boletim M&M Online News 26/08/2010
O Pagamento Digital, plataforma de gerenciamento de pagamentos online do Buscapé, lançou o Shopping do Pagamento Digital, que entrou em operação nesta quarta-feira, 25. Trata-se de uma estratégia para oferecer mais vantagens a quem aderir ao serviço de pagamentos disponibilizado pelo Buscapé. A novidade chega ao varejo online reunindo lojistas que já contrataram os serviços da plataforma. Desse modo, o Shopping surge desde já com a capacidade de oferecer mais de um milhão de produtos oriundos de 927 lojas, inclusive as pequenas.
Adquirido pelo Buscapé em 2008, o Pagamento Digital ganha, com o novo serviço, um diferencial para disputar o concorrido mercado de pagamentos online. O setor está especialmente aquecido devido à chegada do PayPal, gigante do segmento que já conta com site próprio no Brasil. O PayPal deverá fazer um anúncio oficial nos próximos dias, explicando seus planos não apenas para o País como também para a América Latina. De qualquer forma, seu site já está ativo.
No caso da novidade do Buscapé, a ideia foi reagrupar os lojistas que integram a sua plataforma de pagamentos online, dando-lhes mais visibilidade e facilitando a identificação dos comércios com pagamentos seguros dentre os usuários de seu serviço. "Lançamos o Shopping do Pagamento Digital para proporcionar maior agilidade, conforto e segurança nas compras e vendas online aos nossos clientes”, declarou Denis Smetana Lopes, gerente-geral do BuscaPé Financial Services, em comunicado à imprensa.
Além disso, o Buscapé pretende auxiliar na divulgação das lojas virtuais que estão no Pagamento Digital. Quem adotar a plataforma como ferramenta exclusiva dos pagamentos online entra automaticamente no sistema do Shopping e ainda ganha anúncios grátis no BuscaPé. O Shopping do Pagamento Digital é certificado pela e-bit e tem diversas categorias de produtos.
26 de ago. de 2010
GREEN CARD AMPLIA ATUAÇÃO NO NORDESTE ATRAVÉS DA REDE BOMPREÇO
release Prática em Comunicação 26/08/2010
A gaúcha Green Card, empresa brasileira do setor de refeição e alimentação convênio, acaba de fechar contrato com a rede Bompreço do Nordeste, do grupo Walmart. A partir de agora, o cartão eletrônico Green Card Alimentação poderá ser utilizado pelos usuários nas 118 lojas que a rede Bompreço possui nos 9 estados da Região.
Com atuação nacional, a Green Card opera com matriz em Porto Alegre e filiais nas cidades de Florianópolis, Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo. No Nordeste, a empresa possui filial em Recife e representantes comerciais em Maceió, Fortaleza e Salvador.
A rede Bompreço é uma das maiores cadeias do varejo no Brasil e líder consolidada na Região Nordeste, onde atua com três formatos principais de lojas: Hiper Bompreço, Supermercados Bompreço e Todo Dia.
A gaúcha Green Card, empresa brasileira do setor de refeição e alimentação convênio, acaba de fechar contrato com a rede Bompreço do Nordeste, do grupo Walmart. A partir de agora, o cartão eletrônico Green Card Alimentação poderá ser utilizado pelos usuários nas 118 lojas que a rede Bompreço possui nos 9 estados da Região.
Com atuação nacional, a Green Card opera com matriz em Porto Alegre e filiais nas cidades de Florianópolis, Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo. No Nordeste, a empresa possui filial em Recife e representantes comerciais em Maceió, Fortaleza e Salvador.
A rede Bompreço é uma das maiores cadeias do varejo no Brasil e líder consolidada na Região Nordeste, onde atua com três formatos principais de lojas: Hiper Bompreço, Supermercados Bompreço e Todo Dia.
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CIELO PREVÊ ALTA DE 20% NAS VENDAS NO NATAL
jornal Diário do Comércio 26/08/2010 - Vanessa Rosal
A Cielo ( ex-Visanet), empresa de processamento de transações com cartões de crédito e débito, espera realizar 840 transações por segundo nas vendas de Natal do comércio varejista neste ano. Trata-se de um número 20% superior ao registrado em igual período de 2009. Atualmente, a empresa realiza cerca de 700 transações por segundo, mas a capacidade é de 2,1 mil. "Vamos trabalhar muito para atingir essa meta", afirmou o vice-presidente de tecnologia e operações, Paulo Guzzo.
De acordo com ele, a expectativa para o Natal é baseada na recente parceria com a MasterCard, que se tornou possível a partir do fim da exclusividade de bandeiras, em vigor desde 1º de julho. "Outro motivo é o forte investimento em marketing com o objetivo de mostrar todos os benefícios da máquina de cartões para os nossos clientes", disse Guzzo.
O otimismo é fruto ainda do resultado do último final de semana antes do Dia dos Pais, quando a empresa capturou cerca de 26,4 milhões de operações em sua rede. Somente no sábado (7 de agosto), passaram pelas máquinas da Cielo 17,6 milhões de transações, totalizando R$ 1,2 bilhão de vendas no comércio varejista.
Com o aumento da concessão de crédito para o brasileiro e a ascensão da classe C, a confiança do consumidor é estimulada, impulsionando o desempenho do mercado de cartões. "Hoje em dia, temos 1,7 milhão de estabelecimentos credenciados e estamos presentes em 98% do território nacional", afirmou Guzzo.
Planos – Os grandes eventos esportivos que acontecerão no Brasil também entram nos planos de crescimento da Cielo. De olho nas realizações da Copa do Mundo em 2014 e das Olimpíadas em 2016, uma das apostas está na bandeira de cartões JCB, usada principalmente em países da Europa e da Ásia. Para atender aos turistas estrangeiros, as máquinas já aceitam o cartão em restaurantes, hotéis e joalherias brasileiras, devendo expandir as opções para todo o comércio nos próximos anos.
Outro exemplo será a participação da Cielo na Equipotel, maior feira dos segmentos de hotelaria e gastronomia da América Latina, que acontece entre 13 e 16 de setembro, na Capital. A expectativa é de que os negócios fechados no evento sejam 40% maiores em relação a 2009.
Negócios – A Cielo registrou lucro líquido de R$ 457,7 milhões no segundo trimestre de 2010, uma elevação de 25,5% em relação a igual período do ano passado.
No balanço divulgado ao mercado, a Cielo justifica que o aumento nos ganhos é fruto de variáveis positivas, como a taxa de desemprego, que tem se mantido em níveis baixos, e da renda real, crescente, que estimula a demanda por crédito e impulsiona o consumo.
A companhia foi detentora do menor índice de fraudes do mercado brasileiro (0,15% em 2009), por causa da implantação do sistema Lynx Online – que monitora o perfil de comportamento do consumidor – em seus produtos. "Se a pessoa nunca teve o hábito de comprar joias, por exemplo, e uma compra desse tipo é detectada, ela será analisada pelo banco ou pela operadora do cartão de crédito", disse Guzzo.
Toda a tecnologia é hospedada e monitorada pela TIVIT, empresa especializada em terceirização de processos de negócios e tecnologia da informação (TI).
