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22 de jun. de 2011

FEBRABAN E ABECS ANUNCIAM NOVO CONGRESSO DE PAGAMENTOS ELETRÔNICOS

portal Executivos Financeiros 21/06/2011

Com o tema central “Transparência nas relações com o Mercado”, a 6ª edição anual do Congresso de Meios Eletrônicos de Pagamento (CMEP) vai discutir a aceleração dos pagamentos eletrônicos. Atualmente, a sociedade brasileira prefere cada vez mais transações digitais em detrimento das feitas por documentos em papel e em moeda.

A Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) divulgou que o setor de cartões, para dar um exemplo de expansão de pagamentos eletrônicos, registrou faturamento global da ordem de R$ 145,2 bilhões nos três primeiros meses do ano, o que significa crescimento de quase 20% sobre o mesmo período do ano passado.

Em paralelo a esse crescimento dos meios eletrônicos, a sociedade descarta cada vez mais o uso de meios tradicionais em função de menor segurança, menor facilidade e benefícios. A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informa que, em 2010, o número de cheques compensados no Brasil foi de 1.120 milhões, com queda de 9,3% em relação a 2009. Ressaltando ainda que o número de cheques compensados no ano 2000 era mais que o dobro. No início da década, eram compensados 2.638 milhões de unidades na economia local.

A mesma pesquisa chamada Setor Bancário em Números acusa que as transações através do Internet Banking evoluíram positivamente em 27,4% no ano de 2010 e foram responsáveis por 23% de todas as transações feitas no país. Já os caixas eletrônicos foram donos de 32% das transações enquanto as feitas através de cheques e dinheiro nos caixas das agências bancárias caíram para apenas 10% das transações

Nos dois dias de evento, representantes do mercado de cartões, instituições financeiras, redes de varejo, associações, autoridades e fornecedores discutirão como elevar ainda mais o nível de transparência nas operações procurando benefícios constantes para o consumidor..

Novos Consumidores e ascensão social

Para responder aos desafios de um segmento em tamanha expansão, o 6º CMEP também se dedicará a temas como a Inclusão Financeira, novos consumidores e a ascensão das classes C, D e E que consolidam seu mais novo período de crescimento, sinalizando crescimento ainda maior do setor financeiro. Por outro lado e com a emergência de novas gerações, o congresso pretende discutir a evolução das redes sociais e as mudanças no perfil do consumidor.

O desenvolvimento tanto do mercado quanto de opções tecnológicas para o M-Payment (pagamento em mobilidade) também serão apresentados, além de estudos e conferências sobre campanhas para incentivar o uso consciente do crédito e iniciativas de educação financeira.

As associações que promovem o evento anunciam também que pretendem discutir os muitos aspectos da frágil segurança – física, patrimonial e penal – que os meios tradicionais como papel moeda e cheques oferecem àqueles que os usam; além de questionar o custo social da moeda em aspectos como manuseio e informalidade.

O CMEP será realizada nos dias 29 e 30 de setembro, em São Paulo, no Hotel Transamérica Expo Center.

16 de mai. de 2011

NIGÉRIA: BANCO CENTRAL ESTABELECE LIMITES PARA SAQUES DE DINHEIRO

portal CardClipping 14/05/2011



O Banco Central da Nigéria estabeleceu uma série de políticas destinadas a afastar o país das operações caras e arriscadas com dinheiro, a favor dos meios eletrônicos de pagamento.

O banco enfatizou que o predomínio do dinheiro vivo tem grandes reflexos no gerenciamento do caixa, na segurança e na lavagem de dinheiro.

Para forçar a migração à moeda eletrônica, os nigerianos terão um limite diário acumulado de N150, 000 (cerca de US$ 970) para saques e depósitos de numerário, incorrendo em multas no caso de ultrapassar esse valor. As empresas estarão sujeitas ao limite de N1.000.000 (em torno de US$ 6,5 mil).

