portal Partner Report 02/09/2010 – Heloisa Valente
O Grupo Lafferty e a Partner Conhecimento anunciaram uma joint-venture e a criação da Lafferty Brasil. A nova divisão de negócios será comandada no mercado brasileiro por Alvaro Musa. O Grupo Lafferty, presidido por Michael Lafferty é baseado em Londres e atua no setor financeiro nas áreas de pesquisa, educação e consultoria. Com a aliança, Musa passa a integrar o Conselho Internacional de Cartões e Meios de Pagamento do Grupo Lafferty. A ideia é constituir conselhos semelhantes com atuação voltada à América Latina, onde os dois executivos atuarão conjuntamente.
Musa diz que a união do expertise da Lafferty e da Partner terá uma contribuição importante ao mercado de meios eletrônicos de pagamento e varejo financeiro. "O Grupo Lafferty atua no gerenciamento de informações, consultoria e dados globais do setor. O que faremos é expandir esse conhecimento a vários players, principalmente, por meio de grupos de trabalhos. O segmento de cartões vive um momento de grandes transformações com o lançamento de produtos e novas empresas entrantes. Neste sentido, a troca de experiências e a oferta de dados detalhados será fundamental para entendimento das mudanças e o desenvolvimento de negócios".
Para Michael Lafferty, o Brasil é estratégico."Estamos confiantes em aliar nosso trabalho ao know-how da Partner na área de consultoria e informações e oferecer nossos produtos e serviços por aqui. O País tem grande potencial para novos negócios na medida em que já é o quinto mercado de cartões do mundo e o terceiro maior em lucratividade", afirma. A parceria terá várias frentes de atuação, incluindo divulgação de dados globais do setor, seminários e congressos, relatórios de análises setoriais e serviços de assessoria.
7 de set. de 2010
2 de set. de 2010
NOVO CARTÃO RENNER TERÁ BANDEIRAS MASTERCARD E VISA
portal Exame 02/09/2010 - Tatiana Vaz
Ainda neste mês, 120.000 brasileiras, das 16 milhões que compõem a carteira de clientes da varejista Lojas Renner, receberão em suas casas um cartão da marca com as bandeiras Mastercard e Visa. As informações, apuradas com exclusividade pelo site EXAME, são de Cláudio Burtet, gerente geral de serviços financeiros da companhia.
A estratégia da Renner com a emissão dos cartões é estreitar o relacionamento com as clientes, expandir o uso do produto e facilitar o crédito das clientes na hora das compras. A expectativa é de que, até setembro do ano que vem, mais de um milhão de clientes possuam o cartão com as bandeiras.
"O cartão é um produto importante para o grupo, tanto que foi responsável por cerca de 60% de toda a receita gerada pela companhia no ano passado”, afirma Burter. Segundo ele, a rede não fará um anúncio oficial do lançamento do cartão, apenas enviará via correio o plástico da marca para as primeiras clientes selecionadas. Metade delas receberá o cartão com a bandeira Mastercard e a outra metade com Visa.
Antes dessa primeira emissão de cartões a clientes, a rede testou o uso dos cartões embandeirados com seus 11.000 funcionários. Desde outubro do ano passado eles receberam o produto em suas casas para realizar suas compras em lojas de todo país.
A rede oferece cartões às clientes desde a década de 70, sempre como uma alternativa de facilitar o pagamento das compras dentro de suas lojas. Com a inclusão das duas maiores bandeiras no plástico da marca, as clientes podem agora também financiar suas comprasem outros estabelecimentos comerciais.
Para os cinco próximos anos, o plano é fazer com que o novo produto cresça de acordo com a expansão dos negócios na rede. Até 2015, a Renner pretende elevar o número de suas lojas no país das atuais 130 para 260. "Até lá, a estimativa é termos cerca de cinco milhões de clientes usando o cartão Renner para fazer compras em nossas lojas", diz Burtet.
Cartões para não clientes
De acordo com o executivo, a rede cogita ainda a ideia de disponibilizar o novo cartão, a partir de 2012, para não clientes da marca. "Temos hoje estrutura, capacidade e portfólio financeiro para isso, com produtos como seguros, títulos de capitalização e até serviços de empréstimo", afirma ele.
O leque de serviços financeiros oferecidos pela Renner, durante esse prazo, deverá ser ampliado. Apesar disso, a rede não prevê nenhum tipo de parceria com bancos nem com empresas de crédito e cobrança. "Os créditos continuarão sendo feitos por private label e a administração da área será mantida dentro da Renner", diz Burter. "Mas o varejo continuará sempre sendo nosso principal negócio, não queremos seguir o modelo de algumas de nossas concorrentes."
Ainda neste mês, 120.000 brasileiras, das 16 milhões que compõem a carteira de clientes da varejista Lojas Renner, receberão em suas casas um cartão da marca com as bandeiras Mastercard e Visa. As informações, apuradas com exclusividade pelo site EXAME, são de Cláudio Burtet, gerente geral de serviços financeiros da companhia.
A estratégia da Renner com a emissão dos cartões é estreitar o relacionamento com as clientes, expandir o uso do produto e facilitar o crédito das clientes na hora das compras. A expectativa é de que, até setembro do ano que vem, mais de um milhão de clientes possuam o cartão com as bandeiras.
"O cartão é um produto importante para o grupo, tanto que foi responsável por cerca de 60% de toda a receita gerada pela companhia no ano passado”, afirma Burter. Segundo ele, a rede não fará um anúncio oficial do lançamento do cartão, apenas enviará via correio o plástico da marca para as primeiras clientes selecionadas. Metade delas receberá o cartão com a bandeira Mastercard e a outra metade com Visa.
Antes dessa primeira emissão de cartões a clientes, a rede testou o uso dos cartões embandeirados com seus 11.000 funcionários. Desde outubro do ano passado eles receberam o produto em suas casas para realizar suas compras em lojas de todo país.