A Cielo ( ex-Visanet), empresa de processamento de transações com cartões de crédito e débito, espera realizar 840 transações por segundo nas vendas de Natal do comércio varejista neste ano. Trata-se de um número 20% superior ao registrado em igual período de 2009. Atualmente, a empresa realiza cerca de 700 transações por segundo, mas a capacidade é de 2,1 mil. "Vamos trabalhar muito para atingir essa meta", afirmou o vice-presidente de tecnologia e operações, Paulo Guzzo.
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| Capacidade atual de processamento da empresa é de até 2,1 mil operações por segundo |
De acordo com ele, a expectativa para o Natal é baseada na recente parceria com a MasterCard, que se tornou possível a partir do fim da exclusividade de bandeiras, em vigor desde 1º de julho. "Outro motivo é o forte investimento em marketing com o objetivo de mostrar todos os benefícios da máquina de cartões para os nossos clientes", disse Guzzo.
O otimismo é fruto ainda do resultado do último final de semana antes do Dia dos Pais, quando a empresa capturou cerca de 26,4 milhões de operações em sua rede. Somente no sábado (7 de agosto), passaram pelas máquinas da Cielo 17,6 milhões de transações, totalizando R$ 1,2 bilhão de vendas no comércio varejista.
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| "Hoje em dia, temos 1,7 milhão de estabelecimentos credenciados e estamos presentes em 98% do território nacional", disse Paulo Guzzo, da Cielo. |
Com o aumento da concessão de crédito para o brasileiro e a ascensão da classe C, a confiança do consumidor é estimulada, impulsionando o desempenho do mercado de cartões. "Hoje em dia, temos 1,7 milhão de estabelecimentos credenciados e estamos presentes em 98% do território nacional", afirmou Guzzo.
Planos – Os grandes eventos esportivos que acontecerão no Brasil também entram nos planos de crescimento da Cielo. De olho nas realizações da Copa do Mundo em 2014 e das Olimpíadas em 2016, uma das apostas está na bandeira de cartões JCB, usada principalmente em países da Europa e da Ásia. Para atender aos turistas estrangeiros, as máquinas já aceitam o cartão em restaurantes, hotéis e joalherias brasileiras, devendo expandir as opções para todo o comércio nos próximos anos.
Outro exemplo será a participação da Cielo na Equipotel, maior feira dos segmentos de hotelaria e gastronomia da América Latina, que acontece entre 13 e 16 de setembro, na Capital. A expectativa é de que os negócios fechados no evento sejam 40% maiores em relação a 2009.
Negócios – A Cielo registrou lucro líquido de R$ 457,7 milhões no segundo trimestre de 2010, uma elevação de 25,5% em relação a igual período do ano passado.
No balanço divulgado ao mercado, a Cielo justifica que o aumento nos ganhos é fruto de variáveis positivas, como a taxa de desemprego, que tem se mantido em níveis baixos, e da renda real, crescente, que estimula a demanda por crédito e impulsiona o consumo.
A companhia foi detentora do menor índice de fraudes do mercado brasileiro (0,15% em 2009), por causa da implantação do sistema Lynx Online – que monitora o perfil de comportamento do consumidor – em seus produtos. "Se a pessoa nunca teve o hábito de comprar joias, por exemplo, e uma compra desse tipo é detectada, ela será analisada pelo banco ou pela operadora do cartão de crédito", disse Guzzo.
Toda a tecnologia é hospedada e monitorada pela TIVIT, empresa especializada em terceirização de processos de negócios e tecnologia da informação (TI).
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transações financeiras
CARTÃO LEGAL COMEÇA A FUNCIONAR EM SETEMBRO
jornal Diário do Grande ABC 26/08/2010 - Bruna Gonçalves
O Cartão Legal de São Bernardo, sistema semelhante ao Bilhete Único da Capital, começa funcionar na segunda quinzena de setembro.
O serviço permite ao usuário fazer mais de uma viagem em linhas do município pagando tarifa única, de R$2,50.
Dos 380 ônibus municipais, 304 já receberam o equipamento para leitura dos cartões e da impressão digital, além dos moedeiros. A implantação deve ser finalizada até o fim do mês.
O cadastro começou no dia 19 de julho para os idosos no dia 16 para deficientes físicos.
A expectativa é de que o registro dos aposentados comece na primeira quinzena de setembro e das crianças, menores de 5 anos, em outubro, seguida pelas demais categorias. Ao todo, há foram 18.717 cadastros.
Segundo a consultora em Planejamento de Transporte Urbano da Prefeitura de São Bernardo Andreia Azevedo Brisida, para iniciar a operação é preciso que a maioria das gratuidades esteja cadastrada.
"Quem possui o benefício de isenção precisa do cartão para usar o sistema. Por isso demos prazo de 60 dias para o cadastro", disse.
Além de apresentar o cartão, idosos e estudantes deverão validar o serviço com a identificação digital.
"Ao sair da loja do Cartão Legal, o usuário passa pela catraca para conhecer o sistema. Se nos ônibus houver algum problema com a digital, o cobrador e motorista irão liberar a passagem, para não causar tumulto e demora", explica.
O modelo de bilhetagem eletrônica e integração tarifária de São Bernardo é formado por nove cartões, um para cada tipo de público.
O passageiro que utilizar o Cartão Legal poderá, nos dias úteis, embarcar em mais de uma linha no período de 90 minutos. Aos sábados, domingos e feriados, a transferência poderá ser em 120 minutos - mas só valem para as viagens de ida, a volta será cobrada.
Os períodos foram calculados de acordo com o tempo médio das linhas e a espera nos pontos. "Se a pessoa pegar o transporte no primeiro ponto e descer na última linha e ainda pegar outro ônibus, os 90 minutos serão suficiente", garante.
SEGURANÇA
A consultora diz que o objetivo é proporcionar a integração das linhas. "Também dar segurança ao passageiro e cobrador que não precisarão lidar com dinheiro". Em casos de roubo ou furto, a pessoa deve registrar boletim de ocorrência e comparecer a loja do Cartão Legal (Rua Marechal Deodoro, 760, Centro). "Serão recuperados os créditos e emitida segunda via do cartão, mediante cobrança de R$ 25."
O Cartão Legal de São Bernardo, sistema semelhante ao Bilhete Único da Capital, começa funcionar na segunda quinzena de setembro.
O serviço permite ao usuário fazer mais de uma viagem em linhas do município pagando tarifa única, de R$2,50.
Dos 380 ônibus municipais, 304 já receberam o equipamento para leitura dos cartões e da impressão digital, além dos moedeiros. A implantação deve ser finalizada até o fim do mês.
O cadastro começou no dia 19 de julho para os idosos no dia 16 para deficientes físicos.
A expectativa é de que o registro dos aposentados comece na primeira quinzena de setembro e das crianças, menores de 5 anos, em outubro, seguida pelas demais categorias. Ao todo, há foram 18.717 cadastros.
Segundo a consultora em Planejamento de Transporte Urbano da Prefeitura de São Bernardo Andreia Azevedo Brisida, para iniciar a operação é preciso que a maioria das gratuidades esteja cadastrada.
"Quem possui o benefício de isenção precisa do cartão para usar o sistema. Por isso demos prazo de 60 dias para o cadastro", disse.
