redação Serfinco 05/04/2011
A AT&T, a Verizon e a T-Mobile preparam o projeto piloto para a Isis – joint venture formada pelas três gigantes – operar a tecnologia de pagamentos contactless em Salt Lake City no início de 2012. E não vão estar sozinhas na empreitada: a Sprint Nextel, que não faz parte da associação, espera vencer suas rivais lançando um serviço semelhante no final do ano.
Além do projeto para compras em lojas, a Isis também fechou um contrato com a Utah Transit Authority (UTA) para permitir que as pessoas paguem suas passagens em transportes públicos na área com seus celulares. A UTA já permite o pagamento com cartões sem contato.
A joint venture também finaliza um contrato de exclusividade com a Discover e a abertura do sistema a todos os comerciantes, bancos, redes de pagamento e operadoras de celular.
A Sprint Nextel, por sua vez, está trabalhando com as redes de pagamento e fabricantes de aparelhos celulares em um serviço de pagamento NFC que poderia estar pronto antes do final do ano.
A Sprint, originalmente, fazia parte do projeto de Isis, mas acabou decidindo por um voo solo. Ao contrário da Isis, a empresa não pretende cobrar um percentual de cada transação, e poderia adotar o compartilhamento de receita na venda de cupons enviados a seus celulares.
5 de abr. de 2011
HYNES É O NOVO EXECUTIVO DE PRÉ-PAGOS NA MASTERCARD
portal Cardnews 05/04/2011
A MasterCard Worlwide nomeou Ron Hynes para o cargo de group executive para soluções globais de pré-pagos (global prepaid solutions) em substituição a Laura Kelly, que deixa a companhia, voluntariamente, em busca de novos desafios.
Como group executive desta divisão, Hynes tem como missão liderar o desenvolvimento dos programas de pré-pagos mundialmente, criando vantagem competitiva para a MasterCard e seus clientes.
Ron Hynes - Hynes, que atuou como group head e foi responsável pelo mercado norte-americano de pré-pago, comercial e setor público, ingressou na MasterCard em 2006.
Anteriormente, foi vice-presidente executivo da FSV Payment Systems, onde foi responsável pela direção estratégica e esforços de desenvolvimento de vendas e negócios para o provedor de soluções de débito pré-pagas. Hynes também trabalhou para o JP Morgan Chase/Bank One como vice-presidente sênior para soluções de cartões pré-pagos (prepaid card solutions).
A MasterCard Worlwide nomeou Ron Hynes para o cargo de group executive para soluções globais de pré-pagos (global prepaid solutions) em substituição a Laura Kelly, que deixa a companhia, voluntariamente, em busca de novos desafios.
Como group executive desta divisão, Hynes tem como missão liderar o desenvolvimento dos programas de pré-pagos mundialmente, criando vantagem competitiva para a MasterCard e seus clientes.
Ron Hynes - Hynes, que atuou como group head e foi responsável pelo mercado norte-americano de pré-pago, comercial e setor público, ingressou na MasterCard em 2006.
Anteriormente, foi vice-presidente executivo da FSV Payment Systems, onde foi responsável pela direção estratégica e esforços de desenvolvimento de vendas e negócios para o provedor de soluções de débito pré-pagas. Hynes também trabalhou para o JP Morgan Chase/Bank One como vice-presidente sênior para soluções de cartões pré-pagos (prepaid card solutions).
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cartão pré-pago,
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Ron Hynes
FITTA E ITAÚ UNIBANCO APOSTAM EM ALTA DOS CARTÕES PRÉ-PAGOS
jornal DCI 05/04/2011 - Panorama Brasil
O Grupo Fitta, corretora especializada em câmbio e ouro, anuncia que deverá ampliar em 30% a sua receita. Esta expectativa é reflexo da nova determinação do Banco Central, que reajusta a alíquota de IOF para compras com cartão de crédito em operações fora do País, de 2,38% para 6,38%.
"Em 2010, o grupo faturou R$ 2,5 bilhões com todos os seus serviços e a nova determinação será uma grande oportunidade para o consumidor poder constatar os benefícios do Fitta Cash Passport", afirma o presidente do grupo, André Nunes, que prevê que a comercialização do cartão pré-pago em toda a rede de franquias triplique com esta nova medida.
