jornal Valor Econômico 29/12/2011 - Thais Folego
O banco Bradesco e a operadora de telefonia celular Claro criaram uma empresa de processamento de pagamentos móveis. Denominada MPO - Processadora de Pagamentos Móveis S.A., a companhia vai fazer a captura, transmissão, processamento de dados e liquidação de pagamentos de bens e serviços por meio do celular. Especula-se que a empresa seguirá o formato da Oi Paggo, comprada pela Cielo em setembro do ano passado.
A informação consta na ata da assembleia geral de constituição da empresa, publicada ontem no Diário Oficial do Estado de São Paulo. Procurado, o Bradesco disse que a operação ainda está sendo montada, assim como o modelo do negócio, e por isso não iria comentar. A Claro também não se pronunciou.
Segundo a ata, a companhia terá capital de R$ 50 mil e será sediada em Barueri, São Paulo, no quarto andar do Edifício Padauiri, na Alameda Rio Negro, onde antes ficavam as operações do banco Ibi, comprado pelo Bradesco em 2009. No mesmo prédio também estão as operações da Elo, bandeira de cartões em que o Bradesco é acionista junto com o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal (CEF).
O modelo do negócio não está definido, mas fica claro que as grandes bandeiras de cartões internacionais, como Visa e MasterCard, que têm iniciativas isoladas em meios de pagamentos móveis, não vão participar do negócio.
No objetivo social da MPO consta a "prestação de serviços relacionados à aceitação de transações e pagamentos móveis ("M-Payment") por meio de credenciamento direto feito pela companhia com provedores de conteúdo digital ou prestadores de serviços que desejem utilizar a companhia como sistema de cobrança de bens e serviços, sem o trânsito pelos sistemas de uma bandeira de ampla aceitação". Ou seja, o credenciamento de estabelecimentos, processamento e liquidação das transações serão feitas diretamente pela MPO.
Isso não exclui, porém, a possibilidade que o Bradesco dê ao cliente a opção de que o pagamento feito pelo celular seja debitado da conta corrente do cliente ou mesmo de um cartão de crédito com uma bandeira de grande aceitação. Ou mesmo seja cobrado na conta de celular da Claro, como era feito no modelo da Oi Paggo antes do negócio com a Cielo.
As bandeiras de cartões não vão participar do modelo de negócios da empresa do Bradesco e da Claro, diferente da iniciativa do Itaú em redes de pagamentos móveis. O banco tem parceria com a MasterCard, Vivo e Redecard em um projeto-piloto de pagamento por celular em Campos do Jordão, em São Paulo.
A crítica que se tem a iniciativas isoladas como esta é que só os clientes do Itaú que são simultaneamente clientes da Vivo, com cartões de crédito do banco com a marca da MasterCard, é que conseguem usar o serviço. Esse é um problema que não existe mais depois que a Cielo comprou a Oi Paggo (que agora usa só o nome Paggo), pois sem a exclusividade com a Oi, a proposta passa a ser uma plataforma aberta, que aceite outras operadoras de celular e todas as bandeiras de cartões com que a Cielo trabalha hoje.
Como o Bradesco é sócio da Cielo, que agora trabalha com a plataforma da Paggo, pode ser que o banco use essa estrutura, que tem 250 mil usuários e 75 mil lojistas cadastrados, para acessar as bases de clientes de outras operadoras de telefonia celular além da Claro.
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14 de jan. de 2012
31 de mai. de 2011
CORREIOS VÃO DISPUTAR TELEFONIA MÓVEL EM 2012
jornal Brasil Econômico 31/05/2011 - Fabiana Monte e Françoise Terzian
Os Correios vão entrar no mercado de telefonia celular a partir do próximo ano, atuando como operadora móvel virtual e com grandes chances de oferecer um serviço com marca própria, afirma o presidente da companhia, Wagner Pinheiro de Oliveira. Neste modelo, os Correios alugarão a rede de outra empresa de telefonia celular, como Claro, Oi, Tim e Vivo, para oferecer serviços de nicho à população. Ou seja, eles comprarão minutos no atacado e venderão no varejo. “Com os avanços tecnológicos, os serviços tradicionais dos Correios estão diminuindo. Temos de achar alternativas de receitas”, diz.
No ano passado, os Correios faturaram R$ 13 bilhões e registraram um lucro líquido de R$ 827 milhões. Do montante de vendas, 65% vieram de cartas. O objetivo de agora em diante é ganhar receita com serviços diferenciados como os de celular e também com a logística integrada. Isso significa que os Correios tendem a brigar cada vez mais não só com DHL e UPS, mas também com o TIM, Claro, Vivo e Oi. “O olhar para quatro anos é fazer com que o faturamento cresça 50%”, afirma Oliveira.
Serviços
Como operadora móvel virtual, os Correios poderão oferecer serviços que melhorem sua operação, como monitoramento em tempo real de sua frota e dos entregadores; acompanhamento de cargas e comunicação entre carteiros e agências. Oliveira não revela os planos da empresa, uma vez que os projetos ainda se encontram em fase de análise. “Já temos uma avaliação econômico-financeira que mostra viabilidade para o projeto. Falta definir nosso modelo de atuação e, depois, fazer a análise de receita”, diz. Para usuários finais, a empresa pode oferecer alertas de entrega e acompanhamento de correspondências.
Atuar como operadora móvel virtual é uma tendência mundial, a exemplo do que recentemente fez o La Poste, o correio francês, no dia 23 de maio, quando lançou um serviço próprio de telefonia celular no qual é possível escolher entre uma gama de 29 aparelhos a € 1 cada, dentre outras ofertas. No Brasil, o mercado ainda dá os primeiros passos e apenas a Porto Seguro anunciou planos de atuar como operadora móvel virtual, com estreia prevista para o segundo semestre. No dia 17 de maio, decreto da presidente Dilma Roussef sinalizou mudanças no estatuto dos Correios que, agora, podem atuar como operadora móvel virtual, entre outras possibilidades.
Agora, o que falta aos Correios é decidir qual modelo adotar. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) estabeleceu que as operadoras móveis virtuais podem ser autorizadas ou credenciadas. Se escolher a primeira opção, calcula-se ser necessário um investimento de entrada da ordem de R$ 100milhões, para montar uma estrutura própria com call center, sistemas de faturamento e pós-venda, entre outros. Já no modelo de credenciada, o aporte inicial seria da ordem de R$ 20 milhões e a responsabilidade da infraestrutura fica por conta da empresa fornecedora da capacidade de rede.
Benefícios
Um dos pilares da estratégia dos Correios é usar a rede de agências de 12 mil pontos no país, incluindo as 6,2 mil unidades com Banco Postal, que contabiliza 11milhões de clientes. O atendimento presencial dos Correios seria um diferencial frente às operadoras tradicionais. Conta também a experiência na prestação de serviço público. Os Correios também poderão oferecer serviços bancários pelo celular. Como o Banco Postal chega onde nem as instituições financeiras vão, a lógica do Correio é a mesma. Atingir a minoria da população que ainda não tem celular. “Há 212,6 milhões de linhas móveis no país e 15% de brasileiros sem um aparelho celular”, conta Oliveira.
