jornal Folha de S. Paulo 13/07/2011 – Mercado Aberto
A brasileira GoOn, de gestão de risco de crédito, fechou contrato com a Tigo, empresa de telefonia, do Paraguai. O acordo prevê projeto de diagnóstico estratégico de crédito e cobrança. A Tigo visa o mercado de crédito via celular.
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14 de jul. de 2011
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5 de jul. de 2011
ACI WORLDWIDE OFERECE SOLUÇÃO PARA PREVENÇÃO À FRAUDE
portal Executivos Financeiros 04/07/2011
A ACI Worldwide, empresa mundial de soluções e softwares para meios de pagamentos eletrônicos, anuncia o lançamento do ACI Proactive Risk Manager 8.0, sua última versão da solução de gestão de crimes financeiros globais. Esta versão inclui uma série de novas funcionalidades concebidas para melhorar a detecção de fraudes de toda a empresa, melhorar a governança e o compliance e dinamizar as atividades dos analistas de atividades de risco e fraude.
A versão 8.0 da solução Proactive Risk Manager vai permitir que as instituições financeiras, processadores e comerciantes em todo o mundo façam avaliação de risco e prevenção a fraude multi-dimensional para vários departamentos com um único produto, cobrindo todos os tipos de pagamento, canais e todas as interações com o cliente, tanto monetárias e não monetárias (como mudança de endereço). Esta abordagem permite que as equipes de detecção de fraude localizem e desvendem esquemas de fraude com mais rapidez e precisão, protegendo o cliente e evitando perdas por fraude.
Além disso, a nova versão, a ACI introduziu o Analytic Gateway, que permite aos usuários a capacidade de enviar as transações para múltiplos mecanismos de pontuação para melhor detectar operações suspeitas, bem como melhorias significativas na escrita de regras e de alerta para ajudar os analistas a gerenciar e responder a alertas mais rapidamente. O Analytic Gateway também oferece mais opções de entrada de dados por meio de suas mensagens de configuração XML, expandindo as capacidades de entrada de dados.
Esta versão também inclui melhorias de segurança para atender a certificação do PA-DSS em conformidade com a PCI.
Para Louis Blatt, diretor de produto-chefe da ACI Worldwide, O Proactive Risk Manager é confiado por mais de 160 organizações em todo o mundo. “Nós ouvimos várias vezes de nossos clientes atividades fraudulentas foram evitadas. Esta versão do produto foi projetada com uma visão corporativa em mente, dando maior flexibilidade para controlar todos os diferentes “pontos de toque” que as instituições têm com seus clientes e que comprovadamente façam uma diferença real para a linha de fundo na prevenção da fraude. As equipes de prevenção à fraude não precisam mais fazer malabarismos com implementações de fraude diferentes para canais diversos, disponibilizando tempo e recursos onde realmente importa, parando os infractores o mais rapidamente possível” afirma Blatt.
A ACI Worldwide, empresa mundial de soluções e softwares para meios de pagamentos eletrônicos, anuncia o lançamento do ACI Proactive Risk Manager 8.0, sua última versão da solução de gestão de crimes financeiros globais. Esta versão inclui uma série de novas funcionalidades concebidas para melhorar a detecção de fraudes de toda a empresa, melhorar a governança e o compliance e dinamizar as atividades dos analistas de atividades de risco e fraude.
A versão 8.0 da solução Proactive Risk Manager vai permitir que as instituições financeiras, processadores e comerciantes em todo o mundo façam avaliação de risco e prevenção a fraude multi-dimensional para vários departamentos com um único produto, cobrindo todos os tipos de pagamento, canais e todas as interações com o cliente, tanto monetárias e não monetárias (como mudança de endereço). Esta abordagem permite que as equipes de detecção de fraude localizem e desvendem esquemas de fraude com mais rapidez e precisão, protegendo o cliente e evitando perdas por fraude.
Além disso, a nova versão, a ACI introduziu o Analytic Gateway, que permite aos usuários a capacidade de enviar as transações para múltiplos mecanismos de pontuação para melhor detectar operações suspeitas, bem como melhorias significativas na escrita de regras e de alerta para ajudar os analistas a gerenciar e responder a alertas mais rapidamente. O Analytic Gateway também oferece mais opções de entrada de dados por meio de suas mensagens de configuração XML, expandindo as capacidades de entrada de dados.
Esta versão também inclui melhorias de segurança para atender a certificação do PA-DSS em conformidade com a PCI.
Para Louis Blatt, diretor de produto-chefe da ACI Worldwide, O Proactive Risk Manager é confiado por mais de 160 organizações em todo o mundo. “Nós ouvimos várias vezes de nossos clientes atividades fraudulentas foram evitadas. Esta versão do produto foi projetada com uma visão corporativa em mente, dando maior flexibilidade para controlar todos os diferentes “pontos de toque” que as instituições têm com seus clientes e que comprovadamente façam uma diferença real para a linha de fundo na prevenção da fraude. As equipes de prevenção à fraude não precisam mais fazer malabarismos com implementações de fraude diferentes para canais diversos, disponibilizando tempo e recursos onde realmente importa, parando os infractores o mais rapidamente possível” afirma Blatt.
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UOL E CRIVO FIRMAM PARCERIA PIONEIRA PARA ANÁLISE DE CRÉDITO
portal Fator Brasil 02/07/2011
Para aumentar a confiabilidade e reduzir custos, o UOL, maior empresa brasileira de conteúdo e serviços de Internet, passa a adotar, de forma pioneira, um novo sistema de análise de crédito e risco. O software Crivo, desenvolvido pela empresa de mesmo nome, apresenta uma solução para atender o processo completo de crédito, desde a decisão de crédito e risco até a cobrança.
O novo serviço, que começa a funcionar a partir de julho, permite ampliar as fontes de consulta para análises de crédito, reduzindo ainda mais as taxas de inadimplência e fraude entre os consumidores dos produtos UOL. “Até o final do ano, nossa expectativa é reduzir consideravelmente essas taxas”, explica Maria Francinete Mateus, Gerente Geral de Crédito e Cobrança do UOL.
Instalado no ambiente do cliente e sujeito a todos os dispositivos de segurança que ele definir, a nova ferramenta recebe as informações para consulta a partir de qualquer desktop ou dispositivo móvel de comunicação integrado ao sistema interno. A partir disso, acessa diversas bases de dados internas e externas. O sistema padroniza e cruza as informações, analisa de acordo com a política de crédito ou risco definida pelo cliente e responde de forma dinâmica e automática.. As informações ficam arquivadas, podem ser reutilizadas e são 100% auditáveis.
Dados o seu grande volume de vendas, o UOL realiza milhares de consultas para análise de crédito mensalmente.
Perfil-A Crivo é uma empresa brasileira de softwares e serviços de decisão de crédito, risco e fraude, fundada em 2000, para atender bancos, financeiras, seguradoras, operadoras de telefonia celular e redes varejistas.
A empresa se lançou no mercado com o software de decisão de crédito Crivo e ao longo dos anos foi desenvolvendo novos produtos. Hoje, fornece soluções para atender todo o processo de crédito de empresas dos mais variados setores.
Desde sua fundação, a Crivo se destaca pelo empreendedorismo e inovação tecnológica, conquistando importantes prêmios. Entre eles, os prêmios de empreendedorismo da Endevor / Exame PME e, também, da Fundação Getúlio Vargas / PEGN. Mais recentemente, a empresa foi indicada ao Crunchies Awards 2010, na categoria Best Internacional. Promovido pelo site americano Tech Crunch, o prêmio reconhece as melhores startupos e inovações tecnológicas de internet do ano.
Perfil-O UOL é a maior empresa brasileira de conteúdo e serviços de Internet. Segundo dados do sistema Omniture, ferramenta utilizada pelo UOL para mensuração de audiência, seu portal apresenta uma média de 4,8 bilhões de páginas vistas todo mês. Outro destaque é a sua home page, que recebe, mensalmente, cerca de 50 milhões de visitantes únicos. Pioneiro na Internet brasileira, o UOL conta com 2,5 milhões de assinantes pagantes para os serviços de acesso, conteúdo e produtos. Oferece o mais extenso conteúdo disponível em língua portuguesa, com mais de 1.000 canais de jornalismo, informação, entretenimento e serviços. Credibilidade e inovação são valores da empresa. Possui a mais completa plataforma de produtos e serviços da Internet, nas áreas de publicidade online, comunicação, comércio eletrônico, hospedagem e segurança. [ww.uol.com.br]
Para aumentar a confiabilidade e reduzir custos, o UOL, maior empresa brasileira de conteúdo e serviços de Internet, passa a adotar, de forma pioneira, um novo sistema de análise de crédito e risco. O software Crivo, desenvolvido pela empresa de mesmo nome, apresenta uma solução para atender o processo completo de crédito, desde a decisão de crédito e risco até a cobrança.
O novo serviço, que começa a funcionar a partir de julho, permite ampliar as fontes de consulta para análises de crédito, reduzindo ainda mais as taxas de inadimplência e fraude entre os consumidores dos produtos UOL. “Até o final do ano, nossa expectativa é reduzir consideravelmente essas taxas”, explica Maria Francinete Mateus, Gerente Geral de Crédito e Cobrança do UOL.
Instalado no ambiente do cliente e sujeito a todos os dispositivos de segurança que ele definir, a nova ferramenta recebe as informações para consulta a partir de qualquer desktop ou dispositivo móvel de comunicação integrado ao sistema interno. A partir disso, acessa diversas bases de dados internas e externas. O sistema padroniza e cruza as informações, analisa de acordo com a política de crédito ou risco definida pelo cliente e responde de forma dinâmica e automática.. As informações ficam arquivadas, podem ser reutilizadas e são 100% auditáveis.
Dados o seu grande volume de vendas, o UOL realiza milhares de consultas para análise de crédito mensalmente.
Perfil-A Crivo é uma empresa brasileira de softwares e serviços de decisão de crédito, risco e fraude, fundada em 2000, para atender bancos, financeiras, seguradoras, operadoras de telefonia celular e redes varejistas.
A empresa se lançou no mercado com o software de decisão de crédito Crivo e ao longo dos anos foi desenvolvendo novos produtos. Hoje, fornece soluções para atender todo o processo de crédito de empresas dos mais variados setores.
Desde sua fundação, a Crivo se destaca pelo empreendedorismo e inovação tecnológica, conquistando importantes prêmios. Entre eles, os prêmios de empreendedorismo da Endevor / Exame PME e, também, da Fundação Getúlio Vargas / PEGN. Mais recentemente, a empresa foi indicada ao Crunchies Awards 2010, na categoria Best Internacional. Promovido pelo site americano Tech Crunch, o prêmio reconhece as melhores startupos e inovações tecnológicas de internet do ano.
Perfil-O UOL é a maior empresa brasileira de conteúdo e serviços de Internet. Segundo dados do sistema Omniture, ferramenta utilizada pelo UOL para mensuração de audiência, seu portal apresenta uma média de 4,8 bilhões de páginas vistas todo mês. Outro destaque é a sua home page, que recebe, mensalmente, cerca de 50 milhões de visitantes únicos. Pioneiro na Internet brasileira, o UOL conta com 2,5 milhões de assinantes pagantes para os serviços de acesso, conteúdo e produtos. Oferece o mais extenso conteúdo disponível em língua portuguesa, com mais de 1.000 canais de jornalismo, informação, entretenimento e serviços. Credibilidade e inovação são valores da empresa. Possui a mais completa plataforma de produtos e serviços da Internet, nas áreas de publicidade online, comunicação, comércio eletrônico, hospedagem e segurança. [ww.uol.com.br]
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28 de jun. de 2011
CHINA: EVERBRIGHT CONTRATA FICO NA GESTÃO DE CLIENTES DE CARTÃO
portal CardClipping
A FICO, líder no fornecimento de tecnologia de gestão e análise de decisão, anunciou que o China Everbright Bank escolheu o FICO TRIAD Manager Customer como o sistema de gestão de clientes para as suas operações de cartão de crédito.
O banco Bank está implementando TRIAD e estratégias relacionadas de negócios em um esforço para identificar boas oportunidades para cross-selling e para melhorar a resposta aos titulares de cartões, aumentando assim a satisfação do cliente.
O FICO TRIAD Manager Customer permite aos usuários desenharem e implementarem estratégias de decisão de crédito e atendimento a cliente para melhorar o desempenho da carteira, aumentando receitas e reduzindo a inadimplência. É o sistema de gestão de contas de crédito número um no mundo, sendo usado por 65% dos gestores de cartões de crédito.
Operando desde 1992, o China Everbright Bank tem operações em 45 cidades chinesas, bem como um escritório de representação em Hong Kong. Posicionado entre os dez maiores bancos do país, tinha 8,58 milhões de cartões de crédito em circulação no final de 2010, com crescimento de 34% sobre dezembro de 2009.
O banco já trabalhou com a FICO em projetos de gestão de risco, mas os projetos com o TRIAD marcam o primeiro compromisso na operação de cartão de crédito.
A FICO, líder no fornecimento de tecnologia de gestão e análise de decisão, anunciou que o China Everbright Bank escolheu o FICO TRIAD Manager Customer como o sistema de gestão de clientes para as suas operações de cartão de crédito.
O banco Bank está implementando TRIAD e estratégias relacionadas de negócios em um esforço para identificar boas oportunidades para cross-selling e para melhorar a resposta aos titulares de cartões, aumentando assim a satisfação do cliente.
O FICO TRIAD Manager Customer permite aos usuários desenharem e implementarem estratégias de decisão de crédito e atendimento a cliente para melhorar o desempenho da carteira, aumentando receitas e reduzindo a inadimplência. É o sistema de gestão de contas de crédito número um no mundo, sendo usado por 65% dos gestores de cartões de crédito.
