jornal Brasil Econômico 03/01/2012 – Flávia Furlan
O mercado de cartões brasileiro ficará mais concorrido este ano, quando duas novas credenciadoras — companhias que fazem a comunicação entre o comércio e as bandeiras — entrarão em operação: as americanas Elavon e Tsys. As empresas chegam para competir com Cielo e Redecard, que hoje dominam a atividade de adquirência, e vão usar como estratégia aquilo que está sendo experimentado pelas veteranas, que é agregar valor às “maquininhas” disponibilizadas ao comércio, como com programas de fidelidade, sem entrar em guerra de preços.
Segundo Antonio Castillo, presidente da Elavon na América Latina — credenciadora que atua em 30 países e que tem um escritório com 100 funcionários no Brasil—, a companhia vai entrar no país com produtos diferenciados para cada tipo de varejista e tem serviços para empresas do setor aéreo, turismo, saúde e para o comércio eletrônico. “Acreditamos que o mais importante para o varejo é economia em cima das receitas operacionais. A estratégia da Elavon não é baseada em preços.”
A Elavon já fechou contrato com 200 varejistas de todos os portes, sendo que os menores devem começar um projeto piloto no primeiro trimestre de 2012 e os grandes vão entrar em operação até o final do primeiro semestre, já que estão passando por uma fase de desenvolvimento de produtos especiais a serem aplicados no país. A empresa já teem sua carteira bandeiras como Visa, MasterCard, Diners e Discover, mas não descarta a parceria com as bandeiras regionais.
Antonio Jorge Bueno, responsável pela América Latina da conterrânea Tsys, pondera que quer entregar no Brasil muito valor agregado às maquininhas. “O caminho neste mercado é a diferenciação”, afirma, sem adiantar qual a estratégia que a empresa seguirá no país quando começar a operar, o que deve ocorrer no próximo ano. A Tsys atua no Brasil como processadora de transações de cartões desde 2009, tendo como principal cliente o Carrefour. No mundo, a empresa tem capacidade de processar 7 bilhões de pagamentos ao ano e apenas nos Estados Unidos ela atua também como credenciadora, a exemplo do que ocorrerá no Brasil. De acordo com Bueno, a guerra de preços só estragaria o mercado para todo mundo e, portanto, não é a estratégia que deve adotar. “Conforme o preço abaixa, a qualidade do serviço cai e tudo tem um limite. Quero fornecer tanto benefício ao cliente que ele aceite pagar mais pelo meu serviço”, pondera.
As novas empresas de credenciamento entram em sintonia com as veteranas do setor. “Não vamos entrar em guerra de preços”, afirmaram em coro Claudio Yamaguti, presidente da Redecard, durante reunião com investidores, e Rômulo Dias, presidente da Cielo, em entrevista ao BRASIL ECONÔMICO.
As empresas reduziram suas margens durante o ano de 2010, quando houve em julho a abertura do mercado de credenciamento com o fim da exclusividade de Cielo prestar serviço de adquirência para a Visa e a Redecard para a MasterCard. Em ambiente mais competitivo, as companhias foram forçadas a reduzir preços, inclusive a taxa de desconto cobrada do varejista pelo aluguel das maquininhas. Para se ter uma ideia, entre o terceiro trimestre de 2010 e o mesmo período de 2011, a taxa da Redecard e da Cielo caiu 8%. No entanto, agora o que se percebe é que essa taxa tende a se estabilizar, uma vez que as empresas voltaram a buscar rentabilidade para garantir resultados.
O Santander, que entrou no mercado de adquirência em 2010 em parceria com a GetNet, vai no sentido contrário dos concorrentes e já anunciou, inclusive, a não cobrança da taxa de desconto aplicada ao varejista pelo aluguel das maquininhas. A meta é ganhar escala e depois buscar rentabilidade.
Preço baixo é importante para novata ganhar mercado
A estratégia de cobrar um preço menor é importante para quem está entrando no mercado de adquirência brasileiro, pois é deste modo que se conquista mais escala, segundo a equipe de pesquisas da corretora Planner. “O Santander está em primeiro lugar buscando volume porque precisa de participação neste setor, já que a Cielo e Redecard têm uma vantagem muito forte”, pondera a equipe de analistas. Para eles, vai ser difícil ganhar espaço como Elavon e Tsys estão propondo, apenas agregando valor às maquininhas, a não ser que se conquiste clientes com grande volume de transações. Dados do terceiro trimestre de 2011 mostravam que a Cielo detinha 56,7% do mercado de credenciamento, ante 42,1% da Redecard e 1,2% de outras. Pesquisa da Boanerges & Cia. Consultoria de Varejo mostra que, em 2016, quando o Brasil atingir 13,7 bilhões de transações ao ano, a Cielo terá parcela de 41,6% do mercado, contra 37,2% da Redecard e 21,16% das demais empresas.
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14 de jan. de 2012
PARCERIA IMPULSIONA SUPER PORTUGUÊS
jornal Valor Econômico 29/12/2011 - Felipe Marques
"Doutô Ricardo, uma palavrinha, por favor? É que eu acabei de comprar quinhentas gramas de queijo, mas aí eu esqueci de pedir pra cortar mais um pouquinho... Sabe o que é, apareceu um camundongozinho lá em casa e eu tava querendo só uma pontinha de queijo pra pegar o filho da mãe. Aí o cara que corta frios pediu pra eu vir aqui perguntar pro senhor se podia."
É nesse tom de intimidade que os habitantes da pacata Santa Isabel, município a 50 km de São Paulo, conversam com Ricardo Ribeiro, o dono do Supermercado Super Português - assim mesmo, com dois "Supers". O excesso de adjetivos não é de todo um exagero. Apesar da atmosfera de cidade pequena, o Super Português tem tamanho para rivalizar com supermercados de grandes centros urbanos, fluxo incessante de isabelenses e planos de ficar ainda maior.
O porte foi conquistado, conta Ribeiro, com a parceria financeira do Tribanco. A instituição mineira oferece linhas de capital garantido e adiantamento de cheques para o mercado - com taxas que vão de 1,2% a 3% ao mês. "Eles já liberam também uma linha de crédito para comprarmos equipamentos para o novo mercado. No começo de 2012 vamos abrir uma loja nova", diz Ribeiro, que é sócio do irmão, José Carlos Ribeiro, no mercado.
No coração desta parceria está o Tricard, um cartão de loja que o banco emite para os comércios parceiros. "O Tricard vem sendo um importante elemento para alavancar nossas vendas", conta Ricardo. Com o nome de "Supercompras" o cartão dá ao cliente do Português um limite inicial de R$ 300 de crédito, e o Tribanco oferece até pequenos seguros com a fatura.
De acordo com Ribeiro, o mercado distribui entre 300 e 500 cartões no mês e tem cerca de 10 mil clientes ativos - um quinto dos cerca de 50 mil habitantes da cidade. Para atrair a clientela, ele conta que o truque é investir nas promoções - com direito à famosa "roda da fortuna" para os premiados - e na rapidez na hora de emitir o cartão. "Se você sentar lá no quiosque, em 20 minutos já tem o cartão".
O sucesso do Tricard no Super Português fez com que o mercado fosse escolhido para participar do projeto piloto do Tribanco para emitir cartões com bandeira Mastercard. Ribeiro diz que o teste começou no fim de setembro e estima que tenham sido emitidos cerca de 400 cartões em trinta dias.
O Supermercado Super Português trabalha com o Grupo Martins, a rede atacadista ligada ao Tribanco, desde 1986. Em meados da década de 90, o comércio tornou-se também cliente do Tribanco. A estratégia para chegar no Português foi a mesma que o banco mantém até hoje. "O primeiro contato foi feito pelo revendedor comercial do Martins", lembra Ribeiro. "Eles começam oferecendo uma extensão no prazo de pagamento: você ganha 28 dias para pagar a mercadoria pelo Martins e mais 90 pelo Tribanco."
Ribeiro conta que o Super Português está há 30 anos no mesmo lugar - ele é o neto do português que fundou o mercado, Daniel Catanho. "Nós éramos do tamanho da farmácia que tem ali na frente", diz. A farmácia e um posto do Bradesco ficam dentro do mercado e foram inaugurados em 2009. O Super Português também é cliente do Bradesco, desde 1986.
"Doutô Ricardo, uma palavrinha, por favor? É que eu acabei de comprar quinhentas gramas de queijo, mas aí eu esqueci de pedir pra cortar mais um pouquinho... Sabe o que é, apareceu um camundongozinho lá em casa e eu tava querendo só uma pontinha de queijo pra pegar o filho da mãe. Aí o cara que corta frios pediu pra eu vir aqui perguntar pro senhor se podia."
É nesse tom de intimidade que os habitantes da pacata Santa Isabel, município a 50 km de São Paulo, conversam com Ricardo Ribeiro, o dono do Supermercado Super Português - assim mesmo, com dois "Supers". O excesso de adjetivos não é de todo um exagero. Apesar da atmosfera de cidade pequena, o Super Português tem tamanho para rivalizar com supermercados de grandes centros urbanos, fluxo incessante de isabelenses e planos de ficar ainda maior.
O porte foi conquistado, conta Ribeiro, com a parceria financeira do Tribanco. A instituição mineira oferece linhas de capital garantido e adiantamento de cheques para o mercado - com taxas que vão de 1,2% a 3% ao mês. "Eles já liberam também uma linha de crédito para comprarmos equipamentos para o novo mercado. No começo de 2012 vamos abrir uma loja nova", diz Ribeiro, que é sócio do irmão, José Carlos Ribeiro, no mercado.
No coração desta parceria está o Tricard, um cartão de loja que o banco emite para os comércios parceiros. "O Tricard vem sendo um importante elemento para alavancar nossas vendas", conta Ricardo. Com o nome de "Supercompras" o cartão dá ao cliente do Português um limite inicial de R$ 300 de crédito, e o Tribanco oferece até pequenos seguros com a fatura.
De acordo com Ribeiro, o mercado distribui entre 300 e 500 cartões no mês e tem cerca de 10 mil clientes ativos - um quinto dos cerca de 50 mil habitantes da cidade. Para atrair a clientela, ele conta que o truque é investir nas promoções - com direito à famosa "roda da fortuna" para os premiados - e na rapidez na hora de emitir o cartão. "Se você sentar lá no quiosque, em 20 minutos já tem o cartão".
