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9 de out. de 2011

DÓLAR NO PICO MUDA ESTRATÉGIA DE TURISTA

jornal Folha de S. Paulo 19/09/2011 – Epaminondas Neto

O dólar a R$ 1,73, maior cotação de 2011, assusta os turistas brasileiros que contavam com a moeda na faixa de R$ 1,60 para viajar.

Para os potenciais turistas, a recomendação básica dos consultores é agir com cautela para poder se beneficiar caso a moeda volte a cair. Por outro lado, é importante se preparar caso a moeda fique no atual patamar.

A boa notícia é que, após disparar quase 9% em setembro, o avanço do dólar pode estar perto do fim: é difícil encontrar analistas que esperem uma taxa muito acima de R$ 1,75 no curto prazo.

A má notícia é que dificilmente a moeda deve voltar aos patamares de junho a julho, entre R$ 1,60 e R$ 1,50. Na visão dos analistas, o dólar pode até recuar para R$ 1,65, taxa média do ano.

"Se as condições dos EUA e da Europa se mantiverem inalteradas, o dólar vai naturalmente começar a ceder", afirma Carlos Eduardo Andrade Júnior, diretor de câmbio do banco Rendimento.

A possível queda do juro não deve mudar o cenário.

Há um consenso de que o Banco Central vai rebaixar a chamada taxa Selic mais duas vezes ainda neste ano, trazendo o patamar atual de 12% ao ano para 11%.

Especialistas veem pelo menos dois eventos que podem desestabilizar o cenário acima: um calote da Grécia, ainda considerado improvável; e uma redução dos juros mais drástica que o previsto.

Diante da incerteza, a recomendação é começar a comprar de forma gradativa. Se a moeda recuar, a pessoa pegará uma boa taxa. Se subir, vai ter garantido um preço ainda bom.

Como o cartão de crédito ficou mais caro por causa do IOF mais alto e os travellers-checks caem em desuso, há duas alternativas que o turista deve considerar para sua próxima viagem: o cartão pré-pago ou o tradicional cartão de débito, mas habilitado para fazer operações (saques e compras) no exterior.

O primeiro tem a vantagem não desprezível de livrar o viajante do risco cambial.

"A ideia é comprar um cartão [pré-pago] e ir carregando em parcelas. É interessante também que o turista leve alguma quantia em moeda, já que eventualmente pode encontrar algum estabelecimento que não aceite o produto", aconselha Carlos Abdalla, diretor de câmbio da corretora Renova.

A outra opção, o cartão de débito, pode ser uma saída de emergência para o turista.

"O IOF é o mesmo do traveller-check, você tem segurança e não precisa andar com dinheiro em espécie no bolso", diz Frederico Souza, do Itaú-Unibanco.

Nos dois casos, o usuário tem que ficar atento às tarifas. O cartão pré-pago costuma ter um custo de emissão, enquanto o "débito" tem tarifas para saques, enquanto as compras são isentas.

Esse produto também embute um certo nível de risco cambial: a praxe é que os bancos cobrem a taxa do dia para fazer o débito da conta corrente, mas é difícil saber exatamente qual será essa cotação por conta das práticas distintas de cada instituição.

11 de set. de 2011

COM VISA, TURISTA GASTA US$ 4,8 BILHÕES.

jornal Diário do Comércio 06/09/2011 - Agência Estado

Os gastos de brasileiros no exterior pagos com cartões Visa, em todas as modalidades (débito, crédito e pré-pago), cresceram 58% no ano passado em comparação com o total de 2009, estimulados pela valorização do real sobre o dólar. O total gasto pelos turistas passou de US$ 3,1 bilhões em 2009 para US$ 4,8 bilhões em 2010. Os dados são do relatório "Perspectivas do Turismo: Brasil", da Visa, e mostram que o País contribuiu significativamente para a economia do turismo mundial.
"Isso denota a confiança do brasileiro na estabilidade econômica do País", informa a Visa em comunicado.

Já o gasto dos estrangeiros que visitaram o Brasil em 2010 foi apenas 12% maior que o volume de 2009, conforme a VisaVue Travel Data. O montante total passou de US$ 1,8 bilhão em 2009 para US$ 2,1 bilhões no ano passado.

Visitantes – De acordo com o relatório da Visa, dos 25 países que mais enviaram visitantes ao Brasil em 2010, somente três não elevaram seus gastos no mercado local.

Os sul-coreanos (alta de 102%) lideraram o ranking dos turistas que mais gastaram no Brasil, seguidos pelos angolanos (94%) e chineses (51%). Na análise por destino escolhido pelos brasileiros, o destaque foi para a África do Sul, onde foi realizada a Copa do Mundo de 2010.

Os portadores do cartão Visa gastaram 112% a mais com turismo naquele país no ano passado, quando viajaram para acompanhar o campeonato de futebol. Os Estados Unidos continuam como destino internacional principal dos brasileiros.

Copa – Segundo Rubén Osta, diretor-geral da Visa do Brasil, é importante que o País entenda os fatores que influenciam os gastos dos visitantes já que será o anfitrião da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016, marcados para o Rio.

"O País tem de aprender com a experiência de outros países-sede como se preparar e gerenciar adequadamente o aumento no fluxo de turistas nas cidades, no faturamento e nos trabalhos de infraestrutura que estão por vir", disse Osta.

24 de ago. de 2011

SISTEMA DE GESTÃO DA BB TURISMO TEM VERSÃO MOBILE

portal TI Inside 22/08/2011

Os clientes da BB Turismo contam agora com o Sistema de Gestão de Viagens (SGV), uma solução desenvolvida, com a colaboração da Cast, pela subsidiária do Banco do Brasil especializada em viagens no segmento corporativo. Além de uma comunicação prática, rápida e direta entre a clientela e os consultores de vendas, a ferramenta garante às empresas uma gestão mais eficaz de suas viagens, maior autonomia e controle sobre as solicitações.

Essa solução é responsável por uma redução de 30% nos custos operacionais dos postos da BB Turismo que atendem os clientes que utilizam a ferramenta, além da diminuição de 30% na quantidade de erros de emissão.

