25 de ago. de 2010

PREFERÊNCIA POR CARTÕES

jornal Zero Hora (RS) 25/08/2010 - Maria Isabel Hammes

A Região Sul vem sendo a principal responsável pela expansão do uso de cartões no país em 2010. O volume financeiro transacionado no crédito e débito no segundo trimestre na região foi 20,2% maior que o mesmo período em 2009, mostra a Redecard. E com destaque para o Paraná: só os credenciados aumentaram 23,1%, e o volume financeiro, 22,5%.

24 de ago. de 2010

CITI LANÇA APLICATIVO PARA iPHONE

portal Mundo do Marketing 24/08/2010 - Sylvia de Sá

O Citi lança o aplicativo para iPhone Citi Brasil. Agora, os clientes poderão localizar agências e caixas eletrônicos da instituição financeira, além dos serviços da rede Banco 24 Horas. O Brasil é o primeiro país a receber a nova ferramenta do grupo, que está disponível para download gratuito na App Store. Um dos destaques da novidade é o recurso de realidade aumentada. Com o uso do vídeo e da função bússola do iPhone, o usuário aponta o celular para uma determinada direção e o sistema fornece todos os pontos de atendimento da região em imagens reais e tridimensionais.

O aplicativo também permite traçar rotas, apresenta detalhes dos pontos de atendimento, telefones úteis e a opção de fale conosco via e-mail. A iniciativa faz parte da estratégia do Citi Brasil de valorizar o relacionamento e as aplicações mobile.

UK: 42,6% DOS BRITÂNICOS ESTÃO COMPRANDO ON-LINE AO MENOS UMA VEZ POR SEMANA

redação Serfinco 24/08/2010

As lojas físicas têm sofrido com a recessão no Reino Unido mas os varejistas on-line têm assistido a um crescimento expressivo por conta dos benefícios que oferecem aos consumidores. Poder facilmente fazer pesquisas e comparações de preços na web são benefícios óbvios do e-commerce, mas a possibilidade de optar por uma variedade de planos de entrega, e a comodidade de fazer compras a qualquer hora, sem filas ou problemas de estacionamento, também tem sido fundamental para impulsionar a expansão das vendas eletrônicas.

De acordo com o mais recente relatório da eCommera, empresa de soluções e inteligência de comércio virtual, os britânicos estão gastando, em média, £71 por mês em produtos comprados pela internet e a tendência é de que os valores continuem a subir. Outro dado aponta que 42,6% estão fazendo compras on-line pelo menos uma vez por semana.

Principais informações levantadas:

• 36,25% dos entrevistados disseram ter aumentado o valor gasto em compras on-line ao longo do ano passado; apenas 18,65% declararam ter reduzido o montante.

• o preço é a principal razão dos consumidores fazerem compras pela internet, com 60,4% acreditando que fazem melhores negócios no comércio virtual do que nas lojas físicas. O segundo fator citado, com 50,8% das respostas, é a conveniência da entrega e, em terceiro lugar, com 39,3%, é a variedade de escolhas disponíveis on-line.

• entre os pontos negativos, imagens pouco claras, detalhes insuficientes e descrições incompletas dos produtos foram citados por 42,15% dos entrevistados; outros 31,65% reclamam de dificuldades de navegação no site; a falta de produtos em estoque foi lembrada por 26,10% dos respondentes.

• a maior razão para abandonar um site é ter feito uma aquisição que não correspondeu às expectativas ou à descrição do produto (41,75%); em seguida, vem o atraso na entrega do produto (19,15%) e, em terceiro lugar, insatisfação com o suporte pós-venda (18,05%).

• compras on-line deixaram de ser restritas a produtos de baixo valor: apenas 9,3% relutam em compras acima de £ 50 na web, sugerindo que o mercado para bens de luxo (roupas de grife, joias e até mesmo carros) vem puxando a média de gastos.

• redes sociais ainda têm pouca influência na escolha das lojas: apenas 5,1% dos respondentes assumiram ter feito compras em um site por indicação de redes sociais; até mesmo um e-mail marketing influencia mais (9,05%).