O cartão, fruto de um parceria com a Travelex e de bandeira MasterCard, é aceito para compras em cerca de 32 milhões de estabelecimentos e para saque em mais de 1,8 milhão de caixas automáticos em todo o mundo. De acordo com o executivo, como o IOF dos cartões pré-pagos continua em 0,38%, será muito mais vantajoso utilizar cartões como o Fitta Cash nas viagens, para evitar possíveis surpresas na hora de pagar a fatura.
Moderno e prático, o Fitta.
Itaú
Outra empresa que projeta mais negócios com o aumento do imposto sobre gastos no exterior com cartões de crédito é o Itaú Unibanco. Comercializado desde o início do ano, o GlobalTravel Card, cartão pré-pago e recarregável que pode ser utilizado para compras e saques no exterior e para aquisições em sites de lojas internacionais, apresenta uma série de vantagens ao cliente. O produto, disponível em três moedas (dólar americano, euro e libra), tem a taxa de câmbio fixada no momento da aquisição ou da recarga e o saldo não expira.
Isento de tarifas, inclusive de anuidade, o GlobalTravel Card pode ser adquirido nas agências Itaú Personnalité e em breve também estará disponível em grande parte das agências do Itaú Uniclass.
Outra vantagem para o consumidor é a alíquota de IOF de 0,38%, ante a recém-anunciada alíquota de 6,38% para as transações feitas com cartão de crédito. O produto oferece ainda a possibilidade de gerenciar os gastos pela internet ou telefone, com atendimento 24 horas, sete dias por semana, facilitando o planejamento da viagem.
Nos quesitos comodidade e segurança, o diferencial é que o cliente recebe dois cartões no momento da aquisição do produto: o principal e um reserva. Com número e senha diferentes do cartão principal, o cartão reserva pode ser prontamente utilizado em caso de roubo ou perda do cartão principal. O produto oferece, ainda, substituição gratuita do cartão ou acesso emergencial ao saldo disponível sem custo adicional no caso da perda ou roubo.
O Grupo Fitta, corretora especializada em câmbio e ouro, anuncia que deverá ampliar em 30% a sua receita. Esta expectativa é reflexo da nova determinação do Banco Central, que reajusta a alíquota de IOF para compras com cartão de crédito em operações fora do País, de 2,38% para 6,38%.
"Em 2010, o grupo faturou R$ 2,5 bilhões com todos os seus serviços e a nova determinação será uma grande oportunidade para o consumidor poder constatar os benefícios do Fitta Cash Passport", afirma o presidente do grupo, André Nunes, que prevê que a comercialização do cartão pré-pago em toda a rede de franquias triplique com esta nova medida.
O cartão, fruto de um parceria com a Travelex e de bandeira MasterCard, é aceito para compras em cerca de 32 milhões de estabelecimentos e para saque em mais de 1,8 milhão de caixas automáticos em todo o mundo. De acordo com o executivo, como o IOF dos cartões pré-pagos continua em 0,38%, será muito mais vantajoso utilizar cartões como o Fitta Cash nas viagens, para evitar possíveis surpresas na hora de pagar a fatura.
Moderno e prático, o Fitta.
Itaú
Outra empresa que projeta mais negócios com o aumento do imposto sobre gastos no exterior com cartões de crédito é o Itaú Unibanco. Comercializado desde o início do ano, o GlobalTravel Card, cartão pré-pago e recarregável que pode ser utilizado para compras e saques no exterior e para aquisições em sites de lojas internacionais, apresenta uma série de vantagens ao cliente. O produto, disponível em três moedas (dólar americano, euro e libra), tem a taxa de câmbio fixada no momento da aquisição ou da recarga e o saldo não expira.
Isento de tarifas, inclusive de anuidade, o GlobalTravel Card pode ser adquirido nas agências Itaú Personnalité e em breve também estará disponível em grande parte das agências do Itaú Uniclass.
Outra vantagem para o consumidor é a alíquota de IOF de 0,38%, ante a recém-anunciada alíquota de 6,38% para as transações feitas com cartão de crédito. O produto oferece ainda a possibilidade de gerenciar os gastos pela internet ou telefone, com atendimento 24 horas, sete dias por semana, facilitando o planejamento da viagem.
Nos quesitos comodidade e segurança, o diferencial é que o cliente recebe dois cartões no momento da aquisição do produto: o principal e um reserva. Com número e senha diferentes do cartão principal, o cartão reserva pode ser prontamente utilizado em caso de roubo ou perda do cartão principal. O produto oferece, ainda, substituição gratuita do cartão ou acesso emergencial ao saldo disponível sem custo adicional no caso da perda ou roubo.