A rede oferece cartões às clientes desde a década de 70, sempre como uma alternativa de facilitar o pagamento das compras dentro de suas lojas. Com a inclusão das duas maiores bandeiras no plástico da marca, as clientes podem agora também financiar suas comprasem outros estabelecimentos comerciais.
Para os cinco próximos anos, o plano é fazer com que o novo produto cresça de acordo com a expansão dos negócios na rede. Até 2015, a Renner pretende elevar o número de suas lojas no país das atuais 130 para 260. "Até lá, a estimativa é termos cerca de cinco milhões de clientes usando o cartão Renner para fazer compras em nossas lojas", diz Burtet.
Cartões para não clientes
De acordo com o executivo, a rede cogita ainda a ideia de disponibilizar o novo cartão, a partir de 2012, para não clientes da marca. "Temos hoje estrutura, capacidade e portfólio financeiro para isso, com produtos como seguros, títulos de capitalização e até serviços de empréstimo", afirma ele.
O leque de serviços financeiros oferecidos pela Renner, durante esse prazo, deverá ser ampliado. Apesar disso, a rede não prevê nenhum tipo de parceria com bancos nem com empresas de crédito e cobrança. "Os créditos continuarão sendo feitos por private label e a administração da área será mantida dentro da Renner", diz Burter. "Mas o varejo continuará sempre sendo nosso principal negócio, não queremos seguir o modelo de algumas de nossas concorrentes."
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VERIFONE COMPRA FABRICANTE DE SOLUÇÕES PARA TERMINAIS POS MÓVEIS
portal TI Inside 01/09/2010
A VeriFone, fornecedora americana de tecnologia segura para pagamentos eletrônicos, anunciou nesta quarta-feira, 1º, a compra da Way Systems, fabricante soluções para terminais ponto de venda (PoS) móveis. A transação está avaliada em US$ 6 milhões, mas pode chegar a US$ 9 milhões em um ano, caso algumas metas de desempenho sejam alcançadas.
De acordo com o anúncio, as soluções da Way serão incorporadas ao portfólio de produtos voltados para mobilidade da VeriFone. Com a aquisição, a operadora de meios de pagamento pretende aproveitar a carteira de clientes da companhia para ampliar as operações de produtos móveis.
Não foi divulgada a previsão de conclusão do negócio, que ainda precisa ser aprovado por órgãos reguladores do setor. Segundo a VeriFone, aquisição não afetará seu balanço financeiro.
A VeriFone, fornecedora americana de tecnologia segura para pagamentos eletrônicos, anunciou nesta quarta-feira, 1º, a compra da Way Systems, fabricante soluções para terminais ponto de venda (PoS) móveis. A transação está avaliada em US$ 6 milhões, mas pode chegar a US$ 9 milhões em um ano, caso algumas metas de desempenho sejam alcançadas.
De acordo com o anúncio, as soluções da Way serão incorporadas ao portfólio de produtos voltados para mobilidade da VeriFone. Com a aquisição, a operadora de meios de pagamento pretende aproveitar a carteira de clientes da companhia para ampliar as operações de produtos móveis.
Não foi divulgada a previsão de conclusão do negócio, que ainda precisa ser aprovado por órgãos reguladores do setor. Segundo a VeriFone, aquisição não afetará seu balanço financeiro.
MOIP PAGAMENTOS PRETENDE FECHAR ANO COM R$ 350 MI EM TRANSAÇÕES
portal TI Inside 01/09/2010
A MoIP Pagamentos, empresa brasileira de meios de pagamento on-line pertencente ao portal iG, pretende fechar o ano com um volume de R$ 350 milhões em transações entre os seus mais de 115 mil clientes cadastrados. De acordo com a empresa, ela realiza por dia cerca de 15 mil transações pela web e previsão para este ano é aumentar o volume transacionado em seu ambiente tecnológico em cerca de 1.400%.
O crescimento no primeiro semestre, segundo a MoIP, foi meteórico. A empresa que registrava em abril uma base 45 mil clientes, encerrou maio com 62 mil usuários e saltou para 70 mil clientes em junho. Em apenas quatro meses, a empresa conquistou cerca de 93 mil clientes no segmento de pequenas e médias empresas.
De acordo com a MoIP, partir de um simples cadastro qualquer pessoa física ou jurídica (não importando o faturamento da empresa e nem se o individuo tem renda comprovada) pode receber diversos meios de pagamento pela internet: boleto, débito on-line, cartão de débito e crédito (a vista ou parcelado). A MoIP não cobra valores para implantação do lojista, nem nenhum tipo de mensalidade e, para favorecer o fluxo de caixa do vendedor, permite que ele venda parcelado e receba em até dois dias em sua conta o valor da transação. O valor cobrado do lojista tem uma variação de 1,9% a 7,4% por venda realizada.
O internauta que realiza compras em um site através do sistema MoIP é direcionado à plataforma de pagamentos logo após fechar seu pedido no carrinho de compras e se identificar. Daí, ele escolhe a forma de pagamento (cartão de crédito, débito, boleto, entre outros) e o MoIP se encarrega da gestão de risco da transação comercial.
A MoIP Pagamentos, empresa brasileira de meios de pagamento on-line pertencente ao portal iG, pretende fechar o ano com um volume de R$ 350 milhões em transações entre os seus mais de 115 mil clientes cadastrados. De acordo com a empresa, ela realiza por dia cerca de 15 mil transações pela web e previsão para este ano é aumentar o volume transacionado em seu ambiente tecnológico em cerca de 1.400%.
O crescimento no primeiro semestre, segundo a MoIP, foi meteórico. A empresa que registrava em abril uma base 45 mil clientes, encerrou maio com 62 mil usuários e saltou para 70 mil clientes em junho. Em apenas quatro meses, a empresa conquistou cerca de 93 mil clientes no segmento de pequenas e médias empresas.
