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27 de jul. de 2011

GXS LANÇA SOLUÇÃO QUE FACILITA A ADMINISTRAÇÃO DE RECEBÍVEIS

portal Segs 25/07/2011

A empresa global, que possui 70% dos seus clientes na área financeira, oferece ao mercado mais uma solução para esse segmento
A GXS, empresa pioneira e líder mundial em comércio eletrônico business to business, conta com mais um produto para a área financeira. Trata-se do Módulo de Conciliação de Cartões, uma solução consolidadora e conciliadora que acaba de ser lançada e que está sendo bem recebida pelo mercado, tanto que já conta com três clientes.

A plataforma integra as principais operadoras de cartão de crédito e as máquinas de cartão, gerenciando todo o fluxo de pagamentos nessa que é a forma cada vez mais comum no Brasil. Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços, o número de cartões no Brasil chegará a 700 milhões em 2011, movimentando mais de R$ 650 bilhões em pagamentos.

Além da grande quantidade de pagamentos que as empresas recebem por meio de cartões, outro agravante é o cancelamento de compras. Com o novo módulo desenvolvido pela GXS, todas estas informações são passadas para a nuvem (cloud computing) e podem ser administradas com maior precisão e segurança.

Orlando Cintra, diretor de vendas da GXS, está otimista. “O horizonte é favorável. A GXS percebeu uma demanda grande por parte do mercado e por isso lançou mais um módulo acoplado ao Portal de Gestão Financeira, para atender especificamente o segmento de cartões de crédito e débito”, afirma.

Sobre a GXS

A GXS é um fornecedor líder mundial de soluções de comércio eletrônico B2B que simplificam e reforçam a integração de processos empresariais e de colaboração entre parceiros comerciais. Organizações mundiais, incluindo mais de 70% das empresas listadas na Fortune 500, potencializam os serviços sob demanda na GXS Trading Grid® para estender redes de cadeia de suprimentos, otimizar lançamento de produtos, automatizar recebimento de estoque, gerir pagamentos eletrônicos e ganhar visibilidade na cadeia de suprimento. O GXS Managed Services, solução B2B de outsourcing da GXS, dá expertise, infraestrutura técnica e programa de suporte aos clientes para que possam conduzir comércio eletrônico B2B com parceiros de negócio globalmente.

Baseada em Gaithersburg, MD/EUA, a GXS tem uma extensa rede global com escritórios locais nas Américas, Europa e Ásia-Pacífico. A GXS também pode ser encontrada na Web em www.gxs.com, http://blogs.gxs.com/ e http://twitter.com/gxs.

25 de fev. de 2011

SÃO PAULO PENHORA RECEBÍVEIS DE CARTÕES

jornal Valor Econômico 25/02/2011 - Arthur Rosa

A Fazenda do Estado de São Paulo adotou uma nova forma de cobrar contribuintes inadimplentes. Está requerendo em execuções fiscais a penhora de recebíveis de cartões de débito e crédito. O alvo é o varejo. Sessenta solicitações, envolvendo milhões de reais em débitos do ICMS, já foram apresentadas à Justiça e, em boa parte dos casos, primeira e segunda instâncias estão decidindo favoravelmente ao Fisco.

Em uma disputa envolvendo uma empresa do setor farmacêutico da Baixada Santista, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) aceitou a substituição da penhora de medicamentos por recebíveis. O relator do caso na 9ª Câmara de Direito Público, desembargador Décio Notarangeli, entendeu que os bens arrestados inicialmente são de difícil alienação "pelo reduzido interesse de terceiros" e que a apreensão de recursos oriundos de cartões é legal, já que os créditos podem ser classificados como dinheiro, primeiro item da lista de bens penhoráveis prevista no artigo 11 da Lei nº 6.830, de 1980, que trata da cobrança judicial de contribuintes inscritos em dívida ativa.

"É medida que tem pleno respaldo e se acha expressamente previsto em lei, nada havendo de ilegal ou irregular nessa forma de constrição", diz o desembargador, acrescentando que a penhora de recebíveis não pode ser comparada ao arresto de percentual sobre faturamento, já que "a maior parte das vendas no comércio varejista se faz mediante pagamento à vista, em dinheiro ou por meio de cheques". Ele considerou também que o baixo valor do crédito tributário em discussão - menos de R$ 5 mil - não traria riscos à saúde financeira da empresa.

