jornal DCI 08/12/2011 – Panorama Brasil
Serasa Experian, Boa Vista e Fico, gigantes de informações de crédito, aceleram parcerias com bancos e lojistas, à espera da regulamentação do cadastro positivo, sistema que permite a bons pagadores tomar crédito com juros mais baixos.
A Serasa, que revelou a primeira parceria com a financeira Omni (com início em janeiro) para financiamento de veículos usados, diz ter acordos com bancos que serão conhecidos após a regulamentação do assunto pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), nas próximas semanas. Ao mesmo tempo, diz estar cadastrando mais de mil pessoas por dia interessadas em ter acesso a financiamentos de custos menores.
"Com a regulamentação pelo CMN, a velocidade dos acordos deve se intensificar", diz Ricardo Loureiro, presidente-executivo da Serasa Experian.
A Boa Vista Serviços, controlada pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) já está fazendo "experimentos" com grandes varejistas, especialmente para financiar a compra de bens de consumo nas vendas de fim de ano. E interessados não faltam.
"Já temos um banco de dados com o perfil de algumas dezenas de milhares de pessoas", disse o presidente da companhia, Dorival Dourado.
Enquanto isso, a norte-americana Fico, uma das maiores desenvolvedoras de produtos de análise de risco de crédito do mundo, está prospectando parcerias no setor no país, cuja fatia das receitas na América Latina espera elevar de um terço para metade nos próximos anos.
A avaliação da companhia é de que, apesar da atual desaceleração do crédito no Brasil, a tendência é que o ritmo dos empréstimos volte a acelerar no médio prazo, dada a combinação de eventos esportivos internacionais e investimentos em infraestrutura previstos para os próximos anos, que devem se refletir em maior demanda por financiamentos.
"Qualquer desaceleração no crédito no Brasil é temporária", disse Andreas Suma, diretor da Fico para América Latina.
O plano da companhia, que já foi parceira da Boa Vista, antes desta se fundir com a Equifax, é formar parcerias para operar principalmente nos mercados de cartões de crédito e veículos.
A movimentação, seis meses após a presidente Dilma Rousseff ter aprovado o projeto que criou o cadastro positivo, vem na esteira de uma disparada do crédito. Segundo os dados do Banco Central, o estoque de crédito do sistema atingiu 48,5 por cento do PIB brasileiro em outubro, uma alta de mais de 10 pontos percentuais em relação a 2008. Parte dessa escalada deveu-se justamente ao incentivo do governo para incentivar o consumo - baixando juros e impostos -, como meio de amenizar os efeitos da crise internacional na economia doméstica.
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13 de dez. de 2011
4 de dez. de 2011
SOLUÇÃO MELHORA DESEMPENHO DOS BANCOS
portal Cliente SA 21/11/2011
A Fico anunciou o lançamento do Fico Model Central Solution, um produto criado para ajudar instituições financeiras a maximizar o potencial de seus modelos preditivos, e também para atender as regulamentações mais rígidas no aspecto de gerenciamento de modelos. A ferramenta também pode ser usada por empresas de outros segmentos, como seguradoras, varejo, saúde, entre outras.
A solução apresenta um painel de gerenciamento da integridade geral de modelos cuja função é alertar os funcionários quanto a quedas no desempenho, de modo que eles possam tomar medidas antes que as decisões de negócios sejam afetadas. A solução cria ainda processos personalizados, simplificando o gerenciamento e o monitoramento de modelos, que podem chegar a milhares em se tratando de grandes financeiras, bem como gerar novos modelos com rapidez e eficiência (até 50% mais rápidos), aumentado o time-to-value (prazo de maturação) e o retorno sobre o investimento.
A Fico anunciou o lançamento do Fico Model Central Solution, um produto criado para ajudar instituições financeiras a maximizar o potencial de seus modelos preditivos, e também para atender as regulamentações mais rígidas no aspecto de gerenciamento de modelos. A ferramenta também pode ser usada por empresas de outros segmentos, como seguradoras, varejo, saúde, entre outras.
A solução apresenta um painel de gerenciamento da integridade geral de modelos cuja função é alertar os funcionários quanto a quedas no desempenho, de modo que eles possam tomar medidas antes que as decisões de negócios sejam afetadas. A solução cria ainda processos personalizados, simplificando o gerenciamento e o monitoramento de modelos, que podem chegar a milhares em se tratando de grandes financeiras, bem como gerar novos modelos com rapidez e eficiência (até 50% mais rápidos), aumentado o time-to-value (prazo de maturação) e o retorno sobre o investimento.
20 de nov. de 2011
FICO LANÇA NOVA VERSÃO DO BLAZE ADVISOR PARA OTIMIZAR RESULTADOS
portal Executivos Financeiros 03/11/2011
O Fico™ Blaze Advisor® chega a versão 7, com recursos inovadores de visualização, anunciou a Fico no último dia 1º. Com o Fico Blaze Advisor, os usuários podem projetar, implementar, executar e manter regras de negócio e políticas como parte de uma aplicação de negócios automatizados com facilidade.
Com a nova versão, as organizações poderão desenvolver e implementar serviços de decisão baseados em regras para otimizar a agilidade e o desempenho financeiro.
O sistema gerenciador de regras de negócios possui o Decision Graph, uma novidade que permite uma comparação visual avançada das decisões, para simplificar a complexidade inerente à lógica da tomada de decisão e atende às exigências normativas.
No Decision Graph, o gerenciamento de decisões se dá em forma de árvore, que simplifica o gerenciamento e a explicação até mesmo do conjunto mais complexo de regras. As árvores de decisões podem atingir 10 mil nós ou mais.