Operando desde 1992, o China Everbright Bank tem operações em 45 cidades chinesas, bem como um escritório de representação em Hong Kong. Posicionado entre os dez maiores bancos do país, tinha 8,58 milhões de cartões de crédito em circulação no final de 2010, com crescimento de 34% sobre dezembro de 2009.
O banco já trabalhou com a FICO em projetos de gestão de risco, mas os projetos com o TRIAD marcam o primeiro compromisso na operação de cartão de crédito.
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15 de jun. de 2011
FICO MOSTRA SOLUÇÕES PARA TODAS AS ETAPAS DO CICLO DE CRÉDITO, PREVENÇÃO A FRAUDES E GERENCIAMENTO DE CLIENTES NO CIAB 2011
portal Fator Brasil 14/06/2011
A FICO (NYSE:FICO),empresa líder em modelos analíticos e tecnologia de gerenciamento de decisões, estará presente no maior evento da América Latina para o setor financeiro e de tecnologia, a vigésima primeira edição do Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras (CIAB).
Sob o tema "Tecnologia Além da Web", o congresso será realizado nos dias 15, 16 e 17 de junho, em São Paulo, e é organizado pela Febraban - Federação Brasileira de Bancos.
A FICO vai mostrar sua linha de soluções para gerenciamento de decisões, originações, gerenciamento de clientes, cobrança, prevenção a fraudes e modelos analíticos.
Os produtos FICO oferecem soluções para todas as etapas do ciclo de crédito, incluindo prevenção à fraude e gerenciamento de clientes. Eles estão presentes em 90% dos bancos líderes dos Estados Unidos, em quase 70 dos 100 maiores bancos do mundo e em 9 dos 10 maiores bancos da América Latina.
A FICO estará no estande da Bull (B24). As inscrições para o CIAB são gratuitas.
A FICO (NYSE:FICO),empresa líder em modelos analíticos e tecnologia de gerenciamento de decisões, estará presente no maior evento da América Latina para o setor financeiro e de tecnologia, a vigésima primeira edição do Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras (CIAB).
Sob o tema "Tecnologia Além da Web", o congresso será realizado nos dias 15, 16 e 17 de junho, em São Paulo, e é organizado pela Febraban - Federação Brasileira de Bancos.
A FICO vai mostrar sua linha de soluções para gerenciamento de decisões, originações, gerenciamento de clientes, cobrança, prevenção a fraudes e modelos analíticos.
Os produtos FICO oferecem soluções para todas as etapas do ciclo de crédito, incluindo prevenção à fraude e gerenciamento de clientes. Eles estão presentes em 90% dos bancos líderes dos Estados Unidos, em quase 70 dos 100 maiores bancos do mundo e em 9 dos 10 maiores bancos da América Latina.
A FICO estará no estande da Bull (B24). As inscrições para o CIAB são gratuitas.
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9 de jun. de 2011
ENTIDADE CRIA SELO PARA AGENTE DE CRÉDITO
jornal Valor Econômico 09/06/2011 - Adriana Cotias
A Associação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços ao Consumo (Aneps) inicia no mês que vem o seu programa de certificação para profissionais que atuam na área de crédito. Com a iniciativa, a entidade dá um passo no sentido não só de atender ao novo marco legal do correspondente bancário, atualizado no início do ano, como também de promover a autorregulação. Para tanto, vai criar, paralelamente uma ouvidoria.
A resolução nº 3.954 do BC, publicada no fim de fevereiro, passou a exigir que os integrantes da equipe do correspondente que prestem atendimento em operações de crédito e arrendamento mercantil sejam avaliados por um exame de certificação.
O Instituto Totum, certificador independente credenciado pelo Inmetro, fará a gestão das inscrições e aplicação das provas em todas as capitais brasileiras. A Aneps, detentora do selo de certificação, será responsável por validar os programas de capacitação em todo o Brasil e de punir eventuais desvios de conduta.
O promotor que não tiver segurança de fazer as provas diretamente pode recorrer ao programa de capacitação desenvolvido pela Fundação Instituto de Administração (FIA) para a Associação Brasileira de Bancos (ABBC) ou de qualquer outra entidade com o mesmo nível de projeção. A Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi), que reúne as financeiras também está com um programa de certificação na rua, com suporte técnico do Instituto de Ensino e Pesquisa em Administração (Inepad), do professor Alberto Borges Matias.
A certificação da Aneps vem casada como uma proposta de autorregulação, que poderá cassar a certificação do promotor se identificar algum ato de desacordo com o seu código de ética, explica Luis Carlos Bento, presidente da entidade. "Vamos exceder a exigência da regulação, dar uma resposta à população de que o segmento está preocupado em atuar de maneira disciplinadora para que não ocorram descasos e não se sobrecarregue os Procons e Ministérios Públicos", diz. Do conselho de ética da Aneps fazem parte integrantes da ABBC e da Febraban e serão esses representantes que terão o poder de arbitrar se determinada conduta merece o descredenciamento.
Embora a atividade de correspondentes no país seja recente, com menos de uma década, existem hoje no Brasil cerca de 180 mil pontos que atuam como extensão do atendimento bancário tradicional. As estimativas são de que a quantidade de agentes de crédito supere os de 200 mil e é esse contingente que precisará ser qualificado. A previsão da Aneps é de que o primeiro exame, previsto para julho, conte com cerca de 100 participantes, entre agentes que atuam na captação de clientes para crédito consignado, financiamento de veículos e de crédito imobiliário.
Apesar de o número de pessoas a ser testado não ser desprezível, há tempo para se promover a certificação, considera Bento. O BC determinou um período de três anos, o que quer dizer que o prazo se encerra em março de 2014.
As inscrições para a certificação da Aneps custam R$ 300,00 e se o candidato for reprovado e precisar de uma segunda avaliação, esse custo será de menos do que R$ 100,00 num intervalo de seis meses, explica Fernando Giachini Lopes, diretor do Instituto Totum. A certificação propriamente dita terá validade de um ano e a renovação do registro estará condicionada ao monitoramento da ouvidoria. Em três anos um novo exame será aplicado, trazendo no conteúdo as mudanças na legislação no período.
A Associação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços ao Consumo (Aneps) inicia no mês que vem o seu programa de certificação para profissionais que atuam na área de crédito. Com a iniciativa, a entidade dá um passo no sentido não só de atender ao novo marco legal do correspondente bancário, atualizado no início do ano, como também de promover a autorregulação. Para tanto, vai criar, paralelamente uma ouvidoria.
A resolução nº 3.954 do BC, publicada no fim de fevereiro, passou a exigir que os integrantes da equipe do correspondente que prestem atendimento em operações de crédito e arrendamento mercantil sejam avaliados por um exame de certificação.
O Instituto Totum, certificador independente credenciado pelo Inmetro, fará a gestão das inscrições e aplicação das provas em todas as capitais brasileiras. A Aneps, detentora do selo de certificação, será responsável por validar os programas de capacitação em todo o Brasil e de punir eventuais desvios de conduta.
O promotor que não tiver segurança de fazer as provas diretamente pode recorrer ao programa de capacitação desenvolvido pela Fundação Instituto de Administração (FIA) para a Associação Brasileira de Bancos (ABBC) ou de qualquer outra entidade com o mesmo nível de projeção. A Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi), que reúne as financeiras também está com um programa de certificação na rua, com suporte técnico do Instituto de Ensino e Pesquisa em Administração (Inepad), do professor Alberto Borges Matias.
A certificação da Aneps vem casada como uma proposta de autorregulação, que poderá cassar a certificação do promotor se identificar algum ato de desacordo com o seu código de ética, explica Luis Carlos Bento, presidente da entidade. "Vamos exceder a exigência da regulação, dar uma resposta à população de que o segmento está preocupado em atuar de maneira disciplinadora para que não ocorram descasos e não se sobrecarregue os Procons e Ministérios Públicos", diz. Do conselho de ética da Aneps fazem parte integrantes da ABBC e da Febraban e serão esses representantes que terão o poder de arbitrar se determinada conduta merece o descredenciamento.
Embora a atividade de correspondentes no país seja recente, com menos de uma década, existem hoje no Brasil cerca de 180 mil pontos que atuam como extensão do atendimento bancário tradicional. As estimativas são de que a quantidade de agentes de crédito supere os de 200 mil e é esse contingente que precisará ser qualificado. A previsão da Aneps é de que o primeiro exame, previsto para julho, conte com cerca de 100 participantes, entre agentes que atuam na captação de clientes para crédito consignado, financiamento de veículos e de crédito imobiliário.
Apesar de o número de pessoas a ser testado não ser desprezível, há tempo para se promover a certificação, considera Bento. O BC determinou um período de três anos, o que quer dizer que o prazo se encerra em março de 2014.
As inscrições para a certificação da Aneps custam R$ 300,00 e se o candidato for reprovado e precisar de uma segunda avaliação, esse custo será de menos do que R$ 100,00 num intervalo de seis meses, explica Fernando Giachini Lopes, diretor do Instituto Totum. A certificação propriamente dita terá validade de um ano e a renovação do registro estará condicionada ao monitoramento da ouvidoria. Em três anos um novo exame será aplicado, trazendo no conteúdo as mudanças na legislação no período.
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23 de mai. de 2011
RECUPERAÇÃO DE CRÉDITO NO BRASIL FATURA R$ 15 BILHÕES EM UM ANO
jornal DCI 23/05/2011 - Renato Carvalho
Um setor que cresce em média 20% ao ano nos últimos anos, que faturou R$ 15 bilhões no ano passado, e que mesmo assim, um de seus representantes afirma que ainda é visto pelo mercado como o "patinho feio" da economia, especialmente do sistema bancário. Estes são os números das empresas de recuperação de crédito no Brasil, uma atividade que ainda é vista com carga muito negativa, pela própria atividade que exerce, mas que se profissionaliza mais a cada ano, e que trabalha para melhorar sua imagem.
O diretor executivo da Associação Nacional das Empresas de Recuperação de Crédito, Vicente de Paula Oliveira, afirma que, ao contrário do que se pensa, o aumento da inadimplência não é bom para o segmento. "Para nós, o que é realmente interessante é a retomada da cidadania pelo devedor, uma 'readimplência'. Até porque a inadimplência não acontece somente por descontrole do devedor. Fatores como desemprego e problemas de saúde na família podem acontecer a qualquer momento", afirma.
Os números apresentados por Oliveira são uma estimativa da entidade, baseada em uma comissão média de 11% cobrada pela recuperação. Esse mesmo levantamento estima que as empresas de recuperação de crédito injetaram de volta na economia cerca de R$ 140 bilhões em 2010.O setor também mostra um número que é, segundo o próprio diretor da Aserc, o mais importante de todos. As empresas de recuperação de crédito empregavam, até o final do ano passado, 350 mil pessoas em todo o País. "Deste total, dois terços atuam na parte operacional, na linha de frente. O restante é composto por gerentes e executivos", explica Vicente de Paula Oliveira.
Ele conta ainda que o Código de Defesa do Consumidor, que entrou em vigor em 1990, foi um marco de evolução para as empresas de recuperação de crédito. "Antes, as empresas pegavam a carteira dos donos do crédito, geralmente bancos, recuperavam 100 e alegavam ter recuperado 70, além de pedir a comissão. Hoje, é tudo eletrônico, as empresas já emitem o boleto de cobrança em que o favorecido é o banco, e a comissão é paga pela taxa de sucesso na recuperação", conta.
Oliveira afirma que houve uma evolução também na maneira de abordar o devedor. Não se admite mais posturas de intimidação. "Nós chamamos a mesa onde ficam os funcionários de 'Postos de Negociação'. Atualmente, até pelo próprio Código de Defesa do Consumidor, é preciso uma postura mais diplomática de quem cobra, para arrumar soluções sem trazer constrangimento". A Aserc possui inclusive uma ouvidoria, que acolhe denúncias de abuso e também pedidos de auxílio feitos por devedores.
Uma pesquisa feita pela Associação Nacional das Empresas de Recuperação de Crédito (Aserc) mostra que a principal causa da inadimplência no Brasil ainda é o descontrole financeiro. Segundo a pesquisa, 35% dos devedores alegam este motivo para deixar de pagar uma dívida.
"Nós temos uma mídia muito agressiva, que incentiva o consumismo. Para amenizar isso, é preciso dar importância à educação financeira", afirma o diretor executivo da entidade, Vicente de Paula Oliveira.
A segunda maior causa de inadimplência alegada pelos devedores é o desemprego, com 24%. Logo depois, vem a compra para terceiros, com 16%. "Este é um problema aparentemente simples de resolver, mas ainda muito recorrente", afirma o executivo.
Problemas de saúde é a justificativa de 8%, e 3% afirma que deixou de pagar por problemas de família. "A inadimplência sempre vai existir, mas um consumo mais consciente por diminui o índice".
Um setor que cresce em média 20% ao ano nos últimos anos, que faturou R$ 15 bilhões no ano passado, e que mesmo assim, um de seus representantes afirma que ainda é visto pelo mercado como o "patinho feio" da economia, especialmente do sistema bancário. Estes são os números das empresas de recuperação de crédito no Brasil, uma atividade que ainda é vista com carga muito negativa, pela própria atividade que exerce, mas que se profissionaliza mais a cada ano, e que trabalha para melhorar sua imagem.