• a recomendação de amigos e familiares permanece de grande importância, com 70,9% citando como o fator decisivo na compra.

Na avaliação da eCommera, os resultados mostram que, enquanto o preço é crítico, são as especificações do produto, ofertas e o cumprimento do prometido que mais importam para uma experiência satisfatório dos clientes. Os aspectos operacionais (estoque, disponibilidade e entrega) da loja virtual também têm um grande impacto sobre os consumidores. O futuro retorno ao site depende de uma boa experiência, com expectativas atendidas e um bom suporte pós-vendas. Estes também são quesitos indispensáveis para que o serviço seja recomendado a outros.

Para maior sucesso nos negócios, os comerciantes devem atentar para informações de vendas que lhes permitam entender o impacto dos vários fatores sobre suas receitas e sua rentabilidade. Os lojistas precisam ter dados para controlar e gerenciar os elementos críticos e decidir como otimizar seus sites. Para a maioria, clientes fiéis são o motor do crescimento rentável.

COMPRAS COM CARTÃO PASSAM DE 20% PARA 40% NOS SUPERMERCADOS

portal Cardnews 24/08/2010

Levantamento da Associação Paulista de Supermercados (Apas) revela que a proporção de faturamento do setor em compras com cartão de crédito passou de 20% para 40% entre 2005 e 2010. Esse aumento, verificado em todo o País, se deve à crescente participação das classes C, D e E no mercado de cartões.

Hoje há cerca de 153 milhões de cartões de crédito no País, informa a Abecs, que representa as empresas do setor. Desses cartões, cerca de 60% pertencem a pessoas da classe C, com renda mensal entre R$ 1,1 mil e R$ 4 mil.

Compras parceladas - Segundo reportagem do Bom Dia Brasil, os juros mensais para compras parceladas de alimentos –que são 72% das vendas em supermercados– são em média de 6%, mas podem chegar a 10%, o equivalente à inflação em um ano inteiro. Por isso, especialistas aconselham evitar esse tipo de compra.

OI PROMOVE OI PAGGO EM AÇÃO VIA SMS

portal Mundo do Marketing 24/08/2010 - Thiago Terra

A Oi realiza a promoção “Oi Paggo Teste Grátis” para seus clientes, que poderão simular uma compra pelo sistema de mobile payment da operadora. A promoção oferece como premiação um carro 0 km e 10 notebooks. Os interessados devem enviar um SMS com a mensagem “Teste Grátis” para concorrerem ao sorteio.

A ação acontece até o dia 23 de outubro e o regulamento está disponível no hotsite. A promoção é voltada para clientes maiores de 18 anos e que residam nos estados do Rio de Janeiro, Pernambuco, Minas Gerais, Bahia, Alagoas, Rio de Grande de Norte, Paraíba e Ceará.

LOJISTAS APAVORADOS: CAMELÔS ACEITARÃO CARTÃO DE CRÉDITO

jornal Diário do Nordeste (CE) 24/08/2010 - Egídio Serpa

Agrava-se a situação do comércio formal do centro urbano de Fortaleza. O comércio informal, feito pelo camelô que atua na calçada da loja formal, tem agora, pela Lei do Micro Empreendedor Individual, o direito de vender por meio de cartão de crédito, bastando para isso só o CNPJ e o alvará. “O que estava ruim ficará pior”, diz Maia Júnior, presidente da Associação dos Lojistas do Centro de Fortaleza.

CARTÃO FACILITA COMPRA DE OURO

jornal Brasil Econômico 24/08/2010 - Maria Luíza Filgueiras

No universo bancário, "cartão ouro" é o nome do produto oferecido pelas instituições aos clientes de mais alta renda, para dar status à categoria, ainda que seja o plástico de crédito tradicional. Na Ouro Minas DTVM , essa ideia foi levada ao pé da letra e o resultado foi uma alavancagem nas vendas de ouro fracionado.