Os Correios vão entrar no mercado de telefonia celular a partir do próximo ano, atuando como operadora móvel virtual e com grandes chances de oferecer um serviço com marca própria, afirma o presidente da companhia, Wagner Pinheiro de Oliveira. Neste modelo, os Correios alugarão a rede de outra empresa de telefonia celular, como Claro, Oi, Tim e Vivo, para oferecer serviços de nicho à população. Ou seja, eles comprarão minutos no atacado e venderão no varejo. “Com os avanços tecnológicos, os serviços tradicionais dos Correios estão diminuindo. Temos de achar alternativas de receitas”, diz.
No ano passado, os Correios faturaram R$ 13 bilhões e registraram um lucro líquido de R$ 827 milhões. Do montante de vendas, 65% vieram de cartas. O objetivo de agora em diante é ganhar receita com serviços diferenciados como os de celular e também com a logística integrada. Isso significa que os Correios tendem a brigar cada vez mais não só com DHL e UPS, mas também com o TIM, Claro, Vivo e Oi. “O olhar para quatro anos é fazer com que o faturamento cresça 50%”, afirma Oliveira.
Serviços
Como operadora móvel virtual, os Correios poderão oferecer serviços que melhorem sua operação, como monitoramento em tempo real de sua frota e dos entregadores; acompanhamento de cargas e comunicação entre carteiros e agências. Oliveira não revela os planos da empresa, uma vez que os projetos ainda se encontram em fase de análise. “Já temos uma avaliação econômico-financeira que mostra viabilidade para o projeto. Falta definir nosso modelo de atuação e, depois, fazer a análise de receita”, diz. Para usuários finais, a empresa pode oferecer alertas de entrega e acompanhamento de correspondências.
Atuar como operadora móvel virtual é uma tendência mundial, a exemplo do que recentemente fez o La Poste, o correio francês, no dia 23 de maio, quando lançou um serviço próprio de telefonia celular no qual é possível escolher entre uma gama de 29 aparelhos a € 1 cada, dentre outras ofertas. No Brasil, o mercado ainda dá os primeiros passos e apenas a Porto Seguro anunciou planos de atuar como operadora móvel virtual, com estreia prevista para o segundo semestre. No dia 17 de maio, decreto da presidente Dilma Roussef sinalizou mudanças no estatuto dos Correios que, agora, podem atuar como operadora móvel virtual, entre outras possibilidades.
Agora, o que falta aos Correios é decidir qual modelo adotar. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) estabeleceu que as operadoras móveis virtuais podem ser autorizadas ou credenciadas. Se escolher a primeira opção, calcula-se ser necessário um investimento de entrada da ordem de R$ 100milhões, para montar uma estrutura própria com call center, sistemas de faturamento e pós-venda, entre outros. Já no modelo de credenciada, o aporte inicial seria da ordem de R$ 20 milhões e a responsabilidade da infraestrutura fica por conta da empresa fornecedora da capacidade de rede.
Benefícios
Um dos pilares da estratégia dos Correios é usar a rede de agências de 12 mil pontos no país, incluindo as 6,2 mil unidades com Banco Postal, que contabiliza 11milhões de clientes. O atendimento presencial dos Correios seria um diferencial frente às operadoras tradicionais. Conta também a experiência na prestação de serviço público. Os Correios também poderão oferecer serviços bancários pelo celular. Como o Banco Postal chega onde nem as instituições financeiras vão, a lógica do Correio é a mesma. Atingir a minoria da população que ainda não tem celular. “Há 212,6 milhões de linhas móveis no país e 15% de brasileiros sem um aparelho celular”, conta Oliveira.
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30 de mai. de 2011
OUROCARD BÔNUS CELULAR
portal Cartão e Crédito.Net 30/05/2011
Seguindo a mesma lógica do ItauCard Vivo, o Banco do Brasil lançou em março deste ano o Ourocard Bônus Celular. Esse plástico reúne vantagens para quem usa muito o celular e o cartão de crédito. A ideia é converter a anuidade e parte dos gastos na função crédito em bônus para o celular. Se as classes A e B sempre converteram seus gastos com cartão por milhas aéreas, com as parecerias entre bancos e operadoras de celular, as classes C, D e E poderão transformar seus gastos com cartão por crédito para falar no celular.
“Os minutos vão se transformar na milha da classe C. Todos os bancos estão nos procurando para firmar parcerias” (Maurício Romão, diretor de produtos e serviços financeiros da Vivo).
O cartão beneficia quem tem celular pós-pago ou pré-pago, dependendo da operadora. Participam da parceria as operadoras Vivo, Oi e Claro, mas apenas a Claro oferece o serviço para clientes de planos pós-pagos.
A anuidade do cartão é consideravelmente baixa, e pode ser dividida em 12 parcelas de R$5,50 para o titular ou 12 parcelas de R$2,75 para o cartão adicional. Todo esse valor é convertido em bônus para falar ao celular. Cada R$ 1,00 da pago de anuidade é convertido em R$ 1,00 em bônus no seu celular pré-pago ou 1 minuto de bônus no celular pós-pago.
Quanto aos gastos com compras e pagamento de contas, 5% do valor é convertido. Em uma compra de R$100,00, R$5,00 se transformaram em bônus para você falar mais no celular.
A forma de utilização e validade dos bônus para celular são definidos pela operadora telefônica do cliente e podem variar de operadora para operadora, conforme as regras estabelecidas por cada uma delas.
- Claro: O bônus pode ser utilizado em chamadas locais para número da Claro ou número fixo de mesmo DDD; o crédito não é cumulativo com outras promoções.
- Oi: Válido para usuários de planos pré-pago e controle em chamadas locais para Oi Móvel e Oi fixo de mesmo DDD.
- Vivo: Válidos para chamadas locais Vivo-Vivo, para utilização em até 30 dias, a partir da data de concessão.
Ao optar pelo Ourocard Bônus Celular, você poderá escolher entre as bandeiras Visa e MasterCard. Quem prefere a Visa, pode participar da Promoção Vai de Visa, e concorrer à prêmios semanais. Já quem escolhe a MasterCard, pode se inscrever no Programa Surpreenda, e trocar pontos por benefícios e prêmios.
Além das promoções de cada bandeira, existem também os benefícios oferecidos pelo Banco do Brasil ao seus clientes. Além do Programa de Relacionamento Pontos Pra você, os cartões Ourocard proporcionam descontos em diferentes lojas e sites de compras.
Se você se interessou pelas vantagens do Ourocard Bônus Celular, é possível solicitar o seu na página do Banco Brasil na internet. E não precisa ser correntista.
