portal Fator Brasil 24/10/2011
Com quatro milhões de atendimentos por mês, a Droga Raia é considerada referência na qualidade de atendimento aos seus clientes. O prazer em cuidar e os valores de ética, inovação e paixão compõem, ao longo de 106 anos, o legado deixado pelo fundador, João Baptista Raia. Para estreitar ainda mais esse relacionamento, a Raia está lançando o Muito Mais Raia, novo programa de fidelidade.
O foco no fortalecimento de relacionamento com seus clientes é uma marca da empresa, que foi pioneira na implementação do cartão fidelidade do varejo farmacêutico. “Buscamos frequentemente novas ferramentas para beneficiar nossos consumidores.”, afirma Marcello de Zagottis, vice-presidente de marketing e vendas da Droga Raia.
Dividido em três pilares - troque pontos, ganhe descontos e aproveite ofertas – o Muito Mais Raia tem como objetivo proporcionar ao cliente um ambiente de experimentação do jeito de ser da marca. “Queremos que cada cliente se sinta valorizado e único ao viver o momento de compra em qualquer uma das lojas da Raia” destaca de Zagottis. O primeiro deles - troque pontos – é representado pela parceria com a rede Multiplus, onde as compras feitas acumulam pontos que podem ser somados e trocados por diversos produtos na própria loja ou transferidos para a rede Multiplus.
No pilar de ganhe descontos há o Ofertas Exclusivas, que concede uma seleção de ofertas personalizadas baseada no perfil de consumo. “Através dos dados dos clientes cadastrados no programa fomos capazes de definir grupos de ofertas exclusivas para cada um, o que é fundamental para tornar o programa atraente e relevante”, destaca de Zagottis.
Com o cartão fidelidade da Raia os clientes ainda podem ter descontos na compra de produtos farmacêuticos e de higiene e beleza. “Na Droga Raia os consumidores cadastrados no programa têm garantia de preços diferenciados na aquisição de mais de 14 mil produtos” concluir de Zagottis.
A aquisição é gratuita e não há qualquer exigência de comprovação de renda, somente documento de identidade. Para se tornar cliente Muito Mais Raia basta apresentar um documento de identidade em uma das lojas da rede e se cadastrar na hora. Para os clientes que já possuem o cartão Raia, não é preciso fazer novo cadastro.
Mecânica -A cada R$ 1,00 gastos em compras de higiene, beleza e dietéticos o cliente acumula 1 ponto. Com validade de seis meses, os clientes têm duas opções para troca de pontos: (i) trocar pelo catálogo de produtos da própria Raia ou (ii) transferir para a rede Multiplus (2 pontos Muito Mais Raia = 1 ponto Multiplus) à partir da primeira faixa de troca e se beneficiar das opções das empresas participantes do programa. O cliente tem ainda a opção de transferir os pontos Multiplus para o programa Muito Mais Raia (2 pontos Multiplus = 1 ponto Muito Mais Raia) e usá-los no catálogo da loja.
Droga Raia-Fundada em Araraquara, interior de São Paulo, em 1905, a Droga Raia (BM&FBovespa: RAIA3) é a segunda maior rede de drogarias do País em número de lojas e a que mais cresceu nos últimos três anos. Sua trajetória de crescimento se baseia em sua vocação para cuidar, exercida há mais de cem anos, e num modelo de negócio focado em atendimento altamente qualificado aos clientes. A empresa encerrou o 2T11 com 362 lojas nos seis maiores mercados farmacêuticos do Brasil (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina), mais de 6 mil funcionários e faturamento bruto de R$ 1,9 bilhão em 2010.
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2 de nov. de 2011
NOVA CAMPANHA DA REDE MULTIPLUS CHEGA À MÍDIA
portal Propmark 18/10/2011
A NewStyle criou a campanha que explica o funcionamento da Multiplus, rede de fidelização na qual é possível acumular pontos de programas e empresas parceiras e trocá-los por prêmios como passagens aéreas, celulares, assinaturas de revistas e combustível. A estratégia de comunicação, intitulada “Junto é muito melhor. Junto é Multiplus", é composta por comerciais, mídia exterior, spots, anúncios em jornais e revistas e materiais para internet e tablet. As peças têm como intuito mostrar que juntar e usar os pontos é algo simples, leve e prazeroso.
Ficha técnica:
Criação: Claudio Xavier, Thomas Tagliaferro, Danilo Vizagre, Juliana Curi, Thiago Campelo e João Vereza
Planejamento: Claudia Bertoni e Juliana Veloso
Mídia: Cristiane Lazotti
Atendimento: Alice Coutinho, Carolina Vanuci e Carolina Cabral
Produtora do filme: Black Maria
Direção de cena: Xico de Deus e Alexandre Casagrande
Direção de fotografia: Aldo Imperatrice
Produtora de som: Technologica
Aprovação pelo cliente: Ana Beatriz Schleder Fuhrmann Basso e Patrícia Dib
A NewStyle criou a campanha que explica o funcionamento da Multiplus, rede de fidelização na qual é possível acumular pontos de programas e empresas parceiras e trocá-los por prêmios como passagens aéreas, celulares, assinaturas de revistas e combustível. A estratégia de comunicação, intitulada “Junto é muito melhor. Junto é Multiplus", é composta por comerciais, mídia exterior, spots, anúncios em jornais e revistas e materiais para internet e tablet. As peças têm como intuito mostrar que juntar e usar os pontos é algo simples, leve e prazeroso.
Ficha técnica:
Criação: Claudio Xavier, Thomas Tagliaferro, Danilo Vizagre, Juliana Curi, Thiago Campelo e João Vereza
Planejamento: Claudia Bertoni e Juliana Veloso
Mídia: Cristiane Lazotti
Atendimento: Alice Coutinho, Carolina Vanuci e Carolina Cabral
Produtora do filme: Black Maria
Direção de cena: Xico de Deus e Alexandre Casagrande
Direção de fotografia: Aldo Imperatrice
Produtora de som: Technologica
Aprovação pelo cliente: Ana Beatriz Schleder Fuhrmann Basso e Patrícia Dib
18 de set. de 2011
MILHAS INFIÉIS: CLIENTES DE PROGRAMAS DE FIDELIDADE DENUNCIAM O ROUBO DE PONTOS
portal O Globo 14/09/2011 - Rennan Setti e Luciana Casemiro
Não bastasse a dificuldade para resgatar milhas aéreas, os passageiros passam por uma nova turbulência na relação com os programas de fidelidade: o furto de pontos. Um número crescente de clientes de TAM e Gol reclama da emissão não autorizada de passagens para pessoas desconhecidas e de alterações nos dados cadastrais sem consentimento. A suspeita é de fraude cibernética, já que a internet é um dos principais canais de resgate de milhas. Mas as companhias se isentam de qualquer responsabilidade. O resultado é a desconfiança em relação aos programas de fidelidade.
Viajante assídua pela TAM, a empresária Luiza Sampaio, de 48 anos, espantou-se ao descobrir que 33 mil de suas 41 mil milhas no Multiplus Fidelidade financiaram uma viagem de ida e volta entre São Paulo e Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, para alguém que não conhecia. Luiza estava certa de que fora vítima de um erro ou de um golpe, mas a companhia não concordou. "Não foi detectada fraude nas emissões efetuadas com a sua pontuação, uma vez que a senha foi utilizada corretamente", foi a resposta da TAM.
- Os clientes desses programas não estão seguros. O objetivo do sistema de milhas é viajar, mas, por causa do problema, acabei tendo de tirar mais de US$1.800 do meu bolso para pagar minha ida a Vancouver - lamentou Luiza, que costuma converter também os pontos acumulados no cartão de crédito em passagens aéreas.
Até Polícia do Senado já abriu inquérito sobre roubo de milhas
A Multiplus/TAM deu a mesma resposta à publicitária Caroline Rayel, de Cuiabá, quando 41 mil milhas acumuladas em voos pela empresa foram usadas na compra de um monitor LCD de 21 polegadas em uma loja de eletrônicos. Isso apesar de o endereço de entrega ser em Minas Gerais e completamente estranho à consumidora. Caroline só se deu conta do roubo após receber um e-mail comunicando que seu cadastro havia sido alterado no Multiplus. Mas a TAM informou que sequer poderia cancelar a compra.
- A companhia me tratou como se eu fosse a culpada. Gastei R$500 em telefonemas para a TAM e não resolvi o problema - reclama Caroline, que prepara uma ação contra a empresa.
Mas a TAM não é o único alvo de queixas sobre furto de milhagens. Esta seção também já recebeu reclamações similares de consumidores cadastrados no programa Smiles, da Gol. Como a da dona de casa Sílvia Lemos, de 52 anos. Sem que ela soubesse, 30 mil milhas foram usadas na emissão de três passagens para uma família - a julgar pela coincidência nos sobrenomes - de estranhos. A Gol negou que tenha havido fraude, pois trabalha com "altos padrões de segurança e (...) com sistema adicional antifraude". Sílvia já avalia se vale a pena continuar cadastrada em programas de fidelidade e viajando pela companhia.
O problema já chegou a Brasília. A Polícia do Senado Federal já abriu dois inquéritos para apurar o roubo de milhas de senadores. Na Justiça, os processos acabaram arquivados.
De acordo com Júlio Machado, titular da 1ª Promotoria de Defesa do Consumidor do Rio, as denúncias indicam a existência de fraudes:
- Os consumidores podem propor ação para reparação dos prejuízos. É cabível inclusive a inversão do ônus da prova, de forma a transferir à companhia o dever de demonstrar que foi o consumidor quem realizou o resgate, como ocorre com os saques bancários indevidos, conforme decisões do STJ.
Troca de milhas por passagens aéreas passam por um 'boom'
Os programas de milhagem passam por um boom. No Multiplus Fidelidade (da mesma holding da TAM), por exemplo, o resgate de passagens saltou 238,8% em um ano. A emissão de pontos também cresceu: 51,4% na comparação anual. Muitos desses pontos são acumulados por meio de cartão de crédito.
Para Maíra Feltrin, assessora técnica do Procon-SP, as companhias têm responsabilidade objetiva pelo sumiço das milhas à luz do Código de Defesa do Consumidor (CDC):
- Se a empresa estabelece relação com o consumidor por meio da web, tem de oferecer uma via segura. Os riscos que advêm do uso da internet fazem parte do risco da atividade.
TAM, Multiplus e Gol não admitiram a ocorrência de fraude
Maíra destaca que, apesar de os programas não serem regulados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), devem respeitar o CDC.
Para consultor de segurança digital Alexandre Freire, o ideal seria que as empresas igualassem sua infraestrutura de segurança à das instituições financeiras - exigindo, por exemplo, que o passageiro escolha uma única máquina para realizar o acesso e com chaves de segurança.