Além de apresentar o cartão, idosos e estudantes deverão validar o serviço com a identificação digital.
"Ao sair da loja do Cartão Legal, o usuário passa pela catraca para conhecer o sistema. Se nos ônibus houver algum problema com a digital, o cobrador e motorista irão liberar a passagem, para não causar tumulto e demora", explica.
O modelo de bilhetagem eletrônica e integração tarifária de São Bernardo é formado por nove cartões, um para cada tipo de público.
O passageiro que utilizar o Cartão Legal poderá, nos dias úteis, embarcar em mais de uma linha no período de 90 minutos. Aos sábados, domingos e feriados, a transferência poderá ser em 120 minutos - mas só valem para as viagens de ida, a volta será cobrada.
Os períodos foram calculados de acordo com o tempo médio das linhas e a espera nos pontos. "Se a pessoa pegar o transporte no primeiro ponto e descer na última linha e ainda pegar outro ônibus, os 90 minutos serão suficiente", garante.
SEGURANÇA
A consultora diz que o objetivo é proporcionar a integração das linhas. "Também dar segurança ao passageiro e cobrador que não precisarão lidar com dinheiro". Em casos de roubo ou furto, a pessoa deve registrar boletim de ocorrência e comparecer a loja do Cartão Legal (Rua Marechal Deodoro, 760, Centro). "Serão recuperados os créditos e emitida segunda via do cartão, mediante cobrança de R$ 25."
25 de ago. de 2010
MOIP LANÇA PORTAL COM OBJETIVO DE ATRAIR EMPREENDEDORES DE E-COMMERCE
portal Executivos Financeiros 25/08/2010 - Francine Brandão
A empresa especializada em pagamentos e gerenciamento de transações online, Moip Pagamentos, acaba de por no ar o portal Labs, com bibliotecas, newsletter, fórum, dicas e casos de sucesso, com o objetivo de atrair 1000 empreendedores e desenvolvedores de comércio virtual ou meios de pagamento móvel.
O gerente de produtos da companhia, Eduardo Bielman, explica que as APIs, interfaces de aplicações de programações, possibilitam a criação de soluções customizadas. “É possível integrar qualquer sistema ou aplicação ao meio de pagamento. Abrimos um espaço de troca de experiências e conhecimento”.
Um diferencial do Labs é o ambiente de testes, no qual o desenvolvedor transaciona qualquer valor para checar se sua criação permite transações seguras. “É possível usar a plataforma para integrar o sistema em lojas diferenciando não só os preços dos produtos, mas as formas de pagamentos”, detalha o executivo.
O pagamento das funcionalidades do Labs é por transação, que pode ser feito pelo desenvolvedor ou pela loja online, portal de cotação de produtos ou empresas que precisem de pagamento móvel, que se beneficiam das soluções que os empreendedores viabilizaram com o Moip.
A companhia trabalha com desenvolvedores criando aplicações para web 2.0, portais de leilão, compras coletivas, venda de ingressos online ou criação de programa de pagamento para celular. “Esperávamos mais novidades B2C, mas também temos casos de B2B”, analisa o profissional.
O pagamento dos clientes destes desenvolvedores também pode ser variado: é possível fazer um programa de afiliados com comissões que são calculadas e disparadas de forma automática. “Com o Labs pode-se criar uma carteira eletrônica ou e-wallet, além de softwares para iPad”, esclarece Bielman.
Eduardo revelou que estão desenvolvendo o Pagamento Recorrente, útil por exemplo para publicações online, que cobram assinaturas. “Nosso Pagamento Direto também tem grande demanda, por não ser necessário sair do site a fim de realizar a aquisição e o ‘split payment’, que atende clientes geradores de conteúdo para celular e é preciso dividir o pagamento entre quem faz, a operadora e quem dispara a notícia”.
Em apenas 24 horas do lançamento do http://labs.moip.com.br/construa/, o resultado é positivo: estão em divulgação seis casos de sucesso com a Moip Pagamentos e dez potenciais futuros projetos. “Entre eles um empreendedor que vende ingresso para os que produzem os eventos e estes os revendem aos frequentadores dos espetáculos”.
A empresa especializada em pagamentos e gerenciamento de transações online, Moip Pagamentos, acaba de por no ar o portal Labs, com bibliotecas, newsletter, fórum, dicas e casos de sucesso, com o objetivo de atrair 1000 empreendedores e desenvolvedores de comércio virtual ou meios de pagamento móvel.
O gerente de produtos da companhia, Eduardo Bielman, explica que as APIs, interfaces de aplicações de programações, possibilitam a criação de soluções customizadas. “É possível integrar qualquer sistema ou aplicação ao meio de pagamento. Abrimos um espaço de troca de experiências e conhecimento”.
Um diferencial do Labs é o ambiente de testes, no qual o desenvolvedor transaciona qualquer valor para checar se sua criação permite transações seguras. “É possível usar a plataforma para integrar o sistema em lojas diferenciando não só os preços dos produtos, mas as formas de pagamentos”, detalha o executivo.
O pagamento das funcionalidades do Labs é por transação, que pode ser feito pelo desenvolvedor ou pela loja online, portal de cotação de produtos ou empresas que precisem de pagamento móvel, que se beneficiam das soluções que os empreendedores viabilizaram com o Moip.
A companhia trabalha com desenvolvedores criando aplicações para web 2.0, portais de leilão, compras coletivas, venda de ingressos online ou criação de programa de pagamento para celular. “Esperávamos mais novidades B2C, mas também temos casos de B2B”, analisa o profissional.
O pagamento dos clientes destes desenvolvedores também pode ser variado: é possível fazer um programa de afiliados com comissões que são calculadas e disparadas de forma automática. “Com o Labs pode-se criar uma carteira eletrônica ou e-wallet, além de softwares para iPad”, esclarece Bielman.
Eduardo revelou que estão desenvolvendo o Pagamento Recorrente, útil por exemplo para publicações online, que cobram assinaturas. “Nosso Pagamento Direto também tem grande demanda, por não ser necessário sair do site a fim de realizar a aquisição e o ‘split payment’, que atende clientes geradores de conteúdo para celular e é preciso dividir o pagamento entre quem faz, a operadora e quem dispara a notícia”.
Em apenas 24 horas do lançamento do http://labs.moip.com.br/construa/, o resultado é positivo: estão em divulgação seis casos de sucesso com a Moip Pagamentos e dez potenciais futuros projetos. “Entre eles um empreendedor que vende ingresso para os que produzem os eventos e estes os revendem aos frequentadores dos espetáculos”.
PAGAMENTOS COM CARTÕES DE DÉBITO DA VISA SOBEM 32% NO BRASIL NO 2º TRI
release Ketchum Estratégia 25/08/2010
A Visa Inc. registrou um crescimento de 21,6% no volume total de pagamentos na região da América Latina e Caribe (LAC) alcançando US$ 62 bilhões durante os três meses finalizados em 30 de junho de 2010. O crescimento foi impulsionado pelo processo de migração do dinheiro para os meios de pagamento eletrônicos, com o débito registrando o maior percentual de crescimento. O volume total de pagamentos com débito aumentou 32% no Brasil, 19% no México e 24,1% em todos os outros países da América Latina e Caribe, no mesmo período, mostrando uma preferência crescente dos consumidores pelo uso do débito Visa para compras do dia a dia. Da mesma forma, o volume de pagamentos com crédito apresentou expansão de dois dígitos, com 17,6% no Brasil, 15,8% no México e 20,5% em todos os outros países da América Latina e Caribe.
