portal Serasa Experian 22/08/2011
O percentual de cheques devolvidos (2ª devolução) por falta de fundos em relação ao total de compensados cresceu em julho. De acordo com o Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos, foram devolvidos, em todo o país, 1,99% dos cheques compensados em julho, contra 1,93% em junho. Em julho de 2010, por sua vez, houve 1,74% de devoluções.
Na relação entre os acumulados também houve elevação no percentual de cheques sem fundos. De janeiro a julho deste ano foram 1,94% de devoluções, ante os 1,86% verificados em igual período de 2010.
Segundo os economistas da Serasa Experian, o aumento da incidência de cheques devolvidos por falta de fundos em julho frente a junho decorre das vendas parceladas com cheque pré-datado no Dia dos Namorados. Os juros altos, em razão da política monetária restritiva para controle da inflação, estimularam a volta dos parcelamentos no pré-datado.
Como as datas comemorativas do varejo, nos primeiros sete meses do ano, tiveram bom desempenho de vendas, houve também um uso mais intensivo desse instrumento no período. Por essa razão, aumentaram os cheques sem fundos também no acumulado de janeiro a julho de 2011.
*Confira abaixo tabela completa com os totais de cheques devolvidos e compensados:
Nos estados e regiões
De janeiro a julho, Roraima foi o estado com o maior percentual de cheques devolvidos (11,95%). São Paulo, por sua vez, foi o estado de menor percentual (1,47%). Entre as regiões, a Norte foi a com maior percentual de devolução de cheques nos sete primeiros meses de 2011, com 4,08%. Na outra ponta do ranking está a Sudeste, com 1,58%.
Veja abaixo o ranking completo com o percentual de cheques devolvidos de janeiro a julho de 2011:
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24 de ago. de 2011
21 de jul. de 2011
CHEQUES DEVOLVIDOS FECHAM SEMESTRE COM MAIOR PERCENTUAL EM DOIS ANOS, REVELA SERASA EXPERIAN
Foram devolvidos por insuficiência de fundos (2ª devolução), no primeiro semestre de 2011, 1,93% de cheques em todo o país, conforme revela o Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos. Foi o maior percentual registrado no acumulado dos seis primeiros meses desde igual período de 2009, quando houve 2,30% de devoluções.
No mês de junho, por sua vez, o percentual de cheques devolvidos foi de 1,93%, menor que os 2,00% de devoluções verificados em maio, porém maior que o 1,75% de junho do ano anterior.
De acordo com os economistas da Serasa Experian, o aumento na devolução de cheques sem fundos no primeiro semestre segue os mesmos problemas encontrados em outras formas de pagamento e financiamento: a expansão do endividamento do consumidor, a inflação reduzindo os rendimentos familiares, as altas taxas de juros, a elevação do IOF e as restrições ao crédito. Estes três últimos motivos incluem-se no contexto da política monetária para controle da inflação.
*Veja abaixo tabela com os totais de cheques devolvidos e compensados
Nos estados e regiões
De janeiro a junho, Roraima foi o estado com o maior percentual de cheques devolvidos (11,87%). São Paulo, por sua vez, foi o estado com menor percentual (1,46%).
Entre as regiões, a Norte foi a com maior percentual de devolução de cheques nos seis primeiros meses de 2011, com 4,07%. Na outra ponta do ranking está a Sudeste, com 1,58%.
Veja abaixo o ranking completo com o percentual de cheques devolvidos de janeiro a junho.
30 de jun. de 2011
VOLUME DE CHEQUES DEVOLVIDOS SOBE 11,4% EM MAIO
portal InfoMoney 28/06/2011
A quantidade de cheques devolvidos por falta de fundos em maio apresentou aumento, tanto na comparação mensal quanto na comparação anual, mostra levantamento da Boa Vista Serviços divulgado nesta terça-feira (28).
No mês passado, frente a abril, o número de folhas que retornaram cresceu 11,40%, somando um total de 1.793.928. Já na comparação anual, o crescimento foi de 1,84%.
De acordo com a pesquisa, o aumento do volume de cheques sem fundo em maio em relação ao mês de abril já era esperado, devido aos efeitos sazonais que influenciam a redução da inadimplência no mês de abril e devido ao menor número de dias do respectivo mês.
Para os próximos meses, a tendência é que a inadimplência continue em alta, sendo influenciada pela expectativa de diminuição da atividade econômica no País. Além disso, a continuidade do aperto monetário do Banco Central, com novos aumentos na taxa básica de juro, a Selic, e com a inflação chegando ao teto da meta podem ser fatores que também contribuam para o aumento.