Com o SGV, as empresas de pequeno e médio porte atendidas pela BB Turismo podem visualizar e reservar disponibilidades de voos com as principais companhias aéreas no Brasil e no mundo, por meio de uma comunicação realizada via WebService com esses fornecedores. O sistema permite também realização de reservas em hotéis e locações de veículos. Com a completa automatização do processo, foi possível criar a funcionalidade de política de viagem, com a qual o gestor do sistema pode configurar parâmetros de acordo com cada perfil de usuário. Disponível 24 horas por dia, a ferramenta pode ser acessada via celulares iPhone, BlackBerry, Android, Java e, em breve, por tablets.

21 de jul. de 2011

ROMA E OBRA ROMANA DE PEREGRINAÇÕES LANÇAM CARTÃO PARA TURISTAS

portal CardClipping 19/07/2011 – release Gaudium Press

A Prefeitura de Roma e a Obra Romana de Peregrinações da Santa Sé lançaram o cartão turístico Omnia Card. O cartão permitirá a turistas e peregrinos usufruírem gratuitamente o transporte público de Roma para circuitos culturais vaticanos e os poupará de pegar fila em locais como os Museus e Jardins Vaticanos, a Capela Sistina, a Basílica de São Pedro, a Basílica e o Claustro de São João Latrão, a Prisão Mamertina, o Coliseu, o Palatino e o Fórum Romano, entre outros locais contemplados.

O cartão já está à venda pela internet, mas os trajetos ainda estão em fase final de testes. A ideia é que nas próximas semanas a iniciativa já seja uma realidade e beneficie milhares de turistas e fiéis que visitam anualmente a capital. O cartão deverá ainda vir acompanhado de guias de áudio em diferentes idiomas, como já é feito atualmente em pontos turísticos históricos de Roma, afirmam os responsáveis pelo projeto.

Além disso, o Omnia Card deve substituir o atual Roma Pass, um cartão único que serve como entrada para diversos pontos turísticos de Roma por um preço menor caso os bilhetes fossem comparados separadamente, além de um passeio em um ônibus panorâmico pela cidade. Segundo oficiais vaticanos, um ônibus similar - mas com tecnologia verde - irá poder adentrar os Jardins Vaticanos para visitação guiada.

O cartão tem um preço de 85 euros para adultos e 50 para crianças (de 6 a 12 anos), com validade de três dias. Apesar do valor aparentemente alto, da mesma forma que o Roma Pass, o Omnia Card permite que o turista economize, no caso dos adultos, cerca de 35 euros, uma vez que o total dos ingressos caso estes fossem comprados separadamente para os locais que serão cobertos pelo projeto é de 110 euros.

O Omnia Card ainda dará acesso gratuito aos ônibus Roma Cristiana, que já circulam na capital italiana e que percorrem trajetos ligados à Igreja.

No site, por enquanto somente em italiano, é possível conhecer detalhes dos circuitos e os demais benefícios, além de comprar os cartões. O Omnia Card também pode ser adquirido em diversos pontos de Roma, como aeroportos, estações de metrô e trem e nos próprios pontos turísticos (a lista total de pontos de venda e distribuição está no site).

30 de mai. de 2011

TURISTAS EM BUSCA DE MAIS SOSSEGO

revista Valor Financeiro Maio 2011 – Anamárcia Vainsencher
A renda do brasileiro aumentou, as classes de menor poder aquisitivo passaram a viajar, o turismo vai de vento em popa e o seguro-viagem se tornou um filão de negócios rentável. No grupo Bradesco Seguros a emissão de novas apólices de seguro-viagem, no primeiro trimestre de 2011, cresceu 28% em relação ao mesmo período de 2010, segundo Eugênio Velasques, diretor do grupo. E o faturamento de novas vendas experimentou expansão de 16%. A SulAmérica, por sua vez, constatou que o turismo "é uma galinha dos ovos de ouro", com expansão de mais de 150% no período janeiro/agosto de 2010, em comparação com igual período do ano anterior. Resultado que, naturalmente, se refletiu em pesquisa feita em amostra de sua própria base de clientes. O trabalho apontou que 90% dos que viajaram repetiriam a experiência. E entre esses as duas maiores preocupações são acidentes e doenças e despesas médicas, ressalta Carolina de Molla, diretora técnica de vida e previdência da seguradora. O produto SulAmérica foi lançado em outubro de 2010.

No mercado doméstico, o seguro-viagem não é obrigatório, e é praticamente desconhecido. Muito diferente do que ocorre em 15 países da União Europeia (UE), segundo determina o Tratado de Schengen. Trata-se de uma garantia exigida em 15 países da Europa pela qual os turistas são obrigados a adquirir uma assistência à viagem no valor mínimo de 30 mil euros para ingresso em suas fronteiras, como explica Rosana Techima Salsano, diretora de vida da Caixa Seguros. A empresa lançou recentemente o MundiSegur que, a exemplo dos produtos similares, cobre viagens domésticas e internacionais. "O crescimento econômico do Brasil e os grandes eventos esportivos que o país sediará na próxima década ajudarão a duplicar, até o ano 2020, o número de turistas estrangeiros", argumenta a executiva.

Durante a Copa de 2014, 3 milhões de brasileiros vão se deslocar de suas cidades, emenda Francisco Toledo, diretor da linha de seguros pessoais da Chubb. Para a executiva da Caixa, com o aumento da demanda por viagens cresce também a demanda por produtos que garantem a proteção dos viajantes. Ela ilustra: entre 2009 e 2010, a carteira de seguro turístico apresentou salto de mais de 140%. Ainda de acordo com Rosana Techima, paralelamente ao aumento do número de viagens, preocupações com eventuais problemas durante o período de ausência, seja em casa, seja durante a viagem, podem ser minimizadas com as diversas soluções oferecidas pelo mercado de seguros.

"O aumento da demanda tem feito com que as seguradoras invistam cada vez mais nesse mercado", afirma. Na opinião de Velasques, do Bradesco, "o seguro-viagem é um misto de necessidade, comodidade e conveniência". Diante de imprevistos de toda ordem, de dificuldades com o idioma e com fuso horário, o seguro-viagem representa uma tranquilidade. "Dor de dente só dá à noite", comenta. E o seguro-viagem é ainda mais importante para uma base empresarial como a brasileira, que cresce demais. "Os voos vivem lotados", observa.