“Estes resultados são reflexo de um sistema de pagamento forte e crescente, com o débito mostrando continuamente sua forte penetração e o crédito mostrando crescimento consistente em toda a região”, afirma Eduardo Eraña, presidente da Visa América Latina e Caribe. “O débito representa um pilar de crescimento prioritário, pois os portadores de cartão Visa são beneficiados com mais segurança, controle e conveniência utilizando esse produto. O débito também ajuda a trazer mais transparência e eficiência econômica aos mercados em desenvolvimento e disponibiliza acesso aos serviços financeiros para um grande número de consumidores, incluindo aqueles não-bancarizados ou recém-bancarizados”.
A Visa oferece um amplo portfólio de produtos de débito e pré-pagos, como cartões de débito Visa Electron e as soluções de pré-pagos Visa para a distribuição de subsídios governamentais, o Visa TravelMoney - um cartão pré-pago internacional para viajantes - e o Visa Vale, um cartão pré-pago para distribuição de vale-alimentação. Estas soluções ajudam os emissores a atingir novos segmentos de portadores e a impulsionar ainda mais as transações de débito nos estabelecimentos comerciais.
Um estudo feito recentemente pela Ipsos MORI e patrocinado pela Visa, revelou alguns dos motivos que levam os consumidores a usar o cartão de débito no lugar do dinheiro no Brasil:
- 72% preferem usar o cartão de débito em vez de dinheiro, sempre que possível.
- 67% concordam que os cartões de débito oferecem uma maneira fácil de controlar as despesas.
- 49% afirmam que usam o cartão de débito para manter seus gastos desconhecidos em um patamar mínimo.
- 79% acreditam que o pagamento de suas despesas com cartão de débito ajuda a mantê-los dentro do orçamento.
A Visa Inc. registrou um crescimento de 21,6% no volume total de pagamentos na região da América Latina e Caribe (LAC) alcançando US$ 62 bilhões durante os três meses finalizados em 30 de junho de 2010. O crescimento foi impulsionado pelo processo de migração do dinheiro para os meios de pagamento eletrônicos, com o débito registrando o maior percentual de crescimento. O volume total de pagamentos com débito aumentou 32% no Brasil, 19% no México e 24,1% em todos os outros países da América Latina e Caribe, no mesmo período, mostrando uma preferência crescente dos consumidores pelo uso do débito Visa para compras do dia a dia. Da mesma forma, o volume de pagamentos com crédito apresentou expansão de dois dígitos, com 17,6% no Brasil, 15,8% no México e 20,5% em todos os outros países da América Latina e Caribe.
“Estes resultados são reflexo de um sistema de pagamento forte e crescente, com o débito mostrando continuamente sua forte penetração e o crédito mostrando crescimento consistente em toda a região”, afirma Eduardo Eraña, presidente da Visa América Latina e Caribe. “O débito representa um pilar de crescimento prioritário, pois os portadores de cartão Visa são beneficiados com mais segurança, controle e conveniência utilizando esse produto. O débito também ajuda a trazer mais transparência e eficiência econômica aos mercados em desenvolvimento e disponibiliza acesso aos serviços financeiros para um grande número de consumidores, incluindo aqueles não-bancarizados ou recém-bancarizados”.
A Visa oferece um amplo portfólio de produtos de débito e pré-pagos, como cartões de débito Visa Electron e as soluções de pré-pagos Visa para a distribuição de subsídios governamentais, o Visa TravelMoney - um cartão pré-pago internacional para viajantes - e o Visa Vale, um cartão pré-pago para distribuição de vale-alimentação. Estas soluções ajudam os emissores a atingir novos segmentos de portadores e a impulsionar ainda mais as transações de débito nos estabelecimentos comerciais.
Um estudo feito recentemente pela Ipsos MORI e patrocinado pela Visa, revelou alguns dos motivos que levam os consumidores a usar o cartão de débito no lugar do dinheiro no Brasil:
- 72% preferem usar o cartão de débito em vez de dinheiro, sempre que possível.
- 67% concordam que os cartões de débito oferecem uma maneira fácil de controlar as despesas.
- 49% afirmam que usam o cartão de débito para manter seus gastos desconhecidos em um patamar mínimo.
- 79% acreditam que o pagamento de suas despesas com cartão de débito ajuda a mantê-los dentro do orçamento.
BRASIL TEM CONDIÇÕES DE USAR CELULAR COMO FORMA DE PAGAMENTO, DIZEM VIVO E MASTERCARD
portal InfoMoney 25/08/2010 - Tabata Pitol Peres
O pagamento de compras de bens e serviços deve movimentar US$ 200 bilhões até 2012. A afirmação foi feita pelo CEO da Mastercard Brasil, Gilberto Caldart, durante apresentação no Mobile Money, evento que acontece em São Paulo nesta quarta (25) e quinta-feira (26) e que discute os serviços financeiros associados à mobilidade.
"Há algum tempo discutia-se se seria possível usar o celular como forma de pagamento. Isso já é realidade no mundo, de várias formas. Já temos pessoas que pagam suas compras, suas contas e até transferem dinheiro para outras pessoas por meio do celular. O celular como forma de pagamento já é uma realidade", afirma.
Porém, segundo Caldart, o desafio agora é fazer com que essa se torne uma realidade também no Brasil. "Obviamento já temos o uso do celular como forma de pagamento no Brasil, mas ainda não é algo muito popular. Porém, o Brasil tem condições de utilizar esse serviço em grande escala, em pouco tempo", afirma.
Potencial
Ainda segundo o executivo, o Brasil é um país bastante tecnológico, com pessoas ávidas por novas tecnologias. "Temos aqui o maior número de usuários de Twitter e Orkut e isso é significativo", afirmou. E completou: "além disso, temos um grande número de celulares por habitante e também temos um número muito grande de pessoas sem acesso a formas rápidas e eficientes de pagamento. Esses são ingredientes fundamentais para que o celular conquiste o lugar que hoje é do cheque, do cartão e do dinheiro"'.
O diretor de negócios da Vivo, Silvio Antunes, concorda. Segundo ele, durante muito tempo, o uso do celular como forma de pagamento foi adiado no Brasil por uma série de necessidades que não estavam prontas, mas que agora estão. "Houve momentos em que não tínhamos rede de cobertura eficaz, infraestrutura adequada e segurança suficiente. E hoje já temos tudo isso. Além do mais, hoje temos o principal, um público que possui celular e está disposto a utilizado para outras funções além de falar e mandar SMS"'.
Sobre o público, Caldart fez ainda uma importante observação. "Temos que falar que o pagamento via celular pode ser utilizado mesmo por quem ainda não tem conta em banco. E, no Brasil, muitos trabalhadores informais ainda não a tem, mas já possuem um celular pré-pago. Por isso não canso de repetir, o Brasil tem todos os itens necessários para que essa forma de pagamento se torne muito popular, como é hoje o cartão de crédito", finaliza.
