitária em nível nacional, com investimentos mensais de R$ 2 milhões e, com isso, deve chegar até o final de 2010 com 1 milhão de usuários. Ou seja, a empresa pretende conquistar 700 mil clientes entre outubro e dezembro, mais do que o dobro do que obteve em mais de dois anos. "Quando chegarmos nesse patamar, nosso faturamento deve atingir de R$ 6 milhões a R$ 8 milhões", revela.
E até o fim do ano, mais novidades vêm por aí. "Fechamos um contrato de fornecimento de sistemas pré-pagos com a Vivo em setembro, a próxima etapa é com a Claro e, em sequência, com a Oi", revela o executivo, que acredita que até o final do ano os clientes de todas as quatro grandes operadoras móveis brasileiras terão à disposição a recarga online da OnePay.
O sistema de cobrança da recarga online, feita diretamente no celular do usuário, é feito por meio de cartões de crédito Mastercard, Visa, American Express, Diners Club e Hipercard. O usuário pode recarregar seu celular a qualquer hora e lugar via internet, Wap, mensagem de texto (SMS para 3113) ou ligando para a central de atendimento da OnePay (*3113). "A próxima etapa é oferecer o serviço via cartão de débito, para isso também faremos parcerias com grandes bancos", antecipa. O primeiro banco a costurar uma parceria com a OnePay deve ser o Bradesco, por conta de sua parceria com o Grupo Bandeirantes. "Mas não estamos fechados para só uma instituição financeira, a ideia é trabalhar com o máximo possível", acrescenta.
Plataforma internacional
A plataforma do sistema de mobile payment utilizada pela OnePay foi desenvolvida pela italiana One Italia, empresa com quem a OnePay possui uma parceria técnica. No entanto, a OnePay tropicalizou o produto, adaptando-o às necessidades e especificidades do mercado nacional. "Essa plataforma é aberta e pode trabalhar com diversos outros sistemas, sendo evoluída inclusive para outras ferramentas de mobile payment, como e-commerce. Até o final do ano devemos oferecer outros sistemas de pagamento móvel, que não só a recarga, em alguma operadora", finaliza.
A OnePay, empresa de serviços móveis, passou pouco mais de dois anos e meio oferecendo recarga online para os clientes pré-pagos da TIM, de maneira anônima. Por não haver nenhum logotipo ou identificação da empresa na tela do aparelho, o assinante que fazia a recarga pensava que se tratava de mais um serviço de valor adicionado desenvolvido e oferecido pela operadora. Para o Grupo Bandeirantes, dono da OnePay, o anonimato era interessante e até certo ponto estratégico, pois tal mercado precisava ser sondado por algum tempo. O fato é que durante o período, a OnePay conquistou 300 mil clientes, número considerado expressivo no mercado brasileiro de serviços de valor adicionado (SVA) e a empresa resolveu agora abandonar a política low-profile.
Segundo Luis Olivalves, diretor da OnePay, a empresa estréia nesta sexta-feira, 1, uma campanha publicitária em nível nacional, com investimentos mensais de R$ 2 milhões e, com isso, deve chegar até o final de 2010 com 1 milhão de usuários. Ou seja, a empresa pretende conquistar 700 mil clientes entre outubro e dezembro, mais do que o dobro do que obteve em mais de dois anos. "Quando chegarmos nesse patamar, nosso faturamento deve atingir de R$ 6 milhões a R$ 8 milhões", revela.
E até o fim do ano, mais novidades vêm por aí. "Fechamos um contrato de fornecimento de sistemas pré-pagos com a Vivo em setembro, a próxima etapa é com a Claro e, em sequência, com a Oi", revela o executivo, que acredita que até o final do ano os clientes de todas as quatro grandes operadoras móveis brasileiras terão à disposição a recarga online da OnePay.
