portal LanceNet 25/11/2010
Na noite desta quarta-feira, o Paulista deu um passo a mais em sua renovação. Foi lançado o Cartão do Paulista FC. Em uma parceria entre Paulista FC, Nelycard e ACE Jundiaí. O novo projeto é uma iniciativa da Nelycard, em nome de seu presidente, Reinaldo David Bueno Miranda, o Boca, juntamente com a Diretoria do Paulista e com apoio da Associação Comercial e Empresarial de Jundiaí.
- Sou um torcedor fanático do Paulista. Acredito que esse projeto é o primeiro passo para o Paulista se tornar um clube empresa, com receita própria e com a nova diretoria caminhando com sua próprias pernas - declarou Reinaldo, presidente da Nelycard.
Com a parceria, a Nelycard repassará ao Paulista 60% do lucro bruto. Em um futuro próximo, a projeção é que essa parceria dê ao Galo condições de obter receitas. A ACE Jundiaí aprova o projeto.
- Sempre tive a vontade de fazer algum tipo de trabalho com o Paulista. Quando recebemos a proposta, passei para a minha diretoria (ACE Jundiaí) e na mesma hora foi aceita. É um prazer estar ao lado do clube da nossa cidade - destacou Ricardo Diniz, presidente da Associação Comercial e Empresarial de Jundiaí.
Para Djair Bocanella, presidente do Paulista, a parceria pode gerar muitos frutos ao Galo, tanto em termos de receita quanto em envolvimento do jundiaiense com o clube.
- É um projeto inovador da nossa diretoria, que é formada por pessoas com uma paixão em comum, que é o Paulista. Esperamos o envolvimento de todos os empresários da cidade para que o Paulista tenha receita para caminhar sozinho e ao mesmo tempo traga o jundiaiense para mais perto do clube, andando ao nosso lado - afirmou Bocanella.
Para se associar ao Paulista, basta a empresa fazer o pedido do cartão e repassar aos seus funcionários, sem custo nenhum. Todas as movimentações com o cartão são descontadas em folha de pagamento.
A Nelycard é uma empresa com atuação na cidade de Limeira e região. Por meio do Cartão Paulista, o presidente da empresa de cartões espera ter clientes em sua cidade de nascimento.
- Sou um torcedor do Paulista de muitos anos, quando fazíamos várias excursões para acompanhar o time. Estou muito feliz em estar ao lado do Paulista e ver tanta gente neste evento, dando apoio. Todas as pessoas que eu gostaria que estivessem aqui, estão presentes hoje. Estou muito satisfeito - finalizou Reinado, mais conhecido por todos como Boca.
Para a empresa que estiver interessada em obter o Cartão Paulista para os seus funcionários, basta entrar em contato com a Nelycard.
25 de nov. de 2010
MERCADO AVALIA SE ITAÚ PODE FECHAR CAPITAL DA REDECARD
jornal Valor Econômico 25/11/2010 - Adriana Cotias
Desde que a Redecard divulgou os resultados do terceiro trimestre, no fim de outubro, as ações da companhia passaram a viver um inferno astral na Bovespa e têm sido cotadas abaixo do valor da oferta pública inicial (IPO, em inglês), de julho de 2007, de R$ 27. Em menos de um mês, os papéis caíram 6%. O desempenho lançou dúvidas sobre os investidores se, no nível atual de preço - a R$ 22,39 - não valeria a pena o controlador, o Itaú Unibanco, fechar o capital da empresa e incorporar o negócio de captura de transações com cartões debaixo da sua própria estrutura.
Uma das hipóteses aventadas pelo mercado é de que o banco poderia, assim, converter o ágio de uma eventual aquisição de ações dos minoritários em créditos fiscais. Seria ainda uma oportunidade para reavaliar o ativo e fortalecer a sua capitalização, já que no balanço do terceiro trimestre, o investimento Redecard estava registrado pelo valor patrimonial, a R$ 540 milhões, ante uma capitalização de mercado na casa dos R$ 14 bilhões. Os ganhos não-realizados, proporcionais à fatia da instituição no negócio (50%), estariam, portanto, na casa dos R$ 7 bilhões.
À luz dessas especulações algumas casas de análise passaram a ponderar se haveria sentido econômico numa iniciativa do gênero. Henrique Caldeira, do Barclays Capital, acha que não e estende a sua avaliação à Cielo, que tem no seu bloco de controle Bradesco e Banco do Brasil. Para o especialista, o argumento do benefício fiscal, estimado em R$ 1,9 bilhão no caso do Itaú Unibanco, é controverso, já que a própria Receita Federal tem tratado a questão com rigidez e investiga, por exemplo, se na fusão da BM&F com a Bovespa houve a geração de benefícios artificiais. E, com o índice de Basileia do Itaú em 15,3%, o reforço de capital também não faria sentido. A regulação corrente determina 11%, havendo, portanto, folga para expandir o portfólio de crédito.
