jornal Diário do Nordeste 27/10/2011 - Sergio de Sousa
A Vivo pretende ganhar mais espaço no mercado nordestino. Com apenas 6,7% de market share (participação de mercado) na região, a operadora de telefonia móvel quer chegar ao fim do próximo ano abocanhando 20% das linhas dos usuários nordestinos. Para isso, lançou ontem a promoção Vivo Sempre Ilimitado, que permite ao cliente ligações e mensagens ilimitadas a qualquer celular da operadora no País por R$ 7,50 ao mês. Além disso, acaba de se tornar a única empresa do setor cujo chip pode ser usado em qualquer aparelho GSM desbloqueado. A promoção é específica para os estados do Ceará, Alagoas, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte, e começa a valer a partir de hoje.
Ela é válida por um ano a partir da data de adesão, que deve ocorrer até o dia 30 de novembro de 2011. Pode ser contratada, sem custo de adesão, por usuários dos planos Pré-pago ou Controle. Outra vantagem é a chamada para telefones fixos por 0,10 o minuto.
"Ninguém fez uma oferta no País como esta até agora, e a oferta vai mexer com o mercado da região. Na prática, o cliente pagará apenas R$ 0,25 por dia para ter acesso para fazer ligações e enviar mensagem quantas vezes quiser", ressalta o presidente da Vivo, Antônio Carlos Valente.
Lançamento no CE
No Ceará, a empresa detém 6,7% do mercado, com mais de 500 mil clientes, e quer alcançar aqui a mesma meta de 20% pretendida para o Nordeste. No País, a operadora já possui 29,5% de market share. A partir de hoje, os 300 pontos de venda no Estado já estarão preparados para receber a o incremento esperado no número de clientes. Dois dos garotos-propaganda da campanha, os ex-jogadores da seleção brasileira Denilson e Mauro Silva, estarão nas lojas do Iguatemi e North Shopping, respectivamente, acompanhando as vendas.
Como funciona
Após o cadastro, são descontados R$ 7,50 dos créditos do cliente, e a os benefícios de ligação e torpedos ilimitados valem por 30 dias, sendo renovado por mais 30 dias, caso o usuário possua um crédito mínimo de R$ 7,50. No plano Controle, o valor de R$ 7,50 será descontado do custo pago mensalmente.
Nova frequência
Juntamente com a promoção, a Vivo está inaugurando na região uma nova frequência adquirida em leilão realizado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A nova rede 1.800 MHz, que já está funcionando em todas as cidades cobertas no Ceará, junta-se à então já existente frequência 1.900 MHz, permitindo que os chips da operadora possam ser utilizados por qualquer aparelho celular. Além disso, a nova rede, segundo destaca a empresa, aumenta a capacidade de tráfego de voz, garantindo maior qualidade nas chamadas.
O presidente afirma que a Vivo é a operadora que possui o menor número de reclamações de usuários da telefonia fixa na região, e garante que o aumento esperado no número de clientes não reduzirá a qualidade do serviço prestado.
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16 de nov. de 2011
11 de ago. de 2011
SANTANDER E VIVO FECHAM ACORDO PARA LANÇAMENTO DE CARTÃO DE CRÉDITO
portal Executivos Financeiros 08/08/2011
O banco Santander e a Vivo anunciam um acordo para o lançamento de um cartão de crédito. A partir do 1º trimestre de 2012, os clientes que solicitarem o cartão terão benefícios como conversão de compras em pontos da Vivo ou bônus no caso de recargas realizadas com cartão, além de produtos financeiros.
O contrato tem duração de 15 anos e a expectativa das empresas é de que sejam comercializados mais de um milhão de cartões até o final de 2013.
“A parceria com o Santander é um grande reforço para seguirmos nesse caminho. Assim, cumprimos a nossa missão de aprimorar a conexão das pessoas, acrescentando a oferta de produtos e serviços de crédito”, afirma Maurício Romão, diretor da área de Produtos e Serviços Financeiros da Vivo.
Segundo Cassius Schymura, diretor da área de Meios de Pagamento do Santander, “a união com a Vivo reforça a estratégia da instituição em ampliar a oferta de cartões de crédito por meio de parcerias com grandes empresas, oferecendo mais serviços e comodidade aos nossos clientes”.
As empresas apresentarão mais informações nas próximas divulgações de resultados.
O banco Santander e a Vivo anunciam um acordo para o lançamento de um cartão de crédito. A partir do 1º trimestre de 2012, os clientes que solicitarem o cartão terão benefícios como conversão de compras em pontos da Vivo ou bônus no caso de recargas realizadas com cartão, além de produtos financeiros.
O contrato tem duração de 15 anos e a expectativa das empresas é de que sejam comercializados mais de um milhão de cartões até o final de 2013.
“A parceria com o Santander é um grande reforço para seguirmos nesse caminho. Assim, cumprimos a nossa missão de aprimorar a conexão das pessoas, acrescentando a oferta de produtos e serviços de crédito”, afirma Maurício Romão, diretor da área de Produtos e Serviços Financeiros da Vivo.
Segundo Cassius Schymura, diretor da área de Meios de Pagamento do Santander, “a união com a Vivo reforça a estratégia da instituição em ampliar a oferta de cartões de crédito por meio de parcerias com grandes empresas, oferecendo mais serviços e comodidade aos nossos clientes”.
As empresas apresentarão mais informações nas próximas divulgações de resultados.
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2 de ago. de 2011
TELEFÔNICA ADOTA MARCA VIVO NO INÍCIO DE 2012
jornal Brasil Econômico 01/08/2011 – Fabiana Monte
A marca Vivo será adotada comercialmente pela Telefônica entre o primeiro trimestre do ano que vem e o início do segundo trimestre de 2012, informa Antônio Carlos Valente, presidente do Grupo Telefônica no Brasil. Com isso, os clientes de telefonia fixa da empresa em São Paulo passarão a receber contas com a marca Vivo.
“A complexidade está na integração de sistemas e no call center, para garantir uma nova experiência aos nossos clientes”, diz. A Vivo será a terceira marca comercial do grupo Telefônica no mundo. As outras duas são O2, usada na Europa, e Movistar, adotada na Espanha e em países latino-americanos de língua espanhola.
Valente diz que o processo de integração entre Vivo e Telefônica está ocorrendo dentro do cronograma estabelecido, mas não quis comentar quando as primeiras ofertas conjuntas, conhecidas como bundles, que reúnem banda larga, TV por assinatura e telefonia fixa, chegarão ao mercado. “Os próximos passos passam por ofertas integradas. Apesar da complexidade do processo, ele tem ocorrido bem”, afirma.
Expansão
O executivo reitera que os pilares de crescimento da companhia no Brasil passam por expansão fora de São Paulo e na oferta de serviços de banda larga e televisão por assinatura. A estrutura comercial e a infraestrutura de rede da Vivo são os caminhos naturais para a operadora ampliar sua presença em outros estados, onde ela não tiver redes físicas, seja de telecomunicações ou de televisão a cabo.
E o satélite é a alternativa mais viável para aumentar a presença da companhia na oferta de televisão paga em outros estados. Pelo menos até que o projeto de lei da câmara nº 116/2010 (PLC 116/2010) seja aprovado pelo Senado. Ele altera as regras do mercado de TV a cabo, permitindo que empresas do setor sejam conroladas por capital estrangeiro. A Telefônica tem participação na TVA, do Grupo Abril, até o limite permitido por lei e, em outra ocasião, Valente declarou que pretende obter o controle da companhia assim que a legislação permitir. A expectativa do executivo é que o projeto de lei seja aprovado pelo Senado até agosto.
“Temos implementado fibra em São Paulo para ultra banda-larga. O custo varia entre € 800 e 1000 euros por acesso. Para justificar o investimento, é preciso poder oferecer todos os serviços - TV e banda larga. Após a aprovação do projeto, muitas outras oportunidades serão analisadas”, diz Valente.
A rede de fibra óptica da Telefônica em São Paulo passa por 500 mil domicílios com condições de contratar o serviço. Por mês, cerca de 3 mil novas casas são incluídas na infraestrutura. “Certamente, para muitas cidades, satélite e soluções de banda larga sem fio são as mais adequadas. Mas as opções não são excludentes, até porque as redes físicas não são implementadas simultaneamente em toda a cidade”, completa Valente.
Operação cresce no mercado de internet móvel
Na última sexta-feira, a Vivo passou a oferecer cobertura de internet móvel em sua 1500ª cidade país, o município de Lagoa do Carro, a 60 quilômetros de Recife (PE). A cidade, de 15 mil habitantes, faz parte do plano Vivo Internet Brasil, anunciado em2010, e que prevê a cobertura de 2.832 municípios com rede de terceira geração de telefonia celular até meados de 2012. No anúncio do plano, a empresa tinha o serviço em 600 cidades. Em Pernambuco, a operadora começou os investimentos de R$ 300 milhões em 2008 e deve terminar no fim deste ano.
O Nordeste receberá R$ 1 bilhão no mesmo período, considerando início de operações, expansão de rede e aquisição de licenças. A Vivo foi a última das grandes operadoras de telefonia móvel a entrar em alguns estados do Nordeste, pois não tinha frequência para oferecer serviços na região. Em 2007, a empresa desembolsou cerca de R$ 13milhões para obter licença de atuação em Pernambuco, Alagoas, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí, e, com isso, ter cobertura nacional.
Atualmente, segundo a consultoria Teleco, a Vivo ocupa a quarta colocação nesses estados, mas, de acordo com Antônio Carlos Valente, a companhia tem 37,4% de participação de mercado de dados. Na região, possui cobertura de rede em 391 municípios, dos quais 283 têm 3G. “Ser a quarta operadora neste momento não quer dizer que não vamos mudar de posição logo. Acreditamos que qualidade é um grande diferencial. Temos 1,5 mil cidades brasileiras com cobertura de terceira geração, o que é mais que a soma de todas as nossas concorrentes”, diz
Valente informou também que na próxima semana, 2/8, a empresa lançara seu serviço de rádio, semelhante ao da Nextel, em Pernambuco. Em outubro, a operadora passara a usar a faixa de frequência de 1.8MHz, adquirida em dezembro, o que ampliará a capacidade de rede da Vivo.
A marca Vivo será adotada comercialmente pela Telefônica entre o primeiro trimestre do ano que vem e o início do segundo trimestre de 2012, informa Antônio Carlos Valente, presidente do Grupo Telefônica no Brasil. Com isso, os clientes de telefonia fixa da empresa em São Paulo passarão a receber contas com a marca Vivo.
“A complexidade está na integração de sistemas e no call center, para garantir uma nova experiência aos nossos clientes”, diz. A Vivo será a terceira marca comercial do grupo Telefônica no mundo. As outras duas são O2, usada na Europa, e Movistar, adotada na Espanha e em países latino-americanos de língua espanhola.
Valente diz que o processo de integração entre Vivo e Telefônica está ocorrendo dentro do cronograma estabelecido, mas não quis comentar quando as primeiras ofertas conjuntas, conhecidas como bundles, que reúnem banda larga, TV por assinatura e telefonia fixa, chegarão ao mercado. “Os próximos passos passam por ofertas integradas. Apesar da complexidade do processo, ele tem ocorrido bem”, afirma.
Expansão
O executivo reitera que os pilares de crescimento da companhia no Brasil passam por expansão fora de São Paulo e na oferta de serviços de banda larga e televisão por assinatura. A estrutura comercial e a infraestrutura de rede da Vivo são os caminhos naturais para a operadora ampliar sua presença em outros estados, onde ela não tiver redes físicas, seja de telecomunicações ou de televisão a cabo.
