portal Executivos Financeiros 18/04/2011
Um novo estudo CVA Solutions com pouco mais de 7 mil usuários de cartões de crédito de instituições financeiras, de varejo e de seis bandeiras, revelou que os consumidores tendem a avaliar negativamento os produtos e serviços, quando são obrigados a pagar anuidade, quando não contam com programas de recompensas ou quando suas compras são bloqueadas por falta de limite de crédito. Em situação inversa, quando o cartão é gratuito e quando recebem privilégios, as avaliações são bem positivas.
O estudo, divulgado nesta segunda (18), avaliou o valor percebido pelos usuários em relação ao cartão de crédito que possuem (emissor+bandeira+tipo) e tem por objetivo entender a estrutura de valor percebido (custo-benefício percebido) no mercado, a partir do ponto de vista do usuário. Além disso, a proposta também é a de medir a posição competitiva dos principais emissores e bandeiras e diagnosticar possibilidades de criação de vantagem competitiva sustentável.
“Provar a taxa de juros dos cartões de crédito continua sendo o fator que mais desgasta a relação entre o usuário e seu cartão de crédito e resulta em uma avaliação bastante negativa sobre o produto”, declara o sócio diretor da CVA Solutions, Sandro Cimatti.
A pesquisa 2011 constatou que o segmento de cartões de crédito de varejistas vem crescendo mais rapidamente do que o de cartões de crédito de instituições financeiras, já que eles geralmente atingem uma classe social de renda mais baixa, que vem conquistando melhoria em seu poder aquisitivo. No entanto, esses cartões são menos utilizados, já que possuem baixos limites de crédito.
Outra conclusão importante diz respeito às emissões feitas pelas instituições financeiras que continuam privilegiando as pessoas com maior poder aquisitivo, oferecendo anuidades gratuitas e melhores programas de recompensas fazendo que seu valor percebido seja melhor que no público de renda mais baixa.
Avaliação
Numa escala de 1 a 10, o segmento de cartões de crédito conquistou nota de 7,17, entre 23 setores da economia pesquisados, resultado inferior ao de 2010, 7,21. A posição ainda é melhor do que a dos bancos, telefonia celular e planos de saúde, mas pior do que supermercados, seguro de automóveis e hotéis. Para o Valor Percebido, baseados no custo benefício, os setores como melhor segmento foi o de eletrodomésticos, com nota 9,28 e o pior o de planos de saúde, com 6,39.
Foram analisadas respostas de consumidores que possuíam os cartões com bandeiras Visa, Mastercard, American Express, Hipercard, Diners e Aura. Cartões dos emissores financeiros Banco do Brasil, Itaú, Bradesco, Santander, Caixa Econômica Federal, HSBC, Citibank, Amex, Diners, Credicard, Porto Seguro, Banrisul e Panamericano. E dos emissores de varejo Hipercard, Casas Bahia, C&A, Carrefour, Extra, Pão de Açúcar, Lojas Americanas, Magazine Luiza, Ponto Frio, Submarino e Saraiva.
“Pensando em atratividade da marca, o banco deve divulgar o cartão de crédito na mídia e distribuí-lo para atrair e conquistar novos clientes. Para melhorar o valor percebido de seus clientes e fazê-los usar mais seu cartão, é preciso oferecer vantagens, como programas de recompensas e isenção de anuidade”, avalia Cimatti. O executivo destaca que para o banco aumentar seu market share e nível de utilização é preciso oferecer tanto uma boa atratividade como um bom valor percebido. “As duas coisas têm que andar juntas resultando em crescimento e rentabilidade”.
Perfil de Renda e Gastos
O estudo dividiu os usuários em três faixas de renda individual
mensal: até R$ 2 mil, de R$ 2 mil a R$ 4 mil e acima de R$ 4 mil. Na amostra estudada os cartões com bandeiras Visa, Amex e Diners tem mais usuários na faixa com renda superior a R$ 4 mil, enquanto Mastercard e Hipercard tem mais usuários na faixa com renda inferior a R$ 2 mil. Os cartões emitidos por redes de varejo – como C&A, Hipercard, Carrefour e Casas Bahia, por exemplo, tem mais usuários na faixa com renda de até R$2 mil.
Também foi diagnosticado pela pesquisa que o perfil de gastos do usuário é maior quando o cartão é emitido por uma instituição financeira. Por exemplo: apenas 31% dos usuários do cartão Itaú e 24% dos que possuem Amex gastam até R$ 600,00; enquanto 55% dos usuários do cartão C&A e 46% dos clientes Hipercard gastam até R$ 600,00.
Conclusões
Segundo Sandro Cimatti, o estudo mostra que os emissores financeiros de cartões devem liberar ou reduzir os pagamentos de anuidades, melhorar os programas de recompensas, melhorar o atendimento e cuidar do limite de crédito de seus usuários. Já para os emissores de cartões de varejo a recomendação para melhorar seu valor percebido e aumentar o uso de seus cartões de crédito é implantar programas de recompensas, melhorar o atendimento e aumentar o limite de crédito.
