portal Maxpress 15/07/2011 – release Ketchum Estratégia
O Banco Rendimento, um dos principais emissores de cartão pré-pago no Brasil, registra um aumento de 65% nas vendas de cartões Rendimento Visa TravelMoney em relação à 2010. Apenas em maio, quando o Governo alterou de 2,38% para 6,38% o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para compras no cartão de crédito no exterior, o aumento nas vendas de cartões pré-pagos foi de 30%.
De acordo com Roger Ades, diretor de Produtos do Banco Rendimento, a instituição fechou 2010 com a base de 387 mil cartões ativos e estima ultrapassar a marca de 500 mil ativos até o final deste ano. “O volume movimentado pelos usuários em viagens internacionais com os cartões pré-pagos passou de US$ 239 milhões em 2009 para US$ 362 milhões em 2010”, afirma o executivo. Segundo dados divulgados pelo Banco Central, os gastos de turistas brasileiros no exterior em 2011 já somaram mais de US$ 8 bilhões. Apenas em maio, as despesas realizadas no exterior somaram US$ 1,66 bilhão, recorde histórico para o período.
Com o aumento do IOF para compras no cartão de crédito no exterior o cartão pré-pago Visa TravelMoney é uma alternativa econômica para turistas em viagens fora do país. O plástico é dedicado ao pagamento de despesas realizadas em viagens ao exterior e tem o IOF de uma operação de câmbio, 0,38%.
O cartão internacional Rendimento Visa TravelMoney pode ser utilizado para saques em cerca de 1,8 milhão de caixas eletrônicos (rede Plus) e compras em mais de 30 milhões de estabelecimentos (rede Visa), em 200 países. Além de segurança, o cartão oferece benefícios ao turista brasileiro em destinos internacionais, como a realização de compras e saques em moeda local, sem risco de perda com a alta da moeda carregada no plástico durante o período da viagem, possibilidade de recarga do cartão em dólares americanos, euros ou libras quantas vezes desejadas, mesmo à distância, entre outros benefícios.
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16 de jul. de 2011
14 de jul. de 2011
CARTÃO PRÉ-PAGO FAZ CONFIDENCE CRESCER 50%
jornal DCI 13/07/2011 - Marcelle Gutierrez
Em consequência da ascensão do emprego e da renda, e da valorização do real diante do dólar americano, os gastos dos brasileiros no exterior apresentam contínua elevação no início deste ano. De acordo com dados do Banco Central, de janeiro a maio, as despesas somaram US$ 8,33 bilhões, acréscimo de 45% ante o mesmo período de 2010, de R$ 5,72 bilhões ,e, para 2011, a projeção para os gastos chega de US$ 15 bilhões. O aquecimento do setor não impulsiona somente os negócios das agências de turismo, mas também das instituições financeiras, que lançam novos produtos e serviços. O grupo Confidence, por exemplo, projeta crescimento de 50% para este ano devido o aumento da procura.
Na comparação mensal, as despesas totais com viagens internacionais subiram 43,9% em maio em relação ao mesmo mês do ano passado, de R$ 1,156 bilhão para R$ 1,664 bilhão. Em abril, o crescimento foi de 58,1%. Segundo Alexandre Galvão, professor do Ibmec, o aumento do emprego e renda possibilita que mais uma fatia da população tenha acesso ao lazer, com viagens turísticas, e intercâmbio estudantil. "Além do maior poder aquisitivo, também podemos citar a internacionalização das empresas, com o envio de mais funcionários para outros países, o que aumenta o fluxo de capitais."
O professor ressalta que as instituições financeiras mais beneficiadas com a elevação de gastos em outros países são as que atuam no segmento de câmbio, já que há maior rede de distribuição e estrutura de suporte para atender as demandas. "A estratégia depende de cada instituição, pois não há somente a compra de papel-moeda, como antigamente, mas muitos serviços. Contudo, percebemos que os grandes bancos têm dificuldade em qualquer serviço diferenciado, e que as instituições menores cobrem o espaço com atendimento e serviços diretos." O professor também cita o avanço das bandeiras internacionais, que possuem cartões de crédito e pré-pagos, muito utilizados em compras no exterior.
O grupo Confidence, que possui corretora e banco de câmbio, atua no segmento há 15 anos e para 2011 projeta crescimento de 50% por conta da elevação da procura, o que ocasionou a abertura de novas lojas. "Com a nova realidade do turismo brasileiro, o movimento para as instituições que lidam com o câmbio é crescente", explicou Andréas Wiemer, vice-presidente Executivo da companhia.
A participação de mercado (market share, na sigla em inglês) em varejo é de 14% e o faturamento em 2010 chegou a US$ 1 bilhão, aproximadamente.
Além das operações de troca de papel-moeda, o executivo cita como novo "carro-chefe" os cartões pré-pagos, que já representam 30% dos produtos da Confidence e devem aumentar para 40% até o final do ano. "Somente em junho e início de julho de 2011, registramos 100% de crescimento em cartões pré-pagos", disse Wiemer.
Para o vice-presidente, o produto substitui os tradicionais traveller checks e consiste em boa alternativa em um cenário de aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). "O traveller check só apresenta desvantagens, como burocracia para reembolso em caso de roubo, altas tarifas e baixa aceitação em muitos países. Com o pré-pago, há a recarga a medida que for necessário, o que evita uma descapitalização, e disponibilidade em várias moedas, como o dólar canadense ou australiano", pontuou Wiemer, que acrescentou: "É uma ótima opção em relação ao cartão de crédito, que para compras no exterior teve o IOF elevado de 2,38% para 6,38%. No pré-pago , a alíquota é de 0,38%".
Dados do Banco Central confirmam que o aumento do IOF fez com que os brasileiros buscassem outro meio de pagamento. Do total de US$ 1,664 bilhão gastos em viagens internacionais, os pagamentos com cartões de crédito foram de US$ 909 milhões, o que corresponde a 54,7%. Em abril, equivaliam a 60,7% das despesas totais, que somaram US$ 1,94 bilhões.
Em cartões pré-pagos, o Confidence emite o Visa TravelMoney. Mas, segundo o vice-presidente, já existe negociações com a Mastercard Cash Passport, lançado em março de 2011, e com câmbio em dólar, euro ou libra. A American Express também atua no segmento, com o GlobalTravel, disponível em dólar, libra esterlina e euro pelo Itaú Unibanco.
Em consequência da ascensão do emprego e da renda, e da valorização do real diante do dólar americano, os gastos dos brasileiros no exterior apresentam contínua elevação no início deste ano. De acordo com dados do Banco Central, de janeiro a maio, as despesas somaram US$ 8,33 bilhões, acréscimo de 45% ante o mesmo período de 2010, de R$ 5,72 bilhões ,e, para 2011, a projeção para os gastos chega de US$ 15 bilhões. O aquecimento do setor não impulsiona somente os negócios das agências de turismo, mas também das instituições financeiras, que lançam novos produtos e serviços. O grupo Confidence, por exemplo, projeta crescimento de 50% para este ano devido o aumento da procura.
Na comparação mensal, as despesas totais com viagens internacionais subiram 43,9% em maio em relação ao mesmo mês do ano passado, de R$ 1,156 bilhão para R$ 1,664 bilhão. Em abril, o crescimento foi de 58,1%. Segundo Alexandre Galvão, professor do Ibmec, o aumento do emprego e renda possibilita que mais uma fatia da população tenha acesso ao lazer, com viagens turísticas, e intercâmbio estudantil. "Além do maior poder aquisitivo, também podemos citar a internacionalização das empresas, com o envio de mais funcionários para outros países, o que aumenta o fluxo de capitais."
O professor ressalta que as instituições financeiras mais beneficiadas com a elevação de gastos em outros países são as que atuam no segmento de câmbio, já que há maior rede de distribuição e estrutura de suporte para atender as demandas. "A estratégia depende de cada instituição, pois não há somente a compra de papel-moeda, como antigamente, mas muitos serviços. Contudo, percebemos que os grandes bancos têm dificuldade em qualquer serviço diferenciado, e que as instituições menores cobrem o espaço com atendimento e serviços diretos." O professor também cita o avanço das bandeiras internacionais, que possuem cartões de crédito e pré-pagos, muito utilizados em compras no exterior.
O grupo Confidence, que possui corretora e banco de câmbio, atua no segmento há 15 anos e para 2011 projeta crescimento de 50% por conta da elevação da procura, o que ocasionou a abertura de novas lojas. "Com a nova realidade do turismo brasileiro, o movimento para as instituições que lidam com o câmbio é crescente", explicou Andréas Wiemer, vice-presidente Executivo da companhia.
A participação de mercado (market share, na sigla em inglês) em varejo é de 14% e o faturamento em 2010 chegou a US$ 1 bilhão, aproximadamente.
Além das operações de troca de papel-moeda, o executivo cita como novo "carro-chefe" os cartões pré-pagos, que já representam 30% dos produtos da Confidence e devem aumentar para 40% até o final do ano. "Somente em junho e início de julho de 2011, registramos 100% de crescimento em cartões pré-pagos", disse Wiemer.
Para o vice-presidente, o produto substitui os tradicionais traveller checks e consiste em boa alternativa em um cenário de aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). "O traveller check só apresenta desvantagens, como burocracia para reembolso em caso de roubo, altas tarifas e baixa aceitação em muitos países. Com o pré-pago, há a recarga a medida que for necessário, o que evita uma descapitalização, e disponibilidade em várias moedas, como o dólar canadense ou australiano", pontuou Wiemer, que acrescentou: "É uma ótima opção em relação ao cartão de crédito, que para compras no exterior teve o IOF elevado de 2,38% para 6,38%. No pré-pago , a alíquota é de 0,38%".
Dados do Banco Central confirmam que o aumento do IOF fez com que os brasileiros buscassem outro meio de pagamento. Do total de US$ 1,664 bilhão gastos em viagens internacionais, os pagamentos com cartões de crédito foram de US$ 909 milhões, o que corresponde a 54,7%. Em abril, equivaliam a 60,7% das despesas totais, que somaram US$ 1,94 bilhões.