O diretor executivo da Associação Nacional das Empresas de Recuperação de Crédito, Vicente de Paula Oliveira, afirma que, ao contrário do que se pensa, o aumento da inadimplência não é bom para o segmento. "Para nós, o que é realmente interessante é a retomada da cidadania pelo devedor, uma 'readimplência'. Até porque a inadimplência não acontece somente por descontrole do devedor. Fatores como desemprego e problemas de saúde na família podem acontecer a qualquer momento", afirma.
Os números apresentados por Oliveira são uma estimativa da entidade, baseada em uma comissão média de 11% cobrada pela recuperação. Esse mesmo levantamento estima que as empresas de recuperação de crédito injetaram de volta na economia cerca de R$ 140 bilhões em 2010.O setor também mostra um número que é, segundo o próprio diretor da Aserc, o mais importante de todos. As empresas de recuperação de crédito empregavam, até o final do ano passado, 350 mil pessoas em todo o País. "Deste total, dois terços atuam na parte operacional, na linha de frente. O restante é composto por gerentes e executivos", explica Vicente de Paula Oliveira.
Ele conta ainda que o Código de Defesa do Consumidor, que entrou em vigor em 1990, foi um marco de evolução para as empresas de recuperação de crédito. "Antes, as empresas pegavam a carteira dos donos do crédito, geralmente bancos, recuperavam 100 e alegavam ter recuperado 70, além de pedir a comissão. Hoje, é tudo eletrônico, as empresas já emitem o boleto de cobrança em que o favorecido é o banco, e a comissão é paga pela taxa de sucesso na recuperação", conta.
Oliveira afirma que houve uma evolução também na maneira de abordar o devedor. Não se admite mais posturas de intimidação. "Nós chamamos a mesa onde ficam os funcionários de 'Postos de Negociação'. Atualmente, até pelo próprio Código de Defesa do Consumidor, é preciso uma postura mais diplomática de quem cobra, para arrumar soluções sem trazer constrangimento". A Aserc possui inclusive uma ouvidoria, que acolhe denúncias de abuso e também pedidos de auxílio feitos por devedores.
Uma pesquisa feita pela Associação Nacional das Empresas de Recuperação de Crédito (Aserc) mostra que a principal causa da inadimplência no Brasil ainda é o descontrole financeiro. Segundo a pesquisa, 35% dos devedores alegam este motivo para deixar de pagar uma dívida.
"Nós temos uma mídia muito agressiva, que incentiva o consumismo. Para amenizar isso, é preciso dar importância à educação financeira", afirma o diretor executivo da entidade, Vicente de Paula Oliveira.
A segunda maior causa de inadimplência alegada pelos devedores é o desemprego, com 24%. Logo depois, vem a compra para terceiros, com 16%. "Este é um problema aparentemente simples de resolver, mas ainda muito recorrente", afirma o executivo.
Problemas de saúde é a justificativa de 8%, e 3% afirma que deixou de pagar por problemas de família. "A inadimplência sempre vai existir, mas um consumo mais consciente por diminui o índice".
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5 de mai. de 2011
AMERICANA FICO QUER DOBRAR RECEITA NO BRASIL
jornal Brasil Econômico 05/05/2011 - Natália Flach
Os consecutivos aumentos dos preços no Brasil aliados às medidas macroeconômicas para reduzir a concessão de crédito no país são, atualmente, as principais preocupações do nova-iorquino Mark Greene. Afinal, a redução de consumo e a elevação da inadimplência são os maiores entraves para que a companhia que ele preside possa dobrar, neste ano, o seu faturamento por aqui. A Fico, empresa americana que desenvolve softwares e sistemas de análise de crédito e de gestão de decisão, tem em sua carteira de clientes os sete maiores bancos no Brasil. Entre eles, estão Itaú, Santander e Bradesco.
É exatamente por este motivo que o país responde por um terço da receita da companhia na América Latina. “Nós não separamos o faturamento por região”, afirma Greener, sem detalhar os números da subsidiária brasileira.
Na carteira global de clientes, os de maior peso são os bancos, que representam 70%do faturamento da Fico, enquanto os 30% restantes se distribuem entre seguradoras, varejistas e empresas de seguro saúde. No Brasil, o ranking segue a mesma ordem, segundo Greene. Agora, a companhia está de olho nas seguradoras brasileiras, e já possui como cliente uma das maiores do mercado, a SulAmerica Seguros.
De acordo com o executivo, os softwares desenvolvidos pela companhia podem ser divididos em quatro categorias. A primeira, denominada “mercado”, refere-se à análise de novos consumidores, enquanto a chamada “originação” tem como objetivo determinar o preço e o produto certo para cada consumidor. A companhia oferece ainda um sistema que revisa o histórico dos clientes (se pode conceder mais crédito ou não, por exemplo) e outro que ajuda a resolver questões como inadimplência e fraudes. “Nossos softwares representam 70% de todos os sistemas usados no mundo”, diz.
A intenção é intensificar a atuação da Fico nos quatro segmentos nas instituições brasileiras. “Com o início do funcionamento do cadastro positivo, o mercado de crédito ficará ainda mais seguro, e os brasileiros poderão se tornar os grandes consumidoresmundiais”, prevê.
Mesmo com o aumento do faturamento das operações fora dos Estados Unidos nos últimos três anos — passando de 33% para 35% do volume total —, a receita global da companhia caiu no período. Em2010, a Fico arrecadouUS$ 605milhões ante os US$ 630 milhões do ano anterior. Em 2008, o montante foi de US$ 744 milhões, ficando pouco abaixo dos US$ 784 milhões de 2007.
Segundo Greene, essa queda se deve à venda de áreas que não eram estratégicas para a companhia e à recessão americana. “Os EUA ainda estão se recuperando da crise”, diz. Fora isso, a companhia ainda investiu bastante nas subsidiárias brasileira e chinesa, os principais focos de crescimento da Fico. “No entanto, os lucros cresceram, por causa da redução de custos”, acrescenta Andreas Suma, diretor para a América Latina. Até 30 de setembro de 2010, dado mais recente, o lucro bruto da companhia somava US$ 106,6 milhões ante US$ 108,9milhões registrados no ano de 2009.
Crescimento acelerado
No ano passado, o mercado de crédito cresceu 20%no Brasil, e, em março, o estoque passou a representar 46,4% do Produto Interno Bruto brasileiro, segundo o Banco Central. “Isso mostra que há muito espaço para crescer neste segmento, afinal, metade dos brasileiros ainda não está inserido nele”, diz Greene. Já na China, o mercado dobra todos os anos, segundo ele, apesar de ainda representar 30% do PIB. “As similaridades são inúmeras. Mas lá o governo é centralizado e precisa-se atentar para o plano de crescimento de cinco anos. Aqui, o importante, no momento, é ficar de olho na alta da inflação.”
Os consecutivos aumentos dos preços no Brasil aliados às medidas macroeconômicas para reduzir a concessão de crédito no país são, atualmente, as principais preocupações do nova-iorquino Mark Greene. Afinal, a redução de consumo e a elevação da inadimplência são os maiores entraves para que a companhia que ele preside possa dobrar, neste ano, o seu faturamento por aqui. A Fico, empresa americana que desenvolve softwares e sistemas de análise de crédito e de gestão de decisão, tem em sua carteira de clientes os sete maiores bancos no Brasil. Entre eles, estão Itaú, Santander e Bradesco.
É exatamente por este motivo que o país responde por um terço da receita da companhia na América Latina. “Nós não separamos o faturamento por região”, afirma Greener, sem detalhar os números da subsidiária brasileira.
Na carteira global de clientes, os de maior peso são os bancos, que representam 70%do faturamento da Fico, enquanto os 30% restantes se distribuem entre seguradoras, varejistas e empresas de seguro saúde. No Brasil, o ranking segue a mesma ordem, segundo Greene. Agora, a companhia está de olho nas seguradoras brasileiras, e já possui como cliente uma das maiores do mercado, a SulAmerica Seguros.
De acordo com o executivo, os softwares desenvolvidos pela companhia podem ser divididos em quatro categorias. A primeira, denominada “mercado”, refere-se à análise de novos consumidores, enquanto a chamada “originação” tem como objetivo determinar o preço e o produto certo para cada consumidor. A companhia oferece ainda um sistema que revisa o histórico dos clientes (se pode conceder mais crédito ou não, por exemplo) e outro que ajuda a resolver questões como inadimplência e fraudes. “Nossos softwares representam 70% de todos os sistemas usados no mundo”, diz.
A intenção é intensificar a atuação da Fico nos quatro segmentos nas instituições brasileiras. “Com o início do funcionamento do cadastro positivo, o mercado de crédito ficará ainda mais seguro, e os brasileiros poderão se tornar os grandes consumidoresmundiais”, prevê.
Mesmo com o aumento do faturamento das operações fora dos Estados Unidos nos últimos três anos — passando de 33% para 35% do volume total —, a receita global da companhia caiu no período. Em2010, a Fico arrecadouUS$ 605milhões ante os US$ 630 milhões do ano anterior. Em 2008, o montante foi de US$ 744 milhões, ficando pouco abaixo dos US$ 784 milhões de 2007.
Segundo Greene, essa queda se deve à venda de áreas que não eram estratégicas para a companhia e à recessão americana. “Os EUA ainda estão se recuperando da crise”, diz. Fora isso, a companhia ainda investiu bastante nas subsidiárias brasileira e chinesa, os principais focos de crescimento da Fico. “No entanto, os lucros cresceram, por causa da redução de custos”, acrescenta Andreas Suma, diretor para a América Latina. Até 30 de setembro de 2010, dado mais recente, o lucro bruto da companhia somava US$ 106,6 milhões ante US$ 108,9milhões registrados no ano de 2009.
Crescimento acelerado
No ano passado, o mercado de crédito cresceu 20%no Brasil, e, em março, o estoque passou a representar 46,4% do Produto Interno Bruto brasileiro, segundo o Banco Central. “Isso mostra que há muito espaço para crescer neste segmento, afinal, metade dos brasileiros ainda não está inserido nele”, diz Greene. Já na China, o mercado dobra todos os anos, segundo ele, apesar de ainda representar 30% do PIB. “As similaridades são inúmeras. Mas lá o governo é centralizado e precisa-se atentar para o plano de crescimento de cinco anos. Aqui, o importante, no momento, é ficar de olho na alta da inflação.”
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SOFTWARE ACELERA LIBERAÇÃO DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO
jornal Valor Econômico 05/05/2011 - Cibelle Bouças
Quem já comprou um imóvel sabe que se trata de um processo naturalmente burocrático e demorado. Uma companhia brasileira de tecnologia da informação desenvolveu uma plataforma de software para por fim à lentidão desse processo. A tecnologia foi adotada pelos principais bancos que atuam com crédito imobiliário e, nos próximos meses, deve chegar às construtoras.
A ideia partiu de Marcos Burattini, que reuniu sete sócios para investir aproximadamente R$ 8 milhões, com recursos próprios, na criação da empresa Vivere Brasil, em 2009. Os recursos também foram destinados ao desenvolvimento de softwares de crédito imobiliário. Burattini tinha como bagagem a experiência do segmento de software para o mercado financeiro, no qual atuou como presidente da Fidelity National Soluções Brasil, divisão da companhia americana FIS Global.
O conjunto de softwares automatiza a maior parte do processo de análise de crédito imobiliário para os bancos. Tradicionalmente, a compra de um imóvel exige dessas instituições a análise da saúde financeira do comprador, da idoneidade do vendedor e das condições do imóvel - tudo isso é feito praticamente por análise de documentos impressos.
A maioria das empresas dedicadas a software para esse setor foca a gestão empresarial e a simulação de crédito. Apenas a WWI desenvolve um sistema para avaliação de crédito imobiliário. Procurada pelo Valor, a empresa informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que o produto deve ser lançado neste ano.
Exame de propostas para compra de empresas caiu de 180 para 9 dias, e para imóveis residenciais, de 60 para 5 dias
Burattini afirma que a maior vantagem do sistema para bancos e incorporadoras é a possibilidade de substituir o trâmite de papéis por uma gestão eletrônica do crédito imobiliário. Os processos de financiamento são classificados conforme seu risco, o que facilita a emissão dos certificados de recebíveis imobiliários (CRI), usados para financiamento de obras.
De acordo com dados do Banco Central, em 2010, foram concedidos no país R$ 138 bilhões em crédito imobiliário - montante sustentado, sobretudo, pela poupança. Mas, enquanto o crédito imobiliário cresce a uma taxa média anual de 35%, a poupança sobe 22%. Analistas do setor estimam que os recursos da poupança podem acabar até 2014, o que tem obrigado bancos e incorporadoras a acelerar as emissões de CRI. Em 2010, foram emitidos R$ 7,3 bilhões em CRIs. Neste ano, as cinco maiores companhias do setor (PDG, Cyrela, Brookfield, MRV e Rossi) financiaram a construção de mais de R$ 1 bilhão em apartamentos com esses certificados.
O software da Vivere é dotado de um algoritmo que identifica grupos de informações nos documentos usados na análise de crédito imobiliário. A partir da análise desses dados, o software produz relatórios que indicam para a instituição financeira se a operação pode ou não ser aprovada. A plataforma dispõe de um sistema de comunicação, que envia mensagens de celular e e-mails informando às diferentes áreas do banco sobre o resultado de análise da operação.
De acordo com Burattini, os bancos precisam apenas digitalizar os documentos para dar início ao processo. "Com a eliminação da participação humana nessa fase da análise, o banco obtém um ganho de produtividade de até 80%", afirma Burattini. De acordo com o executivo, o tempo médio de avaliação de crédito foi reduzido de 180 para 9 dias, no caso de aquisição por empresas, e de 60 para 5 dias, para operações com imóveis residenciais.