"É difícil negociar fração na bolsa de valores para retirada e é caro comprar a barra física. O cartão é fácil de guardar e tem sido cada vez mais procurado como presente", explica Juarez Silva, diretor da OM DTVM, que tem a patente do cartão com placa embutida de 1 g, 5 g, 10 g e 25 gramas de ouro 24 quilates. Com a demanda do item para presentear, a distribuidora lança neste mês um cartão-presente, cujo tíquete pode ser aumentado ou trocado por dinheiro caso o presenteado não queira ficar com o ouro físico. Acompanhando a cotação, o cartão muda de preço diariamente.

Segundo Silva, é cada vez mais comum a procura por parte de empresas que querem premiar funcionários, caso de contratos já feitos com Seara e Tim, e para coleções, o que levou a DTVM a criar cartões temáticos — desde de Dia dos Pais a times de futebol, como Corinthians e Atlético Mineiro, com pagamento de royalties aos clubes. O diretor destaca o cartão que replica uma nota de US$ 1 mil, valor equivalente aos 25 gramas de ouro contidos. "Há dez anos, essa mesma quantidade de ouro valia cerca de US$ 250", compara Silva, mostrando também o cartão de 10 g cujo valor é equivalente hoje a um garrote de oito arrobas.

A DTVM já vendeu mais de 30 mil cartões em três anos, quando adotou como foco mostrar que é simples comprar ouro fracionado no país. "Buscamos alternativas para mostrar que acumular patrimônio em ouro não é um bicho de sete cabeças", diz o executivo. "Vemos uma demanda crescente de investidores de classe média, que querem diversificar aplicações", afirma.

Ele garante que não é difícil transformar ouro em dinheiro, quando o investidor precisa de liquidez imediata. Isso porque não só as distribuidoras compram ouro, mas também ourives, joalherias em geral e mesmo casas de penhora, que aceitam o cartão como garantia.

"O ouro é uma moeda universal, aceita e reconhecida em qualquer lugar. Em uma cidade do interior de Minas Gerais, você pode ter dificuldades para trocar dólares, mas com certeza vai ter um ourives", exemplifica Silva.

A comparação não é feita ao acaso. A família de Silva é de Ubá, interior de Minas, onde o envolvimento com ouro foi quase uma "premonição" paterna, segundo Silva. Os 11 irmãos pouco entenderam quando o pai, em 1971, reuniu a família para dizer que, no futuro, venderiam ouro. Até então, trabalhavam com comércio de fumo de corda, rapadura e cachaça.

"Sete anos depois, meu irmão leu uma notícia no jornal sobre o Eldorado, no norte do Mato Grosso, e se mudou para lá. Um ano depois, foi a família toda", conta Silva. Revendiam o que encontravam, vasculhando a mata da região, quando aprenderam as lições básicas para quem lida com o metal — como saber que cada centímetro de uma barra de ouro equivale a 19,3 gramas do metal.

A família adquiriu a distribuidora de valores Faria Fraga em 1989 e adotou a denominação atual. Apesar da venda dos cartões ter começado há três anos, está patenteada pela família há mais de 15 anos.

GASTOS COM CARTÃO NO EXTERIOR AUMENTAM 55,8% EM JULHO

redação Serfinco 24/08/2010

Os brasileiros que viajaram para o exterior ou fizeram compras pela internet em sites estrangeiros bateram recorde de gastos em julho.

Segundo dados do Banco Central, os gastos somaram US$ 1,54 bilhão no mês passado. Os gastos com cartões de crédito foram de US$ 956,6 milhões, um aumento de 55,8% na comparação com o valor em julho de 2009.

Por sua vez, os turistas estrangeiros gastaram US$ 310 milhões no Brasil, valor que representou um acréscimo de 18,2% em relação a julho de 2009.

PAYPAL, GIGANTE DO COMÉRCIO ELETRÔNICO, CHEGA AO BRASIL

jornal Folha de S. Paulo 24/08/2010 - Julio Wiziack

O crescimento do comércio eletrônico trouxe o PayPal ao Brasil. O anúncio da instalação de uma das maiores empresas de pagamentos do mundo no país será feito na próxima semana.

