jornal Valor Econômico 19/08/2011 – Aline Lima
A elevação do limite de pagamento mínimo da fatura mensal do cartão de crédito de 15% para 20%, prevista para 1º de dezembro, já fez acender o sinal de alerta da inadimplência nas instituições financeiras. Para tentar minimizar a perspectiva de alta no número de calotes no fim do ano (e início de 2012), os bancos estão reforçando entre seus clientes a oferta de parcelamento da fatura do cartão. A modalidade facilita a organização financeira dos endividados e, diferentemente da linha de crédito pessoal, não contempla a disponibilização de recurso adicional ao limite pré-aprovado no plástico.
No Santander Brasil, o volume de parcelamentos de faturas de cartão de crédito cresceu 75% no primeiro semestre do ano ante igual período de 2010. "Temos certeza que vai haver um pico [de inadimplência], por isso estamos tentando prever cenários e estabelecer as ações necessárias", afirma Walter Antonio Savaglia Neto, gerente executivo de cartões do banco. O executivo conta que, no mês de junho, houve um aumento "marginal" de inadimplência, mas não sabe dizer se é reflexo do primeiro ajuste no limite de pagamento mínimo da fatura do cartão de crédito determinado pelo Banco Central (BC), de 10% para 15%.
Por via das dúvidas, o Santander pretende "tornar ainda mais abrangente" seu programa de educação financeira, criado há um ano e meio. "Nos planejamos e intensificamos a abordagem aos clientes no primeiro trimestre, quando a necessidade de crédito para pagar impostos e despesas escolares é maior, e vamos repetir a dose", diz. O uso do rotativo é uma variável importante na detecção de comportamentos de risco, mas não a única. "A propensão do cliente cancelar o cartão, por exemplo, é outra variável que utilizamos de forma combinada", explica.
A Itaucard também está atenta aos atrasos e ao crescimento da utilização dos limites pré-aprovados por seus clientes. "Não verificamos mudança no patamar de inadimplência ainda, mas vai piorar", afirma Fernando Teles, diretor da Itaucard. A administradora de cartões do Itaú Unibanco vem desde fevereiro intensificando a oferta de parcelamento da fatura a clientes "dependurados" no rotativo.
O Banco do Brasil (BB), que passou a disponibilizar a alternativa de parcelamento da fatura do cartão somente no início de 2010, informa que a modalidade vem tendo uma aceitação considerada consistente. Entre julho de 2010 e julho de 2011, a expansão no volume de parcelamento de faturas no banco estatal foi de 39%. O BB se antecipou à medida do BC que previa para junho a elevação do limite de pagamento mínimo da fatura do cartão para 15% e fez o ajuste ainda em outubro de 2010. A próxima correção, de 20%, deverá ser feita na data estipulada pelo BC, em 1º dezembro. "Mas vamos alertar os clientes sobre a mudança em setembro", diz Maria Izabel Gribel, gerente executiva de cartões do BB.
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22 de ago. de 2011
11 de jul. de 2011
COM SHOW, CELULAR E CHAPINHA, CARTÕES BUSCAM CLASSE C
jornal Valor Econômico 11/07/2011 - Felipe Marques
Roberto Carlos já foi o rei da Jovem Guarda, das paradas de sucesso em cruzeiros marítimos e agora sua majestade se estende ao universo dos cartões de crédito. Para quem não se cansa de ouvir "Se chorei ou se sorri /O importante é que emoções eu vivi..." a Credicard lançou um cartão batizado com o nome do sucesso: o Credicard Emoções.
O plástico traz estampada uma foto de Roberto Carlos no clássico terno branco e benefícios sob medida para agradar as fãs. A cada R$ 50,00 em compra, o cliente ganha um número da sorte e concorre a cruzeiros, coletâneas de CDs e, como não poderia deixar de ser, ingressos para shows do rei. A primeira anuidade do cartão é R$ 58,50 e as demais, R$ 117,00, valores que podem ser parcelados. O preço salgado não é empecilho para quem é fã de carteirinha.
Os prêmios do Credicard Emoções podem agradar somente as ferrenhas tietes do rei, mas fazem parte de uma tendência cada vez mais comum no mercado de cartões de crédito: os programas de benefícios que vão além das milhas aéreas para tentar fisgar - e fidelizar - o consumidor das classes de menor renda. Nessa disputa, os emissores criaram programas que oferecem desde descontos em supermercados e créditos para celulares pré-pagos, até oportunidades de conhecer ídolos da Jovem Guarda.
Com os novos benefícios, as emissoras de cartões de crédito esperam atrair uma parcela maior das classes de menor renda - justamente as que lideram a expansão do consumo no país. Pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) mostra que, em 2010, 43% dos entrevistados da classe C possuíam cartão de crédito. Em 2009, o percentual era 38%. Para as classes D e E, o percentual de 2010 era 20%, o mesmo em 2009. Um estudo da Visa de 2011, com uma base menor de participantes, indicou que 51% dos integrantes da classe C têm cartão de crédito.
Até agora, os benefícios inovadores têm se mostrado um sucesso. O cartão de Roberto Carlos vendeu cerca de 36 mil unidades em 45 dias. Para se ter uma ideia, a venda total de cartões da Credicard é de cerca de 200 mil unidades por mês. Outro produto que a empresa considera um sucesso, o D Super, voltado para classe C, vende 30 mil cartões ao mês. O D Super oferece como atrativo desconto em compras no supermercado, conforme o gasto do consumidor. A anuidade é menor que a do Emoções: R$ 42,00 a primeira e R$ 87,00 as demais.
"Nós queremos virar a Havaianas do cartão de crédito", diz Luiz Almeida, superintendente de produtos da Credicard, fazendo referência ao sucesso da democrática marca de chinelos. Segundo ele, dados da Credicard mostram que os clientes que mais ativamente promovem a empresa são os de baixa renda. "A classe A está muito bem atendida com programas de benefício. O grande desafio é fazer algo interessante para a classe C", diz. Além de programas de descontos, Almeida cita sorteios como uma modalidade de benefício atraente para classe C.
Independentemente do tipo de benefício, o desafio das emissoras é desenhar um programa que ao mesmo tempo agrade o cliente e caiba no orçamento. "O crédito para o celular pré-pago, a meu ver, costuma ser uma alternativa às milhas para baixa renda", diz José Carvalho, sócio-diretor da Cardmonitor, empresa que presta consultoria para emissores de cartão. Segundo pesquisa da Cardmonitor, cerca de 45% dos entrevistados com renda até R$ 1,1 mil consideram minutos gratuitos para celulares benefício altamente atraente.
De olho nessa atratividade, os emissores de cartão lançaram produtos que transformam gastos em créditos. O Banco do Brasil tem um cartão de crédito com anuidade de R$ 66,00 que pode ser convertida em minutos.
O Bradesco também possui um produto semelhante. Para Vinícius Favarão, diretor da Bradesco Cartões, os minutos são uma forma de recompensa na qual o cliente das classes menores percebe muito valor. "A baixa renda não precisa de pontos que nunca expiram para trocar por milhagens, já que não viaja", diz
Segundo Favarão, o Bradesco percebeu que as recompensas que mais agradam as classes C e D são as imediatas. Ele diz que o prêmio precisa ser dado em até três meses.
Fernando Teles, diretor de cartões do Itaú, concorda. Nesse sentido, ele considera que os descontos que os donos de Itaucard têm em entradas de cinema, teatro e jogos de futebol sejam ainda mais efetivos nos consumidores de baixa renda. "É um benefício instantâneo e que se manifesta o tempo inteiro".
Outra adaptação que o Itaú fez para atrair a classe C para programas de pontos foi incluir produtos de tíquetes mais baixos no catálogo de trocas. "Nós temos TVs de LED e iPhones, mas também oferecemos de torradeira a chapinha", diz Teles.
Roberto Carlos já foi o rei da Jovem Guarda, das paradas de sucesso em cruzeiros marítimos e agora sua majestade se estende ao universo dos cartões de crédito. Para quem não se cansa de ouvir "Se chorei ou se sorri /O importante é que emoções eu vivi..." a Credicard lançou um cartão batizado com o nome do sucesso: o Credicard Emoções.
