portal Decision Report 11/01/2012
O MercadoShops completa neste mês de janeiro um ano de atuação, permitindo que micro e pequenos vendedores tenham todo o suporte para criar lojas online e ingressar no comércio eletrônico. Neste período, a ferramenta desenvolvida pelo Grupo MercadoLivre permitiu que fossem criadas mais de 35 mil lojas virtuais nos quatro países que possuem esta solução (Argentina, Chile, Colômbia e Brasil).
O Brasil é responsável por aproximadamente 65% deste número, totalizando 22,7 mil sites. Em 2012, o MercadoShops também estará disponível para o México e Venezuela.
Para 2012, a empresa promete novidades no âmbito gerencial e de vendas das lojas, desenvolvimento de novas soluções de design para as lojas contando com uma equipe de desenhistas e designers profissionais, abertura da plataforma para aplicativos (APIs) e para ambiente mobile.
Como funciona
O MercadoShops possibilita que os empreendedores criem seus próprios sites para vender produtos e serviços de forma fácil, gratuita e personalizada. A solução atende especialmente as micro e pequenas empresas, por possibilitar o ingresso no comércio eletrônico sem a necessidade de grandes investimentos.
Com apenas alguns cliques é possível criar uma loja online utilizando um domínio próprio, com layout personalizado, integração com a plataforma de pagamento MercadoPago e com o site de compra e venda MercadoLivre. Além disso, a ferramenta dispõe de funcionalidades para administração de produtos e vendas. Ao criar o site, é possível optar pelo plano básico, que é gratuito e inclui publicidade na loja online do próprio MercadoShops. A segunda opção é o plano profissional, que não veicula essa publicidade e oferece outras configurações avançadas.
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22 de jan. de 2012
20 de nov. de 2011
MERCADO LIVRE SOMA US$ 1,3 BILHÃO EM VOLUME DE TRANSAÇÕES NO 3º TRI
portal Executivos Financeiros 04/11/2011
O volume financeiro transacionado do Mercado Livre (NASDAQ:MELI) teve crescimento de 51,8% no terceiro trimestre de 2011 na comparação com igual período de 2010. Esse volume somou a importância de US$ 1,3 bilhão. No mesmo período do ano anterior esse montante foi de US$ 888 milhões.
Nos 13 países onde a empresa tem operações - Argentina, Brasil, México, Uruguai, Colômbia, Venezuela, Chile, Equador, Peru, Costa Rica, República Dominicana, Panamá e Portugal - os usuários negociaram 14,4 milhões de produtos no trimestre de julho a setembro. O aumento foi de 38,1% em comparação ao mesmo período de 2010.
Apenas no no terceiro trimestre deste ano, 3,6 milhões novos usuários fizeram cadastro. No Mercado Livre, 62 milhões de pessoas estão aptas a negociar.
O Mercado Livre envolve as plataformas MercadoLivre.com e MercadoPago.com e oferece soluções para que indivíduos e empresas possam comprar, vender, anunciar e pagar pela internet.
O volume financeiro transacionado do Mercado Livre (NASDAQ:MELI) teve crescimento de 51,8% no terceiro trimestre de 2011 na comparação com igual período de 2010. Esse volume somou a importância de US$ 1,3 bilhão. No mesmo período do ano anterior esse montante foi de US$ 888 milhões.
Nos 13 países onde a empresa tem operações - Argentina, Brasil, México, Uruguai, Colômbia, Venezuela, Chile, Equador, Peru, Costa Rica, República Dominicana, Panamá e Portugal - os usuários negociaram 14,4 milhões de produtos no trimestre de julho a setembro. O aumento foi de 38,1% em comparação ao mesmo período de 2010.
Apenas no no terceiro trimestre deste ano, 3,6 milhões novos usuários fizeram cadastro. No Mercado Livre, 62 milhões de pessoas estão aptas a negociar.
O Mercado Livre envolve as plataformas MercadoLivre.com e MercadoPago.com e oferece soluções para que indivíduos e empresas possam comprar, vender, anunciar e pagar pela internet.
5 de mai. de 2011
LUCRO DO MERCADO LIVRE CRESCE 24% NO 1º TRIMESTRE
portal IDG Now! 04/05/2011
As receitas do MercadoLibre, empresa de comércio eletrônico representada no Brasil pelo MercadoLivre.com, atingiram US$ 61,5 milhões no 1º trimestre, crescimento de 33,8% em relação ao mesmo período do ano passado.
