portal InfoMoney 25/11/2010 - Gladys Ferraz Magalhães
Quando o assunto é posse de seguro no cartão, as apólices que protegem contra perda ou roubo são as mais populares entre os brasileiros, segundo revela a Pesquisa Nacional sobre Cartões de Crédito, divulgada nesta quinta-feira (25) pelo CardMonitor.
De acordo com o estudo, daqueles que possuem cartões de crédito, 54% têm um seguro para cobrir gastos indevidos de terceiros, no caso de perda ou roubo do plástico. O percentual é ainda maior entre os usuários das classes A1 e A2/B1, de 64% e 59%, respectivamente.
Entre os clientes das classes B2/C1 e C2/D/E os percentuais são um pouco menores, de 51% e 45%, nesta ordem.
Por região do país, os moradores do Nordeste destacam-se, já que 57% daqueles que possuem cartão têm um seguro contra perda ou roubo. Em seguida, aparecem as regiões Norte e Centro-Oeste (56%), Sudeste (54%) e Sul (45%).
Outras proteções
No que diz respeito às outras possíveis proteções atreladas aos cartões, a segunda com maior representatividade (7%) é a posse de seguro de vida com cobertura para o caso de norte natural, conforme é possível observar na tabela a seguir:
28 de nov. de 2010
PARA GIGANTES DOS CARTÕES, REGULAÇÃO E CONCORRÊNCIA DEVEM DOMINAR A AGENDA EM 2011
portal Executivos Financeiros 25/11/2010 - Rafael Gregorio
Em painel sobre as tendências do mercado de meios eletrônicos de pagamento realizado hoje (25), em São Paulo, no 2º Fórum CardMonitor de Inteligência de Mercado, representantes de quatro das maiores empresas do setor concordaram em um ponto: o futuro passa pela regulação e pelo aumento na concorrência. Na síntese de Ivo Vieitas, presidente da Hipercard, “o que veremos nos próximos anos é uma indústria que passará por uma nova seleção natural”.
Além dele, o debate reuniu também Fernando Pantaleão, diretor de cartões do HSBC, Rômulo Dias, presidente da Cielo, e Leonel Andrade, presidente da Credicard. Sobre a eminente regulação, Andrade foi responsável por um mea-culpa da indústria: “a intensificação das demandas regulatórias não deixa de ser culpa nossa, porque num mercado crescente, que se expande 20% anualmente há quase duas décadas, às vezes se cometem exageros”. Segundo ele, a iniciativa deveria ter sido tomada antes para evitar a interferência de governos ou organizações. “Se você não faz, alguém faz por você. Inclusive em casa!”, afirmou, para risos do público.
Dias, cuja emissora realizou processo de IPO de R$ 8,4 bilhões em 2010 para atingir, segundo ele, 1,8 milhão de clientes comerciais e capacidade de processamento de 2 mil transações por segundo, prevê a proliferação da concorrência já em 2011: “vejo com bons olhos o movimento de abertura para múltiplas bandeiras”. Vieitas, da Hipercard, comparou a situação à de países desenvolvidos como a Inglaterra, “onde as pessoas já veem o cartão como uma uttility básica, a exemplo da água ou da luz”. Segundo ele, “a associação que pessoas e comerciantes estabeleciam entre emissoras e acquirers está se perdendo, e as empresas terão que se adaptar a margens mais reduzidas”.
Atender as classes emergentes e manter os lucros
Sobre a recente intervenção do Banco Central sobre os valores mínimos de pagamento de faturas de cartões de crédito – que não poderá ser inferior a 15% do saldo total da fatura –, Andrade e Dias comentaram que fazem parte dos movimentos de inclusão das classes emergentes. Para Andrade, “este é um dos maiores desafios da indústria. Precisamos ficar atentos e oferecer novos produtos em condições capazes de incluir estas populações sem incorrer em aumento de riscos”.
Em painel sobre as tendências do mercado de meios eletrônicos de pagamento realizado hoje (25), em São Paulo, no 2º Fórum CardMonitor de Inteligência de Mercado, representantes de quatro das maiores empresas do setor concordaram em um ponto: o futuro passa pela regulação e pelo aumento na concorrência. Na síntese de Ivo Vieitas, presidente da Hipercard, “o que veremos nos próximos anos é uma indústria que passará por uma nova seleção natural”.
Além dele, o debate reuniu também Fernando Pantaleão, diretor de cartões do HSBC, Rômulo Dias, presidente da Cielo, e Leonel Andrade, presidente da Credicard. Sobre a eminente regulação, Andrade foi responsável por um mea-culpa da indústria: “a intensificação das demandas regulatórias não deixa de ser culpa nossa, porque num mercado crescente, que se expande 20% anualmente há quase duas décadas, às vezes se cometem exageros”. Segundo ele, a iniciativa deveria ter sido tomada antes para evitar a interferência de governos ou organizações. “Se você não faz, alguém faz por você. Inclusive em casa!”, afirmou, para risos do público.
