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13 de dez. de 2011

LUIZA ENTRA NO DOTZ

portal Isto É Dinheiro 02/12/2011 – Clayton Netz

O Magazine Luiza, de Luiza Helena Trajano, vai participar do programa de fidelização da Dotz, em Belo Horizonte. O objetivo é atrair, em 12 meses, 50 mil novos clientes. Controlado pelos empresários Alexandre e Roberto Chade e pelo fundo canadense Air Miles, o Dotz conta com 2,5 milhões de aderentes e deve fechar 2011 com receita de R$ 100 milhões.

11 de set. de 2011

GIGANTE DO VAREJO AVANÇA NO NORDESTE

jornal DCI 05/09/2011 - Isabella Holanda

Na disputa pelo consumidor da classe C da Região Nordeste, economia cuja renda média cresce acima da do restante do País, a Casas Bahia, líder nacional do comércio varejista de eletroeletrônicos, decidiu arregaçar mangas e entrar sozinha nos Estados do Ceará e de Pernambuco, territórios dominados por grandes players, como Magazine Luiza e Máquina de Vendas.

Nesses locais, além de concorrer de maneira desigual com a forte capilaridade das Lojas Insinuante, líder do varejo de eletrodomésticos no Nordeste, fundida ao Grupo Máquina de Vendas, e com o Magazine Luiza, recém-turbinado pelas Lojas Maia, a empresa encontrará pela frente a força das redes regionais, caso do grupo cearense Rabelo, que mantém 50 lojas em estados como Ceará, Rio Grande do Norte, Piauí, Pernambuco, Bahia e Paraíba. No Ceará, segundo interlocutores locais, a projeção é a de abrir duas lojas Casas Bahia na cidade de Fortaleza (CE) e outras unidades no Estado de Pernambuco. O processo de recrutamento de vendedores na capital cearense já começou, informa o Sistema Nacional do Emprego (Sine) no estado.

"Organicamente, ponto a ponto, a rede projeta expandir seu crescimento na Região Nordeste", antecipa a empresa, por meio de sua assessoria de imprensa.

Uma das maiores dificuldades enfrentadas para abraçar de vez a região, segundo informou a assessoria, diz respeito a problemas relacionados à distribuição. Em 2009, por exemplo, foi preciso alugar um Centro de Distribuição, operação que foi transferida para a cidade de Camaçari, na Bahia, estado que concentra 29, das 30 filiais da empresa existentes no Nordeste.

Só depois dessa operação ocorreu a abertura da primeira filial Casas Bahia fora desse estado, no vizinho, Sergipe. Ainda este mês, a rede inaugurou mais uma unidade no município baiano de Itabuna e já mantém lojas em municípios de pequeno e médio porte, como Feira de Santana, Camaçari, Lauro de Freitas, Candeias, Simões Filho, Alagoinhas, Cajazeiras, Santo Antonio de Jesus, Vitória da Conquista, Jequié e Itabuna

"Acredito que essa operação terá abrangência nacional. Mas não podemos esquecer que a Casas Bahia, que hoje integra a holding Globex [fusão da empresa com as bandeiras Extra Eletron e Ponto Frio] precisa vencer questões que dizem respeito ao processo de fusão. Por isso acho que a estratégia de crescer de maneira sustentada consiste em fincar as bandeiras, sentir o mercado primeiro, para só depois, uma vez analisadas todas as variáveis, expandir o negócio para locais onde estão as maiores oportunidades", analisa o especialista em varejo Cláudio Felisoni, do Programa de Administração do Varejo da Fundação Instituto de Administração (Provar-FIA).

No âmbito nacional, a empresa mantém 534 lojas espalhadas em 11 estados e emprega mais de 56 mil colaboradores.

Magazine Luiza

Na corrida pelo mercado nordestino, outro nome de expressão nacional, o Magazine Luiza, comemora crescimento de 63% de receita bruta obtida no primeiro trimestre de 2011 na região, o equivalente a R$ 237,4 milhões , com margem Ebitda de 5,5% (R$ 490 milhões), depois de adquirir a Lojas Maia em julho de 2010, e agora prospecta nova aquisições, possivelmente no norte do País.

"A entrada na Região Norte ainda não tem previsão, mas estamos sempre atentos à possibilidade de adquirir novas redes", antecipou o superintendente do grupo, Marcelo Silva. No primeiro semestre de 2011 a receita bruta do Magazine Luiza avançou 44,5%, em relação à do mesmo período de 2010, totalizando R$ 3.440,4 milhões, e a receita líquida subiu 43,4%, totalizando R$ 2,8 milhões.

Feita a fusão, o grupo, nascido no interior paulista e hoje presente em 16 estados brasileiros, optou por preservar ambas as bandeiras na fachada de suas lojas nordestinas, originando o "Magazine Luiza - Lojas Maia".

Máquina de Vendas

Foi também com a participação do nordeste brasileiro que surgiu a segunda maior rede varejista de eletroeletrônicos do País, a Máquina de Vendas, holding formada pela fusão de Insinuante, Ricardo Eletro, City Lar e EletroShopping que tem metas de alcançar mil lojas e faturamento de R$ 10 bilhões até 2014 em todo o território nacional.

Mesmo depois da fusão, a segunda maior potência do varejo brasileiro, decidiu preservar todas as bandeiras originais ( Insinuante, Ricardo Eletron, City Lar e Eletroshopping).

Com sede em Recife, a megaoperação abrange todos os estados da Federação menos a região Sul, com lojas presentes em 301 cidades, de 23 estados, mais o Distrito Federal. Em situação bastante confortável, a holding mantém a mesma avidez nos negócios depois de fudir-se com a marca EletroShopping, de Recife, e busca, agora, consolidar-se na região.

A justificativa, de acordo com a rede, é adotar o sistema de operações complementares, caso da Insinuante e daEletro Shopping, uma vez que são poucas as cidades da Região Nordeste que têm lojas das duas bandeiras. "Vamos preservar a essência dos negócios, ou seja, as marcas e o conhecimento de cada sócio nas diversas regiões em que atuamos. Por isso as equipes serão mantidas", explica o empresário Ricardo Nunes, CEO da holding.

16 de ago. de 2011

MAGAZINE LUIZA AMPLIA PARCERIAS PARA CARTÃO DE CRÉDITO PRÓPRIO

jornal Brasil Econômico 15/08/2011 – Cintia Esteves

As recentes aquisições feitas pelo Magazine Luiza representaram não só um significativo incremento no número de lojas do grupo, como também uma oportunidade para acelerar a expansão da base de cartão de crédito da varejista. Nos últimos 12meses, o número de cartões emitidos quase dobrou, chegando a 4milhões. Na Lojas Maia, adquirida em julho do ano passado, ele representa 28% do total das vendas.

