portal Jornal do Comércio 12/01/2012
O Banrisul e a MasterCard lançaram, nesta quinta-feira (12), o Banrisul MasterCard Travel Card, um cartão pré-pago internacional recarregável. O objetivo, segundo o banco, é substituir o conhecido travel cheque.
Emitido com chip e senha, nas opções Dólar ou Euro, o cartão dá ao usuário uma opção similar à moeda corrente - para pagamentos de compras ou saque de dinheiro na moeda de cada país. Os locais habilitados abrangem os cerca de 32 milhões de estabelecimentos credenciados à MasterCard e 1,8 milhão de caixas automáticos.
Pode-se adquirir o cartão em todas as agências do Banrisul no Estado. As cargas e recargas são realizadas nas agências Banrisul. Checagem de saldo e confirmação de compras podem ser feitas pela internet, ou pelo celular, via torpedo SMS. O produto é uma alternativa ao cliente que viaja ao exterior, pois oferece pré-conhecimento da taxa cambial e a não incidência de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) de 6,38%.
O anúncio, feito na sede do banco em Porto Alegre, contou com a participação do presidente do Banrisul, Túlio Zamin, e da diretoria da Mastercard.
Zamin enfatizou que, além das vantagens financeiras, o cartão pré-pago vai oferecer segurança, conforto e praticidade para o cliente e para o usuário. O Banrisul é o primeiro banco emissor da região Sul a comercializar o cartão MasterCard Travel Card.
Segundo o vice-presidente comercial da MasterCard, João Pedro Paro, a modalidade de cartão pré-pago já faz parte do planejamento de viagem do brasileiro. "O mercado está mudando muito rápido, e temos que acompanhar esse crescimento e estarmos atentos a oferecer produtos cada vez melhores", salientou.
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23 de jan. de 2012
22 de jul. de 2011
BANRISUL E REDE DE LOJAS QUERO-QUERO FIRMAM PARCERIA
portal CardClipping 21/07/2011 – release Banrisul e informações Verdecard
O Banrisul e a Verde Administradora de Cartões de Crédito (Verdecard), empresa do grupo Quero-Quero, firmaram parceria ontem (20), para o cartão da bandeira ser aceito nos terminais de pagamento da rede Banricompras. A assinatura do convênio, que ocorreu na sede do Banco, em Porto Alegre, com a presença das diretorias das duas instituições, permitirá ao Banrisul realizar a captura das transações dos cartões de crédito da Verdecard.
Para o presidente do Banrisul, Túlio Zamin, o acordo fortalece ainda mais a rede Banricompras. “A estratégia comercial de entrar no mercado de adquirência de cartões de crédito e débito está abrindo novas oportunidades de negócio”, destacou. Já o presidente do grupo Quero-Quero, Peter Furukawa, salientou que a parceria é fundamental para o crescimento do cartão Verdecard, que possui atuação no Interior do Estado. “O potencial de ampliar a rede de aceitação para os dois milhões de cartões da bandeira é bastante significativo, que passará a contar com uma instituição financeira gaúcha com forte presença entre os lojistas.”
Em breve, os mais de 90 mil estabelecimentos comerciais credenciados da rede Banricompras também poderão operar com a bandeira Verdecard, além da bandeira própria Banricompras e MasterCard. No primeiro semestre deste ano, a rede Banricompras realizou 36,6 milhões de transações, que movimentaram R$ 2,5 bilhões.
A rede de varejo conta com 196 pontos de venda no interior do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, oferecendo mais de 15 mil itens nos segmentos de material de construção, eletroeletrônicos e móveis. Com 3,5 mil funcionários, a empresa pretende fechar o ano de 2011 com a abertura de 35 lojas e um crescimento de 22% no seu faturamento.
A VerdeCard também inaugurou nesta semana seu novo site, sob o conceito simplicidade com relevância.
O Banrisul e a Verde Administradora de Cartões de Crédito (Verdecard), empresa do grupo Quero-Quero, firmaram parceria ontem (20), para o cartão da bandeira ser aceito nos terminais de pagamento da rede Banricompras. A assinatura do convênio, que ocorreu na sede do Banco, em Porto Alegre, com a presença das diretorias das duas instituições, permitirá ao Banrisul realizar a captura das transações dos cartões de crédito da Verdecard.
Para o presidente do Banrisul, Túlio Zamin, o acordo fortalece ainda mais a rede Banricompras. “A estratégia comercial de entrar no mercado de adquirência de cartões de crédito e débito está abrindo novas oportunidades de negócio”, destacou. Já o presidente do grupo Quero-Quero, Peter Furukawa, salientou que a parceria é fundamental para o crescimento do cartão Verdecard, que possui atuação no Interior do Estado. “O potencial de ampliar a rede de aceitação para os dois milhões de cartões da bandeira é bastante significativo, que passará a contar com uma instituição financeira gaúcha com forte presença entre os lojistas.”
Em breve, os mais de 90 mil estabelecimentos comerciais credenciados da rede Banricompras também poderão operar com a bandeira Verdecard, além da bandeira própria Banricompras e MasterCard. No primeiro semestre deste ano, a rede Banricompras realizou 36,6 milhões de transações, que movimentaram R$ 2,5 bilhões.
A rede de varejo conta com 196 pontos de venda no interior do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, oferecendo mais de 15 mil itens nos segmentos de material de construção, eletroeletrônicos e móveis. Com 3,5 mil funcionários, a empresa pretende fechar o ano de 2011 com a abertura de 35 lojas e um crescimento de 22% no seu faturamento.
A VerdeCard também inaugurou nesta semana seu novo site, sob o conceito simplicidade com relevância.
21 de jul. de 2011
RIO GRANDE DO SUL LANÇA PROGRAMA DE MICROCRÉDITO
jornal Valor Econômico 19/07/2011 - Sérgio Bueno
O governo do Rio Grande do Sul conta desde ontem com um programa próprio de microcrédito para financiar microempreendimentos produtivos urbanos e rurais, formais ou informais no Estado. O Banrisul, controlado pelo Estado, será o operador do sistema e dispõe de R$ 40 milhões para emprestar ao segmento ainda neste ano, originários das exigibilidades sobre os depósitos à vista, informou o diretor de crédito da instituição, Guilherme Cassel.
O Programa Gaúcho de Microcrédito segue um modelo aplicado por outras instituições, como o Banco do Nordeste do Brasil (BNB), e será coordenado pela Secretaria da Economia Solidária e Apoio à Micro e Pequena Empresa. Conforme o secretário Maurício Dziedricki, o programa será "produtivo, desburocratizado e orientado para favorecer a geração de renda na base da pirâmide social". Poderão receber os financiamentos empreendimentos urbanos com faturamento bruto anual de até R$ 120 mil e produtores rurais com renda máxima de R$ 60 mil por ano.
Segundo Dziedricki, o fundo garantidor do sistema receberá um aporte de R$ 50 milhões do governo do Estado, com recursos do empréstimo de R$ 670 milhões que está sendo negociado com o Banco Mundial (Bird). O fundo assumirá 70% do risco de cada operação e o Banrisul, os 30% restantes. Com este volume de garantias, o programa poderá liberar R$ 2 bilhões em empréstimos até 2014, calculou o secretário, que admite buscar, no futuro, linhas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para o programa.
Direcionado ao financiamento de máquinas, equipamentos, obras civis e capital de giro, o programa também vai estimular a formalização dos microempreendimentos informais, disse Dziedricki.
O valor das operações ficará entre R$ 300 e R$ 15 mil, com 24 meses para pagamento e taxa de juros de 1,49% a 3,49% ao mês. O tíquete médio de cada empréstimo é projetado entre R$ 1,8 mil e R$ 2 mil.
"Existe um setor emergente na economia que demanda crédito, mas não encontra oferta por estar na informalidade", comentou Cassel, que foi ministro do Desenvolvimento Agrário no governo Luiz Inácio Lula da Silva. Ele disse que o programa gaúcho também permitirá a ampliação da base atual de 3 milhões de clientes do Banrisul, mas não arriscou prever o tamanho do eventual crescimento.
A intermediação da operação entre o banco e os tomadores finais, assim como a primeira avaliação de risco das operações, será feita por instituições de microcrédito cadastradas no Ministério do Trabalho e Emprego. Elas deverão assinar convênio com o Banrisul, que promete concluir a análise dos processos em no máximo cinco dias após o recebimento dos processos.
O governo do Rio Grande do Sul conta desde ontem com um programa próprio de microcrédito para financiar microempreendimentos produtivos urbanos e rurais, formais ou informais no Estado. O Banrisul, controlado pelo Estado, será o operador do sistema e dispõe de R$ 40 milhões para emprestar ao segmento ainda neste ano, originários das exigibilidades sobre os depósitos à vista, informou o diretor de crédito da instituição, Guilherme Cassel.
O Programa Gaúcho de Microcrédito segue um modelo aplicado por outras instituições, como o Banco do Nordeste do Brasil (BNB), e será coordenado pela Secretaria da Economia Solidária e Apoio à Micro e Pequena Empresa. Conforme o secretário Maurício Dziedricki, o programa será "produtivo, desburocratizado e orientado para favorecer a geração de renda na base da pirâmide social". Poderão receber os financiamentos empreendimentos urbanos com faturamento bruto anual de até R$ 120 mil e produtores rurais com renda máxima de R$ 60 mil por ano.
Segundo Dziedricki, o fundo garantidor do sistema receberá um aporte de R$ 50 milhões do governo do Estado, com recursos do empréstimo de R$ 670 milhões que está sendo negociado com o Banco Mundial (Bird). O fundo assumirá 70% do risco de cada operação e o Banrisul, os 30% restantes. Com este volume de garantias, o programa poderá liberar R$ 2 bilhões em empréstimos até 2014, calculou o secretário, que admite buscar, no futuro, linhas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para o programa.
Direcionado ao financiamento de máquinas, equipamentos, obras civis e capital de giro, o programa também vai estimular a formalização dos microempreendimentos informais, disse Dziedricki.
O valor das operações ficará entre R$ 300 e R$ 15 mil, com 24 meses para pagamento e taxa de juros de 1,49% a 3,49% ao mês. O tíquete médio de cada empréstimo é projetado entre R$ 1,8 mil e R$ 2 mil.