Dias, cuja emissora realizou processo de IPO de R$ 8,4 bilhões em 2010 para atingir, segundo ele, 1,8 milhão de clientes comerciais e capacidade de processamento de 2 mil transações por segundo, prevê a proliferação da concorrência já em 2011: “vejo com bons olhos o movimento de abertura para múltiplas bandeiras”. Vieitas, da Hipercard, comparou a situação à de países desenvolvidos como a Inglaterra, “onde as pessoas já veem o cartão como uma uttility básica, a exemplo da água ou da luz”. Segundo ele, “a associação que pessoas e comerciantes estabeleciam entre emissoras e acquirers está se perdendo, e as empresas terão que se adaptar a margens mais reduzidas”.
Atender as classes emergentes e manter os lucros
Sobre a recente intervenção do Banco Central sobre os valores mínimos de pagamento de faturas de cartões de crédito – que não poderá ser inferior a 15% do saldo total da fatura –, Andrade e Dias comentaram que fazem parte dos movimentos de inclusão das classes emergentes. Para Andrade, “este é um dos maiores desafios da indústria. Precisamos ficar atentos e oferecer novos produtos em condições capazes de incluir estas populações sem incorrer em aumento de riscos”.
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SODEXO MUDA OPERAÇÃO NO BRASIL
jornal Valor Econômico 26/11/2010 - Luciana Marinelli
Com novo posicionamento comercial, a fornecedora de refeições coletivas francesa Sodexo planeja crescer pelo menos 25% no Brasil até agosto do ano que vem, quando se encerra seu ano fiscal 2010/2011. E busca um executivo para o comando da operação no país. A posição está sendo ocupada interinamente pelo francês Satya Menard, presidente para a América do Sul da divisão de serviços corporativos da companhia, desde a saída de Bruno Dias, há três meses.
A filial brasileira faturou R$ 940 milhões no exercício terminado em 31 de agosto - uma alta de 25% sobre o valor apurado um ano antes. "Muito desse aumento vem da recuperação de nossos clientes, que estão crescendo e contratando de novo", diz Menard, que tem se dividido entre São Paulo e Santiago, no Chile, onde fica a base para América do Sul e Central. A empresa conquistou ainda 78 novas contas e fechou o ano fiscal atendendo 800 unidades empresariais, com um total de 14 mil funcionários.
Além do bom momento da economia brasileira, a Sodexo se apoia no reposicionamento de sua marca para manter o ritmo de expansão e atrair nova clientela. Desde o mês passado, a divisão de refeições e serviços de apoio, como manutenção, recepção e limpeza, passou a ser apresentada aos clientes com novo nome: "Soluções de Serviço On-site" em substituição a "Alimentação e Facilities Management". Além da nomenclatura, muda a abordagem de venda. Segundo Menard, a ideia é oferecer um pacote de soluções que tragam eficiência à infraestrutura das empresas e, ao mesmo, proporcionem um ambiente de bem-estar e motivação para os funcionários.
A rearquitetura das marcas é global, foi iniciada em 2009 pela matriz, e este ano começou a ser aplicada nas 80 filiais no mundo. Na divisão brasileira de cheques e cartões de benefícios da Sodexo (como vale-refeição), a mudança começou em junho. A unidade passou a se chamar "Motivation Solutions". Um dos novos serviços previstos nesse escopo é uma análise que verifica quanto o cliente gasta com funcionários e quanto esses benefícios são valorizados pelo empregado. A partir do diagnóstico, são recomendadas medidas para aumentar a motivação. "Estamos fazendo um piloto desse produto", diz Geraldo França, presidente da divisão no Brasil.
A Sodexo não é a única a reformular a abordagem, com ênfase em bem-estar, qualidade de vida e em pacotes personalizados de soluções para as empresas. Também em junho, sua principal concorrente global na área de benefícios, a Accor Services, dona da marca Ticket, mudou de nome para Edenred. É uma referência ao éden, paraíso, e ao círculo vermelho presente em seu logotipo. Rivais menores, como Sapore Benefícios - unidade de cartões da fornecedora brasileira de refeições coletivas Gran Sapore - foi criada em 2009 com a filosofia de estar próxima da necessidade do cliente. Em seu site, sua missão diz "inovar em benefícios, criando momentos felizes".
A Sodexo tem investido em treinamento para disseminar a nova visão global, que vem apoiar a estratégia, iniciada em 2005, de duplicar as vendas e triplicar o lucro operacional em 10 anos. Isso significa se tornar um conglomerado de mais de € 20 bilhões em 2015. No ano fiscal encerrado em 31 de agosto, o grupo teve receita de € 15,2 bilhões - alta de 3,9% sobre o exercício anterior -, lucro operacional de € 771 milhões e lucro líquido de € 409 milhões. Seu maior concorrente em refeições, o grupo inglês Compass (dono da GRSA, líder no setor no Brasil) divulgou anteontem receita de 14,5 bilhões de libras (€ 17,1 bilhões) e lucro líquido de 675 milhões de libras (€ 797,2 milhões) no ano fiscal encerrado em 30 de setembro.
Com novo posicionamento comercial, a fornecedora de refeições coletivas francesa Sodexo planeja crescer pelo menos 25% no Brasil até agosto do ano que vem, quando se encerra seu ano fiscal 2010/2011. E busca um executivo para o comando da operação no país. A posição está sendo ocupada interinamente pelo francês Satya Menard, presidente para a América do Sul da divisão de serviços corporativos da companhia, desde a saída de Bruno Dias, há três meses.
