4 de abr. de 2011

NEC LANÇA PRIMEIRO SCANNER DE IMPRESSÃO DIGITAL HÍBRIDO DO MUNDO

portal Maxpress 04/04/2011 – release A4 Comunicação
O sistema pioneiro obtém as impressões digitais e informações das veias dos dedos simultaneamente e sem contato físico, impossibilitando fraudes e problemas com as impressões do usuário, o que evita a proliferação de identidades e de senhas

A NEC Corporation, provedora de soluções convergentes de redes de comunicação e tecnologia da informação, acaba de anunciar o lançamento mundial do Scanner de Impressão Digital Híbrido sem Contato (HS100-10), previsto para maio de 2011. Este é o primeiro dispositivo do mundo a obter as imagens das impressões digitais e características das veias dos dedos dos usuários, sem contato físico.

A aquisição simultânea de impressões digitais e informações das veias dos dedos pelo HS100-10 dificulta a ação de impostores que tentam burlar o sistema de autenticação. Além disso, o sensor sem contato é poderoso na leitura de dedos que são muito secos ou úmidos, pois realiza o processo com uma precisão excepcional, o que é difícil para os dispositivos de autenticação por digitais convencionais.

A interface USB do HS100-10 da NEC permite aos usuários conectar-se a um PC para fazer login no sistema operacional ou desbloquear a proteção de tela, tanto em ambientes autônomos como no ActiveDirectory. Além disso, o sistema também é compatível com a maioria dos softwares de gestão de acesso, incluindo Tivoli Access Manager para Conexão Única Corporativa, da IBM e Novell SecureLogin, da Novell. Essa combinação de suporte para a gestão de acesso e identidade com dados biométricos reduz de forma significativa os problemas do usuário com relação à proliferação de identidades e senhas.

De acordo com as avaliações de precisão realizadas pelo National Institute of Standards and Technology (NIST - Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia), dos Estados Unidos, a NEC é pioneira em diversos campos de leitura de digitais e reconhecimento facial e possui o algoritmo original de reconhecimento de mais alto nível no mundo, o que é confirmado pelos diversos clientes da empresa que utilizam seus produtos. Por isso, o HS100-10 foi desenvolvido utilizando essas tecnologias e a experiência comercialmente comprovada da companhia.

Em breve, a NEC disponibilizará uma Biblioteca Híbrida de Desenvolvimento de Autenticação de Digitais, para que o HS100-10 seja utilizado com uma grande variedade de pacotes comerciais e aplicativos do usuário. No futuro, os planos de desenvolvimento incluirão o lançamento constante de soluções ligadas a aplicativos comerciais, tais como o sistema eletrônico de registros médicos.

Atualmente, existe uma demanda cada vez maior pela gestão mais rígida da autenticação pessoal e controles internos adequados para os negócios e para o setor público. Sob essas condições, a autenticação de digitais é uma técnica de alta precisão e segura, já utilizada para as mais variadas finalidades. Quando utilizadas em combinação com os avanços de autenticação de veias originalmente desenvolvidos pela NEC, as tecnologias de autenticação biométrica são uma excelente defesa contra o roubo de identidade.

Para mais informações sobre o HS100-10, acesse
http://www.nec.com/global/solutions/security/technologies/product.html

MERCADO JÁ PREVÊ INFLAÇÃO ACIMA DE 6% PARA ESTE ANO


portal G1 04/04/2011 - Alexandro Martello 

Os economistas do mercado financeiro subiram a sua previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2011 de 6% para 6,02%, informou o Banco Central nesta segunda-feira (4) por meio do relatório de mercado, também conhecido como Focus - documento que é fruto de pesquisa com os economistas dos bancos na semana passada.

Trata-se do quarto aumento seguido na estimativa de inflação deste ano. Para 2012, por sua vez, a previsão do mercado para o IPCA avançou de 4,91% para 5%.

No Brasil, vigora o sistema de metas, pelo qual o BC tem de calibrar os juros para atingir os objetivos pré-estabelecidos. Para 2011 e 2012, a meta central de inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Deste modo, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) pode ficar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida.

Taxa de juros

O mercado financeiro manteve, na semana passada, em 12,25% ao ano a sua estimativa para a taxa básica de juros no fim deste ano, o que pressupõe um aumento de 0,5 ponto percentual na Selic até o fim de 2011. Atualmente, a taxa básica está em 11,75% ao ao ano. Para o fechamento de 2012, a previsão do mercado para os juros básicos da economia permaneceu em 11,25% ao ano. Isso quer dizer que os analistas do mercado estimam queda dos juros no ano que vem.