Em cartões pré-pagos, o Confidence emite o Visa TravelMoney. Mas, segundo o vice-presidente, já existe negociações com a Mastercard Cash Passport, lançado em março de 2011, e com câmbio em dólar, euro ou libra. A American Express também atua no segmento, com o GlobalTravel, disponível em dólar, libra esterlina e euro pelo Itaú Unibanco.
22 de jun. de 2011
CARTÃO PRÉ-PAGO É OPÇÃO DE PLANEJAMENTO E SEGURANÇA DURANTE AS FÉRIAS
portal Maxpress 21/06/2011 – release Estratégia Comunicação Empresarial
As viagens ao exterior são sonhos cada vez mais acessíveis para um grande número de brasileiros. De acordo com dados do Banco Central, em julho de 2010 os turistas brasileiros gastaram cerca de US$ 1,53 bilhão em viagens internacionais. A ida ao exterior, no entanto, exige um bom planejamento para organizar as despesas durante o passeio e evitar que a experiência de lazer se transforme em custos extras ou até em dor de cabeça.
Com o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para compras no cartão de crédito no exterior, de 2,38% para 6,38%, o cartão pré-pago internacional Rendimento Visa TravelMoney é uma excelente alternativa para turistas que estarão em outros países. Desenvolvido especialmente para o pagamento de despesas realizadas em viagens ao exterior, o cartão tem o IOF de uma operação de câmbio, 0,38%, e pode ser carregado em dólar americano, euro ou libra esterlina.
O produto conta também com todos os itens de segurança e benefícios do plástico. “Outra grande vantagem do cartão internacional Rendimento Visa TravelMoney é que o cliente paga o valor do câmbio do dia em que realiza a compra, diferentemente do que acontece com os cartões de crédito, cujo valor é fechado no dia do vencimento da fatura”, destaca Alexandre Fialho, diretor de Planejamento do Banco Rendimento.
O cartão internacional Rendimento Visa TravelMoney é aceito em mais de 30 milhões de estabelecimentos credenciados à rede Visa (restaurantes, hotéis, farmácias etc.) e pode ser utilizado para saques em cerca 1,8 milhão de caixas eletrônicos filiados à rede Plus, distribuídos em mais de 200 países. Além disso, o cartão não tem custo de aquisição.
Conheça todas as vantagens do cartão Rendimento Visa TravelMoney:
• O cartão pré-pago pode ser carregado e recarregado em dólares americanos, euros ou libras esterlinas quantas vezes forem desejadas, mesmo à distância.
• Permite realizar compras e saques em moeda local, sem risco de perda com a alta da moeda carregada no cartão durante o período da viagem.
• Em caso de perda ou roubo, pode-se solicitar sua reposição imediata.
• O cliente conta com a Central Rendimento Visa TravelMoney, disponível 24 horas por dia, com atendimento em português e ligação gratuita.
• Na volta ao Brasil, caso haja saldo disponível, o usuário poderá guardá-lo para uma próxima viagem, resgatá-lo ou adicionar a ele o valor que quiser.
• O Banco Rendimento não faz a cobrança de qualquer tarifa na realização de compras. Para cada saque realizado, há uma taxa de 2,50 (na moeda adquidirda do cartão).
• Para adquirir os cartões Rendimento Visa TravelMoney, os interessados podem entrar em contato com o Banco Rendimento por meio dos telefones 4003 7666 ou 0800 771 7886, ou ainda pelo site www.rendimento.com.br.
As viagens ao exterior são sonhos cada vez mais acessíveis para um grande número de brasileiros. De acordo com dados do Banco Central, em julho de 2010 os turistas brasileiros gastaram cerca de US$ 1,53 bilhão em viagens internacionais. A ida ao exterior, no entanto, exige um bom planejamento para organizar as despesas durante o passeio e evitar que a experiência de lazer se transforme em custos extras ou até em dor de cabeça.
Com o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para compras no cartão de crédito no exterior, de 2,38% para 6,38%, o cartão pré-pago internacional Rendimento Visa TravelMoney é uma excelente alternativa para turistas que estarão em outros países. Desenvolvido especialmente para o pagamento de despesas realizadas em viagens ao exterior, o cartão tem o IOF de uma operação de câmbio, 0,38%, e pode ser carregado em dólar americano, euro ou libra esterlina.
O produto conta também com todos os itens de segurança e benefícios do plástico. “Outra grande vantagem do cartão internacional Rendimento Visa TravelMoney é que o cliente paga o valor do câmbio do dia em que realiza a compra, diferentemente do que acontece com os cartões de crédito, cujo valor é fechado no dia do vencimento da fatura”, destaca Alexandre Fialho, diretor de Planejamento do Banco Rendimento.
O cartão internacional Rendimento Visa TravelMoney é aceito em mais de 30 milhões de estabelecimentos credenciados à rede Visa (restaurantes, hotéis, farmácias etc.) e pode ser utilizado para saques em cerca 1,8 milhão de caixas eletrônicos filiados à rede Plus, distribuídos em mais de 200 países. Além disso, o cartão não tem custo de aquisição.
Conheça todas as vantagens do cartão Rendimento Visa TravelMoney:
• O cartão pré-pago pode ser carregado e recarregado em dólares americanos, euros ou libras esterlinas quantas vezes forem desejadas, mesmo à distância.
• Permite realizar compras e saques em moeda local, sem risco de perda com a alta da moeda carregada no cartão durante o período da viagem.
• Em caso de perda ou roubo, pode-se solicitar sua reposição imediata.
• O cliente conta com a Central Rendimento Visa TravelMoney, disponível 24 horas por dia, com atendimento em português e ligação gratuita.
• Na volta ao Brasil, caso haja saldo disponível, o usuário poderá guardá-lo para uma próxima viagem, resgatá-lo ou adicionar a ele o valor que quiser.
• O Banco Rendimento não faz a cobrança de qualquer tarifa na realização de compras. Para cada saque realizado, há uma taxa de 2,50 (na moeda adquidirda do cartão).
• Para adquirir os cartões Rendimento Visa TravelMoney, os interessados podem entrar em contato com o Banco Rendimento por meio dos telefones 4003 7666 ou 0800 771 7886, ou ainda pelo site www.rendimento.com.br.
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13 de jun. de 2011
COM O QUE PAGAR? AVALIE QUAL A MELHOR FORMA DE ARCAR COM DESPESAS NO EXTERIOR
portal InfoMoney 10/06/2011 - Camila F. de Mendonça
As férias de julho estão chegando e, com o dólar ainda competitivo, muitos brasileiros devem embarcar para o exterior. Depois dos cuidados na hora de comprar as passagens e reservar a hospedagem, os consumidores acreditam que estão preparados para aproveitar a viagem. Mas muitos esquecem que, lá fora, fazer compras pode ser diferente do que fazer aqui.
Primeiro porque, dependendo da forma de pagamento escolhida, a conta pode sair mais ou menos cara, como explica a superintendente de Comércio Exterior do Itaú Unibanco, Valeria Mortari, e o superintendente de produtos Cartões da instituição, Frederico Souza. No exterior, as opções para fazer compras são cartão de débito e de crédito internacional, cartão pré-pago de viagem, traveller check e dinheiro. Na hora de escolher, os consumidores devem atentar à aceitabilidade, aos custos e aos benefícios de cada uma dessas formas de pagamento.
Para as próximas férias de julho, os executivos esperam um aumento mais intenso tanto no uso do cartão de crédito internacional quanto do pré-pago.“Quando falamos de pré-pago, traveller check ou espécie, a compra é no ato. Essas formas são para quem precisa de previsibilidade da variação cambial”, dizem os executivos. O cartão de crédito, por outro lado, é para quem precisa de prazo.
IOF e câmbio
Diante da alta do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) sobre compras com cartão de crédito no exterior e a instabilidade do câmbio, as opções mais em conta são justamente os meios que permitem pagamento no ato. “A vantagem [no caso do cartão de débito] é que você tem alíquota de IOF menor. Hoje, a melhor opção é o IOF reduzido. E no cenário de instabilidade cambial, o cartão de débito lhe permite não ter surpresas com a taxa”.
No caso do traveller check, do cartão pré-pago e débito, o IOF no ato da compra é de 0,38%. Já para o cartão de crédito, o imposto alcança os 6,38%. “Os cartões pré-pagos têm como vantagem, além do imposto menor, a possibilidade de fazer compras on-line em lojas do exterior. Outro diferencial é o crédito não expirar. O cliente coloca o valor que acha que vai gastar e, se sobrar, ele pode usar em outras viagens. Além disso, o produto possui a conveniência de fixar o câmbio no ato da compra, além da possibilidade de recarregar os créditos no exterior”.
Para diluir os riscos de variação do câmbio, os executivos recomendam aos consumidores ficarem atentos ao tempo da viagem. “Se a viagem for curta, é melhor usar o pré-pago. Se for longa, o cartão de débito ou de crédito é a melhor opção”, afirmam. “As formas de pagamento devem ser complementares. Dividir os gastos entre cartão de crédito e pré-pago também permite diluir o risco de variação de câmbio”.
No quesito segurança e aceitabilidade, o dinheiro fica para trás. “Quando falamos de compra de maior valor, o estabelecimento não aceita de forma muito boa a espécie, as notas altas. O meio eletrônico é sempre mais bem aceito”, dizem. Sem contar os riscos de andar com dinheiro no exterior, que são maiores por conta de perdas e roubos.
O cartão de crédito também pode ser boa opção para quem fica de olho nos benefícios. “Temos que lembrar que muitos dos cartões têm programas de benefícios atrelados ao gasto e todos os cartões de crédito internacionais têm serviços de assistência e seguros ao cliente no exterior”, reforçam os executivos.
Destino: EUA
De acordo com levantamento feito pelo Itaú Unibanco, dos meios comercializados pelo banco, o cartão de crédito é o mais usado pelos brasileiros no exterior. Apesar disso, o traveller check ainda tem o seu espaço garantido. “Percebemos o aumento também neste produto da mesma forma que no pré pago. Acreditamos que no futuro esta situação se reverta, ou seja, o pré-pago tomará lugar do traveller check”, consideraram os executivos.