Além das 150 unidades da rede nordestina, o Magazine Luiza ainda terá outras 109 lojas do Baú da Felicidade, comprado há dois meses, para ampliar sua base de cartões. Os antigos pontos de venda do apresentador Silvio Santos foram fechados para reforma, mas começam a ser reabertos neste mês. No entanto, apesar das oportunidades de crescimento dentro de casa, o Magazine Luiza quer mais. A varejista tem focado em parcerias com comerciantes do interior de São Paulo para que eles também aceitem o seu cartão como forma de pagamento.

“Oferecemos condições especiais para o cliente que usar nosso cartão em outros estabelecimentos. Para a loja parceira a vantagem é ganhar o cliente do Magazine Luiza”, diz Frederico Trajano, diretor de vendas da companhia, referindo-se a uma comum prática do mercado. No segundo trimestre o faturamento do cartão dentro da loja foi de R$ 572 milhões, alta de 23,4%. Na rede de terceiros, a receita foi de R$ 923 milhões, aumento de 87,1%.

Mais compras

A varejista dá sinais de que está bastante ocupada coma integração de Maia e Baú, mas não descarta novas compras no curto prazo. “Temos um DNA de aquisições, afinal foram13 desde a fundação da empresa, em1957. Aquisição é uma questão de oportunidade”, diz Marcelo Silva, superintendente do Magazine Luiza. No segundo trimestre, o lucro líquido da companhia foi de R$ 4,6 milhões, queda de 71,2%. Segundo a empresa, este resultado foi afetado por algumas despesas com a compra da Lojas Maia.

Baú desaparecerá em janeiro de 2012

Das 121 lojas do Baú da Felicidade compradas pelo Magazine Luiza, 35 se transformarão em unidades virtuais, formato que não possui estoque e os produtos são demonstrados ao cliente pelo computador. Quatro unidades localizadas próximas a lojas do Magazine Luiza serão utilizadas para ampliar os endereços antigos. Outras 12 serão fechadas e as 70 restante simplesmente se adequarão ao formato de lojas da rede. Estas reinaugurações acontecerão de agosto a dezembro deste ano ainda com a bandeira Baú. No entanto, em janeiro de 2012, todas ganharão na fachada a marca Magazine Luiza.

MAGAZINE LUIZA CONVERTE LOJAS DO BAÚ E REDUZ CRÉDITO

portal Folha Online 12/08/2011 - Felipe Vanini Bruning (Valor Online)

O Magazine informou em teleconferência nesta sexta-feira que acabará com a bandeira Baú da Felicidade em 2012. Das 121 lojas do Baú, 12 serão fechadas e quatro, vizinhas do Magazine, incorporadas com reformas.

"É um número menor do que prevíamos", afirmou Frederico Trajano, diretor-executivo de marketing e vendas da rede.

Outras 35 unidades da antiga rede de Silvio Santos passarão a funcionar no modelo de loja virtual --estabelecimentos de até 300 metros quadrados sem estoques físicos-- do Magazine Luiza em outubro. "As lojas virtuais registram o dobro das vendas das convencionais", disse Trajano.

As outras 70 lojas do Baú serão mantidas sob essa bandeira até janeiro de 2012, quando adotarão o nome do Magazine Luiza.

A marca Baú deverá desaparecer após essa mudança.

Essa movimentação ocorre ao mesmo tempo em que a varejista dá outros passos de integração da Lojas Maia, adquirida em 2010.

Dados do balanço financeiro publicados ontem mostram melhorias nos indicadores de rentabilidade da Lojas Maia. No entanto, em termos de prejuízo, a Maia ainda acumula leve perda de R$ 400 mil de abril a junho de 2011 e a receita líquida da rede no intervalo atingiu R$ 186,4 milhões.

No segundo trimestre, o lucro líquido da Magazine Luiza atingiu R$ 4,6 milhões versus R$ 15,9 milhões, uma queda de 71,9%.

As vendas pela internet da segunda maior varejista do país cresceram 48,8% no primeiro semestre deste ano ante o mesmo período de 2010, com receitas de R$ 356 milhões.

CRÉDITO

O receio com a inadimplência levou a rede a diminuir a aprovação de empréstimos em 13% e aumentar sua provisão (recursos utilizados no caso de falta de pagamento).

"Nós não percebemos aumento da inadimplência, mas decidimos adotar essa política ainda mais conservadora em linha com as provisões adicionais feitas pelo Itaú Unibanco [sua financeira parceira] em suas operações", afirmou Marcelo Silva, diretor superintendente da rede. A empresa diz que essa postura deve se manter ao longo do ano.

Além disso, o Magazine Luiza informa que não percebeu desaceleração das vendas neste ano e não deve mudar a forma como tem operado, "a não ser que a situação mude, já que ainda ninguém sabe ao certo o que vai acontecer lá fora", afirmou o executivo.

22 de jul. de 2011

MAGAZINE LUIZA TRABALHA PARA UNIR OPERAÇÃO

jornal Valor Econômico 21/07/2011 - Adriana Mattos

Ao mesmo tempo em que precisa avançar no processo de integração da Lojas Maia, comprada em 2010, a rede Magazine Luiza começa a reestruturar a operação das lojas do Baú da Felicidade, que teve os 121 pontos adquiridos pela varejista há cerca de um mês. No Baú, o trabalho se inicia oficialmente no dia 1º de agosto. Nas duas varejistas, as estratégias de integração terão focos diferentes, mas ambas estão hoje no centro das decisões estratégicas do comando do Magazine Luiza, a terceira maior rede de eletromóveis do país.

Na Lojas do Baú será preciso fazer um trabalho a partir do zero em várias direções. A rede irá fechar lojas em São Paulo e Paraná e trocar a fachada dos pontos do Baú para Magazine Luiza no prazo de seis meses, conforme informaram pessoas próximas a rede.
Em relação a sobreposição de pontos entre Baú e o magazine, estudo já avaliado pela cadeia mostra quais são as cidades com pontos de venda das duas redes muito próximos, e que poderiam exigir fechamento das lojas ou a venda dos pontos.