O programa foi adotado inicialmente pelo Itaú-Unibanco, em 2009. Hoje, Caixa, Banco do Brasil, Bradesco, Santander e HSBC - que juntos comandam 98% do mercado de crédito imobiliário no país - estão em diferentes fases de implantação. "A meta para este ano é atingir também o mercado de construtoras e incorporadoras, que financiam a venda de imóveis", afirma Burattini.
Em 2010, a Vivere encerrou o ano com receita líquida de R$ 10 milhões, ante R$ 1,8 milhão alcançado no ano anterior. Com a expansão do uso do software nos bancos e a venda para construtoras, Burattini prevê elevar a receita neste ano para R$ 80 milhões. O lucro antes de juros, impostos, depreciação amortização (Ebitda, na sigla em inglês) foi de 38% em 2010 e a estimativa da companhia é elevar esse indicador para 70%. A Vivere não divulga dados de seu balanço fiscal. "A meta para cinco anos é chegar a uma receita líquida de R$ 500 milhões a R$ 600 milhões", diz.
Quem já comprou um imóvel sabe que se trata de um processo naturalmente burocrático e demorado. Uma companhia brasileira de tecnologia da informação desenvolveu uma plataforma de software para por fim à lentidão desse processo. A tecnologia foi adotada pelos principais bancos que atuam com crédito imobiliário e, nos próximos meses, deve chegar às construtoras.
A ideia partiu de Marcos Burattini, que reuniu sete sócios para investir aproximadamente R$ 8 milhões, com recursos próprios, na criação da empresa Vivere Brasil, em 2009. Os recursos também foram destinados ao desenvolvimento de softwares de crédito imobiliário. Burattini tinha como bagagem a experiência do segmento de software para o mercado financeiro, no qual atuou como presidente da Fidelity National Soluções Brasil, divisão da companhia americana FIS Global.
O conjunto de softwares automatiza a maior parte do processo de análise de crédito imobiliário para os bancos. Tradicionalmente, a compra de um imóvel exige dessas instituições a análise da saúde financeira do comprador, da idoneidade do vendedor e das condições do imóvel - tudo isso é feito praticamente por análise de documentos impressos.
A maioria das empresas dedicadas a software para esse setor foca a gestão empresarial e a simulação de crédito. Apenas a WWI desenvolve um sistema para avaliação de crédito imobiliário. Procurada pelo Valor, a empresa informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que o produto deve ser lançado neste ano.
Exame de propostas para compra de empresas caiu de 180 para 9 dias, e para imóveis residenciais, de 60 para 5 dias
Burattini afirma que a maior vantagem do sistema para bancos e incorporadoras é a possibilidade de substituir o trâmite de papéis por uma gestão eletrônica do crédito imobiliário. Os processos de financiamento são classificados conforme seu risco, o que facilita a emissão dos certificados de recebíveis imobiliários (CRI), usados para financiamento de obras.
De acordo com dados do Banco Central, em 2010, foram concedidos no país R$ 138 bilhões em crédito imobiliário - montante sustentado, sobretudo, pela poupança. Mas, enquanto o crédito imobiliário cresce a uma taxa média anual de 35%, a poupança sobe 22%. Analistas do setor estimam que os recursos da poupança podem acabar até 2014, o que tem obrigado bancos e incorporadoras a acelerar as emissões de CRI. Em 2010, foram emitidos R$ 7,3 bilhões em CRIs. Neste ano, as cinco maiores companhias do setor (PDG, Cyrela, Brookfield, MRV e Rossi) financiaram a construção de mais de R$ 1 bilhão em apartamentos com esses certificados.
O software da Vivere é dotado de um algoritmo que identifica grupos de informações nos documentos usados na análise de crédito imobiliário. A partir da análise desses dados, o software produz relatórios que indicam para a instituição financeira se a operação pode ou não ser aprovada. A plataforma dispõe de um sistema de comunicação, que envia mensagens de celular e e-mails informando às diferentes áreas do banco sobre o resultado de análise da operação.
De acordo com Burattini, os bancos precisam apenas digitalizar os documentos para dar início ao processo. "Com a eliminação da participação humana nessa fase da análise, o banco obtém um ganho de produtividade de até 80%", afirma Burattini. De acordo com o executivo, o tempo médio de avaliação de crédito foi reduzido de 180 para 9 dias, no caso de aquisição por empresas, e de 60 para 5 dias, para operações com imóveis residenciais.
O programa foi adotado inicialmente pelo Itaú-Unibanco, em 2009. Hoje, Caixa, Banco do Brasil, Bradesco, Santander e HSBC - que juntos comandam 98% do mercado de crédito imobiliário no país - estão em diferentes fases de implantação. "A meta para este ano é atingir também o mercado de construtoras e incorporadoras, que financiam a venda de imóveis", afirma Burattini.
Em 2010, a Vivere encerrou o ano com receita líquida de R$ 10 milhões, ante R$ 1,8 milhão alcançado no ano anterior. Com a expansão do uso do software nos bancos e a venda para construtoras, Burattini prevê elevar a receita neste ano para R$ 80 milhões. O lucro antes de juros, impostos, depreciação amortização (Ebitda, na sigla em inglês) foi de 38% em 2010 e a estimativa da companhia é elevar esse indicador para 70%. A Vivere não divulga dados de seu balanço fiscal. "A meta para cinco anos é chegar a uma receita líquida de R$ 500 milhões a R$ 600 milhões", diz.
2 de mai. de 2011
WITRISK E NEUROTECH ACERTAM FUSÃO E FORMAM A GOON
jornal Valor Econômico 02/05/2011 - Adriana Cotias
A Witrisk, empresa de gestão de riscos especializada em modelagem para análise de crédito para o varejo e o setor financeiro, se uniu à Neurotech, da área de tecnologia da informação e que atua no mesmo segmento. A nova companhia, batizada de GoOn, vai associar consultoria em gestão de riscos com a oferta de softwares usados na cadeia de crédito e cobrança.
Com faturamento conjunto da ordem de R$ 16 milhões, o negócio reúne executivos com histórico de longa data no varejo financeiro: Fernando Manfio, ex-Fininvest, José Reinaldo Tosi, ex-presidente da MasterCard no Brasil, e, Domingos Monteiro, que criou a Neurotech a partir de um projeto de pesquisa na área de inteligência artificial, encomendado pela Hipercard, quando a bandeira ainda pertencia à rede Bompreço do Nordeste - hoje nas mãos do Itaú Unibanco.
Segundo Monteiro, a motivação para a fusão veio do próprio mercado. Não é de hoje que as companhias têm clientes coincidentes, fornecendo, de um lado, consultoria e do outro a tecnologia de gestão de riscos. Na carteira estão nomes como Lojas Marisa, Renner, Máquina de Vendas, Leader, Casas Bahia, BV Financeira, Itaú, Santander e HSBC, além da processadora Fidelity. "Competíamos em alguns segmentos, mas nos outros os serviços eram complementares. Foi um cliente que nos abriu os olhos para isso."
A administração das empresas sentaram para conversar no começo de 2010 e empacotaram gestão e tecnologia, traçando uma meta de fechar R$ 4 milhões em contratos com a oferta conjunta num intervalo de um ano. O objetivo foi atingido em seis meses, o que viabilizou a GoOn. Agora, os planos são triplicar o faturamento até 2014, superando a casa dos R$ 50 milhões.
A Witrisk foi constituída há nove anos, quando o varejo, que sempre deu crédito para o consumidor de baixa renda, começou de fato a associar ao negócio ferramentas de análise de crédito e cobrança, conta Manfio, o sócio-fundador.
Já a Neurotech nasceu dentro do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar), em 1997, como um projeto de pesquisa financiado pela Hipercard, que na época estava interessada em investigar se os sistemas estatísticos conhecidos como redes neurais, que estavam sendo usados no mercado internacional como ferramenta de análise comportamental de tomadores de crédito, poderiam ser aplicados no Brasil. O projeto teve repercussão internacional, foi publicado em Nova York, mas após a conclusão a Hipercard não contratou a tecnologia. Foi só quando a Leader, de Belém (PA) incorporou os modelos na sua gestão que a Hipercard também aderiu.
Juntas na GoOn, as companhias também aspiram chegar a outros mercados. A Witrisk já presta consultoria de crédito e cobrança para a Credivalores, da Colômbia, enquanto a Neurotech, que está por trás da automatização do Crediamigo, programa de microcrédito do Banco do Nordeste, foi convidada pelo Banco Mundial para apresentar a tecnologia em Washington, com a ideia de levá-la para outros países.
A Witrisk, empresa de gestão de riscos especializada em modelagem para análise de crédito para o varejo e o setor financeiro, se uniu à Neurotech, da área de tecnologia da informação e que atua no mesmo segmento. A nova companhia, batizada de GoOn, vai associar consultoria em gestão de riscos com a oferta de softwares usados na cadeia de crédito e cobrança.
Com faturamento conjunto da ordem de R$ 16 milhões, o negócio reúne executivos com histórico de longa data no varejo financeiro: Fernando Manfio, ex-Fininvest, José Reinaldo Tosi, ex-presidente da MasterCard no Brasil, e, Domingos Monteiro, que criou a Neurotech a partir de um projeto de pesquisa na área de inteligência artificial, encomendado pela Hipercard, quando a bandeira ainda pertencia à rede Bompreço do Nordeste - hoje nas mãos do Itaú Unibanco.
Segundo Monteiro, a motivação para a fusão veio do próprio mercado. Não é de hoje que as companhias têm clientes coincidentes, fornecendo, de um lado, consultoria e do outro a tecnologia de gestão de riscos. Na carteira estão nomes como Lojas Marisa, Renner, Máquina de Vendas, Leader, Casas Bahia, BV Financeira, Itaú, Santander e HSBC, além da processadora Fidelity. "Competíamos em alguns segmentos, mas nos outros os serviços eram complementares. Foi um cliente que nos abriu os olhos para isso."
A administração das empresas sentaram para conversar no começo de 2010 e empacotaram gestão e tecnologia, traçando uma meta de fechar R$ 4 milhões em contratos com a oferta conjunta num intervalo de um ano. O objetivo foi atingido em seis meses, o que viabilizou a GoOn. Agora, os planos são triplicar o faturamento até 2014, superando a casa dos R$ 50 milhões.
A Witrisk foi constituída há nove anos, quando o varejo, que sempre deu crédito para o consumidor de baixa renda, começou de fato a associar ao negócio ferramentas de análise de crédito e cobrança, conta Manfio, o sócio-fundador.
Já a Neurotech nasceu dentro do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar), em 1997, como um projeto de pesquisa financiado pela Hipercard, que na época estava interessada em investigar se os sistemas estatísticos conhecidos como redes neurais, que estavam sendo usados no mercado internacional como ferramenta de análise comportamental de tomadores de crédito, poderiam ser aplicados no Brasil. O projeto teve repercussão internacional, foi publicado em Nova York, mas após a conclusão a Hipercard não contratou a tecnologia. Foi só quando a Leader, de Belém (PA) incorporou os modelos na sua gestão que a Hipercard também aderiu.
Juntas na GoOn, as companhias também aspiram chegar a outros mercados. A Witrisk já presta consultoria de crédito e cobrança para a Credivalores, da Colômbia, enquanto a Neurotech, que está por trás da automatização do Crediamigo, programa de microcrédito do Banco do Nordeste, foi convidada pelo Banco Mundial para apresentar a tecnologia em Washington, com a ideia de levá-la para outros países.
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29 de abr. de 2011
MÁQUINA DE VENDAS USA TÁTICA DE CRÉDITO DA CITY LAR
jornal Valor Econômico 29/04/2011 - Daniele Madureira
Uma experiência bem sucedida de concessão de crédito da varejista matogrossense City Lar será replicada nas lojas da Ricardo Eletro e da Insinuante. As três redes integram a Máquina de Vendas, segundo maior grupo varejista do país em móveis e eletroeletrônicos. A ideia é instalar uma "mesa de crédito" para reavaliar propostas de financiamento que foram recusadas em uma primeira análise, mas que podem ser concedidas desde que a loja reúna informações atestando a capacidade de pagamento do cliente ou o seu bom histórico com outros varejistas da cidade.
Se o cliente quiser um crédito para comprar uma geladeira em 12 vezes, por exemplo, a solicitação vai para um sistema de classificação de risco de crédito (credit score), que em dez segundos dá a resposta à loja. "Caso a proposta não tenha sido aprovada, o vendedor vai obter mais informações a respeito do cliente e, se o gerente da loja entender que o caso merece uma reanálise, ele a submete à central de crédito com esses dados adicionais", disse ao Valor Hilgo Gonçalves, presidente da Losango. Em fevereiro, a financeira do HSBC criou uma promotora de vendas com o grupo, para financiar os consumidores das três redes.
Para Gonçalves, a iniciativa é especialmente positiva nesse momento de "aperto" do crédito, em que o governo toma medidas para conter o consumo e a inflação, como o aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) para atingir as compras a prazo. "O banco de dados não tem algumas informações só descobertas no corpo a corpo, como quanto tempo o cliente mora na sua residência e há quanto tempo trabalha em determinada empresa", diz ele. A expectativa é que, com o novo mecanismo de avaliação, a concessão de crédito cresça 30% nas redes, mantendo o mesmo nível de inadimplência, em torno de 5%.
Entre as informações que vão pesar na reanálise, está o histórico de adimplência do consumidor. "Especialmente nas cidades do interior do país, as pessoas costumam carregar os carnês como documentos para comprovar que são bons pagadores", diz Gibson Paulo da Silva, diretor da Losango.