Segundo a Fico, o novo recurso é especialmente útil ao crescente número de empresas que precisam explicar sua lógica decisória a auditores e reguladores externos ou mesmo a colaboradores internos.
A Fico explica também que a tecnologia patenteada algoritmos sofisticados que simplificam árvores. Os nós de decisões podem ter a ordem alterada. Através da teoria de gráfico, os usuários podem reduzir consideravelmente as árvores e identificar o número mínimo dos nós de decisões necessários à representação da mesma lógica.
Se houver uma parte da árvore mais revelante, ela poderá ser enfatizada. Uma avaliação do impacto causado por alteração poderá ser feito por uma análise dinâmca. A rentabilidade de clientes pode ser vista, através de exame de uma determinada ramificação de uma árvore de decisão.
De acordo com a Fico, a ferramenta é avançada, intuitiva e reduz erros porque remove a complexidade e produz melhorias estratégicas, contribuindo diretamente com os resultados financeiros. "O gerenciamento de regras de negócios fornece uma plataforma compartilhada para CIOs e gerentes comerciais, cujo objetivo é ajudar as empresas a se manterem competitivas", disse Jim Sinur, vice-presidente da Gartner Research e especialista em sistemas de gerenciamento de regras de negócios. Mais informações no site.
O Fico™ Blaze Advisor® chega a versão 7, com recursos inovadores de visualização, anunciou a Fico no último dia 1º. Com o Fico Blaze Advisor, os usuários podem projetar, implementar, executar e manter regras de negócio e políticas como parte de uma aplicação de negócios automatizados com facilidade.
Com a nova versão, as organizações poderão desenvolver e implementar serviços de decisão baseados em regras para otimizar a agilidade e o desempenho financeiro.
O sistema gerenciador de regras de negócios possui o Decision Graph, uma novidade que permite uma comparação visual avançada das decisões, para simplificar a complexidade inerente à lógica da tomada de decisão e atende às exigências normativas.
No Decision Graph, o gerenciamento de decisões se dá em forma de árvore, que simplifica o gerenciamento e a explicação até mesmo do conjunto mais complexo de regras. As árvores de decisões podem atingir 10 mil nós ou mais.
Segundo a Fico, o novo recurso é especialmente útil ao crescente número de empresas que precisam explicar sua lógica decisória a auditores e reguladores externos ou mesmo a colaboradores internos.
A Fico explica também que a tecnologia patenteada algoritmos sofisticados que simplificam árvores. Os nós de decisões podem ter a ordem alterada. Através da teoria de gráfico, os usuários podem reduzir consideravelmente as árvores e identificar o número mínimo dos nós de decisões necessários à representação da mesma lógica.
Se houver uma parte da árvore mais revelante, ela poderá ser enfatizada. Uma avaliação do impacto causado por alteração poderá ser feito por uma análise dinâmca. A rentabilidade de clientes pode ser vista, através de exame de uma determinada ramificação de uma árvore de decisão.
De acordo com a Fico, a ferramenta é avançada, intuitiva e reduz erros porque remove a complexidade e produz melhorias estratégicas, contribuindo diretamente com os resultados financeiros. "O gerenciamento de regras de negócios fornece uma plataforma compartilhada para CIOs e gerentes comerciais, cujo objetivo é ajudar as empresas a se manterem competitivas", disse Jim Sinur, vice-presidente da Gartner Research e especialista em sistemas de gerenciamento de regras de negócios. Mais informações no site.
2 de nov. de 2011
FICO ESTÁ ENTRE OS MAIORES FORNECEDORES GLOBAIS DE TECNOLOGIA FINANCEIRA
portal Maxpress 24/10/2011
Fair Isaac Corporation (NYSE: FICO), a empresa líder em modelos analíticos e tecnologia de gerenciamento de decisões, anunciou hoje que foi classificada em 27º lugar na FinTech 100 2011, que foi apresentada na BAI Retail Delivery Conference (Conferência de Distribuição no Varejo BAI) em Chicago. A FICO está agora há oito anos seguidos na FinTech 100, ressaltando o compromisso contínuo da empresa e as contribuições para os setores bancário e de seguros.
FinTech 100 é um ranking anual dos 100 maiores fornecedores globais de aplicativos/serviços no mercado de serviços financeiros compilado pelo American Banker, pelo IDC Financial Insights e pelo Bank Technology News (BTN). As empresas presentes na FinTech 100 devem ter pelo menos um terço de sua receita proveniente do setor de serviços financeiros e ser categorizadas e avaliadas com base nas receitas de final do ano civil e na porcentagem de receitas exclusivamente atribuídas aos serviços financeiros. O ranking foi publicado na edição do dia 12 de outubro do American Banker e na edição de outubro do BTN.
"A volatilidade econômica e as leis em evolução, entre outras forças, têm tornado o crescimento lucrativo extremamente importante para as organizações de serviços financeiros", disse o Dr. Mark Greene, CEO da FICO. "Acreditamos muito na adoção de abordagens inovadoras para vencer esses desafios, particularmente o uso da ciência de análise preditiva para se tomar decisões mais inteligentes. Consideramos nossa inclusão na FinTech 100 outro indicador de que as pontuações, as ferramentas e os aplicativos líderes de setor da FICO estarão atendendo às necessidades de nossos clientes agora e no futuro."
