portal CardClipping
Um grupo de quatro operadoras dinamarquesas de redes de telefonia móvel se uniram para desenvolver uma plataforma comum para pagamentos via celular, com tecnologia NFC.
Telia Denmark, TDC, Telenor Denmark e 3 Denmark formaram uma empresa para desenvolver em conjunto uma plataforma de carteira móvel, na tentativa de substituir o uso de cartões e do dinheiro.
O sistema tornará mais fácil e seguro a realização de pagamentos sem contato, independentemente da operadora que o cliente utiliza, e vai assegurar uma transição suave se as pessoas mudam de empresa de telefonia, dizem os parceiros.
Os aparelhos habilitados com cartões NFC SIM devem chegar ao mercado no final de setembro e a aposta é que a carteira digital estará plenamente adotada em poucos anos.
O projeto dinamarquês segue um modelo semelhante ao adotado por empresas de telecomunicações nos EUA (consórcio Isis) e no Reino Unido (parceria entre Everything Everywhere, Telefónica e Vodafone).
Enquanto isso, os bancos da Dinamarca também trabalham juntos mas em um tipo diferente de sistema de pagamentos móveis, usando mensagens de texto. O serviço BankSMS deve ser lançado ainda este ano, permitindo que os usuários iniciem a compra de bilhetes de transporte através do envio de uma mensagem de texto com um código de produto. O comprador, então, recebe uma mensagem descrevendo o bilhete solicitado e seu custo antes de concluir a compra, respondendo "sim". O bilhete é então enviado através de texto e os custos debitados de uma conta bancária relacionada.
Os bancos alegam que o sistema SMS oferece um modelo viável e universal, que todos os consumidores podem usar na ausência de infraestrutura existentes para NFC.
30 de jun. de 2011
EUA: FOTO DO CARTÃO, VIA CELULAR, AUTORIZA PAGAMENTO
portal CardClipping
A startup card.io divulgou um sistema de compras via celular, que permite que os compradores tirem uma foto de seu cartão de crédito, eliminando a necessidade de digitar as informações.
Aplicativos de smartphone, usando o software card.io, ativam a câmera do celular quando o consumidor quer fazer um pagamento. O usuário então coloca o seu cartão de crédito em uma moldura verde na tela e tira a foto. A tecnologia digitaliza os detalhes do cartão na imagem para concluir a transação.
A empresa diz que seu sistema elimina o processo incômodo de digitar informações de cartão de crédito em um teclado de dispositivo móvel, bem como a necessidade de ficar transportando hardware adicional (uma crítica direta ao Square).
Em uma versão beta restrita, a card.io está oferecendo agora seu SDK (Software Development Kit) para desenvolvedores de aplicativos iOS (sistema operacional móvel da Apple). A empresa já está trabalhando com a MogoTix (venda de ingressos para eventos), TaskRabbit (pagamento de pequenos serviços) e SamaSource (arrecadação de donativos). Um SDK para Android está prestes a ser lançado.
http://youtu.be/5FxhsmEw_WE
A startup card.io divulgou um sistema de compras via celular, que permite que os compradores tirem uma foto de seu cartão de crédito, eliminando a necessidade de digitar as informações.
Aplicativos de smartphone, usando o software card.io, ativam a câmera do celular quando o consumidor quer fazer um pagamento. O usuário então coloca o seu cartão de crédito em uma moldura verde na tela e tira a foto. A tecnologia digitaliza os detalhes do cartão na imagem para concluir a transação.
A empresa diz que seu sistema elimina o processo incômodo de digitar informações de cartão de crédito em um teclado de dispositivo móvel, bem como a necessidade de ficar transportando hardware adicional (uma crítica direta ao Square).
Em uma versão beta restrita, a card.io está oferecendo agora seu SDK (Software Development Kit) para desenvolvedores de aplicativos iOS (sistema operacional móvel da Apple). A empresa já está trabalhando com a MogoTix (venda de ingressos para eventos), TaskRabbit (pagamento de pequenos serviços) e SamaSource (arrecadação de donativos). Um SDK para Android está prestes a ser lançado.
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28 de jun. de 2011
JURO RESPONDE POR MAIS DA METADE DA DÍVIDA DO BRASILEIRO
jornal O Estado de S. Paulo 27/06/2011 – Márcia De Chiara
Cresceu neste ano a parcela dos juros no total da dívida dos brasileiros. Em abril de 2010, a fatia dos juros correspondia a 56% de uma dívida total de R$ 524 bilhões. Em abril deste ano, o último dado disponível no Banco Central (BC), os juros equivaliam a 60% de uma dívida de R$ 653 bilhões, aponta estudo da LCA Consultores.
"Com as medidas macroprudenciais do BC no fim de 2010 e a alta dos juros básicos iniciada em janeiro, a dívida total aumentou puxada neste ano pelos encargos financeiros", diz Wermeson França, economista da LCA, responsável pelo estudo.
Na sua avaliação, o avanço da parcela dos juros em detrimento do valor principal emprestado mostra uma piora na qualidade da dívida. Isto é, o brasileiro está se endividando mais, não necessariamente porque está indo às compras, mas por causa dos encargos financeiros cobrados nos empréstimos.