Cidades como Maringá, Londrina e Curitiba batem recordes de sobreposição, segundo informa uma consultoria que presta serviços para a companhia. "Em Londrina, são quatro pontos do magazine e três do Baú. Em Curitiba, são doze lojas das duas bandeiras e, em Londrina, são seis pontos no total. Algumas devem fechar ou virar pontos virtuais", conta ele.

De acordo com o consultor, em Curitiba, apesar do alto potencial de compra, "há uma avenida no centro da cidade com três lojas em com distância entre elas de 50 metros".

Segundo Nelson Barrizzelli, professor de economia da USP, os pontos sobrepostos mais deficitários tendem a ser fechados. "Ninguém mantém hoje uma loja deficitária aberta só para não vendê-la a um concorrente que pode se tornar seu vizinho", diz Barrizzelli.

O objetivo do Magazine Luiza é integrar as lojas adquiridas do Baú ao sistema de vendas e de estoques no espaço de nove meses a um ano, apurou o Valor.

Também começará a ser feito a partir de agosto um trabalho forte em treinamento de pessoal e de motivação daqueles funcionários de chão de loja que estão no Baú. Esta será uma iniciativa liderada pela presidente Luiza Helena Trajano, que planeja visitar alguns pontos e se reunir com funcionários do Baú nas próximas semanas. "Ela quer trazer o seu espírito para os novos funcionários e ninguém melhor do que ela para motivar as pessoas", afirma uma fonte ligada à rede.

Vídeo com explicações de Luiza sobre o magazine, com explicações sobre cultura da rede e expectativas de crescimento da companhia com a compra do Baú estava sendo planejado para ser feito. A ideia seria mostrar o video aos funcionários da cadeia adquirida.

Na Lojas Maia, adquiridas em junho de 2010 por R$ 290 milhões, o momento é diferente. Os pontos tiveram as fachadas trocadas para Magazine Luiza, mas a reforma interna das 136 lojas não terminou. Deve se estender até o fim do ano.

O Magazine ainda precisa avançar em duas questões mais estruturais: a gestão do capital de giro da rede adquirida e o modelo de crédito da Maia. Há espaço para equilibrar melhor a relação entre contas a pagar e a receber nos pontos da Lojas Maia, algo que no varejo é crucial para se financiar os estoques dos pontos, de acordo com um executivo próximo à Maia. O último balanço na rede já citava a necessidade de otimizar o capital de giro do grupo. "No Magazine Luiza, essas contas sempre foram muito bem ajustadas. Mas na Maia, dá para fazer mais, como negociar um prazo maior [de pagamento] aos fornecedores", afirma a fonte próxima à rede.

Ainda será preciso trabalhar para aumentar o uso de cartões próprios dentro dos pontos da Maia, e reduzir a participação de cartões de terceiros. Quando comprou a Maia, o uso de cartões da rede em compras nas unidades não chegava a 15% do total de vendas financiadas. Esse índice na Maia hoje supera os 20%, apurou o Valor. O número cresceu, mas está abaixo da média da controladora. No Magazine Luiza essa taxa está em 33%.

12 de jul. de 2011

BUSCA DESCONTOS FECHA PARCERIA COM CARREFOUR E MAGAZINE LUIZA

portal Executivos Financeiros 11/07/2011

O Grupo Busca Descontos, proprietário do portal agregador de compras coletivas, clube de compras e descontos segmentado para o público feminino, fechou parceria com duas grandes lojas virtuais.

Os internautas poderão conferir as promoções do Magazine Luiza e Carrefour. O Magazine Luiza leva ao e-consumidor diversas ofertas em Eletrônicos, Eletrodomésticos, Informática, Acessórios, Móveis, Acessórios Automotivos entre outras, todas disponíveis no Busca Descontos.

A loja virtual do Carrefour aposta em departamentos e traz descontos em Utensílios Domésticos, Perfumaria e Cosméticos, Brinquedos, Beleza e Saúde, além de Informática, games, livros, Cds & DVDs, Eletrônicos e Eletrodomésticos.

“Contar com gigantes do varejo como Carrefour e Magazine Luiza, no Busca Descontos é mais um grande passo para auxiliar no desenvolvimento do e-commerce no país” afirma Gerente Comercial do Grupo Busca Descontos, Patrícia Soderi.

15 de jun. de 2011

MAGAZINE LUIZA ACERTA A COMPRA DO BAÚ POR R$ 83MILHÕES

jornal Brasil Econômico 14/06/2011 – Cintia Esteves

O Magazine Luiza levou a melhor na disputa pelas lojas do Baú da Felicidade e comprou a rede por R$ 83 milhões. O valor foi considerado uma pechincha por analistas, já que representa apenas 20% dos R$ 415 milhões que a varejista de Silvio Santos registrou de faturamento no ano passado. Sabe-se que o Baú tem dívidas, mas o destino destes passivos não foi detalhado pelas empresas. No comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliário (CVM), o Magazine Luiza se limitou a informar quer os R$ 83 milhões serão pagos integralmente em 31 de julho, “considerando que as lojas não terão nenhuma dívida ou caixa”.

Se Luiza Helena Trajano, dona do Magazine, for tão eficiente nas unidades do Baú como é em sua própria rede, pode ainda aumentar a receita em pelo menos R$ 240 milhões. No ano passado, o Baú vendeu R$ 9 mil por metro quadrado, enquanto no mesmo espaço, o Magazine vende 58% mais, R$ 14,2 mil. A aquisição formará uma rede com 732 lojas e receita de R$ 6,1 bilhões anuais.

Como explica Eduardo Seixas, sócio da Alvarez & Marsal, consultoria especializada em reestruturação de empresas, quanto maior a margem de lucro do segmento que a empresa atua, maior costuma ser o valor de venda desta companhia.

"No varejo, o segmento supermercadista tem a menor margem, o que leva estas companhias a serem vendidas por um valor abaixo do faturamento delas. Já em vestuário, a margem é alta e a tendência é que elas sejam vendidas por mais que a receita", diz. Na avaliação do especialista, o preço pago pelo Baú foi baixo pois a margem do segmento de eletrônicos está acima dos supermercados e abaixo das lojas de vestuário.

O Magazine Luiza reforçará sua presença nos estados de São Paulo e Paraná com unidades que se encaixam no perfil que a empresa está acostumada trabalhar: voltadas à classe C. Além de dificultar a chegada de um novo concorrente, a varejista também terá condições de expandir sua base de cartões de crédito, atualmente com 3 milhões de clientes cadastrados.

Mas apesar do aparente bom negócio, não há como fugir da sobreposição de lojas. A empresa informou que "poderá juntar, fechar, alienar ou transferir alguns dos pontos comerciais do Baú". E já começam a surgir interessados em comprar estes pontos.