Nos três primeiros meses, a quantidade de produtos vendidos no site cresceu 30,7%, atingindo 10,9 milhões. Já o número de transações na plataforma de pagamentos MercadoPago cresceu 149% no mesmo período, alcançando 2,6 milhões de operações.
O volume total de transações no primeiro trimestre de 2011 cresceu 30,4% em comparação ao mesmo período de 2010, atingindo US$ 954 milhões.
O lucro cresceu 24,4% e atingiu US$ 19,3 milhões no primeiro trimestre de 2011, com margem operacional de 31,4%. O lucro líquido, de US$ 14,1 milhões, é 46% superior ao do mesmo período de 2010.
As receitas do MercadoLibre, empresa de comércio eletrônico representada no Brasil pelo MercadoLivre.com, atingiram US$ 61,5 milhões no 1º trimestre, crescimento de 33,8% em relação ao mesmo período do ano passado.
Nos três primeiros meses, a quantidade de produtos vendidos no site cresceu 30,7%, atingindo 10,9 milhões. Já o número de transações na plataforma de pagamentos MercadoPago cresceu 149% no mesmo período, alcançando 2,6 milhões de operações.
O volume total de transações no primeiro trimestre de 2011 cresceu 30,4% em comparação ao mesmo período de 2010, atingindo US$ 954 milhões.
O lucro cresceu 24,4% e atingiu US$ 19,3 milhões no primeiro trimestre de 2011, com margem operacional de 31,4%. O lucro líquido, de US$ 14,1 milhões, é 46% superior ao do mesmo período de 2010.
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1 de mar. de 2011
MERCADOPAGO ANUNCIA PAGAMENTO VIA REDES SOCIAIS
portal Info Online 01/03/2011 - Rogerio Jovaneli
O MercadoLivre anunciou um portal da sua plataforma de pagamentos, MercadoPago, para pagamentos por meio das redes sociais.
Pelo site , os internautas poderão tomar conhecimento das ferramentas da empresas que permitem pagar e realizar cobranças por meio de redes como Orkut, Facebook e Twitter.
De acordo com o MercadoLivre, o novo serviço tem por objetivo suprir a demanda de empreendedores que estão lançando suas lojas virtuais e buscam plataforma de pagamentos online.
Entre as novidades, o site destaca a possibilidade de serem inseridos botões de pagamentos nas redes sociais.
Dessa forma, o usuário pode criar um botão de compra personalizado para Orkut, Facebook e Twitter com as informações do produto ou serviço que pretende vender, como preço, características e custo de envio.
Ao assinalar a opção, o comprador é direcionado ao site do MercadoPago para finalizar o processo de pagamento do artigo anunciado nas redes sociais.
O MercadoLivre anunciou um portal da sua plataforma de pagamentos, MercadoPago, para pagamentos por meio das redes sociais.
Pelo site , os internautas poderão tomar conhecimento das ferramentas da empresas que permitem pagar e realizar cobranças por meio de redes como Orkut, Facebook e Twitter.
De acordo com o MercadoLivre, o novo serviço tem por objetivo suprir a demanda de empreendedores que estão lançando suas lojas virtuais e buscam plataforma de pagamentos online.
Entre as novidades, o site destaca a possibilidade de serem inseridos botões de pagamentos nas redes sociais.
Dessa forma, o usuário pode criar um botão de compra personalizado para Orkut, Facebook e Twitter com as informações do produto ou serviço que pretende vender, como preço, características e custo de envio.
Ao assinalar a opção, o comprador é direcionado ao site do MercadoPago para finalizar o processo de pagamento do artigo anunciado nas redes sociais.
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16 de fev. de 2011
BUSCAPÉ E MERCADO LIVRE SE PREPARAM PARA BRIGAR NA WEB
jornal DCI 16/02/2011 - Gleyma Lima
O aumento do número de clientes que têm usado a internet para fazer compras tem aumentando a esteira de fusões e aquisições do seguimento de comércio eletrônico (e-commerce), e com um volume superior a U$ 461 milhões - dos quais 15% da receita voltada para investimentos na marca -, o portal Mercado Livre não descarta a possibilidade de ir às compras no País este ano, de olho no concorrente Buscapé, que anunciou ontem a compra de uma empresa do ramo. Além disso, o Mercado Livre criou um sistema de aulas pela internet e abriu um novo e moderno espaço, para criar uma identidade visual diferenciada. "O mercado está em amplo crescimento e nós temos um histórico de empresa que já fez aquisições. Para resumir, estamos de olho no mercado e em boas oportunidade", enfatizou, ontem, o fundador e CEO da empresa, Marcos Galperín.