De acordo com a MoIP, partir de um simples cadastro qualquer pessoa física ou jurídica (não importando o faturamento da empresa e nem se o individuo tem renda comprovada) pode receber diversos meios de pagamento pela internet: boleto, débito on-line, cartão de débito e crédito (a vista ou parcelado). A MoIP não cobra valores para implantação do lojista, nem nenhum tipo de mensalidade e, para favorecer o fluxo de caixa do vendedor, permite que ele venda parcelado e receba em até dois dias em sua conta o valor da transação. O valor cobrado do lojista tem uma variação de 1,9% a 7,4% por venda realizada.
O internauta que realiza compras em um site através do sistema MoIP é direcionado à plataforma de pagamentos logo após fechar seu pedido no carrinho de compras e se identificar. Daí, ele escolhe a forma de pagamento (cartão de crédito, débito, boleto, entre outros) e o MoIP se encarrega da gestão de risco da transação comercial.
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ESTRANGEIRO INICIA CORRIDA POR FATIA DO MERCADO DE CARTÕES
jornal DCI 02/09/2010 - Ernani Fagundes
A lucratividade do setor brasileiro de cartões deve alcançar US$ 4 bilhões neste ano e representa o terceiro melhor indicador mundial, atrás apenas da de Canadá e Estados Unidos. Atentos a essa expressiva lucratividade, players internacionais começam a desembarcar no Brasil para conquistar uma fatia deste mercado.
A consultoria britânica Lafferty inicia suas atividades por aqui na próxima semana em joint venture com a Partner Conhecimento, a organizadora do C4 Congresso de Cartões e Crédito ao Consumidor. "O Brasil é o aristocrata da América Latina, com crescimento do setor de cartões da ordem de 25% ao ano e um potencial fantástico", declarou ao DCI, o presidente do Grupo Lafferty, Michael Lafferty.
De acordo com dados do estudo, a lucratividade do segmento de cartões no Brasil atingiu US$ 3,75 bilhões em 2009, a uma média de US$ 20 por cartão.
Lafferty apontou de que o crescimento anual do segmento de cartões no Brasil na faixa entre 20% e 25% é moderado frente à performance da Índia (30%), da Turquia (45%) e da Rússia (55%). "Um crescimento rápido demais ameaça os ganhos. Já tivemos crises de cartões de crédito na Malásia e na Tailândia, mas não vejo esse tipo de risco no Brasil", argumentou o especialista, que analisou dados de 60 países.
Lafferty demonstrou que o potencial global, cuja média anual de faturamento é US$ 2,6 mil por cartão, está nos países emergentes. Segundo o estudo, na China o faturamento médio por cartão é de US$ 1,54 mil, seguida pelo Brasil, a US$ 937, pela Índia, a US$ 764, e pela Rússia, a US$ 512.
Diante desse potencial, o presidente da Partner Conhecimento, Álvaro Musa, prevê que a experiência internacional da Lafferty possa projetar as empresas brasileiras de cartões em outros continentes. "A joint venture Lafferty Brasil dará uma nova projeção às companhias brasileiras, estamos organizando grupos de trabalho para Cingapura, Cairo, Londres, Montevidéu e Santiago", declarou, ao DCI, o ex-presidente das empresas Fininvest, Credicard e ex-executivo sênior da área de cartões do Citibank.
Em contrapartida, Musa afirma que todos os produtos de consultoria, pesquisa e banco de dados da Lafferty estarão disponíveis e adaptados ao mercado brasileiro. "Em breve o setor terá 600 milhões de cartões para administrar. Isso exige muito investimento", afirmou Musa, ao referir-se às projeções do mercado de cartões para o próximo ano.
Outra companhia internacional que espera fazer bons negócios no Brasil é a processadora líder de cartões nos Estados Unidos e na Inglaterra, a Tsys.
A companhia americana, que fatura anualmente US$ 1,7 bilhão com o processamento de 720 milhões de cartões para 370 clientes em 85 países, acabou de concluir seu projeto de converter toda a base de private label dos cartões Carrefour no Brasil.
"Mesmo com as dificuldades iniciais de comunicação, concluímos o case Carrefour no tempo recorde de 18 meses", disse o diretor da Tsys no Brasil, Antônio Jorge Bueno.
"Nós chegamos para ficar. Hoje temos 50 funcionários, um data center em parceria com a IBM em Hortolândia, um centro de processamento em Campinas e a sede administrativa em São Paulo, e devemos dobrar nossa equipe para 100 funcionários no próximo ano", projetou Bueno.
Com o suporte da Tsys, o Banco Carrefour se diz preparado para alcançar 12 milhões de cartões no próximo ano. "Nossa base atual é de cerca de 10,5 milhões de cartões. Nessa conta entra o volume da Visa, processado pela CSU, e os híbridos de private label e crédito da bandeira MasterCard, processados pela Tsys", esclareceu o diretor de Operações e TI do Banco Carrefour, Marcos Faria.
A concorrente Renner também vê a possibilidade de adicionar mais 5 milhões de clientes nos próximos anos à sua base atual de 16 milhões de cartões emitidos. "O cartão Renner é responsável por 60% das vendas da companhia, e conquistamos entre 1,5 milhão e 1,8 milhão de novos clientes a cada ano", detalha Claudio Burtet, executivo responsável pela área de cartões da Renner.
Crédito pessoal
O presidente da Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi), Adalberto Savioli, prevê que a projeção entre crédito e PIB no Brasil deve alcançar 50% em 2010 e atingir 60% até 2012. "O apetite dos bancos está crescendo em crédito imobiliário: avançou 50,8% nos últimos 12 meses e será o segmento mais promissor nos próximos anos", apontou.
De acordo com o presidente da Acrefi, o crédito para veículos e o crédito consignado também evoluem a taxas expressivas. "O crescimento médio do crédito para veículos e de empréstimos consignados está em torno de 30% este ano. Estas duas linhas são responsáveis por cerca de 70% do total das carteiras das financeiras", enumera Savioli. Ele informou ainda os dados atualizados da Acrefi - financiamentos via cartão, com R$ 29 bilhões; a carteira de crédito pessoal e consignado, em R$ 200 bilhões, e a de veículos, em R$ 115 bilhões.