Seguindo a mesma lógica do ItauCard Vivo, o Banco do Brasil lançou em março deste ano o Ourocard Bônus Celular. Esse plástico reúne vantagens para quem usa muito o celular e o cartão de crédito. A ideia é converter a anuidade e parte dos gastos na função crédito em bônus para o celular. Se as classes A e B sempre converteram seus gastos com cartão por milhas aéreas, com as parecerias entre bancos e operadoras de celular, as classes C, D e E poderão transformar seus gastos com cartão por crédito para falar no celular.
“Os minutos vão se transformar na milha da classe C. Todos os bancos estão nos procurando para firmar parcerias” (Maurício Romão, diretor de produtos e serviços financeiros da Vivo).
O cartão beneficia quem tem celular pós-pago ou pré-pago, dependendo da operadora. Participam da parceria as operadoras Vivo, Oi e Claro, mas apenas a Claro oferece o serviço para clientes de planos pós-pagos.
A anuidade do cartão é consideravelmente baixa, e pode ser dividida em 12 parcelas de R$5,50 para o titular ou 12 parcelas de R$2,75 para o cartão adicional. Todo esse valor é convertido em bônus para falar ao celular. Cada R$ 1,00 da pago de anuidade é convertido em R$ 1,00 em bônus no seu celular pré-pago ou 1 minuto de bônus no celular pós-pago.
Quanto aos gastos com compras e pagamento de contas, 5% do valor é convertido. Em uma compra de R$100,00, R$5,00 se transformaram em bônus para você falar mais no celular.
A forma de utilização e validade dos bônus para celular são definidos pela operadora telefônica do cliente e podem variar de operadora para operadora, conforme as regras estabelecidas por cada uma delas.
- Claro: O bônus pode ser utilizado em chamadas locais para número da Claro ou número fixo de mesmo DDD; o crédito não é cumulativo com outras promoções.
- Oi: Válido para usuários de planos pré-pago e controle em chamadas locais para Oi Móvel e Oi fixo de mesmo DDD.
- Vivo: Válidos para chamadas locais Vivo-Vivo, para utilização em até 30 dias, a partir da data de concessão.
Ao optar pelo Ourocard Bônus Celular, você poderá escolher entre as bandeiras Visa e MasterCard. Quem prefere a Visa, pode participar da Promoção Vai de Visa, e concorrer à prêmios semanais. Já quem escolhe a MasterCard, pode se inscrever no Programa Surpreenda, e trocar pontos por benefícios e prêmios.
Além das promoções de cada bandeira, existem também os benefícios oferecidos pelo Banco do Brasil ao seus clientes. Além do Programa de Relacionamento Pontos Pra você, os cartões Ourocard proporcionam descontos em diferentes lojas e sites de compras.
Se você se interessou pelas vantagens do Ourocard Bônus Celular, é possível solicitar o seu na página do Banco Brasil na internet. E não precisa ser correntista.
6 de mai. de 2011
BB E ITAÚ DESBANCARIAM CLARO E OI
jornal Folha de S. Paulo 06/05/2011 – Julio Wiziack e Toni Sciarretta
As operadoras de telefonia celular perderiam até 34% de clientes para empresas de marca reconhecida caso elas decidissem se tornar "operadoras virtuais".
É o que mostra o resultado de uma pesquisa feita pela consultoria CVA Solutions com 7.200 clientes da Vivo, da TIM, da Claro e da Oi no país.
Segundo a pesquisa, boa parte dos entrevistados deixaria sua operadora caso empresas como Banco do Brasil, Itaú, Bradesco, Santander, Porto Seguro, entre outras, entrassem nesse ramo.
A pesquisa mostrou que, caso entrem imediatamente nesse negócio, o Banco do Brasil e o Itaú já desbancariam a Claro e a Oi, respectivamente, na terceira e quarta posições entre as operadoras de celular, atrás da Vivo e da TIM no serviço pós-pago.
Só no serviço pré-pago as operadoras de celular seguiriam à frente de concorrentes de outro setor.
"É um setor que atende mal e que presta um serviço caro. Por isso, fica vulnerável à entrada de novos 'players'", afirmou Sandro Cimatti, responsável pela operação latino-americana da CVA.
As operadoras de telefonia celular perderiam até 34% de clientes para empresas de marca reconhecida caso elas decidissem se tornar "operadoras virtuais".
É o que mostra o resultado de uma pesquisa feita pela consultoria CVA Solutions com 7.200 clientes da Vivo, da TIM, da Claro e da Oi no país.
Segundo a pesquisa, boa parte dos entrevistados deixaria sua operadora caso empresas como Banco do Brasil, Itaú, Bradesco, Santander, Porto Seguro, entre outras, entrassem nesse ramo.
A pesquisa mostrou que, caso entrem imediatamente nesse negócio, o Banco do Brasil e o Itaú já desbancariam a Claro e a Oi, respectivamente, na terceira e quarta posições entre as operadoras de celular, atrás da Vivo e da TIM no serviço pós-pago.
Só no serviço pré-pago as operadoras de celular seguiriam à frente de concorrentes de outro setor.
"É um setor que atende mal e que presta um serviço caro. Por isso, fica vulnerável à entrada de novos 'players'", afirmou Sandro Cimatti, responsável pela operação latino-americana da CVA.
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TIM
1 de mar. de 2011
CARTÃO OUROCARD CONVERTE COMPRAS EM BÔNUS DE CELULAR
portal Executivos Financeiros 28/02/2011
O Banco do Brasil lança hoje (28) o Ourocard Bônus Celular, um cartão que concede bônus para celular como recompensa por sua manutenção e utilização, sem custos adicionais.
O Ourocard Bônus Celular será a conversão automática gratuita de até 7% do valor das despesas e de 100% do valor da anuidade em bônus. Quanto mais o cliente usar o cartão, inclusive para pagamento de contas, mais bônus acumulará.
Inicialmente, os bônus gerados pelo novo Ourocard poderão ser creditados em linhas pré-pagas ou 'controle' das operadoras Oi, Vivo e Claro, e linhas pós-pagas da operadora Claro.
O Banco do Brasil lança hoje (28) o Ourocard Bônus Celular, um cartão que concede bônus para celular como recompensa por sua manutenção e utilização, sem custos adicionais.
O Ourocard Bônus Celular será a conversão automática gratuita de até 7% do valor das despesas e de 100% do valor da anuidade em bônus. Quanto mais o cliente usar o cartão, inclusive para pagamento de contas, mais bônus acumulará.
Inicialmente, os bônus gerados pelo novo Ourocard poderão ser creditados em linhas pré-pagas ou 'controle' das operadoras Oi, Vivo e Claro, e linhas pós-pagas da operadora Claro.
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Vivo
22 de fev. de 2011
PELO CELULAR
jornal Folha de S. Paulo 22/02/2011 – Mercado Aberto
O Banco do Brasil vai lançar, no dia 28, um cartão inédito que oferece bônus para celular.
Com o cartão de crédito Ourocard, 100% do valor da anuidade e 5% do valor da fatura retornarão em crédito pré-pago no celular.