Além da meta de ampliar sua atuação, por conta da concorrência no mercado que segue para lá de aquecida, o Mercado Livre resolveu seguir os passos do líder na área de internet, o site Google, e adotar instalações modernas, para criar maior identidade com o público jovem. Por isso o site inaugura o primeiro centro de atendimento no Brasil, e dentro do empreendimento os funcionários contam com salas de jogos com marcas de videogames que possuem tecnologia motion, ou seja, tecnologia que possui sensores dos movimentos dos jogadores, pista de boliche e lounge com televisores. Parece, inclusive, uma agência de publicidade, dessas badaladas, que contam com vários itens de entretenimento para deixar a vida do pessoal da área de Criação mais dinâmica.
Na inauguração do local também foi lançada uma plataforma de e-learning (aprendizado pela internet), trata-se de um programa de educação a distância via internet para vendedores e empreendedores da web elaborado em parceria com a JumpEducation, Circuito de Capacitação para E-commerce que reúne 19 cursos em três módulos e pode ser feito a distância. Segundo o diretor das operações do Mercado Livre, Helisson Lemos, hoje o Brasil é o mercado mais importante para empresa dentre os 13 países que a mesma atua e o site de comércio eletrônico contabiliza cerca de 50 milhões de usuários. "Temos o objetivo de crescer em terras brasileiras nas áreas de atendimento e em meios de pagamento", enfatiza o diretor de operações. Ele também afirma que hoje 75% da receita da marca está ligada as operações de compra e venda de objetos no site e que 25% correspondem ao mercado pago como boletos bancários, transferência eletrônicas em que a empresa possui parcerias com o Banco do Brasil, Bradesco e Itaú e no segmento de cartões de crédito as bandeiras são Visa, Mastercard, American Express, Aurea, entre outros.
Com operações em 12 países da América Latina e em Portugal, na Europa, o Mercado Livre afirma ter comercializado 27,9 milhões de produtos entre janeiro e setembro de 2010 - um total que representou um volume financeiro de US$ 2,4 bilhões.
A plataforma de meios de pagamento on-line Mercado Pago, por sua vez, foi utilizada em 3,1 milhões de transações no mesmo período, resultando em um volume de pagamentos de US$ 461 milhões. Atualmente o grupo tem 1,5 mil funcionários (mais de 450 deles no Brasil) e 50,2 milhões de usuários cadastrados.
Por meio do Circuito de Capacitação para E-Commerce, novos usuários e vendedores mais experientes poderão aprender e aperfeiçoar conceitos sobre vendas na plataforma Mercado Livre.
Buscapé
Conforme o DCI havia anunciado em edição anterior, ontem foi oficializada a notícia do site Buscapé ter comprado a empresa Navegg, rede de personalização de navegação na web. Hoje, o site BuscaPé um dos maiores na área de comparação de preços da América Latina, e anunciou ter adquirido 70% da Navegg, uma das primeiras empresas brasileiras totalmente dedicada à otimização de resultados na internet a partir da análise e segmentação de conteúdo digital.
Segundo informou o Buscapé, a compra faz parte da contínua estratégia da companhia de crescer no mercado de e-commerce na América Latina, por meio da incorporação de empresas que possam complementar suas diversas plataformas focadas em atender todo ciclo de compras na Internet. "Sabemos que é cada vez mais forte a tendência de utilizar do poder da internet para identificar potenciais consumidores em função do seu comportamento e histórico de navegação na internet. A Navegg é uma empresa pioneira em segmentação e seu modelo de negócios encaixa-se perfeitamente na postura inovadora do BuscaPé de sempre buscar soluções capazes de tornar nossa plataforma de e-commerce cada vez mais poderosa para nossos clientes", disse VP de Inteligência Empresarial do BuscaPé, Pedro Guasti.