Cheque especial
Outra informação, segundo o economista da LCA, que confirma que o aumento do endividamento do consumidor está sendo impulsionado pelos juros, aparece nas estatísticas do BC. As duas únicas linhas de crédito que registraram crescimento na média diária de concessões entre dezembro de 2010 e abril deste ano foram o cheque especial e o cartão de crédito, as linhas de financiamento que têm os juros mais elevados e que normalmente são usadas de forma emergencial, isto é, para pagar outras dívidas.
Entre dezembro de 2010 e abril deste ano, a média diária real de concessões no cheque especial aumentou 6,2% e, no cartão de crédito, o acréscimo foi de 17%. Já no caso do crédito pessoal, houve um recuo de 3,7% nas concessões nesse período, e nos veículos e aquisição de outros bens, a retração foi ainda maior, de 10,6% e de 11%, respectivamente.
Altamiro Carvalho, economista da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP), relata que os consumidores estão fazendo novos financiamentos para quitar dívidas antigas. Tanto é que, no ano até abril, os dados de vendas da Fecomercio-SP mostram que o faturamento cresceu apenas 0,73%, sustentado pelos supermercados - cujas vendas praticamente não são influenciadas pelo crédito e que aumentaram 3,02% no período. Nos demais segmentos, como eletrônicos, móveis e veículos, que são movidos a financiamentos, houve queda.
Risco
O aumento do endividamento, com maior peso dos juros, pode levar a uma piora da inadimplência neste ano. "Não vai ser nada explosivo, mas a inadimplência vai mudar de patamar", alerta França, da LCA.
Em 2010, a inadimplência do consumidor encerrou o ano em 5,7% e em abril, último dado do BC, tinha subido para 6,1%. Até dezembro, deve atingir 7,2%, prevê o economista. Ele pondera que o resultado deste ano deve ficar abaixo do de 2009, o ano do rescaldo da crise financeira, quando o calote chegou a 7,7%.
França observa, por exemplo, que apesar de o dado global do BC de abril mostrar que a inadimplência do consumidor com prestações vencidas acima de 90 dias continuar bem comportada, os índices de calote entre 15 e 90 dias de veículos e crédito pessoal superam as taxas acima de 90 dias. “Esse é um sinal de que a inadimplência está piorando”.
Já o presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade, Miguel Ribeiro de Oliveira, não acredita que o aumento do endividamento, puxado pelos juros, leve necessariamente à alta da inadimplência. "Teria de ocorrer uma forte elevação do desemprego para a inadimplência disparar." Ele acredita que o aumento do endividamento pode até jogar a favor do objetivo do BC de reduzir o consumo.
Cresceu neste ano a parcela dos juros no total da dívida dos brasileiros. Em abril de 2010, a fatia dos juros correspondia a 56% de uma dívida total de R$ 524 bilhões. Em abril deste ano, o último dado disponível no Banco Central (BC), os juros equivaliam a 60% de uma dívida de R$ 653 bilhões, aponta estudo da LCA Consultores.
"Com as medidas macroprudenciais do BC no fim de 2010 e a alta dos juros básicos iniciada em janeiro, a dívida total aumentou puxada neste ano pelos encargos financeiros", diz Wermeson França, economista da LCA, responsável pelo estudo.
Na sua avaliação, o avanço da parcela dos juros em detrimento do valor principal emprestado mostra uma piora na qualidade da dívida. Isto é, o brasileiro está se endividando mais, não necessariamente porque está indo às compras, mas por causa dos encargos financeiros cobrados nos empréstimos.
Cheque especial
Outra informação, segundo o economista da LCA, que confirma que o aumento do endividamento do consumidor está sendo impulsionado pelos juros, aparece nas estatísticas do BC. As duas únicas linhas de crédito que registraram crescimento na média diária de concessões entre dezembro de 2010 e abril deste ano foram o cheque especial e o cartão de crédito, as linhas de financiamento que têm os juros mais elevados e que normalmente são usadas de forma emergencial, isto é, para pagar outras dívidas.
Entre dezembro de 2010 e abril deste ano, a média diária real de concessões no cheque especial aumentou 6,2% e, no cartão de crédito, o acréscimo foi de 17%. Já no caso do crédito pessoal, houve um recuo de 3,7% nas concessões nesse período, e nos veículos e aquisição de outros bens, a retração foi ainda maior, de 10,6% e de 11%, respectivamente.
Altamiro Carvalho, economista da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP), relata que os consumidores estão fazendo novos financiamentos para quitar dívidas antigas. Tanto é que, no ano até abril, os dados de vendas da Fecomercio-SP mostram que o faturamento cresceu apenas 0,73%, sustentado pelos supermercados - cujas vendas praticamente não são influenciadas pelo crédito e que aumentaram 3,02% no período. Nos demais segmentos, como eletrônicos, móveis e veículos, que são movidos a financiamentos, houve queda.
Risco
O aumento do endividamento, com maior peso dos juros, pode levar a uma piora da inadimplência neste ano. "Não vai ser nada explosivo, mas a inadimplência vai mudar de patamar", alerta França, da LCA.
Em 2010, a inadimplência do consumidor encerrou o ano em 5,7% e em abril, último dado do BC, tinha subido para 6,1%. Até dezembro, deve atingir 7,2%, prevê o economista. Ele pondera que o resultado deste ano deve ficar abaixo do de 2009, o ano do rescaldo da crise financeira, quando o calote chegou a 7,7%.