Além disso, os bancos não descontarão cheques de terceiros acima de N150, 000 no caixa, com os clientes tendo que fazer o depósito e esperar pela compensação.

Inicialmente, a política será aplicada a partir de junho a pessoas em Lagos, FCT, Port Harcourt, Kano e Aba, sendo em seguida implantada em todo o resto do país.

Além disso, o banco está tentando promover a interoperabilidade dos POSs nas transações em moeda local. A partir de junho próximo, nenhum sistema de cartão, seja local ou estrangeiro, deverá operar com acordo ou contrato de adquirente exclusivo na Nigéria. Qualquer player que contrarie a política enfrentará uma suspensão mínima de um mês no primeiro delito e pode ter sua licença revogada em caso de reincidência.

26 de abr. de 2011

RESOURCE PLANEJA NOVA AQUISIÇÃO

jornal Brasil Econômico 26/04/2011 – Carolina Pereira

Com faturamento previsto de R$ 300 milhões para este ano e 2,5mil funcionários, a brasileira Resource, integradora de produtos e serviços de TI, quer continuar a expansão focada em aquisições. Depois de anunciar a compra da BBKO, no mês passado, Gilmar Batistela, presidente e fundador da empresa, informa estar negociando com outra companhia focada em fornecimento de tecnologia, negócio que deve ser fechado até o final do ano.

Com a estratégia de aquisições, a meta de Batistela é chegar a um faturamento de R$ 1 bilhão em 2015. Para alcançar o número, no entanto, o presidente prevê tambéma expansão internacional para países da América Latina. Dois escritórios serão abertos este ano, os países em análise são Argentina, Chile e Colômbia, sendo que o México também está em foco para o ano que vem. A companhia já possui um escritório fora do país, em Miami, nos Estados Unidos.

“Queremos ser uma mini IBM”, diz Batistela, que afirma estar se focando no conceito de “One Stop Shop”, que consiste na compra de todo tipo de produto ou serviço por meio de uma única empresa. “O objetivo é conquistar o espaço entre as grandes multinacionais e as pequenas empresas focadas em nichos”, afirma o executivo. Segundo ele, o diferencial para driblar as grandes, tanto no Brasil quanto no exterior, é a rapidez e os preçosmenores.

Compras

A companhia fez aquisições estratégicas nos últimos três anos com recursos próprios e que trouxeram um incremento de faturamento próximo de R$ 50 milhões, sem incluir a BBKO. Em 2010 o faturamento da empresa foi de R$ 200 milhões, crescimento de 70% em relação ao ano anterior, o que fez o número de funcionários dobrar para 2 mil. A previsão é que o número chegue a 3 mil até o final de 2011.

O segmento de software e serviços para meios eletrônicos de pagamentos e a área financeira são alguns dos focos da Resource, que tem entre os clientes empresas como Itaú, Redecard, Santander, Fidelity e TokioMarine.

No entanto, Batistela afirma ter interesse em conquistar o mercado de governo, no qual a empresa praticamente não atua. As aquisições também ajudaram a trazer clientes de outros segmentos, como a indústria automobilística, por exemplo.

20 de fev. de 2011

PORTUGAL: VIA VERDE ESTUDA FACILITAR O PAGAMENTO DE PEDÁGIO AOS TURISTAS

redação Serfinco 19/02/2011

A Via Verde, prestadora de serviço de pagamento eletrônico de pedágio (equivalente ao Sem Parar brasileiro), está desenvolvendo uma solução voltada aos motoristas estrangeiros. A iniciativa permitiria aos não residentes em Portugal pagarem os pedágios utilizando seus cartões de crédito.

O plano é disponibilizar o recurso antes do início da cobrança de pedágio nas rodovias SCUT Beiras Litoral e Alta, Interior Norte, Beira Interior e Algarve, previsto para o dia 15 de abril deste ano.

A ideia é que o condutor do veículo, ao entrar em território português, dirija-se a uma área de serviço e alugue um dispositivo temporário para estrangeiros, pagando uma caução com seu cartão de crédito. Quando for deixar o país, entrega o identificador para leitura e paga as despesas (deduzidas da caução) com seu cartão de crédito.