O aumento do número de clientes que têm usado a internet para fazer compras tem aumentando a esteira de fusões e aquisições do seguimento de comércio eletrônico (e-commerce), e com um volume superior a U$ 461 milhões - dos quais 15% da receita voltada para investimentos na marca -, o portal Mercado Livre não descarta a possibilidade de ir às compras no País este ano, de olho no concorrente Buscapé, que anunciou ontem a compra de uma empresa do ramo. Além disso, o Mercado Livre criou um sistema de aulas pela internet e abriu um novo e moderno espaço, para criar uma identidade visual diferenciada. "O mercado está em amplo crescimento e nós temos um histórico de empresa que já fez aquisições. Para resumir, estamos de olho no mercado e em boas oportunidade", enfatizou, ontem, o fundador e CEO da empresa, Marcos Galperín.
Além da meta de ampliar sua atuação, por conta da concorrência no mercado que segue para lá de aquecida, o Mercado Livre resolveu seguir os passos do líder na área de internet, o site Google, e adotar instalações modernas, para criar maior identidade com o público jovem. Por isso o site inaugura o primeiro centro de atendimento no Brasil, e dentro do empreendimento os funcionários contam com salas de jogos com marcas de videogames que possuem tecnologia motion, ou seja, tecnologia que possui sensores dos movimentos dos jogadores, pista de boliche e lounge com televisores. Parece, inclusive, uma agência de publicidade, dessas badaladas, que contam com vários itens de entretenimento para deixar a vida do pessoal da área de Criação mais dinâmica.
Na inauguração do local também foi lançada uma plataforma de e-learning (aprendizado pela internet), trata-se de um programa de educação a distância via internet para vendedores e empreendedores da web elaborado em parceria com a JumpEducation, Circuito de Capacitação para E-commerce que reúne 19 cursos em três módulos e pode ser feito a distância. Segundo o diretor das operações do Mercado Livre, Helisson Lemos, hoje o Brasil é o mercado mais importante para empresa dentre os 13 países que a mesma atua e o site de comércio eletrônico contabiliza cerca de 50 milhões de usuários. "Temos o objetivo de crescer em terras brasileiras nas áreas de atendimento e em meios de pagamento", enfatiza o diretor de operações. Ele também afirma que hoje 75% da receita da marca está ligada as operações de compra e venda de objetos no site e que 25% correspondem ao mercado pago como boletos bancários, transferência eletrônicas em que a empresa possui parcerias com o Banco do Brasil, Bradesco e Itaú e no segmento de cartões de crédito as bandeiras são Visa, Mastercard, American Express, Aurea, entre outros.
Com operações em 12 países da América Latina e em Portugal, na Europa, o Mercado Livre afirma ter comercializado 27,9 milhões de produtos entre janeiro e setembro de 2010 - um total que representou um volume financeiro de US$ 2,4 bilhões.
A plataforma de meios de pagamento on-line Mercado Pago, por sua vez, foi utilizada em 3,1 milhões de transações no mesmo período, resultando em um volume de pagamentos de US$ 461 milhões. Atualmente o grupo tem 1,5 mil funcionários (mais de 450 deles no Brasil) e 50,2 milhões de usuários cadastrados.
Por meio do Circuito de Capacitação para E-Commerce, novos usuários e vendedores mais experientes poderão aprender e aperfeiçoar conceitos sobre vendas na plataforma Mercado Livre.
Buscapé
Conforme o DCI havia anunciado em edição anterior, ontem foi oficializada a notícia do site Buscapé ter comprado a empresa Navegg, rede de personalização de navegação na web. Hoje, o site BuscaPé um dos maiores na área de comparação de preços da América Latina, e anunciou ter adquirido 70% da Navegg, uma das primeiras empresas brasileiras totalmente dedicada à otimização de resultados na internet a partir da análise e segmentação de conteúdo digital.
Segundo informou o Buscapé, a compra faz parte da contínua estratégia da companhia de crescer no mercado de e-commerce na América Latina, por meio da incorporação de empresas que possam complementar suas diversas plataformas focadas em atender todo ciclo de compras na Internet. "Sabemos que é cada vez mais forte a tendência de utilizar do poder da internet para identificar potenciais consumidores em função do seu comportamento e histórico de navegação na internet. A Navegg é uma empresa pioneira em segmentação e seu modelo de negócios encaixa-se perfeitamente na postura inovadora do BuscaPé de sempre buscar soluções capazes de tornar nossa plataforma de e-commerce cada vez mais poderosa para nossos clientes", disse VP de Inteligência Empresarial do BuscaPé, Pedro Guasti.