O sucesso do Tricard no Super Português fez com que o mercado fosse escolhido para participar do projeto piloto do Tribanco para emitir cartões com bandeira Mastercard. Ribeiro diz que o teste começou no fim de setembro e estima que tenham sido emitidos cerca de 400 cartões em trinta dias.
O Supermercado Super Português trabalha com o Grupo Martins, a rede atacadista ligada ao Tribanco, desde 1986. Em meados da década de 90, o comércio tornou-se também cliente do Tribanco. A estratégia para chegar no Português foi a mesma que o banco mantém até hoje. "O primeiro contato foi feito pelo revendedor comercial do Martins", lembra Ribeiro. "Eles começam oferecendo uma extensão no prazo de pagamento: você ganha 28 dias para pagar a mercadoria pelo Martins e mais 90 pelo Tribanco."
Ribeiro conta que o Super Português está há 30 anos no mesmo lugar - ele é o neto do português que fundou o mercado, Daniel Catanho. "Nós éramos do tamanho da farmácia que tem ali na frente", diz. A farmácia e um posto do Bradesco ficam dentro do mercado e foram inaugurados em 2009. O Super Português também é cliente do Bradesco, desde 1986.
2 de nov. de 2011
PESQUISA MOSTRA QUE 46% APROVAM CELULAR COMO CARTÃO
portal Diário do Grande ABC 20/10/2011 - Agência Estado
O uso do celular como cartão de crédito deve ganhar força e pode substituir o plástico em breve. Embora 46% dos usuários bancarizados desconheçam os diferentes serviços de banco pelo celular (mobile banking) e pagamento móvel (mobile payment), essa mesma parcela de entrevistados avalia de maneira positiva a utilização do celular como cartão de crédito. "O grau de desconhecimento é alto e há espaço para melhorar a comunicação sobre essas opções", reforça a 9ª edição da pesquisa Mavam Brasil (Monitor Acision de Valor Adicionado Móvel), divulgada pela empresa Acision.
Por ora, o serviço mais conhecido para clientes bancários é o alerta de transações de compras com o cartão de crédito (24%) via SMS. Além disso, são ainda poucos os estabelecimentos que aceitam o telefone móvel no lugar do cartão de crédito. Mas esse cenário tende a mudar. Cada vez mais bancos unem-se a operadoras de telefonia na tentativa de popularizar o pagamento com o plástico via celular. Recentemente, Banco do Brasil e Oi lançaram um cartão de crédito que poderá ser utilizado como cartão tradicional, inicialmente com a bandeira Mastercard, ou via celular Oi.
Porém, o uso do mobile banking via celular ainda é bastante tímido. Conforme a pesquisa, 10% dos entrevistados acessaram um site bancário com o seu telefone móvel, mas somente 4% concluíram o pagamento por meio do celular. Entre as operações mais realizadas pelo público bancarizado, a consulta de saldos foi a mais citada, respondendo por uma fatia de 15%. "Os resultados confirmam que, atualmente, o tipo de serviço financeiro móvel mais utilizado é o mobile banking em detrimento de pagamentos móveis, que têm baixa adoção, com um número menor de ofertas", confirma a Acision.
Também foi constatada uma diferença de gênero. As transferências bancárias foram feitas mais por homens (19%) do que pelo público feminino (11%), diferença também verificada no acesso ao site do banco (14% para os clientes masculinos contra 7% entre as mulheres).
A consulta de saldos por meio do telefone móvel é um item desconhecido por 57% dos usuários. Outro mito para os entrevistados é a transferência de saldos entre celulares. Uma das explicações é o fato dessa operação ter sido disponibilizada há poucos anos. Mais da metade dos entrevistados (64%) não sabe dizer se a operadora permite transferência de crédito. Somente 15% do público consultado afirmou que a operadora permite o uso dessa alternativa.
Para que os usuários bancarizados adotem o celular como um canal para a realização de serviços financeiros móveis no seu dia a dia, o sistema tem de ser seguro e transparente. Essa é a condição alegada por 69% dos entrevistados. Outras imposições são a não existência de taxa extra para pagar por transação (65%) e a possibilidade de bloqueio imediato no caso de roubo ou perda de celular (64%). "De um total de 18 opções de mobile money, 11 apresentaram alto potencial para a adoção sempre sob o pressuposto de que todos os requisitos definidos pelos usuários serão atendidos", destaca a pesquisa.
Mercado de VAS no Brasil
A telefonia móvel brasileira segue em ritmo de expansão em número de linhas, receitas por serviço de voz, e, principalmente, de serviços de valor adicionado (VAS). O último quesito respondeu por 20% das vendas líquidas dos serviços das operadoras móveis no Brasil. Esse mercado apresentou expansão de 31% entre junho de 2010 e o mesmo mês deste ano. "O crescimento de serviços de valor adicionado está relacionado à adoção dos smartphones, um dos motivos para que as vendas líquidas de terminais por meio de operadoras registrem crescimento de 37%", explica a Acision.
Dos 432,3 milhões de linhas existentes na América do Sul, 220 milhões estão no Brasil. No segundo trimestre de 2011, as vendas líquidas de VAS foram de R$ 2,48 bilhões. O líder dos VAS é a internet móvel, com 50% da receita total, equivalente a R$ 1,248 bilhão de março a junho de 2011. Já as vendas líquidas por SMS foram de R$ 992 milhões no segundo trimestre, alta de 29% rante igual intervalo de 2010, correspondente a 40% do VAS.
Do total de entrevistados na 9ª Edição do Mavam Brasil, cujo tema central foi mobile money, 83% das pessoas ouvidas tinham conta bancária (1.295 casos da amostra que possuem conta bancária), fatia ouvida para as questões relacionadas a banco móvel. No Brasil, aproximadamente 40% da população usa bancos, segundo a GSMA LA Serviços Financeiros Móveis.
O uso do celular como cartão de crédito deve ganhar força e pode substituir o plástico em breve. Embora 46% dos usuários bancarizados desconheçam os diferentes serviços de banco pelo celular (mobile banking) e pagamento móvel (mobile payment), essa mesma parcela de entrevistados avalia de maneira positiva a utilização do celular como cartão de crédito. "O grau de desconhecimento é alto e há espaço para melhorar a comunicação sobre essas opções", reforça a 9ª edição da pesquisa Mavam Brasil (Monitor Acision de Valor Adicionado Móvel), divulgada pela empresa Acision.
Por ora, o serviço mais conhecido para clientes bancários é o alerta de transações de compras com o cartão de crédito (24%) via SMS. Além disso, são ainda poucos os estabelecimentos que aceitam o telefone móvel no lugar do cartão de crédito. Mas esse cenário tende a mudar. Cada vez mais bancos unem-se a operadoras de telefonia na tentativa de popularizar o pagamento com o plástico via celular. Recentemente, Banco do Brasil e Oi lançaram um cartão de crédito que poderá ser utilizado como cartão tradicional, inicialmente com a bandeira Mastercard, ou via celular Oi.
Porém, o uso do mobile banking via celular ainda é bastante tímido. Conforme a pesquisa, 10% dos entrevistados acessaram um site bancário com o seu telefone móvel, mas somente 4% concluíram o pagamento por meio do celular. Entre as operações mais realizadas pelo público bancarizado, a consulta de saldos foi a mais citada, respondendo por uma fatia de 15%. "Os resultados confirmam que, atualmente, o tipo de serviço financeiro móvel mais utilizado é o mobile banking em detrimento de pagamentos móveis, que têm baixa adoção, com um número menor de ofertas", confirma a Acision.
Também foi constatada uma diferença de gênero. As transferências bancárias foram feitas mais por homens (19%) do que pelo público feminino (11%), diferença também verificada no acesso ao site do banco (14% para os clientes masculinos contra 7% entre as mulheres).
A consulta de saldos por meio do telefone móvel é um item desconhecido por 57% dos usuários. Outro mito para os entrevistados é a transferência de saldos entre celulares. Uma das explicações é o fato dessa operação ter sido disponibilizada há poucos anos. Mais da metade dos entrevistados (64%) não sabe dizer se a operadora permite transferência de crédito. Somente 15% do público consultado afirmou que a operadora permite o uso dessa alternativa.
Para que os usuários bancarizados adotem o celular como um canal para a realização de serviços financeiros móveis no seu dia a dia, o sistema tem de ser seguro e transparente. Essa é a condição alegada por 69% dos entrevistados. Outras imposições são a não existência de taxa extra para pagar por transação (65%) e a possibilidade de bloqueio imediato no caso de roubo ou perda de celular (64%). "De um total de 18 opções de mobile money, 11 apresentaram alto potencial para a adoção sempre sob o pressuposto de que todos os requisitos definidos pelos usuários serão atendidos", destaca a pesquisa.
Mercado de VAS no Brasil
A telefonia móvel brasileira segue em ritmo de expansão em número de linhas, receitas por serviço de voz, e, principalmente, de serviços de valor adicionado (VAS). O último quesito respondeu por 20% das vendas líquidas dos serviços das operadoras móveis no Brasil. Esse mercado apresentou expansão de 31% entre junho de 2010 e o mesmo mês deste ano. "O crescimento de serviços de valor adicionado está relacionado à adoção dos smartphones, um dos motivos para que as vendas líquidas de terminais por meio de operadoras registrem crescimento de 37%", explica a Acision.
Dos 432,3 milhões de linhas existentes na América do Sul, 220 milhões estão no Brasil. No segundo trimestre de 2011, as vendas líquidas de VAS foram de R$ 2,48 bilhões. O líder dos VAS é a internet móvel, com 50% da receita total, equivalente a R$ 1,248 bilhão de março a junho de 2011. Já as vendas líquidas por SMS foram de R$ 992 milhões no segundo trimestre, alta de 29% rante igual intervalo de 2010, correspondente a 40% do VAS.
Do total de entrevistados na 9ª Edição do Mavam Brasil, cujo tema central foi mobile money, 83% das pessoas ouvidas tinham conta bancária (1.295 casos da amostra que possuem conta bancária), fatia ouvida para as questões relacionadas a banco móvel. No Brasil, aproximadamente 40% da população usa bancos, segundo a GSMA LA Serviços Financeiros Móveis.
