portal Jornal do Brasil 07/10/2011 – Alana Gandra (Agência Brasil)
As micro, pequenas e médias empresas de todos os municípios do país poderão, já a partir de 2012, ter acesso a recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) por meio do Cartão BNDES. Atualmente, apenas o Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul têm empresas atendidas na totalidade de suas cidades por esse tipo de financiamento.
O banco também informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que o Cartão BNDES atingiu ontem (5) a marca de 1 milhão de operações contratadas desde 2003, quando foi lançado no mercado. Este ano, a instituição espera realizar mais de 500 mil operações, com desembolsos no montante de R$ 7,5 bilhões. O resultado significará aumento de 80% em comparação às liberações feitas no ano passado e que somaram R$ 4,3 bilhões.
Desde a criação desse mecanismo de crédito pré-aprovado, já foram emitidos 450 mil cartões, sendo 98% destinados a micro e pequenas empresas de 5.157 municípios do país, o que representa 92,7% do total. O limite de crédito para investimentos alcança R$ 21,3 bilhões.
O Cartão BNDES é usado, em especial, para compras via portal eletrônico do banco. Ele tem limite até R$ 1 milhão por banco emissor, prestações fixas, além de prazo de pagamento até 48 meses. A taxa de juros, em outubro, é 0,97% ao mês. As instituições emissoras dos cartões são Banco do Brasil, Banrisul, Bradesco, Caixa Econômica Federal e Itaú.
Os fornecedores dos itens ofertados são também cadastrados pelo BNDES. Os produtos mais procurados são máquinas e equipamentos, utilitários, softwares (programas de computador), veículos utilitários.
11 de out. de 2011
BANESE CARD AMPLIA A SUA REDE DE ATUAÇÃO
portal Faxaju 06/10/2011
O cartão de crédito Banese Card vem desenvolvendo diversas ações com o objetivo de ampliar a sua base de relacionamento. Dentro dessa perspectiva, o Banese Card participou, no último sábado, 1º, da 11ª edição da Feira do Vestibular (Feivest), evento que é realizado anualmente, pela Universidade Tiradentes (Unit), para apresentar os cursos disponíveis para os jovens que pretendem ingressar no universo acadêmico.
Durante a 11ª Feivest, no Campus Farolândia, da Unit, o Banese Card manteve um estande com equipamentos modernos que permitiam interação em tempo real com as redes sociais. Além disso, o cartão também firmou uma parceria com a empresa Pisolar e marcou presença no lançamento do Shopping Prêmio, com ações promocionais em lojas conveniadas, contemplando clientes e lojistas.
Segundo a superintendente do Banese Card, Olga Carvalhaes, essas ações fazem parte da estratégia do cartão para ampliar a sua rede de atendimento dentro e fora do Estado. “O Banese Card está implementando várias ações, definidas em seu planejamento, para criar afinidade com nichos do mercado ainda não explorados pelo cartão. Nosso objetivo é garantir o espaço conquistado em Sergipe e buscar novas oportunidades de negócios fora do Estado”, disse Olga.
Credenciados
A atuação do Banese Card já ultrapassa as fronteiras do Estado sergipano, alcançando Estados nordestinos. O cartão conta com aproximadamente 490 mil clientes e uma rede de 20.521 estabelecimentos credenciados.
O cartão de crédito Banese Card vem desenvolvendo diversas ações com o objetivo de ampliar a sua base de relacionamento. Dentro dessa perspectiva, o Banese Card participou, no último sábado, 1º, da 11ª edição da Feira do Vestibular (Feivest), evento que é realizado anualmente, pela Universidade Tiradentes (Unit), para apresentar os cursos disponíveis para os jovens que pretendem ingressar no universo acadêmico.
Durante a 11ª Feivest, no Campus Farolândia, da Unit, o Banese Card manteve um estande com equipamentos modernos que permitiam interação em tempo real com as redes sociais. Além disso, o cartão também firmou uma parceria com a empresa Pisolar e marcou presença no lançamento do Shopping Prêmio, com ações promocionais em lojas conveniadas, contemplando clientes e lojistas.
Segundo a superintendente do Banese Card, Olga Carvalhaes, essas ações fazem parte da estratégia do cartão para ampliar a sua rede de atendimento dentro e fora do Estado. “O Banese Card está implementando várias ações, definidas em seu planejamento, para criar afinidade com nichos do mercado ainda não explorados pelo cartão. Nosso objetivo é garantir o espaço conquistado em Sergipe e buscar novas oportunidades de negócios fora do Estado”, disse Olga.
Credenciados
A atuação do Banese Card já ultrapassa as fronteiras do Estado sergipano, alcançando Estados nordestinos. O cartão conta com aproximadamente 490 mil clientes e uma rede de 20.521 estabelecimentos credenciados.
MANAUS TEM 206 MIL CONSUMIDORES COM DÍVIDAS DE CARTÃO DE CRÉDITO
portal d24am 06/10/2011 - Rosana Villar
Dívidas feitas com cartão de crédito correspondem a mais da metade de toda a inadimplência da capital amazonense, de acordo com dados da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Manaus (CDL-Manaus).
Em setembro, o índice de inadimplência da cidade, compilado pelo órgão com base em dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), permaneceu em 3,5%, índice igual ao alcançado em agosto e menor que o nacional, que é de 5%.
De acordo com dados da CDL-Manaus, a capital possui, atualmente, 405 mil consumidores inadimplentes há pelo menos cinco anos no cadastro do SPC. Destes, 51% tiveram seus nomes incluídos devido a dívidas feitas em compras com cartões de crédito.