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15 de fev. de 2011
MERCADO LIVRE DÁ OS PRIMEIROS PASSOS PARA VENDER SEGUROS ON-LINE
jornal Brasil Econômico 15/02/2011 – Thais Folego
O Mercado Livre estreia uma nova estratégia para viabilizar a venda de seguros. Ela começará na parte de classificados de automóveis e moto, que conta com um quarto dos acessos ao site, com a oferta de um seguro de acidentes pessoais com assistências para veículos. A meta inicial é vender 3 mil apólices por mês.
Para o mercado, este deve ser um promissor canal de distribuição de apólices daqui para a frente. Para o Mercado Livre, plataforma de compra e venda online, também será a primeira experiência de anúncios contextualizados: a apólice será oferecida de forma integrada ao anúncio do carro ou moto.
No Brasil, já há experiências de venda de seguro pela internet, mas em outros contextos. No caso de bancos, há algumas ofertas por meio do internet banking. Também há redes de varejo que fazem a venda em seus sites, quase como extensão de suas lojas físicas. A Lojas Americanas, por exemplo, oferece garantia estendida para seus produtos, tanto na loja física quanto na virtual.
No caso do Mercado Livre, o cenário é totalmente distinto, pois não se trata de uma loja, mas sim de uma plataforma na internet onde pessoas físicas compram e vendem produtos. "Até então, o Mercado Livre nunca tinha feito oferta de seguros, ainda mais no formato de duas empresas alinhadas para oferecer no site um anúncio contextualizado", conta Helisson Lemos, diretor geral do Mercado Livre .
As duas empresas em questão envolvidas no processo são a corretora Marsh Affinity e a seguradora Zurich, que desenvolveram o produto e o sistema para a venda do seguro na plataforma do Mercado Livre. "Não quisemos colocar um seguro tradicional. A Zurich fez um desenho específico para atender ao usuário do site que procura um carro ou moto", afirma Paulo Kudler, diretor comercial da Marsh Affinity. "Trata-se de uma necessidade específica, para a qual não tinha nada pronto", completa Diego Azevedo, diretor de seguros massificados da Zurich.
Produtos
Os dois primeiros produtos disponíveis no site são o Emergência Auto e o Emergência Moto, que oferecem serviços de assistência 24 horas (socorro elétrico, mecânico, reboque, troca de pneus e chaveiro, falta de combustível), atrelados a uma apólice de acidentes pessoais, que tem cobertura para morte acidental.
A contratação é feita de forma totalmente online, com pagamento em cartão de crédito ou débito em conta corrente. "A ideia é que o produto esteja relacionado a uma boa experiência de navegação e compra", diz Lemos, do Mercado Livre.
Segundo Azevedo, da Zurich, mais do que atingir a meta de venda de 3 mil seguros por mês, o principal objetivo é o aprendizado de um canal ainda pouco utilizado pela indústria de seguros. "O objetivo é ser cada vez mais assertivo na venda."
Uma vez ajustados os processos, já há reuniões planejadas para desenvolver novos seguros para oferecer na plataforma do Mercado Livre. "Há pelo menos cinco possibilidades de produtos", diz Kudler, da Marsh. Segundo ele, há prioridade na parceria com a Zurich, mas para outros tipos de seguros há a possibilidade de parcerias com outras seguradoras.
Seguradora de banco busca novos canais
Tradicionalmente, os bancos têm balcões para a oferta de seus variados produtos financeiros, entre eles o seguro. Dessa forma, as seguradoras dos grandes bancos normalmente buscam segurados dentro da base de clientes correntistas dos bancos. Mas isso está mudando.
"O movimento inicial era o de produtos bancários gerando segurados, agora a tendência é a inversa: a seguradora gerando clientes para o banco", diz Eugênio Velasques, diretor executivo do Grupo Bradesco de Seguros e Previdência. Para que isso seja possível, o banco busca canais alternativos ao balcão para a venda de seguros.
O grupo segurador do Bradesco tem um braço só para cuidar da venda de seguros de forma massificada e por intermédio de parceiros, que é a Bradesco Affinity. "Temos 21 parcerias com supermercados, redes de varejo, drogarias, agências de viagens e cooperativas de consumo para oferecer seguros", conta Velasques.
Segundo ele, também há projetos sendo estudados para a venda de seguros por meio de vendedoras porta-a-porta ou integrantes de cooperativas. "São pessoas que teriam na venda de seguro uma renda complementar. Estamos estudando uma associação feminina que tem 15 mil membros na comunidade de Heliópolis e uma cooperativa agrícola no Paraná", conta o diretor do Bradesco Seguros.