"Existe um setor emergente na economia que demanda crédito, mas não encontra oferta por estar na informalidade", comentou Cassel, que foi ministro do Desenvolvimento Agrário no governo Luiz Inácio Lula da Silva. Ele disse que o programa gaúcho também permitirá a ampliação da base atual de 3 milhões de clientes do Banrisul, mas não arriscou prever o tamanho do eventual crescimento.
A intermediação da operação entre o banco e os tomadores finais, assim como a primeira avaliação de risco das operações, será feita por instituições de microcrédito cadastradas no Ministério do Trabalho e Emprego. Elas deverão assinar convênio com o Banrisul, que promete concluir a análise dos processos em no máximo cinco dias após o recebimento dos processos.
2 de jun. de 2011
BANRISUL: E-COMMERCE INTERNACIONAL SEM CARTÃO
portal Baguete 01/06/2011 - Guilherme Neves
Clientes do Banrisul poderão, a partir de julho, fazer compras em sites internacionais pagando diretamente via home banking, sem uso do cartão de crédito.
O banco estadual fechou parceria com a SafetyPay, empresa norte-americana que desenvolve um sistema de compras na internet para e-commerce usando o internet banking.
Pelo sistema, é possível acessar cerca de 2,5 mil estabelecimentos, incluindo varejo, serviços de turismo, vendas de joias e downloads.
A Amazon.com, um dos maiores varejistas online do mundo, inacessível aos usuários do Brasil sem cartão de crédito internacional, será o carro-chefe de divulgação da parceria entre Safety e Banrisul.
“As pessoas têm dinheiro, querem comprar, mas não usam o cartão por medo de terem os dados roubados. Nós oferecemos uma maneira de driblar isso”, diz Donald Wieselberg, vice-presidente de desenvolvimento de negócios da SafetyPay.
Wieselberg anunciou a parceria no 4º Fórum Internacional de TI, promovido pelo Banrisul.
Quem tem medo da web?
Um dos atrativos do sistema, explica Wieselberg, é a segurança.
Números da consultoria e-Bit indicam que 40 milhões de pessoas no Brasil movimentaram a conta pela internet em 2010. Ou seja, muitos correntistas confiam na segurança dos endereços virtuais dos seus bancos.
“Na hora de usar o cartão é que a história muda. As pessoas desconfiam da segurança das lojas online”, diz o executivo.
Segundo a e-Bit, o número de brasileiros que usa o e-commerce, em 2010, foi de 23 milhões, quase metade dos que realizaram operações via internet banking.
Como funciona o SafetyPay
Pelo sistema SafetyPay, nenhuma informação bancária do usuário é armazenada na loja. Os únicos dados usados são o nome do estabelecimento, o valor e o número da fatura.
Na demonstração feita por Wieselberg durante o Fórum, bastou escolher o item e selecionar o SafetyPay como forma de pagamento. O sistema direcionou o usuário diretamente para o Banrisul, onde então foram inseridas as informações normais de uso do home banking.
“Nós simplesmente dizemos que foram pagos tantos reais pela fatura tal e que a loja já pode liberar o produto para o cliente. Não há risco de ter os dados roubados por um ataque aos dados da Amazon, por exemplo. Tudo fica entre o banco e o cliente”, explica o executivo.
Todas as transações são realizadas na moeda do banco parceiro, convertidas automaticamente.
Reforço no online
Além de favorecer os clientes, diz Wieselberg, a SafetyPay deve dar uma forcinha para a área de internet banking do Banrisul.
“É possível, por exemplo, fazer promoções de grandes marcas para os clientes de um banco específico, dando um reforço na área de internet”, projeta o executivo.
Além disso, parte do percentual cobrado dos estabelecimentos é repassado para os bancos.
Banrisul e Safety em números
Em 2010, os clientes do banco estadual realizaram 99,7 milhões de transações via home ou office banking, movimentando R$ 78,6 bilhões – um aumento de 21,9% frente ao volume de transações de 2009.
O banco tem 3 milhões de correntistas. No ano passado, o Banrisul alcançou lucro líquido de R$ 741,2 milhões – 37% acima do registrado no ano anterior.
Atualmente, a SafetyPay tem parcerias com 18 bancos, incluindo o Banrisul, cujas negociações começaram em dezembro de 2010. No Brasil, também é parceiro o HSBC.
No mundo todo, são 100 milhões de correntistas que usam o sistema de pagamentos.
Clientes do Banrisul poderão, a partir de julho, fazer compras em sites internacionais pagando diretamente via home banking, sem uso do cartão de crédito.
O banco estadual fechou parceria com a SafetyPay, empresa norte-americana que desenvolve um sistema de compras na internet para e-commerce usando o internet banking.
Pelo sistema, é possível acessar cerca de 2,5 mil estabelecimentos, incluindo varejo, serviços de turismo, vendas de joias e downloads.
A Amazon.com, um dos maiores varejistas online do mundo, inacessível aos usuários do Brasil sem cartão de crédito internacional, será o carro-chefe de divulgação da parceria entre Safety e Banrisul.
“As pessoas têm dinheiro, querem comprar, mas não usam o cartão por medo de terem os dados roubados. Nós oferecemos uma maneira de driblar isso”, diz Donald Wieselberg, vice-presidente de desenvolvimento de negócios da SafetyPay.
Wieselberg anunciou a parceria no 4º Fórum Internacional de TI, promovido pelo Banrisul.
Quem tem medo da web?
Um dos atrativos do sistema, explica Wieselberg, é a segurança.
Números da consultoria e-Bit indicam que 40 milhões de pessoas no Brasil movimentaram a conta pela internet em 2010. Ou seja, muitos correntistas confiam na segurança dos endereços virtuais dos seus bancos.
“Na hora de usar o cartão é que a história muda. As pessoas desconfiam da segurança das lojas online”, diz o executivo.
Segundo a e-Bit, o número de brasileiros que usa o e-commerce, em 2010, foi de 23 milhões, quase metade dos que realizaram operações via internet banking.
Como funciona o SafetyPay
Pelo sistema SafetyPay, nenhuma informação bancária do usuário é armazenada na loja. Os únicos dados usados são o nome do estabelecimento, o valor e o número da fatura.
Na demonstração feita por Wieselberg durante o Fórum, bastou escolher o item e selecionar o SafetyPay como forma de pagamento. O sistema direcionou o usuário diretamente para o Banrisul, onde então foram inseridas as informações normais de uso do home banking.
“Nós simplesmente dizemos que foram pagos tantos reais pela fatura tal e que a loja já pode liberar o produto para o cliente. Não há risco de ter os dados roubados por um ataque aos dados da Amazon, por exemplo. Tudo fica entre o banco e o cliente”, explica o executivo.
Todas as transações são realizadas na moeda do banco parceiro, convertidas automaticamente.
Reforço no online
Além de favorecer os clientes, diz Wieselberg, a SafetyPay deve dar uma forcinha para a área de internet banking do Banrisul.
“É possível, por exemplo, fazer promoções de grandes marcas para os clientes de um banco específico, dando um reforço na área de internet”, projeta o executivo.
Além disso, parte do percentual cobrado dos estabelecimentos é repassado para os bancos.
Banrisul e Safety em números
Em 2010, os clientes do banco estadual realizaram 99,7 milhões de transações via home ou office banking, movimentando R$ 78,6 bilhões – um aumento de 21,9% frente ao volume de transações de 2009.
O banco tem 3 milhões de correntistas. No ano passado, o Banrisul alcançou lucro líquido de R$ 741,2 milhões – 37% acima do registrado no ano anterior.
Atualmente, a SafetyPay tem parcerias com 18 bancos, incluindo o Banrisul, cujas negociações começaram em dezembro de 2010. No Brasil, também é parceiro o HSBC.
No mundo todo, são 100 milhões de correntistas que usam o sistema de pagamentos.
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15 de mai. de 2011
COM ALTA DO CRÉDITO, BANRISUL PREPARA NOVA CAPITALIZAÇÃO
jornal Valor Econômico 13/05/2011 - Sérgio Bueno
Apesar da previsão de que terá fôlego para manter a expansão das carteiras de crédito até o fim de 2013 sem estourar os limites impostos pelo acordo de Basileia, o Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul) pretende concluir até o fim do ano que vem o estudo sobre a melhor alternativa para uma nova capitalização. A ideia inicial é fazer uma captação de pelo menos R$ 1 bilhão por intermédio do lançamento de títulos de dívida de longo prazo, disse ontem o diretor financeiro e de relações com investidores, João Emílio Gazzana.
Segundo o presidente Túlio Zamin, o banco ainda dispõe de uma "folga" de quase R$ 10 bilhões para emprestar, depois de encerrar o primeiro trimestre com uma carteira de R$ 17,9 bilhões, com alta de 21,5% sobre março de 2010 e de 5,3% em três meses. O índice de Basileia (que mede a relação entre o patrimônio de referência e os ativos ponderados pelo risco) fechou em 15,8%, ante o mínimo de 11% exigido pelo Banco Central, mas vem em trajetória descendente.
Há um ano, o indicador estava em 17% e no fim de 2007, depois de uma oferta pública de ações que injetou R$ 800 milhões no capital do banco (e quando a carteira crédito somava R$ 8 bilhões), ele chegava a 26%. Os estudos para a nova capitalização começaram a ser feitos pelo ex-presidente da instituição, Mateus Bandeira, no ano passado, mas agora a decisão de levar o processo adiante foi tomada pela diretoria que assumiu em março o banco estadual.
Conforme o diretor de controle e risco, Luiz Carlos Morlin, o descompasso entre o ritmo de expansão das captações e dos empréstimos torna "inevitável" a preparação de uma nova capitalização. Em 12 meses, enquanto as carteiras de crédito cresceram 21,5%, o total de recursos captados e administrados subiu 13,1%, para R$ 25,3 bilhões. Ao mesmo tempo, o estoque de aplicações em títulos públicos recuou 1,6%, para R$ 9,8 bilhões.