França observa, por exemplo, que apesar de o dado global do BC de abril mostrar que a inadimplência do consumidor com prestações vencidas acima de 90 dias continuar bem comportada, os índices de calote entre 15 e 90 dias de veículos e crédito pessoal superam as taxas acima de 90 dias. “Esse é um sinal de que a inadimplência está piorando”.
Já o presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade, Miguel Ribeiro de Oliveira, não acredita que o aumento do endividamento, puxado pelos juros, leve necessariamente à alta da inadimplência. "Teria de ocorrer uma forte elevação do desemprego para a inadimplência disparar." Ele acredita que o aumento do endividamento pode até jogar a favor do objetivo do BC de reduzir o consumo.
BRASILEIROS REDUZEM COMPRAS COM CARTÃO DE CRÉDITO NO EXTERIOR
portal DCI 27/07/2011 - Agência Brasil
Os brasileiros estão reduzindo os gastos com cartões de crédito em viagem ao exterior, indicam dados divulgados nesta segunda-feira (27) pelo chefe do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Tulio Maciel.
Em abril deste ano, essas despesas ficaram em US$ 1,179 bilhão e, em maio, caíram para US$ 909 milhões. Esses gastos representaram 60,7% das despesas totais com viagens internacionais em abril. Em maio, esse percentual caiu para 54,7%.
Na comparação entre abril deste ano e o mesmo período do ano passado, as despesas com cartões de crédito cresceram 53,8%. Em maio comparado com igual mês de 2010, a alta foi de 33,9%. "O brasileiro continua viajando, mas agora pagando mais em dinheiro do que com cartão de crédito", disse Tulio Maciel.
O governo aumentou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para as compras com cartão de crédito no exterior. O decreto, publicado no dia 28 de março no Diário Oficial da União, elevou de 2,38% para 6,38% o IOF sobre as compras com cartão de crédito no exterior. De acordo com Maciel, a regra passou a valer 30 dias depois da publicação da portaria e ideia era reduzir as despesas dos brasileiros com cartão de crédito.
De acordo com os dados divulgados nesta segunda-feira pelo BC, as despesas de brasileiros no exterior chegaram a US$ 1,664 bilhão em maio, um resultado recorde da série histórica do BC, iniciada em 1947. Nos cinco meses do ano, esses gastos ficaram em US$ US$ 8,331 bilhões.
As receitas deixadas por estrangeiros em visita ao Brasil chegaram a US$ 543 milhões, em maio, e em US$ 2,881 bilhões, nos cinco meses do ano.
Os gastos de brasileiros maiores do que as receitas de estrangeiros levaram ao déficit de US$ 1,120 bilhão em maio, o maior resultado negativo para o período. De janeiro a maio, esse saldo negativo ficou em US$ 5,450 bilhão, também o maior déficit para os primeiros cinco meses do ano.
O BC aumentou a projeção para o déficit este ano na conta de viagens, que registra as despesas de brasileiros no exterior e as receitas deixadas por estrangeiros no Brasil. A estimativa passou de US$ 12 bilhões para US$ 15 bilhões.Outras despesas com viagens de turismo de brasileiros no exterior somaram US$ 699 milhões, enquanto as de estrangeiros no Brasil foram de US$ 134 milhões.
Comparação anual
Frente a maio de 2010, os gastos dos brasileiros com cartão de crédito em viagens ao exterior cresceram 33,87% já que, naquele mês, o montante apurado foi de US$ 679 milhões.
Já os gastos dos estrangeiros com cartões no Brasil registraram alta de 38,19%, uma vez que, no quinto mês de 2010, atingiram US$ 288 milhões.
Despesas e receitas
No geral, segundo a nota do setor externo, as despesas dos turistas brasileiros no exterior registradas em maio deste ano aumentaram 43,94% em relação ao mesmo mês de 2010.
Considerando o total gasto no Brasil pelos turistas estrangeiros, houve alta de 33,09% em maio deste ano, na comparação com igual mês de 2010. No mês passado, os turistas estrangeiros deixaram US$ 543 milhões no País, contra US$ 408 milhões registrados em maio de 2010.
Os brasileiros estão reduzindo os gastos com cartões de crédito em viagem ao exterior, indicam dados divulgados nesta segunda-feira (27) pelo chefe do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Tulio Maciel.
Em abril deste ano, essas despesas ficaram em US$ 1,179 bilhão e, em maio, caíram para US$ 909 milhões. Esses gastos representaram 60,7% das despesas totais com viagens internacionais em abril. Em maio, esse percentual caiu para 54,7%.
Na comparação entre abril deste ano e o mesmo período do ano passado, as despesas com cartões de crédito cresceram 53,8%. Em maio comparado com igual mês de 2010, a alta foi de 33,9%. "O brasileiro continua viajando, mas agora pagando mais em dinheiro do que com cartão de crédito", disse Tulio Maciel.
O governo aumentou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para as compras com cartão de crédito no exterior. O decreto, publicado no dia 28 de março no Diário Oficial da União, elevou de 2,38% para 6,38% o IOF sobre as compras com cartão de crédito no exterior. De acordo com Maciel, a regra passou a valer 30 dias depois da publicação da portaria e ideia era reduzir as despesas dos brasileiros com cartão de crédito.
