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20 de nov. de 2011

BRADESCO VENDERÁ SEGUROS POR CELULAR E POS EM 2012

portal Economia & Negócios 03/11/2011 - Aline Bronzati (Agencia Estado)

A Bradesco Seguros vai começar a vender seguros por celular e POS (Point of Sale, na sigla em inglês, ou pontos de venda) em janeiro de 2012, de olho na população urbana de baixa renda das regiões metropolitanas de São Paulo e do Rio de Janeiro.
Para isso, o grupo criou, em parceria com a empresa de tecnologia Vayon Insurance Solution, uma tecnologia que permite a integração dos processos de venda.

Os testes para a implantação da comercialização por tecnologia móvel começam em dezembro próximo. Os primeiros produtos a serem ofertados por este canal são coberturas para acidentes pessoais e assistência-funeral. Toda a comunicação e relacionamento com os consumidores serão feitos por meio de mensagens SMS.

Segundo a Bradesco, os corretores de seguros também estão inseridos nesta estratégia. "Eventualmente eles poderão habilitar prepostos para auxiliar na distribuição, que podem ser os proprietários de pequenos estabelecimentos comerciais, como banca de jornal, mercearia, salão de beleza", explica a empresa.

Além disso, a nova solução, "inédita no Brasil", deve reduzir "significativamente" os custos da compra do seguro, de acordo com a seguradora. "A expectativa é levar os benefícios do seguro a milhões de brasileiros. São produtos simples de serem entendidos e fáceis de adquirir, a custos muito acessíveis", afirma Eugênio Velasques, diretor-executivo do Grupo Bradesco Seguros.

9 de jun. de 2011

SEGURO NO CELULAR

jornal Brasil Econômico 08/06/2011 – Maria Luiza Filgueiras

Os primeiros clientes de microsseguros não serão necessariamente os que já acessam seguro popular, mas a população de renda menor que já está bancarizada. Esta é a avaliação de Eugênio Velasques, diretor do Grupo Bradesco Seguros, que considera que num segundo momento, as seguradoras poderão desenvolver outros sistemas de abordagem que não a rede bancária. É justamente com essa visão que o grupo, já forte em seguro popular, está desenvolvendo um projeto piloto para testar no próximo semestre, que utiliza telefonia móvel para contato entre corretor e segurado. “Os países africanos e asiáticos já desenvolveram modelos desse tipo, que foi importante para a inclusão bancária naqueles mercados, e que para nós será importante para a inclusão securitária”, diz Velasques. Ele explica que a ideia é que os corretores de microsseguros utilizem o telefone celular como se fosse um aparelho de POS, usado no mercado de cartões de crédito para captura de transações. “Vamos testar mas ainda não há ato regulatório”, ressalta.

30 de mai. de 2011

TURISTAS EM BUSCA DE MAIS SOSSEGO

revista Valor Financeiro Maio 2011 – Anamárcia Vainsencher
A renda do brasileiro aumentou, as classes de menor poder aquisitivo passaram a viajar, o turismo vai de vento em popa e o seguro-viagem se tornou um filão de negócios rentável. No grupo Bradesco Seguros a emissão de novas apólices de seguro-viagem, no primeiro trimestre de 2011, cresceu 28% em relação ao mesmo período de 2010, segundo Eugênio Velasques, diretor do grupo. E o faturamento de novas vendas experimentou expansão de 16%. A SulAmérica, por sua vez, constatou que o turismo "é uma galinha dos ovos de ouro", com expansão de mais de 150% no período janeiro/agosto de 2010, em comparação com igual período do ano anterior. Resultado que, naturalmente, se refletiu em pesquisa feita em amostra de sua própria base de clientes. O trabalho apontou que 90% dos que viajaram repetiriam a experiência. E entre esses as duas maiores preocupações são acidentes e doenças e despesas médicas, ressalta Carolina de Molla, diretora técnica de vida e previdência da seguradora. O produto SulAmérica foi lançado em outubro de 2010.