A lucratividade do setor brasileiro de cartões deve alcançar US$ 4 bilhões neste ano e representa o terceiro melhor indicador mundial, atrás apenas da de Canadá e Estados Unidos. Atentos a essa expressiva lucratividade, players internacionais começam a desembarcar no Brasil para conquistar uma fatia deste mercado.
A consultoria britânica Lafferty inicia suas atividades por aqui na próxima semana em joint venture com a Partner Conhecimento, a organizadora do C4 Congresso de Cartões e Crédito ao Consumidor. "O Brasil é o aristocrata da América Latina, com crescimento do setor de cartões da ordem de 25% ao ano e um potencial fantástico", declarou ao DCI, o presidente do Grupo Lafferty, Michael Lafferty.
De acordo com dados do estudo, a lucratividade do segmento de cartões no Brasil atingiu US$ 3,75 bilhões em 2009, a uma média de US$ 20 por cartão.
Lafferty apontou de que o crescimento anual do segmento de cartões no Brasil na faixa entre 20% e 25% é moderado frente à performance da Índia (30%), da Turquia (45%) e da Rússia (55%). "Um crescimento rápido demais ameaça os ganhos. Já tivemos crises de cartões de crédito na Malásia e na Tailândia, mas não vejo esse tipo de risco no Brasil", argumentou o especialista, que analisou dados de 60 países.
Lafferty demonstrou que o potencial global, cuja média anual de faturamento é US$ 2,6 mil por cartão, está nos países emergentes. Segundo o estudo, na China o faturamento médio por cartão é de US$ 1,54 mil, seguida pelo Brasil, a US$ 937, pela Índia, a US$ 764, e pela Rússia, a US$ 512.
Diante desse potencial, o presidente da Partner Conhecimento, Álvaro Musa, prevê que a experiência internacional da Lafferty possa projetar as empresas brasileiras de cartões em outros continentes. "A joint venture Lafferty Brasil dará uma nova projeção às companhias brasileiras, estamos organizando grupos de trabalho para Cingapura, Cairo, Londres, Montevidéu e Santiago", declarou, ao DCI, o ex-presidente das empresas Fininvest, Credicard e ex-executivo sênior da área de cartões do Citibank.
Em contrapartida, Musa afirma que todos os produtos de consultoria, pesquisa e banco de dados da Lafferty estarão disponíveis e adaptados ao mercado brasileiro. "Em breve o setor terá 600 milhões de cartões para administrar. Isso exige muito investimento", afirmou Musa, ao referir-se às projeções do mercado de cartões para o próximo ano.
Outra companhia internacional que espera fazer bons negócios no Brasil é a processadora líder de cartões nos Estados Unidos e na Inglaterra, a Tsys.
A companhia americana, que fatura anualmente US$ 1,7 bilhão com o processamento de 720 milhões de cartões para 370 clientes em 85 países, acabou de concluir seu projeto de converter toda a base de private label dos cartões Carrefour no Brasil.
"Mesmo com as dificuldades iniciais de comunicação, concluímos o case Carrefour no tempo recorde de 18 meses", disse o diretor da Tsys no Brasil, Antônio Jorge Bueno.
"Nós chegamos para ficar. Hoje temos 50 funcionários, um data center em parceria com a IBM em Hortolândia, um centro de processamento em Campinas e a sede administrativa em São Paulo, e devemos dobrar nossa equipe para 100 funcionários no próximo ano", projetou Bueno.
Com o suporte da Tsys, o Banco Carrefour se diz preparado para alcançar 12 milhões de cartões no próximo ano. "Nossa base atual é de cerca de 10,5 milhões de cartões. Nessa conta entra o volume da Visa, processado pela CSU, e os híbridos de private label e crédito da bandeira MasterCard, processados pela Tsys", esclareceu o diretor de Operações e TI do Banco Carrefour, Marcos Faria.
A concorrente Renner também vê a possibilidade de adicionar mais 5 milhões de clientes nos próximos anos à sua base atual de 16 milhões de cartões emitidos. "O cartão Renner é responsável por 60% das vendas da companhia, e conquistamos entre 1,5 milhão e 1,8 milhão de novos clientes a cada ano", detalha Claudio Burtet, executivo responsável pela área de cartões da Renner.
Crédito pessoal
O presidente da Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi), Adalberto Savioli, prevê que a projeção entre crédito e PIB no Brasil deve alcançar 50% em 2010 e atingir 60% até 2012. "O apetite dos bancos está crescendo em crédito imobiliário: avançou 50,8% nos últimos 12 meses e será o segmento mais promissor nos próximos anos", apontou.
De acordo com o presidente da Acrefi, o crédito para veículos e o crédito consignado também evoluem a taxas expressivas. "O crescimento médio do crédito para veículos e de empréstimos consignados está em torno de 30% este ano. Estas duas linhas são responsáveis por cerca de 70% do total das carteiras das financeiras", enumera Savioli. Ele informou ainda os dados atualizados da Acrefi - financiamentos via cartão, com R$ 29 bilhões; a carteira de crédito pessoal e consignado, em R$ 200 bilhões, e a de veículos, em R$ 115 bilhões.
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PAGAMENTO ANTECIPADO EM ALTA
jornal Diário do Comércio 02/09/2010 - Fernanda Pressinott
Os instrumentos pré-pagos devem movimentar R$ 89 bilhões em 2010 e transformar o Brasil no terceiro maior mercado desse meio de pagamento no mundo, atrás apenas de Estados Unidos e União Europeia. Em 2009, os pagamentos de produtos e serviços cujos fundos foram pagos antes da utilização somaram R$ 77 bilhões.
Os dados são do Grupo Setorial de Pré-Pagos (GSPP), que também prevê um movimento de R$ 195 bilhões em 2015 e R$ 369 bilhões em 2020. O grupo estuda modelos de negócio e regulamentação do pagamento antecipado, e o Brasil é membro desde o ano passado.