O pagamento de compras de bens e serviços deve movimentar US$ 200 bilhões até 2012. A afirmação foi feita pelo CEO da Mastercard Brasil, Gilberto Caldart, durante apresentação no Mobile Money, evento que acontece em São Paulo nesta quarta (25) e quinta-feira (26) e que discute os serviços financeiros associados à mobilidade.
"Há algum tempo discutia-se se seria possível usar o celular como forma de pagamento. Isso já é realidade no mundo, de várias formas. Já temos pessoas que pagam suas compras, suas contas e até transferem dinheiro para outras pessoas por meio do celular. O celular como forma de pagamento já é uma realidade", afirma.
Porém, segundo Caldart, o desafio agora é fazer com que essa se torne uma realidade também no Brasil. "Obviamento já temos o uso do celular como forma de pagamento no Brasil, mas ainda não é algo muito popular. Porém, o Brasil tem condições de utilizar esse serviço em grande escala, em pouco tempo", afirma.
Potencial
Ainda segundo o executivo, o Brasil é um país bastante tecnológico, com pessoas ávidas por novas tecnologias. "Temos aqui o maior número de usuários de Twitter e Orkut e isso é significativo", afirmou. E completou: "além disso, temos um grande número de celulares por habitante e também temos um número muito grande de pessoas sem acesso a formas rápidas e eficientes de pagamento. Esses são ingredientes fundamentais para que o celular conquiste o lugar que hoje é do cheque, do cartão e do dinheiro"'.
O diretor de negócios da Vivo, Silvio Antunes, concorda. Segundo ele, durante muito tempo, o uso do celular como forma de pagamento foi adiado no Brasil por uma série de necessidades que não estavam prontas, mas que agora estão. "Houve momentos em que não tínhamos rede de cobertura eficaz, infraestrutura adequada e segurança suficiente. E hoje já temos tudo isso. Além do mais, hoje temos o principal, um público que possui celular e está disposto a utilizado para outras funções além de falar e mandar SMS"'.
Sobre o público, Caldart fez ainda uma importante observação. "Temos que falar que o pagamento via celular pode ser utilizado mesmo por quem ainda não tem conta em banco. E, no Brasil, muitos trabalhadores informais ainda não a tem, mas já possuem um celular pré-pago. Por isso não canso de repetir, o Brasil tem todos os itens necessários para que essa forma de pagamento se torne muito popular, como é hoje o cartão de crédito", finaliza.
Marcadores:
MasterCard,
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mobile payment,
Vivo
CARTÕES DA INTELCAV SUPORTAM CRESCIMENTO DA LIBERCARD,
portal Fator Brasil 25/08/2010
Cerca de mil estabelecimentos comerciais de Fortaleza e de outras cidades do Estado do Ceará já recebem pagamento com cartões sem contato, ou seja, somente com a aproximação do cartão a uma máquina captadora de transações (padrão NFC Near Field Comunication). Este é o resultado dos primeiros seis meses de atuação comercial da Libercard, primeira rede de pagamentos com cartões sem contato da América Latina, que conta com a parceria da IntelCav, uma das maiores fabricantes de cartões do Brasil e fornecedora de tecnologia para os segmentos bancário, de transporte, telecom, autenticação, identificação, certificação digital e serviços.
O presidente da IntelCav, Fernando Castejon, comenta que o projeto da Libercard é uma demonstração prática do tipo de operação que será uma tendência no mercado de meios eletrônicos de pagamento num futuro próximo. “A IntelCav valoriza esta parceria porque ela confirma a tradição da empresa de sempre estar ao lado do pioneirismo e da inovação”, diz
A Libercard chegou ao final de julho com 161 mil cartões em circulação. Eles realizam 120 mil transações por mês e movimentam cerca de R$ 5,3 milhões somente em compras, ou seja, sem considerar o uso destes plásticos na operação do transporte coletivo.
Segundo a Sócia diretora da Libercad, Junia Moreira da Fonseca, esta base de 161 mil cartões ativos representa a migração de apenas 9,4% de toda a base de bilhetagem eletrônica das cidades onde a empresa mantém parcerias para o cartão múltiplo Libercard. Ela está presente em Fortaleza e em 22 outras cidades da região metropolitana da capital cearense e na região do Cariri, que englobam Juazeiro do Norte, Crato, Barbalha, dentre outras.
“Nossa meta é concluir a migração de 25% da base de transporte até o final do ano para o cartão Múltiplo Libercard, triplicando nossa carteira atual. Além disso, há uma expectativa de crescimento ainda maior devido a novos produtos e da expansão das parcerias para outras regiões e Estados”, afirma Junia.
Ela ressalta que no mês de junho a Libercard lançou um produto pré-pago, o LiberCASH, voltado para os estudantes. Com ele os alunos podem pagar o transporte e também fazer compras em estabelecimentos comerciais e até nas cantinas das escolas. “Por estar nas mãos da garotada, é um ótimo instrumento de educação financeira para meios de pagamento eletrônico, cashless, e os pais podem fazer recargas além de limitar eletronicamente o valor máximo diário de consumo de seus filhos, trazendo segurança e tranqüilidade, pois afasta a utilização da mesada para fins indevidos. Outro ponto importante é a transferência eletrônica de recursos a distância entre os amigos e parentes dos estudantes”, explica Junia.
Ela comenta que a parceria com a IntelCav tem sido fundamental para o êxito do projeto. “Temos recebido todo o suporte técnico da IntelCav sobre a confecção dos plásticos e o atendimento imediato das nossas necessidades que é fundamental num programa tão pioneiro quanto este”, afirma.
Perfil- A InteCav foi criada em 2000 e se consolidou como uma das maiores fornecedoras dos grandes bancos brasileiros, varejos e demais instituições que precisam de um parceiro de confiança para o trabalho de fabricação e personalização de seus cartões. Com uma equipe de engenheiros especializada, a companhia possuí uma fábrica de cartões no sul do país com capacidade de produzir 15 milhões de cartões/mês, um Centro de Personalização em São Paulo (gravação de dados em trilha magnética e chip) capaz de gravar cerca de 5 milhões de cartões/mês e um Centro de Personalização de Cartões em Belém (PA) com capacidade para personalizar 1 milhão de cartões/mês, além de uma estrutura de atendimento com escritórios comerciais nas principais capitais do Brasil e América Latina. A IntelCav é pioneira na produção de cartões diferenciados como o Display Card e, território nacional, os cartões translúcidos para utilização bancária em ATM´s, os cartões ecológicos como o PET reciclado pós consumo, os mini cards, os cartões full face holográficos, entre outros. A IntelCav é certificada pela ISO 9001 versão 2008 e homologada pela VISA, Mastercard e AMEX.
Perfil- Libercard é a bandeira com conceito inovador que integra , soluções em cartão de crédito, gestão de benefícios corporativos e micro-pagamentos, introduzindo no Brasil a primeira rede Contactless da América Latina, fazendo uso de avançados recursos tecnológicos que agregam praticidade, segurança e agilidade aos seus usuários.
A Libercard é a mais nova empresa do Grupo Guanabara, um dos mais consolidados grupos empresariais brasileiros, com mais de 50 anos de atuação em vários segmentos econômicos, principalmente transporte de passageiros.