No mercado doméstico, o seguro-viagem não é obrigatório, e é praticamente desconhecido. Muito diferente do que ocorre em 15 países da União Europeia (UE), segundo determina o Tratado de Schengen. Trata-se de uma garantia exigida em 15 países da Europa pela qual os turistas são obrigados a adquirir uma assistência à viagem no valor mínimo de 30 mil euros para ingresso em suas fronteiras, como explica Rosana Techima Salsano, diretora de vida da Caixa Seguros. A empresa lançou recentemente o MundiSegur que, a exemplo dos produtos similares, cobre viagens domésticas e internacionais. "O crescimento econômico do Brasil e os grandes eventos esportivos que o país sediará na próxima década ajudarão a duplicar, até o ano 2020, o número de turistas estrangeiros", argumenta a executiva.

Durante a Copa de 2014, 3 milhões de brasileiros vão se deslocar de suas cidades, emenda Francisco Toledo, diretor da linha de seguros pessoais da Chubb. Para a executiva da Caixa, com o aumento da demanda por viagens cresce também a demanda por produtos que garantem a proteção dos viajantes. Ela ilustra: entre 2009 e 2010, a carteira de seguro turístico apresentou salto de mais de 140%. Ainda de acordo com Rosana Techima, paralelamente ao aumento do número de viagens, preocupações com eventuais problemas durante o período de ausência, seja em casa, seja durante a viagem, podem ser minimizadas com as diversas soluções oferecidas pelo mercado de seguros.

"O aumento da demanda tem feito com que as seguradoras invistam cada vez mais nesse mercado", afirma. Na opinião de Velasques, do Bradesco, "o seguro-viagem é um misto de necessidade, comodidade e conveniência". Diante de imprevistos de toda ordem, de dificuldades com o idioma e com fuso horário, o seguro-viagem representa uma tranquilidade. "Dor de dente só dá à noite", comenta. E o seguro-viagem é ainda mais importante para uma base empresarial como a brasileira, que cresce demais. "Os voos vivem lotados", observa.

As coberturas feitas pelo seguro-viagem não diferem muito entre as empresas. Em geral, os benefícios incluem, entre outros, regresso por sinistro no domicílio, convalescença em hotel, acompanhamento familiar, acompanhamento de menores ou de idosos, repatriação funerária, assistência jurídica por acidente de trânsito no exterior, adiantamento de fiança, localização e encaminhamento de bagagem e os habituais relativos a cancelamento ou atraso de voo. O MundiSegur oferece compensação por demora na localização de bagagem, adiantamento de fundos, transmissão de mensagens urgentes. E seu limite de idade para aceitação vai até 80 anos.

Quanto aos preços, esses, sim, variam conforme se trate ou não de um produto top de linha, do período contratado e, óbvio, de ser uma viagem doméstica ou internacional. Por exemplo, a modalidade Diamond do Itaú Unibanco oferece US$ 100 mil em assistência médica, diz a gerente de produto, Fabiana Telles. Os canais de vendas também são diversos. Via web, o cliente Bradesco também tem a opção de comprar passagens aéreas e seguro no portal da Livraria Saraiva.

No Itaú Unibanco, hoje, são as agências bancárias. O canal internet está em desenvolvimento e deve entrar no ar ainda neste ano. Na Chubb, o produto viagem é antigo. Nova será sua forma de comercialização, relata Francisco Toledo. "Vamos ter uma política comercial mais agressiva a partir de junho, trabalhando sobre nossa base de mais de 1,5 mil empresas seguradas", informa o executivo. Mais: a contratação do seguro-viagem poderá ser feita via internet, e o segurado poderá imprimir seu próprio contrato na hora. "Mas o pagamento não é na hora, é só no final do mês", brinca Toledo. Um atrativo da SulAmérica, destacado por Carolina de Molla, é que compradores do seguro-viagem concorrem a sorteio de R$ 5 mil pela Loteria Federal. Os canais preferenciais da companhia são o corretor (aliás, elo indispensável em qualquer ramo do seguro) e as agências de viagens.

Enquanto a diretora da SulAmérica avisa o futuro segurado de que deve "olhar as entrelinhas do que vai assinar", a gerente de produto do Itaú Unibanco chama a atenção para o fato de que a maioria dos atendimentos no segmento é feita pelo produto assistência, não pelo seguro propriamente. Na assistência, explica Fabiana Telles, o viajante precisa ligar para uma central de atendimento no Brasil para ter direito a usar um hospital ou para recorrer a um médico.