O mais conhecido meio de pagamento antecipado no País, o pré-pago de celular, representa atualmente 40% do setor, mas tende a perder participação percentual para transportes (como bilhete único) e gastos online. "Nos EUA, é muito comum o uso de vales-presente, mas aqui é culturalmente agressivo", disse o presidente da GSPP e professor de finanças da Fundação Instituto de Administração (FIA), Boanerges Ramos Freire.
Opções – Para o consumidor final, ainda existem os cartões de viagem, remessas de valor ao exterior, cartões para estudantes (para gastos na cantina da escola, por exemplo), e para saúde. As empresas também mantêm esse mercado com vales-refeição, vales-cultura e combustível e cartões de incentivo. O governo ajuda a movimentar o setor com o Bolsa-Família, seguro-desemprego e aposentadoria. "Não importa se o pagamento é com cartão físico ou biometria, se já tem o valor a gastar quitado antes é um instrumento pré-pago", explicou Ramos Freire.
Um dos mercados promissores para os próximos anos é o de energia elétrica, que deve atender a população de baixa renda com definição antecipada de gastos, assim como ocorreu na telefonia.
Segundo o GSPP, o segmento de pré-pagos tradicionais (excluída a telefonia) movimentou R$ 45 bilhões em 2009 e deve alcançar R$ 55 bilhões em 2010 no Brasil. Como meio de pagamento, o pré-pago também deve aumentar a participação no todo com o passar dos anos e chegar à terceira posição no ranking, atrás do dinheiro e dos cartões convencionais. "Em um ano ou dois, já vai superar o cheque como meio de pagamento para o consumidor", ponderou o presidente do GSPP.
Nos EUA, os meios de pagamento movimentaram US$ 7,59 trilhões em 2009 e os pré-pagos, US$ 290 bilhões. Para 2015, a expectativa é de US$ 9,7 trilhões para a movimentação total e US$ 897 bilhões para o pagamento antecipado.
Pré-pago traz atendimento médico acessível
Uma modalidade em iniciação no Brasil é o uso de pré-pago para saúde. A empresa de tecnologia e meios de pagamento APPI criou uma solução que possibilita o atendimento ambulatorial para classe C e D e vendeu para três companhias de saúde: Saúde Sul, do Espiríto Santo; Norte Fluminense, do Rio de Janeiro; e Condor Transporte, do Pará.
O modelo de negócio levou três anos e várias pesquisas para ser desenvolvido. Levantamento feito em 2006, com 105 milhões de pessoas que tinham renda familiar entre R$ 500 e R$ 1,6 mil mostra que elas gastariam R$ 18 por mês para o pagamento de consultas e exames.
Mas não aceitariam pagar mensalidade ou serem barradas por restrições como nome em cadastros de devedores ou doenças pré-existentes. Queriam um produto extensivo a toda a família, com um custo acessível.
"O modelo pré-pago reduz o risco por ter o pagamento antecipado", disse o diretor da APPI, Alberto Techera.
Pelo produto, o usuário paga, por exemplo, R$ 50 em um mês, e pode fazer uma consulta e não precisa voltar a usar. Techera relatou que algumas famílias têm recarregado mensalmente o cartão, outras só em caso de necessidade. Os valores variam de R$ 30 a R$ 600.
A média de uso nesses três anos foi de R$ 160 anuais.
Por complexidade do sistema de saúde, os valores não são aceitos em internações. "Cada empresa criou uma rede conveniada e, para evitar que o cliente pague a consulta diretamente ao médico, criamos programas de fidelidade", explicou Techera. A receita estimada do serviço é de R$ 10 bilhões ao ano.
Os instrumentos pré-pagos devem movimentar R$ 89 bilhões em 2010 e transformar o Brasil no terceiro maior mercado desse meio de pagamento no mundo, atrás apenas de Estados Unidos e União Europeia. Em 2009, os pagamentos de produtos e serviços cujos fundos foram pagos antes da utilização somaram R$ 77 bilhões.
Os dados são do Grupo Setorial de Pré-Pagos (GSPP), que também prevê um movimento de R$ 195 bilhões em 2015 e R$ 369 bilhões em 2020. O grupo estuda modelos de negócio e regulamentação do pagamento antecipado, e o Brasil é membro desde o ano passado.
O mais conhecido meio de pagamento antecipado no País, o pré-pago de celular, representa atualmente 40% do setor, mas tende a perder participação percentual para transportes (como bilhete único) e gastos online. "Nos EUA, é muito comum o uso de vales-presente, mas aqui é culturalmente agressivo", disse o presidente da GSPP e professor de finanças da Fundação Instituto de Administração (FIA), Boanerges Ramos Freire.
Opções – Para o consumidor final, ainda existem os cartões de viagem, remessas de valor ao exterior, cartões para estudantes (para gastos na cantina da escola, por exemplo), e para saúde. As empresas também mantêm esse mercado com vales-refeição, vales-cultura e combustível e cartões de incentivo. O governo ajuda a movimentar o setor com o Bolsa-Família, seguro-desemprego e aposentadoria. "Não importa se o pagamento é com cartão físico ou biometria, se já tem o valor a gastar quitado antes é um instrumento pré-pago", explicou Ramos Freire.
Um dos mercados promissores para os próximos anos é o de energia elétrica, que deve atender a população de baixa renda com definição antecipada de gastos, assim como ocorreu na telefonia.
Segundo o GSPP, o segmento de pré-pagos tradicionais (excluída a telefonia) movimentou R$ 45 bilhões em 2009 e deve alcançar R$ 55 bilhões em 2010 no Brasil. Como meio de pagamento, o pré-pago também deve aumentar a participação no todo com o passar dos anos e chegar à terceira posição no ranking, atrás do dinheiro e dos cartões convencionais. "Em um ano ou dois, já vai superar o cheque como meio de pagamento para o consumidor", ponderou o presidente do GSPP.