"A Redecard, dentro do Itaú, seria um ativo difícil de se precificar", diz Caldeira. "Além disso, abriria espaço para novos adquirentes entrarem no mercado." Isso porque com a operação incorporada, a instituição não teria como absorver lojistas que recebem seu movimento com cartões em outros bancos. Para fazer a recompra, o banco ainda teria que desembolsar cerca de R$ 7 bilhões.
Para Luciana Leocádio, da Ativa, não são um ou dois trimestres ruins que levariam o Itaú a fechar o capital da Redecard. "O resultado tem sido afetado pela estratégia mais agressiva de ganhar 'market share', no curto prazo só se vê uma fotografia ruim, de aumento de custos, mas o banco vê o segmento de cartões como de alto potencial de crescimento."
A Redecard, por meio de sua assessoria de imprensa, disse que a empresa não tem informações a respeito de um eventual fechamento de capital e que a decisão cabe ao controlador. O Itaú não quis comentar o tema.
Desde que a Redecard divulgou os resultados do terceiro trimestre, no fim de outubro, as ações da companhia passaram a viver um inferno astral na Bovespa e têm sido cotadas abaixo do valor da oferta pública inicial (IPO, em inglês), de julho de 2007, de R$ 27. Em menos de um mês, os papéis caíram 6%. O desempenho lançou dúvidas sobre os investidores se, no nível atual de preço - a R$ 22,39 - não valeria a pena o controlador, o Itaú Unibanco, fechar o capital da empresa e incorporar o negócio de captura de transações com cartões debaixo da sua própria estrutura.
Uma das hipóteses aventadas pelo mercado é de que o banco poderia, assim, converter o ágio de uma eventual aquisição de ações dos minoritários em créditos fiscais. Seria ainda uma oportunidade para reavaliar o ativo e fortalecer a sua capitalização, já que no balanço do terceiro trimestre, o investimento Redecard estava registrado pelo valor patrimonial, a R$ 540 milhões, ante uma capitalização de mercado na casa dos R$ 14 bilhões. Os ganhos não-realizados, proporcionais à fatia da instituição no negócio (50%), estariam, portanto, na casa dos R$ 7 bilhões.
À luz dessas especulações algumas casas de análise passaram a ponderar se haveria sentido econômico numa iniciativa do gênero. Henrique Caldeira, do Barclays Capital, acha que não e estende a sua avaliação à Cielo, que tem no seu bloco de controle Bradesco e Banco do Brasil. Para o especialista, o argumento do benefício fiscal, estimado em R$ 1,9 bilhão no caso do Itaú Unibanco, é controverso, já que a própria Receita Federal tem tratado a questão com rigidez e investiga, por exemplo, se na fusão da BM&F com a Bovespa houve a geração de benefícios artificiais. E, com o índice de Basileia do Itaú em 15,3%, o reforço de capital também não faria sentido. A regulação corrente determina 11%, havendo, portanto, folga para expandir o portfólio de crédito.
"A Redecard, dentro do Itaú, seria um ativo difícil de se precificar", diz Caldeira. "Além disso, abriria espaço para novos adquirentes entrarem no mercado." Isso porque com a operação incorporada, a instituição não teria como absorver lojistas que recebem seu movimento com cartões em outros bancos. Para fazer a recompra, o banco ainda teria que desembolsar cerca de R$ 7 bilhões.
Para Luciana Leocádio, da Ativa, não são um ou dois trimestres ruins que levariam o Itaú a fechar o capital da Redecard. "O resultado tem sido afetado pela estratégia mais agressiva de ganhar 'market share', no curto prazo só se vê uma fotografia ruim, de aumento de custos, mas o banco vê o segmento de cartões como de alto potencial de crescimento."
A Redecard, por meio de sua assessoria de imprensa, disse que a empresa não tem informações a respeito de um eventual fechamento de capital e que a decisão cabe ao controlador. O Itaú não quis comentar o tema.
24 de nov. de 2010
GLOBAL PAYMENTS ACERTA JV PARA ACQUIRING COM LA CAIXA
redação Serfinco 24/11/2010
A processadora norte-americana Global Payments vai pagar 120 milhões de euros em dinheiro para adquirir uma participação de 51% em uma joint venture com a instituição espanhola de poupança La Caixa, formada para operar em adquirência.
Para o ano calendário de 2010, o negócio de acquiring da La Caixa deve gerar receitas de mais de 60 milhões de euros, resultantes de cerca de 590 milhões de transações. A unidade é líder no mercado espanhol, com mais de 150 mil estabelecimentos comerciais e uma participação de 21% no mercado de credenciamento de estabelecimentos.
