portal Economia e Negócios 28/06/2011 - Renata Veríssimo e Fabio Graner (Agência Estado)
O estoque de crédito da economia brasileira cresceu 1,6% em maio ante abril, atingindo R$ 1,804 trilhão, equivalente a 46,9% do PIB. Em abril, o estoque equivalia a 46,6% do PIB. De acordo com os dados divulgados nesta terça-feira, 28, pelo Banco Central, em 12 meses até maio, a expansão do crédito é de 20,4%. No ano, a alta está em 5,8%. Nos últimos três meses - março, abril e maio - o crescimento foi de 4% em relação ao período imediatamente anterior.
Pelos dados do BC, o chamado crédito livre teve crescimento de 1,6% no estoque das operações em maio ante abril. O estoque do crédito com recursos direcionados apresentou a mesma alta de 1,6%.
A média diária de concessões de crédito livre caiu 5,3% em maio ante abril. No acumulado do ano, a média diária de concessões tem crescimento de 5,0%; nos últimos 12 meses, alta de 8,00%.
A média diária de concessões para pessoa física teve queda de 4,6% em maio ante abril. No ano, a média nesse segmento subiu 10,8% e em 12 meses, 11,1%. Para pessoa jurídica, houve queda de 5,8% na média diária de concessões em maio ante abril, mas no ano ainda há alta de 1,3% e em 12 meses, de 6,1%.
As concessões acumuladas no mês de maio tiveram expansão de 9,6% ante abril. No ano a expansão é de 0,4% e em 12 meses de 13,2%.
Nas operações para pessoa física, as concessões acumuladas no mês tiveram alta de 10,5% ante abril. No ano, a expansão é de 6% e em 12 meses, de 16,4%. Para pessoa jurídica, a elevação ante abril foi de 9,1%, mas no ano ocorre queda de 3,1% e em 12 meses expansão de 11,1%.
Juro
A taxa de juros no crédito livre subiu de 39,9% ao ano, em abril, para 40% em maio. Os juros dos financiamentos subiram 5 pontos porcentuais, no acumulado do ano, até maio, e 5,1 pontos porcentuais nos últimos 12 meses.
O chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Túlio Maciel, informou que a taxa de juro do crédito livre em maio foi a maior desde fevereiro de 2009. Já as taxas do cheque especial são as mais elevadas desde abril de 1999, quando eram de 193,7%.
Maciel disse que os juros do cheque especial são tradicionalmente mais altos que em outras modalidades. "O cheque especial tem como característica o auxílio de liquidez no curto prazo", afirmou.
Nas operações de pessoa física a taxa de juros permaneceu estável em 46,8% ao ano. Por outro lado, a taxa para pessoa jurídica subiu de 31%, em abril, para 31,1% em maio.
A taxa dos empréstimos para pessoa jurídica, no acumulado do ano até maio, foi de 3,2 pontos porcentuais, enquanto que o encargo para pessoa física, no ano, foi de 6,2 pontos porcentuais. Em 12 meses, encerrados em maio, a taxa dos empréstimos para pessoa jurídica foi de 4,2 pontos porcentuais e para pessoa física, 5,3 pontos porcentuais.
O spread médio das operações de crédito livre subiu de 27,8 pontos porcentuais, em abril, para 27,9 pontos porcentuais em maio. No acumulado do ano, o crescimento do spread foi de 4,4 pontos porcentuais. Nas operações de financiamento das pessoas jurídicas, o spread se manteve estável em maio anti abril, em 19,4 pontos porcentuais.
Para a pessoa física, o spread aumentou de 34,2 pontos porcentuais, em abril, para 34,3 p.p, em maio. No ano, o spread das operações para pessoa jurídica subiu 2,4 pontos porcentuais e para pessoa física, 5,8 p.p.
O spread das operações de pessoa jurídica, nos últimos 12 meses encerrados em maio, subiu 2,6 pontos porcentuais e para pessoa física, 4,7 p.p.
Crédito habitacional
As operações de crédito habitacional cresceram 3,6% em maio ante abril, totalizando um estoque de R$ 161,398 bilhões. Até abril, o estoque dessas operações estava em R$ 155,785 bilhões. Em 12 meses, o crescimento das operações de crédito habitacional é de 49,8% e, no acumulado do ano, atingiu 16,3%, ao final de maio.
As operações de crédito automotivo para pessoa física apresentaram, em maio, uma expansão de 1,0%, atingindo um saldo de R$ 193,306 bilhões. No ano, até maio, o crescimento dos financiamentos de automóveis foi de 4% e, em 12 meses, de 16,9%.
Base monetária
A base monetária teve queda de 1,3% em maio ante abril pelo critério de média do saldo dos dias úteis. O estoque de papel moeda emitido caiu 1,4% e as reservas bancárias 1%. Pelo critério de saldo no final de período, a base monetária teve expansão de 3,2% em maio ante abril. O papel moeda emitiu recuou 0,3% e as reservas bancárias aumentaram 15,3%. Não foram informados os dados relativos à variação em 12 meses.
30 de jun. de 2011
BC: CONCESSÃO DIÁRIA DE CRÉDITO AO CONSUMIDOR ATINGE R$ 3,482 BI EM MAIO
portal InfoMoney 28/06/2011 - Diego Lazzaris Borges
As concessões de crédito ao consumidor por meio de recursos livres atingiram R$ 76,603 bilhões no quinto mês de 2011, o que equivale a uma média diária de R$ 3,482 bilhões. Na comparação com abril (R$ 3,648 bilhões), em termos de média diária concedida, foi registrada queda de 4,55%. Já em relação a maio de 2010 (R$ 3,134 bilhões), houve alta de 11,10%.