O sistema de cobrança da recarga online, feita diretamente no celular do usuário, é feito por meio de cartões de crédito Mastercard, Visa, American Express, Diners Club e Hipercard. O usuário pode recarregar seu celular a qualquer hora e lugar via internet, Wap, mensagem de texto (SMS para 3113) ou ligando para a central de atendimento da OnePay (*3113). "A próxima etapa é oferecer o serviço via cartão de débito, para isso também faremos parcerias com grandes bancos", antecipa. O primeiro banco a costurar uma parceria com a OnePay deve ser o Bradesco, por conta de sua parceria com o Grupo Bandeirantes. "Mas não estamos fechados para só uma instituição financeira, a ideia é trabalhar com o máximo possível", acrescenta.
Plataforma internacional
A plataforma do sistema de mobile payment utilizada pela OnePay foi desenvolvida pela italiana One Italia, empresa com quem a OnePay possui uma parceria técnica. No entanto, a OnePay tropicalizou o produto, adaptando-o às necessidades e especificidades do mercado nacional. "Essa plataforma é aberta e pode trabalhar com diversos outros sistemas, sendo evoluída inclusive para outras ferramentas de mobile payment, como e-commerce. Até o final do ano devemos oferecer outros sistemas de pagamento móvel, que não só a recarga, em alguma operadora", finaliza.
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18 de set. de 2010
VIVO, REDECARD E ITAÚ TRANSFORMAM CELULAR EM CARTÃO DE CRÉDITO
jornal Brasil Econômico 17/09/2010 Fabiana Monte
Vivo, Redecard e Itaú estão testando um novo sistema de pagamento por meio do celular, para que o telefone móvel possa ser usado como cartão de crédito, substituindo o dinheiro de plástico. O projeto, chamado Redecard Celular, está em testes há cerca de quatro meses por 100 funcionários do banco Itaú e da Redecard, responsável por transmitir e capturar as transações realizadas com 20 bandeiras de cartão de crédito. Segundo Roberto Medeiros, presidente da companhia, 600 mil máquinas de cartão de crédito da empresa estão prontas para pôr a novidade em prática. A expectativa é ampliar este número para um milhão nos próximos seis meses - chegando quase à totalidade do atual parque brasileiro, que soma cerca de 1,2 milhão de máquinas.
"À medida que damos novas cargas de software nas máquinas, elas ficam preparadas nos lojistas para receber pagamentos pelo celular. E continuamos agregando novos clientes, em média, 45 mil a 50 mil novos estabelecimentos por mês", diz Medeiros. Como se trata de uma atualização de software, as máquinas são habilitadas de forma conjunta e remota, sem a necessidade de um funcionário ir ao estabelecimento.
Mês que vem
O lançamento comercial ocorrerá no inicio de outubro, com uma campanha de divulgação do serviço direcionada aos 300 mil usuários do cartão Itaucard Vivo, com bandeira Mastercard. "Vamos lançar uma campanha especifica com a Vivo para dar um posicionamento de tecnologia móvel", diz Massayuki Fujimoto, diretor de inovação da Redecard. Os clientes que têm o cartão serão comunicados sobre a iniciativa, provavelmente por mensagem de texto ou por meio de informe a ser enviado junto com a fatura. Ainda este ano, o serviço funcionará também com as bandeiras Diners e Visa e, em 2011, com Hipercard. A Redecard negocia com outras duas instituições financeiras e com empresas que oferecem benefício alimentação, para aumentar o alcance da proposta, que permite a cada usuário vincular até seis cartões a um mesmo número de celular.
O presidente da Redecard acredita que o uso do celular como cartão de crédito vai deslanchar nos próximos seis meses, mas, para isso, admite que é preciso oferecer o produto ativamente aos portadores de cartões de crédito. "Falta um esforço dos bancos", diz. Medeiros avalia que a inclusão de mais 400 mil máquinas de cartão de crédito compatíveis com o serviço incentivará uma maior divulgação do serviço. "Ele será o principal padrão em algum tempo", afirma, sem informar o valor investido no desenvolvimento da novidade.
Para Maurício Romão, diretor de parcerias financeiras da Vivo, outra peça fundamental para o sucesso do projeto é o treinamento dos lojistas, que deve começar a ser feito pela Redecard cerca de 20 dias antes do início da campanha junto aos clientes Redecard Vivo. "Se fizer muito antes, o lojista esquece. Perto do lançamento, faremos uma força-tarefa para treinar essas pessoas", afirma.