De acordo com os dados divulgados nesta segunda-feira pelo BC, as despesas de brasileiros no exterior chegaram a US$ 1,664 bilhão em maio, um resultado recorde da série histórica do BC, iniciada em 1947. Nos cinco meses do ano, esses gastos ficaram em US$ US$ 8,331 bilhões.
As receitas deixadas por estrangeiros em visita ao Brasil chegaram a US$ 543 milhões, em maio, e em US$ 2,881 bilhões, nos cinco meses do ano.
Os gastos de brasileiros maiores do que as receitas de estrangeiros levaram ao déficit de US$ 1,120 bilhão em maio, o maior resultado negativo para o período. De janeiro a maio, esse saldo negativo ficou em US$ 5,450 bilhão, também o maior déficit para os primeiros cinco meses do ano.
O BC aumentou a projeção para o déficit este ano na conta de viagens, que registra as despesas de brasileiros no exterior e as receitas deixadas por estrangeiros no Brasil. A estimativa passou de US$ 12 bilhões para US$ 15 bilhões.Outras despesas com viagens de turismo de brasileiros no exterior somaram US$ 699 milhões, enquanto as de estrangeiros no Brasil foram de US$ 134 milhões.
Comparação anual
Frente a maio de 2010, os gastos dos brasileiros com cartão de crédito em viagens ao exterior cresceram 33,87% já que, naquele mês, o montante apurado foi de US$ 679 milhões.
Já os gastos dos estrangeiros com cartões no Brasil registraram alta de 38,19%, uma vez que, no quinto mês de 2010, atingiram US$ 288 milhões.
Despesas e receitas
No geral, segundo a nota do setor externo, as despesas dos turistas brasileiros no exterior registradas em maio deste ano aumentaram 43,94% em relação ao mesmo mês de 2010.
Considerando o total gasto no Brasil pelos turistas estrangeiros, houve alta de 33,09% em maio deste ano, na comparação com igual mês de 2010. No mês passado, os turistas estrangeiros deixaram US$ 543 milhões no País, contra US$ 408 milhões registrados em maio de 2010.
PORTO SEGURO PRETENDE LANÇAR TELEFONE CELULAR ANTES DO NATAL
jornal Brasil Econômico 27/06/2011 – Fabiana Monte
A Porto Seguro pretende lançar sua operadora de telefonia celular até dezembro. Já estão em andamento os primeiros testes de integração da plataforma da Ericsson com os sistemas da Tim, que alugará capacidade de rede para a Porto Seguro Telecomunicações. Em paralelo, a companhia já deu início ao desenvolvimento de planos e serviços. “Nosso objetivo é lançar para o Natal, mas precisamos ter o licenciamento da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) para isso. Como somos os primeiros a pedir a autorização para atuar como operadora virtual, o processo é mais demorado”, diz Ítalo Flammia, diretor de tecnologia da Porto Seguro. Segundo a agência, o assunto vai ao conselho diretor na próxima semana.
Nicho
A empresa, que prevê investimentos da ordem de R$ 10 milhões no primeiro ano do novo negócio, planeja alcançar 1 milhão de assinantes móveis entre três e cinco anos de operação. O público-alvo preferencial são consumidores que têm seguros da companhia. A Porto Seguro tem 3,5 milhões de clientes e 8,5 milhões de itens segurados.
Cerca de 90 profissionais, entre funcionários da Ericsson, da Porto Seguro e da Datora Telecom — sócia da seguradora na empresa de telefonia celular—, estão envolvidos integral ou parcialmente no projeto. A equipe exclusiva tem 15 pessoas, número que pode aumentar. Flammia conta que a intenção é lançar uma empresa que ofereça serviços diferenciados e simplicidade. “Ainda estamos fechando as propostas, a análise de custo, mas muito provavelmente boa parte dos serviços terão sinergia com algum de nossos produtos e outros serão voltados para ajudar nossos clientes”, diz.
A nova operadora quer oferecer funcionalidades que permitam ao usuário acessar, a partir do celular, serviços dos seguros vendidos pela Porto Seguro, completa Wilson Otero, CEO da Datora Telecom. O objetivo não é brigar pelo consumidor no que diz respeito a preço,mas em relação a qualidade e atendimento. “Queremos que o cliente possa entrar no nosso site, acompanhar sua conta e questionar, caso haja algum problema”, afirma Daniel Fuchs, sócio da Datora Telecom. “Estamos estudando quais serviços oferecer sem cobrar a mais por isso, para o cliente perceber vantagem”, acrescenta Flammia.
A estratégia de Fuchs é posicionar a Datora Telecom como provedora de tecnologia ou de consultoria de negócios para empresas interessadas em atuar como operadora virtual. “A Porto Seguro é a primeira, mas há outras negociações em andamento”, diz. “Criamos uma plataforma para oferecer serviços móveis, que incluem não só operadoras virtuais,mas marketing e pagamento móvel. Também quero ser um provedor dessas soluções”, ressalta.
O executivo explica que o negócio de operadoras virtuais é uma extensão do principal mercado de atuação da Datora Telecom, que é uma atacadista de tráfego de telefonia. O atacado é a principal fonte de receita da companhia, que atua no mercado há 15 anos. A empresa não divulga sua receita.