Procuradas pelo GLOBO, TAM, Multiplus e Gol não admitiram a ocorrência de fraude. As empresas ressaltaram a qualidade de seus procedimentos de segurança. TAM e Multiplus orientaram os clientes a ficarem atentos a pedidos de confirmação de dados por e-mail e informaram que qualquer solicitação real direcionará o usuário aos sites oficiais. A Gol disse que qualquer alteração de e-mail ou solicitação de nova senha ocasiona envio de notificação para o e-mail anteriormente cadastrado. A TAM disse ainda estar apurando as denúncias de fraude.
Não bastasse a dificuldade para resgatar milhas aéreas, os passageiros passam por uma nova turbulência na relação com os programas de fidelidade: o furto de pontos. Um número crescente de clientes de TAM e Gol reclama da emissão não autorizada de passagens para pessoas desconhecidas e de alterações nos dados cadastrais sem consentimento. A suspeita é de fraude cibernética, já que a internet é um dos principais canais de resgate de milhas. Mas as companhias se isentam de qualquer responsabilidade. O resultado é a desconfiança em relação aos programas de fidelidade.
Viajante assídua pela TAM, a empresária Luiza Sampaio, de 48 anos, espantou-se ao descobrir que 33 mil de suas 41 mil milhas no Multiplus Fidelidade financiaram uma viagem de ida e volta entre São Paulo e Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, para alguém que não conhecia. Luiza estava certa de que fora vítima de um erro ou de um golpe, mas a companhia não concordou. "Não foi detectada fraude nas emissões efetuadas com a sua pontuação, uma vez que a senha foi utilizada corretamente", foi a resposta da TAM.
- Os clientes desses programas não estão seguros. O objetivo do sistema de milhas é viajar, mas, por causa do problema, acabei tendo de tirar mais de US$1.800 do meu bolso para pagar minha ida a Vancouver - lamentou Luiza, que costuma converter também os pontos acumulados no cartão de crédito em passagens aéreas.
Até Polícia do Senado já abriu inquérito sobre roubo de milhas
A Multiplus/TAM deu a mesma resposta à publicitária Caroline Rayel, de Cuiabá, quando 41 mil milhas acumuladas em voos pela empresa foram usadas na compra de um monitor LCD de 21 polegadas em uma loja de eletrônicos. Isso apesar de o endereço de entrega ser em Minas Gerais e completamente estranho à consumidora. Caroline só se deu conta do roubo após receber um e-mail comunicando que seu cadastro havia sido alterado no Multiplus. Mas a TAM informou que sequer poderia cancelar a compra.
- A companhia me tratou como se eu fosse a culpada. Gastei R$500 em telefonemas para a TAM e não resolvi o problema - reclama Caroline, que prepara uma ação contra a empresa.
Mas a TAM não é o único alvo de queixas sobre furto de milhagens. Esta seção também já recebeu reclamações similares de consumidores cadastrados no programa Smiles, da Gol. Como a da dona de casa Sílvia Lemos, de 52 anos. Sem que ela soubesse, 30 mil milhas foram usadas na emissão de três passagens para uma família - a julgar pela coincidência nos sobrenomes - de estranhos. A Gol negou que tenha havido fraude, pois trabalha com "altos padrões de segurança e (...) com sistema adicional antifraude". Sílvia já avalia se vale a pena continuar cadastrada em programas de fidelidade e viajando pela companhia.
O problema já chegou a Brasília. A Polícia do Senado Federal já abriu dois inquéritos para apurar o roubo de milhas de senadores. Na Justiça, os processos acabaram arquivados.
De acordo com Júlio Machado, titular da 1ª Promotoria de Defesa do Consumidor do Rio, as denúncias indicam a existência de fraudes:
- Os consumidores podem propor ação para reparação dos prejuízos. É cabível inclusive a inversão do ônus da prova, de forma a transferir à companhia o dever de demonstrar que foi o consumidor quem realizou o resgate, como ocorre com os saques bancários indevidos, conforme decisões do STJ.
Troca de milhas por passagens aéreas passam por um 'boom'
Os programas de milhagem passam por um boom. No Multiplus Fidelidade (da mesma holding da TAM), por exemplo, o resgate de passagens saltou 238,8% em um ano. A emissão de pontos também cresceu: 51,4% na comparação anual. Muitos desses pontos são acumulados por meio de cartão de crédito.
Para Maíra Feltrin, assessora técnica do Procon-SP, as companhias têm responsabilidade objetiva pelo sumiço das milhas à luz do Código de Defesa do Consumidor (CDC):
- Se a empresa estabelece relação com o consumidor por meio da web, tem de oferecer uma via segura. Os riscos que advêm do uso da internet fazem parte do risco da atividade.
TAM, Multiplus e Gol não admitiram a ocorrência de fraude
Maíra destaca que, apesar de os programas não serem regulados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), devem respeitar o CDC.
Para consultor de segurança digital Alexandre Freire, o ideal seria que as empresas igualassem sua infraestrutura de segurança à das instituições financeiras - exigindo, por exemplo, que o passageiro escolha uma única máquina para realizar o acesso e com chaves de segurança.
Procuradas pelo GLOBO, TAM, Multiplus e Gol não admitiram a ocorrência de fraude. As empresas ressaltaram a qualidade de seus procedimentos de segurança. TAM e Multiplus orientaram os clientes a ficarem atentos a pedidos de confirmação de dados por e-mail e informaram que qualquer solicitação real direcionará o usuário aos sites oficiais. A Gol disse que qualquer alteração de e-mail ou solicitação de nova senha ocasiona envio de notificação para o e-mail anteriormente cadastrado. A TAM disse ainda estar apurando as denúncias de fraude.
MULTIPLUS FAZ PARCERIA COM MOVIDA RENT A CAR
portal Brasil Econômico 13/09/2011
A Multiplus anunciou nesta terça-feira (13/9) que estabeleceu parceria com a Movida Rent a Car, locadora de veículos.
No último trimestre deste ano, os participantes da Multiplus poderão trocar seus pontos por diárias de locação de veículos na Movida. O acordo vale para todas as categorias de automóveis ofertadas pela locadora, com diárias a partir de 12 mil pontos, incluindo seguro, dependendo do veículo escolhido.
A parceria permitirá aos participantes da rede resgatar, de forma inédita, viagens completas apenas com pontos. Isso porque a rede já possui parcerias com companhia aérea, agência de viagens e redes hoteleiras, que permitem a troca de pontos por passagens de avião, roteiros turísticos e diárias de hotéis.
Além disso, os participantes da Multiplus também ganham pontos com a utilização dos serviços da locadora. É possível acumular até 150 pontos por diária locada, dependendo da categoria de veículo e da condição promocional em vigência.
A Multiplus anunciou nesta terça-feira (13/9) que estabeleceu parceria com a Movida Rent a Car, locadora de veículos.
No último trimestre deste ano, os participantes da Multiplus poderão trocar seus pontos por diárias de locação de veículos na Movida. O acordo vale para todas as categorias de automóveis ofertadas pela locadora, com diárias a partir de 12 mil pontos, incluindo seguro, dependendo do veículo escolhido.
A parceria permitirá aos participantes da rede resgatar, de forma inédita, viagens completas apenas com pontos. Isso porque a rede já possui parcerias com companhia aérea, agência de viagens e redes hoteleiras, que permitem a troca de pontos por passagens de avião, roteiros turísticos e diárias de hotéis.
Além disso, os participantes da Multiplus também ganham pontos com a utilização dos serviços da locadora. É possível acumular até 150 pontos por diária locada, dependendo da categoria de veículo e da condição promocional em vigência.
4 de set. de 2011
COM NOVA ESTRATÉGIA, MULTIPLUS MIRA O VAREJO
jornal Valor Econômico 01/09/2011 - Alberto Komatsu
A Multiplus anuncia hoje ao mercado um novo posicionamento e identidade visual da marca que vai guiar o seu plano de expansão. Mais conhecida por administrar o programa de fidelidade da TAM, a Multiplus abandonou o Fidelidade do nome e lança um novo logotipo, que remete ao acúmulo de pontos.
A mudança integra parte do objetivo da empresa de crescer no varejo, que hoje responde por entre 5% e 6% do seu faturamento, de R$ 354,6 milhões no segundo trimestre do ano. A ideia é ampliar essa fatia para até 20% em quatro anos.
"Começamos esse trabalho há um ano, para saber qual a essência da nossa marca, nossa visão e como vamos nos posicionar no mercado", afirma o presidente da Multiplus, Eduardo Gouveia.
Com a expansão do varejo, a participação de bancos, hoje em 68%, e da TAM, de 27%, deverá recuar. A mudança de comunicação da marca também criou um novo slogan: "juntos podemos mais". Gouveia ressalta que as mudanças não se resumem a uma mera troca de logotipo.
O novo posicionamento da Multiplus será trabalhado mais nos pontos de venda, conta o executivo. Segundo ele, não está previsto, num primeiro momento, anúncios publicitários em TV. Vídeos institucionais nos voos da TAM farão parte da campanha.
A Multiplus tem 8,6 milhões de participantes, com 160 parceiros que se multiplicam em 12.500 estabelecimentos.
A Multiplus anuncia hoje ao mercado um novo posicionamento e identidade visual da marca que vai guiar o seu plano de expansão. Mais conhecida por administrar o programa de fidelidade da TAM, a Multiplus abandonou o Fidelidade do nome e lança um novo logotipo, que remete ao acúmulo de pontos.
A mudança integra parte do objetivo da empresa de crescer no varejo, que hoje responde por entre 5% e 6% do seu faturamento, de R$ 354,6 milhões no segundo trimestre do ano. A ideia é ampliar essa fatia para até 20% em quatro anos.
"Começamos esse trabalho há um ano, para saber qual a essência da nossa marca, nossa visão e como vamos nos posicionar no mercado", afirma o presidente da Multiplus, Eduardo Gouveia.
Com a expansão do varejo, a participação de bancos, hoje em 68%, e da TAM, de 27%, deverá recuar. A mudança de comunicação da marca também criou um novo slogan: "juntos podemos mais". Gouveia ressalta que as mudanças não se resumem a uma mera troca de logotipo.
O novo posicionamento da Multiplus será trabalhado mais nos pontos de venda, conta o executivo. Segundo ele, não está previsto, num primeiro momento, anúncios publicitários em TV. Vídeos institucionais nos voos da TAM farão parte da campanha.
A Multiplus tem 8,6 milhões de participantes, com 160 parceiros que se multiplicam em 12.500 estabelecimentos.
11 de ago. de 2011
MULTIPLUS PAGA R$ 400 MI POR PASSAGENS DA TAM
jornal Folha de S. Paulo 09/08/2011 – Mariana Barbosa
A Multiplus, empresa que administra o programa de fidelidade da TAM Linhas Aéreas, fechou um contrato de antecipação de compra de bilhetes aéreos da companhia no valor de R$ 400 milhões.