Quem vai desempenhar o papel de "mesa de crédito" será a promotora de vendas. Hoje, o modelo já funciona na City Lar, que conta com uma equipe de 50 pessoas, total que será ampliado com a nova empresa. Outros 100 funcionários da promotora de vendas ficarão em Salvador para atender as redes Insinuante e Ricardo Eletro.
Na opinião de Luiz Carlos Batista, presidente do conselho da Máquina de Vendas, não são os eletroeletrônicos que estão puxando o aumento dos preços. "Pelo contrário, o preço das TVs, por exemplo, só cai", afirma. Com 750 lojas e faturamento de R$ 5,7 bilhões em 2010, a empresa pretende atingir vendas de R$ 6,3 bilhões este ano e abrir 60 lojas das três bandeiras.
Batista e o sócio Ricardo Nunes, presidente da Máquina de Vendas, anunciaram ontem em São Paulo a marca de motos que será vendida com exclusividade pelas redes do grupo: Flash. Serão cinco modelos fabricados pela CR Zongshen, dona da Kasinski. A expectativa é vender 15 mil unidades e faturar R$ 9 milhões no primeiro ano.
A moto será um dos primeiros produtos financiados pela nova promotora de vendas, a partir do segundo semestre, ao lado de eletrodomésticos. "Os primeiros cartões da financeira devem sair dentro de quatro meses, valendo para as três redes", diz Nunes. Mas a Máquina de Vendas também estuda o financiamento de viagens, carros e até casas. Por meio do consórcio que a empresa pretende criar, também serão oferecidos carros e imóveis.
Uma experiência bem sucedida de concessão de crédito da varejista matogrossense City Lar será replicada nas lojas da Ricardo Eletro e da Insinuante. As três redes integram a Máquina de Vendas, segundo maior grupo varejista do país em móveis e eletroeletrônicos. A ideia é instalar uma "mesa de crédito" para reavaliar propostas de financiamento que foram recusadas em uma primeira análise, mas que podem ser concedidas desde que a loja reúna informações atestando a capacidade de pagamento do cliente ou o seu bom histórico com outros varejistas da cidade.
Se o cliente quiser um crédito para comprar uma geladeira em 12 vezes, por exemplo, a solicitação vai para um sistema de classificação de risco de crédito (credit score), que em dez segundos dá a resposta à loja. "Caso a proposta não tenha sido aprovada, o vendedor vai obter mais informações a respeito do cliente e, se o gerente da loja entender que o caso merece uma reanálise, ele a submete à central de crédito com esses dados adicionais", disse ao Valor Hilgo Gonçalves, presidente da Losango. Em fevereiro, a financeira do HSBC criou uma promotora de vendas com o grupo, para financiar os consumidores das três redes.
Para Gonçalves, a iniciativa é especialmente positiva nesse momento de "aperto" do crédito, em que o governo toma medidas para conter o consumo e a inflação, como o aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) para atingir as compras a prazo. "O banco de dados não tem algumas informações só descobertas no corpo a corpo, como quanto tempo o cliente mora na sua residência e há quanto tempo trabalha em determinada empresa", diz ele. A expectativa é que, com o novo mecanismo de avaliação, a concessão de crédito cresça 30% nas redes, mantendo o mesmo nível de inadimplência, em torno de 5%.
Entre as informações que vão pesar na reanálise, está o histórico de adimplência do consumidor. "Especialmente nas cidades do interior do país, as pessoas costumam carregar os carnês como documentos para comprovar que são bons pagadores", diz Gibson Paulo da Silva, diretor da Losango.
Quem vai desempenhar o papel de "mesa de crédito" será a promotora de vendas. Hoje, o modelo já funciona na City Lar, que conta com uma equipe de 50 pessoas, total que será ampliado com a nova empresa. Outros 100 funcionários da promotora de vendas ficarão em Salvador para atender as redes Insinuante e Ricardo Eletro.
Na opinião de Luiz Carlos Batista, presidente do conselho da Máquina de Vendas, não são os eletroeletrônicos que estão puxando o aumento dos preços. "Pelo contrário, o preço das TVs, por exemplo, só cai", afirma. Com 750 lojas e faturamento de R$ 5,7 bilhões em 2010, a empresa pretende atingir vendas de R$ 6,3 bilhões este ano e abrir 60 lojas das três bandeiras.
Batista e o sócio Ricardo Nunes, presidente da Máquina de Vendas, anunciaram ontem em São Paulo a marca de motos que será vendida com exclusividade pelas redes do grupo: Flash. Serão cinco modelos fabricados pela CR Zongshen, dona da Kasinski. A expectativa é vender 15 mil unidades e faturar R$ 9 milhões no primeiro ano.
A moto será um dos primeiros produtos financiados pela nova promotora de vendas, a partir do segundo semestre, ao lado de eletrodomésticos. "Os primeiros cartões da financeira devem sair dentro de quatro meses, valendo para as três redes", diz Nunes. Mas a Máquina de Vendas também estuda o financiamento de viagens, carros e até casas. Por meio do consórcio que a empresa pretende criar, também serão oferecidos carros e imóveis.
25 de abr. de 2011
AVALIAR RISCO DE EMERGENTES É O MAIOR DESAFIO
jornal Brasil Econômico 25/04/2011 - Márcia Pinheiro
Estabelecida no Brasil como âncora na América Latina desde 1997, a Fico é uma empresa especialista em gerenciamento de riscos e prevenção a fraudes. Os negócios latino-americanos cresceram 20% no ano passado e as vendas dobraram no país no ano passado.
Em que pese o fato de o Brasil estar 15 anos à frente dos Estados Unidos em termos de tecnologia, a Fico tem estudado como oferecer soluções para instituições financeiras e seguradoras, tendo como foco a nova classe emergente, ainda não totalmente habituada a cartões e apólices.
Além do Brasil, um dos focos prioritários da Fico é o Peru, considerado o tigre asiático latino-americano, onde há uma crescente classe média e uma população relativamente grande (30milhões de habitantes).
“O desafio é como precificar os produtos e avaliar os riscos”, diz Andreas Suma, diretor sênior para América Latina. “Os volumes são surpreendentes, mas existe um vácuo de dados, por não haver histórico financeiro [destes novos entrantes]”, afirma. O objetivo é aprender como conceder empréstimos a eles de forma responsável, diz o executivo.
Como o cadastro positivo ainda não foi aprovado no país, a tarefa é árdua. Nos Estados Unidos, por exemplo, além de em 20 outros países, a ferramenta Fico Scores é o mais usado para avaliar o risco de crédito dos consumidores por bancos, agências de classificação de risco e o mercado secundário de dívida.
Considerando também os consumidores tradicionais, o grande quebra-cabeça é evitar a clonagem mais sofisticada. “Com a adoção dos chips em cartões, o nível de fraudes também evoluiu”, afirma Andrew Manuel, consultor sênior para fraudes globais da Fico. Ou seja, o risco é a captura do CPF e, com ele, toda a vida financeira do cidadão.
Estabelecida no Brasil como âncora na América Latina desde 1997, a Fico é uma empresa especialista em gerenciamento de riscos e prevenção a fraudes. Os negócios latino-americanos cresceram 20% no ano passado e as vendas dobraram no país no ano passado.
Em que pese o fato de o Brasil estar 15 anos à frente dos Estados Unidos em termos de tecnologia, a Fico tem estudado como oferecer soluções para instituições financeiras e seguradoras, tendo como foco a nova classe emergente, ainda não totalmente habituada a cartões e apólices.
Além do Brasil, um dos focos prioritários da Fico é o Peru, considerado o tigre asiático latino-americano, onde há uma crescente classe média e uma população relativamente grande (30milhões de habitantes).
“O desafio é como precificar os produtos e avaliar os riscos”, diz Andreas Suma, diretor sênior para América Latina. “Os volumes são surpreendentes, mas existe um vácuo de dados, por não haver histórico financeiro [destes novos entrantes]”, afirma. O objetivo é aprender como conceder empréstimos a eles de forma responsável, diz o executivo.
Como o cadastro positivo ainda não foi aprovado no país, a tarefa é árdua. Nos Estados Unidos, por exemplo, além de em 20 outros países, a ferramenta Fico Scores é o mais usado para avaliar o risco de crédito dos consumidores por bancos, agências de classificação de risco e o mercado secundário de dívida.
Considerando também os consumidores tradicionais, o grande quebra-cabeça é evitar a clonagem mais sofisticada. “Com a adoção dos chips em cartões, o nível de fraudes também evoluiu”, afirma Andrew Manuel, consultor sênior para fraudes globais da Fico. Ou seja, o risco é a captura do CPF e, com ele, toda a vida financeira do cidadão.
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11 de mar. de 2011
LOJAS DE INTERMEDIAÇÃO DE CRÉDITO BUSCAM EXPANSÃO
portal PEGN 11/03/2011 - Agência Sebrae de Notícias
O bom desempenho da economia brasileira está abrindo novas oportunidades para micro e pequenas empresas no mercado de intermediação de crédito. Os estabelecimentos desse ramo de serviços financeiros são verdadeiras ‘lojas de crédito’, onde o cliente, seja pessoa física ou jurídica, pode escolher entre várias linhas de financiamento e refinanciamento de diferentes instituições.
O sistema de franquias vem sendo utilizado como estratégia para aumentar rapidamente a capilaridade e número de lojas do segmento, que geralmente trabalha com multimarcas (produtos de diversas instituições financeiras). Essas empresas se diferem dos correspondentes bancários na medida em que o tema principal do negócio é a pesquisa e acesso ao crédito melhor e mais barato para a sua clientela.
“As franquias de intermediação de crédito refletem a evolução dos serviços. É o modo mais rápido e barato de ampliar a capilaridade e atuação dos negócios, abrangendo diversas regiões”, observa Claudia Bittencourt, consultora da Associação Brasileira de Franchising (ABF). Os intermediadores de crédito facilitam a escolha da linha de crédito e a aprovação dos clientes pelas instituições financeiras.
“Elas dão mais segurança, tanto para os bancos como para a clientela”, acrescenta a consultora. O faturamento dessas empresas é resultado das comissões pagas pelas instituições financeiras e financiados.
Para se tornar franqueado nesse mercado é necessário possuir experiência e afinidade com o setor financeiro, além de vocação para vendas. “É mais difícil selecionar um candidato a franquia nesse ramo de negócio do que um executivo”, afirma Alberto Gaidys, diretor da Grana Aqui, no mercado desde junho de 2009. No momento, a empresa conta com duas lojas: a matriz em São Paulo (SP) e a primeira franqueada, em Goiânia, inaugurada em dezembro do ano passado. A meta da Grana Aqui é chegar a 72 lojas no país até final de 2012.
“Não somos correspondentes bancários. Somos corretores de empréstimos”, resume Gaidys. No momento, a empresa trabalha em parceria com as seguintes instituições financeiras: BMG, Cifra, Fibra, Matone, GE Money e Schahin. Na área de consórcios, a parceira é a Rodobens, e em crédito imobiliário (refinanciamento e financiamento), a BM Sua Casa.
A Creditária é outra empresa desse segmento. De origem espanhola, está em atividade no Brasil desde março de 2010. A primeira loja da rede fica no bairro Itaim, na capital paulista. No momento, possui 11 lojas em São Paulo, Belo Horizonte, Belém, Brasília, Maceió, Natal, Salvador e Curitiba.
“A seleção do candidato a franqueado é rigorosa. Nosso foco é o mercado imobiliário. Buscamos as melhores condições para o cliente, entre seis e quinze instituições parceiras”, afirma Bruno Albarello, gerente administrativo da rede.
Regulamentação
O segmento está representado na Associação Brasileira de Franchising (ABF) por duas empresas associadas. A atividade das empresas intermediárias de crédito é regulamentada pela Resolução 3.110/2003 do Banco Central, a mesma destinada aos correspondentes bancários.
De acordo com a norma, o órgão não fiscaliza diretamente os empreendimentos de intermediação de crédito ou de serviços bancários. Bancos e instituições financeiras, parceiros delas, prestam contas ao Banco Central e são responsáveis por todas as operações indicadas pelas empresas de intermediação de crédito.
O bom desempenho da economia brasileira está abrindo novas oportunidades para micro e pequenas empresas no mercado de intermediação de crédito. Os estabelecimentos desse ramo de serviços financeiros são verdadeiras ‘lojas de crédito’, onde o cliente, seja pessoa física ou jurídica, pode escolher entre várias linhas de financiamento e refinanciamento de diferentes instituições.
O sistema de franquias vem sendo utilizado como estratégia para aumentar rapidamente a capilaridade e número de lojas do segmento, que geralmente trabalha com multimarcas (produtos de diversas instituições financeiras). Essas empresas se diferem dos correspondentes bancários na medida em que o tema principal do negócio é a pesquisa e acesso ao crédito melhor e mais barato para a sua clientela.
“As franquias de intermediação de crédito refletem a evolução dos serviços. É o modo mais rápido e barato de ampliar a capilaridade e atuação dos negócios, abrangendo diversas regiões”, observa Claudia Bittencourt, consultora da Associação Brasileira de Franchising (ABF). Os intermediadores de crédito facilitam a escolha da linha de crédito e a aprovação dos clientes pelas instituições financeiras.
“Elas dão mais segurança, tanto para os bancos como para a clientela”, acrescenta a consultora. O faturamento dessas empresas é resultado das comissões pagas pelas instituições financeiras e financiados.
Para se tornar franqueado nesse mercado é necessário possuir experiência e afinidade com o setor financeiro, além de vocação para vendas. “É mais difícil selecionar um candidato a franquia nesse ramo de negócio do que um executivo”, afirma Alberto Gaidys, diretor da Grana Aqui, no mercado desde junho de 2009. No momento, a empresa conta com duas lojas: a matriz em São Paulo (SP) e a primeira franqueada, em Goiânia, inaugurada em dezembro do ano passado. A meta da Grana Aqui é chegar a 72 lojas no país até final de 2012.