O plástico traz estampada uma foto de Roberto Carlos no clássico terno branco e benefícios sob medida para agradar as fãs. A cada R$ 50,00 em compra, o cliente ganha um número da sorte e concorre a cruzeiros, coletâneas de CDs e, como não poderia deixar de ser, ingressos para shows do rei. A primeira anuidade do cartão é R$ 58,50 e as demais, R$ 117,00, valores que podem ser parcelados. O preço salgado não é empecilho para quem é fã de carteirinha.
Os prêmios do Credicard Emoções podem agradar somente as ferrenhas tietes do rei, mas fazem parte de uma tendência cada vez mais comum no mercado de cartões de crédito: os programas de benefícios que vão além das milhas aéreas para tentar fisgar - e fidelizar - o consumidor das classes de menor renda. Nessa disputa, os emissores criaram programas que oferecem desde descontos em supermercados e créditos para celulares pré-pagos, até oportunidades de conhecer ídolos da Jovem Guarda.
Com os novos benefícios, as emissoras de cartões de crédito esperam atrair uma parcela maior das classes de menor renda - justamente as que lideram a expansão do consumo no país. Pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) mostra que, em 2010, 43% dos entrevistados da classe C possuíam cartão de crédito. Em 2009, o percentual era 38%. Para as classes D e E, o percentual de 2010 era 20%, o mesmo em 2009. Um estudo da Visa de 2011, com uma base menor de participantes, indicou que 51% dos integrantes da classe C têm cartão de crédito.
Até agora, os benefícios inovadores têm se mostrado um sucesso. O cartão de Roberto Carlos vendeu cerca de 36 mil unidades em 45 dias. Para se ter uma ideia, a venda total de cartões da Credicard é de cerca de 200 mil unidades por mês. Outro produto que a empresa considera um sucesso, o D Super, voltado para classe C, vende 30 mil cartões ao mês. O D Super oferece como atrativo desconto em compras no supermercado, conforme o gasto do consumidor. A anuidade é menor que a do Emoções: R$ 42,00 a primeira e R$ 87,00 as demais.
"Nós queremos virar a Havaianas do cartão de crédito", diz Luiz Almeida, superintendente de produtos da Credicard, fazendo referência ao sucesso da democrática marca de chinelos. Segundo ele, dados da Credicard mostram que os clientes que mais ativamente promovem a empresa são os de baixa renda. "A classe A está muito bem atendida com programas de benefício. O grande desafio é fazer algo interessante para a classe C", diz. Além de programas de descontos, Almeida cita sorteios como uma modalidade de benefício atraente para classe C.
Independentemente do tipo de benefício, o desafio das emissoras é desenhar um programa que ao mesmo tempo agrade o cliente e caiba no orçamento. "O crédito para o celular pré-pago, a meu ver, costuma ser uma alternativa às milhas para baixa renda", diz José Carvalho, sócio-diretor da Cardmonitor, empresa que presta consultoria para emissores de cartão. Segundo pesquisa da Cardmonitor, cerca de 45% dos entrevistados com renda até R$ 1,1 mil consideram minutos gratuitos para celulares benefício altamente atraente.
De olho nessa atratividade, os emissores de cartão lançaram produtos que transformam gastos em créditos. O Banco do Brasil tem um cartão de crédito com anuidade de R$ 66,00 que pode ser convertida em minutos.
O Bradesco também possui um produto semelhante. Para Vinícius Favarão, diretor da Bradesco Cartões, os minutos são uma forma de recompensa na qual o cliente das classes menores percebe muito valor. "A baixa renda não precisa de pontos que nunca expiram para trocar por milhagens, já que não viaja", diz
Segundo Favarão, o Bradesco percebeu que as recompensas que mais agradam as classes C e D são as imediatas. Ele diz que o prêmio precisa ser dado em até três meses.
Fernando Teles, diretor de cartões do Itaú, concorda. Nesse sentido, ele considera que os descontos que os donos de Itaucard têm em entradas de cinema, teatro e jogos de futebol sejam ainda mais efetivos nos consumidores de baixa renda. "É um benefício instantâneo e que se manifesta o tempo inteiro".
Outra adaptação que o Itaú fez para atrair a classe C para programas de pontos foi incluir produtos de tíquetes mais baixos no catálogo de trocas. "Nós temos TVs de LED e iPhones, mas também oferecemos de torradeira a chapinha", diz Teles.
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16 de mai. de 2011
BIGOLIN FAZ CARTÃO FIDELIDADE NA HORA
jornal A Crítica de Campo Grande 15/05/2011
A Bigolin Materiais de Construção inaugura oficialmente o Núcleo de Atendimento ao Cliente (NAC) em sua loja de Dourados/MS, onde o cliente poderá fazer e receber seu cartão de crédito na hora. Esta é a primeira loja do segmento a lançar um cartão bandeirado no sul do Estado. Ofertas especiais foram preparadas para este fim de semana.
Para fazer o cartão basta apresentar os documentos pessoais, comprovante de renda e de endereço. O cartão Bigolin é uma parceria com a Itaucard que oferece vantagens exclusivas, mais comodidade e praticidade ao cliente. O cartão pode ser emitido com bandeira Visa ou Mastercard.
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22 de abr. de 2011
ITAÚ UNIBANCO REESTRUTURA ÁREA DE CARTÕES E DEMITE DIRETORES
portal Valor Online 20/04/2011 - Denise Carvalho e Adriana Cotias
O Itaú Unibanco iniciou uma reestruturação na Itaucard, divisão que comanda a área de cartões, e contratou a consultoria Galeazzi & Associados para comandar o processo, segundo apurou o Valor.
A primeira grande transformação ocorreu esta semana com a demissão de pelo menos três diretores da Itaucard e remanejamento de executivos para outras áreas.
Deixou a empresa o diretor-executivo Ivo Luiz Vieitas, presidente da Hipercard, cartão private label que nasceu na rede Bompreço, do Nordeste, e virou bandeira. Vieitas comandava a operação como principal executivo desde 2004, quando o Unibanco adquiriu a Hipercard da rede de varejo, enquanto a americana Walmart comprou a rede varejista.
A marca Hipercard reúne as atividades de emissor, por meio do Banco Hipercard, bandeira e credenciamento de lojistas – essa última perna recentemente passou a ser feita pela Redecard, também do grupo Itaú Unibanco. A Hipercard está debaixo da Itaucard, comandada por Márcio Schettini, executivo oriundo do Unibanco e hoje vice-presidente do conglomerado.
O banco confirmou a saída do executivo Carlos Henrique Zanvettor, responsável pela área de cartões de não correntista. Por conta das diversas parcerias com o varejo – Pão de Açúcar, Lojas Marisa, Lojas Americanas, Ponto Frio e Magazine Luiza – trata-se de uma base relevante. Zanvettor seguirá para a Redecard.
Para se ter uma ideia da importância da área de cartões no Itaú Unibanco, na carteira de crédito pessoa física, o segmento tinha ao fim do ano passado a segunda maior participação no bolo de ativos, com R$ 34,9 bilhões. Nas receitas de prestação de serviços, os cartões lideraram a arrecadação em 2010, com R$ 6,6 bilhões.
Até o fechamento desta reportagem, a assessoria de imprensa do Itaú Unibanco confirmou apenas a saída de Ivo Vieitas. Procurados, os executivos da Galeazzi & Associados não se pronunciaram.
Eficiência
De acordo com executivos que conhecem a operação da Itaucard, um dos objetivos do Itaú Unibanco é fazer a divisão de cartões ser mais eficiente e acelerar o ritmo de crescimento da Hipercard. Em tese, é a bandeira que teria condições de rivalizar com o Elo, que tem emissão conjunta de Bradesco, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.
Só que um acordo de exclusividade com o Walmart impede que o Hipercard seja aceito em estabelecimentos concorrentes. Esse é um dos obstáculos para que o Hipercard, já capturado pela Redecard, seja um cartão de abrangência ampla em território nacional.