As coberturas feitas pelo seguro-viagem não diferem muito entre as empresas. Em geral, os benefícios incluem, entre outros, regresso por sinistro no domicílio, convalescença em hotel, acompanhamento familiar, acompanhamento de menores ou de idosos, repatriação funerária, assistência jurídica por acidente de trânsito no exterior, adiantamento de fiança, localização e encaminhamento de bagagem e os habituais relativos a cancelamento ou atraso de voo. O MundiSegur oferece compensação por demora na localização de bagagem, adiantamento de fundos, transmissão de mensagens urgentes. E seu limite de idade para aceitação vai até 80 anos.

Quanto aos preços, esses, sim, variam conforme se trate ou não de um produto top de linha, do período contratado e, óbvio, de ser uma viagem doméstica ou internacional. Por exemplo, a modalidade Diamond do Itaú Unibanco oferece US$ 100 mil em assistência médica, diz a gerente de produto, Fabiana Telles. Os canais de vendas também são diversos. Via web, o cliente Bradesco também tem a opção de comprar passagens aéreas e seguro no portal da Livraria Saraiva.

No Itaú Unibanco, hoje, são as agências bancárias. O canal internet está em desenvolvimento e deve entrar no ar ainda neste ano. Na Chubb, o produto viagem é antigo. Nova será sua forma de comercialização, relata Francisco Toledo. "Vamos ter uma política comercial mais agressiva a partir de junho, trabalhando sobre nossa base de mais de 1,5 mil empresas seguradas", informa o executivo. Mais: a contratação do seguro-viagem poderá ser feita via internet, e o segurado poderá imprimir seu próprio contrato na hora. "Mas o pagamento não é na hora, é só no final do mês", brinca Toledo. Um atrativo da SulAmérica, destacado por Carolina de Molla, é que compradores do seguro-viagem concorrem a sorteio de R$ 5 mil pela Loteria Federal. Os canais preferenciais da companhia são o corretor (aliás, elo indispensável em qualquer ramo do seguro) e as agências de viagens.

Enquanto a diretora da SulAmérica avisa o futuro segurado de que deve "olhar as entrelinhas do que vai assinar", a gerente de produto do Itaú Unibanco chama a atenção para o fato de que a maioria dos atendimentos no segmento é feita pelo produto assistência, não pelo seguro propriamente. Na assistência, explica Fabiana Telles, o viajante precisa ligar para uma central de atendimento no Brasil para ter direito a usar um hospital ou para recorrer a um médico.

O seguro Itaú Unibanco também tem assistência e reembolso. "A primeira opção é ligar e solicitar o hospital ou o médico mais próximo. A segunda é procurar o atendimento mais próximo, pagar e pedir reembolso na volta", explica. É por essas e outras que o Bradesco Seguros adquiriu 50% da Europe Assistance, empresa de capital franco-português. "O Bradesco domina o chassi assistência na Europa, graças a sua especialização", diz Eugênio Velasques. E de seu lado as seguradoras informam que suas relações com as operadoras de turismo é boa. Quanto ao fator concorrência, mesmo que seja expressiva a oferta do produto viagem, Eugênio Velasques acredita que o mercado deveria ser mais competitivo do que é.

29 de abr. de 2011

BB TERÁ AGÊNCIA PARA ATENDER TURISTAS BRASILEIROS NA ARGENTINA

portal Folha Online 28/04/2011 - Lucas Ferraz

Estimulado pelo crescente do número de turistas brasileiros na Argentina e pela compra do Banco Patagônia, o Banco do Brasil anunciou que em 60 dias vai abrir em Buenos Aires um centro de atenção ao cliente.

A agência será instalada no microcentro da capital argentina e estará interligada com todo o sistema do banco no Brasil. O atendimento, segundo a instituição, será em português.

Além de atender clientes do BB, a agência -- que será identificada como Banco Patagônia mas também terá a marca da instituição brasileira -- estará aberta a qualquer brasileiro como centro de informação financeira, como para casos de dúvida em relação a uso de cartão no exterior, e funcionará ainda como casa de câmbio.
O valor das tarifas, contudo, será o mesmo do cobrado em movimentações financeiras no exterior.

O centro deverá ser inaugurado até as férias de julho, estendendo a consultoria que o Banco do Brasil atualmente presta na Argentina, voltada exclusivamente para pessoas jurídicas.

"A Argentina geralmente é o primeiro destino internacional do turista brasileiro, e esse será um foco importante", disse Alan Toledo, vice-presidente da área internacional do BB. Segundo estimativas do governo argentino, em 2010 mais de 1 milhão de turistas brasileiros visitaram o país, um recorde. Neste ano a previsão é de que o número se repita.

Após trâmites burocráticos no Brasil e na Argentina, o BB assumiu efetivamente nesta semana o controle acionário do Patagônia, um dos dez maiores bancos argentinos, adquirido pela instituição em abril do ano passado. Segundo Toledo, o objetivo, nos próximos cinco anos, é colocar o banco entre os cinco maiores do país.

Segundo o Banco do Brasil, que não divulgou uma estimativa de investimento para os próximos anos na Argentina, o número de agências do Patagônia no país será ampliado _hoje são 164. Nessas agências também serão instalados postos de atendimento, por telefone e em português, para os correntistas do BB.

28 de abr. de 2011

VIAGEM ECONÔMICA

jornal Folha de S. Paulo 28/04/2011 – Mercado Aberto

Com a alta do IOF para gastos no exterior com cartões de crédito, a demanda pelos cartões de débito pré-pagos usados em viagens internacionais cresceu.

O cartão pré-pago do Banco do Brasil em moeda estrangeira registrou em abril, até o dia 26, cerca de 8.000 transações. Esse resultado supera todo o volume do primeiro trimestre deste ano.

Em volume de vendas, o resultado deste mês supera em mais de 10% o acumulado dos três primeiros meses.

"Com o aumento das viagens e a chegada das férias, a tendência é de alta da procura pelo cartão", diz Maria Izabel Gribel, gerente-executiva da área de cartões do banco.