Crescimento econômico e câmbio

O mercado financeiro manteve, na semana passada, a sua estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2011, estável em 4%. Para 2012, a previsão do mercado de crescimento da economia brasileira ficou inalterada em 4,30%.

Nesta edição do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2011 permaneceu estável em R$ 1,70 por dólar. Para o fechamento de 2012, a previsão do mercado financeiro para a taxa de câmbio ficou inalterada em R$ 1,75 por dólar.

Balança comercial

A projeção dos economistas do mercado financeiro para o superávit da balança comercial (exportações menos importações) em 2011 subiu de US$ 15,5 bilhões para US$ 16,1 bilhões na semana passada.

Para 2012, o BC revelou nesta segunda-feira que a previsão dos economistas para o saldo da balança comercial avançou de US$ 9 bilhões para US$ 10 bilhões de superávit.

No caso dos investimentos estrangeiros diretos, a expectativa do mercado para o ingresso de 2011 permaneceu em US$ 44 bilhões. Para 2012, a projeção de entrada de investimentos no Brasil recuou de US$ 44 bilhões para US$ 43,85 bilhões.

COMÉRCIO DESACELERA NO PRIMEIRO TRIMESTRE DO ANO, DIZ SERASA


portal Folha Online 04/04/2011

O movimento dos consumidores nas lojas de todo o país cresceu 8,5% no primeiro trimestre de 2011 na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo pesquisa divulgada nesta segunda-feira pela Serasa Experian.

De acordo com a pesquisa, o resultado aponta para uma desaceleração no ritmo de crescimento do varejo, já que, em 2010, a atividade varejista teve alta de 10,3%.

Na comparação de março com o mesmo período do ano passado, houve crescimento de 5,5% no varejo nacional, "a menor taxa anual de crescimento desde julho de 2009". Descontando-se os efeitos sazonais, a atividade do comércio recuou 0,8% no mês ante fevereiro.

O crescimento em menor ritmo no primeiro trimestre "é um sinal de que medidas macroprudenciais de restrição ao crédito e a trajetória de aumento da taxa básica de juros [taxa Selic] já começaram a produzir resultados mais visíveis em se conter a expansão do consumo", de acordo com os economistas da Serasa Experian. Segundo os especialistas, esta deve "ser a tônica da evolução da atividade varejista ao longo dos próximos meses."

O destaque do varejo no primeiro trimestre foi o segmento de material de construção, com crescimento de 14,1% frente ao mesmo período de 2010. Também tiveram resultado positivo o setor de móveis, eletroeletrônicos e informática, com expansão de 8,9%.

Na ponta contrária figuraram os segmentos de veículos, motos e peças, com recuo de 1,6%; e tecidos, vestuário, calçados e acessórios com crescimento negativo de 1% no trimestre.

INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR REGISTRA QUEDA DE 1,85%, APONTA CNDL


portal Executivos Financeiros 04/04/2011 

Se em 2010, o aumento da renda salarial ajudou os brasileiros a pagarem as contas em dia e o “calote” registrou queda de 1,85%, segundo a Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) na comparação com 2009, o mesmo não é constatado neste inicio de ano.

A parcela de consumidores que se declararam endividados saltou de 59,4% em janeiro para 65,3% em fevereiro, de acordo com a Pesquisa Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) divulgada neste mês pela Confederação Nacional do Comércio (CNC).

Gastos extras de início de ano foram fatores apontados como as causas do comprometimento da renda dos consumidores, o que resultou no aumento do endividamento de muitas famílias este mês e, como conseqüência, houve queda no volume de compras no varejo e maior “calote” em cheques emitidos e boletos de cartões de crédito.

Os dados da inadimplência confirmam a previsão feita pela CNDL em 2010 sobre 2011, quando a entidade apontou aumento das dívidas nos primeiros quatro meses deste ano, considerados críticos por conta da soma das contas do inicio do ano com os parcelamentos das compras no natal.

MULTIPLUS, A EMPRESA QUE FATURA R$ 1 BILHÃO COM VENDA DE PONTOS

portal iG 04/04/2011 - Marina Gazzoni

A jornalista Roberta Braga paga o supermercado, o restaurante e todas as suas compras com o cartão de crédito. A preferência pelo cartão não se deve à facilidade de pagar a conta no mês seguinte ou ao parcelamento das compras, mas pela oferta de pontos conversíveis em passagens aéreas vinculada ao consumo.