Atualmente, 15% das vendas eletrônicas mundiais ocorrem via PayPal. Muitos consumidores preferem usá-lo para evitar abrir dados financeiros em sites desconhecidos. Para a companhia, é isso o que impede 85% dos internautas brasileiros de fazer compras on-line.

O negócio do PayPal é agir como intermediário nessa hora, evitando fraudes ou que alguém seja lesado. Ele também atua na transferência de valores entre empresas ou prestadores de serviço que realizam negócios no mundo real dentro de um país ou entre países.

Em outubro, a Folha revelou que o PayPal usaria o Brasil como base para sua expansão pela América Latina, prevendo que as vendas on-line movimentarão US$ 13 bilhões (cerca de R$ 23 bilhões) somente no Brasil até 2012.

No país existem concorrentes como PagSeguro e MoIP, mas eles estão restritos às compras on-line. Mesmo sem atuar no Brasil, o PayPal é usado por 2 milhões de empresas nacionais para adquirir importados. Elas movimentaram US$ 220 milhões no ano passado.

Com a instalação no país, qualquer consumidor poderá utilizar o sistema de pagamento e transferências, tanto no país quanto no exterior. Um tradutor, por exemplo, poderá oferecer seus serviços em 190 países e receberá via PayPal sacando os valores (convertidos para real) em sua agência bancária.

"Todas as operações são protegidas por um seguro e monitoradas por uma equipe antifraude", diz Mário Mello, presidente do PayPal no Brasil. "Os dados dos clientes são codificados e jamais abertos para terceiros."

Para usar o serviço, o internauta cadastra seu e-mail pelo site www.paypal.com.br. Ali vai informar dados financeiros, como o número de cartão de crédito e o da conta-corrente.

Essas informações ficam vinculadas ao e-mail cadastrado. Na hora de efetuar ou receber um pagamento, basta informá-lo e os créditos (ou débitos) são transferidos. Nas compras, o lançamento é feito direto no cartão de crédito. Nas transferências, ocorre pela conta-corrente.

As taxas cobradas podem chegar a 4,9% do valor negociado. Segundo Mello, a meta é tornar o Brasil o sexto maior faturamento do PayPal em quatro anos.

MÁQUINA DE VENDAS NEGOCIA COM BANCOS PARA CRIAR FINANCEIRA

jornal Folha de S. Paulo 24/08/2010 – Maria Cristina Frias

A gigante do varejo Máquina de Vendas está em negociação para abrir uma financeira neste ano.

A nova subsidiária, ainda sem nome definido, corresponde ao desejo dos proprietários de atuar com uma estrutura além de seu departamento financeiro.

A estratégia envolve a criação de um cartão, com foco nas classes C e D.

Há conversas com quatro bancos: Itaú Unibanco, Bradesco, Santander e HSBC. Mas a decisão pode levar até dois meses. O controle será compartilhado.

A operação ocorre dois meses após a empresa firmar acordo de fusão com a rede de eletrodomésticos City Lar, da região Centro-Oeste.

A jovem Máquina tem mostrado agilidade no atual cenário de concorrência, num setor que passa por forte consolidação no Brasil.

Criada em março, a partir da união entre a mineira Ricardo Eletro e a baiana Insinuante -em reação à compra das Casas Bahia e do Ponto Frio pelo grupo Pão de Açúcar, segundo disse o fundador da Ricardo Eletro, Ricardo Nunes, na ocasião- a empresa ainda não estacionou e pode mostrar mais do que crescimento orgânico ainda neste ano.

Entres seus concorrentes, já existe a LuizaCred, controlada igualmente por Itaú Unibanco e Magazine Luiza. O Grupo Pão de Açúcar tem 50% da FIC em joint venture com o Itaú Unibanco. As Casas Bahia, com o Bradesco, tem acordo de financiamento de parte da carteira de crédito da rede e na emissão e administração do cartão.