Outro projeto em que a Via Verde vem trabalhando, com previsão para entrada em vigor daqui a dois anos, é o de interoperabilidade ibérica. O objetivo é permitir que portugueses e espanhóis utilizem um único identificador para circular na rede de autoestradas dos dois países.
Desde a privatização de autoestradas, realizada no último trimestre de 2010, a Via Verde já vendeu 180 mil tags de identificação.

Em Bruxelas, um outro projeto está sendo preparado para lançar um serviço eletrônico europeu de pedágios (SEEP) que permite aos motoristas pagarem as tarifas de utilização de autoestradas em toda a União Europeia utilizando apenas um serviço e equipamento.

17 de fev. de 2011

BRASPAG MUDA APÓS PANAMERICANO

jornal Valor Econômico 17/02/2011 - Adriana Cotias

Sob novo comando, a Braspag, empresa de soluções de pagamentos e serviços financeiros do grupo Silvio Santos, revisou seus planos para financiar consumidores na internet. O CDC Online, que entrou no ar no início de 2010 distribuindo linhas de crédito do PanAmericano, agora será ampliado a outras instituições financeiras. "Estamos reposicionando o produto e construindo novas parcerias", diz Daniel Bento, que assumiu a empresa em novembro, dentro da reestruturação que Silvio Santos promoveu nas empresas do grupo depois da descoberta do rombo em seu antigo banco. Embora o PanAmericano, que agora tem novo controlador, fosse até então o único provedor de recursos, nunca houve exclusividade.

No ano passado, o CDC Online movimentou R$ 750 milhões em financiamentos, relativos a vendas realizadas pelos lojistas ligados à sua rede. O volume ficou, porém, aquém do estimado no começo do projeto, de atingir o primeiro bilhão. De acordo com o executivo, a produção menor não teve relação com o episódio PanAmericano, cujo furo contábil descoberto em novembro chegou à cifra de R$ 4,3 bilhões, conforme divulgado ontem.

"Tivemos que ajustar as expectativas. Projetávamos uma classe C menos bancarizada, sem cartão de crédito e o CDC é o oposto do cartão, é para o cliente que não tem conta em banco e não dispõe do meio eletrônico." Conforme quantifica, 65% dos pagamentos feitos na plataforma da Braspag são parcelados em cartões de crédito e híbridos, aqueles que agregam a marca do lojista a uma bandeira.

Para 2011, Bento não faz estimativas de qual o tamanho que o CDC Online pode atingir, mas diz que a meta é ampliar a rentabilidade do negócio como um todo em 70%. No ano passado, a companhia processou o equivalente a R$ 17 bilhões em vendas, um incremento de quase 200% em relação a 2009.

A Braspag processa pagamentos em nome do varejo, faz o que no jargão do mercado se chama de POS digital, uma alusão às maquininhas que leem cartões nas lojas físicas. O cliente compra na loja virtual do varejista e quem processa o pagamento é a Braspag. Na carteira de clientes estão nomes como Carrefour, IBM, Positivo, Decolar.com, Ticket (grupo Accor), Grupo Posadas e Emirates Airlines.

Fundada em 2005, até 2009 a Braspag era investimento da Ideiasnet, que tinha fatia de 25%. O grupo Silvio Santos comprou 100% do negócio, por R$ 25 milhões. A chegada de Bento marca a saída dos sócios-fundadores. Contador de formação, ele se especializou em gestão empresarial e em estratégia e inovação pela Wharton School, da Universidade da Pensilvânia. Acumulou passagens pela Decolar.com, cargo no próprio PanAmericano até 2008 e de lá para cá vinha desempenhando funções ligadas à área de tecnologia para diversas empresas de Silvio Santos.