A filial brasileira faturou R$ 940 milhões no exercício terminado em 31 de agosto - uma alta de 25% sobre o valor apurado um ano antes. "Muito desse aumento vem da recuperação de nossos clientes, que estão crescendo e contratando de novo", diz Menard, que tem se dividido entre São Paulo e Santiago, no Chile, onde fica a base para América do Sul e Central. A empresa conquistou ainda 78 novas contas e fechou o ano fiscal atendendo 800 unidades empresariais, com um total de 14 mil funcionários.
Além do bom momento da economia brasileira, a Sodexo se apoia no reposicionamento de sua marca para manter o ritmo de expansão e atrair nova clientela. Desde o mês passado, a divisão de refeições e serviços de apoio, como manutenção, recepção e limpeza, passou a ser apresentada aos clientes com novo nome: "Soluções de Serviço On-site" em substituição a "Alimentação e Facilities Management". Além da nomenclatura, muda a abordagem de venda. Segundo Menard, a ideia é oferecer um pacote de soluções que tragam eficiência à infraestrutura das empresas e, ao mesmo, proporcionem um ambiente de bem-estar e motivação para os funcionários.
A rearquitetura das marcas é global, foi iniciada em 2009 pela matriz, e este ano começou a ser aplicada nas 80 filiais no mundo. Na divisão brasileira de cheques e cartões de benefícios da Sodexo (como vale-refeição), a mudança começou em junho. A unidade passou a se chamar "Motivation Solutions". Um dos novos serviços previstos nesse escopo é uma análise que verifica quanto o cliente gasta com funcionários e quanto esses benefícios são valorizados pelo empregado. A partir do diagnóstico, são recomendadas medidas para aumentar a motivação. "Estamos fazendo um piloto desse produto", diz Geraldo França, presidente da divisão no Brasil.
A Sodexo não é a única a reformular a abordagem, com ênfase em bem-estar, qualidade de vida e em pacotes personalizados de soluções para as empresas. Também em junho, sua principal concorrente global na área de benefícios, a Accor Services, dona da marca Ticket, mudou de nome para Edenred. É uma referência ao éden, paraíso, e ao círculo vermelho presente em seu logotipo. Rivais menores, como Sapore Benefícios - unidade de cartões da fornecedora brasileira de refeições coletivas Gran Sapore - foi criada em 2009 com a filosofia de estar próxima da necessidade do cliente. Em seu site, sua missão diz "inovar em benefícios, criando momentos felizes".
A Sodexo tem investido em treinamento para disseminar a nova visão global, que vem apoiar a estratégia, iniciada em 2005, de duplicar as vendas e triplicar o lucro operacional em 10 anos. Isso significa se tornar um conglomerado de mais de € 20 bilhões em 2015. No ano fiscal encerrado em 31 de agosto, o grupo teve receita de € 15,2 bilhões - alta de 3,9% sobre o exercício anterior -, lucro operacional de € 771 milhões e lucro líquido de € 409 milhões. Seu maior concorrente em refeições, o grupo inglês Compass (dono da GRSA, líder no setor no Brasil) divulgou anteontem receita de 14,5 bilhões de libras (€ 17,1 bilhões) e lucro líquido de 675 milhões de libras (€ 797,2 milhões) no ano fiscal encerrado em 30 de setembro.
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26 de nov. de 2010
CITI REMODELA SUAS AGÊNCIAS NO ESTILO APPLE STORE
redação Serfinco 26/11/2010
O Citi planeja abrir uma rede de agências bancárias, no emblemático modelo das lojas da Apple, nos principais mercados europeus. O foco seriam as principais cidades da França, Grã-Bretanha e Alemanha.
Em seu projeto de enxugamento, a ideia é concentrar sua rede em cerca de 100 cidades ao redor do mundo, incluindo entre 10 e 15 na Europa Ocidental, tendo como alvo os clientes ricos que viajam com frequência.
Nos últimos meses, o Citi tem lançado nova geração de ‘lojas inteligentes’ na região da Ásia-Pacífico. O canal utiliza o estado-da-arte da tecnologia, tais como painéis interativos, operados por toque, ferramentas de vídeo-conferência e um "mural de mídia" (uma tela de LCD com 4,5 m por 2,5 m) exibindo as últimas informações sobre mercados financeiros locais e internacionais, notícias de interesse geral e até a previsão meteorológica.
Em agosto passado, a instituição aproveitou a inauguração de uma nova estação do metrô em Xangai para fazer uma ação de divulgação, com seus executivos explicando o conceito da agência.
O Citi planeja abrir uma rede de agências bancárias, no emblemático modelo das lojas da Apple, nos principais mercados europeus. O foco seriam as principais cidades da França, Grã-Bretanha e Alemanha.
Em seu projeto de enxugamento, a ideia é concentrar sua rede em cerca de 100 cidades ao redor do mundo, incluindo entre 10 e 15 na Europa Ocidental, tendo como alvo os clientes ricos que viajam com frequência.
Nos últimos meses, o Citi tem lançado nova geração de ‘lojas inteligentes’ na região da Ásia-Pacífico. O canal utiliza o estado-da-arte da tecnologia, tais como painéis interativos, operados por toque, ferramentas de vídeo-conferência e um "mural de mídia" (uma tela de LCD com 4,5 m por 2,5 m) exibindo as últimas informações sobre mercados financeiros locais e internacionais, notícias de interesse geral e até a previsão meteorológica.