Internet
Outra área ainda também pouco explorada pelos bancos é a internet. São poucas as iniciativas de venda de apólice pelo internet banking. O Banco do Brasil foi um dos primeiros a disponibilizar a contratação de seguros por meio do site, de forma totalmente online. O Bradesco oferece seguro de acidente pessoal desde 2005 no seu internet banking. Ainda em canal eletrônico, oferece no caixa eletrônico um seguro de perda, roubo e saque coercitivo para o cartão de débito.
"Estávamos testando o canal (internet banking) de forma progressiva. Agora, começamos a ter resultados que justifiquem a oferta de outros produtos", diz Velasques. Com isso, serão oferecidos também seguro residencial e diária de renda hospitalar pela internet.
Já no serviço de Débito Direto Autorizado (DDA), a partir do segundo semestre, o banco oferecerá o seguro de proteção financeira e seguro educacional . "Se o cliente tem uma mensalidade de uma escola registrada no serviço um seguro educacional, que paga as mensalidades no caso de desemprego, pode ser oferecida”, exemplifica o diretor.
O Mercado Livre estreia uma nova estratégia para viabilizar a venda de seguros. Ela começará na parte de classificados de automóveis e moto, que conta com um quarto dos acessos ao site, com a oferta de um seguro de acidentes pessoais com assistências para veículos. A meta inicial é vender 3 mil apólices por mês.
Para o mercado, este deve ser um promissor canal de distribuição de apólices daqui para a frente. Para o Mercado Livre, plataforma de compra e venda online, também será a primeira experiência de anúncios contextualizados: a apólice será oferecida de forma integrada ao anúncio do carro ou moto.
No Brasil, já há experiências de venda de seguro pela internet, mas em outros contextos. No caso de bancos, há algumas ofertas por meio do internet banking. Também há redes de varejo que fazem a venda em seus sites, quase como extensão de suas lojas físicas. A Lojas Americanas, por exemplo, oferece garantia estendida para seus produtos, tanto na loja física quanto na virtual.
No caso do Mercado Livre, o cenário é totalmente distinto, pois não se trata de uma loja, mas sim de uma plataforma na internet onde pessoas físicas compram e vendem produtos. "Até então, o Mercado Livre nunca tinha feito oferta de seguros, ainda mais no formato de duas empresas alinhadas para oferecer no site um anúncio contextualizado", conta Helisson Lemos, diretor geral do Mercado Livre .
As duas empresas em questão envolvidas no processo são a corretora Marsh Affinity e a seguradora Zurich, que desenvolveram o produto e o sistema para a venda do seguro na plataforma do Mercado Livre. "Não quisemos colocar um seguro tradicional. A Zurich fez um desenho específico para atender ao usuário do site que procura um carro ou moto", afirma Paulo Kudler, diretor comercial da Marsh Affinity. "Trata-se de uma necessidade específica, para a qual não tinha nada pronto", completa Diego Azevedo, diretor de seguros massificados da Zurich.
Produtos
Os dois primeiros produtos disponíveis no site são o Emergência Auto e o Emergência Moto, que oferecem serviços de assistência 24 horas (socorro elétrico, mecânico, reboque, troca de pneus e chaveiro, falta de combustível), atrelados a uma apólice de acidentes pessoais, que tem cobertura para morte acidental.
A contratação é feita de forma totalmente online, com pagamento em cartão de crédito ou débito em conta corrente. "A ideia é que o produto esteja relacionado a uma boa experiência de navegação e compra", diz Lemos, do Mercado Livre.
Segundo Azevedo, da Zurich, mais do que atingir a meta de venda de 3 mil seguros por mês, o principal objetivo é o aprendizado de um canal ainda pouco utilizado pela indústria de seguros. "O objetivo é ser cada vez mais assertivo na venda."
Uma vez ajustados os processos, já há reuniões planejadas para desenvolver novos seguros para oferecer na plataforma do Mercado Livre. "Há pelo menos cinco possibilidades de produtos", diz Kudler, da Marsh. Segundo ele, há prioridade na parceria com a Zurich, mas para outros tipos de seguros há a possibilidade de parcerias com outras seguradoras.
Seguradora de banco busca novos canais
Tradicionalmente, os bancos têm balcões para a oferta de seus variados produtos financeiros, entre eles o seguro. Dessa forma, as seguradoras dos grandes bancos normalmente buscam segurados dentro da base de clientes correntistas dos bancos. Mas isso está mudando.