Pelo acordo, a La Caixa vai manter uma participação minoritária de 49% no negócio e o compromisso de uma aliança operacional por 20 anos. Para o banco, o acordo veio ao encontro de seus planos de expandir atividades para além do território espanhol, de olho em outros mercados de pagamento europeus.
Na declaração de Juan Maria Nin, CEO do La Caixa, a Global Payments tem o mesmo posicionamento que o banco em relação à importância das novas tecnologias e está empenhada em aproveitar as novas oportunidades de negócios que elas geram.
Para Paulo Garcia, da Global Payments, a joint venture se encaixa nos planos de expansão global e europeia da processadora no segmento de acquiring.
A processadora norte-americana Global Payments vai pagar 120 milhões de euros em dinheiro para adquirir uma participação de 51% em uma joint venture com a instituição espanhola de poupança La Caixa, formada para operar em adquirência.
Para o ano calendário de 2010, o negócio de acquiring da La Caixa deve gerar receitas de mais de 60 milhões de euros, resultantes de cerca de 590 milhões de transações. A unidade é líder no mercado espanhol, com mais de 150 mil estabelecimentos comerciais e uma participação de 21% no mercado de credenciamento de estabelecimentos.
Pelo acordo, a La Caixa vai manter uma participação minoritária de 49% no negócio e o compromisso de uma aliança operacional por 20 anos. Para o banco, o acordo veio ao encontro de seus planos de expandir atividades para além do território espanhol, de olho em outros mercados de pagamento europeus.
Na declaração de Juan Maria Nin, CEO do La Caixa, a Global Payments tem o mesmo posicionamento que o banco em relação à importância das novas tecnologias e está empenhada em aproveitar as novas oportunidades de negócios que elas geram.
Para Paulo Garcia, da Global Payments, a joint venture se encaixa nos planos de expansão global e europeia da processadora no segmento de acquiring.
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CARTÕES DE CRÉDITO CHEGAM AO TOPO NO E-COMMERCE ALEMÃO
redação Serfinco 24/11/2010
Pela primeira vez, os cartões de crédito foram o maior de pagamento mais utilizado nas compras virtuais na Alemanha.
Segundo o relatório ‘E-Commerce 2010’, divulgado pela Deutsche Card Services, os consumidores alemães usaram os cartões de crédito para pagar 38% de suas compras on-line. Nos anos anteriores, os débitos diretos foram o método de pagamento mais popular, seguido pelo giropay (serviço que faz a ponte entre plataformas de internet banking e redes de transações comerciais na web).
O relatório também apurou uma redução nas flutuações sazonais no e-commerce europeu e a queda no valor médio da transação (de uma alta recorde de € 84,31 no ano anterior, para € 65,35.
Outra informação apresenta a segunda-feira como o dia mais popular para compras on-line, ganhando o status antes ocupado pela terça-feira. Outra novidade foi a ultrapassagem das mulheres sobre os homens no e-commerce.
O relatório da subsidiária do Deutsche Bank analisa hábitos de compra e de pagamento no comércio on-line, e vem sendo publicado anualmente desde 2002. Em contraste com outras pesquisas, o estudo tem como base compras reais e não pesquisas. O ponto de partida são cerca de 24 milhões de transações processadas através da plataforma do Deutsche Card Services.
Tendências gerais no e-commerce alemão:
- cartão de crédito agora é o método mais popular
- há menos flutuações sazonais
- segunda-feira responde pela maior parte das vendas
- mulheres predominam, pela primeira vez
- houve declínio no valor médio por operação
- importância da giropay aumentou ainda mais
O estudo está disponível na loja online da Deutsche Card Services (https://www.deutsche-card-services.com/en/shop-test/shop/01-article-selection.html)
Pela primeira vez, os cartões de crédito foram o maior de pagamento mais utilizado nas compras virtuais na Alemanha.
Segundo o relatório ‘E-Commerce 2010’, divulgado pela Deutsche Card Services, os consumidores alemães usaram os cartões de crédito para pagar 38% de suas compras on-line. Nos anos anteriores, os débitos diretos foram o método de pagamento mais popular, seguido pelo giropay (serviço que faz a ponte entre plataformas de internet banking e redes de transações comerciais na web).
O relatório também apurou uma redução nas flutuações sazonais no e-commerce europeu e a queda no valor médio da transação (de uma alta recorde de € 84,31 no ano anterior, para € 65,35.
Outra informação apresenta a segunda-feira como o dia mais popular para compras on-line, ganhando o status antes ocupado pela terça-feira. Outra novidade foi a ultrapassagem das mulheres sobre os homens no e-commerce.
O relatório da subsidiária do Deutsche Bank analisa hábitos de compra e de pagamento no comércio on-line, e vem sendo publicado anualmente desde 2002. Em contraste com outras pesquisas, o estudo tem como base compras reais e não pesquisas. O ponto de partida são cerca de 24 milhões de transações processadas através da plataforma do Deutsche Card Services.