RENNER COMPRA CONTROLE DA CAMICADO POR R$ 157 MILHÕES
jornal Valor Econômico 05/04/2011 – Sérgio Bueno
A Lojas Renner anunciou ontem à noite a aquisição de 100% do controle da Maxmix Comercial, dona da rede varejista Camicado Houseware, que opera no segmento de utilidades domésticas com 27 pontos de venda em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Distrito Federal, Goiás, Paraná e Rio Grande do Sul. A Renner pagará R$ 157 milhões, sendo R$ 104,5 milhões à vista, mais R$ 37,5 milhões divididos em três parcelas mensais, corrigidas pelo IGPM, e R$ 15 milhões para pagamento ao longo de cinco anos, corrigidos pelo CDI. Os valores são líquidos da dívida estimada da companhia de R$ 8 milhões. A operação ainda depende de aprovação na assembleia geral extraordinária marcada 4 de maio.
A Camicado teve receita líquida de R$ 127,6 milhões em 2010, com crescimento de 16,2%, e lucro líquido de R$ 1,1 milhão. A previsão da Renner é que a companhia alcance receita de R$ 621 milhões em 2015.
Em novembro do ano passado, o diretor-presidente da Renner, José Galló, adiantou ao Valor que os planos de expansão para os próximos anos incluíam a retomada das vendas de produtos de bazar, cama, mesa e banho, que haviam sido abandonadas em 2003, quando a empresa decidiu focar o negócio em vestuário e acessórios.
Galló também havia informado que a operação exigiria a aquisição de uma rede especializada no segmento de utilidades domésticas ou a criação de uma bandeira específica porque as lojas atuais não teriam espaço para os produtos.
Em 2008 a Renner também havia fechado um acordo para comprar a Leader, varejista com sede no Rio de Janeiro e lojas também nos Estados do Espírito Santo, Minas Gerais, Pernambuco, Sergipe e Alagoas. Além dos segmentos de moda feminina, masculina e infantil, nos quais a Renner também atua, a varejista fluminense vende artigos de cama, mesa e banho, brinquedos e utilidades domésticas, mas o negócio foi cancelado em outubro daquele ano, depois do estouro da crise internacional.
Em nota, a Renner afirmou que com a compra "dará mais um passo na sua estratégia de crescimento e consolidação dos negócios no setor de varejo no Brasil". Segundo a empresa, o mercado de casa e decoração tem um potencial de consumo de R$ 15,7 bilhões por ano no país devido ao aumento da renda da classe média e à expansão do setor da construção.
A Renner pretende manter a independência jurídica e operacional das duas empresas, mas disse que vai usar as áreas de apoio na gestão da Camicado.
A Lojas Renner anunciou ontem à noite a aquisição de 100% do controle da Maxmix Comercial, dona da rede varejista Camicado Houseware, que opera no segmento de utilidades domésticas com 27 pontos de venda em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Distrito Federal, Goiás, Paraná e Rio Grande do Sul. A Renner pagará R$ 157 milhões, sendo R$ 104,5 milhões à vista, mais R$ 37,5 milhões divididos em três parcelas mensais, corrigidas pelo IGPM, e R$ 15 milhões para pagamento ao longo de cinco anos, corrigidos pelo CDI. Os valores são líquidos da dívida estimada da companhia de R$ 8 milhões. A operação ainda depende de aprovação na assembleia geral extraordinária marcada 4 de maio.
A Camicado teve receita líquida de R$ 127,6 milhões em 2010, com crescimento de 16,2%, e lucro líquido de R$ 1,1 milhão. A previsão da Renner é que a companhia alcance receita de R$ 621 milhões em 2015.
Em novembro do ano passado, o diretor-presidente da Renner, José Galló, adiantou ao Valor que os planos de expansão para os próximos anos incluíam a retomada das vendas de produtos de bazar, cama, mesa e banho, que haviam sido abandonadas em 2003, quando a empresa decidiu focar o negócio em vestuário e acessórios.
Galló também havia informado que a operação exigiria a aquisição de uma rede especializada no segmento de utilidades domésticas ou a criação de uma bandeira específica porque as lojas atuais não teriam espaço para os produtos.
