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31 de jul. de 2011

ATP INSTALA MAIS MIL NOVOS PONTOS DE CORRESPONDENTES NO PAÍS

portal Executivos Financeiros 28/07/2011

A ATP, empresa especializada em prestação de serviços e soluções tecnológicas para o sistema financeiro, venceu licitação para instalar mais mil novos pontos de correspondentes, para os bancos Banpará e Banco do Nordeste. No Banpará, já estão operando 500 novos pontos. Para o Banco do Nordeste (BNB) serão instalados 500 pontos, com previsão de implantação até o final deste ano.

Além desses dois novos projetos, até setembro a ATP concluirá a instalação de 6 mil pontos do “Caixa Aqui”. Os pontos estão sendo repassados à ATP na medida em que a Caixa Econômica Federal vai firmando contratos com os estabelecimentos comerciais.

A empresa também está renovando o parque tecnológico do banco Caixa Econômica Federal, substituindo soluções e realizando uma adequação tecnológica, implantando novos processos, além de fazer a ampliação dos conveniados já existentes. A ATP é responsável pela instalação e manutenção do software e hardware num período pré-estabelecido, com equipamentos totalmente customizados.

12 de abr. de 2011

NCR PASSA A FABRICAR COFRES PARA CAIXA ELETRÔNICO NO BRASIL

jornal Valor Econômico 12/04/2011 - Moacir Drska

A americana NCR colocou em funcionamento mais uma fábrica em Manaus, voltada inicialmente à produção de cofres de aço usados em terminais de autoatendimento bancário (ATM). A nova unidade - que começou a ser testada em janeiro e oficialmente entrou em funcionamento na semana passada - integra o plano traçado pela empresa no fim de 2009, para injetar US$ 73 milhões na subsidiária brasileira no prazo de três anos. Na época, a NCR colocou em operação sua primeira fábrica em Manaus, destinada a produzir ATMs, e anunciou a criação de um centro de pesquisa e desenvolvimento no país.

Com a nova fábrica, instalada em uma área de cinco mil metros quadrados, o Brasil será a única operação global da empresa que também produzirá os cofres. Nas outras quatro fábricas, localizadas nos Estados Unidos, na Índia, na China e na Hungria, esses componentes são adquiridos de outros fornecedores.

Todos os investimentos programados têm como objetivo adaptar a NCR às condições do mercado brasileiro, diz Elias Rogério da Silva, presidente da NCR no Brasil. "Nossa atuação aqui estava muito restrita a clientes globais, como HSBC e Citibank ".

Silva diz que a partir da década de 80, muitos bancos do país criaram suas próprias empresas de tecnologia. O número de sistemas criados internamente e com características específicas em cada instituição é significativo. Assim, enquanto em outros países o nível de adaptações está em torno de 10%, no Brasil, um projeto de ATM, que inclui os cofres, pode exigir um projeto 100% sob medida.

Outros aspectos que diferenciam o Brasil são os incidentes envolvendo o roubo dos ATMs ou atos de vandalismo. As especificações locais dos equipamentos incluem desde reforço físico - como o uso de materiais mais resistentes e formas especiais de fixação das máquinas no solo -, até sistemas de bloqueio remoto.

Com 175 mil máquinas instaladas, Brasil é o terceiro maior mercado mundial de ATM, atrás dos EUA e da China

Além da maior agilidade na entrega dos ATMs, Silva estima que a nova unidade trará uma redução no custo de produção local de no mínimo 20%. "Vamos melhorar a margem de lucro e poderemos ter um preço final mais competitivo".

Como ocorre com os ATMs, 80% da produção será destinada ao mercado brasileiro; o restante será dirigido à América Latina.

O Brasil é o terceiro maior mercado mundial de caixas eletrônicos, atrás dos Estados Unidos e da China. O país conta com cerca de 175 mil ATMs instalados, segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban). A base global é de 1,7 milhão de máquinas.