Os dados, divulgados nesta terça-feira (28), fazem parte da Nota de Política Monetária e Operações de Crédito do Banco Central, que também analisa, entre outros números, o prazo médio dos financiamentos e empréstimos.
Evolução por modalidade de crédito
Mais uma vez, o volume de crédito liberado por meio do cheque especial respondeu pela maior parcela das concessões diárias. A modalidade foi responsável por 34,57% de todo o crédito concedido em maio.
Em seguida, em termos de participação, vieram o cartão de crédito (26,27%) e o crédito pessoal (20,34%).
Na tabela abaixo, é possível avaliar a média diária de concessão por modalidade para maio de 2010, além de abril e maio deste ano:
As concessões de crédito ao consumidor por meio de recursos livres atingiram R$ 76,603 bilhões no quinto mês de 2011, o que equivale a uma média diária de R$ 3,482 bilhões. Na comparação com abril (R$ 3,648 bilhões), em termos de média diária concedida, foi registrada queda de 4,55%. Já em relação a maio de 2010 (R$ 3,134 bilhões), houve alta de 11,10%.
Os dados, divulgados nesta terça-feira (28), fazem parte da Nota de Política Monetária e Operações de Crédito do Banco Central, que também analisa, entre outros números, o prazo médio dos financiamentos e empréstimos.
Evolução por modalidade de crédito
Mais uma vez, o volume de crédito liberado por meio do cheque especial respondeu pela maior parcela das concessões diárias. A modalidade foi responsável por 34,57% de todo o crédito concedido em maio.
Em seguida, em termos de participação, vieram o cartão de crédito (26,27%) e o crédito pessoal (20,34%).
Na tabela abaixo, é possível avaliar a média diária de concessão por modalidade para maio de 2010, além de abril e maio deste ano:
INADIMPLÊNCIA SOBE PARA MAIOR NÍVEL DESDE FEVEREIRO DE 2010, DIZ BC
portal G1 28/06/2011 - Alexandro Martello
A taxa de inadimplência das pessoas físicas e das empresas, que mede atrasos de pagamento superiores a 90 dias, subiu de 4,9% em abril para 5,1% em maio deste ano, o maior patamar desde fevereiro de 2010, quando estava em 5,3%.
A inadimplência somente das pessoas físicas, por sua vez, avançou pelo quarto mês consecutivo em maio, quando atingiu 6,4%. Em abril, a taxa indimplência das pessoas físicas estava em 6,1%. O patamar de maio é o maior desde junho do ano passado (6,5%).
Já a taxa de inadimplência das operações dos bancos com as empresas também registrou crescimento em maio, quando atingiu 3,9%. Trata-se do maior patamar desde outubro de 2009, quando estava em 4%.
"Estávamos antecipando há alguns meses que poderia haver alguma reação da inadimplência em função dos juros mais altos, e pelo maior comprometimento de renda das famílias. A tendência desse movimento é de acomodação da inadimplência, provavelmente no segundo semestre. Porque estamos em um momento de crescimento da economia, com expansão da renda e do emprego. Estamos com taxa de inadimplencia em níveis bastante normais", declarou Túlio Maciel, chefe do Departamento Econômico do BC.
Alerta
O crescimento da inadimplência nos últimos meses tem gerado temores nos analistas do mercado. Segundo reportagem do Financial Times, a preocupação é com uma possível "bolha de crédito".
O jornal observa que a proporção de empréstimos com pagamentos atrasados por mais de 90 dias vem crescendo rapidamente nos últimos meses e, na avaliação da Serasa Experian, deve chegar a 8% até o final do ano.
De acordo com Maciel, do BC, a estrutura de crédito do Brasil, frente a outros países, tem um diferencial grande, que é a pariticpação do crédito habitacional muito menor do que os demais países. "Agora que voce tem um crédito habitacional crescendo de forma mais expressiva, superou 4% do PIB. É um percentual, para os padrões internacionais, baixo", declarou.
Para diminuir os riscos na concessão do crédito, o Banco Central anunciou, em dezembro do ano passado, medidas macroprudenciais para proporcionar mais segurança.
A autoridade monetária aumentou a alíquota dos compulsórios, retirando mais de R$ 61 bilhões da economia (recursos que poderiam ser emprestados) e aumentou a exigência de capital dos bancos para operações de crédito de prazo mais longo para pessoas físicas.
A taxa de inadimplência das pessoas físicas e das empresas, que mede atrasos de pagamento superiores a 90 dias, subiu de 4,9% em abril para 5,1% em maio deste ano, o maior patamar desde fevereiro de 2010, quando estava em 5,3%.
A inadimplência somente das pessoas físicas, por sua vez, avançou pelo quarto mês consecutivo em maio, quando atingiu 6,4%. Em abril, a taxa indimplência das pessoas físicas estava em 6,1%. O patamar de maio é o maior desde junho do ano passado (6,5%).
Já a taxa de inadimplência das operações dos bancos com as empresas também registrou crescimento em maio, quando atingiu 3,9%. Trata-se do maior patamar desde outubro de 2009, quando estava em 4%.
"Estávamos antecipando há alguns meses que poderia haver alguma reação da inadimplência em função dos juros mais altos, e pelo maior comprometimento de renda das famílias. A tendência desse movimento é de acomodação da inadimplência, provavelmente no segundo semestre. Porque estamos em um momento de crescimento da economia, com expansão da renda e do emprego. Estamos com taxa de inadimplencia em níveis bastante normais", declarou Túlio Maciel, chefe do Departamento Econômico do BC.
Alerta
O crescimento da inadimplência nos últimos meses tem gerado temores nos analistas do mercado. Segundo reportagem do Financial Times, a preocupação é com uma possível "bolha de crédito".