Hoje, a Hipercard detém cerca de 7% de participação do mercado. A bandeira é forte sobretudo no Nordeste, onde concentra aproximadamente 20% do mercado local.
Redecard
As mudanças na área de cartões no Itaú não se restringem à Itaucard. Na Redecard, agora sob o comando de Claudio Takashi Yamaguti, também há alterações.
Dentro de um plano de reestruturação para dar mais “foco ao cliente”, deixaram a empresa os diretores Claudio Oliveira, que comandava a área de grandes contas; Ramon Gomez, responsável pelo varejo, e, Alessandro Raposo, de marketing e produtos.
Yamaguti foi nomeado em fevereiro, mas seu antecessor, Roberto Medeiros, permaneceu no cargo até o fim do mês passado para a transição.
O Itaú Unibanco iniciou uma reestruturação na Itaucard, divisão que comanda a área de cartões, e contratou a consultoria Galeazzi & Associados para comandar o processo, segundo apurou o Valor.
A primeira grande transformação ocorreu esta semana com a demissão de pelo menos três diretores da Itaucard e remanejamento de executivos para outras áreas.
Deixou a empresa o diretor-executivo Ivo Luiz Vieitas, presidente da Hipercard, cartão private label que nasceu na rede Bompreço, do Nordeste, e virou bandeira. Vieitas comandava a operação como principal executivo desde 2004, quando o Unibanco adquiriu a Hipercard da rede de varejo, enquanto a americana Walmart comprou a rede varejista.
A marca Hipercard reúne as atividades de emissor, por meio do Banco Hipercard, bandeira e credenciamento de lojistas – essa última perna recentemente passou a ser feita pela Redecard, também do grupo Itaú Unibanco. A Hipercard está debaixo da Itaucard, comandada por Márcio Schettini, executivo oriundo do Unibanco e hoje vice-presidente do conglomerado.
O banco confirmou a saída do executivo Carlos Henrique Zanvettor, responsável pela área de cartões de não correntista. Por conta das diversas parcerias com o varejo – Pão de Açúcar, Lojas Marisa, Lojas Americanas, Ponto Frio e Magazine Luiza – trata-se de uma base relevante. Zanvettor seguirá para a Redecard.
Para se ter uma ideia da importância da área de cartões no Itaú Unibanco, na carteira de crédito pessoa física, o segmento tinha ao fim do ano passado a segunda maior participação no bolo de ativos, com R$ 34,9 bilhões. Nas receitas de prestação de serviços, os cartões lideraram a arrecadação em 2010, com R$ 6,6 bilhões.
Até o fechamento desta reportagem, a assessoria de imprensa do Itaú Unibanco confirmou apenas a saída de Ivo Vieitas. Procurados, os executivos da Galeazzi & Associados não se pronunciaram.
Eficiência
De acordo com executivos que conhecem a operação da Itaucard, um dos objetivos do Itaú Unibanco é fazer a divisão de cartões ser mais eficiente e acelerar o ritmo de crescimento da Hipercard. Em tese, é a bandeira que teria condições de rivalizar com o Elo, que tem emissão conjunta de Bradesco, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.
Só que um acordo de exclusividade com o Walmart impede que o Hipercard seja aceito em estabelecimentos concorrentes. Esse é um dos obstáculos para que o Hipercard, já capturado pela Redecard, seja um cartão de abrangência ampla em território nacional.
Hoje, a Hipercard detém cerca de 7% de participação do mercado. A bandeira é forte sobretudo no Nordeste, onde concentra aproximadamente 20% do mercado local.
Redecard
As mudanças na área de cartões no Itaú não se restringem à Itaucard. Na Redecard, agora sob o comando de Claudio Takashi Yamaguti, também há alterações.
Dentro de um plano de reestruturação para dar mais “foco ao cliente”, deixaram a empresa os diretores Claudio Oliveira, que comandava a área de grandes contas; Ramon Gomez, responsável pelo varejo, e, Alessandro Raposo, de marketing e produtos.
Yamaguti foi nomeado em fevereiro, mas seu antecessor, Roberto Medeiros, permaneceu no cargo até o fim do mês passado para a transição.
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INGRESSOS A PRÉ-VENDA PARA O ROCK IN RIO 2011, EXCLUSIVA PARA CLIENTE ITAÚ, ESGOTAM EM MENOS DE UM MÊS
Portal da Propaganda 20/04/2011
Venda oficial de ingressos inicia no dia 7 de maio. Organização chama atenção para que quem comprou o Rock in Rio Card faça a troca até o dia 31 de maio para evitar que o dia desejado já esteja esgotado
Devido ao enorme sucesso na ação de pré-venda de ingressos para clientes Itaú, o lote para o Rock in Rio 2011 esgotou em apenas um mês. Esta foi uma ação do patrocinador máster do maior evento de música e entretenimento do mundo especialmente para clientes portadores dos cartões Itaucard, Personnalité e Itaú Uniclass nas categorias MasterCard Black, Visa Infinite e Platinum.
Quem ainda não conseguiu garantir o seu ingresso para o Rock in Rio 2011 poderá comprar a partir do dia 7 de maio, quando a organização do evento abrirá a venda oficial para os seis dias de festival. Os ingressos poderão ser comprados no site do Rock in Rio ou no ingresso.com, além de pontos de venda em quiosques no Barra Shopping, Rio Sul e Nova América Shopping. Até o dia 31 de maio, o preço das entradas para a Cidade do Rock será mantido: R$ 190 (inteira). Após esta data terão um novo valor: R$ 220 (inteira).
A partir desta data, todos os clientes Itaú passarão a ter benefícios: 15% de desconto e parcelamento em até seis vezes sem juros nos cartões de crédito e débito. Portadores de cartões de crédito Itaú poderão efetuar a compra através de qualquer ponto de venda oficial do festival. Já os clientes com cartões de débito Itaú só terão os benefícios nos quiosques que serão instalados nos shoppings.
Rock in Rio Card já pode ser ativado
Aproveitando que mais de 90% dos artistas que se apresentarão no festival foram anunciados, os fãs que já garantiram a entrada no Rock in Rio 2011 com a compra do Rock in Rio Card, realizada em novembro e dezembro do ano passado, já podem ativar o seu cartão e definir a data que desejam ir ao maior evento de música e entretenimento do mundo. As trocas podem ser feitas até o dia 31 de maio, no site oficial do festival (WWW.rockinrio.com.br).
Para fazer a troca, basta procurar o link do Rock in Rio Card no site ou ir diretamente ao endereço https://rockinriop.zetks.com/meurircard, e seguir as instruções. Serão solicitados login e senha. Quem comprou meia-entrada terá que enviar uma imagem do documento de estudante, comprovando o direito, e aguardar a aprovação. Somente após essa liberação, o cliente receberá um código que dará direito a escolha do dia. Caso o documento não seja aprovado, a pessoa poderá solicitar a devolução do dinheiro ou pagar a diferença para ter direito a uma entrada inteira. É importante destacar que o Rock in Rio Card apenas é válido após a ativação do mesmo, e não é possível mudar a data após realizar a escolha do dia. Para outras informações, entre em contato pelo e-mail rockinrio@zetks.com .
Nos dias do evento, será necessário levar o Rock in Rio Card ativado e um documento de identificação. E, no caso da meia-entrada, também será necessário apresentar a carteira de estudante ou um documento que comprove o direito à meia-entrada.
Venda oficial de ingressos inicia no dia 7 de maio. Organização chama atenção para que quem comprou o Rock in Rio Card faça a troca até o dia 31 de maio para evitar que o dia desejado já esteja esgotado
Devido ao enorme sucesso na ação de pré-venda de ingressos para clientes Itaú, o lote para o Rock in Rio 2011 esgotou em apenas um mês. Esta foi uma ação do patrocinador máster do maior evento de música e entretenimento do mundo especialmente para clientes portadores dos cartões Itaucard, Personnalité e Itaú Uniclass nas categorias MasterCard Black, Visa Infinite e Platinum.