Para o presidente da entidade, Ralph Assayag, a crescente disponibilidade de terminais para compra com cartão e o lucrativo negócio de juros faz com que as pessoas tenham dificuldade de quitar suas dívidas neste segmento.
“Os bancos gostam que o cliente atrase, mas pague o cartão. Eles ficam devendo, em média, 90 dias e depois quitam com juros”, afirma.
A taxa média de juros de cartões de crédito é de 12% ao mês. Sendo assim, o consumidor que não consegue quitar sua dívida, ou pagar o valor mínimo, verá seus débitos duplicar em poucos meses. Para evitar esse tipo de problema e manter a qualidade do crédito, o Banco Central determinou ano passado, que a partir de junho deste ano o valor mínimo da dívida do cartão a ser pago pelo cliente não poderia ser inferior a 15% e, em dezembro deste ano, este percentual subirá para 20%.
Segundo Assayag, a inadimplência de dívidas em carteira, aquelas depositadas diretamente junto às empresas, correspondeu a 10% do total em setembro, débitos de carnês ficaram com 15% e cheques pré-datados foram responsáveis por 4% dos débitos em aberto.
Campanha
No próximo dia 15, a CDL-Manaus iniciará a campanha anual de recuperação de crédito: “Limpe seu crédito e faça seu nome brilhar”. Este ano, serão 1,5 mil empresas participantes e a meta é superar o número de regularizações do ano passado, que chegou a 48 mil.
Pendurados’ devem puxar ‘freio de mão’
De acordo com o presidente do Conselho Regional de Economia do Amazonas (Corecon/AM), Erivaldo Lopes, em casos de endividamento com o cartão, o melhor que o cliente pode fazer é parar imediatamente de utilizar o crédito e negociar a dívida com o banco. “Uma coisa que se pode fazer também é solicitar um empréstimo pessoal e quitar a dívida integralmente, pois os juros desta categoria de crédito são de 3%, em média, enquanto que os juros do cartão são superiores a 10%. Mas aí, é preciso ter muita atenção e cuidado, pois se a pessoa se descuidar, corre o risco de cair numa bola de neve ainda maior, com duas dívidas”, afirma.
Cenário nacional
Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), revela que a inadimplência dos consumidores com as administradoras de cartão de crédito fechou o mês de setembro com 72,1%.
Outro dado preocupante identificado pelos estudos da CNC é o de que 54,4% dos entrevistados têm entre 11% e 50% da renda mensal comprometida com dívidas do cheque pré-datado, cartões, carnês, prestações ou empréstimo pessoal
Dívidas feitas com cartão de crédito correspondem a mais da metade de toda a inadimplência da capital amazonense, de acordo com dados da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Manaus (CDL-Manaus).
Em setembro, o índice de inadimplência da cidade, compilado pelo órgão com base em dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), permaneceu em 3,5%, índice igual ao alcançado em agosto e menor que o nacional, que é de 5%.
De acordo com dados da CDL-Manaus, a capital possui, atualmente, 405 mil consumidores inadimplentes há pelo menos cinco anos no cadastro do SPC. Destes, 51% tiveram seus nomes incluídos devido a dívidas feitas em compras com cartões de crédito.
Para o presidente da entidade, Ralph Assayag, a crescente disponibilidade de terminais para compra com cartão e o lucrativo negócio de juros faz com que as pessoas tenham dificuldade de quitar suas dívidas neste segmento.
“Os bancos gostam que o cliente atrase, mas pague o cartão. Eles ficam devendo, em média, 90 dias e depois quitam com juros”, afirma.
A taxa média de juros de cartões de crédito é de 12% ao mês. Sendo assim, o consumidor que não consegue quitar sua dívida, ou pagar o valor mínimo, verá seus débitos duplicar em poucos meses. Para evitar esse tipo de problema e manter a qualidade do crédito, o Banco Central determinou ano passado, que a partir de junho deste ano o valor mínimo da dívida do cartão a ser pago pelo cliente não poderia ser inferior a 15% e, em dezembro deste ano, este percentual subirá para 20%.
Segundo Assayag, a inadimplência de dívidas em carteira, aquelas depositadas diretamente junto às empresas, correspondeu a 10% do total em setembro, débitos de carnês ficaram com 15% e cheques pré-datados foram responsáveis por 4% dos débitos em aberto.
Campanha
No próximo dia 15, a CDL-Manaus iniciará a campanha anual de recuperação de crédito: “Limpe seu crédito e faça seu nome brilhar”. Este ano, serão 1,5 mil empresas participantes e a meta é superar o número de regularizações do ano passado, que chegou a 48 mil.
Pendurados’ devem puxar ‘freio de mão’
De acordo com o presidente do Conselho Regional de Economia do Amazonas (Corecon/AM), Erivaldo Lopes, em casos de endividamento com o cartão, o melhor que o cliente pode fazer é parar imediatamente de utilizar o crédito e negociar a dívida com o banco. “Uma coisa que se pode fazer também é solicitar um empréstimo pessoal e quitar a dívida integralmente, pois os juros desta categoria de crédito são de 3%, em média, enquanto que os juros do cartão são superiores a 10%. Mas aí, é preciso ter muita atenção e cuidado, pois se a pessoa se descuidar, corre o risco de cair numa bola de neve ainda maior, com duas dívidas”, afirma.
Cenário nacional
Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), revela que a inadimplência dos consumidores com as administradoras de cartão de crédito fechou o mês de setembro com 72,1%.