A companhia também declarou que parte das lojas, principalmente as localizados no Paraná, serão convertidos em unidades virtuais, modelo espaço físico onde a varejista realiza vendas sem produtos, só com atendentes e computadores. A expectativa é que essa integração seja feita em seis meses.

O grupo Silvio Santos começou a buscar comprador para o Baú há sete meses, logo após a descoberta de fraude no banco Panamericano. A partir daí o grupo decidiu que focaria em comunicação, como canal de televisão SBT; em consumo, com a Jequiti; e em capitalização, com a Liderança. O Panamericano foi vendido ao BTG Pactual e a Braspag, empresa de pagamentos digitais, passou para as mãos da Cielo.

MERCADOMÓVEIS AINDA QUER LOJAS

jornal Brasil Econômico 14/06/2011 – Cintia Esteves

Mesmo tendo sido vencido por Luiza Helena Trajano na disputas pelas lojas do Baú da Felicidade, Márcio Pauliki, presidente da Mercadomóveis, ainda não desistiu de comprar parte das lojas da rede fundada por Silvio Santos.

Pensando nas unidades do Paraná que vão se sobrepor aos pontos de venda do Magazine Luiza naquela região, o empresário deve formalizar uma proposta de aquisição. “Ainda nesta semana vamos enviar uma proposta de aquisição à Magazine Luiza a respeito das unidades do Baú, que podem ser fechadas ou vendidas”, escreveu o empresário. Segundo Pauliki, Pão de Açúcar. Máquina de Vendas e Elektra também estavam disputando o Baú.

Em comunicado, o Magazine Luiza informou que “poderá juntar, fechar, alienar ou transferir alguns dos pontos comerciais do Baú em função da sobreposição de algumas lojas em cidades que não requerem lojas adicionais”. No entanto, o número de pontos de venda nesta situação não foi informado.
Proposta revista

A Mercadomóveis possui 145 lojas no sul do país e inicialmente tinha interesse por 50 pontos de venda do Baú localizados no estado do Paraná. Para ter mais chances de conseguir se dar bem nas negociações, a varejista elevou sua proposta para 80 unidades.

Histórico

A Lojas Cem foi uma das primeiras varejistas a serem procuradas pelo Baú da Felicidade. Na época era a consultoria Galeazzi &Associados que prestava serviços para o grupo Silvio Santos. No entanto, após Cláudio Galeazzi, presidente da empresa, afirmar ao Brasil Econômico que estava fazendo um “diagnóstico” sobre o Baú, a diretoria do grupo Silvio Santos se irritou e tirou a consultoria das negociações e chamou o Bradesco BBI para cuidar da venda.

Durante as negociações executivos do Ponto Frio, que pertence ao grupo Pão de Açúcar, foram vistos em lojas do Baú realizando o processo conhecido com due diligence. No entanto, foi a rede de Luiza Helena Trajano, que levou a melhor. Após captar R$ 926 milhões em sua abertura de capital, o Magazine Luiza começa a enviar bons sinais ao mercado.

“Eles conseguiram levantar uma boa quantia no mercado e estão investindo no que prometeram, expansão”, afirma Eduardo Seixas, sócio da consultoria Alvarez & Marsal, que tem no currículo a recuperação de varejistas como Dadalto, Leader e Casa & Video.

24 de mai. de 2011

MAGAZINE LUIZA ENTRA NO SETOR DE CONSÓRCIOS PARA CASAMENTOS

jornal DCI 23/05/2011 - Gleyma Lima e Agências

O Magazine Luiza ampliou neste mês seu leque de opções de consórcio e passou a oferecer um produto do tipo voltado para festas de casamento.

A iniciativa disponibiliza cartas de crédito com valores entre R$ 2 mil e R$ 10 mil, em planos de 15 a 48 meses para serem pagos em parcelas a partir de R$ 69,00. Segundo a diretora do Consórcio Luiza, Edna Maria Honorato, o intuito é auxiliar as classes emergentes a realizarem seu sonho. "O mercado de serviços relacionados ao matrimônio não oferece um parcelamento muito longo, daí a vantagem de se fazer o consórcio", disse ela. "Além disso, o casal tem a opção de adequar as parcelas ao próprio bolso", afirma a executiva.

Festa de debutante

A porta-voz ainda enfatizou que é possível, também, se planejar para fazer uma festa de debutante com o produto - e muitas vezes nem é preciso esperar até o final do prazo para ser contemplado. Segundo Edna, os consumidores podem ser beneficiados por meio de sorteios ou de lances livres em porcentagem para contratar os serviços desejados para sua celebração, seja casamento ou algum outro tipo de comemoração. Lembrando que o Magazine Luiza é um varejista que já oferece consórcios de imóveis, automóveis, motocicletas e serviços em geral.

Para fazer um consórcio da empresa o consumidor passará por uma análise e a comprovação do crédito. Os valores, uma vez aprovados tais trâmites, serão pagos aos prestadores do serviço. Atualmente, o Consórcio Luiza está disponível em 610 lojas da rede, e conta com 77 representações autorizadas espalhadas pelo País, além do site para esclarecimento de dúvidas, compras e sugestões. Até agora mais de mil pessoas aderiram à novidade.

"O engraçado é que os cerca de 54% que compraram o consórcio são homens", explica a responsável pelo setor no Magazine Luiza.

O Consórcio Luiza já entregou mais de 215 mil bens e, atualmente, conta com mais de 40 mil clientes ativos, segundo a

Associação Nacional dos Administradores de Consórcios (Abac) e o Sindicato Nacional dos Administradores de Consórcios (Sinac).

Resultados

A rede Magazine Luiza registrou um lucro líquido de R$ 12,3 milhões nos três primeiros meses deste ano - elevação de 31,7% frente ao mesmo período do ano passado. Neste intervalo, a receita líquida da companhia cresceu 50,5%, para R$ 1,416 bilhão.

A empresa possui sede na cidade paulista de Franca e já é uma das maiores no ramo de consórcios do Brasil, oferecendo serviços inovadores e de qualidade, os quais possibilitam aos clientes a conquista de seus projetos por meio de opções diversificadas de cartas de crédito de eletrodomésticos, móveis, carros, motos, imóveis e serviços como festas, saúde e estética, viagens, estudos, reformas, quitação de financiamento de veículos e imóveis, dentre outas opções.