Embora a Braspag seja uma operação totalmente independente do PanAmericano, no mercado o que se comenta é que a convivência do time de jovens desenvolvedores de tecnologia com executivos do banco nunca foi das mais harmoniosas. Wilson de Aro, ex-diretor financeiro do PanAmericano, destituído quando veio a público o rombo no banco, esteve envolvido na aquisição da Braspag em junho de 2009. A intenção do grupo sempre foi investir no negócio de meios eletrônicos de pagamento, operação com sinergia com o banco, como se provou com o CDC Online. Até novembro não havia, porém, um executivo dedicado ao negócio.

16 de nov. de 2010

GOOGLE TERÁ APLICATIVO PARA PAGAR CONTAS NO LUGAR DO CARTÃO

portal Terra 15/11/2010

O Google vai investir, nos próximos anos, em formas de permitir a divulgação de serviços e facilitar o acesso a eles, segundo disse Eric Schmidt, CEO do Google, no Web 2.0 Summit, nesta segunda-feira. Ele apresentou, durante entrevista a John Battelle e Tim O'Reilly, no palco do evento, um aplicativo que a empresa irá lançar que, utilizando o sistema de localização com satélite, vai permitir o pagamento de contas, substituindo o cartão de crédito.

Apesar de existirem outras opções de pagamento online, Eric Schmidt não acredita que o novo serviço de pagamento da Google vá entrar em um mercado superlotado. "O mercado está crescendo muito e trazendo muitos competidores", afirmou.

Para o executivo, o serviço que vai trazer mais rentabilidade para a empresa nos próximos anos será a publicidade. Ele citou o exemplo da mistura de serviços que o Google já tem. "Imagine que alguém está andando em uma rua, fazendo uma pesquisa. E o celular dá opções que estão próximas a onde ele está", afirmou Schmidt.

Ainda nos novos negócios, Schmidt falou sobre o Google TV. Ele lamentou que poucas empresas que fazem aparelhos de televisão estão investindo em peças com acesso a internet. Ele citou, como "bom exemplo", a Sony, que já tem uma TV com esse recurso.

Para Schmidt, existem alguns problemas que devem ser sanados para que este tipo de serviço seja 100% acessível para o público, como uma velocidade de conexão que permita uma qualidade de transmissão similar a da TV normal. Além dos problemas estruturais, ele acredita que a população precisa desenvolver uma nova maneira de pensar. "Ninguém está familiarizado com TV na internet", afirmou.

Eric Schmidt falou, também, da resistência de canais comuns com a TV na internet. Segundo o executivo, o pensamento das emissoras hoje é: a internet vai roubar os telespectadores, especialmente oferecendo nosso próprio material (caso de séries). Para ele, este pensamento é errado e a internet só vai trazer mais atenção ao produto das empresas e fazer com que ganhe mais telespectadores.

Privacidade

Eric Schmidt afirmou que a empresa tem preocupação com a intimidade das pessoas e que não vai ousar "cruzar a linha" neste assunto. Schmidt disse que existem muitos aplicativos que eles poderiam ter desenvolvido, mas preferem não fazer.

"Existe uma linha que não podemos cruzar. Poderíamos rastrear pessoas, ao vivo, com reconhecimento facial, mas não fazemos", afirmou o executivo que acredita que este tipo de serviço seria muito invasivo para as pessoas e causaria problemas, por exemplo, para o governo.

Encorajando a criação

O executivo do Google falou sobre a política atual da empresa, que incentiva seus profissionais a desenvolver suas ideias empreendedoras sob o guarda-chuva da marca. Ele afirmou que muitos de seus empregados pediam demissão para trabalhar em seus projetos e que com a nova política esse quadro foi amenizado.

Ele afirmou que o Google tenta se livrar de uma situação que acredita ser compulsória para as grandes empresas: a acomodação.

Até a próxima quarta-feira, executivos de portais e plataformas digitais debatem a economia e as novas estratégias de negócios na internet no Web 2.0 Summit, em São Francisco, nos Estados Unidos. O evento reúne executivos do Google, Facebook e LinkedIn, entre outros. Em sua sétima edição, o congresso usa como tema este ano Pontos de controle no mundo interconectado, e debate formas de aprimorar o uso de ferramentas e princípios da Web 2.0 para potencializar negócios.