E o satélite é a alternativa mais viável para aumentar a presença da companhia na oferta de televisão paga em outros estados. Pelo menos até que o projeto de lei da câmara nº 116/2010 (PLC 116/2010) seja aprovado pelo Senado. Ele altera as regras do mercado de TV a cabo, permitindo que empresas do setor sejam conroladas por capital estrangeiro. A Telefônica tem participação na TVA, do Grupo Abril, até o limite permitido por lei e, em outra ocasião, Valente declarou que pretende obter o controle da companhia assim que a legislação permitir. A expectativa do executivo é que o projeto de lei seja aprovado pelo Senado até agosto.
“Temos implementado fibra em São Paulo para ultra banda-larga. O custo varia entre € 800 e 1000 euros por acesso. Para justificar o investimento, é preciso poder oferecer todos os serviços - TV e banda larga. Após a aprovação do projeto, muitas outras oportunidades serão analisadas”, diz Valente.
A rede de fibra óptica da Telefônica em São Paulo passa por 500 mil domicílios com condições de contratar o serviço. Por mês, cerca de 3 mil novas casas são incluídas na infraestrutura. “Certamente, para muitas cidades, satélite e soluções de banda larga sem fio são as mais adequadas. Mas as opções não são excludentes, até porque as redes físicas não são implementadas simultaneamente em toda a cidade”, completa Valente.
Operação cresce no mercado de internet móvel
Na última sexta-feira, a Vivo passou a oferecer cobertura de internet móvel em sua 1500ª cidade país, o município de Lagoa do Carro, a 60 quilômetros de Recife (PE). A cidade, de 15 mil habitantes, faz parte do plano Vivo Internet Brasil, anunciado em2010, e que prevê a cobertura de 2.832 municípios com rede de terceira geração de telefonia celular até meados de 2012. No anúncio do plano, a empresa tinha o serviço em 600 cidades. Em Pernambuco, a operadora começou os investimentos de R$ 300 milhões em 2008 e deve terminar no fim deste ano.
O Nordeste receberá R$ 1 bilhão no mesmo período, considerando início de operações, expansão de rede e aquisição de licenças. A Vivo foi a última das grandes operadoras de telefonia móvel a entrar em alguns estados do Nordeste, pois não tinha frequência para oferecer serviços na região. Em 2007, a empresa desembolsou cerca de R$ 13milhões para obter licença de atuação em Pernambuco, Alagoas, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí, e, com isso, ter cobertura nacional.
Atualmente, segundo a consultoria Teleco, a Vivo ocupa a quarta colocação nesses estados, mas, de acordo com Antônio Carlos Valente, a companhia tem 37,4% de participação de mercado de dados. Na região, possui cobertura de rede em 391 municípios, dos quais 283 têm 3G. “Ser a quarta operadora neste momento não quer dizer que não vamos mudar de posição logo. Acreditamos que qualidade é um grande diferencial. Temos 1,5 mil cidades brasileiras com cobertura de terceira geração, o que é mais que a soma de todas as nossas concorrentes”, diz
Valente informou também que na próxima semana, 2/8, a empresa lançara seu serviço de rádio, semelhante ao da Nextel, em Pernambuco. Em outubro, a operadora passara a usar a faixa de frequência de 1.8MHz, adquirida em dezembro, o que ampliará a capacidade de rede da Vivo.
27 de jul. de 2011
VIVO INVESTE EM TECNOLOGIA DE INTERAÇÃO PARA EVENTOS
portal Brasil Econômico 26/07/2011 - Weruska Goeking
Durante a Expo Y, evento voltado para negócios da geração Y, a Vivo trouxe a versão atualizada de seu Vivo Pass, tecnologia que permite a troca de informações entre os participantes do evento.
Ao chegar no evento - gratuito - as pessoas tinham a opção de fazer um cadastro que incluía desde informações como signo e idade aos assuntos de interesse no evento. Os dados eram colocados em um chip e colado no aparelho celular dos participantes.
Dispositivos colocados em pontos específicos da Expo Y permitiam que o visitante compartilhasse links com o vídeo em streaming da palestra que estava assistindo para amigos no Facebook e no Twitter.
Um telão touchscreen permitia, após a leitura dos dados no chip, trocar contatos com pessoas com interesses semelhantes (os dados como o número de telefone iam direto para o email do escolhido) e até mesmo marcar um café ali mesmo, no evento, e quem sabe fechar negócios ou iniciar parcerias.
Não se sabe quantas parcerias foram iniciadas no evento ou quantas foram possibilitadas pela tecnologia, mas 1.600 - dos 4 mil presentes - utilizaram a tecnologia em 5.800 interações com outros participantes, check-in e compartilhamento das palestras via Facebook e Twitter.
Cristina Duclos, diretora de marketing da Vivo, não revela quanto foi investido para o desenvolvimento do Vivo Pass ou o custo de cada evento para a companhia, mas adianta novidades para o próximo You Pix - que acontece de 17 a 19 de agosto -, como disponibilizar o telão com informações estatísticas do evento também na versão on-line, possivelmente no site da empresa.
Há também a possibilidade de vender a tecnologia para eventos dos quais a Vivo não seja parceira, como congressos e workshops - onde a troca de cartões de visitas já é tradicional. Embora haja interesse, Cristina afirma que nenhum negócio desse tipo foi concretizado ainda.
Durante a Expo Y, evento voltado para negócios da geração Y, a Vivo trouxe a versão atualizada de seu Vivo Pass, tecnologia que permite a troca de informações entre os participantes do evento.
Ao chegar no evento - gratuito - as pessoas tinham a opção de fazer um cadastro que incluía desde informações como signo e idade aos assuntos de interesse no evento. Os dados eram colocados em um chip e colado no aparelho celular dos participantes.
Dispositivos colocados em pontos específicos da Expo Y permitiam que o visitante compartilhasse links com o vídeo em streaming da palestra que estava assistindo para amigos no Facebook e no Twitter.
Um telão touchscreen permitia, após a leitura dos dados no chip, trocar contatos com pessoas com interesses semelhantes (os dados como o número de telefone iam direto para o email do escolhido) e até mesmo marcar um café ali mesmo, no evento, e quem sabe fechar negócios ou iniciar parcerias.
Não se sabe quantas parcerias foram iniciadas no evento ou quantas foram possibilitadas pela tecnologia, mas 1.600 - dos 4 mil presentes - utilizaram a tecnologia em 5.800 interações com outros participantes, check-in e compartilhamento das palestras via Facebook e Twitter.
Cristina Duclos, diretora de marketing da Vivo, não revela quanto foi investido para o desenvolvimento do Vivo Pass ou o custo de cada evento para a companhia, mas adianta novidades para o próximo You Pix - que acontece de 17 a 19 de agosto -, como disponibilizar o telão com informações estatísticas do evento também na versão on-line, possivelmente no site da empresa.
Há também a possibilidade de vender a tecnologia para eventos dos quais a Vivo não seja parceira, como congressos e workshops - onde a troca de cartões de visitas já é tradicional. Embora haja interesse, Cristina afirma que nenhum negócio desse tipo foi concretizado ainda.
10 de jun. de 2011
PAYPAL QUER EXPANDIR ATUAÇÃO NO MERCADO BRASILEIRO
portal Executivos Financeiros 09/06/2011
Uma das mais famosas plataformas de transações financeiras online do mundo, a PayPal, está de olho nas oportunidades de crescimento em território brasileiro. Para isso, a companhia, que só iniciou oficialmente suas atividades no País no início de 2011, quer fechar o ano com quase 100 funcionários locais e planeja mais do que dobrar a base de usuários no Brasil, ultrapassando os 5 milhões de clientes, até dezembro.
A empresa assinou um acordo com a Vivo – o primeiro no mundo com uma operadora – para a oferta de soluções para pagamento pelo celular. “Estamos criando um produto a quatro mãos”, avisa o executivo. O objetivo, segundo ele, é aproveitar o potencial de negócios dos mais de 200 milhões de assinantes de telefonia móvel no País.
O presidente da PayPal no País, Mario Melloque Mello, considera que além da mobilidade, outra arma da companhia para ampliar sua presença em território brasileiro é a segurança. Para isso, ele defende que trata-se da única plataforma de pagamento online do mercado a oferecer um sistema no qual o usuário não precisa digitar o número de seu cartão de crédito todas as vezes em que efetua uma compra na internet. Isso porque, após o primeiro cadastro, as informações dos clientes ficam armazenadas de forma criptografada no sistema, que as utiliza sempre que o usuário realiza uma transação.
“Temos pesquisas mostrando que, ao aumentar a velocidade do check out (encerramento da compra), o faturamento dos lojistas cresce de 12% a 18%”, acrescenta.
Uma das mais famosas plataformas de transações financeiras online do mundo, a PayPal, está de olho nas oportunidades de crescimento em território brasileiro. Para isso, a companhia, que só iniciou oficialmente suas atividades no País no início de 2011, quer fechar o ano com quase 100 funcionários locais e planeja mais do que dobrar a base de usuários no Brasil, ultrapassando os 5 milhões de clientes, até dezembro.
A empresa assinou um acordo com a Vivo – o primeiro no mundo com uma operadora – para a oferta de soluções para pagamento pelo celular. “Estamos criando um produto a quatro mãos”, avisa o executivo. O objetivo, segundo ele, é aproveitar o potencial de negócios dos mais de 200 milhões de assinantes de telefonia móvel no País.
O presidente da PayPal no País, Mario Melloque Mello, considera que além da mobilidade, outra arma da companhia para ampliar sua presença em território brasileiro é a segurança. Para isso, ele defende que trata-se da única plataforma de pagamento online do mercado a oferecer um sistema no qual o usuário não precisa digitar o número de seu cartão de crédito todas as vezes em que efetua uma compra na internet. Isso porque, após o primeiro cadastro, as informações dos clientes ficam armazenadas de forma criptografada no sistema, que as utiliza sempre que o usuário realiza uma transação.
“Temos pesquisas mostrando que, ao aumentar a velocidade do check out (encerramento da compra), o faturamento dos lojistas cresce de 12% a 18%”, acrescenta.
31 de mai. de 2011
CORREIOS VÃO DISPUTAR TELEFONIA MÓVEL EM 2012
jornal Brasil Econômico 31/05/2011 - Fabiana Monte e Françoise Terzian
Os Correios vão entrar no mercado de telefonia celular a partir do próximo ano, atuando como operadora móvel virtual e com grandes chances de oferecer um serviço com marca própria, afirma o presidente da companhia, Wagner Pinheiro de Oliveira. Neste modelo, os Correios alugarão a rede de outra empresa de telefonia celular, como Claro, Oi, Tim e Vivo, para oferecer serviços de nicho à população. Ou seja, eles comprarão minutos no atacado e venderão no varejo. “Com os avanços tecnológicos, os serviços tradicionais dos Correios estão diminuindo. Temos de achar alternativas de receitas”, diz.
No ano passado, os Correios faturaram R$ 13 bilhões e registraram um lucro líquido de R$ 827 milhões. Do montante de vendas, 65% vieram de cartas. O objetivo de agora em diante é ganhar receita com serviços diferenciados como os de celular e também com a logística integrada. Isso significa que os Correios tendem a brigar cada vez mais não só com DHL e UPS, mas também com o TIM, Claro, Vivo e Oi. “O olhar para quatro anos é fazer com que o faturamento cresça 50%”, afirma Oliveira.
Serviços
Como operadora móvel virtual, os Correios poderão oferecer serviços que melhorem sua operação, como monitoramento em tempo real de sua frota e dos entregadores; acompanhamento de cargas e comunicação entre carteiros e agências. Oliveira não revela os planos da empresa, uma vez que os projetos ainda se encontram em fase de análise. “Já temos uma avaliação econômico-financeira que mostra viabilidade para o projeto. Falta definir nosso modelo de atuação e, depois, fazer a análise de receita”, diz. Para usuários finais, a empresa pode oferecer alertas de entrega e acompanhamento de correspondências.