Títulos protestados
O levantamento mostra ainda que, no mês passado, foram protestados 803.060 títulos, um aumento de 24,15%, frente a abril, quando foram registrados 646.854 protestos. Na comparação com maio do ano passado, o aumento foi de 13,4%, já que naquele mês houve o protesto de 710.394 títulos.
As pessoas físicas apresentaram aumento de 19,8% nos protestos em relação ao mês de abril. Se comparado ao mês de maio de 2010, o crescimento foi de 1% no volume de títulos protestados. Além disso, o valor médio dos títulos protestados das pessoas físicas gira em torno de R$ 1.708 no mês de maio.
Quanto às pessoas jurídicas, o número de títulos protestados em maio avançou 26,9% ante abril e 22% na comparação com igual mês do ano passado. O valor médio dos títulos atingiu R$ 2.249.
Sobre a pesquisa
A análise de inadimplência da Equifax é baseada em informações públicas fornecidas pelo Banco Central, por meio de cartórios, juntas comerciais, fóruns e a partir das transações comerciais realizadas por 28 mil clientes em todo o País.
A quantidade de cheques devolvidos por falta de fundos em maio apresentou aumento, tanto na comparação mensal quanto na comparação anual, mostra levantamento da Boa Vista Serviços divulgado nesta terça-feira (28).
No mês passado, frente a abril, o número de folhas que retornaram cresceu 11,40%, somando um total de 1.793.928. Já na comparação anual, o crescimento foi de 1,84%.
De acordo com a pesquisa, o aumento do volume de cheques sem fundo em maio em relação ao mês de abril já era esperado, devido aos efeitos sazonais que influenciam a redução da inadimplência no mês de abril e devido ao menor número de dias do respectivo mês.
Para os próximos meses, a tendência é que a inadimplência continue em alta, sendo influenciada pela expectativa de diminuição da atividade econômica no País. Além disso, a continuidade do aperto monetário do Banco Central, com novos aumentos na taxa básica de juro, a Selic, e com a inflação chegando ao teto da meta podem ser fatores que também contribuam para o aumento.
Títulos protestados
O levantamento mostra ainda que, no mês passado, foram protestados 803.060 títulos, um aumento de 24,15%, frente a abril, quando foram registrados 646.854 protestos. Na comparação com maio do ano passado, o aumento foi de 13,4%, já que naquele mês houve o protesto de 710.394 títulos.
As pessoas físicas apresentaram aumento de 19,8% nos protestos em relação ao mês de abril. Se comparado ao mês de maio de 2010, o crescimento foi de 1% no volume de títulos protestados. Além disso, o valor médio dos títulos protestados das pessoas físicas gira em torno de R$ 1.708 no mês de maio.
Quanto às pessoas jurídicas, o número de títulos protestados em maio avançou 26,9% ante abril e 22% na comparação com igual mês do ano passado. O valor médio dos títulos atingiu R$ 2.249.
Sobre a pesquisa
A análise de inadimplência da Equifax é baseada em informações públicas fornecidas pelo Banco Central, por meio de cartórios, juntas comerciais, fóruns e a partir das transações comerciais realizadas por 28 mil clientes em todo o País.
21 de mar. de 2011
INADIMPLÊNCIA COM CHEQUES ACELEROU PARA 1,83% EM FEVEREIRO
portal InfoMoney 21/03/2011
O volume de cheques devolvidos no País voltou a subir no segundo mês deste ano, segundo dados do Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundo, divulgado nesta segunda-feira (21).
A inadimplência com cheques em geral acelerou para 1,83% em fevereiro, alta de 0,13 ponto percentual frente a janeiro. Neste mês, pelas contas da instituição, foram devolvidos 1,49 milhão de cheques.
No mesmo período de 2010, no entanto, o percentual registrado foi de 1,85%. No segundo mês do ano passado, de acordo com a Serasa, foram devolvidos 1,60 milhão de cheques, conforme mostra a tabela abaixo:
Preferências
Segundo os economistas da Serasa Experian, os cheques sem fundos voltaram a subir em fevereiro 2011, na comparação com janeiro, por conta do maior comprometimento de renda do consumidor com dívidas. Neste período, as compras parceladas no Natal, os gastos nas férias e as despesas típicas de início de ano (IPTU, IPVA e despesas escolares) pressionam o orçamento familiar e abrem espaço para os cheques sem fundos.