25 de out. de 2010

CONSUMIDORES QUE PAGAM COM MEIOS ELETRÔNICOS SÃO DIVIDIDOS EM 5 PERFIS

portal InfoMoney 25/10/2010 - Gladys Ferraz Magalhães

Consumidores que utilizam meios eletrônicos de pagamentos podem ser divididos em cinco perfis, segundo revela pesquisa realizada pela Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços) e pelo Instituto de Pesquisas Datafolha.

Os mais recorrentes são os insatisfeitos e os críticos, com 22% cada. Os primeiros encontram-se em um grupo intermediário, em termos de classe, renda e itens financeiros (classe C); utilizam mais o crédito do que o débito e são usuários de cartão de loja.

Estes consumidores preferem usar dinheiro, são insatisfeitos e desconfiados com os cartões, tendo receio de descontrole financeiro. Além disso, a maior parte deles não possui interesse em conhecer novos produtos e serviços. O gasto mensal com meios eletrônicos de pagamento deste público é, em média, de R$ 566.

Críticos e Consumistas

Entre os críticos, o gasto mensal com meios eletrônicos é elevado, em torno de R$ 1.023 por mês. Estes consumidores têm escolaridade elevada, boa renda familiar (classe AB), são jovens, a maioria (54%) é formada pelo público masculino, e não são muito controlados.

Apesar de darem preferência aos meios eletrônicos na hora de pagarem suas compras, a satisfação com os cartões é baixa, sendo eles muito críticos no que diz respeito à anuidade e juros.

Outro grupo com bastante representatividade são os consumistas, com 21%. Apesar do nome, o grupo – formado sobretudo por mulheres (65%) - possui um baixo gasto mensal: R$ 415, em média. No mais, é formado principalmente pela classe C, adepto do cartão de crédito/loja e tem uma imagem positiva dos cartões, devido, especialmente, à segurança e parcelamento.

Segundo o estudo, os consumistas têm uma boa disposição para conhecer novos produtos, porém, este é o grupo que menos recebeu oferta.

Básicos e Top

Com menores representatividade estão os perfis básico (19%) e top (17%). Os primeiros possuem o menor gasto mensal entre os tipos encontrados, de R$ 374, enquanto o segundo perfil tem o gasto mensal mais elevado, de R$ 1.149.

Com um público majoritariamente de baixa renda (classe média / baixa), os consumidores chamados de básicos possuem poupança e conta corrente. São usuários de cartão de débito e dinheiro e evitam parcelamento. Apesar de se mostrarem satisfeitos e confiantes nas empresas de cartão, eles evitam o cartão de crédito, com receio de endividamento.

Já os chamados top são os mais elitizados (classe AB), com expressiva posse de itens financeiros e escolaridade elevada. Estes consumidores têm grande adesão aos meios eletrônicos (débito crédito), são um pouco mais velhos (média de 43 anos) e mais da metade de sua formação (57%) é de mulheres.

No que diz respeito à satisfação, entre os top, ela é alta, sendo que estes consumidores têm interesse em conhecer novos produtos. Práticos e seguros na utilização dos meios eletrônicos de pagamentos, os top sabem e gostam de usar cartões.

21 de out. de 2010

CARTÃO DE DÉBITO AINDA É MEIO ELETRÔNICO MAIS UTILIZADO ENTRE CONSUMIDORES

portal InfoMoney 20/10/2010 - Gladys Ferraz Magalhães

O cartão de débito ainda é o meio eletrônico mais utilizado entre as pessoas que possuem cartões.

Segundo pesquisa realizada pela Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços), juntamente com o Instituto de Pesquisa Datafolha, e divulgada nesta quarta-feira (20), essa forma de pagamento foi citada como a mais usada por 66% dos entrevistados.