Em 2008 a Renner também havia fechado um acordo para comprar a Leader, varejista com sede no Rio de Janeiro e lojas também nos Estados do Espírito Santo, Minas Gerais, Pernambuco, Sergipe e Alagoas. Além dos segmentos de moda feminina, masculina e infantil, nos quais a Renner também atua, a varejista fluminense vende artigos de cama, mesa e banho, brinquedos e utilidades domésticas, mas o negócio foi cancelado em outubro daquele ano, depois do estouro da crise internacional.
Em nota, a Renner afirmou que com a compra "dará mais um passo na sua estratégia de crescimento e consolidação dos negócios no setor de varejo no Brasil". Segundo a empresa, o mercado de casa e decoração tem um potencial de consumo de R$ 15,7 bilhões por ano no país devido ao aumento da renda da classe média e à expansão do setor da construção.
A Renner pretende manter a independência jurídica e operacional das duas empresas, mas disse que vai usar as áreas de apoio na gestão da Camicado.
CHEGADA DA ELO DEVE PREJUDICAR A REDECARD
jornal DCI 05/04/2011 – Panorama Brasil
O surgimento de uma nova bandeira sob uma rede de distribuição unificada sem precedentes certamente terá impactos positivos para aspirações maiores no segmento de cartões. Apesar da premissa positiva para a entrada da Elo no mercado, as complexas relações do setor devem ser levadas em consideração, alertam os analistas Roberto Attuch, Fabio Zagatti e Henrique Caldeira, do banco Barclays.
Sob controle do Banco do Brasil, Bradesco e Caixa Econômica Federal, a nova bandeira promete uma postura agressiva de entrada no setor, e uma meta de obter 15% de participação no mercado dentro de cinco anos, o que equivale a R$ 180 bilhões em transações.
Ligada quase que diretamente à Cielo, uma vez que ambas possuem o mesmo grupo de controle, a Elo poderá optar por medidas de exclusividade entre as empresas no futuro, caso a nova bandeira venha a abocanhar uma fatia considerável do mercado.
Caso isso aconteça, a perda de mercado de Visa e MasterCard para a Elo impactaria negativamente as operações da Redecard , principal concorrente da Cielo, caso a nova bandeira dê exclusivadade de operações para a sua co-irmã.
Embora a Cielo afirme que deseja evitar relações de exclusividade entre Cielo e Elo, o trio do Barclays reconhece que só "o tempo dirá" como se dará esse processo, "mas parece inevitável o surgimento de pressão regulatória caso a nova bandeira se torne grande demais e apenas disponível em uma operadora na rede de adquirência".
Por outro lado, essa postura de exclusividade também poderia prejudicar Bradesco e BB exatamente por que estes bancos são os maiores emissores de cartões Visa e MasterCard, que seriam diretamente afetados, o que pode frear a possível operação, acreditam os analistas.
O surgimento de uma nova bandeira sob uma rede de distribuição unificada sem precedentes certamente terá impactos positivos para aspirações maiores no segmento de cartões. Apesar da premissa positiva para a entrada da Elo no mercado, as complexas relações do setor devem ser levadas em consideração, alertam os analistas Roberto Attuch, Fabio Zagatti e Henrique Caldeira, do banco Barclays.
Sob controle do Banco do Brasil, Bradesco e Caixa Econômica Federal, a nova bandeira promete uma postura agressiva de entrada no setor, e uma meta de obter 15% de participação no mercado dentro de cinco anos, o que equivale a R$ 180 bilhões em transações.
Ligada quase que diretamente à Cielo, uma vez que ambas possuem o mesmo grupo de controle, a Elo poderá optar por medidas de exclusividade entre as empresas no futuro, caso a nova bandeira venha a abocanhar uma fatia considerável do mercado.
Caso isso aconteça, a perda de mercado de Visa e MasterCard para a Elo impactaria negativamente as operações da Redecard , principal concorrente da Cielo, caso a nova bandeira dê exclusivadade de operações para a sua co-irmã.
Embora a Cielo afirme que deseja evitar relações de exclusividade entre Cielo e Elo, o trio do Barclays reconhece que só "o tempo dirá" como se dará esse processo, "mas parece inevitável o surgimento de pressão regulatória caso a nova bandeira se torne grande demais e apenas disponível em uma operadora na rede de adquirência".
Por outro lado, essa postura de exclusividade também poderia prejudicar Bradesco e BB exatamente por que estes bancos são os maiores emissores de cartões Visa e MasterCard, que seriam diretamente afetados, o que pode frear a possível operação, acreditam os analistas.