Tendências gerais no e-commerce alemão:
- cartão de crédito agora é o método mais popular
- há menos flutuações sazonais
- segunda-feira responde pela maior parte das vendas
- mulheres predominam, pela primeira vez
- houve declínio no valor médio por operação
- importância da giropay aumentou ainda mais
O estudo está disponível na loja online da Deutsche Card Services (https://www.deutsche-card-services.com/en/shop-test/shop/01-article-selection.html)
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PREFEITURA DE SÃO BERNARDO CUMPRE MAIS UMA ETAPA EM BUSCA DO 'BILHETE ÚNICO
redação Serfinco 24/11/2010
A prefeitura de São Bernardo lançou na segunda-feira (22) o Cartão Legal. Os usuários de vale-transporte não precisarão mais utilizar os passes em papel nos ônibus municipais.
O novo cartão faz parte do processo de integração tarifária na cidade, a ser lançado no próximo dia 1º de dezembro. A estimativa é cadastrar cerca de 60 mil usuários durante este mês de novembro.
Também foi lançado o Cartão Empresarial, voltado a equipes comerciais terceirizadas, colaboradores em período de experiência e para serviços de office-boy ou qualquer deslocamento que se faça necessário. Na oportunidade, o prefeito Luiz Marinho enalteceu a sintonia com a SBCTrans (concessionária do sistema de transporte coletivo no município), que vem trabalhando para fornecer transporte com qualidade e tecnologia. Marinho também defendeu a necessidade de se pensar na integração tarifária metropolitana, debatendo o processo com o governo do Estado.
Servolo Tobias, proprietário da empresa de benefício VT Servis, enfatizou a segurança que o novo cartão traz ao empregador, que não terá mais que fazer uso do dinheiro, nem enfrentar o processo para reaver créditos em caso de roubo e extravio.
O cadastro será realizado através do site www.cartaolegal.com, diretamente pelo Departamento de Recursos Humanos das empresas. Os créditos das passagens serão carregados automaticamente quando o usuário passar pelo validador eletrônico, onde será possível visualizar também o saldo existente. O número máximo de viagens é de seis passagens diárias. A primeira via do cartão será gratuita.
O cadastramento para obter o Cartão Legal começou em 19 de julho e, até agora, cerca de 50 mil pessoas - entre aposentados, pensionistas, pessoas com mais de 60 anos e com deficiência - já retiraram o cartão.
A próxima categoria a ser disponibilizada é o Cartão Cidadão, que garantirá a qualquer usuário a integração tarifária na cidade. Em janeiro de 2011, está previsto o cadastramento do passe escolar.
Os ônibus da SBCTrans já estão funcionando com os validadores eletrônicos. O investimento da concessionária foi de R$ 12 milhões.
A prefeitura de São Bernardo lançou na segunda-feira (22) o Cartão Legal. Os usuários de vale-transporte não precisarão mais utilizar os passes em papel nos ônibus municipais.
O novo cartão faz parte do processo de integração tarifária na cidade, a ser lançado no próximo dia 1º de dezembro. A estimativa é cadastrar cerca de 60 mil usuários durante este mês de novembro.
Também foi lançado o Cartão Empresarial, voltado a equipes comerciais terceirizadas, colaboradores em período de experiência e para serviços de office-boy ou qualquer deslocamento que se faça necessário. Na oportunidade, o prefeito Luiz Marinho enalteceu a sintonia com a SBCTrans (concessionária do sistema de transporte coletivo no município), que vem trabalhando para fornecer transporte com qualidade e tecnologia. Marinho também defendeu a necessidade de se pensar na integração tarifária metropolitana, debatendo o processo com o governo do Estado.
Servolo Tobias, proprietário da empresa de benefício VT Servis, enfatizou a segurança que o novo cartão traz ao empregador, que não terá mais que fazer uso do dinheiro, nem enfrentar o processo para reaver créditos em caso de roubo e extravio.
O cadastro será realizado através do site www.cartaolegal.com, diretamente pelo Departamento de Recursos Humanos das empresas. Os créditos das passagens serão carregados automaticamente quando o usuário passar pelo validador eletrônico, onde será possível visualizar também o saldo existente. O número máximo de viagens é de seis passagens diárias. A primeira via do cartão será gratuita.
O cadastramento para obter o Cartão Legal começou em 19 de julho e, até agora, cerca de 50 mil pessoas - entre aposentados, pensionistas, pessoas com mais de 60 anos e com deficiência - já retiraram o cartão.
A próxima categoria a ser disponibilizada é o Cartão Cidadão, que garantirá a qualquer usuário a integração tarifária na cidade. Em janeiro de 2011, está previsto o cadastramento do passe escolar.
Os ônibus da SBCTrans já estão funcionando com os validadores eletrônicos. O investimento da concessionária foi de R$ 12 milhões.