Em agosto passado, a instituição aproveitou a inauguração de uma nova estação do metrô em Xangai para fazer uma ação de divulgação, com seus executivos explicando o conceito da agência.
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NOVOS CAMINHOS DO PCI
portal Decision Report 25/11/2010 - Priscila Andrade
O painel - “A Evolução do PCI no Brasil e no Mundo”, conduzido por Victor Murad Filho, Conselheiro e Vice vice-Presidente de Comércio Eletrônico da Câmara e-net, discutiu a Migração das Fraudes nos cartões de benefícios smart e riscos no e-commerce.
Alexandre Cieira, CTO da Cipher, disse que “a maior parte das transações estão migrando para os cartões com chip. Na prática isso ainda não está funcionando, a adoção do chip ainda não é utilizada nesses mercados, mas é a evolução da fraude”.
“A quantidade de cartões com chip aumenta. Atualmente cerca de 70% das transações de algumas bandeiras de cartões de crédito são feitas com chip”. Os criminosos estão migrando para o cartão presente. O e-commerce ainda não está preparado e poucas empresas estão adequadas ao PCI”, informou Henrique Takaki, responsável pela comissão de prevenção a fraudes da Abecs Brasil.
“ O Brasil se insere no cenário do PCI de outra forma. Houve pouca migração de cartões de com chip nos Estados Unidos foi pouco migrado. A evolução desse mercado no país Brasil é muito maior do que nos EUA, os bancos brasileiros começam a se inserir no PCI”, afirma Jorge Krug, Superintendente Executivo da Unidade de Segurança de TI do Banrisul.
Riscos
O mercado de varejo não tinha maturidade, mas está havendo mudanças. “Em função do PCI, muitas organizações estão investindo em enfraestrutura adequada. Com relação a riscos e compliance, muitas vezes o pequeno varejista enfrenta poucos problemas, mas o risco na transação é muito grande”, avalia Alexandre.
Para John F. Neves, Gerente de Processos de Negócios do HSBC, o custo é uma das principais variáveis, porém o risco está mapeando até que ponto o custo compensa o risco. “A realidade brasileira é outra, o país está em primeiro lugar em número de ataques e os riscos são muito maiores”.
Para o executivo da Cipher, as empresas que não tomaram atitudes com relação aos
riscos precisam avaliá-los o mais rápido possível.
O painel - “A Evolução do PCI no Brasil e no Mundo”, conduzido por Victor Murad Filho, Conselheiro e Vice vice-Presidente de Comércio Eletrônico da Câmara e-net, discutiu a Migração das Fraudes nos cartões de benefícios smart e riscos no e-commerce.
Alexandre Cieira, CTO da Cipher, disse que “a maior parte das transações estão migrando para os cartões com chip. Na prática isso ainda não está funcionando, a adoção do chip ainda não é utilizada nesses mercados, mas é a evolução da fraude”.
“A quantidade de cartões com chip aumenta. Atualmente cerca de 70% das transações de algumas bandeiras de cartões de crédito são feitas com chip”. Os criminosos estão migrando para o cartão presente. O e-commerce ainda não está preparado e poucas empresas estão adequadas ao PCI”, informou Henrique Takaki, responsável pela comissão de prevenção a fraudes da Abecs Brasil.
“ O Brasil se insere no cenário do PCI de outra forma. Houve pouca migração de cartões de com chip nos Estados Unidos foi pouco migrado. A evolução desse mercado no país Brasil é muito maior do que nos EUA, os bancos brasileiros começam a se inserir no PCI”, afirma Jorge Krug, Superintendente Executivo da Unidade de Segurança de TI do Banrisul.
Riscos
O mercado de varejo não tinha maturidade, mas está havendo mudanças. “Em função do PCI, muitas organizações estão investindo em enfraestrutura adequada. Com relação a riscos e compliance, muitas vezes o pequeno varejista enfrenta poucos problemas, mas o risco na transação é muito grande”, avalia Alexandre.
Para John F. Neves, Gerente de Processos de Negócios do HSBC, o custo é uma das principais variáveis, porém o risco está mapeando até que ponto o custo compensa o risco. “A realidade brasileira é outra, o país está em primeiro lugar em número de ataques e os riscos são muito maiores”.
Para o executivo da Cipher, as empresas que não tomaram atitudes com relação aos
riscos precisam avaliá-los o mais rápido possível.
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HIPERCARD CONVIDA CLIENTES A APOSTAREM NA SORTE
portal Propmark 25/11/2010
Estreia nesta quinta-feira (25) a campanha de natal do Hipercard, criada pela F/Nazca S&S. O objetivo da estratégia é estimular o uso do cartão de crédito na época de maior consumo do ano, apresentando a promoção realizada pela marca: a cada R$ 50,00 em compras com o cartão, o cliente recebe um número da sorte e concorre a uma casa mobiliada, além de mil carrinhos de compras de supermercado.