No primeiro trimestre, o lucro líquido do Banrisul cresceu 73,4% sobre igual período do ano passado, para R$ 211,3 milhões. O desempenho foi favorecido pelas altas de 21,7% nas receitas de intermediação financeira, para R$ 1,3 bilhão, de 19% nas operações de tesouraria, para R$ 280,3 milhões, e de 14,5% na prestação de serviços, para R$ 171,6 milhões. O patrimônio líquido cresceu 15,2% ante março de 2010, para R$ 4 bilhões, e o resultado proporcionou uma rentabilidade anualizada sobre o patrimônio médio de 23,3%.
Ao mesmo tempo, conforme Zamin, as despesas administrativas recuaram 2,7%, para R$ 411,6 milhões, e as despesas com provisões para operações de crédito caíram 9,8%, para R$ 138,5 milhões. De acordo com o executivo, apesar da expansão das carteiras de crédito, o índice de inadimplência superior a 60 dias caiu de 3,5% para 2,7% nos 12 meses até março. Os ativos totais do banco atingiram R$ 32,95 bilhões no fim de março, ante R$ 29,86 bilhões há 12 meses.
Já em relação ao quarto trimestre houve desaceleração no nível de desempenho, reflexo das medidas de controle do crédito adotadas pelo Banco Central, disse Zamin. Nessa base de comparação, o lucro líquido caiu 8,1%, enquanto as receitas de intermediação financeira recuaram 0,8% e as despesas com provisões para operações de crédito cresceram 9,4%. Para o presidente do banco, a retração também foi influenciada pela redução sazonal do nível de atividade da economia regional nos dois primeiros meses do ano.
Conforme Zamin, com a desaceleração do quarto para o primeiro trimestre, o Banrisul mantém a previsão de alta das carteiras de crédito entre 15% e 20% no acumulado do ano sobre o estoque de R$ 17 bilhões em 31 de dezembro de 2010. "O desempenho de abril ficou próximo do topo da projeção", disse o executivo. A partir de agora, a estratégia para expandir o volume de operações inclui um reforço das carteiras rural e imobiliária, seguros e cartões de crédito.
Na área de cartões, o banco está prestes a assinar contrato para iniciar a captura de operações da bandeira Visa na rede de pagamentos eletrônicos Banricompras (que tem 91 mil estabelecimentos cadastrados) assim como já acontece com a Mastercard. O Banrisul também planeja ampliar as parcerias para distribuição de seguros (hoje a instituição opera com a Icatu e a SulAmérica) e estuda até a constituição de uma seguradora própria. Segundo Morlin, em um ano o banco pretende quadruplicar os ganhos no segmento segurador, atualmente na faixa de R$ 25 milhões anuais.
Apesar da previsão de que terá fôlego para manter a expansão das carteiras de crédito até o fim de 2013 sem estourar os limites impostos pelo acordo de Basileia, o Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul) pretende concluir até o fim do ano que vem o estudo sobre a melhor alternativa para uma nova capitalização. A ideia inicial é fazer uma captação de pelo menos R$ 1 bilhão por intermédio do lançamento de títulos de dívida de longo prazo, disse ontem o diretor financeiro e de relações com investidores, João Emílio Gazzana.
Segundo o presidente Túlio Zamin, o banco ainda dispõe de uma "folga" de quase R$ 10 bilhões para emprestar, depois de encerrar o primeiro trimestre com uma carteira de R$ 17,9 bilhões, com alta de 21,5% sobre março de 2010 e de 5,3% em três meses. O índice de Basileia (que mede a relação entre o patrimônio de referência e os ativos ponderados pelo risco) fechou em 15,8%, ante o mínimo de 11% exigido pelo Banco Central, mas vem em trajetória descendente.
Há um ano, o indicador estava em 17% e no fim de 2007, depois de uma oferta pública de ações que injetou R$ 800 milhões no capital do banco (e quando a carteira crédito somava R$ 8 bilhões), ele chegava a 26%. Os estudos para a nova capitalização começaram a ser feitos pelo ex-presidente da instituição, Mateus Bandeira, no ano passado, mas agora a decisão de levar o processo adiante foi tomada pela diretoria que assumiu em março o banco estadual.
Conforme o diretor de controle e risco, Luiz Carlos Morlin, o descompasso entre o ritmo de expansão das captações e dos empréstimos torna "inevitável" a preparação de uma nova capitalização. Em 12 meses, enquanto as carteiras de crédito cresceram 21,5%, o total de recursos captados e administrados subiu 13,1%, para R$ 25,3 bilhões. Ao mesmo tempo, o estoque de aplicações em títulos públicos recuou 1,6%, para R$ 9,8 bilhões.
No primeiro trimestre, o lucro líquido do Banrisul cresceu 73,4% sobre igual período do ano passado, para R$ 211,3 milhões. O desempenho foi favorecido pelas altas de 21,7% nas receitas de intermediação financeira, para R$ 1,3 bilhão, de 19% nas operações de tesouraria, para R$ 280,3 milhões, e de 14,5% na prestação de serviços, para R$ 171,6 milhões. O patrimônio líquido cresceu 15,2% ante março de 2010, para R$ 4 bilhões, e o resultado proporcionou uma rentabilidade anualizada sobre o patrimônio médio de 23,3%.
Ao mesmo tempo, conforme Zamin, as despesas administrativas recuaram 2,7%, para R$ 411,6 milhões, e as despesas com provisões para operações de crédito caíram 9,8%, para R$ 138,5 milhões. De acordo com o executivo, apesar da expansão das carteiras de crédito, o índice de inadimplência superior a 60 dias caiu de 3,5% para 2,7% nos 12 meses até março. Os ativos totais do banco atingiram R$ 32,95 bilhões no fim de março, ante R$ 29,86 bilhões há 12 meses.
Já em relação ao quarto trimestre houve desaceleração no nível de desempenho, reflexo das medidas de controle do crédito adotadas pelo Banco Central, disse Zamin. Nessa base de comparação, o lucro líquido caiu 8,1%, enquanto as receitas de intermediação financeira recuaram 0,8% e as despesas com provisões para operações de crédito cresceram 9,4%. Para o presidente do banco, a retração também foi influenciada pela redução sazonal do nível de atividade da economia regional nos dois primeiros meses do ano.
Conforme Zamin, com a desaceleração do quarto para o primeiro trimestre, o Banrisul mantém a previsão de alta das carteiras de crédito entre 15% e 20% no acumulado do ano sobre o estoque de R$ 17 bilhões em 31 de dezembro de 2010. "O desempenho de abril ficou próximo do topo da projeção", disse o executivo. A partir de agora, a estratégia para expandir o volume de operações inclui um reforço das carteiras rural e imobiliária, seguros e cartões de crédito.
Na área de cartões, o banco está prestes a assinar contrato para iniciar a captura de operações da bandeira Visa na rede de pagamentos eletrônicos Banricompras (que tem 91 mil estabelecimentos cadastrados) assim como já acontece com a Mastercard. O Banrisul também planeja ampliar as parcerias para distribuição de seguros (hoje a instituição opera com a Icatu e a SulAmérica) e estuda até a constituição de uma seguradora própria. Segundo Morlin, em um ano o banco pretende quadruplicar os ganhos no segmento segurador, atualmente na faixa de R$ 25 milhões anuais.
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2 de mar. de 2011
APESAR DO CORTE, BANCOS PRIORIZAM HABITAÇÃO
jornal DCI 02/03/2011 - Flávia Milhassi
O corte de R$ 5,1 bilhões no programa habitacional Minha Casa Minha Vida, promovido nessa semana pelo governo federal não trará impactos negativos nas carteiras de créditos dos bancos - os maiores fornecedores de crédito ao setor no País.
O segmento, que este ano será puxado pelo setor imobiliário com um volume maior de contratações feita por pessoa jurídica, permanecerá inalterado. A sinalização veio dos bancos de grande porte procurados pela reportagem do DCI.
Para Marcello Gomella, professor da Universidade Anhembi Morumbi, o corte nada mais é que uma forma de o governo justificar os gastos e só foi empregado no programa habitacional, porque o Brasil conta com outras ferramentas para acabar com o déficit habitacional. "O governo tem de dar uma resposta à população sobre os seus gastos. Mas, o setor da construção civil continuará a crescer", afirma.
O especialista diz que um dos fatores que pode ter levado o governo a intervir no programa foi a falta de espaço para a construção dessas residências. "O governo enfrenta a falta de terrenos para suprir a demanda criada no passado", diz Gomella, acrescentando que investimentos no setor não faltarão. "O crédito existe em abundância, e recursos como o Fundo de Garantia e os consórcios podem segurar o setor", diz.
A Caixa Econômica Federal, ao divulgar o balanço com os resultados do quarto trimestre, informou que a projeção para a carteira de crédito da instituição é de crescimento de 30%. Procurada pelo DCI para comentar as possíveis consequências do corte, a Caixa preferiu não se pronunciar sobre o assunto. No ano passado, o banco foi responsável por 44,6% dos financiamentos de imóveis usados no Estado de São Paulo, sendo líder no mercado segundo o Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP). Neste ano, a Caixa entregará 573 mil moradias nova adquiridas pelo Minha Casa Minha Vida.
Gomello, quando questionado sobre o impacto do corte no Caixa, afirmou que será algo pequeno e o banco não sentirá a queda. "A Caixa continuará sendo a maior provedora de crédito habitacional. Isso não vai mudar, o que será sentido é uma menor atividade do setor", afirma.
O Itaú Unibanco, que manifestou a intenção de explorar esse nicho do mercado de crédito, acredita no potencial do setor imobiliário. Em encontro recente com a imprensa, o presidente da instituição Roberto Setubal, afirmou que o mercado tem espaço para crescer. "Crédito Imobiliário no Brasil corresponde a 3% do Produto Interno Bruto [PIB], enquanto em outros países chega a 20% do PIB. Isso significa que existe um grande espaço para crescimento", afirmou.
O Bradesco também mantém as projeções de crescimento de 19% em sua carteira de crédito para este ano, baseado na pessoa jurídica, que não será afetada com o corte orçamentário, visto que o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida é destinado a pessoa física de baixa renda.