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BRASIL TEM MAIOR LUCRO DOS BRIC COM CARTÕES
jornal Valor Econômico 24/11/2010 - Adriana Cotias
Entre os países que compõem o bloco dos Bric (sigla para Brasil, Rússia, Índia e China), o Brasil é o segundo maior mercado em cartões emitidos e volumes movimentados. É o último da lista em financiamento no crédito rotativo, mas no quesito lucratividade, ocupa o primeiríssimo lugar.
Essa fotografia faz parte de estudo da consultoria inglesa Lafferty, presente em mais de 65 países e que, recentemente, se estabeleceu no país por meio de uma "joint venture" com a Partner Conhecimento. A partir do escritório local vai prestar serviços de consultoria para outros mercados da América Latina e do Caribe.
De acordo com o levantamento, o Brasil fechou 2009 com 567 milhões de cartões, entre crédito, débito e unidades emitidas por lojistas ("private label"), gerando uma movimentação financeira de US$ 128,5 bilhões. A China tinha então 1,8 milhão de plásticos, com quase o dobro do giro brasileiro, o equivalente a US$ 293,1 bilhões. Enquanto o consumidor local gastou, em média, US$ 937 por cartão que levava na carteira, o chinês teve uma despesa de US$ 1,538 mil.
Mas quando se fala em financiar compras por meio do cartão, usando-o efetivamente como ferramenta de crédito, o Brasil teve o pior desempenho, com uma média, por cartão, de US$ 192 no rotativo, enquanto Índia (US$ 278), Rússia (R$ 553) e China (R$ 616) estão à frente.
Isso não impediu, porém, que o país liderasse em rentabilidade, com um lucro por cartão de US$ 20 no ano, seguido pela Índia, com US$ 12 e pela Rússia, com US$ 5. A China, por sua vez, teve prejuízo de US$ 1 por cartão. Nessa conta foram excluídos os cartões de loja no Brasil. Já o lucro antes de impostos do conjunto de empresas que atuam na cadeia de meios eletrônicos de pagamentos também foi mais favorável para o país, com um resultado anual de US$ 3,75 bilhões, com a Índia em segundo lugar com distantes US$ 250 milhões. Para se chegar a esses números a Lafferty considerou itens como receitas obtidas com credenciamento, com juros, comissões e tarifas de transações no auto-atendimento.
Os números excepcionais do Brasil explicam por que o mercado local entrou no radar dos investidores estrangeiros, disse o presidente do Lafferty Group, Michael Lafferty, que está no país para uma série de apresentações, acompanhado de especialistas do Reino Unido, Canadá e Estados Unidos. "O Brasil sabe como ganhar dinheiro com esse negócio." Para ele, possíveis mudanças regulatórias no setor não diminuem a atratividade porque esse tipo de risco existe em qualquer mercado. É o que ocorre nos Estados Unidos, país onde nasceu o cartão de crédito e cujo setor ainda passa por mudanças.
Entre os interessados em conhecer melhor o mercado brasileiro estão, principalmente, empresas do ramo de credenciamento, tecnologia, comércio eletrônico e de pagamento móvel.
Um nome já certo para ingressar no país é a americana Global Payments, que na sua última teleconferência de resultados, em outubro, revelou costurar uma parceria com um banco brasileiro para começar do zero uma operação no ramo de captura de transações.
Entre os países que compõem o bloco dos Bric (sigla para Brasil, Rússia, Índia e China), o Brasil é o segundo maior mercado em cartões emitidos e volumes movimentados. É o último da lista em financiamento no crédito rotativo, mas no quesito lucratividade, ocupa o primeiríssimo lugar.
Essa fotografia faz parte de estudo da consultoria inglesa Lafferty, presente em mais de 65 países e que, recentemente, se estabeleceu no país por meio de uma "joint venture" com a Partner Conhecimento. A partir do escritório local vai prestar serviços de consultoria para outros mercados da América Latina e do Caribe.
De acordo com o levantamento, o Brasil fechou 2009 com 567 milhões de cartões, entre crédito, débito e unidades emitidas por lojistas ("private label"), gerando uma movimentação financeira de US$ 128,5 bilhões. A China tinha então 1,8 milhão de plásticos, com quase o dobro do giro brasileiro, o equivalente a US$ 293,1 bilhões. Enquanto o consumidor local gastou, em média, US$ 937 por cartão que levava na carteira, o chinês teve uma despesa de US$ 1,538 mil.
Mas quando se fala em financiar compras por meio do cartão, usando-o efetivamente como ferramenta de crédito, o Brasil teve o pior desempenho, com uma média, por cartão, de US$ 192 no rotativo, enquanto Índia (US$ 278), Rússia (R$ 553) e China (R$ 616) estão à frente.