Se o cartão for internacional, além da anuidade, 7% de todo o valor da compra reverte em bônus, segundo Paulo Rogério Caffarelli, vice-presidente do Banco do Brasil.
Se o celular for da Claro, vale tanto para pré-pago quanto para pós-pago. Se for da Oi e da Vivo, de início, só vale para pré-pagos.
"A tendência é que isso seja uniformizado e que, em breve, valha para pré e pós", diz Caffarelli. O serviço já existia para conta corrente, mas também será comercializado em separado.
A anuidade do cartão doméstico será de R$ 66, que podem ser ser pagos em 12 mensalidades de R$ 5,50.
O Banco do Brasil vai lançar, no dia 28, um cartão inédito que oferece bônus para celular.
Com o cartão de crédito Ourocard, 100% do valor da anuidade e 5% do valor da fatura retornarão em crédito pré-pago no celular.
Se o cartão for internacional, além da anuidade, 7% de todo o valor da compra reverte em bônus, segundo Paulo Rogério Caffarelli, vice-presidente do Banco do Brasil.
Se o celular for da Claro, vale tanto para pré-pago quanto para pós-pago. Se for da Oi e da Vivo, de início, só vale para pré-pagos.
"A tendência é que isso seja uniformizado e que, em breve, valha para pré e pós", diz Caffarelli. O serviço já existia para conta corrente, mas também será comercializado em separado.
A anuidade do cartão doméstico será de R$ 66, que podem ser ser pagos em 12 mensalidades de R$ 5,50.
26 de jan. de 2011
RECARGA DE CELULAR DA CLASSE C FAZ RV SISTEMAS CRESCER
jornal Brasil Econômico 25/01/2011 – Carolina Pereira
Com 202,9 milhões de celulares, segundo último levantamento da Agência Nacional de Telecomunicação (Anatel), o mercado de recarga de telefones pré-pagos nunca esteve tão aquecido. Este nicho é o principal negócio da brasileira RV Sistemas, que já alcançou receita líquida de R$ 1 bilhão em 2010 e prevê crescimento de 45% em 2011, quando espera atingir R$ 1,6 bilhão.
O negócio da RV é baseado em um sistema integrado com as operadoras de telefonia celular que fazem recarga de créditos por meio do POS, a máquina que passa os cartões de pagamento. A empresa tem 24 mil varejistas credenciados, na maioria supermercados e farmácias, e quer atingir mais 9 mil em 2011, de acordo com Valmor Bosi, presidente da RV Sistemas. Apesar de Bosi não revelar qual é a porcentagem das transações que fica com a RV, está claro que o negócio está crescendo.
Segundo ele, o aumento da renda das classes C, D e E e o aquecimento do varejo com o aumento do crédito fizeram com que a RV passasse por um momento de "boom" em 2010 e aumentasse o volume de vendas em 30%. A base de clientes cresceu 60%, e o quadro de funcionários aumentou em 20%, chegando hoje a 350.
Para Bosi, apesar do alto número de celulares atingidos no Brasil, ainda há espaço para o negócio crescer, principalmente porque o público de baixa renda tende a adotar telefones com mais de um chip para captar as melhores promoções de cada operadora. A RV tem parceria com as quatro maiores empresas de telefonia móvel do Brasil: Vivo, Tim, Claro e Oi.
Apesar das operadoras Tim, Vivo e Claro não terem divulgado qual é o percentual das recargas de celulares pré-pagos feitos por meio das máquinas de cartão, o consenso é de que o carregamento por meio do cartão físico, em papel, vai acabar. Na Tim, por exemplo, o sistema de recargas on-line lançado em 2008, chamado de Tim PDV, que realiza transações de recarga por meio da própria rede GSM, representa 16% do total de recargas da operadora.
Desde o seu início até junho de 2010, o programa permitiu uma economia de 82 toneladas de papel e 13 toneladas de plástico, com a eliminação da produção de mais de 69 milhões de cartões de recarga para pré-pagos. Durante o mesmo período, houve redução de 68% na participação das vendas de recargas por meio de cartões físicos.
Novos negócios
Para atingir o crescimento de 45% em 2011 a estratégia da RV inclui também investimento de R$ 10 milhões em tecnologia e a entrada em novos negócios além da recarga de telefone. Um deles é um sistema de vendas de ingressos para parques de diversos tipos, já em fase de testes no estado do Rio de Janeiro, com o temático Rio Water Planet, em Vargem Grande. Os ingressos estão sendo vendidos por redes de drogarias como a Exata e Max. Outro novo sistema visa a venda de títulos de capitalização, para a qual uma parceria está em negociação.
Com 202,9 milhões de celulares, segundo último levantamento da Agência Nacional de Telecomunicação (Anatel), o mercado de recarga de telefones pré-pagos nunca esteve tão aquecido. Este nicho é o principal negócio da brasileira RV Sistemas, que já alcançou receita líquida de R$ 1 bilhão em 2010 e prevê crescimento de 45% em 2011, quando espera atingir R$ 1,6 bilhão.
O negócio da RV é baseado em um sistema integrado com as operadoras de telefonia celular que fazem recarga de créditos por meio do POS, a máquina que passa os cartões de pagamento. A empresa tem 24 mil varejistas credenciados, na maioria supermercados e farmácias, e quer atingir mais 9 mil em 2011, de acordo com Valmor Bosi, presidente da RV Sistemas. Apesar de Bosi não revelar qual é a porcentagem das transações que fica com a RV, está claro que o negócio está crescendo.
Segundo ele, o aumento da renda das classes C, D e E e o aquecimento do varejo com o aumento do crédito fizeram com que a RV passasse por um momento de "boom" em 2010 e aumentasse o volume de vendas em 30%. A base de clientes cresceu 60%, e o quadro de funcionários aumentou em 20%, chegando hoje a 350.
Para Bosi, apesar do alto número de celulares atingidos no Brasil, ainda há espaço para o negócio crescer, principalmente porque o público de baixa renda tende a adotar telefones com mais de um chip para captar as melhores promoções de cada operadora. A RV tem parceria com as quatro maiores empresas de telefonia móvel do Brasil: Vivo, Tim, Claro e Oi.
Apesar das operadoras Tim, Vivo e Claro não terem divulgado qual é o percentual das recargas de celulares pré-pagos feitos por meio das máquinas de cartão, o consenso é de que o carregamento por meio do cartão físico, em papel, vai acabar. Na Tim, por exemplo, o sistema de recargas on-line lançado em 2008, chamado de Tim PDV, que realiza transações de recarga por meio da própria rede GSM, representa 16% do total de recargas da operadora.
Desde o seu início até junho de 2010, o programa permitiu uma economia de 82 toneladas de papel e 13 toneladas de plástico, com a eliminação da produção de mais de 69 milhões de cartões de recarga para pré-pagos. Durante o mesmo período, houve redução de 68% na participação das vendas de recargas por meio de cartões físicos.