Além disso, a política monetária voltada para o controle da inflação, via elevação dos juros, tem impactado as finanças daqueles consumidores mais endividados, que se financiam com dívidas mais caras, a exemplo do cheque especial e do rotativo do cartão de crédito, deixando menos recursos disponíveis para o pagamento de outros compromissos.
O volume de cheques devolvidos no País voltou a subir no segundo mês deste ano, segundo dados do Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundo, divulgado nesta segunda-feira (21).
A inadimplência com cheques em geral acelerou para 1,83% em fevereiro, alta de 0,13 ponto percentual frente a janeiro. Neste mês, pelas contas da instituição, foram devolvidos 1,49 milhão de cheques.
No mesmo período de 2010, no entanto, o percentual registrado foi de 1,85%. No segundo mês do ano passado, de acordo com a Serasa, foram devolvidos 1,60 milhão de cheques, conforme mostra a tabela abaixo:
Preferências
Segundo os economistas da Serasa Experian, os cheques sem fundos voltaram a subir em fevereiro 2011, na comparação com janeiro, por conta do maior comprometimento de renda do consumidor com dívidas. Neste período, as compras parceladas no Natal, os gastos nas férias e as despesas típicas de início de ano (IPTU, IPVA e despesas escolares) pressionam o orçamento familiar e abrem espaço para os cheques sem fundos.
Além disso, a política monetária voltada para o controle da inflação, via elevação dos juros, tem impactado as finanças daqueles consumidores mais endividados, que se financiam com dívidas mais caras, a exemplo do cheque especial e do rotativo do cartão de crédito, deixando menos recursos disponíveis para o pagamento de outros compromissos.
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18 de jan. de 2011
EM 2010, FORAM DEVOLVIDOS 1,76% DE CHEQUES EM TODO O PAÍS
portal InfoMoney 18/01/2011
O volume de cheques devolvidos em 2010 ficou em 1,76%, segundo dados do Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundo, divulgado nesta terça-feira (18).
De acordo com a instituição, este foi o menor percentual verificado desde 2004, quando houve 1,58% de devoluções.
Para os analistas da Serasa, o resultado registrado é derivado da preferência do consumidor por formas de financiamento com prazos mais longos que o pré-datado e com a possibilidade de fazer pagamentos mínimos, como no cartão de crédito.
O consumidor, por conta do endividamento, reverteu a queda na devolução de cheques por falta de fundos, entre maio a outubro de 2010, e usou mais este instrumento nos últimos dois meses do ano, para evitar, sobretudo, atingir o limite do cartão de crédito.
Comparações
Considerando apenas o mês de dezembro, conforme dados da Serasa, a inadimplência com cheques em geral subiu para 1,72%, ante 1,68% apurado no mês anterior.
Na comparação com igual período do ano passado, o total de cheques devolvidos caiu, já que na época marcou índice de 1,87%, conforme tabela abaixo:
Previsão
Os analistas da instituição defendem que, no primeiro trimestre de 2011, com o pagamento dos impostos (IPTU e IPVA) e das despesas escolares, haverá pressão no orçamento doméstico, podendo gerar novos acréscimos na inadimplência com cheques.
O volume de cheques devolvidos em 2010 ficou em 1,76%, segundo dados do Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundo, divulgado nesta terça-feira (18).
De acordo com a instituição, este foi o menor percentual verificado desde 2004, quando houve 1,58% de devoluções.
Para os analistas da Serasa, o resultado registrado é derivado da preferência do consumidor por formas de financiamento com prazos mais longos que o pré-datado e com a possibilidade de fazer pagamentos mínimos, como no cartão de crédito.
O consumidor, por conta do endividamento, reverteu a queda na devolução de cheques por falta de fundos, entre maio a outubro de 2010, e usou mais este instrumento nos últimos dois meses do ano, para evitar, sobretudo, atingir o limite do cartão de crédito.
Comparações
Considerando apenas o mês de dezembro, conforme dados da Serasa, a inadimplência com cheques em geral subiu para 1,72%, ante 1,68% apurado no mês anterior.
Na comparação com igual período do ano passado, o total de cheques devolvidos caiu, já que na época marcou índice de 1,87%, conforme tabela abaixo:
Previsão
Os analistas da instituição defendem que, no primeiro trimestre de 2011, com o pagamento dos impostos (IPTU e IPVA) e das despesas escolares, haverá pressão no orçamento doméstico, podendo gerar novos acréscimos na inadimplência com cheques.
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