9 de out. de 2011
SETOR DE CARTÕES É O MAIS RENTÁVEL DO PAÍS
jornal DCI 23/09/2011 – Panorama Brasil
A Austin Rating divulgou ontem estudo especial com o ranking da rentabilidade dos principais setores da economia brasileira. A lista analisa os resultados financeiros do primeiro semestre de 2011 de 373 empresas de capital aberto que foram agregadas em 34 setores da economia, conforme dados compilados em seus sistemas, AustinBank e AustinCredit.
O indicador geral, que agrega os dados das 373 empresas, registrou rentabilidade anualizada de 14,8% no primeiro semestre de 2011 contra 12,4% no mesmo período de 2010. Para efeito de comparação, a taxa do CDI acumulada no primeiro semestre de 2011, e anualizada, foi de 11,3% contra 8,8% no primeiro semestre de 2010.
Como ocorrido no ranking realizado no primeiro trimestre de 2011, mais uma vez o Setor de Cartões ficou na liderança no ranking de rentabilidade no primeiro semestre de 2011 com 107,9% de retorno sobre o capital próprio (LL/PL). O indicador do setor é pelo menos 7 vezes maior que a média dos demais 33 setores (15,3%) e mais de 10 vezes a mediana dos demais setores (10,6%).
Em segundo lugar, mais uma vez, ficou o Setor de Bebidas e Fumo com 35,0%, em terceiro ficou o Setor de Açúcar e Álcool com 32,9%, em quarto ficou o Setor de Mineração com 31,3% e na outra ponta da tabela, com o menor índice de rentabilidade está o Setor Industrial com rentabilidade negativa de 0,1%.
A Austin Rating divulgou ontem estudo especial com o ranking da rentabilidade dos principais setores da economia brasileira. A lista analisa os resultados financeiros do primeiro semestre de 2011 de 373 empresas de capital aberto que foram agregadas em 34 setores da economia, conforme dados compilados em seus sistemas, AustinBank e AustinCredit.
O indicador geral, que agrega os dados das 373 empresas, registrou rentabilidade anualizada de 14,8% no primeiro semestre de 2011 contra 12,4% no mesmo período de 2010. Para efeito de comparação, a taxa do CDI acumulada no primeiro semestre de 2011, e anualizada, foi de 11,3% contra 8,8% no primeiro semestre de 2010.
Como ocorrido no ranking realizado no primeiro trimestre de 2011, mais uma vez o Setor de Cartões ficou na liderança no ranking de rentabilidade no primeiro semestre de 2011 com 107,9% de retorno sobre o capital próprio (LL/PL). O indicador do setor é pelo menos 7 vezes maior que a média dos demais 33 setores (15,3%) e mais de 10 vezes a mediana dos demais setores (10,6%).
Em segundo lugar, mais uma vez, ficou o Setor de Bebidas e Fumo com 35,0%, em terceiro ficou o Setor de Açúcar e Álcool com 32,9%, em quarto ficou o Setor de Mineração com 31,3% e na outra ponta da tabela, com o menor índice de rentabilidade está o Setor Industrial com rentabilidade negativa de 0,1%.
11 de ago. de 2011
USO DE CARTÕES COM CHIP AUMENTA LUCRO DA VALID
jornal Valor Econômico 11/08/2011 - Marina Falcão
O crescimento da participação de produtos de maior valor agregado no faturamento da Valid (ex-ABNote) impulsionou o lucro da companhia para R$ 30,5 milhões no segundo trimestre, um aumento de 44% em relação ao mesmo período do ano passado.
Nessa comparação, a receita líquida avançou 12,2%, para R$ 212 milhões, apesar do recuo de 6,5% no volume de vendas de cartões, principal produto da Valid. A margem líquida subiu de 11% para 14%.
"Os cartões 'smart' [com chip] representavam cerca de 5% do volume de cartões produzidos por nós em 2010. No segundo trimestre desse ano, essa participação foi de 35%", aponta diretor de relações com investidores da Valid, Carlos Afonso D'Albuquerque.
A substituição dos cartões magnéticos pelos 'smarts', segundo o executivo, é uma tendência. A companhia fornece esse produto para os bancos.
O lucro operacional (antes de juros, impostos, amortização e depreciação) da Valid aumentou 16,8 %, para R$ 45 milhões. O valor exclui o investimento de R$ 1,1 milhão na construção de uma certificadora digital, projeto que exigirá aporte total de R$ 30 milhões e começará a gerar receita a partir de 2012.
A margem operacional da companhia teve ficou estável, avançando 0,3 ponto percentual, para 20,9%. "O resultado foi forte, mas ainda não atingimos a velocidade de cruzeiro esperada para o ano", comenta.
O executivo garante que, até dezembro, a Valid vai cumprir a promessa de entregar crescimento de 8% a 12% no seu Ebitda. Só com os resultados do primeiro semestre, a variação está em 2%.
Além de cartões, a Valid fornece chips para operadoras de telefonia e atua no segmento de meios de identificação, em que fabrica carteiras de habilitação. Nessa última divisão, a receita subiu 8% no trimestre, resultado considerado fraco. "Pode haver uma demanda represada por habilitações, já que as exigências nas provas do Detran aumentaram."
O crescimento da participação de produtos de maior valor agregado no faturamento da Valid (ex-ABNote) impulsionou o lucro da companhia para R$ 30,5 milhões no segundo trimestre, um aumento de 44% em relação ao mesmo período do ano passado.
Nessa comparação, a receita líquida avançou 12,2%, para R$ 212 milhões, apesar do recuo de 6,5% no volume de vendas de cartões, principal produto da Valid. A margem líquida subiu de 11% para 14%.
"Os cartões 'smart' [com chip] representavam cerca de 5% do volume de cartões produzidos por nós em 2010. No segundo trimestre desse ano, essa participação foi de 35%", aponta diretor de relações com investidores da Valid, Carlos Afonso D'Albuquerque.
A substituição dos cartões magnéticos pelos 'smarts', segundo o executivo, é uma tendência. A companhia fornece esse produto para os bancos.
O lucro operacional (antes de juros, impostos, amortização e depreciação) da Valid aumentou 16,8 %, para R$ 45 milhões. O valor exclui o investimento de R$ 1,1 milhão na construção de uma certificadora digital, projeto que exigirá aporte total de R$ 30 milhões e começará a gerar receita a partir de 2012.
A margem operacional da companhia teve ficou estável, avançando 0,3 ponto percentual, para 20,9%. "O resultado foi forte, mas ainda não atingimos a velocidade de cruzeiro esperada para o ano", comenta.
O executivo garante que, até dezembro, a Valid vai cumprir a promessa de entregar crescimento de 8% a 12% no seu Ebitda. Só com os resultados do primeiro semestre, a variação está em 2%.
Além de cartões, a Valid fornece chips para operadoras de telefonia e atua no segmento de meios de identificação, em que fabrica carteiras de habilitação. Nessa última divisão, a receita subiu 8% no trimestre, resultado considerado fraco. "Pode haver uma demanda represada por habilitações, já que as exigências nas provas do Detran aumentaram."
2 de mai. de 2011
LECCA PARTICIPA DE FÓRUM WITRISK
portal Varejista 02/05/2011
O diretor de cartões da Lecca, José Eduardo Manier, é um dos convidados do “Fórum Witrisk 2011”, evento especializado em gestão de crédito e cobrança, que acontece nos dias 4 e 5 de maio, no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo. Manier participará, no primeiro dia, do painel “O mundo de crédito - CD, Cartão Bandeira e PL? Qual o mais adequado para sua empresa?", que acontece a partir das 17h30.
Durante o debate, serão abordados temas relativos ao ciclo do crédito e da cobrança, como: “Quanto tempo vem o retorno de um PL em média?”; “O Mercado vai realmente trocar o CDC por cartão?”; “PL é aplicável a qualquer segmento?” e “Como trabalhar com múltiplos produtos?”.
O diretor de cartões da Lecca, José Eduardo Manier, é um dos convidados do “Fórum Witrisk 2011”, evento especializado em gestão de crédito e cobrança, que acontece nos dias 4 e 5 de maio, no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo. Manier participará, no primeiro dia, do painel “O mundo de crédito - CD, Cartão Bandeira e PL? Qual o mais adequado para sua empresa?", que acontece a partir das 17h30.
Durante o debate, serão abordados temas relativos ao ciclo do crédito e da cobrança, como: “Quanto tempo vem o retorno de um PL em média?”; “O Mercado vai realmente trocar o CDC por cartão?”; “PL é aplicável a qualquer segmento?” e “Como trabalhar com múltiplos produtos?”.
Marcadores:
cartão,
Fórum Witrisk,
José Eduardo Manier,
Lecca Financeira
14 de mar. de 2011
RIO DE JANEIRO PASS CHEGA AO RIO
portal Meio&Mensagem 14/03/2011
Com um investimento previsto de R$ 1 milhão para o ano de 2011, o Rio de Janeiro PASS chega ao mercado carioca seguindo a tendência de cartões que oferecem passe livre para atrações turísticas e culturais como o London Pass, Roma Pass, Barcelona Pass e New York Pass. Com o Rio de Janeiro Pass, o turista que visita o Rio poderá comprar passes de até 30 atrações, entre museus, pontos turísticos, parques, alimentação, compras, esportes e aventura, passeios, e serviços na cidade. A venda, segundo o idealizador e fundador do cartão será feita principalmente pelo site (www.riodejaneiropass.com) que tem versões em inglês e português.
"Mas a nossa meta é também vendermos por meio das agências e operadoras de turismo, e hotéis”, afirma Gomes.
O foco para divulgação do serviço serão as mídias eletrônicas como Google e Facebook. Gomes ressalta que muitos turistas buscam a internet e redes sociais para planejar e definir seus roteiros. O cartão carioca tem opções de passeios para um, três e sete dias.
Com um investimento previsto de R$ 1 milhão para o ano de 2011, o Rio de Janeiro PASS chega ao mercado carioca seguindo a tendência de cartões que oferecem passe livre para atrações turísticas e culturais como o London Pass, Roma Pass, Barcelona Pass e New York Pass. Com o Rio de Janeiro Pass, o turista que visita o Rio poderá comprar passes de até 30 atrações, entre museus, pontos turísticos, parques, alimentação, compras, esportes e aventura, passeios, e serviços na cidade. A venda, segundo o idealizador e fundador do cartão será feita principalmente pelo site (www.riodejaneiropass.com) que tem versões em inglês e português.