Nos EUA, os meios de pagamento movimentaram US$ 7,59 trilhões em 2009 e os pré-pagos, US$ 290 bilhões. Para 2015, a expectativa é de US$ 9,7 trilhões para a movimentação total e US$ 897 bilhões para o pagamento antecipado.
Pré-pago traz atendimento médico acessível
Uma modalidade em iniciação no Brasil é o uso de pré-pago para saúde. A empresa de tecnologia e meios de pagamento APPI criou uma solução que possibilita o atendimento ambulatorial para classe C e D e vendeu para três companhias de saúde: Saúde Sul, do Espiríto Santo; Norte Fluminense, do Rio de Janeiro; e Condor Transporte, do Pará.
O modelo de negócio levou três anos e várias pesquisas para ser desenvolvido. Levantamento feito em 2006, com 105 milhões de pessoas que tinham renda familiar entre R$ 500 e R$ 1,6 mil mostra que elas gastariam R$ 18 por mês para o pagamento de consultas e exames.
Mas não aceitariam pagar mensalidade ou serem barradas por restrições como nome em cadastros de devedores ou doenças pré-existentes. Queriam um produto extensivo a toda a família, com um custo acessível.
"O modelo pré-pago reduz o risco por ter o pagamento antecipado", disse o diretor da APPI, Alberto Techera.
Pelo produto, o usuário paga, por exemplo, R$ 50 em um mês, e pode fazer uma consulta e não precisa voltar a usar. Techera relatou que algumas famílias têm recarregado mensalmente o cartão, outras só em caso de necessidade. Os valores variam de R$ 30 a R$ 600.
A média de uso nesses três anos foi de R$ 160 anuais.
Por complexidade do sistema de saúde, os valores não são aceitos em internações. "Cada empresa criou uma rede conveniada e, para evitar que o cliente pague a consulta diretamente ao médico, criamos programas de fidelidade", explicou Techera. A receita estimada do serviço é de R$ 10 bilhões ao ano.
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1 de set. de 2010
BRASIL SÓ PERDE PARA EUA E CANADÁ EM LUCRATIVIDADE NO SETOR DE CARTÕES
portal Economia & Negócios 01/09/2010 - Altamiro Silva Júnior (Agência Estado)
O mercado brasileiro de cartões já é o terceiro mais lucrativo do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos e Canadá. As empresas ligadas ao setor, incluindo bancos emissores e os credenciadores de lojistas para as bandeiras, devem lucrar mais de US$ 4 bilhões este ano, segundo estudo da consultoria inglesa Lafferty. Em 2009, os lucros somaram US$ 3,750 bilhões. A consultoria pesquisou o mercado de cartões em 65 países e, para a comparação internacional, considerou os ganhos antes dos impostos e taxas.
Cada cartão de crédito emitido no Brasil dá lucro de US$ 20 para os bancos. É o maior valor entre os países que formam a sigla Bric (além do Brasil, há a Rússia, a Índia e a China). Na Índia, o lucro é de US$ 12 e na Rússia de apenas US$ 5. Já na China, mercado dominado pelos cartões de débito, cada plástico dá prejuízo de US$ 1.
Mesmo estando entre os cinco maiores mercados de cartões do mundo, o setor no Brasil ainda tem grande potencial para crescimento, avalia o sócio da Lafferty Group, o irlandês Michael Lafferty. Um dos indicadores disso é que o gasto médio por cartão aqui ainda é baixo quando comparado a outros países. No mercado brasileiro, cada cartão movimenta US$ 937 por ano, em média, considerando dados de 2009. Na China, é de US$ 1.538. A média mundial está em US$ 2.613. Na comparação internacional quando se considera o valor de cada transação, o Brasil é apenas o oitavo do ranking global, com US$ 75. Nos outros países, está na casa dos US$ 100.
Segundo o executivo, mercados como o Reino Unido e o norte-americano estão com taxas estáveis de crescimento, ainda influenciadas pela crise financeira mundial de 2008 e 2009. Enquanto isso, o Brasil continua mantendo o ritmo de crescimento, sempre na casa dos dois dígitos. "Vemos um crescimento massivo para o crédito ao consumo no Brasil, muito a frente dos outros países dos Bric", disse o executivo, que veio a São Paulo para participar do C4 - Congresso de Cartões e Crédito ao Consumidor. O Brasil deve fechar o ano com 600 milhões de cartões, entre plásticos de débito, crédito e de lojas.
Para Lafferty, uma das particularidades do Brasil é a forte popularidade dos cartões de varejo, emitidos por lojas e redes em parcerias com bancos. Diferentes de outros países, esses cartões são muito usados aqui e são considerados um modelo mundial para a expansão desse mercado. Hoje, praticamente todas as grandes redes varejistas emitem cartões. Na comparação internacional, apenas os EUA têm participação importante dos plásticos de varejo.
Nos Estados Unidos, o setor de cartões deu lucro bruto de US$ 18 bilhões em 2008. Com a crise, os ganhos despencaram para cerca de US$ 1 bilhão em 2009. Este ano, devem se recuperar e bater em quase US$ 5 bilhões. Coreia do Sul, na quarta posição, e Turquia, na quinta, são os outros mercados que possuem os maiores lucros no setor de cartões na comparação global.
O mercado brasileiro de cartões já é o terceiro mais lucrativo do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos e Canadá. As empresas ligadas ao setor, incluindo bancos emissores e os credenciadores de lojistas para as bandeiras, devem lucrar mais de US$ 4 bilhões este ano, segundo estudo da consultoria inglesa Lafferty. Em 2009, os lucros somaram US$ 3,750 bilhões. A consultoria pesquisou o mercado de cartões em 65 países e, para a comparação internacional, considerou os ganhos antes dos impostos e taxas.
Cada cartão de crédito emitido no Brasil dá lucro de US$ 20 para os bancos. É o maior valor entre os países que formam a sigla Bric (além do Brasil, há a Rússia, a Índia e a China). Na Índia, o lucro é de US$ 12 e na Rússia de apenas US$ 5. Já na China, mercado dominado pelos cartões de débito, cada plástico dá prejuízo de US$ 1.