18 de mai. de 2011

MAGAZINE LUIZA TEM LUCRO LÍQUIDO DE R$ 12,3 MILHÕES

portal Brasil Econômico 16/05/2011

No primeiro trimestre, a empresa teve um dos maiores crescimentos de vendas "mesmas lojas" (abertas há pelo menos um ano) — variação de 25,6% —, além do forte desempenho da região Nordeste, devido à aquisição das Lojas Maia.

O lucro líquido é 31,7% superior aos de R$ 9,3 milhões registrados nos três primeiros meses de 2010. A margem líquida é de 0,9%.

"Conseguimos diluir significativamente as despesas operacionais, aumentando a eficiência da companhia em 38,9%, alcançando margem de 5,9% sobre a receita líquida", sinaliza a companhia em seu demonstrativo financeiro.

A base total de cartões Luizacred já chega a 3,463 milhões de cartões, uma variação positiva de 61,4% frente ao primeiro trimestre do ano passado. Os ativos correspondem 85,94% do total.

Há pouco, as ações da companhia (MGLU3) caíam 0,49%, para R$ 16,27, em 17 negócios realizados, segundo a BM&F Bovespa.

29 de abr. de 2011

MAGAZINE LUIZA TERÁ MENOS RECURSOS QUE O PREVISTO PARA AQUISIÇÕES

portal Exame 28/04/2011 - Márcio Juliboni

O Magazine Luiza não contará com todos os recursos que esperava para aquisições. Com a fixação do preço de venda das ações em 16 reais por papel (o piso da estimativa), o IPO da empresa vai levantar 925,785 milhões de reais. Do total, 30% devem ir para aquisições e abertura de novas lojas, o que equivale a cerca de 278 milhões de reais.

O Magazine Luzia avaliava que poderia captar até 1,4 bilhão de reais em sua abertura de capital, caso todos os papéis fossem vendidos por 21 reais o papel – o teto da faixa estipulada. Com isso, o Luiza destinaria até 420 milhões de reais para a compra de concorrentes e a expansão da rede – 51% mais do que terá, de fato.

Desde que iniciou seu processo de abertura de capital, o Magazine Luiza despertou dúvidas em parte dos especialistas de varejo sobre a capacidade que terá de usar adequadamente os recursos. Isto porque, com a consolidação do setor de varejo, sobraram poucas redes interessantes para aquisição. E, como são poucas, estão cada vez mais caras.

Comparação

Em meados do ano passado, por exemplo, o Magazine Luiza comprou a rede paraibana Lojas Maia por cerca de 300 milhões de reais. Como a rede possui 150 lojas, o negócio correspondeu a 2 milhões de reais por loja.

Se o mesmo valor médio por loja for aplicado ao montante que o Magazine Luiza vai reservar para aquisições, a empresa poderia comprar uma rede de aproximadamente 140 lojas. Isto, se todos os 278 milhões de reais forem usados apenas para aquisições, e nenhuma fatia for destinada para a expansão orgânica.

No início de abril, o Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo do Consumo (Ibevar) fez um levantamento de possíveis candidatos a aquisição pelo Magazine Luiza, a pedido de EXAME.com.

Pelo levantamento, mesmo redes de porte médio, como a Lojas Cem – sempre citada como um potencial alvo do Luiza – vão demandar muita negociação para uma eventual compra. Com 181 lojas, a Lojas Cem seria avaliada por aproximadamente 360 milhões de reais. Já a Lojas Colombo, com 346 pontos de venda, custaria quase o dobro.

Lojas próprias

A abertura de novas lojas também vai desafiar a empresa. Em seu prospecto preliminar, o Magazine Luiza reconheceu que há cerca de 240 cidades brasileiras que já comportariam, pelo menos, uma loja.

Os especialistas avaliam que cada unidade do Luiza demande um investimento de 1,5 milhão, entre obras, pessoal e treinamento. Isso significa que atingir todas as cidades mapeadas custaria ao Luiza 360 milhões de reais – mais do que o reservado no IPO.

A empresa também informou que pretende destinar 30% dos recursos para capital de giro – o equivalente a outros 278 milhões de reais. Os outros 40% de recursos seriam divididos em duas parte iguais, sendo uma destinada a reforma de lojas existentes, e a outra, para investimentos em tecnologia e logística.

Se os especialistas já estavam cautelosos sobre a capacidade de o Magazine Luiza apresentar uma expansão relevante com um IPO de mais de 1 bilhão de reais, a captação de recursos inferiores ao previsto tornou o desafio da empresa ainda maior.

4 de abr. de 2011

PACOTE TURÍSTICO VIRA NOVO FOCO DO MAGAZINE LUIZA NO VAREJO

jornal DCI 04/04/2011 – Gleyma Lima

Com um tíquete médio de R$ 484 e um crescimento de até 30% mantido há 10 anos, a rede varejista Magazine Luiza sai de Franca, no interior de São Paulo, onde foi criada, para agora levar seus clientes da classe emergente a viajarem pela primeira vez de avião, por meio do Luiza Viagens, o novo braço do grupo, inaugurado recentemente em parceria com a empresa Azul Linhas Aéreas. A rede segue os passos da Casas Bahia, do Grupo Pão de Açúcar (GPA), que há pouco tempo fechou semelhante acordo de vendas com líder aérea TAM, e agora instalam quiosques em periferias de São Paulo para vender passagens ao público C e D.

Segundo a presidente do Magazine Luiza, Luiza Helena Trajano, o intuito da rede é abocanhar parte dos 11 milhões de brasileiros previstos para começar a viajar de avião no País, segundo pesquisa realizada pelo Data Popular. "Hoje o nosso pacote é diferenciado, pois ele foi montado para a classe que não sabe nem o que é check in ou check out. No nosso avião é falado a mesma língua do povo", explicou a presidente, em evento realizado no WTC, na capital paulista. Apesar dessa movimentação de olho no aumento do turismo brasileiro, há quem tenha tirado o time de campo, e deixado de atuar na área de viagens. A rede supermercadista Carrefour vendeu suas lojas próprias de pacotes do setor para a CVC , líder nesse mercado. Por outro lado, o Carrefour anunciou sua entrada no ramo imobiliário, pois o objetivo é o de aproveitar a base de 114 hipermercados da rede no País para que em parceria com construtoras, além de erguer edifícios comerciais ou shopping centers no mesmo espaço.

