jornal Valor Econômico 15/06/2011 - Gustavo Brigatto
A companhia de serviços Tivit anunciou a compra da mLife, empresa de Curitiba especializada no desenvolvimento de sistemas para dispositivos móveis. O valor da operação não foi divulgado. O negócio reforça a tendência de fusões e aquisições que está movimentando o mercado de tecnologia da informação no primeiro semestre.
Com 20 funcionários, a mLife foi criada há três anos e atua principalmente no setor financeiro. A companhia cria softwares de geração de senhas eletrônicas e desenvolve versões para dispositivos móveis dos sistemas dos bancos. A aquisição da mLife é a primeira feita pela Tivit desde que o fundo inglês Apax comprou 54,25% da companhia, em maio do ano passado. Entre 2009 e 2010, a Tivit teve um crescimento de 14,8% na receita, que chegou a R$ 1,17 bilhão. Seus maiores clientes estão no mercado financeiro.
Segundo André Frederico, diretor de planejamento estratégico e fusões e aquisições da Tivit, em quatro anos a companhia pretende atingir um faturamento de R$ 30 milhões com sistemas para dispositivos móveis. Na avaliação do executivo, a compra da mLife ajudará a Tivit a reforçar sua atuação em setores como varejo e serviços. A mLife estava desenvolvendo aplicativos para ir além do mercado financeiro, diz Frederico, o que, agora, pode beneficiar a Tivit.
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16 de jun. de 2011
16 de fev. de 2011
TIVIT CONQUISTA CERTIFICAÇÃO EM SEGURANÇA PARA MERCADO DE CARTÕES
portal Executivos Financeiros 16/02/2011
A Tivit, empresa de serviços integrados de TI e BPO na América Latina, conquistou a certificação PCI Internal Security Assessor por meio do executivo Marcus Faversani Herrmann, especialista de segurança da empresa - profissional treinado internacionalmente como auditor interno das normas da entidade.
O certificado é emitido pelo conselho PCI Security Standards Council, fórum aberto e global, que busca o contínuo desenvolvimento e aperfeiçoamento de normas de segurança para proteção de dados do mercado de cartões de pagamento.
Com a conquista, Herrmann se torna um ISA (Internal Security Assessor), com aptidão para orientar clientes da empresa, indicando as melhores soluções e alternativas para a segurança contra fraudes em cartões, assim como a aplicação adequada de medidas e controles.
PCI
Lançado em 2006, o PCI Security Standards Council é responsável pelo desenvolvimento, gerenciamento, educação e conscientização sobre os Padrões de Segurança do PCI, incluindo: os requisitos de Padrão de Segurança de Dados (DSS), Padrão de Segurança de Dados de Aplicativos de Pagamento (PA-DSS) e Dispositivos de Entrada de Pin (PED).
A Tivit, empresa de serviços integrados de TI e BPO na América Latina, conquistou a certificação PCI Internal Security Assessor por meio do executivo Marcus Faversani Herrmann, especialista de segurança da empresa - profissional treinado internacionalmente como auditor interno das normas da entidade.
O certificado é emitido pelo conselho PCI Security Standards Council, fórum aberto e global, que busca o contínuo desenvolvimento e aperfeiçoamento de normas de segurança para proteção de dados do mercado de cartões de pagamento.
Com a conquista, Herrmann se torna um ISA (Internal Security Assessor), com aptidão para orientar clientes da empresa, indicando as melhores soluções e alternativas para a segurança contra fraudes em cartões, assim como a aplicação adequada de medidas e controles.
PCI
Lançado em 2006, o PCI Security Standards Council é responsável pelo desenvolvimento, gerenciamento, educação e conscientização sobre os Padrões de Segurança do PCI, incluindo: os requisitos de Padrão de Segurança de Dados (DSS), Padrão de Segurança de Dados de Aplicativos de Pagamento (PA-DSS) e Dispositivos de Entrada de Pin (PED).
10 de dez. de 2010
CÉLIO BOZOLA DEIXA A HP
portal TI Inside 09/12/2010
O executivo Célio Bozola, que ocupava o cargo de vice-presidente da divisão de serviços corporativos da HP Brasil, deixou a companhia. Em comunicado, a empresa diz que ele foi em busca de novos desafios profissionais. Para ocupar o posto, a companhia contratou Carlos Eduardo Mazon.