A Porto Seguro pretende lançar sua operadora de telefonia celular até dezembro. Já estão em andamento os primeiros testes de integração da plataforma da Ericsson com os sistemas da Tim, que alugará capacidade de rede para a Porto Seguro Telecomunicações. Em paralelo, a companhia já deu início ao desenvolvimento de planos e serviços. “Nosso objetivo é lançar para o Natal, mas precisamos ter o licenciamento da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) para isso. Como somos os primeiros a pedir a autorização para atuar como operadora virtual, o processo é mais demorado”, diz Ítalo Flammia, diretor de tecnologia da Porto Seguro. Segundo a agência, o assunto vai ao conselho diretor na próxima semana.
Nicho
A empresa, que prevê investimentos da ordem de R$ 10 milhões no primeiro ano do novo negócio, planeja alcançar 1 milhão de assinantes móveis entre três e cinco anos de operação. O público-alvo preferencial são consumidores que têm seguros da companhia. A Porto Seguro tem 3,5 milhões de clientes e 8,5 milhões de itens segurados.
Cerca de 90 profissionais, entre funcionários da Ericsson, da Porto Seguro e da Datora Telecom — sócia da seguradora na empresa de telefonia celular—, estão envolvidos integral ou parcialmente no projeto. A equipe exclusiva tem 15 pessoas, número que pode aumentar. Flammia conta que a intenção é lançar uma empresa que ofereça serviços diferenciados e simplicidade. “Ainda estamos fechando as propostas, a análise de custo, mas muito provavelmente boa parte dos serviços terão sinergia com algum de nossos produtos e outros serão voltados para ajudar nossos clientes”, diz.
A nova operadora quer oferecer funcionalidades que permitam ao usuário acessar, a partir do celular, serviços dos seguros vendidos pela Porto Seguro, completa Wilson Otero, CEO da Datora Telecom. O objetivo não é brigar pelo consumidor no que diz respeito a preço,mas em relação a qualidade e atendimento. “Queremos que o cliente possa entrar no nosso site, acompanhar sua conta e questionar, caso haja algum problema”, afirma Daniel Fuchs, sócio da Datora Telecom. “Estamos estudando quais serviços oferecer sem cobrar a mais por isso, para o cliente perceber vantagem”, acrescenta Flammia.
A estratégia de Fuchs é posicionar a Datora Telecom como provedora de tecnologia ou de consultoria de negócios para empresas interessadas em atuar como operadora virtual. “A Porto Seguro é a primeira, mas há outras negociações em andamento”, diz. “Criamos uma plataforma para oferecer serviços móveis, que incluem não só operadoras virtuais,mas marketing e pagamento móvel. Também quero ser um provedor dessas soluções”, ressalta.
O executivo explica que o negócio de operadoras virtuais é uma extensão do principal mercado de atuação da Datora Telecom, que é uma atacadista de tráfego de telefonia. O atacado é a principal fonte de receita da companhia, que atua no mercado há 15 anos. A empresa não divulga sua receita.
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FINANCEIRAS ANTECIPAM RENEGOCIAÇÃO DE DÍVIDAS
jornal O Estado de S. Paulo 27/06/2011 – Márcia De Chiara
O aumento da inadimplência do consumidor constatado no início deste ano pelas instituições financeiras levou a uma antecipação das campanhas de renegociação de dívidas do segundo para o primeiro semestre. Também deixou os bancos e as financeiras mais cautelosos na hora de aprovar novos empréstimos.
"Nunca tínhamos feito campanha de renegociação de dívidas nesta época do ano", afirma Hilgo Gonçalves, executivo-chefe da Losango, promotora de vendas do HSBC. A empresa detém 23% do mercado de Crédito Direto ao Consumidor (CDC), está em 2.600 municípios e é uma espécie de termômetro do crédito a pessoa física no País.
No começo deste mês, a Losango iniciou uma campanha para acertar a vida financeira dos clientes com prestações em atraso. Normalmente esse tipo de ação é feita no fim do ano, quando os trabalhadores estão com dinheiro no bolso, porque recebem o 13°, e as lojas e os bancos querem desencadear uma nova rodada de vendas a prazo.
Mas a direção da Losango decidiu antecipar a campanha para junho porque constatou um aumento da inadimplência. Gonçalves conta que, em maio, o atraso acima de go dias atingiu 5,6% da carteira de créditos a receber. O indicador ficou 4,55% acima do registrado no mesmo período de 2010, puxado especialmente pelos financiamentos de eletroeletrônicos.
Ele explica que houve descasamento entre as receitas e as despesas do consumidor do último trimestre de 2010 para o primeiro trimestre deste ano e que esse descompasso avançou até maio por causa do aumento da inflação. Além disso, as medidas de aperto do crédito tomadas pelo Banco Central (BC) no fim de 2010 e a elevação da taxa de juros que ocorre desde janeiro contribuíram para piorar a situação.
Augusto Mello, superintendente executivo de Cobrança da empresa, conta que a renegociação é feita caso a caso, conforme a capacidade de pagamento do cliente. Mas a linha mestra dos acordos tem sido o alongamento do prazo de pagamento de 11 para até 24 vezes. A boa notícia, diz Gonçalves, é que, após o início da campanha, o calote voltou para nível equivalente ao registrado no mesmo período de 2010.
Rigor. "Na virada de abril para maio, várias instituições financeiras se assustaram com o aumento da inadimplência e começaram a ficar mais seletivas na aprovação de novos financiamentos”, conta Nicola Tingas, economista-chefe da Acrefi, que reune as financeiras.