O jornal observa que a proporção de empréstimos com pagamentos atrasados por mais de 90 dias vem crescendo rapidamente nos últimos meses e, na avaliação da Serasa Experian, deve chegar a 8% até o final do ano.
De acordo com Maciel, do BC, a estrutura de crédito do Brasil, frente a outros países, tem um diferencial grande, que é a pariticpação do crédito habitacional muito menor do que os demais países. "Agora que voce tem um crédito habitacional crescendo de forma mais expressiva, superou 4% do PIB. É um percentual, para os padrões internacionais, baixo", declarou.
Para diminuir os riscos na concessão do crédito, o Banco Central anunciou, em dezembro do ano passado, medidas macroprudenciais para proporcionar mais segurança.
A autoridade monetária aumentou a alíquota dos compulsórios, retirando mais de R$ 61 bilhões da economia (recursos que poderiam ser emprestados) e aumentou a exigência de capital dos bancos para operações de crédito de prazo mais longo para pessoas físicas.
VOLUME DE CHEQUES DEVOLVIDOS SOBE 11,4% EM MAIO
portal InfoMoney 28/06/2011
A quantidade de cheques devolvidos por falta de fundos em maio apresentou aumento, tanto na comparação mensal quanto na comparação anual, mostra levantamento da Boa Vista Serviços divulgado nesta terça-feira (28).
No mês passado, frente a abril, o número de folhas que retornaram cresceu 11,40%, somando um total de 1.793.928. Já na comparação anual, o crescimento foi de 1,84%.
De acordo com a pesquisa, o aumento do volume de cheques sem fundo em maio em relação ao mês de abril já era esperado, devido aos efeitos sazonais que influenciam a redução da inadimplência no mês de abril e devido ao menor número de dias do respectivo mês.
Para os próximos meses, a tendência é que a inadimplência continue em alta, sendo influenciada pela expectativa de diminuição da atividade econômica no País. Além disso, a continuidade do aperto monetário do Banco Central, com novos aumentos na taxa básica de juro, a Selic, e com a inflação chegando ao teto da meta podem ser fatores que também contribuam para o aumento.
Títulos protestados
O levantamento mostra ainda que, no mês passado, foram protestados 803.060 títulos, um aumento de 24,15%, frente a abril, quando foram registrados 646.854 protestos. Na comparação com maio do ano passado, o aumento foi de 13,4%, já que naquele mês houve o protesto de 710.394 títulos.
As pessoas físicas apresentaram aumento de 19,8% nos protestos em relação ao mês de abril. Se comparado ao mês de maio de 2010, o crescimento foi de 1% no volume de títulos protestados. Além disso, o valor médio dos títulos protestados das pessoas físicas gira em torno de R$ 1.708 no mês de maio.
Quanto às pessoas jurídicas, o número de títulos protestados em maio avançou 26,9% ante abril e 22% na comparação com igual mês do ano passado. O valor médio dos títulos atingiu R$ 2.249.
Sobre a pesquisa
A análise de inadimplência da Equifax é baseada em informações públicas fornecidas pelo Banco Central, por meio de cartórios, juntas comerciais, fóruns e a partir das transações comerciais realizadas por 28 mil clientes em todo o País.
A quantidade de cheques devolvidos por falta de fundos em maio apresentou aumento, tanto na comparação mensal quanto na comparação anual, mostra levantamento da Boa Vista Serviços divulgado nesta terça-feira (28).
No mês passado, frente a abril, o número de folhas que retornaram cresceu 11,40%, somando um total de 1.793.928. Já na comparação anual, o crescimento foi de 1,84%.
De acordo com a pesquisa, o aumento do volume de cheques sem fundo em maio em relação ao mês de abril já era esperado, devido aos efeitos sazonais que influenciam a redução da inadimplência no mês de abril e devido ao menor número de dias do respectivo mês.
Para os próximos meses, a tendência é que a inadimplência continue em alta, sendo influenciada pela expectativa de diminuição da atividade econômica no País. Além disso, a continuidade do aperto monetário do Banco Central, com novos aumentos na taxa básica de juro, a Selic, e com a inflação chegando ao teto da meta podem ser fatores que também contribuam para o aumento.
Títulos protestados
O levantamento mostra ainda que, no mês passado, foram protestados 803.060 títulos, um aumento de 24,15%, frente a abril, quando foram registrados 646.854 protestos. Na comparação com maio do ano passado, o aumento foi de 13,4%, já que naquele mês houve o protesto de 710.394 títulos.
As pessoas físicas apresentaram aumento de 19,8% nos protestos em relação ao mês de abril. Se comparado ao mês de maio de 2010, o crescimento foi de 1% no volume de títulos protestados. Além disso, o valor médio dos títulos protestados das pessoas físicas gira em torno de R$ 1.708 no mês de maio.
Quanto às pessoas jurídicas, o número de títulos protestados em maio avançou 26,9% ante abril e 22% na comparação com igual mês do ano passado. O valor médio dos títulos atingiu R$ 2.249.
Sobre a pesquisa
A análise de inadimplência da Equifax é baseada em informações públicas fornecidas pelo Banco Central, por meio de cartórios, juntas comerciais, fóruns e a partir das transações comerciais realizadas por 28 mil clientes em todo o País.
ESTACIONAMENTO ENTRA NO ROL DE DIFERENCIAIS PARA ATRAIR CLIENTES
jornal Valor Econômico 28/06/2011 - Rosangela Capozoli
Enquanto de um lado persiste um movimento contrário ao pagamento dos estacionamentos em shoppings, de outro cresce a demanda por serviços mais sofisticados e caros. Como resposta, há shoppings oferecendo serviços que vão muito além dos chamados VIPs, onde o cliente simplesmente deixa o carro nas mãos dos manobristas, ganhando em tempo e conforto. Entre esses serviços extras estão desde lavagem a seco, retoques de pequenos amassados com o popular "martelinho de ouro", até uma sala de espera com cafezinho, jornais do dia e TV a cabo. Não quer dizer que vai se perder muito tempo na espera: os estacionamentos VIPs prometem a entrega do carro em alguns minutos. O preço? Geralmente o dobro do que pagariam se utilizassem o estacionamento comum do shopping.