Fair Isaac Corporation (NYSE: FICO), a empresa líder em modelos analíticos e tecnologia de gerenciamento de decisões, anunciou hoje que foi classificada em 27º lugar na FinTech 100 2011, que foi apresentada na BAI Retail Delivery Conference (Conferência de Distribuição no Varejo BAI) em Chicago. A FICO está agora há oito anos seguidos na FinTech 100, ressaltando o compromisso contínuo da empresa e as contribuições para os setores bancário e de seguros.
FinTech 100 é um ranking anual dos 100 maiores fornecedores globais de aplicativos/serviços no mercado de serviços financeiros compilado pelo American Banker, pelo IDC Financial Insights e pelo Bank Technology News (BTN). As empresas presentes na FinTech 100 devem ter pelo menos um terço de sua receita proveniente do setor de serviços financeiros e ser categorizadas e avaliadas com base nas receitas de final do ano civil e na porcentagem de receitas exclusivamente atribuídas aos serviços financeiros. O ranking foi publicado na edição do dia 12 de outubro do American Banker e na edição de outubro do BTN.
"A volatilidade econômica e as leis em evolução, entre outras forças, têm tornado o crescimento lucrativo extremamente importante para as organizações de serviços financeiros", disse o Dr. Mark Greene, CEO da FICO. "Acreditamos muito na adoção de abordagens inovadoras para vencer esses desafios, particularmente o uso da ciência de análise preditiva para se tomar decisões mais inteligentes. Consideramos nossa inclusão na FinTech 100 outro indicador de que as pontuações, as ferramentas e os aplicativos líderes de setor da FICO estarão atendendo às necessidades de nossos clientes agora e no futuro."
14 de jul. de 2011
FICO E CÍRCULO DE CRÉDITO LEVAM SISTEMA LÍDER MUNDIAL A FINANCEIRAS MEXICANAS
portal CardClipping
A FICO, empresa líder em modelos analíticos e tecnologia de gerenciamento de decisões, anunciou que a Círculo de Crédito, empresa de informações de crédito que mais cresce no México, vai oferecer o FICO® Scores a seus clientes do sistema financeiro ainda em 2011.
Os dados de crédito da Círculo de Crédito serão analisados com o objetivo de fornecer um resumo daquele momento do risco de crédito de cada consumidor. A FICO desenvolveu os modelos de pontuação para a Círculo de Crédito com base em uma profunda análise dos padrões de crédito do México e em dados fornecidos pelas financeiras mexicanas.
Gustavo Lacroix, CEO da Círculo de Crédito, declarou que, tendo sua empresa uma excelente reputação entre as instituições financeiras mexicanas, era natural que escolhesse o fornecedor líder de mercado para dar a seus clientes a avaliação de risco mais acurada possível.
O FICO® Scores classifica os consumidores por risco de crédito e é usado por milhares de instituições financeiras que precisam tornar o gerenciamento de decisões de risco, de marketing e mesmo de cobrança mais consistente e confiável. Usando o FICO® Scores para customizar melhor a oferta de produtos de crédito ao perfil individual de risco dos consumidores, as instituições podem aumentar seu market share com segurança, reduzindo sua exposição ao risco e melhorando seus lucros.
"O FICO Scores tem tido um efeito transformador sobre muitos mercados de crédito e esperamos o mesmo no México", disse Greg Pelling, vice-presidente executivo para Scores e Analíticos da FICO. "Nossos modelos analíticos, combinados com os dados da Círculo de Crédito, dão às financeiras a oportunidade de tomar decisões de crédito de forma mais rápida e inteligente. Ao melhorar o gerenciamento de riscos e o acesso ao crédito, o FICO Scores na Círculo de Crédito vai ajudar não só individualmente às financeiras, mas também seus clientes e à própria economia mexicana ".
"Com o FICO Scores, a Círculo de Crédito será capaz de agregar enorme valor a seus clientes atuais e futuros", explicou Andreas Suma, diretor sênior da FICO para a América Latina. "Em parceria com a Círculo de Crédito, a FICO poderá melhor servir a comunidade mexicana de financiamentos ao longo de todo o ciclo de vida de crédito do consumidor, desde marketing e originações a gerenciamento de contas e cobranças. Estamos muito animados em participar ainda mais da comunidade financeira no México, onde já trabalhamos com muitas instituições, incluindo 8 dos 10 maiores bancos. "
Após seis anos de operações no México, a Círculo de Crédito tem uma grande penetração em todos os segmentos de crédito, graças a um banco de dados abrangente e confiável que pode agregar um grande valor ao reduzir a exposição dos clientes ao risco de crédito. A empresa fornece informações de crédito semanais, quinzenais e mensais, atualizadas por mais de 1.200 instituições de crédito em todo o território mexicano. Hoje, a Círculo de Crédito fornece informações de crédito a mais de 60 milhões de mexicanos e processa mais de 125 milhões de transações de crédito por ano.
Com mais de 10 bilhões de FICO® Scores utilizados mundialmente, em mais de 20 países nos cinco continentes, a solução tornou-se a medida padrão de risco de crédito em todo o mundo – está presente em nas 50 maiores instituições financeiras, nos 25 maiores emissores de cartão de crédito e nas financeiras de veículos dos Estados Unidos.
A FICO, empresa líder em modelos analíticos e tecnologia de gerenciamento de decisões, anunciou que a Círculo de Crédito, empresa de informações de crédito que mais cresce no México, vai oferecer o FICO® Scores a seus clientes do sistema financeiro ainda em 2011.
Os dados de crédito da Círculo de Crédito serão analisados com o objetivo de fornecer um resumo daquele momento do risco de crédito de cada consumidor. A FICO desenvolveu os modelos de pontuação para a Círculo de Crédito com base em uma profunda análise dos padrões de crédito do México e em dados fornecidos pelas financeiras mexicanas.