“Não somos correspondentes bancários. Somos corretores de empréstimos”, resume Gaidys. No momento, a empresa trabalha em parceria com as seguintes instituições financeiras: BMG, Cifra, Fibra, Matone, GE Money e Schahin. Na área de consórcios, a parceira é a Rodobens, e em crédito imobiliário (refinanciamento e financiamento), a BM Sua Casa.
A Creditária é outra empresa desse segmento. De origem espanhola, está em atividade no Brasil desde março de 2010. A primeira loja da rede fica no bairro Itaim, na capital paulista. No momento, possui 11 lojas em São Paulo, Belo Horizonte, Belém, Brasília, Maceió, Natal, Salvador e Curitiba.
“A seleção do candidato a franqueado é rigorosa. Nosso foco é o mercado imobiliário. Buscamos as melhores condições para o cliente, entre seis e quinze instituições parceiras”, afirma Bruno Albarello, gerente administrativo da rede.
Regulamentação
O segmento está representado na Associação Brasileira de Franchising (ABF) por duas empresas associadas. A atividade das empresas intermediárias de crédito é regulamentada pela Resolução 3.110/2003 do Banco Central, a mesma destinada aos correspondentes bancários.
De acordo com a norma, o órgão não fiscaliza diretamente os empreendimentos de intermediação de crédito ou de serviços bancários. Bancos e instituições financeiras, parceiros delas, prestam contas ao Banco Central e são responsáveis por todas as operações indicadas pelas empresas de intermediação de crédito.
9 de mar. de 2011
CAIXA IMPLANTA MODELO AUTOMATIZADO DE APROVAÇÃO DE CRÉDITO EM IMOBILIÁRIAS PARCEIRAS
jornal O Globo 09/03/2011
Seguindo a estratégia de expansão do projeto de correspondentes negociais, que já conta com 296 parceiros na cidade do Rio, a Caixa Econômica está implantando o chamado "modelo automatizado de crédito imobiliário". A ideia é dar mais agilidade à avaliação de risco de crédito e à consequente aprovação, ou não, dos financiamentos habitacionais. Todas as informações do candidato a mutuário são transmitidas pela corretora para o banco via web, tornando o processo mais rápido.
O comprador só tem de ir a uma agência da Caixa num último momento do processo, para que o gerente do banco assine o contrato. Por enquanto, no Rio, 12 imobiliárias estão começando a operar como piloto desse novo formato de correspondente. No Brasil, já são 585 atuando no modelo automatizado. De acordo com a superintendente regional da Caixa no Rio, Nelma Tavares, o projeto deverá ser expandido para todas as parceiras.
— A ideia é que funcione como o crédito para a compra de automóveis, em que o cliente resolve tudo na loja. A expectativa é atingir um número maior de pessoas, dobrando o volume de financiamentos por correspondente.
O novo modelo, segundo a Caixa, contribui para a redução de custos e agilização do processo, uma vez que toda a parte operacional é repassada ao correspondente e não induz a retrabalhos nas agências da instituição. Se toda a documentação estiver correta, a aprovação do financiamento poderá ser feita em 48 horas. Mas nenhum dos critérios do banco será flexibilizado no processo: toda avaliação de risco, da capacidade de pagamento e do imóvel continuam a cargo da Caixa, o que é considerado essencial para garantir a baixa inadimplência na habitação.
Seguindo a estratégia de expansão do projeto de correspondentes negociais, que já conta com 296 parceiros na cidade do Rio, a Caixa Econômica está implantando o chamado "modelo automatizado de crédito imobiliário". A ideia é dar mais agilidade à avaliação de risco de crédito e à consequente aprovação, ou não, dos financiamentos habitacionais. Todas as informações do candidato a mutuário são transmitidas pela corretora para o banco via web, tornando o processo mais rápido.
O comprador só tem de ir a uma agência da Caixa num último momento do processo, para que o gerente do banco assine o contrato. Por enquanto, no Rio, 12 imobiliárias estão começando a operar como piloto desse novo formato de correspondente. No Brasil, já são 585 atuando no modelo automatizado. De acordo com a superintendente regional da Caixa no Rio, Nelma Tavares, o projeto deverá ser expandido para todas as parceiras.
— A ideia é que funcione como o crédito para a compra de automóveis, em que o cliente resolve tudo na loja. A expectativa é atingir um número maior de pessoas, dobrando o volume de financiamentos por correspondente.
O novo modelo, segundo a Caixa, contribui para a redução de custos e agilização do processo, uma vez que toda a parte operacional é repassada ao correspondente e não induz a retrabalhos nas agências da instituição. Se toda a documentação estiver correta, a aprovação do financiamento poderá ser feita em 48 horas. Mas nenhum dos critérios do banco será flexibilizado no processo: toda avaliação de risco, da capacidade de pagamento e do imóvel continuam a cargo da Caixa, o que é considerado essencial para garantir a baixa inadimplência na habitação.
5 de mar. de 2011
REDE CHECKOK EXPANDE ATUAÇÃO NO SUDESTE
portal Cliente s/a 04/03/2011
O mercado carioca tem conquistado grande espaço e oportunidades. Prova disso são os principais eventos internacionais que estão para acontecer e desde já têm movimentado o comércio. Para o setor varejista, esta é a chance e o momento de aproveitar. A Rede CheckOK, especializada em verificação eletrônica de crédito, cadastro e veículo com atuação há 12 anos em todo país, anuncia neste momento sua expansão comercial em todo Sudeste, com grande aposta no mercado carioca.
"O Rio de Janeiro, hoje, tem muita oportunidade para negócios. Muitas empresas estão se adiantando justamente porque este é o momento do Rio", informa Alessandra Ferreira, executiva responsável pelo comercial da rede.
Por concentrar-se anteriormente nas regiões próximas ao sul do País, sua expansão iniciou no segundo semestre de 2010 pela região Nordeste, onde a Rede CheckOK possuía em sua base três revendas. Agora este número quadruplicou. "Conquistamos esse volume em quatro meses de ação concentrada na região", explica Alessandra. Para completar, a executiva revela que "a rede varejista já duplicou o número de novos clientes nos seis Estados trabalhados. E é por esse mesmo caminho que vamos agir no Rio de Janeiro. Por isso estamos em busca de parceiros e profissionais interessados em atuar em nossa representação comercial".
Mas, os planos da rede varejista não param por aí. "Após o Rio de Janeiro, nosso foco será, ainda este ano, conquistar o mercado da região Centro-Oeste do país, com grande potencial comercial. Para isso, até o meio de 2011, tanto Brasília quanto Goiás estão em nossos planos, já que pretendemos alcançar a marca de 38 mil clientes ainda este ano", explica. Para finalizar, Alessandra destaca que "o Centro-Oeste ainda é uma região pouco explorada, mas com enorme potencial".
O mercado carioca tem conquistado grande espaço e oportunidades. Prova disso são os principais eventos internacionais que estão para acontecer e desde já têm movimentado o comércio. Para o setor varejista, esta é a chance e o momento de aproveitar. A Rede CheckOK, especializada em verificação eletrônica de crédito, cadastro e veículo com atuação há 12 anos em todo país, anuncia neste momento sua expansão comercial em todo Sudeste, com grande aposta no mercado carioca.
"O Rio de Janeiro, hoje, tem muita oportunidade para negócios. Muitas empresas estão se adiantando justamente porque este é o momento do Rio", informa Alessandra Ferreira, executiva responsável pelo comercial da rede.
Por concentrar-se anteriormente nas regiões próximas ao sul do País, sua expansão iniciou no segundo semestre de 2010 pela região Nordeste, onde a Rede CheckOK possuía em sua base três revendas. Agora este número quadruplicou. "Conquistamos esse volume em quatro meses de ação concentrada na região", explica Alessandra. Para completar, a executiva revela que "a rede varejista já duplicou o número de novos clientes nos seis Estados trabalhados. E é por esse mesmo caminho que vamos agir no Rio de Janeiro. Por isso estamos em busca de parceiros e profissionais interessados em atuar em nossa representação comercial".
Mas, os planos da rede varejista não param por aí. "Após o Rio de Janeiro, nosso foco será, ainda este ano, conquistar o mercado da região Centro-Oeste do país, com grande potencial comercial. Para isso, até o meio de 2011, tanto Brasília quanto Goiás estão em nossos planos, já que pretendemos alcançar a marca de 38 mil clientes ainda este ano", explica. Para finalizar, Alessandra destaca que "o Centro-Oeste ainda é uma região pouco explorada, mas com enorme potencial".
2 de mar. de 2011
CRIVO AMPLIA ATUAÇÃO
portal Cliente S/A 02/03/2011
A Crivo acaba de anunciar o lançamento de três módulos adicionais ao seu sistema de decisão de crédito e risco, posicionando-se como fornecedora de tecnologias para atender toda a esteira de crédito. Até então, o software homônimo da companhia atendia especificamente a etapa de decisão.
Chamados de Front, Broker e Workflow os novos módulos agregam ao Crivo outras funções da esteira de crédito. Para o cliente a principal vantagem é ter acesso a um processo único, integrado e ágil. "Os novos módulos tornam nossa solução mais flexível, abrangente e nos colocam em um novo patamar entre os fornecedores de tecnologia para o mercado de crédito e risco", afirma Rodrigo Del Claro, diretor de relacionamento da Crivo.
O Front é a interface de entrada dos dados cadastrais diretamente no Crivo para que o usuário possa iniciar e interagir com os fluxos de crédito e risco.
"Flexibilidade e autonomia foram as palavras de ordem no desenvolvimento do Front. Queríamos um módulo configurável pelo usuário, assim ele poderia criar e editar suas próprias telas, sem depender de programação. Foi o que fizemos", explica Daniel Polistchuck, diretor de desenvolvimento da Crivo
O Broker é um componente de orquestração de diversos sistemas tecnológicos envolvidos na esteira de crédito, como o próprio motor de decisão da empresa, no caso o Crivo, e outros softwares como CRM e BI e a mesa de análise manual. Já o Workflow ou sistema de fila de análise manual possibilita a interação entre os fluxos automatizados por sistemas e os manuais executados por pessoas. Este módulo é responsável por filtrar, classificar e agrupar as informações e distribuir os pedidos em filas de acordo com critérios específicos e alçadas.
Del Claro considera o lançamento um passo importante na história da empresa. "A Crivo é uma empresa de vanguarda desde o princípio, sempre investiu pesado em tecnologia de ponta e se manteve atenta às necessidades do mercado", ressalta.
Em 2000, quando abriu as portas aproveitando o cenário de incentivo ao crédito no País, a Crivo desenvolveu um software com tecnologia de ponta para decisão de crédito. Em 2009, madura e bem posicionada, lançou uma área de serviços de consultoria e modelagem estatística. "Em 2011, a Crivo passa a atender toda a esteira de crédito de seus clientes com soluções desenvolvidas num cenário de cultura de inovação tecnológica e conhecimento de mercado já bastante arraigado", finaliza Del Claro.
A Crivo acaba de anunciar o lançamento de três módulos adicionais ao seu sistema de decisão de crédito e risco, posicionando-se como fornecedora de tecnologias para atender toda a esteira de crédito. Até então, o software homônimo da companhia atendia especificamente a etapa de decisão.
Chamados de Front, Broker e Workflow os novos módulos agregam ao Crivo outras funções da esteira de crédito. Para o cliente a principal vantagem é ter acesso a um processo único, integrado e ágil. "Os novos módulos tornam nossa solução mais flexível, abrangente e nos colocam em um novo patamar entre os fornecedores de tecnologia para o mercado de crédito e risco", afirma Rodrigo Del Claro, diretor de relacionamento da Crivo.
O Front é a interface de entrada dos dados cadastrais diretamente no Crivo para que o usuário possa iniciar e interagir com os fluxos de crédito e risco.
"Flexibilidade e autonomia foram as palavras de ordem no desenvolvimento do Front. Queríamos um módulo configurável pelo usuário, assim ele poderia criar e editar suas próprias telas, sem depender de programação. Foi o que fizemos", explica Daniel Polistchuck, diretor de desenvolvimento da Crivo
O Broker é um componente de orquestração de diversos sistemas tecnológicos envolvidos na esteira de crédito, como o próprio motor de decisão da empresa, no caso o Crivo, e outros softwares como CRM e BI e a mesa de análise manual. Já o Workflow ou sistema de fila de análise manual possibilita a interação entre os fluxos automatizados por sistemas e os manuais executados por pessoas. Este módulo é responsável por filtrar, classificar e agrupar as informações e distribuir os pedidos em filas de acordo com critérios específicos e alçadas.
Del Claro considera o lançamento um passo importante na história da empresa. "A Crivo é uma empresa de vanguarda desde o princípio, sempre investiu pesado em tecnologia de ponta e se manteve atenta às necessidades do mercado", ressalta.
Em 2000, quando abriu as portas aproveitando o cenário de incentivo ao crédito no País, a Crivo desenvolveu um software com tecnologia de ponta para decisão de crédito. Em 2009, madura e bem posicionada, lançou uma área de serviços de consultoria e modelagem estatística. "Em 2011, a Crivo passa a atender toda a esteira de crédito de seus clientes com soluções desenvolvidas num cenário de cultura de inovação tecnológica e conhecimento de mercado já bastante arraigado", finaliza Del Claro.