"Mas a nossa meta é também vendermos por meio das agências e operadoras de turismo, e hotéis”, afirma Gomes.
O foco para divulgação do serviço serão as mídias eletrônicas como Google e Facebook. Gomes ressalta que muitos turistas buscam a internet e redes sociais para planejar e definir seus roteiros. O cartão carioca tem opções de passeios para um, três e sete dias.
15 de jan. de 2011
CAIXA INCENTIVA LINHA DE CRÉDITO PARA COMPRAR MATERIAIS
jornal Cruzeiro do Sul 15/01/2011
A Caixa Econômica Federal, a exemplo da campanha realizada em dezembro passado, promove, novamente, em conjunto com o jornal Cruzeiro do Sul, mais uma edição da campanha de divulgação do Construcard, uma linha de crédito destinada à pessoa física para a compra de material de construção, mobília e equipamentos de lazer. De hoje até o próximo domingo, a Caixa intensificará a divulgação do Construcard que, entre outras vantagens, oferece financiamento em sessenta parcelas com juros a 1,75%, um dos mais baixos nesse segmento econômico. É uma oportunidade para as pessoas que estão sem dinheiro neste começo de ano, em razão dos impostos que precisam pagar, de construir, reformar ou mobiliar o imóvel.
Em Sorocaba e Votorantim, praticamente todas as lojas estão conveniadas, um total de 342. Em toda a regional da Caixa, em Sorocaba, que congrega 58 municípios, são 844 estabelecimentos conveniados. Para conseguir a linha de financiamento, basta a pessoa ir até uma loja de material de construção conveniada e requerer o cartão Construcard, não é necessário ir até uma agência da Caixa. Em dois dias úteis, o consumidor poderá utilizar o crédito. O cartão demora quinze dias para chegar às residências, mas com o nome e CPF, é possível o comerciante verificar se o crédito está liberado ao cliente. Contudo, para obter o crédito, o cliente passará por avaliação cadastral, a fim de verificar a capacidade de pagamento e se não há restrições ao nome. A documentação para fazer o Construcard é simples: preenchimento de ficha cadastral, CPF, RG e comprovantes de renda e endereço. Tudo deve ser apresentado na loja em que se pretende comprar. O valor mínimo para o empréstimo é de R$ 1 mil, não havendo valores máximos. O cliente pode parcelar em sessenta vezes e optar pelo prazo de carência, que varia de dois a seis meses.
Ao fazer o Construcard, o consumidor torna-se correntista da Caixa, uma vez que as parcelas são debitadas automaticamente em conta. Quem tiver o Construcard, mas não sabe o valor que tem disponível para gastar, uma vez que para esse cartão não são emitidos extratos, deve ligar para o 0800-7260101 a fim de saber o saldo. Para cada cartão é feito um contrato com a Caixa.
No Brasil, o Construcard tem mais de 35 mil lojas cadastradas. Segundo a Caixa, as facilidades de operacionalização, a eficiência do recebimento das vendas e o incremento nas receitas são responsáveis pelo grande interesse das lojas de material de construção no credenciamento. Comerciantes em Sorocaba e Votorantim garantem que o Construcard é uma ótima linha de crédito e representa cerca de 20% das vendas. Afirmam que se o cliente não tem outra forma de recurso, o cartão da Caixa é uma saída interessante, especialmente pelo fato de a pessoa pagar um juros bem mais baixo pelo parcelamento. Lojas de todos os ramos da construção, da decoração e de design são conveniadas ao Construcard. Procure uma loja parceira e realize as compras necessárias para a realização do seu sonho de concluir as obras do imóvel ou decorá-lo, pois, o crédito serve até para a aquisição de armários e guarda-roupas planejados.
A Caixa Econômica Federal, a exemplo da campanha realizada em dezembro passado, promove, novamente, em conjunto com o jornal Cruzeiro do Sul, mais uma edição da campanha de divulgação do Construcard, uma linha de crédito destinada à pessoa física para a compra de material de construção, mobília e equipamentos de lazer. De hoje até o próximo domingo, a Caixa intensificará a divulgação do Construcard que, entre outras vantagens, oferece financiamento em sessenta parcelas com juros a 1,75%, um dos mais baixos nesse segmento econômico. É uma oportunidade para as pessoas que estão sem dinheiro neste começo de ano, em razão dos impostos que precisam pagar, de construir, reformar ou mobiliar o imóvel.
Em Sorocaba e Votorantim, praticamente todas as lojas estão conveniadas, um total de 342. Em toda a regional da Caixa, em Sorocaba, que congrega 58 municípios, são 844 estabelecimentos conveniados. Para conseguir a linha de financiamento, basta a pessoa ir até uma loja de material de construção conveniada e requerer o cartão Construcard, não é necessário ir até uma agência da Caixa. Em dois dias úteis, o consumidor poderá utilizar o crédito. O cartão demora quinze dias para chegar às residências, mas com o nome e CPF, é possível o comerciante verificar se o crédito está liberado ao cliente. Contudo, para obter o crédito, o cliente passará por avaliação cadastral, a fim de verificar a capacidade de pagamento e se não há restrições ao nome. A documentação para fazer o Construcard é simples: preenchimento de ficha cadastral, CPF, RG e comprovantes de renda e endereço. Tudo deve ser apresentado na loja em que se pretende comprar. O valor mínimo para o empréstimo é de R$ 1 mil, não havendo valores máximos. O cliente pode parcelar em sessenta vezes e optar pelo prazo de carência, que varia de dois a seis meses.
Ao fazer o Construcard, o consumidor torna-se correntista da Caixa, uma vez que as parcelas são debitadas automaticamente em conta. Quem tiver o Construcard, mas não sabe o valor que tem disponível para gastar, uma vez que para esse cartão não são emitidos extratos, deve ligar para o 0800-7260101 a fim de saber o saldo. Para cada cartão é feito um contrato com a Caixa.
No Brasil, o Construcard tem mais de 35 mil lojas cadastradas. Segundo a Caixa, as facilidades de operacionalização, a eficiência do recebimento das vendas e o incremento nas receitas são responsáveis pelo grande interesse das lojas de material de construção no credenciamento. Comerciantes em Sorocaba e Votorantim garantem que o Construcard é uma ótima linha de crédito e representa cerca de 20% das vendas. Afirmam que se o cliente não tem outra forma de recurso, o cartão da Caixa é uma saída interessante, especialmente pelo fato de a pessoa pagar um juros bem mais baixo pelo parcelamento. Lojas de todos os ramos da construção, da decoração e de design são conveniadas ao Construcard. Procure uma loja parceira e realize as compras necessárias para a realização do seu sonho de concluir as obras do imóvel ou decorá-lo, pois, o crédito serve até para a aquisição de armários e guarda-roupas planejados.
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13 de jan. de 2011
CARTÃO DE CRÉDITO INTELIGENTE REÚNE VÁRIAS CONTAS EM UM ÚNICO CARTÃO
portal Olhar Digital 11/01/2011
Os cartões de crédito MultiAccount da Dynamics Inc prometem acabar com os problemas de quem possui vários desses pedaços de plástico, unindo todas as contas em apenas um cartão.
O MultiAccount funciona com uma faixa magnética especial, chamada Electronic Stripe, dando a possibilidade de selecionar a conta desejada, que fica ativa por uma pequena luz enquanto o cartão está sendo utilizado.
Além da variedade de contas, um sistema de segurança também faz parte do conjunto, no qual basta você digitar uma senha para que todos os números de seu cartão apareçam nele, deixando tais dados "apagados" enquanto estão fora de uso.
Disponíveis nos Estados Unidos, os cartões têm uma bateria interna, que dura cerca de quatro anos e, ao estar no final de sua útil, ele notificará automaticamente o prestador de serviços bancários para que um substituto seja enviado.
Os cartões de crédito MultiAccount da Dynamics Inc prometem acabar com os problemas de quem possui vários desses pedaços de plástico, unindo todas as contas em apenas um cartão.
O MultiAccount funciona com uma faixa magnética especial, chamada Electronic Stripe, dando a possibilidade de selecionar a conta desejada, que fica ativa por uma pequena luz enquanto o cartão está sendo utilizado.
Além da variedade de contas, um sistema de segurança também faz parte do conjunto, no qual basta você digitar uma senha para que todos os números de seu cartão apareçam nele, deixando tais dados "apagados" enquanto estão fora de uso.
Disponíveis nos Estados Unidos, os cartões têm uma bateria interna, que dura cerca de quatro anos e, ao estar no final de sua útil, ele notificará automaticamente o prestador de serviços bancários para que um substituto seja enviado.
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2 de dez. de 2010
REDE PERINI: FIDELIDADE PRA VALER
portal Supermercado Moderno 02/12/2010
Usar o cartão fidelidade com eficiência é algo ainda pouco comum entre os supermercados brasileiros. Mas existem exceções. É o caso da rede baiana Perini, quatro supermercados gourmet, hoje pertencente ao Cencosud, grupo chileno que comanda o GBarbosa. Desde a sua criação em junho de 2003, o Cartão Perini tem acumulado fidelidade. É o que mostra o número de clientes ativos – em sete anos pulou de 1.000 para os atuais 35.896. E é o que aponta também o tíquete médio desses consumidores, 40% superior ao do público sem cartão.
Quem está no programa de fidelidade ganha um ponto a cada R$ 1 em compras. Pontos acumulados garantem prêmios. Em contrapartida, a empresa armazena informações valiosas sobre o perfil de compra de cada consumidor e transforma esses dados em ações e produtos. “Como nosso público corresponde à elite de Salvador, desenvolvemos um programa que garante um atendimento premium e, ao mesmo tempo, uma maior saída de nossos produtos – a maioria de alto valor agregado”, diz Roberto Adami, gerente-geral da rede. Para adquirir o cartão, os clientes apresentam um cupom fiscal no valor acima de R$ 150 em compras feitas nos últimos 30 dias. A ideia da ação é privilegiar os melhores clientes, permitindo que ganhem prêmios.
Três tipos de cartão - A fidelidade também tem tamanho
O cartão é pessoal e intransferível, mas pode ter duas pessoas como dependentes, que ajudam a acumular pontos e, assim, resgatar prêmios e migrar da categoria inicial para a Premium ou Ouro.