Outro dado preocupante identificado pelos estudos da CNC é o de que 54,4% dos entrevistados têm entre 11% e 50% da renda mensal comprometida com dívidas do cheque pré-datado, cartões, carnês, prestações ou empréstimo pessoal
MERCADO MANTÉM CONFIANÇA EM AÇÕES DE BANCOS E CARTÕES
jornal DCI 06/10/2011 – Marcelle Gutierrez
A crise da dívida soberana e os rumores de quebras de bancos na Europa impactaram diretamente a economia em 2011, com altas e baixas nas bolsas de valores e investidores cada vez mais cautelosos diante de riscos. No Brasil, a Bovespa acumula prejuízo de 26,39% no ano. No segmento das instituições financeiras se observa, desde então, fuga de capitais estrangeiros e desvalorização dos preços das ações. Entretanto, analistas de mercado alegam que os papéis continuam interessantes e recomendam a compra de ações de bancos nacionais e de companhias do setor de cartões.
O Índice Financeiro da BM&F Bovespa (IFNC) acumula no ano queda de 19,65%, com diminuição de 1,85% em setembro. Na quarta-feira, o índice fechou em alta, de 0,91%. O INFC mede o comportamento das ações das empresas dos setores financeiros, composto por 73, 4% de bancos (ABC Brasil, Banrisul, BicBanco, Bradesco, Banco do Brasil, Itaúsa, Itaú Unibanco, Panamericano e Santander), 24,06% de outros serviços (Cetip, BM&F Bovespa, Cielo e Redecard) e 2% de seguradoras (Porto Seguro e SulAmérica).
Mas o analista de bancos da Lopes Filho, João Augusto Salles, alerta que não há motivos para pânico. "Em 2011 a queda foi grande, mas acompanha a Ibovespa e os problemas em alguns bancos europeus, que contagiam todo o setor. Mas os fundamentos dos papéis brasileiros são bons pela sólida regulação, alto índice de Basileia, na média de 15%".
O analista de investimentos da Planner Corretora, Francisco Kops, concorda que há reflexos da crise no exterior, mas que na comparação com outros mercados da economia interna, as ações dos bancos caíram menos. "Para investir no longo prazo, em dois ou quatro anos, o movimento é bom para comprar, já que o sistema bancário brasileiro é sólido e não está muito exposto aos títulos de governos europeus."
A recomendação da Planner Corretora é de compra, com destaque para os papéis do Banco do Brasil. "É o mais rentável, com funding mais barato e inadimplência baixa. Mas como ponto negativo é o mais descontado em múltiplos por ter o governo como sócio, além de índice de Basileia mais apertado do que os concorrentes." No último pregão, os papéis do BB ficaram em alta de 0,16% e valor de fechamento de R$ 23,60. Para a Planner, o preço-alvo é de R$ 42,30, valorização de 79% ante o atual.
Na quarta-feira, o Bradesco PN também fechou em elevação, de 0,14%, a R$ 27,35 e preço-alvo de R$ 38,70 estabelecido pela corretora. O Itaú Unibanco subiu 1,69%, para R$ 28,80, e valor estimado de R$ 39,50.
Entre as instituições financeiras, os bancos médios são os mais arriscados na opinião dos analistas Francisco Kops e João Augusto Salles por conta da baixa capitalização. Isto pela dificuldade de captação de recursos no mercado externo, impossibilidade de venda de carteiras de crédito consignado depois do rombo do PanAmericano e exposição a risco, o que afasta os investidores.
A Planner Corretora recomenda ações do Banrisul e Paraná Banco. "O Banrisul é o único com perfil de banco grande, isto é, com agências e funding baseado em depósito seguro e barato. Já o Paraná Banco possui a força da área de seguros com a J.Malucelli."
Cartões
No que se refere ao setor de cartões, Kops explica que as empresas Cielo e Redecard enfrentam um novo cenário após a abertura de mercado, quando foi proibida a exclusividade entre bandeira e credenciadora. "Cartão é o melhor setor da bolsa atualmente, mas está muito caro. A nossa recomendação é neutra para a Redecard, com preço-alvo de R$ 29,46. Já a Cielo ainda estamos trabalhando."
Na quarta-feira, a Redecard fechou em alta de 0,86% a R$ 25,70. A Cielo teve elevação de 1,62% com valor de fechamento de R$ 42. "Apesar de haver aumento da concorrência, essas companhias continuam rentáveis e há um grande potencial futuro, pois o mercado de pagamentos eletrônicos têm muito que crescer", finaliza João Augusto Salles, da Lopes Filho.
A crise da dívida soberana e os rumores de quebras de bancos na Europa impactaram diretamente a economia em 2011, com altas e baixas nas bolsas de valores e investidores cada vez mais cautelosos diante de riscos. No Brasil, a Bovespa acumula prejuízo de 26,39% no ano. No segmento das instituições financeiras se observa, desde então, fuga de capitais estrangeiros e desvalorização dos preços das ações. Entretanto, analistas de mercado alegam que os papéis continuam interessantes e recomendam a compra de ações de bancos nacionais e de companhias do setor de cartões.
O Índice Financeiro da BM&F Bovespa (IFNC) acumula no ano queda de 19,65%, com diminuição de 1,85% em setembro. Na quarta-feira, o índice fechou em alta, de 0,91%. O INFC mede o comportamento das ações das empresas dos setores financeiros, composto por 73, 4% de bancos (ABC Brasil, Banrisul, BicBanco, Bradesco, Banco do Brasil, Itaúsa, Itaú Unibanco, Panamericano e Santander), 24,06% de outros serviços (Cetip, BM&F Bovespa, Cielo e Redecard) e 2% de seguradoras (Porto Seguro e SulAmérica).