Cerca de mil estabelecimentos comerciais de Fortaleza e de outras cidades do Estado do Ceará já recebem pagamento com cartões sem contato, ou seja, somente com a aproximação do cartão a uma máquina captadora de transações (padrão NFC Near Field Comunication). Este é o resultado dos primeiros seis meses de atuação comercial da Libercard, primeira rede de pagamentos com cartões sem contato da América Latina, que conta com a parceria da IntelCav, uma das maiores fabricantes de cartões do Brasil e fornecedora de tecnologia para os segmentos bancário, de transporte, telecom, autenticação, identificação, certificação digital e serviços.
O presidente da IntelCav, Fernando Castejon, comenta que o projeto da Libercard é uma demonstração prática do tipo de operação que será uma tendência no mercado de meios eletrônicos de pagamento num futuro próximo. “A IntelCav valoriza esta parceria porque ela confirma a tradição da empresa de sempre estar ao lado do pioneirismo e da inovação”, diz
A Libercard chegou ao final de julho com 161 mil cartões em circulação. Eles realizam 120 mil transações por mês e movimentam cerca de R$ 5,3 milhões somente em compras, ou seja, sem considerar o uso destes plásticos na operação do transporte coletivo.
Segundo a Sócia diretora da Libercad, Junia Moreira da Fonseca, esta base de 161 mil cartões ativos representa a migração de apenas 9,4% de toda a base de bilhetagem eletrônica das cidades onde a empresa mantém parcerias para o cartão múltiplo Libercard. Ela está presente em Fortaleza e em 22 outras cidades da região metropolitana da capital cearense e na região do Cariri, que englobam Juazeiro do Norte, Crato, Barbalha, dentre outras.
“Nossa meta é concluir a migração de 25% da base de transporte até o final do ano para o cartão Múltiplo Libercard, triplicando nossa carteira atual. Além disso, há uma expectativa de crescimento ainda maior devido a novos produtos e da expansão das parcerias para outras regiões e Estados”, afirma Junia.
Ela ressalta que no mês de junho a Libercard lançou um produto pré-pago, o LiberCASH, voltado para os estudantes. Com ele os alunos podem pagar o transporte e também fazer compras em estabelecimentos comerciais e até nas cantinas das escolas. “Por estar nas mãos da garotada, é um ótimo instrumento de educação financeira para meios de pagamento eletrônico, cashless, e os pais podem fazer recargas além de limitar eletronicamente o valor máximo diário de consumo de seus filhos, trazendo segurança e tranqüilidade, pois afasta a utilização da mesada para fins indevidos. Outro ponto importante é a transferência eletrônica de recursos a distância entre os amigos e parentes dos estudantes”, explica Junia.
Ela comenta que a parceria com a IntelCav tem sido fundamental para o êxito do projeto. “Temos recebido todo o suporte técnico da IntelCav sobre a confecção dos plásticos e o atendimento imediato das nossas necessidades que é fundamental num programa tão pioneiro quanto este”, afirma.
Perfil- A InteCav foi criada em 2000 e se consolidou como uma das maiores fornecedoras dos grandes bancos brasileiros, varejos e demais instituições que precisam de um parceiro de confiança para o trabalho de fabricação e personalização de seus cartões. Com uma equipe de engenheiros especializada, a companhia possuí uma fábrica de cartões no sul do país com capacidade de produzir 15 milhões de cartões/mês, um Centro de Personalização em São Paulo (gravação de dados em trilha magnética e chip) capaz de gravar cerca de 5 milhões de cartões/mês e um Centro de Personalização de Cartões em Belém (PA) com capacidade para personalizar 1 milhão de cartões/mês, além de uma estrutura de atendimento com escritórios comerciais nas principais capitais do Brasil e América Latina. A IntelCav é pioneira na produção de cartões diferenciados como o Display Card e, território nacional, os cartões translúcidos para utilização bancária em ATM´s, os cartões ecológicos como o PET reciclado pós consumo, os mini cards, os cartões full face holográficos, entre outros. A IntelCav é certificada pela ISO 9001 versão 2008 e homologada pela VISA, Mastercard e AMEX.
Perfil- Libercard é a bandeira com conceito inovador que integra , soluções em cartão de crédito, gestão de benefícios corporativos e micro-pagamentos, introduzindo no Brasil a primeira rede Contactless da América Latina, fazendo uso de avançados recursos tecnológicos que agregam praticidade, segurança e agilidade aos seus usuários.
A Libercard é a mais nova empresa do Grupo Guanabara, um dos mais consolidados grupos empresariais brasileiros, com mais de 50 anos de atuação em vários segmentos econômicos, principalmente transporte de passageiros.
CSU INVESTE E NEGOCIA COM NOVOS PARCEIROS
jornal Valor Econômico 25/08/2010 - Adriana Mattos
A CSU CardSystem negocia, neste momento, parceria com dez companhias - entre bancos e redes de varejo - interessadas em se tornar empresas adquirentes no mercado de cartões de crédito, aquelas que fazem o credenciamento dos lojistas e capturam as transações.
"Dentro de dois meses deveremos anunciar novas parcerias. A ideia é acelerar esse processo porque acreditamos que, num prazo máximo de cinco anos, esse segmento com os novos entrantes já estará consolidado", afirma Marcos Leite, presidente da CSU, a maior processadora independente do setor de cartões no Brasil.
Com a abertura de mercado ocorrida na área a partir de 1º de julho, instituições financeiras nacionais e estrangeiras e cadeias varejistas passaram a avaliar a possibilidade de se tornar adquirentes, como fazem hoje a Cielo e a Redecard. Elas são responsáveis pelo credenciamento das lojas, fazem o gerenciamento de autorizações, capturas e pagamentos.
A questão é que essas novas adquirentes precisam de suporte tecnológico para colocar essa operação de pé. "Passamos dois anos estudando melhorias em nosso software, o Super Vision Plus, antes mesmo da abertura do mercado. Investimentos R$ 30 milhões em aperfeiçoamentos para estarmos prontos para atender essa nova demanda", afirma Marcos Leite.
O primeiro contrato da companhia foi fechado neste mês, com o acordo de prestação de serviços para o "acquirer" do Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul). A CSU será responsável pelo processamento das transações do cartão Banricompras e pelo início da captura de operações da bandeira Mastercard. A Banricompras tem uma rede de credenciados de 100 mil pontos na Região Sul e dois milhões de cartões emitidos.
Com as novas negociações na mesa, a CSU acredita que é possível liderar o processo de fechamento de parcerias com os novos adquirentes, apesar do aumento na concorrência de prestação de serviços aos novos entrantes.
"Conversamos com dez companhias hoje e acreditamos que esse mercado no Brasil pode chegar a ter entre 15 e 20 'acquirer'. Pelas nossas contas, temos condições de nos tormarmos líderes entre os parceiros dos novos adquirentes", diz o executivo do grupo, com mais de 20 clientes entre grandes, médios e pequenos bancos e cadeias de varejo, emissores de cartões.
