portal CardClipping
A prefeitura de Santa Fé, em parceria com estabelecimentos varejistas, lançou a Tarjeta Santa Fé, com o qual os usuários para acumular pontos que podem ser trocados por vários prêmios e bônus. É uma maneira de encorajar e premiar a fidelidade dos consumidores.
O plástico será distribuído gratuitamente para cerca de 30 mil pessoas em Santa Fé e região, e é uma iniciativa conjunta entre o Governo da cidade, o Centro Comercial Santa Fé, a CAME (Confederación Argentina de la Mediana Empresa) e as associações de comerciantes de ruas e avenidas de comércio (rua San Martín, e avenidas Zuviría Facundo, General del Valle Paz e Aristóbulo). Até agora, 600 lojas estão operando o programa.
O Cartão Santa Fé é um cartão de fidelidade e benefícios destinado a reforçar a relação entre o cliente, o visitante freqüente ou turista e o comércio santafesino. O programa oferece descontos, viagens e prêmios aos usuários que consomem produtos e serviços nas lojas de Santa Fé. A adesão é gratuita e a participação não gera nem tarifas de manutenção nem custos mensais. Os clientes podem acompanhar seus pontos e o catálogo de benefícios através do site do programa (www.tarjetasantafe.com.ar). O site também recebe adesões de novos participantes.
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14 de jul. de 2011
29 de abr. de 2011
BB TERÁ AGÊNCIA PARA ATENDER TURISTAS BRASILEIROS NA ARGENTINA
portal Folha Online 28/04/2011 - Lucas Ferraz
Estimulado pelo crescente do número de turistas brasileiros na Argentina e pela compra do Banco Patagônia, o Banco do Brasil anunciou que em 60 dias vai abrir em Buenos Aires um centro de atenção ao cliente.
A agência será instalada no microcentro da capital argentina e estará interligada com todo o sistema do banco no Brasil. O atendimento, segundo a instituição, será em português.
Além de atender clientes do BB, a agência -- que será identificada como Banco Patagônia mas também terá a marca da instituição brasileira -- estará aberta a qualquer brasileiro como centro de informação financeira, como para casos de dúvida em relação a uso de cartão no exterior, e funcionará ainda como casa de câmbio.
O valor das tarifas, contudo, será o mesmo do cobrado em movimentações financeiras no exterior.
O centro deverá ser inaugurado até as férias de julho, estendendo a consultoria que o Banco do Brasil atualmente presta na Argentina, voltada exclusivamente para pessoas jurídicas.
"A Argentina geralmente é o primeiro destino internacional do turista brasileiro, e esse será um foco importante", disse Alan Toledo, vice-presidente da área internacional do BB. Segundo estimativas do governo argentino, em 2010 mais de 1 milhão de turistas brasileiros visitaram o país, um recorde. Neste ano a previsão é de que o número se repita.
Após trâmites burocráticos no Brasil e na Argentina, o BB assumiu efetivamente nesta semana o controle acionário do Patagônia, um dos dez maiores bancos argentinos, adquirido pela instituição em abril do ano passado. Segundo Toledo, o objetivo, nos próximos cinco anos, é colocar o banco entre os cinco maiores do país.
Segundo o Banco do Brasil, que não divulgou uma estimativa de investimento para os próximos anos na Argentina, o número de agências do Patagônia no país será ampliado _hoje são 164. Nessas agências também serão instalados postos de atendimento, por telefone e em português, para os correntistas do BB.
Estimulado pelo crescente do número de turistas brasileiros na Argentina e pela compra do Banco Patagônia, o Banco do Brasil anunciou que em 60 dias vai abrir em Buenos Aires um centro de atenção ao cliente.
A agência será instalada no microcentro da capital argentina e estará interligada com todo o sistema do banco no Brasil. O atendimento, segundo a instituição, será em português.
Além de atender clientes do BB, a agência -- que será identificada como Banco Patagônia mas também terá a marca da instituição brasileira -- estará aberta a qualquer brasileiro como centro de informação financeira, como para casos de dúvida em relação a uso de cartão no exterior, e funcionará ainda como casa de câmbio.
O valor das tarifas, contudo, será o mesmo do cobrado em movimentações financeiras no exterior.
O centro deverá ser inaugurado até as férias de julho, estendendo a consultoria que o Banco do Brasil atualmente presta na Argentina, voltada exclusivamente para pessoas jurídicas.
"A Argentina geralmente é o primeiro destino internacional do turista brasileiro, e esse será um foco importante", disse Alan Toledo, vice-presidente da área internacional do BB. Segundo estimativas do governo argentino, em 2010 mais de 1 milhão de turistas brasileiros visitaram o país, um recorde. Neste ano a previsão é de que o número se repita.
Após trâmites burocráticos no Brasil e na Argentina, o BB assumiu efetivamente nesta semana o controle acionário do Patagônia, um dos dez maiores bancos argentinos, adquirido pela instituição em abril do ano passado. Segundo Toledo, o objetivo, nos próximos cinco anos, é colocar o banco entre os cinco maiores do país.
Segundo o Banco do Brasil, que não divulgou uma estimativa de investimento para os próximos anos na Argentina, o número de agências do Patagônia no país será ampliado _hoje são 164. Nessas agências também serão instalados postos de atendimento, por telefone e em português, para os correntistas do BB.