O programa garante prêmios a partir de 400 pontos, quando o cliente tem direito ao serviço manicure ou pedicure. Com 700 pontos, adquire um produto da marca Perini. A empresa tem reputação no mercado soteropolitano pela produção própria de mais de 200 tipos de pães, 17 sabores de tortas, 26 de sorvetes e uma ampla variedade de doces. Ela começou há 45 anos como uma delicatessen. O cliente do Cartão Perini pode ainda ganhar prêmios exclusivos de diversos parceiros: bares e restaurantes, clínicas de estética, programas culturais, lojas, serviços e turismo. Quando acumula 4 mil pontos em 12 meses, o cliente migra para o Cartão Premium, que oferece mais benefícios de empresas parceiras, além de um café da manhã e uma ceia no restaurante da rede, e ofertas exclusivas nos encartes quinzenais. Ao acumular 12 mil pontos, recebe o Cartão Ouro, que assegura ainda mais direitos: dois cafés da manhã, duas ceias, dois cursos no Ateliê Perini (gastronomia e vinhos) e disponibilidade total para resgate dos prêmios dos parceiros.
Os pontos valem, no máximo, um ano e vencem no último dia do mês do aniversário do titular. Produto em promoção não pontua e a migração para cartões mais sofisticados só é possível para os titulares, desde que tenham feito compras nos últimos três meses.
234 parceiros - Prêmios sofisticados como a clientela
As parcerias são montadas com empresas que também atendem as classes A e B – Arezzo, L’Occitane, Fogo de Chão, Vila Galé – no modelo de permuta de comunicação. São 234 parceiros. A Perini oferece seus canais de contato com o cliente, como espaço na loja para banner, catálogos e mala-direta enviada pela rede. Já as empresas entram com dois tipos de contribuição: desconto de 5% a 30% em produtos ou serviços, mediante apresentação do cartão, e prêmios em troca dos pontos. Uma sofisticada loja de sapatos, por exemplo, pode conceder vale-compra de R$ 50 para quem acumular 4.500 pontos.
Os pontos são trocados pela Central de Relacionamento da Perini, por telefone, com 48 horas de antecedência, ou resgatados no site da rede. Alguns parceiros recebem o voucher do prêmio direto da loja, outros do próprio cliente, que retira o documento no balcão de atendimento das lojas.
Para gerenciar o programa e aproveitar ao máximo as informações geradas, a empresa adotou o sistema CRM Safari, da Data Mall Marketing de Relacionamento. Toda vez que passa pelo checkout, o cliente se identifica por meio do cartão, do CPF ou da impressão digital. Seus pontos são registrados e as informações sobre o que compra vão para o banco de dados. Resultado: a empresa sabe, por exemplo, qual azeite tem maior aceitação ou que promoção funciona melhor. Tudo isso permite ajustar o sortimento e pensar em ações mais eficazes.
Informações do cliente - Ações (e atenção) sob medida
A rede tem também um retrato de consumo de cada cliente e sabe como abordá-lo para satisfazer suas necessidades e gerar mais vendas. “Sabemos quem consome cervejas especiais ou produtos diet light e se tem pontos a vencer. Tudo isso permite um atendimento personalizado”, conta Ana Maria Amoedo, gerente de marketing da rede.
Na entrada das lojas há um balcão de atendimento do Cartão Perini, com um computador conectado aos checkouts. Quando uma pessoa se identifica com o cartão fidelidade no caixa, seus dados são acessados pelo atendente, que vai até o checkout para recepcioná-lo, chamando-o pelo nome. Se o cliente faz aniversário naquele dia, ele o cumprimenta e informa que tem direito a um brinde. Também pergunta se encontrou tudo o que procurava e informa quantos pontos tem e como resgatá-los. Se a pessoa consome vinhos sugere uma garrafa da bebida. Se gosta de lagostas, avisa do curso de gastronomia que será realizado. Tudo sob medida para clientes VIP, que retribuem com fidelidade. “O Cartão Perini foi criado para a empresa interagir melhor com a clientela, e a resposta tem sido muito boa. O consumidor responde com apego à rede”, conclui Ana Maria.
Usar o cartão fidelidade com eficiência é algo ainda pouco comum entre os supermercados brasileiros. Mas existem exceções. É o caso da rede baiana Perini, quatro supermercados gourmet, hoje pertencente ao Cencosud, grupo chileno que comanda o GBarbosa. Desde a sua criação em junho de 2003, o Cartão Perini tem acumulado fidelidade. É o que mostra o número de clientes ativos – em sete anos pulou de 1.000 para os atuais 35.896. E é o que aponta também o tíquete médio desses consumidores, 40% superior ao do público sem cartão.
Quem está no programa de fidelidade ganha um ponto a cada R$ 1 em compras. Pontos acumulados garantem prêmios. Em contrapartida, a empresa armazena informações valiosas sobre o perfil de compra de cada consumidor e transforma esses dados em ações e produtos. “Como nosso público corresponde à elite de Salvador, desenvolvemos um programa que garante um atendimento premium e, ao mesmo tempo, uma maior saída de nossos produtos – a maioria de alto valor agregado”, diz Roberto Adami, gerente-geral da rede. Para adquirir o cartão, os clientes apresentam um cupom fiscal no valor acima de R$ 150 em compras feitas nos últimos 30 dias. A ideia da ação é privilegiar os melhores clientes, permitindo que ganhem prêmios.
Três tipos de cartão - A fidelidade também tem tamanho
O cartão é pessoal e intransferível, mas pode ter duas pessoas como dependentes, que ajudam a acumular pontos e, assim, resgatar prêmios e migrar da categoria inicial para a Premium ou Ouro.
O programa garante prêmios a partir de 400 pontos, quando o cliente tem direito ao serviço manicure ou pedicure. Com 700 pontos, adquire um produto da marca Perini. A empresa tem reputação no mercado soteropolitano pela produção própria de mais de 200 tipos de pães, 17 sabores de tortas, 26 de sorvetes e uma ampla variedade de doces. Ela começou há 45 anos como uma delicatessen. O cliente do Cartão Perini pode ainda ganhar prêmios exclusivos de diversos parceiros: bares e restaurantes, clínicas de estética, programas culturais, lojas, serviços e turismo. Quando acumula 4 mil pontos em 12 meses, o cliente migra para o Cartão Premium, que oferece mais benefícios de empresas parceiras, além de um café da manhã e uma ceia no restaurante da rede, e ofertas exclusivas nos encartes quinzenais. Ao acumular 12 mil pontos, recebe o Cartão Ouro, que assegura ainda mais direitos: dois cafés da manhã, duas ceias, dois cursos no Ateliê Perini (gastronomia e vinhos) e disponibilidade total para resgate dos prêmios dos parceiros.
Os pontos valem, no máximo, um ano e vencem no último dia do mês do aniversário do titular. Produto em promoção não pontua e a migração para cartões mais sofisticados só é possível para os titulares, desde que tenham feito compras nos últimos três meses.
234 parceiros - Prêmios sofisticados como a clientela
As parcerias são montadas com empresas que também atendem as classes A e B – Arezzo, L’Occitane, Fogo de Chão, Vila Galé – no modelo de permuta de comunicação. São 234 parceiros. A Perini oferece seus canais de contato com o cliente, como espaço na loja para banner, catálogos e mala-direta enviada pela rede. Já as empresas entram com dois tipos de contribuição: desconto de 5% a 30% em produtos ou serviços, mediante apresentação do cartão, e prêmios em troca dos pontos. Uma sofisticada loja de sapatos, por exemplo, pode conceder vale-compra de R$ 50 para quem acumular 4.500 pontos.
Os pontos são trocados pela Central de Relacionamento da Perini, por telefone, com 48 horas de antecedência, ou resgatados no site da rede. Alguns parceiros recebem o voucher do prêmio direto da loja, outros do próprio cliente, que retira o documento no balcão de atendimento das lojas.
Para gerenciar o programa e aproveitar ao máximo as informações geradas, a empresa adotou o sistema CRM Safari, da Data Mall Marketing de Relacionamento. Toda vez que passa pelo checkout, o cliente se identifica por meio do cartão, do CPF ou da impressão digital. Seus pontos são registrados e as informações sobre o que compra vão para o banco de dados. Resultado: a empresa sabe, por exemplo, qual azeite tem maior aceitação ou que promoção funciona melhor. Tudo isso permite ajustar o sortimento e pensar em ações mais eficazes.
Informações do cliente - Ações (e atenção) sob medida
A rede tem também um retrato de consumo de cada cliente e sabe como abordá-lo para satisfazer suas necessidades e gerar mais vendas. “Sabemos quem consome cervejas especiais ou produtos diet light e se tem pontos a vencer. Tudo isso permite um atendimento personalizado”, conta Ana Maria Amoedo, gerente de marketing da rede.
Na entrada das lojas há um balcão de atendimento do Cartão Perini, com um computador conectado aos checkouts. Quando uma pessoa se identifica com o cartão fidelidade no caixa, seus dados são acessados pelo atendente, que vai até o checkout para recepcioná-lo, chamando-o pelo nome. Se o cliente faz aniversário naquele dia, ele o cumprimenta e informa que tem direito a um brinde. Também pergunta se encontrou tudo o que procurava e informa quantos pontos tem e como resgatá-los. Se a pessoa consome vinhos sugere uma garrafa da bebida. Se gosta de lagostas, avisa do curso de gastronomia que será realizado. Tudo sob medida para clientes VIP, que retribuem com fidelidade. “O Cartão Perini foi criado para a empresa interagir melhor com a clientela, e a resposta tem sido muito boa. O consumidor responde com apego à rede”, conclui Ana Maria.
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30 de nov. de 2010
CARTÃO MAGNÉTICO NO LUGAR DE CESTA
jornal Diário do Comércio 29/11/2010 - Geriane Oliveira
O cartão magnético em substituição à tradicional cesta de Natal, aos poucos, ganha força como uma opção para organizações presentearem colaboradores. Entre as vantagens estão maior praticidade tanto para usuários quanto para quem oferece o benefício. O funcionamento é semelhante ao uso do tíquete-refeição. A empresa credita um valor determinado que poderá ser utilizado pelo usuário em um período de 90 dias.
"A ideia é uma evolução e apresenta boa aceitação tantos pelos usuários quanto pelas empresas", disse a gerente de marketing da Embratec Benefícios, Luciana Trott. A empresa, que atua há dez anos no mercado de soluções corporativas de cartões e é emissora da bandeira Good Card, foi responsável pelo desenvolvimento da "cesta magnética" para seus clientes há quatro anos.