Isso não impediu, porém, que o país liderasse em rentabilidade, com um lucro por cartão de US$ 20 no ano, seguido pela Índia, com US$ 12 e pela Rússia, com US$ 5. A China, por sua vez, teve prejuízo de US$ 1 por cartão. Nessa conta foram excluídos os cartões de loja no Brasil. Já o lucro antes de impostos do conjunto de empresas que atuam na cadeia de meios eletrônicos de pagamentos também foi mais favorável para o país, com um resultado anual de US$ 3,75 bilhões, com a Índia em segundo lugar com distantes US$ 250 milhões. Para se chegar a esses números a Lafferty considerou itens como receitas obtidas com credenciamento, com juros, comissões e tarifas de transações no auto-atendimento.
Os números excepcionais do Brasil explicam por que o mercado local entrou no radar dos investidores estrangeiros, disse o presidente do Lafferty Group, Michael Lafferty, que está no país para uma série de apresentações, acompanhado de especialistas do Reino Unido, Canadá e Estados Unidos. "O Brasil sabe como ganhar dinheiro com esse negócio." Para ele, possíveis mudanças regulatórias no setor não diminuem a atratividade porque esse tipo de risco existe em qualquer mercado. É o que ocorre nos Estados Unidos, país onde nasceu o cartão de crédito e cujo setor ainda passa por mudanças.
Entre os interessados em conhecer melhor o mercado brasileiro estão, principalmente, empresas do ramo de credenciamento, tecnologia, comércio eletrônico e de pagamento móvel.
Um nome já certo para ingressar no país é a americana Global Payments, que na sua última teleconferência de resultados, em outubro, revelou costurar uma parceria com um banco brasileiro para começar do zero uma operação no ramo de captura de transações.
23 de nov. de 2010
BB TERÁ CARTÃO INTERNACIONAL PRÉ-PAGO
portal Monitor Mercantil 23/11/2010
O Banco do Brasil anunciou nesta terça-feira que fechou parceria com a Visa e será o primeiro grande banco no Brasil a oferecer o cartão pré-pago da bandeira para viagens internacionais, chamado de Visa TravelMoney. A queda do dólar e o aumento de brasileiros viajando ao exterior fez o BB a aposentar o tradicional cheque de viagem (traveller check) em papel.
O plástico é carregado aqui, em reais, e pode ser usado para pagamentos em dólar ou euro na rede de 30 milhões de estabelecimentos comerciais da bandeira pelo mundo. Também pode ser usado para saques em 1,7 milhão de caixas eletrônicos. A estimativa do BB é de que, em 2011, o cartão movimente R$ 350 milhões em recursos. Em 2013, esse valor deve chegar a R$ 550 milhões.
"O brasileiro nunca esteve tão presente no exterior como agora", destaca o vice-presidente de novos negócios do BB, Paulo Caffarelli. Inicialmente, o cartão será oferecido nas 236 agências de câmbio da instituição, espalhadas em aeroportos e grandes centros.
Após a experiência nessa rede, em um segundo momento, o cartão será oferecido em todas as agências do banco pelo país. "O Brasil já é o maior emissor desse cartão nas Américas", diz o presidente da Visa do Brasil, Rubén Osta. Para ele, esse plástico deve ganhar ainda mais espaço com a venda nas agências do BB. "O Banco do Brasil tem capacidade de distribuição gigantesca." Segundo ele, a Visa está aberta a outros bancos interessados em lançar o cartão.
Além de turistas e viajantes de negócios, Osta destaca que esse tipo de cartão pode ser usados por estudantes que fazem intercâmbio no exterior, pois o plástico pode ser recarregado no Brasil, mesmo com o pessoa morando lá fora. O BB será o primeiro banco de varejo a oferecer o plástico no Brasil. Até agora, o cartão da Visa era oferecido em três bancos de nicho, o Rendimento, o Schahin e o Confidence, primeiro banco de câmbio do país.
O Banco do Brasil anunciou nesta terça-feira que fechou parceria com a Visa e será o primeiro grande banco no Brasil a oferecer o cartão pré-pago da bandeira para viagens internacionais, chamado de Visa TravelMoney. A queda do dólar e o aumento de brasileiros viajando ao exterior fez o BB a aposentar o tradicional cheque de viagem (traveller check) em papel.
O plástico é carregado aqui, em reais, e pode ser usado para pagamentos em dólar ou euro na rede de 30 milhões de estabelecimentos comerciais da bandeira pelo mundo. Também pode ser usado para saques em 1,7 milhão de caixas eletrônicos. A estimativa do BB é de que, em 2011, o cartão movimente R$ 350 milhões em recursos. Em 2013, esse valor deve chegar a R$ 550 milhões.
"O brasileiro nunca esteve tão presente no exterior como agora", destaca o vice-presidente de novos negócios do BB, Paulo Caffarelli. Inicialmente, o cartão será oferecido nas 236 agências de câmbio da instituição, espalhadas em aeroportos e grandes centros.