Segundo o banco, os cortes não interferem em nada nas operações de crédito da instituição e que mantém as projeções para 2011. O Banco do Brasil analisa os impactos das medidas e não quis se pronunciar sobre o assunto.
A Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) projeta para 2011 expansão de 51% no volume financeiro de financiamento de imóveis, por meio do Sistema de Poupança e Empréstimo (SBPE).
Os dados da associação vão de encontro com as previsões de mercado esperadas para este ano. Gomella ressaltou a saúde financeira das empresas de construção, que recentemente fizeram Oferta Pública Inicial (IPO da sigla em inglês), que significa dinheiro em caixa para progredir ao longo deste ano. "Construtoras listadas na BM&F Bovespa fizeram IPO recentemente para arrecadar capital, os bancos estão sempre em perfeita ordem financeira, então esse medida não abalará nem o mercado financeiro, nem o imobiliário", diz.
No caso do Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul), o presidente Rubens Bordini, disse que pretende conseguir expansão de até 25% na carteira de crédito imobiliário do banco, passando a R$ 1,5 bilhão em 2011.
O corte de R$ 5,1 bilhões no programa habitacional Minha Casa Minha Vida, promovido nessa semana pelo governo federal não trará impactos negativos nas carteiras de créditos dos bancos - os maiores fornecedores de crédito ao setor no País.
O segmento, que este ano será puxado pelo setor imobiliário com um volume maior de contratações feita por pessoa jurídica, permanecerá inalterado. A sinalização veio dos bancos de grande porte procurados pela reportagem do DCI.
Para Marcello Gomella, professor da Universidade Anhembi Morumbi, o corte nada mais é que uma forma de o governo justificar os gastos e só foi empregado no programa habitacional, porque o Brasil conta com outras ferramentas para acabar com o déficit habitacional. "O governo tem de dar uma resposta à população sobre os seus gastos. Mas, o setor da construção civil continuará a crescer", afirma.
O especialista diz que um dos fatores que pode ter levado o governo a intervir no programa foi a falta de espaço para a construção dessas residências. "O governo enfrenta a falta de terrenos para suprir a demanda criada no passado", diz Gomella, acrescentando que investimentos no setor não faltarão. "O crédito existe em abundância, e recursos como o Fundo de Garantia e os consórcios podem segurar o setor", diz.
A Caixa Econômica Federal, ao divulgar o balanço com os resultados do quarto trimestre, informou que a projeção para a carteira de crédito da instituição é de crescimento de 30%. Procurada pelo DCI para comentar as possíveis consequências do corte, a Caixa preferiu não se pronunciar sobre o assunto. No ano passado, o banco foi responsável por 44,6% dos financiamentos de imóveis usados no Estado de São Paulo, sendo líder no mercado segundo o Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP). Neste ano, a Caixa entregará 573 mil moradias nova adquiridas pelo Minha Casa Minha Vida.
Gomello, quando questionado sobre o impacto do corte no Caixa, afirmou que será algo pequeno e o banco não sentirá a queda. "A Caixa continuará sendo a maior provedora de crédito habitacional. Isso não vai mudar, o que será sentido é uma menor atividade do setor", afirma.
O Itaú Unibanco, que manifestou a intenção de explorar esse nicho do mercado de crédito, acredita no potencial do setor imobiliário. Em encontro recente com a imprensa, o presidente da instituição Roberto Setubal, afirmou que o mercado tem espaço para crescer. "Crédito Imobiliário no Brasil corresponde a 3% do Produto Interno Bruto [PIB], enquanto em outros países chega a 20% do PIB. Isso significa que existe um grande espaço para crescimento", afirmou.
O Bradesco também mantém as projeções de crescimento de 19% em sua carteira de crédito para este ano, baseado na pessoa jurídica, que não será afetada com o corte orçamentário, visto que o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida é destinado a pessoa física de baixa renda.
Segundo o banco, os cortes não interferem em nada nas operações de crédito da instituição e que mantém as projeções para 2011. O Banco do Brasil analisa os impactos das medidas e não quis se pronunciar sobre o assunto.
A Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) projeta para 2011 expansão de 51% no volume financeiro de financiamento de imóveis, por meio do Sistema de Poupança e Empréstimo (SBPE).
Os dados da associação vão de encontro com as previsões de mercado esperadas para este ano. Gomella ressaltou a saúde financeira das empresas de construção, que recentemente fizeram Oferta Pública Inicial (IPO da sigla em inglês), que significa dinheiro em caixa para progredir ao longo deste ano. "Construtoras listadas na BM&F Bovespa fizeram IPO recentemente para arrecadar capital, os bancos estão sempre em perfeita ordem financeira, então esse medida não abalará nem o mercado financeiro, nem o imobiliário", diz.
No caso do Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul), o presidente Rubens Bordini, disse que pretende conseguir expansão de até 25% na carteira de crédito imobiliário do banco, passando a R$ 1,5 bilhão em 2011.
1 de mar. de 2011
REDE BANRICOMPRAS COMEÇA A CAPTURAR TRANSAÇÕES DOS CARTÕES DA MASTERCARD
portal Diário de Canoas 01/03/2011
O Banrisul anunciou, nesta terça-feira, na sede da instituição, em Porto Alegre, que passa a ser o mais novo adquirente da bandeira MasterCard. A partir do próximo mês, a Rede Banricompras realizará a captura de transações dos cartões de crédito e débito das marcas MasterCard, Maestro, Cirrus e Redeshop. O anúncio contou com a presença das diretorias do banco, da MasterCard e da CSU CardSystem, além de representantes da imprensa e executivos das empresas.
Durante o encontro, foi feita a primeira operação com um cartão MasterCard em uma máquina da Rede Banricompras. "O sucesso da parceria confirma o fortalecimento da rede de captura de transações do Banrisul", afirmou o presidente do banco, Rubens Bordini, que projetou um aumento de 35% na movimentação financeira da Rede neste ano. Em 2010, o volume financeiro foi de R$ 4,8 bilhões, provenientes de 70,9 milhões de transações.
Bordini informou que o Banrisul já está recebendo as solicitações de credenciamento à bandeira MasterCard na Rede Banricompras por parte dos lojistas, que terão vantagens ao escolherem o Banrisul como domicílio bancário para o recebimento dos créditos das operações feitas com os cartões. Os estabelecimentos credenciados participarão do programa Surpreenda MasterCard, acumulando um ponto para cada venda efetuada pelo cartão MasterCard na Rede Banricompras, com o direito de trocar os pontos por benefícios exclusivos para o lojista.
Além disso, poderão oferecer ao cliente o serviço de recarga de celular, entre outras condições especiais. Para o comerciante realizar as transações com o cartão MasterCard na Rede Banricompras, é necessário possuir o equipamento POS - que terá um desconto no valor da mensalidade.
Para Rubens Bordini, a Rede Banricompras, que é líder no Rio Grande do Sul, agora passará a ter um diferencial importante aos seus clientes, tanto para a pessoa física quanto para o setor do comércio. Ele salientou que a adaptação da rede, após a concessão da licença, em agosto do ano passado, da MasterCard para o Banrisul realizar a captura das transações de seus cartões de crédito e débito, ocorreu em tempo recorde - apenas sete meses - sendo que o normal seria de um ano a um ano e seis meses. "Foi um processo inovador, o que confirma mais uma vez a capacidade tecnológica do banco diante do mercado."
Bordini ressaltou, ainda, que a Rede Banricompras é um produto estratégico para a instituição, possibilitando a ampliação de negócios junto à rede varejista, o que beneficia principalmente os pequenos e médios estabelecimentos comerciais que terão maior competitividade ao oferecer para o consumidor as mesmas condições de vendas dos grandes lojistas - à vista, pré-datado e parcelado.
"Ampliar a aceitação de seus cartões por meio da presença na maioria das cidades brasileiras e, desse modo, fazer com que milhões de pessoas ganhem acesso ao meio eletrônico de pagamento é uma das prioridades da MasterCard. Desta maneira a parceria com o Banrisul é muito importante para nós, pois além de ampliar a nossa rede de aceitação, reforça a nossa presença na região Sul, uma das que mais crescem no País", explica Gilberto Caldart, presidente da MasterCard Brasil.
"Na aliança com o Banrisul também será possível identificar lugares potenciais para o uso do cartão, muitos deles em que a economia é baseada no comércio, e contribuir assim para o seu desenvolvimento local ao estimular a substituição do dinheiro em papel moeda pelos meios eletrônicos de pagamento. Por meio dessa parceria também será possível levar benefícios exclusivos para os comerciantes afiliados à Rede Banricompras, como o programa Surpreenda da MasterCard", finaliza Caldart.
A CSU CardSystem é a processadora parceira do Banrisul, nos serviços de processamento e liquidação das operações capturadas dos cartões da MasterCard na Rede Banricompras.
Foto: Nabor Goulart/Banrisul
O Banrisul anunciou, nesta terça-feira, na sede da instituição, em Porto Alegre, que passa a ser o mais novo adquirente da bandeira MasterCard. A partir do próximo mês, a Rede Banricompras realizará a captura de transações dos cartões de crédito e débito das marcas MasterCard, Maestro, Cirrus e Redeshop. O anúncio contou com a presença das diretorias do banco, da MasterCard e da CSU CardSystem, além de representantes da imprensa e executivos das empresas.
Durante o encontro, foi feita a primeira operação com um cartão MasterCard em uma máquina da Rede Banricompras. "O sucesso da parceria confirma o fortalecimento da rede de captura de transações do Banrisul", afirmou o presidente do banco, Rubens Bordini, que projetou um aumento de 35% na movimentação financeira da Rede neste ano. Em 2010, o volume financeiro foi de R$ 4,8 bilhões, provenientes de 70,9 milhões de transações.
Bordini informou que o Banrisul já está recebendo as solicitações de credenciamento à bandeira MasterCard na Rede Banricompras por parte dos lojistas, que terão vantagens ao escolherem o Banrisul como domicílio bancário para o recebimento dos créditos das operações feitas com os cartões. Os estabelecimentos credenciados participarão do programa Surpreenda MasterCard, acumulando um ponto para cada venda efetuada pelo cartão MasterCard na Rede Banricompras, com o direito de trocar os pontos por benefícios exclusivos para o lojista.