A expectativa do BB é atingir R$ 200 milhões em vendas neste ano, 70% mais que a projeção inicial, segundo Gribel. A vantagem do cartão pré-pago é a tributação de 0,38% de IOF, abaixo da do cartão de crédito, que subiu de 2,38% para 6,38%.

26 de abr. de 2011

CARTÃO EQUIVALE A 65% DOS GASTOS DE BRASILEIROS NO EXTERIOR, EM MARÇO

portal InfoMoney 26/04/2011 - Jéssica Consulim Roccella

Os pagamentos com cartão de crédito responderam por 65,27% dos gastos de brasileiros no exterior em março, segundo dados do Banco Central divulgados nesta terça-feira (26).

No período, as despesas no cartão de crédito atingiram US$ 1,077 bilhão dos US$ 1,650 bilhão gastos por brasileiros em outros países.

Já o montante gasto no cartão de crédito por turistas estrangeiros no Brasil, no mesmo período, foi de US$ 469 milhões, o que corresponde a 74,44% dos US$ 630 milhões deixados por eles no País.

Outras despesas com viagens de turismo de brasileiros no exterior somaram US$ 573 milhões, enquanto as de estrangeiros no Brasil foram de US$ 160 milhões.

Comparação anual

Frente a março de 2010, os gastos dos brasileiros com cartão de crédito em viagens ao exterior cresceram 62,44%, já que, naquele mês, o montante apurado foi de US$ 663 milhões.

Já os gastos dos estrangeiros com cartões no Brasil registraram alta de 8,06%, uma vez que, no terceiro mês de 2010, atingiram US$ 434 milhões.

Despesas e receitas

No geral, segundo a nota do setor externo, as despesas dos turistas brasileiros no exterior registradas em março deste ano aumentaram 47,19% em relação ao mesmo mês de 2010.

Considerando o total gasto no Brasil pelos turistas estrangeiros, houve alta de 9,38% em março deste ano, na comparação com igual mês de 2010. No mês passado, os turistas estrangeiros deixaram US$ 630 milhões no País, contra US$ 576 milhões registrados em março de 2010.

14 de abr. de 2011

BRASILEIRO FOI O QUE MAIS GASTOU POR VIAJANTE NOS EUA EM 2010

portal Folha Online 14/04/2011

Os brasileiros superaram os japoneses quanto ao gasto médio por pessoa em viagens aos Estados Unidos em 2010, informou nesta quinta-feira (14) a U.S. Travel Association.

Agora, o Brasil é o país cujos viajantes mais gastam nos EUA por pessoa, posto em 2009 ocupado pelo Japão.

Em 2010, os brasileiros gastaram em media U$ 4.925,00 por pessoa em viagem aos EUA; seguidos pelos chineses, com US$ 4.540,00; e em seguida pelos japoneses, com US$ 4.290,00.

Em termos comparativos, um brasileiro equivale a 4,7 canadenses; 7,5 mexicanos e 1,7 ingleses em relação a gastos médios individuais do viajante nos EUA.

Dados preliminares de chegadas nos EUA mostram que o primeiro trimestre de 2011 (janeiro a fevereiro) terá crescimento próximo a 30% em relação ao mesmo periodo de 2010.

Com esta projeção, o Brasil deve superar as projeções iniciais de 1,4 milhão de viajantes aos EUA em 2011 "com traqnuilidade", afirmou Luiz Moura, vice-presidente de marketing internacional da U.S. Travel Association.

4 de abr. de 2011

PACOTE TURÍSTICO VIRA NOVO FOCO DO MAGAZINE LUIZA NO VAREJO

jornal DCI 04/04/2011 – Gleyma Lima

Com um tíquete médio de R$ 484 e um crescimento de até 30% mantido há 10 anos, a rede varejista Magazine Luiza sai de Franca, no interior de São Paulo, onde foi criada, para agora levar seus clientes da classe emergente a viajarem pela primeira vez de avião, por meio do Luiza Viagens, o novo braço do grupo, inaugurado recentemente em parceria com a empresa Azul Linhas Aéreas. A rede segue os passos da Casas Bahia, do Grupo Pão de Açúcar (GPA), que há pouco tempo fechou semelhante acordo de vendas com líder aérea TAM, e agora instalam quiosques em periferias de São Paulo para vender passagens ao público C e D.

Segundo a presidente do Magazine Luiza, Luiza Helena Trajano, o intuito da rede é abocanhar parte dos 11 milhões de brasileiros previstos para começar a viajar de avião no País, segundo pesquisa realizada pelo Data Popular. "Hoje o nosso pacote é diferenciado, pois ele foi montado para a classe que não sabe nem o que é check in ou check out. No nosso avião é falado a mesma língua do povo", explicou a presidente, em evento realizado no WTC, na capital paulista. Apesar dessa movimentação de olho no aumento do turismo brasileiro, há quem tenha tirado o time de campo, e deixado de atuar na área de viagens. A rede supermercadista Carrefour vendeu suas lojas próprias de pacotes do setor para a CVC , líder nesse mercado. Por outro lado, o Carrefour anunciou sua entrada no ramo imobiliário, pois o objetivo é o de aproveitar a base de 114 hipermercados da rede no País para que em parceria com construtoras, além de erguer edifícios comerciais ou shopping centers no mesmo espaço.

Ainda que a movimentação pela venda de pacotes e passagens aéreas esteja forte no varejo, os planos do Magazine Luiza são mais amplos, com o objetivo de atuar em diversas vertentes, a empresa não descarta entrar ao mesmo tempo no Rio de Janeiro e Espírito Santo, com aquisições. "Não podemos chegar no Rio com duas, três lojas. Tem de chegar com uma força", disse Luiza, ao lembrar que quando veio para São Paulo apostou na abertura de 50 lojas ao mesmo. Ela afirmou que hoje, o segundo mercado mais importante da rede é a região sul.

Fidelização

Para manter os seus clientes fiéis, a rede investe no tradicional "Dia de Ouro", evento realizado deste 2005 e voltado aos consumidores mais fiéis, os Clientes Ouro. São ofertas diferenciadas, com condições de pagamento exclusivas. 401 lojas participam, sendo sete delas pela primeira vez este ano. Além das facilidades de pagamento proporcionadas pelo Cartão Luiza Ouro, somente nesses dias os usuários dessa modalidade de crédito contam ainda com o parcelamento de qualquer produto da loja, em até 10 vezes, sem juros no Cartão Luiza.