Mazon ocupava o cargo de vice-presidente de operações de tecnologia da informação da Tivit, companhia brasileira de outsourcing de TI e processos de negócio, na qual ingressou em 2006. O executivo também teve passagens por IBM e Unisys.
Com 23 anos de experiência no mercado de TI, ele é formado em Análise de Sistemas e Processamento de Dados pela PUC-Campinas. Possui pós-graduação em Administração de Banco de Dados pela Unaerp, de Ribeirão Preto e MBA em Gestão de Empresas pela Fundação Dom Cabral, de Belo Horizonte.
O executivo Célio Bozola, que ocupava o cargo de vice-presidente da divisão de serviços corporativos da HP Brasil, deixou a companhia. Em comunicado, a empresa diz que ele foi em busca de novos desafios profissionais. Para ocupar o posto, a companhia contratou Carlos Eduardo Mazon.
Mazon ocupava o cargo de vice-presidente de operações de tecnologia da informação da Tivit, companhia brasileira de outsourcing de TI e processos de negócio, na qual ingressou em 2006. O executivo também teve passagens por IBM e Unisys.
Com 23 anos de experiência no mercado de TI, ele é formado em Análise de Sistemas e Processamento de Dados pela PUC-Campinas. Possui pós-graduação em Administração de Banco de Dados pela Unaerp, de Ribeirão Preto e MBA em Gestão de Empresas pela Fundação Dom Cabral, de Belo Horizonte.
26 de ago. de 2010
CIELO PREVÊ ALTA DE 20% NAS VENDAS NO NATAL
jornal Diário do Comércio 26/08/2010 - Vanessa Rosal
A Cielo ( ex-Visanet), empresa de processamento de transações com cartões de crédito e débito, espera realizar 840 transações por segundo nas vendas de Natal do comércio varejista neste ano. Trata-se de um número 20% superior ao registrado em igual período de 2009. Atualmente, a empresa realiza cerca de 700 transações por segundo, mas a capacidade é de 2,1 mil. "Vamos trabalhar muito para atingir essa meta", afirmou o vice-presidente de tecnologia e operações, Paulo Guzzo.
De acordo com ele, a expectativa para o Natal é baseada na recente parceria com a MasterCard, que se tornou possível a partir do fim da exclusividade de bandeiras, em vigor desde 1º de julho. "Outro motivo é o forte investimento em marketing com o objetivo de mostrar todos os benefícios da máquina de cartões para os nossos clientes", disse Guzzo.
O otimismo é fruto ainda do resultado do último final de semana antes do Dia dos Pais, quando a empresa capturou cerca de 26,4 milhões de operações em sua rede. Somente no sábado (7 de agosto), passaram pelas máquinas da Cielo 17,6 milhões de transações, totalizando R$ 1,2 bilhão de vendas no comércio varejista.
Com o aumento da concessão de crédito para o brasileiro e a ascensão da classe C, a confiança do consumidor é estimulada, impulsionando o desempenho do mercado de cartões. "Hoje em dia, temos 1,7 milhão de estabelecimentos credenciados e estamos presentes em 98% do território nacional", afirmou Guzzo.
Planos – Os grandes eventos esportivos que acontecerão no Brasil também entram nos planos de crescimento da Cielo. De olho nas realizações da Copa do Mundo em 2014 e das Olimpíadas em 2016, uma das apostas está na bandeira de cartões JCB, usada principalmente em países da Europa e da Ásia. Para atender aos turistas estrangeiros, as máquinas já aceitam o cartão em restaurantes, hotéis e joalherias brasileiras, devendo expandir as opções para todo o comércio nos próximos anos.
Outro exemplo será a participação da Cielo na Equipotel, maior feira dos segmentos de hotelaria e gastronomia da América Latina, que acontece entre 13 e 16 de setembro, na Capital. A expectativa é de que os negócios fechados no evento sejam 40% maiores em relação a 2009.
Negócios – A Cielo registrou lucro líquido de R$ 457,7 milhões no segundo trimestre de 2010, uma elevação de 25,5% em relação a igual período do ano passado.
