portal TI Inside 06/12/2011
A operadora norte-americana Verizon bloqueou o Google Wallet, aplicativo de pagamento por meio de dispositivos móveis do Google, disponível para o sistema operacional Android. O software foi desenvolvido especialmente para o Galaxy Nexus, da Samsung, que começará a ser vendido neste mês pela operadora. A Verizon alega problemas de segurança, segundo o The Wall Street Journal.
Um porta-voz do Google afirmou ao jornal que a Verizon pediu à empresa que não incluísse o Google Wallet no aparelho e impedisse o download do aplicativo por meio da loja oficial do Android. A Verizon, por sua vez, afirmou que está trabalhando na segurança de pagamentos por meio de dispositivos móveis. "Esperamos dar acesso quando essas metas forem atingidas", defendeu-se. Uma pessoa próxima ao assunto ouvida pelo jornal garantiu que os usuários terão o download liberado.
Rumores indicam que o Google Wallet, que utiliza a tecnologia de comunicação NFC (Near Field Communications) – tecnologia de comunicação por aproximação entre máquinas, que permite a troca de informações sem a necessidade de acesso à rede de dados da operadora ou à internet –, competiria com um serviço a ser lançado no ano que vem pela Verizon em parceria com outras operadoras, chamado Isis. Impedindo o uso do aplicativo nos celulares, a Verizon desaceleraria a entrada do Google no mercado de pagamento móvel (m-payment).
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13 de dez. de 2011
9 de out. de 2011
GOOGLE ADMITE LENTIDÃO NA DISTRIBUIÇÃO DO APP PARA GOOGLE WALLET
portal IDG Now! 26/09/2011 - Matt Hamblen (Computerworld/EUA)
Uma semana após lançamento nos EUA, carteira eletrônica para uso em smartphones ainda não chegou a todos os usuários do aparelho Nexus S.
O Google Wallet tem sofrido problemas técnicos, sem que se saiba a extensão real dos defeitos.
O site web da Google afirma que o novo sistema de pagamento móvel tem sido “mais lento que os tempos normais de espera para a inclusão de cartões (de crédito e débito) no Google Wallet”.
Além disso, as atualizações wireless do Google Wallet para smartphones Nexus S têm sido lentas e o app não chegou a todos os usuários até o fim da noite de sexta-feira (23/9), quando a Google afirmou que o update seria distribuído.
Um representante do help desk da Google chamado Dave afirmou pelo telefone no sábado (24/9) que “a distribuição [do Google Wallet] está meio que lenta. Eles ainda estão trabalhando nisso. Não há previsão específica de quando terminarão. Você deverá recebê-lo em breve”.
O Computerworld/EUA ligou para o help desk para descobrir por que um celular Nexus S não tinha recebido o Google Wallet até a noite de sexta-feira, quatro dias depois do lançamento oficial do serviço.
Dois porta-vozes da Google foram questionados sobre o status da distribuição do serviço e os tempos de espera para a inclusão de cartões no Google Wallet, mas não responderam até sábado.
Atraso
Uma porta-voz da Google já tinha dito, na quarta-feira (21/9), que “100% dos usuários deverão ter a atualização até o fim do dia de sexta”, isso depois de ter afirmado que o update chegaria na quarta.
A Google lançou o Google Wallet na semana passada, afirmando que seria entregue de forma wireless na forma de um app Google Wallet e que o serviço estaria “disponível imediatamente nos aparelhos Nexus S 4G da operadora Sprint”.
Um porta-voz da Sprint encaminhou as perguntas sobre a atualização à Google. Outros parceiros no projeto não puderam ser encontrados.
É comum que haja lentidão nos lançamentos de software por meio da rede wireless das operadoras. Eles geralmente levam vários dias para evitar o congestionamento das redes, explicam analistas. A Google e várias operadoras que atendem a smartphones Android têm sido atacadas por exigirem a atualização das versões do Android, mas também – e principalmente – por prometerem que as liberações ocorreriam em determinada data e hora e, depois, atrasarem as distribuições.
O site Consumer Report publicou, na quarta, que a Google apressou-se em ter a primeira carteira digital do mercado, acrescentando que “as promessas promocionais da Google parecem ter ficado um tanto à frente deles mesmos”.
Aposta alta
Normalmente, tal atraso não deveria ser motivo de preocupação, exceto pelo fato de que a Google e seus parceiros – Sprint, MasterCard, Citi e First Data – investiram muito tempo e dinheiro no app Google Wallet.