Segundo o banco, os estados norteamericanos de Orlando e Miami são os lugares onde os brasileiros mais utilizam cartões pré-pago. Na Europa, Londres é a cidade onde mais se utiliza esse meio de pagamento. Como o destino preferido é os Estados Unidos, 70% das cargas dos pré-pagos do banco são feitas em dólar. “Quanto ao uso do pré-pago em dólar, 89% é para compras em geral e somente 11% para saque”.
As férias de julho estão chegando e, com o dólar ainda competitivo, muitos brasileiros devem embarcar para o exterior. Depois dos cuidados na hora de comprar as passagens e reservar a hospedagem, os consumidores acreditam que estão preparados para aproveitar a viagem. Mas muitos esquecem que, lá fora, fazer compras pode ser diferente do que fazer aqui.
Primeiro porque, dependendo da forma de pagamento escolhida, a conta pode sair mais ou menos cara, como explica a superintendente de Comércio Exterior do Itaú Unibanco, Valeria Mortari, e o superintendente de produtos Cartões da instituição, Frederico Souza. No exterior, as opções para fazer compras são cartão de débito e de crédito internacional, cartão pré-pago de viagem, traveller check e dinheiro. Na hora de escolher, os consumidores devem atentar à aceitabilidade, aos custos e aos benefícios de cada uma dessas formas de pagamento.
Para as próximas férias de julho, os executivos esperam um aumento mais intenso tanto no uso do cartão de crédito internacional quanto do pré-pago.“Quando falamos de pré-pago, traveller check ou espécie, a compra é no ato. Essas formas são para quem precisa de previsibilidade da variação cambial”, dizem os executivos. O cartão de crédito, por outro lado, é para quem precisa de prazo.
IOF e câmbio
Diante da alta do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) sobre compras com cartão de crédito no exterior e a instabilidade do câmbio, as opções mais em conta são justamente os meios que permitem pagamento no ato. “A vantagem [no caso do cartão de débito] é que você tem alíquota de IOF menor. Hoje, a melhor opção é o IOF reduzido. E no cenário de instabilidade cambial, o cartão de débito lhe permite não ter surpresas com a taxa”.
No caso do traveller check, do cartão pré-pago e débito, o IOF no ato da compra é de 0,38%. Já para o cartão de crédito, o imposto alcança os 6,38%. “Os cartões pré-pagos têm como vantagem, além do imposto menor, a possibilidade de fazer compras on-line em lojas do exterior. Outro diferencial é o crédito não expirar. O cliente coloca o valor que acha que vai gastar e, se sobrar, ele pode usar em outras viagens. Além disso, o produto possui a conveniência de fixar o câmbio no ato da compra, além da possibilidade de recarregar os créditos no exterior”.
Para diluir os riscos de variação do câmbio, os executivos recomendam aos consumidores ficarem atentos ao tempo da viagem. “Se a viagem for curta, é melhor usar o pré-pago. Se for longa, o cartão de débito ou de crédito é a melhor opção”, afirmam. “As formas de pagamento devem ser complementares. Dividir os gastos entre cartão de crédito e pré-pago também permite diluir o risco de variação de câmbio”.
No quesito segurança e aceitabilidade, o dinheiro fica para trás. “Quando falamos de compra de maior valor, o estabelecimento não aceita de forma muito boa a espécie, as notas altas. O meio eletrônico é sempre mais bem aceito”, dizem. Sem contar os riscos de andar com dinheiro no exterior, que são maiores por conta de perdas e roubos.
O cartão de crédito também pode ser boa opção para quem fica de olho nos benefícios. “Temos que lembrar que muitos dos cartões têm programas de benefícios atrelados ao gasto e todos os cartões de crédito internacionais têm serviços de assistência e seguros ao cliente no exterior”, reforçam os executivos.
Destino: EUA
De acordo com levantamento feito pelo Itaú Unibanco, dos meios comercializados pelo banco, o cartão de crédito é o mais usado pelos brasileiros no exterior. Apesar disso, o traveller check ainda tem o seu espaço garantido. “Percebemos o aumento também neste produto da mesma forma que no pré pago. Acreditamos que no futuro esta situação se reverta, ou seja, o pré-pago tomará lugar do traveller check”, consideraram os executivos.
Segundo o banco, os estados norteamericanos de Orlando e Miami são os lugares onde os brasileiros mais utilizam cartões pré-pago. Na Europa, Londres é a cidade onde mais se utiliza esse meio de pagamento. Como o destino preferido é os Estados Unidos, 70% das cargas dos pré-pagos do banco são feitas em dólar. “Quanto ao uso do pré-pago em dólar, 89% é para compras em geral e somente 11% para saque”.
30 de mai. de 2011
CARTÃO PRÉ-PAGO GANHA DESTAQUE EM VIAGENS
portal Globo Online 29/05/2011 - Lucianne Carneiro
O aumento da alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para as compras com cartão de crédito no exterior ampliou a procura pelos cartões de débito pré-pagos em até 40% em abril, frente a igual período do ano passado. E a expectativa das empresas emissoras e distribuidoras é que esse tipo de plástico ganhe ainda mais destaque com a proximidade das férias de julho e se consolide como uma alternativa para o viajante ao exterior.
Especialistas dizem, no entanto, que a diversificação é a melhor forma de levar dólares, euros e outras moedas ao exterior, já que cada meio de pagamento - papel-moeda, cartão de crédito, débito pré-pago e cheques de viagem - tem suas vantagens e desvantagens.
- É sempre bom o viajante diversificar e levar um pouco de cada tipo. Cada um tem seus inconvenientes e vantagens - afirma o professor de Finanças do Insper, George Ohanian.
Para frear os gastos dos consumidores, o governo aumentou a alíquota do IOF cobrado nas compras com cartão de crédito no exterior de 2,38% para 6,38%. Já a alíquota para o de débito pré-pago, para o uso da função débito no plástico múltiplo e para papel-moeda é de 0,38%.
Segurança e controle no orçamento da viagem
É preciso ficar atento, no entanto, à cotação de câmbio usada nas operações com o plástico. No cartão de crédito, geralmente é cobrada a taxa comercial - mais vantajosa para o viajante - , enquanto os débitos pré-pagos costumam usar o câmbio turismo. Visa, Mastercard e American Express já oferecem a alternativa do cartão de débito pré-pago, que pode ser carregado em dólar ou euro e até em outras moedas, como o peso argentino, dependendo da bandeira e do emissor do cartão.
- Às vezes, a diferença do imposto maior no crédito pode ser compensada pela taxa de câmbio mais vantajosa. Deve-se olhar outros aspectos além do IOF - acrescenta Ohanian.
No Banco do Brasil, um dos emissores do Visa Travel Money, o número de operações com o plástico nos primeiros 15 dias de abril foi 25% superior ao de igual período de março, enquanto o volume financeiro subiu 40%, na mesma base de comparação. Em março tinham sido fechadas 3.900 operações de câmbio, no total de R$ 14,7 milhões.
- Com o aumento do IOF para o cartão de crédito, as vendas subiram 40% em abril, frente a igual período de 2010. Esperamos um crescimento de 50% nesta temporada de inverno - diz o diretor comercial do Grupo Fitta, Luiz Ramos, que distribui os cartões Mastercard Travel Card.
Já no Banco Rendimento - responsável por cerca de 55% dos cartões Visa Travel Money emitidos - o aumento das vendas em abril foi de 30%, em comparação com abril de 2010.
- As vendas do cartão de débito pré-pago já vinham subindo desde 2003, mas com o aumento do IOF houve uma nova onda e os viajantes passaram a prestar mais atenção - aponta o diretor de Planejamento Alexandre Fialho.
A diretora do Departamento de Câmbio do Bradesco, Marlene Millan, explica que o banco lançou este ano os cartões de débito pré-pago das bandeiras Visa e Amex e tem registrado procura maior do que a estimada:
- Temos feito cerca de 60 operações por dia, muito acima do que esperávamos.
Dólar não deve subir, reduzindo riscos do crédito
Para o diretor de Produtos da Visa do Brasil, Felipe Maffei, a segurança e a praticidade são as principais vantagens do cartão de débito pré-pago:
- A pessoa não precisa carregar tanto dinheiro vivo e pode programar quanto vai gastar.
O advogado Luiz Barroso acabou de voltar de Portugal, onde evitou gastar demais no cartão de crédito. Mas como ainda não conhecia o sistema de débito pré-pago, optou por usar mais dinheiro vivo:
- Acho que esse cartão pode ser uma boa alternativa para uma próxima viagem.
Na avaliação do vice-presidente de Produtos da Mastercard, Marcelo Tangioni, não há concorrência entre o débito pré-pago e o cartão de crédito:
- O usuário do pré-pago tem uma preocupação maior com os gastos, enquanto o do cartão de crédito busca também as recompensas com programas de milhagem, por exemplo.
Tangioni lembra que a função débito dos cartões múltiplos também tem IOF de apenas 0,38%. Já o de crédito, além do IOF mais alto, tem outro fator que pode trazer mais custos: o risco cambial. O valor da cotação do câmbio cobrado pelo cartão de crédito é aquele do dia do vencimento da fatura. Depois, o cliente paga a diferença de cotação entre este dia e o do pagamento. Isso significa que o consumidor está sujeito às variações do câmbio, seja para cima ou para baixo.
- No crédito, pode haver surpresa na fatura. Mas pelo menos por enquanto não se espera alta do dólar, então o risco é menor - explica Ohanian.
O aumento da alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para as compras com cartão de crédito no exterior ampliou a procura pelos cartões de débito pré-pagos em até 40% em abril, frente a igual período do ano passado. E a expectativa das empresas emissoras e distribuidoras é que esse tipo de plástico ganhe ainda mais destaque com a proximidade das férias de julho e se consolide como uma alternativa para o viajante ao exterior.
Especialistas dizem, no entanto, que a diversificação é a melhor forma de levar dólares, euros e outras moedas ao exterior, já que cada meio de pagamento - papel-moeda, cartão de crédito, débito pré-pago e cheques de viagem - tem suas vantagens e desvantagens.
- É sempre bom o viajante diversificar e levar um pouco de cada tipo. Cada um tem seus inconvenientes e vantagens - afirma o professor de Finanças do Insper, George Ohanian.