Essa é a segunda operação do tipo entre as duas companhias, que fazem parte da holding TAM S.A.
As ações da TAM S.A. estão entre as que sofreram mais punição neste momento de turbulência nas Bolsas de Valores de todo o mundo.
As ações recuaram 12,4% ontem, ante 8,1% de queda do Ibovespa. No mês, a desvalorização dos papéis da TAM é de 35,5%, ante um recuo de 20,9% do Ibovespa.
Entre os motivos para a queda das ações, segundo analistas, estão as incertezas com relação aos resultados para o setor aéreo neste ano. A TAM divulga hoje os resultados relativos ao segundo trimestre.
No fim de julho, a concorrente Gol divulgou uma revisão das projeções de margem de lucro operacional.
A revisão considerou um cenário de preço de combustível em alta e baixa margem para reajuste de tarifas. O cenário negativo afetou não apenas os papéis da Gol, mas também os da TAM. Ontem, as ações da Gol caíram 7,22%.
DESCONTOS
Em janeiro do ano passado, o Multiplus pagou R$ 622 milhões por um grande lote de bilhetes. Assim como o acordo celebrado ontem, a compra de bilhetes se deu mediante a concessão de grandes descontos.
Esse estoque de bilhetes será usado pelo Multiplus no momento de resgate de pontos por parte dos participantes do programa.
O primeiro contrato foi pago com 94% dos recursos levantados pelo Multiplus em sua oferta pública de ações na Bolsa, um total de R$ 692 milhões.
Na semana passada, a Multiplus divulgou um lucro de R$ 81,2 milhões relativo ao segundo trimestre, ante R$ 23,1 milhões no mesmo período do ano passado. No primeiro trimestre deste ano, o lucro foi de R$ 70,9 milhões.
O programa de fidelidade encerrou o trimestre com 8,6 milhões de participantes, alta de 19,5% na comparação com o segundo trimestre de 2010.
A empresa também divulgou ter realizado a emissão de 18,5 bilhões de pontos, um crescimento de 51,4% sobre o segundo trimestre do ano passado.
A Multiplus, empresa que administra o programa de fidelidade da TAM Linhas Aéreas, fechou um contrato de antecipação de compra de bilhetes aéreos da companhia no valor de R$ 400 milhões.
Essa é a segunda operação do tipo entre as duas companhias, que fazem parte da holding TAM S.A.
As ações da TAM S.A. estão entre as que sofreram mais punição neste momento de turbulência nas Bolsas de Valores de todo o mundo.
As ações recuaram 12,4% ontem, ante 8,1% de queda do Ibovespa. No mês, a desvalorização dos papéis da TAM é de 35,5%, ante um recuo de 20,9% do Ibovespa.
Entre os motivos para a queda das ações, segundo analistas, estão as incertezas com relação aos resultados para o setor aéreo neste ano. A TAM divulga hoje os resultados relativos ao segundo trimestre.
No fim de julho, a concorrente Gol divulgou uma revisão das projeções de margem de lucro operacional.
A revisão considerou um cenário de preço de combustível em alta e baixa margem para reajuste de tarifas. O cenário negativo afetou não apenas os papéis da Gol, mas também os da TAM. Ontem, as ações da Gol caíram 7,22%.
DESCONTOS
Em janeiro do ano passado, o Multiplus pagou R$ 622 milhões por um grande lote de bilhetes. Assim como o acordo celebrado ontem, a compra de bilhetes se deu mediante a concessão de grandes descontos.
Esse estoque de bilhetes será usado pelo Multiplus no momento de resgate de pontos por parte dos participantes do programa.
O primeiro contrato foi pago com 94% dos recursos levantados pelo Multiplus em sua oferta pública de ações na Bolsa, um total de R$ 692 milhões.
Na semana passada, a Multiplus divulgou um lucro de R$ 81,2 milhões relativo ao segundo trimestre, ante R$ 23,1 milhões no mesmo período do ano passado. No primeiro trimestre deste ano, o lucro foi de R$ 70,9 milhões.
O programa de fidelidade encerrou o trimestre com 8,6 milhões de participantes, alta de 19,5% na comparação com o segundo trimestre de 2010.
A empresa também divulgou ter realizado a emissão de 18,5 bilhões de pontos, um crescimento de 51,4% sobre o segundo trimestre do ano passado.
Marcadores:
Multiplus Fidelidade,
programa de recompensa,
TAM
4 de ago. de 2011
LUCRO LÍQUIDO DA MULTIPLUS PASSA DE R$ 23 MI PARA R$ 81 MI
portal Valor Online 04/08/2011 - Alberto Komatsu
A Multiplus, empresa que administra o programa de fidelidade da TAM Linhas Aéreas, divulgou há pouco lucro líquido de R$ 81,2 milhões no segundo trimestre do ano, ante R$ 23,1 milhões do mesmo período do ano passado, com margem líquida de 28,5%. No trimestre anterior, o lucro ficou em R$ 70,9 milhões.
O faturamento da Multiplus com a venda de pontos no segundo trimestre alcançou R$ 354,6 milhões, o que representou um crescimento de 34,3% na comparação com o mesmo período do ano passado.
A receita líquida ficou em R$ 285,1 milhões, ante R$ 93,5 milhões do segundo trimestre de 2010. Por meio de comunicado, a Multiplus acrescentou que realizou uma redução de capital social de R$ 600 milhões, montante que foi pago aos acionistas no dia 22 de junho.
A Multiplus encerrou o segundo trimestre com 8,6 milhões de participantes, uma expansão de 19,5% na comparação com o segundo trimestre de 2010. Em relação ao primeiro trimestre de 2011, o aumento de participantes foi de 4%. A empresa também emitiu 18,5 bilhões de pontos, com crescimento de 51,4% diante do segundo trimestre do ano passado e aumento de 9,2% na comparação com o primeiro trimestre de 2011.
A Multiplus, empresa que administra o programa de fidelidade da TAM Linhas Aéreas, divulgou há pouco lucro líquido de R$ 81,2 milhões no segundo trimestre do ano, ante R$ 23,1 milhões do mesmo período do ano passado, com margem líquida de 28,5%. No trimestre anterior, o lucro ficou em R$ 70,9 milhões.
O faturamento da Multiplus com a venda de pontos no segundo trimestre alcançou R$ 354,6 milhões, o que representou um crescimento de 34,3% na comparação com o mesmo período do ano passado.
A receita líquida ficou em R$ 285,1 milhões, ante R$ 93,5 milhões do segundo trimestre de 2010. Por meio de comunicado, a Multiplus acrescentou que realizou uma redução de capital social de R$ 600 milhões, montante que foi pago aos acionistas no dia 22 de junho.
A Multiplus encerrou o segundo trimestre com 8,6 milhões de participantes, uma expansão de 19,5% na comparação com o segundo trimestre de 2010. Em relação ao primeiro trimestre de 2011, o aumento de participantes foi de 4%. A empresa também emitiu 18,5 bilhões de pontos, com crescimento de 51,4% diante do segundo trimestre do ano passado e aumento de 9,2% na comparação com o primeiro trimestre de 2011.
31 de jul. de 2011
REDECARD REGISTRA ALTA DO LUCRO EM TRÊS MESES E AÇÃO DISPARA
jornal DCI 29/07/2011 - Marcelle Gutierrez
Pela primeira vez após a abertura do mercado, com o fim dos contratos de exclusividade com bandeiras e entrada de novos concorrentes, a credenciadora Redecard registrou crescimento de 14,7% do lucro líquido ante o primeiro trimestre de 2011, para R$ 322,6 milhões. Contudo, na comparação com o segundo trimestre de 2010, período em que ainda havia exclusividade com a MasterCard, a redução foi de 13,9%.
A Cielo também obteve resultados acima das expectativas de analistas para o período, com lucro líquido de R$ 424,9 milhões no segundo trimestre, queda de 0,1% ante igual período anterior.
Ontem, as ações da Redecard registraram a segunda maior alta do Ibovespa, de 5%, com preço de R$ 26,25. Já as da Cielo ON foram a sexta maior alta, de 2,79%, com valor de R$ 42,30.
Para Francisco Kops, analista da Planner Corretora, o mercado mudou as expectativas após os resultados do primeiro trimestre, o que já demonstrava menor impacto do fim da exclusividade, ocorrida em junho de 2010. "Em relação ao segundo trimestre do ano passado, os resultados devem vir piores, porque ainda tinha a exclusividade. Agora (2º semestre de 2011) vêm iguais. É um mercado altamente rentável."
Para o HSBC, os balanços mostrariam que os efeitos da concorrência estão em estabilização. "Não esperamos que o 2º trimestre constitua um catalizador para o desempenho das ações. Notadamente uma desaceleração da queda da taxa de desconto comercial (MDR) líquida de cartões e forte crescimento do volume para as duas credenciadoras, em particular a Redecard".
A UBS Brasil Administradora de Valores, no entanto, recomenda a venda das ações da Redecard e Cielo, com preço-alvo de R$ 23,50 e R$ 34,20, respectivamente. Segundo o relatório, a performance de ambas é afetada pelas mudanças estruturais do mercado e pela preocupação do governo brasileiro em relação à regulação da indústria. O documento é assinado pelos analistas Alcir Freitas e Domingos Falavina. A Redecard registrou alta de 14,7% do lucro líquido ante o mesmo período do ano passado. Já na comparação entre abril e junho de 2010, houve redução de 13,9%, de R$ 374,6 milhões para R$ 322,6 milhões. "Crescemos 33%, o maior índice já registrado após a abertura de mercado e entrada da Visa. Agora somamos 25 bandeiras", comemorou Cláudio Yamaguti, presidente Redecard.
Sobre a queda em relação ao segundo trimestre do último ano, o diretor Executivo de Finanças Marcelo Kopel explicou que houve impacto da queda na taxa líquida e abertura de mercado. "Apesar do crescimento em volume de crédito e débito, não foi suficiente para recompensar a queda da taxa líquida.
É fruto, sim, da abertura do mercado e concorrência. Já na elevação na comparação com o primeiro trimestre de 2011, tivemos benefício de maiores volumes [financeiros] e trabalho nas taxas líquidas."
A receita operacional líquida apresentou expansão de 9,5% sobre o mesmo período, para R$ 888,1 milhões, e de 2,9% sobre o segundo trimestre de 2010. O Ebitda Ajustado chegou a R$ 521,5 milhões, o que representa aumento de 12,2% sobre o período de janeiro a março deste ano, e redução de 10,3% sobre o segundo trimestre de 2010.