Atuar como operadora móvel virtual é uma tendência mundial, a exemplo do que recentemente fez o La Poste, o correio francês, no dia 23 de maio, quando lançou um serviço próprio de telefonia celular no qual é possível escolher entre uma gama de 29 aparelhos a € 1 cada, dentre outras ofertas. No Brasil, o mercado ainda dá os primeiros passos e apenas a Porto Seguro anunciou planos de atuar como operadora móvel virtual, com estreia prevista para o segundo semestre. No dia 17 de maio, decreto da presidente Dilma Roussef sinalizou mudanças no estatuto dos Correios que, agora, podem atuar como operadora móvel virtual, entre outras possibilidades.
Agora, o que falta aos Correios é decidir qual modelo adotar. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) estabeleceu que as operadoras móveis virtuais podem ser autorizadas ou credenciadas. Se escolher a primeira opção, calcula-se ser necessário um investimento de entrada da ordem de R$ 100milhões, para montar uma estrutura própria com call center, sistemas de faturamento e pós-venda, entre outros. Já no modelo de credenciada, o aporte inicial seria da ordem de R$ 20 milhões e a responsabilidade da infraestrutura fica por conta da empresa fornecedora da capacidade de rede.
Benefícios
Um dos pilares da estratégia dos Correios é usar a rede de agências de 12 mil pontos no país, incluindo as 6,2 mil unidades com Banco Postal, que contabiliza 11milhões de clientes. O atendimento presencial dos Correios seria um diferencial frente às operadoras tradicionais. Conta também a experiência na prestação de serviço público. Os Correios também poderão oferecer serviços bancários pelo celular. Como o Banco Postal chega onde nem as instituições financeiras vão, a lógica do Correio é a mesma. Atingir a minoria da população que ainda não tem celular. “Há 212,6 milhões de linhas móveis no país e 15% de brasileiros sem um aparelho celular”, conta Oliveira.
Os Correios vão entrar no mercado de telefonia celular a partir do próximo ano, atuando como operadora móvel virtual e com grandes chances de oferecer um serviço com marca própria, afirma o presidente da companhia, Wagner Pinheiro de Oliveira. Neste modelo, os Correios alugarão a rede de outra empresa de telefonia celular, como Claro, Oi, Tim e Vivo, para oferecer serviços de nicho à população. Ou seja, eles comprarão minutos no atacado e venderão no varejo. “Com os avanços tecnológicos, os serviços tradicionais dos Correios estão diminuindo. Temos de achar alternativas de receitas”, diz.
No ano passado, os Correios faturaram R$ 13 bilhões e registraram um lucro líquido de R$ 827 milhões. Do montante de vendas, 65% vieram de cartas. O objetivo de agora em diante é ganhar receita com serviços diferenciados como os de celular e também com a logística integrada. Isso significa que os Correios tendem a brigar cada vez mais não só com DHL e UPS, mas também com o TIM, Claro, Vivo e Oi. “O olhar para quatro anos é fazer com que o faturamento cresça 50%”, afirma Oliveira.
Serviços
Como operadora móvel virtual, os Correios poderão oferecer serviços que melhorem sua operação, como monitoramento em tempo real de sua frota e dos entregadores; acompanhamento de cargas e comunicação entre carteiros e agências. Oliveira não revela os planos da empresa, uma vez que os projetos ainda se encontram em fase de análise. “Já temos uma avaliação econômico-financeira que mostra viabilidade para o projeto. Falta definir nosso modelo de atuação e, depois, fazer a análise de receita”, diz. Para usuários finais, a empresa pode oferecer alertas de entrega e acompanhamento de correspondências.
Atuar como operadora móvel virtual é uma tendência mundial, a exemplo do que recentemente fez o La Poste, o correio francês, no dia 23 de maio, quando lançou um serviço próprio de telefonia celular no qual é possível escolher entre uma gama de 29 aparelhos a € 1 cada, dentre outras ofertas. No Brasil, o mercado ainda dá os primeiros passos e apenas a Porto Seguro anunciou planos de atuar como operadora móvel virtual, com estreia prevista para o segundo semestre. No dia 17 de maio, decreto da presidente Dilma Roussef sinalizou mudanças no estatuto dos Correios que, agora, podem atuar como operadora móvel virtual, entre outras possibilidades.
Agora, o que falta aos Correios é decidir qual modelo adotar. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) estabeleceu que as operadoras móveis virtuais podem ser autorizadas ou credenciadas. Se escolher a primeira opção, calcula-se ser necessário um investimento de entrada da ordem de R$ 100milhões, para montar uma estrutura própria com call center, sistemas de faturamento e pós-venda, entre outros. Já no modelo de credenciada, o aporte inicial seria da ordem de R$ 20 milhões e a responsabilidade da infraestrutura fica por conta da empresa fornecedora da capacidade de rede.
Benefícios
Um dos pilares da estratégia dos Correios é usar a rede de agências de 12 mil pontos no país, incluindo as 6,2 mil unidades com Banco Postal, que contabiliza 11milhões de clientes. O atendimento presencial dos Correios seria um diferencial frente às operadoras tradicionais. Conta também a experiência na prestação de serviço público. Os Correios também poderão oferecer serviços bancários pelo celular. Como o Banco Postal chega onde nem as instituições financeiras vão, a lógica do Correio é a mesma. Atingir a minoria da população que ainda não tem celular. “Há 212,6 milhões de linhas móveis no país e 15% de brasileiros sem um aparelho celular”, conta Oliveira.
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TIM,
Vivo,
VMO
15 de mai. de 2011
VIVO LIDERA RANKING DAS MELHORES EMPRESAS PARA COMEÇAR A CARREIRA, DA VOCÊ S/A
portal Cidade Biz 13/05/2011
A Vivo aparece no topo do ranking do 1º Guia Você S/A - Melhores Empresas Para Começar a Carreira, elaborado pela revista da Abril em parceria com a a Cia de Talentos e a Fundação Instituto de Administração (FIA).
Segundo a editora, o levantamento avalia quais os anseios e as expectativas dos jovens funcionários — situados entre 20 e 28 anos — em relação às empresas em que trabalham, e o que as companhias consultadas pela pesquisa efetivamente oferecem a estas pessoas que iniciam sua trajetória no mercado de trabalho.
As dez empresas com as melhores práticas de RH e que contam com a melhor percepção de seus jovens funcionários:
01. Vivo
02. Procter & Gamble
03. Ibis
04. Dow Brasil
05. Redecard
06. Bradesco
07. DuPont
08. Cielo
09. Nextel
10. Promon
• Melhor empresa em Aprendizagem e Desenvolvimento: AmBev
• Melhor empresa em Desafio e Autoexpressão: DM9DDB
• Melhor empresa em Orientação e Feedback: Procter & Gamble
• Melhor empresa em Valores e Relacionamento: Chemtech
DM9 – A agência é a única do segmento de publicidade a figurar no ranking. “Estamos realmente orgulhosos com este prêmio, que é um dos mais importantes já recebidos pela agência, pois reconhece uma gestão voltada para pessoas e para o desenvolvimento individual e coletivo de nossa turma”, diz Sérgio Valente, presidente da DM9.
A Vivo aparece no topo do ranking do 1º Guia Você S/A - Melhores Empresas Para Começar a Carreira, elaborado pela revista da Abril em parceria com a a Cia de Talentos e a Fundação Instituto de Administração (FIA).
Segundo a editora, o levantamento avalia quais os anseios e as expectativas dos jovens funcionários — situados entre 20 e 28 anos — em relação às empresas em que trabalham, e o que as companhias consultadas pela pesquisa efetivamente oferecem a estas pessoas que iniciam sua trajetória no mercado de trabalho.
As dez empresas com as melhores práticas de RH e que contam com a melhor percepção de seus jovens funcionários:
01. Vivo
02. Procter & Gamble
03. Ibis
04. Dow Brasil
05. Redecard
06. Bradesco
07. DuPont
08. Cielo
09. Nextel
10. Promon
• Melhor empresa em Aprendizagem e Desenvolvimento: AmBev
• Melhor empresa em Desafio e Autoexpressão: DM9DDB
• Melhor empresa em Orientação e Feedback: Procter & Gamble
• Melhor empresa em Valores e Relacionamento: Chemtech
DM9 – A agência é a única do segmento de publicidade a figurar no ranking. “Estamos realmente orgulhosos com este prêmio, que é um dos mais importantes já recebidos pela agência, pois reconhece uma gestão voltada para pessoas e para o desenvolvimento individual e coletivo de nossa turma”, diz Sérgio Valente, presidente da DM9.
13 de abr. de 2011
PAGAMENTO MÓVEL COM PAYPAL DEVE TRIPLICAR EM 2011, DIZ EBAY
portal Valor Online 13/04/2011 - Daniela Braun
O uso do sistema de pagamentos móvel PayPal, do eBay, por meio de dispositivos móveis deve ultrapassar US$ 2,25 bilhões em 2011, o que representa três vezes mais do que o transacionado em 2010 (US$ 750 milhões). A projeção foi divulgada hoje pelo presidente e diretor-executivo do eBay, John Donahoe, em evento para parceiros do PayPal, em São Paulo.
Durante a apresentação, Donahoe usou uma aplicação do eBay para o iPhone, da Apple, e comprou a camisa de um time de futebol brasileiro para o filho, pagando com o PayPal, pelo smartphone. "Eu não precisei da minha carteira para fazer isso", destacou o executivo. Em 2010, segundo ele, mais de US$ 2 bilhões em compras feitas pelo eBay foram realizadas por celulares. A expectativa é dobrar o volume este ano.
"O PayPal é o futuro do dinheiro", destacou Donahoe. "A razão de estar aqui é que o Brasil é nossa nova prioridade máxima", disse o executivo da principal empresa e comércio eletrônico do mundo.
O mercado brasileiro é uma das plataformas de testes do PayPal para pagamentos móveis. Em dezembro, a empresa anunciou uma aliança com a Vivo para desenvolver um aplicativo de pagamento via mensagens de texto (SMS) pelo celular. O presidente da PayPal no Brasil, Mario Mello, disse já ter testado o aplicativo esta semana. Segundo ele, o sistema de pagamento móvel será exportado para a Índia e a China.
O uso do sistema de pagamentos móvel PayPal, do eBay, por meio de dispositivos móveis deve ultrapassar US$ 2,25 bilhões em 2011, o que representa três vezes mais do que o transacionado em 2010 (US$ 750 milhões). A projeção foi divulgada hoje pelo presidente e diretor-executivo do eBay, John Donahoe, em evento para parceiros do PayPal, em São Paulo.
Durante a apresentação, Donahoe usou uma aplicação do eBay para o iPhone, da Apple, e comprou a camisa de um time de futebol brasileiro para o filho, pagando com o PayPal, pelo smartphone. "Eu não precisei da minha carteira para fazer isso", destacou o executivo. Em 2010, segundo ele, mais de US$ 2 bilhões em compras feitas pelo eBay foram realizadas por celulares. A expectativa é dobrar o volume este ano.
"O PayPal é o futuro do dinheiro", destacou Donahoe. "A razão de estar aqui é que o Brasil é nossa nova prioridade máxima", disse o executivo da principal empresa e comércio eletrônico do mundo.
O mercado brasileiro é uma das plataformas de testes do PayPal para pagamentos móveis. Em dezembro, a empresa anunciou uma aliança com a Vivo para desenvolver um aplicativo de pagamento via mensagens de texto (SMS) pelo celular. O presidente da PayPal no Brasil, Mario Mello, disse já ter testado o aplicativo esta semana. Segundo ele, o sistema de pagamento móvel será exportado para a Índia e a China.