Ainda que a movimentação pela venda de pacotes e passagens aéreas esteja forte no varejo, os planos do Magazine Luiza são mais amplos, com o objetivo de atuar em diversas vertentes, a empresa não descarta entrar ao mesmo tempo no Rio de Janeiro e Espírito Santo, com aquisições. "Não podemos chegar no Rio com duas, três lojas. Tem de chegar com uma força", disse Luiza, ao lembrar que quando veio para São Paulo apostou na abertura de 50 lojas ao mesmo. Ela afirmou que hoje, o segundo mercado mais importante da rede é a região sul.

Fidelização

Para manter os seus clientes fiéis, a rede investe no tradicional "Dia de Ouro", evento realizado deste 2005 e voltado aos consumidores mais fiéis, os Clientes Ouro. São ofertas diferenciadas, com condições de pagamento exclusivas. 401 lojas participam, sendo sete delas pela primeira vez este ano. Além das facilidades de pagamento proporcionadas pelo Cartão Luiza Ouro, somente nesses dias os usuários dessa modalidade de crédito contam ainda com o parcelamento de qualquer produto da loja, em até 10 vezes, sem juros no Cartão Luiza.

No âmbito dos negócios em si, as medidas anunciadas pelo governo no final do ano passado, que visam conter o ritmo do consumo e a concessão de crédito, não devem comprometer a expectativa de compras das classes C e D no Brasil ao longo de 2011, segundo Luiza Helena. "Notamos que o nível de endividamento não vem aumentando, e o consumo continua em um ritmo estável, o que contribui para um cenário positivo para o varejo neste ano", afirmou ela.

A avaliação de Luiza é que as ações do governo devem comprometer, em um primeiro momento, gastos com bens de maior valor, como imóveis e veículos, refletindo de forma pouco expressiva na compra de eletrodomésticos e eletrônicos. Ela ainda afirma que a questão de preço não é o principal desafio das empresas e que o atendimento com qualidade e velocidade são os grandes desafios das empresas varejistas do Brasil. "As únicas duas coisas que vão diferenciar uma empresa da outra são inovação e atendimento. Preço passou a ser commodity", afirmou. Segundo Luiza atualmente o cliente quer mais que um preço ele precisa de segurança.

Balanço

No ano passado, a companhia teve um lucro de R$ 68,8 milhões, ante um prejuízo de R$ 92,7 milhões em 2009 e perdas de R$ 76,6 milhões em 2008. A receita líquida totalizou R$ 4,808 bilhões em 2010, em um crescimento de 43% sobre o resultado de 2009. O lucro antes de impostos, juros, depreciação e amortização, na sigla em inglês (Ebtida) foi R$ 319 milhões no ano passado, ante R$ 64,6 milhões no exercício anterior.

A rede de lojas atingiu 604 unidades em dezembro de 2010, ante 455 em 2009. Em fevereiro deste ano a empresa apresentou um pedido de lançar ações na Bovespa, e ainda os recursos levantados com a oferta de ações (IPO) devem ser dirigidos para abertura de lojas, aquisições, investimentos em reformas de lojas e reforço do capital de giro. Lojas Americanas, Submarino, Lojas Renner e Marisa são outras empresas do setor varejista que já possuem ações negociadas na Bolsa.

25 de mar. de 2011

MAGAZINE LUIZA PROMOVE MAIS UMA EDIÇÃO DO FAMOSO DIA DE OURO

portal Maxpress 25/03/2011 – release Fonte Ass. de Comunicação e Marketing

Evento vai sortear dois carros Renault Clio zero-quilômetro e vale-compras no valor de R$ 10 mil entre seus Clientes Ouro

Conhecido pelo tratamento especial que dá aos seus clientes, o Magazine Luiza promove nesse fim de semana, dias 26 e 27, seu tradicional Dia de Ouro, evento que ocorre desde 2005 voltado aos consumidores mais fiéis, os Clientes Ouro, e que oferece ofertas diferenciadas, com condições de pagamento exclusivas.

Nesta edição, 401 lojas da rede realizarão o Dia de Ouro, sete delas pela primeira vez, nas cidades de Guarujá, Santo André, São Vicente, Suzano e em algumas lojas de São Paulo.

Além das facilidades de pagamento proporcionadas pelo Cartão Luiza Ouro, somente nesses dias, os usuários dessa modalidade de crédito contarão ainda com o parcelamento de qualquer produto da loja em até 10 vezes sem juros no Cartão Luiza.

No sábado, 87 lojas do grupo estarão abertas das 15h às 19h, recepcionando seus convidados com um lanche da tarde. No domingo, as 314 lojas restantes funcionarão das 9h às 13h. Os clientes que forem aproveitar as ofertas se deliciarão também com um café da manhã.

Os mais de 880 mil clientes da rede foram convidados por meio de mala direta. Uma calorosa recepção pela equipe da loja os aguarda, além de alguns mimos como tapete vermelho, flores, homenagens e música ao vivo, entre outras surpresas. Este dia especial de compras faz parte do programa de relacionamento desenvolvido pelo Magazine Luiza para premiar e reconhecer a fidelidade de um grupo seleto de clientes que cresce a cada ano.

Por isso, além de todos os benefícios comerciais, no Dia de Ouro serão sorteados dois carros Renault Clio zero-quilômetro e vale-compras aos clientes que depositarem os cupons nas urnas. As chances de ser sorteado podem ser aumentadas, pois a cada R$ 100,00 em compras, o cliente ganha mais um cupom. Aqueles que comparecerem às lojas serão presenteados ainda com um colar banhado a ouro.

O sorteio dos carros será realizado no dia 04 de abril, a partir das 14h, no Hotel Comfort, situado na Avenida Miguel Sábio de Mello, 1.505, em Franca (SP). O acesso a quem quiser acompanhar tudo de perto é livre.

A expectativa do evento é de aumentar em até 23% o volume de vendas com relação à última edição do Dia de Ouro, realizada em março do ano passado. “Esta ação já é tradicional na rede e tem uma representatividade enorme tanto no faturamento da empresa como na fidelização de nossos melhores clientes, que contam com benefícios exclusivos e imperdíveis”, afirma Karina Oliveira, gerente de Consumer Relashionship Management do Magazine Luiza.

Magazine Luiza

Reconhecido como uma das maiores redes do comércio varejista do país e com 611 lojas distribuídas em 16 Estados (São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Mato Grosso do Sul, Goiás, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraíba, Ceará, Rio Grande do Norte, Sergipe, Alagoas, Bahia, Pernambuco, Piauí e Maranhão), o Magazine Luiza investe constantemente em programas e ações em benefício de seus 17 mil funcionários. A política de gestão de pessoas adotada já rendeu diversos prêmios à rede que, há 13 anos, figura entre as melhores empresas para se trabalhar nos rankings da revista Exame e do Instituto Great Place to Work, sendo que em 2010 foi considerada a melhor na prática de Falar com seus funcionários.