Novos negócios
Para atingir o crescimento de 45% em 2011 a estratégia da RV inclui também investimento de R$ 10 milhões em tecnologia e a entrada em novos negócios além da recarga de telefone. Um deles é um sistema de vendas de ingressos para parques de diversos tipos, já em fase de testes no estado do Rio de Janeiro, com o temático Rio Water Planet, em Vargem Grande. Os ingressos estão sendo vendidos por redes de drogarias como a Exata e Max. Outro novo sistema visa a venda de títulos de capitalização, para a qual uma parceria está em negociação.
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Oi,
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recarga,
RV Sistemas,
TIM,
Vivo
20 de jan. de 2011
CLARO LANÇA APLICATIVO PARA SEU CLUBE
portal Meio&Mensagem 19/01/2011
A Claro beneficia os participantes do seu Claro Clube com o lançamento de um aplicativo para celular, onde será disponibilizado um cartão virtual. Por meio da tecnologia, os clientes poderão utilizar os recursos do clube com mais mobilidade e facilidade.
O anúncio da funcionalidade está sendo feito por meio de uma campanha criada pela Ogilvy & Mather composta por filme de 30 segundos em TV aberta e por assinatura, peças em revistas e internet, material de ponto de venda e ações de marketing direto. Além disso, a rede de Cinemark também divulga um filme da campanha.
Seguindo o mote "Agora o Claro Clube está na tela do seu celular", as cenas do filme contemplam todos os benefícios oferecidos pelo programa de relacionamento, remetendo a parceiros do programa como restaurantes, cinema, compras online e clube da corrida. Por meio da técnica, light painting aparecem as palavras: vantagens, desconto, VIP, entre outras.
A campanha informa que a partir de agora o cartão virtual no celular substitui o físico e os clientes só precisam levar o aparelho no estabelecimento parceiro escolhido. O participante também poderá consultar seus pontos, prêmios, entre outras informações.
A direção de criação é de Claudio Lima, com direção de arte de Keith Lauer e redação de Luise Barros. A produção ficou sob responsabilidade da Margarida Filmes, com direção de cena de Fernando Sanches. A produtora de som é a Junk/OM.
A Claro beneficia os participantes do seu Claro Clube com o lançamento de um aplicativo para celular, onde será disponibilizado um cartão virtual. Por meio da tecnologia, os clientes poderão utilizar os recursos do clube com mais mobilidade e facilidade.
O anúncio da funcionalidade está sendo feito por meio de uma campanha criada pela Ogilvy & Mather composta por filme de 30 segundos em TV aberta e por assinatura, peças em revistas e internet, material de ponto de venda e ações de marketing direto. Além disso, a rede de Cinemark também divulga um filme da campanha.
Seguindo o mote "Agora o Claro Clube está na tela do seu celular", as cenas do filme contemplam todos os benefícios oferecidos pelo programa de relacionamento, remetendo a parceiros do programa como restaurantes, cinema, compras online e clube da corrida. Por meio da técnica, light painting aparecem as palavras: vantagens, desconto, VIP, entre outras.
A campanha informa que a partir de agora o cartão virtual no celular substitui o físico e os clientes só precisam levar o aparelho no estabelecimento parceiro escolhido. O participante também poderá consultar seus pontos, prêmios, entre outras informações.
A direção de criação é de Claudio Lima, com direção de arte de Keith Lauer e redação de Luise Barros. A produção ficou sob responsabilidade da Margarida Filmes, com direção de cena de Fernando Sanches. A produtora de som é a Junk/OM.
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cartão virtual,
celular,
Claro,
Claro Clube
11 de jan. de 2011
GEMALTO VAI OTIMIZAR REDE MÓVEL DA CLARO
portal Executivos Financeiros11/01/2011
A Claro, que contabiliza 200 milhões de assinantes móveis, selecionou a Gemalto para implantar uma solução inovadora de software que possibilita otimização significativa da capacidade de rede móvel e diminuição dos custos de logística, marcando o pioneirismo de implantações desse gênero do Brasil.
Focando em assinantes de telefone pré-pago, que poderão escolher seu próprio número de telefone, a solução deve permitir à Claro deixar de armazenar módulos de identificação de usuários pré-ativados, fazendo que com a ativação só ocorra quando o aparelho for ligado pela primeira vez. A expectativa é que o novo processo melhore a capacidade disponível na rede, possibilitando iniciativas mais eficientes de marketing.
“Nosso principal desafio era como gerenciar nosso inventário de números de telefones pré-pagos de modo mais eficaz, e essa solução facilita muito a nossa adaptação à demanda do mercado. Nossa expectativa é de grande redução de custos com essa implantação.", afirma Bernardo Winik, diretor de Operações e Consumo da Claro. Para ele, o Know-how da Gemalto deve garantir a integração do sistema de forma sofisticada.
Para Rodrigo Serna, vice-presidente de Telecom da Gemalto para a América Latina, a presença local da empresa na América Latina, em especial no Brasil, garante um processo de perfeita integração. “Podemos oferecer suporte antes, durante e depois da implementação”.
A Claro, que contabiliza 200 milhões de assinantes móveis, selecionou a Gemalto para implantar uma solução inovadora de software que possibilita otimização significativa da capacidade de rede móvel e diminuição dos custos de logística, marcando o pioneirismo de implantações desse gênero do Brasil.
Focando em assinantes de telefone pré-pago, que poderão escolher seu próprio número de telefone, a solução deve permitir à Claro deixar de armazenar módulos de identificação de usuários pré-ativados, fazendo que com a ativação só ocorra quando o aparelho for ligado pela primeira vez. A expectativa é que o novo processo melhore a capacidade disponível na rede, possibilitando iniciativas mais eficientes de marketing.
“Nosso principal desafio era como gerenciar nosso inventário de números de telefones pré-pagos de modo mais eficaz, e essa solução facilita muito a nossa adaptação à demanda do mercado. Nossa expectativa é de grande redução de custos com essa implantação.", afirma Bernardo Winik, diretor de Operações e Consumo da Claro. Para ele, o Know-how da Gemalto deve garantir a integração do sistema de forma sofisticada.
Para Rodrigo Serna, vice-presidente de Telecom da Gemalto para a América Latina, a presença local da empresa na América Latina, em especial no Brasil, garante um processo de perfeita integração. “Podemos oferecer suporte antes, durante e depois da implementação”.
5 de jan. de 2011
CLARO LIBERA TRANSFERÊNCIA DE CRÉDITO ENTRE PRÉ-PAGOS
portal TudoCelular 05/01/2011
Quantas vezes você já ouviu a pergunta "me empresta seu celular porque estou sem crédito?". Pois a Claro anunciou a disponibilidade de um novo serviço que deve acabar com essa necessidade.
Com o serviço "Claro Transferência", os clientes pré-pagos podem transferir créditos para outro celular. Assim, clientes sem crédito podem pedir a familiares, amigos ou qualquer outra pessoa que possua um celular pré-pago da Claro.