A ideia de ser o primeiro nos EUA a fazer um grande lançamento usando a tecnologia Near Field Communications é notável. As apostas são altas: o futuro de longo prazo das carteiras móveis promete ser lucrativo, na ordem de muitos bilhões de dólares só nos EUA, para os bancos que recolhem taxas de transações e para empresas de tecnologia como a Google, que faturam com a venda de cupons e outras ofertas disponíveis a seus usuários.
Analistas se perguntam sobre o nível de gravidade desse atraso e tentam imaginar o número de usuários que já aderiram. Eles também questionam se o tempo de espera para inclusão de cartões de crédito poderia ser um sinal de um problema maior com redes, sistemas e infraestrutura de transferência de valores tão complexos como as que operam por trás do Google Wallet.
O site do Google Wallet postou inicialmente uma nota na quarta-feira sobre o problema de inserir cartões no app. O mesmo aviso podia ser lido no domingo (25/9).
Uma semana após lançamento nos EUA, carteira eletrônica para uso em smartphones ainda não chegou a todos os usuários do aparelho Nexus S.
O Google Wallet tem sofrido problemas técnicos, sem que se saiba a extensão real dos defeitos.
O site web da Google afirma que o novo sistema de pagamento móvel tem sido “mais lento que os tempos normais de espera para a inclusão de cartões (de crédito e débito) no Google Wallet”.
Além disso, as atualizações wireless do Google Wallet para smartphones Nexus S têm sido lentas e o app não chegou a todos os usuários até o fim da noite de sexta-feira (23/9), quando a Google afirmou que o update seria distribuído.
Um representante do help desk da Google chamado Dave afirmou pelo telefone no sábado (24/9) que “a distribuição [do Google Wallet] está meio que lenta. Eles ainda estão trabalhando nisso. Não há previsão específica de quando terminarão. Você deverá recebê-lo em breve”.
O Computerworld/EUA ligou para o help desk para descobrir por que um celular Nexus S não tinha recebido o Google Wallet até a noite de sexta-feira, quatro dias depois do lançamento oficial do serviço.
Dois porta-vozes da Google foram questionados sobre o status da distribuição do serviço e os tempos de espera para a inclusão de cartões no Google Wallet, mas não responderam até sábado.
Atraso
Uma porta-voz da Google já tinha dito, na quarta-feira (21/9), que “100% dos usuários deverão ter a atualização até o fim do dia de sexta”, isso depois de ter afirmado que o update chegaria na quarta.
A Google lançou o Google Wallet na semana passada, afirmando que seria entregue de forma wireless na forma de um app Google Wallet e que o serviço estaria “disponível imediatamente nos aparelhos Nexus S 4G da operadora Sprint”.
Um porta-voz da Sprint encaminhou as perguntas sobre a atualização à Google. Outros parceiros no projeto não puderam ser encontrados.
É comum que haja lentidão nos lançamentos de software por meio da rede wireless das operadoras. Eles geralmente levam vários dias para evitar o congestionamento das redes, explicam analistas. A Google e várias operadoras que atendem a smartphones Android têm sido atacadas por exigirem a atualização das versões do Android, mas também – e principalmente – por prometerem que as liberações ocorreriam em determinada data e hora e, depois, atrasarem as distribuições.
O site Consumer Report publicou, na quarta, que a Google apressou-se em ter a primeira carteira digital do mercado, acrescentando que “as promessas promocionais da Google parecem ter ficado um tanto à frente deles mesmos”.
Aposta alta
Normalmente, tal atraso não deveria ser motivo de preocupação, exceto pelo fato de que a Google e seus parceiros – Sprint, MasterCard, Citi e First Data – investiram muito tempo e dinheiro no app Google Wallet.
A ideia de ser o primeiro nos EUA a fazer um grande lançamento usando a tecnologia Near Field Communications é notável. As apostas são altas: o futuro de longo prazo das carteiras móveis promete ser lucrativo, na ordem de muitos bilhões de dólares só nos EUA, para os bancos que recolhem taxas de transações e para empresas de tecnologia como a Google, que faturam com a venda de cupons e outras ofertas disponíveis a seus usuários.
Analistas se perguntam sobre o nível de gravidade desse atraso e tentam imaginar o número de usuários que já aderiram. Eles também questionam se o tempo de espera para inclusão de cartões de crédito poderia ser um sinal de um problema maior com redes, sistemas e infraestrutura de transferência de valores tão complexos como as que operam por trás do Google Wallet.
O site do Google Wallet postou inicialmente uma nota na quarta-feira sobre o problema de inserir cartões no app. O mesmo aviso podia ser lido no domingo (25/9).