Além disso, poderão oferecer ao cliente o serviço de recarga de celular, entre outras condições especiais. Para o comerciante realizar as transações com o cartão MasterCard na Rede Banricompras, é necessário possuir o equipamento POS - que terá um desconto no valor da mensalidade.
Para Rubens Bordini, a Rede Banricompras, que é líder no Rio Grande do Sul, agora passará a ter um diferencial importante aos seus clientes, tanto para a pessoa física quanto para o setor do comércio. Ele salientou que a adaptação da rede, após a concessão da licença, em agosto do ano passado, da MasterCard para o Banrisul realizar a captura das transações de seus cartões de crédito e débito, ocorreu em tempo recorde - apenas sete meses - sendo que o normal seria de um ano a um ano e seis meses. "Foi um processo inovador, o que confirma mais uma vez a capacidade tecnológica do banco diante do mercado."
Bordini ressaltou, ainda, que a Rede Banricompras é um produto estratégico para a instituição, possibilitando a ampliação de negócios junto à rede varejista, o que beneficia principalmente os pequenos e médios estabelecimentos comerciais que terão maior competitividade ao oferecer para o consumidor as mesmas condições de vendas dos grandes lojistas - à vista, pré-datado e parcelado.
"Ampliar a aceitação de seus cartões por meio da presença na maioria das cidades brasileiras e, desse modo, fazer com que milhões de pessoas ganhem acesso ao meio eletrônico de pagamento é uma das prioridades da MasterCard. Desta maneira a parceria com o Banrisul é muito importante para nós, pois além de ampliar a nossa rede de aceitação, reforça a nossa presença na região Sul, uma das que mais crescem no País", explica Gilberto Caldart, presidente da MasterCard Brasil.
"Na aliança com o Banrisul também será possível identificar lugares potenciais para o uso do cartão, muitos deles em que a economia é baseada no comércio, e contribuir assim para o seu desenvolvimento local ao estimular a substituição do dinheiro em papel moeda pelos meios eletrônicos de pagamento. Por meio dessa parceria também será possível levar benefícios exclusivos para os comerciantes afiliados à Rede Banricompras, como o programa Surpreenda da MasterCard", finaliza Caldart.
A CSU CardSystem é a processadora parceira do Banrisul, nos serviços de processamento e liquidação das operações capturadas dos cartões da MasterCard na Rede Banricompras.
Foto: Nabor Goulart/Banrisul
14 de fev. de 2011
LUCRO LÍQUIDO DO BANRISUL CRESCE 37% E ATINGE R$ 741,2 MILHÕES EM 2010
portal Zero Hora 14/02/2011 - Giane Guerra e Caio Cigana
O Banrisul teve lucro líquido de R$ 741,2 milhões em 2010, um crescimento de 37% sobre o lucro obtido em 2009. O banco anunciou os resultados financeiros na manhã desta segunda-feira.
No último trimestre de 2010, o lucro líquido do banco alcançou R$ 229,9 milhões, 24,7% acima do mesmo trimestre do ano passado e 11,4% acima do trimestre anterior.
O patrimônio líquido do Banrisul atingiu em 2010 a soma de R$ 3,855 bilhões, 13,1% acima de 2009.
O banco anunciou ainda que o volume de operações de crédito chegou a R$ 17 bilhões em 2010, 27% acima do registrado em 2009. A meta para 2011 é que a carteira de crédito cresça de 15% a 20%. O secretário da Fazenda, Odir Tonollier, afirmou que o Banrisul pretende injetar R$ 40 bilhões na economia gaúcha.
Mesmo com o crescimento das operações de crédito, a inadimplência teve redução de 0,9 ponto percentual, atingindo 2,45% em 2010.
O Banricompras movimentou R$ 4,8 bilhões no ano passado, 25% a mais do que em 2009.
O Banrisul teve lucro líquido de R$ 741,2 milhões em 2010, um crescimento de 37% sobre o lucro obtido em 2009. O banco anunciou os resultados financeiros na manhã desta segunda-feira.
No último trimestre de 2010, o lucro líquido do banco alcançou R$ 229,9 milhões, 24,7% acima do mesmo trimestre do ano passado e 11,4% acima do trimestre anterior.
O patrimônio líquido do Banrisul atingiu em 2010 a soma de R$ 3,855 bilhões, 13,1% acima de 2009.
O banco anunciou ainda que o volume de operações de crédito chegou a R$ 17 bilhões em 2010, 27% acima do registrado em 2009. A meta para 2011 é que a carteira de crédito cresça de 15% a 20%. O secretário da Fazenda, Odir Tonollier, afirmou que o Banrisul pretende injetar R$ 40 bilhões na economia gaúcha.
Mesmo com o crescimento das operações de crédito, a inadimplência teve redução de 0,9 ponto percentual, atingindo 2,45% em 2010.
O Banricompras movimentou R$ 4,8 bilhões no ano passado, 25% a mais do que em 2009.
12 de jan. de 2011
BORDINI ASSUME A PRESIDÊNCIA DO BANRISUL
portal Valor Online 12/01/2011 - Eduardo Laguna
O Banrisul informou hoje que o executivo Rubens Bordini passou a acumular interinamente a presidência do banco gaúcho com a ida de Mateus Bandeira para a presidência do Instituto de Desenvolvimento Gerencial (INDG) - fundado pelos professores José Martins de Godoy e Vicente Falconi.
Além do comando da instituição financeira, Bordini seguirá como vice-presidente e diretor de gestão da informação, assim como manterá sua cadeira no conselho de administração do banco.
Ele está no Banrisul desde 2001, com passagens pela presidência do conselho fiscal da corretora do banco e pela diretoria da administradora de consórcios.
O Banrisul ainda informou que Luiz Gonzaga Veras Mota foi indicado para o cargo de diretor de relações com investidores, que também era exercido por Bandeira.
Mota vai desempenhar as funções junto com o cargo de diretor financeiro, que já era ocupado pelo executivo.
O Banrisul informou hoje que o executivo Rubens Bordini passou a acumular interinamente a presidência do banco gaúcho com a ida de Mateus Bandeira para a presidência do Instituto de Desenvolvimento Gerencial (INDG) - fundado pelos professores José Martins de Godoy e Vicente Falconi.
Além do comando da instituição financeira, Bordini seguirá como vice-presidente e diretor de gestão da informação, assim como manterá sua cadeira no conselho de administração do banco.
Ele está no Banrisul desde 2001, com passagens pela presidência do conselho fiscal da corretora do banco e pela diretoria da administradora de consórcios.
O Banrisul ainda informou que Luiz Gonzaga Veras Mota foi indicado para o cargo de diretor de relações com investidores, que também era exercido por Bandeira.
Mota vai desempenhar as funções junto com o cargo de diretor financeiro, que já era ocupado pelo executivo.
10 de jan. de 2011
BANRISUL: NOVO INTERNET BANKING NA QUARTA
portal Baguete 10/01/2011 - Guilherme Neves
Entra no ar na próxima quarta-feira, 12, a nova versão do site do Banrisul.
Além de uma nova interface e estrutura totalmente renovadas para facilitar o acesso e a visualização dos serviços, o site exigirá uma atualização dos cartões de usuários ainda sem o modelo com chip para realização de alguns serviços.
Clientes deverão, também, solicitar uma leitora junto às suas agências.
Segundo o banco, o acesso à nova versão do Home Banking para consultas ainda pode ser efetuado sem o cartão com chip, porém a área da Segurança de Tecnologia da Informação do Banrisul alerta que para realizar operações financeiras é necessário o uso deste.
Entre as novidades da página na internet estão os links de acesso rápido para personalizar os serviços mais utilizados na forma de Favoritos.
De acordo com o vice-presidente do Banrisul e responsável pela diretoria de Gestão da Informação, Rubens Bordini, com o novo modelo, as vantagens e benefícios de produtos e serviços, terão formato de banners, o que permitirá uma melhor visualização.
Entre janeiro e novembro de 2010, o Banrisul alcançou lucro líquido de R$ 647,8 milhões, resultado 40,8% acima do registrado no mesmo período de 2009.
Hoje, o Banrisul atende 3 milhões de correntistas. O banco não informou quem fornece as leitoras, nem quantos clientes deverão fazer a troca.
Entra no ar na próxima quarta-feira, 12, a nova versão do site do Banrisul.
Além de uma nova interface e estrutura totalmente renovadas para facilitar o acesso e a visualização dos serviços, o site exigirá uma atualização dos cartões de usuários ainda sem o modelo com chip para realização de alguns serviços.
Clientes deverão, também, solicitar uma leitora junto às suas agências.
Segundo o banco, o acesso à nova versão do Home Banking para consultas ainda pode ser efetuado sem o cartão com chip, porém a área da Segurança de Tecnologia da Informação do Banrisul alerta que para realizar operações financeiras é necessário o uso deste.
Entre as novidades da página na internet estão os links de acesso rápido para personalizar os serviços mais utilizados na forma de Favoritos.
De acordo com o vice-presidente do Banrisul e responsável pela diretoria de Gestão da Informação, Rubens Bordini, com o novo modelo, as vantagens e benefícios de produtos e serviços, terão formato de banners, o que permitirá uma melhor visualização.
Entre janeiro e novembro de 2010, o Banrisul alcançou lucro líquido de R$ 647,8 milhões, resultado 40,8% acima do registrado no mesmo período de 2009.
Hoje, o Banrisul atende 3 milhões de correntistas. O banco não informou quem fornece as leitoras, nem quantos clientes deverão fazer a troca.
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7 de jan. de 2011
SAFETYPAY ANUNCIA ACORDO COM O BANRISUL
redação Serfinco 07/01/2010
A SafetyPay, facilitadora de pagamentos e auxiliar na compensação de transações de e-commerce em todo o mundo, anunciou uma parceria com o Banrisul. O acordo fornecerá, aos três milhões de clientes do banco, acesso a promoções exclusivas e possibilidade de pagar suas compras em reais, quando transacionando com comerciantes virtuais de todo o mundo.