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14 de fev. de 2011
BOA VISTA SERVIÇOS INVESTE EM TI PARA AMPLIAR PROCESSAMENTO DO SCPC
portal Executivos Financeiros 14/02/2011
A Boa Vista Serviços, administradora do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), anunciou nesta segunda-feira (14) que duplicou a capacidade de processamento de informações comerciais em seu parque tecnológico. O investimento busca acelerar a modernização e o desenvolvimento de novos produtos e serviços ao mercado. Outro objetivo anunciado pela empresa é garantir a entrega de serviços já contratados.
O responsável pelo empreendimento de TI na entidade é Sérgio Arai, ex-diretor de Tecnologia da Informação (TI) do Hospital Israelita Albert Einstein. “Nossa empresa nasce reunindo dados comerciais de mais de 150 milhões de consumidores, e nossos esforços nessa área são para adquirir novos servidores que garantam a disponibilidade adequada ao negócio”, destacou. Segundo ele, a implantação reduzirá o tempo de resposta e permitirá redefinir o modelo de processamento.
A empresa realiza mensalmente mais de 145 milhões de transações de negócios por meio do SCPC, atendendo a um milhão de clientes diretos e indiretos. “Para que possamos manter a excelência de um negócio com essa magnitude, é vital que a Boa Vista Serviços continue a investir agressivamente em tecnologia”, finalizou Arai, sinalizando que 2011 marcará novos aportes no segmento.
A Boa Vista Serviços, administradora do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), anunciou nesta segunda-feira (14) que duplicou a capacidade de processamento de informações comerciais em seu parque tecnológico. O investimento busca acelerar a modernização e o desenvolvimento de novos produtos e serviços ao mercado. Outro objetivo anunciado pela empresa é garantir a entrega de serviços já contratados.
O responsável pelo empreendimento de TI na entidade é Sérgio Arai, ex-diretor de Tecnologia da Informação (TI) do Hospital Israelita Albert Einstein. “Nossa empresa nasce reunindo dados comerciais de mais de 150 milhões de consumidores, e nossos esforços nessa área são para adquirir novos servidores que garantam a disponibilidade adequada ao negócio”, destacou. Segundo ele, a implantação reduzirá o tempo de resposta e permitirá redefinir o modelo de processamento.
A empresa realiza mensalmente mais de 145 milhões de transações de negócios por meio do SCPC, atendendo a um milhão de clientes diretos e indiretos. “Para que possamos manter a excelência de um negócio com essa magnitude, é vital que a Boa Vista Serviços continue a investir agressivamente em tecnologia”, finalizou Arai, sinalizando que 2011 marcará novos aportes no segmento.
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18 de jan. de 2011
CLIENTESA E WITRISK CONSOLIDAM PARCERIA
portal ClienteSA 14/01/2011
Dois dos principais congressos do Brasil voltados à indústria de concessão e recuperação de crédito do primeiro semestre do ano, o V Congresso ClienteSA IRC+ e o IV Fórum Witrisk, estão sendo unidos e repaginados como Encontro IRC+ Fórum Witrisk. Marcado para o final de maio, o evento chega para impulsionar a qualidade das discussões técnicas e estratégicas com um tema muito particular, ´Ciclo do Crédito e Cobrança - tão pouco tempo, tanto a fazer´.
"Será o principal evento do primeiro semestre dedicado a proporcionar uma real reflexão à cadeia produtiva de crédito e cobrança. Nosso objetivo é trazer e trocar conhecimentos, com cases referenciais para o mercado. Quem ganha com essa parceria é o setor", destaca o presidente da Witrisk, Fernando Manfio. Para ele, a junção agrega valor em termos de conteúdo prático e qualidade, além de acelerar o network e ganhar o apoio estratégico das mídias da editora - a Revista ClienteSA, o portal www.callcenter.inf.br e o www.portalcreditoecobranca.com.br.
O projeto contempla três dias de evento. Dois serão reservados para o congresso e um para a premiação das categorias Prêmio Personalidade ClienteSA, Prêmio ClienteSA e Prêmio de Excelência em gestão de risco Witrisk. Focado em um público com poder de decisão, é a aposta do diretor e publisher da ClienteSA, Vilnor Grube. "Nosso foco será sempre o da seletividade, como em tudo que temos feito. Por isso, esperamos reunir uma média de 600 profissionais. A nossa união não tem o objetivo simplista de integrar os eventos para ganhar escala. Estamos acelerando um movimento orientado à geração de competência. É o que mais os profissionais e as empresas nos cobram", justifica.
O Fórum Witrisk, com tradição nacional, é um projeto que busca trazer conteúdo mais prático e humano para a reflexão dos profissionais voltados ao negócio de risco massificado. Em junho de 2009, realizado na Fecomércio, em São Paulo, o fórum reuniu em dois dias cerca de 450 executivos com perfis de gestão nas mais diversas áreas. Com viés inovador verificado em todas as edições e com posicionamento de evento independente, o IV Congresso IRC+ é realizado pela divisão Conference da revista ClienteSA, especializada há mais de 10 anos na produção e organização de eventos de conteúdos relevantes ao mercado B2B. Em 2009, no Renaissance Hotel, em São Paulo, o evento uniu mais de 450 executivos em um único dia de congresso, junto com a noite de premiação de Personalidades e Prêmio IRC+. "Este público foi formado pelos principais líderes que compõem a indústria de concessão e recuperação de crédito em toda sua cadeia produtiva", explica Grube.
Dois dos principais congressos do Brasil voltados à indústria de concessão e recuperação de crédito do primeiro semestre do ano, o V Congresso ClienteSA IRC+ e o IV Fórum Witrisk, estão sendo unidos e repaginados como Encontro IRC+ Fórum Witrisk. Marcado para o final de maio, o evento chega para impulsionar a qualidade das discussões técnicas e estratégicas com um tema muito particular, ´Ciclo do Crédito e Cobrança - tão pouco tempo, tanto a fazer´.
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| Fernando Manfio |
O projeto contempla três dias de evento. Dois serão reservados para o congresso e um para a premiação das categorias Prêmio Personalidade ClienteSA, Prêmio ClienteSA e Prêmio de Excelência em gestão de risco Witrisk. Focado em um público com poder de decisão, é a aposta do diretor e publisher da ClienteSA, Vilnor Grube. "Nosso foco será sempre o da seletividade, como em tudo que temos feito. Por isso, esperamos reunir uma média de 600 profissionais. A nossa união não tem o objetivo simplista de integrar os eventos para ganhar escala. Estamos acelerando um movimento orientado à geração de competência. É o que mais os profissionais e as empresas nos cobram", justifica.
O Fórum Witrisk, com tradição nacional, é um projeto que busca trazer conteúdo mais prático e humano para a reflexão dos profissionais voltados ao negócio de risco massificado. Em junho de 2009, realizado na Fecomércio, em São Paulo, o fórum reuniu em dois dias cerca de 450 executivos com perfis de gestão nas mais diversas áreas. Com viés inovador verificado em todas as edições e com posicionamento de evento independente, o IV Congresso IRC+ é realizado pela divisão Conference da revista ClienteSA, especializada há mais de 10 anos na produção e organização de eventos de conteúdos relevantes ao mercado B2B. Em 2009, no Renaissance Hotel, em São Paulo, o evento uniu mais de 450 executivos em um único dia de congresso, junto com a noite de premiação de Personalidades e Prêmio IRC+. "Este público foi formado pelos principais líderes que compõem a indústria de concessão e recuperação de crédito em toda sua cadeia produtiva", explica Grube.
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23 de dez. de 2010
BOA VISTA IRÁ COMPETIR COM SERASA EM SERVIÇOS DE CRÉDITO
jornal DCI 23/12/2010 - Flávia Milhassi
O mercado brasileiro contará, a partir do primeiro trimestre de 2011, com o início das operações da Boa Vista Serviços, que prestará serviços de gestão de finanças e crédito à rede varejista nacional.
Criada por meio de um fundo de private equity da TMG Capital em parceria com a Associação Comercial de São Paulo (ACSP), a nova instituição assume o Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC) e conta com participação acionária do o Clube dos Dirigentes Lojistas do Rio de Janeiro, a Associação Comercial do Paraná e a Câmara dos Dirigentes Lojistas de Porto Alegre.
Segundo o presidente da Boa Vista, Dorival Dourado, ex-Experian, em entrevista ao DCI informou que a empresa foi desenhada pela ACSP primeiramente como uma empresa de capital fechado. "São cinco sócios, a TMG fez uma aquisição de ações na nova companhia, essa S.S.A de capital fechado desenhado pela associação comercial", explica.
Com investimento de R$ 220 milhões, feito pela TMG, atualmente a Boa Vista está avaliada em R$ 880 milhões, o que representa 25% da sociedade nas mãos do fundo de investimentos.
Segundo os representantes da empresa que estiveram reunidos ontem com a imprensa, a intenção é a ampliação e a profissionalização dos serviços já oferecidos pela SCPC, e incomodar a concorrência. O mercado conta atualmente com a Equifax americana e a Serasa Experian.
Para Luiz Francisco Viana, sócio-diretor da TMG Capital, além dos tradicionais serviços, a ideia da nova empresa é ir mais a fundo no setor de crédito e possivelmente criar kits de private label a rede varejista brasileira. " Podemos oferecer aos pequenos varejistas dinheiro plástico, com a criação de kits. Tudo isso para modernizar o mercado de crédito que é crescente no País", explica o empresário da TMG.
Quando questionado sobre uma possível atuação fora do mercado nacional, Vianna disse que primeiramente era preciso ganhar espaço no mercado nacional para depois investir em paises vizinhos.
A Boa Vista Serviço, nasce no mercado com alguma segurança, pois já reúne informações comerciais de mais de 130 milhões de consumidores e empresas de variados segmentos atuantes em solo nacional. Para os empresários responsáveis pela empresa, a Boa Vista será uma forma mais rápida e segura de se conseguir informações comerciais, pelo varejo brasileiro e pelos bancos. "Nosso objetivo é de se tornar um competidor relevante no mercado, baseado nas melhores praticas, com modelo de gestão inovador, com respeito a governança corporativa", explica o presidente da Boa Vista.
Dorival Dourado, quando questionado sobre a possibilidade de uma futura oferta inicial de ações, (IPO, na sigla em inglês), afirmou que essa não é a intenção inicial da Boa Vista. "A empresa não nasce com o objetivo de fazer IPOs, ou seja, os sócios podem planejar para o futuro um evento de liquidez. Nascemos com o objetivo de se tornar um competidor relevante no mercado, baseado nas melhores praticas, com modelo de gestão inovador, com respeito a governança corporativa e regras claras. Se isso nos credenciar no futuro para sermos uma noiva bonita para o mercado será interessante."
O mercado brasileiro contará, a partir do primeiro trimestre de 2011, com o início das operações da Boa Vista Serviços, que prestará serviços de gestão de finanças e crédito à rede varejista nacional.
Criada por meio de um fundo de private equity da TMG Capital em parceria com a Associação Comercial de São Paulo (ACSP), a nova instituição assume o Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC) e conta com participação acionária do o Clube dos Dirigentes Lojistas do Rio de Janeiro, a Associação Comercial do Paraná e a Câmara dos Dirigentes Lojistas de Porto Alegre.
Segundo o presidente da Boa Vista, Dorival Dourado, ex-Experian, em entrevista ao DCI informou que a empresa foi desenhada pela ACSP primeiramente como uma empresa de capital fechado. "São cinco sócios, a TMG fez uma aquisição de ações na nova companhia, essa S.S.A de capital fechado desenhado pela associação comercial", explica.
Com investimento de R$ 220 milhões, feito pela TMG, atualmente a Boa Vista está avaliada em R$ 880 milhões, o que representa 25% da sociedade nas mãos do fundo de investimentos.
Segundo os representantes da empresa que estiveram reunidos ontem com a imprensa, a intenção é a ampliação e a profissionalização dos serviços já oferecidos pela SCPC, e incomodar a concorrência. O mercado conta atualmente com a Equifax americana e a Serasa Experian.
Para Luiz Francisco Viana, sócio-diretor da TMG Capital, além dos tradicionais serviços, a ideia da nova empresa é ir mais a fundo no setor de crédito e possivelmente criar kits de private label a rede varejista brasileira. " Podemos oferecer aos pequenos varejistas dinheiro plástico, com a criação de kits. Tudo isso para modernizar o mercado de crédito que é crescente no País", explica o empresário da TMG.
Quando questionado sobre uma possível atuação fora do mercado nacional, Vianna disse que primeiramente era preciso ganhar espaço no mercado nacional para depois investir em paises vizinhos.
A Boa Vista Serviço, nasce no mercado com alguma segurança, pois já reúne informações comerciais de mais de 130 milhões de consumidores e empresas de variados segmentos atuantes em solo nacional. Para os empresários responsáveis pela empresa, a Boa Vista será uma forma mais rápida e segura de se conseguir informações comerciais, pelo varejo brasileiro e pelos bancos. "Nosso objetivo é de se tornar um competidor relevante no mercado, baseado nas melhores praticas, com modelo de gestão inovador, com respeito a governança corporativa", explica o presidente da Boa Vista.
Dorival Dourado, quando questionado sobre a possibilidade de uma futura oferta inicial de ações, (IPO, na sigla em inglês), afirmou que essa não é a intenção inicial da Boa Vista. "A empresa não nasce com o objetivo de fazer IPOs, ou seja, os sócios podem planejar para o futuro um evento de liquidez. Nascemos com o objetivo de se tornar um competidor relevante no mercado, baseado nas melhores praticas, com modelo de gestão inovador, com respeito a governança corporativa e regras claras. Se isso nos credenciar no futuro para sermos uma noiva bonita para o mercado será interessante."