Após a experiência nessa rede, em um segundo momento, o cartão será oferecido em todas as agências do banco pelo país. "O Brasil já é o maior emissor desse cartão nas Américas", diz o presidente da Visa do Brasil, Rubén Osta. Para ele, esse plástico deve ganhar ainda mais espaço com a venda nas agências do BB. "O Banco do Brasil tem capacidade de distribuição gigantesca." Segundo ele, a Visa está aberta a outros bancos interessados em lançar o cartão.
Além de turistas e viajantes de negócios, Osta destaca que esse tipo de cartão pode ser usados por estudantes que fazem intercâmbio no exterior, pois o plástico pode ser recarregado no Brasil, mesmo com o pessoa morando lá fora. O BB será o primeiro banco de varejo a oferecer o plástico no Brasil. Até agora, o cartão da Visa era oferecido em três bancos de nicho, o Rendimento, o Schahin e o Confidence, primeiro banco de câmbio do país.
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Visa Travel Money
REDE PONTO CERTO E RIOCARD FECHAM PARCERIA
portal Cardnews 23/11/2010
A Rede Ponto Certo, responsável pelo desenvolvimento e operação da primeira rede de recarga complementar de créditos eletrônicos para Bilhete Único na cidade São Paulo, deve fechar uma parceria com a RioCard nos próximos dias para implantar o sistema no Rio de Janeiro.
De acordo com Alexandre Martins, presidente da Rede Ponto Certo, o projeto piloto deve começar a ser testado até o final do ano. Serão investidos R$ 2 milhões.
ATM alimentação - A Rede Ponto Certo também vai implantar, no aeroporto de Viracopos, até o final do ano, o primeiro ATM de alimentação. O projeto da está sendo chamado de Fast. Segundo Alexandre Martins, a ideia é que o consumidor perca menos tempo nas filas.
“No ATM, será possível escolher os produtos que quer consumir e pagar com o cartão de débito. Um ticket será impresso, aí é só retirar o que comprou no balcão da lanchonete”, afirma.
A máquina, de acordo com Martins, já está homologada e deve ser instalada no aeroporto de Viracopos até o final do mês, quando a parceria com uma empresa de cartão será fechada.
Depois do teste, a Rede Ponto Certo quer levar o projeto para os shoppings e por isso já começou a conversar com grandes redes de fast food.
A Rede Ponto Certo, responsável pelo desenvolvimento e operação da primeira rede de recarga complementar de créditos eletrônicos para Bilhete Único na cidade São Paulo, deve fechar uma parceria com a RioCard nos próximos dias para implantar o sistema no Rio de Janeiro.
De acordo com Alexandre Martins, presidente da Rede Ponto Certo, o projeto piloto deve começar a ser testado até o final do ano. Serão investidos R$ 2 milhões.
ATM alimentação - A Rede Ponto Certo também vai implantar, no aeroporto de Viracopos, até o final do ano, o primeiro ATM de alimentação. O projeto da está sendo chamado de Fast. Segundo Alexandre Martins, a ideia é que o consumidor perca menos tempo nas filas.
“No ATM, será possível escolher os produtos que quer consumir e pagar com o cartão de débito. Um ticket será impresso, aí é só retirar o que comprou no balcão da lanchonete”, afirma.
A máquina, de acordo com Martins, já está homologada e deve ser instalada no aeroporto de Viracopos até o final do mês, quando a parceria com uma empresa de cartão será fechada.
Depois do teste, a Rede Ponto Certo quer levar o projeto para os shoppings e por isso já começou a conversar com grandes redes de fast food.
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DIEBOLD REFORÇA POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE REVITALIZANDO ATMS
portal Executivos Financeiros 23/11/2010
A Diebold Brasil anuncia a oferta de Revitalização de ATMs, solução que une a restauração minuciosa de caixas eletrônicos com o descarte ecologicamente correto. Até o momento, a empresa revitalizou cerca de dois mil terminais de autoatendimento, mas os contratos já fechados ultrapassam os sete mil terminais.
De acordo com Antônio Galvão Cardoso Cintra, vice-presidente de operações da Diebold Brasil, o serviço consiste em reformar caixas eletrônicos com cinco a sete anos de uso, substituindo todos os módulos já desgastados com o tempo de uso e restaurando, de forma quase artesanal, as partes que podem ser reaproveitadas.
O vice-presidente revela que o valor de uma ATM revitalizada é até 40% mais baixo que uma nova e atenderá bem aos correntistas por mais quatro ou cinco anos. O Mercantil do Brasil foi um dos primeiros bancos a aderir à nova oferta.