Tingas ressalta que o calote é maior no Norte do País, onde predominam os consumidores com menor poder aquisitivo e que foram, segundo França, da LCA, mais afetados pela inflação dos alimentos.
O aumento da inadimplência do consumidor constatado no início deste ano pelas instituições financeiras levou a uma antecipação das campanhas de renegociação de dívidas do segundo para o primeiro semestre. Também deixou os bancos e as financeiras mais cautelosos na hora de aprovar novos empréstimos.
"Nunca tínhamos feito campanha de renegociação de dívidas nesta época do ano", afirma Hilgo Gonçalves, executivo-chefe da Losango, promotora de vendas do HSBC. A empresa detém 23% do mercado de Crédito Direto ao Consumidor (CDC), está em 2.600 municípios e é uma espécie de termômetro do crédito a pessoa física no País.
No começo deste mês, a Losango iniciou uma campanha para acertar a vida financeira dos clientes com prestações em atraso. Normalmente esse tipo de ação é feita no fim do ano, quando os trabalhadores estão com dinheiro no bolso, porque recebem o 13°, e as lojas e os bancos querem desencadear uma nova rodada de vendas a prazo.
Mas a direção da Losango decidiu antecipar a campanha para junho porque constatou um aumento da inadimplência. Gonçalves conta que, em maio, o atraso acima de go dias atingiu 5,6% da carteira de créditos a receber. O indicador ficou 4,55% acima do registrado no mesmo período de 2010, puxado especialmente pelos financiamentos de eletroeletrônicos.
Ele explica que houve descasamento entre as receitas e as despesas do consumidor do último trimestre de 2010 para o primeiro trimestre deste ano e que esse descompasso avançou até maio por causa do aumento da inflação. Além disso, as medidas de aperto do crédito tomadas pelo Banco Central (BC) no fim de 2010 e a elevação da taxa de juros que ocorre desde janeiro contribuíram para piorar a situação.
Augusto Mello, superintendente executivo de Cobrança da empresa, conta que a renegociação é feita caso a caso, conforme a capacidade de pagamento do cliente. Mas a linha mestra dos acordos tem sido o alongamento do prazo de pagamento de 11 para até 24 vezes. A boa notícia, diz Gonçalves, é que, após o início da campanha, o calote voltou para nível equivalente ao registrado no mesmo período de 2010.
Rigor. "Na virada de abril para maio, várias instituições financeiras se assustaram com o aumento da inadimplência e começaram a ficar mais seletivas na aprovação de novos financiamentos”, conta Nicola Tingas, economista-chefe da Acrefi, que reune as financeiras.
Tingas ressalta que o calote é maior no Norte do País, onde predominam os consumidores com menor poder aquisitivo e que foram, segundo França, da LCA, mais afetados pela inflação dos alimentos.
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CHINA: EVERBRIGHT CONTRATA FICO NA GESTÃO DE CLIENTES DE CARTÃO
portal CardClipping
A FICO, líder no fornecimento de tecnologia de gestão e análise de decisão, anunciou que o China Everbright Bank escolheu o FICO TRIAD Manager Customer como o sistema de gestão de clientes para as suas operações de cartão de crédito.
O banco Bank está implementando TRIAD e estratégias relacionadas de negócios em um esforço para identificar boas oportunidades para cross-selling e para melhorar a resposta aos titulares de cartões, aumentando assim a satisfação do cliente.
O FICO TRIAD Manager Customer permite aos usuários desenharem e implementarem estratégias de decisão de crédito e atendimento a cliente para melhorar o desempenho da carteira, aumentando receitas e reduzindo a inadimplência. É o sistema de gestão de contas de crédito número um no mundo, sendo usado por 65% dos gestores de cartões de crédito.
Operando desde 1992, o China Everbright Bank tem operações em 45 cidades chinesas, bem como um escritório de representação em Hong Kong. Posicionado entre os dez maiores bancos do país, tinha 8,58 milhões de cartões de crédito em circulação no final de 2010, com crescimento de 34% sobre dezembro de 2009.
O banco já trabalhou com a FICO em projetos de gestão de risco, mas os projetos com o TRIAD marcam o primeiro compromisso na operação de cartão de crédito.
A FICO, líder no fornecimento de tecnologia de gestão e análise de decisão, anunciou que o China Everbright Bank escolheu o FICO TRIAD Manager Customer como o sistema de gestão de clientes para as suas operações de cartão de crédito.
O banco Bank está implementando TRIAD e estratégias relacionadas de negócios em um esforço para identificar boas oportunidades para cross-selling e para melhorar a resposta aos titulares de cartões, aumentando assim a satisfação do cliente.
O FICO TRIAD Manager Customer permite aos usuários desenharem e implementarem estratégias de decisão de crédito e atendimento a cliente para melhorar o desempenho da carteira, aumentando receitas e reduzindo a inadimplência. É o sistema de gestão de contas de crédito número um no mundo, sendo usado por 65% dos gestores de cartões de crédito.
Operando desde 1992, o China Everbright Bank tem operações em 45 cidades chinesas, bem como um escritório de representação em Hong Kong. Posicionado entre os dez maiores bancos do país, tinha 8,58 milhões de cartões de crédito em circulação no final de 2010, com crescimento de 34% sobre dezembro de 2009.
O banco já trabalhou com a FICO em projetos de gestão de risco, mas os projetos com o TRIAD marcam o primeiro compromisso na operação de cartão de crédito.
