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11 de out. de 2011

PESQUISA MOSTRA AUMENTO DA PREFERÊNCIA POR CARTÕES DE CRÉDITO


portal Folha Online 29/09/2011 - Venceslau Borlina Filho

A preferência dos consumidores pelos cartões de crédito e débito nos pagamentos subiu de 36% para 40% de 2008 a 2011, segundo pesquisa do Instituto Datafolha divulgada nesta quinta-feira pela Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços).

O crescimento foi considerado importante pela associação, mas gerou preocupação por ressaltar ainda mais o desafio das empresas em substituir o uso do dinheiro no país, que é maioria e apresentou crescimento no período, segundo o presidente da Abecs, Cláudio Yamaguti.

"O nosso maior desafio é aumentar o uso do cartão em substituição ao dinheiro, que ainda é o mais usado nos pagamentos feitos pelos consumidores", disse Yamaguti, durante participação no 6º Congresso de Meios Eletrônicos de Pagamento realizado em São Paulo.

A preocupação fica mais evidente quando se considera valores de pagamentos abaixo de R$ 50. De acordo com a pesquisa, entre R$ 20 e R$ 50, a preferência maior em relação ao cartão é pelo dinheiro (61%). Para até R$ 10, a preferência é de 91% e de R$ 10 a R$ 20, é de 83%.

Já a posse de cartões de crédito e débito cresceu de 68% para 72,4% no período. O destaque foi o decréscimo de 6% entre as classes D e E que, segundo Yamaguti, migraram para a classe C, onde a posse dos cartões representa 68%. As classes A e B têm 88% dos cartões.

A posse dos cartões de débito foi a que mais cresceu de 2008 a 2011: de 53% para 60%. Em seguida, vem o cartão de crédito, de 48% para 53%, e o cartão de rede/loja, de 26% para 28%. A pesquisa foi feita de junho a agosto e ouviu 2.032 pessoas em 11 regiões do país.

27 de jun. de 2011

FEBRABAN E ABECS EXPÕEM EXPLOSÃO DE PAGAMENTOS ELETRÔNICOS

portal Fator Brasil 23/06/2011

Com o tema central “Transparência nas relações com o Mercado”, a 6ª edição anual do Congresso de Meios Eletrônicos de Pagamento (CMEP) irá discutir a aceleração dos pagamentos eletrônicos na sociedade brasileira que prefere cada vez mais transações digitais em detrimento das feitas por documentos em papel e em moeda.

O presidente da Visa Américas, William M. Sheedy, está confirmado como Keynote speaker do CMEP e será responsável pela conferencia: “Novos consumidores: inclusão financeira através dos meios de pagamento”; que versará sobre aspectos da inovação como uma das principais ferramentas de bancarização.

William Sheedy (foto) supervisiona as relações da Visa com emissores de cartões, redes de varejo, comerciantes, adquirentes e seus terceirizados do extremo norte ao sul das Américas, incluindo o Caribe. Recentemente, o executivo passou a acumular a presidência norte americana da companhia e as funções de líder global para estratégias corporativas e desenvolvimento de negócios.

Pagamento eletrônico cresce na velocidade de dois dígitos no Brasil - A Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (ABECS) divulgou que o setor de cartões registrou faturamento global da ordem de R$ 145,2 bilhões nos três primeiros meses do ano, o que significa crescimento de 23% sobre o mesmo período do ano passado.

Em paralelo a esse crescimento dos meios eletrônicos, a sociedade descarta cada vez mais o uso de meios tradicionais em função de menor segurança, menor facilidade e benefícios. A Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN) informa que, em 2010, o número de cheques compensados no Brasil foi de 1.120 milhões, com queda de 9,3% em relação a 2009. Ressaltando ainda que o número de cheques compensados no ano 2000 era mais que o dobro daquele verificado em 2010. No início da década, eram compensados 2.638 milhões de unidades na economia local.

O Superintendente da ABECS, Fernando Barbosa informa que a entidade aposta na manutenção da expansão do setor de cartões no País: “nossas projeções indicam que o crescimento de dois dígitos será realidade até dezembro”, declara ao comentar o resultado do primeiro trimestre. “O número de transações feitas por cartão seguramente ultrapassará 8,2 bilhões de operações o que reflete a manutenção do momento positivo da economia nacional somado à substituição dos meios em papel usados pela sociedade”, conclui Barbosa apontando para o grande potencial de crescimento que os meios eletrônicos de pagamento têm no Brasil.