DISPUTA ADIA PAGAMENTOS POR CELULAR
jornal Folha de S. Paulo 05/04/2011 – New York Times
Em breve, o celular deve assumir um papel completamente novo, substituindo todos os cartões de crédito. Embora a tecnologia exista, a receita com as taxas abre disputa entre grandes empresas e a adoção em larga escala é adiada em razão do impasse.
Redes de pagamento, como Visa e MasterCard, e bancos querem continuar recebendo tarifas pagas pelos comerciantes. Chamam de intrusas empresas como PayPal, Google, Apple e operadoras de telefonia móvel, que desejam receber por conta do controle sobre celulares.
Varejistas terão de instalar terminais que aceitem pagamentos realizados com celulares. Já defensores dos direitos do consumidor dizem estar preocupados com tarifas mais elevadas.
No caso dos pagamentos com celulares, continua incerto de que maneira os participantes todos serão pagos, ou se os seus custos serão transferidos total ou parcialmente aos consumidores.
As operadoras de telefonia móvel podem exigir que as administradoras de cartões de crédito lhes paguem uma espécie de aluguel.
Bancos e emissores de cartões de crédito, de sua parte, encontraram uma maneira de evitar trabalhar com as operadoras de telefonia móvel, ao menos por ora.
Bank of America, Wells Fargo, U.S. Bancorp e JPMorgan Chase, com a Visa, testam sistemas para celulares que ofereceriam acesso a alguns de seus cartões de crédito ou débito. O método não requer a cooperação das operadoras de telefonia móvel.
A Visa informou que seus parceiros bancários poderiam começar a adotar sistemas de pagamentos para celulares no segundo semestre.
Apple e Google já desenvolveram sistemas de pagamento, e o Google Checkout está em operação, ainda que seja menos popular. Os dois sistemas poderiam ser convertidos para uso em pagamentos com celulares.
Mas as duas empresas precisariam de acesso aos chips de segurança dos celulares e a terminais de comerciantes.
Nessa batalha, conseguir a cooperação dos varejistas é importante para que os sistemas de pagamento com celulares sejam implementados em larga escala.
Tradução de Paulo Migliacci
Em breve, o celular deve assumir um papel completamente novo, substituindo todos os cartões de crédito. Embora a tecnologia exista, a receita com as taxas abre disputa entre grandes empresas e a adoção em larga escala é adiada em razão do impasse.
Redes de pagamento, como Visa e MasterCard, e bancos querem continuar recebendo tarifas pagas pelos comerciantes. Chamam de intrusas empresas como PayPal, Google, Apple e operadoras de telefonia móvel, que desejam receber por conta do controle sobre celulares.
Varejistas terão de instalar terminais que aceitem pagamentos realizados com celulares. Já defensores dos direitos do consumidor dizem estar preocupados com tarifas mais elevadas.
No caso dos pagamentos com celulares, continua incerto de que maneira os participantes todos serão pagos, ou se os seus custos serão transferidos total ou parcialmente aos consumidores.
As operadoras de telefonia móvel podem exigir que as administradoras de cartões de crédito lhes paguem uma espécie de aluguel.
Bancos e emissores de cartões de crédito, de sua parte, encontraram uma maneira de evitar trabalhar com as operadoras de telefonia móvel, ao menos por ora.
Bank of America, Wells Fargo, U.S. Bancorp e JPMorgan Chase, com a Visa, testam sistemas para celulares que ofereceriam acesso a alguns de seus cartões de crédito ou débito. O método não requer a cooperação das operadoras de telefonia móvel.
A Visa informou que seus parceiros bancários poderiam começar a adotar sistemas de pagamentos para celulares no segundo semestre.
Apple e Google já desenvolveram sistemas de pagamento, e o Google Checkout está em operação, ainda que seja menos popular. Os dois sistemas poderiam ser convertidos para uso em pagamentos com celulares.
Mas as duas empresas precisariam de acesso aos chips de segurança dos celulares e a terminais de comerciantes.
Nessa batalha, conseguir a cooperação dos varejistas é importante para que os sistemas de pagamento com celulares sejam implementados em larga escala.
Tradução de Paulo Migliacci
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PayPal,
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BRAÇO DE CRÉDITO DO CITI RECEBE PROPOSTAS
jornal Valor Econômico 05/04/2011 - Justin Baer e Helen Thomas (Financial Times)
O Citigroup deu um passo a mais rumo à venda de sua divisão de crédito ao consumidor, ao obter pelo menos três ofertas de compra de cerca de US$ 2 bilhões apresentadas por grupos de participações.