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INTESA SANPAOLO LANÇA CARTÃO PRÉ-PAGO ESPECIAL PARA ANIVERSÁRIO DA UNIFICAÇÃO ITALIANA
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O Intesa Sanpaolo está lançando um cartão pré-pago sem contato concebido para turistas que participam na celebração do 150º aniversário da unificação da Itália.
Os cartões MasterCard PayPass, utilizando tecnologia da Gemalto, permitem aos titulares fazerem pagamentos de baixo valor no ponto de venda e também podem ser usados na rede de transporte público de Turim.
Além disso, o banco está oferecendo descontos no acesso a museus e eventos culturais em Turim e outras capitais culturais, através do cartão.
O cartão ‘Esperienza Italia 150’ aumenta a confiança e a comodidade dos visitantes, com uma série de aplicações combinadas em um cartão pré-pago sem contato.
O Intesa Sanpaolo está lançando um cartão pré-pago sem contato concebido para turistas que participam na celebração do 150º aniversário da unificação da Itália.
Os cartões MasterCard PayPass, utilizando tecnologia da Gemalto, permitem aos titulares fazerem pagamentos de baixo valor no ponto de venda e também podem ser usados na rede de transporte público de Turim.
Além disso, o banco está oferecendo descontos no acesso a museus e eventos culturais em Turim e outras capitais culturais, através do cartão.
O cartão ‘Esperienza Italia 150’ aumenta a confiança e a comodidade dos visitantes, com uma série de aplicações combinadas em um cartão pré-pago sem contato.
BANCOS REDUZEM PARCELAS DE CONSÓRCIOS DE AUTOMÓVEIS PARA ATRAIR BAIXA RENDA
portal InfoMoney 27/06/2011 - Camila F. de Mendonça
A classe C entrou de vez no universo do consumo e mudou a dinâmica dos mercados. Com renda maior, os emergentes passaram a consumir o que antes não podiam e o carro é um dos símbolos dessa ascensão. Com políticas de incentivo para o setor automobilístico e com a economia estável, as vendas de automóveis só sobem. E, nesse cenário, ganham as empresas que souberem aproveitar o potencial desse novo consumidor.
No segmento de veículos, as linhas de financiamentos dos bancos conquistaram ainda mais espaço. Mas não só elas. Os consórcios também aproveitam a nova demanda para crescer mais. Tanto que, segundo os últimos dados da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio), o número de novas cotas de consórcio de veículos leves cresceu 56% entre janeiro e abril deste ano. Ao todo, foram vendidas 266,3 mil novas cotas, frente as 170,6 mil comercializadas no ano anterior.
Para ampliar ainda mais esse número, as empresas apostam em parcelas cada vez menores. “É preciso pensar em algo mais viável para a baixa renda”, afirma o diretor da Bradesco Consórcios, Fernando Tenório. Neste ano, o banco lançou uma linha de consórcio voltada para o público das classes C, D e E.
Crédito fácil
Na linha Consórcio Fácil Bradesco, o valor das parcelas mensais sai a partir de R$ 273,8 até R$ 313,80 e o prazo é de 72 meses. O valor da carta de crédito varia de R$ 16.625 a R$ 19.054. O novo plano vale para clientes e não clientes do banco. Com a carta de crédito é possível realizar a compra de um veículo usado com até quatro anos de fabricação.
O Santander também conta com linhas de consórcios acessíveis aos consumidores de baixa renda. Para motos, as parcelas vão de R$ 144,91 a R$ 266,36, incluindo seguro prestamista, a um prazo de 60 meses. A carta de crédito vai de R$ 7.290 a R$ 13.400. No caso de carro, as parcelas partem de R$ 376,76, com um prazo de 72 meses.
No Banco do Brasil, as cartas de crédito para a compra de um automóvel variam de R$ 18.200 a R$ 155.000, com um prazo de até 75 meses, o que faz com que a parcela mínima seja de R$ 242,66. Com a carta, é possível adquirir veículos de qualquer marca e modelo, inclusive usados com até cinco anos.
Novo mercado
Para Tenório, os emergentes tornaram-se um nicho a ser explorado pelos bancos. “O Brasil está passando por uma fase espetacular, com 30 milhões de pessoas na classe C”, afirma. “Temos de ficar atentos às mudanças que o mercado vem proporcionando”.
Além dos emergentes, as medidas do Governo para encarecer o crédito e diminuir o consumo também movimentaram o mercado de consórcios. “Essas medidas geraram um fortalecimento do setor, que sentiu um aumento no número de adesões ao consórcio”, avalia.
Embora focada no público de menor renda, a nova linha de crédito do Bradesco tem atingido públicos de todas as faixas de renda, de acordo com Tenório. “Todas as classes estão utilizando essa carta de crédito, mas a grande massa que vem comprando é a classe C”, diz o executivo.
Até agora, das 80 mil cotas comercializadas pelo banco, 18% advém desse plano. “Nossa ideia é que das 180 mil cotas que esperamos comercializar neste ano, 25% venham desse plano”.
A classe C entrou de vez no universo do consumo e mudou a dinâmica dos mercados. Com renda maior, os emergentes passaram a consumir o que antes não podiam e o carro é um dos símbolos dessa ascensão. Com políticas de incentivo para o setor automobilístico e com a economia estável, as vendas de automóveis só sobem. E, nesse cenário, ganham as empresas que souberem aproveitar o potencial desse novo consumidor.