Para frear os gastos dos consumidores, o governo aumentou a alíquota do IOF cobrado nas compras com cartão de crédito no exterior de 2,38% para 6,38%. Já a alíquota para o de débito pré-pago, para o uso da função débito no plástico múltiplo e para papel-moeda é de 0,38%.
Segurança e controle no orçamento da viagem
É preciso ficar atento, no entanto, à cotação de câmbio usada nas operações com o plástico. No cartão de crédito, geralmente é cobrada a taxa comercial - mais vantajosa para o viajante - , enquanto os débitos pré-pagos costumam usar o câmbio turismo. Visa, Mastercard e American Express já oferecem a alternativa do cartão de débito pré-pago, que pode ser carregado em dólar ou euro e até em outras moedas, como o peso argentino, dependendo da bandeira e do emissor do cartão.
- Às vezes, a diferença do imposto maior no crédito pode ser compensada pela taxa de câmbio mais vantajosa. Deve-se olhar outros aspectos além do IOF - acrescenta Ohanian.
No Banco do Brasil, um dos emissores do Visa Travel Money, o número de operações com o plástico nos primeiros 15 dias de abril foi 25% superior ao de igual período de março, enquanto o volume financeiro subiu 40%, na mesma base de comparação. Em março tinham sido fechadas 3.900 operações de câmbio, no total de R$ 14,7 milhões.
- Com o aumento do IOF para o cartão de crédito, as vendas subiram 40% em abril, frente a igual período de 2010. Esperamos um crescimento de 50% nesta temporada de inverno - diz o diretor comercial do Grupo Fitta, Luiz Ramos, que distribui os cartões Mastercard Travel Card.
Já no Banco Rendimento - responsável por cerca de 55% dos cartões Visa Travel Money emitidos - o aumento das vendas em abril foi de 30%, em comparação com abril de 2010.
- As vendas do cartão de débito pré-pago já vinham subindo desde 2003, mas com o aumento do IOF houve uma nova onda e os viajantes passaram a prestar mais atenção - aponta o diretor de Planejamento Alexandre Fialho.
A diretora do Departamento de Câmbio do Bradesco, Marlene Millan, explica que o banco lançou este ano os cartões de débito pré-pago das bandeiras Visa e Amex e tem registrado procura maior do que a estimada:
- Temos feito cerca de 60 operações por dia, muito acima do que esperávamos.
Dólar não deve subir, reduzindo riscos do crédito
Para o diretor de Produtos da Visa do Brasil, Felipe Maffei, a segurança e a praticidade são as principais vantagens do cartão de débito pré-pago:
- A pessoa não precisa carregar tanto dinheiro vivo e pode programar quanto vai gastar.
O advogado Luiz Barroso acabou de voltar de Portugal, onde evitou gastar demais no cartão de crédito. Mas como ainda não conhecia o sistema de débito pré-pago, optou por usar mais dinheiro vivo:
- Acho que esse cartão pode ser uma boa alternativa para uma próxima viagem.
Na avaliação do vice-presidente de Produtos da Mastercard, Marcelo Tangioni, não há concorrência entre o débito pré-pago e o cartão de crédito:
- O usuário do pré-pago tem uma preocupação maior com os gastos, enquanto o do cartão de crédito busca também as recompensas com programas de milhagem, por exemplo.
Tangioni lembra que a função débito dos cartões múltiplos também tem IOF de apenas 0,38%. Já o de crédito, além do IOF mais alto, tem outro fator que pode trazer mais custos: o risco cambial. O valor da cotação do câmbio cobrado pelo cartão de crédito é aquele do dia do vencimento da fatura. Depois, o cliente paga a diferença de cotação entre este dia e o do pagamento. Isso significa que o consumidor está sujeito às variações do câmbio, seja para cima ou para baixo.
- No crédito, pode haver surpresa na fatura. Mas pelo menos por enquanto não se espera alta do dólar, então o risco é menor - explica Ohanian.
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27 de mai. de 2011
VISA ESTRUTURA REDE DE RECARGA PARA PRÉ-PAGO
jornal Brasil Econômico 24/05/2011 – Thais Folego
Depois que a Visa vendeu sua participação na Companhia Brasileira de Soluções e Serviços (CBSS) — emissora do cartão de benefícios Visa Vale — o mercado ficou se perguntando qual seria a estratégia da companhia no segmento de cartões pré-pagos. A resposta da empresa é avançar tanto em produtos de prateleira quanto em projetos com emissores.
“A Visa não descobriu o pré-pago há um mês. Já trabalhamos com o conceito desde 1996 (quando lançou o Visa Travel Money) dentro da nossa pirâmide de produtos. Vamos continuar trabalhando com a CBSS e também desenvolvendo novos produtos”, diz Percival Jatobá, diretor-executivo sênior de produtos da Visa do Brasil.
Os pré-pagos são a “bola da vez” dentro do mercado de cartões. Com a recente ascensão social e a entrada de milhares de brasileiros no mundo do consumo, bancos e bandeiras estão turbinando suas prateleiras com produtos financeiros para alcançar esse público. A grande aposta é no pré-pago de uso geral, para compras, pagamento de contas e transferências.
A bandeira Mastercard, com o banco Panamericano, já lançou seu plástico. A nacional Elo —iniciativa do Banco do Brasil, Bradesco e Caixa Econômica Federal — tem o produto no forno. Esse tipo de cartão está no radar da Visa, mas a bandeira está preparando o “back office” primeiro. “Temos a preocupação de colocar uma rede de recarga para o cartão”, explica Jatobá.
Ele ressalta que a população não bancarizada não está acostumada a ir ao banco, nem a usar caixas de auto-atendimento. “Essas pessoas normalmente resolvem sua vida financeira, para pagamento de contas por exemplo, nas agências dos Correios, lotéricas, padarias e no comércio popular”, diz. Por conta disso, a bandeira está desenvolvendo uma plataforma de recarga do produto, que estará disponível para todos os bancos e instituições emissoras que emitirem o cartão, inclusive para uso nos correspondentes bancários.
A bandeira não pretende saltar os bancos nessa relação comercial, segundo Jatobá. “Eles são o principal canal de introdução de produtos”, diz. O executivo explica que essa rede também foi desenvolvida nos Estados Unidos quando a bandeira lançou o cartão naquele mercado.
A estratégia do Panamericano para alcançar a população não bancarizada será disponibilizar a recarga dos cartões nas mais de 10 mil lotéricas da Caixa Econômica Federal (acionista do banco junto com o BTG) espalhadas pelo Brasil. Os cartões começaram a ser distribuídos na unidade do banco da avenida Paulista, em São Paulo, no início desse mês. Até julho, todas as 250 lojas do banco estarão distribuindo o produto.
A meta é emitir 500mil cartões no primeiro ano. A estimativa é que a média das recargas mensais fique entre R$ 100 e R$ 200, segundo Eliel Teixeira de Almeida, diretor de cartões do Panamericano. O plástico custará R$ 10,00 e a cada recarga será cobrado R$ 2,00.
Histórico
O primeiro produto pré-pago que a Visa trouxe para o país foi o cartão de viagem Visa Travel Money (VTM), em 1996. De lá para cá, o produto vem sendo aprimorado com as corretoras de câmbio, sendo lançado em novas moedas — hoje está disponível em dólar, euro, libra, rand e peso argentino.
Depois, em 2001, veio o Vale Pedágio, para o setor de transportes de carga. Para esse segmento, o portfólio foi reforçado em 2009 com o Visa Cargo, cartão em que a transportadora paga o frete para o caminhoneiro autônomo num plástico pré-pago. Este produto, inclusive, deve ser exportado para a operação da bandeira na Ásia. “Temos sido procurados para assessorar os executivos de lá para lançar o Visa Cargo”, diz Jatobá.
Ao que tudo indica, concorrência no pré-pago é o que não vai faltar. Melhor para o cliente.
Elo entra na disputa no 2º semestre
A bandeira de cartões nacional Elo foi criada com o desafio de disputar o mercado de cartões com as duas gigantes mundiais Visa e Mastercard — já consolidadas em terras brasileiras — com o apelo de taxas mais baixas no cartão.
Os plásticos de débito e crédito já estão sendo emitidos pelos três bancos acionistas da bandeira (Banco do Brasil, Bradesco e Caixa Econômica Federal) desde o começo de março. Já o cartão pré-pago de uso geral deve ser lançado no segundo semestre deste ano, diz Jair Scalco, presidente da bandeira Elo.
Scalco conta que a Companhia Brasileira de Soluções e Serviços (CBSS), que faz parte da holding Elo e é emissora dos cartões de voucher alimentação Visa Vale, está estruturando o produto, que será emitido pelos bancos. “Vamos sair para concorrer com os produtos que já estão aí, mas estamos trabalhando em alguns pontos estratégicos para nos diferenciarmos dos concorrentes”, diz o executivo, citando justamente a questão da recarga do cartão. “O ponto é como disponibilizar a recarga comas facilidades que os outros não têm”, explica Scalco sem, contudo, entregar o ouro. “Estamos trabalhando nisso.”
À época do lançamento da bandeira, os representantes dos três bancos disseram que para acessar a população não bancarizada, público-alvo desse produto, devem usar a rede de correspondentes bancários e parcerias com o varejo para distribuir o plástico, além de programas do governo, no caso da Caixa.
Depois que a Visa vendeu sua participação na Companhia Brasileira de Soluções e Serviços (CBSS) — emissora do cartão de benefícios Visa Vale — o mercado ficou se perguntando qual seria a estratégia da companhia no segmento de cartões pré-pagos. A resposta da empresa é avançar tanto em produtos de prateleira quanto em projetos com emissores.
“A Visa não descobriu o pré-pago há um mês. Já trabalhamos com o conceito desde 1996 (quando lançou o Visa Travel Money) dentro da nossa pirâmide de produtos. Vamos continuar trabalhando com a CBSS e também desenvolvendo novos produtos”, diz Percival Jatobá, diretor-executivo sênior de produtos da Visa do Brasil.
Os pré-pagos são a “bola da vez” dentro do mercado de cartões. Com a recente ascensão social e a entrada de milhares de brasileiros no mundo do consumo, bancos e bandeiras estão turbinando suas prateleiras com produtos financeiros para alcançar esse público. A grande aposta é no pré-pago de uso geral, para compras, pagamento de contas e transferências.