Quem ainda não conseguiu garantir o seu ingresso para o Rock in Rio 2011 poderá comprar a partir do dia 7 de maio, quando a organização do evento abrirá a venda oficial para os seis dias de festival. Os ingressos poderão ser comprados no site do Rock in Rio ou no ingresso.com, além de pontos de venda em quiosques no Barra Shopping, Rio Sul e Nova América Shopping. Até o dia 31 de maio, o preço das entradas para a Cidade do Rock será mantido: R$ 190 (inteira). Após esta data terão um novo valor: R$ 220 (inteira).
A partir desta data, todos os clientes Itaú passarão a ter benefícios: 15% de desconto e parcelamento em até seis vezes sem juros nos cartões de crédito e débito. Portadores de cartões de crédito Itaú poderão efetuar a compra através de qualquer ponto de venda oficial do festival. Já os clientes com cartões de débito Itaú só terão os benefícios nos quiosques que serão instalados nos shoppings.
Rock in Rio Card já pode ser ativado
Aproveitando que mais de 90% dos artistas que se apresentarão no festival foram anunciados, os fãs que já garantiram a entrada no Rock in Rio 2011 com a compra do Rock in Rio Card, realizada em novembro e dezembro do ano passado, já podem ativar o seu cartão e definir a data que desejam ir ao maior evento de música e entretenimento do mundo. As trocas podem ser feitas até o dia 31 de maio, no site oficial do festival (WWW.rockinrio.com.br).
Para fazer a troca, basta procurar o link do Rock in Rio Card no site ou ir diretamente ao endereço https://rockinriop.zetks.com/meurircard, e seguir as instruções. Serão solicitados login e senha. Quem comprou meia-entrada terá que enviar uma imagem do documento de estudante, comprovando o direito, e aguardar a aprovação. Somente após essa liberação, o cliente receberá um código que dará direito a escolha do dia. Caso o documento não seja aprovado, a pessoa poderá solicitar a devolução do dinheiro ou pagar a diferença para ter direito a uma entrada inteira. É importante destacar que o Rock in Rio Card apenas é válido após a ativação do mesmo, e não é possível mudar a data após realizar a escolha do dia. Para outras informações, entre em contato pelo e-mail rockinrio@zetks.com .
Nos dias do evento, será necessário levar o Rock in Rio Card ativado e um documento de identificação. E, no caso da meia-entrada, também será necessário apresentar a carteira de estudante ou um documento que comprove o direito à meia-entrada.
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6 de abr. de 2011
ITAUCARD RACHA INGRESSOS DO TEATRO TAMBÉM
portal Meio & Mensagem 06/04/2011
O Itaucard lança a promoção "Benefício feito por você" e anuncia que vai rachar os ingressos de peças de teatro com os clientes. A ação é resultado das milhares de sugestões que foram enviadas pela internet ao banco. O desconto de 50% vale também para compras com cartões de débito Itaú.
A campanha de divulgação foi criada pela DPZ e estreia nesta quarta-feira 6. Intitulado "Bilheteria", o filme traz novamente Luciano Huck como protagonista da marca. As cenas foram produzidas na Escola de Música da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). Além do comercial, a campanha é composta por peças de mídia impressa e de internet. A campanha online foi desenvolvida pelas agências Rapp e Gringo.
A criação é de Ricardo Velloso e Ronaldo Ferreira, com direção de José Zaragoza, Fernando Rodrigues, Rafael Urenha e Marcello Barcelos. A produtora é a Delicatessen, sob direção de cena de Gustavo Leme. A produtora de som é a VoiceZ.
O Itaucard lança a promoção "Benefício feito por você" e anuncia que vai rachar os ingressos de peças de teatro com os clientes. A ação é resultado das milhares de sugestões que foram enviadas pela internet ao banco. O desconto de 50% vale também para compras com cartões de débito Itaú.
A campanha de divulgação foi criada pela DPZ e estreia nesta quarta-feira 6. Intitulado "Bilheteria", o filme traz novamente Luciano Huck como protagonista da marca. As cenas foram produzidas na Escola de Música da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). Além do comercial, a campanha é composta por peças de mídia impressa e de internet. A campanha online foi desenvolvida pelas agências Rapp e Gringo.
A criação é de Ricardo Velloso e Ronaldo Ferreira, com direção de José Zaragoza, Fernando Rodrigues, Rafael Urenha e Marcello Barcelos. A produtora é a Delicatessen, sob direção de cena de Gustavo Leme. A produtora de som é a VoiceZ.
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14 de fev. de 2011
MARISA INAUGURA LOJA E INVESTE NA CLASSE C PARA AUMENTAR VENDAS
jornal DCI 14/02/2010 - Gleyma Lima
Com 14 pontos de venda espalhados pelo País, a Marisa Lingerie inaugurou na última semana a primeira unidade no Rio de Janeiro. - Atualmente o modelo de loja conta com 10 lojas no interior de São Paulo e na capital paulista, uma no sul, duas em Minas e rede investe em um atendimento diferenciado. Para garantir a sensação intimista no momento da compra, as lojas Marisa Lingerie contam com um projeto de arquitetura diferenciado, que engloba desde a luz e o piso até os provadores. As diferenças, no entanto, não são um indicativo de mudança de target. Assim como as outras duas bandeiras da marca (Marisa Feminina e Marisa Ampliada, com produtos femininos, masculinos e infantis), a Marisa Lingerie também foca nas consumidoras da classe C.
Além do mix de produtos, a diferença entre as duas bandeiras fica por conta do tamanho das lojas. Enquanto os pontos de venda menores, com 650m² a 900m², abrigam as lojas Marisa Feminina, os acima de 900m² ficam com as Marisa Ampliada, onde é possível expor os itens de forma mais adequada.
No total, a rede conta hoje com 281 unidades, todas próprias. São 15 de lingerie; 205 ampliadas e 60 femininas. Somadas, as bandeiras tiveram um aumento no lucro líquido de 57,9% no terceiro trimestre de 2010, o equivalente a R$ 193,9 milhões. Já o ticket médio ficou em R$ 66,48.
Este ano, a Marisa já tem 17 negociações fechadas para a abertura de novas lojas, que hoje estão presentes em todos os estados brasileiros, com exceção de Roraima.
Para este ano, não há previsão de novos formatos a serem inaugurados. A proposta é amadurecer o novo negócio e investir cada vez mais nas bandeiras das lojas físicas e na loja virtual. Inaugurado há 10 anos, o e-commerce da Marisa foi um dos primeiros especializados em varejo de roupas no Brasil.
Outro elemento que contribui para o crescimento das vendas é o cartão de crédito private label. Em operação desde 2000, o plástico está nas mãos de 13,3 milhões de consumidores. No ano passado, a Marisa também iniciou uma parceria com o Itaú, que já conta com 1,5 milhão de clientes cadastrados. No terceiro trimestre de 2010, as vendas de mercadorias por meio dos Cartões Marisa cresceram 12,5%, atingindo R$ 271,3 milhões. Já no acumulado do ano, o aumento foi de 17,6%, representando R$ 780,9 milhões.
Com 14 pontos de venda espalhados pelo País, a Marisa Lingerie inaugurou na última semana a primeira unidade no Rio de Janeiro. - Atualmente o modelo de loja conta com 10 lojas no interior de São Paulo e na capital paulista, uma no sul, duas em Minas e rede investe em um atendimento diferenciado. Para garantir a sensação intimista no momento da compra, as lojas Marisa Lingerie contam com um projeto de arquitetura diferenciado, que engloba desde a luz e o piso até os provadores. As diferenças, no entanto, não são um indicativo de mudança de target. Assim como as outras duas bandeiras da marca (Marisa Feminina e Marisa Ampliada, com produtos femininos, masculinos e infantis), a Marisa Lingerie também foca nas consumidoras da classe C.
Além do mix de produtos, a diferença entre as duas bandeiras fica por conta do tamanho das lojas. Enquanto os pontos de venda menores, com 650m² a 900m², abrigam as lojas Marisa Feminina, os acima de 900m² ficam com as Marisa Ampliada, onde é possível expor os itens de forma mais adequada.