O seguro Itaú Unibanco também tem assistência e reembolso. "A primeira opção é ligar e solicitar o hospital ou o médico mais próximo. A segunda é procurar o atendimento mais próximo, pagar e pedir reembolso na volta", explica. É por essas e outras que o Bradesco Seguros adquiriu 50% da Europe Assistance, empresa de capital franco-português. "O Bradesco domina o chassi assistência na Europa, graças a sua especialização", diz Eugênio Velasques. E de seu lado as seguradoras informam que suas relações com as operadoras de turismo é boa. Quanto ao fator concorrência, mesmo que seja expressiva a oferta do produto viagem, Eugênio Velasques acredita que o mercado deveria ser mais competitivo do que é.

28 de abr. de 2011

SEGURADORA VAI EXPLORAR ASSOCIAÇÕES DE CLASSE

jornal Brasil Econômico 28/04/2011 – Ana Paula Ribeiro

A Bradesco Seguros quer aumentar a sua participação entre as pequenas emédias empresas, em especial na venda de planos de saúde. Para o presidente da seguradora, Marco Antonio Rossi, esse segmento tem baixa adesão a seguros. “Esse mercado tem muita oportunidade de crescimento”, diz.

De acordo com o executivo, a expansão das vendas para as grandes empresas está em 18%. Já no grupo de pequenas e médias, entre três e 40 funcionários, o crescimento é de 30%. Das 35 mil empresas que são clientes da Bradesco Saúde, 34 mil são pequenas ou médias. “Claro que não vamos chegar a todas, mas o Brasil tem 4 milhões dessas empresas”, explica.

Outro segmento que passará a ser explorado pela Bradesco Seguros é o de profissionais ligados a associações de classe ou sindicatos. Para eles, será ofertado, a partir do segundo semestre, planos de saúde por meio de empresas especializadas na comercialização de seguros na modalidade chamada venda por adesão, ou seja, o cliente alvo é aquele que faz parte de algum grupo.

E é justamente o setor de saúde que vem apresentando um dos melhores resultados para a Bradesco Saúde. No primeiro trimestre do ano, os prêmios desse segmento chegaram a R$ 2,136 bilhão, expansão de 25,3% em relação a igual período de 2010. Rossi ressaltou ainda o desempenho registrado pelos segmentos de seguros de vida e consórcios no período.

Entre janeiro e março, a Bradesco Seguro registrou um lucro de R$ 761 milhões, valor 8,2% superior ao registrado em igual período do ano passado e 2,3% menor do que o lucro do quarto trimestre de 2010. “Estamos vindo de um período extremamente positivo”, diz Rossi. A expectativa é que os prêmios de seguros e previdência apresentem crescimento entre 10% e 13% no ano. No trimestre, os prêmios emitidos somam R$ 7,850 bilhões, expansão de 9,1%.

25 de abr. de 2011

SEGURADORAS DEVEM CRESCER 12,1% EM 2011

jornal DCI 25/04/2011 - Marcelle Gutierrez

O mercado de seguros deve seguir o mesmo desempenho positivo do sistema financeiro em 2011. A projeção de faturamento das seguradoras é de atingir R$ 201 bilhões, o que corresponde a um crescimento de 12,1% em comparação com 2010, de acordo com dados da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg).

Os segmentos que mais devem crescer são o rural (20%), habitacional (18%), riscos especiais (15%), vida e acidentes (15%), automóvel (11%) e responsabilidades (10%), segundo a CNSeg.

Para o presidente da confederação, Jorge Hilário G. Vieira, este ano terá aumento por conta do consumo, Produto Interno Bruto (PIB) e dos grandes desafios econômicos do Brasil. "O ano passado já foi bom e para 2011 estamos provendo um aumento sustentável. Observamos o crescimento do seguro de garantia para obras de engenharia, crédito para exportação, previdência aberta, seguro de vida, seguros para automóveis e expansão de seguros populares para atender uma camada da população que antes não tinha acesso." Vieira acrescentou o crescimento de seguros para atender as obras de infraestrutura do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), da Copa do Mundo e das Olimpíadas.