A principal peça do esforço publicitário é o filme “Vidente”, que tem como cenário uma loja de brinquedos. Em tom bem humorado, uma criança se passa por vidente e aponta para a mãe alguns produtos que ele acredita “darem sorte”. Ela, por sua vez, não cai na lábia do filho, garantindo que, com o boletim dele, será preciso muita sorte mesmo para ganhar algo de Natal. Ainda compreendem a campanha spots de rádio e mídia exterior.
Ficha técnica:
Direção de criação: Fabio Fernandes e Eduardo Lima
Criação: Fabio Fernandes, Ricardo Jones e Airton Carmignani
RTVC: Adriano Costa
Atendimento: Gisela Assumpção, Natalie Gruc e Mônica Bauer
Mídia: Lica Bueno, Adriana Roza e Marcela Isa
Planejamento: Fernand Alphen, José Porto e Laura Gianfaldoni
Produtora do filme: O2filmes
Direção de cena: Kitty Bertazzi
Direção de fotografia: Adrian Teijido
Montagem: Marcelo Junqueira
Produtora de som: Tesis
Produção de som: Silvio Piesco e Mano Bap
Locução: Marcelo Campos
Aprovação pelo cliente: Cristiane Magalhães, Alexandre Ayres, Mirlania Maria de Souza e Sandra Suleiman
Estreia nesta quinta-feira (25) a campanha de natal do Hipercard, criada pela F/Nazca S&S. O objetivo da estratégia é estimular o uso do cartão de crédito na época de maior consumo do ano, apresentando a promoção realizada pela marca: a cada R$ 50,00 em compras com o cartão, o cliente recebe um número da sorte e concorre a uma casa mobiliada, além de mil carrinhos de compras de supermercado.
A principal peça do esforço publicitário é o filme “Vidente”, que tem como cenário uma loja de brinquedos. Em tom bem humorado, uma criança se passa por vidente e aponta para a mãe alguns produtos que ele acredita “darem sorte”. Ela, por sua vez, não cai na lábia do filho, garantindo que, com o boletim dele, será preciso muita sorte mesmo para ganhar algo de Natal. Ainda compreendem a campanha spots de rádio e mídia exterior.
Ficha técnica:
Direção de criação: Fabio Fernandes e Eduardo Lima
Criação: Fabio Fernandes, Ricardo Jones e Airton Carmignani
RTVC: Adriano Costa
Atendimento: Gisela Assumpção, Natalie Gruc e Mônica Bauer
Mídia: Lica Bueno, Adriana Roza e Marcela Isa
Planejamento: Fernand Alphen, José Porto e Laura Gianfaldoni
Produtora do filme: O2filmes
Direção de cena: Kitty Bertazzi
Direção de fotografia: Adrian Teijido
Montagem: Marcelo Junqueira
Produtora de som: Tesis
Produção de som: Silvio Piesco e Mano Bap
Locução: Marcelo Campos
Aprovação pelo cliente: Cristiane Magalhães, Alexandre Ayres, Mirlania Maria de Souza e Sandra Suleiman
NOVAS REGRAS PARA CARTÕES DEVEM TRAZER COMPETIÇÃO E REDUZIR INADIMPLÊNCIA
portal InfoMoney 25/11/2010 - Flávia Furlan Nunes
O Banco Central divulgou nesta quinta-feira (25) novas regras para o setor de cartões que, de acordo com o presidente da Boanerges & Cia Consultoria em Varejo Financeiro, Boanerges Ramos Freire, devem reduzir a inadimplência e aumentar a competição do mercado.
Entre as regras, está o estabelecimento de um valor mínimo de pagamento de cada fatura, para que o restante seja parcelado no chamado crédito rotativo. O valor mínimo deve ser de 15% do total da fatura, a partir de junho do próximo ano. Após dezembro, esse valor sobe para 20%. A prática do mercado era de 10% a 20%.
De acordo com Boanerges, o que o BC quer, com isso, é equilibrar o mercado, já que existe um grande número de pessoas que compra no cartão para parcelar sem juros ou usar do período gratuito – desde a compra até o pagamento da fatura – e há poucas pessoas que abusam do crédito rotativo e acabam ficando inadimplentes.
Para se ter uma ideia, 70% do saldo financiado no cartão hoje no Brasil é sem juros, enquanto 30% é de rolagem de dívidas. Nos Estados Unidos, a rolagem de dívida é de 80%, já que não há parcelado sem juros. Mas lá o juro do crédito rotativo fica em 17% ao ano, enquanto aqui fica em 10% ao mês.
Tarifas
O BC ainda regulamentou a cobrança de tarifas relacionadas à prestação de serviços de cartão de crédito e alterou e consolidou as normas sobre a cobrança de tarifas pela prestação de serviços por parte das instituições financeiras e demais autorizadas a funcionar pelo BC.
“O BC está preocupado com a inadimplência do consumidor menos esclarecido, que está entrando no mercado”, afirmou Boanerges.
Ainda de acordo com ele, as regras “ajudam a educar melhor o mercado, traz mais competição e atenção ao assunto do financiamento, que precisa ser pensado melhor”.
Abecs
A Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços) informa que tem colaborado com as autoridades federais visando aperfeiçoar o mercado de meios eletrônicos de pagamento e reforça que o processo de regulação e autorregulação do setor é um passo importante nesse sentido.