Mas o analista de bancos da Lopes Filho, João Augusto Salles, alerta que não há motivos para pânico. "Em 2011 a queda foi grande, mas acompanha a Ibovespa e os problemas em alguns bancos europeus, que contagiam todo o setor. Mas os fundamentos dos papéis brasileiros são bons pela sólida regulação, alto índice de Basileia, na média de 15%".
O analista de investimentos da Planner Corretora, Francisco Kops, concorda que há reflexos da crise no exterior, mas que na comparação com outros mercados da economia interna, as ações dos bancos caíram menos. "Para investir no longo prazo, em dois ou quatro anos, o movimento é bom para comprar, já que o sistema bancário brasileiro é sólido e não está muito exposto aos títulos de governos europeus."
A recomendação da Planner Corretora é de compra, com destaque para os papéis do Banco do Brasil. "É o mais rentável, com funding mais barato e inadimplência baixa. Mas como ponto negativo é o mais descontado em múltiplos por ter o governo como sócio, além de índice de Basileia mais apertado do que os concorrentes." No último pregão, os papéis do BB ficaram em alta de 0,16% e valor de fechamento de R$ 23,60. Para a Planner, o preço-alvo é de R$ 42,30, valorização de 79% ante o atual.
Na quarta-feira, o Bradesco PN também fechou em elevação, de 0,14%, a R$ 27,35 e preço-alvo de R$ 38,70 estabelecido pela corretora. O Itaú Unibanco subiu 1,69%, para R$ 28,80, e valor estimado de R$ 39,50.
Entre as instituições financeiras, os bancos médios são os mais arriscados na opinião dos analistas Francisco Kops e João Augusto Salles por conta da baixa capitalização. Isto pela dificuldade de captação de recursos no mercado externo, impossibilidade de venda de carteiras de crédito consignado depois do rombo do PanAmericano e exposição a risco, o que afasta os investidores.
A Planner Corretora recomenda ações do Banrisul e Paraná Banco. "O Banrisul é o único com perfil de banco grande, isto é, com agências e funding baseado em depósito seguro e barato. Já o Paraná Banco possui a força da área de seguros com a J.Malucelli."
Cartões
No que se refere ao setor de cartões, Kops explica que as empresas Cielo e Redecard enfrentam um novo cenário após a abertura de mercado, quando foi proibida a exclusividade entre bandeira e credenciadora. "Cartão é o melhor setor da bolsa atualmente, mas está muito caro. A nossa recomendação é neutra para a Redecard, com preço-alvo de R$ 29,46. Já a Cielo ainda estamos trabalhando."
Na quarta-feira, a Redecard fechou em alta de 0,86% a R$ 25,70. A Cielo teve elevação de 1,62% com valor de fechamento de R$ 42. "Apesar de haver aumento da concorrência, essas companhias continuam rentáveis e há um grande potencial futuro, pois o mercado de pagamentos eletrônicos têm muito que crescer", finaliza João Augusto Salles, da Lopes Filho.
PAYPAL LANÇARÁ PARCERIA PARA COMPRAS VIA CELULAR
portal Veja 05/10/2011 – Beatriz Ferrari
O PayPal – maior plataforma de pagamentos on-line do mundo, com 2,7 milhões de clientes cadastrados no Brasil – lançará no primeiro trimestre do ano que vem uma parceria com um grande empresa de comércio eletrônico brasileira. A ideia é que os clientes dessa varejista possam comprar e pagar por suas aquisições diretamente de seu smartphone por meio de um aplicativo. O usuário baixa em seu aparelho o software da empresa, que trará tudo integrado. Basta se cadastrar e sair comprando.
A informação é do presidente do PayPal no Brasil, Mario Mello, que não quis informar qual seria o varejista. “Estamos conversando com os grandes”, avisou.
Ainda que a penetração dos smartphones seja baixa no Brasil, Mello avalia que o investimento em um aplicativo de mobile commerce é viável porque as classes A e B no país já são capazes de gerar um fluxo grande de compras. “Mesmo que essas classes não comprem no celular, elas podem usar a plataforma mobile para tomar a decisão de compra”, explica.
Segundo uma pesquisa do Fórum Mobile Entertainment, 79% dos brasileiros já utilizaram o celular em alguma fase do processo de compra. Esse número engloba desde quem já usou o aparelho para buscar informações até aquelas pessoas que efetuaram a compra pelo celular. O índice brasileiro é sete pontos superior à média dos países participantes da pesquisa (Egito, Índia, Indonésia, Qatar, Cingapura, África do Sul, Inglaterra, Estados Unidos e Brasil). “Os grandes varejistas online estão perdendo oportunidades ficando fora do mobile commerce”, avalia Mello.
O lançamento do PayPal no Brasil se seguirá ao do Mercado Livre, que acontece até o fim do ano. Antes do Natal, será possível utilizar o celular para comprar e pagar produtos do site por meio de quase todos os sistemas operacionais móveis disponíveis. Atualmente, o gigante do e-commerce oferece aplicativos em fase de teste para Blackberry, Android e iPhone, mas não é possível realizar pagamentos – somente pesquisar preços, comparar produtos, fazer comentários, e confirmar a compra.