O volume financeiro em cartões de crédito foi maior em 30,7% sobre o segundo trimestre de 2010 e de 9,8% ante os três primeiros meses de 2011, para R$ 37,457 milhões, com número de transações de 354,8 milhões. O volume em cartões de débito também apresentou alta sobre o período de abril a junho de 2010, de 38,6%, e de 4% sobre o primeiro trimestre deste ano, totalizando R$ 18,201 milhões. O número de transações neste segmento chegou a 340,8 milhões.
Para ampliar os negócios, a Redecard segue a estratégia de expansão de bandeiras. O presidente da instituição, Cláudio Yamaguti, destacou a primeira transação com a bandeira asiática China Unionpay até 2012, com 2,5 bilhões de cartões no mundo. Segundo Yamaguti, o plano é aproveitar a Copa do Mundo e Olimpíadas no Brasil. Outro investimento é o aumento da aceitação da Hipercard acima dos 85% atuais até o final deste ano.
Como parte da estratégia, a empresa pretende incentivar o uso de cartões pelos brasileiros, que atualmente é de 25% do consumo, enquanto nos países desenvolvidos chega a 45%, segundo Yamaguti. "Há oportunidades para o crescimento. Prevemos que a cada cinco anos, o mercado vai dobrar e vamos entrar também com transações não financeiras, como o programa Fidelidade Multiplus." O executivo cita como exemplo o programa Quilômetros de Vantagens nos postos Ipiranga.
Pela primeira vez após a abertura do mercado, com o fim dos contratos de exclusividade com bandeiras e entrada de novos concorrentes, a credenciadora Redecard registrou crescimento de 14,7% do lucro líquido ante o primeiro trimestre de 2011, para R$ 322,6 milhões. Contudo, na comparação com o segundo trimestre de 2010, período em que ainda havia exclusividade com a MasterCard, a redução foi de 13,9%.
A Cielo também obteve resultados acima das expectativas de analistas para o período, com lucro líquido de R$ 424,9 milhões no segundo trimestre, queda de 0,1% ante igual período anterior.
Ontem, as ações da Redecard registraram a segunda maior alta do Ibovespa, de 5%, com preço de R$ 26,25. Já as da Cielo ON foram a sexta maior alta, de 2,79%, com valor de R$ 42,30.
Para Francisco Kops, analista da Planner Corretora, o mercado mudou as expectativas após os resultados do primeiro trimestre, o que já demonstrava menor impacto do fim da exclusividade, ocorrida em junho de 2010. "Em relação ao segundo trimestre do ano passado, os resultados devem vir piores, porque ainda tinha a exclusividade. Agora (2º semestre de 2011) vêm iguais. É um mercado altamente rentável."
Para o HSBC, os balanços mostrariam que os efeitos da concorrência estão em estabilização. "Não esperamos que o 2º trimestre constitua um catalizador para o desempenho das ações. Notadamente uma desaceleração da queda da taxa de desconto comercial (MDR) líquida de cartões e forte crescimento do volume para as duas credenciadoras, em particular a Redecard".
A UBS Brasil Administradora de Valores, no entanto, recomenda a venda das ações da Redecard e Cielo, com preço-alvo de R$ 23,50 e R$ 34,20, respectivamente. Segundo o relatório, a performance de ambas é afetada pelas mudanças estruturais do mercado e pela preocupação do governo brasileiro em relação à regulação da indústria. O documento é assinado pelos analistas Alcir Freitas e Domingos Falavina. A Redecard registrou alta de 14,7% do lucro líquido ante o mesmo período do ano passado. Já na comparação entre abril e junho de 2010, houve redução de 13,9%, de R$ 374,6 milhões para R$ 322,6 milhões. "Crescemos 33%, o maior índice já registrado após a abertura de mercado e entrada da Visa. Agora somamos 25 bandeiras", comemorou Cláudio Yamaguti, presidente Redecard.
Sobre a queda em relação ao segundo trimestre do último ano, o diretor Executivo de Finanças Marcelo Kopel explicou que houve impacto da queda na taxa líquida e abertura de mercado. "Apesar do crescimento em volume de crédito e débito, não foi suficiente para recompensar a queda da taxa líquida.
É fruto, sim, da abertura do mercado e concorrência. Já na elevação na comparação com o primeiro trimestre de 2011, tivemos benefício de maiores volumes [financeiros] e trabalho nas taxas líquidas."
A receita operacional líquida apresentou expansão de 9,5% sobre o mesmo período, para R$ 888,1 milhões, e de 2,9% sobre o segundo trimestre de 2010. O Ebitda Ajustado chegou a R$ 521,5 milhões, o que representa aumento de 12,2% sobre o período de janeiro a março deste ano, e redução de 10,3% sobre o segundo trimestre de 2010.
O volume financeiro em cartões de crédito foi maior em 30,7% sobre o segundo trimestre de 2010 e de 9,8% ante os três primeiros meses de 2011, para R$ 37,457 milhões, com número de transações de 354,8 milhões. O volume em cartões de débito também apresentou alta sobre o período de abril a junho de 2010, de 38,6%, e de 4% sobre o primeiro trimestre deste ano, totalizando R$ 18,201 milhões. O número de transações neste segmento chegou a 340,8 milhões.
Para ampliar os negócios, a Redecard segue a estratégia de expansão de bandeiras. O presidente da instituição, Cláudio Yamaguti, destacou a primeira transação com a bandeira asiática China Unionpay até 2012, com 2,5 bilhões de cartões no mundo. Segundo Yamaguti, o plano é aproveitar a Copa do Mundo e Olimpíadas no Brasil. Outro investimento é o aumento da aceitação da Hipercard acima dos 85% atuais até o final deste ano.
Como parte da estratégia, a empresa pretende incentivar o uso de cartões pelos brasileiros, que atualmente é de 25% do consumo, enquanto nos países desenvolvidos chega a 45%, segundo Yamaguti. "Há oportunidades para o crescimento. Prevemos que a cada cinco anos, o mercado vai dobrar e vamos entrar também com transações não financeiras, como o programa Fidelidade Multiplus." O executivo cita como exemplo o programa Quilômetros de Vantagens nos postos Ipiranga.
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16 de jul. de 2011
DESENHO DE PRODUTOS MIGRA PARA LOJISTA E ATÉ CONSUMIDOR
jornal Valor Econômico 14/07/2011 - Aline Lima e Adriana Cotias
O ganho de eficiência perseguido pela Redecard não prevê apenas a redução de custos, mas também a redefinição de seu foco de trabalho. Se até meados do ano passado, quando prevalecia a exclusividade da Cielo com a bandeira Visa e da Redecard com a MasterCard, o volume de negócios da Redecard estava atrelado ao desempenho da bandeira e do banco emissor dos cartões, com a abertura do mercado, os lojistas passaram a ser o alvo das atenções.
Em meio a esse processo de transformação, a "inteligência" de desenvolvimento de produtos migra para o relacionamento com estabelecimentos comerciais e até com o consumidor. "A empresa foi obrigada a rever toda a sua forma de trabalho", conta Claudio Yamaguti, novo presidente da Redecard.
Dentro dessa política, a Redecard, que havia fechado recentemente acordo com a Multiplus, empresa que nasceu do programa de fidelidade da TAM, acaba de "habilitar" o restaurante Japengo, de São Paulo, e a rede de postos Ipiranga para que consumidores que pagarem suas contas utilizando as máquinas da Redecard possam pontuar pelo programa. "A ideia é ser parceiro do lojista e aumentar o tráfego de clientes", explica.
Para suportar a estratégia de crescimento e dar conta da própria evolução natural do segmento de cartões - cujo volume de transações deve saltar à casa do R$ 1,5 trilhão já em 2015, segundo estimativas da Abecs -, a Redecard vem fortalecendo sua estrutura de captura e processamento.
A nova arquitetura de sistemas já está pronta e o número de máquinas (servidores e becapes) passou de dois para oito, quintuplicando a capacidade de processamento da empresa. O ajuste começou a ser feito no primeiro trimestre do ano passado, antes da abertura do mercado, em julho, e logo após as falhas que ocorreram na véspera do Natal de 2009, quando a captura da Redecard ficou instável por cinco horas.
Aquele episódio fez com que muitos lojistas ficassem reticentes em fechar contratos de exclusividade com Cielo ou Redecard. É jogando com o preço e aprimorando o nível de prestação de serviços que a Redecard vem tentando vencer certas resistências.
As posições de call center foram ampliadas e o número de visitas diárias a clientes de pequeno e médio porte quadruplicou em relação ao ano passado, para 15 mil, segundo Carlos Zanvettor, o novo diretor de varejo, marketing e produtos. Para atender as grandes contas, foi nomeado Augusto Barbosa Estellita Lins.
O ganho de eficiência perseguido pela Redecard não prevê apenas a redução de custos, mas também a redefinição de seu foco de trabalho. Se até meados do ano passado, quando prevalecia a exclusividade da Cielo com a bandeira Visa e da Redecard com a MasterCard, o volume de negócios da Redecard estava atrelado ao desempenho da bandeira e do banco emissor dos cartões, com a abertura do mercado, os lojistas passaram a ser o alvo das atenções.
Em meio a esse processo de transformação, a "inteligência" de desenvolvimento de produtos migra para o relacionamento com estabelecimentos comerciais e até com o consumidor. "A empresa foi obrigada a rever toda a sua forma de trabalho", conta Claudio Yamaguti, novo presidente da Redecard.
Dentro dessa política, a Redecard, que havia fechado recentemente acordo com a Multiplus, empresa que nasceu do programa de fidelidade da TAM, acaba de "habilitar" o restaurante Japengo, de São Paulo, e a rede de postos Ipiranga para que consumidores que pagarem suas contas utilizando as máquinas da Redecard possam pontuar pelo programa. "A ideia é ser parceiro do lojista e aumentar o tráfego de clientes", explica.
Para suportar a estratégia de crescimento e dar conta da própria evolução natural do segmento de cartões - cujo volume de transações deve saltar à casa do R$ 1,5 trilhão já em 2015, segundo estimativas da Abecs -, a Redecard vem fortalecendo sua estrutura de captura e processamento.
A nova arquitetura de sistemas já está pronta e o número de máquinas (servidores e becapes) passou de dois para oito, quintuplicando a capacidade de processamento da empresa. O ajuste começou a ser feito no primeiro trimestre do ano passado, antes da abertura do mercado, em julho, e logo após as falhas que ocorreram na véspera do Natal de 2009, quando a captura da Redecard ficou instável por cinco horas.
Aquele episódio fez com que muitos lojistas ficassem reticentes em fechar contratos de exclusividade com Cielo ou Redecard. É jogando com o preço e aprimorando o nível de prestação de serviços que a Redecard vem tentando vencer certas resistências.