Na comparação com 2009, contudo, o débito está perdendo espaço, já que no ano passado ele havia sido citado por 68% dos consumidores. Movimento parecido aconteceu com os cartões de loja, que detinham 36% das respostas no ano passado, contra 31% na pesquisa atual.

Já o cartão de crédito cresceu, visto que passou de 60% para 64% das respostas.

Preferência

Embora o cartão de débito seja o mais habitualmente utilizado pelo consumidor, quando perguntados sobre qual a forma de pagamento preferida para fazer compras, ele divide a preferência com o cartão de crédito (25% cada), sendo que, no geral, 52% das pessoas preferem pagar suas compras com algum meio eletrônico.

Por faixa de renda, a preferência pelo pagamento por meios eletrônicos nas classes mais favorecidas é ainda maior, atingindo 63%, contra 44% da C e 28% da DE.

Por tipo de cartão, o cartão de crédito, por exemplo, é o preferido por 29% das pessoas da classe AB e 22% da classe C. No que diz respeito ao dinheiro, ele é o meio de pagamento que possui a preferência entre os consumidores da classe DE, 67%, conforme tabela a seguir:


20 de out. de 2010

MAIS DE 7 EM CADA 10 BRASILEIROS USAM CARTÕES

portal R7 20/10/2010

Mais de 7 em cada 10 brasileiros usam cartões de débito ou de crédito. Essa forma de pagamento só perde mesmo para o dinheiro entre as mais usadas pelo público, segundo uma pesquisa sobre o setor de cartões feita pela Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços) e divulgada nesta quarta-feira (20).

O levantamento, realizado em parceria com o Datafolha, é um mapeamento do uso desse meio eletrônico de pagamento no país feito a partir de entrevistas com o público e com lojistas. Foram ouvidas mais de 1.916 pessoas e 1.730 estabelecimentos comerciais em 11 cidades (Manaus, Belém, Recife, Salvador, Brasília, Goiânia, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre).

Em 2010, mais de 71% das pessoas usavam cartões – o que representa em torno de 17 milhões de pessoas nas 11 capitais. Entre 2008 e 2009, esse percentual não passava de 68%. O crescimento é “expressivo”, segundo a Abecs.

Considerando somente os cartões de débito, houve uma diminuição no uso (caiu de 68% para 66% de penetração entre os consumidores). Por sua vez, o de crédito passou a ser usado por 64% das pessoas neste ano (contra 60% no ano passado). Os cartões de lojas foram de 36% para 31% do ano passado para cá.

Ainda aparecem na lista de preferência de uso dos consumidores a fatura ou boleto bancário (27%), o débito automático (26%), o carnê (19%), o cheque (14%) e os vale benefícios (13%). O dinheiro é usado por 100% das pessoas.

A associação diz que a posse de cartão de crédito e débito ainda é mais forte nas classes mais favorecidas: 91% das pessoas com mais de 18 anos que têm cartão estão no ensino superior, e 83% são das classes A ou B.

Apesar disso, a pesquisa mostra que entre 2009 e 2010, a posse de meios eletrônicos também cresceu nos segmentos menos favorecidos (classes C, D e E). Uma das explicações é o aumento da participação dos cartões de loja.

- São esses públicos que apresentam ainda maior espaço para ampliação do mercado. O cartão de loja é o mais democrático.

Nas classes AB, os meios eletrônicos detêm a preferência (63%). Os argumentos são que os cartões são práticos e seguros. Entre a classe C, o grande benefício é a capacidade de parcelamento (no caso do cartão de crédito). A segurança também aparece entre os maiores argumentos dos lojistas para continuar aceitando esse meio de pagamento.

Na opinião dos consumidores, o lado negativo do uso dos cartões está ligado ao custo.

- Alguns itens ainda geram descontentamento, cabendo destacar as taxas e juros, promoções e alguns aspectos do call center.