23 de mar. de 2011

MAGAZINE LUIZA QUER CAPTAR R$ 950 MILHÕES

jornal Valor Econômico 23/03/2011 - Ana Paula Ragazzi

Os bancos coordenadores começaram as primeiras reuniões com investidores para apresentar a oferta inicial de ações da rede varejista Magazine Luiza.

A empresa quer captar R$ 950 milhões, sendo 68% em colocação primária, em que os recursos vão para o caixa, e o restante em venda secundária, de fatias dos atuais acionistas. A operação deve ser concluída na terceira semana de abril.

Concluída a captação, a empresa chegará à bolsa avaliada em R$ 3,7 bilhões. A família que comanda a companhia, do casal Luiza Trajano e Pelegrino José Donato, que fundou a rede em Franca, interior de São Paulo, deverá manter fatia de 69% no grupo. O fundo de participações americano Capital International manterá uma participação de 4,6%. Esse fundo, em 2005, comprou 12% do Magazine por R$ 120 milhões - ou seja, avaliou a companhia em R$ 1 bilhão. Na oferta, a empresa está avaliada em cerca de R$ 3,7 bilhões. Ficarão livres para a circulação na bolsa 26,4% do capital.

Procurado pelo Valor, o Magazine Luiza informou que está em período de silêncio por conta da oferta e não concedeu entrevista.

Os recursos que virão da distribuição primária, de cerca de R$ 645 milhões, serão usados para suportar o plano de investimentos, estimado em R$ 200 milhões em 2011 e R$ 240 milhões em 2012. A empresa deseja, nesses dois anos, aumentar em 5% ao ano a sua área de vendas.

A capacidade de ganhos com a recém-adquirida operação da Lojas Maia, no Nordeste, é um dos pontos fortes destacados na apresentação. A avaliação é a de que a produtividade das lojas do grupo nordestino deverá aumentar sob o comando do Magazine Luiza. Foram compradas 136 lojas, o que elevou o total do grupo para 536 unidades no fim de 2010. A perspectiva é que a margem Ebitda (do lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da Maia passe dos atuais 3% para cerca de 6%, que é a faixa registrada pelo Magazine. O grupo tem a expectativa de crescimento de 17% nas vendas mesmas lojas neste ano.

O Cartão Luiza, com 2,8 milhões de unidades emitidas, responde por 39% das vendas totais do grupo. Como a proporção é bastante significativa, a empresa consegue reduzir o seu custo com descontos, pois não paga as taxas cobradas pelas administradoras de cartões, nesse caso. Em cartões de terceiro, o percentual das vendas é de 26% e tende a ser limitada a este percentual, exatamente para reduzir o custo de desconto. Outros 22% das receitas são de vendas à vista e 13%, de crédito direto ao consumidor.

A apresentação também destacou a financeira Luiza Cred, 100% de propriedade do Magazine. Em 2010, ela representou cerca de 10% do Ebitda da companhia. A financeira é avaliada em cerca de R$ 800 milhões.

O braço de vendas eletrônicas do Magazine Luiza está incorporado às atividades da empresa hoje e não existem planos de separar esse ramo de negócio para futuramente listá-lo em separado na bolsa.

As receitas de vendas eletrônicas foram de cerca de R$ 570 milhões em 2010, e o crescimento planejado para este ano é de 45%, em linha com as perspectivas para esse setor do varejo. Avaliada em cerca de R$ 3,7 bilhões, a empresa tem um EV (valor de mercado mais dívidas)/Ebitda projetado para 2011 de 10,5 vezes. Esse múltiplo relaciona o valor da empresa, incluindo sua dívida líquida, e o seu resultado operacional. Mede o quanto a empresa tem de gerar de caixa para chegar ao valor que o mercado lhe atribui. O EV/Ebitda projetado para o concorrente Pão de Açúcar é de 8,5 vezes em 2011.

22 de mar. de 2011

MAGAZINE LUIZA LANÇA AGÊNCIA DE VIAGENS

portal Meio&Mensagem 21/03/2011 - Regina Augusto

O Magazine Luiza prepara para o próximo mês o lançamento de um novo negócio. Trata-se da Luiza Viagens, uma agência de viagens voltada ao público das classes C e D, fruto de uma parceria com a Azul Linhas Aéreas, cujos pacotes serão vendidos nas 600 lojas da rede espalhadas pelo País a preços e condições de pagamento acessíveis.

Luiza Helena Trajano, presidente do Magazine Luiza, aponta o ingresso na nova área de negócios como bastante promissor. “Cerca de 11 milhões de brasileiros vão viajar de avião pela primeira vez no País nos próximos anos”, aponta.

O diferencial da Luiza Viagens é um serviço totalmente adaptado à realidade das pessoas da base da pirâmide com pouca familiaridade em viajar de avião. Para tanto, foram escolhidas três faxineiras que trabalham no Magazine Luiza e nunca tinham viajado de avião para fazer o roteiro São Paulo–Porto Seguro com o compromisso de darem o feedback da experiência à própria Luiza Helena Trajano. Suas impressões contribuíram para a montagem de um programa feito sob medida para as necessidades deste público. Expressões como check in e check out, por exemplo, deverão ser traduzidas por conceitos mais fáceis de entender, bem como a explicação detalhada de pratos em cardápios de restaurantes. O novo produto já está sendo vendido em fase de teste em algumas lojas.

3 de fev. de 2011

VENDA DA CASA & VÍDEO PARA O BTG ABRE NOVA ONDA DE FUSÕES NO SETOR

jornal DCI 03/02/2011 - Gleyma Lima

Recomeça a onda de fusões e aquisições no setor varejista brasileiro, com o anúncio, neste começo de mês, da compra da rede varejista carioca [especializada em eletroeletrônicos] Casa & Vídeo, avaliada em R$ 600 milhões. A marca concorre com as gigantes do mercado Casas Bahia, Ponto Frio, Magazine Luiza e Máquina de Vendas, entre outras. Ontem, foi anunciado o fechamento de um pré-contrato de compra da rede carioca pelo banco a BTG Pactual e o negócio deve ser oficializado no final deste mês, de acordo com a empresa. - Conforme apurações da última pesquisa da consultoria da KPMG sobre fusões e aquisições no Brasil, referentes ao ano passado, o varejo obteve um crescimento de 37% de 2010 para 2009. Os segmentos que mais se destacaram no ano anterior foram shopping centers, lojas de varejo e supermercados.