Segurança
Para usar o serviço, o usuário precisa cadastrar o número do telefone junto ao banco, e, na hora da compra, digitar duas senhas para realizar a transação. Esses elementos, avaliam os executivos, garantem a segurança do serviço. "Hoje, ele é mais seguro do que o cartão de crédito físico. Pesquisas mostram que você demora mais para notar o roubo de um cartão do que do celular", diz Romão.
O Redecard Celular é fruto de uma experiência prévia da empresa, o Redecard Móvel, em funcionamento há um ano e meio e voltado para vendas porta a porta. Ao todo, 11 mil vendedores usam o sistema, que emula a máquina de cartão de crédito no telefone celular. "São vendedores de serviços ou produtos ligados a alguma empresa, como uma que vende calça jeans de porta em porta no Nordeste", diz Medeiros. Com a solução, o vendedor digita no celular o número do cartão de crédito e o valor da transação, que é ou não aprovada pelo cliente por meio de senha.
Como funciona
Antes de usar o sistema, é preciso cadastrar o número do telefone junto ao banco emissor do cartão de crédito, para a instituição associar o número do telefone ao do cartão de crédito. Na hora da compra, deve-se informar ao lojista que o pagamento será feito com o celular.
O número do telefone é digitado na máquina tradicional de cartão e, se houver mais de um cartão associado ao telefone, o usuário escolhe com qual quer pagar e digita sua senha pessoal do cartão na máquina. Na sequência, o celular recebe uma mensagem de texto com outra senha, que também deve ser digitada. E o usuário recebe outra mensagem de texto, confirmando a transação.
Vivo, Redecard e Itaú estão testando um novo sistema de pagamento por meio do celular, para que o telefone móvel possa ser usado como cartão de crédito, substituindo o dinheiro de plástico. O projeto, chamado Redecard Celular, está em testes há cerca de quatro meses por 100 funcionários do banco Itaú e da Redecard, responsável por transmitir e capturar as transações realizadas com 20 bandeiras de cartão de crédito. Segundo Roberto Medeiros, presidente da companhia, 600 mil máquinas de cartão de crédito da empresa estão prontas para pôr a novidade em prática. A expectativa é ampliar este número para um milhão nos próximos seis meses - chegando quase à totalidade do atual parque brasileiro, que soma cerca de 1,2 milhão de máquinas.
"À medida que damos novas cargas de software nas máquinas, elas ficam preparadas nos lojistas para receber pagamentos pelo celular. E continuamos agregando novos clientes, em média, 45 mil a 50 mil novos estabelecimentos por mês", diz Medeiros. Como se trata de uma atualização de software, as máquinas são habilitadas de forma conjunta e remota, sem a necessidade de um funcionário ir ao estabelecimento.
Mês que vem
O lançamento comercial ocorrerá no inicio de outubro, com uma campanha de divulgação do serviço direcionada aos 300 mil usuários do cartão Itaucard Vivo, com bandeira Mastercard. "Vamos lançar uma campanha especifica com a Vivo para dar um posicionamento de tecnologia móvel", diz Massayuki Fujimoto, diretor de inovação da Redecard. Os clientes que têm o cartão serão comunicados sobre a iniciativa, provavelmente por mensagem de texto ou por meio de informe a ser enviado junto com a fatura. Ainda este ano, o serviço funcionará também com as bandeiras Diners e Visa e, em 2011, com Hipercard. A Redecard negocia com outras duas instituições financeiras e com empresas que oferecem benefício alimentação, para aumentar o alcance da proposta, que permite a cada usuário vincular até seis cartões a um mesmo número de celular.
O presidente da Redecard acredita que o uso do celular como cartão de crédito vai deslanchar nos próximos seis meses, mas, para isso, admite que é preciso oferecer o produto ativamente aos portadores de cartões de crédito. "Falta um esforço dos bancos", diz. Medeiros avalia que a inclusão de mais 400 mil máquinas de cartão de crédito compatíveis com o serviço incentivará uma maior divulgação do serviço. "Ele será o principal padrão em algum tempo", afirma, sem informar o valor investido no desenvolvimento da novidade.