Gustavo Lacroix, CEO da Círculo de Crédito, declarou que, tendo sua empresa uma excelente reputação entre as instituições financeiras mexicanas, era natural que escolhesse o fornecedor líder de mercado para dar a seus clientes a avaliação de risco mais acurada possível.
O FICO® Scores classifica os consumidores por risco de crédito e é usado por milhares de instituições financeiras que precisam tornar o gerenciamento de decisões de risco, de marketing e mesmo de cobrança mais consistente e confiável. Usando o FICO® Scores para customizar melhor a oferta de produtos de crédito ao perfil individual de risco dos consumidores, as instituições podem aumentar seu market share com segurança, reduzindo sua exposição ao risco e melhorando seus lucros.
"O FICO Scores tem tido um efeito transformador sobre muitos mercados de crédito e esperamos o mesmo no México", disse Greg Pelling, vice-presidente executivo para Scores e Analíticos da FICO. "Nossos modelos analíticos, combinados com os dados da Círculo de Crédito, dão às financeiras a oportunidade de tomar decisões de crédito de forma mais rápida e inteligente. Ao melhorar o gerenciamento de riscos e o acesso ao crédito, o FICO Scores na Círculo de Crédito vai ajudar não só individualmente às financeiras, mas também seus clientes e à própria economia mexicana ".
"Com o FICO Scores, a Círculo de Crédito será capaz de agregar enorme valor a seus clientes atuais e futuros", explicou Andreas Suma, diretor sênior da FICO para a América Latina. "Em parceria com a Círculo de Crédito, a FICO poderá melhor servir a comunidade mexicana de financiamentos ao longo de todo o ciclo de vida de crédito do consumidor, desde marketing e originações a gerenciamento de contas e cobranças. Estamos muito animados em participar ainda mais da comunidade financeira no México, onde já trabalhamos com muitas instituições, incluindo 8 dos 10 maiores bancos. "
Após seis anos de operações no México, a Círculo de Crédito tem uma grande penetração em todos os segmentos de crédito, graças a um banco de dados abrangente e confiável que pode agregar um grande valor ao reduzir a exposição dos clientes ao risco de crédito. A empresa fornece informações de crédito semanais, quinzenais e mensais, atualizadas por mais de 1.200 instituições de crédito em todo o território mexicano. Hoje, a Círculo de Crédito fornece informações de crédito a mais de 60 milhões de mexicanos e processa mais de 125 milhões de transações de crédito por ano.
Com mais de 10 bilhões de FICO® Scores utilizados mundialmente, em mais de 20 países nos cinco continentes, a solução tornou-se a medida padrão de risco de crédito em todo o mundo – está presente em nas 50 maiores instituições financeiras, nos 25 maiores emissores de cartão de crédito e nas financeiras de veículos dos Estados Unidos.
28 de jun. de 2011
CHINA: EVERBRIGHT CONTRATA FICO NA GESTÃO DE CLIENTES DE CARTÃO
portal CardClipping
A FICO, líder no fornecimento de tecnologia de gestão e análise de decisão, anunciou que o China Everbright Bank escolheu o FICO TRIAD Manager Customer como o sistema de gestão de clientes para as suas operações de cartão de crédito.
O banco Bank está implementando TRIAD e estratégias relacionadas de negócios em um esforço para identificar boas oportunidades para cross-selling e para melhorar a resposta aos titulares de cartões, aumentando assim a satisfação do cliente.
O FICO TRIAD Manager Customer permite aos usuários desenharem e implementarem estratégias de decisão de crédito e atendimento a cliente para melhorar o desempenho da carteira, aumentando receitas e reduzindo a inadimplência. É o sistema de gestão de contas de crédito número um no mundo, sendo usado por 65% dos gestores de cartões de crédito.
Operando desde 1992, o China Everbright Bank tem operações em 45 cidades chinesas, bem como um escritório de representação em Hong Kong. Posicionado entre os dez maiores bancos do país, tinha 8,58 milhões de cartões de crédito em circulação no final de 2010, com crescimento de 34% sobre dezembro de 2009.
O banco já trabalhou com a FICO em projetos de gestão de risco, mas os projetos com o TRIAD marcam o primeiro compromisso na operação de cartão de crédito.
A FICO, líder no fornecimento de tecnologia de gestão e análise de decisão, anunciou que o China Everbright Bank escolheu o FICO TRIAD Manager Customer como o sistema de gestão de clientes para as suas operações de cartão de crédito.
O banco Bank está implementando TRIAD e estratégias relacionadas de negócios em um esforço para identificar boas oportunidades para cross-selling e para melhorar a resposta aos titulares de cartões, aumentando assim a satisfação do cliente.
O FICO TRIAD Manager Customer permite aos usuários desenharem e implementarem estratégias de decisão de crédito e atendimento a cliente para melhorar o desempenho da carteira, aumentando receitas e reduzindo a inadimplência. É o sistema de gestão de contas de crédito número um no mundo, sendo usado por 65% dos gestores de cartões de crédito.
Operando desde 1992, o China Everbright Bank tem operações em 45 cidades chinesas, bem como um escritório de representação em Hong Kong. Posicionado entre os dez maiores bancos do país, tinha 8,58 milhões de cartões de crédito em circulação no final de 2010, com crescimento de 34% sobre dezembro de 2009.
O banco já trabalhou com a FICO em projetos de gestão de risco, mas os projetos com o TRIAD marcam o primeiro compromisso na operação de cartão de crédito.