Mesmo estando entre os cinco maiores mercados de cartões do mundo, o setor no Brasil ainda tem grande potencial para crescimento, avalia o sócio da Lafferty Group, o irlandês Michael Lafferty. Um dos indicadores disso é que o gasto médio por cartão aqui ainda é baixo quando comparado a outros países. No mercado brasileiro, cada cartão movimenta US$ 937 por ano, em média, considerando dados de 2009. Na China, é de US$ 1.538. A média mundial está em US$ 2.613. Na comparação internacional quando se considera o valor de cada transação, o Brasil é apenas o oitavo do ranking global, com US$ 75. Nos outros países, está na casa dos US$ 100.
Segundo o executivo, mercados como o Reino Unido e o norte-americano estão com taxas estáveis de crescimento, ainda influenciadas pela crise financeira mundial de 2008 e 2009. Enquanto isso, o Brasil continua mantendo o ritmo de crescimento, sempre na casa dos dois dígitos. "Vemos um crescimento massivo para o crédito ao consumo no Brasil, muito a frente dos outros países dos Bric", disse o executivo, que veio a São Paulo para participar do C4 - Congresso de Cartões e Crédito ao Consumidor. O Brasil deve fechar o ano com 600 milhões de cartões, entre plásticos de débito, crédito e de lojas.
Para Lafferty, uma das particularidades do Brasil é a forte popularidade dos cartões de varejo, emitidos por lojas e redes em parcerias com bancos. Diferentes de outros países, esses cartões são muito usados aqui e são considerados um modelo mundial para a expansão desse mercado. Hoje, praticamente todas as grandes redes varejistas emitem cartões. Na comparação internacional, apenas os EUA têm participação importante dos plásticos de varejo.
Nos Estados Unidos, o setor de cartões deu lucro bruto de US$ 18 bilhões em 2008. Com a crise, os ganhos despencaram para cerca de US$ 1 bilhão em 2009. Este ano, devem se recuperar e bater em quase US$ 5 bilhões. Coreia do Sul, na quarta posição, e Turquia, na quinta, são os outros mercados que possuem os maiores lucros no setor de cartões na comparação global.
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CIELO TESTA PAGAMENTOS VIA CELULAR
portal Exame 01/09/2010 - Beatriz Olivon
A Cielo está trabalhando em um piloto para viabilizar pagamentos por cartões de crédito por meio de aparelhos celulares. A expectativa da empresa é lançar o produto no próximo trimestre.
Pela captura móvel, o celular do vendedor seria usado para realizar a transação do cartão. A tarifa de conectividade seria de 9,90 reais ao mês. O piloto está sendo feito com a Claro, mas a Cielo pretende oferecer o produto para todas as operadoras, segundo Eduardo Chedid, vice-presidente executivo de soluções em negócios.
O modelo poderia ser usado para vendas porta-a-porta, ambulantes e feirantes, por exemplo. Um estudo da empresa identificou um público potencial de 1,2 milhão de pessoas. "A gente sabe que é um primeiro passo, é captura móvel. Mas o outro passo é a compra via celular, é por isso que investimos na M4U. O comprador usaria seu celular, o vendedor daria entrada no número de celular", disse Chedid ao site EXAME.
Esse modelo está em piloto há um ano e meio, mas, com a recente aquisição, a Cielo espera aperfeiçoar o serviço - que ainda não tem previsão de lançamento. Com a compra da M4U, que atua em plataformas de mobilidade, a Cielo espera mais que quadruplicar seus volumes em recarga de celulares pré-pagos, segundo Chedid.
A Cielo está trabalhando em um piloto para viabilizar pagamentos por cartões de crédito por meio de aparelhos celulares. A expectativa da empresa é lançar o produto no próximo trimestre.
Pela captura móvel, o celular do vendedor seria usado para realizar a transação do cartão. A tarifa de conectividade seria de 9,90 reais ao mês. O piloto está sendo feito com a Claro, mas a Cielo pretende oferecer o produto para todas as operadoras, segundo Eduardo Chedid, vice-presidente executivo de soluções em negócios.
O modelo poderia ser usado para vendas porta-a-porta, ambulantes e feirantes, por exemplo. Um estudo da empresa identificou um público potencial de 1,2 milhão de pessoas. "A gente sabe que é um primeiro passo, é captura móvel. Mas o outro passo é a compra via celular, é por isso que investimos na M4U. O comprador usaria seu celular, o vendedor daria entrada no número de celular", disse Chedid ao site EXAME.
Esse modelo está em piloto há um ano e meio, mas, com a recente aquisição, a Cielo espera aperfeiçoar o serviço - que ainda não tem previsão de lançamento. Com a compra da M4U, que atua em plataformas de mobilidade, a Cielo espera mais que quadruplicar seus volumes em recarga de celulares pré-pagos, segundo Chedid.
FACEBOOK VAI DISPONIBILIZAR CARTÕES-PRESENTE NOS EUA
portal Olhar Digital 01/09/2010
O Facebook está, mais uma vez, trazendo o mundo virtual para o real. Há algum tempo, itens comercializados na rede social apareceram nas prateleiras de uma rede de lojas norte-americana. Agora, cartões de presente poderão ser adquiridos fora da rede social. Os objetos já estão sendo vendidos na Ásia e Oceania desde julho deste ano e agora é a vez dos Estados Unidos.
Mas não pense que são cartões comuns. Eles serão usados nos mais de 150 jogos sociais e aplicativos da rede social, entre os quais estão FarmVille, Happy Aquarium e Bejeweled Blitz.
O cartão permite adquirir conteúdos premium para os jogos e aplicativos da rede social, como updates e objetos. A única diferença é que você pode presentear alguém e também ganhar um de presente.