Em nota, a associação reitera sua disposição em continuar colaborando com as autoridades quanto à definição e implementação de medidas regulatórias, tais como a padronização das tarifas no setor de cartões, a transparência sobre cobrança de taxas de juros sobre o crédito rotativo, o pagamento mínimo da fatura, não-envio de cartões sem solicitação prévia do consumidor, dentre outras medidas em benefício do consumidor e do mercado.
O Banco Central divulgou nesta quinta-feira (25) novas regras para o setor de cartões que, de acordo com o presidente da Boanerges & Cia Consultoria em Varejo Financeiro, Boanerges Ramos Freire, devem reduzir a inadimplência e aumentar a competição do mercado.
Entre as regras, está o estabelecimento de um valor mínimo de pagamento de cada fatura, para que o restante seja parcelado no chamado crédito rotativo. O valor mínimo deve ser de 15% do total da fatura, a partir de junho do próximo ano. Após dezembro, esse valor sobe para 20%. A prática do mercado era de 10% a 20%.
De acordo com Boanerges, o que o BC quer, com isso, é equilibrar o mercado, já que existe um grande número de pessoas que compra no cartão para parcelar sem juros ou usar do período gratuito – desde a compra até o pagamento da fatura – e há poucas pessoas que abusam do crédito rotativo e acabam ficando inadimplentes.
Para se ter uma ideia, 70% do saldo financiado no cartão hoje no Brasil é sem juros, enquanto 30% é de rolagem de dívidas. Nos Estados Unidos, a rolagem de dívida é de 80%, já que não há parcelado sem juros. Mas lá o juro do crédito rotativo fica em 17% ao ano, enquanto aqui fica em 10% ao mês.
Tarifas
O BC ainda regulamentou a cobrança de tarifas relacionadas à prestação de serviços de cartão de crédito e alterou e consolidou as normas sobre a cobrança de tarifas pela prestação de serviços por parte das instituições financeiras e demais autorizadas a funcionar pelo BC.
“O BC está preocupado com a inadimplência do consumidor menos esclarecido, que está entrando no mercado”, afirmou Boanerges.
Ainda de acordo com ele, as regras “ajudam a educar melhor o mercado, traz mais competição e atenção ao assunto do financiamento, que precisa ser pensado melhor”.
Abecs
A Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços) informa que tem colaborado com as autoridades federais visando aperfeiçoar o mercado de meios eletrônicos de pagamento e reforça que o processo de regulação e autorregulação do setor é um passo importante nesse sentido.
Em nota, a associação reitera sua disposição em continuar colaborando com as autoridades quanto à definição e implementação de medidas regulatórias, tais como a padronização das tarifas no setor de cartões, a transparência sobre cobrança de taxas de juros sobre o crédito rotativo, o pagamento mínimo da fatura, não-envio de cartões sem solicitação prévia do consumidor, dentre outras medidas em benefício do consumidor e do mercado.
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25 de nov. de 2010
BB, BRADESCO E SANTANDER INSTALAM 700 CAIXAS COMPARTILHADOS NO PAÍS
portal Folha Online 25/11/2010
O Banco do Brasil, Bradesco e Santander anunciaram nesta quinta-feira o início dos testes de compartilhamento de caixas eletrônicos instalados fora das agências. Cerca de 700 máquinas foram colocadas hoje em operação em locais como shoppings centers, postos de combustíveis, farmácias e supermercados.
Os terminais poderão ser identificadas com um adesivo contendo a logomarca dos bancos participantes. Segundo o Santander, os testes terão duração de cerca de 180 dias. Não há cobrança de taxas extras pelo uso do terminal compartilhado.

Entre as máquinas instaladas pelo BB, 50% estão na cidade de São Paulo e as demais no interior e região metropolitana. Já o Bradesco colocou 70% dos caixas no Estado de São Paulo e os demais em Manaus, Salvador, Recife, Rio de Janeiro e Fortaleza. Por último, o Santander distribuiu os terminais, sendo 30% em São Paulo, 18% Rio de Janeiro, 14% em Minas Gerais, 10% na Bahia e o restante em outros Estados.
Em comunicado, as instituições informam que durante esse período, os bancos darão continuidade aos estudos e negociações iniciadas em fevereiro deste ano, para análise de eventual implementação de modelo de compartilhamento das redes de terminais de autoatendimento.
"Os resultados observados no teste serão incorporados aos referidos estudos. Quando da conclusão do teste conceito, haverá definição dos próximos passos dessa iniciativa."
O Banco do Brasil, Bradesco e Santander anunciaram nesta quinta-feira o início dos testes de compartilhamento de caixas eletrônicos instalados fora das agências. Cerca de 700 máquinas foram colocadas hoje em operação em locais como shoppings centers, postos de combustíveis, farmácias e supermercados.
Os terminais poderão ser identificadas com um adesivo contendo a logomarca dos bancos participantes. Segundo o Santander, os testes terão duração de cerca de 180 dias. Não há cobrança de taxas extras pelo uso do terminal compartilhado.

