O PayPal anunciou uma rede de pagamento peer-to-peer utilizando tecnologia NFC. Através de um pequeno aplicativo, as transferências podem ser feitas de telefone para telefone, apenas tocando um aparelho no outro. Inicialmente, a rede estará disponível para celulares Android.
Para transferir dinheiro, uma pessoa usa o widget para solicitar o valor. Os aparelhos do remetente e do destinatário da quantia se tocam e o devedor é solicitado a digitar um PIN para completar a transação.
Laura Chambers, diretora senior do PayPal Mobile, revelou o aplicativo no congresso MobileBeat de 2011. O lançamento será ainda neste trimestre nos Estados Unidos, embora no início apenas os proprietários do Samsung Nexus S serão capazes de usar a tecnologia.
O sistema tem recursos similares ao Bump (não usa NFC) que o PayPal incorporou em seu aplicativo para Android e iPhone por algum tempo. No entanto, a empresa diz que o novo widget é mais simples de usar, requerendo menos etapas.
Chambers diz que o PayPal está vendo um crescimento surpreendente nos pagamentos móveis, evidenciando um desejo efetivo do consumidor em equiparar a forma como paga suas compras com seu modo de vida. No entanto, acrescenta, o comportamento das pessoas não vai mudar a menos que o PayPal seja capaz de lhes oferecer uma experiência que seja realmente melhor do que a que está disponível hoje. A empresa observou a tecnologia NFC por um tempo e vê uma oportunidade importante para combinar o melhor do NFC e o melhor do PayPal.
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16 de jul. de 2011
27 de mai. de 2011
EUA: BANCOS SE UNEM EM CÂMARA DE COMPENSAÇÃO PARA TRANSAÇÕES P2P
portal CardClipping 25/05/2011
O Bank of America, o JPMorgan e o Wells Fargo vão desenvolver uma câmara de compensação para transferência de pagamentos on-line entre pessoas físicas, seja por e-mail ou via celular.
A iniciativa tem o objetivo de retomar o controle do mercado de pagamentos P2P, hoje dominado pelo PayPal, e de evitar a invasão dos recém-chegados, como o Google.
Os três bancos dizem que a plataforma clearXchange permitirá aos clientes enviar dinheiro a outros diretamente de suas contas bancárias on-line utilizando apenas um endereço de e-mail ou número de telefone.
Mike Kennedy, vice-presidente executivo e diretor de estratégia de pagamentos do Wells Fargo, diz que os usuários não têm que estabelecer uma nova conta fora do seu principal banco para receber os fundos: "Tudo o que os nossos clientes precisam saber é o endereço de e-mail ou o número de celular de um amigo ou membro da família, e nós cuidaremos do resto, utilizando a clearXchange.
Os bancos fundadores da joint venture pretendem expandir o empreendimento para outras instituições financeiras em futuro próximo. John Feldman, do Bank of America, foi nomeado para atuar como gerente geral do clearXchange.
Os bancos estão de olho no Google, que se prepara para lançar seu próprio serviço com tecnologia NFC, através do qual os usuários poderão gastar dinheiro, além de resgatar cupons e pontos de fidelidade nos caixas de varejista participantes. O gigante das buscas está planejando uma demonstração da tecnologia em um evento em Nova York, nesta quinta-feira. Com testes programados para Nova York e São Francisco, há rumores de que o Google teria fechado a participação de grandes nomes no varejo como Macy's, American Eagle Outfitters e a cadeia de fast food Subway.
O Bank of America, o JPMorgan e o Wells Fargo vão desenvolver uma câmara de compensação para transferência de pagamentos on-line entre pessoas físicas, seja por e-mail ou via celular.
A iniciativa tem o objetivo de retomar o controle do mercado de pagamentos P2P, hoje dominado pelo PayPal, e de evitar a invasão dos recém-chegados, como o Google.
Os três bancos dizem que a plataforma clearXchange permitirá aos clientes enviar dinheiro a outros diretamente de suas contas bancárias on-line utilizando apenas um endereço de e-mail ou número de telefone.
Mike Kennedy, vice-presidente executivo e diretor de estratégia de pagamentos do Wells Fargo, diz que os usuários não têm que estabelecer uma nova conta fora do seu principal banco para receber os fundos: "Tudo o que os nossos clientes precisam saber é o endereço de e-mail ou o número de celular de um amigo ou membro da família, e nós cuidaremos do resto, utilizando a clearXchange.
Os bancos fundadores da joint venture pretendem expandir o empreendimento para outras instituições financeiras em futuro próximo. John Feldman, do Bank of America, foi nomeado para atuar como gerente geral do clearXchange.