A consumidora de Curitiba (PR) começou a concentrar os gastos no cartão de crédito há dois anos e já conseguiu trocar pontos por passagens de ida e volta para Belo Horizonte e Fortaleza.
“Antes, eu quase não usava o cartão de crédito. Agora eu passo tudo no cartão para somar pontos e trocar por passagens”, afirma.

O comportamento de Roberta não é um caso isolado, mas uma nova tendência entre os consumidores. A valorização dos pontos oferecidos por programas de fidelidade pelos consumidores já trouxe resultados positivos para o Multiplus Fidelidade, uma empresa que vende pontos e foi criada há pouco mais de um ano. A companhia encerrou 2010 com uma receita de R$ 1,1 bilhão e 1,5 milhão de novos cadastros.

À frente da companhia, está o executivo Eduardo Gouveia, que atuou em empresas como Cielo e Walmart, e assumiu a presidência do Multiplus em maio de 2010. Ele próprio mudou sua rotina para acumular mais pontos. Ele concentrou os gastos no cartão de crédito, trocou a TV a cabo de sua casa para a Sky, mudou seu celular pessoal para a Oi (controladora do iG) e passou a abastecer o carro apenas nos postos Ipiranga, priorizando os parceiros do Multiplus. E, com isso, também conseguiu pontos para comprar sua passagem de férias para Milão. “Já imaginou o tamanho do Multiplus se todos os consumidores fizessem como eu? Eles vão fazer contas e aos poucos isso vai acontecer”, diz Gouveia.


Para o presidente da companhia, o negócio apenas começou. O Multiplus quer expandir sua rede de parceiros, hoje com cerca de 150 empresas, e dobrar os investimentos em marketing neste ano. “Os pontos dos programas fidelidades são ativos para os clientes, mas só têm valor se eles percebem que a troca de prêmios é factível”, afirma Gouveia. “A integração dos pontos em uma rede aumenta essa percepção”, diz.

A empresa está em negociação para fechar parcerias com montadoras, redes de supermercados e planos de previdência privada ainda neste ano. A parceria com a montadora, por exemplo, permitirá que os clientes acumulem pontos na compra de um carro para trocar por itens como passagens aéreas, livros ou créditos para o celular. Outra opção será usar os pontos para ter desconto na compra do veículo.

Vende-se ponto

A receita do Multiplus vem da venda de pontos para as empresas cadastradas. A troca de pontos do cartão de crédito de um cliente por passagens aéreas da TAM, por exemplo, inclui duas movimentações de caixa para o Multiplus. Na primeira delas, o banco comprará pontos do Multiplus. Em seguida, o Multiplus pagará à TAM pelas passagens.

Dos cerca de 150 parceiros da rede, apenas 15 têm opções de resgate de prêmios. Os demais oferecem aos seus clientes a possibilidade de acumular pontos do Multiplus. Os clientes podem trocar os pontos por produtos de qualquer uma dessas empresas, mas 99% dos resgates são de passagens aéreas da TAM.

A empresa começou a operar com o caixa cheio. Ela abriu o capital em fevereiro do ano passado e usou os recursos captados para comprar passagens da TAM por dois anos com descontos. Como a companhia gerou R$ 1 bilhão com venda de pontos sem precisar fazer desembolsos para pagar prêmios resgatados pelos clientes, o Multiplus aprovou em março uma operação rara de redução de caixa.

A empresa devolverá R$600 milhões aos acionistas, um pouco menos dos R$ 692 milhões captados no seu IPO (oferta inicial de ações, na sigla em inglês). “Temos sobra de caixa de decidimos dar retorno ao nosso acionista”, diz Gouveia.

Pontos por todo lado

A venda de pontos ainda é vista como um negócio incipiente, que deve evoluir e permitir mais parcerias. O Multiplus e a BM&FBovespa estão estudando a concessão de pontos para os investidores que participam do programa Fica Mais, que incentiva a manutenção de ações na carteira. Ainda não há tratativas a respeito disso, mas outra associação possível é com a Nota Fiscal Paulista.

Uma parceria com a Redecard deve entrar em vigor ainda este ano. Ela permitirá que os consumidores pontuem na hora que pagarem a conta de restaurantes e lojas cadastrados em terminais da operadora de cartão. “O cliente poderá pontuar duas vezes. Uma com a compra e outra se ele pagar com o cartão de crédito”, diz Gouveia.