Com 54,3% do mercado de processamento no país, a CSU registrou no segundo trimestre um lucro líquido de R$ 6,2 milhões, uma alta de 29,6% em comparação ao mesmo período no ano anterior. No semestre, a expansão atingiu 30%. O grupo fechou o período com 25,1 milhões de cartões em sua base, volume que representa um crescimento de 16,4% em 12 meses e de 2% frente ao trimestre anterior.
Especialistas do setor acreditam que haverá no curto prazo um considerável aumento da concorrência no negócio de processamento de adquirentes de cartões de crédito - que movimenta R$ 6 bilhões em faturamento e acaba de ser aberto com o fim da exclusividade da Cielo e Redecard.
Na mira das processadoras estão bancos de médio porte e setores que nunca trabalharam com cartão no passado - como redes de atacado e de serviços de saúde (como laboratórios e clínicas). Além da CSU, atuam na área grupos já ligados aos bancos como a Orbitall, controlada pelo Itaú; a Fidelity, parceiro do Bradesco; a americana EDS e a First Data.
Com base em dados de 2009, o mercado americano alcançou 58,1 bilhões de transações em cartões de crédito distribuídas entre 103 acquires. No Reino Unido, foram 7,7 bilhões, entre dez acquires, e no Brasil, 5,6 bilhões de transações centralizadas nas mãos da Cielo e Redecard no ano passado.
A CSU CardSystem negocia, neste momento, parceria com dez companhias - entre bancos e redes de varejo - interessadas em se tornar empresas adquirentes no mercado de cartões de crédito, aquelas que fazem o credenciamento dos lojistas e capturam as transações.
"Dentro de dois meses deveremos anunciar novas parcerias. A ideia é acelerar esse processo porque acreditamos que, num prazo máximo de cinco anos, esse segmento com os novos entrantes já estará consolidado", afirma Marcos Leite, presidente da CSU, a maior processadora independente do setor de cartões no Brasil.
Com a abertura de mercado ocorrida na área a partir de 1º de julho, instituições financeiras nacionais e estrangeiras e cadeias varejistas passaram a avaliar a possibilidade de se tornar adquirentes, como fazem hoje a Cielo e a Redecard. Elas são responsáveis pelo credenciamento das lojas, fazem o gerenciamento de autorizações, capturas e pagamentos.
A questão é que essas novas adquirentes precisam de suporte tecnológico para colocar essa operação de pé. "Passamos dois anos estudando melhorias em nosso software, o Super Vision Plus, antes mesmo da abertura do mercado. Investimentos R$ 30 milhões em aperfeiçoamentos para estarmos prontos para atender essa nova demanda", afirma Marcos Leite.
O primeiro contrato da companhia foi fechado neste mês, com o acordo de prestação de serviços para o "acquirer" do Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul). A CSU será responsável pelo processamento das transações do cartão Banricompras e pelo início da captura de operações da bandeira Mastercard. A Banricompras tem uma rede de credenciados de 100 mil pontos na Região Sul e dois milhões de cartões emitidos.
Com as novas negociações na mesa, a CSU acredita que é possível liderar o processo de fechamento de parcerias com os novos adquirentes, apesar do aumento na concorrência de prestação de serviços aos novos entrantes.
"Conversamos com dez companhias hoje e acreditamos que esse mercado no Brasil pode chegar a ter entre 15 e 20 'acquirer'. Pelas nossas contas, temos condições de nos tormarmos líderes entre os parceiros dos novos adquirentes", diz o executivo do grupo, com mais de 20 clientes entre grandes, médios e pequenos bancos e cadeias de varejo, emissores de cartões.
Com 54,3% do mercado de processamento no país, a CSU registrou no segundo trimestre um lucro líquido de R$ 6,2 milhões, uma alta de 29,6% em comparação ao mesmo período no ano anterior. No semestre, a expansão atingiu 30%. O grupo fechou o período com 25,1 milhões de cartões em sua base, volume que representa um crescimento de 16,4% em 12 meses e de 2% frente ao trimestre anterior.
Especialistas do setor acreditam que haverá no curto prazo um considerável aumento da concorrência no negócio de processamento de adquirentes de cartões de crédito - que movimenta R$ 6 bilhões em faturamento e acaba de ser aberto com o fim da exclusividade da Cielo e Redecard.
Na mira das processadoras estão bancos de médio porte e setores que nunca trabalharam com cartão no passado - como redes de atacado e de serviços de saúde (como laboratórios e clínicas). Além da CSU, atuam na área grupos já ligados aos bancos como a Orbitall, controlada pelo Itaú; a Fidelity, parceiro do Bradesco; a americana EDS e a First Data.
Com base em dados de 2009, o mercado americano alcançou 58,1 bilhões de transações em cartões de crédito distribuídas entre 103 acquires. No Reino Unido, foram 7,7 bilhões, entre dez acquires, e no Brasil, 5,6 bilhões de transações centralizadas nas mãos da Cielo e Redecard no ano passado.
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PANAMERICANO CRIA CARTÃO DE CRÉDITO PARA AS REVENDEDORAS DA JEQUITI
jornal Brasil Econômico 25/08/2010 - Thais Folego
A era das barras de ouro dos programas do Silvio Santos pode estar próxima do fim. A cultura do uso do cartão está entrando com força em várias empresas do grupo e promete substituir a tradicional forma de pagamento dos prêmios dados na brincadeiras na TV. "Pode escrever", diz Elinton Bobrik, diretor executivo de cartões do Banco Panamericano, em tom de brincadeira séria.
A instituição financeira do grupo acaba de criar um cartão de crédito internacional, emitido nas bandeiras Visa ou Mastercard, para as 150 mil revendedoras da linha de cosméticos Jequiti. Em pouco mais de 15 dias, foram emitidos 53 mil cartões e 26% desses plásticos já foram desbloqueados.
A meta é criar um capital de giro para as revendedoras, ampliando o prazo que têm para pagar os produtos. `Além de terem mais 30 dias de fluxo de caixa, elas podem comprar mais, pois o cartão tem um limite de crédito de 2,5 vezes o valor das últimas compras na Jequiti", explica Bobrik. Ele lembra, porém, que o cartão pode ser usado em outros lugares e tipos de compras.
Com o uso do plástico, as consultoras conseguem oferecer uma condição diferenciada para os seus clientes finais, que é um prazo maior para o pagamento, comenta Emerson Teixeira, diretor de Business Suport da Jequiti.
O programa de fidelidade do cartão utiliza bônus em que os pontos se convertem em produtos da própria linha. Cada R$ 100,00 em compras, a revendedora ganha R$ 2 em bônus. "Esse é o primeiro produto de uma série de outros, mas o cartão de crédito é o carro- chefe", diz o diretor do Panamericano. Segundo ele, está sendo criado um seguro de perda e roubo do cartão e de acidentes pessoais.
Teixeira avalia que há um mundo de possibilidades a serem exploradas, já que para muitas revendedoras esse é o primeiro contato com um produto financeiro, mas que há a preocupação em não "estressar" o canal com oferta de muitos produtos e serviços.
Segundo ele, a maior parte das consultoras se concentra nas classes C, D e E. Muitas não tinham cartão por não conseguir comprovar renda. "No nosso caso, o histórico de venda na Jequiti foi usado como histórico de renda para a análise de crédito do Panamericano", diz Teixeira.