Segundo a Agência de Desenvolvimento Econômico e Comércio Exterior da cidade de Miami, o Brasil foi seu maior parceiro comercial em 2009, com transações atingindo um total de US$ 11,07 bilhões.
"Nossa parceria com o Banrisul permitirá aos clientes do banco realizarem, de forma mais segura, transações locais e internacionais", disse Manuel Monteiro, fundador e diretor executivo da SafetyPay. "Muitos comerciantes na América Latina aplicam filtros de fraude que impedem os pagamentos com cartão de crédito. Como resultado, a penetração do cartão de crédito no Brasil é bastante baixa. Nossa solução oferece aos clientes do Banrisul um método de pagamento alternativo e seguro que melhora a experiência de compra on-line."
A parceria do Banrisul com a SafetyPay corrobora com o papel do banco como uma instituição financeira competitiva e inovadora, oferecendo aos clientes a forma mais segura de fazer compras online - tanto local quanto internacionalmente.
A SafetyPay tem parceria e integração com 23 instituições financeiras do mundo (somando uma base de 90 milhões de clientes). Em novembro passado, a empresa foi premiada com o International Business Leadership Award, da Câmara de Comércio de Miami, por sua solução de pagamento inovadora, representando uma nova fonte de receita para as instituições financeiras ao permitir-lhes promover ofertas exclusivas para seus clientes.
A SafetyPay, facilitadora de pagamentos e auxiliar na compensação de transações de e-commerce em todo o mundo, anunciou uma parceria com o Banrisul. O acordo fornecerá, aos três milhões de clientes do banco, acesso a promoções exclusivas e possibilidade de pagar suas compras em reais, quando transacionando com comerciantes virtuais de todo o mundo.
Segundo a Agência de Desenvolvimento Econômico e Comércio Exterior da cidade de Miami, o Brasil foi seu maior parceiro comercial em 2009, com transações atingindo um total de US$ 11,07 bilhões.
"Nossa parceria com o Banrisul permitirá aos clientes do banco realizarem, de forma mais segura, transações locais e internacionais", disse Manuel Monteiro, fundador e diretor executivo da SafetyPay. "Muitos comerciantes na América Latina aplicam filtros de fraude que impedem os pagamentos com cartão de crédito. Como resultado, a penetração do cartão de crédito no Brasil é bastante baixa. Nossa solução oferece aos clientes do Banrisul um método de pagamento alternativo e seguro que melhora a experiência de compra on-line."
A parceria do Banrisul com a SafetyPay corrobora com o papel do banco como uma instituição financeira competitiva e inovadora, oferecendo aos clientes a forma mais segura de fazer compras online - tanto local quanto internacionalmente.
A SafetyPay tem parceria e integração com 23 instituições financeiras do mundo (somando uma base de 90 milhões de clientes). Em novembro passado, a empresa foi premiada com o International Business Leadership Award, da Câmara de Comércio de Miami, por sua solução de pagamento inovadora, representando uma nova fonte de receita para as instituições financeiras ao permitir-lhes promover ofertas exclusivas para seus clientes.
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6 de jan. de 2011
OPERAÇÕES DE CRÉDITO DO BANRISUL CHEGAM A R$ 16,9 BILHÕES ATÉ NOVEMBRO DE 2010
portal CN 06/01/2011
O Banrisul divulgou os resultados financeiros da instituição de janeiro a novembro de 2010. O lucro líquido alcançou R$ 647,8 milhões, 40,8% ou R$ 187,7 milhões acima do resultado registrado no mesmo período de 2009. De acordo com o presidente do Banco, Mateus Affonso Bandeira, o desempenho acumulado nos onze meses de 2010 reflete positivamente o aumento das receitas de crédito, a redução de outras despesas operacionais e a elevação de receitas com serviços e provenientes de outras receitas operacionais. O resultado gerado corresponde a uma rentabilidade anualizada de 19,5% calculada sobre o patrimônio líquido médio.
A margem financeira somou R$2,7 bilhões nos onze meses de 2010, 17,5% ou R$394,5 milhões acima do montante gerado na mesma época do ano anterior. Na comparação com 2009, janeiro a novembro, o aumento da margem decorre da elevação das receitas de crédito, efeito minimizado pela diminuição das receitas com títulos e pela elevação das despesas com operações de empréstimos e repasses e com captação de recursos.
Os ativos totais alcançaram, em novembro de 2010, R$32,6 bilhões, com incremento de 10,3% sobre novembro de 2009, e de 0,7% em relação ao saldo registrado em setembro de 2010. A rentabilidade anualizada sobre o ativo médio atingiu 2,3% em novembro de 2010, 0,5 pp. acima do indicador alcançado em novembro de 2009.
Bandeira destacou o importante incremento no volume de operações de crédito, que chegou a R$ 16,9 bilhões ao final de novembro. “Foi uma expansão de 28,6% em relação ao mesmo mês do ano anterior, e de 3,9% nos últimos dois meses”, elencou. A carteira de crédito comercial pessoa física somou R$7,5 bilhões, com incremento de 38,6% em relação a novembro de 2009 e de 4,1% comparativamente a setembro de 2010. As operações de crédito comercial pessoa jurídica totalizaram R$5,5 bilhões, com expansão de 24,5% na comparação com o mesmo mês do ano anterior e crescimento de 4,3% em relação a setembro de 2010.
O dirigente explicou, ainda, que o fortalecimento no crédito comercial pessoa física decorre, principalmente, das linhas de crédito consignado, cujo saldo totalizou R$5,6 bilhões em novembro de 2010. Em doze meses, o consignado apresentou incremento de 42,3%, motivado pela elevação de 28,3% na carteira própria e de 72,2% com operações adquiridas.
Outro dado positivo apresentado pela instituição bancária gaúcha foi a redução do volume de inadimplência. As operações de crédito vencidas há 60 dias totalizaram R$488,4 milhões em novembro de 2010, resultando num índice de inadimplência de 2,9%, 0,8 pp. abaixo do indicador registrado em novembro de 2009 e 0,1 pp. menor que o alcançado em setembro de 2010. O saldo de inadimplência há mais de 90 dias corresponde a 2,5% to total de operações de crédito em novembro de 2010.
Já, os recursos captados e administrados somaram R$24,5 bilhões em novembro de 2010, volume 14,4% acima do montante registrado no mesmo mês do ano anterior. Em relação a setembro de 2010, a captação de recursos apresentou expansão de 1,5%.
Mateus Bandeira salientou também a forte melhora do índice de eficiência, que alcançou 48,0%. “O resultado acumulado do indicador está relacionado, principalmente à redução das despesas operacionais e ao crescimento da margem financeira”, avaliou.
Informações completas sobre os resultados financeiros do Banrisul de janeiro a novembro de 2010 no site www.banrisul.com.br/ri
O Banrisul divulgou os resultados financeiros da instituição de janeiro a novembro de 2010. O lucro líquido alcançou R$ 647,8 milhões, 40,8% ou R$ 187,7 milhões acima do resultado registrado no mesmo período de 2009. De acordo com o presidente do Banco, Mateus Affonso Bandeira, o desempenho acumulado nos onze meses de 2010 reflete positivamente o aumento das receitas de crédito, a redução de outras despesas operacionais e a elevação de receitas com serviços e provenientes de outras receitas operacionais. O resultado gerado corresponde a uma rentabilidade anualizada de 19,5% calculada sobre o patrimônio líquido médio.
A margem financeira somou R$2,7 bilhões nos onze meses de 2010, 17,5% ou R$394,5 milhões acima do montante gerado na mesma época do ano anterior. Na comparação com 2009, janeiro a novembro, o aumento da margem decorre da elevação das receitas de crédito, efeito minimizado pela diminuição das receitas com títulos e pela elevação das despesas com operações de empréstimos e repasses e com captação de recursos.
Os ativos totais alcançaram, em novembro de 2010, R$32,6 bilhões, com incremento de 10,3% sobre novembro de 2009, e de 0,7% em relação ao saldo registrado em setembro de 2010. A rentabilidade anualizada sobre o ativo médio atingiu 2,3% em novembro de 2010, 0,5 pp. acima do indicador alcançado em novembro de 2009.
Bandeira destacou o importante incremento no volume de operações de crédito, que chegou a R$ 16,9 bilhões ao final de novembro. “Foi uma expansão de 28,6% em relação ao mesmo mês do ano anterior, e de 3,9% nos últimos dois meses”, elencou. A carteira de crédito comercial pessoa física somou R$7,5 bilhões, com incremento de 38,6% em relação a novembro de 2009 e de 4,1% comparativamente a setembro de 2010. As operações de crédito comercial pessoa jurídica totalizaram R$5,5 bilhões, com expansão de 24,5% na comparação com o mesmo mês do ano anterior e crescimento de 4,3% em relação a setembro de 2010.
O dirigente explicou, ainda, que o fortalecimento no crédito comercial pessoa física decorre, principalmente, das linhas de crédito consignado, cujo saldo totalizou R$5,6 bilhões em novembro de 2010. Em doze meses, o consignado apresentou incremento de 42,3%, motivado pela elevação de 28,3% na carteira própria e de 72,2% com operações adquiridas.
Outro dado positivo apresentado pela instituição bancária gaúcha foi a redução do volume de inadimplência. As operações de crédito vencidas há 60 dias totalizaram R$488,4 milhões em novembro de 2010, resultando num índice de inadimplência de 2,9%, 0,8 pp. abaixo do indicador registrado em novembro de 2009 e 0,1 pp. menor que o alcançado em setembro de 2010. O saldo de inadimplência há mais de 90 dias corresponde a 2,5% to total de operações de crédito em novembro de 2010.
Já, os recursos captados e administrados somaram R$24,5 bilhões em novembro de 2010, volume 14,4% acima do montante registrado no mesmo mês do ano anterior. Em relação a setembro de 2010, a captação de recursos apresentou expansão de 1,5%.
Mateus Bandeira salientou também a forte melhora do índice de eficiência, que alcançou 48,0%. “O resultado acumulado do indicador está relacionado, principalmente à redução das despesas operacionais e ao crescimento da margem financeira”, avaliou.