Marcadores:
análise de crédito,
CardClipping,
China Everbright Bank,
Fico,
Triad
15 de jun. de 2011
FICO MOSTRA SOLUÇÕES PARA TODAS AS ETAPAS DO CICLO DE CRÉDITO, PREVENÇÃO A FRAUDES E GERENCIAMENTO DE CLIENTES NO CIAB 2011
portal Fator Brasil 14/06/2011
A FICO (NYSE:FICO),empresa líder em modelos analíticos e tecnologia de gerenciamento de decisões, estará presente no maior evento da América Latina para o setor financeiro e de tecnologia, a vigésima primeira edição do Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras (CIAB).
Sob o tema "Tecnologia Além da Web", o congresso será realizado nos dias 15, 16 e 17 de junho, em São Paulo, e é organizado pela Febraban - Federação Brasileira de Bancos.
A FICO vai mostrar sua linha de soluções para gerenciamento de decisões, originações, gerenciamento de clientes, cobrança, prevenção a fraudes e modelos analíticos.
Os produtos FICO oferecem soluções para todas as etapas do ciclo de crédito, incluindo prevenção à fraude e gerenciamento de clientes. Eles estão presentes em 90% dos bancos líderes dos Estados Unidos, em quase 70 dos 100 maiores bancos do mundo e em 9 dos 10 maiores bancos da América Latina.
A FICO estará no estande da Bull (B24). As inscrições para o CIAB são gratuitas.
A FICO (NYSE:FICO),empresa líder em modelos analíticos e tecnologia de gerenciamento de decisões, estará presente no maior evento da América Latina para o setor financeiro e de tecnologia, a vigésima primeira edição do Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras (CIAB).
Sob o tema "Tecnologia Além da Web", o congresso será realizado nos dias 15, 16 e 17 de junho, em São Paulo, e é organizado pela Febraban - Federação Brasileira de Bancos.
A FICO vai mostrar sua linha de soluções para gerenciamento de decisões, originações, gerenciamento de clientes, cobrança, prevenção a fraudes e modelos analíticos.
Os produtos FICO oferecem soluções para todas as etapas do ciclo de crédito, incluindo prevenção à fraude e gerenciamento de clientes. Eles estão presentes em 90% dos bancos líderes dos Estados Unidos, em quase 70 dos 100 maiores bancos do mundo e em 9 dos 10 maiores bancos da América Latina.
A FICO estará no estande da Bull (B24). As inscrições para o CIAB são gratuitas.
Marcadores:
análise de crédito,
Bull,
cobrança,
Fico
8 de jun. de 2011
EUA: USO DE ANÁLISE DE CRÉDITO ALTERNATIVO ESTÁ CRESCENDO
portal CardClipping
A atenção de emissores de cartões de crédito e outros credores a avaliações de crédito através de dados e informações não fornecidos pelas três principais agências de crédito intensificou-se após a crise financeira. O movimento foi destacado por alguns como um excesso de confiança nos escores de crédito tradicionais. Umas poucas instituições estão avançando mais uma etapa e abertamente aderindo a esses dados.
O Capital One Financial Corp é um desses credores e observadores dizem que outros grandes bancos estão aumentando seus testes e avaliações por fontes de dados alternativas, caminhando para implementá-las em duas decisões de crédito diárias.
"Há definitivamente um grande apetite para o que eu definiria como informações não tradicionais em relatórios de crédito", diz John Ulzheimer, presidente do site de educação do consumidor SmartCredit.com. "Os credores perceberam que depender apenas do arquivo de informações de crédito tradicionais não é suficiente."
Fornecedores de dados alternativos, como a L2C Inc. e a PRBC Credit Reporting Agency, atuam há cerca de uma década. Eles reúnem informações que a Equifax, a Experian e a TransUnion normalmente não fazem, como o histórico de pagamento de contas de celulares, de serviços de utilidade pública, de créditos por um dia, além de dados se registros de propriedade e informações de emprego.
Estas empresas foram criadas para ajudar os provedores de telecomunicações, varejistas e outras empresas que concedem crédito a consumidores que tinham pouco ou nenhum histórico de crédito. No início, as grandes instituições de crédito se esquivaram de tais dados, porque os chamados consumidores com baixo relacionamento bancário (“underbanked”) não eram um público-alvo para muitos bancos. Além disso, essas fontes de informação alternativas não haviam sido amplamente testadas em termos de previsibilidade. Mas, nos últimos anos, muitos players da indústria de serviços perceberam que a aplicação desses dados vai além de consumidores pouco bancarizados.
"À medida em que saímos da crise, e até mesmo durante a recessão, o que eles perceberam é que esses dados poderiam ajudá-los em toda a sua carteira de negócios e, com isso, buscaram uma maior utilização", disse em uma entrevista Mike Mondelli, fundador e executivo-chefe da L2C. "Então, eles começaram a fazer testes mais completos."
Equifax, Experian e TransUnion fizeram incursões para adicionar novas fontes de informações a suas bases de dados, incluindo emprego, aluguel e verificação de dados de ativos e de renda. TransUnion e Equifax, inclusive, têm formado parcerias estratégicas com L2C para fornecer os seus dados como um serviço adicional aos clientes.
"Como uma indústria, acreditamos ter ultrapassado a fase de testes e ceticismo", disse Mondelli. "Estamos firmemente sendo adotados e parece que vamos ser populares." Quinze dos 20 maiores em crédito ao consumidor estão usando dados da L2C ou estão em fase piloto, ele disse. "Isso não significa que eles estão usando em todo o seu negócio, mas já é um começo," acrescentou Mondelli.