No total, a rede conta hoje com 281 unidades, todas próprias. São 15 de lingerie; 205 ampliadas e 60 femininas. Somadas, as bandeiras tiveram um aumento no lucro líquido de 57,9% no terceiro trimestre de 2010, o equivalente a R$ 193,9 milhões. Já o ticket médio ficou em R$ 66,48.
Este ano, a Marisa já tem 17 negociações fechadas para a abertura de novas lojas, que hoje estão presentes em todos os estados brasileiros, com exceção de Roraima.
Para este ano, não há previsão de novos formatos a serem inaugurados. A proposta é amadurecer o novo negócio e investir cada vez mais nas bandeiras das lojas físicas e na loja virtual. Inaugurado há 10 anos, o e-commerce da Marisa foi um dos primeiros especializados em varejo de roupas no Brasil.
Outro elemento que contribui para o crescimento das vendas é o cartão de crédito private label. Em operação desde 2000, o plástico está nas mãos de 13,3 milhões de consumidores. No ano passado, a Marisa também iniciou uma parceria com o Itaú, que já conta com 1,5 milhão de clientes cadastrados. No terceiro trimestre de 2010, as vendas de mercadorias por meio dos Cartões Marisa cresceram 12,5%, atingindo R$ 271,3 milhões. Já no acumulado do ano, o aumento foi de 17,6%, representando R$ 780,9 milhões.
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11 de fev. de 2011
TWITTER DE LUCIANO HUCK VIRA PLATAFORMA DA ITAUCARD
portal Meio&Mensagem 10/02/2011
A Itaucard apresenta no sábado 12 uma ação de massa no Twitter que tem Luciano Huck como protagonista. O lançamento acontecerá durante o programa Caldeirão do Huck, na TV Globo, quando o apresentador falará sobre o seu perfil no microblog e explicará a dinâmica da promoção.
Intitulada "Racha comigo, Luciano", a campanha promoverá o benefício de 50% de desconto que a administradora de cartões oferece aos seus clientes em programas culturais e de lazer – como ingressos para salas de cinema, shows, parques de diversão e jogos de futebol, entre outras atrações.
Para participar, é preciso seguir o apresentador global no Twitter. Os seguidores cadastrados deverão mandar tweets para o perfil @huckluciano, com a hashtag #itaucardracha, sugerindo uma determinada despesa a ter a metade de seu valor total paga por Huck. Os autores das justificativas mais originais terão seus desejos atendidos.
"A ação respeita a dinâmica do Twitter e também a do Luciano Huck com sua comunidade", diz Fernando Rodrigues, diretor de criação da DPZ, agência responsável pela iniciativa. "É uma ação que já começa falando com mais de dois milhões e meio de pessoas".
No site "Benefício feito por você", o usuário pode ainda escolher em qual plataforma deseja ter desconto: assinatura do pay per view, passagens aéreas, notebooks e outras 28 categorias
Com mais de 2,6 milhões de seguidores, Luciano Huck é o segundo brasileiro com maior número de fãs no Twitter, atrás apenas do jogador Kaká, do Real Madrid.
A Itaucard apresenta no sábado 12 uma ação de massa no Twitter que tem Luciano Huck como protagonista. O lançamento acontecerá durante o programa Caldeirão do Huck, na TV Globo, quando o apresentador falará sobre o seu perfil no microblog e explicará a dinâmica da promoção.
Intitulada "Racha comigo, Luciano", a campanha promoverá o benefício de 50% de desconto que a administradora de cartões oferece aos seus clientes em programas culturais e de lazer – como ingressos para salas de cinema, shows, parques de diversão e jogos de futebol, entre outras atrações.
Para participar, é preciso seguir o apresentador global no Twitter. Os seguidores cadastrados deverão mandar tweets para o perfil @huckluciano, com a hashtag #itaucardracha, sugerindo uma determinada despesa a ter a metade de seu valor total paga por Huck. Os autores das justificativas mais originais terão seus desejos atendidos.
"A ação respeita a dinâmica do Twitter e também a do Luciano Huck com sua comunidade", diz Fernando Rodrigues, diretor de criação da DPZ, agência responsável pela iniciativa. "É uma ação que já começa falando com mais de dois milhões e meio de pessoas".
No site "Benefício feito por você", o usuário pode ainda escolher em qual plataforma deseja ter desconto: assinatura do pay per view, passagens aéreas, notebooks e outras 28 categorias
Com mais de 2,6 milhões de seguidores, Luciano Huck é o segundo brasileiro com maior número de fãs no Twitter, atrás apenas do jogador Kaká, do Real Madrid.
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Luciano Huck
6 de dez. de 2010
PÃO DE AÇÚCAR ADOTA NOVO CARTÃO
jornal DCI 06/12/2010
O Pão de Açúcar vai relançar o Cartão de Crédito Itaúcard da rede e convida os clientes para escolher os benefícios que farão parte do cartão. São diversos benefícios que vão de milhas para viagens de avião a desconto em academias, cafés, cursos de culinária e muito mais. Além disso, os consumidores podem deixar alguma sugestão de benefícios no aplicativo que será analisada pela rede. A pesquisa acontece pela rede social Facebook na página do Pão de Açúcar até janeiro.
O Pão de Açúcar vai relançar o Cartão de Crédito Itaúcard da rede e convida os clientes para escolher os benefícios que farão parte do cartão. São diversos benefícios que vão de milhas para viagens de avião a desconto em academias, cafés, cursos de culinária e muito mais. Além disso, os consumidores podem deixar alguma sugestão de benefícios no aplicativo que será analisada pela rede. A pesquisa acontece pela rede social Facebook na página do Pão de Açúcar até janeiro.
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4 de nov. de 2010
CARTÃO DE CRÉDITO ESTÁ ENTRE PRIORIDADES DA VIVO PARA 2011
jornal Brasil Econômico 04/11/2010 – Fabiana Monte
A Vivo projeta encerrar o ano com 500 mil clientes do cartão de crédito oferecido em parceria com a Itaucard. O produto foi lançado em julho do ano passado, com a expectativa de atingir 350 mil usuários no primeiro ano. O total de assinantes está em torno de 400 mil, diz Maurício Romão, diretor de produtos e serviços financeiros da operadora. O número ainda é pequeno se comparado aos 57,7 milhões de clientes da Vivo, mas é significativo em se tratando de um cartão de crédito com duas marcas, afirma Álvaro Musa, presidente da consultoria financeira Partner Consult. "Não é fácil colocar 500 mil cartões, quaisquer que sejam, na mão das pessoas para que elas usem", afirma.
A meta para o ano que vem é conquistar pelo menos 500 mil novos usuários e aumentar a rentabilidade que o novo negócio trouxe para a operadora. "Dividimos receitas e custos com o Itaú. Todos os controles são do banco, mas participamos de todas as decisões", diz Romão. Pelos cálculos do executivo, houve um crescimento médio mensal de 30% no volume de recargas de R$ 12 — valor mínimo para bonificação quando a recarga é paga com o cartão.
A aposta é que o dinheiro de plástico possa levar a uma sofisticação do uso dos serviços de telecomunicações, graças a um programa de fidelidade que acumula pontos para serem trocados por celulares. "Ao trocar de aparelho, o cliente vai adquirir um modelo mais sofisticado, gerando impacto na receita com o aumento do consumo de dados", diz Romão. Além disso, o cartão é visto como uma ferramenta que pode reduzir os níveis de inadimplência entre clientes pós-pagos, pois é possível pagar a conta na fatura do cartão de crédito.
"E o principal impacto é a fidelização. Quanto mais produtos o cliente tiver à sua disposição, mais tempo continuará com o nosso serviço."
Bancarização
Cerca de 90% dos usuários do cartão são clientes pré-pagos da Vivo. A maioria ainda prefere cartões nacionais, que são 67% do total; seguidos pelos internacionais com 28% e pelos gold e platinum, que totalizam 5%. O dinheiro de plástico é oferecido por meio do call center da Vivo, por mala direta e em algumas lojas, que devem fortalecer a oferta do produto no ano que vem. A Vivo não informa o tamanho da base de assinantes com crédito pré-aprovado para obter o cartão. Mas conta que a seleção foi feita por meio de um processo de análise que considera critérios do Itaú e da operadora. "Uma das dificuldades da concessão de crédito é desconhecer o cliente. Mas se ele é cliente da Vivo e tem determinada média mensal de gastos, fazemos um modelo que ajuda. Assim conseguimos dar um limite maior do que o banco daria sozinho", diz Romão.