As posições de call center foram ampliadas e o número de visitas diárias a clientes de pequeno e médio porte quadruplicou em relação ao ano passado, para 15 mil, segundo Carlos Zanvettor, o novo diretor de varejo, marketing e produtos. Para atender as grandes contas, foi nomeado Augusto Barbosa Estellita Lins.
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17 de jun. de 2011
MULTIPLUS FIDELIDADE E REDECARD FECHAM PARCERIA VISANDO À EXPANSÃO NO VAREJO
portal Revista Hotéis 16/06/2011
O Multiplus Fidelidade, empresa de programas de fidelização e a operadora Redecard estabeleceram parceria que permitirá aos participantes da rede ganhar pontos e consultar saldo por meio das maquininhas da operadora. O benefício está disponível, por enquanto, aos clientes do restaurante Japengo do Shopping Iguatemi, na capital paulista, onde está em andamento um piloto do projeto. A meta inicial é disponibilizar esse serviço aos participantes da rede Multiplus em outros restaurantes e clínicas de estética. Posteriormente aos demais parceiros da rede, também atendidos de forma irrestrita pela malha de captura da operadora em todo o território brasileiro.
O projeto traz benefícios tanto para o restaurante que atrai muito mais clientes para seu estabelecimento quanto para os consumidores, que recebem seus pontos no ato do pagamento da conta. A pontuação é válida para qualquer forma de pagamento (cartões, cheque ou dinheiro), basta que o cliente forneça o CPF ao atendente do estabelecimento. O benefício vale também para clientes não cadastrados no Multiplus Fidelidade e, nesse caso, é necessário completar o cadastro no site da empresa para ter acesso aos prêmios. Cada R$ 1 em compras rendem 1 ponto (em consumos acima de R$ 100).
Para a Gerente de produtos e mercados da empresa, Monica Araújo, além de simplificar a dinâmica de acúmulo de pontos para o participante, a parceria tem papel importante na estratégia de expansão da rede de fidelização. “Ao simplificar a dinâmica de acúmulo e reforçar a cultura de pontos ao consumidor, nossa intenção é mostrar ao lojista os benefícios de se tornar parte da rede Multiplus Fidelidade para agregação de valor, atração e retenção de clientes”, diz Mônica.
O Multiplus Fidelidade, empresa de programas de fidelização e a operadora Redecard estabeleceram parceria que permitirá aos participantes da rede ganhar pontos e consultar saldo por meio das maquininhas da operadora. O benefício está disponível, por enquanto, aos clientes do restaurante Japengo do Shopping Iguatemi, na capital paulista, onde está em andamento um piloto do projeto. A meta inicial é disponibilizar esse serviço aos participantes da rede Multiplus em outros restaurantes e clínicas de estética. Posteriormente aos demais parceiros da rede, também atendidos de forma irrestrita pela malha de captura da operadora em todo o território brasileiro.
O projeto traz benefícios tanto para o restaurante que atrai muito mais clientes para seu estabelecimento quanto para os consumidores, que recebem seus pontos no ato do pagamento da conta. A pontuação é válida para qualquer forma de pagamento (cartões, cheque ou dinheiro), basta que o cliente forneça o CPF ao atendente do estabelecimento. O benefício vale também para clientes não cadastrados no Multiplus Fidelidade e, nesse caso, é necessário completar o cadastro no site da empresa para ter acesso aos prêmios. Cada R$ 1 em compras rendem 1 ponto (em consumos acima de R$ 100).
Para a Gerente de produtos e mercados da empresa, Monica Araújo, além de simplificar a dinâmica de acúmulo de pontos para o participante, a parceria tem papel importante na estratégia de expansão da rede de fidelização. “Ao simplificar a dinâmica de acúmulo e reforçar a cultura de pontos ao consumidor, nossa intenção é mostrar ao lojista os benefícios de se tornar parte da rede Multiplus Fidelidade para agregação de valor, atração e retenção de clientes”, diz Mônica.
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14 de jun. de 2011
MULTIPLUS SE APROXIMA DA TAM EM VALOR DE MERCADO
jornal Valor Econômico 13/06/2011 - Denise Carvalho
A Multiplus, empresa que administra o programa de fidelidade da TAM, tem sido uma surpresa para a família Amaro, controladora da companhia, e para os investidores. A empresa vale R$ 4,4 bilhões apenas um ano e quatro meses depois da sua abertura de capital na bolsa. No dia da oferta, a ação foi vendida a R$ 13,78 e a empresa valia R$ 1,9 bilhão. Na sexta-feira, o papel fechou a R$ 27,45, valendo mais que o dobro da estreia.
A surpresa se deve à expressiva valorização em prazo tão curto, que fez o valor de mercado da Multiplus se aproximar ao da TAM, a maior aérea do país, que vale R$ 5 bilhões. "É como se o investidor da TAM comprasse as ações porque a empresa tem a carteira de clientes da Multiplus e não porque é uma companhia de aviação", diz Rodrigo Glatt, analista sênior e sócio da GTI Administradora de Recursos.
A arrancada da Multiplus na bolsa está atrelada, sobretudo, ao modelo de negócio. O cliente que compra passagens da TAM ou produtos e serviços de parceiros da companhia - como a rede de combustíveis Shell e os hotéis Accor - conta pontos que podem ser trocados por passagens aéreas.
A grande sacada da TAM foi perceber que, ao separar a Multiplus, poderia atrair mais parceiros comerciais e multiplicar o número de clientes. "Hoje, a Multiplus não depende da gestão da TAM para fazer essa ou aquela parceria. E os clientes que compram produtos nos parceiros automaticamente associam a imagem de viagem à TAM."
Para os investidores, o grande risco de uma operação de desmembramento é a nova companhia permanecer dependente da empresa-mãe. "O desafio é justamente fazer com que a empresa tenha capacidade de crescer sozinha, desvinculando ao máximo a operação com a parte relacionada", diz o consultor Paulo Sérgio Dortas, sócio da Ernst & Young.
Apesar da alta das ações da Multiplus, a operação ainda está sendo colocada à prova. Cerca de 98% dos pontos são resgatados hoje por passagens aéreas da TAM. O restante é proveniente de resgates feitos em outros parceiros, como troca por produtos em redes de supermercados.
Para mudar isso, desde a abertura de capital a Multiplus dobrou o número de parceiros comerciais, para 166. E os parceiros onde se acumula e também se troca pontos mais que triplicaram, de 5 para 18. O total de participantes na rede também subiu, de 6,3 milhões para 8,3 milhões no período.
Correção
Valor Econômico 14/06/2011
Diferentemente do que informa a matéria "Multiplus se aproxima da TAM em valor de mercado", publicada ontem na página D1, a Shell não é parceira da Multiplus, e sim as redes Ipiranga e Texaco. A Multiplus também não possui rede de supermercados entre os parceiros. O Walmart deixou a parceria em dezembro de 2010.
A Multiplus, empresa que administra o programa de fidelidade da TAM, tem sido uma surpresa para a família Amaro, controladora da companhia, e para os investidores. A empresa vale R$ 4,4 bilhões apenas um ano e quatro meses depois da sua abertura de capital na bolsa. No dia da oferta, a ação foi vendida a R$ 13,78 e a empresa valia R$ 1,9 bilhão. Na sexta-feira, o papel fechou a R$ 27,45, valendo mais que o dobro da estreia.
A surpresa se deve à expressiva valorização em prazo tão curto, que fez o valor de mercado da Multiplus se aproximar ao da TAM, a maior aérea do país, que vale R$ 5 bilhões. "É como se o investidor da TAM comprasse as ações porque a empresa tem a carteira de clientes da Multiplus e não porque é uma companhia de aviação", diz Rodrigo Glatt, analista sênior e sócio da GTI Administradora de Recursos.
A arrancada da Multiplus na bolsa está atrelada, sobretudo, ao modelo de negócio. O cliente que compra passagens da TAM ou produtos e serviços de parceiros da companhia - como a rede de combustíveis Shell e os hotéis Accor - conta pontos que podem ser trocados por passagens aéreas.
A grande sacada da TAM foi perceber que, ao separar a Multiplus, poderia atrair mais parceiros comerciais e multiplicar o número de clientes. "Hoje, a Multiplus não depende da gestão da TAM para fazer essa ou aquela parceria. E os clientes que compram produtos nos parceiros automaticamente associam a imagem de viagem à TAM."
Para os investidores, o grande risco de uma operação de desmembramento é a nova companhia permanecer dependente da empresa-mãe. "O desafio é justamente fazer com que a empresa tenha capacidade de crescer sozinha, desvinculando ao máximo a operação com a parte relacionada", diz o consultor Paulo Sérgio Dortas, sócio da Ernst & Young.
Apesar da alta das ações da Multiplus, a operação ainda está sendo colocada à prova. Cerca de 98% dos pontos são resgatados hoje por passagens aéreas da TAM. O restante é proveniente de resgates feitos em outros parceiros, como troca por produtos em redes de supermercados.
Para mudar isso, desde a abertura de capital a Multiplus dobrou o número de parceiros comerciais, para 166. E os parceiros onde se acumula e também se troca pontos mais que triplicaram, de 5 para 18. O total de participantes na rede também subiu, de 6,3 milhões para 8,3 milhões no período.
Correção
Valor Econômico 14/06/2011
Diferentemente do que informa a matéria "Multiplus se aproxima da TAM em valor de mercado", publicada ontem na página D1, a Shell não é parceira da Multiplus, e sim as redes Ipiranga e Texaco. A Multiplus também não possui rede de supermercados entre os parceiros. O Walmart deixou a parceria em dezembro de 2010.
1 de jun. de 2011
UM ANO PARA DOBRAR DE VALOR
revista Exame 01/06/2011 – Tatiana Vaz
Uma empresa do porte da TAM, maior companhia aérea do país com faturamento de 12 bilhões de reais e 44,5% de participação de mercado, abrir o capital de uma de suas unidades — no caso, a do programa de fidelidade — parecia uma barbada. Criada em 2009, a Multiplus contava com 6 milhões de clientes e parcerias com mais de 120 empresas na época de seu IPO, em fevereiro de 2010. A operação, no entanto, deixou a desejar. Foram captados na bolsa 692 milhões de reais, 5,35% menos que o mínimo previsto pelos executivos da companhia e pelo BTG, banco que coordenava a operação. Na época, o desempenho foi explicado pela ressaca provocada pela crise nos mercados do mundo inteiro e, sobretudo, pelo fato de a Multiplus apresentar um modelo de negócios ainda inédito no Brasil e difícil de ser explicado a investidores e consumidores: os pontos adquiridos por meio de compras em determinados estabelecimentos ou com milhagens da TAM poderiam ser trocados tanto por passagens quanto por, digamos, créditos no celular Passado pouco mais de um ano desde o IPO, tudo indica que as dúvidas a respeito da empresa se dissiparam. Pelo menos, no que diz respeito aos investidores. Com pouco mais de 90 funcionários, a Multiplus faturou 1,1 bilhão de reais em 2010 e seus papéis valorizaram espantosos 107,8% desde a abertura de capital até a primeira quinzena de maio deste ano. No mesmo período, o Ibovespa subiu 2%. Hoje, seu valor de mercado beira os 5,2 bilhões de reais, próximo ao da companhia-mãe, a TAM, avaliada em 5,3 bilhões. "Os investidores finalmente entenderam como funciona nosso negócio", diz Eduardo Gouveia, presidente da Multiplus.