"Está em nosso DNA olhar dados alternativos", disse Peter Maynard, vice-presidente da área de consumo do Capital One, em uma recente conferência em Nova York, acrescentando que a companhia começou a analisar as fontes alternativas de dados no final dos anos 1990. "O Capital One percebeu de imediato que havia mercados pouco explorados e que precisavam ser pesquisados."
“O Capital One, acima de tudo, confia em seus próprios modelos, que integram dados de diversas fontes, incluindo a L2C e o Census Bureau”, disse Maynard. “A empresa, muito frequentemente, não se baseia nas pontuações FICO (pontuação de crédito padrão da Fair Isaac Corp)”, acrescentou. “O FICO é uma grande ferramenta, mas não é a melhor quando se trata de encontrar tudo sobre seus clientes."
Apesar dos progressos na sua aceitação e aprovação, os dados L2C ainda são primordialmente usados para determinar o mérito de consumidores fora do segmento "super prime", ou aqueles com uma contagem FICO de 780 ou menos, segundo Mondelli.
"Muitas empresas, que elevaram seus padrões de conforto durante a crise financeira, estão procurando determinar se podem voltar a estabelecer sua faixa de segurança na concessão de crédito em 620. Elas estão usando dados alternativos para descobrir quem são as melhores pessoas desse grupo. "
A atenção de emissores de cartões de crédito e outros credores a avaliações de crédito através de dados e informações não fornecidos pelas três principais agências de crédito intensificou-se após a crise financeira. O movimento foi destacado por alguns como um excesso de confiança nos escores de crédito tradicionais. Umas poucas instituições estão avançando mais uma etapa e abertamente aderindo a esses dados.
O Capital One Financial Corp é um desses credores e observadores dizem que outros grandes bancos estão aumentando seus testes e avaliações por fontes de dados alternativas, caminhando para implementá-las em duas decisões de crédito diárias.
"Há definitivamente um grande apetite para o que eu definiria como informações não tradicionais em relatórios de crédito", diz John Ulzheimer, presidente do site de educação do consumidor SmartCredit.com. "Os credores perceberam que depender apenas do arquivo de informações de crédito tradicionais não é suficiente."
Fornecedores de dados alternativos, como a L2C Inc. e a PRBC Credit Reporting Agency, atuam há cerca de uma década. Eles reúnem informações que a Equifax, a Experian e a TransUnion normalmente não fazem, como o histórico de pagamento de contas de celulares, de serviços de utilidade pública, de créditos por um dia, além de dados se registros de propriedade e informações de emprego.
Estas empresas foram criadas para ajudar os provedores de telecomunicações, varejistas e outras empresas que concedem crédito a consumidores que tinham pouco ou nenhum histórico de crédito. No início, as grandes instituições de crédito se esquivaram de tais dados, porque os chamados consumidores com baixo relacionamento bancário (“underbanked”) não eram um público-alvo para muitos bancos. Além disso, essas fontes de informação alternativas não haviam sido amplamente testadas em termos de previsibilidade. Mas, nos últimos anos, muitos players da indústria de serviços perceberam que a aplicação desses dados vai além de consumidores pouco bancarizados.
"À medida em que saímos da crise, e até mesmo durante a recessão, o que eles perceberam é que esses dados poderiam ajudá-los em toda a sua carteira de negócios e, com isso, buscaram uma maior utilização", disse em uma entrevista Mike Mondelli, fundador e executivo-chefe da L2C. "Então, eles começaram a fazer testes mais completos."
Equifax, Experian e TransUnion fizeram incursões para adicionar novas fontes de informações a suas bases de dados, incluindo emprego, aluguel e verificação de dados de ativos e de renda. TransUnion e Equifax, inclusive, têm formado parcerias estratégicas com L2C para fornecer os seus dados como um serviço adicional aos clientes.
"Como uma indústria, acreditamos ter ultrapassado a fase de testes e ceticismo", disse Mondelli. "Estamos firmemente sendo adotados e parece que vamos ser populares." Quinze dos 20 maiores em crédito ao consumidor estão usando dados da L2C ou estão em fase piloto, ele disse. "Isso não significa que eles estão usando em todo o seu negócio, mas já é um começo," acrescentou Mondelli.
"Está em nosso DNA olhar dados alternativos", disse Peter Maynard, vice-presidente da área de consumo do Capital One, em uma recente conferência em Nova York, acrescentando que a companhia começou a analisar as fontes alternativas de dados no final dos anos 1990. "O Capital One percebeu de imediato que havia mercados pouco explorados e que precisavam ser pesquisados."
“O Capital One, acima de tudo, confia em seus próprios modelos, que integram dados de diversas fontes, incluindo a L2C e o Census Bureau”, disse Maynard. “A empresa, muito frequentemente, não se baseia nas pontuações FICO (pontuação de crédito padrão da Fair Isaac Corp)”, acrescentou. “O FICO é uma grande ferramenta, mas não é a melhor quando se trata de encontrar tudo sobre seus clientes."
Apesar dos progressos na sua aceitação e aprovação, os dados L2C ainda são primordialmente usados para determinar o mérito de consumidores fora do segmento "super prime", ou aqueles com uma contagem FICO de 780 ou menos, segundo Mondelli.