"Hoje o tempo é uma moeda fortíssima e quanto mais facilidades o shopping oferecer ao consumidor, mais interessantes se tornam. As pessoas pagam para não ter trabalho de estacionar", afirma Luiz Fernando Pinto Veiga, presidente da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce). "Todas as áreas VIPs do Brasil estão lotadas. É a somatória do conforto com a economia de tempo. Pagar estacionamento já é um hábito incorporado na vida do cidadão".
Os consumidores do Maringá Park Shopping Center, em Maringá (PR), são exemplo da avidez por conforto. A demanda por um estacionamento VIP partiu da própria clientela, representada por uma associação dos frequentadores do shopping. "Temos aqui o Conselho do Consumidor formado por um grupo de clientes com os quais nos reunimos a cada 60 dias", diz Claudia Nichiura, diretora de relacionamento do Maringá Park.
"O serviço VIP que já existe há um ano e meio foi uma exigência feita pelos próprios clientes", conta. Ela diz que o shopping já fez várias mudanças estruturais acatando opiniões dos frequentadores. "Mudamos o som ambiente, por conta do conselho. Quando estávamos fazendo uma revitalização do shopping, mostramos as plantas para esse conselho que sugeriu mudanças nas escadas rolantes", exemplifica.
"Os clientes estão usando muito mais o VIP do que o tradicional", diz a diretora. O shopping disponibiliza uma sala de 40 m2 aos visitantes onde são servidos chá, café, sucos, jornais e revistas. Uma TV a cabo e DVDs com diversos filmes também estão disponíveis. "É comum o manobrista trazer o carro e ter de esperar pelo dono que está batendo papo com um amigo. Nossa sala VIP também se transforma em ponto de encontro", relata.
Pelas suas contas, cerca de 200 pessoas passam diariamente pela sala VIP com aumento expressivo nos finais de semana. No Maringá, estacionar por três horas sai quase o dobro do valor de um estacionamento comum. "O consumidor paga R$ 5,00 pela vaga tradicional. Para ter acesso à VIP há um acréscimo de mais R$ 4,00. Após três horas, o cliente passa a desembolsar R$ 1,00 por hora".
Trabalhar com vagas mensais não é um bom negócio, na opinião de Claudia. "Preferimos o rotativo ao mensalista, porque a vaga gira rapidamente. O valor para o mensalista é baixo e os demais clientes que pagam por hora acabam ficando sem vagas", diz. Outra facilidade que o Maringá oferece é o serviço "Sem Parar".
"Fornecemos mais essa comodidade por intermédio da empresa Auto Expresso que atua muito forte no Sul do Brasil e é o mesmo serviço do 'sem parar' das rodovias locais e regionais do Paraná", diz Claudia. O "Sem Parar" conquista cada vez mais os estacionamentos dos shoppings brasileiros.
"Dos 90 estacionamentos administrados pela Serviços e Tecnologia de Pagamentos (STP) no Brasil, 76 estão dentro dos shoppings", informa Pedro Donda, presidente da empresa, que é líder na adoção dessa tecnologia.
Segundo ele, o Sem Parar/Via Fácil se consolidou como o sistema de pagamento automático de pedágios e estacionamentos no país, ao atingir o número de 2,9 milhões de motoristas. A meta de Donda., que opera nos estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio de Janeiro e está presente em 38% dos estacionamentos dos shoppings dessas regiões, é atingir 60% deles nos próximos dois anos.
"O Sem Parar/Via Fácil tem se mostrado excelente alternativa para frequentadores de shopping centers que ganham tempo e facilidade", resume. O Shopping Center Iguatemi, o primeiro empreendimento do Brasil, erguido em 1966, está entre aqueles que oferecem esse tipo de serviço através da STP. Segundo Donda, a atualização das tarifas fica ao cargo dos shoppings.
"O Iguatemi São Paulo procura sempre se renovar, repensando seu mix, trazendo novidades, comodidade e conforto para seus clientes. As novas vagas visam atender a uma demanda de estacionamento já existente", diz Ivan Murias, gerente geral do Shopping Iguatemi SP. São mais 628 novas vagas no estacionamento, que serão operadas no sistema de valet parking, recém inauguradas.
"Dessas novas vagas, 525 serão para carros e 103 para motos. Somam-se às 1.824 já existentes. Isto significa um aumento de 35%", acrescenta. Por conta dessa expansão, explica o gerente, haverá um remanejamento interno das vagas. O estacionamento descoberto, que até então era exclusivo para valet, passa a dispor de 200 vagas comuns, ficando com 47 lugares para o sistema de valet parking. Estacionar o carro no Iguatemi na área VIP custa R$ 14,00 a primeira hora, sendo que as adicionais são acrescidas de R$ 10,00.
Situado no bairro mais nobre do Rio de Janeiro, o Shopping Leblon registra crescente procura pelas vagas na área VIP. O espaço possui localização estratégica, posicionado em frente a elevadores de acesso ao mall. "Este é um serviço muito valorizado pelo nosso público, que busca conforto e praticidade. Nos finais de semana, de 20% a 25% dos carros que entram no shopping procuram o valet", conta Marta De Vitto, superintendente do Shopping Leblon.