A bandeira Mastercard, com o banco Panamericano, já lançou seu plástico. A nacional Elo —iniciativa do Banco do Brasil, Bradesco e Caixa Econômica Federal — tem o produto no forno. Esse tipo de cartão está no radar da Visa, mas a bandeira está preparando o “back office” primeiro. “Temos a preocupação de colocar uma rede de recarga para o cartão”, explica Jatobá.
Ele ressalta que a população não bancarizada não está acostumada a ir ao banco, nem a usar caixas de auto-atendimento. “Essas pessoas normalmente resolvem sua vida financeira, para pagamento de contas por exemplo, nas agências dos Correios, lotéricas, padarias e no comércio popular”, diz. Por conta disso, a bandeira está desenvolvendo uma plataforma de recarga do produto, que estará disponível para todos os bancos e instituições emissoras que emitirem o cartão, inclusive para uso nos correspondentes bancários.
A bandeira não pretende saltar os bancos nessa relação comercial, segundo Jatobá. “Eles são o principal canal de introdução de produtos”, diz. O executivo explica que essa rede também foi desenvolvida nos Estados Unidos quando a bandeira lançou o cartão naquele mercado.
A estratégia do Panamericano para alcançar a população não bancarizada será disponibilizar a recarga dos cartões nas mais de 10 mil lotéricas da Caixa Econômica Federal (acionista do banco junto com o BTG) espalhadas pelo Brasil. Os cartões começaram a ser distribuídos na unidade do banco da avenida Paulista, em São Paulo, no início desse mês. Até julho, todas as 250 lojas do banco estarão distribuindo o produto.
A meta é emitir 500mil cartões no primeiro ano. A estimativa é que a média das recargas mensais fique entre R$ 100 e R$ 200, segundo Eliel Teixeira de Almeida, diretor de cartões do Panamericano. O plástico custará R$ 10,00 e a cada recarga será cobrado R$ 2,00.
Histórico
O primeiro produto pré-pago que a Visa trouxe para o país foi o cartão de viagem Visa Travel Money (VTM), em 1996. De lá para cá, o produto vem sendo aprimorado com as corretoras de câmbio, sendo lançado em novas moedas — hoje está disponível em dólar, euro, libra, rand e peso argentino.
Depois, em 2001, veio o Vale Pedágio, para o setor de transportes de carga. Para esse segmento, o portfólio foi reforçado em 2009 com o Visa Cargo, cartão em que a transportadora paga o frete para o caminhoneiro autônomo num plástico pré-pago. Este produto, inclusive, deve ser exportado para a operação da bandeira na Ásia. “Temos sido procurados para assessorar os executivos de lá para lançar o Visa Cargo”, diz Jatobá.
Ao que tudo indica, concorrência no pré-pago é o que não vai faltar. Melhor para o cliente.
Elo entra na disputa no 2º semestre
A bandeira de cartões nacional Elo foi criada com o desafio de disputar o mercado de cartões com as duas gigantes mundiais Visa e Mastercard — já consolidadas em terras brasileiras — com o apelo de taxas mais baixas no cartão.
Os plásticos de débito e crédito já estão sendo emitidos pelos três bancos acionistas da bandeira (Banco do Brasil, Bradesco e Caixa Econômica Federal) desde o começo de março. Já o cartão pré-pago de uso geral deve ser lançado no segundo semestre deste ano, diz Jair Scalco, presidente da bandeira Elo.
Scalco conta que a Companhia Brasileira de Soluções e Serviços (CBSS), que faz parte da holding Elo e é emissora dos cartões de voucher alimentação Visa Vale, está estruturando o produto, que será emitido pelos bancos. “Vamos sair para concorrer com os produtos que já estão aí, mas estamos trabalhando em alguns pontos estratégicos para nos diferenciarmos dos concorrentes”, diz o executivo, citando justamente a questão da recarga do cartão. “O ponto é como disponibilizar a recarga comas facilidades que os outros não têm”, explica Scalco sem, contudo, entregar o ouro. “Estamos trabalhando nisso.”
À época do lançamento da bandeira, os representantes dos três bancos disseram que para acessar a população não bancarizada, público-alvo desse produto, devem usar a rede de correspondentes bancários e parcerias com o varejo para distribuir o plástico, além de programas do governo, no caso da Caixa.
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8 de abr. de 2011
CONCORRÊNCIA AQUECE MERCADO DE PRÉ-PAGOS
jornal Brasil Econômico 08/04/2011 – Ana Paula Ribeiro
As instituições que se consolidaram como emissores de cartões pré-pagos em moeda estrangeira terão agora que se fortalecer para enfrentar a concorrência com os grandes banco que começaram a explorar esse segmento. Desde o final do ano passado, Banco do Brasil, Itaú Unibanco e Bradesco já entraram nesse mercado.
O produto existe desde 1996, mas foi nos últimos anos que ganhou espaço. O vice-presidente do Grupo Confidence, Andreas Wiemer, admite que a concorrência será maior daqui para frente, mas lembra que a instituição é especialista em diversas operações de câmbio, o que contribui para o incremento das vendas de cartões pré-pagos, os plásticos Visa TravelMoney (VTM).
Além disso, a Confidence pretende buscar parceiros para elevar a distribuição desses VTMs. “A entrada de outros bancos vai nos afetar de alguma forma. Mas estamos conversado com outros bancos e corretoras que podem distribuir os cartões que emitimos”, diz o executivo. Segundo ele, a Confidence tem mais 30% do mercado de cartões pré-pagos em moeda estrangeira.
Wiemer conta que a Confidence espera emitir neste ano 100 mil VTMs. A participação dos plásticos é de 25% a 30% das operações de câmbio turismo da empresa, que devem chegar a US$ 1,5 bilhão em2011. “A participação do cartão deve aumentar. Além disso, estamos revisando a nossa projeção para o ano devido ao aumento do IOF nas operações com cartões de crédito”, explica.
De fato, a elevação do Imposto sobre Operações Financeiras feita recentemente pelo governo nas operações com cartões de crédito no exterior, de 2,38% para 6,38%, deve impulsionar o segmento de pré-pago, que tem alíquota do IOF bem inferior, de 0,38%. “É um forte estímulo para o pré-pago”, afirma Boanerges Ramos Freire, da consultoria em varejo financeiro Boanerges & Companhia.
Na avaliação do consultor, mesmo com a entrada de grandes bancos, as instituições mais tradicionais em pré-pagos têm condições de manter uma posição representativa no segmento. “Essas empresas têm experiência no segmento. Vão continuar com espaço porque são focados. Além disso, é um recado que ainda tem espaço para muita gente”, considera Boanerges.
O VTM é o pré-pago para viagens mais antigo que existe. Além da Confidence, os bancos Rendimento—do mesmo grupo da corretora Cotação — e o Schain são emissores tradicionais desse plástico. Agora, contam com a concorrência do BB e da CBBS — administradora do Visa Vale —, que emite os cartões para o Bradesco.
O Banco Schain tem emitido uma média de 8 mil cartões por mês. O diretor de comércio varejo da instituição, Marcus André de Oliveira, acredita que esse número deve crescer com a cobrança do IOF. No entanto, afirmou que a estratégia para o segmento passará por uma revisão. “Emitimos os cartões, mas quem distribui o produto é a Travelex (companhia de origem britânica), que faz a comercialização para as casas de câmbio”, explica.
Novos concorrentes
A CBSS passou a emitir os cartões pré-pagos com bandeira Visa, chamados de Money Card, para o Bradesco, que fará a distribuição em sua rede. A meta é comercializar 200 mil unidades ao ano. Mesmo número previsto pelo Banco do Brasil, que emite VTMs desde novembro.
O Bradesco também irá oferecer aos clientes o American Express GlobalTravel Card, que também é distribuído pelo Itaú.
CBSS quer cartão em real para estrangeiro
A Copa do Mundo e as Olimpíadas no Brasil também são fatores que estimulam o mercado de cartões pré-pagos. A CBSS—que administra o Visa Vale — planeja o lançamento de um plástico em reais para ser vendido a turistas estrangeiros durante os grandes eventos esportivos internacionais. “O cartão vai ser vendido em agências de turismo no exterior, hotéis e aeroportos no Brasil”, explica o diretor executivo Comercial, Marketing e Produtos da CBSS, Ronaldo Varela.
Também a Confidence se prepara para atender os estrangeiros durante esses eventos esportivos. O vice-presidente da instituição, Andreas Wiemer, explica que está finalizando um projeto para atender os estrangeiros nos hotéis. Os parceiros irão comprar amoeda estrangeira dos turistas. “Vamos desenvolver um esquema de segurança para isso. E esse projeto irá garantir que o turista estrangeiro faça a operação de forma legalizada”, diz.
A Confidence conta ainda com 120 lojas próprias — que devem chegar a 150 no final do ano—e parceria com200 agências de turismo, que fazem a intermediação da operação de câmbio para a corretora.
Novo mercado
Enquanto o produto para estrangeiros está em preparação, a CBSS aposta alto nos pré-pagos para viagens internacionais oferecido aos turistas brasileiros. A empresa quer ter 30% do mercado com a venda de 200 mil plásticos por ano. Para isso, poderá fazer a emissão para outras instituições financeiras, e não só o Bradesco. “Vou trabalhar para trazer o VTM do Banco do Brasil para cá”. Bradesco e BB são os controladores da CBSS, mas o banco estatal decidiu desenvolver uma plataforma própria para o pré-pago.
Varela afirma que o produto desenvolvido pela CBSS é mais completo, porque permite aos bancos distribuidores a venda do cartão nos canais de atendimento pela internet. Além disso, começará a emitir em algumas semanas VTM em euro e libra esterlina com chip. “Isso dá maior segurança. E também fazemos emissão do plástico com o nome do cliente”, diz. Nesse segmento, é comum a prática da venda do cartão sem o nome do consumidor.
A diretora do departamento de câmbio do Bradesco, Marlene Millan, também está otimista como produto. Além do VTM emitido pela CBSS, a instituição também irá distribuir o American Express Global Travel Card. A princípio, a venda será feita apenas para clientes do banco e nas dez lojas da Bradesco Exchange. “Vamos expandir para algumas agências. Aquelas que apresentarem demanda”, diz a executiva.
