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18 de mai. de 2011

SOFTWARE PAY&GO SERÁ COMERCIALIZADO PELA CIS E NTK

portal Executivos Financeiros 17/05/2011

A CIS, empresa fabricante de soluções inovadoras, em parceira com a NTK Solutions, acabam de anunciar o Pay&Go, software de última geração para a captura de transações eletrônicas (TEF) realizadas com cartões de crédito, débito, voucher entre outros. O novo produto oferece ao estabelecimento comercial total controle sobre as vendas realizadas. Indispensável para o comércio, o software possui tecnologia para as transações feitas com cartões e atende todos os requisitos de segurança definidos pelas empresas adquirentes.

O software opera em plataforma baixa, solicitando apenas o sistema operacional Windows com suporte Microsoft ou Linux. Possui atualização remota, Help Desk especializado 24 horas por dia, sete dias por semana, e interface de fácil operação ao usuário, não necessitando de servidor dedicado.

Utilizando o mesmo conceito do TEF Discado na interface de comunicação com a automação comercial, o Pay&Go elimina a necessidade de desenvolvimentos e/ou upgrade de software e hardware para uso da solução. O produto é uma solução integrada, abrangente e com excelente desempenho, quando comparado com o TF dedicado.

Os pontos fortes do produto e do sistema são: a integração com o sistema de automação comercial do estabelecimento, a rapidez e o fato da própria NTK fazer a instalação e ativação.Uma característica técnica relevante é o fato do sistema poder ter redundância através de conexão GPRS ou 3G, ou seja, se a linha da Internet cair o sistema celular mantém o serviço ativo.

O sistema de venda da CIS também é uma grande inovação e será de grande valia aos revendedores. Trata-se da venda de serviço, no qual o usuário assinará um termo de adesão e, após validação pelo distribuidor e pela CIS, haverá a ativação do sistema através da NTK.

O serviço inclui também a locação do Pin Pad, que poderá ser trocado imediatamente quando ocorrer algum problema técnico.

27 de jan. de 2011

CIELO FECHA PARCERIAS PARA SE FORTALECER NO SEGMENTO DE VOUCHERS

portal Executivos Financeiros 27/01/2011

A Cielo, fornecedora de soluções de pagamentos, anunciou nesta quinta-feira novas parcerias com a Bônus CBA, Cabal Vale e Verocheque, que serão aceitas nas máquinas Cielo ainda no primeiro semestre de 2011. Segundo comunicado, as três bandeiras, juntas, geram mais de 30 milhões de transações por ano.

A Bônus CBA é parte do grupo CBA, maior distribuidor de cestas de alimentos do Brasil, possui mais 400 mil cartões alimentação e refeição emitidos e está presente em todo o país, com maior concentração no estado de São Paulo e nas capitais. O acordo prevê a preferência da Cielo na captura de suas transações.

Já a Cabal Vale atua principalmente nos estados de Minas Gerais, Santa Catarina, Paraná, Espírito Santo e Rondônia, além do Distrito Federal, sendo o braço do grupo nos segmentos alimentação e refeição. Inicialmente, a Cielo capturará as 5 milhões de transações realizadas com os 110 mil cartões Alimentação e Refeição da bandeira, que atua também na Argentina, Uruguai e Paraguai.

Com carteira composta majoritariamente por clientes públicos, a Verocheque, fundada em Ribeirão Preto, tem forte atuação no interior de São Paulo, além de Minas Gerais, Paraná e Mato Grosso. Como parte do acordo, as transações realizadas com os mais de 180 mil cartões alimentação, refeição, combustível e multibenefícios farão parte da carteira de captura da Cielo.

A empresa, tida como a 5ª maior credenciadora do mundo e reportando faturamento de RS$ 214 bilhões em 2009, segue em expansão. Os novos acordos somam-se às parcerias fechadas em 2010 com as bandeiras Aura, Sorocred, Policard e Good Card, além da Dotz, com atuação no segmento de fidelização de coalizão na América Latina.