O PayPal – maior plataforma de pagamentos on-line do mundo, com 2,7 milhões de clientes cadastrados no Brasil – lançará no primeiro trimestre do ano que vem uma parceria com um grande empresa de comércio eletrônico brasileira. A ideia é que os clientes dessa varejista possam comprar e pagar por suas aquisições diretamente de seu smartphone por meio de um aplicativo. O usuário baixa em seu aparelho o software da empresa, que trará tudo integrado. Basta se cadastrar e sair comprando.
A informação é do presidente do PayPal no Brasil, Mario Mello, que não quis informar qual seria o varejista. “Estamos conversando com os grandes”, avisou.
Ainda que a penetração dos smartphones seja baixa no Brasil, Mello avalia que o investimento em um aplicativo de mobile commerce é viável porque as classes A e B no país já são capazes de gerar um fluxo grande de compras. “Mesmo que essas classes não comprem no celular, elas podem usar a plataforma mobile para tomar a decisão de compra”, explica.
Segundo uma pesquisa do Fórum Mobile Entertainment, 79% dos brasileiros já utilizaram o celular em alguma fase do processo de compra. Esse número engloba desde quem já usou o aparelho para buscar informações até aquelas pessoas que efetuaram a compra pelo celular. O índice brasileiro é sete pontos superior à média dos países participantes da pesquisa (Egito, Índia, Indonésia, Qatar, Cingapura, África do Sul, Inglaterra, Estados Unidos e Brasil). “Os grandes varejistas online estão perdendo oportunidades ficando fora do mobile commerce”, avalia Mello.
O lançamento do PayPal no Brasil se seguirá ao do Mercado Livre, que acontece até o fim do ano. Antes do Natal, será possível utilizar o celular para comprar e pagar produtos do site por meio de quase todos os sistemas operacionais móveis disponíveis. Atualmente, o gigante do e-commerce oferece aplicativos em fase de teste para Blackberry, Android e iPhone, mas não é possível realizar pagamentos – somente pesquisar preços, comparar produtos, fazer comentários, e confirmar a compra.
ROCK IN NÚMEROS
portal Maxpress 05/10/2011 – release In Press/SP
200 mil anéis luminosos entregues. 100 mil óculos “ROCK” distribuídos. 26 mil posts em redes sociais, entre fotos com efeito ‘matrix’ e vídeos-depoimento. 10 mil visitantes no estande. Lockers utilizados por mais de 3 mil clientes. 600 empregos indiretos. Esses são os números do Itaú nos sete dias de Rock in Rio. O banco, que já confirmou o patrocínio máster do festival em 2013, faz um balanço positivo da sua participação no evento. “Temos uma longa história com o Rio de Janeiro. Nossa sede é em São Paulo, mas o Rio faz parte do nosso DNA”, afirma Fernando Chacon, diretor executivo do Itaú Unibanco. Na montagem do cenário do espaço Itaú no Rock in Rio foram priorizados materiais ecologicamente corretos. As madeiras usadas na estrutura, por exemplo, possuem certificado de fontes renováveis. Todo o material será doado para a ONG Tem Quem Queira, parceira do festival. Alguns outros materiais, como as estruturas metálicas, serão reaproveitadas em outros eventos. “Estaremos de volta em dois anos, com ações ainda mais inovadoras para o público e clientes”, diz o executivo.
200 mil anéis luminosos entregues. 100 mil óculos “ROCK” distribuídos. 26 mil posts em redes sociais, entre fotos com efeito ‘matrix’ e vídeos-depoimento. 10 mil visitantes no estande. Lockers utilizados por mais de 3 mil clientes. 600 empregos indiretos. Esses são os números do Itaú nos sete dias de Rock in Rio. O banco, que já confirmou o patrocínio máster do festival em 2013, faz um balanço positivo da sua participação no evento. “Temos uma longa história com o Rio de Janeiro. Nossa sede é em São Paulo, mas o Rio faz parte do nosso DNA”, afirma Fernando Chacon, diretor executivo do Itaú Unibanco. Na montagem do cenário do espaço Itaú no Rock in Rio foram priorizados materiais ecologicamente corretos. As madeiras usadas na estrutura, por exemplo, possuem certificado de fontes renováveis. Todo o material será doado para a ONG Tem Quem Queira, parceira do festival. Alguns outros materiais, como as estruturas metálicas, serão reaproveitadas em outros eventos. “Estaremos de volta em dois anos, com ações ainda mais inovadoras para o público e clientes”, diz o executivo.
VISA EXPANDE ATUAÇÃO EM PRÉ-PAGOS
jornal Valor Econômico 05/10/2011 - Aline Lima
Claudio Belli/Valor/Claudio Belli/Valor
Jatobá, da Visa: taxa que remunera banco em pré-pago supera a do débito
Ao fechar contrato com o Banco do Brasil (BB) para a emissão de cartões recarregáveis em reais, a Visa conseguiu quebrar uma importante barreira para a exploração do segmento de pré-pagos no país. E foi com o apelo do preço, combinado ao seu legado tecnológico, que a bandeira internacional tem agora a chance de chegar a uma das maiores bases de clientes do mercado bancário brasileiro.
O produto que acaba de ser lançado pelo BB em parceria com a Visa, aliás, tem potencial para atingir não só clientes do banco estatal mas também milhões de indivíduos hoje sem uma conta corrente, os chamados "não-bancarizados". O cartão Ourocard Pré-Pago Visa pode ser solicitado em nome de qualquer pessoa definida pelo correntista do banco, servindo tanto para a mesada dos filhos como para o pagamento da faxineira, por exemplo.