Não foi de uma hora para outra que analistas e investidores passaram a enxergar na Multiplus um modelo capaz de dar lucro. Muitos deles tinham fresco na memória o fracasso do programa de fidelidade Smart Club, extinto em 2004, que reunia, além da TAM, pareciros como a rede de postos de combustível Shell e a Lojas Americanas. A partir da metade do ano passado, no entanto, a Multiplus fechou uma série de parcerias que deram mais fôlego ao negócio: 28 delas para o acúmulo de pontos, chegando a um total de 151 associados, e outras seis para a chamada "coalizão", que permite a troca de pontos por produtos ou serviços — entre eles estão a empresa de TV por assinatura Sky, a rede de hotéis Accor e o grupo Multi, dono da escola de idiomas Wizard. Cada uma dessas empresas parceiras paga uma espécie de taxa de administração para participar do programa. Além de companhias associadas, a estratégia da Multiplus atraiu 600 000 novos clientes em pouco mais de seis meses, fazendo com que sua carteira chegasse a 8 milhões de associados no final de 2010.
No início deste ano, o ritmo de expansão continuou intenso. Entre janeiro e março, a companhia fechou outras 20 parcerias, cinco delas de coalizão — as maiores foram com o site do Ponto Frio, a rede de farmácias Droga Raia e até a BM&F Bovespa. As alianças atraíram mais 300 000 "sócios". "Ao fazer parcerias com empresas de diversos ramos, a Multiplus dilui o risco de basear seu negócio apenas na troca de passagens aéreas", afirma Luciano Campos, analista do HSBC. "É um sistema bem diferente dos programas de fidelidade tradicionais."
O modelo de negócios da Multiplus é muito parecido ao da canadense Aeroplan, o braço de fidelidade da companhia aérea Air Canada, que abriu o capital em 2005 e hoje vale cinco vezes mais que a empresa-mãe. A diferença mais visível entre os dois programas é que aqui a TAM tem um peso ligeiramente inferior como primeira opção para a troca de pontos — 28% da receita da Multiplus vem de resgate de pontuação por passagens aéreas. No Canadá essa taxa é de 37%. Ainda assim, a quase simbiose entre Multiplus e TAM preocupa. "A fatia da TAM na receita da Multiplus parece pequena, mas representa muito em termos de custos", diz Marcello Gunther, analista de companhias aéreas do banco Safra. Em 2010, as despesas com passagens representaram 99% dos gastos da Multiplus com trocas de pontos, um total de 273 milhões de reais. A situação pode piorar. O lote de tíquetes adquirido pela Multiplus antes do IPO deve acabar em outubro — e ninguém sabe ao certo a que preço a TAM venderá novas passagens à coligada. "A Multiplus vive hoje um dilema", diz Gunther. "A troca por passagens ainda é seu grande chamariz, algo de que ela não pode prescindir. Por outro lado, esse tipo de prêmio pressiona demais os custos."
Até agora a expansão da Multiplus foi beneficiada pela quase ausência de concorrência — situação que deve mudar radicalmente a partir do segundo semestre. A Dotz, que há 11 anos funciona como um programa de fidelidade na internet e já possui 2 milhões de clientes cadastrados, fechou no final de 2009 uma parceria com o Banco do Brasil e a Cielo para estender seus serviços ao mundo "offline". A partir de julho, os participantes do programa na Região Centro-Oeste do país poderão trocar seus pontos "virtuais" por produtos e serviços em cerca de 50 estabelecimentos, entre eles a rede de postos Ale e a cadeia de fast food Bob's.
Até o final deste ano, outras quatro capitais, além de cidades do interior de São Paulo, devem contar com o serviço. Desde outubro de 2009, a Dotz vem testando o programa em Belo Horizonte. "Em pouco mais de um ano, a Dotz nos acrescentou 25 000 novos clientes na cidade", diz Marcello Farrel, diretor da marca Bob's. O programa Vantagens, do grupo de promoções WebPartners, também vai entrar na disputa. Em maio, a empresa fez um acordo com a Cielo para contabilizar pontos em 1 000 estabelecimentos em Brasília e Goiânia. Diante da ameaça da concorrência, a Multiplus tem buscado novas parcerias. A mais recente foi com a Redecard. O contrato, fechado em setembro, permitirá o acúmulo de pontos em restaurantes na capital paulista. Manter o crescimento é a única forma de a Multiplus continuar a reluzir na bolsa.
Uma empresa do porte da TAM, maior companhia aérea do país com faturamento de 12 bilhões de reais e 44,5% de participação de mercado, abrir o capital de uma de suas unidades — no caso, a do programa de fidelidade — parecia uma barbada. Criada em 2009, a Multiplus contava com 6 milhões de clientes e parcerias com mais de 120 empresas na época de seu IPO, em fevereiro de 2010. A operação, no entanto, deixou a desejar. Foram captados na bolsa 692 milhões de reais, 5,35% menos que o mínimo previsto pelos executivos da companhia e pelo BTG, banco que coordenava a operação. Na época, o desempenho foi explicado pela ressaca provocada pela crise nos mercados do mundo inteiro e, sobretudo, pelo fato de a Multiplus apresentar um modelo de negócios ainda inédito no Brasil e difícil de ser explicado a investidores e consumidores: os pontos adquiridos por meio de compras em determinados estabelecimentos ou com milhagens da TAM poderiam ser trocados tanto por passagens quanto por, digamos, créditos no celular Passado pouco mais de um ano desde o IPO, tudo indica que as dúvidas a respeito da empresa se dissiparam. Pelo menos, no que diz respeito aos investidores. Com pouco mais de 90 funcionários, a Multiplus faturou 1,1 bilhão de reais em 2010 e seus papéis valorizaram espantosos 107,8% desde a abertura de capital até a primeira quinzena de maio deste ano. No mesmo período, o Ibovespa subiu 2%. Hoje, seu valor de mercado beira os 5,2 bilhões de reais, próximo ao da companhia-mãe, a TAM, avaliada em 5,3 bilhões. "Os investidores finalmente entenderam como funciona nosso negócio", diz Eduardo Gouveia, presidente da Multiplus.
Não foi de uma hora para outra que analistas e investidores passaram a enxergar na Multiplus um modelo capaz de dar lucro. Muitos deles tinham fresco na memória o fracasso do programa de fidelidade Smart Club, extinto em 2004, que reunia, além da TAM, pareciros como a rede de postos de combustível Shell e a Lojas Americanas. A partir da metade do ano passado, no entanto, a Multiplus fechou uma série de parcerias que deram mais fôlego ao negócio: 28 delas para o acúmulo de pontos, chegando a um total de 151 associados, e outras seis para a chamada "coalizão", que permite a troca de pontos por produtos ou serviços — entre eles estão a empresa de TV por assinatura Sky, a rede de hotéis Accor e o grupo Multi, dono da escola de idiomas Wizard. Cada uma dessas empresas parceiras paga uma espécie de taxa de administração para participar do programa. Além de companhias associadas, a estratégia da Multiplus atraiu 600 000 novos clientes em pouco mais de seis meses, fazendo com que sua carteira chegasse a 8 milhões de associados no final de 2010.
No início deste ano, o ritmo de expansão continuou intenso. Entre janeiro e março, a companhia fechou outras 20 parcerias, cinco delas de coalizão — as maiores foram com o site do Ponto Frio, a rede de farmácias Droga Raia e até a BM&F Bovespa. As alianças atraíram mais 300 000 "sócios". "Ao fazer parcerias com empresas de diversos ramos, a Multiplus dilui o risco de basear seu negócio apenas na troca de passagens aéreas", afirma Luciano Campos, analista do HSBC. "É um sistema bem diferente dos programas de fidelidade tradicionais."
O modelo de negócios da Multiplus é muito parecido ao da canadense Aeroplan, o braço de fidelidade da companhia aérea Air Canada, que abriu o capital em 2005 e hoje vale cinco vezes mais que a empresa-mãe. A diferença mais visível entre os dois programas é que aqui a TAM tem um peso ligeiramente inferior como primeira opção para a troca de pontos — 28% da receita da Multiplus vem de resgate de pontuação por passagens aéreas. No Canadá essa taxa é de 37%. Ainda assim, a quase simbiose entre Multiplus e TAM preocupa. "A fatia da TAM na receita da Multiplus parece pequena, mas representa muito em termos de custos", diz Marcello Gunther, analista de companhias aéreas do banco Safra. Em 2010, as despesas com passagens representaram 99% dos gastos da Multiplus com trocas de pontos, um total de 273 milhões de reais. A situação pode piorar. O lote de tíquetes adquirido pela Multiplus antes do IPO deve acabar em outubro — e ninguém sabe ao certo a que preço a TAM venderá novas passagens à coligada. "A Multiplus vive hoje um dilema", diz Gunther. "A troca por passagens ainda é seu grande chamariz, algo de que ela não pode prescindir. Por outro lado, esse tipo de prêmio pressiona demais os custos."Até agora a expansão da Multiplus foi beneficiada pela quase ausência de concorrência — situação que deve mudar radicalmente a partir do segundo semestre. A Dotz, que há 11 anos funciona como um programa de fidelidade na internet e já possui 2 milhões de clientes cadastrados, fechou no final de 2009 uma parceria com o Banco do Brasil e a Cielo para estender seus serviços ao mundo "offline". A partir de julho, os participantes do programa na Região Centro-Oeste do país poderão trocar seus pontos "virtuais" por produtos e serviços em cerca de 50 estabelecimentos, entre eles a rede de postos Ale e a cadeia de fast food Bob's.
Até o final deste ano, outras quatro capitais, além de cidades do interior de São Paulo, devem contar com o serviço. Desde outubro de 2009, a Dotz vem testando o programa em Belo Horizonte. "Em pouco mais de um ano, a Dotz nos acrescentou 25 000 novos clientes na cidade", diz Marcello Farrel, diretor da marca Bob's. O programa Vantagens, do grupo de promoções WebPartners, também vai entrar na disputa. Em maio, a empresa fez um acordo com a Cielo para contabilizar pontos em 1 000 estabelecimentos em Brasília e Goiânia. Diante da ameaça da concorrência, a Multiplus tem buscado novas parcerias. A mais recente foi com a Redecard. O contrato, fechado em setembro, permitirá o acúmulo de pontos em restaurantes na capital paulista. Manter o crescimento é a única forma de a Multiplus continuar a reluzir na bolsa.