Os bancos estão de olho no Google, que se prepara para lançar seu próprio serviço com tecnologia NFC, através do qual os usuários poderão gastar dinheiro, além de resgatar cupons e pontos de fidelidade nos caixas de varejista participantes. O gigante das buscas está planejando uma demonstração da tecnologia em um evento em Nova York, nesta quinta-feira. Com testes programados para Nova York e São Francisco, há rumores de que o Google teria fechado a participação de grandes nomes no varejo como Macy's, American Eagle Outfitters e a cadeia de fast food Subway.
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29 de mar. de 2011
IRLANDA: O2 LANÇA APLICATIVO PARA PAGAMENTO P2P
redação Serfinco 29/03/2011
Mais um player investindo em transferências e pagamentos entre pessoas. A operadora de telefonia móvel O2 lançou aplicativos para Apple e Android, que permitem aos clientes irlandeses transferirem fundos de um para outro.
Desenvolvido pelo fornecedor local V3 Transaction Services, os aplicativos são gratuitos e habilitam os usuários a movimentarem dinheiro entre os cartões O2 Money em tempo real, independentemente de onde estejam localizados o remetente ou o destinatário.
Os clientes podem transferir até 350 euros de cada vez a um custo de 1 euro, com o beneficiário podendo sacar o dinheiro através de cartões pré-pagos Visa em caixas eletrônicos ou gastar em lojas reais ou virtuais.
Os usuários dos aplicativos também têm acesso a um painel onde podem controlar seus saldos e o histórico das transações, e usar o Google Maps para localizar lojas próximas, com instruções sobre como chegar lá.
A O2 diz que mais de 15 mil clientes já se inscreveram para o serviço desde que foi lançado em fevereiro, com 75% das transações realizadas online.
Mais um player investindo em transferências e pagamentos entre pessoas. A operadora de telefonia móvel O2 lançou aplicativos para Apple e Android, que permitem aos clientes irlandeses transferirem fundos de um para outro.
Desenvolvido pelo fornecedor local V3 Transaction Services, os aplicativos são gratuitos e habilitam os usuários a movimentarem dinheiro entre os cartões O2 Money em tempo real, independentemente de onde estejam localizados o remetente ou o destinatário.
Os clientes podem transferir até 350 euros de cada vez a um custo de 1 euro, com o beneficiário podendo sacar o dinheiro através de cartões pré-pagos Visa em caixas eletrônicos ou gastar em lojas reais ou virtuais.
Os usuários dos aplicativos também têm acesso a um painel onde podem controlar seus saldos e o histórico das transações, e usar o Google Maps para localizar lojas próximas, com instruções sobre como chegar lá.
A O2 diz que mais de 15 mil clientes já se inscreveram para o serviço desde que foi lançado em fevereiro, com 75% das transações realizadas online.
28 de mar. de 2011
EUA: AMEX LANÇA PLATAFORMA DE PAGAMENTOS DIGITAIS
redação Serfinco 28/03/2011
A American Express lançou uma plataforma de comércio e pagamento digitais, que permite aos usuários comprarem produtos e fazerem transferências de pessoa para pessoa, pelo computador e por telefones celulares.
Tendo como base a sua plataforma de pagamentos Revolution Money P2P, adquirida no ano passado por cerca de US $ 300 milhões, o novo serviço ‘Serve’ já está disponível nos Estados Unidos e deverá chegar a outros mercados ao longo do ano que vem.
Uma vez cadastrado, o usuários pode acessar uma conta no site do Serve, através de aplicativos para dispositivos da Apple e para Android, e também via Facebook. Os recurso são adicionados à conta Serve a partir de contas bancárias, de cartões de pagamento ou através de outras contas Serve.
O dinheiro na conta pode ser usado para enviar fundos a amigos, pagar contas e fazer compras on-line. Além disso, para fazer a ponte entre transações on-line e off-line, os usuários podem emitir cartões pré-pagos recarregáveis, vinculados a suas contas no Serve, que podem ser usados em estabelecimentos comerciais e caixas automáticos que aceitam cartões American Express.
Os clientes também podem criar, gerir e especificar subcontas para seus amigos, familiares ou colegas. As subcontas estão vinculadas, o que permite ao titular principal definir perfis de gastos.
A Amex assinou com Ticketmaster, Concur e Flipswap comoos primeiros parceiros comerciais, que usarão a plataforma para ofertar seus produtos e serviços. Também está fazendo parceria com cinco instituições de caridade, para receber donativos.