As raízes da divisão remontam ao Commercial Credit, a base sobre a qual o ex-presidente do conselho administrativo do Citi, Sandy Weil, construiu seu império financeiro. Mas quando o banco separou divisões e ativos que não se encaixavam em sua estratégia pós-crise, a divisão - denominada até recentemente CitiFinancial - estava entre as destinadas para venda. Na semana passada pelo menos três consórcios de empresas de participações apresentaram ofertas de compra, na segunda rodada do leilão pelo qual o Citi ofertou a divisão, segundo pessoas familiarizadas com o assunto. O banco realizará uma terceira rodada antes de pedir lances definitivos, disseram essas pessoas.
Um dos grupos englobava, entre outros, o Blackstone Group, o Carlyle e a Brysam Global Parners, o grupo administrado por Robert Willumstad e Marjorie Magner, ex-braços direitos de Weill, informaram essas fontes próximas ao negócio. A Clayton Dubilier & Rice e a Onyx formam o segundo consórcio, enquanto a Apollo Management e a JC Flowers participavam, entre outros, do terceiro grupo, disseram essas fontes.
Os consórcios apresentaram ofertas de compra que se aproximaram ou corresponderam aos US$ 2 bilhões pedidos pelo Citi pela venda, o valor contábil da divisão. Embora as ofertas chamem a atenção para a crescente demanda por divisões de crédito ao consumidor, muitos dos virtuais compradores continuam céticos quanto à sua capacidade de solucionar o principal desafio que desconcertou muitas instituições financeiras desde a crise: o de como custear uma empresa de crédito incapaz de atrair depósitos baratos.
Em agosto, o Fortess Investment Group comprou 80% do braço de crédito ao consumidor da AIG, a American General Finance, por uma parcela do valor contábil da divisão, de US$ 2,1 bilhões. A AIG registrou um prejuízo de US$ 1,9 bilhão sobre a venda.
A permanência da incerteza que cerca o custeio do CitiFinancial - e as expectativas de preço do Citi - fizeram com que pelo menos um comprador potencial, a Warburg Pincus, perdesse o entusiasmo pelo negócio. De sua parte, o Citi deu indícios de que estaria disposto a ajudar a custear a divisão por algum tempo depois da venda, disseram as pessoas consultadas.
O banco fechou mais de 300 agências do CitiFinancial, deixou de conceder empréstimos em 184 outras e rebatizou as 1.500 restantes de OneMain Financial. A divisão tem 2 milhões de clientes. A venda representará mais um afastamento em relação à estratégia abraçada por Weill, que transformou a Commercial Credit na maior empresa americana de crédito ao consumidor.
O Citigroup deu um passo a mais rumo à venda de sua divisão de crédito ao consumidor, ao obter pelo menos três ofertas de compra de cerca de US$ 2 bilhões apresentadas por grupos de participações.
As raízes da divisão remontam ao Commercial Credit, a base sobre a qual o ex-presidente do conselho administrativo do Citi, Sandy Weil, construiu seu império financeiro. Mas quando o banco separou divisões e ativos que não se encaixavam em sua estratégia pós-crise, a divisão - denominada até recentemente CitiFinancial - estava entre as destinadas para venda. Na semana passada pelo menos três consórcios de empresas de participações apresentaram ofertas de compra, na segunda rodada do leilão pelo qual o Citi ofertou a divisão, segundo pessoas familiarizadas com o assunto. O banco realizará uma terceira rodada antes de pedir lances definitivos, disseram essas pessoas.
Um dos grupos englobava, entre outros, o Blackstone Group, o Carlyle e a Brysam Global Parners, o grupo administrado por Robert Willumstad e Marjorie Magner, ex-braços direitos de Weill, informaram essas fontes próximas ao negócio. A Clayton Dubilier & Rice e a Onyx formam o segundo consórcio, enquanto a Apollo Management e a JC Flowers participavam, entre outros, do terceiro grupo, disseram essas fontes.
Os consórcios apresentaram ofertas de compra que se aproximaram ou corresponderam aos US$ 2 bilhões pedidos pelo Citi pela venda, o valor contábil da divisão. Embora as ofertas chamem a atenção para a crescente demanda por divisões de crédito ao consumidor, muitos dos virtuais compradores continuam céticos quanto à sua capacidade de solucionar o principal desafio que desconcertou muitas instituições financeiras desde a crise: o de como custear uma empresa de crédito incapaz de atrair depósitos baratos.