Existem também ações de marketing pontuais que oferecem créditos Multiplus aos clientes. A incorporadora Agre, por exemplo, lançou em agosto do ano passado uma promoção que oferecia até um milhão de pontos para os clientes que comprassem seus imóveis.

Esse tipo de negócio não é o foco principal do Multiplus, segundo Gouveia, mas outras empresas devem promover ações com oferta de pontos para impulsionar as vendas.

PAULISTANO PREFERE COMPRA À VISTA

jornal Diário do Comércio 04/04/2011 - Fátima Lourenço

A movimentação do comércio paulistano no primeiro trimestre de 2011 revela um consumidor mais cauteloso nas aquisições por meio do crediário do que nas transações à vista. É o que mostram os indicadores divulgados pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), com base nas informações fornecidas pela Boa Vista Serviços (BVS), empresa responsável pela administração do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC).

Ao longo do primeiro trimestre deste ano, o SCPC, indicador das vendas à prazo, recebeu 5.622.624 consultas do comércio, equivalentes ao crescimento de 7,3% ante igual período de 2010, com o mesmo número de dias úteis. Em igual base de comparação, o SCPC Cheque, parâmetro para dimensionar as compras à vista, registrou um salto de 8,1% na movimentação, com 6.442.139 consultas acumuladas.

O economista Emilio Alfieri, do Instituto de Economia Gastão Vidigal, da ACSP, analisa que o uso do crediário durante os primeiros três meses de 2011 foi afetado pelas medidas de contenção de consumo adotadas pelo governo.

No ano de 2010, o aumento médio das vendas a prazo foi de 10,4%, compara Alfieri. Ele recorda que o acumulado da movimentação do comércio no primeiro trimestre daquele ano resultava em crescimento de 6,6% para as compras a prazo, ante o desempenho de igual período de 2009. Em meados de 2010, o percentual já batia na casa de 9%, explica Alfieri. "A economia estava em recessão em 2009 e o ano seguinte começou em ritmo mais lento. Era o começo da recuperação da crise econômica mundial", justifica.

Já as transações à vista do primeiro trimestre de 2011, apontadas pelas consultas ao SCPC Cheque (8,1%) se mantiveram no mesmo patamar médio do ano passado. De acordo com o economista da ACSP, a perspectiva para os próximos meses é que o movimento de vendas do comércio paulistano apresente desaceleração gradativa nas duas modalidades de compra "se a massa salarial continuar crescendo em ritmo mais moderado". A ACSP projeta para o ano, na média entre os sistemas SCPC e SCPC Cheque, movimento de vendas entre 6% e 7% maior que o contabilizado em 2010.

Os indicadores da associação ainda mostram um retrato da inadimplência no primeiro trimestre de 2011, com crescimento de 9% nos registros recebidos. "A recuperação não acompanhou esse ritmo, indicando que a inadimplência voltou a subir no início deste ano", comenta Alfieri, referindo-se à alta de 4,2% nos registros cancelados. Isoladamente, o mês de março de 2011 apresentou aumento de 7,5% nos carnês atrasados e de 2,6% nas dívidas solucionadas.

No mês – De acordo com os indicadores da ACSP, as vendas à vista do mês de março cresceram 3,2%, na comparação com igual período de 2010. Na mesma base de comparação, as transações a prazo recuaram 3,5%. "Elas continuaram prejudicadas pelo Carnaval, que aconteceu no início do último mês", explica Alfieri.

Na comparação da movimentação de compras do mês passado com o período imediatamente anterior, as vendas à vista cresceram 1,3%, enquanto o crediário saltou 17,3%. "Parece um número alto, mas está abaixo do padrão usual para o período, de 20,5% nos últimos três anos", justifica Emílio Alfieri.

PACOTE TURÍSTICO VIRA NOVO FOCO DO MAGAZINE LUIZA NO VAREJO
jornal DCI 04/04/2011 – Gleyma Lima

Com um tíquete médio de R$ 484 e um crescimento de até 30% mantido há 10 anos, a rede varejista Magazine Luiza sai de Franca, no interior de São Paulo, onde foi criada, para agora levar seus clientes da classe emergente a viajarem pela primeira vez de avião, por meio do Luiza Viagens, o novo braço do grupo, inaugurado recentemente em parceria com a empresa Azul Linhas Aéreas. A rede segue os passos da Casas Bahia, do Grupo Pão de Açúcar (GPA), que há pouco tempo fechou semelhante acordo de vendas com líder aérea TAM, e agora instalam quiosques em periferias de São Paulo para vender passagens ao público C e D.