Claro Transferência
O serviço transfere créditos entre dois celulares Claro Cartão ou Claro Controle do mesmo DDD e é gratuito. É possível transferir R$ 3 ou R$ 5, com validade de até 5 dias.
Para ativar o serviço, siga os passos:
•O primeiro passo é enviar um Torpedo com a palavra CLARO para o número 543.
•Você receberá, também por torpedo, uma senha com quatro dígitos. Guarde essa senha, pois deverá utilizá-la nas outras vezes em que for transferir créditos.
•Agora é só enviar um novo Torpedo para o número 543 com a seguinte ordem de dados: DDD (sem o zero), Número do telefone, Espaço, Valor do crédito, Espaço, Senha
Exemplo pra quem é do DDD11 e vai transferir R$5,00:11xxxxxxxx 5 xxxx
Depois, tanto a pessoa que fez a transferência como aquela que recebeu o crédito receberão uma mensagem de confirmação. O limite diário para esse serviço é de R$100 e bônus promocionais não podem ser transferidos.
Quantas vezes você já ouviu a pergunta "me empresta seu celular porque estou sem crédito?". Pois a Claro anunciou a disponibilidade de um novo serviço que deve acabar com essa necessidade.
Com o serviço "Claro Transferência", os clientes pré-pagos podem transferir créditos para outro celular. Assim, clientes sem crédito podem pedir a familiares, amigos ou qualquer outra pessoa que possua um celular pré-pago da Claro.
Claro Transferência
O serviço transfere créditos entre dois celulares Claro Cartão ou Claro Controle do mesmo DDD e é gratuito. É possível transferir R$ 3 ou R$ 5, com validade de até 5 dias.
Para ativar o serviço, siga os passos:
•O primeiro passo é enviar um Torpedo com a palavra CLARO para o número 543.
•Você receberá, também por torpedo, uma senha com quatro dígitos. Guarde essa senha, pois deverá utilizá-la nas outras vezes em que for transferir créditos.
•Agora é só enviar um novo Torpedo para o número 543 com a seguinte ordem de dados: DDD (sem o zero), Número do telefone, Espaço, Valor do crédito, Espaço, Senha
Exemplo pra quem é do DDD11 e vai transferir R$5,00:11xxxxxxxx 5 xxxx
Depois, tanto a pessoa que fez a transferência como aquela que recebeu o crédito receberão uma mensagem de confirmação. O limite diário para esse serviço é de R$100 e bônus promocionais não podem ser transferidos.
21 de set. de 2010
CLARO E CINEMARK OFERECEM SERVIÇO DE VENDA DE INGRESSOS PELO CELULAR
portal AdNews 21/09/2010
A Claro, em parceria com a Rede Cinemark, oferece aos clientes da operadora serviço onde poderão comprar ingressos de cinema através do celular para qualquer um dos 52 complexos da Rede. A Cinemark sai na frente e oferece aos assinantes da Claro o primeiro software do mercado nacional com a solução Fully Integrated Mobile Service, que permite a compra e a entrega de ingressos diretamente pelo seu celular.
Assim que a compra de ingresso for efetuada, o cliente receberá uma mensagem de texto no próprio celular, com um código de barras. No cinema, ele poderá se dirigir diretamente à entrada das salas, onde os funcionários da Cinemark farão o reconhecimento do código no equipamento de leitor ótico, dispensando a necessidade de comparecer à bilheteria ou de imprimir o bilhete em casa e apresentar na entrada das salas. Com isso, o assinante Claro terá a comodidade de comprar ingressos da Cinemark de onde estiver pagando com seu cartão de crédito.
Como comprar
O cliente deve acessar a página WAP do Cinemark em seu celular ou abrir o aplicativo iCinemark no iPhone. Em seguida, basta selecionar o link “Ingressos online” no site ou “Comprar” no iPhone e clicar em “prosseguir” na mensagem sobre a exclusividade para clientes Claro. A partir daí, o usuário é direcionado para o site da ingresso.com, onde vai executar o passo-a-passo para a compra do ingresso na sala de cinema e filme de sua preferência.
A Claro, em parceria com a Rede Cinemark, oferece aos clientes da operadora serviço onde poderão comprar ingressos de cinema através do celular para qualquer um dos 52 complexos da Rede. A Cinemark sai na frente e oferece aos assinantes da Claro o primeiro software do mercado nacional com a solução Fully Integrated Mobile Service, que permite a compra e a entrega de ingressos diretamente pelo seu celular.
Assim que a compra de ingresso for efetuada, o cliente receberá uma mensagem de texto no próprio celular, com um código de barras. No cinema, ele poderá se dirigir diretamente à entrada das salas, onde os funcionários da Cinemark farão o reconhecimento do código no equipamento de leitor ótico, dispensando a necessidade de comparecer à bilheteria ou de imprimir o bilhete em casa e apresentar na entrada das salas. Com isso, o assinante Claro terá a comodidade de comprar ingressos da Cinemark de onde estiver pagando com seu cartão de crédito.
Como comprar
O cliente deve acessar a página WAP do Cinemark em seu celular ou abrir o aplicativo iCinemark no iPhone. Em seguida, basta selecionar o link “Ingressos online” no site ou “Comprar” no iPhone e clicar em “prosseguir” na mensagem sobre a exclusividade para clientes Claro. A partir daí, o usuário é direcionado para o site da ingresso.com, onde vai executar o passo-a-passo para a compra do ingresso na sala de cinema e filme de sua preferência.
Marcadores:
cartão de crédito,
Cinemark,
Claro,
m-payment
16 de set. de 2010
CLARO E BANCO DO BRASIL FECHAM PARCERIA PARA CONVERTER TARIFA EM BÔNUS
portal IDG Now! 15/09/2010
A operadora móvel Claro e o Banco do Brasil anunciaram nesta quarta-feira (15/9) o fechamento de uma parceria que permitirá converter o valor pago como tarifa de manutenção da conta corrente em créditos para celular.
Pelos termos do programa, os assinantes da Claro que tiverem conta corrente no Banco do Brasil poderão procurar a agência onde tem conta e solicitar a adesão ao programa, chamado Pacote Bônus Celular.
O pacote dá ao correntista a opção de duas cestas de serviços, com valores mensais de 15 e 25 reais. Valor equivalente será creditado mensalmente na conta telefônica do assinante, para uso em ligações.
O débito da tarifa será efetuado todo dia 5 ou 10 de cada mês, à escolha do cliente. Os bônus recebidos por meio do programa poderão ser utilizados para mensagens SMS ou chamadas locais, de Claro para Claro ou de Claro para telefones fixos, entre números do mesmo DDD.
A parceria segue os moldes de outra, fechada em junho entre a Claro e o Bradesco. A Conta Bônus Celular Bradesco custa mensalmente 11 ou 16 reais - o valor é creditado quatro dias úteis após o pagamento da mensalidade.
Até o fim do ano, o Banco do Brasil deverá estender a oferta a outras operadoras.