A gerente explicou ainda que como o processo pode ser feito pela internet há ganhos de processo e logísticos. "O cartão dispensa a necessidade de escalar o pessoal de Recursos Humanos para negociar a compra de produtos com fornecedores e evita o desperdício de tempo com armazenamento e distribuição dos produtos. Isso reduz custos", afirmou a executiva.
Luciana ressaltou ainda o fato de que o cartão permite ao funcionário escolher o local e os itens desejados que irão compor a cesta e há mais facilidade para o transporte. Para o trabalhador, além da comodidade, o uso do plástico – entregue com uma senha individual – é fácil e oferece segurança.
Neste ano, a Embratec Benefícios aposta em um aumento de 15% na procura do cartão de Natal em relação ao volume alcançado em 2009.
O valor do crédito é determinado pelas organizações e o serviço pode ser personalizado. Entre os clientes da companhia, o crédito varia de R$ 30 a R$ 1 mil. A maioria das empresas contrata o vale de R$ 100. A rede credenciada é formada por 130 mil pontos comerciais espalhados pelo Brasil.
A Ticket, por sua vez, fornece o cartão magnético de fim de ano desde 2001. A empresa, que atende a 54 mil empresas e 5,3 milhões de usuários, estima gerar em torno de R$ 120 milhões com o negócio neste ano. A companhia, no entanto, não quis revelar se o montante será superior ou inferior ao apurado no ano passado. A rede credenciada é composta por 280 mil estabelecimentos distribuídos em 4,8 mil municípios.
O cartão magnético em substituição à tradicional cesta de Natal, aos poucos, ganha força como uma opção para organizações presentearem colaboradores. Entre as vantagens estão maior praticidade tanto para usuários quanto para quem oferece o benefício. O funcionamento é semelhante ao uso do tíquete-refeição. A empresa credita um valor determinado que poderá ser utilizado pelo usuário em um período de 90 dias.
"A ideia é uma evolução e apresenta boa aceitação tantos pelos usuários quanto pelas empresas", disse a gerente de marketing da Embratec Benefícios, Luciana Trott. A empresa, que atua há dez anos no mercado de soluções corporativas de cartões e é emissora da bandeira Good Card, foi responsável pelo desenvolvimento da "cesta magnética" para seus clientes há quatro anos.
A gerente explicou ainda que como o processo pode ser feito pela internet há ganhos de processo e logísticos. "O cartão dispensa a necessidade de escalar o pessoal de Recursos Humanos para negociar a compra de produtos com fornecedores e evita o desperdício de tempo com armazenamento e distribuição dos produtos. Isso reduz custos", afirmou a executiva.
Luciana ressaltou ainda o fato de que o cartão permite ao funcionário escolher o local e os itens desejados que irão compor a cesta e há mais facilidade para o transporte. Para o trabalhador, além da comodidade, o uso do plástico – entregue com uma senha individual – é fácil e oferece segurança.
Neste ano, a Embratec Benefícios aposta em um aumento de 15% na procura do cartão de Natal em relação ao volume alcançado em 2009.
O valor do crédito é determinado pelas organizações e o serviço pode ser personalizado. Entre os clientes da companhia, o crédito varia de R$ 30 a R$ 1 mil. A maioria das empresas contrata o vale de R$ 100. A rede credenciada é formada por 130 mil pontos comerciais espalhados pelo Brasil.
A Ticket, por sua vez, fornece o cartão magnético de fim de ano desde 2001. A empresa, que atende a 54 mil empresas e 5,3 milhões de usuários, estima gerar em torno de R$ 120 milhões com o negócio neste ano. A companhia, no entanto, não quis revelar se o montante será superior ou inferior ao apurado no ano passado. A rede credenciada é composta por 280 mil estabelecimentos distribuídos em 4,8 mil municípios.
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18 de nov. de 2010
REDECARD FIRMA ACORDO COM A BANDEIRA AVISTA
portal Executivos Financeiros 18/11/2010
A Redecard fecha uma parceria com a bandeira capixaba Avista, e a partir de 2011 começará a capturar as transações feitas através das maquinas da empresa. A Avista, atua nos Estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, com cartões private label, e estima atingir 1 milhão de cartões emitidos até o final de 2010.
Segundo Walter Piana, presidente do conselho da Avista, a parceria com a Redecard é um marco para a empresa, que pretende de ser um dos maiores emissores de cartão de crédito regional do Brasil.
Para Roberto Medeiros, presidente da Redecard, o acordo com a Avista reforça o posicionamento multibandeira da companhia e demonstra que as bandeiras regionais são importantes para a nossa empresa.
A Avista Administradora de Cartão de Crédito foi criada em 2001 para prover crédito à população de menor renda, e é responsável pela emissão, credenciamento e processamento dos Cartões Avista. A Administradora Avista também é detentora da marca Avista e de todo o seu processo tecnológico. A Avista é controlada pelo grupo WIG Piana, com atuação em negócios imobiliários, varejo e consultoria financeira
A Redecard fecha uma parceria com a bandeira capixaba Avista, e a partir de 2011 começará a capturar as transações feitas através das maquinas da empresa. A Avista, atua nos Estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, com cartões private label, e estima atingir 1 milhão de cartões emitidos até o final de 2010.
Segundo Walter Piana, presidente do conselho da Avista, a parceria com a Redecard é um marco para a empresa, que pretende de ser um dos maiores emissores de cartão de crédito regional do Brasil.
Para Roberto Medeiros, presidente da Redecard, o acordo com a Avista reforça o posicionamento multibandeira da companhia e demonstra que as bandeiras regionais são importantes para a nossa empresa.
A Avista Administradora de Cartão de Crédito foi criada em 2001 para prover crédito à população de menor renda, e é responsável pela emissão, credenciamento e processamento dos Cartões Avista. A Administradora Avista também é detentora da marca Avista e de todo o seu processo tecnológico. A Avista é controlada pelo grupo WIG Piana, com atuação em negócios imobiliários, varejo e consultoria financeira
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25 de out. de 2010
ENTREVISTA - INDÚSTRIA DE CARTÕES TERÁ NOVAS PARCERIAS
jornal Brasil Econômico 25/10/2010
A IntelCav é uma das maiores fornecedoras dos grandes bancos brasileiros, varejo e demais instituições na fabricação e personalização de cartões.
No primeiro estágio da indústria de cartões de crédito (o da fabricação do plástico), o presidente da companhia, Fernando Castejon, acompanha as mudanças e tendências dessa indústria, que cresce a taxas de 20% ao ano.
Um grande passo para aumentar a segurança no cartão de crédito foi a implementação do chip. Agora, com as lojas transformando seus cartões em cartões de crédito, com bandeiras internacionais como Visa e Mastercard, elas também vão adotar o chip?
Desde o ano passado, as lojas já começaram a chipar os seus cartões. O processo demora um pouco, pois a processadora desse lojista precisa se adaptar para processar o cartão com chip, que tem mais componentes de segurança.
E qual deve ser a próxima tendência desse mercado?
Os chips que vão no cartão possuem uma capacidade de 8 Kbytes (k), mas só 2k são usados. Sobram 6k, que podem ser utilizados para outras funções.
O senhor pode dar exemplos sobre os tipos de funções que poderiam ser adicionadas a o cartão?
Poderiam ser usados para armazenar informações de programas de fidelidade, por exemplo. E uma próxima convergência será a de cartões de transportes em cartões de crédito.
Assim como os bancos fizeram parcerias com o varejo, a próxima tendência será a de empresas de transportes que usam cartão.
A IntelCav é uma das maiores fornecedoras dos grandes bancos brasileiros, varejo e demais instituições na fabricação e personalização de cartões.
No primeiro estágio da indústria de cartões de crédito (o da fabricação do plástico), o presidente da companhia, Fernando Castejon, acompanha as mudanças e tendências dessa indústria, que cresce a taxas de 20% ao ano.
Um grande passo para aumentar a segurança no cartão de crédito foi a implementação do chip. Agora, com as lojas transformando seus cartões em cartões de crédito, com bandeiras internacionais como Visa e Mastercard, elas também vão adotar o chip?
Desde o ano passado, as lojas já começaram a chipar os seus cartões. O processo demora um pouco, pois a processadora desse lojista precisa se adaptar para processar o cartão com chip, que tem mais componentes de segurança.
E qual deve ser a próxima tendência desse mercado?
Os chips que vão no cartão possuem uma capacidade de 8 Kbytes (k), mas só 2k são usados. Sobram 6k, que podem ser utilizados para outras funções.
O senhor pode dar exemplos sobre os tipos de funções que poderiam ser adicionadas a o cartão?
Poderiam ser usados para armazenar informações de programas de fidelidade, por exemplo. E uma próxima convergência será a de cartões de transportes em cartões de crédito.
Assim como os bancos fizeram parcerias com o varejo, a próxima tendência será a de empresas de transportes que usam cartão.
23 de set. de 2010
SERVERSIDE LANÇA ‘INTEGRAÇÃO ZERO' PARA PERSONALIZAÇÃO DE CARTÃO
redação Serfinco 23/09/2010
Equipes de marketing, estrategistas e departamentos de produto - e não departamentos de TI - podem agora tomar para si a decisão de implementar programas de personalização de cartão.
Lançado pelo Serverside Group, fornecedor mundial de tecnologia, o sistema Integração Zero permite, essencialmente, uma programação autônoma de customização de cartões, com pouco ou nenhum impacto sobre os sistemas de TI existentes na instituição financeira emissora. Isso permite aos profissionais de marketing envolverem programas de personalização de cartão em estratégias mais amplas de negócios, sem a necessidade de extensas consultas ou na dependência do pessoal de TI.
Com a introdução do Integração Zero, gestores de marketing ou de estratégia são capazes de decidir sobre a possibilidade de implementar um programa de personalização AllAboutMe, com redução significativa de custos e do tempo de mercado - crucial para um setor de rápida evolução, como o de cartões de pagamento.
O AllAboutMe, do Serverside Group, é um programa líder em personalização de cartão, uma estratégia que tem provado eficácia no aumento dos níveis de uso do cartão, no aumento dos saldos médios e na melhora das taxas de aquisição e retenção.
Equipes de marketing, estrategistas e departamentos de produto - e não departamentos de TI - podem agora tomar para si a decisão de implementar programas de personalização de cartão.