O estacionamento VIP do shopping oferece sala de espera climatizada, além dos serviços de manobrista e capitão porteiro, que auxilia os clientes, por exemplo, a colocar as compras no carro e na retirada de carrinhos de bebês. Para estacionar no VIP, o motorista desembolsa R$ 9,00 nos primeiros 30 minutos com aumento de R$ 1,00 a cada meia hora. Após duas horas, o acréscimo passa a ser de R$ 2,00 a cada 30 minutos.
Enquanto de um lado persiste um movimento contrário ao pagamento dos estacionamentos em shoppings, de outro cresce a demanda por serviços mais sofisticados e caros. Como resposta, há shoppings oferecendo serviços que vão muito além dos chamados VIPs, onde o cliente simplesmente deixa o carro nas mãos dos manobristas, ganhando em tempo e conforto. Entre esses serviços extras estão desde lavagem a seco, retoques de pequenos amassados com o popular "martelinho de ouro", até uma sala de espera com cafezinho, jornais do dia e TV a cabo. Não quer dizer que vai se perder muito tempo na espera: os estacionamentos VIPs prometem a entrega do carro em alguns minutos. O preço? Geralmente o dobro do que pagariam se utilizassem o estacionamento comum do shopping.
"Hoje o tempo é uma moeda fortíssima e quanto mais facilidades o shopping oferecer ao consumidor, mais interessantes se tornam. As pessoas pagam para não ter trabalho de estacionar", afirma Luiz Fernando Pinto Veiga, presidente da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce). "Todas as áreas VIPs do Brasil estão lotadas. É a somatória do conforto com a economia de tempo. Pagar estacionamento já é um hábito incorporado na vida do cidadão".
Os consumidores do Maringá Park Shopping Center, em Maringá (PR), são exemplo da avidez por conforto. A demanda por um estacionamento VIP partiu da própria clientela, representada por uma associação dos frequentadores do shopping. "Temos aqui o Conselho do Consumidor formado por um grupo de clientes com os quais nos reunimos a cada 60 dias", diz Claudia Nichiura, diretora de relacionamento do Maringá Park.
"O serviço VIP que já existe há um ano e meio foi uma exigência feita pelos próprios clientes", conta. Ela diz que o shopping já fez várias mudanças estruturais acatando opiniões dos frequentadores. "Mudamos o som ambiente, por conta do conselho. Quando estávamos fazendo uma revitalização do shopping, mostramos as plantas para esse conselho que sugeriu mudanças nas escadas rolantes", exemplifica.
"Os clientes estão usando muito mais o VIP do que o tradicional", diz a diretora. O shopping disponibiliza uma sala de 40 m2 aos visitantes onde são servidos chá, café, sucos, jornais e revistas. Uma TV a cabo e DVDs com diversos filmes também estão disponíveis. "É comum o manobrista trazer o carro e ter de esperar pelo dono que está batendo papo com um amigo. Nossa sala VIP também se transforma em ponto de encontro", relata.
Pelas suas contas, cerca de 200 pessoas passam diariamente pela sala VIP com aumento expressivo nos finais de semana. No Maringá, estacionar por três horas sai quase o dobro do valor de um estacionamento comum. "O consumidor paga R$ 5,00 pela vaga tradicional. Para ter acesso à VIP há um acréscimo de mais R$ 4,00. Após três horas, o cliente passa a desembolsar R$ 1,00 por hora".
Trabalhar com vagas mensais não é um bom negócio, na opinião de Claudia. "Preferimos o rotativo ao mensalista, porque a vaga gira rapidamente. O valor para o mensalista é baixo e os demais clientes que pagam por hora acabam ficando sem vagas", diz. Outra facilidade que o Maringá oferece é o serviço "Sem Parar".
"Fornecemos mais essa comodidade por intermédio da empresa Auto Expresso que atua muito forte no Sul do Brasil e é o mesmo serviço do 'sem parar' das rodovias locais e regionais do Paraná", diz Claudia. O "Sem Parar" conquista cada vez mais os estacionamentos dos shoppings brasileiros.
"Dos 90 estacionamentos administrados pela Serviços e Tecnologia de Pagamentos (STP) no Brasil, 76 estão dentro dos shoppings", informa Pedro Donda, presidente da empresa, que é líder na adoção dessa tecnologia.
Segundo ele, o Sem Parar/Via Fácil se consolidou como o sistema de pagamento automático de pedágios e estacionamentos no país, ao atingir o número de 2,9 milhões de motoristas. A meta de Donda., que opera nos estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio de Janeiro e está presente em 38% dos estacionamentos dos shoppings dessas regiões, é atingir 60% deles nos próximos dois anos.
"O Sem Parar/Via Fácil tem se mostrado excelente alternativa para frequentadores de shopping centers que ganham tempo e facilidade", resume. O Shopping Center Iguatemi, o primeiro empreendimento do Brasil, erguido em 1966, está entre aqueles que oferecem esse tipo de serviço através da STP. Segundo Donda, a atualização das tarifas fica ao cargo dos shoppings.
"O Iguatemi São Paulo procura sempre se renovar, repensando seu mix, trazendo novidades, comodidade e conforto para seus clientes. As novas vagas visam atender a uma demanda de estacionamento já existente", diz Ivan Murias, gerente geral do Shopping Iguatemi SP. São mais 628 novas vagas no estacionamento, que serão operadas no sistema de valet parking, recém inauguradas.
"Dessas novas vagas, 525 serão para carros e 103 para motos. Somam-se às 1.824 já existentes. Isto significa um aumento de 35%", acrescenta. Por conta dessa expansão, explica o gerente, haverá um remanejamento interno das vagas. O estacionamento descoberto, que até então era exclusivo para valet, passa a dispor de 200 vagas comuns, ficando com 47 lugares para o sistema de valet parking. Estacionar o carro no Iguatemi na área VIP custa R$ 14,00 a primeira hora, sendo que as adicionais são acrescidas de R$ 10,00.