Para alavancar a novidade, Amex está dispensando a cobrança de tarifas nos primeiros seis meses. Após este prazo, vai cobrar US$ 0,30 mais 2,9% do valor do depósito para colocar dinheiro em contas (com descontos que podem levar até a zerar a tarifa em operações com dinheiro, cartões de débito e transferências eletrônicas) e US$ 2,00 para fazer saques em ATM.
A plataforma da Amex segue uma tendência adotada por outras bandeiras, como Visa e MasterCard, de competir com o PayPal no crescente comércio eletrônico e móvel. O segmento de pagamentos P2P está se tornando cada vez mais competitivo, com a Visa lançamento um serviço no mês passado que permite aos consumidores transferirem fundos quase em tempo real para outros cartões através da rede VisaNet.
A Discover, em contrapartida, tem se alinhado com o PayPal, utilizando a plataforma Adaptive Payments API do PayPal para oferecer o serviço de pagamento entre pessoas aos portadores de cartão Discover. O sistema Money Messenger permite o envio de dinheiro a outra pessoa, via Discover.com ou smartphone, usando apenas o e-mail ou número do celular do destinatário.
A American Express lançou uma plataforma de comércio e pagamento digitais, que permite aos usuários comprarem produtos e fazerem transferências de pessoa para pessoa, pelo computador e por telefones celulares.
Tendo como base a sua plataforma de pagamentos Revolution Money P2P, adquirida no ano passado por cerca de US $ 300 milhões, o novo serviço ‘Serve’ já está disponível nos Estados Unidos e deverá chegar a outros mercados ao longo do ano que vem.
Uma vez cadastrado, o usuários pode acessar uma conta no site do Serve, através de aplicativos para dispositivos da Apple e para Android, e também via Facebook. Os recurso são adicionados à conta Serve a partir de contas bancárias, de cartões de pagamento ou através de outras contas Serve.
O dinheiro na conta pode ser usado para enviar fundos a amigos, pagar contas e fazer compras on-line. Além disso, para fazer a ponte entre transações on-line e off-line, os usuários podem emitir cartões pré-pagos recarregáveis, vinculados a suas contas no Serve, que podem ser usados em estabelecimentos comerciais e caixas automáticos que aceitam cartões American Express.
Os clientes também podem criar, gerir e especificar subcontas para seus amigos, familiares ou colegas. As subcontas estão vinculadas, o que permite ao titular principal definir perfis de gastos.
A Amex assinou com Ticketmaster, Concur e Flipswap comoos primeiros parceiros comerciais, que usarão a plataforma para ofertar seus produtos e serviços. Também está fazendo parceria com cinco instituições de caridade, para receber donativos.
Para alavancar a novidade, Amex está dispensando a cobrança de tarifas nos primeiros seis meses. Após este prazo, vai cobrar US$ 0,30 mais 2,9% do valor do depósito para colocar dinheiro em contas (com descontos que podem levar até a zerar a tarifa em operações com dinheiro, cartões de débito e transferências eletrônicas) e US$ 2,00 para fazer saques em ATM.
A plataforma da Amex segue uma tendência adotada por outras bandeiras, como Visa e MasterCard, de competir com o PayPal no crescente comércio eletrônico e móvel. O segmento de pagamentos P2P está se tornando cada vez mais competitivo, com a Visa lançamento um serviço no mês passado que permite aos consumidores transferirem fundos quase em tempo real para outros cartões através da rede VisaNet.
A Discover, em contrapartida, tem se alinhado com o PayPal, utilizando a plataforma Adaptive Payments API do PayPal para oferecer o serviço de pagamento entre pessoas aos portadores de cartão Discover. O sistema Money Messenger permite o envio de dinheiro a outra pessoa, via Discover.com ou smartphone, usando apenas o e-mail ou número do celular do destinatário.
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Serve
17 de mar. de 2011
FISERV E CASHEDGE INCORPORAM VISA P2P
redação Serfinco 17/03/2011
Fiserv e CashEdge fecharam acordos com a Visa para expandirem a disponibilidade dos seus respectivos serviços de pagamentos de pessoa para pessoa.
O novo serviço de pagamentos da Visa foi lançado na Europa no mês passado. Os clientes bancários das instituições financeiras participantes passaram a ter a opção de selecionar uma conta Visa como destino dos fundos, ao efetuarem um pagamento a pessoa física. Através da conta Visa (16 dígitos), endereço de e-mail ou número de telefone celular, os consumidores podem enviar dinheiro diretamente da sua conta bancária para a conta Visa do destinatário.