A NCR tenta repetir no Brasil o desempenho alcançado no mercado mundial de ATMs, onde lidera com 31% de participação, segundo Silva. Em 2010, o faturamento global foi de US$ 4,82 bilhões e o lucro líquido, de US$ 134 milhões.

Parte do interesse da NCR pelo Brasil se traduz na figura de John Gregg, vice-presidente da NCR para a América Latina. O executivo, antes baseado em Fort Lauderdale (EUA), mudou-se para Brasil no início do ano.

O país responde por cerca de 3% das receitas globais da NCR. A empresa tem uma base instalada de 17 mil máquinas no Brasil e ocupa a terceira posição no setor, atrás da também americana Diebold, que detém cerca de 60% do mercado. A concorrência inclui também companhias brasileiras como Itautec e Perto. "O objetivo é brigar pelo primeiro lugar em cinco anos", diz Silva.

Segundo o executivo, em média são adquiridos 25 mil ATMs por ano no Brasil. Isso inclui a substituição de equipamentos antigos e o acréscimo no número de máquinas. Silva diz que as unidades em Manaus têm capacidade instalada para atender a essa demanda. Em 2010, a NCR superou em 33% a estimativa inicial, de produzir 6 mil ATMs.

Juntamente com os aporte em produção, a NCR vem buscando ampliar seu campo de atuação. Assim como as demais companhias do setor, a empresa tem reforçado a oferta de sistemas e serviços que vão além do suporte estritamente relacionado à parte física do equipamento.

Os novos pacotes de manutenção preventiva buscam reduzir a indisponibilidade dos ATMs, ao antecipar falhas do equipamento e do software, ou mesmo questões como a falta de cédulas, serviço hoje prestado por terceiros.

A NCR também começou a explorar no país a oferta de terminais, softwares e serviços voltados ao varejo. Esse mercado já responde por 25% das receitas globais da empresa, atrás do segmento de finanças, com 65%. "O varejo no Brasil é menos concentrado e vai nos tornar menos dependentes do segmento financeiro", diz Silva.

O executivo afirma que as unidades em Manaus já estão preparadas para produzir todo o portfólio da NCR. A fabricação dos produtos para o varejo, em médio prazo, já está prevista no plano de negócios da empresa. Tudo dependerá da aceitação da oferta pelo mercado, diz Silva, que prevê uma ampliação de mais de 10% no quadro atual de 450 funcionários da NCR no país até o fim do ano.

22 de out. de 2010

URMET DARUMA ASSINA CONTRATO DE R$ 40 MILHÕES COM O BB

portal Executivos Financeiros 21/10/2010

A Urmet Daruma, multinacional que atua no mercado brasileiro de tecnologia para Automação Comercial, Telecomunicações e Informática, fornecerá para o Banco do Brasil, até dezembro de 2010, oito mil e quinhentos terminais de atendimento e de consulta para clientes.

A licitação vencida pela empresa envolve um contrato no valor aproximado de R$ 40 milhões para o fornecimento, instalação e prestação de serviços de garantia dos equipamentos. Mario Alves, executivo da empresa, revela que “este é o 2º projeto ganho pela empresa para o fornecimento de produtos nesta instituição financeira”.

A Urmet já fornece PC’s para as frentes de caixa desde 2009. A previsão é de que, até o final do ano, o parque instalado do banco atinja 45 mil PC’s, considerando agências espalhadas por todo o país.

A soma dos contratos ganhos pela empresa na estatal é de mais de R$ 100 milhões e representa um importante marco nas linhas de negócios e em seu faturamento, que vem apresentando forte crescimento em 2010.

“Nossos produtos são fabricados sob o regime do PPB (Processo Produtivo Básico), que permite a obtenção de benefícios fiscais de modo a reduzir os custos, tornando-os mais competitivos. Nossa expectativa é que a partir deste projeto, atendamos às demandas do setor bancário brasileiro”, projeta Alves. “A intenção é estender o fornecimento dos produtos também para 2011”.