Informações completas sobre os resultados financeiros do Banrisul de janeiro a novembro de 2010 no site www.banrisul.com.br/ri
5 de nov. de 2010
GASTOS COM CARTÃO BNDES QUADRUPLICAM EM DOIS ANOS
portal iG 04/11/2010 – Agência Estado
O BNDES está usando um cartão de crédito para elevar a parcela de recursos destinada a pequenas e médias empresas, contornando a falta de garantias reais que predomina no segmento. Criado em 2003, o Cartão BNDES teve o volume de liberações quadruplicado nos últimos dois anos. Chegou a R$ 3,3 bilhões no início de outubro, superando em 30% os R$ 2,5 bilhões financiados em todo o ano passado.
O banco espera fechar o ano com R$ 4,2 bilhões emprestados por essa modalidade. Na prática, o cartão funciona como um limite pré-aprovado de até R$ 1 milhão e prazo de até 48 meses para empresas que faturam até R$ 90 milhões por ano. Emitido pelos bancos comerciais nas bandeiras Visa e Mastercard, o cartão só financia bens de capital nacionais, componentes para processos industriais e serviços como os de inovação e treinamento adquiridos de fornecedores cadastrados. As transações são eletrônicas, por meio de um site do BNDES.
Recorrentemente criticado pela pequena parcela de recursos que destina às pequenas empresas, o BNDES conseguiu elevar para 36% a participação do segmento nos desembolsos deste ano com a política de juros subsidiados para bens de capital. Em 2009, apenas 17,5% dos R$ 137 bilhões liberados pelo banco foram para pequenas e médias empresas, os maiores empregadores do País.
Fácil de usar, o cartão se tornou um instrumento complementar dessa política, voltado para pequenos empresários que têm na burocracia dos projetos e a exigência de garantias o principal obstáculo na busca de crédito. A análise de crédito e o risco das operações ficam com os bancos comerciais emissores do cartão, permitindo ao BNDES avançar no segmento sem exposição à inadimplência. Bradesco, Banco do Brasil e Caixa operam o Cartão BNDES desde 2003, mas a procura de pequenos empresários está atraindo outros bancos.
O Banrisul passou a emitir no início deste ano e o Itaú Unibanco começa até dezembro. O HSBC estuda aderir em 2011. Pelo menos três instituições estão em fase final de adesão. Nas operações do Cartão BNDES, os bancos ficam com uma fatia (não revelada) da taxa de 0,97% ao mês e ainda dividem com as operadoras a taxa de desconto cobrada usualmente nas transações de cartões de crédito.
O BNDES já conta mais de 323 mil cartões emitidos, que representam um volume de R$ 13,3 bilhões em crédito pré-aprovado. O tíquete médio das operações é de R$ 14 mil. A maior parte do limite concedido foi para o comércio (50,87%), seguido por indústria (24,97%) e serviços (23,57%). Segundo o chefe do departamento responsável pelo Cartão BNDES, Rodrigo Bacellar, o cartão ajuda o banco a driblar a resistência dos pequenos empresários ao endividamento e incrementa as vendas dos fornecedores que aceitam os cartões e recebem do banco.
Com a popularização do cartão, já são mais de 25 mil fornecedores cadastrados com 140 mil itens no catálogo. "O cartão pode ajudar o crescimento do negócio, mas não é para giro. Criamos o portal para evitar o uso indevido. O cartão é para pequenos investimentos, como automóveis utilitários e computadores. Pode ser usado para insumos que agreguem valor a processos industriais, como tecido para confecções, aço para autopeças e até farinha para panificação", diz o executivo do BNDES.
O BNDES está usando um cartão de crédito para elevar a parcela de recursos destinada a pequenas e médias empresas, contornando a falta de garantias reais que predomina no segmento. Criado em 2003, o Cartão BNDES teve o volume de liberações quadruplicado nos últimos dois anos. Chegou a R$ 3,3 bilhões no início de outubro, superando em 30% os R$ 2,5 bilhões financiados em todo o ano passado.
O banco espera fechar o ano com R$ 4,2 bilhões emprestados por essa modalidade. Na prática, o cartão funciona como um limite pré-aprovado de até R$ 1 milhão e prazo de até 48 meses para empresas que faturam até R$ 90 milhões por ano. Emitido pelos bancos comerciais nas bandeiras Visa e Mastercard, o cartão só financia bens de capital nacionais, componentes para processos industriais e serviços como os de inovação e treinamento adquiridos de fornecedores cadastrados. As transações são eletrônicas, por meio de um site do BNDES.
Recorrentemente criticado pela pequena parcela de recursos que destina às pequenas empresas, o BNDES conseguiu elevar para 36% a participação do segmento nos desembolsos deste ano com a política de juros subsidiados para bens de capital. Em 2009, apenas 17,5% dos R$ 137 bilhões liberados pelo banco foram para pequenas e médias empresas, os maiores empregadores do País.
Fácil de usar, o cartão se tornou um instrumento complementar dessa política, voltado para pequenos empresários que têm na burocracia dos projetos e a exigência de garantias o principal obstáculo na busca de crédito. A análise de crédito e o risco das operações ficam com os bancos comerciais emissores do cartão, permitindo ao BNDES avançar no segmento sem exposição à inadimplência. Bradesco, Banco do Brasil e Caixa operam o Cartão BNDES desde 2003, mas a procura de pequenos empresários está atraindo outros bancos.
O Banrisul passou a emitir no início deste ano e o Itaú Unibanco começa até dezembro. O HSBC estuda aderir em 2011. Pelo menos três instituições estão em fase final de adesão. Nas operações do Cartão BNDES, os bancos ficam com uma fatia (não revelada) da taxa de 0,97% ao mês e ainda dividem com as operadoras a taxa de desconto cobrada usualmente nas transações de cartões de crédito.
O BNDES já conta mais de 323 mil cartões emitidos, que representam um volume de R$ 13,3 bilhões em crédito pré-aprovado. O tíquete médio das operações é de R$ 14 mil. A maior parte do limite concedido foi para o comércio (50,87%), seguido por indústria (24,97%) e serviços (23,57%). Segundo o chefe do departamento responsável pelo Cartão BNDES, Rodrigo Bacellar, o cartão ajuda o banco a driblar a resistência dos pequenos empresários ao endividamento e incrementa as vendas dos fornecedores que aceitam os cartões e recebem do banco.
Com a popularização do cartão, já são mais de 25 mil fornecedores cadastrados com 140 mil itens no catálogo. "O cartão pode ajudar o crescimento do negócio, mas não é para giro. Criamos o portal para evitar o uso indevido. O cartão é para pequenos investimentos, como automóveis utilitários e computadores. Pode ser usado para insumos que agreguem valor a processos industriais, como tecido para confecções, aço para autopeças e até farinha para panificação", diz o executivo do BNDES.
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2 de nov. de 2010
CARTÕES-PRESENTE OFERECEM PRATICIDADE E SEGURANÇA NA FEIRA
Jornal do Comércio (RS) 01/11/2010 - Clareana Kunzler
A Feira do Livro de Porto Alegre é um evento tão presente na vida dos gaúchos que alguns insistem em levar um pedacinho dela para casa. As camisetas, em suas versões branca, colorida e de fibras de garrafa PET, são as campeãs de vendas no estande de Lembranças da Feira, que ainda disponibiliza opções como bolsas, mochilas, canecas, luminárias, broches e até mesmo guarda-chuvas com a logomarca do evento.
Porém, a melhor lembrança que alguém pode ter da Feira são os livros. Pensando nisso, a 56ª edição do evento oferece uma novidade: cartões-presente que podem ser adquiridos no estande de lembranças. “É mais seguro para os pais deixarem seus filhos livres para comprarem livros com o cartão-presente do que com dinheiro”, afirma Magali Dalmás, funcionária do estande de lembranças da Feira.
Com ele, a pessoa pode adquirir livros em qualquer banca, dentro do saldo estipulado, que pode ser de R$ 30,00 ou R$ 50,00. O cartão é do Banrisul e funciona em forma de débito. “Ele vem num envelope lacrado com uma senha própria, que não pode ser modificada”, explica Magali. “Também não é possível recarregar o cartão, mas pode-se comprar quantos quiser”, salienta.
Um cuidado que se deve tomar é que as bancas não estão autorizadas a devolver troco, portanto deve-se consumir o saldo integralmente durante a realização do evento, que vai até 15 de novembro.
A Feira do Livro de Porto Alegre é um evento tão presente na vida dos gaúchos que alguns insistem em levar um pedacinho dela para casa. As camisetas, em suas versões branca, colorida e de fibras de garrafa PET, são as campeãs de vendas no estande de Lembranças da Feira, que ainda disponibiliza opções como bolsas, mochilas, canecas, luminárias, broches e até mesmo guarda-chuvas com a logomarca do evento.
Porém, a melhor lembrança que alguém pode ter da Feira são os livros. Pensando nisso, a 56ª edição do evento oferece uma novidade: cartões-presente que podem ser adquiridos no estande de lembranças. “É mais seguro para os pais deixarem seus filhos livres para comprarem livros com o cartão-presente do que com dinheiro”, afirma Magali Dalmás, funcionária do estande de lembranças da Feira.
Com ele, a pessoa pode adquirir livros em qualquer banca, dentro do saldo estipulado, que pode ser de R$ 30,00 ou R$ 50,00. O cartão é do Banrisul e funciona em forma de débito. “Ele vem num envelope lacrado com uma senha própria, que não pode ser modificada”, explica Magali. “Também não é possível recarregar o cartão, mas pode-se comprar quantos quiser”, salienta.
Um cuidado que se deve tomar é que as bancas não estão autorizadas a devolver troco, portanto deve-se consumir o saldo integralmente durante a realização do evento, que vai até 15 de novembro.
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23 de ago. de 2010
CRUZ ALTA IMPLANTA CARTÃO COMBUSTÍVEL
portal Rádio Progresso de Ijuí 23/08/2010 - Alessandro Heck
O município de Cruz Alta vai implantar até o final do mês o Cartão Combustível para a frota de veículos da prefeitura municipal.
Este dispositivo é oferecido pelo Banrisul e fornecido a funcionários credenciados que utilizem senha pessoal no ato de abastecimento do veículo.