Segundo a presidente do Magazine Luiza, Luiza Helena Trajano, o intuito da rede é abocanhar parte dos 11 milhões de brasileiros previstos para começar a viajar de avião no País, segundo pesquisa realizada pelo Data Popular. "Hoje o nosso pacote é diferenciado, pois ele foi montado para a classe que não sabe nem o que é check in ou check out. No nosso avião é falado a mesma língua do povo", explicou a presidente, em evento realizado no WTC, na capital paulista. Apesar dessa movimentação de olho no aumento do turismo brasileiro, há quem tenha tirado o time de campo, e deixado de atuar na área de viagens. A rede supermercadista Carrefour vendeu suas lojas próprias de pacotes do setor para a CVC , líder nesse mercado. Por outro lado, o Carrefour anunciou sua entrada no ramo imobiliário, pois o objetivo é o de aproveitar a base de 114 hipermercados da rede no País para que em parceria com construtoras, além de erguer edifícios comerciais ou shopping centers no mesmo espaço.

Ainda que a movimentação pela venda de pacotes e passagens aéreas esteja forte no varejo, os planos do Magazine Luiza são mais amplos, com o objetivo de atuar em diversas vertentes, a empresa não descarta entrar ao mesmo tempo no Rio de Janeiro e Espírito Santo, com aquisições. "Não podemos chegar no Rio com duas, três lojas. Tem de chegar com uma força", disse Luiza, ao lembrar que quando veio para São Paulo apostou na abertura de 50 lojas ao mesmo. Ela afirmou que hoje, o segundo mercado mais importante da rede é a região sul.

Fidelização

Para manter os seus clientes fiéis, a rede investe no tradicional "Dia de Ouro", evento realizado deste 2005 e voltado aos consumidores mais fiéis, os Clientes Ouro. São ofertas diferenciadas, com condições de pagamento exclusivas. 401 lojas participam, sendo sete delas pela primeira vez este ano. Além das facilidades de pagamento proporcionadas pelo Cartão Luiza Ouro, somente nesses dias os usuários dessa modalidade de crédito contam ainda com o parcelamento de qualquer produto da loja, em até 10 vezes, sem juros no Cartão Luiza.

No âmbito dos negócios em si, as medidas anunciadas pelo governo no final do ano passado, que visam conter o ritmo do consumo e a concessão de crédito, não devem comprometer a expectativa de compras das classes C e D no Brasil ao longo de 2011, segundo Luiza Helena. "Notamos que o nível de endividamento não vem aumentando, e o consumo continua em um ritmo estável, o que contribui para um cenário positivo para o varejo neste ano", afirmou ela.

A avaliação de Luiza é que as ações do governo devem comprometer, em um primeiro momento, gastos com bens de maior valor, como imóveis e veículos, refletindo de forma pouco expressiva na compra de eletrodomésticos e eletrônicos. Ela ainda afirma que a questão de preço não é o principal desafio das empresas e que o atendimento com qualidade e velocidade são os grandes desafios das empresas varejistas do Brasil. "As únicas duas coisas que vão diferenciar uma empresa da outra são inovação e atendimento. Preço passou a ser commodity", afirmou. Segundo Luiza atualmente o cliente quer mais que um preço ele precisa de segurança.

Balanço

No ano passado, a companhia teve um lucro de R$ 68,8 milhões, ante um prejuízo de R$ 92,7 milhões em 2009 e perdas de R$ 76,6 milhões em 2008. A receita líquida totalizou R$ 4,808 bilhões em 2010, em um crescimento de 43% sobre o resultado de 2009. O lucro antes de impostos, juros, depreciação e amortização, na sigla em inglês (Ebtida) foi R$ 319 milhões no ano passado, ante R$ 64,6 milhões no exercício anterior.

A rede de lojas atingiu 604 unidades em dezembro de 2010, ante 455 em 2009. Em fevereiro deste ano a empresa apresentou um pedido de lançar ações na Bovespa, e ainda os recursos levantados com a oferta de ações (IPO) devem ser dirigidos para abertura de lojas, aquisições, investimentos em reformas de lojas e reforço do capital de giro. Lojas Americanas, Submarino, Lojas Renner e Marisa são outras empresas do setor varejista que já possuem ações negociadas na Bolsa.