As instituições que se consolidaram como emissores de cartões pré-pagos em moeda estrangeira terão agora que se fortalecer para enfrentar a concorrência com os grandes banco que começaram a explorar esse segmento. Desde o final do ano passado, Banco do Brasil, Itaú Unibanco e Bradesco já entraram nesse mercado.
O produto existe desde 1996, mas foi nos últimos anos que ganhou espaço. O vice-presidente do Grupo Confidence, Andreas Wiemer, admite que a concorrência será maior daqui para frente, mas lembra que a instituição é especialista em diversas operações de câmbio, o que contribui para o incremento das vendas de cartões pré-pagos, os plásticos Visa TravelMoney (VTM).
Além disso, a Confidence pretende buscar parceiros para elevar a distribuição desses VTMs. “A entrada de outros bancos vai nos afetar de alguma forma. Mas estamos conversado com outros bancos e corretoras que podem distribuir os cartões que emitimos”, diz o executivo. Segundo ele, a Confidence tem mais 30% do mercado de cartões pré-pagos em moeda estrangeira.
Wiemer conta que a Confidence espera emitir neste ano 100 mil VTMs. A participação dos plásticos é de 25% a 30% das operações de câmbio turismo da empresa, que devem chegar a US$ 1,5 bilhão em2011. “A participação do cartão deve aumentar. Além disso, estamos revisando a nossa projeção para o ano devido ao aumento do IOF nas operações com cartões de crédito”, explica.
De fato, a elevação do Imposto sobre Operações Financeiras feita recentemente pelo governo nas operações com cartões de crédito no exterior, de 2,38% para 6,38%, deve impulsionar o segmento de pré-pago, que tem alíquota do IOF bem inferior, de 0,38%. “É um forte estímulo para o pré-pago”, afirma Boanerges Ramos Freire, da consultoria em varejo financeiro Boanerges & Companhia.
Na avaliação do consultor, mesmo com a entrada de grandes bancos, as instituições mais tradicionais em pré-pagos têm condições de manter uma posição representativa no segmento. “Essas empresas têm experiência no segmento. Vão continuar com espaço porque são focados. Além disso, é um recado que ainda tem espaço para muita gente”, considera Boanerges.
O VTM é o pré-pago para viagens mais antigo que existe. Além da Confidence, os bancos Rendimento—do mesmo grupo da corretora Cotação — e o Schain são emissores tradicionais desse plástico. Agora, contam com a concorrência do BB e da CBBS — administradora do Visa Vale —, que emite os cartões para o Bradesco.
O Banco Schain tem emitido uma média de 8 mil cartões por mês. O diretor de comércio varejo da instituição, Marcus André de Oliveira, acredita que esse número deve crescer com a cobrança do IOF. No entanto, afirmou que a estratégia para o segmento passará por uma revisão. “Emitimos os cartões, mas quem distribui o produto é a Travelex (companhia de origem britânica), que faz a comercialização para as casas de câmbio”, explica.
Novos concorrentes
A CBSS passou a emitir os cartões pré-pagos com bandeira Visa, chamados de Money Card, para o Bradesco, que fará a distribuição em sua rede. A meta é comercializar 200 mil unidades ao ano. Mesmo número previsto pelo Banco do Brasil, que emite VTMs desde novembro.
O Bradesco também irá oferecer aos clientes o American Express GlobalTravel Card, que também é distribuído pelo Itaú.
CBSS quer cartão em real para estrangeiro
A Copa do Mundo e as Olimpíadas no Brasil também são fatores que estimulam o mercado de cartões pré-pagos. A CBSS—que administra o Visa Vale — planeja o lançamento de um plástico em reais para ser vendido a turistas estrangeiros durante os grandes eventos esportivos internacionais. “O cartão vai ser vendido em agências de turismo no exterior, hotéis e aeroportos no Brasil”, explica o diretor executivo Comercial, Marketing e Produtos da CBSS, Ronaldo Varela.
Também a Confidence se prepara para atender os estrangeiros durante esses eventos esportivos. O vice-presidente da instituição, Andreas Wiemer, explica que está finalizando um projeto para atender os estrangeiros nos hotéis. Os parceiros irão comprar amoeda estrangeira dos turistas. “Vamos desenvolver um esquema de segurança para isso. E esse projeto irá garantir que o turista estrangeiro faça a operação de forma legalizada”, diz.
A Confidence conta ainda com 120 lojas próprias — que devem chegar a 150 no final do ano—e parceria com200 agências de turismo, que fazem a intermediação da operação de câmbio para a corretora.
Novo mercado
Enquanto o produto para estrangeiros está em preparação, a CBSS aposta alto nos pré-pagos para viagens internacionais oferecido aos turistas brasileiros. A empresa quer ter 30% do mercado com a venda de 200 mil plásticos por ano. Para isso, poderá fazer a emissão para outras instituições financeiras, e não só o Bradesco. “Vou trabalhar para trazer o VTM do Banco do Brasil para cá”. Bradesco e BB são os controladores da CBSS, mas o banco estatal decidiu desenvolver uma plataforma própria para o pré-pago.
Varela afirma que o produto desenvolvido pela CBSS é mais completo, porque permite aos bancos distribuidores a venda do cartão nos canais de atendimento pela internet. Além disso, começará a emitir em algumas semanas VTM em euro e libra esterlina com chip. “Isso dá maior segurança. E também fazemos emissão do plástico com o nome do cliente”, diz. Nesse segmento, é comum a prática da venda do cartão sem o nome do consumidor.
A diretora do departamento de câmbio do Bradesco, Marlene Millan, também está otimista como produto. Além do VTM emitido pela CBSS, a instituição também irá distribuir o American Express Global Travel Card. A princípio, a venda será feita apenas para clientes do banco e nas dez lojas da Bradesco Exchange. “Vamos expandir para algumas agências. Aquelas que apresentarem demanda”, diz a executiva.
23 de mar. de 2011
AMEX ESPERA GIRO DE US$ 1 BI COM CARTÃO VIAGEM NO BRASIL
jornal Valor Econômico 23/03/2011 - Adriana Cotias
O Brasil é o primeiro país das Américas e o segundo do mundo que a American Express (Amex) escolheu para emitir o seu batizado Global Travel Card, um cartão de viagem pré-pago, recarregável em moeda estrangeira e que chega para concorrer com o Visa Travel Money, da Visa, e o recém-lançado MasterCard Cash Passport, da MasterCard. Os plásticos começaram a ser vendidos nas agências do Itaú Unibanco, mas a Amex já tem acordos selados com Banco do Brasil, Bradesco e Santander. Segundo a vice-presidente do segmento de pré-pagos da região, Rose Meire Del Col, a marca tem a ambição de movimentar US$ 1 bilhão por ano com o novo cartão.
Embora tenha vendido por US$ 490 milhões as operações no Brasil (o Bankpar) para o Bradesco em 2006 - o que deu ao banco a exclusividade para credenciar estabelecimentos, emitir e distribuir o portfólio de cartões "membership reward", aqueles que só aparecem com o nome American Express e são a porta para o programa de fidelidade mais antigo do mundo -, a Amex mantém um escritório no país. Tem o Banco do Brasil e o HSBC como emissores dos seus cartões, mas nesses casos a Amex só aparece como bandeira.
No Global Travel Card, a Amex será também a emissora, o que significa cuidar de toda a logística de distribuição dos cartões nas agências dos bancos parceiros e da retaguarda de atendimento no exterior. Com esse modelo de negócio, que replica o de venda de cheques de viagem, venceu a resistência das instituições financeiras ao cartão turismo, que por anos foi oferta praticamente exclusiva da Cotação DTVM, corretora de câmbio do Banco Rendimento, emissor do Visa Travel Money.
"Dentro do universo cartões, a parcela de viagens era pequena para justificar uma estrutura dessas, mas como emissora a Amex dá a escala necessária para tornar o produto rentável", explica Rose. Os bancos ganham com a operação de câmbio e também são comissionados pela venda aos seus clientes.
A opção de privilegiar o Brasil, logo depois da Austrália no orçamento mundial para a oferta do cartão turismo justifica-se pela expansão dos gastos do brasileiro no exterior. Pelos dados do Banco Central (BC), tais despesas somaram R$ 16,4 bilhões no ano passado, 50,7% acima de 2009. "Na média, o brasileiro gasta US$ 3,5 mil numa viagem internacional e boa parte disso ainda é feita em dinheiro", afirma a executiva. Os Estados Unidos, principal mercado da marca na venda de travelers cheques não entrou no rol de países-alvo nesse primeiro momento, até pelo fato de o dólar ser uma moeda mundialmente aceita. "Já o brasileiro sempre teve a cultura de fazer a operação de câmbio antes de viajar."
O Global Travel Card é carregável em dólar, euro e libras, com, respectivamente, um custo por saque de US$ 2,50, € 2,50 ou 1,70 libra. A modalidade turismo escapa do salgado IOF, de 2,38%, que incide nos gastos feitos no exterior com cartões de crédito, já que se trata de uma transação de câmbio - com IOF de 0,38%.
No segmento de pré-pagos, grande tendência para o Brasil, conforme planos da Visa, da MasterCard e da nova bandeira elo, de Bradesco e Banco do Brasil, essa será uma primeira experiência da Amex no país. "Depois vamos estudar a viabilidade de outros produtos", diz Rose. Nos EUA, a Amex tem uma ampla gama de cartões presente, mas à primeira vista essa não era uma linha que tivesse aderência ao mercado brasileiro. Lá, os cartões recarregáveis também têm o seu púbico, usados como moedeiros.
O Brasil é o primeiro país das Américas e o segundo do mundo que a American Express (Amex) escolheu para emitir o seu batizado Global Travel Card, um cartão de viagem pré-pago, recarregável em moeda estrangeira e que chega para concorrer com o Visa Travel Money, da Visa, e o recém-lançado MasterCard Cash Passport, da MasterCard. Os plásticos começaram a ser vendidos nas agências do Itaú Unibanco, mas a Amex já tem acordos selados com Banco do Brasil, Bradesco e Santander. Segundo a vice-presidente do segmento de pré-pagos da região, Rose Meire Del Col, a marca tem a ambição de movimentar US$ 1 bilhão por ano com o novo cartão.