A operadora móvel Claro e o Banco do Brasil anunciaram nesta quarta-feira (15/9) o fechamento de uma parceria que permitirá converter o valor pago como tarifa de manutenção da conta corrente em créditos para celular.
Pelos termos do programa, os assinantes da Claro que tiverem conta corrente no Banco do Brasil poderão procurar a agência onde tem conta e solicitar a adesão ao programa, chamado Pacote Bônus Celular.
O pacote dá ao correntista a opção de duas cestas de serviços, com valores mensais de 15 e 25 reais. Valor equivalente será creditado mensalmente na conta telefônica do assinante, para uso em ligações.
O débito da tarifa será efetuado todo dia 5 ou 10 de cada mês, à escolha do cliente. Os bônus recebidos por meio do programa poderão ser utilizados para mensagens SMS ou chamadas locais, de Claro para Claro ou de Claro para telefones fixos, entre números do mesmo DDD.
A parceria segue os moldes de outra, fechada em junho entre a Claro e o Bradesco. A Conta Bônus Celular Bradesco custa mensalmente 11 ou 16 reais - o valor é creditado quatro dias úteis após o pagamento da mensalidade.
Até o fim do ano, o Banco do Brasil deverá estender a oferta a outras operadoras.
Marcadores:
Banco do Brasil,
Bradesco,
Claro,
Pacote Bônus Celular
13 de set. de 2010
CIELO OFERECERÁ RECARGA DE CELULAR PRÉ-PAGO COM CARTÕES MASTERCARD
portal Exame 13/09/2010 - Beatriz Olivon
A Cielo oferece, a partir de hoje (13/9), a recarga de telefones pré-pagos para pagamento com os cartões de crédito e débito Mastercard. Atualmente, mais de 120.000 estabelecimentos credenciados pela Cielo já contam com este serviço. O número inclui os pontos-de-venda que aceitam os cartões Visa, e também os que se credenciaram para operar com Mastercard.
A transação pode ser paga com cartões de crédito e débito Visa e Mastercard para as operadoras Claro, Oi, Sercomtel, TIM e Vivo. No cartão de crédito, o cliente conta com até 40 dias para pagar, dependendo da data de vencimento da fatura. O lojista recebe 1 real por recarga efetuada.
O cliente também pode realizar sua recarga ligando diretamente para o atendimento eletrônico das operadoras. Para esta modalidade, é possível realizar o pagamento com cartões de crédito Visa e Mastercard. Esta operação está disponível para as operadoras Claro, Oi, TIM e Vivo.
A Cielo oferece, a partir de hoje (13/9), a recarga de telefones pré-pagos para pagamento com os cartões de crédito e débito Mastercard. Atualmente, mais de 120.000 estabelecimentos credenciados pela Cielo já contam com este serviço. O número inclui os pontos-de-venda que aceitam os cartões Visa, e também os que se credenciaram para operar com Mastercard.
A transação pode ser paga com cartões de crédito e débito Visa e Mastercard para as operadoras Claro, Oi, Sercomtel, TIM e Vivo. No cartão de crédito, o cliente conta com até 40 dias para pagar, dependendo da data de vencimento da fatura. O lojista recebe 1 real por recarga efetuada.
O cliente também pode realizar sua recarga ligando diretamente para o atendimento eletrônico das operadoras. Para esta modalidade, é possível realizar o pagamento com cartões de crédito Visa e Mastercard. Esta operação está disponível para as operadoras Claro, Oi, TIM e Vivo.
1 de set. de 2010
CIELO TESTA PAGAMENTOS VIA CELULAR
portal Exame 01/09/2010 - Beatriz Olivon
A Cielo está trabalhando em um piloto para viabilizar pagamentos por cartões de crédito por meio de aparelhos celulares. A expectativa da empresa é lançar o produto no próximo trimestre.
Pela captura móvel, o celular do vendedor seria usado para realizar a transação do cartão. A tarifa de conectividade seria de 9,90 reais ao mês. O piloto está sendo feito com a Claro, mas a Cielo pretende oferecer o produto para todas as operadoras, segundo Eduardo Chedid, vice-presidente executivo de soluções em negócios.
O modelo poderia ser usado para vendas porta-a-porta, ambulantes e feirantes, por exemplo. Um estudo da empresa identificou um público potencial de 1,2 milhão de pessoas. "A gente sabe que é um primeiro passo, é captura móvel. Mas o outro passo é a compra via celular, é por isso que investimos na M4U. O comprador usaria seu celular, o vendedor daria entrada no número de celular", disse Chedid ao site EXAME.
Esse modelo está em piloto há um ano e meio, mas, com a recente aquisição, a Cielo espera aperfeiçoar o serviço - que ainda não tem previsão de lançamento. Com a compra da M4U, que atua em plataformas de mobilidade, a Cielo espera mais que quadruplicar seus volumes em recarga de celulares pré-pagos, segundo Chedid.
A Cielo está trabalhando em um piloto para viabilizar pagamentos por cartões de crédito por meio de aparelhos celulares. A expectativa da empresa é lançar o produto no próximo trimestre.
Pela captura móvel, o celular do vendedor seria usado para realizar a transação do cartão. A tarifa de conectividade seria de 9,90 reais ao mês. O piloto está sendo feito com a Claro, mas a Cielo pretende oferecer o produto para todas as operadoras, segundo Eduardo Chedid, vice-presidente executivo de soluções em negócios.
O modelo poderia ser usado para vendas porta-a-porta, ambulantes e feirantes, por exemplo. Um estudo da empresa identificou um público potencial de 1,2 milhão de pessoas. "A gente sabe que é um primeiro passo, é captura móvel. Mas o outro passo é a compra via celular, é por isso que investimos na M4U. O comprador usaria seu celular, o vendedor daria entrada no número de celular", disse Chedid ao site EXAME.
Esse modelo está em piloto há um ano e meio, mas, com a recente aquisição, a Cielo espera aperfeiçoar o serviço - que ainda não tem previsão de lançamento. Com a compra da M4U, que atua em plataformas de mobilidade, a Cielo espera mais que quadruplicar seus volumes em recarga de celulares pré-pagos, segundo Chedid.
30 de ago. de 2010
RECARGA NO CELULAR ESTIMULA NOVAS CONTAS
jornal Folha de S. Paulo 30/08/2010 – Mariana Barbosa
As empresas descobriram uma fórmula para mimar clientes de baixa renda: minutos no celular pré-pago.
Enquanto a fidelidade das classes A e B é recompensada com milhas aéreas, a baixa renda estava praticamente fora desse tipo de programa.
Raros são os cartões de crédito voltados para a baixa renda, como os de redes varejistas, que permitem acumular pontos.
E quando permitem, como o volume de transação é baixo, leva uma eternidade para trocar por prêmios.
Desde o início do ano, porém, bancos, varejistas e até companhias aéreas estão trabalhando intensamente em programas de recompensa para as classes C, D e E.