Situado no bairro mais nobre do Rio de Janeiro, o Shopping Leblon registra crescente procura pelas vagas na área VIP. O espaço possui localização estratégica, posicionado em frente a elevadores de acesso ao mall. "Este é um serviço muito valorizado pelo nosso público, que busca conforto e praticidade. Nos finais de semana, de 20% a 25% dos carros que entram no shopping procuram o valet", conta Marta De Vitto, superintendente do Shopping Leblon.
O estacionamento VIP do shopping oferece sala de espera climatizada, além dos serviços de manobrista e capitão porteiro, que auxilia os clientes, por exemplo, a colocar as compras no carro e na retirada de carrinhos de bebês. Para estacionar no VIP, o motorista desembolsa R$ 9,00 nos primeiros 30 minutos com aumento de R$ 1,00 a cada meia hora. Após duas horas, o acréscimo passa a ser de R$ 2,00 a cada 30 minutos.
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REINO UNIDO: UTILIZAÇÃO DO CARTÃO DE CRÉDITO CAI COM VAREJISTAS RECLAMANDO DOS CUSTOS DE PROCESSAMENTO COBRADOS PELOS BANCOS
portal CardClipping
Em 2010, houve uma queda acentuada nos gastos com cartões de crédito, com os britânicos optando pelo uso de cartões de débito e de dinheiro, de acordo com dados do British Retail Consortium (BRC).
Com a preocupação de gastar um dinheiro que não tem, o consumidor vem mudando seus hábitos de pagamento. Enquanto a proporção de transações com cartões de crédito caiu 12,9% em um ano, o uso de cartões de débito subiu 15,8%. O BRC baseou suas conclusões em quase oito bilhões de transações, tanto em lojas físicas quanto em virtuais.
O dinheiro permanece soberano, respondendo por mais da metade de todos os pagamentos no varejo.
A associação comercial está questionando as "tarifas injustificadamente alta" que os bancos cobram dos varejistas para o processamento de pagamentos. Em 2010, os varejistas que participam da pesquisa pagaram um total de £ 659 milhões em taxas para processamento de pagamentos e tarifas para coleta de numerário.
Apesar da eficiência dos sistemas eletrônicos, a tarifa média para o processamento de um pagamento de cartão de crédito foi de 37,1 pence em comparação com uma média de cartão de débito de 9,2 pence, diz a entidade.
O dinheiro é usado em 55% das transações, mas responde por apenas 11,5% dos custos com pagamentos. Em contraste, os cartões de crédito são usados em 10% das transações, mas contabilizam 44,5% dos custos. Nos cartões de débito, com 34% das operações, os custos respondem por 37,5% do total.
Em 2010, houve uma queda acentuada nos gastos com cartões de crédito, com os britânicos optando pelo uso de cartões de débito e de dinheiro, de acordo com dados do British Retail Consortium (BRC).
Com a preocupação de gastar um dinheiro que não tem, o consumidor vem mudando seus hábitos de pagamento. Enquanto a proporção de transações com cartões de crédito caiu 12,9% em um ano, o uso de cartões de débito subiu 15,8%. O BRC baseou suas conclusões em quase oito bilhões de transações, tanto em lojas físicas quanto em virtuais.
O dinheiro permanece soberano, respondendo por mais da metade de todos os pagamentos no varejo.
A associação comercial está questionando as "tarifas injustificadamente alta" que os bancos cobram dos varejistas para o processamento de pagamentos. Em 2010, os varejistas que participam da pesquisa pagaram um total de £ 659 milhões em taxas para processamento de pagamentos e tarifas para coleta de numerário.
Apesar da eficiência dos sistemas eletrônicos, a tarifa média para o processamento de um pagamento de cartão de crédito foi de 37,1 pence em comparação com uma média de cartão de débito de 9,2 pence, diz a entidade.
O dinheiro é usado em 55% das transações, mas responde por apenas 11,5% dos custos com pagamentos. Em contraste, os cartões de crédito são usados em 10% das transações, mas contabilizam 44,5% dos custos. Nos cartões de débito, com 34% das operações, os custos respondem por 37,5% do total.
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ÁFRICA: FNB REPORTA EXPLOSÃO DE USUÁRIOS DE M-BANKING
portal CardClipping
O First National Bank (FNB) relatou ter visto uma explosão no número de clientes, em toda a África, usando seus serviços móveis durante o ano passado.
A instituição sul-africana disse que suas subsidiárias têm experimentado um grande crescimento de m-banking entre 2010 e 2009, com taxa de 376% na Zâmbia, 277% em Botswana, 204% na Namíbia 204% e 473% na Suazilândia.
Quase dois terços dos seus clientes em Botsuana agora usam o mobile banking; na Namíbia e Zâmbia, o índice está perto de 50% e, na Suazilândia, de 11%.
Juntos, os quatro países realizam 1,2 milhão de transações mensais via celular, no valor aproximado de 122 milhões de rands (cerca de US$ 18 milhões). Até maio de 2012, o banco pretende levar o serviço para um novo mercado, acrescentando Lesotho aos países atendidos.
O serviço de eWallet oferece um método barato e conveniente para fazer a ponte entre o banco e a população que não tem conta bancária. O continente africano, em virtude de ser um dos que mais cresce em mercado de telefonia móvel no mundo, é o ambiente ideal para a inovação, e é com isso que conta o FNB quando investe em serviços de Cellphone Banking e eWallet.