No balanço divulgado ao mercado, a Cielo justifica que o aumento nos ganhos é fruto de variáveis positivas, como a taxa de desemprego, que tem se mantido em níveis baixos, e da renda real, crescente, que estimula a demanda por crédito e impulsiona o consumo.
A companhia foi detentora do menor índice de fraudes do mercado brasileiro (0,15% em 2009), por causa da implantação do sistema Lynx Online – que monitora o perfil de comportamento do consumidor – em seus produtos. "Se a pessoa nunca teve o hábito de comprar joias, por exemplo, e uma compra desse tipo é detectada, ela será analisada pelo banco ou pela operadora do cartão de crédito", disse Guzzo.
Toda a tecnologia é hospedada e monitorada pela TIVIT, empresa especializada em terceirização de processos de negócios e tecnologia da informação (TI).
A Cielo ( ex-Visanet), empresa de processamento de transações com cartões de crédito e débito, espera realizar 840 transações por segundo nas vendas de Natal do comércio varejista neste ano. Trata-se de um número 20% superior ao registrado em igual período de 2009. Atualmente, a empresa realiza cerca de 700 transações por segundo, mas a capacidade é de 2,1 mil. "Vamos trabalhar muito para atingir essa meta", afirmou o vice-presidente de tecnologia e operações, Paulo Guzzo.
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| Capacidade atual de processamento da empresa é de até 2,1 mil operações por segundo |
De acordo com ele, a expectativa para o Natal é baseada na recente parceria com a MasterCard, que se tornou possível a partir do fim da exclusividade de bandeiras, em vigor desde 1º de julho. "Outro motivo é o forte investimento em marketing com o objetivo de mostrar todos os benefícios da máquina de cartões para os nossos clientes", disse Guzzo.
O otimismo é fruto ainda do resultado do último final de semana antes do Dia dos Pais, quando a empresa capturou cerca de 26,4 milhões de operações em sua rede. Somente no sábado (7 de agosto), passaram pelas máquinas da Cielo 17,6 milhões de transações, totalizando R$ 1,2 bilhão de vendas no comércio varejista.
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| "Hoje em dia, temos 1,7 milhão de estabelecimentos credenciados e estamos presentes em 98% do território nacional", disse Paulo Guzzo, da Cielo. |
Com o aumento da concessão de crédito para o brasileiro e a ascensão da classe C, a confiança do consumidor é estimulada, impulsionando o desempenho do mercado de cartões. "Hoje em dia, temos 1,7 milhão de estabelecimentos credenciados e estamos presentes em 98% do território nacional", afirmou Guzzo.
Planos – Os grandes eventos esportivos que acontecerão no Brasil também entram nos planos de crescimento da Cielo. De olho nas realizações da Copa do Mundo em 2014 e das Olimpíadas em 2016, uma das apostas está na bandeira de cartões JCB, usada principalmente em países da Europa e da Ásia. Para atender aos turistas estrangeiros, as máquinas já aceitam o cartão em restaurantes, hotéis e joalherias brasileiras, devendo expandir as opções para todo o comércio nos próximos anos.
Outro exemplo será a participação da Cielo na Equipotel, maior feira dos segmentos de hotelaria e gastronomia da América Latina, que acontece entre 13 e 16 de setembro, na Capital. A expectativa é de que os negócios fechados no evento sejam 40% maiores em relação a 2009.
Negócios – A Cielo registrou lucro líquido de R$ 457,7 milhões no segundo trimestre de 2010, uma elevação de 25,5% em relação a igual período do ano passado.
No balanço divulgado ao mercado, a Cielo justifica que o aumento nos ganhos é fruto de variáveis positivas, como a taxa de desemprego, que tem se mantido em níveis baixos, e da renda real, crescente, que estimula a demanda por crédito e impulsiona o consumo.
A companhia foi detentora do menor índice de fraudes do mercado brasileiro (0,15% em 2009), por causa da implantação do sistema Lynx Online – que monitora o perfil de comportamento do consumidor – em seus produtos. "Se a pessoa nunca teve o hábito de comprar joias, por exemplo, e uma compra desse tipo é detectada, ela será analisada pelo banco ou pela operadora do cartão de crédito", disse Guzzo.
Toda a tecnologia é hospedada e monitorada pela TIVIT, empresa especializada em terceirização de processos de negócios e tecnologia da informação (TI).
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