"Muitas empresas, que elevaram seus padrões de conforto durante a crise financeira, estão procurando determinar se podem voltar a estabelecer sua faixa de segurança na concessão de crédito em 620. Elas estão usando dados alternativos para descobrir quem são as melhores pessoas desse grupo. "
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Fico,
L2C,
TransUnion
5 de mai. de 2011
AMERICANA FICO QUER DOBRAR RECEITA NO BRASIL
jornal Brasil Econômico 05/05/2011 - Natália Flach
Os consecutivos aumentos dos preços no Brasil aliados às medidas macroeconômicas para reduzir a concessão de crédito no país são, atualmente, as principais preocupações do nova-iorquino Mark Greene. Afinal, a redução de consumo e a elevação da inadimplência são os maiores entraves para que a companhia que ele preside possa dobrar, neste ano, o seu faturamento por aqui. A Fico, empresa americana que desenvolve softwares e sistemas de análise de crédito e de gestão de decisão, tem em sua carteira de clientes os sete maiores bancos no Brasil. Entre eles, estão Itaú, Santander e Bradesco.
É exatamente por este motivo que o país responde por um terço da receita da companhia na América Latina. “Nós não separamos o faturamento por região”, afirma Greener, sem detalhar os números da subsidiária brasileira.
Na carteira global de clientes, os de maior peso são os bancos, que representam 70%do faturamento da Fico, enquanto os 30% restantes se distribuem entre seguradoras, varejistas e empresas de seguro saúde. No Brasil, o ranking segue a mesma ordem, segundo Greene. Agora, a companhia está de olho nas seguradoras brasileiras, e já possui como cliente uma das maiores do mercado, a SulAmerica Seguros.
De acordo com o executivo, os softwares desenvolvidos pela companhia podem ser divididos em quatro categorias. A primeira, denominada “mercado”, refere-se à análise de novos consumidores, enquanto a chamada “originação” tem como objetivo determinar o preço e o produto certo para cada consumidor. A companhia oferece ainda um sistema que revisa o histórico dos clientes (se pode conceder mais crédito ou não, por exemplo) e outro que ajuda a resolver questões como inadimplência e fraudes. “Nossos softwares representam 70% de todos os sistemas usados no mundo”, diz.
A intenção é intensificar a atuação da Fico nos quatro segmentos nas instituições brasileiras. “Com o início do funcionamento do cadastro positivo, o mercado de crédito ficará ainda mais seguro, e os brasileiros poderão se tornar os grandes consumidoresmundiais”, prevê.
Mesmo com o aumento do faturamento das operações fora dos Estados Unidos nos últimos três anos — passando de 33% para 35% do volume total —, a receita global da companhia caiu no período. Em2010, a Fico arrecadouUS$ 605milhões ante os US$ 630 milhões do ano anterior. Em 2008, o montante foi de US$ 744 milhões, ficando pouco abaixo dos US$ 784 milhões de 2007.
Segundo Greene, essa queda se deve à venda de áreas que não eram estratégicas para a companhia e à recessão americana. “Os EUA ainda estão se recuperando da crise”, diz. Fora isso, a companhia ainda investiu bastante nas subsidiárias brasileira e chinesa, os principais focos de crescimento da Fico. “No entanto, os lucros cresceram, por causa da redução de custos”, acrescenta Andreas Suma, diretor para a América Latina. Até 30 de setembro de 2010, dado mais recente, o lucro bruto da companhia somava US$ 106,6 milhões ante US$ 108,9milhões registrados no ano de 2009.
Crescimento acelerado
No ano passado, o mercado de crédito cresceu 20%no Brasil, e, em março, o estoque passou a representar 46,4% do Produto Interno Bruto brasileiro, segundo o Banco Central. “Isso mostra que há muito espaço para crescer neste segmento, afinal, metade dos brasileiros ainda não está inserido nele”, diz Greene. Já na China, o mercado dobra todos os anos, segundo ele, apesar de ainda representar 30% do PIB. “As similaridades são inúmeras. Mas lá o governo é centralizado e precisa-se atentar para o plano de crescimento de cinco anos. Aqui, o importante, no momento, é ficar de olho na alta da inflação.”
Os consecutivos aumentos dos preços no Brasil aliados às medidas macroeconômicas para reduzir a concessão de crédito no país são, atualmente, as principais preocupações do nova-iorquino Mark Greene. Afinal, a redução de consumo e a elevação da inadimplência são os maiores entraves para que a companhia que ele preside possa dobrar, neste ano, o seu faturamento por aqui. A Fico, empresa americana que desenvolve softwares e sistemas de análise de crédito e de gestão de decisão, tem em sua carteira de clientes os sete maiores bancos no Brasil. Entre eles, estão Itaú, Santander e Bradesco.
É exatamente por este motivo que o país responde por um terço da receita da companhia na América Latina. “Nós não separamos o faturamento por região”, afirma Greener, sem detalhar os números da subsidiária brasileira.
Na carteira global de clientes, os de maior peso são os bancos, que representam 70%do faturamento da Fico, enquanto os 30% restantes se distribuem entre seguradoras, varejistas e empresas de seguro saúde. No Brasil, o ranking segue a mesma ordem, segundo Greene. Agora, a companhia está de olho nas seguradoras brasileiras, e já possui como cliente uma das maiores do mercado, a SulAmerica Seguros.
De acordo com o executivo, os softwares desenvolvidos pela companhia podem ser divididos em quatro categorias. A primeira, denominada “mercado”, refere-se à análise de novos consumidores, enquanto a chamada “originação” tem como objetivo determinar o preço e o produto certo para cada consumidor. A companhia oferece ainda um sistema que revisa o histórico dos clientes (se pode conceder mais crédito ou não, por exemplo) e outro que ajuda a resolver questões como inadimplência e fraudes. “Nossos softwares representam 70% de todos os sistemas usados no mundo”, diz.