Para Maurício Romão, diretor de parcerias financeiras da Vivo, outra peça fundamental para o sucesso do projeto é o treinamento dos lojistas, que deve começar a ser feito pela Redecard cerca de 20 dias antes do início da campanha junto aos clientes Redecard Vivo. "Se fizer muito antes, o lojista esquece. Perto do lançamento, faremos uma força-tarefa para treinar essas pessoas", afirma.
Segurança
Para usar o serviço, o usuário precisa cadastrar o número do telefone junto ao banco, e, na hora da compra, digitar duas senhas para realizar a transação. Esses elementos, avaliam os executivos, garantem a segurança do serviço. "Hoje, ele é mais seguro do que o cartão de crédito físico. Pesquisas mostram que você demora mais para notar o roubo de um cartão do que do celular", diz Romão.
O Redecard Celular é fruto de uma experiência prévia da empresa, o Redecard Móvel, em funcionamento há um ano e meio e voltado para vendas porta a porta. Ao todo, 11 mil vendedores usam o sistema, que emula a máquina de cartão de crédito no telefone celular. "São vendedores de serviços ou produtos ligados a alguma empresa, como uma que vende calça jeans de porta em porta no Nordeste", diz Medeiros. Com a solução, o vendedor digita no celular o número do cartão de crédito e o valor da transação, que é ou não aprovada pelo cliente por meio de senha.
Como funciona
Antes de usar o sistema, é preciso cadastrar o número do telefone junto ao banco emissor do cartão de crédito, para a instituição associar o número do telefone ao do cartão de crédito. Na hora da compra, deve-se informar ao lojista que o pagamento será feito com o celular.
O número do telefone é digitado na máquina tradicional de cartão e, se houver mais de um cartão associado ao telefone, o usuário escolhe com qual quer pagar e digita sua senha pessoal do cartão na máquina. Na sequência, o celular recebe uma mensagem de texto com outra senha, que também deve ser digitada. E o usuário recebe outra mensagem de texto, confirmando a transação.
24 de ago. de 2010
BARCELONA TERÁ ESTACIONAMENTO ROTATIVO A R$ 1,50 POR HORA
jornal Diário do Grande ABC 24/08/2010 - Bruna Gonçalves e Michelly Cyrillo
O estacionamento rotativo no bairro Barcelona, em São Caetano começa a operar no próximo mês. A instalação da Zona Azul divide opiniões de comerciantes e moradores.
O rotativo não tem data definida para começar a funcionar. Mas valerá de segunda à sexta-feira, das 8h às 18h e aos sábados das 8h às 13h. O preço da tarifa será de R$ 1,50 por hora de utilização de vaga, até o limite máximo de duas horas de permanência.
"Acho que já deveria ter começado a cobrar para estacionar na rua há anos. Aqui é super complicado parar", disse o comerciante da Rua Taipas, Francisco Gonçalves.
A moradora do bairro Aparecida Gregio Guilherme, 58 anos, pesa as vantagens e desvantagens do serviço. "Agora os motoristas que deixavam o carro na minha rua para ir trabalhar ou ir para Rua Taipas terão de pagar. Por outro lado, a cobrança dificultará a visita de familiares e amigos", disse aposentada, que mora na Alameda Cassaquera.
O cartão de estacionamento pode ser adquirido nos comércios credenciados ou através dos agentes de fiscalização.
A cobrança do bilhete pode ser também por meio de telefone celular, onde o usuário previamente cadastrado paga apenas pelos minutos em que fica parado na vaga. O usuário que optar pela facilidade deve se cadastrar pelo telefone 3509-9410, ou no site www.celloauto.com.br. É preciso informar, além de dados pessoais, o número do celular que deverá ter os valores debitados, a placa do veículo e a forma de pagamento - boleto bancário, débito em conta ou cartão.