A novidade veio no rastro de upgrades feitos na rede VisaNet e na introdução de um novo tipo de transação que permite que as instituições financeiras recebam os recursos.
Como parte do lançamento nos EUA, a Visa firmou acordos estratégicos com os fornecedores de produtos de P2P para bancos CashEdge e Fiserv. Através da parceria, as empresas terão acesso à VisaNet, o que lhes permitirá integrar os serviços P2P da Visa às suas respectivas plataformas na modalidade, Popmoney e ZashPay.
Lançada no ano passado, a ZashPay da Fiserv possibilita aos clientes de cerca de 700 instituições financeira parceiras mandarem dinheiro diretamente de suas contas bancárias para uma pessoa, usando apenas um endereço de e-mail ou um número de telefone celular. Atualmente, permite que os pagamentos sejam enviados diretamente para qualquer conta bancária nos EUA em menos de um dia útil e promete ainda este ano realizar operações em tempo real.
O novo acordo significa que os usuários da ZashPay agora podem enviar e receber dinheiro de e para os titulares da conta elegíveis Visa através da sua principal instituição financeira, teoricamente abrindo o serviço para mais de um bilhão de cartões.
Inicialmente, o serviço terá como foco as transações entre titulares de contas de cartões de crédito e de débito, com planos de expansão para os titulares de contas pré-pagas e internacionais no futuro. A solução estará disponível tanto para consumidores como para pequenas empresas usuárias da ZashPay.
A perspectiva de expansão do fluxo de pagamento para além das fronteiras dos Estados Unidos também é atraente para CashEdge. A empresa diz que vai disponibilizar o serviço a partir do início de julho, para que titulares de contas de cartão de débito, de crédito e pré-pagas possam enviar e receber pagamentos nacional e internacionalmente através do Popmoney.
Fiserv e CashEdge fecharam acordos com a Visa para expandirem a disponibilidade dos seus respectivos serviços de pagamentos de pessoa para pessoa.
O novo serviço de pagamentos da Visa foi lançado na Europa no mês passado. Os clientes bancários das instituições financeiras participantes passaram a ter a opção de selecionar uma conta Visa como destino dos fundos, ao efetuarem um pagamento a pessoa física. Através da conta Visa (16 dígitos), endereço de e-mail ou número de telefone celular, os consumidores podem enviar dinheiro diretamente da sua conta bancária para a conta Visa do destinatário.
A novidade veio no rastro de upgrades feitos na rede VisaNet e na introdução de um novo tipo de transação que permite que as instituições financeiras recebam os recursos.
Como parte do lançamento nos EUA, a Visa firmou acordos estratégicos com os fornecedores de produtos de P2P para bancos CashEdge e Fiserv. Através da parceria, as empresas terão acesso à VisaNet, o que lhes permitirá integrar os serviços P2P da Visa às suas respectivas plataformas na modalidade, Popmoney e ZashPay.
Lançada no ano passado, a ZashPay da Fiserv possibilita aos clientes de cerca de 700 instituições financeira parceiras mandarem dinheiro diretamente de suas contas bancárias para uma pessoa, usando apenas um endereço de e-mail ou um número de telefone celular. Atualmente, permite que os pagamentos sejam enviados diretamente para qualquer conta bancária nos EUA em menos de um dia útil e promete ainda este ano realizar operações em tempo real.
O novo acordo significa que os usuários da ZashPay agora podem enviar e receber dinheiro de e para os titulares da conta elegíveis Visa através da sua principal instituição financeira, teoricamente abrindo o serviço para mais de um bilhão de cartões.
Inicialmente, o serviço terá como foco as transações entre titulares de contas de cartões de crédito e de débito, com planos de expansão para os titulares de contas pré-pagas e internacionais no futuro. A solução estará disponível tanto para consumidores como para pequenas empresas usuárias da ZashPay.
A perspectiva de expansão do fluxo de pagamento para além das fronteiras dos Estados Unidos também é atraente para CashEdge. A empresa diz que vai disponibilizar o serviço a partir do início de julho, para que titulares de contas de cartão de débito, de crédito e pré-pagas possam enviar e receber pagamentos nacional e internacionalmente através do Popmoney.
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30 de nov. de 2010
NOS EUA, VOLUME DE PAGAMENTOS MÓVEIS P2P SINALIZA CRESCIMENTO
redação Serfinco 30/11/2010
O volume de transações por transferências P2P via dispositivos móveis nos Estados Unidos será de US $ 7 bilhões este ano, com crescimento substancial nos próximos anos, segundo a última pesquisa da Javelin.