A intenção é intensificar a atuação da Fico nos quatro segmentos nas instituições brasileiras. “Com o início do funcionamento do cadastro positivo, o mercado de crédito ficará ainda mais seguro, e os brasileiros poderão se tornar os grandes consumidoresmundiais”, prevê.
Mesmo com o aumento do faturamento das operações fora dos Estados Unidos nos últimos três anos — passando de 33% para 35% do volume total —, a receita global da companhia caiu no período. Em2010, a Fico arrecadouUS$ 605milhões ante os US$ 630 milhões do ano anterior. Em 2008, o montante foi de US$ 744 milhões, ficando pouco abaixo dos US$ 784 milhões de 2007.
Segundo Greene, essa queda se deve à venda de áreas que não eram estratégicas para a companhia e à recessão americana. “Os EUA ainda estão se recuperando da crise”, diz. Fora isso, a companhia ainda investiu bastante nas subsidiárias brasileira e chinesa, os principais focos de crescimento da Fico. “No entanto, os lucros cresceram, por causa da redução de custos”, acrescenta Andreas Suma, diretor para a América Latina. Até 30 de setembro de 2010, dado mais recente, o lucro bruto da companhia somava US$ 106,6 milhões ante US$ 108,9milhões registrados no ano de 2009.
Crescimento acelerado
No ano passado, o mercado de crédito cresceu 20%no Brasil, e, em março, o estoque passou a representar 46,4% do Produto Interno Bruto brasileiro, segundo o Banco Central. “Isso mostra que há muito espaço para crescer neste segmento, afinal, metade dos brasileiros ainda não está inserido nele”, diz Greene. Já na China, o mercado dobra todos os anos, segundo ele, apesar de ainda representar 30% do PIB. “As similaridades são inúmeras. Mas lá o governo é centralizado e precisa-se atentar para o plano de crescimento de cinco anos. Aqui, o importante, no momento, é ficar de olho na alta da inflação.”
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25 de abr. de 2011
AVALIAR RISCO DE EMERGENTES É O MAIOR DESAFIO
jornal Brasil Econômico 25/04/2011 - Márcia Pinheiro
Estabelecida no Brasil como âncora na América Latina desde 1997, a Fico é uma empresa especialista em gerenciamento de riscos e prevenção a fraudes. Os negócios latino-americanos cresceram 20% no ano passado e as vendas dobraram no país no ano passado.
Em que pese o fato de o Brasil estar 15 anos à frente dos Estados Unidos em termos de tecnologia, a Fico tem estudado como oferecer soluções para instituições financeiras e seguradoras, tendo como foco a nova classe emergente, ainda não totalmente habituada a cartões e apólices.
Além do Brasil, um dos focos prioritários da Fico é o Peru, considerado o tigre asiático latino-americano, onde há uma crescente classe média e uma população relativamente grande (30milhões de habitantes).
“O desafio é como precificar os produtos e avaliar os riscos”, diz Andreas Suma, diretor sênior para América Latina. “Os volumes são surpreendentes, mas existe um vácuo de dados, por não haver histórico financeiro [destes novos entrantes]”, afirma. O objetivo é aprender como conceder empréstimos a eles de forma responsável, diz o executivo.
Como o cadastro positivo ainda não foi aprovado no país, a tarefa é árdua. Nos Estados Unidos, por exemplo, além de em 20 outros países, a ferramenta Fico Scores é o mais usado para avaliar o risco de crédito dos consumidores por bancos, agências de classificação de risco e o mercado secundário de dívida.
Considerando também os consumidores tradicionais, o grande quebra-cabeça é evitar a clonagem mais sofisticada. “Com a adoção dos chips em cartões, o nível de fraudes também evoluiu”, afirma Andrew Manuel, consultor sênior para fraudes globais da Fico. Ou seja, o risco é a captura do CPF e, com ele, toda a vida financeira do cidadão.
Estabelecida no Brasil como âncora na América Latina desde 1997, a Fico é uma empresa especialista em gerenciamento de riscos e prevenção a fraudes. Os negócios latino-americanos cresceram 20% no ano passado e as vendas dobraram no país no ano passado.
Em que pese o fato de o Brasil estar 15 anos à frente dos Estados Unidos em termos de tecnologia, a Fico tem estudado como oferecer soluções para instituições financeiras e seguradoras, tendo como foco a nova classe emergente, ainda não totalmente habituada a cartões e apólices.
Além do Brasil, um dos focos prioritários da Fico é o Peru, considerado o tigre asiático latino-americano, onde há uma crescente classe média e uma população relativamente grande (30milhões de habitantes).
“O desafio é como precificar os produtos e avaliar os riscos”, diz Andreas Suma, diretor sênior para América Latina. “Os volumes são surpreendentes, mas existe um vácuo de dados, por não haver histórico financeiro [destes novos entrantes]”, afirma. O objetivo é aprender como conceder empréstimos a eles de forma responsável, diz o executivo.
Como o cadastro positivo ainda não foi aprovado no país, a tarefa é árdua. Nos Estados Unidos, por exemplo, além de em 20 outros países, a ferramenta Fico Scores é o mais usado para avaliar o risco de crédito dos consumidores por bancos, agências de classificação de risco e o mercado secundário de dívida.
Considerando também os consumidores tradicionais, o grande quebra-cabeça é evitar a clonagem mais sofisticada. “Com a adoção dos chips em cartões, o nível de fraudes também evoluiu”, afirma Andrew Manuel, consultor sênior para fraudes globais da Fico. Ou seja, o risco é a captura do CPF e, com ele, toda a vida financeira do cidadão.
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