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11 de mar. de 2011
CONSUMO ARGENTINO COM CARTÃO DE CRÉDITO TEM RECUO
jornal DCI 11/03/2011
As operadoras verificaram em fevereiro uma desaceleração de 10 pontos percentuais no consumo argentino pago com cartões de crédito. Em dezembro e janeiro, as operadoras comemoraram aumentos recordes de 50%, na base anual, nas compras com cartão. Mas no mês passado o consumo aumentou menos: 40% comparado com igual período de 2010. Fontes do setor diagnosticaram que o recuo pode indicar tendência para os dois próximos meses. "O pé no freio deve-se à inflação elevada, que está corroendo o poder aquisitivo e deixando os salários curtos", afirmou um gerente de um banco emissor de cartão de crédito, que prefere não ser identificado. Segundo ele, o consumo voltará à curva ascendente somente após a conclusão das negociações de reajustes salariais dos sindicatos.
As operadoras verificaram em fevereiro uma desaceleração de 10 pontos percentuais no consumo argentino pago com cartões de crédito. Em dezembro e janeiro, as operadoras comemoraram aumentos recordes de 50%, na base anual, nas compras com cartão. Mas no mês passado o consumo aumentou menos: 40% comparado com igual período de 2010. Fontes do setor diagnosticaram que o recuo pode indicar tendência para os dois próximos meses. "O pé no freio deve-se à inflação elevada, que está corroendo o poder aquisitivo e deixando os salários curtos", afirmou um gerente de um banco emissor de cartão de crédito, que prefere não ser identificado. Segundo ele, o consumo voltará à curva ascendente somente após a conclusão das negociações de reajustes salariais dos sindicatos.
12 de fev. de 2011
ARGENTINA: TÁXI EM MAR DEL PLATA JÁ ACEITA CARTÃO DE CRÉDITO
redação Serfinco 12/02/2011 – notícia de Diego Geddes (Clarín.com)
Dinheiro ou cartão? A questão deixa de ser exclusiva para compras feitas nas lojas ou restaurantes. Em Mar del Plata, entrou em vigor o sistema de pagamento para os táxis com cartão de crédito. Esta é a primeira cidade da Argentina a incorporar este sistema, que não tem custo adicional e que oferece segurança para os passageiros e também para os motoristas.
De imediato, 250 táxis oferecem o serviço, dos mais de 2.000 existentes na cidade. É um projeto piloto mas a ideia é impor a solução a todos os táxis na cidade, de forma definitiva, até a próxima temporada.
Os veículos que já têm o sistema podem ser identificados pela placa fixada no teto, onde se lê "pague sua viagem com cartão de crédito”. O sistema é muito fácil de usar. Cada táxi é equipado com um telefone celular com conexão à Internet que funciona como terminal no negócio. Quando a viagem termina, o motorista digita o número do cartão e o valor da corrida e o passageiro confirma a operação digitando sua senha. Depois que a transação é aprovada. o usuário recebe um comprovante. Todos os cartões de crédito são aceitos e, em breve, também irá servir para cartões de débito.
A medida foi solicitada pela Empresa de Taxi Marplatense (Comartax) como uma medida de segurança para impedir a utilização de dinheiro, mas também é um serviço muito útil aos usuários locais e turistas de Mar del Plata. O sistema ainda traz vantagens ao eliminar a necessidade de troco.
A direção da Comartax estima que os motoristas que optarem pela solução devem faturar entre 50% e 60% no cartão.
Os taxistas que aderiram ao programa receberam treinamento para usar o serviço. A ideia é disseminar a iniciativa entre todos os táxis da cidade e não apenas aqueles filiados à cooperativa.
Dinheiro ou cartão? A questão deixa de ser exclusiva para compras feitas nas lojas ou restaurantes. Em Mar del Plata, entrou em vigor o sistema de pagamento para os táxis com cartão de crédito. Esta é a primeira cidade da Argentina a incorporar este sistema, que não tem custo adicional e que oferece segurança para os passageiros e também para os motoristas.
De imediato, 250 táxis oferecem o serviço, dos mais de 2.000 existentes na cidade. É um projeto piloto mas a ideia é impor a solução a todos os táxis na cidade, de forma definitiva, até a próxima temporada.
Os veículos que já têm o sistema podem ser identificados pela placa fixada no teto, onde se lê "pague sua viagem com cartão de crédito”. O sistema é muito fácil de usar. Cada táxi é equipado com um telefone celular com conexão à Internet que funciona como terminal no negócio. Quando a viagem termina, o motorista digita o número do cartão e o valor da corrida e o passageiro confirma a operação digitando sua senha. Depois que a transação é aprovada. o usuário recebe um comprovante. Todos os cartões de crédito são aceitos e, em breve, também irá servir para cartões de débito.
A medida foi solicitada pela Empresa de Taxi Marplatense (Comartax) como uma medida de segurança para impedir a utilização de dinheiro, mas também é um serviço muito útil aos usuários locais e turistas de Mar del Plata. O sistema ainda traz vantagens ao eliminar a necessidade de troco.
A direção da Comartax estima que os motoristas que optarem pela solução devem faturar entre 50% e 60% no cartão.
Os taxistas que aderiram ao programa receberam treinamento para usar o serviço. A ideia é disseminar a iniciativa entre todos os táxis da cidade e não apenas aqueles filiados à cooperativa.
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