No âmbito dos negócios em si, as medidas anunciadas pelo governo no final do ano passado, que visam conter o ritmo do consumo e a concessão de crédito, não devem comprometer a expectativa de compras das classes C e D no Brasil ao longo de 2011, segundo Luiza Helena. "Notamos que o nível de endividamento não vem aumentando, e o consumo continua em um ritmo estável, o que contribui para um cenário positivo para o varejo neste ano", afirmou ela.

A avaliação de Luiza é que as ações do governo devem comprometer, em um primeiro momento, gastos com bens de maior valor, como imóveis e veículos, refletindo de forma pouco expressiva na compra de eletrodomésticos e eletrônicos. Ela ainda afirma que a questão de preço não é o principal desafio das empresas e que o atendimento com qualidade e velocidade são os grandes desafios das empresas varejistas do Brasil. "As únicas duas coisas que vão diferenciar uma empresa da outra são inovação e atendimento. Preço passou a ser commodity", afirmou. Segundo Luiza atualmente o cliente quer mais que um preço ele precisa de segurança.

Balanço

No ano passado, a companhia teve um lucro de R$ 68,8 milhões, ante um prejuízo de R$ 92,7 milhões em 2009 e perdas de R$ 76,6 milhões em 2008. A receita líquida totalizou R$ 4,808 bilhões em 2010, em um crescimento de 43% sobre o resultado de 2009. O lucro antes de impostos, juros, depreciação e amortização, na sigla em inglês (Ebtida) foi R$ 319 milhões no ano passado, ante R$ 64,6 milhões no exercício anterior.

A rede de lojas atingiu 604 unidades em dezembro de 2010, ante 455 em 2009. Em fevereiro deste ano a empresa apresentou um pedido de lançar ações na Bovespa, e ainda os recursos levantados com a oferta de ações (IPO) devem ser dirigidos para abertura de lojas, aquisições, investimentos em reformas de lojas e reforço do capital de giro. Lojas Americanas, Submarino, Lojas Renner e Marisa são outras empresas do setor varejista que já possuem ações negociadas na Bolsa.

29 de mar. de 2011

ATUAÇÃO DO ITAÚ NO MERCADO DE TURISMO ELEVA EM 30% O NÚMERO DE CLIENTES

portal Executivos Financeiros 29/03/2011

O empenho do Itaú em reforçar a atuação no mercado de turismo, oferecendo produtos específicos para os empresários que atuam na cadeia e também para os turistas, converteu em resultados positivos.

De 2009 para 2010, o banco registrou aumento de 30% no número total de clientes do setor, entre agências, operadoras de viagem, meios de hospedagem e companhias aéreas. Com isso, alcançou resultado 55% maior na prestação de serviços bancários à indústria. Também ampliou em 30% a carteira de empréstimos para as empresas do trade e em 31% o resultado financeiro nas operações de crédito para o setor. No mesmo período, o volume de cobrança bancária e de pagamentos realizados pelo setor apresentou incremento de 44% e 58%, respectivamente.

Com o objetivo de se aproximar ainda mais deste setor da economia, o Itaú patrocinará, pela sexta vez, o Fórum Panrotas, congresso que reúne executivos para discutir as tendências da indústria de turismo e que ocorre hoje (29), em São Paulo.

No estande Itaú Empresas, o público poderá trocar experiências e esclarecer dúvidas com uma equipe comercial especializada no setor. O banco terá ainda o Espaço Comunidade Empresas, onde será possível conhecer a ferramenta digital lançada pela instituição em dezembro de 2010. Voltada para empresários, a Comunidade tem como objetivo criar um ambiente colaborativo entre empresas de diferentes portes, segmentos e setores.

Ilan Goldfajn, economista-chefe do Itaú Unibanco, também participa do evento e faz, nesta terça (29), das 14h40 às 15h20, palestra sobre o tema “o que o Brasil e o turismo podem esperar da economia brasileira em 2011”.

As novas soluções oferecidas pelo banco ao setor vão desde linhas de repasse do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) para hotelaria - exclusiva para construir, ampliar ou reformar hotéis, pousadas e outros tipos de meios de hospedagem –; Empréstimo Turismo em Moeda Estrangeira - que apresenta custo reduzido para empresas que operam com turismo internacional e possuem recebíveis atrelados à moeda de outros países -; Conta Corrente em Moeda Estrangeira - por meio da qual as agências de viagem e as operadoras de turismo podem se proteger do risco da variação cambial -; Câmbio On-Line Financeiro, que permite fechar operações de câmbio de envio e recebimento de moeda estrangeira via Internet, além de permitir a assinatura eletrônica de contratos de câmbio via online com agilidade e segurança -; a Itaú Comexpress, que permite gerenciamento eletrônico das operações internacionais por meio da rápida identificação de ordens de pagamento enviadas e recebidas pela Internet.

Para os turistas, o Itaú disponibiliza serviços como o Global Travel Card, cartão pré-pago e recarregável disponível em três moedas - dólar americano, euro e libra - que pode ser utilizado para saques, débito em estabelecimentos no exterior e compras na internet. Dentre outros serviços disponibilizados pelo banco para quem vai viajar estão o Seguro Viagem Itaú - que oferece cobertura para viagens internacionais e nacionais e uma central de atendimento 24 horas em português -; o Câmbio Itaú Pessoa Física - para compra de papel moeda e travellers cheques - e o Crédito Itaú para Viajar, linha de crédito especialmente desenvolvida para o turista que precisa financiar a sua viagem com custo muito reduzido e prazos que vão até 48 meses.

25 de mar. de 2011

EM FEVEREIRO, CARTÃO EQUIVALE A 63,4% DOS GASTOS DE BRASILEIROS NO EXTERIOR

portal InfoMoney 25/03/2011 - Gladys Ferraz Magalhães

Os pagamentos com cartão de crédito responderam por 63,4% dos gastos de brasileiros no exterior no segundo mês do ano, segundo dados do Banco Central divulgados nesta sexta-feira (25).

No período, as despesas no cartão de crédito atingiram US$ 845 milhões dos US$ 1,333 bilhão gastos por brasileiros em outros países.