A pesquisa FEBRABAN “Setor Bancário em Números” revela outros dados da perda de relevância das formas tradicionais de pagamentos. Ela acusa, por exemplo, que as transações através do Internet Banking evoluíram positivamente em 27,4% no ano de 2010 e foram responsáveis por 23% de todas as transações feitas no país. Já os caixas eletrônicos foram donos de 32% das transações enquanto as feitas através de cheques e dinheiro nos caixas das agências bancárias caíram para apenas 10% das transações.

Nos dois dias de evento, representantes do mercado de cartões, instituições financeiras, redes de varejo, associações, autoridades e fornecedores discutirão como elevar ainda mais o nível de transparência nas operações procurando benefícios constantes para o consumidor. O CMEP será realizada nos dias 29 e 30 de setembro, em São Paulo, no Transamérica Expo Center.

Novos Consumidores e ascensão social- Para responder aos desafios de um segmento em tamanha expansão, o 6º CMEP também se dedicará a temas como a Inclusão Financeira dos novos consumidores e a ascensão das classes C, D e E que consolidam seu mais novo período de crescimento.

Por outro lado e com a emergência de novas gerações, o congresso pretende discutir a evolução das redes sociais e as mudanças no perfil do consumidor.

O desenvolvimento tanto do mercado quanto de opções tecnológicas para o M-Payment (pagamento por meio do celular) também serão apresentados, além de estudos e conferências sobre campanhas para incentivar o uso consciente do crédito e iniciativas de educação financeira.

As associações que promovem o evento anunciam também que pretendem discutir os muitos aspectos da segurança – física, patrimonial e penal – que os meios tradicionais como papel moeda e cheques oferecem àqueles que os usam; além de questionar o custo social da moeda em aspectos como manuseio e informalidade.

ABECS- A ABECS (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços) apóia e atua no mercado de cartões desde 1971 visando um desenvolvimento sustentável do setor. A Associação representa mais do que 95% do mercado de cartões de crédito no País.

Composta pelos principais emissores, bandeiras, credenciadoras, processadoras de cartões de crédito, débito, de loja e de benefícios, assim como as demais empresas que fazem parte da cadeia de valores do setor, a Associação tem o objetivo de contribuir para o fortalecimento e expansão do setor. Trabalha também para a intensificação do uso consciente dos meios eletrônicos de pagamento. É responsável, entre outras iniciativas, pela divulgação mensal dos números do mercado de cartões, implantação do Código de Ética e Autorregulação além da educação financeira dos consumidores.

Perfil- A Febraban - Federação Brasileira de Bancos - é a principal entidade representativa do setor bancário brasileiro. Fundada em 1967 com o compromisso de fortalecer o sistema financeiro e suas relações com a sociedade e contribuir para o desenvolvimento econômico, social e sustentável do País. O quadro associativo da entidade conta com 121 dos 172 bancos registrados no Banco Central do Brasil (dezembro/2010).

O objetivo da Federação é representar seus associados em todas as esferas – Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e entidades representativas da sociedade – para o aperfeiçoamento do sistema normativo, a continuada melhoria da produção e a redução dos níveis de risco. Também busca concentrar esforços que favoreçam o crescente acesso da população em relação a produtos e serviços financeiros.

22 de jun. de 2011

FEBRABAN E ABECS ANUNCIAM NOVO CONGRESSO DE PAGAMENTOS ELETRÔNICOS

portal Executivos Financeiros 21/06/2011

Com o tema central “Transparência nas relações com o Mercado”, a 6ª edição anual do Congresso de Meios Eletrônicos de Pagamento (CMEP) vai discutir a aceleração dos pagamentos eletrônicos. Atualmente, a sociedade brasileira prefere cada vez mais transações digitais em detrimento das feitas por documentos em papel e em moeda.

A Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) divulgou que o setor de cartões, para dar um exemplo de expansão de pagamentos eletrônicos, registrou faturamento global da ordem de R$ 145,2 bilhões nos três primeiros meses do ano, o que significa crescimento de quase 20% sobre o mesmo período do ano passado.

Em paralelo a esse crescimento dos meios eletrônicos, a sociedade descarta cada vez mais o uso de meios tradicionais em função de menor segurança, menor facilidade e benefícios. A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informa que, em 2010, o número de cheques compensados no Brasil foi de 1.120 milhões, com queda de 9,3% em relação a 2009. Ressaltando ainda que o número de cheques compensados no ano 2000 era mais que o dobro. No início da década, eram compensados 2.638 milhões de unidades na economia local.

A mesma pesquisa chamada Setor Bancário em Números acusa que as transações através do Internet Banking evoluíram positivamente em 27,4% no ano de 2010 e foram responsáveis por 23% de todas as transações feitas no país. Já os caixas eletrônicos foram donos de 32% das transações enquanto as feitas através de cheques e dinheiro nos caixas das agências bancárias caíram para apenas 10% das transações

Nos dois dias de evento, representantes do mercado de cartões, instituições financeiras, redes de varejo, associações, autoridades e fornecedores discutirão como elevar ainda mais o nível de transparência nas operações procurando benefícios constantes para o consumidor..