Lançado pelo Serverside Group, fornecedor mundial de tecnologia, o sistema Integração Zero permite, essencialmente, uma programação autônoma de customização de cartões, com pouco ou nenhum impacto sobre os sistemas de TI existentes na instituição financeira emissora. Isso permite aos profissionais de marketing envolverem programas de personalização de cartão em estratégias mais amplas de negócios, sem a necessidade de extensas consultas ou na dependência do pessoal de TI.
Com a introdução do Integração Zero, gestores de marketing ou de estratégia são capazes de decidir sobre a possibilidade de implementar um programa de personalização AllAboutMe, com redução significativa de custos e do tempo de mercado - crucial para um setor de rápida evolução, como o de cartões de pagamento.
O AllAboutMe, do Serverside Group, é um programa líder em personalização de cartão, uma estratégia que tem provado eficácia no aumento dos níveis de uso do cartão, no aumento dos saldos médios e na melhora das taxas de aquisição e retenção.
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16 de set. de 2010
FIS SE PREPARA PARA A TERCEIRA CERTIFICAÇÃO DO PCI DSS
portal Cardnews 15/09/2010
A FIS, primeira a ser PCI Compliant no Brasil e apontada como a empresa com o melhor índice de prevenção a fraudes pelas próprias bandeiras de cartões de crédito, anuncia que está pronta para receber os auditores da PCI Council e já está trabalhando a todo o vapor para a terceira certificação, que deverá ser finalizada em maio de 2011.
O PCI não permite, por exemplo, que se armazenem dados sensíveis de autorização na base de dados das empresas, como a senha e o código de segurança que é utilizado para as compras com cartão não-presente.
Segundo o gerente-executivo de gestão de risco e compliance da FIS, Eduardo Cabral, “originalmente, cada bandeira desenvolvia seus critérios de proteção, de forma independente. Agora, todas têm um padrão único para a segurança da informação”, explica ele.
Ao aderir ao PCI, todas as áreas da FIS que manipulam informações dos cartões bandeirados, bem como as empresas parceiras encarregadas de prover infraestrutura e serviços de TI, tiveram de se adequar aos novos padrões de controles baseados nos requerimentos do PCI DSS.
“Tivemos que adequar toda a infraestrutura, os sistemas e as aplicações que armazenam, processam e transmitem as informações dos cartões. Exemplo disso foram as adequações feitas nos softwares, dispositivos de redes como roteadores, firewall, bem como no banco de dados”, explica Cabral.
Ainda segundo o executivo, para se adequar na totalidade, a FIS contratou uma série de consultorias especializadas no assunto.
“Acredito que, ao aderir ao PCI, estaremos contribuindo para diminuir ainda mais o número de fraudes praticadas, uma vez que estamos atacando o problema em duas frentes: na educação do usuário e nos controles dos estabelecimentos que aceitam cartão de crédito”, comenta o executivo.
PCI - Criado em 2004, como resultado de esforço conjunto entre a Visa, MasterCard, American Express e endossado pelo Diners, JCB e Discover, o PCI DSS é um conjunto de normas para a criação de requerimentos de segurança comuns para a indústria de cartões de crédito. O PCI foi desenhado para proteger as informações contidas nos processos relacionados a cartões de crédito em toda a cadeia de participantes destes processos.
As empresas que não estiverem em conformidade com o PCI DSS podem receber multa de até US$ 500 mil por incidente, passar por investigação criminal, descredenciamento permanente dos estabelecimentos comerciais, sem contar os danos à reputação das empresas envolvidas.
A FIS, primeira a ser PCI Compliant no Brasil e apontada como a empresa com o melhor índice de prevenção a fraudes pelas próprias bandeiras de cartões de crédito, anuncia que está pronta para receber os auditores da PCI Council e já está trabalhando a todo o vapor para a terceira certificação, que deverá ser finalizada em maio de 2011.
O PCI não permite, por exemplo, que se armazenem dados sensíveis de autorização na base de dados das empresas, como a senha e o código de segurança que é utilizado para as compras com cartão não-presente.
Segundo o gerente-executivo de gestão de risco e compliance da FIS, Eduardo Cabral, “originalmente, cada bandeira desenvolvia seus critérios de proteção, de forma independente. Agora, todas têm um padrão único para a segurança da informação”, explica ele.
Ao aderir ao PCI, todas as áreas da FIS que manipulam informações dos cartões bandeirados, bem como as empresas parceiras encarregadas de prover infraestrutura e serviços de TI, tiveram de se adequar aos novos padrões de controles baseados nos requerimentos do PCI DSS.
“Tivemos que adequar toda a infraestrutura, os sistemas e as aplicações que armazenam, processam e transmitem as informações dos cartões. Exemplo disso foram as adequações feitas nos softwares, dispositivos de redes como roteadores, firewall, bem como no banco de dados”, explica Cabral.
Ainda segundo o executivo, para se adequar na totalidade, a FIS contratou uma série de consultorias especializadas no assunto.
“Acredito que, ao aderir ao PCI, estaremos contribuindo para diminuir ainda mais o número de fraudes praticadas, uma vez que estamos atacando o problema em duas frentes: na educação do usuário e nos controles dos estabelecimentos que aceitam cartão de crédito”, comenta o executivo.
PCI - Criado em 2004, como resultado de esforço conjunto entre a Visa, MasterCard, American Express e endossado pelo Diners, JCB e Discover, o PCI DSS é um conjunto de normas para a criação de requerimentos de segurança comuns para a indústria de cartões de crédito. O PCI foi desenhado para proteger as informações contidas nos processos relacionados a cartões de crédito em toda a cadeia de participantes destes processos.
As empresas que não estiverem em conformidade com o PCI DSS podem receber multa de até US$ 500 mil por incidente, passar por investigação criminal, descredenciamento permanente dos estabelecimentos comerciais, sem contar os danos à reputação das empresas envolvidas.
25 de ago. de 2010
CARTÕES DA INTELCAV SUPORTAM CRESCIMENTO DA LIBERCARD,
portal Fator Brasil 25/08/2010
Cerca de mil estabelecimentos comerciais de Fortaleza e de outras cidades do Estado do Ceará já recebem pagamento com cartões sem contato, ou seja, somente com a aproximação do cartão a uma máquina captadora de transações (padrão NFC Near Field Comunication). Este é o resultado dos primeiros seis meses de atuação comercial da Libercard, primeira rede de pagamentos com cartões sem contato da América Latina, que conta com a parceria da IntelCav, uma das maiores fabricantes de cartões do Brasil e fornecedora de tecnologia para os segmentos bancário, de transporte, telecom, autenticação, identificação, certificação digital e serviços.
O presidente da IntelCav, Fernando Castejon, comenta que o projeto da Libercard é uma demonstração prática do tipo de operação que será uma tendência no mercado de meios eletrônicos de pagamento num futuro próximo. “A IntelCav valoriza esta parceria porque ela confirma a tradição da empresa de sempre estar ao lado do pioneirismo e da inovação”, diz
A Libercard chegou ao final de julho com 161 mil cartões em circulação. Eles realizam 120 mil transações por mês e movimentam cerca de R$ 5,3 milhões somente em compras, ou seja, sem considerar o uso destes plásticos na operação do transporte coletivo.
Segundo a Sócia diretora da Libercad, Junia Moreira da Fonseca, esta base de 161 mil cartões ativos representa a migração de apenas 9,4% de toda a base de bilhetagem eletrônica das cidades onde a empresa mantém parcerias para o cartão múltiplo Libercard. Ela está presente em Fortaleza e em 22 outras cidades da região metropolitana da capital cearense e na região do Cariri, que englobam Juazeiro do Norte, Crato, Barbalha, dentre outras.
“Nossa meta é concluir a migração de 25% da base de transporte até o final do ano para o cartão Múltiplo Libercard, triplicando nossa carteira atual. Além disso, há uma expectativa de crescimento ainda maior devido a novos produtos e da expansão das parcerias para outras regiões e Estados”, afirma Junia.
Ela ressalta que no mês de junho a Libercard lançou um produto pré-pago, o LiberCASH, voltado para os estudantes. Com ele os alunos podem pagar o transporte e também fazer compras em estabelecimentos comerciais e até nas cantinas das escolas. “Por estar nas mãos da garotada, é um ótimo instrumento de educação financeira para meios de pagamento eletrônico, cashless, e os pais podem fazer recargas além de limitar eletronicamente o valor máximo diário de consumo de seus filhos, trazendo segurança e tranqüilidade, pois afasta a utilização da mesada para fins indevidos. Outro ponto importante é a transferência eletrônica de recursos a distância entre os amigos e parentes dos estudantes”, explica Junia.
Ela comenta que a parceria com a IntelCav tem sido fundamental para o êxito do projeto. “Temos recebido todo o suporte técnico da IntelCav sobre a confecção dos plásticos e o atendimento imediato das nossas necessidades que é fundamental num programa tão pioneiro quanto este”, afirma.
Perfil- A InteCav foi criada em 2000 e se consolidou como uma das maiores fornecedoras dos grandes bancos brasileiros, varejos e demais instituições que precisam de um parceiro de confiança para o trabalho de fabricação e personalização de seus cartões. Com uma equipe de engenheiros especializada, a companhia possuí uma fábrica de cartões no sul do país com capacidade de produzir 15 milhões de cartões/mês, um Centro de Personalização em São Paulo (gravação de dados em trilha magnética e chip) capaz de gravar cerca de 5 milhões de cartões/mês e um Centro de Personalização de Cartões em Belém (PA) com capacidade para personalizar 1 milhão de cartões/mês, além de uma estrutura de atendimento com escritórios comerciais nas principais capitais do Brasil e América Latina. A IntelCav é pioneira na produção de cartões diferenciados como o Display Card e, território nacional, os cartões translúcidos para utilização bancária em ATM´s, os cartões ecológicos como o PET reciclado pós consumo, os mini cards, os cartões full face holográficos, entre outros. A IntelCav é certificada pela ISO 9001 versão 2008 e homologada pela VISA, Mastercard e AMEX.
Perfil- Libercard é a bandeira com conceito inovador que integra , soluções em cartão de crédito, gestão de benefícios corporativos e micro-pagamentos, introduzindo no Brasil a primeira rede Contactless da América Latina, fazendo uso de avançados recursos tecnológicos que agregam praticidade, segurança e agilidade aos seus usuários.