Já o montante gasto no cartão de crédito por turistas estrangeiros no Brasil, no mesmo período, foi de US$ 421 milhões, o que corresponde a 73,60% dos US$ 572 milhões deixados por eles no País.

Outras despesas com viagens de turismo de brasileiros no exterior somaram US$ 450 milhões, enquanto as de estrangeiros no Brasil foram de US$ 141 milhões.

Comparação anual

Frente a fevereiro de 2010, os gastos dos brasileiros com cartão de crédito em viagens ao exterior cresceram 22,1%, já que, naquele mês, o montante apurado foi de US$ 692 milhões.

Já os gastos dos estrangeiros com cartões no Brasil registraram alta de 11,24%, uma vez que, no segundo mês de 2010, atingiram US$ 421 milhões.

Despesas e receitas

No geral, segundo a nota do setor externo, as despesas dos turistas brasileiros no exterior registradas em fevereiro deste ano aumentaram 33,03% em relação ao mesmo mês de 2010.

Considerando o total gasto no Brasil pelos turistas estrangeiros, houve alta de 12,38% em fevereiro deste ano, na comparação com igual mês de 2010. No mês passado, os turistas estrangeiros deixaram US$ 572 milhões no País, contra US$ 509 milhões registrados em fevereiro de 2010.

DE SOMBREIRO

jornal Folha de S. Paulo 25/03/2011 – Mercado Aberto

Os brasileiros foram os turistas que mais aumentaram seus gastos com cartão de crédito no México em 2010, na comparação com o ano anterior, de acordo com pesquisa realizada pela Visa.

O crescimento foi de 85%, o que elevou os gastos de brasileiros no país para US$ 54,5 milhões no ano passado.

Os norte-americanos foram os responsáveis pelo valor mais alto gasto no México com cartão de crédito no período: US$ 3,1 bilhões ou 7% a mais que em 2009.

Em segundo lugar ficaram os canadenses, com US$ 538 milhões e crescimento de 21%, segundo a Visa.

Os cartões de crédito de turistas clientes da empresa movimentaram US$ 4,4 bilhões no México em 2010, aumento de 12% ante 2009.

24 de mar. de 2011

AUMENTA DISPUTA NO SEGMENTO VIAGEM

jornal Brasil Econômico 24/03/2011 - Thais Folego

Em janeiro, os brasileiros gastaram R$ 1,7 bilhão no exterior, 43% a mais que no mesmo mês em 2010, de acordo com dados do Banco Central. No ano passado inteiro, o desembolso foi de R$ 17,8 bilhões em viagens para fora do país, 38% superior que em 2009. O mercado de cartões, é claro, quer que a maior parte dessas transações seja feita eletronicamente

A Visa lançou no Brasil o seu cartão pré-pago que pode ser carregado em outras moedas, o Visa Travel Money (VTM), em 1996. Desde então, atuava sozinho neste segmento. Agora, 15 anos depois, com a valorização do real e os brasileiros abrindo a carteira no exterior, Mastercard e American Express (Amex) lançaram seus produtos.
Todos os cartões podem ser carregados em dólar americano, euro e libra. O VTM é emitido ainda em outras duas moedas pela corretora de câmbio Confidence: rand (moeda sul-africana) e peso argentino (ambos emitidos ).

A Mastercard vem se preparando sua área de pré-pagos, cujo primeiro produto é o MasterCard Cash Passport, há 12 meses. Fez parte da estratégia, a compra, no final do ano passado, da Travelex, que distribui e gerencia programas de cartões pré-pagos.

No Brasil, a Travelex tem 18 parcerias para distribuição de cartões, que têm mais de 500 pontos de venda, entre corretoras de câmbio, agências de viagem e hotéis. “Também estamos abertos a parcerias com bancos”, diz Gilberto Caldart, presidente da Mastercard no Brasil.

O cartão da Mastercard será emitido com chip, o que dá mais segurança às transações. Em países onde não há aceitação de cartão com a tecnologia, porém, a tarja será usada. O VTM também está sendo emitido com chip.

Já a estratégia da American Express é a distribuição nos grandes bancos. O cartão já está nos balcões do Itaú. A meta da bandeira é atingir um faturamento anual de R$1bilhão por ano, segundo a vice-presidente das Américas para Produtos Pré-Pagos da American Express, Rose Del Col. “Estamos fazendo investimentos globalmente em pré-pagos”, diz.

14 de mar. de 2011

RIO DE JANEIRO PASS CHEGA AO RIO

portal Meio&Mensagem 14/03/2011

Com um investimento previsto de R$ 1 milhão para o ano de 2011, o Rio de Janeiro PASS chega ao mercado carioca seguindo a tendência de cartões que oferecem passe livre para atrações turísticas e culturais como o London Pass, Roma Pass, Barcelona Pass e New York Pass. Com o Rio de Janeiro Pass, o turista que visita o Rio poderá comprar passes de até 30 atrações, entre museus, pontos turísticos, parques, alimentação, compras, esportes e aventura, passeios, e serviços na cidade. A venda, segundo o idealizador e fundador do cartão será feita principalmente pelo site (www.riodejaneiropass.com) que tem versões em inglês e português.

"Mas a nossa meta é também vendermos por meio das agências e operadoras de turismo, e hotéis”, afirma Gomes.

O foco para divulgação do serviço serão as mídias eletrônicas como Google e Facebook. Gomes ressalta que muitos turistas buscam a internet e redes sociais para planejar e definir seus roteiros. O cartão carioca tem opções de passeios para um, três e sete dias.

1 de mar. de 2011

BRASILEIROS GASTAM 50% A MAIS COM CARTÃO NO CANADÁ

jornal Folha de S. Paulo 01/03/2011 – Mercado Aberto

Os gastos com cartão de crédito dos turistas brasileiros no Canadá aumentaram 50% no ano passado ante 2009, de acordo com levantamento realizado pela Visa.

As operações de brasileiros clientes da empresa movimentaram US$ 117 milhões (cerca de R$ 194 milhões) no país da América do Norte.

O principal motivo para o crescimento foi a realização dos Jogos Olímpicos de Inverno, em fevereiro do ano passado, em Vancouver.