No segmento de veículos, as linhas de financiamentos dos bancos conquistaram ainda mais espaço. Mas não só elas. Os consórcios também aproveitam a nova demanda para crescer mais. Tanto que, segundo os últimos dados da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio), o número de novas cotas de consórcio de veículos leves cresceu 56% entre janeiro e abril deste ano. Ao todo, foram vendidas 266,3 mil novas cotas, frente as 170,6 mil comercializadas no ano anterior.
Para ampliar ainda mais esse número, as empresas apostam em parcelas cada vez menores. “É preciso pensar em algo mais viável para a baixa renda”, afirma o diretor da Bradesco Consórcios, Fernando Tenório. Neste ano, o banco lançou uma linha de consórcio voltada para o público das classes C, D e E.
Crédito fácil
Na linha Consórcio Fácil Bradesco, o valor das parcelas mensais sai a partir de R$ 273,8 até R$ 313,80 e o prazo é de 72 meses. O valor da carta de crédito varia de R$ 16.625 a R$ 19.054. O novo plano vale para clientes e não clientes do banco. Com a carta de crédito é possível realizar a compra de um veículo usado com até quatro anos de fabricação.
O Santander também conta com linhas de consórcios acessíveis aos consumidores de baixa renda. Para motos, as parcelas vão de R$ 144,91 a R$ 266,36, incluindo seguro prestamista, a um prazo de 60 meses. A carta de crédito vai de R$ 7.290 a R$ 13.400. No caso de carro, as parcelas partem de R$ 376,76, com um prazo de 72 meses.
No Banco do Brasil, as cartas de crédito para a compra de um automóvel variam de R$ 18.200 a R$ 155.000, com um prazo de até 75 meses, o que faz com que a parcela mínima seja de R$ 242,66. Com a carta, é possível adquirir veículos de qualquer marca e modelo, inclusive usados com até cinco anos.
Novo mercado
Para Tenório, os emergentes tornaram-se um nicho a ser explorado pelos bancos. “O Brasil está passando por uma fase espetacular, com 30 milhões de pessoas na classe C”, afirma. “Temos de ficar atentos às mudanças que o mercado vem proporcionando”.
Além dos emergentes, as medidas do Governo para encarecer o crédito e diminuir o consumo também movimentaram o mercado de consórcios. “Essas medidas geraram um fortalecimento do setor, que sentiu um aumento no número de adesões ao consórcio”, avalia.
Embora focada no público de menor renda, a nova linha de crédito do Bradesco tem atingido públicos de todas as faixas de renda, de acordo com Tenório. “Todas as classes estão utilizando essa carta de crédito, mas a grande massa que vem comprando é a classe C”, diz o executivo.
Até agora, das 80 mil cotas comercializadas pelo banco, 18% advém desse plano. “Nossa ideia é que das 180 mil cotas que esperamos comercializar neste ano, 25% venham desse plano”.
HACKERS ROUBAM US$ 2,7 MILHÕES DE USUÁRIOS DE CARTÃO DE CRÉDITO
portal IDG Now! 27/06/2011 - IDG News Service
O Citigroup confirmou perdas de 2,7 milhões de dólares após crackers (hackers que usam seus conhecimentos para o crime) terem roubado números de cartões de crédito de seu site e utilizado dados sigilosos de clientes em fraudes.
A instituição financeira divulgou a falha no começo do mês. Recentemente, admitiu que os criminosos tinham capturado dados de 360 mil usuários de cartões de crédito nos Estados Unidos. Segundo a empresa, os hackers não tiveram acesso ao sistema central de processamento de cartões. Mesmo assim, conseguiram dados como números, nomes de usuários e endereços.
Até agora, não estava claro se algum esquema de fraude com essas informações tinha ocorrido, como resultado das informações obtidas. Com o anúncio do Citigroup, agora é possível saber que, até agora, 3,4 mil contas tiveram perdas, que se aproximam da casa dos 3 milhões de dólares. O banco afirma que os clientes não vão arcar com esse prejuízo.
Nos últimos meses, os hackers têm promovido uma série de ataques a empresas e instituições, entre elas Sony, FBI, FMI e Presidência da República do Brasil.
O Citigroup confirmou perdas de 2,7 milhões de dólares após crackers (hackers que usam seus conhecimentos para o crime) terem roubado números de cartões de crédito de seu site e utilizado dados sigilosos de clientes em fraudes.
A instituição financeira divulgou a falha no começo do mês. Recentemente, admitiu que os criminosos tinham capturado dados de 360 mil usuários de cartões de crédito nos Estados Unidos. Segundo a empresa, os hackers não tiveram acesso ao sistema central de processamento de cartões. Mesmo assim, conseguiram dados como números, nomes de usuários e endereços.
Até agora, não estava claro se algum esquema de fraude com essas informações tinha ocorrido, como resultado das informações obtidas. Com o anúncio do Citigroup, agora é possível saber que, até agora, 3,4 mil contas tiveram perdas, que se aproximam da casa dos 3 milhões de dólares. O banco afirma que os clientes não vão arcar com esse prejuízo.
Nos últimos meses, os hackers têm promovido uma série de ataques a empresas e instituições, entre elas Sony, FBI, FMI e Presidência da República do Brasil.
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