PACOTE TURÍSTICO VIRA NOVO FOCO DO MAGAZINE LUIZA NO VAREJO

jornal DCI 04/04/2011 – Gleyma Lima

Com um tíquete médio de R$ 484 e um crescimento de até 30% mantido há 10 anos, a rede varejista Magazine Luiza sai de Franca, no interior de São Paulo, onde foi criada, para agora levar seus clientes da classe emergente a viajarem pela primeira vez de avião, por meio do Luiza Viagens, o novo braço do grupo, inaugurado recentemente em parceria com a empresa Azul Linhas Aéreas. A rede segue os passos da Casas Bahia, do Grupo Pão de Açúcar (GPA), que há pouco tempo fechou semelhante acordo de vendas com líder aérea TAM, e agora instalam quiosques em periferias de São Paulo para vender passagens ao público C e D.

Segundo a presidente do Magazine Luiza, Luiza Helena Trajano, o intuito da rede é abocanhar parte dos 11 milhões de brasileiros previstos para começar a viajar de avião no País, segundo pesquisa realizada pelo Data Popular. "Hoje o nosso pacote é diferenciado, pois ele foi montado para a classe que não sabe nem o que é check in ou check out. No nosso avião é falado a mesma língua do povo", explicou a presidente, em evento realizado no WTC, na capital paulista. Apesar dessa movimentação de olho no aumento do turismo brasileiro, há quem tenha tirado o time de campo, e deixado de atuar na área de viagens. A rede supermercadista Carrefour vendeu suas lojas próprias de pacotes do setor para a CVC , líder nesse mercado. Por outro lado, o Carrefour anunciou sua entrada no ramo imobiliário, pois o objetivo é o de aproveitar a base de 114 hipermercados da rede no País para que em parceria com construtoras, além de erguer edifícios comerciais ou shopping centers no mesmo espaço.

Ainda que a movimentação pela venda de pacotes e passagens aéreas esteja forte no varejo, os planos do Magazine Luiza são mais amplos, com o objetivo de atuar em diversas vertentes, a empresa não descarta entrar ao mesmo tempo no Rio de Janeiro e Espírito Santo, com aquisições. "Não podemos chegar no Rio com duas, três lojas. Tem de chegar com uma força", disse Luiza, ao lembrar que quando veio para São Paulo apostou na abertura de 50 lojas ao mesmo. Ela afirmou que hoje, o segundo mercado mais importante da rede é a região sul.

Fidelização

Para manter os seus clientes fiéis, a rede investe no tradicional "Dia de Ouro", evento realizado deste 2005 e voltado aos consumidores mais fiéis, os Clientes Ouro. São ofertas diferenciadas, com condições de pagamento exclusivas. 401 lojas participam, sendo sete delas pela primeira vez este ano. Além das facilidades de pagamento proporcionadas pelo Cartão Luiza Ouro, somente nesses dias os usuários dessa modalidade de crédito contam ainda com o parcelamento de qualquer produto da loja, em até 10 vezes, sem juros no Cartão Luiza.

No âmbito dos negócios em si, as medidas anunciadas pelo governo no final do ano passado, que visam conter o ritmo do consumo e a concessão de crédito, não devem comprometer a expectativa de compras das classes C e D no Brasil ao longo de 2011, segundo Luiza Helena. "Notamos que o nível de endividamento não vem aumentando, e o consumo continua em um ritmo estável, o que contribui para um cenário positivo para o varejo neste ano", afirmou ela.

A avaliação de Luiza é que as ações do governo devem comprometer, em um primeiro momento, gastos com bens de maior valor, como imóveis e veículos, refletindo de forma pouco expressiva na compra de eletrodomésticos e eletrônicos. Ela ainda afirma que a questão de preço não é o principal desafio das empresas e que o atendimento com qualidade e velocidade são os grandes desafios das empresas varejistas do Brasil. "As únicas duas coisas que vão diferenciar uma empresa da outra são inovação e atendimento. Preço passou a ser commodity", afirmou. Segundo Luiza atualmente o cliente quer mais que um preço ele precisa de segurança.