29 de mar. de 2011
VIVO SELECIONA OBERTHUR PARA MELHORAR EFICIÊNCIA DA REDE
portal Cardnews 29/03/2011
A Oberthur Technologies, a segunda maior fornecedora do mundo de soluções e serviços de segurança e de identificação, com base em tecnologias de cartões inteligentes, foi escolhida pela Vivo, a maior operadora de telefonia celular do Brasil, para gerenciar a ativação dinâmica de cartões SIM em circulação, através de sua plataforma de ativação remota Smart HLR.
A Oberthur Technologies vale-se do sistema ATS para implementar a Plataforma da Vivo. A plataforma Smart HLR detecta o registro de um novo usuário e, então, lhe atribui um número de celular. Essa solução oferece um grande suporte a operadoras de telefonia celular, que precisam reduzir drasticamente os custos de logística do cartão SIM e otimizar suas redes: não há mais a necessidade de estocar módulos pré-ativados de identificação dos assinantes.
Além disso, as operadoras podem oferecer a seus clientes a opção de escolher números de ouro (golden numbers - de memorização fácil) para o telefone celular, de acordo com suas preferências.
Disponibilidade - "Essa solução vai nos ajudar a assegurar a disponibilidade de números, sem ter de fazer investimentos adicionais em infra-estrutura no varejo", declarou o grupo de diretores da Vivo responsável pelo projeto, formado por Agenor Leão, Átila Branco, Fábio Sepulvida, Gerardo Weiland, Kátia Pedroso, Leonardo Capdeville e Patrícia Orn.
"Em um ambiente mais e mais competitivo, ajudar os clientes a otimizar o processo de pedido, distribuição e suprimento do SIM é uma prioridade máxima e um compromisso da Oberthur Technologies", disse o diretor administrativo para as Américas da Card Systems Division, da Oberthur Technologies, Martin Ferenczi. "Portanto, a Oberthur Technologies faz investimentos contínuos para inovar na área de soluções para a telefonia celular. É sempre com muita satisfação que vemos um grande cliente, com a Vivo, renovar sua confiança em nossa especialização e competência", complementou.
A Oberthur Technologies, a segunda maior fornecedora do mundo de soluções e serviços de segurança e de identificação, com base em tecnologias de cartões inteligentes, foi escolhida pela Vivo, a maior operadora de telefonia celular do Brasil, para gerenciar a ativação dinâmica de cartões SIM em circulação, através de sua plataforma de ativação remota Smart HLR.
A Oberthur Technologies vale-se do sistema ATS para implementar a Plataforma da Vivo. A plataforma Smart HLR detecta o registro de um novo usuário e, então, lhe atribui um número de celular. Essa solução oferece um grande suporte a operadoras de telefonia celular, que precisam reduzir drasticamente os custos de logística do cartão SIM e otimizar suas redes: não há mais a necessidade de estocar módulos pré-ativados de identificação dos assinantes.
Além disso, as operadoras podem oferecer a seus clientes a opção de escolher números de ouro (golden numbers - de memorização fácil) para o telefone celular, de acordo com suas preferências.
Disponibilidade - "Essa solução vai nos ajudar a assegurar a disponibilidade de números, sem ter de fazer investimentos adicionais em infra-estrutura no varejo", declarou o grupo de diretores da Vivo responsável pelo projeto, formado por Agenor Leão, Átila Branco, Fábio Sepulvida, Gerardo Weiland, Kátia Pedroso, Leonardo Capdeville e Patrícia Orn.
"Em um ambiente mais e mais competitivo, ajudar os clientes a otimizar o processo de pedido, distribuição e suprimento do SIM é uma prioridade máxima e um compromisso da Oberthur Technologies", disse o diretor administrativo para as Américas da Card Systems Division, da Oberthur Technologies, Martin Ferenczi. "Portanto, a Oberthur Technologies faz investimentos contínuos para inovar na área de soluções para a telefonia celular. É sempre com muita satisfação que vemos um grande cliente, com a Vivo, renovar sua confiança em nossa especialização e competência", complementou.
1 de mar. de 2011
CARTÃO OUROCARD CONVERTE COMPRAS EM BÔNUS DE CELULAR
portal Executivos Financeiros 28/02/2011
O Banco do Brasil lança hoje (28) o Ourocard Bônus Celular, um cartão que concede bônus para celular como recompensa por sua manutenção e utilização, sem custos adicionais.
O Ourocard Bônus Celular será a conversão automática gratuita de até 7% do valor das despesas e de 100% do valor da anuidade em bônus. Quanto mais o cliente usar o cartão, inclusive para pagamento de contas, mais bônus acumulará.
Inicialmente, os bônus gerados pelo novo Ourocard poderão ser creditados em linhas pré-pagas ou 'controle' das operadoras Oi, Vivo e Claro, e linhas pós-pagas da operadora Claro.
O Banco do Brasil lança hoje (28) o Ourocard Bônus Celular, um cartão que concede bônus para celular como recompensa por sua manutenção e utilização, sem custos adicionais.
O Ourocard Bônus Celular será a conversão automática gratuita de até 7% do valor das despesas e de 100% do valor da anuidade em bônus. Quanto mais o cliente usar o cartão, inclusive para pagamento de contas, mais bônus acumulará.
Inicialmente, os bônus gerados pelo novo Ourocard poderão ser creditados em linhas pré-pagas ou 'controle' das operadoras Oi, Vivo e Claro, e linhas pós-pagas da operadora Claro.
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22 de fev. de 2011
PELO CELULAR
jornal Folha de S. Paulo 22/02/2011 – Mercado Aberto
O Banco do Brasil vai lançar, no dia 28, um cartão inédito que oferece bônus para celular.
Com o cartão de crédito Ourocard, 100% do valor da anuidade e 5% do valor da fatura retornarão em crédito pré-pago no celular.
Se o cartão for internacional, além da anuidade, 7% de todo o valor da compra reverte em bônus, segundo Paulo Rogério Caffarelli, vice-presidente do Banco do Brasil.
Se o celular for da Claro, vale tanto para pré-pago quanto para pós-pago. Se for da Oi e da Vivo, de início, só vale para pré-pagos.
"A tendência é que isso seja uniformizado e que, em breve, valha para pré e pós", diz Caffarelli. O serviço já existia para conta corrente, mas também será comercializado em separado.
A anuidade do cartão doméstico será de R$ 66, que podem ser ser pagos em 12 mensalidades de R$ 5,50.
O Banco do Brasil vai lançar, no dia 28, um cartão inédito que oferece bônus para celular.
Com o cartão de crédito Ourocard, 100% do valor da anuidade e 5% do valor da fatura retornarão em crédito pré-pago no celular.
Se o cartão for internacional, além da anuidade, 7% de todo o valor da compra reverte em bônus, segundo Paulo Rogério Caffarelli, vice-presidente do Banco do Brasil.
Se o celular for da Claro, vale tanto para pré-pago quanto para pós-pago. Se for da Oi e da Vivo, de início, só vale para pré-pagos.
"A tendência é que isso seja uniformizado e que, em breve, valha para pré e pós", diz Caffarelli. O serviço já existia para conta corrente, mas também será comercializado em separado.
A anuidade do cartão doméstico será de R$ 66, que podem ser ser pagos em 12 mensalidades de R$ 5,50.
26 de jan. de 2011
RECARGA DE CELULAR DA CLASSE C FAZ RV SISTEMAS CRESCER
jornal Brasil Econômico 25/01/2011 – Carolina Pereira
Com 202,9 milhões de celulares, segundo último levantamento da Agência Nacional de Telecomunicação (Anatel), o mercado de recarga de telefones pré-pagos nunca esteve tão aquecido. Este nicho é o principal negócio da brasileira RV Sistemas, que já alcançou receita líquida de R$ 1 bilhão em 2010 e prevê crescimento de 45% em 2011, quando espera atingir R$ 1,6 bilhão.
O negócio da RV é baseado em um sistema integrado com as operadoras de telefonia celular que fazem recarga de créditos por meio do POS, a máquina que passa os cartões de pagamento. A empresa tem 24 mil varejistas credenciados, na maioria supermercados e farmácias, e quer atingir mais 9 mil em 2011, de acordo com Valmor Bosi, presidente da RV Sistemas. Apesar de Bosi não revelar qual é a porcentagem das transações que fica com a RV, está claro que o negócio está crescendo.
Segundo ele, o aumento da renda das classes C, D e E e o aquecimento do varejo com o aumento do crédito fizeram com que a RV passasse por um momento de "boom" em 2010 e aumentasse o volume de vendas em 30%. A base de clientes cresceu 60%, e o quadro de funcionários aumentou em 20%, chegando hoje a 350.
Para Bosi, apesar do alto número de celulares atingidos no Brasil, ainda há espaço para o negócio crescer, principalmente porque o público de baixa renda tende a adotar telefones com mais de um chip para captar as melhores promoções de cada operadora. A RV tem parceria com as quatro maiores empresas de telefonia móvel do Brasil: Vivo, Tim, Claro e Oi.
Apesar das operadoras Tim, Vivo e Claro não terem divulgado qual é o percentual das recargas de celulares pré-pagos feitos por meio das máquinas de cartão, o consenso é de que o carregamento por meio do cartão físico, em papel, vai acabar. Na Tim, por exemplo, o sistema de recargas on-line lançado em 2008, chamado de Tim PDV, que realiza transações de recarga por meio da própria rede GSM, representa 16% do total de recargas da operadora.
Desde o seu início até junho de 2010, o programa permitiu uma economia de 82 toneladas de papel e 13 toneladas de plástico, com a eliminação da produção de mais de 69 milhões de cartões de recarga para pré-pagos. Durante o mesmo período, houve redução de 68% na participação das vendas de recargas por meio de cartões físicos.
Novos negócios
Para atingir o crescimento de 45% em 2011 a estratégia da RV inclui também investimento de R$ 10 milhões em tecnologia e a entrada em novos negócios além da recarga de telefone. Um deles é um sistema de vendas de ingressos para parques de diversos tipos, já em fase de testes no estado do Rio de Janeiro, com o temático Rio Water Planet, em Vargem Grande. Os ingressos estão sendo vendidos por redes de drogarias como a Exata e Max. Outro novo sistema visa a venda de títulos de capitalização, para a qual uma parceria está em negociação.
Com 202,9 milhões de celulares, segundo último levantamento da Agência Nacional de Telecomunicação (Anatel), o mercado de recarga de telefones pré-pagos nunca esteve tão aquecido. Este nicho é o principal negócio da brasileira RV Sistemas, que já alcançou receita líquida de R$ 1 bilhão em 2010 e prevê crescimento de 45% em 2011, quando espera atingir R$ 1,6 bilhão.
O negócio da RV é baseado em um sistema integrado com as operadoras de telefonia celular que fazem recarga de créditos por meio do POS, a máquina que passa os cartões de pagamento. A empresa tem 24 mil varejistas credenciados, na maioria supermercados e farmácias, e quer atingir mais 9 mil em 2011, de acordo com Valmor Bosi, presidente da RV Sistemas. Apesar de Bosi não revelar qual é a porcentagem das transações que fica com a RV, está claro que o negócio está crescendo.
Segundo ele, o aumento da renda das classes C, D e E e o aquecimento do varejo com o aumento do crédito fizeram com que a RV passasse por um momento de "boom" em 2010 e aumentasse o volume de vendas em 30%. A base de clientes cresceu 60%, e o quadro de funcionários aumentou em 20%, chegando hoje a 350.
Para Bosi, apesar do alto número de celulares atingidos no Brasil, ainda há espaço para o negócio crescer, principalmente porque o público de baixa renda tende a adotar telefones com mais de um chip para captar as melhores promoções de cada operadora. A RV tem parceria com as quatro maiores empresas de telefonia móvel do Brasil: Vivo, Tim, Claro e Oi.