2 de set. de 2010

PAGAMENTO ANTECIPADO EM ALTA

jornal Diário do Comércio 02/09/2010 - Fernanda Pressinott

Os instrumentos pré-pagos devem movimentar R$ 89 bilhões em 2010 e transformar o Brasil no terceiro maior mercado desse meio de pagamento no mundo, atrás apenas de Estados Unidos e União Europeia. Em 2009, os pagamentos de produtos e serviços cujos fundos foram pagos antes da utilização somaram R$ 77 bilhões.

Os dados são do Grupo Setorial de Pré-Pagos (GSPP), que também prevê um movimento de R$ 195 bilhões em 2015 e R$ 369 bilhões em 2020. O grupo estuda modelos de negócio e regulamentação do pagamento antecipado, e o Brasil é membro desde o ano passado.

O mais conhecido meio de pagamento antecipado no País, o pré-pago de celular, representa atualmente 40% do setor, mas tende a perder participação percentual para transportes (como bilhete único) e gastos online. "Nos EUA, é muito comum o uso de vales-presente, mas aqui é culturalmente agressivo", disse o presidente da GSPP e professor de finanças da Fundação Instituto de Administração (FIA), Boanerges Ramos Freire.

Opções – Para o consumidor final, ainda existem os cartões de viagem, remessas de valor ao exterior, cartões para estudantes (para gastos na cantina da escola, por exemplo), e para saúde. As empresas também mantêm esse mercado com vales-refeição, vales-cultura e combustível e cartões de incentivo. O governo ajuda a movimentar o setor com o Bolsa-Família, seguro-desemprego e aposentadoria. "Não importa se o pagamento é com cartão físico ou biometria, se já tem o valor a gastar quitado antes é um instrumento pré-pago", explicou Ramos Freire.

Um dos mercados promissores para os próximos anos é o de energia elétrica, que deve atender a população de baixa renda com definição antecipada de gastos, assim como ocorreu na telefonia.

Segundo o GSPP, o segmento de pré-pagos tradicionais (excluída a telefonia) movimentou R$ 45 bilhões em 2009 e deve alcançar R$ 55 bilhões em 2010 no Brasil. Como meio de pagamento, o pré-pago também deve aumentar a participação no todo com o passar dos anos e chegar à terceira posição no ranking, atrás do dinheiro e dos cartões convencionais. "Em um ano ou dois, já vai superar o cheque como meio de pagamento para o consumidor", ponderou o presidente do GSPP.

Nos EUA, os meios de pagamento movimentaram US$ 7,59 trilhões em 2009 e os pré-pagos, US$ 290 bilhões. Para 2015, a expectativa é de US$ 9,7 trilhões para a movimentação total e US$ 897 bilhões para o pagamento antecipado.

Pré-pago traz atendimento médico acessível

Uma modalidade em iniciação no Brasil é o uso de pré-pago para saúde. A empresa de tecnologia e meios de pagamento APPI criou uma solução que possibilita o atendimento ambulatorial para classe C e D e vendeu para três companhias de saúde: Saúde Sul, do Espiríto Santo; Norte Fluminense, do Rio de Janeiro; e Condor Transporte, do Pará.

O modelo de negócio levou três anos e várias pesquisas para ser desenvolvido. Levantamento feito em 2006, com 105 milhões de pessoas que tinham renda familiar entre R$ 500 e R$ 1,6 mil mostra que elas gastariam R$ 18 por mês para o pagamento de consultas e exames.

Mas não aceitariam pagar mensalidade ou serem barradas por restrições como nome em cadastros de devedores ou doenças pré-existentes. Queriam um produto extensivo a toda a família, com um custo acessível.

"O modelo pré-pago reduz o risco por ter o pagamento antecipado", disse o diretor da APPI, Alberto Techera.

Pelo produto, o usuário paga, por exemplo, R$ 50 em um mês, e pode fazer uma consulta e não precisa voltar a usar. Techera relatou que algumas famílias têm recarregado mensalmente o cartão, outras só em caso de necessidade. Os valores variam de R$ 30 a R$ 600.

A média de uso nesses três anos foi de R$ 160 anuais.

Por complexidade do sistema de saúde, os valores não são aceitos em internações. "Cada empresa criou uma rede conveniada e, para evitar que o cliente pague a consulta diretamente ao médico, criamos programas de fidelidade", explicou Techera. A receita estimada do serviço é de R$ 10 bilhões ao ano.