Balanço

No ano passado, a companhia teve um lucro de R$ 68,8 milhões, ante um prejuízo de R$ 92,7 milhões em 2009 e perdas de R$ 76,6 milhões em 2008. A receita líquida totalizou R$ 4,808 bilhões em 2010, em um crescimento de 43% sobre o resultado de 2009. O lucro antes de impostos, juros, depreciação e amortização, na sigla em inglês (Ebtida) foi R$ 319 milhões no ano passado, ante R$ 64,6 milhões no exercício anterior.

A rede de lojas atingiu 604 unidades em dezembro de 2010, ante 455 em 2009. Em fevereiro deste ano a empresa apresentou um pedido de lançar ações na Bovespa, e ainda os recursos levantados com a oferta de ações (IPO) devem ser dirigidos para abertura de lojas, aquisições, investimentos em reformas de lojas e reforço do capital de giro. Lojas Americanas, Submarino, Lojas Renner e Marisa são outras empresas do setor varejista que já possuem ações negociadas na Bolsa.

TURISTAS TÊM OPÇÕES PARA FUGIR DO IOF

jornal Folha de S. Paulo 04/04/2011 - Eduardo Cucolo e Mariana Sallowicz

O aumento na tributação das compras no cartão de crédito fora do país levou muitos viajantes a buscar alternativas para fugir do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) mais caro, como cartões pré-pagos, cartão de débito, travelers cheques e moeda em espécie.

A vantagem é a tributação de 0,38% de IOF, abaixo da do cartão de crédito, que subiu de 2,38% para 6,38%.

Os cartões pré-pagos ainda são oferecidos por poucos bancos comerciais, mas podem ser encontrados em várias corretoras de câmbio.

Têm como vantagem, além do imposto menor, a possibilidade de compras on-line em lojas do exterior e o uso na função débito.

"Outro diferencial é o crédito não expirar. O cliente coloca o valor que acha que irá gastar. Se sobrar, pode usar em outras viagens ou vender o que restou", afirma Rose Del Col, vice-presidente das Américas para produtos pré-pagos da American Express.

A taxa de câmbio é fixada no momento da aquisição ou recarga, evitando flutuações.

Outro custo, além do IOF, é uma taxa nos saques (normalmente, US$ 2,50).

Os cartões de débito, os mesmo usados no Brasil, normalmente precisam ser ativados para funcionar fora. As taxas, que variam de acordo com o banco, são maiores.

Os travelers cheques, que já foram a principal opção para os turistas antes do avanço dos meios eletrônicos, também possuem taxa de compra e venda que varia de acordo com o banco. O problema, nesse caso, é a aceitação mais limitada.


CÂMBIO

A cotação usada nos cheques de viagem, a mesma do pré-pago, é pouco inferior à da venda de dinheiro em espécie, no caso do dólar ou euro. Em outras moedas, no entanto, alguns bancos e corretoras cobram uma taxa mais baixa pelo dinheiro virtual.

A principal desvantagem dessas alternativas é que exigem que o turista compre o dinheiro antecipadamente.

"Com o cartão de crédito, paga-se a fatura posteriormente, com possibilidade de parcelar. Por isso, essas formas de pagamento devem ser complementares", diz Felipe Maffei, diretor de produtos da Visa do Brasil.

Dividir os gastos entre cartão de crédito e pré-pago também permite diluir o risco de variação do câmbio. No crédito, vale o dólar do pagamento da fatura, o que pode ser bom, no caso de queda da moeda, ou ruim, na alta.

Outras vantagens do crédito são os bônus em programas de milhagem e o fato de não haver sobra de dinheiro, principalmente em uma época em que o real se valoriza.


TEMPORÁRIO

Sandra Rodrigues, gerente-executiva do Santander, diz que o aumento do IOF elevou a procura por cheques e por dinheiro em espécie. Para ela, no entanto, esse movimento pode ser temporário.

"Dependendo do gasto, a diferença de preço em relação ao produto no Brasil não inviabiliza a compra."

Pesa ainda a tendência de crescimento no uso do cartão de crédito, cuja participação no gasto com viagens internacionais cresceu de 51% para 61% em seis anos.

Um gasto de US$ 500 no crédito, por exemplo, fica R$ 35 mais caro em relação ao IOF de 2,38% e R$ 50 superior ao pagamento no pré-pago, cheque ou dinheiro.
Se o mesmo produto custar mais no Brasil, ainda pode ser um bom negócio.

Mais bandeiras lançam cartões pré-pagos

Os gastos dos brasileiros no exterior, que bateram recorde no primeiro bimestre, têm chamado a atenção das grandes administradoras internacionais. A MasterCard e a American Express lançaram no mês passado cartões pré-pagos de viagem, até então oferecidos no país somente pela Visa.