Apesar das operadoras Tim, Vivo e Claro não terem divulgado qual é o percentual das recargas de celulares pré-pagos feitos por meio das máquinas de cartão, o consenso é de que o carregamento por meio do cartão físico, em papel, vai acabar. Na Tim, por exemplo, o sistema de recargas on-line lançado em 2008, chamado de Tim PDV, que realiza transações de recarga por meio da própria rede GSM, representa 16% do total de recargas da operadora.
Desde o seu início até junho de 2010, o programa permitiu uma economia de 82 toneladas de papel e 13 toneladas de plástico, com a eliminação da produção de mais de 69 milhões de cartões de recarga para pré-pagos. Durante o mesmo período, houve redução de 68% na participação das vendas de recargas por meio de cartões físicos.
Novos negócios
Para atingir o crescimento de 45% em 2011 a estratégia da RV inclui também investimento de R$ 10 milhões em tecnologia e a entrada em novos negócios além da recarga de telefone. Um deles é um sistema de vendas de ingressos para parques de diversos tipos, já em fase de testes no estado do Rio de Janeiro, com o temático Rio Water Planet, em Vargem Grande. Os ingressos estão sendo vendidos por redes de drogarias como a Exata e Max. Outro novo sistema visa a venda de títulos de capitalização, para a qual uma parceria está em negociação.
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27 de dez. de 2010
BB E VIVO FIRMAM PARCERIA PARA CONVERTER TARIFAS EM CRÉDITOS
portal Valor Online 27/12/2010
O Banco do Brasil firmou acordo com a Vivo que permite aos correntistas do banco e assinantes da operadora converter as tarifas de serviços bancários em créditos para ligações no celular pré-pago.
O correntista que aderir ao Pacote Bônus Celular vai receber créditos mensais R$ 15,00 ou R$ 25,00, de acordo com a modalidade escolhida, para utilizar em ligações locais de Vivo para Vivo. O valor será creditado no celular indicado pelo cliente.
“A parceria entre o maior banco do Brasil e a maior operadora de telecomunicações móveis do país visa utilizar o poder de alcance da telefonia celular para estimular o acesso da população de menor renda a serviços bancários e financeiros, contribuindo para a inclusão cada vez maior desse segmento na economia formal”, diz o BB em nota.
O Banco do Brasil firmou acordo com a Vivo que permite aos correntistas do banco e assinantes da operadora converter as tarifas de serviços bancários em créditos para ligações no celular pré-pago.
O correntista que aderir ao Pacote Bônus Celular vai receber créditos mensais R$ 15,00 ou R$ 25,00, de acordo com a modalidade escolhida, para utilizar em ligações locais de Vivo para Vivo. O valor será creditado no celular indicado pelo cliente.
“A parceria entre o maior banco do Brasil e a maior operadora de telecomunicações móveis do país visa utilizar o poder de alcance da telefonia celular para estimular o acesso da população de menor renda a serviços bancários e financeiros, contribuindo para a inclusão cada vez maior desse segmento na economia formal”, diz o BB em nota.
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7 de dez. de 2010
PAYPAL E VIVO ANUNCIAM PAGAMENTO POR CELULAR
portal Economia & Negócios 07/12/2010 - Renato Cruz
A PayPal, empresa de pagamentos via internet que pertence ao eBay, fechou um acordo com a Vivo, maior operadora celular do Brasil, para permitir transferências de valores pelo telefone móvel. Com lançamento previsto para o primeiro semestre de 2011, o serviço funcionará com qualquer tipo de aparelho, pois terá como base mensagens de texto.
"A tecnologia está sendo desenvolvida a quatro mãos", disse Mario Mello, presidente da PayPal no Brasil. A empresa não tem acordos semelhantes com outras operadoras móveis no mundo. Atualmente, para usar o PayPal via celular, é necessário um smartphone. A companhia tem aplicativos para iPhone e BlackBerry e lançará em breve uma versão para Android, o sistema operacional de telefonia móvel do Google.
"A maioria dos clientes já usa o SMS (mensagens de texto), então a barreira de entrada é bem baixa", afirmou Hugo Janeba, vice-presidente de Marketing e Inovação da Vivo. Para fazer pagamentos pelo PayPal é necessário abrir uma conta e relacioná-la a um cartão de crédito. Os clientes da Vivo poderão abrir essa conta pelo próprio celular, usando mensagens de texto, sem ter a necessidade de um computador.
O PayPal pode ser usado para pagamentos de lojas e prestadores de serviço e até para a transferência de dinheiro entre pessoas físicas. Quem tem uma conta do PayPal consegue receber dinheiro de terceiros, transferindo depois os recursos para uma conta corrente.
As contas criadas pelos celulares da Vivo poderão ser usadas para pagar e receber dinheiro de outras contas do PayPal. "O sistema é interoperável", disse Mello. Também será possível utilizar uma conta já existente do PayPal no celular da Vivo. As empresas estão trabalhando no sistema há cerca de quatro meses. "Um dos primeiros serviços disponíveis será a recarga do pré-pago", afirmou Janeba.
Objetivos
As empresas não divulgaram quais são as metas da parceria, em quantidade de usuários ou volume de transações. Perguntado sobre a possibilidade de o serviço ser oferecido com outras operadoras, o presidente da PayPal limitou-se a dizer que o "foco inicial" está no acordo com a Vivo.
A PayPal está presente no Brasil há um ano e conta atualmente com cerca de 2 milhões de brasileiros cadastrados. Em 2009, o País foi responsável por US$ 200 milhões em transações com o serviço. Cerca de 5 mil lojas locais aceitam o PayPal.
"Queremos atender a camada de clientes não bancarizados", disse Janeba. "Por ser um serviço via SMS, achamos que haverá baixa resistência." A Vivo tem hoje 58 milhões de clientes.
Mello, da PayPal, destacou que as operações são protegidas e monitoradas por uma equipe antifraude, e que as informações dos clientes são armazenadas de forma segura, seguindo critérios internacionais de armazenamento de dados.
Uma vez criada a conta do PayPal, o cliente da Vivo precisará digitar a senha no seu telefone a cada transação, sem ter de revelar o número do cartão de crédito. No mundo, foram computado US$ 141 milhões em transações via PayPal no celular em 2009, comparados a US$ 25 milhões em 2008. Este ano, a expectativa é atingir US$ 500 milhões.
Operadoras e instituições financeiras brasileiras apostam em soluções que transformam o celular em meio de pagamento. No mês passado, a Mastercard anunciou uma parceria com o Itaú, a Redecard e a Vivo, para transformar o chip do celular em cartão de débito ou crédito. Em setembro, a Cielo anunciou a criação de uma joint venture com a Oi.
A PayPal, empresa de pagamentos via internet que pertence ao eBay, fechou um acordo com a Vivo, maior operadora celular do Brasil, para permitir transferências de valores pelo telefone móvel. Com lançamento previsto para o primeiro semestre de 2011, o serviço funcionará com qualquer tipo de aparelho, pois terá como base mensagens de texto.
"A tecnologia está sendo desenvolvida a quatro mãos", disse Mario Mello, presidente da PayPal no Brasil. A empresa não tem acordos semelhantes com outras operadoras móveis no mundo. Atualmente, para usar o PayPal via celular, é necessário um smartphone. A companhia tem aplicativos para iPhone e BlackBerry e lançará em breve uma versão para Android, o sistema operacional de telefonia móvel do Google.
"A maioria dos clientes já usa o SMS (mensagens de texto), então a barreira de entrada é bem baixa", afirmou Hugo Janeba, vice-presidente de Marketing e Inovação da Vivo. Para fazer pagamentos pelo PayPal é necessário abrir uma conta e relacioná-la a um cartão de crédito. Os clientes da Vivo poderão abrir essa conta pelo próprio celular, usando mensagens de texto, sem ter a necessidade de um computador.
O PayPal pode ser usado para pagamentos de lojas e prestadores de serviço e até para a transferência de dinheiro entre pessoas físicas. Quem tem uma conta do PayPal consegue receber dinheiro de terceiros, transferindo depois os recursos para uma conta corrente.
As contas criadas pelos celulares da Vivo poderão ser usadas para pagar e receber dinheiro de outras contas do PayPal. "O sistema é interoperável", disse Mello. Também será possível utilizar uma conta já existente do PayPal no celular da Vivo. As empresas estão trabalhando no sistema há cerca de quatro meses. "Um dos primeiros serviços disponíveis será a recarga do pré-pago", afirmou Janeba.
Objetivos
As empresas não divulgaram quais são as metas da parceria, em quantidade de usuários ou volume de transações. Perguntado sobre a possibilidade de o serviço ser oferecido com outras operadoras, o presidente da PayPal limitou-se a dizer que o "foco inicial" está no acordo com a Vivo.
A PayPal está presente no Brasil há um ano e conta atualmente com cerca de 2 milhões de brasileiros cadastrados. Em 2009, o País foi responsável por US$ 200 milhões em transações com o serviço. Cerca de 5 mil lojas locais aceitam o PayPal.
"Queremos atender a camada de clientes não bancarizados", disse Janeba. "Por ser um serviço via SMS, achamos que haverá baixa resistência." A Vivo tem hoje 58 milhões de clientes.
Mello, da PayPal, destacou que as operações são protegidas e monitoradas por uma equipe antifraude, e que as informações dos clientes são armazenadas de forma segura, seguindo critérios internacionais de armazenamento de dados.
Uma vez criada a conta do PayPal, o cliente da Vivo precisará digitar a senha no seu telefone a cada transação, sem ter de revelar o número do cartão de crédito. No mundo, foram computado US$ 141 milhões em transações via PayPal no celular em 2009, comparados a US$ 25 milhões em 2008. Este ano, a expectativa é atingir US$ 500 milhões.
Operadoras e instituições financeiras brasileiras apostam em soluções que transformam o celular em meio de pagamento. No mês passado, a Mastercard anunciou uma parceria com o Itaú, a Redecard e a Vivo, para transformar o chip do celular em cartão de débito ou crédito. Em setembro, a Cielo anunciou a criação de uma joint venture com a Oi.
4 de nov. de 2010
CARTÃO DE CRÉDITO ESTÁ ENTRE PRIORIDADES DA VIVO PARA 2011
jornal Brasil Econômico 04/11/2010 – Fabiana Monte
A Vivo projeta encerrar o ano com 500 mil clientes do cartão de crédito oferecido em parceria com a Itaucard. O produto foi lançado em julho do ano passado, com a expectativa de atingir 350 mil usuários no primeiro ano. O total de assinantes está em torno de 400 mil, diz Maurício Romão, diretor de produtos e serviços financeiros da operadora. O número ainda é pequeno se comparado aos 57,7 milhões de clientes da Vivo, mas é significativo em se tratando de um cartão de crédito com duas marcas, afirma Álvaro Musa, presidente da consultoria financeira Partner Consult. "Não é fácil colocar 500 mil cartões, quaisquer que sejam, na mão das pessoas para que elas usem", afirma.
A meta para o ano que vem é conquistar pelo menos 500 mil novos usuários e aumentar a rentabilidade que o novo negócio trouxe para a operadora. "Dividimos receitas e custos com o Itaú. Todos os controles são do banco, mas participamos de todas as decisões", diz Romão. Pelos cálculos do executivo, houve um crescimento médio mensal de 30% no volume de recargas de R$ 12 — valor mínimo para bonificação quando a recarga é paga com o cartão.