25 de out. de 2010
NOVA EMPRESA DE PROTEÇÃO AO CRÉDITO É AVALIADA EM R$ 1 BI
jornal Valor Econômico 25/10/2010 - Aline Lima e Carolina Mandl
Com cinco meses de atraso, a nova empresa do mercado de análise de crédito a ser formada a partir da transformação do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC) em sociedade anônima deve ser lançada em novembro. Batizada de Boa Vista Serviços (BVS), a companhia está sendo avaliada em cerca de R$ 1bilhão, segundo apurou o Valor. A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) ficaria com 65% das ações e o fundo de private equity da gestora TMG, com 25%. O capital restante de 10% seria dividido entre o Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro, a Associação Comercial do Paraná e a Câmara de Dirigentes Lojistas de Porto Alegre.
A ideia de transformar o SCPC em empresa a partir da reunião dos bancos de dados dessas associações tem por objetivo fazer frente ao avanço da concorrência, especialmente da Serasa, que em junho de 2007 vendeu 65% de seu capital para a irlandesa Experian, por R$ 2,3 bilhões. Hoje, a Serasa Experian detém 60% de participação de mercado, enquanto o SCPC tem uma fatia de 22%.
Mas o plano de criação da Boa Vista tem enfrentado a resistência dos próprios parceiros envolvidos no projeto. O imbróglio já compromete o cronograma do empreendimento, que estava previsto para ser lançado no início de junho, quando seria finalizado o processo de "due dilligence".
As divergências internas despontam em diferentes frentes, e vão desde o receio dos funcionários das entidades de perder seus postos até ações formalizadas de rejeição ao projeto. A participação da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Porto Alegre na sociedade, por exemplo, está sendo contestada pela Federação do Rio Grande do Sul (FCDL), que reúne as entidades do Estado, num movimento que pode se espalhar por todo o país.
Procuradas, as associações de Paraná, Porto Alegre e Rio de Janeiro informaram que o porta-voz é a Associação Comercial de São Paulo - que, por sua vez, não comenta o assunto. A gestora TMG disse que não iria comentar o assunto.
Por ceder suas bases de dados, que migrariam para a nova SCPC, caberia à associação do Rio de Janeiro R$ 32 milhões, à do Paraná, R$ 25 milhões, e à de Porto Alegre, R$ 16 milhões. Cada valor foi calculado de acordo com o volume de informações comportado por cada uma delas. As quantias deverão ser pagas tanto em dinheiro como em ações.
O Valor apurou também que o volume de recursos a ser aportada pela TMG, calculado em R$ 277 milhões, ficou superior ao montante que o fundo pretendia desembolsar inicialmente. Por isso, o TMG estaria conversando com alguns investidores para que entrassem com mais dinheiro. O fundo levantado recentemente pela TMG é de US$ 275 milhões.
Mas são justamente esses bancos regionais de informações, que contêm o histórico de crédito de milhões de pessoas, o motivo em torno do qual se criou um racha interno entre os parceiros do projeto. "Qual vai ser o preço dessa informação depois que o serviço passar das mãos das entidades para uma empresa privada? Ninguém sabe", reclama Vítor Augusto Kock, presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul. "Será que vamos ter de pagar mais por um banco de dados que nós mesmos alimentamos", questiona ele.
Se antes de fazer sua estreia no mercado a Boa Vista já enfrenta a desconfiança das próprias entidades lojistas, a situação não deverá ficar mais confortável quando a empresa começar a atuar. Para disputar mercado em pé de igualdade com a Serasa Experian, especialistas alertam para a necessidade de atualização dos equipamentos e sistemas utilizados atualmente pelo SCPC. Em conversa recente com o economista da Associação Comercial de São Paulo, Marcel Solimeo, ocorrida em julho deste ano, ele afirmou que os investimentos na nova empresa só seriam avaliados depois que a Boa Vista começasse, de fato, a operar.
Na mesma ocasião, Solimeo defendeu a necessidade de recrutar profissionais para a nova empresa. "Nosso quadro é competente, mas foi formado dentro de uma entidade", ponderou. "Não se trata de falta de conhecimento de mercado, mas de mentalidade empresarial."
Gaúchos resistem à criação da Boa Vista
O varejo do gaúcho está dividido. Na última quinta-feira, a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS) decidiu, em assembleia extraordinária, proibir seu braço de Porto Alegre de negociar ou transferir o banco de dados do SPC gaúcho. A medida vai de encontro aos planos de criação da Boa Vista Serviços (BSV), empresa do mercado de análise de crédito resultante da transformação do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC) em sociedade anônima. Dessa forma, a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Porto Alegre, uma das sócias da Boa Vista, se desfiliou da federação.
Vítor Augusto Kock, presidente da federação gaúcha, alega que boa parte das informações contida no banco de dados da CDL de Porto Alegre pertence às demais 185 câmaras dos municípios do Rio Grande do Sul, que contrataram a entidade da capital para gerir toda a base de dados. "Estão comercializando algo que não lhes pertence", diz. "Estamos inconformados e vamos buscar reverter essa situação."
Uma das principais preocupações da federação gira em torno do preço das consultas para os associados. Com a criação da Boa Vista, Kock avalia que os custos de acesso à base de dados possam aumentar, sendo que esse cadastro foi constituído ao longo das últimas décadas com informações de vendas a prazo passadas por esses mesmos lojistas associados.
No dia 25 de agosto, a federação já havia notificado extra-judicialmente todos os sócios da Boa Vista - a Associação Comercial de São Paulo (ACSP), a gestora de fundo de private equity TMG, o Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro, a Associação Comercial do Paraná e a CDL de Porto Alegre -, informando que a base de dados da CDL de Porto Alegre não estava à venda.
Procuradas, as associações de Porto Alegre, Paraná e Rio de Janeiro informaram que o porta-voz é a Associação Comercial de São Paulo. Por meio de sua assessoria de imprensa, a ACSP afirmou que "essa notificação é extemporânea e, por isso, não mereceu resposta".
O receio, agora, é que essas divergências se espalhem para as associações do resto do país. "Todos os lojistas, quando tomarem conhecimento do que está acontecendo, ficarão insatisfeitos", avisa Kock. Caso tal reação se concretize, dificultaria o objetivo da Boa Vista de atuar em âmbito nacional e fazer frente à concorrência da multinacional Serasa Experian.
Segundo uma fonte do setor, caberá à Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) ter habilidade para administrar a crise instaurada e frear possíveis desdobramentos nocivos ao projeto de criação da Boa Vista. Nos bastidores, tanto os lojistas gaúchos como os sócios da Boa Vista procuram, em outras regiões do país, alternativas de parcerias.
Em meio a essa disputa está a Rede Nacional de Informações Comerciais (Renic), um convênio formado por SPCs de 12 Estados que visa ao compartilhamento de suas bases de dados. Resta saber, agora, qual vantagem será oferecida àquelas entidades de lojistas que ficaram de fora do projeto da Boa Vista, para que resistência à nova empresa não aumente ainda mais.
Com cinco meses de atraso, a nova empresa do mercado de análise de crédito a ser formada a partir da transformação do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC) em sociedade anônima deve ser lançada em novembro. Batizada de Boa Vista Serviços (BVS), a companhia está sendo avaliada em cerca de R$ 1bilhão, segundo apurou o Valor. A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) ficaria com 65% das ações e o fundo de private equity da gestora TMG, com 25%. O capital restante de 10% seria dividido entre o Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro, a Associação Comercial do Paraná e a Câmara de Dirigentes Lojistas de Porto Alegre.
A ideia de transformar o SCPC em empresa a partir da reunião dos bancos de dados dessas associações tem por objetivo fazer frente ao avanço da concorrência, especialmente da Serasa, que em junho de 2007 vendeu 65% de seu capital para a irlandesa Experian, por R$ 2,3 bilhões. Hoje, a Serasa Experian detém 60% de participação de mercado, enquanto o SCPC tem uma fatia de 22%.
Mas o plano de criação da Boa Vista tem enfrentado a resistência dos próprios parceiros envolvidos no projeto. O imbróglio já compromete o cronograma do empreendimento, que estava previsto para ser lançado no início de junho, quando seria finalizado o processo de "due dilligence".
As divergências internas despontam em diferentes frentes, e vão desde o receio dos funcionários das entidades de perder seus postos até ações formalizadas de rejeição ao projeto. A participação da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Porto Alegre na sociedade, por exemplo, está sendo contestada pela Federação do Rio Grande do Sul (FCDL), que reúne as entidades do Estado, num movimento que pode se espalhar por todo o país.
Procuradas, as associações de Paraná, Porto Alegre e Rio de Janeiro informaram que o porta-voz é a Associação Comercial de São Paulo - que, por sua vez, não comenta o assunto. A gestora TMG disse que não iria comentar o assunto.
Por ceder suas bases de dados, que migrariam para a nova SCPC, caberia à associação do Rio de Janeiro R$ 32 milhões, à do Paraná, R$ 25 milhões, e à de Porto Alegre, R$ 16 milhões. Cada valor foi calculado de acordo com o volume de informações comportado por cada uma delas. As quantias deverão ser pagas tanto em dinheiro como em ações.
O Valor apurou também que o volume de recursos a ser aportada pela TMG, calculado em R$ 277 milhões, ficou superior ao montante que o fundo pretendia desembolsar inicialmente. Por isso, o TMG estaria conversando com alguns investidores para que entrassem com mais dinheiro. O fundo levantado recentemente pela TMG é de US$ 275 milhões.
Mas são justamente esses bancos regionais de informações, que contêm o histórico de crédito de milhões de pessoas, o motivo em torno do qual se criou um racha interno entre os parceiros do projeto. "Qual vai ser o preço dessa informação depois que o serviço passar das mãos das entidades para uma empresa privada? Ninguém sabe", reclama Vítor Augusto Kock, presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul. "Será que vamos ter de pagar mais por um banco de dados que nós mesmos alimentamos", questiona ele.
Se antes de fazer sua estreia no mercado a Boa Vista já enfrenta a desconfiança das próprias entidades lojistas, a situação não deverá ficar mais confortável quando a empresa começar a atuar. Para disputar mercado em pé de igualdade com a Serasa Experian, especialistas alertam para a necessidade de atualização dos equipamentos e sistemas utilizados atualmente pelo SCPC. Em conversa recente com o economista da Associação Comercial de São Paulo, Marcel Solimeo, ocorrida em julho deste ano, ele afirmou que os investimentos na nova empresa só seriam avaliados depois que a Boa Vista começasse, de fato, a operar.
Na mesma ocasião, Solimeo defendeu a necessidade de recrutar profissionais para a nova empresa. "Nosso quadro é competente, mas foi formado dentro de uma entidade", ponderou. "Não se trata de falta de conhecimento de mercado, mas de mentalidade empresarial."
Gaúchos resistem à criação da Boa Vista
O varejo do gaúcho está dividido. Na última quinta-feira, a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS) decidiu, em assembleia extraordinária, proibir seu braço de Porto Alegre de negociar ou transferir o banco de dados do SPC gaúcho. A medida vai de encontro aos planos de criação da Boa Vista Serviços (BSV), empresa do mercado de análise de crédito resultante da transformação do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC) em sociedade anônima. Dessa forma, a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Porto Alegre, uma das sócias da Boa Vista, se desfiliou da federação.
Vítor Augusto Kock, presidente da federação gaúcha, alega que boa parte das informações contida no banco de dados da CDL de Porto Alegre pertence às demais 185 câmaras dos municípios do Rio Grande do Sul, que contrataram a entidade da capital para gerir toda a base de dados. "Estão comercializando algo que não lhes pertence", diz. "Estamos inconformados e vamos buscar reverter essa situação."
Uma das principais preocupações da federação gira em torno do preço das consultas para os associados. Com a criação da Boa Vista, Kock avalia que os custos de acesso à base de dados possam aumentar, sendo que esse cadastro foi constituído ao longo das últimas décadas com informações de vendas a prazo passadas por esses mesmos lojistas associados.
No dia 25 de agosto, a federação já havia notificado extra-judicialmente todos os sócios da Boa Vista - a Associação Comercial de São Paulo (ACSP), a gestora de fundo de private equity TMG, o Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro, a Associação Comercial do Paraná e a CDL de Porto Alegre -, informando que a base de dados da CDL de Porto Alegre não estava à venda.
Procuradas, as associações de Porto Alegre, Paraná e Rio de Janeiro informaram que o porta-voz é a Associação Comercial de São Paulo. Por meio de sua assessoria de imprensa, a ACSP afirmou que "essa notificação é extemporânea e, por isso, não mereceu resposta".
O receio, agora, é que essas divergências se espalhem para as associações do resto do país. "Todos os lojistas, quando tomarem conhecimento do que está acontecendo, ficarão insatisfeitos", avisa Kock. Caso tal reação se concretize, dificultaria o objetivo da Boa Vista de atuar em âmbito nacional e fazer frente à concorrência da multinacional Serasa Experian.
Segundo uma fonte do setor, caberá à Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) ter habilidade para administrar a crise instaurada e frear possíveis desdobramentos nocivos ao projeto de criação da Boa Vista. Nos bastidores, tanto os lojistas gaúchos como os sócios da Boa Vista procuram, em outras regiões do país, alternativas de parcerias.
Em meio a essa disputa está a Rede Nacional de Informações Comerciais (Renic), um convênio formado por SPCs de 12 Estados que visa ao compartilhamento de suas bases de dados. Resta saber, agora, qual vantagem será oferecida àquelas entidades de lojistas que ficaram de fora do projeto da Boa Vista, para que resistência à nova empresa não aumente ainda mais.
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