GOOGLE LANÇA SERVIÇO DE CARTEIRA VIRTUAL NOS EUA
portal Folha Online 20/09/2011 - EFE
O Google lançou oficialmente na segunda-feira (19) seu primeiro serviço de carteira virtual no celular por meio de um aplicativo que funcionará em um primeiro momento em terminais da empresa de telefonia Sprint.
O Google informou também que Visa, Discover e American Express haviam aceitado participar de sua nova ferramenta de pagamento e estavam trabalhando para adaptar suas especificações ao Google Wallet, que já funciona para MasterCard.
Inicialmente somente os usuários de Sprint que tenham um telefone modelo Nexus S 4G poderão acessar o Google Wallet, que paulatinamente será disponibilizado para mais aparelhos.
A carteira eletrônica se baseia na tecnologia de comunicação sem fio por proximidade NFC aplicada a telefones com sistema operacional Android e terminais de pagamento instalados em lojas.
Há mais de 300 mil pontos de venda habilitados nos Estados Unidos para usar esse aplicativo que o Google anunciou pela primeira vez em maio deste ano. A companhia estenderá esse modelo a outros países ao longo dos próximos meses.
Esse sistema de pagamento, pelo qual as lojas não terão que desembolsar cotas extras, foi desenvolvido em colaboração com o Citibank e com a MasterCard.
Os aplicativos baixados pelos usuários registrarão os números dos cartões de crédito e permitirão pagar as compras realizadas apenas passando o terminal na frente de um dispositivo que o reconheça.
Além disso, o Google comercializará cartões pré-pagos próprios que poderão ser recarregados com qualquer cartão, tenha ou não acordo com Google.
A comunicação entre os pontos de venda, os clientes e as entidades financeiras estarão protegidos e os usuários disporão de um código PIN para verificar sua identidade e evitar fraudes.
O serviço também suportará números de conta de cartões de afinidade e permitirá receber descontos e promoções, através de redes sem fios ou passando o telefone celular na frente de "pontos de oferta" instalados em lojas e locais públicos.
As lojas poderão desenvolver cupons de desconto e programas de fidelidade de clientes, que serão aplicados automaticamente ao comprar produtos e tê-los disponíveis para os usuários nos pontos de oferta.
Além disso, os clientes poderão encontrar promoções no buscador do Google e enviá-las ao telefone se ambos equipamentos estiverem sincronizados.
O Google lançou oficialmente na segunda-feira (19) seu primeiro serviço de carteira virtual no celular por meio de um aplicativo que funcionará em um primeiro momento em terminais da empresa de telefonia Sprint.
O Google informou também que Visa, Discover e American Express haviam aceitado participar de sua nova ferramenta de pagamento e estavam trabalhando para adaptar suas especificações ao Google Wallet, que já funciona para MasterCard.
Inicialmente somente os usuários de Sprint que tenham um telefone modelo Nexus S 4G poderão acessar o Google Wallet, que paulatinamente será disponibilizado para mais aparelhos.
A carteira eletrônica se baseia na tecnologia de comunicação sem fio por proximidade NFC aplicada a telefones com sistema operacional Android e terminais de pagamento instalados em lojas.
Há mais de 300 mil pontos de venda habilitados nos Estados Unidos para usar esse aplicativo que o Google anunciou pela primeira vez em maio deste ano. A companhia estenderá esse modelo a outros países ao longo dos próximos meses.
Esse sistema de pagamento, pelo qual as lojas não terão que desembolsar cotas extras, foi desenvolvido em colaboração com o Citibank e com a MasterCard.
Os aplicativos baixados pelos usuários registrarão os números dos cartões de crédito e permitirão pagar as compras realizadas apenas passando o terminal na frente de um dispositivo que o reconheça.
Além disso, o Google comercializará cartões pré-pagos próprios que poderão ser recarregados com qualquer cartão, tenha ou não acordo com Google.
A comunicação entre os pontos de venda, os clientes e as entidades financeiras estarão protegidos e os usuários disporão de um código PIN para verificar sua identidade e evitar fraudes.
O serviço também suportará números de conta de cartões de afinidade e permitirá receber descontos e promoções, através de redes sem fios ou passando o telefone celular na frente de "pontos de oferta" instalados em lojas e locais públicos.
As lojas poderão desenvolver cupons de desconto e programas de fidelidade de clientes, que serão aplicados automaticamente ao comprar produtos e tê-los disponíveis para os usuários nos pontos de oferta.