PROGRAMAS DE FIDELIDADE MIRAM A CLASSE POPULAR
jornal Valor Econômico 01/06/2011 - Beth Koike
Após o sucesso do Multiplus, os programas de fidelidade agora desembarcam com força na classe popular. A Cia. Bozano, acionista da Embraer e da Azul, e um grupo de sete executivos de mercado lançam neste mês um programa de fidelidade focado nesse público.
O diferencial desse programa - batizado como netpoints - é que a base de clientes se formará a partir de uma rede social em que os amigos se beneficiam das compras realizadas entre eles. Trocando em miúdos: quando o amigo indicado faz uma compra a pessoa que o indicou também acumula pontos no programa. Por exemplo, uma pessoa que gasta em média R$ 300 por mês e tem outros cinco amigos que fazem compras neste mesmo valor, durante seis meses, consegue trocar os pontos por uma passagem aérea nacional.
"A pontuação da netpoints não expira. A grande dificuldade da classe popular, que não faz compras de alto valor, é trocar seus pontos do cartão de crédito antes do prazo vencer. Ao mesmo tempo a classe popular está viajando cada vez mais de avião e almeja conseguir passagens por meio de programas de fidelidade", explicou Carlos Formigari, presidente e sócio da netpoints. Até janeiro, Formigari era o principal executivo da Tempo Assist e, anteriormente, trabalhou na área de cartões de crédito do Unibanco.
A netpoints está recebendo investimento de cerca de R$ 10 milhões para desenvolvimentos da plataforma e rede social, além de marketing - ferramenta considerada essencial nesse segmento. A Cia Bozano, que detém 30% do capital da empresa, fez o principal aporte no investimento tecnológico da netpoints.
Outros diferenciais adotados pela netpoints para atrair a classe popular é a possibilidade de transferir os pontos para os amigos, acumular pontuação em estabelecimentos físicos e oferecer serviços como guincho e chaveiro, por exemplo, para seus usuários.
O executivo acredita que o maior interesse será por passagens aéreas e pacotes de viagem, mas os pontos da netpoints também poderão ser trocados por produtos como eletroeletrônicos, eletrodomésticos, crédito para celular, livros, entre outros itens que costumam atrair os compradores internautas.
Mesmo com a Cia. Bozano sendo acionista da Azul e da netpoints, Formigari garante que os usuários do programa poderão resgatar passagens de outras companhias aéreas. Uma agência de turismo, cujo nome não foi revelado, será a responsável pela negociação. No Multiplus, cujo acionista principal é a holding TAM S.A., os bilhetes são sempre da TAM ou de companhias internacionais parceiras.
Um dos desafios para a netpoints será a conquista de parceiros, uma vez que o Multiplus já tem contratos de exclusividade com diversas empresas.
Outro concorrente na netpoints é o Dotz, programa de fidelidade criado há 11 anos destinado ao público premium e que agora está voltando suas atenções para a nova classe média. "Em 2000, só as pessoas de alta renda tinham computador e nossa atuação era apenas pela internet. Agora, muitas pessoas têm acesso a web e também temos parceria com lojas físicas", disse Roberto Chade, presidente da Dotz, que tem como sócio o programa de fidelidade canadense LoyaltyOne e tem parceria com o Banco do Brasil.
Após o sucesso do Multiplus, os programas de fidelidade agora desembarcam com força na classe popular. A Cia. Bozano, acionista da Embraer e da Azul, e um grupo de sete executivos de mercado lançam neste mês um programa de fidelidade focado nesse público.
O diferencial desse programa - batizado como netpoints - é que a base de clientes se formará a partir de uma rede social em que os amigos se beneficiam das compras realizadas entre eles. Trocando em miúdos: quando o amigo indicado faz uma compra a pessoa que o indicou também acumula pontos no programa. Por exemplo, uma pessoa que gasta em média R$ 300 por mês e tem outros cinco amigos que fazem compras neste mesmo valor, durante seis meses, consegue trocar os pontos por uma passagem aérea nacional.
"A pontuação da netpoints não expira. A grande dificuldade da classe popular, que não faz compras de alto valor, é trocar seus pontos do cartão de crédito antes do prazo vencer. Ao mesmo tempo a classe popular está viajando cada vez mais de avião e almeja conseguir passagens por meio de programas de fidelidade", explicou Carlos Formigari, presidente e sócio da netpoints. Até janeiro, Formigari era o principal executivo da Tempo Assist e, anteriormente, trabalhou na área de cartões de crédito do Unibanco.
A netpoints está recebendo investimento de cerca de R$ 10 milhões para desenvolvimentos da plataforma e rede social, além de marketing - ferramenta considerada essencial nesse segmento. A Cia Bozano, que detém 30% do capital da empresa, fez o principal aporte no investimento tecnológico da netpoints.
Outros diferenciais adotados pela netpoints para atrair a classe popular é a possibilidade de transferir os pontos para os amigos, acumular pontuação em estabelecimentos físicos e oferecer serviços como guincho e chaveiro, por exemplo, para seus usuários.
O executivo acredita que o maior interesse será por passagens aéreas e pacotes de viagem, mas os pontos da netpoints também poderão ser trocados por produtos como eletroeletrônicos, eletrodomésticos, crédito para celular, livros, entre outros itens que costumam atrair os compradores internautas.
Mesmo com a Cia. Bozano sendo acionista da Azul e da netpoints, Formigari garante que os usuários do programa poderão resgatar passagens de outras companhias aéreas. Uma agência de turismo, cujo nome não foi revelado, será a responsável pela negociação. No Multiplus, cujo acionista principal é a holding TAM S.A., os bilhetes são sempre da TAM ou de companhias internacionais parceiras.
Um dos desafios para a netpoints será a conquista de parceiros, uma vez que o Multiplus já tem contratos de exclusividade com diversas empresas.
Outro concorrente na netpoints é o Dotz, programa de fidelidade criado há 11 anos destinado ao público premium e que agora está voltando suas atenções para a nova classe média. "Em 2000, só as pessoas de alta renda tinham computador e nossa atuação era apenas pela internet. Agora, muitas pessoas têm acesso a web e também temos parceria com lojas físicas", disse Roberto Chade, presidente da Dotz, que tem como sócio o programa de fidelidade canadense LoyaltyOne e tem parceria com o Banco do Brasil.
MULTIPLUS E GROUPON ESTABELECEM PARCERIA
portal Meio&Mensagem 31/05/2011 - José Gabriel Navarro
Compras via Groupon valerão pontos a serem trocados por vantagens no próprio site ou na Multiplus Crédito: Reprodução
A rede de programas de troca de pontos por descontos Multiplus Fidelidade anunciou, nesta terça-feira, 31, que firmou uma parceria com o site de compras coletivas Groupon no Brasil.
A partir de julho deste ano, as compras realizadas via Groupon vão valer pontos que poderão ser trocados por vantagens no próprio site — ou resgatados para se adquirir produtos e serviços de redes parceiras da Multiplus.
A Multiplus Fidelidade, criada em junho de 2009 no Brasil, busca fidelizar clientes de outras companhias. Por meio do acúmulo e da troca de pontos, obtidos a partir de compras de produtos da rede de marcas associadas, o usuário consegue descontos para outras aquisições. O Groupon, fundado em novembro de 2008 nos EUA, é responsável pela febre dos esquemas de compras coletivas, nos quais serviços e produtos são oferecidos a preços promocionais desde que várias pessoas resolvam compra-los.
Compras via Groupon valerão pontos a serem trocados por vantagens no próprio site ou na Multiplus Crédito: Reprodução
A rede de programas de troca de pontos por descontos Multiplus Fidelidade anunciou, nesta terça-feira, 31, que firmou uma parceria com o site de compras coletivas Groupon no Brasil.
A partir de julho deste ano, as compras realizadas via Groupon vão valer pontos que poderão ser trocados por vantagens no próprio site — ou resgatados para se adquirir produtos e serviços de redes parceiras da Multiplus.
A Multiplus Fidelidade, criada em junho de 2009 no Brasil, busca fidelizar clientes de outras companhias. Por meio do acúmulo e da troca de pontos, obtidos a partir de compras de produtos da rede de marcas associadas, o usuário consegue descontos para outras aquisições. O Groupon, fundado em novembro de 2008 nos EUA, é responsável pela febre dos esquemas de compras coletivas, nos quais serviços e produtos são oferecidos a preços promocionais desde que várias pessoas resolvam compra-los.
18 de mai. de 2011
MULTIPLUS FECHA PARCERIA COM SITE DE COMPRAS COLETIVAS
portal Exame 16/05/2011 - Daniela Barbosa
O programa de fidelidades da TAM, Multiplus, anunciou mais uma parceria, nesta segunda-feira (16/5). Dessa vez, o acordo foi fechado com o site de compras coletivas Ofertas.com.br.
Segundo comunicado da companhia, o programa começará a valer a partir do segundo semestre desse ano e os participantes do Multiplus poderão utilizar os pontos em outros parceiros do site de compras coletiva.
O Ofertas.com.br possui mais de 6 milhões de usuários e todas as compras efetuadas por meio do site serão convertidas em pontos na rede Multiplus.
O programa de fidelidades da TAM, Multiplus, anunciou mais uma parceria, nesta segunda-feira (16/5). Dessa vez, o acordo foi fechado com o site de compras coletivas Ofertas.com.br.
Segundo comunicado da companhia, o programa começará a valer a partir do segundo semestre desse ano e os participantes do Multiplus poderão utilizar os pontos em outros parceiros do site de compras coletiva.
O Ofertas.com.br possui mais de 6 milhões de usuários e todas as compras efetuadas por meio do site serão convertidas em pontos na rede Multiplus.
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Ofertas.com.br
10 de mai. de 2011
MULTIPLUS FIRMA PARCERIA COM A ICATU SEGUROS
portal Brasil Econômico 10/05/2011
Com a parceria, a cada R$ 1 gasto com a aquisição de um seguro de vida na Icatu Seguros, o usuário acumula um ponto Multiplus.
O acordo entre as companhias terá início a partir do segundo semestre do ano e, a princípio, valerá apenas para o segmento de Seguro de Vida.
O objetivo é ampliar a parceria ao longo dos próximos anos aos demais serviços oferecidos pela seguradora.
Com a parceria, a cada R$ 1 gasto com a aquisição de um seguro de vida na Icatu Seguros, o usuário acumula um ponto Multiplus.