A coleta de dados, feita entre os dias 12 de julho a 15 de setembro de 2010, envolveu a aplicação de questionários e a realização de entrevistas com lojistas; os consumidores foram abordados para a pesquisa em grandes centros comerciais.

16 de set. de 2010

REDECARD COMPÕE ÍNDICE DOW JONES DE SUSTENTABILIDADE

release CDN 14/09/2010

A Redecard - empresa responsável pela captura, transmissão, processamento e liquidação financeira de transações com cartões de crédito, débito e benefícios -, foi, pela segunda vez consecutiva, selecionada a compor a carteira do Índice Dow Jones de Sustentabilidade 2010-2011 (Dow Jones Sustainability Index Word).

Composta por seleto grupo de apenas 318 empresas de 27 países, sendo apenas 7 brasileiras, entre elas o Itaúsa Investimentos e o Itaú Unibanco Holding, a carteira do índice contará novamente com a Redecard, única do setor de meios eletrônicos de pagamento. A empresa, após criterioso processo de avaliação que levou em consideração a qualidade de gestão e pilares como governança corporativa e responsabilidade socioambiental, além do desempenho financeiro, comprovou novamente ser uma companhia capaz de criar valor para os seus acionistas, a longo prazo, por meio da gestão dos riscos associados a importantes fatores econômicos, sociais e ambientais.

A manutenção da Redecard no índice Dow Jones reforça o seu compromisso com a conduta transparente nos negócios e gerenciamento de riscos atrelados a boas práticas de governança corporativa e responsabilidade socioambiental.

10 de set. de 2010

CRÉDITO PARA PRÉ-PAGO ATRAI EPAY AO BRASIL

jornal Valor Econômico 10/09/2010 - Ana Luiza Mahimeister

A distribuição de créditos para o celular pré-pago, avaliado em R$ 18 bilhões por ano no Brasil, atraiu o grupo americano Euronet, que atua no processamento de transações financeiras eletrônicas. A empresa chega ao pais por meio da aquisição da Ativi, distribuidora de créditos para a a telefonia celular pré-paga, dona de uma rede com 14 mil pontos de venda.

Com receita anual de US$ 1 bilhão, o grupo Euronet adquiriu a Ativi dos fundos de investimento Darby Overseas, Intel Capital e Mifactory, por meio da divisão Epay. O vice-presidente para as Américas da Epay, Eric Mettemeyer, afirma que o grupo planeja trazer ao Brasil outros produtos financeiros, além da recarga de celulares.

Com mais de 500 mil pontos de venda e operação em 23 países, a Epay oferece cartões de débito pré-pago, dinheiro eletrônico (e wallet), pagamento de contas, cartões de vale pressente, transferência de valores, loterias, folha de pagamento, vale refeição e soluções de transporte como pagamento de pedágios e transporte público. A empresa também oferece sistemas de pagamento e gestão de créditos pré-pagos e pós-pagos para operadoras.

Para ampliar a distribuição de produtos bancários, a Epay pretende firmar parcerias com redes de cartões como Cielo e Redecard. "O Brasil conta com 140 milhões de assinantes de celular pré-pago e 40% da população não possui conta bancária, o que representa uma enorme oportunidade para a Epay", afirma Mettemeyer.

A Ativi tem relacionamento com todas as operadoras celulares do mercado e também distribui créditos para telefones fixos pré-pagos da Embratel e Telefônica. Segundo Mettemeyer, a Epay também pretende trazer ao Brasil sua experiência com a distribuição de Simcards (chip para celular pós-pago e pré-pago) e um sistema de recarga remota, que permite comprar créditos e recarregar telefones em outras localidades. A Epay é parceira de operadoras internacionais como a Clearwire, Telefónica, Vodafone e Sprint, o que facilitaria o contato dessas empresas com as operadoras locais .

A Ativi conta com 200 funcionários e receita anual de US$ 44 milhões. A empresa cresceu 24% nos últimos dois anos, informa o diretor de operações, Paulo Rebelo. "O Brasil permitirá nossa expansão para mais países da América do Sul, com outras linhas de produtos, além do pré-pago. Traremos a divisão de transferência de valores e sistema de processamento de cartões, além da experiência de parcerias globais com empresas de conteúdo", afirma Mettemeyer.