O dinheiro móvel tem obtido sucesso expressivo em muitos países africanos, onde há um grande número de pessoas sem acesso a agências e serviços bancários e onde o acesso à Internet é limitado. No início deste mês, a Visa fez um movimento para aproveitar esse enorme potencial, através da aquisição da Fundamo, empresa sul-africana de tecnologia, especializada em soluções por dispositivos móveis para bancos e operadoras de telefonia celular em economias em desenvolvimento.
O First National Bank (FNB) relatou ter visto uma explosão no número de clientes, em toda a África, usando seus serviços móveis durante o ano passado.
A instituição sul-africana disse que suas subsidiárias têm experimentado um grande crescimento de m-banking entre 2010 e 2009, com taxa de 376% na Zâmbia, 277% em Botswana, 204% na Namíbia 204% e 473% na Suazilândia.
Quase dois terços dos seus clientes em Botsuana agora usam o mobile banking; na Namíbia e Zâmbia, o índice está perto de 50% e, na Suazilândia, de 11%.
Juntos, os quatro países realizam 1,2 milhão de transações mensais via celular, no valor aproximado de 122 milhões de rands (cerca de US$ 18 milhões). Até maio de 2012, o banco pretende levar o serviço para um novo mercado, acrescentando Lesotho aos países atendidos.
O serviço de eWallet oferece um método barato e conveniente para fazer a ponte entre o banco e a população que não tem conta bancária. O continente africano, em virtude de ser um dos que mais cresce em mercado de telefonia móvel no mundo, é o ambiente ideal para a inovação, e é com isso que conta o FNB quando investe em serviços de Cellphone Banking e eWallet.
O dinheiro móvel tem obtido sucesso expressivo em muitos países africanos, onde há um grande número de pessoas sem acesso a agências e serviços bancários e onde o acesso à Internet é limitado. No início deste mês, a Visa fez um movimento para aproveitar esse enorme potencial, através da aquisição da Fundamo, empresa sul-africana de tecnologia, especializada em soluções por dispositivos móveis para bancos e operadoras de telefonia celular em economias em desenvolvimento.
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PAYPAL DOBRA A PROJEÇÃO DE PROCESSAMENTO DE PAGAMENTOS MÓVEIS EM 2011
portal CardClipping
A PayPal espera processar US$ 3 bilhões em pagamentos móveis este ano, dobrando o valor que havia previsto no ano passado. É a terceira vez que a empresa atualiza suas previsões para 2011. No quarto trimestre de 2010, a expectativa era de processar US$ 1,5 bilhão este ano. Em fevereiro, a projeção foi elevada para US$ 2 bilhões.
Ao apresentar os novos números, Laura Chambers, diretora sênior da PayPal Mobile, disse que os pagamentos móveis estão crescendo a taxas muito acima das imaginadas em 2006, quando a empresa começou a processá-los. Atualmente, a empresa vê até US$ 10 milhões no volume diário de processamento de transações móveis, um crescimento acentuado a partir dos US$ 6 milhões registrados em março.
"Temos atualmente oito milhões de clientes que estão fazendo compras regularmente em seus telefones móveis, uma movimentação acima dos seis milhões de usuários relatados anteriormente", diz Chambers.
As recentes projeções corroboram um momento de investimento comercial em franca expansão no comércio e no pagamentos através de celuares.
Falando em Cannes, quarta-feira (22/6), Eric Schmidt, presidente executivo do Google, disse que espera que até um terço dos terminais EFTPOS nos EUA sejam capazes de processar pagamentos móveis dentro de um ano, gerando uma "indústria de trilhões de dólares".
A PayPal espera processar US$ 3 bilhões em pagamentos móveis este ano, dobrando o valor que havia previsto no ano passado. É a terceira vez que a empresa atualiza suas previsões para 2011. No quarto trimestre de 2010, a expectativa era de processar US$ 1,5 bilhão este ano. Em fevereiro, a projeção foi elevada para US$ 2 bilhões.
Ao apresentar os novos números, Laura Chambers, diretora sênior da PayPal Mobile, disse que os pagamentos móveis estão crescendo a taxas muito acima das imaginadas em 2006, quando a empresa começou a processá-los. Atualmente, a empresa vê até US$ 10 milhões no volume diário de processamento de transações móveis, um crescimento acentuado a partir dos US$ 6 milhões registrados em março.
"Temos atualmente oito milhões de clientes que estão fazendo compras regularmente em seus telefones móveis, uma movimentação acima dos seis milhões de usuários relatados anteriormente", diz Chambers.
As recentes projeções corroboram um momento de investimento comercial em franca expansão no comércio e no pagamentos através de celuares.
Falando em Cannes, quarta-feira (22/6), Eric Schmidt, presidente executivo do Google, disse que espera que até um terço dos terminais EFTPOS nos EUA sejam capazes de processar pagamentos móveis dentro de um ano, gerando uma "indústria de trilhões de dólares".
GRUPO FITTA REGISTRA 51% DE AUMENTO NO CARTÃO PRÉ-PAGO
portal Panrotas 27/06/2011
O Grupo Fitta conquistou aumento de 51% em maio na venda do seu cartão pré-pago, o Fitta Cash Passport, em relação ao mês de abril.
O principal motivo do incremento apontado foi a alta do IOF para compras internacionais realizadas com cartão de crédito, de 2,38% para 6,38%, que fez com que muitos turistas procurassem por soluções mais econômicas na hora de viajar.
“Além da economia de 6%, o cartão pré-pago não traz surpresas na hora do cliente pagar a fatura, uma vez que, para cartões de crédito internacionais, vale a cotação do dia do fechamento da fatura. Ele também pode ser recarregado durante a viagem. Todas estas vantagens têm influenciado a procura por nosso produto e contribuído para o aumento expressivo das vendas”, afirma o diretor comercial do Grupo Fitta, Luiz Ramos.