Os cartões estarão disponíveis nos Estados Unidos a partir de domingo, com valores de US$15, US$25 e US$50, nas lojas da Target e em Target.com. É possível que mais alguns varejistas vendam os cartões.
A proposta é apostar na grande parcela de usuários do Facebook que joga na rede social. Somente eles contabilizam mais de 200 milhões de usuários - a rede social ultrapassou recentemente a marca de 500 milhões de usuários.
Quanto à comercialização fora dos Estados Unidos, ainda não existe uma previsão.
O Facebook está, mais uma vez, trazendo o mundo virtual para o real. Há algum tempo, itens comercializados na rede social apareceram nas prateleiras de uma rede de lojas norte-americana. Agora, cartões de presente poderão ser adquiridos fora da rede social. Os objetos já estão sendo vendidos na Ásia e Oceania desde julho deste ano e agora é a vez dos Estados Unidos.
Mas não pense que são cartões comuns. Eles serão usados nos mais de 150 jogos sociais e aplicativos da rede social, entre os quais estão FarmVille, Happy Aquarium e Bejeweled Blitz.
O cartão permite adquirir conteúdos premium para os jogos e aplicativos da rede social, como updates e objetos. A única diferença é que você pode presentear alguém e também ganhar um de presente.
Os cartões estarão disponíveis nos Estados Unidos a partir de domingo, com valores de US$15, US$25 e US$50, nas lojas da Target e em Target.com. É possível que mais alguns varejistas vendam os cartões.
A proposta é apostar na grande parcela de usuários do Facebook que joga na rede social. Somente eles contabilizam mais de 200 milhões de usuários - a rede social ultrapassou recentemente a marca de 500 milhões de usuários.
Quanto à comercialização fora dos Estados Unidos, ainda não existe uma previsão.
PAGAMENTOS POR CELULAR E PRÉ-PAGOS SÃO OS TEMAS DA MASTERCARD NO C4 2010
release Tamer Comunicação Empresarial 01/09/2010
A MasterCard marca presença na sexta edição do Congresso de Cartões e Crédito ao Consumidor (C4-2010). Participam do evento o vice-presidente de Produtos Pré-Pagos da MasterCard Brasil, Carlos Ogata, e o vice-presidente de Pagamentos Avançados da MasterCard Brasil, Luiz Guilherme Roncato. Ogata irá discorrer sobre as oportunidades para soluções pré-pagas no Brasil e no mundo, enquanto Roncato será um dos participantes do painel sobre pagamentos por celular.
Os dois projetos são prioridades de negócios para a MasterCard no Brasil. Na área de pré-pagos, uma pesquisa da MasterCard realizada pela Boston Consulting Group e PSE Consulting prevê gastos de US$ 115 bilhões om cartões pré-pagos na América Latina e Caribe até 2015, ou seja, apresenta um potencial de crescimento muito grande em toda a região.
Reconhecendo essa oportunidade, a MasterCard está incentivando a inovação em vários setores com a oferta de soluções em pré-pagos no setor público, no comércio e para mercados de consumo na região inteira.
Já em pagamentos móveis a MasterCard anunciou no final de 2009, em parceria com Itaú Unibanco, Redecard e Vivo, a criação de uma plataforma de meios de pagamento para telefones celulares, em projeto piloto que em breve estará disponível no mercado.
Pioneira no mundo, a iniciativa tem o objetivo de oferecer uma solução completa a ser utilizada por qualquer emissor, adquirente e operadora de telefonia móvel para disponibilizar pagamentos iniciados pelo telefone celular usando a rede de pagamentos da MasterCard.
01 de setembro – 16h00
Painel – Luiz Guilherme Roncato
Tema: Pagamento por celular, biometria, contact less e outras novidades.“É para valer ou ainda demora?”
03 de setembro – 10h50
Palestrante - Carlos Ogata
Tema: Cartões Pré-Pagos: um mercado em plena ebulição e de potencial pouco conhecido. “Que oportunidades existem nesse segmento? Como pode deslanchar no Brasil?”
A MasterCard marca presença na sexta edição do Congresso de Cartões e Crédito ao Consumidor (C4-2010). Participam do evento o vice-presidente de Produtos Pré-Pagos da MasterCard Brasil, Carlos Ogata, e o vice-presidente de Pagamentos Avançados da MasterCard Brasil, Luiz Guilherme Roncato. Ogata irá discorrer sobre as oportunidades para soluções pré-pagas no Brasil e no mundo, enquanto Roncato será um dos participantes do painel sobre pagamentos por celular.
Os dois projetos são prioridades de negócios para a MasterCard no Brasil. Na área de pré-pagos, uma pesquisa da MasterCard realizada pela Boston Consulting Group e PSE Consulting prevê gastos de US$ 115 bilhões om cartões pré-pagos na América Latina e Caribe até 2015, ou seja, apresenta um potencial de crescimento muito grande em toda a região.
Reconhecendo essa oportunidade, a MasterCard está incentivando a inovação em vários setores com a oferta de soluções em pré-pagos no setor público, no comércio e para mercados de consumo na região inteira.
Já em pagamentos móveis a MasterCard anunciou no final de 2009, em parceria com Itaú Unibanco, Redecard e Vivo, a criação de uma plataforma de meios de pagamento para telefones celulares, em projeto piloto que em breve estará disponível no mercado.
Pioneira no mundo, a iniciativa tem o objetivo de oferecer uma solução completa a ser utilizada por qualquer emissor, adquirente e operadora de telefonia móvel para disponibilizar pagamentos iniciados pelo telefone celular usando a rede de pagamentos da MasterCard.
01 de setembro – 16h00
Painel – Luiz Guilherme Roncato
Tema: Pagamento por celular, biometria, contact less e outras novidades.“É para valer ou ainda demora?”
03 de setembro – 10h50
Palestrante - Carlos Ogata
Tema: Cartões Pré-Pagos: um mercado em plena ebulição e de potencial pouco conhecido. “Que oportunidades existem nesse segmento? Como pode deslanchar no Brasil?”
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