8 de set. de 2010

EUA: OPERAÇÕES DE M-PAYMENT ATINGIRÃO US$ 56,7 BILHÕES ATÉ 2015

redação Serfinco 08/09/2010

O mercado de pagamentos feitos através de telefones celulares, com uso de tecnologia NFC (Near Field Communication), ainda é incipiente nos Estados Unidos, com uma taxa de adoção de apenas 1,7%, o que representa uma enorme oportunidade para os pioneiros no oferecimento da modalidade.

A aceitação de pagamento móvel via NFC abrirá novos canais de receitas, uma vez que mais de 94% da população norte-americana possui um telefone celular, e 60% destes têm um slot de cartão em seus aparelhos.

Com a ajuda da tecnologia de radiofrequência, os bancos serão capazes de drenar operações de baixo valor hoje feitas em dinheiro, representando cerca de 20% do total de transações no país, para os meios eletrônicos. A modalidade também ajudará as instituições financeiras na captura da crescente população da Geração Y, bem como do enorme contingente de desbancarizados ou pouco atendidos em serviços bancários.

Em 2009, o valor das operações de pagamento móveis nos Estados Unidos foi de US$ 5,2 bilhões, constituindo 6% do valor global desse tipo de operação. A expectativa é de que o m-payment cresça a uma taxa anual composta (CAGR) de 49,19% até 2015, quando atingirá US$ 56,7 bilhões. Os Estados Unidos estarão, na ocasião, respondendo por aproximadamente 10,6% do volume mundial.

19 de ago. de 2010

MASTERCARD COMPRA EMPRESA DE PAGAMENTOS ONLINE

portal Valor Online 19/08/2010 - Daniela Braun

A MasterCard anunciou hoje a compra da empresa europeia de pagamentos online DataCash Group por US$ 520 milhões.

Por meio da aquisição, a empresa americana de cartões pretende expandir sua presença global no mercado de sistemas de pagamento eletrônico, informou a empresa em um comunicado.

A DataCash é um dos principais fornecedores europeus de serviços de pagamento para lojas online, incluindo soluções de pagamento eletrônico terceirizado, prevenção da fraude, as opções de pagamento alternativos e soluções para os comerciantes que vendem através de múltiplos canais.

Em 2009, a DataCash processou mais de 240 milhões de transações entre cerca de 1.400 empresas de setores como varejo, turismo e lazer. Em 2009, a empresa apresentou uma receita de US$ 58 milhões, com margem de lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA na sigla em inglês) de 46%. Atualmente, a companhia empresa 362 pessoas mundialmente, contando com escritórios em Londres, Dublin, Mannheim e Cidade do Cabo.

Além de ampliar sua presença geográfica e oferecer uma solução integrada em segurança de pagamentos eletrônicos (incluindo pagamentos móveis), a MasterCard também espera fortalecer as bandeiras MasterCard e Maestro ao incorporar a DataCash.

"A aquisição da DataCash irá expandir nossa já significativa presença em meios de pagamento para comércio eletrônico na Ásia, Austrália, em outros países europeus de alto crescimento, além de mercados emergentes em todo mundo", disse o presidente e diretor executivo da MasterCard, Ajay Banga.

MasterCard espera que a transação represente aproximadamente US$ 0,05 dólar em seu ganho diluído por ação, em seu quarto trimestre fiscal, devido à amortização e custos de transação. A empresa estima que o negócio atinja seu equilíbrio financeiro em 2011, e gere resultados positivos em 2012.

A transação, que deverá estar concluída até ao final de Outubro de 2010, está sujeito a uma série de condições estabelecidas no edital divulgado esta manhã, em conformidade com a Regra 2.5 do UK Takeover Code, incluindo DataCash aprovação dos acionistas.