"O movimento inicial era o de produtos bancários gerando segurados, agora a tendência é a inversa: a seguradora gerando clientes para o banco", diz Eugênio Velasques, diretor executivo do Grupo Bradesco de Seguros e Previdência. Para que isso seja possível, o banco busca canais alternativos ao balcão para a venda de seguros.
O grupo segurador do Bradesco tem um braço só para cuidar da venda de seguros de forma massificada e por intermédio de parceiros, que é a Bradesco Affinity. "Temos 21 parcerias com supermercados, redes de varejo, drogarias, agências de viagens e cooperativas de consumo para oferecer seguros", conta Velasques.
Segundo ele, também há projetos sendo estudados para a venda de seguros por meio de vendedoras porta-a-porta ou integrantes de cooperativas. "São pessoas que teriam na venda de seguro uma renda complementar. Estamos estudando uma associação feminina que tem 15 mil membros na comunidade de Heliópolis e uma cooperativa agrícola no Paraná", conta o diretor do Bradesco Seguros.
Internet
Outra área ainda também pouco explorada pelos bancos é a internet. São poucas as iniciativas de venda de apólice pelo internet banking. O Banco do Brasil foi um dos primeiros a disponibilizar a contratação de seguros por meio do site, de forma totalmente online. O Bradesco oferece seguro de acidente pessoal desde 2005 no seu internet banking. Ainda em canal eletrônico, oferece no caixa eletrônico um seguro de perda, roubo e saque coercitivo para o cartão de débito.
"Estávamos testando o canal (internet banking) de forma progressiva. Agora, começamos a ter resultados que justifiquem a oferta de outros produtos", diz Velasques. Com isso, serão oferecidos também seguro residencial e diária de renda hospitalar pela internet.
Já no serviço de Débito Direto Autorizado (DDA), a partir do segundo semestre, o banco oferecerá o seguro de proteção financeira e seguro educacional . "Se o cliente tem uma mensalidade de uma escola registrada no serviço um seguro educacional, que paga as mensalidades no caso de desemprego, pode ser oferecida”, exemplifica o diretor.
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seguros,
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30 de ago. de 2010
PAGAMENTO SEGURO ABRE FRENTES NA WEB
jornal Valor Econômico 30/08/2010 - Celia Demarchi
O comércio eletrônico pode estar no início de um processo de desconcentração, com o aumento da participação de empresas pequenas nas vendas, de acordo com Ricardo Dortas, diretor de projetos especiais do PagSeguro, empresa do grupo Uol. Dados do primeiro semestre deste ano confirmam essa essa percepção: enquanto as vendas das lojas virtuais como um todo aumentaram 40% nos primeiros seis meses do ano, as realizadas pelas micro e pequenas, isoladamente, cresceram acima de 100%, segundo o executivo.
Para Dortas, serviços como o PagSeguro, lançado em 2007 a partir da aquisição da BrPay, do Espírito Santo, têm contribuído para esse desempenho. Isso porque, quando os contratam, as micro e pequenas empresas, pouco conhecidas do grande público, passam a apresentar uma espécie de garantia perante o consumidor, além de melhorar a sua proteção contra fraudes.
O serviço é, ainda, muito prático: o PagSeguro cobra pelo serviço somente um percentual sobre cada venda efetuada. Ou seja, o comerciante só paga quando realiza uma venda.
O mecanismo do serviço é simples. O cliente do site se cadastra (caso se trate da primeira compra), digitando apenas informações básicas. Não há necessidade do uso de login, fator que desestimula o consumidor a concluir o cadastro e é considerado um dos grandes motivos de perda de vendas na internet.
A loja fica apenas com as informações fundamentais do cliente, como nome e endereço para entrega. Número de CPF e dados bancários são criptografados e utilizados apenas pelo PagSeguro, que recebe o pagamento e o repassa ao lojista em até 14 dias, após certificar-se de que não houve fraude na operação, para então poder liberar a entrega.
"Grande parte das lojas que nos contratam não conseguiria alcançar o consumidor e vender mais sem esse serviço", diz Dortas, informando que o PagSeguro tem clientes de todos os portes, de gigantes como Casas Bahia a lojas que realizam apenas uma venda por mês. O principal problema das pequenas e microempresas na internet, diz ele, é a ausência de uma loja física correspondente à virtual, de marca conhecida: "Essa dificuldade é menor para as grandes empresas, mas torna-se uma barreira séria para as pequenas, pois o cliente não as conhece e nem mesmo sabe onde se localizam".