De olho em um contingente de 50 milhões de donos de celulares que ainda não possuem conta em banco, o Bradesco lançou uma conta-corrente cujo valor da tarifa é revertido integralmente para uma recarga de celular.
O programa começou em junho em parceria com Vivo, Oi e Claro e, em breve, vai incorporar também a TIM.
"Estamos abrindo quase 2.000 contas "Bônus Celular" por dia. Quando a TIM entrar, devemos passar a 3.000", diz o diretor de inteligência competitiva do Bradesco, Candido Leonelli.
Isso significa que uma em cada quatro contas abertas por dia no banco será nessa modalidade. A parceria prevê ainda a possibilidade de o cliente abrir contas nas lojas das próprias operadoras.
"A premiação com recarga de celular representa uma enorme inovação. É um jogo de ganha-ganha. Fideliza o cliente no banco e também na operadora, uma vez que o cliente pré-pago se transforma em quase um pós-pago."
O Banco do Brasil começou a oferecer recarga de celular como opção de resgate no programa de relacionamento Ponto pra Você, aberto a todos os correntistas.
Desde fevereiro, 41,8 mil clientes trocaram créditos por recarga. Desses, 56% são da classe C e 42,7% das classes D e E.
"Passagem é hoje o item mais demandado do programa, que oferece mais de 7.000 opções de resgate. Mas, no médio prazo, a recarga deve ultrapassar", diz Antônio Cássio Segura, gerente-executivo de varejo do BB.
Com o sucesso do programa, o BB lança nesta semana uma conta similar à do Bradesco. "Nosso objetivo é bancarizar clientes das classes C, D e E e criar com eles uma cultura financeira."
PROMOÇÃO
A recarga também caminha para se tornar um dos prêmios favoritos dos clientes do programa Bônus Clube dos cartões American Express, administrados pelo Bradesco.
"A classe C emergente demanda promoções com um caráter mais instantâneo e a recarga de celular é ideal nesse sentido", diz Márcio Parizotto, diretor de produtos do Bradesco Cartões.
Pelas estimativas da Minutrade e da Minucom, empresas que fazem a intermediação com as operadoras, a aquisição de bônus de recarga deverá movimentar algo como R$ 11 milhões neste ano. Em dois anos, deve subir para R$ 115 milhões.
"Os minutos vão se transformar na milha da classe C", diz o diretor de produtos e serviços financeiros da Vivo, Maurício Romão. "Todos os bancos estão nos procurando para firmar parcerias."
Mas a promoção com bônus de recarga não se limita aos bancos. Na internet, o Walmart e o site de viagens ViajaNet também aderiram, com promoções pontuais.
O bônus da recarga resulta da combinação de duas realidades: o aumento do poder de compra das classes mais baixas e o fato de que 82% dos 187 milhões de celulares ativos no país (153,7 milhões) são pré-pagos.
Os programas nasceram voltados para a baixa renda, mas não devem se limitar a ela. "Estamos estudando formas de viabilizar programas para celulares pós-pagos, oferecendo benefícios como crédito para "roaming" internacional ou para a compra de aplicativos", diz Eduardo Jacob, sócio da Minutrade.
As empresas descobriram uma fórmula para mimar clientes de baixa renda: minutos no celular pré-pago.
Enquanto a fidelidade das classes A e B é recompensada com milhas aéreas, a baixa renda estava praticamente fora desse tipo de programa.
Raros são os cartões de crédito voltados para a baixa renda, como os de redes varejistas, que permitem acumular pontos.
E quando permitem, como o volume de transação é baixo, leva uma eternidade para trocar por prêmios.
Desde o início do ano, porém, bancos, varejistas e até companhias aéreas estão trabalhando intensamente em programas de recompensa para as classes C, D e E.
De olho em um contingente de 50 milhões de donos de celulares que ainda não possuem conta em banco, o Bradesco lançou uma conta-corrente cujo valor da tarifa é revertido integralmente para uma recarga de celular.
O programa começou em junho em parceria com Vivo, Oi e Claro e, em breve, vai incorporar também a TIM.
"Estamos abrindo quase 2.000 contas "Bônus Celular" por dia. Quando a TIM entrar, devemos passar a 3.000", diz o diretor de inteligência competitiva do Bradesco, Candido Leonelli.
Isso significa que uma em cada quatro contas abertas por dia no banco será nessa modalidade. A parceria prevê ainda a possibilidade de o cliente abrir contas nas lojas das próprias operadoras.
"A premiação com recarga de celular representa uma enorme inovação. É um jogo de ganha-ganha. Fideliza o cliente no banco e também na operadora, uma vez que o cliente pré-pago se transforma em quase um pós-pago."
O Banco do Brasil começou a oferecer recarga de celular como opção de resgate no programa de relacionamento Ponto pra Você, aberto a todos os correntistas.
Desde fevereiro, 41,8 mil clientes trocaram créditos por recarga. Desses, 56% são da classe C e 42,7% das classes D e E.
"Passagem é hoje o item mais demandado do programa, que oferece mais de 7.000 opções de resgate. Mas, no médio prazo, a recarga deve ultrapassar", diz Antônio Cássio Segura, gerente-executivo de varejo do BB.
Com o sucesso do programa, o BB lança nesta semana uma conta similar à do Bradesco. "Nosso objetivo é bancarizar clientes das classes C, D e E e criar com eles uma cultura financeira."
PROMOÇÃO
A recarga também caminha para se tornar um dos prêmios favoritos dos clientes do programa Bônus Clube dos cartões American Express, administrados pelo Bradesco.
"A classe C emergente demanda promoções com um caráter mais instantâneo e a recarga de celular é ideal nesse sentido", diz Márcio Parizotto, diretor de produtos do Bradesco Cartões.
Pelas estimativas da Minutrade e da Minucom, empresas que fazem a intermediação com as operadoras, a aquisição de bônus de recarga deverá movimentar algo como R$ 11 milhões neste ano. Em dois anos, deve subir para R$ 115 milhões.
"Os minutos vão se transformar na milha da classe C", diz o diretor de produtos e serviços financeiros da Vivo, Maurício Romão. "Todos os bancos estão nos procurando para firmar parcerias."
Mas a promoção com bônus de recarga não se limita aos bancos. Na internet, o Walmart e o site de viagens ViajaNet também aderiram, com promoções pontuais.
O bônus da recarga resulta da combinação de duas realidades: o aumento do poder de compra das classes mais baixas e o fato de que 82% dos 187 milhões de celulares ativos no país (153,7 milhões) são pré-pagos.
Os programas nasceram voltados para a baixa renda, mas não devem se limitar a ela. "Estamos estudando formas de viabilizar programas para celulares pós-pagos, oferecendo benefícios como crédito para "roaming" internacional ou para a compra de aplicativos", diz Eduardo Jacob, sócio da Minutrade.
Marcadores:
Banco do Brasil,
Bradesco,
cartão pré-pago,
Claro,
fidelidade,
Minucom,
Minutrade,
Oi,
TIM,
ViajaNet,
Vivo
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