O aumento do faturamento das seguradoras devido às novas modalidades também é uma das justificativas para David Nigri, advogado tributarista e articulista sobre o mercado de seguros. "O brasileiro começa a se conscientizar da importância do seguro e há as novas modalidades, como os microsseguros para as classes C e D e seguros para micro e pequenas empresas."

No que se refere a prêmios e liquidação de sinistro, dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) revelam faturamento de R$ 16 bilhões em prêmios diretos no primeiro bimestre de 2011. Em sinistro, o valor chega a R$ 4,8 bilhões.

De acordo com o presidente da CNSeg, o valor total de liquidação de sinistros em seguros residenciais e comerciais em 2011 pode subir por conta das enchentes no início do ano, que aconteceram na Região Serrana do Rio de Janeiro e em outras localidades. Contudo, o fato não deve impactar o valor dos prêmios.

O grupo Bradesco Seguros lidera o mercado de seguros, com 25% de participação, segundo a Susep. Em prêmios diretos, a companhia registrou no primeiro bimestre R$ 2,8 bilhões. Já o valor de sinistros diretos, na somatória do Bradesco Auto, Bradesco Seguros e Bradesco Vida e Previdência, chegou a R$ 629,3 milhões.

Já o grupo Itaú Seguros, teve total em prêmios diretos nos meses de janeiro e fevereiro de R$ 2,7 bilhões. Em sinistro, o valor foi de R$ 744,1 milhões.

O grupo Santander Seguros registrou em janeiro e fevereiro de 2011 R$ 1,07 bilhão em prêmios e R$ 77 milhões em sinistro. No primeiro bimestre, a Sul América atingiu R$ 501,3 milhões em prêmios diretos. Em liquidação de sinistro, o valor é de R$ 402,7 milhões. Em 2010, o lucro líquido foi de R$ 614 milhões, o que representa crescimento de 48,5%, com índice de sinistralidade de 71, 1%. "A SulAmérica pretende crescer acima da média do mercado e superar os números conquistados no ano anterior", declarou Matias de Ávila, vice-presidente Comercial da Sul América Seguros e Previdência.

Para o vice-presidente, o contínuo crescimento da economia brasileira gera grandes oportunidades. "Vale destacar a força das pequenas e médias empresas e o aumento da classe C. As pequenas e médias empresas demandam por seguros empresariais de diversos tipos, além de seguro de saúde e de planos de previdência. Esta fatia tem representado um grande crescimento para a companhia", diz Ávila.

11 de abr. de 2011

MAIOR AQUISIÇÃO DE BENS DURÁVEIS FAZ SETOR DE SEGUROS CRESCER 14,1% EM 2010

portal InfoMoney 11/04/2011 - Gladys Ferraz Magalhães

A maior aquisição de bens duráveis pela população, devido ao bom momento econômico com estabilidade monetária, controle da inflação e maior acesso ao crédito fez com que o faturamento das empresas de seguros atingisse R$ 70,3 bilhões em 2010, segundo revela estudo realizado pelo Sincor-SP (Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado de São Paulo).

De acordo com o levantamento, a quantia é 14,1% maior do que o faturamento apurado em 2009, sendo que, no ano passado, descontando o Dpvat, o montante apurado pelas empresas de seguros foi de R$ 64,5 bilhões, 14,8% superior ao ano anterior.

“Como resultado desse bom cenário econômico e da maior aquisição de bens, as pessoas passam a se preocupar mais em proteger seu patrimônio e assegurar o futuro de sua família. A isso se soma também a competência, a eficiência e o profissionalismo do setor”, avalia o presidente do Sincor-SP, Mário Sérgio de Almeida Santos.

Ramos

Mais uma vez, aponta a pesquisa, o seguro de automóvel foi o ramo com maior faturamento: R$ 20,1 bilhões (descontado o Dpvat), um crescimento de 15,3% sobre 2009. Considerando o seguro obrigatório, o faturamento do setor em 2010 ultrapassou os R$ 25,8 bilhões, crescendo 13,4% em comparação ao ano imediatamente anterior.

O ramo pessoas, descontando o VGBL, teve faturamento de R$ 15,7 bilhões, crescendo 14,6% entre 2009 e 2010. Já o segmento de Saúde apresentou receita de R$ 14 bilhões no ano passado, aproximadamente, 15% a mais do que em 2009.