Entre as máquinas instaladas pelo BB, 50% estão na cidade de São Paulo e as demais no interior e região metropolitana. Já o Bradesco colocou 70% dos caixas no Estado de São Paulo e os demais em Manaus, Salvador, Recife, Rio de Janeiro e Fortaleza. Por último, o Santander distribuiu os terminais, sendo 30% em São Paulo, 18% Rio de Janeiro, 14% em Minas Gerais, 10% na Bahia e o restante em outros Estados.
Em comunicado, as instituições informam que durante esse período, os bancos darão continuidade aos estudos e negociações iniciadas em fevereiro deste ano, para análise de eventual implementação de modelo de compartilhamento das redes de terminais de autoatendimento.
"Os resultados observados no teste serão incorporados aos referidos estudos. Quando da conclusão do teste conceito, haverá definição dos próximos passos dessa iniciativa."
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BC AUMENTA PARA 15% PAGAMENTO MÍNIMO DA FATURA DO CARTÃO DE CRÉDITO
portal Via Comercial 25/11/2010
O consumidor deverá pagar pelo menos 15% de sua fatura mensal de cartão de crédito a partir de junho de 2011, conforme portaria editada nesta semana pelo Banco Central. A partir de 1º de dezembro de 2011, essa exigência sobe para 20%.
Atualmente, o consumidor pode arcar com somente 10% da fatura mensal, e pagar juros sobre o restante. A circular do BC determina que as empresas que emitem os cartões notifiquem os clientes sobre essas novas condições partir de 1º de março de 2011.
A circular do BC ainda determina que as empresas enviem a lista detalhada de valores e serviços relacionados ao cartão com antecedência de 45 dias do início do cobrança, ou de aumento de alguma tarifa.
Pesquisas do setor financeiro apontam os juros cobrados pelo uso do “rotativo” dos cartões de crédito entre os mais altos da praça.
Levantamento da Anefac (associação dos executivos da área de finanças) mostra que a taxa média de juros cobrada em cartões de crédito — 10,69% ao mês (238,30% ao ano) — está em seu nível mais alto desde junho de 2000.
Além disso, a partir do ano que vem, os bancos terão que seguir regras mais rígidas na cobrança de tarifas em seus cartões de crédito. Segundo normas anunciadas hoje pelo Conselho Monetário Nacional, o setor só poderá cobrar cinco tipos de tarifas de seus clientes –atualmente são cerca de 80, de acordo com o Banco Central.
O objetivo do CMN é uniformizar os tipos de cobrança feitas pelas instituições financeiras. Pelas regras, as tarifas que poderão ser cobradas pelos cartões de crédito são: anuidade, emissão de 2ª via, saque em dinheiro na função crédito, pagamento de contas e avaliação do limite de crédito do cliente.
As regras entram em vigor em 1º de junho de 2011 para cartões de crédito que sejam emitidos a partir dessa data. Cartões antigos, emitidos antes disso, só terão que obedecer as novas normas a partir de 1º de junho de 2012. (Com agências)
O consumidor deverá pagar pelo menos 15% de sua fatura mensal de cartão de crédito a partir de junho de 2011, conforme portaria editada nesta semana pelo Banco Central. A partir de 1º de dezembro de 2011, essa exigência sobe para 20%.
Atualmente, o consumidor pode arcar com somente 10% da fatura mensal, e pagar juros sobre o restante. A circular do BC determina que as empresas que emitem os cartões notifiquem os clientes sobre essas novas condições partir de 1º de março de 2011.
A circular do BC ainda determina que as empresas enviem a lista detalhada de valores e serviços relacionados ao cartão com antecedência de 45 dias do início do cobrança, ou de aumento de alguma tarifa.
Pesquisas do setor financeiro apontam os juros cobrados pelo uso do “rotativo” dos cartões de crédito entre os mais altos da praça.
Levantamento da Anefac (associação dos executivos da área de finanças) mostra que a taxa média de juros cobrada em cartões de crédito — 10,69% ao mês (238,30% ao ano) — está em seu nível mais alto desde junho de 2000.
Além disso, a partir do ano que vem, os bancos terão que seguir regras mais rígidas na cobrança de tarifas em seus cartões de crédito. Segundo normas anunciadas hoje pelo Conselho Monetário Nacional, o setor só poderá cobrar cinco tipos de tarifas de seus clientes –atualmente são cerca de 80, de acordo com o Banco Central.
O objetivo do CMN é uniformizar os tipos de cobrança feitas pelas instituições financeiras. Pelas regras, as tarifas que poderão ser cobradas pelos cartões de crédito são: anuidade, emissão de 2ª via, saque em dinheiro na função crédito, pagamento de contas e avaliação do limite de crédito do cliente.
As regras entram em vigor em 1º de junho de 2011 para cartões de crédito que sejam emitidos a partir dessa data. Cartões antigos, emitidos antes disso, só terão que obedecer as novas normas a partir de 1º de junho de 2012. (Com agências)
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NOVAS REGRAS PARA CARTÕES DE CRÉDITO ENTRAM EM VIGOR EM JUNHO DE 2011
portal Valor Online 25/11/2010 - Azelma Rodrigues
Novas regras para a cobrança de tarifas nos cartões de crédito, pelos bancos, entram em vigor a partir de 1º de junho de 2011, para contratos novos.
Os contratos de cartões já existentes terão até junho de 2012 para se adaptar. A regulamentação do Conselho Monetário Nacional (CMN) corta o número de tarifas, de cerca de 80, para apenas cinco tarifas básicas.