Os norte-americanos são líderes de gastos com cartões da empresa no Canadá, com cerca de R$ 5,8 bilhões.

23 de fev. de 2011

EM JANEIRO, CARTÃO DE CRÉDITO REPRESENTA 68% DOS GASTOS DE BRASILEIROS NO EXTERIOR

portal InfoMoney 23/02/2011 - Patricia Alves

Os pagamentos com cartão de crédito responderam por 68% dos gastos de brasileiros no exterior no primeiro mês do ano, segundo dados do Banco Central divulgados nesta quarta-feira (23).

No período, as despesas no cartão de crédito atingiram US$ 1,185 bilhão dos US$ 1,741 bilhão gastos por brasileiros em outros países.

Já o montante gasto no cartão de crédito por turistas estrangeiros no Brasil, no mesmo período, foi de US$ 449 mlhões, o que corresponde a 75,46% dos US$ 595 milhões deixados por eles no País.

Outras despesas com viagens de turismo de brasileiros no exterior somaram US$ 519 milhões, enquanto as de estrangeiros no Brasil somaram US$ 135 milhões.

Comparação anual

Frente a janeiro de 2010, os gastos dos brasileiros com cartão de crédito em viagens ao exterior cresceram 43,12%, já que, naquele mês, o montante apurado foi de US$ 828 milhões. Já os gastos dos estrangeiros com cartões no Brasil registraram alta de 6,4%, uma vez que, no primeiro mês de 2010, atingiram US$ 422 milhões.

Despesas e receitas

No geral, segundo a nota do Setor Externo, as despesas dos turistas brasileiros no exterior registradas em janeiro deste ano aumentaram 43,05% em relação ao mesmo mês de 2010.

Considerando o total gasto no Brasil pelos turistas estrangeiros, houve alta de 5,12% em janeiro deste ano, na comparação com igual mês de 2010. No mês passado, os turistas estrangeiros deixaram US$ 566 milhões no País, contra US$ 595 milhões registrados no primeiro mês de 2010.

11 de fev. de 2011

TURISTA DE PRIMEIRA VIAGEM FAZ CRESCER FILÃO DO CÂMBIO NO PAÍS

jornal Valor Econômico 11/02/2011 - Aline Lima

De carona na horda de brasileiros que "invade" o exterior, grandes bancos de varejo começam a mostrar interesse pelo câmbio turismo, mercado até pouco tempo atrás relegado a segundo plano. Um produto, em especial, parece ter caído no gosto dos bancões: cartões pré-pagos em moeda estrangeira. O Banco do Brasil (BB) disponibiliza a modalidade a seus correntistas desde dezembro. O Bradesco passou a oferecer o seu em janeiro e deve entrar com campanha de divulgação ainda este mês.

Embora não seja exatamente uma novidade, o cartão pré-pago ainda é um produto pouco difundido se comparado ao cartão de crédito ou mesmo ao dinheiro em papel. Estimativas de mercado apontam para um volume de US$ 600 milhões (cerca de R$ 1,2 bilhão) movimentado por brasileiros por meio de cartões pré-pagos de viagem, em 2010. Já os cartões de crédito responderam por R$ 10,166 bilhões dos gastos no exterior no mesmo período, segundo dados Banco Central (ver gráfico).



O BB chegou a fazer pilotos do produto em 2001, mas acabou desistindo. "Foi uma operação pontual que não progrediu por conta do custo de emissão [do cartão] e da limitação de uso lá fora", afirma Denilson Molina, diretor de cartões do banco. O cenário hoje parece bem diferente. O BB tem 43 mil cartões de viagem emitidos nas mãos de clientes, 5 mil deles vendidos em dezembro. A expectativa é vender 200 mil unidades por ano. O banco estatal espera também que, até o fim do ano, 50% de todo volume financeiro de câmbio manual migre para o cartão pré-pago e que, em 2013, essa proporção seja de 70%. O banco não revela o volume de operações de câmbio para turismo.

O grande atrativo do cartão pré-pago para os bancos está na sua facilidade logística de distribuição. A dinâmica do papel moeda envolve projeção de venda de diferentes moedas para diferentes regiões do país, sem contar a questão da segurança, uma vez que o dinheiro precisa chegar às agências de câmbio e corretoras, que são abastecidas por carros-fortes. O cartão pré-pago permite o carregamento em diversas moedas (dólar e euro, no caso do BB) e é impresso na hora, na medida em que haja procura.

O cartão pré-pago também se encaixa perfeitamente num perfil de consumidor que só agora começa a fazer viagens internacionais, mas que promete, em pouco tempo, liderar a massa de turistas brasileiros no exterior: a classe C. "Essas pessoas normalmente não possuem cartão internacional e, quando têm, contam com limite de crédito pequeno", explica Luís Lobo, presidente da Sacs, administradora de cartões pré-pagos criada no ano passado pelo grupo Confidence. "Além disso, elas querem facilidade e fugir do risco de variação cambial", acrescenta.

Márcio Henrique Parizotto, superintendente de produtos da Bradesco Cartões, ressalta que o atendimento à demanda de viagem sempre fez parte do "modus operandi" do banco, mas reconhece que o serviço estava voltado principalmente para a alta renda. "O Bradesco Money Card vem preencher essa lacuna", diz. O banco não divulga projeções acerca do recém-lançado produto.

Os brasileiros, é fato, nunca viajaram tanto para o exterior como em 2010. Os gastos somaram R$ 16,4 bilhões, 50,7% a mais que as despesas em 2009, segundo dados do Banco Central (ver gráfico). Profissionais do setor de turismo acreditam que essas cifras só tendem a aumentar, apoiadas no crescimento da economia e na ascensão da classe C.

Os cartões pré-pagos em moeda estrangeira existem desde 2001, mas até então somente bancos de nicho, como o Rendimento e o Confidence, trabalhavam com o produto. O banco Rendimento aproveitou o "vácuo enorme", nas palavras de seu presidente e acionista, Abramo Douek, para ganhar mercado. Segundo Douek, o banco detém hoje 25% do mercado nacional de câmbio turismo. "Alguns anos atrás, o cliente ia à agência e ninguém sabia orientá-lo", lembra Douek. O Rendimento, que tem 70% de sua receita proveniente de operações de câmbio, trabalha em parceria com 3,1 mil agências de turismo e atende, por meio de sua corretora Cotação (que incorporou a corretora Action no início deste ano), de 1 a 1,2 mil clientes diariamente, em média.