Empresas

De modo geral, desconsiderando o VGBL, a Bradesco Seguros lidera o mercado, respondendo por 19,4% do setor; e com faturamento de R$ 12,4 bilhões.

Com participação 12,8% e faturamento de R$ 8,3 bilhões, o Banco do Brasil-Mapfre, no ano passado, assumiu o segundo lugar no ranking de principais empresas do mercado de seguros, ultrapassando a Sulamérica, que ficou em terceiro lugar com R$ 8,1 bilhões em faturamento e 12,6% de participação.

A Porto Seguro, cujo faturamento foi e R$ 7,4 bilhões, aparece em seguida, sendo que a participação da empresa no mercado ficou em 11,5%.

16 de mar. de 2011

SEGUROS: CONFIANÇA NO SETOR E LEALDADE DOS CLIENTES SÃO BAIXAS, APONTA PESQUISA

portal InfoMoney 16/03/2011

A confiança no setor de seguros continua baixa e o nível de lealdade dos consumidores está cada vez menor, dificultando que as empresas mantenham a base de clientes.

De acordo com um estudo da IBM divulgado nesta quarta-feira (16), com 21 mil consumidores de 20 países, sendo 1.600 do Brasil, 29% dos clientes possuem três ou mais provedores de seguros para diferentes linhas de produto e 25% dos entrevistados que se consideravam fiéis a uma marca específica trocaram de empresa nos últimos dois anos.

O levantamento também apontou uma alteração no perfil do consumidor, que passou a utilizar diferentes formas de interação com a companhia de seguros.

No Brasil, o corretor ainda é muito utilizado no contato com o cliente. “Apenas 51% dos usuários de seguros do País acreditam nas seguradoras, mas esse número aumenta muito quando adicionamos a figura do corretor”, afirma o líder da área de consultoria da IBM Brasil para o segmento de seguros, Roberto Ciccone.

Desafios

De acordo com a pesquisa, um dos maiores desafios para as seguradoras nos próximos anos será se aproximar dos clientes. Para isso, será necessário ir além da estratégia convencional.

“As organizações mais bem sucedidas serão as que apostarem em um processo de colaboração e co-criação de produtos e serviços com seus clientes, para melhor entender, prever e atender suas reais necessidades”, afirma Ciccone.

Executivos de seguradoras

Uma outra pesquisa recentemente divulgada pela IBM, que entrevistou 78 presidentes de seguradoras de 28 países, incluindo 10 presidentes do Brasil, mostrou que líderes do setor estão atentos às necessidades de seus consumidores.

Para 90% dos entrevistados, a aproximação com os clientes será tida como prioridade no trabalho das seguradoras frente aos desafios futuros. Mais da metade (55%) dos presidentes apontou a criatividade como principal qualidade do líder do setor, seguida de integridade (50%) e poder de influência (36%).

Para esses executivos, a complexidade no ambiente de negócios será o grande obstáculo para o sucesso das empresas nos próximos anos - constatação feita por quase 70% dos presidentes.

9 de mar. de 2011

GARANTIA

jornal Folha de S. Paulo 09/03/2011 – Mercado Aberto

O mercado de seguros de pessoas -que inclui seguros de vida, de educação e outros- movimentou R$ 15,7 bilhões em prêmios no ano passado.

O aumento foi de 15% na comparação com o ano anterior, de acordo com levantamento da Fenaprevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida).

O seguro de vida em grupo acumulou em R$ 7,8 bilhões em 2010, alta de 8,5%. O de vida individual ficou com R$ 1,1 bilhão em prêmios, variação de 36,9%.

Seguros de vida prevalecem nas classes A e B, com presença em 18% dos lares.

Na classe C, o índice de penetração do produto é de 6% Nas classes D e E é de 2%.
Impulsionado pelo aumento na renda, o seguro prestamista, que garante pagamento de prestações, movimentou R$ 3,3 bilhões em prêmios e expandiu 24,94%.