De acordo com o prefeito Vilson Roberto, a adoção deste cartão se deve à necessidade de um controle mais efetivo dos gastos de combustível, além de desburocratizar o serviço dos motoristas que, em situações de emergência,precisam retirar recursos junto à secretaria municipal de Fazenda para realizar o abastecimento dos veículos.
O município de Cruz Alta vai implantar até o final do mês o Cartão Combustível para a frota de veículos da prefeitura municipal.
Este dispositivo é oferecido pelo Banrisul e fornecido a funcionários credenciados que utilizem senha pessoal no ato de abastecimento do veículo.
De acordo com o prefeito Vilson Roberto, a adoção deste cartão se deve à necessidade de um controle mais efetivo dos gastos de combustível, além de desburocratizar o serviço dos motoristas que, em situações de emergência,precisam retirar recursos junto à secretaria municipal de Fazenda para realizar o abastecimento dos veículos.
12 de ago. de 2010
CSU FECHA ACORDO COM TRIBANCO E O BANRISUL
portal Último Instante 12/08/2010
A CSU CardSystem, considerada a maior processadora independente de meios eletrônicos de pagamento da América Latina, anuncia novo contrato com o Tribanco, do Grupo Martins. A base atual da instituição financeira com mais de 2,5 milhões de cartões private label, o TriCard, será transferida e processada pela CSU. A empresa responderá também pela operação do cartão flex (bandeirado) que o banco irá lançar. A parceria foi firmada em um contrato com duração de três anos com renovação automática por mais dois anos.
De acordo com o diretor comercial da CSU, Wanderval Alencar, o novo contrato consolida a posição da empresa no mercado de meios eletrônicos de pagamento e valoriza o modelo full service, com soluções adequadas a cada projeto.
A Companhia anuncia também contrato de prestação de serviços para acquirer (termo usado na indústria de cartão de crédito que denomina as empresas responsáveis pela filiação, gerenciamento e relacionamento com os estabelecimentos comerciais) com o Banrisul (Banco do Estado do Rio Grande do Sul), o primeiro banco a atuar no segmento desde o fim da exclusividade de mercado entre as bandeiras de cartões e as credenciadoras.
Com parceria inicial de quatro anos, a CSU será responsável pelo processamento da rede de captura de transações do Banricompras e do início da captura de transações da bandeira Mastercard. O Banricompras possui atualmente cerca de 100 mil estabelecimentos credenciados principalmente na região Sul do país e, em 2009, capturou mais de 60 milhões de transações. O volume financeiro movimentado totalizou quase R$ 4 bilhões.
O projeto da CSU inicia em novembro deste ano e o objetivo é que todos os pontos de venda cadastrados do Banricompras estejam atuando sob o novo sistema no início de 2011.
Décio Burd, diretor de Relações com Investidores da CSU, ressalta que o fechamento deste contrato é reflexo dos investimentos da companhia, que desde 2008 já se preparava para a abertura do mercado. A empresa aplicou mais de R$ 30 milhões na preparação de seu software para acquirer.
“Hoje somos uma processadora de emissores e de acquirers. Já éramos capazes de prover todos os serviços necessários para um emissor e, a partir de agora, também para os acquirers”, complementa Burd. A CSU sempre atuou no modelo full BPO (Business Process Outsourcing), isto é, atendendo a todas as necessidades do ciclo operacional do negócio de administração e processamento de meios eletrônicos de pagamento.
A CSU CardSystem, considerada a maior processadora independente de meios eletrônicos de pagamento da América Latina, anuncia novo contrato com o Tribanco, do Grupo Martins. A base atual da instituição financeira com mais de 2,5 milhões de cartões private label, o TriCard, será transferida e processada pela CSU. A empresa responderá também pela operação do cartão flex (bandeirado) que o banco irá lançar. A parceria foi firmada em um contrato com duração de três anos com renovação automática por mais dois anos.
De acordo com o diretor comercial da CSU, Wanderval Alencar, o novo contrato consolida a posição da empresa no mercado de meios eletrônicos de pagamento e valoriza o modelo full service, com soluções adequadas a cada projeto.
A Companhia anuncia também contrato de prestação de serviços para acquirer (termo usado na indústria de cartão de crédito que denomina as empresas responsáveis pela filiação, gerenciamento e relacionamento com os estabelecimentos comerciais) com o Banrisul (Banco do Estado do Rio Grande do Sul), o primeiro banco a atuar no segmento desde o fim da exclusividade de mercado entre as bandeiras de cartões e as credenciadoras.
Com parceria inicial de quatro anos, a CSU será responsável pelo processamento da rede de captura de transações do Banricompras e do início da captura de transações da bandeira Mastercard. O Banricompras possui atualmente cerca de 100 mil estabelecimentos credenciados principalmente na região Sul do país e, em 2009, capturou mais de 60 milhões de transações. O volume financeiro movimentado totalizou quase R$ 4 bilhões.
O projeto da CSU inicia em novembro deste ano e o objetivo é que todos os pontos de venda cadastrados do Banricompras estejam atuando sob o novo sistema no início de 2011.
Décio Burd, diretor de Relações com Investidores da CSU, ressalta que o fechamento deste contrato é reflexo dos investimentos da companhia, que desde 2008 já se preparava para a abertura do mercado. A empresa aplicou mais de R$ 30 milhões na preparação de seu software para acquirer.
“Hoje somos uma processadora de emissores e de acquirers. Já éramos capazes de prover todos os serviços necessários para um emissor e, a partir de agora, também para os acquirers”, complementa Burd. A CSU sempre atuou no modelo full BPO (Business Process Outsourcing), isto é, atendendo a todas as necessidades do ciclo operacional do negócio de administração e processamento de meios eletrônicos de pagamento.
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BANRISUL VAI SER CREDENCIADOR DE CARTÕES
jornal Folha de S. Paulo 12/08/2010 - Carolina Matos
Pouco mais de um mês depois do fim da exclusividade no setor de credenciamento de cartões-em 1º de julho-, o Banrisul (Banco do Estado do Rio Grande do Sul) entra nesse mercado.
O banco passa a concorrer com Cielo, Redecard e Santander, que tem parceria com a empresa gaúcha de processamento de transações eletrônicas GetNet.
A rede do Banrisul, que só aceitava o cartão Banricompras, passará a capturar também pagamentos com MasterCard.
"E estamos em busca de licenças de outras bandeiras", diz Carlos Malafaia, superintendente de canais eletrônicos do banco.
A rede Banricompras tem hoje 100 mil estabelecimentos comerciais credenciados.
Em 2009, capturou 61,3 milhões de transações, com volume de R$ 3,9 bilhões.
Segundo Malafaia, a rede estará totalmente apta a receber os pagamentos com MasterCard em janeiro de 2011.
O executivo diz que, para um banco regional, é "fundamental" entrar no mercado de credenciamento. "A partir desse serviço, pode nascer uma longa história de crédito com o cliente", avalia.
O Banrisul possui 434 agências no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, sendo 397 só no Estado gaúcho.
"Nossa ideia é sermos credenciadores nos mercados em que temos presença física. É essencial para o cliente ter uma agência para se relacionar com o banco", completa.
A rede do Banrisul ficará sob responsabilidade da CSU, empresa de processamento de meios eletrônicos de pagamentos.
Desde 2008, a companhia investiu R$ 30 milhões na preparação de seu software para credenciamento de cartões, apostando na abertura do mercado.
"Oferecemos desde suporte técnico até serviços como controle de contabilidade e antecipação de recebíveis", diz Décio Burd, diretor de relações com investidores.
Com 35 anos de experiência no mercado de cartões, Burd acredita que "bancos de nicho" são os que devem reforçar presença no setor de credenciamento nessa fase pós-liberação.
Além disso, Burd avalia que o mercado pode interessar também a varejistas, por causa do grande fluxo de transações que elas têm.
"Há muito espaço para crescer. Nos Estados Unidos, há 103 credenciadores. No Reino Unido, 10. E, no México, 12", compara.
Pouco mais de um mês depois do fim da exclusividade no setor de credenciamento de cartões-em 1º de julho-, o Banrisul (Banco do Estado do Rio Grande do Sul) entra nesse mercado.
O banco passa a concorrer com Cielo, Redecard e Santander, que tem parceria com a empresa gaúcha de processamento de transações eletrônicas GetNet.
A rede do Banrisul, que só aceitava o cartão Banricompras, passará a capturar também pagamentos com MasterCard.
"E estamos em busca de licenças de outras bandeiras", diz Carlos Malafaia, superintendente de canais eletrônicos do banco.
A rede Banricompras tem hoje 100 mil estabelecimentos comerciais credenciados.
Em 2009, capturou 61,3 milhões de transações, com volume de R$ 3,9 bilhões.
Segundo Malafaia, a rede estará totalmente apta a receber os pagamentos com MasterCard em janeiro de 2011.
O executivo diz que, para um banco regional, é "fundamental" entrar no mercado de credenciamento. "A partir desse serviço, pode nascer uma longa história de crédito com o cliente", avalia.
O Banrisul possui 434 agências no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, sendo 397 só no Estado gaúcho.
"Nossa ideia é sermos credenciadores nos mercados em que temos presença física. É essencial para o cliente ter uma agência para se relacionar com o banco", completa.
A rede do Banrisul ficará sob responsabilidade da CSU, empresa de processamento de meios eletrônicos de pagamentos.
Desde 2008, a companhia investiu R$ 30 milhões na preparação de seu software para credenciamento de cartões, apostando na abertura do mercado.
"Oferecemos desde suporte técnico até serviços como controle de contabilidade e antecipação de recebíveis", diz Décio Burd, diretor de relações com investidores.
Com 35 anos de experiência no mercado de cartões, Burd acredita que "bancos de nicho" são os que devem reforçar presença no setor de credenciamento nessa fase pós-liberação.
Além disso, Burd avalia que o mercado pode interessar também a varejistas, por causa do grande fluxo de transações que elas têm.
"Há muito espaço para crescer. Nos Estados Unidos, há 103 credenciadores. No Reino Unido, 10. E, no México, 12", compara.
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