Além disso, os clientes poderão encontrar promoções no buscador do Google e enviá-las ao telefone se ambos equipamentos estiverem sincronizados.
Marcadores:
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Visa
MASTERCARD ANUNCIA CHEGADA DO GOOGLE WALLET EM "ALGUMAS SEMANAS"
portal IDG Now! 16/09/2011 - IDG News Service/EUA
A MasterCard deu uma pequena amostra na quinta-feira (15/9), de como será o futuro dos sistemas de pagamentos móveis e disse que o aplicativo Google Wallet será lançado dentro de algumas semanas.
Anunciado em maio, o programa da Google permite que os usuários de celulares paguem suas compras em lojas ao aproximar seus aparelhos de terminais especiais. Ao fim de um evento realizado em Nova York, a MasterCard demonstrou o app assim como outros sistemas de pagamentos móveis.
Inicialmente, o Google Wallet funcionará apenas com os smartphones Nexus S, da Samsung, na rede da operadora americana Sprint. Os aparelhos Nexus S disponíveis no mercado incorporam a tecnologia NFC (Near Field Communication) em um chip embutido, que permite que as informações de pagamento sejam transmitidas por meio de uma técnica de toque.
O Google Wallet funcionará em terminais PayPass já instalados em lojas dos EUA, apesar de alguns deles precisarem de uma atualização para funcionar com os aplicativos, segundo executivos da empresa que fizeram a demonstração. Nos EUA, existem cerca de 150 mil lojas equipadas com terminais PayPass, de acordo com a vice-presidente e diretora de negócios da MasterCard, Kathleen Reilly, que afirmou que o app Google Wallet será lançado “em semanas”.
Chips embutidos
Até o momento, os terminais PayPass funcionam com chips NFC embutidos em cartões ou adesivos especiais colocados fora dos aparelhos móveis. No entanto, os chips embutidos em celulares oferecem grandes vantagens, explica o vice-presidente sênior da Innovative Platforms, Mario Shiliaski. “Uma grande vantagem é que os chips são embutidos em elementos seguros do hardware, e eles são programados para se autodestruírem caso sejam comprometidos.”
Além disso, haverá um grupo de aplicativos complementares para a tecnologia que os usuários poderão baixar, segundo Shiliaski. O Google Wallet inicialmente oferecerá a habilidade de armazenar cupons eletrônicos que podem ser resgatados em lojas de varejo, disse. Até o final deste ano, o inControl, da MasterCard, será liberado para download. Esse software foi desenvolvido para permitir que pais ou empregadores estabeleçam parâmetros para quando, onde e como seus cartões sejam usados. Os usuários receberão mensagens de texto, por exemplo, quando certos limites forem atingidos.
Grandes redes de lojas americanas como Macy´s, Walgreens, Bloomingdale´s e Toys “R” Us já se inscreveram para trabalhar com o aplicativo Google Wallet.
Futuro
A MasterCard também abriu o leque sobre vários projetos criados pela sua seção Labs, criada após a empresa ter comprado a companhia irlandesa OrbisComm, em 2009.
Os projetos mostrados ontem tinham foco na plataforma QkR, da companhia, uma tecnologia que “abraça” sinais de áudio e movimento assim como o toque para permitir uma variedade de aplicativos. Um dos apps demonstrados permitia que um usuário de celular fizesse scan de um cupom de desconto e compartilhasse-o no Facebook ou Twitter.
A tecnologia de compartilhamento em redes sociais está funcionando atualmente em modo piloto com mais de uma centena de usuários, afirma o diretor de inovação da MarterCard, Garry Lyons.
Um aplicativo mais futurista envolve tecnologia de sinal de áudio. Em uma demonstração, sinais de áudio embutidos em um comercial de TV foram detectados por um app de smartphone que uma pessoa podia então usar para baixar cupons de desconto relacionados ao anúncio em questão.
Pelo Kinect
Mas a tecnologia QkR vai além dos smartphones. Lyons também demonstrou um software em que os usuários podiam colocar informações de pagamento por meio do sensor de movimentos Kinect, do console Xbox 360, usando reconhecimento de gestos para selecionar itens e passar pelo processo de finalização de compra.
Apesar de alguns dos apps demonstrados pela MasterCard não terem lançamentos agendados para um futuro próximo, a companhia quer anunciar em breve detalhes relacionados a tecnologia, possivelmente nas próximas semanas, de acordo com executivos da empresa.