Para o executivo, dessa forma o cartão ajuda na chamada bancarização, concedendo crédito a camadas da população que até recentemente estavam fora da mira das instituições financeiras. Este, inclusive, é um dos motivos pelos quais a região Nordeste é a segunda em número de portadores do cartão de crédito da operadora. A região soma 16% dos clientes, perdendo apenas para o Sudeste, com 40%. "O público do Nordeste compra mais o cartão porque falta crédito para ele", diz Romão.
Na avaliação de Álvaro Musa, a parceria entre bancos e operadoras para a oferta de cartões de duas bandeiras é o inicio de um relacionamento que vai evoluir para o telefone móvel substituir o tradicional dinheiro de plástico. "O caminho do pagamento eletrônico via celular é inevitável", diz. Vivo e Itaucard já têm 600 mil pontos de venda aptos a receber pagamentos via celular.
Outras empresas têm iniciativas semelhantes
A Tim também tem uma parceria com a Itaucard para cartões de crédito, que devem ser lançados nos próximos meses. Já a Oi terá um cartão com o Banco do Brasil e também com uma versão virtual, graças a acordo com a Cielo. A meta é ter 1 milhão de usuários por ano a partir de 2012.
A Vivo projeta encerrar o ano com 500 mil clientes do cartão de crédito oferecido em parceria com a Itaucard. O produto foi lançado em julho do ano passado, com a expectativa de atingir 350 mil usuários no primeiro ano. O total de assinantes está em torno de 400 mil, diz Maurício Romão, diretor de produtos e serviços financeiros da operadora. O número ainda é pequeno se comparado aos 57,7 milhões de clientes da Vivo, mas é significativo em se tratando de um cartão de crédito com duas marcas, afirma Álvaro Musa, presidente da consultoria financeira Partner Consult. "Não é fácil colocar 500 mil cartões, quaisquer que sejam, na mão das pessoas para que elas usem", afirma.
A meta para o ano que vem é conquistar pelo menos 500 mil novos usuários e aumentar a rentabilidade que o novo negócio trouxe para a operadora. "Dividimos receitas e custos com o Itaú. Todos os controles são do banco, mas participamos de todas as decisões", diz Romão. Pelos cálculos do executivo, houve um crescimento médio mensal de 30% no volume de recargas de R$ 12 — valor mínimo para bonificação quando a recarga é paga com o cartão.
A aposta é que o dinheiro de plástico possa levar a uma sofisticação do uso dos serviços de telecomunicações, graças a um programa de fidelidade que acumula pontos para serem trocados por celulares. "Ao trocar de aparelho, o cliente vai adquirir um modelo mais sofisticado, gerando impacto na receita com o aumento do consumo de dados", diz Romão. Além disso, o cartão é visto como uma ferramenta que pode reduzir os níveis de inadimplência entre clientes pós-pagos, pois é possível pagar a conta na fatura do cartão de crédito.
"E o principal impacto é a fidelização. Quanto mais produtos o cliente tiver à sua disposição, mais tempo continuará com o nosso serviço."
Bancarização
Cerca de 90% dos usuários do cartão são clientes pré-pagos da Vivo. A maioria ainda prefere cartões nacionais, que são 67% do total; seguidos pelos internacionais com 28% e pelos gold e platinum, que totalizam 5%. O dinheiro de plástico é oferecido por meio do call center da Vivo, por mala direta e em algumas lojas, que devem fortalecer a oferta do produto no ano que vem. A Vivo não informa o tamanho da base de assinantes com crédito pré-aprovado para obter o cartão. Mas conta que a seleção foi feita por meio de um processo de análise que considera critérios do Itaú e da operadora. "Uma das dificuldades da concessão de crédito é desconhecer o cliente. Mas se ele é cliente da Vivo e tem determinada média mensal de gastos, fazemos um modelo que ajuda. Assim conseguimos dar um limite maior do que o banco daria sozinho", diz Romão.
Para o executivo, dessa forma o cartão ajuda na chamada bancarização, concedendo crédito a camadas da população que até recentemente estavam fora da mira das instituições financeiras. Este, inclusive, é um dos motivos pelos quais a região Nordeste é a segunda em número de portadores do cartão de crédito da operadora. A região soma 16% dos clientes, perdendo apenas para o Sudeste, com 40%. "O público do Nordeste compra mais o cartão porque falta crédito para ele", diz Romão.
Na avaliação de Álvaro Musa, a parceria entre bancos e operadoras para a oferta de cartões de duas bandeiras é o inicio de um relacionamento que vai evoluir para o telefone móvel substituir o tradicional dinheiro de plástico. "O caminho do pagamento eletrônico via celular é inevitável", diz. Vivo e Itaucard já têm 600 mil pontos de venda aptos a receber pagamentos via celular.
Outras empresas têm iniciativas semelhantes
A Tim também tem uma parceria com a Itaucard para cartões de crédito, que devem ser lançados nos próximos meses. Já a Oi terá um cartão com o Banco do Brasil e também com uma versão virtual, graças a acordo com a Cielo. A meta é ter 1 milhão de usuários por ano a partir de 2012.
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15 de out. de 2010
LIVRARIA CULTURA LANÇA CARTÃO COM ITAUCARD
portal Cardnews 14/10/2010
A Livraria Cultura, que já oferece o cartão Mais Cultura como meio de fidelização de clientes ao garantir pontos e descontos na compra de livros, agora apresenta o Cartão Livraria Cultura Itaucard para quem já é cliente. Assim, as compras nas lojas ou no site da Livraria Cultura valem mais que o dobro no programa +cultura: 10 pontos a cada R$ 1,00 gasto. E ao acumular 1.000 pontos, já se recebe um crédito de R$ 10,00 para ser utilizado em compras.
Já em outros estabelecimentos, a pontuação varia de acordo com a versão do cartão, ou seja, no International ganha-se 1 ponto a cada R$ 1,00 gasto em compras; no Gold, 1 ponto e meio e no Platinum, 2 pontos.
Sem o Cartão Livraria Cultura Itaucard, para ganhar 1.000 pontos e crédito de R$ 10,00, é preciso gastar R$ 250,00 em livros, CDs e DVDs. Já com o novo cartão, apenas R$ 100,00.
Outro exemplo é o quanto se economizaria com o Cartão Livraria Cultura Itaucard em um ano, caso se fosse ao cinema e fizesse compras on-line pelo menos uma vez por mês.
Enquanto sem o cartão gasta-se R$ 17,00 por mês em cinema, R$ 52,00 por mês em parques e atrações turísticas e R$ 150,00 por mês no Walmart.com, com o cartão Cartão Livraria Cultura Itaucard os gastos seriam, respectivamente, R$ 8,50 por mês, R$ 26,00 por mês e R$ 135,00 por mês. Ou seja, uma economia de R$ 594,00 por ano.
A Livraria Cultura, que já oferece o cartão Mais Cultura como meio de fidelização de clientes ao garantir pontos e descontos na compra de livros, agora apresenta o Cartão Livraria Cultura Itaucard para quem já é cliente. Assim, as compras nas lojas ou no site da Livraria Cultura valem mais que o dobro no programa +cultura: 10 pontos a cada R$ 1,00 gasto. E ao acumular 1.000 pontos, já se recebe um crédito de R$ 10,00 para ser utilizado em compras.
Já em outros estabelecimentos, a pontuação varia de acordo com a versão do cartão, ou seja, no International ganha-se 1 ponto a cada R$ 1,00 gasto em compras; no Gold, 1 ponto e meio e no Platinum, 2 pontos.
Sem o Cartão Livraria Cultura Itaucard, para ganhar 1.000 pontos e crédito de R$ 10,00, é preciso gastar R$ 250,00 em livros, CDs e DVDs. Já com o novo cartão, apenas R$ 100,00.