A Diebold Brasil anuncia a oferta de Revitalização de ATMs, solução que une a restauração minuciosa de caixas eletrônicos com o descarte ecologicamente correto. Até o momento, a empresa revitalizou cerca de dois mil terminais de autoatendimento, mas os contratos já fechados ultrapassam os sete mil terminais.
De acordo com Antônio Galvão Cardoso Cintra, vice-presidente de operações da Diebold Brasil, o serviço consiste em reformar caixas eletrônicos com cinco a sete anos de uso, substituindo todos os módulos já desgastados com o tempo de uso e restaurando, de forma quase artesanal, as partes que podem ser reaproveitadas.
O vice-presidente revela que o valor de uma ATM revitalizada é até 40% mais baixo que uma nova e atenderá bem aos correntistas por mais quatro ou cinco anos. O Mercantil do Brasil foi um dos primeiros bancos a aderir à nova oferta.
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CARTILHA ENSINA CONSUMIDOR A SER CONSCIENTE COM OS GASTOS
portal Investimentos e Notícias 23/11/2010
O cartão BRB acaba de lançar, em parceria com o programa de educação financeira da MasterCard, Consumidor Consciente, o Guia do Uso Consciente do seu Cartão.
O material tem o objetivo de ajudar a promover a gestão das finanças pessoais do portador do Cartão BRB, motivando os hábitos de consumo responsáveis e o planejamento financeiro. Inicialmente serão distribuídas 30 mil cartilhas do Guia do Uso Consciente do seu Cartão nas agências do Banco BRB para os consumidores localizadas em Brasília, Cuiabá, Rio de Janeiro e São Paulo.
Para 2011, o objetivo da parceria entre a MasterCard e o Cartão BRB é levar o programa de educação financeira Consumidor Consciente para universidades de Brasília e comunidades carentes, localizadas nas cidades satélites da região.
“Ter o Cartão BRB como parceiro e multiplicador do projeto de educação financeira da MasterCard, o Consumidor Consciente, é fundamental para a aplicação efetiva do programa na capital do país, Brasília. Além disso, o Cartão BRB é o primeiro parceiro do setor financeiro público do Consumidor Consciente”, afirma Gilberto Caldart, presidente da MasterCard Brasil e Cone Sul.
“O lançamento do Guia do Uso Consciente do seu Cartão está alinhado com a estratégia do Cartão BRB e tem o objetivo de criar uma mentalidade adequada e saudável em relação ao dinheiro e sua gestão. A educação financeira exige uma perspectiva de longo prazo, muito treino e persistência. Por meio do Guia do Uso Consciente do seu Cartão, pretendemos levar aos portadores dos cartões BRB informações e ferramentas para que o nosso cliente utilize o cartão de crédito para realizar seus desejos e necessidades de forma segura e confiável”, explica Paulo Renato Braga, presidente da Cartão BRB.
O Consumidor Consciente já possui parcerias com: Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços); Acrefi (Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento); Cetelem; Pernambucanas; Cadrnews e PaymentMedia.
O cartão BRB acaba de lançar, em parceria com o programa de educação financeira da MasterCard, Consumidor Consciente, o Guia do Uso Consciente do seu Cartão.
O material tem o objetivo de ajudar a promover a gestão das finanças pessoais do portador do Cartão BRB, motivando os hábitos de consumo responsáveis e o planejamento financeiro. Inicialmente serão distribuídas 30 mil cartilhas do Guia do Uso Consciente do seu Cartão nas agências do Banco BRB para os consumidores localizadas em Brasília, Cuiabá, Rio de Janeiro e São Paulo.
Para 2011, o objetivo da parceria entre a MasterCard e o Cartão BRB é levar o programa de educação financeira Consumidor Consciente para universidades de Brasília e comunidades carentes, localizadas nas cidades satélites da região.
“Ter o Cartão BRB como parceiro e multiplicador do projeto de educação financeira da MasterCard, o Consumidor Consciente, é fundamental para a aplicação efetiva do programa na capital do país, Brasília. Além disso, o Cartão BRB é o primeiro parceiro do setor financeiro público do Consumidor Consciente”, afirma Gilberto Caldart, presidente da MasterCard Brasil e Cone Sul.
“O lançamento do Guia do Uso Consciente do seu Cartão está alinhado com a estratégia do Cartão BRB e tem o objetivo de criar uma mentalidade adequada e saudável em relação ao dinheiro e sua gestão. A educação financeira exige uma perspectiva de longo prazo, muito treino e persistência. Por meio do Guia do Uso Consciente do seu Cartão, pretendemos levar aos portadores dos cartões BRB informações e ferramentas para que o nosso cliente utilize o cartão de crédito para realizar seus desejos e necessidades de forma segura e confiável”, explica Paulo Renato Braga, presidente da Cartão BRB.
O Consumidor Consciente já possui parcerias com: Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços); Acrefi (Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento); Cetelem; Pernambucanas; Cadrnews e PaymentMedia.
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