O BB espera vender um milhão de cartões pré-pagos somente no primeiro ano de atuação. Além da escala que a Visa pode ganhar no segmento de pré-pagos, o acordo fechado com o maior banco do país tem sabor especial de vitória. Afinal, o Banco do Brasil é sócio do Bradesco tanto no cartão Elo - projeto de bandeira nacional para concorrer com as marcas internacionais dominantes Visa e MasterCard - como nos vouchers refeição e alimentação Visa Vale, segmento de pré-pago mais antigo no Brasil.
A Visa também já manteve conversas com a Caixa Econômica Federal (CEF) para distribuir os recursos do Bolsa Família por meio de pré-pagos, sem sucesso.
Segundo Raul Francisco Moreira, diretor de cartões do BB, o banco pretende lançar um cartão pré-pago com a bandeira Elo, mas não tem prazo definido. "É um processo gradativo, precisa entrar na fila do desenvolvimento tecnológico", diz ele. Para Percival Jatobá, diretor de produtos da Visa do Brasil, a experiência da bandeira no segmento de pré-pagos e a força da marca pesaram na escolha do banco. "O BB conseguiu antecipar uma tendência e, ao mesmo tempo, evitar incorrer em algum erro", observa Jatobá.
A taxa de intercâmbio, que remunera o banco emissor do cartão, é outro atrativo. A Visa definiu uma tarifa (repassada pela adquirente, empresa responsável por capturar, processar e liquidar as transações) de 1,20% sobre as transações com pré-pagos. A taxa é superior àquela estabelecida para os cartões de débito (0,84%) e até para as operações com o cartão de crédito "classic", o mais básico de sua prateleira (1,11%). "A estratégia de desenvolver o segmento de pré-pagos passa, sim, pela taxa, mas ela é um dos componentes", ressalta Jatobá.
Os cartões recarregáveis para pagamentos diversos são uma das principais fronteiras do mercado de pré-pagos a serem exploradas no país, dado seu potencial de faturamento. Não existem dados oficiais sobre o setor, mas o diretor de cartões do BB estima, a partir de dados do BC e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que todas as modalidades de pré-pago devam movimentar, neste ano, recursos da ordem de R$ 30 bilhões - a maior parte relativa ao Programa de Amparo ao Trabalhador (PAT), distribuída por meio de vouchers alimentação e refeição.
"Embora o volume de transações com o produto vale alimentação venha crescendo junto com o aumento do emprego formal, seu desempenho é relativamente limitado porque cabe à empresa carregar o cartão do funcionário com um valor específico mensalmente, e não à pessoa física, a qualquer hora que ela quiser", explica Moreira.
Outro produto que vem ganhando adeptos no mundo dos pré-pagos é o cartão internacional para viagem, recarregável em moeda estrangeira, principalmente após o aumento do IOF sobre compras no cartão de crédito no exterior. O BB lançou o seu no início deste ano em parceria com a Visa e, de lá para cá, emitiu 200 mil plásticos. O segmento de pré-pagos de viagem eram praticamente cativo da Visa, que lançou o produto em 1996. Este ano, porém, seus concorrentes MasterCard e American Express também apresentaram seus cartões aos brasileiros.
Os R$ 30 bilhões que deverão ser movimentados por meio de pré-pagos este ano no país equivale a pouco mais de 1% do consumo privado das famílias. Pelas projeções do diretor de cartões do BB, até 2020 esse volume deve responder por 10% do consumo das famílias.
Claudio Belli/Valor/Claudio Belli/Valor
Jatobá, da Visa: taxa que remunera banco em pré-pago supera a do débito
Ao fechar contrato com o Banco do Brasil (BB) para a emissão de cartões recarregáveis em reais, a Visa conseguiu quebrar uma importante barreira para a exploração do segmento de pré-pagos no país. E foi com o apelo do preço, combinado ao seu legado tecnológico, que a bandeira internacional tem agora a chance de chegar a uma das maiores bases de clientes do mercado bancário brasileiro.
O produto que acaba de ser lançado pelo BB em parceria com a Visa, aliás, tem potencial para atingir não só clientes do banco estatal mas também milhões de indivíduos hoje sem uma conta corrente, os chamados "não-bancarizados". O cartão Ourocard Pré-Pago Visa pode ser solicitado em nome de qualquer pessoa definida pelo correntista do banco, servindo tanto para a mesada dos filhos como para o pagamento da faxineira, por exemplo.
O BB espera vender um milhão de cartões pré-pagos somente no primeiro ano de atuação. Além da escala que a Visa pode ganhar no segmento de pré-pagos, o acordo fechado com o maior banco do país tem sabor especial de vitória. Afinal, o Banco do Brasil é sócio do Bradesco tanto no cartão Elo - projeto de bandeira nacional para concorrer com as marcas internacionais dominantes Visa e MasterCard - como nos vouchers refeição e alimentação Visa Vale, segmento de pré-pago mais antigo no Brasil.
A Visa também já manteve conversas com a Caixa Econômica Federal (CEF) para distribuir os recursos do Bolsa Família por meio de pré-pagos, sem sucesso.
Segundo Raul Francisco Moreira, diretor de cartões do BB, o banco pretende lançar um cartão pré-pago com a bandeira Elo, mas não tem prazo definido. "É um processo gradativo, precisa entrar na fila do desenvolvimento tecnológico", diz ele. Para Percival Jatobá, diretor de produtos da Visa do Brasil, a experiência da bandeira no segmento de pré-pagos e a força da marca pesaram na escolha do banco. "O BB conseguiu antecipar uma tendência e, ao mesmo tempo, evitar incorrer em algum erro", observa Jatobá.