A aposta é que o dinheiro de plástico possa levar a uma sofisticação do uso dos serviços de telecomunicações, graças a um programa de fidelidade que acumula pontos para serem trocados por celulares. "Ao trocar de aparelho, o cliente vai adquirir um modelo mais sofisticado, gerando impacto na receita com o aumento do consumo de dados", diz Romão. Além disso, o cartão é visto como uma ferramenta que pode reduzir os níveis de inadimplência entre clientes pós-pagos, pois é possível pagar a conta na fatura do cartão de crédito.
"E o principal impacto é a fidelização. Quanto mais produtos o cliente tiver à sua disposição, mais tempo continuará com o nosso serviço."
Bancarização
Cerca de 90% dos usuários do cartão são clientes pré-pagos da Vivo. A maioria ainda prefere cartões nacionais, que são 67% do total; seguidos pelos internacionais com 28% e pelos gold e platinum, que totalizam 5%. O dinheiro de plástico é oferecido por meio do call center da Vivo, por mala direta e em algumas lojas, que devem fortalecer a oferta do produto no ano que vem. A Vivo não informa o tamanho da base de assinantes com crédito pré-aprovado para obter o cartão. Mas conta que a seleção foi feita por meio de um processo de análise que considera critérios do Itaú e da operadora. "Uma das dificuldades da concessão de crédito é desconhecer o cliente. Mas se ele é cliente da Vivo e tem determinada média mensal de gastos, fazemos um modelo que ajuda. Assim conseguimos dar um limite maior do que o banco daria sozinho", diz Romão.
Para o executivo, dessa forma o cartão ajuda na chamada bancarização, concedendo crédito a camadas da população que até recentemente estavam fora da mira das instituições financeiras. Este, inclusive, é um dos motivos pelos quais a região Nordeste é a segunda em número de portadores do cartão de crédito da operadora. A região soma 16% dos clientes, perdendo apenas para o Sudeste, com 40%. "O público do Nordeste compra mais o cartão porque falta crédito para ele", diz Romão.
Na avaliação de Álvaro Musa, a parceria entre bancos e operadoras para a oferta de cartões de duas bandeiras é o inicio de um relacionamento que vai evoluir para o telefone móvel substituir o tradicional dinheiro de plástico. "O caminho do pagamento eletrônico via celular é inevitável", diz. Vivo e Itaucard já têm 600 mil pontos de venda aptos a receber pagamentos via celular.
Outras empresas têm iniciativas semelhantes
A Tim também tem uma parceria com a Itaucard para cartões de crédito, que devem ser lançados nos próximos meses. Já a Oi terá um cartão com o Banco do Brasil e também com uma versão virtual, graças a acordo com a Cielo. A meta é ter 1 milhão de usuários por ano a partir de 2012.
A Vivo projeta encerrar o ano com 500 mil clientes do cartão de crédito oferecido em parceria com a Itaucard. O produto foi lançado em julho do ano passado, com a expectativa de atingir 350 mil usuários no primeiro ano. O total de assinantes está em torno de 400 mil, diz Maurício Romão, diretor de produtos e serviços financeiros da operadora. O número ainda é pequeno se comparado aos 57,7 milhões de clientes da Vivo, mas é significativo em se tratando de um cartão de crédito com duas marcas, afirma Álvaro Musa, presidente da consultoria financeira Partner Consult. "Não é fácil colocar 500 mil cartões, quaisquer que sejam, na mão das pessoas para que elas usem", afirma.
A meta para o ano que vem é conquistar pelo menos 500 mil novos usuários e aumentar a rentabilidade que o novo negócio trouxe para a operadora. "Dividimos receitas e custos com o Itaú. Todos os controles são do banco, mas participamos de todas as decisões", diz Romão. Pelos cálculos do executivo, houve um crescimento médio mensal de 30% no volume de recargas de R$ 12 — valor mínimo para bonificação quando a recarga é paga com o cartão.
A aposta é que o dinheiro de plástico possa levar a uma sofisticação do uso dos serviços de telecomunicações, graças a um programa de fidelidade que acumula pontos para serem trocados por celulares. "Ao trocar de aparelho, o cliente vai adquirir um modelo mais sofisticado, gerando impacto na receita com o aumento do consumo de dados", diz Romão. Além disso, o cartão é visto como uma ferramenta que pode reduzir os níveis de inadimplência entre clientes pós-pagos, pois é possível pagar a conta na fatura do cartão de crédito.
"E o principal impacto é a fidelização. Quanto mais produtos o cliente tiver à sua disposição, mais tempo continuará com o nosso serviço."
Bancarização
Cerca de 90% dos usuários do cartão são clientes pré-pagos da Vivo. A maioria ainda prefere cartões nacionais, que são 67% do total; seguidos pelos internacionais com 28% e pelos gold e platinum, que totalizam 5%. O dinheiro de plástico é oferecido por meio do call center da Vivo, por mala direta e em algumas lojas, que devem fortalecer a oferta do produto no ano que vem. A Vivo não informa o tamanho da base de assinantes com crédito pré-aprovado para obter o cartão. Mas conta que a seleção foi feita por meio de um processo de análise que considera critérios do Itaú e da operadora. "Uma das dificuldades da concessão de crédito é desconhecer o cliente. Mas se ele é cliente da Vivo e tem determinada média mensal de gastos, fazemos um modelo que ajuda. Assim conseguimos dar um limite maior do que o banco daria sozinho", diz Romão.
Para o executivo, dessa forma o cartão ajuda na chamada bancarização, concedendo crédito a camadas da população que até recentemente estavam fora da mira das instituições financeiras. Este, inclusive, é um dos motivos pelos quais a região Nordeste é a segunda em número de portadores do cartão de crédito da operadora. A região soma 16% dos clientes, perdendo apenas para o Sudeste, com 40%. "O público do Nordeste compra mais o cartão porque falta crédito para ele", diz Romão.
Na avaliação de Álvaro Musa, a parceria entre bancos e operadoras para a oferta de cartões de duas bandeiras é o inicio de um relacionamento que vai evoluir para o telefone móvel substituir o tradicional dinheiro de plástico. "O caminho do pagamento eletrônico via celular é inevitável", diz. Vivo e Itaucard já têm 600 mil pontos de venda aptos a receber pagamentos via celular.
Outras empresas têm iniciativas semelhantes
A Tim também tem uma parceria com a Itaucard para cartões de crédito, que devem ser lançados nos próximos meses. Já a Oi terá um cartão com o Banco do Brasil e também com uma versão virtual, graças a acordo com a Cielo. A meta é ter 1 milhão de usuários por ano a partir de 2012.
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18 de set. de 2010
VIVO, REDECARD E ITAÚ TRANSFORMAM CELULAR EM CARTÃO DE CRÉDITO
jornal Brasil Econômico 17/09/2010 Fabiana Monte
Vivo, Redecard e Itaú estão testando um novo sistema de pagamento por meio do celular, para que o telefone móvel possa ser usado como cartão de crédito, substituindo o dinheiro de plástico. O projeto, chamado Redecard Celular, está em testes há cerca de quatro meses por 100 funcionários do banco Itaú e da Redecard, responsável por transmitir e capturar as transações realizadas com 20 bandeiras de cartão de crédito. Segundo Roberto Medeiros, presidente da companhia, 600 mil máquinas de cartão de crédito da empresa estão prontas para pôr a novidade em prática. A expectativa é ampliar este número para um milhão nos próximos seis meses - chegando quase à totalidade do atual parque brasileiro, que soma cerca de 1,2 milhão de máquinas.
"À medida que damos novas cargas de software nas máquinas, elas ficam preparadas nos lojistas para receber pagamentos pelo celular. E continuamos agregando novos clientes, em média, 45 mil a 50 mil novos estabelecimentos por mês", diz Medeiros. Como se trata de uma atualização de software, as máquinas são habilitadas de forma conjunta e remota, sem a necessidade de um funcionário ir ao estabelecimento.
Mês que vem
O lançamento comercial ocorrerá no inicio de outubro, com uma campanha de divulgação do serviço direcionada aos 300 mil usuários do cartão Itaucard Vivo, com bandeira Mastercard. "Vamos lançar uma campanha especifica com a Vivo para dar um posicionamento de tecnologia móvel", diz Massayuki Fujimoto, diretor de inovação da Redecard. Os clientes que têm o cartão serão comunicados sobre a iniciativa, provavelmente por mensagem de texto ou por meio de informe a ser enviado junto com a fatura. Ainda este ano, o serviço funcionará também com as bandeiras Diners e Visa e, em 2011, com Hipercard. A Redecard negocia com outras duas instituições financeiras e com empresas que oferecem benefício alimentação, para aumentar o alcance da proposta, que permite a cada usuário vincular até seis cartões a um mesmo número de celular.
O presidente da Redecard acredita que o uso do celular como cartão de crédito vai deslanchar nos próximos seis meses, mas, para isso, admite que é preciso oferecer o produto ativamente aos portadores de cartões de crédito. "Falta um esforço dos bancos", diz. Medeiros avalia que a inclusão de mais 400 mil máquinas de cartão de crédito compatíveis com o serviço incentivará uma maior divulgação do serviço. "Ele será o principal padrão em algum tempo", afirma, sem informar o valor investido no desenvolvimento da novidade.
Para Maurício Romão, diretor de parcerias financeiras da Vivo, outra peça fundamental para o sucesso do projeto é o treinamento dos lojistas, que deve começar a ser feito pela Redecard cerca de 20 dias antes do início da campanha junto aos clientes Redecard Vivo. "Se fizer muito antes, o lojista esquece. Perto do lançamento, faremos uma força-tarefa para treinar essas pessoas", afirma.
Segurança
Para usar o serviço, o usuário precisa cadastrar o número do telefone junto ao banco, e, na hora da compra, digitar duas senhas para realizar a transação. Esses elementos, avaliam os executivos, garantem a segurança do serviço. "Hoje, ele é mais seguro do que o cartão de crédito físico. Pesquisas mostram que você demora mais para notar o roubo de um cartão do que do celular", diz Romão.
O Redecard Celular é fruto de uma experiência prévia da empresa, o Redecard Móvel, em funcionamento há um ano e meio e voltado para vendas porta a porta. Ao todo, 11 mil vendedores usam o sistema, que emula a máquina de cartão de crédito no telefone celular. "São vendedores de serviços ou produtos ligados a alguma empresa, como uma que vende calça jeans de porta em porta no Nordeste", diz Medeiros. Com a solução, o vendedor digita no celular o número do cartão de crédito e o valor da transação, que é ou não aprovada pelo cliente por meio de senha.
Como funciona
Antes de usar o sistema, é preciso cadastrar o número do telefone junto ao banco emissor do cartão de crédito, para a instituição associar o número do telefone ao do cartão de crédito. Na hora da compra, deve-se informar ao lojista que o pagamento será feito com o celular.
O número do telefone é digitado na máquina tradicional de cartão e, se houver mais de um cartão associado ao telefone, o usuário escolhe com qual quer pagar e digita sua senha pessoal do cartão na máquina. Na sequência, o celular recebe uma mensagem de texto com outra senha, que também deve ser digitada. E o usuário recebe outra mensagem de texto, confirmando a transação.
Vivo, Redecard e Itaú estão testando um novo sistema de pagamento por meio do celular, para que o telefone móvel possa ser usado como cartão de crédito, substituindo o dinheiro de plástico. O projeto, chamado Redecard Celular, está em testes há cerca de quatro meses por 100 funcionários do banco Itaú e da Redecard, responsável por transmitir e capturar as transações realizadas com 20 bandeiras de cartão de crédito. Segundo Roberto Medeiros, presidente da companhia, 600 mil máquinas de cartão de crédito da empresa estão prontas para pôr a novidade em prática. A expectativa é ampliar este número para um milhão nos próximos seis meses - chegando quase à totalidade do atual parque brasileiro, que soma cerca de 1,2 milhão de máquinas.