Outro exemplo é o quanto se economizaria com o Cartão Livraria Cultura Itaucard em um ano, caso se fosse ao cinema e fizesse compras on-line pelo menos uma vez por mês.
Enquanto sem o cartão gasta-se R$ 17,00 por mês em cinema, R$ 52,00 por mês em parques e atrações turísticas e R$ 150,00 por mês no Walmart.com, com o cartão Cartão Livraria Cultura Itaucard os gastos seriam, respectivamente, R$ 8,50 por mês, R$ 26,00 por mês e R$ 135,00 por mês. Ou seja, uma economia de R$ 594,00 por ano.
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Livraria Culltura
29 de set. de 2010
TIM E ITAUCARD FECHAM PARCERIA
jornal O Estado de S. Paulo 29/09/2010 – Clayton Netz
A Itaucard fechou uma parceria com a TIM para oferecer cartões de crédito exclusivos para os clientes da operadora. A novidade será anunciada hoje aos 46 milhões de clientes da TIM, que receberão um comunicado sobre o cartão, que estará disponível nas bandeiras MasterCard e Visa até o final do ano. À medida que for usado, os gastos feitos com o cartão darão direito a produtos e serviços da Tim, como crédito para chamadas e aparelhos.
A Itaucard fechou uma parceria com a TIM para oferecer cartões de crédito exclusivos para os clientes da operadora. A novidade será anunciada hoje aos 46 milhões de clientes da TIM, que receberão um comunicado sobre o cartão, que estará disponível nas bandeiras MasterCard e Visa até o final do ano. À medida que for usado, os gastos feitos com o cartão darão direito a produtos e serviços da Tim, como crédito para chamadas e aparelhos.
17 de set. de 2010
FINANCEIRAS DEIXAM AS RUAS E AMPLIAM PARCERIA COM VAREJO
jornal Brasil Econômico 17/09/2010 - Maria Luiza Filgueiras
A abordagem a um transeunte no centro da cidade por um vendedor de crédito, trajado de colete corporativo colorido, para oferecer empréstimos com taxas acima de 10% ao mês ficou para trás. A mudança de posicionamento das financeiras, iniciada há pouco mais de dois anos, mostra agora os resultados de consolidação: as marcas saíram das ruas e ganharam as redes de comércio e serviços, e muitas bandeiras estão próximas da extinção.
É o caso da Taií e da Fininvest, entre as mais tradicionais e que pertenciam, respectivamente, ao Itaú e ao Unibanco, e foram unidas com a fusão dos bancos. A Taií chegou a ter 250 lojas e a Fininvest ultrapassava 300 unidades. Hoje, nenhuma das marcas tem sequer um ponto de venda na rua e vão desaparecendo no contato direto com o cliente. "Com a fusão, a decisão estratégica institucional é restringir o posicionamento de cartão de crédito, principal canal de financiamento hoje, às marcas Itaucard e Hipercard", afirma Marcos Magalhães, diretor do Itaú Unibanco. "Taií e Fininvest não são mais usadas na conquista de clientes."
No grupo HSBC, o posicionamento também mudou, mas não de forma tão radical. A Losango reduziu consideravelmente a representatividade do negócio de rua, mas continua sendo a marca forte do banco na abordagem do público de menor renda. A decisão foi tomada em 2008 e o resultado foi a redução da fatia de empréstimo pessoal (o produto mais típico da loja de rua) de 12% para 6% do volume de originação anual.
No ano passado, a Losango ainda tinha 130 lojas. "Mantivemos 70 lojas, para estratégia de marca nos principais estados, mas não fazemos a abordagem de rua. Nossa missão mudou e hoje é ser a melhor promotora de vendas de serviços financeiros para o varejista", define Hilgo Gonçalves, diretor da Losango. "Levamos soluções ao pequeno varejista de Itaquatiara, no Amazonas, à Máquina de Vendas."
Essa mudança, segundo os executivos, está estreitamente relacionada à evolução do cenário macroeconômico. A oferta de crédito caro para quem estava com divida atrasada ou para compra de bens de consumo era a alternativa para um público sem comprovação de renda e sem acesso a taxas menores. "As financeiras surgiram numa época em que não havia bancarização da baixa renda, contexto que mudou com cartão de crédito e consignado", diz Magalhães. "Embora a precificação de empréstimo pessoal fosse adequada ao perfil do público do canal, é incompatível com a dinâmica de crédito atual, de grande escala".
Para se ter ideia, o crédito consignado representou em julho 60% do montante concedido de crédito pessoal, segundo o Banco Central. Há cinco anos, mal chegava a 40%. Em volume financeiro, o salto do consignado foi de R$ 19 bilhões para R$ 126 bilhões no comparativo.
"A estrutura de rua é cara e atende a um cliente ruim, que tem perfil de crédito negativo, em geral, e busca dinheiro para quitar outra dívida. Para compensar a taxa de inadimplência alta, os juros também são altos, mas a rentabilidade não", resume Boanerges Freire, diretor da Boanerges Consultoria em Varejo Financeiro. Além da concorrência dos bancos, as financeiras também ganharam a competição do próprio varejo. Freire destaca que 25% das financeiras registradas no BC são de redes de comércio.
Força de vendas é multiplicada
Alterar a estratégia de mercado, oferecendo crédito mais barato para um consumidor com perfil de risco menor, via parceria com varejistas, também resulta em reforço na distribuição de produtos. A iniciativa da Losango foi treinar os vendedores das lojas com as quais tem parceria, para que eles também ajudem a enquadrar o cliente no melhor produto financeiro. Arredondar a renda mensal de R$ 510 para R$ 550 é uma distorção de quase 10%, ressalta Hilgo Gonçalves, diretor da Losango.
"Isso gera impacto na capacidade de pagamento do consumidor. O que queremos é que, com um treinamento que dura 30 minutos pela internet, os vendedores ajudem o consumidor a prestar informações adequadas e identificar o produto adequado", diz o executivo. "O que a gente não quer, e nem a loja, é que o cliente fique inadimplente." Caso contrário, os juros tendem a aumentar e a capacidade de consumo diminui. Hoje, a taxa de inadimplência (90 dias) no crédito direto (CDC) é de 4,65% na Losango.
O treinamento da Losango já foi feito com 2 mil pessoas no programa piloto de "crédito sustentável". Agora, a financeira parte para a abordagem a 35 mil vendedores. É uma multiplicação de força de vendas, considerando que o total de vendedores próprios da Losango é cerca de 300 pessoas. "Recebemos 10 milhões de propostas
de crédito por ano e tomamos oito segundos para avaliação. Quanto mais informações desse cliente tivermos, mais rápida e eficiente será a concessão", diz Gonçalves. Segundo ele, houve um aumento da ordem de 4% na taxa de aprovação de crédito.
Para Felix Cardamone, diretor da Aymore Financeira, do grupo Santander, outro ponto de destaque na distribuição via intermediários é a conveniência, que estimula vendas. "No nosso mercado principal, que é o financiamento de veículos, o consumidor negocia o crédito quando está comprando o carro e pode sair inclusive com o IPVA financiado", diz. O financiamento de veículos representa 80% da originação da casa, que sempre optou por atuação via intermediários, sem loja de rua.
Os executivos ponderam que o atual modelo de financeira é mais próximo do que se tem em mercados maduros. "As financeiras que pescavam em mar aberto, correndo o risco de pegar tubarão, agora estão no pesqueiro, com clientes previamente selecionados", resume o consultor Boanerges Freire.
A abordagem a um transeunte no centro da cidade por um vendedor de crédito, trajado de colete corporativo colorido, para oferecer empréstimos com taxas acima de 10% ao mês ficou para trás. A mudança de posicionamento das financeiras, iniciada há pouco mais de dois anos, mostra agora os resultados de consolidação: as marcas saíram das ruas e ganharam as redes de comércio e serviços, e muitas bandeiras estão próximas da extinção.