A Libercard é a mais nova empresa do Grupo Guanabara, um dos mais consolidados grupos empresariais brasileiros, com mais de 50 anos de atuação em vários segmentos econômicos, principalmente transporte de passageiros.
Cerca de mil estabelecimentos comerciais de Fortaleza e de outras cidades do Estado do Ceará já recebem pagamento com cartões sem contato, ou seja, somente com a aproximação do cartão a uma máquina captadora de transações (padrão NFC Near Field Comunication). Este é o resultado dos primeiros seis meses de atuação comercial da Libercard, primeira rede de pagamentos com cartões sem contato da América Latina, que conta com a parceria da IntelCav, uma das maiores fabricantes de cartões do Brasil e fornecedora de tecnologia para os segmentos bancário, de transporte, telecom, autenticação, identificação, certificação digital e serviços.
O presidente da IntelCav, Fernando Castejon, comenta que o projeto da Libercard é uma demonstração prática do tipo de operação que será uma tendência no mercado de meios eletrônicos de pagamento num futuro próximo. “A IntelCav valoriza esta parceria porque ela confirma a tradição da empresa de sempre estar ao lado do pioneirismo e da inovação”, diz
A Libercard chegou ao final de julho com 161 mil cartões em circulação. Eles realizam 120 mil transações por mês e movimentam cerca de R$ 5,3 milhões somente em compras, ou seja, sem considerar o uso destes plásticos na operação do transporte coletivo.
Segundo a Sócia diretora da Libercad, Junia Moreira da Fonseca, esta base de 161 mil cartões ativos representa a migração de apenas 9,4% de toda a base de bilhetagem eletrônica das cidades onde a empresa mantém parcerias para o cartão múltiplo Libercard. Ela está presente em Fortaleza e em 22 outras cidades da região metropolitana da capital cearense e na região do Cariri, que englobam Juazeiro do Norte, Crato, Barbalha, dentre outras.
“Nossa meta é concluir a migração de 25% da base de transporte até o final do ano para o cartão Múltiplo Libercard, triplicando nossa carteira atual. Além disso, há uma expectativa de crescimento ainda maior devido a novos produtos e da expansão das parcerias para outras regiões e Estados”, afirma Junia.
Ela ressalta que no mês de junho a Libercard lançou um produto pré-pago, o LiberCASH, voltado para os estudantes. Com ele os alunos podem pagar o transporte e também fazer compras em estabelecimentos comerciais e até nas cantinas das escolas. “Por estar nas mãos da garotada, é um ótimo instrumento de educação financeira para meios de pagamento eletrônico, cashless, e os pais podem fazer recargas além de limitar eletronicamente o valor máximo diário de consumo de seus filhos, trazendo segurança e tranqüilidade, pois afasta a utilização da mesada para fins indevidos. Outro ponto importante é a transferência eletrônica de recursos a distância entre os amigos e parentes dos estudantes”, explica Junia.
Ela comenta que a parceria com a IntelCav tem sido fundamental para o êxito do projeto. “Temos recebido todo o suporte técnico da IntelCav sobre a confecção dos plásticos e o atendimento imediato das nossas necessidades que é fundamental num programa tão pioneiro quanto este”, afirma.
Perfil- A InteCav foi criada em 2000 e se consolidou como uma das maiores fornecedoras dos grandes bancos brasileiros, varejos e demais instituições que precisam de um parceiro de confiança para o trabalho de fabricação e personalização de seus cartões. Com uma equipe de engenheiros especializada, a companhia possuí uma fábrica de cartões no sul do país com capacidade de produzir 15 milhões de cartões/mês, um Centro de Personalização em São Paulo (gravação de dados em trilha magnética e chip) capaz de gravar cerca de 5 milhões de cartões/mês e um Centro de Personalização de Cartões em Belém (PA) com capacidade para personalizar 1 milhão de cartões/mês, além de uma estrutura de atendimento com escritórios comerciais nas principais capitais do Brasil e América Latina. A IntelCav é pioneira na produção de cartões diferenciados como o Display Card e, território nacional, os cartões translúcidos para utilização bancária em ATM´s, os cartões ecológicos como o PET reciclado pós consumo, os mini cards, os cartões full face holográficos, entre outros. A IntelCav é certificada pela ISO 9001 versão 2008 e homologada pela VISA, Mastercard e AMEX.
Perfil- Libercard é a bandeira com conceito inovador que integra , soluções em cartão de crédito, gestão de benefícios corporativos e micro-pagamentos, introduzindo no Brasil a primeira rede Contactless da América Latina, fazendo uso de avançados recursos tecnológicos que agregam praticidade, segurança e agilidade aos seus usuários.
A Libercard é a mais nova empresa do Grupo Guanabara, um dos mais consolidados grupos empresariais brasileiros, com mais de 50 anos de atuação em vários segmentos econômicos, principalmente transporte de passageiros.
23 de ago. de 2010
CIELO CONTRATA CPQD PARA DAR MAIS SEGURANÇA À TRANSAÇÕES COM CARTÕES
portal Executivos Financeiros 23/08/2010
Até o final de setembro, as grandes redes do varejo brasileiro que trabalham com cartões das principais bandeiras do mundo terão que adequar seus sistemas ao padrão PCI (Payment Card Industry), criado pela indústria de cartões de pagamento, com o objetivo de dar mais segurança aos dados envolvidos nessas transações.
Para atender a esse requisito, a Cielo contratou o CPqD, para ser um dos fornecedores responsáveis pelo upgrade dos sistemas dos grandes varejistas do país.
A certificação PCI visa reafirmar que a empresa trabalha com processos rigorosos na proteção dos dados dos portadores de cartões. O CPqD foi a primeira instituição brasileira a ter profissionais certificados na versão 1.1 do padrão PCI-DSS (Data Security Standard).
Além disso, os auditores do CPqD possuem a certificação QSA (Qualified Security Assessors) - que é renovada anualmente, conforme exigência do conselho internacional responsável pelo padrão.
A capacitação técnica dos profissionais e a experiência e outros serviços já realizados pelo CPqD para a Cielo, levou à contratação do Centro para cuidar da adequação dos sistemas das grandes redes varejistas do Brasil, que registram mais de 6 milhões de transações com cartões por ano
São redes de hipermercados, farmácias, magazines, pontos de recarga de cartões de celulares pré-pago das grandes operadoras móveis e, ainda, dos principais sites de comércio eletrônico.
Serão realizadas análise, em conjunto com esses estabelecimentos, da adequação dos sistemas existentes aos 12 requisitos de segurança, definidos pelo padrão PCI, que envolvem aspectos relacionados à segurança das redes de comunicação; à proteção dos sistemas usados na captura, processamento, transmissão e armazenamento dos dados dos cartões.
O CPqD gerenciará a vulnerabilidades dos ativos de TI; tomará medidas rígidas de controle de acesso, tanto em segurança física quanto lógica, vai monitorar e fazer testes regulares de segurança, além da manutenção de processos e políticas de segurança.
Depois de adequar os sistemas ao padrão, o CPqD realiza a auditoria de homologação e o estabelecimento recebe, então, a certificação de conformidade PCI.
O CPqD é uma instituição independente, com foco na inovação em tecnologias da informação e comunicação (TICs). Suas soluções são usadas por grandes empresas e instituições dos setores de telecom, energia elétrica, financeiro, industrial, corporativo e administração pública.
Há 33 anos na área, conta com mais de 1.200 profissionais e o maior programa de pesquisa & desenvolvimento da América Latina. A ideia é contribuir para a competitividade do Brasil e a inclusão digital da sociedade, levando ao mercado tecnologias de produto, sistemas de missão crítica, serviços tecnológicos e consultorias.
Até o final de setembro, as grandes redes do varejo brasileiro que trabalham com cartões das principais bandeiras do mundo terão que adequar seus sistemas ao padrão PCI (Payment Card Industry), criado pela indústria de cartões de pagamento, com o objetivo de dar mais segurança aos dados envolvidos nessas transações.
Para atender a esse requisito, a Cielo contratou o CPqD, para ser um dos fornecedores responsáveis pelo upgrade dos sistemas dos grandes varejistas do país.
A certificação PCI visa reafirmar que a empresa trabalha com processos rigorosos na proteção dos dados dos portadores de cartões. O CPqD foi a primeira instituição brasileira a ter profissionais certificados na versão 1.1 do padrão PCI-DSS (Data Security Standard).
Além disso, os auditores do CPqD possuem a certificação QSA (Qualified Security Assessors) - que é renovada anualmente, conforme exigência do conselho internacional responsável pelo padrão.
A capacitação técnica dos profissionais e a experiência e outros serviços já realizados pelo CPqD para a Cielo, levou à contratação do Centro para cuidar da adequação dos sistemas das grandes redes varejistas do Brasil, que registram mais de 6 milhões de transações com cartões por ano
São redes de hipermercados, farmácias, magazines, pontos de recarga de cartões de celulares pré-pago das grandes operadoras móveis e, ainda, dos principais sites de comércio eletrônico.
Serão realizadas análise, em conjunto com esses estabelecimentos, da adequação dos sistemas existentes aos 12 requisitos de segurança, definidos pelo padrão PCI, que envolvem aspectos relacionados à segurança das redes de comunicação; à proteção dos sistemas usados na captura, processamento, transmissão e armazenamento dos dados dos cartões.
O CPqD gerenciará a vulnerabilidades dos ativos de TI; tomará medidas rígidas de controle de acesso, tanto em segurança física quanto lógica, vai monitorar e fazer testes regulares de segurança, além da manutenção de processos e políticas de segurança.
Depois de adequar os sistemas ao padrão, o CPqD realiza a auditoria de homologação e o estabelecimento recebe, então, a certificação de conformidade PCI.
O CPqD é uma instituição independente, com foco na inovação em tecnologias da informação e comunicação (TICs). Suas soluções são usadas por grandes empresas e instituições dos setores de telecom, energia elétrica, financeiro, industrial, corporativo e administração pública.
Há 33 anos na área, conta com mais de 1.200 profissionais e o maior programa de pesquisa & desenvolvimento da América Latina. A ideia é contribuir para a competitividade do Brasil e a inclusão digital da sociedade, levando ao mercado tecnologias de produto, sistemas de missão crítica, serviços tecnológicos e consultorias.
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