“Não adianta distribuir cartões de crédito e não oferecer vantagens para estimular o seu uso. O cliente que prova a taxa de juros ou que tem uma compra bloqueada por falta de limite de crédito sempre faz uma avaliação pior do cartão e da marca. O usuário que recomenda o cartão e faz uma avaliação muito positiva é aquele que não paga anuidade, tem recompensas atraentes, tem bom limite de crédito e sabe que seu cartão será aceito na maioria dos estabelecimentos”, afirma.
O Estudo CVA com usuários de cartões de crédito está sendo realizado pelo segundo ano consecutivo no Brasil e foi finalizado recentemente, em março. As entrevistas foram realizadas em todo o País, com pessoas com pelo menos um cartão de crédito (média de 2,39 cartões de crédito por pessoa). Os usuários responderam as questões com base em seu cartão principal, ou seja, aquele que costumam usar com maior frequência. A coleta de dados foi realizada em fevereiro de 2011.
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18 de abr. de 2011
PAGAMENTO DE ANUIDADE NOS CARTÕES DE CRÉDITO INIBE CRESCIMENTO DO SETOR, MOSTRA ESTUDO
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16 de fev. de 2011
SARAIVA COMEÇA OPERAÇÕES NO SETOR DE TURISMO ON-LINE
jornal Folha de S. Paulo 16/02/2011 – Camila Fusco
De olho em um mercado que movimenta cerca de R$ 6 bilhões por ano, a Livraria Saraiva inicia hoje as vendas on-line de viagens.
Com um portal específico, o Saraiva Viagens, a companhia pretende vender pacotes turísticos, passagens de 900 companhias aéreas -para 150 destinos-, além de reservas em 80 mil hotéis no Brasil e no exterior.
A intenção, segundo Marcílio Pousada, presidente da Livraria Saraiva, é incluir a venda de viagens no catálogo de serviços.
Hoje já são oferecidos pela empresa a venda de garantia estendida e seguros, suporte a eletroeletrônicos e assistência técnica.
A Saraiva vai operar em parceria com a ViajaNet, companhia que atua no setor desde 2009.
Com o serviço, a livraria deverá concorrer com portais como Submarino Viagens, da B2W, Decolar.com, com os sites das companhias aéreas e também com os das operadoras de turismo, como a CVC.
"Estimamos que serviços como o de viagens atingirão 10% do total de faturamento da empresa em quatro anos", afirma Pousada.
Isso significa que, em valores atuais, o potencial é que o segmento chegue a R$ 100 milhões até 2014.
Atualmente, as operações de e-commerce da Saraiva representam mais de um terço das vendas da livraria.
Em 2009, dos R$ 951 milhões em vendas líquidas, R$ 338 milhões vieram de comércio eletrônico. Os resultados de 2010 serão divulgados no mês que vem.
Com a oferta de viagens, a companhia pretende ainda impulsionar a venda de livros e conteúdos relacionados ao turismo, no modelo de venda cruzada.
Em janeiro, 22 milhões de brasileiros (ou 51% do total dos internautas) navegaram em sites de turismo, segundo o Ibope Nielsen Online.
"Ao lado dos sites de automóveis, os portais de viagens estão entre os que mais cresceram em audiência", explica José Calazans, analista do Ibope.
Em cifras o crescimento também é visível. A venda de pacotes turísticos e de passagens subiu 33% no ano passado e, segundo a consultoria E-Consulting, a meta é encerrar o ano com R$ 7,2 bilhões em faturamento.
De olho em um mercado que movimenta cerca de R$ 6 bilhões por ano, a Livraria Saraiva inicia hoje as vendas on-line de viagens.
Com um portal específico, o Saraiva Viagens, a companhia pretende vender pacotes turísticos, passagens de 900 companhias aéreas -para 150 destinos-, além de reservas em 80 mil hotéis no Brasil e no exterior.
A intenção, segundo Marcílio Pousada, presidente da Livraria Saraiva, é incluir a venda de viagens no catálogo de serviços.
Hoje já são oferecidos pela empresa a venda de garantia estendida e seguros, suporte a eletroeletrônicos e assistência técnica.
A Saraiva vai operar em parceria com a ViajaNet, companhia que atua no setor desde 2009.
Com o serviço, a livraria deverá concorrer com portais como Submarino Viagens, da B2W, Decolar.com, com os sites das companhias aéreas e também com os das operadoras de turismo, como a CVC.
"Estimamos que serviços como o de viagens atingirão 10% do total de faturamento da empresa em quatro anos", afirma Pousada.
Isso significa que, em valores atuais, o potencial é que o segmento chegue a R$ 100 milhões até 2014.
Atualmente, as operações de e-commerce da Saraiva representam mais de um terço das vendas da livraria.
Em 2009, dos R$ 951 milhões em vendas líquidas, R$ 338 milhões vieram de comércio eletrônico. Os resultados de 2010 serão divulgados no mês que vem.
Com a oferta de viagens, a companhia pretende ainda impulsionar a venda de livros e conteúdos relacionados ao turismo, no modelo de venda cruzada.