Novos Consumidores e ascensão social

Para responder aos desafios de um segmento em tamanha expansão, o 6º CMEP também se dedicará a temas como a Inclusão Financeira, novos consumidores e a ascensão das classes C, D e E que consolidam seu mais novo período de crescimento, sinalizando crescimento ainda maior do setor financeiro. Por outro lado e com a emergência de novas gerações, o congresso pretende discutir a evolução das redes sociais e as mudanças no perfil do consumidor.

O desenvolvimento tanto do mercado quanto de opções tecnológicas para o M-Payment (pagamento em mobilidade) também serão apresentados, além de estudos e conferências sobre campanhas para incentivar o uso consciente do crédito e iniciativas de educação financeira.

As associações que promovem o evento anunciam também que pretendem discutir os muitos aspectos da frágil segurança – física, patrimonial e penal – que os meios tradicionais como papel moeda e cheques oferecem àqueles que os usam; além de questionar o custo social da moeda em aspectos como manuseio e informalidade.

O CMEP será realizada nos dias 29 e 30 de setembro, em São Paulo, no Hotel Transamérica Expo Center.

26 de out. de 2010

BAIXA RENDA EXPANDE MAIS OS GASTOS COM CARTÃO

portal InfoMoney 26/10/2010 - Flávia Furlan Nunes

Apesar da penetração do cartão de crédito ainda ser baixa entre a população de menor renda, aqueles que o possuem tem aumentado os gastos com o plástico.

Entre junho de 2008 e do ano passado, as classes D e E aumentaram em 16% o valor médio da fatura, que passou a ser de R$ 383.

O aumento foi superior ao da classe C, na qual o valor médio da fatura cresceu 7%, para R$ 510. No caso da classe B, o incremento foi de 14%, para R$ 879.

Já na classe do topo da pirâmide social, a A, houve queda no valor médio da fatura no período analisado: de 10%, para R$ 1.620.

Potencial

Os dados foram apresentados pelo diretor da Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços), Ivo Vieitas, durante o 5º CMEP (Congresso Brasileiro de Meios Eletrônicos de Pagamento), que aconteceu na semana passada em São Paulo.

Eles mostraram que, nas classes mais baixas, há um potencial maior de crescimento para o mercado de cartões. Isso porque, nas classes D e E, a penetração é de apenas 15%.

Já na classe C, a penetração dos cartões é de 30%, mas chega a ser de 45% na classe B e atinge o máximo de 62% na classe A.

De acordo com os dados, 89% da população brasileira se encontra nas classe C, D e E, que detêm 56% da massa salarial. Porém, apenas 49% das pessoas com cartão de crédito estão nessas classes.

20 de out. de 2010

FATURAMENTO DO SETOR DE CARTÕES SOBE 20% EM 2010

jornal Folha de S. Paulo 20/10/2010 – Cristina Frias

O faturamento do setor de cartões de crédito deverá ter alta de 20,27%, ao atingir R$ 534 bilhões até o final de dezembro de 2010, segundo Paulo Caffarelli, presidente da Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços). No ano passado, foi de R$ 444 bilhões.

O número de transações com o "dinheiro de plástico" deverá fechar o ano com crescimento de 16,8%, segundo estimativa da Abecs para o acumulado de 2010 até dezembro.

Neste ano, foram 7,1 bilhões de transações ante 6,1 bilhões registradas em 2009.

Os números do setor serão divulgados por Caffarelli, que é também vice-presidente do Banco do Brasil, hoje, no 5º Congresso Brasileiro de Meios Eletrônicos de Pagamento, promovido pela Abecs e pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos).

A entidade vai entregar ainda nesta semana uma carta de intenções ao Ministério da Justiça em que assume três compromissos, entre eles, o de não enviar cartões a clientes que não solicitaram o "dinheiro de plástico".

Segundo a Abecs, a carta menciona também a obrigação dos bancos de enviar cópia do contrato da relação entre o cliente e a instituição.

Quanto aos juros cobrados, o banco deverá "colocar de forma bem transparente a taxa incidente, caso o cliente opte pelo crédito rotativo", diz Caffarelli.

A expectativa da associação, de acordo com Caffarelli, é que o governo padronize as tarifas cobradas pelos bancos emissores em seus cartões de pagamento.
Devem sobrar entre 10 e 15 taxas das 45 hoje praticadas pelas instituições.