A taxa de intercâmbio, que remunera o banco emissor do cartão, é outro atrativo. A Visa definiu uma tarifa (repassada pela adquirente, empresa responsável por capturar, processar e liquidar as transações) de 1,20% sobre as transações com pré-pagos. A taxa é superior àquela estabelecida para os cartões de débito (0,84%) e até para as operações com o cartão de crédito "classic", o mais básico de sua prateleira (1,11%). "A estratégia de desenvolver o segmento de pré-pagos passa, sim, pela taxa, mas ela é um dos componentes", ressalta Jatobá.
Os cartões recarregáveis para pagamentos diversos são uma das principais fronteiras do mercado de pré-pagos a serem exploradas no país, dado seu potencial de faturamento. Não existem dados oficiais sobre o setor, mas o diretor de cartões do BB estima, a partir de dados do BC e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que todas as modalidades de pré-pago devam movimentar, neste ano, recursos da ordem de R$ 30 bilhões - a maior parte relativa ao Programa de Amparo ao Trabalhador (PAT), distribuída por meio de vouchers alimentação e refeição.
"Embora o volume de transações com o produto vale alimentação venha crescendo junto com o aumento do emprego formal, seu desempenho é relativamente limitado porque cabe à empresa carregar o cartão do funcionário com um valor específico mensalmente, e não à pessoa física, a qualquer hora que ela quiser", explica Moreira.
Outro produto que vem ganhando adeptos no mundo dos pré-pagos é o cartão internacional para viagem, recarregável em moeda estrangeira, principalmente após o aumento do IOF sobre compras no cartão de crédito no exterior. O BB lançou o seu no início deste ano em parceria com a Visa e, de lá para cá, emitiu 200 mil plásticos. O segmento de pré-pagos de viagem eram praticamente cativo da Visa, que lançou o produto em 1996. Este ano, porém, seus concorrentes MasterCard e American Express também apresentaram seus cartões aos brasileiros.
Os R$ 30 bilhões que deverão ser movimentados por meio de pré-pagos este ano no país equivale a pouco mais de 1% do consumo privado das famílias. Pelas projeções do diretor de cartões do BB, até 2020 esse volume deve responder por 10% do consumo das famílias.
BANDEIRA PASSA A VENDER SERVIÇO DE PROCESSAMENTO
jornal Valor Econômico 05/10/2011 - Aline Lima
A Visa quer ser reconhecida no mercado brasileiro não apenas como a maior bandeira internacional de cartão. De carona no mercado de pré-pagos, a empresa procura se posicionar também como uma processadora de pagamentos eletrônicos.
A ideia é ir além da oferta de cartões para entregar ao cliente uma solução de gestão do negócio de pré-pagos, que pode incluir desde a confecção de extratos até uma central de atendimento ao portador do plástico.
"A Visa tem tecnologia para processar as transações de seus cartões, mas nunca explorou a capacidade de terceirização do serviço", conta Percival Jatobá, diretor executivo de produtos da empresa.
A estratégia foi traçada a partir da joint venture formada entre a Visa e a Yalamanchili Software Exports, empresa com operações na Índia e em Cingapura, em dezembro de 2008. A união deu origem à Visa Processing Service (VPS), braço operacional para atuação em mercados emergentes.
O banco Cruzeiro do Sul lançou, em agosto, um cartão de viagem que pode ser carregado em 12 moedas estrangeiras pela plataforma VPS. Já o pré-pago do Banco do Brasil, recarregável em reais, está sendo processado internamente pela instituição. "Quanto maior e mais consolidado for o processamento interno de cada banco, a tendência é internalizar a gestão do pré-pago", explica Jatobá.
O mercado de pré-pagos tornou-se prioridade para a Visa no Brasil, ultrapassando em importância a área de cartões para pessoas jurídicas. Além de plásticos para viagens e pagamentos diversos, as apostas da bandeira recaem também sobre o segmento de frete rodoviário (que até outubro, obrigatoriamente, deverá trafegar pelo sistema financeiro formal) e o de pagamentos por meio de celular.
Embora a ênfase seja no segmento de pré-pagos, a Visa também pretende expandir a oferta de tecnologia de processamento para varejistas detentores de cartões "private label".
A Visa quer ser reconhecida no mercado brasileiro não apenas como a maior bandeira internacional de cartão. De carona no mercado de pré-pagos, a empresa procura se posicionar também como uma processadora de pagamentos eletrônicos.
A ideia é ir além da oferta de cartões para entregar ao cliente uma solução de gestão do negócio de pré-pagos, que pode incluir desde a confecção de extratos até uma central de atendimento ao portador do plástico.
"A Visa tem tecnologia para processar as transações de seus cartões, mas nunca explorou a capacidade de terceirização do serviço", conta Percival Jatobá, diretor executivo de produtos da empresa.
A estratégia foi traçada a partir da joint venture formada entre a Visa e a Yalamanchili Software Exports, empresa com operações na Índia e em Cingapura, em dezembro de 2008. A união deu origem à Visa Processing Service (VPS), braço operacional para atuação em mercados emergentes.
O banco Cruzeiro do Sul lançou, em agosto, um cartão de viagem que pode ser carregado em 12 moedas estrangeiras pela plataforma VPS. Já o pré-pago do Banco do Brasil, recarregável em reais, está sendo processado internamente pela instituição. "Quanto maior e mais consolidado for o processamento interno de cada banco, a tendência é internalizar a gestão do pré-pago", explica Jatobá.