O acordo entre as companhias terá início a partir do segundo semestre do ano e, a princípio, valerá apenas para o segmento de Seguro de Vida.
O objetivo é ampliar a parceria ao longo dos próximos anos aos demais serviços oferecidos pela seguradora.
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fidelidade,
Icatu,
Multiplus Fidelidade
28 de abr. de 2011
GIULIANA FLORES E MULTIPLUS EM PARCERIA
portal Cliente S/A 28/04/2011
A Giuliana Flores, loja virtual de arranjos e kits florais, anuncia parceria com a Multiplus Fidelidade. Agora, clientes da Giuliana Flores acumulam milhas para passagens aéreas da Tam na compra de kits da loja virtual. A cada R$ 1,00 gasto na loja virtual, o cliente Multiplus ganha dois pontos, que se transformam em milhas da Tam.
Para ganhar os pontos, o cliente Multiplus Fidelidade, ao realizar a compra no site da Giuliana Flores, pelo link www.giulianaflores.com.br/multiplus, deve apenas digitar o número do seu cartão. O saldo de pontos entra automaticamente na conta.
"As vantagens da parceria é que a Tam nos divulga em sua revista de bordo, ações de email marketing, trazendo alcance de um público muito importante para a marca", afirma Juliano Souza, gerente de marketing da Giuliana Flores.
A Giuliana Flores, loja virtual de arranjos e kits florais, anuncia parceria com a Multiplus Fidelidade. Agora, clientes da Giuliana Flores acumulam milhas para passagens aéreas da Tam na compra de kits da loja virtual. A cada R$ 1,00 gasto na loja virtual, o cliente Multiplus ganha dois pontos, que se transformam em milhas da Tam.
Para ganhar os pontos, o cliente Multiplus Fidelidade, ao realizar a compra no site da Giuliana Flores, pelo link www.giulianaflores.com.br/multiplus, deve apenas digitar o número do seu cartão. O saldo de pontos entra automaticamente na conta.
"As vantagens da parceria é que a Tam nos divulga em sua revista de bordo, ações de email marketing, trazendo alcance de um público muito importante para a marca", afirma Juliano Souza, gerente de marketing da Giuliana Flores.
27 de abr. de 2011
REMÉDIO FIDELIZADO
jornal Folha de S. Paulo 27/04/2011 – Mercado Aberto
O Multiplus Fidelidade anuncia hoje a inclusão da Droga Raia entre os seus parceiros de coalizão.
A partir de julho, as compras na rede de farmácias passarão a gerar pontos que poderão ser trocados nas outras 16 empresas associadas.
"Pretendemos fechar 2011 com 24 coalizões. Cada empresa de um setor diferente", diz o presidente da companhia, Eduardo Gouveia.
Até o começo de junho, o Multiplus Fidelidade, controlado pela TAM, fará uma redução de capital de R$ 690 milhões para R$ 90 milhões.
O objetivo, segundo Gouveia, foi retornar valor aos acionistas, além dos dividendos regulares. "Com a verba do IPO, em fevereiro de 2010, compramos as passagens necessárias até o terceiro trimestre de 2011. Não tínhamos saída de caixa."
O Multiplus Fidelidade anuncia hoje a inclusão da Droga Raia entre os seus parceiros de coalizão.
A partir de julho, as compras na rede de farmácias passarão a gerar pontos que poderão ser trocados nas outras 16 empresas associadas.
"Pretendemos fechar 2011 com 24 coalizões. Cada empresa de um setor diferente", diz o presidente da companhia, Eduardo Gouveia.
Até o começo de junho, o Multiplus Fidelidade, controlado pela TAM, fará uma redução de capital de R$ 690 milhões para R$ 90 milhões.
O objetivo, segundo Gouveia, foi retornar valor aos acionistas, além dos dividendos regulares. "Com a verba do IPO, em fevereiro de 2010, compramos as passagens necessárias até o terceiro trimestre de 2011. Não tínhamos saída de caixa."
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coalizão,
Droga Raia,
Multiplus Fidelidade
26 de abr. de 2011
MULTIPLUS FIRMA PARCERIA COM UNICASA
portal Cliente S/A 25/04/2011
O Multiplus Fidelidade acaba de firmar parceria com as marcas Dell Anno, Favorita e New, pertencentes à indústria de móveis Unicasa. Por meio do acordo, as empresas passam a integrar a rede de coalizão do Multiplus. A partir de maio, o consumidor poderá acumular pontos durante as compras feitas nas mais de 1.200 unidades do grupo espalhadas por todo o país, além de trocá-los por descontos nos móveis produzidos pela Unicasa. A mecânica de pontuação varia de acordo com cada marca. Para participar e usufruir dos benefícios, o consumidor precisa acessar a opção "cadastra-se" no site www.multiplusfidelidade.com.br.
Nas lojas Dell Anno, por exemplo, cada R$ 25 mil em compras equivalem a 12 mil pontos Multiplus. Nas unidades da Favorita, R$ 15 mil são referentes a sete mil pontos Multiplus. Já nas lojas New, R$ 10 mil gastos valem 4.800 pontos Multiplus.
Além de serem trocados por vantagens dentro da própria Unicasa, os pontos acumulados também permitem o resgate de prêmios em todos os outros parceiros da rede. É uma infinidade de opções, que vão desde passagens aéreas até serviços de telefonia, assinaturas de revistas, livros, CDs e DVDs, além de outros produtos e serviços disponíveis no site www.multiplusfidelidade.com.br.
Segundo Eduardo Gouveia, presidente do Multiplus Fidelidade, a chegada da Unicasa amplia a atuação da empresa aos mais variados segmentos da economia brasileira. "Trata-se do nosso primeiro parceiro de coalizão no mercado moveleiro. Para nós essa variedade é fundamental, porque proporcionamos aos participantes da rede ainda mais possibilidades na hora de acumular e resgatar pontos", comenta.
Para Frank Zietolie, presidente da Unicasa, a parceria visa melhorar ainda mais a relação com os consumidores finais. "Nossa empresa está sempre em busca de inovação e vimos na rede uma oportunidade de fidelizar e premiar nossos clientes. E o mais importante é contarmos com a parceria do Multiplus que já tem expertise nesse mercado", afirma.
O Multiplus Fidelidade acaba de firmar parceria com as marcas Dell Anno, Favorita e New, pertencentes à indústria de móveis Unicasa. Por meio do acordo, as empresas passam a integrar a rede de coalizão do Multiplus. A partir de maio, o consumidor poderá acumular pontos durante as compras feitas nas mais de 1.200 unidades do grupo espalhadas por todo o país, além de trocá-los por descontos nos móveis produzidos pela Unicasa. A mecânica de pontuação varia de acordo com cada marca. Para participar e usufruir dos benefícios, o consumidor precisa acessar a opção "cadastra-se" no site www.multiplusfidelidade.com.br.
Nas lojas Dell Anno, por exemplo, cada R$ 25 mil em compras equivalem a 12 mil pontos Multiplus. Nas unidades da Favorita, R$ 15 mil são referentes a sete mil pontos Multiplus. Já nas lojas New, R$ 10 mil gastos valem 4.800 pontos Multiplus.
Além de serem trocados por vantagens dentro da própria Unicasa, os pontos acumulados também permitem o resgate de prêmios em todos os outros parceiros da rede. É uma infinidade de opções, que vão desde passagens aéreas até serviços de telefonia, assinaturas de revistas, livros, CDs e DVDs, além de outros produtos e serviços disponíveis no site www.multiplusfidelidade.com.br.
Segundo Eduardo Gouveia, presidente do Multiplus Fidelidade, a chegada da Unicasa amplia a atuação da empresa aos mais variados segmentos da economia brasileira. "Trata-se do nosso primeiro parceiro de coalizão no mercado moveleiro. Para nós essa variedade é fundamental, porque proporcionamos aos participantes da rede ainda mais possibilidades na hora de acumular e resgatar pontos", comenta.
Para Frank Zietolie, presidente da Unicasa, a parceria visa melhorar ainda mais a relação com os consumidores finais. "Nossa empresa está sempre em busca de inovação e vimos na rede uma oportunidade de fidelizar e premiar nossos clientes. E o mais importante é contarmos com a parceria do Multiplus que já tem expertise nesse mercado", afirma.
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Multiplus Fidelidade,
Unicasa
19 de abr. de 2011
CLIENTES DOS HOTÉIS GOLDEN TULIP AGORA GANHAM PONTOS MULTIPLUS FIDELIDADE
portal PRNewswire 19/04/2011
A Golden Tulip Hospitality Group é a mais nova parceira de acúmulo do Multiplus Fidelidade, que atua com o conceito de rede de empresas e programas de fidelização. A partir de maio, os participantes da rede passam a acumular pontos durante hospedagem nos hotéis Royal Tulip, Golden Tulip e Tulip Inn, com as tarifas Rack, Preferred e Book & Stay. Para usufruir do benefício, basta que o hóspede apresente o seu número Multiplus durante o check-in, toda vez que se hospedar nos hotéis da Golden Tulip.
"Além de garantir a melhor hospedagem em qualquer parte do mundo, o cliente titular da reserva ainda acumula pontos, que podem ser trocados por prêmios em todas as empresas parceiras da rede Multiplus Fidelidade", afirma Pieter J. F. van Voorst Vader, Presidente da BHG S.A - Brazil Hospitality Group, empresa que possui exclusividade com a Golden Tulip na América do Sul. Trata-se de uma infinidade de opções, que vão desde passagens aéreas até serviços de telefonia, assinaturas de revistas, livros, CD's, cursos de idiomas e outros produtos e serviços disponíveis no site www.multiplusfidelidade.com.br .
A Golden Tulip Hospitality Group é a mais nova parceira de acúmulo do Multiplus Fidelidade, que atua com o conceito de rede de empresas e programas de fidelização. A partir de maio, os participantes da rede passam a acumular pontos durante hospedagem nos hotéis Royal Tulip, Golden Tulip e Tulip Inn, com as tarifas Rack, Preferred e Book & Stay. Para usufruir do benefício, basta que o hóspede apresente o seu número Multiplus durante o check-in, toda vez que se hospedar nos hotéis da Golden Tulip.
"Além de garantir a melhor hospedagem em qualquer parte do mundo, o cliente titular da reserva ainda acumula pontos, que podem ser trocados por prêmios em todas as empresas parceiras da rede Multiplus Fidelidade", afirma Pieter J. F. van Voorst Vader, Presidente da BHG S.A - Brazil Hospitality Group, empresa que possui exclusividade com a Golden Tulip na América do Sul. Trata-se de uma infinidade de opções, que vão desde passagens aéreas até serviços de telefonia, assinaturas de revistas, livros, CD's, cursos de idiomas e outros produtos e serviços disponíveis no site www.multiplusfidelidade.com.br .
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