A estratégia das empresas de colocar no mercado mais um forma de pagamento ocorre em cenário positivo para o aumento do consumo no exterior.


Na sexta, o dólar atingiu seu nível mais baixo em dois anos e meio (R$ 1,612).


Ao mesmo tempo, o aumento do poder de consumo da população também tem resultado em crescimento das viagens.


"O Brasil tem vivido um momento de expansão econômica e isso tem feito com que cada vez mais brasileiros, de diferentes classes sociais, possam sair do país", afirma Maurício Alves, vice-presidente de produtos da MasterCard.


Segundo a empresa, o mercado de pré-pagos representa atualmente US$ 12 bilhões em oportunidades na América Latina. Para 2017, a previsão é que o valor alcance US$ 81 bilhões.


Rose Del Col, vice-presidente das Américas para produtos pré-pagos da American Express, diz que o lançamento veio após pesquisas com os consumidores, que buscavam um produto nesse formato.


"Fizemos um modelo baseado nas expectativas que identificamos, como não ter uma tarifa de inatividade e o saldo não expirar."


O cartão pode ser usado em qualquer lugar fora do país que aceite a bandeira American. A marca prevê movimentar US$ 1 bilhão por ano com a modalidade.


As empresas argumentam que entre as vantagens está a conveniência de fixar o câmbio no ato da compra, além de poder recarregar créditos no exterior.


A Visa, que oferece o Visa Travel Money desde 1996, vê a modalidade como uma das mais promissoras em seu portfólio.


"O uso do produto cresce a cada ano e tende a se intensificar", afirma Felipe Maffei, diretor de produtos da Visa do Brasil.

RIO CLARO: CARTÃO ALIMENTAÇÃO SERÁ DADO A SERVIDORES

portal Diário do Vale 03/04/2011

A prefeitura de Rio Claro está providenciando para seus funcionários efetivos, o cartão alimentação no valor de R$ 100 mensais.

A empresa que apresentou a melhor proposta, foi a Green Card, e o processo já está em fase de homologação. A intenção da prefeitura é que os servidores recebam o mais rápido possível o benefício.

A contratação será feita no prazo de 12 meses, com valor estimado de R$ 985.687,92 e o número total de cartões confeccionados será de oitocentos e trinta e quatro.

O cartão é aceito em diversos estabelecimentos em Rio Claro, distritos e também na região.

Entre as vantagens do cartão alimentação estão: a comodidade de evitar carregar valores, evitando roubos e perdas e a garantia de rapidez no recebimento e utilização do serviço.

CREDICARD E SAPORE BENEFÍCIOS OFERECERÃO CRÉDITO CONSIGNADO

portal Cardnews 01/04/2011

A Credicard, administradora de cartões de crédito do Citi, e a Sapore Benefícios, empresa de cartões de benefícios do grupo Sapore formaram uma parceria inédita para atuar nos mercados de crédito consignado (desconto em folha) e em diversas modalidades de seguros e assistências, como desemprego, acidentes pessoais, viagem, residencial, entre outros.

No acordo, a Sapore trará sua experiência no mercado e uma base de 3 mil empresas-clientes em todo o Brasil, que hoje empregam mais de um milhão de trabalhadores. Já a Credicard será responsável pela oferta e vendas dos empréstimos e seguros. O presidente da Credicard, Leonel Andrade, afirma que a parceria já nasce com um universo considerável de potenciais clientes.

Na área de seguros, uma das principais vantagens é o conceito da apólice coletiva, que resulta em um custo muito mais vantajoso para o consumidor final. As empresas oferecerão inicialmente os produtos: Assistência Viagem, Seguro contra Acidentes Pessoais e Assistência Residencial, além do Seguro Desemprego.

COMO FUNCIONA

Crédito pré-aprovado - Após uma conversa telefônica de poucos minutos, o empréstimo, que já está pré-aprovado, é concedido pela Credicard ao cliente em até 24 horas, sem que o RH da empresa precise mediar a negociação.

Taxa de juros - Já a taxa de juros do empréstimo será definida de acordo com o prazo de pagamento e o perfil da empresa do cliente, podendo variar de três a 60 meses. O valor máximo a ser financiado será de oito vezes o salário bruto do funcionário e a prestação não deverá exceder 30% da renda.