O Grupo Fitta conquistou aumento de 51% em maio na venda do seu cartão pré-pago, o Fitta Cash Passport, em relação ao mês de abril.
O principal motivo do incremento apontado foi a alta do IOF para compras internacionais realizadas com cartão de crédito, de 2,38% para 6,38%, que fez com que muitos turistas procurassem por soluções mais econômicas na hora de viajar.
“Além da economia de 6%, o cartão pré-pago não traz surpresas na hora do cliente pagar a fatura, uma vez que, para cartões de crédito internacionais, vale a cotação do dia do fechamento da fatura. Ele também pode ser recarregado durante a viagem. Todas estas vantagens têm influenciado a procura por nosso produto e contribuído para o aumento expressivo das vendas”, afirma o diretor comercial do Grupo Fitta, Luiz Ramos.
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USO DE CARTÕES DE CRÉDITO E DÉBITO CRESCE NAS CLASSES MAIS BAIXAS
portal Economia SC 27/06/2011
O uso de cartões para pagamento pelas classes mais baixas tem crescido como consequência do aumento do consumo, estimulado pela economia brasileira. De acordo com pesquisa realizada pela Visa, 80% das pessoas da Classe C que foram entrevistadas contam com algum serviço bancário e a penetração do cartão de crédito chegou a 51%.
"Os meios eletrônicos de pagamento estão se convertendo no meio de pagamento preferido dos brasileiros, devido aos benefícios de segurança, controle e conveniência que oferecem" afirma Luis Cássio de Oliveira, diretor executivo de Marketing da Visa do Brasil.
No último ano, a utilização de cartões de crédito como forma de pagamento foi alto por este segmento da população em alguns setores da economia. O levantamento aponta que, em 2010, 71% dos pagamentos feitos nas compras pela Internet, 54% dos pagamentos de passagens aéreas e 40% dos pagamentos de móveis foram feitos pela Classe C com cartões de crédito.
De acordo com a pesquisa, alguns hábitos de utilização dos cartões de crédito pelas classes mais baixas, foram bastante similares aos das classes mais altas. Nos supermercados, 28% dos pagamentos realizados foram feitos com esse método de pagamento pela Classe C, contra 30% dos pagamentos feitos pela Classe A, já nas farmácias, o índice foi de 20% dos pagamentos da Classe C e 22% da Classe A. Em alguns outros setores, como a compra de roupas, os índices são diferentes entre os dois grupos, mais, ainda assim, considerado alto: 28% dos pagamentos feitos pela Classe C foram com cartão de crédito contra 37% na Classe A.
Oportunidades
Apesar do aumento do uso e da alta penetração, ainda existe uma oportunidade de crescimento dos meios eletrônicos de pagamento no País. Em alguns outros setores, como em restaurantes e lojas de conveniência, os pagamentos feitos em dinheiro ainda são maioria com 69% e 76%, respectivamente.
O estudo da Visa revela, ainda, o comportamento dos consumidores brasileiros sobre os diferentes meios de pagamento. Nesse sentido, 57% dos entrevistados consideram o cartão de crédito mais seguro que o dinheiro e 63% afirmam que a grande vantagem é o fato de poderem adiar o pagamento das suas compras. Quando questionados sobre as vantagens dos cartões de débito, 73% afirmaram que são mais seguros que dinheiro, 38% que não é preciso carregar dinheiro e 21% que não gasta mais do que precisa.
O uso de cartões para pagamento pelas classes mais baixas tem crescido como consequência do aumento do consumo, estimulado pela economia brasileira. De acordo com pesquisa realizada pela Visa, 80% das pessoas da Classe C que foram entrevistadas contam com algum serviço bancário e a penetração do cartão de crédito chegou a 51%.
"Os meios eletrônicos de pagamento estão se convertendo no meio de pagamento preferido dos brasileiros, devido aos benefícios de segurança, controle e conveniência que oferecem" afirma Luis Cássio de Oliveira, diretor executivo de Marketing da Visa do Brasil.
No último ano, a utilização de cartões de crédito como forma de pagamento foi alto por este segmento da população em alguns setores da economia. O levantamento aponta que, em 2010, 71% dos pagamentos feitos nas compras pela Internet, 54% dos pagamentos de passagens aéreas e 40% dos pagamentos de móveis foram feitos pela Classe C com cartões de crédito.
De acordo com a pesquisa, alguns hábitos de utilização dos cartões de crédito pelas classes mais baixas, foram bastante similares aos das classes mais altas. Nos supermercados, 28% dos pagamentos realizados foram feitos com esse método de pagamento pela Classe C, contra 30% dos pagamentos feitos pela Classe A, já nas farmácias, o índice foi de 20% dos pagamentos da Classe C e 22% da Classe A. Em alguns outros setores, como a compra de roupas, os índices são diferentes entre os dois grupos, mais, ainda assim, considerado alto: 28% dos pagamentos feitos pela Classe C foram com cartão de crédito contra 37% na Classe A.
Oportunidades
Apesar do aumento do uso e da alta penetração, ainda existe uma oportunidade de crescimento dos meios eletrônicos de pagamento no País. Em alguns outros setores, como em restaurantes e lojas de conveniência, os pagamentos feitos em dinheiro ainda são maioria com 69% e 76%, respectivamente.
O estudo da Visa revela, ainda, o comportamento dos consumidores brasileiros sobre os diferentes meios de pagamento. Nesse sentido, 57% dos entrevistados consideram o cartão de crédito mais seguro que o dinheiro e 63% afirmam que a grande vantagem é o fato de poderem adiar o pagamento das suas compras. Quando questionados sobre as vantagens dos cartões de débito, 73% afirmaram que são mais seguros que dinheiro, 38% que não é preciso carregar dinheiro e 21% que não gasta mais do que precisa.
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