28 de fev. de 2011

SEGUROS SERÃO 10% DO PIB EM 2020, DIZ BRADESCO

jornal Valor Econômico 28/02/2011 – Janes Rocha

O mercado brasileiro de seguros poderá elevar o peso na economia dos atuais 3,2% do Produto Interno Bruto (PIB) para até 10% em 2020, aposta Marco Antonio Rossi, presidente do grupo Bradesco Seguros. As grandes oportunidades de expansão, segundo o executivo, estão nos seguros residenciais, saúde e nos seguros populares, com preços mais baixos para coberturas mais restritas. Só 16% da população têm seguro residencial", disse Rossi, lembrando que o segmento cresceu 58% no ano passado.
Na área de saúde há um universo de quatro milhões de pequenas e médias empresas que têm buscado planos de saúde em um esforço para reter mão de obra especializada. Segundo ele, o Bradesco voltou seu foco para as pequenas e médias empresas há três anos com um plano de saúde simplificado, com cobertura regionalizada e custos reduzidos.

Nos seguros populares, diz Rossi, o potencial está relacionado ao crescimento econômico e à distribuição de renda que favoreceu as classes C e D. "Temos feito um trabalho de criar produtos específicos, com uma comunicação mais simples", disse o presidente da Bradesco Seguros. "A estratégia é trazer para o mundo dos seguros esse novo consumidor". Nesse segmento, a Bradesco tem hoje 600 mil segurados em coberturas de vida e auxílio funeral, com preço médio de R$ 5,00. No entanto, o ritmo de expansão do seguro popular tem sido mais lento porque depende de mudanças na regulamentação que viabilizem um preço mais baixo para o consumidor final. Um projeto de lei encaminhado ao Congresso pelo Executivo, criando o microsseguro, está parado há quase dois anos.

Fazendo um balanço de dez anos da primeira grande reestruturação do grupo Bradesco, onde as atividades de seguros foram separadas em quatro empresas (ramos elementares, saúde, capitalização e vida e previdência), Rossi disse que o grupo cresceu 216% neste período em número de segurados, saindo de 11 milhões para 36 milhões de pessoas. As provisões saíram de R$ 13 bilhões para R$ 87 bilhões, e os ativos totais de R$ 18 bilhões para R$ 105 bilhões.

O carro-chefe da Bradesco - assim como de outras seguradoras ligadas aos grandes conglomerados bancários - são os seguros de vida e previdência, que respondem por R$ 30 bilhões das provisões do grupo. Rossi disse que a estratégia de crescimento continua voltada para "dentro de casa", já que apenas 40% dos clientes do banco têm seguros de vida e previdência da empresa.

21 de fev. de 2011

NAS BANCAS

jornal Folha de S. Paulo 21/02/2011 – Mercado Aberto

A Bradesco Seguros começará a vender apólices em bancas de jornal a partir do final do primeiro semestre deste ano.

A iniciativa faz parte da estratégia do grupo de tentar aumentar sua base de clientes entre as camadas mais populares.

"Não há dúvidas de que é a área em que mais podemos crescer. A expectativa é vender 50 mil apólices em bancas de jornal em 2011", afirma o presidente da Bradesco Seguros, Marco Antonio Rossi.

Serão comercializados os mesmos seguros lançados no ano passado: contra morte acidental e auxílio-funeral. O preço máximo será de R$ 5,50.

A empresa estuda criar mais tipos de apólices populares, para residências.

Outros pontos de venda, como postos de gasolina, também estão na pauta da empresa, segundo Rossi.

"Buscamos novos nichos de mercado para consolidar o processo de popularização do setor de seguros no país."

No primeiro ano de comercialização dos seguros populares, o grupo firmou 600 mil contratos.

10 de fev. de 2011

SEGURO NO SUPERMERCADO

jornal Folha de S. Paulo 10/02/2011 – Mercado Aberto

A aquisição de seguros em supermercados atrai a atenção de corretoras e seguradoras do Brasil.

A Bradesco Seguros vendeu cerca de 75 mil apólices dessa maneira em 2010.
Os produtos mais vendidos são seguros de renda diária em caso de internação hospitalar e de acidentes pessoais, além de garantias contra roubo de cartões.
"Nossa preferência é firmar parcerias com mercados regionais, pela fidelidade de seus clientes, o que cria uma intimidade com o nosso produto", afirma Eugênio Velasques, diretor da companhia.

Em janeiro, a rede de supermercados Veran, da Grande São Paulo, passou a vender seguros da australiana QBE para os consumidores que possuem o cartão da companhia, após firmar parceria com a corretora Classic.