Haverá tolerância de dez minutos para os motoristas adquirirem ou trocarem o bilhete. No caso de verificação de qualquer irregularidade, o agente de fiscalização emitirá Aviso de Irregularidade, e apenas o agente de trânsito poderá autuar e aplicar uma multa de R$ 53,20
"A tolerância deveria ser de 30 minutos, para ser justo com o comércio. Acredito que irei perder muitos clientes, que não vão querer pagar o preço de uma hora para ficar 20 minutos", disse o encarregado do açougue da Rua Maceió, Claudio José de Sousa.
Para o atendente José Furtado, o movimento vai cair no primeiro mês. "Os clientes vão precisar se acostumar com o cartão. Mas como a compra é rápida, deve ser encaixar no período de tolerância", disse o funcionário de uma padaria na Rua Flórida.
Outra reclamação dos comerciantes é a falta de estacionamento para deixar os veículos. "Quem vem com o carro trabalhar terá de ficar trocando o cartão a cada duas horas. Desse jeito parte do salário vai para isso", explicou o atendente Marcelo da Silva, que trabalha Rua Oriente.
ISENÇÃO
Ficam isentos do pagamento pelo uso e ocupação de vaga do sistema de Zona Azul as motocicletas, desde que devidamente estacionadas nos locais destinados. os veículos de serviços públicos e oficiais, os conduzidos ou que transportem pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, além de pessoas acima de 65 anos.
O estacionamento rotativo no bairro Barcelona, em São Caetano começa a operar no próximo mês. A instalação da Zona Azul divide opiniões de comerciantes e moradores.
O rotativo não tem data definida para começar a funcionar. Mas valerá de segunda à sexta-feira, das 8h às 18h e aos sábados das 8h às 13h. O preço da tarifa será de R$ 1,50 por hora de utilização de vaga, até o limite máximo de duas horas de permanência.
"Acho que já deveria ter começado a cobrar para estacionar na rua há anos. Aqui é super complicado parar", disse o comerciante da Rua Taipas, Francisco Gonçalves.
A moradora do bairro Aparecida Gregio Guilherme, 58 anos, pesa as vantagens e desvantagens do serviço. "Agora os motoristas que deixavam o carro na minha rua para ir trabalhar ou ir para Rua Taipas terão de pagar. Por outro lado, a cobrança dificultará a visita de familiares e amigos", disse aposentada, que mora na Alameda Cassaquera.
O cartão de estacionamento pode ser adquirido nos comércios credenciados ou através dos agentes de fiscalização.
A cobrança do bilhete pode ser também por meio de telefone celular, onde o usuário previamente cadastrado paga apenas pelos minutos em que fica parado na vaga. O usuário que optar pela facilidade deve se cadastrar pelo telefone 3509-9410, ou no site www.celloauto.com.br. É preciso informar, além de dados pessoais, o número do celular que deverá ter os valores debitados, a placa do veículo e a forma de pagamento - boleto bancário, débito em conta ou cartão.
Haverá tolerância de dez minutos para os motoristas adquirirem ou trocarem o bilhete. No caso de verificação de qualquer irregularidade, o agente de fiscalização emitirá Aviso de Irregularidade, e apenas o agente de trânsito poderá autuar e aplicar uma multa de R$ 53,20
"A tolerância deveria ser de 30 minutos, para ser justo com o comércio. Acredito que irei perder muitos clientes, que não vão querer pagar o preço de uma hora para ficar 20 minutos", disse o encarregado do açougue da Rua Maceió, Claudio José de Sousa.
Para o atendente José Furtado, o movimento vai cair no primeiro mês. "Os clientes vão precisar se acostumar com o cartão. Mas como a compra é rápida, deve ser encaixar no período de tolerância", disse o funcionário de uma padaria na Rua Flórida.
Outra reclamação dos comerciantes é a falta de estacionamento para deixar os veículos. "Quem vem com o carro trabalhar terá de ficar trocando o cartão a cada duas horas. Desse jeito parte do salário vai para isso", explicou o atendente Marcelo da Silva, que trabalha Rua Oriente.
ISENÇÃO
Ficam isentos do pagamento pelo uso e ocupação de vaga do sistema de Zona Azul as motocicletas, desde que devidamente estacionadas nos locais destinados. os veículos de serviços públicos e oficiais, os conduzidos ou que transportem pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, além de pessoas acima de 65 anos.