"À medida que damos novas cargas de software nas máquinas, elas ficam preparadas nos lojistas para receber pagamentos pelo celular. E continuamos agregando novos clientes, em média, 45 mil a 50 mil novos estabelecimentos por mês", diz Medeiros. Como se trata de uma atualização de software, as máquinas são habilitadas de forma conjunta e remota, sem a necessidade de um funcionário ir ao estabelecimento.
Mês que vem
O lançamento comercial ocorrerá no inicio de outubro, com uma campanha de divulgação do serviço direcionada aos 300 mil usuários do cartão Itaucard Vivo, com bandeira Mastercard. "Vamos lançar uma campanha especifica com a Vivo para dar um posicionamento de tecnologia móvel", diz Massayuki Fujimoto, diretor de inovação da Redecard. Os clientes que têm o cartão serão comunicados sobre a iniciativa, provavelmente por mensagem de texto ou por meio de informe a ser enviado junto com a fatura. Ainda este ano, o serviço funcionará também com as bandeiras Diners e Visa e, em 2011, com Hipercard. A Redecard negocia com outras duas instituições financeiras e com empresas que oferecem benefício alimentação, para aumentar o alcance da proposta, que permite a cada usuário vincular até seis cartões a um mesmo número de celular.
O presidente da Redecard acredita que o uso do celular como cartão de crédito vai deslanchar nos próximos seis meses, mas, para isso, admite que é preciso oferecer o produto ativamente aos portadores de cartões de crédito. "Falta um esforço dos bancos", diz. Medeiros avalia que a inclusão de mais 400 mil máquinas de cartão de crédito compatíveis com o serviço incentivará uma maior divulgação do serviço. "Ele será o principal padrão em algum tempo", afirma, sem informar o valor investido no desenvolvimento da novidade.
Para Maurício Romão, diretor de parcerias financeiras da Vivo, outra peça fundamental para o sucesso do projeto é o treinamento dos lojistas, que deve começar a ser feito pela Redecard cerca de 20 dias antes do início da campanha junto aos clientes Redecard Vivo. "Se fizer muito antes, o lojista esquece. Perto do lançamento, faremos uma força-tarefa para treinar essas pessoas", afirma.
Segurança
Para usar o serviço, o usuário precisa cadastrar o número do telefone junto ao banco, e, na hora da compra, digitar duas senhas para realizar a transação. Esses elementos, avaliam os executivos, garantem a segurança do serviço. "Hoje, ele é mais seguro do que o cartão de crédito físico. Pesquisas mostram que você demora mais para notar o roubo de um cartão do que do celular", diz Romão.
O Redecard Celular é fruto de uma experiência prévia da empresa, o Redecard Móvel, em funcionamento há um ano e meio e voltado para vendas porta a porta. Ao todo, 11 mil vendedores usam o sistema, que emula a máquina de cartão de crédito no telefone celular. "São vendedores de serviços ou produtos ligados a alguma empresa, como uma que vende calça jeans de porta em porta no Nordeste", diz Medeiros. Com a solução, o vendedor digita no celular o número do cartão de crédito e o valor da transação, que é ou não aprovada pelo cliente por meio de senha.
Como funciona
Antes de usar o sistema, é preciso cadastrar o número do telefone junto ao banco emissor do cartão de crédito, para a instituição associar o número do telefone ao do cartão de crédito. Na hora da compra, deve-se informar ao lojista que o pagamento será feito com o celular.
O número do telefone é digitado na máquina tradicional de cartão e, se houver mais de um cartão associado ao telefone, o usuário escolhe com qual quer pagar e digita sua senha pessoal do cartão na máquina. Na sequência, o celular recebe uma mensagem de texto com outra senha, que também deve ser digitada. E o usuário recebe outra mensagem de texto, confirmando a transação.
13 de set. de 2010
CIELO OFERECERÁ RECARGA DE CELULAR PRÉ-PAGO COM CARTÕES MASTERCARD
portal Exame 13/09/2010 - Beatriz Olivon
A Cielo oferece, a partir de hoje (13/9), a recarga de telefones pré-pagos para pagamento com os cartões de crédito e débito Mastercard. Atualmente, mais de 120.000 estabelecimentos credenciados pela Cielo já contam com este serviço. O número inclui os pontos-de-venda que aceitam os cartões Visa, e também os que se credenciaram para operar com Mastercard.
A transação pode ser paga com cartões de crédito e débito Visa e Mastercard para as operadoras Claro, Oi, Sercomtel, TIM e Vivo. No cartão de crédito, o cliente conta com até 40 dias para pagar, dependendo da data de vencimento da fatura. O lojista recebe 1 real por recarga efetuada.
O cliente também pode realizar sua recarga ligando diretamente para o atendimento eletrônico das operadoras. Para esta modalidade, é possível realizar o pagamento com cartões de crédito Visa e Mastercard. Esta operação está disponível para as operadoras Claro, Oi, TIM e Vivo.
A Cielo oferece, a partir de hoje (13/9), a recarga de telefones pré-pagos para pagamento com os cartões de crédito e débito Mastercard. Atualmente, mais de 120.000 estabelecimentos credenciados pela Cielo já contam com este serviço. O número inclui os pontos-de-venda que aceitam os cartões Visa, e também os que se credenciaram para operar com Mastercard.
A transação pode ser paga com cartões de crédito e débito Visa e Mastercard para as operadoras Claro, Oi, Sercomtel, TIM e Vivo. No cartão de crédito, o cliente conta com até 40 dias para pagar, dependendo da data de vencimento da fatura. O lojista recebe 1 real por recarga efetuada.
O cliente também pode realizar sua recarga ligando diretamente para o atendimento eletrônico das operadoras. Para esta modalidade, é possível realizar o pagamento com cartões de crédito Visa e Mastercard. Esta operação está disponível para as operadoras Claro, Oi, TIM e Vivo.
30 de ago. de 2010
RECARGA NO CELULAR ESTIMULA NOVAS CONTAS
jornal Folha de S. Paulo 30/08/2010 – Mariana Barbosa
As empresas descobriram uma fórmula para mimar clientes de baixa renda: minutos no celular pré-pago.
Enquanto a fidelidade das classes A e B é recompensada com milhas aéreas, a baixa renda estava praticamente fora desse tipo de programa.
Raros são os cartões de crédito voltados para a baixa renda, como os de redes varejistas, que permitem acumular pontos.
E quando permitem, como o volume de transação é baixo, leva uma eternidade para trocar por prêmios.
Desde o início do ano, porém, bancos, varejistas e até companhias aéreas estão trabalhando intensamente em programas de recompensa para as classes C, D e E.
De olho em um contingente de 50 milhões de donos de celulares que ainda não possuem conta em banco, o Bradesco lançou uma conta-corrente cujo valor da tarifa é revertido integralmente para uma recarga de celular.
O programa começou em junho em parceria com Vivo, Oi e Claro e, em breve, vai incorporar também a TIM.
"Estamos abrindo quase 2.000 contas "Bônus Celular" por dia. Quando a TIM entrar, devemos passar a 3.000", diz o diretor de inteligência competitiva do Bradesco, Candido Leonelli.
Isso significa que uma em cada quatro contas abertas por dia no banco será nessa modalidade. A parceria prevê ainda a possibilidade de o cliente abrir contas nas lojas das próprias operadoras.
"A premiação com recarga de celular representa uma enorme inovação. É um jogo de ganha-ganha. Fideliza o cliente no banco e também na operadora, uma vez que o cliente pré-pago se transforma em quase um pós-pago."
O Banco do Brasil começou a oferecer recarga de celular como opção de resgate no programa de relacionamento Ponto pra Você, aberto a todos os correntistas.
Desde fevereiro, 41,8 mil clientes trocaram créditos por recarga. Desses, 56% são da classe C e 42,7% das classes D e E.
"Passagem é hoje o item mais demandado do programa, que oferece mais de 7.000 opções de resgate. Mas, no médio prazo, a recarga deve ultrapassar", diz Antônio Cássio Segura, gerente-executivo de varejo do BB.
Com o sucesso do programa, o BB lança nesta semana uma conta similar à do Bradesco. "Nosso objetivo é bancarizar clientes das classes C, D e E e criar com eles uma cultura financeira."
PROMOÇÃO
A recarga também caminha para se tornar um dos prêmios favoritos dos clientes do programa Bônus Clube dos cartões American Express, administrados pelo Bradesco.
"A classe C emergente demanda promoções com um caráter mais instantâneo e a recarga de celular é ideal nesse sentido", diz Márcio Parizotto, diretor de produtos do Bradesco Cartões.
Pelas estimativas da Minutrade e da Minucom, empresas que fazem a intermediação com as operadoras, a aquisição de bônus de recarga deverá movimentar algo como R$ 11 milhões neste ano. Em dois anos, deve subir para R$ 115 milhões.
"Os minutos vão se transformar na milha da classe C", diz o diretor de produtos e serviços financeiros da Vivo, Maurício Romão. "Todos os bancos estão nos procurando para firmar parcerias."
Mas a promoção com bônus de recarga não se limita aos bancos. Na internet, o Walmart e o site de viagens ViajaNet também aderiram, com promoções pontuais.
O bônus da recarga resulta da combinação de duas realidades: o aumento do poder de compra das classes mais baixas e o fato de que 82% dos 187 milhões de celulares ativos no país (153,7 milhões) são pré-pagos.
Os programas nasceram voltados para a baixa renda, mas não devem se limitar a ela. "Estamos estudando formas de viabilizar programas para celulares pós-pagos, oferecendo benefícios como crédito para "roaming" internacional ou para a compra de aplicativos", diz Eduardo Jacob, sócio da Minutrade.
As empresas descobriram uma fórmula para mimar clientes de baixa renda: minutos no celular pré-pago.
Enquanto a fidelidade das classes A e B é recompensada com milhas aéreas, a baixa renda estava praticamente fora desse tipo de programa.
Raros são os cartões de crédito voltados para a baixa renda, como os de redes varejistas, que permitem acumular pontos.
E quando permitem, como o volume de transação é baixo, leva uma eternidade para trocar por prêmios.
Desde o início do ano, porém, bancos, varejistas e até companhias aéreas estão trabalhando intensamente em programas de recompensa para as classes C, D e E.
De olho em um contingente de 50 milhões de donos de celulares que ainda não possuem conta em banco, o Bradesco lançou uma conta-corrente cujo valor da tarifa é revertido integralmente para uma recarga de celular.
O programa começou em junho em parceria com Vivo, Oi e Claro e, em breve, vai incorporar também a TIM.
"Estamos abrindo quase 2.000 contas "Bônus Celular" por dia. Quando a TIM entrar, devemos passar a 3.000", diz o diretor de inteligência competitiva do Bradesco, Candido Leonelli.
Isso significa que uma em cada quatro contas abertas por dia no banco será nessa modalidade. A parceria prevê ainda a possibilidade de o cliente abrir contas nas lojas das próprias operadoras.
"A premiação com recarga de celular representa uma enorme inovação. É um jogo de ganha-ganha. Fideliza o cliente no banco e também na operadora, uma vez que o cliente pré-pago se transforma em quase um pós-pago."
O Banco do Brasil começou a oferecer recarga de celular como opção de resgate no programa de relacionamento Ponto pra Você, aberto a todos os correntistas.
Desde fevereiro, 41,8 mil clientes trocaram créditos por recarga. Desses, 56% são da classe C e 42,7% das classes D e E.
"Passagem é hoje o item mais demandado do programa, que oferece mais de 7.000 opções de resgate. Mas, no médio prazo, a recarga deve ultrapassar", diz Antônio Cássio Segura, gerente-executivo de varejo do BB.