Em agosto, o Fortess Investment Group comprou 80% do braço de crédito ao consumidor da AIG, a American General Finance, por uma parcela do valor contábil da divisão, de US$ 2,1 bilhões. A AIG registrou um prejuízo de US$ 1,9 bilhão sobre a venda.
A permanência da incerteza que cerca o custeio do CitiFinancial - e as expectativas de preço do Citi - fizeram com que pelo menos um comprador potencial, a Warburg Pincus, perdesse o entusiasmo pelo negócio. De sua parte, o Citi deu indícios de que estaria disposto a ajudar a custear a divisão por algum tempo depois da venda, disseram as pessoas consultadas.
O banco fechou mais de 300 agências do CitiFinancial, deixou de conceder empréstimos em 184 outras e rebatizou as 1.500 restantes de OneMain Financial. A divisão tem 2 milhões de clientes. A venda representará mais um afastamento em relação à estratégia abraçada por Weill, que transformou a Commercial Credit na maior empresa americana de crédito ao consumidor.
4 de abr. de 2011
FINANCIAMENTO DE VEÍCULOS FICOU ESTAGNADO EM FEVEREIRO, APONTA ANEF
portal Cidade Biz 04/04/2011
Em fevereiro, o saldo total das carteiras de financiamento para aquisição de veículos por pessoas físicas ficou estacionado em R$ 188,6 bilhões, mesmo valor registrado em dezembro de 2010. Levantamento da Anef (Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras) mostra que, apesar da elevação do saldo do CDC (Crédito Direto ao Consumidor), de R$ 140,3 bilhões, em dezembro, para R$ 146,8 bilhões no segundo mês do ano, o leasing apresentou queda de R$ 48,3 bilhões para R$ 41,8 bilhões.
Para a Anef, a estagnação do saldo total das carteiras de financiamento de veículos é sinal de que começaram a surtir efeitos as medidas macroprudenciais adotadas pelo Banco Central em dezembro. Segundo o presidente da associação, Décio Carbonari de Almeida, a queda no leasing e a evolução moderada no CDC, em fevereiro, mostram uma mudança de cenário, se comparado a 2010.
“Antes tínhamos crescimento mês a mês durante o ano todo” afirma o executivo, ressaltando que, em média, o saldo atual se mantém pelo terceiro mês seguido. Em janeiro, o saldo total de CDC e Leasing não ultrapassou os R$ 188,7 bilhões.
Juros - A taxa média de juros praticada pelas associadas à Anef fechou fevereiro em 1,55% ao mês (20,27% ao ano), contra 1,42% ao mês (18,44% ao ano) em dezembro de 2010. A taxa praticada em janeiro de 2011 foi de 1,53% ao mês (19,99% ao ano).
Inadimplência e planos mantêm média - Outros dois índices se mantiveram estáveis. A inadimplência acima de 90 dias para CDC segue a tendência positiva dos últimos meses, com um ligeiro aumento que é típico do início do ano por conta de pagamentos extraordinários como impostos, matrículas escolares e férias. Em fevereiro de 2011, o índice foi de 2,8%, enquanto em dezembro de 2010 era de 2,6%.
Já os planos de financiamento permaneceram na média de 44 meses.
Em fevereiro, o saldo total das carteiras de financiamento para aquisição de veículos por pessoas físicas ficou estacionado em R$ 188,6 bilhões, mesmo valor registrado em dezembro de 2010. Levantamento da Anef (Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras) mostra que, apesar da elevação do saldo do CDC (Crédito Direto ao Consumidor), de R$ 140,3 bilhões, em dezembro, para R$ 146,8 bilhões no segundo mês do ano, o leasing apresentou queda de R$ 48,3 bilhões para R$ 41,8 bilhões.
Para a Anef, a estagnação do saldo total das carteiras de financiamento de veículos é sinal de que começaram a surtir efeitos as medidas macroprudenciais adotadas pelo Banco Central em dezembro. Segundo o presidente da associação, Décio Carbonari de Almeida, a queda no leasing e a evolução moderada no CDC, em fevereiro, mostram uma mudança de cenário, se comparado a 2010.