21 de ago. de 2010
CAIXA CELULAR REGISTRA UM MILHÃO DE CLIENTES
portal Executivos Financeiros 20/08/2010
A Caixa Econômica Federal conseguiu a marca histórica de um milhão de clientes do Caixa Celular, posicionando a empresa como um dos maiores participantes do mercado de serviços bancários móveis do país.
Pelo telefone móvel estão disponíveis os serviços mensagens via celular (SMS) sobre movimentação financeira e informações do FGTS, acesso à conta pelo próprio aparelho para consultas de saldo e consulta a conta via smartphones para checagens, transferências, pagamentos e investimentos.
Lançado em abril de 2008, o envio de alertas SMS sobre movimentações financeiras de conta corrente e poupança permite que o cliente acompanhe em tempo real os débitos realizados em sua conta, nos principais canais de atendimento da Caixa: Internet Banking, autoatendimento, correspondente Caixa Aqui, lotéricas e banco 24H.
O serviço também envia alertas das compras com cartão de débito. Além da comodidade, o envio de alertas SMS sobre movimentações financeiras proporciona um reforço de segurança contra tentativas de invasão de contas, pois o cliente poderá reconhecer em tempo real caso alguma transação não seja de sua autoria e tomar as providências necessárias.
O envio de mensagens de texto com informações do FGTS, lançado em abril de 2009, rapidamente se tornou um parceiro dos trabalhadores no controle dos depósitos mensais do Fundo de Garantia, ao oferecer mais agilidade no acompanhamento do saldo da conta, além de contribuir para a preservação do meio ambiente com a redução do envio de extratos em papel.
Conforme a Anatel - Agência Nacional de Telefonia, o número de celulares no Brasil chegou a aproximadamente 96 aparelhos para cada cem pessoas em junho deste ano, crescimento de 38% em dois anos, com forte penetração nas classes C e D.
Para promover a inclusão bancária aliada à aderência do canal junto à população de baixa renda, a Caixa viabilizará em breve outros serviços pelo celular que simplifiquem o acesso a serviços financeiros e sociais.
A Caixa Econômica Federal conseguiu a marca histórica de um milhão de clientes do Caixa Celular, posicionando a empresa como um dos maiores participantes do mercado de serviços bancários móveis do país.
Pelo telefone móvel estão disponíveis os serviços mensagens via celular (SMS) sobre movimentação financeira e informações do FGTS, acesso à conta pelo próprio aparelho para consultas de saldo e consulta a conta via smartphones para checagens, transferências, pagamentos e investimentos.
Lançado em abril de 2008, o envio de alertas SMS sobre movimentações financeiras de conta corrente e poupança permite que o cliente acompanhe em tempo real os débitos realizados em sua conta, nos principais canais de atendimento da Caixa: Internet Banking, autoatendimento, correspondente Caixa Aqui, lotéricas e banco 24H.
O serviço também envia alertas das compras com cartão de débito. Além da comodidade, o envio de alertas SMS sobre movimentações financeiras proporciona um reforço de segurança contra tentativas de invasão de contas, pois o cliente poderá reconhecer em tempo real caso alguma transação não seja de sua autoria e tomar as providências necessárias.
O envio de mensagens de texto com informações do FGTS, lançado em abril de 2009, rapidamente se tornou um parceiro dos trabalhadores no controle dos depósitos mensais do Fundo de Garantia, ao oferecer mais agilidade no acompanhamento do saldo da conta, além de contribuir para a preservação do meio ambiente com a redução do envio de extratos em papel.
Conforme a Anatel - Agência Nacional de Telefonia, o número de celulares no Brasil chegou a aproximadamente 96 aparelhos para cada cem pessoas em junho deste ano, crescimento de 38% em dois anos, com forte penetração nas classes C e D.
Para promover a inclusão bancária aliada à aderência do canal junto à população de baixa renda, a Caixa viabilizará em breve outros serviços pelo celular que simplifiquem o acesso a serviços financeiros e sociais.
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