Em janeiro, 22 milhões de brasileiros (ou 51% do total dos internautas) navegaram em sites de turismo, segundo o Ibope Nielsen Online.
"Ao lado dos sites de automóveis, os portais de viagens estão entre os que mais cresceram em audiência", explica José Calazans, analista do Ibope.
Em cifras o crescimento também é visível. A venda de pacotes turísticos e de passagens subiu 33% no ano passado e, segundo a consultoria E-Consulting, a meta é encerrar o ano com R$ 7,2 bilhões em faturamento.
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28 de out. de 2010
SARAIVA FAZ PARCERIA PARA OFERECER SEGURO DE GARANTIA ESTENDIDA A CLIENTES
portal Viver Seguro 26/10/2010
A Saraiva também rendeu-se ao mercado segurador, com a decisão de oferecer o seguro de Garantia Estendida para produtos eletrônicos, de informática e de telefonia. A compra do serviço é por meio site e-commerce www.saraiva.com.br ou via televendas 4003-3390. O cliente poderá optar pelo prazo de extensão de 12 ou 24 meses. A Garantia Estendida oferece, em casos de defeito após a garantia do fabricante, o reparo ou a troca do produto.
Para disponibilizar o serviço, a Saraiva firmou parceria com a Bradesco Auto/RE Companhia de Seguros, Cardif do Brasil Seguros e Garantias S.A. e a corretora Willis Affinity.
“Agregar valor às categorias de produtos e fidelizar os clientes é a nossa meta”, declara Marcílio D’Amico Pousada, diretor presidente da Livraria Saraiva. De olho na evolução desse mercado de produtos e serviços financeiros, a Saraiva lançou em 2007 o Cartão de Crédito Saraiva, que hoje conta com mais de 130 mil cartões emitidos. De acordo com Pousada, a estratégia da empresa é cada vez mais investir em possibilidades de crédito dentro do negócio.
“Ser ágil, adaptável, criativo e com baixo custo de implementação é o foco da Willis na solução criada e disponibilizada para a Saraiva em seu projeto de Garantia Estendida” afirma Jose Otavio Sampaio, presidente da Willis Corretores de Seguros.
“A parceria da Bradesco Auto/RE com a Saraiva mostra a expansão da garantia estendida para novos segmentos e escolhemos um parceiro de forte atuação no mercado varejista”, afirma Ricardo Saad, presidente da Bradesco Auto/Re Companhia de Seguros.
O serviço de Garantia Estendida da Saraiva conta com mais de 3 mil assistências técnicas em todo Brasil e também uma Central de Atendimento exclusiva e especializada.
“A Saraiva é um dos líderes no e-commerce e televendas e vamos colocar à sua disposição toda a nossa experiência na distribuição da garantia estendida por meio de mais de 2 mil pontos de venda no varejo em todo o Brasil”, afirma Adriano Romano, vice-presidente executivo da Cardif Brasil.
A Saraiva também rendeu-se ao mercado segurador, com a decisão de oferecer o seguro de Garantia Estendida para produtos eletrônicos, de informática e de telefonia. A compra do serviço é por meio site e-commerce www.saraiva.com.br ou via televendas 4003-3390. O cliente poderá optar pelo prazo de extensão de 12 ou 24 meses. A Garantia Estendida oferece, em casos de defeito após a garantia do fabricante, o reparo ou a troca do produto.
Para disponibilizar o serviço, a Saraiva firmou parceria com a Bradesco Auto/RE Companhia de Seguros, Cardif do Brasil Seguros e Garantias S.A. e a corretora Willis Affinity.
“Agregar valor às categorias de produtos e fidelizar os clientes é a nossa meta”, declara Marcílio D’Amico Pousada, diretor presidente da Livraria Saraiva. De olho na evolução desse mercado de produtos e serviços financeiros, a Saraiva lançou em 2007 o Cartão de Crédito Saraiva, que hoje conta com mais de 130 mil cartões emitidos. De acordo com Pousada, a estratégia da empresa é cada vez mais investir em possibilidades de crédito dentro do negócio.
“Ser ágil, adaptável, criativo e com baixo custo de implementação é o foco da Willis na solução criada e disponibilizada para a Saraiva em seu projeto de Garantia Estendida” afirma Jose Otavio Sampaio, presidente da Willis Corretores de Seguros.
“A parceria da Bradesco Auto/RE com a Saraiva mostra a expansão da garantia estendida para novos segmentos e escolhemos um parceiro de forte atuação no mercado varejista”, afirma Ricardo Saad, presidente da Bradesco Auto/Re Companhia de Seguros.
O serviço de Garantia Estendida da Saraiva conta com mais de 3 mil assistências técnicas em todo Brasil e também uma Central de Atendimento exclusiva e especializada.
“A Saraiva é um dos líderes no e-commerce e televendas e vamos colocar à sua disposição toda a nossa experiência na distribuição da garantia estendida por meio de mais de 2 mil pontos de venda no varejo em todo o Brasil”, afirma Adriano Romano, vice-presidente executivo da Cardif Brasil.
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