Segundo Dortas, em 2007, quando o grupo Uol relançou a empresa BrPay, rebatizada como PagSeguro, não havia ainda esse tipo de serviço no mercado brasileiro. Exceto o oferecido pelo Mercado Livre, que era utilizado apenas para vendas do próprio site e se amparava em tecnologia mais antiga. Hoje, conta Dortas, esse nicho de mercado é disputado por 10 a 12 empresas, entre brasileiras, estrangeiras, grandes e pequenas.
Nos últimos três anos, por exemplo, o Mercado Livre estendeu seu serviço para outros sites, o eBay lançou o PayPal e o BuscaPé, o Pagamento Digital. De acordo com Dortas, porém, o PagSeguro lidera o mercado, embora ele afirme que não dispõe de números exatos de market share. Para ilustrar, ele conta que somente o Mercado Livre processou sozinho, no segundo trimestre deste ano, 1,3 milhão de pagamentos em toda a América Latina. "O Brasil deve representar algo em torno de 80% desse volume."
O comércio eletrônico pode estar no início de um processo de desconcentração, com o aumento da participação de empresas pequenas nas vendas, de acordo com Ricardo Dortas, diretor de projetos especiais do PagSeguro, empresa do grupo Uol. Dados do primeiro semestre deste ano confirmam essa essa percepção: enquanto as vendas das lojas virtuais como um todo aumentaram 40% nos primeiros seis meses do ano, as realizadas pelas micro e pequenas, isoladamente, cresceram acima de 100%, segundo o executivo.
Para Dortas, serviços como o PagSeguro, lançado em 2007 a partir da aquisição da BrPay, do Espírito Santo, têm contribuído para esse desempenho. Isso porque, quando os contratam, as micro e pequenas empresas, pouco conhecidas do grande público, passam a apresentar uma espécie de garantia perante o consumidor, além de melhorar a sua proteção contra fraudes.
O serviço é, ainda, muito prático: o PagSeguro cobra pelo serviço somente um percentual sobre cada venda efetuada. Ou seja, o comerciante só paga quando realiza uma venda.
O mecanismo do serviço é simples. O cliente do site se cadastra (caso se trate da primeira compra), digitando apenas informações básicas. Não há necessidade do uso de login, fator que desestimula o consumidor a concluir o cadastro e é considerado um dos grandes motivos de perda de vendas na internet.
A loja fica apenas com as informações fundamentais do cliente, como nome e endereço para entrega. Número de CPF e dados bancários são criptografados e utilizados apenas pelo PagSeguro, que recebe o pagamento e o repassa ao lojista em até 14 dias, após certificar-se de que não houve fraude na operação, para então poder liberar a entrega.
"Grande parte das lojas que nos contratam não conseguiria alcançar o consumidor e vender mais sem esse serviço", diz Dortas, informando que o PagSeguro tem clientes de todos os portes, de gigantes como Casas Bahia a lojas que realizam apenas uma venda por mês. O principal problema das pequenas e microempresas na internet, diz ele, é a ausência de uma loja física correspondente à virtual, de marca conhecida: "Essa dificuldade é menor para as grandes empresas, mas torna-se uma barreira séria para as pequenas, pois o cliente não as conhece e nem mesmo sabe onde se localizam".
Segundo Dortas, em 2007, quando o grupo Uol relançou a empresa BrPay, rebatizada como PagSeguro, não havia ainda esse tipo de serviço no mercado brasileiro. Exceto o oferecido pelo Mercado Livre, que era utilizado apenas para vendas do próprio site e se amparava em tecnologia mais antiga. Hoje, conta Dortas, esse nicho de mercado é disputado por 10 a 12 empresas, entre brasileiras, estrangeiras, grandes e pequenas.
Nos últimos três anos, por exemplo, o Mercado Livre estendeu seu serviço para outros sites, o eBay lançou o PayPal e o BuscaPé, o Pagamento Digital. De acordo com Dortas, porém, o PagSeguro lidera o mercado, embora ele afirme que não dispõe de números exatos de market share. Para ilustrar, ele conta que somente o Mercado Livre processou sozinho, no segundo trimestre deste ano, 1,3 milhão de pagamentos em toda a América Latina. "O Brasil deve representar algo em torno de 80% desse volume."
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