É o caso da Taií e da Fininvest, entre as mais tradicionais e que pertenciam, respectivamente, ao Itaú e ao Unibanco, e foram unidas com a fusão dos bancos. A Taií chegou a ter 250 lojas e a Fininvest ultrapassava 300 unidades. Hoje, nenhuma das marcas tem sequer um ponto de venda na rua e vão desaparecendo no contato direto com o cliente. "Com a fusão, a decisão estratégica institucional é restringir o posicionamento de cartão de crédito, principal canal de financiamento hoje, às marcas Itaucard e Hipercard", afirma Marcos Magalhães, diretor do Itaú Unibanco. "Taií e Fininvest não são mais usadas na conquista de clientes."
No grupo HSBC, o posicionamento também mudou, mas não de forma tão radical. A Losango reduziu consideravelmente a representatividade do negócio de rua, mas continua sendo a marca forte do banco na abordagem do público de menor renda. A decisão foi tomada em 2008 e o resultado foi a redução da fatia de empréstimo pessoal (o produto mais típico da loja de rua) de 12% para 6% do volume de originação anual.
No ano passado, a Losango ainda tinha 130 lojas. "Mantivemos 70 lojas, para estratégia de marca nos principais estados, mas não fazemos a abordagem de rua. Nossa missão mudou e hoje é ser a melhor promotora de vendas de serviços financeiros para o varejista", define Hilgo Gonçalves, diretor da Losango. "Levamos soluções ao pequeno varejista de Itaquatiara, no Amazonas, à Máquina de Vendas."
Essa mudança, segundo os executivos, está estreitamente relacionada à evolução do cenário macroeconômico. A oferta de crédito caro para quem estava com divida atrasada ou para compra de bens de consumo era a alternativa para um público sem comprovação de renda e sem acesso a taxas menores. "As financeiras surgiram numa época em que não havia bancarização da baixa renda, contexto que mudou com cartão de crédito e consignado", diz Magalhães. "Embora a precificação de empréstimo pessoal fosse adequada ao perfil do público do canal, é incompatível com a dinâmica de crédito atual, de grande escala".
Para se ter ideia, o crédito consignado representou em julho 60% do montante concedido de crédito pessoal, segundo o Banco Central. Há cinco anos, mal chegava a 40%. Em volume financeiro, o salto do consignado foi de R$ 19 bilhões para R$ 126 bilhões no comparativo.
"A estrutura de rua é cara e atende a um cliente ruim, que tem perfil de crédito negativo, em geral, e busca dinheiro para quitar outra dívida. Para compensar a taxa de inadimplência alta, os juros também são altos, mas a rentabilidade não", resume Boanerges Freire, diretor da Boanerges Consultoria em Varejo Financeiro. Além da concorrência dos bancos, as financeiras também ganharam a competição do próprio varejo. Freire destaca que 25% das financeiras registradas no BC são de redes de comércio.
Força de vendas é multiplicada
Alterar a estratégia de mercado, oferecendo crédito mais barato para um consumidor com perfil de risco menor, via parceria com varejistas, também resulta em reforço na distribuição de produtos. A iniciativa da Losango foi treinar os vendedores das lojas com as quais tem parceria, para que eles também ajudem a enquadrar o cliente no melhor produto financeiro. Arredondar a renda mensal de R$ 510 para R$ 550 é uma distorção de quase 10%, ressalta Hilgo Gonçalves, diretor da Losango.
"Isso gera impacto na capacidade de pagamento do consumidor. O que queremos é que, com um treinamento que dura 30 minutos pela internet, os vendedores ajudem o consumidor a prestar informações adequadas e identificar o produto adequado", diz o executivo. "O que a gente não quer, e nem a loja, é que o cliente fique inadimplente." Caso contrário, os juros tendem a aumentar e a capacidade de consumo diminui. Hoje, a taxa de inadimplência (90 dias) no crédito direto (CDC) é de 4,65% na Losango.
O treinamento da Losango já foi feito com 2 mil pessoas no programa piloto de "crédito sustentável". Agora, a financeira parte para a abordagem a 35 mil vendedores. É uma multiplicação de força de vendas, considerando que o total de vendedores próprios da Losango é cerca de 300 pessoas. "Recebemos 10 milhões de propostas
de crédito por ano e tomamos oito segundos para avaliação. Quanto mais informações desse cliente tivermos, mais rápida e eficiente será a concessão", diz Gonçalves. Segundo ele, houve um aumento da ordem de 4% na taxa de aprovação de crédito.
Para Felix Cardamone, diretor da Aymore Financeira, do grupo Santander, outro ponto de destaque na distribuição via intermediários é a conveniência, que estimula vendas. "No nosso mercado principal, que é o financiamento de veículos, o consumidor negocia o crédito quando está comprando o carro e pode sair inclusive com o IPVA financiado", diz. O financiamento de veículos representa 80% da originação da casa, que sempre optou por atuação via intermediários, sem loja de rua.
Os executivos ponderam que o atual modelo de financeira é mais próximo do que se tem em mercados maduros. "As financeiras que pescavam em mar aberto, correndo o risco de pegar tubarão, agora estão no pesqueiro, com clientes previamente selecionados", resume o consultor Boanerges Freire.
16 de ago. de 2010
ITAÚ E LIVRARIA CULTURA LANÇAM NOVO CARTÃO DE CRÉDITO
portal Executivos Financeiros16/08/2010
O Itaú, em parceria com a Livraria Cultura, disponibiliza no mercado o cartão Livraria Cultura Itaucard, com vantagens exclusivas aos clientes da rede de livrarias, além dos benefícios tradicionais já presentes nos demais cartões de crédito oferecidos pelo banco.
O principal diferencial do plástico é que a cada R$ 1 gasto nas unidades da Livraria Cultura, o cliente ganha 10 pontos no programa de fidelidade +Cultura. Aquisições realizadas em outros estabelecimentos também acumulam pontos neste programa.
Este cartão tem o objetivo de valorizar e democratizar a cultura, estimular o consumidor de livros, filmes e músicas, além de fazer com que os portadores deste lançamento consigam descontos e vantagens em suas compras. O pagamento com o Cartão Livraria Cultura Itaucard poderá ser parcelado em até seis vezes sem juros: sem o cartão, isto acontece em até três vezes.
O plástico pode ser Internacional, Gold ou Platinum, conforme o que o portador precisar ou quiser. O cliente usufrui ainda de descontos de 50% na compra de ingressos de parques; das redes de cinema UCI, Severiano Ribeiro/Kinoplex, Unibanco e PlayArte; além das lojas parceiras nas ofertas da rede Itaucard.
Este novo cartão possibilita realizar compras à vista ou parceladas, saques nacionais e internacionais, pagamento de contas, além de parcelar faturas. Outro diferencial, é que interessados podem obter o plástico sem serem correntistas do banco.
O Itaú, em parceria com a Livraria Cultura, disponibiliza no mercado o cartão Livraria Cultura Itaucard, com vantagens exclusivas aos clientes da rede de livrarias, além dos benefícios tradicionais já presentes nos demais cartões de crédito oferecidos pelo banco.
O principal diferencial do plástico é que a cada R$ 1 gasto nas unidades da Livraria Cultura, o cliente ganha 10 pontos no programa de fidelidade +Cultura. Aquisições realizadas em outros estabelecimentos também acumulam pontos neste programa.
Este cartão tem o objetivo de valorizar e democratizar a cultura, estimular o consumidor de livros, filmes e músicas, além de fazer com que os portadores deste lançamento consigam descontos e vantagens em suas compras. O pagamento com o Cartão Livraria Cultura Itaucard poderá ser parcelado em até seis vezes sem juros: sem o cartão, isto acontece em até três vezes.
O plástico pode ser Internacional, Gold ou Platinum, conforme o que o portador precisar ou quiser. O cliente usufrui ainda de descontos de 50% na compra de ingressos de parques; das redes de cinema UCI, Severiano Ribeiro/Kinoplex, Unibanco e PlayArte; além das lojas parceiras nas ofertas da rede Itaucard.
Este novo cartão possibilita realizar compras à vista ou parceladas, saques nacionais e internacionais, pagamento de contas, além de parcelar faturas. Outro diferencial, é que interessados podem obter o plástico sem serem correntistas do banco.
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