Os pagamentos móveis de pessoa para pessoa já estão disponíveis há mais de dez anos no país, com o início vinculado à chegada do PayPal em 1998. No entanto, apesar dos significativos avanços em tecnologia de celulares, na conectividade de rede móvel e no aprimoramento de experiências para os usuários de celulares, a ampla adoção pelos consumidores permanece distante.
Segundo o estudo, com dados coletados em março e julho deste ano, apenas 8% dos consumidores norte-americanos portadores de telefone móvel pretendem fazer uma operação P2P no próximo ano. Os números contrastam fortemente com a experiência das economias em desenvolvimento, onde a adoção está sendo impulsionada pela falta de infraestrutura bancária, como caixas eletrônicos e agências bancárias, e ausência de alternativas de produtos de pagamento.
"Nos EUA, temos um ecossistema de pagamento altamente desenvolvido e maduro, que oferece ao consumidor opções abundantes para fazer pagamentos, o que muitos mercados emergentes não têm", diz James Van Dyke, presidente e fundador da Javelin. "Se as instituições financeiras querem ser a principal escolha dos consumidores, em matéria de operações bancárias e de pagamentos via dispositivos móveis, precisarão desenvolver uma estratégia para abordar o crescente mercado de mobile P2P.
O relatório conclui que os proprietários de smartphones e os consumidores com idade entre 18 e 34 são os usuários mais ativos do m-banking e são os principais alvos para o uso do P2P por celular - quase quatro em cada dez bancos que disponibilizam serviços através de aparelhos móveis lançaram ferramentas de transferências nos últimos 12 meses.
A maioria dos consumidores que adotaram pagamentos P2P via celular o fazem para transferências domésticas e não para remessas internacionais, segundo a pesquisa, com a maioria das transações em valores entre US$ 10 e US$ 50.
"Até agora, nenhuma instituição de porte se destacou na modalidade, dentro dos Estados Unidos", diz Beth Rodrigues, diretora de pesquisa de pagamentos da Javelin. "Este é o pontapé que está faltando para impulsionar os pagamentos entre pessoas através de celulares, tirando o serviço do atual status de nicho e levando-o a um uso massificado."
O volume de transações por transferências P2P via dispositivos móveis nos Estados Unidos será de US $ 7 bilhões este ano, com crescimento substancial nos próximos anos, segundo a última pesquisa da Javelin.
Os pagamentos móveis de pessoa para pessoa já estão disponíveis há mais de dez anos no país, com o início vinculado à chegada do PayPal em 1998. No entanto, apesar dos significativos avanços em tecnologia de celulares, na conectividade de rede móvel e no aprimoramento de experiências para os usuários de celulares, a ampla adoção pelos consumidores permanece distante.
Segundo o estudo, com dados coletados em março e julho deste ano, apenas 8% dos consumidores norte-americanos portadores de telefone móvel pretendem fazer uma operação P2P no próximo ano. Os números contrastam fortemente com a experiência das economias em desenvolvimento, onde a adoção está sendo impulsionada pela falta de infraestrutura bancária, como caixas eletrônicos e agências bancárias, e ausência de alternativas de produtos de pagamento.
"Nos EUA, temos um ecossistema de pagamento altamente desenvolvido e maduro, que oferece ao consumidor opções abundantes para fazer pagamentos, o que muitos mercados emergentes não têm", diz James Van Dyke, presidente e fundador da Javelin. "Se as instituições financeiras querem ser a principal escolha dos consumidores, em matéria de operações bancárias e de pagamentos via dispositivos móveis, precisarão desenvolver uma estratégia para abordar o crescente mercado de mobile P2P.
O relatório conclui que os proprietários de smartphones e os consumidores com idade entre 18 e 34 são os usuários mais ativos do m-banking e são os principais alvos para o uso do P2P por celular - quase quatro em cada dez bancos que disponibilizam serviços através de aparelhos móveis lançaram ferramentas de transferências nos últimos 12 meses.
A maioria dos consumidores que adotaram pagamentos P2P via celular o fazem para transferências domésticas e não para remessas internacionais, segundo a pesquisa, com a maioria das transações em valores entre US$ 10 e US$ 50.
"Até agora, nenhuma instituição de porte se destacou na modalidade, dentro dos Estados Unidos", diz Beth Rodrigues, diretora de pesquisa de pagamentos da Javelin. "Este é o pontapé que está faltando para impulsionar os pagamentos entre pessoas através de celulares, tirando o serviço do atual status de nicho e levando-o a um uso massificado."
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