Com a entrada dos grandes bancos de varejo nesse mercado, as instituições de nicho apostam na especialização e na agilidade para enfrentar a concorrência. A Confidence, por exemplo, que emite cartões pré-pagos em 20 moedas, prepara para este mês o lançamento de um cartão que poderá ser carregado em pesos argentinos. A corretora, que no ano passado recebeu licença do BC para se tornar o primeiro banco de câmbio, passando a importar diretamente as moedas que vende, teve sua prova de fogo na Copa do Mundo da África do Sul, quando lançou um pré-pago em rand. "No meio do caminho, tivemos de reforçar a equipe noturna da central de teleatendimento e aumentar o limite de saques no cartão, porque muitas empresas brasileiras estavam usando o produto para pagar funcionários recrutados lá na África do Sul", conta Lobo, da Sacs, a administradora de cartões do grupo Confidence. Foram emitidos 5 mil cartões num total de US$ 1,5 milhão, resultado que surpreendeu.

Mas os bancos de nicho não contam apenas com a agilidade na prestação de serviço para vencer a concorrência. A própria criação da Sacs tem por objetivo atender a outras instituições financeiras, com planos de expansão para a América Latina.

A abertura de lojas de câmbio em shopping centers e aeroportos tem sido outra frente de disputa nesse mercado. "Estamos de olho em todos os projetos de inauguração de shopping e expansão de aeroportos", diz Alexandre Fialho, diretor do Rendimento, que neste ano já conquistou uma vitória: um espaço em frente ao desembarque internacional do aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. "Na cara do gol", comemora ele. A corretora Cotação, do Rendimento, vai abrir ainda mais uma loja em Florianópolis e outras duas em shoppings da capital paulista.

Para atender à demanda de turistas brasileiros viajando para o exterior, a Confidence chegou a fechar desde 2007 cinco lojas de compra de moeda, que atende a estrangeiros, para quadruplicar, de lá para cá, o número de lojas de venda de moedas para brasileiros. Hoje são 112 lojas e, a expectativa, é fechar o ano com 120.

25 de jan. de 2011

EM 2010, CARTÃO DE CRÉDITO REPRESENTA 62% DOS GASTOS DE BRASILEIROS NO EXTERIOR

portal Info Money 25/01/2011 - Gladys Ferraz Magalhães

Os pagamentos com cartão de crédito responderam por 61,90% dos gastos de brasileiros no exterior em 2010, segundo dados do Banco Central divulgados nesta terça-feira (25).

No período, as despesas no cartão de crédito atingiram US$ 10,166 bilhões dos US$ 16,422 bilhões gastos por brasileiros em outros países.

Já o montante gasto no cartão de crédito por turistas estrangeiros no Brasil no mesmo período foi de US$ 4,316 bilhões, o que corresponde a 72,91% dos US$ 5,919 bilhões deixados por estrangeiros no País.

Outras despesas com viagens de turismo de brasileiros no exterior somaram US$ 5,678 bilhões, enquanto as de estrangeiros no Brasil somaram US$ 1,464 bilhão.

Comparação anual

Frente a 2009, os gastos dos brasileiros com cartão de crédito em viagens ao exterior cresceram 54,33%, já que, naquele ano, o montante apurado foi de US$ 6,587 bilhões. Já os gastos dos estrangeiros com cartões no Brasil registraram alta de 35,94% em um ano, uma vez que, em 2009, atingiram US$ 3,175 bilhões.

Ao todo, a maior parte das despesas cresceu no período, sendo que o valor destinado ao turismo aumentou 46,72%.

No que diz respeito aos gastos com turismo dos estrangeiros no Brasil, por outro lado, houve decréscimo de 27,38%, pois, em 2009, eles deixaram por aqui US$ 2,016 bilhões.

Dezembro

Em dezembro, as despesas no cartão de crédito atingiram US$ 1,020 bilhão, respondendo por 59,09% dos US$ 1,726 bilhão gastos por brasileiros em outros países no décimo segundo mês do ano.

Já o montante gasto no cartão de crédito por turistas estrangeiros no Brasil no mesmo período foi de US$ 445 milhões, o que corresponde a 73,31% dos US$ 607 milhões deixados por estrangeiros aqui.

21 de dez. de 2010

CARTÃO DE CRÉDITO REPRESENTA MAIS DE 66% DOS GASTOS DOS BRASILEIROS NO EXTERIOR

portal InfoMoney 21/12/2010 - Gladys Ferraz Magalhães

Os pagamentos com cartão de crédito responderam por 66,46% dos gastos de brasileiros no exterior em novembro deste ano, segundo dados do Banco Central divulgados nesta terça-feira (21).

No mês, as despesas no cartão de crédito atingiram US$ 1,007 bilhão dos US$ 1,515 bilhão gastos por brasileiros em outros países no décimo primeiro mês do ano.

Já o montante gasto no cartão de crédito por turistas estrangeiros no Brasil no mesmo período foi de US$ 415 milhões, o que corresponde a 74,1% dos US$ 560 milhões deixados por estrangeiros no País.

Outras despesas com viagens de turismo de brasileiros no exterior somaram US$ 462 milhões, enquanto as de estrangeiros no Brasil somaram US$ 134 milhões.

Comparação anual

Frente a 2009, os gastos dos brasileiros com cartão de crédito em viagens ao exterior cresceram 64,54%, já que, no décimo primeiro mês do ano passado, o montante apurado foi de US$ 612 milhões. Já os gastos dos estrangeiros com cartões no Brasil registraram alta de 20,3% em um ano, uma vez que, em novembro de 2009, atingiram US$ 345 milhões.

Ao todo, a maior parte das despesas cresceu no período, sendo que o valor destinado ao turismo aumentou 38,3%.

No que diz respeito aos gastos com turismo dos estrangeiros no Brasil, o acréscimo foi de 16,52%, pois, em novembro de 2009, eles deixaram por aqui US$ 115 milhões.