Segundo o sócio diretor de Desenvolvimento de Negócios e especialista em varejo da KPMG, Paulo Ferrenzen, o setor obteve um grande destaque graças à ascensão da classe média e ao fluxo de investimento que o segmento movimentou. "O mercado brasileiro segue otimista. Globalmente hoje o nosso país se tornou alvo de interesses de operadores internacionais", explica.

Para 2011 os segmentos que a consultoria destaca são: supermercados, confecções, eletroeletrônicos e farmácias . Para Ferrenzen, quem deve querer abocanhar os setores citados principalmente são os investidores estrangeiros que veem no Brasil uma forma de crescimento mais rápido por meio de aquisições.

Negociação BTG

Com relação à nova aquisição no varejo, em entrevista recente ao DCI, o grupo Casa & Vídeo havia afirmado que era assediado pelo grupo Americanas, e também não descartava a possibilidade de abrir capital - ou até de receber novos sócios para compor a rede. Ao que tudo indica, a segunda alternativa parece ser a mais provável, pois o banco BTG assinou esse pré-contrato de intenção de compra de 70% da varejista Casa & Vídeo no último sábado (29/1), na sede do banco, em São Paulo.

Porém, vale destacar que essa estratégia já havia sido desenhada, em acordo semelhante ao também firmado entre a Casa & Vídeo durante meses com a Lojas Americanas, no ano passado, mas que acabou não saindo.

Segundo o sócio da Demarest e Almeida Advogados, Mario Nogueira, o pré-contrato garante apenas a exclusividade de compra e troca de informações e não gera nenhuma obrigação entre as partes. "Transações deste porte podem durar até um ano para serem concluídas", explica Nogueira. Outra rede varejista que vive nos holofotes sobre compra e venda é a rede Lojas do Baú, além da empresa que possui vendas diretas, a Jequiti - ambas do Grupo Silvio Santos. Porém, o empresário ressaltou esta semana que não deve vender nenhuma das duas. Além delas, a Loja Cem foi assediada no ano passado, mas até o momento não houve anúncio de compra ou venda oficializada.

Para alcançar a fatia de 70% na empresa, o BTG fará quatro operações. Primeiro, converterá em ações debêntures da companhia emitidas pelo banco em julho do ano passado, no valor de R$ 40 milhões . Em seguida, fará um aporte de R$ 100 milhões d no caixa da carioca. Juntas, as duas operações darão ao banco cerca de 50% da empresa. Por fim, irá adquirir uma participação de 20% na C&V Holding, que controla a Casa&Vídeo, por cerca de R$ 100 milhões. Essa é a quantia que, de fato, irá para o bolso de Fábio Carvalho, dono da empresa com 100% das ações da holding. Para compor o valor total da empresa, entrou ainda na conta a sua dívida, de R$ 230 milhões.

Segundo informações do mercado, as empresas não chegaram a um consenso sobre o valor do ajuste de capital de giro que deveria ser aplicado no contrato - o recurso é usado para evitar distorções entre o capital de giro da companhia apurado na diligência e o existente no momento da finalização do acordo. A Lojas Americanas exigiu um desconto de R$ 50 milhões acima do calculado pela Casa & Vídeo.

As conversas entre as duas empresas começaram em junho e a proposta da Lojas Americanas, que previa adquirir 100% da companhia, foi formalizada ainda em agosto. O negócio desandou já na assinatura final do contrato, no final de novembro.

Se depender apenas do BTG, o negócio deve ser fechado rapidamente, pois até o final do ano passado o grupo já tinha fechado vários negócios apoiados no crescimento do consumo interno, nos setores de farmácias, postos de combustível, estacionamentos, hospitais e automóveis.

A empresa vende produtos para o lar, eletrônicos e eletrodomésticos - assim como Casas Bahia, Baú, Ponto Frio, Extra, Magazine Luiza, e Ricardo Eletro, entre outras.

Quem também vai querer entrar na roda de fusões ou aquisições no setor é a Advent International Corp., que tem US$ 2 bilhões para fazer compras no Brasil e aproveitar o crescimento mais rápido da economia do País, além da pulverização de alguns segmentos do comércio. A empresa, que é especializada em compra de participações em companhias de capital fechado, vai fechar negócios este ano, disse o executivo da empresa Patrice Etlin, por meio de nota, e sem dar mais detalhes sobre prazos.

Segundo o executivo, a companhia está de olho em várias empresas nos setores de varejo de nicho que são os segmentos de materiais de construção e farmácias. A Advent International é um fundo de private equity que atua no Brasil desde a década de 90 com foco em varejo e serviços. O grupo fez investimentos em companhias como a rede de lojas de aeroportos Dufry Group, na Cetip SA Balcão Organizado de Ativos e Derivativos e na International Meal Co. Holdings SA, controladora de redes de restaurantes (Viena e Frango Assado).

7 de dez. de 2010

BANCO DO BRASIL E MAGAZINE LUIZA PATROCINAM RÉVEILLON DA PAULISTA

portal Propmark 7/12/2010 - Cristiane Marsola

A festa de Réveillon na Paulista tem patrocínio máster do Magazine Luiza e do Banco do Brasil, copatrocínio da Petrobras e da Brahma e apoio especial de Cielo. Os organizadores não divulgam os valores investidos. "O evento será cerca de 20% maior que o do ano passado. Se considerarmos a Praça de Natal, é 50% maior", disse Marcelo Flores, diretor da Playcorp, que organiza o evento há 14 anos.

Esta é a terceira vez que o Magazine Luiza está entre os principais investidores para a realização da festa. "Patrocinar o Réveillon na Paulista é muito positivo, traz uma simpatia para a marca junto à cidade de São Paulo", falou Rogério Bruxelas, gerente de marketing do Magazine Luiza.

Neste ano, o Banco do Brasil também participa da festa. "São Paulo é muito importante para o Banco do Brasil. Este ano tivemos a incorporação da Nossa Caixa. Estamos cada vez mais investindo em grandes eventos", disse Hugo Paiva, gerente executivo da diretoria de marketing do banco do Brasil.

O slogan do 2011 será "São Paulo, a nossa obra de arte". A festa terá apresentações de Fábio Jr., Fiuk e Banda Hori, Zezé Di Camargo e Luciano, Barra de Saia, Capital Inicial e a escola de samba Rosas de Ouro.