Embora tenha vendido por US$ 490 milhões as operações no Brasil (o Bankpar) para o Bradesco em 2006 - o que deu ao banco a exclusividade para credenciar estabelecimentos, emitir e distribuir o portfólio de cartões "membership reward", aqueles que só aparecem com o nome American Express e são a porta para o programa de fidelidade mais antigo do mundo -, a Amex mantém um escritório no país. Tem o Banco do Brasil e o HSBC como emissores dos seus cartões, mas nesses casos a Amex só aparece como bandeira.
No Global Travel Card, a Amex será também a emissora, o que significa cuidar de toda a logística de distribuição dos cartões nas agências dos bancos parceiros e da retaguarda de atendimento no exterior. Com esse modelo de negócio, que replica o de venda de cheques de viagem, venceu a resistência das instituições financeiras ao cartão turismo, que por anos foi oferta praticamente exclusiva da Cotação DTVM, corretora de câmbio do Banco Rendimento, emissor do Visa Travel Money.
"Dentro do universo cartões, a parcela de viagens era pequena para justificar uma estrutura dessas, mas como emissora a Amex dá a escala necessária para tornar o produto rentável", explica Rose. Os bancos ganham com a operação de câmbio e também são comissionados pela venda aos seus clientes.
A opção de privilegiar o Brasil, logo depois da Austrália no orçamento mundial para a oferta do cartão turismo justifica-se pela expansão dos gastos do brasileiro no exterior. Pelos dados do Banco Central (BC), tais despesas somaram R$ 16,4 bilhões no ano passado, 50,7% acima de 2009. "Na média, o brasileiro gasta US$ 3,5 mil numa viagem internacional e boa parte disso ainda é feita em dinheiro", afirma a executiva. Os Estados Unidos, principal mercado da marca na venda de travelers cheques não entrou no rol de países-alvo nesse primeiro momento, até pelo fato de o dólar ser uma moeda mundialmente aceita. "Já o brasileiro sempre teve a cultura de fazer a operação de câmbio antes de viajar."
O Global Travel Card é carregável em dólar, euro e libras, com, respectivamente, um custo por saque de US$ 2,50, € 2,50 ou 1,70 libra. A modalidade turismo escapa do salgado IOF, de 2,38%, que incide nos gastos feitos no exterior com cartões de crédito, já que se trata de uma transação de câmbio - com IOF de 0,38%.
No segmento de pré-pagos, grande tendência para o Brasil, conforme planos da Visa, da MasterCard e da nova bandeira elo, de Bradesco e Banco do Brasil, essa será uma primeira experiência da Amex no país. "Depois vamos estudar a viabilidade de outros produtos", diz Rose. Nos EUA, a Amex tem uma ampla gama de cartões presente, mas à primeira vista essa não era uma linha que tivesse aderência ao mercado brasileiro. Lá, os cartões recarregáveis também têm o seu púbico, usados como moedeiros.
3 de mar. de 2011
CONFIDENCE LANÇAO CARTÃO VISA TRAVEL EM PESO ARGENTINO
jornal Brasil Econômico 03/03/2011 – Thais Folego
Os brasileiros são 40% dos turistas que visitam a Argentina. Em média, gastam US$ 157 por dia e, junto com os chilenos, são os que mais consomem no país. Os dados são de uma pesquisa do Ministério do Turismo da Argentina. Ficamos em média 5,8 dias no país vizinho, o que aumenta a urgência de ter dinheiro disponível de forma rápida e prática, sem depender de casas de câmbio.
Atenta a isso, a Sacs (South American Cards Services), administradora de cartões pré-pagos do grupo Confidence, resolveu lançar o Visa Travel Money (VTM) em peso argentino, que está disponível já para o Carnaval. “O fluxo de brasileiros cresceu 250% na Argentina. O turista quer agilidade e rapidez quando chega e na hora de comprar”, constata Luis Lobo, diretor geral da Sacs. O cresci mento econômico brasileiro e a valorização do real frente a desvalorização da moeda argentina estão entre os motivos que explicam o crescimento do fluxo de brasileiros no país. Segundo Lobo, a meta é emitir, já no primeiro ano, 20 mil cartões, com um volume de R$ 45 milhões convertidos em peso.
A administradora já emite o cartão em dólar, euro, libra e rand (moeda sul-africana). “A ideia é uma oferta maior de moedas disponíveis no cartão para vários destinos, limitado a liquidez da moeda do país”, diz Lobo. Hoje, o turista brasileiro que viaja para a Argentina normalmente compra dólar no Brasil para, depois, converter para peso no destino. “Com isso, ele perde tempo e dinheiro nas conversões”, diz Lobo.
Umas das razões para a compra de dólar é a dificuldade de se encontrar peso argentino nas casas de câmbio brasileiras. Segundo Lobo, é alto o custo para se importar e distribuir a moeda em carros fortes nas 120 lojas que a Confidence tem no país. “No cartão, o custo é mais baixo para a corretora, o que é repassado para o cliente numa taxa de câmbio mais competitiva.”
No cartão pré-pago de viagem, o valor é carregado direto em peso (ou nas outras moedas disponíveis) no Brasil e pode ser gasto no próprio cartão no destino, como se fosse um débito. Também há a opção de saque do dinheiro em caixas eletrônicos. O cartão pode ser adquirido nas lojas da Confidence e pela internet, assim como as recargas podem ser feitas remotamente. Dependendo do destino do viajante, o cartão é emitido com chip, o que aumenta a segurança nas transações.
Ampliando a atuação
A Sacs foi criada no final de 2009 pela Confidence para, primeiramente, administrar os cartões de viajem do grupo, que antes eram geridos por outra empresa. Com isso, ela se tornou a primeira instituição não-financeira a receber licença da Visa para emitir cartão com a bandeira. Só depois, o grupo abriu o primeiro banco de câmbio brasileiro.
Os principais concorrentes do grupo na emissão do Visa Travel Money são os grandes bancos de varejo, a corretora Cotação e o Banco Rendimento. Algumas pequenas corretoras de câmbio também distribuem o produto.
A atuação da Sacs não será limitada a emissão de cartões pré-pagos. “Vamos atuar em todos os segmentos de pré-pagos”, diz Lobo, citando pré-pago carregável em reais, cartão-presente, estudante e vale refeição. “Vamos reforçar nossa liderança em pré-pago internacional para depois atuar em pré-pago nacional.”
Os brasileiros são 40% dos turistas que visitam a Argentina. Em média, gastam US$ 157 por dia e, junto com os chilenos, são os que mais consomem no país. Os dados são de uma pesquisa do Ministério do Turismo da Argentina. Ficamos em média 5,8 dias no país vizinho, o que aumenta a urgência de ter dinheiro disponível de forma rápida e prática, sem depender de casas de câmbio.
Atenta a isso, a Sacs (South American Cards Services), administradora de cartões pré-pagos do grupo Confidence, resolveu lançar o Visa Travel Money (VTM) em peso argentino, que está disponível já para o Carnaval. “O fluxo de brasileiros cresceu 250% na Argentina. O turista quer agilidade e rapidez quando chega e na hora de comprar”, constata Luis Lobo, diretor geral da Sacs. O cresci mento econômico brasileiro e a valorização do real frente a desvalorização da moeda argentina estão entre os motivos que explicam o crescimento do fluxo de brasileiros no país. Segundo Lobo, a meta é emitir, já no primeiro ano, 20 mil cartões, com um volume de R$ 45 milhões convertidos em peso.
A administradora já emite o cartão em dólar, euro, libra e rand (moeda sul-africana). “A ideia é uma oferta maior de moedas disponíveis no cartão para vários destinos, limitado a liquidez da moeda do país”, diz Lobo. Hoje, o turista brasileiro que viaja para a Argentina normalmente compra dólar no Brasil para, depois, converter para peso no destino. “Com isso, ele perde tempo e dinheiro nas conversões”, diz Lobo.
Umas das razões para a compra de dólar é a dificuldade de se encontrar peso argentino nas casas de câmbio brasileiras. Segundo Lobo, é alto o custo para se importar e distribuir a moeda em carros fortes nas 120 lojas que a Confidence tem no país. “No cartão, o custo é mais baixo para a corretora, o que é repassado para o cliente numa taxa de câmbio mais competitiva.”
No cartão pré-pago de viagem, o valor é carregado direto em peso (ou nas outras moedas disponíveis) no Brasil e pode ser gasto no próprio cartão no destino, como se fosse um débito. Também há a opção de saque do dinheiro em caixas eletrônicos. O cartão pode ser adquirido nas lojas da Confidence e pela internet, assim como as recargas podem ser feitas remotamente. Dependendo do destino do viajante, o cartão é emitido com chip, o que aumenta a segurança nas transações.
Ampliando a atuação
A Sacs foi criada no final de 2009 pela Confidence para, primeiramente, administrar os cartões de viajem do grupo, que antes eram geridos por outra empresa. Com isso, ela se tornou a primeira instituição não-financeira a receber licença da Visa para emitir cartão com a bandeira. Só depois, o grupo abriu o primeiro banco de câmbio brasileiro.
Os principais concorrentes do grupo na emissão do Visa Travel Money são os grandes bancos de varejo, a corretora Cotação e o Banco Rendimento. Algumas pequenas corretoras de câmbio também distribuem o produto.
A atuação da Sacs não será limitada a emissão de cartões pré-pagos. “Vamos atuar em todos os segmentos de pré-pagos”, diz Lobo, citando pré-pago carregável em reais, cartão-presente, estudante e vale refeição. “Vamos reforçar nossa liderança em pré-pago internacional para depois atuar em pré-pago nacional.”