Também a partir de junho de 2011, o pagamento mínimo da fatura de cartão de crédito será de 15% do valor total, subindo a 20% em 1 de dezembro de 2011. Atualmente, em média, os cartões fixam as parcelas mínimas do crédito rotativo em torno de 10%.
“Essa medida se aplica aos bancos, os emissores dos cartões de crédito, destinados a pessoas físicas e também cartões corporativos”, explicou o diretor de Política Monetária do Banco Central (BC), Aldo Mendes. “Um dos objetivos é reduzir o risco legal dos bancos.”
Os bancos ofertarão dois tipos de cartão de crédito: um básico e um diferenciado. O básico deverá ter tarifas menores, por ser o tradicional. O diferenciado abrigará programas de benefícios e recompensas (como bônus e pontos de milhagem de companhias aéreas), podendo ter anuidade mais elevada.
As cinco tarifas serão as seguintes: anuidade, segunda via do cartão, saque em terminais eletrônicos, pagamento de contas e avaliação emergencial de limite de crédito.
Os bancos terão que enviar extratos detalhados com as tarifas cobradas no ano, até 28 de fevereiro de cada ano. Além disso, o BC deverá divulgar ranking de tarifas, assim como já faz com as tarifas bancárias.
A resolução do CMN, que também aglutinou todas as tarifas bancárias, determina que fica proibido o envio de cartão pelo banco sem a solicitação do cliente. Essa vedação já consta do Código de Defesa do Consumidor, mas segundo Mendes, o BC achou necessário reforçá-la, pois o descumprimento pode gerar multas.
Outra regra importante será a obrigatoriedade do cancelamento rápido, assim que solicitado pelo cliente, mesmo que o cartão de crédito apresente saldo devedor.
O diretor do BC esclareceu ainda que a fixação do limite mínimo de pagamento do valor da fatura tem o objetivo de evitar o “superendividamento” dos clientes, e atende a pedidos de entidades de defesa dos consumidores.
Ele lembrou que as regras são direcionadas aos bancos, porque há em andamento negociação que envolve o BC e o Ministério da Justiça com as administradoras (bandeiras) dos cartões, no sentido de reduzir custos para os lojistas e, por conseqüência, para o consumidor final.
“Ao estimular a competição, a gente entende que os preços possam ser mais equânimes. Não estamos tabelando nada, apenas estimulando a concorrência”, concluiu Mendes.
Novas regras para a cobrança de tarifas nos cartões de crédito, pelos bancos, entram em vigor a partir de 1º de junho de 2011, para contratos novos.
Os contratos de cartões já existentes terão até junho de 2012 para se adaptar. A regulamentação do Conselho Monetário Nacional (CMN) corta o número de tarifas, de cerca de 80, para apenas cinco tarifas básicas.
Também a partir de junho de 2011, o pagamento mínimo da fatura de cartão de crédito será de 15% do valor total, subindo a 20% em 1 de dezembro de 2011. Atualmente, em média, os cartões fixam as parcelas mínimas do crédito rotativo em torno de 10%.
“Essa medida se aplica aos bancos, os emissores dos cartões de crédito, destinados a pessoas físicas e também cartões corporativos”, explicou o diretor de Política Monetária do Banco Central (BC), Aldo Mendes. “Um dos objetivos é reduzir o risco legal dos bancos.”
Os bancos ofertarão dois tipos de cartão de crédito: um básico e um diferenciado. O básico deverá ter tarifas menores, por ser o tradicional. O diferenciado abrigará programas de benefícios e recompensas (como bônus e pontos de milhagem de companhias aéreas), podendo ter anuidade mais elevada.
As cinco tarifas serão as seguintes: anuidade, segunda via do cartão, saque em terminais eletrônicos, pagamento de contas e avaliação emergencial de limite de crédito.
Os bancos terão que enviar extratos detalhados com as tarifas cobradas no ano, até 28 de fevereiro de cada ano. Além disso, o BC deverá divulgar ranking de tarifas, assim como já faz com as tarifas bancárias.
A resolução do CMN, que também aglutinou todas as tarifas bancárias, determina que fica proibido o envio de cartão pelo banco sem a solicitação do cliente. Essa vedação já consta do Código de Defesa do Consumidor, mas segundo Mendes, o BC achou necessário reforçá-la, pois o descumprimento pode gerar multas.
Outra regra importante será a obrigatoriedade do cancelamento rápido, assim que solicitado pelo cliente, mesmo que o cartão de crédito apresente saldo devedor.
O diretor do BC esclareceu ainda que a fixação do limite mínimo de pagamento do valor da fatura tem o objetivo de evitar o “superendividamento” dos clientes, e atende a pedidos de entidades de defesa dos consumidores.
Ele lembrou que as regras são direcionadas aos bancos, porque há em andamento negociação que envolve o BC e o Ministério da Justiça com as administradoras (bandeiras) dos cartões, no sentido de reduzir custos para os lojistas e, por conseqüência, para o consumidor final.
“Ao estimular a competição, a gente entende que os preços possam ser mais equânimes. Não estamos tabelando nada, apenas estimulando a concorrência”, concluiu Mendes.
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