Com o sucesso do programa, o BB lança nesta semana uma conta similar à do Bradesco. "Nosso objetivo é bancarizar clientes das classes C, D e E e criar com eles uma cultura financeira."
PROMOÇÃO
A recarga também caminha para se tornar um dos prêmios favoritos dos clientes do programa Bônus Clube dos cartões American Express, administrados pelo Bradesco.
"A classe C emergente demanda promoções com um caráter mais instantâneo e a recarga de celular é ideal nesse sentido", diz Márcio Parizotto, diretor de produtos do Bradesco Cartões.
Pelas estimativas da Minutrade e da Minucom, empresas que fazem a intermediação com as operadoras, a aquisição de bônus de recarga deverá movimentar algo como R$ 11 milhões neste ano. Em dois anos, deve subir para R$ 115 milhões.
"Os minutos vão se transformar na milha da classe C", diz o diretor de produtos e serviços financeiros da Vivo, Maurício Romão. "Todos os bancos estão nos procurando para firmar parcerias."
Mas a promoção com bônus de recarga não se limita aos bancos. Na internet, o Walmart e o site de viagens ViajaNet também aderiram, com promoções pontuais.
O bônus da recarga resulta da combinação de duas realidades: o aumento do poder de compra das classes mais baixas e o fato de que 82% dos 187 milhões de celulares ativos no país (153,7 milhões) são pré-pagos.
Os programas nasceram voltados para a baixa renda, mas não devem se limitar a ela. "Estamos estudando formas de viabilizar programas para celulares pós-pagos, oferecendo benefícios como crédito para "roaming" internacional ou para a compra de aplicativos", diz Eduardo Jacob, sócio da Minutrade.
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26 de ago. de 2010
ÁREA FINANCEIRA VIRA PLANO DA VIVO E DA OI PARA CRESCER ATÉ 20%
jornal DCI 26/08/2010 - Wilian Miron
Ao perceber a disparada no aumento de oferta de crédito no País, operadoras de telefonia móvel como Oi e Vivo viram um filão nessa área, explorada com ênfase por empresas como MasterCard e Visa (Cielo), por exemplo, e começam a testar parcerias e programas para brigar pela nova classe emergente, além de aumentar a gama de serviços oferecidos a sua base de clientes.
No caso da Vivo, braço da Telefônica e líder em telefonia móvel no Brasil, a oferta de serviços financeiros por celular deve acontecer por meio de parcerias como a firmada recentemente com o Banco Itaú, para vender cartão de crédito híbrido do banco aos clientes da base da operadora.
De acordo com Maurício Romão, diretor de Produtos e Serviços Financeiros da Vivo, a intenção da companhia é firmar parceria com instituições financeiras e ganhar participação na margem de lucro delas com a venda dos serviços. Ele também afirmou que a expectativa da empresa "é de que no futuro a área represente até 20% do faturamento da companhia", disse Romão, ontem, durante o fórum Mobile Money Brasil, que acontece em São Paulo.
Já o diretor-geral de Negócios e Empresas da Vivo, Silvio Antunes, atribuiu a entrada da operadora neste mercado ao amadurecimento do setor de telecomunicações nos últimos anos e também ao crescimento exponencial, no mundo, dos pagamentos por celular. "Queremos participar desse negócio porque, veja, no Japão 50% da população pagam pelo celular."
A concorrente Oi começa a preparar uma ofensiva sobre o mercado de cartões de crédito e pagamentos, com a Oi Paggo, braço criado para este segmento. Hoje o serviço está em fase de testes e funciona em apenas 21 cidades, como: Fortaleza (CE), João Pessoa (PB), Natal (RN), Belo Horizonte (MG), São Gonçalo (RJ), Salvador (BA). "A solução permite que a gente dê um produto muito barato ao lojista, para ele poder aceitar cartão de crédito onde ele só precisa ter um chip nós entregamos quando cadastramos o lojista. E tem de ter um celular, mesmo dos modelos mais simples", disse o superintendente de Operações e Tecnologia da Oi Paggo, Agnaldo Netto. Segundo ele, em alguns casos a empresa vai subsidiar o custo do aparelho celular para o lojista.
"A outra vantagem que eles terão ao se tornarem parceiros nossos é que não há custo mensal para ter o serviço, ou seja: será cobrada apenas uma participação do valor da venda, como ocorre hoje com as grandes do mercado", disse.
Ao perceber a disparada no aumento de oferta de crédito no País, operadoras de telefonia móvel como Oi e Vivo viram um filão nessa área, explorada com ênfase por empresas como MasterCard e Visa (Cielo), por exemplo, e começam a testar parcerias e programas para brigar pela nova classe emergente, além de aumentar a gama de serviços oferecidos a sua base de clientes.
No caso da Vivo, braço da Telefônica e líder em telefonia móvel no Brasil, a oferta de serviços financeiros por celular deve acontecer por meio de parcerias como a firmada recentemente com o Banco Itaú, para vender cartão de crédito híbrido do banco aos clientes da base da operadora.
De acordo com Maurício Romão, diretor de Produtos e Serviços Financeiros da Vivo, a intenção da companhia é firmar parceria com instituições financeiras e ganhar participação na margem de lucro delas com a venda dos serviços. Ele também afirmou que a expectativa da empresa "é de que no futuro a área represente até 20% do faturamento da companhia", disse Romão, ontem, durante o fórum Mobile Money Brasil, que acontece em São Paulo.
Já o diretor-geral de Negócios e Empresas da Vivo, Silvio Antunes, atribuiu a entrada da operadora neste mercado ao amadurecimento do setor de telecomunicações nos últimos anos e também ao crescimento exponencial, no mundo, dos pagamentos por celular. "Queremos participar desse negócio porque, veja, no Japão 50% da população pagam pelo celular."
A concorrente Oi começa a preparar uma ofensiva sobre o mercado de cartões de crédito e pagamentos, com a Oi Paggo, braço criado para este segmento. Hoje o serviço está em fase de testes e funciona em apenas 21 cidades, como: Fortaleza (CE), João Pessoa (PB), Natal (RN), Belo Horizonte (MG), São Gonçalo (RJ), Salvador (BA). "A solução permite que a gente dê um produto muito barato ao lojista, para ele poder aceitar cartão de crédito onde ele só precisa ter um chip nós entregamos quando cadastramos o lojista. E tem de ter um celular, mesmo dos modelos mais simples", disse o superintendente de Operações e Tecnologia da Oi Paggo, Agnaldo Netto. Segundo ele, em alguns casos a empresa vai subsidiar o custo do aparelho celular para o lojista.
"A outra vantagem que eles terão ao se tornarem parceiros nossos é que não há custo mensal para ter o serviço, ou seja: será cobrada apenas uma participação do valor da venda, como ocorre hoje com as grandes do mercado", disse.
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Vivo
25 de ago. de 2010
BRASIL TEM CONDIÇÕES DE USAR CELULAR COMO FORMA DE PAGAMENTO, DIZEM VIVO E MASTERCARD
portal InfoMoney 25/08/2010 - Tabata Pitol Peres
O pagamento de compras de bens e serviços deve movimentar US$ 200 bilhões até 2012. A afirmação foi feita pelo CEO da Mastercard Brasil, Gilberto Caldart, durante apresentação no Mobile Money, evento que acontece em São Paulo nesta quarta (25) e quinta-feira (26) e que discute os serviços financeiros associados à mobilidade.
"Há algum tempo discutia-se se seria possível usar o celular como forma de pagamento. Isso já é realidade no mundo, de várias formas. Já temos pessoas que pagam suas compras, suas contas e até transferem dinheiro para outras pessoas por meio do celular. O celular como forma de pagamento já é uma realidade", afirma.
Porém, segundo Caldart, o desafio agora é fazer com que essa se torne uma realidade também no Brasil. "Obviamento já temos o uso do celular como forma de pagamento no Brasil, mas ainda não é algo muito popular. Porém, o Brasil tem condições de utilizar esse serviço em grande escala, em pouco tempo", afirma.
Potencial
Ainda segundo o executivo, o Brasil é um país bastante tecnológico, com pessoas ávidas por novas tecnologias. "Temos aqui o maior número de usuários de Twitter e Orkut e isso é significativo", afirmou. E completou: "além disso, temos um grande número de celulares por habitante e também temos um número muito grande de pessoas sem acesso a formas rápidas e eficientes de pagamento. Esses são ingredientes fundamentais para que o celular conquiste o lugar que hoje é do cheque, do cartão e do dinheiro"'.
O diretor de negócios da Vivo, Silvio Antunes, concorda. Segundo ele, durante muito tempo, o uso do celular como forma de pagamento foi adiado no Brasil por uma série de necessidades que não estavam prontas, mas que agora estão. "Houve momentos em que não tínhamos rede de cobertura eficaz, infraestrutura adequada e segurança suficiente. E hoje já temos tudo isso. Além do mais, hoje temos o principal, um público que possui celular e está disposto a utilizado para outras funções além de falar e mandar SMS"'.
Sobre o público, Caldart fez ainda uma importante observação. "Temos que falar que o pagamento via celular pode ser utilizado mesmo por quem ainda não tem conta em banco. E, no Brasil, muitos trabalhadores informais ainda não a tem, mas já possuem um celular pré-pago. Por isso não canso de repetir, o Brasil tem todos os itens necessários para que essa forma de pagamento se torne muito popular, como é hoje o cartão de crédito", finaliza.
O pagamento de compras de bens e serviços deve movimentar US$ 200 bilhões até 2012. A afirmação foi feita pelo CEO da Mastercard Brasil, Gilberto Caldart, durante apresentação no Mobile Money, evento que acontece em São Paulo nesta quarta (25) e quinta-feira (26) e que discute os serviços financeiros associados à mobilidade.
"Há algum tempo discutia-se se seria possível usar o celular como forma de pagamento. Isso já é realidade no mundo, de várias formas. Já temos pessoas que pagam suas compras, suas contas e até transferem dinheiro para outras pessoas por meio do celular. O celular como forma de pagamento já é uma realidade", afirma.
Porém, segundo Caldart, o desafio agora é fazer com que essa se torne uma realidade também no Brasil. "Obviamento já temos o uso do celular como forma de pagamento no Brasil, mas ainda não é algo muito popular. Porém, o Brasil tem condições de utilizar esse serviço em grande escala, em pouco tempo", afirma.
Potencial
Ainda segundo o executivo, o Brasil é um país bastante tecnológico, com pessoas ávidas por novas tecnologias. "Temos aqui o maior número de usuários de Twitter e Orkut e isso é significativo", afirmou. E completou: "além disso, temos um grande número de celulares por habitante e também temos um número muito grande de pessoas sem acesso a formas rápidas e eficientes de pagamento. Esses são ingredientes fundamentais para que o celular conquiste o lugar que hoje é do cheque, do cartão e do dinheiro"'.
O diretor de negócios da Vivo, Silvio Antunes, concorda. Segundo ele, durante muito tempo, o uso do celular como forma de pagamento foi adiado no Brasil por uma série de necessidades que não estavam prontas, mas que agora estão. "Houve momentos em que não tínhamos rede de cobertura eficaz, infraestrutura adequada e segurança suficiente. E hoje já temos tudo isso. Além do mais, hoje temos o principal, um público que possui celular e está disposto a utilizado para outras funções além de falar e mandar SMS"'.
Sobre o público, Caldart fez ainda uma importante observação. "Temos que falar que o pagamento via celular pode ser utilizado mesmo por quem ainda não tem conta em banco. E, no Brasil, muitos trabalhadores informais ainda não a tem, mas já possuem um celular pré-pago. Por isso não canso de repetir, o Brasil tem todos os itens necessários para que essa forma de pagamento se torne muito popular, como é hoje o cartão de crédito", finaliza.
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