Para as novas revendedoras, que ainda não têm um histórico de compra, Bobrik planeja criar um cartão pré-pago, que as consultoras carregam e depois usam para pagar os produtos, para as que quiserem participar do programa de bônus. "Com três ciclos de venda, porém, elas já podem ter seu histórico avaliado para ter o cartão", diz Teixeira.
Receber com cartão
Na outra ponta, a Jequiti também vai iniciar um projeto piloto nesse segundo semestre para que as revendedoras recebam o pagamento dos produtos com cartão. "Estamos fechando uma parceria com uma empresa que vai prover uma solução tecnológica, que pode ser uma máquina ou uma solução pelo celular, para dar também ao cliente final a possibilidade de pagar a compra com cartão, em até três vezes", conta Teixeira. Hoje, as revendedoras Avon usam o Foneshop, da Redecard, para receberem com cartão.
Plástico substitui tradicional carnê e financiamento direto nas lojas do Baú
A criação do cartão de crédito Jequiti faz parte de um movimento de venda cruzada entre as empresas do Grupo Silvio Santos que favorece o uso do cartão de crédito. Atualmente, nas Lojas do Baú, o cartão da loja responde por 80% das compras financiadas. Há seis meses, porém, ele só representava 20%, segundo Elinton Bobrik, diretor executivo de Cartões do Panamericano. "Hoje o cartão é o principal meio de pagamento e forma de parcelamento", diz.
Bobrik conta que a principal forma de financiamento era o Crédito Direto ao Consumidor (CDC) e inclusive os tradicionais Carnês do Baú estão com os dias contados. "O foco é este, fazer com que todas as operações sejam feitas com o cartão", diz o diretor do Panamericano.
A estratégia é tão definida, que nos últimos seis meses foram emitidos 100 mil cartões do Baú. Criado há dois anos, ele era pouco utilizado, tanto que no período foram emitidos apenas 40 mil plásticos. A expectativa, segundo Bobrik, é manter o ritmo. "Este mês, vamos emitir mais cerca de 17 mil cartões", estima.
Pelo telefone
Além das lojas do próprio banco, o Panamericano distribui cartões nas empresas do grupo e por meio de parceiros do varejo. Agora também começou a fazer oferta de cartões de crédito por telefone aos compradores dos títulos de capitalização Tele Sena. "Seis milhões de títulos da Tele Sena são vendidos todos os meses", contabiliza Bobrik, falando do potencial de clientes. "Como somos um banco que não tem conta corrente, temos que nos especializar", finaliza.
A era das barras de ouro dos programas do Silvio Santos pode estar próxima do fim. A cultura do uso do cartão está entrando com força em várias empresas do grupo e promete substituir a tradicional forma de pagamento dos prêmios dados na brincadeiras na TV. "Pode escrever", diz Elinton Bobrik, diretor executivo de cartões do Banco Panamericano, em tom de brincadeira séria.
A instituição financeira do grupo acaba de criar um cartão de crédito internacional, emitido nas bandeiras Visa ou Mastercard, para as 150 mil revendedoras da linha de cosméticos Jequiti. Em pouco mais de 15 dias, foram emitidos 53 mil cartões e 26% desses plásticos já foram desbloqueados.
A meta é criar um capital de giro para as revendedoras, ampliando o prazo que têm para pagar os produtos. `Além de terem mais 30 dias de fluxo de caixa, elas podem comprar mais, pois o cartão tem um limite de crédito de 2,5 vezes o valor das últimas compras na Jequiti", explica Bobrik. Ele lembra, porém, que o cartão pode ser usado em outros lugares e tipos de compras.
Com o uso do plástico, as consultoras conseguem oferecer uma condição diferenciada para os seus clientes finais, que é um prazo maior para o pagamento, comenta Emerson Teixeira, diretor de Business Suport da Jequiti.
O programa de fidelidade do cartão utiliza bônus em que os pontos se convertem em produtos da própria linha. Cada R$ 100,00 em compras, a revendedora ganha R$ 2 em bônus. "Esse é o primeiro produto de uma série de outros, mas o cartão de crédito é o carro- chefe", diz o diretor do Panamericano. Segundo ele, está sendo criado um seguro de perda e roubo do cartão e de acidentes pessoais.
Teixeira avalia que há um mundo de possibilidades a serem exploradas, já que para muitas revendedoras esse é o primeiro contato com um produto financeiro, mas que há a preocupação em não "estressar" o canal com oferta de muitos produtos e serviços.
Segundo ele, a maior parte das consultoras se concentra nas classes C, D e E. Muitas não tinham cartão por não conseguir comprovar renda. "No nosso caso, o histórico de venda na Jequiti foi usado como histórico de renda para a análise de crédito do Panamericano", diz Teixeira.
Para as novas revendedoras, que ainda não têm um histórico de compra, Bobrik planeja criar um cartão pré-pago, que as consultoras carregam e depois usam para pagar os produtos, para as que quiserem participar do programa de bônus. "Com três ciclos de venda, porém, elas já podem ter seu histórico avaliado para ter o cartão", diz Teixeira.
Receber com cartão
Na outra ponta, a Jequiti também vai iniciar um projeto piloto nesse segundo semestre para que as revendedoras recebam o pagamento dos produtos com cartão. "Estamos fechando uma parceria com uma empresa que vai prover uma solução tecnológica, que pode ser uma máquina ou uma solução pelo celular, para dar também ao cliente final a possibilidade de pagar a compra com cartão, em até três vezes", conta Teixeira. Hoje, as revendedoras Avon usam o Foneshop, da Redecard, para receberem com cartão.
Plástico substitui tradicional carnê e financiamento direto nas lojas do Baú
A criação do cartão de crédito Jequiti faz parte de um movimento de venda cruzada entre as empresas do Grupo Silvio Santos que favorece o uso do cartão de crédito. Atualmente, nas Lojas do Baú, o cartão da loja responde por 80% das compras financiadas. Há seis meses, porém, ele só representava 20%, segundo Elinton Bobrik, diretor executivo de Cartões do Panamericano. "Hoje o cartão é o principal meio de pagamento e forma de parcelamento", diz.
Bobrik conta que a principal forma de financiamento era o Crédito Direto ao Consumidor (CDC) e inclusive os tradicionais Carnês do Baú estão com os dias contados. "O foco é este, fazer com que todas as operações sejam feitas com o cartão", diz o diretor do Panamericano.
A estratégia é tão definida, que nos últimos seis meses foram emitidos 100 mil cartões do Baú. Criado há dois anos, ele era pouco utilizado, tanto que no período foram emitidos apenas 40 mil plásticos. A expectativa, segundo Bobrik, é manter o ritmo. "Este mês, vamos emitir mais cerca de 17 mil cartões", estima.
Pelo telefone
Além das lojas do próprio banco, o Panamericano distribui cartões nas empresas do grupo e por meio de parceiros do varejo. Agora também começou a fazer oferta de cartões de crédito por telefone aos compradores dos títulos de capitalização Tele Sena. "Seis milhões de títulos da Tele Sena são vendidos todos os meses", contabiliza Bobrik, falando do potencial de clientes. "Como somos um banco que não tem conta corrente, temos que nos especializar", finaliza.
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