“Antes tínhamos crescimento mês a mês durante o ano todo” afirma o executivo, ressaltando que, em média, o saldo atual se mantém pelo terceiro mês seguido. Em janeiro, o saldo total de CDC e Leasing não ultrapassou os R$ 188,7 bilhões.
Juros - A taxa média de juros praticada pelas associadas à Anef fechou fevereiro em 1,55% ao mês (20,27% ao ano), contra 1,42% ao mês (18,44% ao ano) em dezembro de 2010. A taxa praticada em janeiro de 2011 foi de 1,53% ao mês (19,99% ao ano).
Inadimplência e planos mantêm média - Outros dois índices se mantiveram estáveis. A inadimplência acima de 90 dias para CDC segue a tendência positiva dos últimos meses, com um ligeiro aumento que é típico do início do ano por conta de pagamentos extraordinários como impostos, matrículas escolares e férias. Em fevereiro de 2011, o índice foi de 2,8%, enquanto em dezembro de 2010 era de 2,6%.
Já os planos de financiamento permaneceram na média de 44 meses.
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BRASILEIRO ESTÁ MENOS OTIMISTA QUANTO AO PRÓPRIO ENDIVIDAMENTO
portal InfoMoney 04/04/2011 - Jéssica Consulim Roccella
O otimismo do brasileiro em relação ao endividamento futuro piorou em março deste ano, de acordo com o Inec (Índice Nacional de Expectativa do Consumidor), divulgado nesta segunda-feira (4) pela CNI (Confederação Nacional da Indústria).
O índice que mede o endividamento passou de 109,8 pontos em janeiro para 109,4 pontos este mês, o que representa queda de 0,3%. Em relação a março de 2010, a queda foi ainda maior, de 2,1%, já que naquele mês o índice era de 111,8 pontos.
No índice, uma pontuação acima de 100 significa otimismo e, abaixo dessa marca, pessimismo.
Perspectivas
Questionados sobre qual a expectativa para os próximos meses, em relação ao próprio endividamento, 49% dos consumidores afirmaram que terão o mesmo número de dívidas dos últimos três meses, de acordo com a tabela abaixo:
Perfil
Na análise por renda, 29% dos consumidores que recebem até um salário mínimo declararam que estarão mais ou muito mais endividados nos próximos três meses. Na outra ponta, 12% dos entrevistados com renda superior a 10 salários mínimos deram as mesmas respostas.
Quando se comparam homens e mulheres, 17% deles e 21% delas dizem que ficarão mais ou muito mais endividados. Quanto à declaração de que estarão menos ou muito menos endividados, homens e mulheres estão empatados, com 32% das citações.
Por faixa etária, consumidores de 25 a 29 anos apresentam o maior índice daqueles que se declaram mais ou muito endividados, com 22% das respostas.
O Inec é elaborado a partir de pesquisa de opinião pública de abrangência nacional, conduzida pelo Ibope com 2.002 pessoas. A pesquisa tem periodicidade mensal e foi realizada entre os dias 20 e 23 de março, para esta última edição.
INGENICO NEGOCIA A COMPRA DA UNIDADE AMERICANA DE SISTEMA DE PAGAMENTOS DA HYPERCOM
redação Serfinco 04/04/2011
A fornecedora francesa de terminais de transações eletrônicas Ingenico concordou em pagar US$ 54 milhões em dinheiro para comprar os negócios da Hypercom nos Estados Unidos.
A empresa norte-americana VeriFone havia assinado, em novembro, um acordo definitivo para fazer a aquisição de todas as ações por US$ 485 milhões.
No entanto, o interesse da VeriFone é nas operações europeias da Hypercom, abrindo caminho para a Ingenico impulsionar sua presença no território norte-americano. A empresa francesa vai concluir a aquisição imediatamente, antes do término da negociação VeriFone/Hypercom previsto para o segundo semestre de 2011.
A Ingenico declarou que a aquisição resultará em aumento significativo de sua presença no segmento bancário dos EUA, principalmente através da rede de revendedores independentes.
Para ajudar a integrar as empresas, o veterano executivo Thierry Denis assume a presidência para a América do Norte. Está, entre as suas missões, acelerar a adoção da tecnologia NFC.
Em dezembro, a Ingenico rejeitou uma oferta da americana Danaher para ser comprada por 1,44 bilhão de euros. A recusa foi festejada pelo governo francês, que já declarou que a fabricação de dispositivos “chip & PIN” é estratégica para os interesses nacionais.
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