A tecnologia NFC terá bastante competição no mercado, incluindo uma iniciativa de pagamentos móveis da PayPal também anunciada nesta semana e que funciona ao colocar os aparelhos para fazer scan de códigos de barra e autorizar pagamentos por meio de contas mobile do PayPal.
A MasterCard deu uma pequena amostra na quinta-feira (15/9), de como será o futuro dos sistemas de pagamentos móveis e disse que o aplicativo Google Wallet será lançado dentro de algumas semanas.
Anunciado em maio, o programa da Google permite que os usuários de celulares paguem suas compras em lojas ao aproximar seus aparelhos de terminais especiais. Ao fim de um evento realizado em Nova York, a MasterCard demonstrou o app assim como outros sistemas de pagamentos móveis.
Inicialmente, o Google Wallet funcionará apenas com os smartphones Nexus S, da Samsung, na rede da operadora americana Sprint. Os aparelhos Nexus S disponíveis no mercado incorporam a tecnologia NFC (Near Field Communication) em um chip embutido, que permite que as informações de pagamento sejam transmitidas por meio de uma técnica de toque.
O Google Wallet funcionará em terminais PayPass já instalados em lojas dos EUA, apesar de alguns deles precisarem de uma atualização para funcionar com os aplicativos, segundo executivos da empresa que fizeram a demonstração. Nos EUA, existem cerca de 150 mil lojas equipadas com terminais PayPass, de acordo com a vice-presidente e diretora de negócios da MasterCard, Kathleen Reilly, que afirmou que o app Google Wallet será lançado “em semanas”.
Chips embutidos
Até o momento, os terminais PayPass funcionam com chips NFC embutidos em cartões ou adesivos especiais colocados fora dos aparelhos móveis. No entanto, os chips embutidos em celulares oferecem grandes vantagens, explica o vice-presidente sênior da Innovative Platforms, Mario Shiliaski. “Uma grande vantagem é que os chips são embutidos em elementos seguros do hardware, e eles são programados para se autodestruírem caso sejam comprometidos.”
Além disso, haverá um grupo de aplicativos complementares para a tecnologia que os usuários poderão baixar, segundo Shiliaski. O Google Wallet inicialmente oferecerá a habilidade de armazenar cupons eletrônicos que podem ser resgatados em lojas de varejo, disse. Até o final deste ano, o inControl, da MasterCard, será liberado para download. Esse software foi desenvolvido para permitir que pais ou empregadores estabeleçam parâmetros para quando, onde e como seus cartões sejam usados. Os usuários receberão mensagens de texto, por exemplo, quando certos limites forem atingidos.
Grandes redes de lojas americanas como Macy´s, Walgreens, Bloomingdale´s e Toys “R” Us já se inscreveram para trabalhar com o aplicativo Google Wallet.
Futuro
A MasterCard também abriu o leque sobre vários projetos criados pela sua seção Labs, criada após a empresa ter comprado a companhia irlandesa OrbisComm, em 2009.
Os projetos mostrados ontem tinham foco na plataforma QkR, da companhia, uma tecnologia que “abraça” sinais de áudio e movimento assim como o toque para permitir uma variedade de aplicativos. Um dos apps demonstrados permitia que um usuário de celular fizesse scan de um cupom de desconto e compartilhasse-o no Facebook ou Twitter.
A tecnologia de compartilhamento em redes sociais está funcionando atualmente em modo piloto com mais de uma centena de usuários, afirma o diretor de inovação da MarterCard, Garry Lyons.
Um aplicativo mais futurista envolve tecnologia de sinal de áudio. Em uma demonstração, sinais de áudio embutidos em um comercial de TV foram detectados por um app de smartphone que uma pessoa podia então usar para baixar cupons de desconto relacionados ao anúncio em questão.
Pelo Kinect
Mas a tecnologia QkR vai além dos smartphones. Lyons também demonstrou um software em que os usuários podiam colocar informações de pagamento por meio do sensor de movimentos Kinect, do console Xbox 360, usando reconhecimento de gestos para selecionar itens e passar pelo processo de finalização de compra.
Apesar de alguns dos apps demonstrados pela MasterCard não terem lançamentos agendados para um futuro próximo, a companhia quer anunciar em breve detalhes relacionados a tecnologia, possivelmente nas próximas semanas, de acordo com executivos da empresa.
A tecnologia NFC terá bastante competição no mercado, incluindo uma iniciativa de pagamentos móveis da PayPal também anunciada nesta semana e que funciona ao colocar os aparelhos para fazer scan de códigos de barra e autorizar pagamentos por meio de contas mobile do PayPal.
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