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14 de dez. de 2010
CARTÃO RENDIMENTO VISA TRAVELMONEY IRÁ PREMIAR VIAJANTES BRASILEIROS COM R$ 18.000,00
portal Maxpress 14/12/2010 – release Ketchum Estratégia
O Banco Rendimento, um dos maiores fornecedores de papel-moeda no Brasil, anuncia o lançamento da promoção “Ganhe R$ 18.000,00 com o cartão Rendimento Visa TravelMoney carregado no cartão Mais que Presente”. A iniciativa irá premiar clientes que realizarem carga ou recarga no cartão Rendimento Visa TravelMoney (VTM), no período de 2 de dezembro de 2010 a 28 de fevereiro de 2011, nos distribuidores credenciados à promoção. A campanha é válida em todo o Brasil e os vencedores serão conhecidos pelo sorteio da Loteria Federal com extração no dia 2 de março e divulgado até o dia 9 de março.
Podem participar da campanha todos os consumidores, pessoas físicas, residentes e domiciliadas no Brasil, que realizarem a carga ou recarga do cartão Rendimento Visa TravelMoney (VTM) com um valor mínimo de US$ 500,00 ou valor equivalente em Euros. Ao realizar a operação de câmbio, o cliente recebe automaticamente um cupom a cada U$/€500,00 na mesma operação para concorrer ao sorteio do prêmio de R$ 18.0000,00.
O prêmio será entregue carregado no cartão Mais que Presente (www.maisquepresente.com.br). Também conhecido como gift card, o Mais Que Presente é um cartão pré-pago, aceito em mais de um milhão de estabelecimentos credenciados à rede Visa. Com ele, o ganhador terá flexibilidade para desfrutar do prêmio em lojas de diversos segmentos, restaurantes, teatros, etc. O cartão é protegido por senha para garantir ao ganhador usufruir com segurança dos créditos até que se esgotem.
Alexandre Fialho, Diretor de Planejamento do Banco Rendimento, explica que a campanha é uma maneira de divulgar as vantagens do cartão durante o período de férias de verão, em que há muita procura por serviços de câmbio para viagens internacionais. “Com o cartão Rendimento Visa TravelMoney (VTM), o viajante conta com uma opção econômica e segura para o pagamento de despesas em viagens internacionais. Muitos viajantes no Brasil ainda desconhecem que podem contar com a praticidade deste cartão internacional pré-pago e totalmente gratuito”, explica.
Para os clientes que pretendem realizar viagens internacionais, os cartões Rendimento Visa TravelMoney estão disponíveis nas corretoras de câmbio parceiras do Banco Rendimento. Para conhecer todas as corretoras aderentes da campanha promocional e para saber mais sobre a campanha “Ganhe R$ 18.000,00 com o cartão Rendimento Visa TravelMoney carregado no cartão Mais que Presente”, os interessados podem acessar os sites:http://www.rendimento.com.br/dezoitomilreais ou http://www.cotacao.com.br/dezoitomilreais.
Saiba mais sobre o cartão Rendimento Visa Travel Money
O cartão internacional Rendimento Visa Travel Money pode ser utilizado para saques em cerca de um milhão de caixas eletrônicos (rede Visa Plus) e compras em mais de 30 milhões de estabelecimentos (rede Visa), em 150 países. Além de segurança, o cartão oferece vários benefícios ao turista que irá a Copa do Mundo ou para outros destinos internacionais:
Conheça todas as vantagens do cartão Rendimento Visa TravelMoney:
O cartão pré-pago pode ser carregado e recarregado em dólares americanos ou euros quantas vezes desejadas, mesmo à distância.
Permite realizar compras e saques em moeda local, sem risco de perda com a alta da moeda carregada no cartão durante o período da viagem.
Em caso de perda ou roubo, o cartão é reposto em até 72 horas após a solicitação.
O cliente conta com a Central de Atendimento Visa TravelMoney, disponível 24 horas por dia, com atendimento em português e ligação gratuita.
Na volta ao Brasil, caso haja saldo disponível, o usuário poderá guardá-lo para uma próxima viagem, resgatá-lo ou adicionar a ele o valor que quiser;
Para utilzar o cartão na função compras, não existem taxas adicionais e a cada saque realizado, há uma taxa de US$/euro 2,50.
Sobre o Banco Rendimento
Fundado em 1992, o Banco Rendimento é um dos maiores fornecedores de papel-moeda para o mercado brasileiro, importando e exportando uma grande variedade de moedas, além de oferecer assessoria completa aos clientes em Câmbio Financeiro. A área de Serviços Internacionais disponibiliza um completo portfólio de produtos, incluindo transferências internacionais, compra de cheques e abertura de contas correntes em moeda estrangeira.
Em parceria com a Visa, o Banco Rendimento atua fortemente no setor de cartões eletrônicos e é atualmente o maior emissor do Cartão Visa TravelMoney, destinado a viagens internacionais. Carregado em dólar ou euro, o cartão pode ser utilizado em caixas e estabelecimentos credenciados à rede Visa no mundo todo.
O Banco Rendimento tem forte atuação no segmento de médias empresas e foi eleito em 2007 pela Revista Conjuntura Econômica (da FGV) o maior Conglomerado Financeiro do Brasil no segmento. Por meio de suas corretoras Cotação e Action, o Banco presta também serviços de câmbio de varejo. Em 2009, o Banco anunciou a aquisição do Concórdia Banco, permitindo a atuação em novos serviços.
O Banco Rendimento, um dos maiores fornecedores de papel-moeda no Brasil, anuncia o lançamento da promoção “Ganhe R$ 18.000,00 com o cartão Rendimento Visa TravelMoney carregado no cartão Mais que Presente”. A iniciativa irá premiar clientes que realizarem carga ou recarga no cartão Rendimento Visa TravelMoney (VTM), no período de 2 de dezembro de 2010 a 28 de fevereiro de 2011, nos distribuidores credenciados à promoção. A campanha é válida em todo o Brasil e os vencedores serão conhecidos pelo sorteio da Loteria Federal com extração no dia 2 de março e divulgado até o dia 9 de março.
Podem participar da campanha todos os consumidores, pessoas físicas, residentes e domiciliadas no Brasil, que realizarem a carga ou recarga do cartão Rendimento Visa TravelMoney (VTM) com um valor mínimo de US$ 500,00 ou valor equivalente em Euros. Ao realizar a operação de câmbio, o cliente recebe automaticamente um cupom a cada U$/€500,00 na mesma operação para concorrer ao sorteio do prêmio de R$ 18.0000,00.
O prêmio será entregue carregado no cartão Mais que Presente (www.maisquepresente.com.br). Também conhecido como gift card, o Mais Que Presente é um cartão pré-pago, aceito em mais de um milhão de estabelecimentos credenciados à rede Visa. Com ele, o ganhador terá flexibilidade para desfrutar do prêmio em lojas de diversos segmentos, restaurantes, teatros, etc. O cartão é protegido por senha para garantir ao ganhador usufruir com segurança dos créditos até que se esgotem.
Alexandre Fialho, Diretor de Planejamento do Banco Rendimento, explica que a campanha é uma maneira de divulgar as vantagens do cartão durante o período de férias de verão, em que há muita procura por serviços de câmbio para viagens internacionais. “Com o cartão Rendimento Visa TravelMoney (VTM), o viajante conta com uma opção econômica e segura para o pagamento de despesas em viagens internacionais. Muitos viajantes no Brasil ainda desconhecem que podem contar com a praticidade deste cartão internacional pré-pago e totalmente gratuito”, explica.
Para os clientes que pretendem realizar viagens internacionais, os cartões Rendimento Visa TravelMoney estão disponíveis nas corretoras de câmbio parceiras do Banco Rendimento. Para conhecer todas as corretoras aderentes da campanha promocional e para saber mais sobre a campanha “Ganhe R$ 18.000,00 com o cartão Rendimento Visa TravelMoney carregado no cartão Mais que Presente”, os interessados podem acessar os sites:http://www.rendimento.com.br/dezoitomilreais ou http://www.cotacao.com.br/dezoitomilreais.
Saiba mais sobre o cartão Rendimento Visa Travel Money
O cartão internacional Rendimento Visa Travel Money pode ser utilizado para saques em cerca de um milhão de caixas eletrônicos (rede Visa Plus) e compras em mais de 30 milhões de estabelecimentos (rede Visa), em 150 países. Além de segurança, o cartão oferece vários benefícios ao turista que irá a Copa do Mundo ou para outros destinos internacionais:
Conheça todas as vantagens do cartão Rendimento Visa TravelMoney:
O cartão pré-pago pode ser carregado e recarregado em dólares americanos ou euros quantas vezes desejadas, mesmo à distância.
Permite realizar compras e saques em moeda local, sem risco de perda com a alta da moeda carregada no cartão durante o período da viagem.
Em caso de perda ou roubo, o cartão é reposto em até 72 horas após a solicitação.
O cliente conta com a Central de Atendimento Visa TravelMoney, disponível 24 horas por dia, com atendimento em português e ligação gratuita.
Na volta ao Brasil, caso haja saldo disponível, o usuário poderá guardá-lo para uma próxima viagem, resgatá-lo ou adicionar a ele o valor que quiser;
Para utilzar o cartão na função compras, não existem taxas adicionais e a cada saque realizado, há uma taxa de US$/euro 2,50.
Sobre o Banco Rendimento
Fundado em 1992, o Banco Rendimento é um dos maiores fornecedores de papel-moeda para o mercado brasileiro, importando e exportando uma grande variedade de moedas, além de oferecer assessoria completa aos clientes em Câmbio Financeiro. A área de Serviços Internacionais disponibiliza um completo portfólio de produtos, incluindo transferências internacionais, compra de cheques e abertura de contas correntes em moeda estrangeira.
Em parceria com a Visa, o Banco Rendimento atua fortemente no setor de cartões eletrônicos e é atualmente o maior emissor do Cartão Visa TravelMoney, destinado a viagens internacionais. Carregado em dólar ou euro, o cartão pode ser utilizado em caixas e estabelecimentos credenciados à rede Visa no mundo todo.
O Banco Rendimento tem forte atuação no segmento de médias empresas e foi eleito em 2007 pela Revista Conjuntura Econômica (da FGV) o maior Conglomerado Financeiro do Brasil no segmento. Por meio de suas corretoras Cotação e Action, o Banco presta também serviços de câmbio de varejo. Em 2009, o Banco anunciou a aquisição do Concórdia Banco, permitindo a atuação em novos serviços.
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