O mercado de pré-pagos tornou-se prioridade para a Visa no Brasil, ultrapassando em importância a área de cartões para pessoas jurídicas. Além de plásticos para viagens e pagamentos diversos, as apostas da bandeira recaem também sobre o segmento de frete rodoviário (que até outubro, obrigatoriamente, deverá trafegar pelo sistema financeiro formal) e o de pagamentos por meio de celular.
Embora a ênfase seja no segmento de pré-pagos, a Visa também pretende expandir a oferta de tecnologia de processamento para varejistas detentores de cartões "private label".
DISPLAY CARD COMEÇA A AUTENTICAR USUÁRIOS DAS REDES SOCIAIS
portal Cardnews 04/10/2011
A rede social ecológica Azerox está oferecendo a seus usuários o "Cartão Certificador Azerox". Trata-se da primeira aplicação do Display Card, produzido pela IntelCav, para garantir a identidade dos perfis em sites de relacionamento.
Com o tamanho e o formato de um cartão de crédito tradicional, o Display Card tem um botão que, quando pressionado, gera uma senha aleatória. Este número aparece em um visor eletrônico no próprio plástico. Através dessa autenticação, a conta do portador não pode ser invadida por terceiros e impede usos fraudulentos dos perfis.
A distribuição do cartão se iniciou pelos chamados clientes VIPs, mas logo estará disponível para todos os usuários. O diretor da Azerox, Antonio Gontijo, informa que sua expectativa é chegar até a metade de 2012 com mil cartões em circulação.
Segundo ele, em breve esses cartões começarão a ser vendidos por meio de sites de compras coletivas. "A principal vantagem é a segurança. O hacker não consegue entrar no perfil da pessoa. Outra situação interessante é o controle daquilo que será publicado. As páginas certificadas não permitem a publicação de propaganda sem a permissão do titular, que pode decidir se quer e como quer, a publicidade", diz.
O Cartão Certificador Azerox também certifica usuários para outras redes sociais, como Facebook e Twitter. Segundo o presidente da IntelCav, Fernando Castejon, o Display Card é uma solução para garantir um ambiente seguro na internet. Ele explica que tanto em sites de relacionamento como no próprio comércio eletrônico a grande dificuldade é assegurar que as partes envolvidas sejam quem realmente dizem ser. "O Display Card proporciona esta segurança ao fornecer senhas aleatórias a cada novo acesso. E, por seu formato, pode ser transportado na própria carteira das pessoas, eliminando o uso dos tokens. Essa portabilidade é mais um dos benefícios do Display Card", afirma.
A rede social ecológica Azerox está oferecendo a seus usuários o "Cartão Certificador Azerox". Trata-se da primeira aplicação do Display Card, produzido pela IntelCav, para garantir a identidade dos perfis em sites de relacionamento.
Com o tamanho e o formato de um cartão de crédito tradicional, o Display Card tem um botão que, quando pressionado, gera uma senha aleatória. Este número aparece em um visor eletrônico no próprio plástico. Através dessa autenticação, a conta do portador não pode ser invadida por terceiros e impede usos fraudulentos dos perfis.
A distribuição do cartão se iniciou pelos chamados clientes VIPs, mas logo estará disponível para todos os usuários. O diretor da Azerox, Antonio Gontijo, informa que sua expectativa é chegar até a metade de 2012 com mil cartões em circulação.
Segundo ele, em breve esses cartões começarão a ser vendidos por meio de sites de compras coletivas. "A principal vantagem é a segurança. O hacker não consegue entrar no perfil da pessoa. Outra situação interessante é o controle daquilo que será publicado. As páginas certificadas não permitem a publicação de propaganda sem a permissão do titular, que pode decidir se quer e como quer, a publicidade", diz.
O Cartão Certificador Azerox também certifica usuários para outras redes sociais, como Facebook e Twitter. Segundo o presidente da IntelCav, Fernando Castejon, o Display Card é uma solução para garantir um ambiente seguro na internet. Ele explica que tanto em sites de relacionamento como no próprio comércio eletrônico a grande dificuldade é assegurar que as partes envolvidas sejam quem realmente dizem ser. "O Display Card proporciona esta segurança ao fornecer senhas aleatórias a cada novo acesso. E, por seu formato, pode ser transportado na própria carteira das pessoas, eliminando o uso dos tokens. Essa portabilidade é mais um dos benefícios do Display Card", afirma.
MASTERCARD LANÇA PROMOÇÃO EM PARCERIA COM LANCHONETE DA CIDADE
portal Propmark 04/10/2011
A MasterCard e a Lanchonete da Cidade realizam a promoção “De Lambretta pela cidade”, que sorteará quatro Lambrettas entre os clientes que pagarem contas a partir de R$40 com cartões MasterCard, crédito ou débito. Participam do sorteio as unidades da Lanchonete da Cidade em São Paulo, nos bairros de Moema, Jardins e nos shoppings Cidade Jardim e Pátio Higienópolis. O resultado será anunciado no dia 10 de dezembro.
A MasterCard e a Lanchonete da Cidade realizam a promoção “De Lambretta pela cidade”, que sorteará quatro Lambrettas entre os clientes que pagarem contas a partir de R$40 com cartões MasterCard, crédito ou débito. Participam do sorteio as unidades da Lanchonete da Cidade em São Paulo, nos bairros de Moema, Jardins e nos shoppings Cidade Jardim e Pátio Higienópolis. O resultado será anunciado no dia 10 de dezembro.
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