A penhora de recebíveis de cartões foi adotada pela Fazenda paulista em novembro do ano passado. Em um primeiro lote, foram protocolados 33 requerimentos em execuções fiscais, que buscam recuperar R$ 238,6 milhões em débitos de ICMS. De acordo com o subprocurador geral do Estado do contencioso tributário-fiscal, Eduardo José Fagundes, a medida foi bem aceita pelo Judiciário. "Estamos ganhando em mais de 90% dos casos", diz. "Analisamos várias vias de recuperação de crédito e decidimos optar por esse caminho. É um procedimento eficaz para as empresas do setor varejista. Para a área industrial, continuaremos optando pela penhora on-line de conta corrente".

No entanto, para a advogada Nadime Meinberg Geraige, do escritório Maluf e Geraigire Advogados, que defende alguns contribuintes que sofreram penhoras de recebíveis, a medida é ilegal e coloca em risco a saúde financeira dos contribuintes, além de configurar uma quebra de sigilo bancário. "Mais de 90% dos pagamentos no varejo são feitos por meio de cartões de crédito e débito", afirma, acrescentando que a disputa judicial com a Fazenda paulista está acirrada. "Está bem dividida. Vencemos em metade dos casos."

Um restaurante de São Bernardo do Campo conseguiu no Tribunal de Justiça paulista derrubar a penhora de créditos de cartão. O caso foi analisado pela 7ª Câmara de Direito Público. O relator do agravo de instrumento apresentado pelo contribuinte, desembargador Moacir Peres, entendeu que a operação não está enquadrada no rol do artigo 11 da Lei nº 6.830. Ele citou, inclusive, precedente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), relatado pelo ministro Luiz Fux e publicado em 2003. A disputa envolve a Fazenda do Estado do Bahia. De acordo com o ministro, além de não estar prevista na lista de bens penhoráveis, a medida "implicaria carrear para as administradoras de cartão responsabilidade patrimonial não prevista em lei".

5 de nov. de 2010

LUCRO DA LOJAS AMERICANAS MAIS QUE QUINTUPLICA NO TERCEIRO TRIMESTRE

portal Valor Online 05/11/2010 - Ana Luísa Westphalen

A Lojas Americanas viu seu lucro mais do que quintuplicar no terceiro trimestre. O ganho líquido consolidado da rede varejista aumentou 471% na comparação do mesmo trimestre de 2009, passando de R$ 7,9 milhões para R$ 45,1 milhões. De acordo com a companhia, o desempenho foi resultado da combinação entre o crescimento das vendas, rentabilidade e capital de giro.

A receita líquida consolidada da empresa somou R$ 2,258 bilhões entre julho e setembro deste ano, com alta de 12,6% na comparação com igual período de 2009, quando foi de R$ 2 bilhões. Destaque para a receita líquida de vendas e serviços, que cresceu 16,5%, totalizando R$ 1,2 bilhão.

O resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortizações (Lajida) aumentou 30% no terceiro trimestre, perante um ano antes, para R$ 288,3 milhões.

De acordo com a companhia, que tem participação de 56,6% na B2W (empresa que é resultado da fusão entre Americanas.com e Submarino), as vendas do comércio eletrônico cresceram 13% na mesma base de comparação.

A carteira de recebíveis da Financeira Americanas Itaú subiu 45,5% no período, atingindo um patamar de R$ 944 milhões.

A companhia inaugurou entre janeiro e setembro 26 lojas e há outras 35 unidades que devem ser lançadas ainda este ano. Para 2011, existem 50 lojas em estágio avançado de negociação, conforme o balanço trimestral divulgado pela empresa.

29 de out. de 2010

REDECARD FECHA ACORDO COM BANCO SAFRA PARA CREDENCIAMENTO

portal Economia & Negócios 28/10/2010 - Altamiro Silva Júnior (Agência Estado)

A Redecard fechou acordo com o Banco Safra para ser seu credenciador preferencial e capturar transações para os cartões emitidos pelo banco, informou nesta quinta-feira, 28, o presidente da empresa, Roberto Medeiros, em teleconferência com a imprensa para comentar os resultados trimestrais do grupo.

Segundo Medeiros, o acordo segue os mesmos moldes de outros anunciados recentemente pela empresa, como o da Caixa Econômica Federal, Bancoob e Tribanco.

Medeiros destacou o forte aumento das operações com cartões nos terminais da empresa no terceiro trimestre. No período, houve expansão de 19,4% no volume financeiro das transações com cartões de débito, ante o mesmo período de 2009. No crédito, o aumento foi de 25%.

Segundo Medeiros, o aumento das operações de débito ocorreu, basicamente, por conta do início da captura das transações da Visa. "A participação da Visa no débito comparada com MasterCard é muito maior que no crédito. Há regiões onde a Visa tem 70% do mercado de débito", disse ele.

Já a queda da receita com o serviço de antecipação de recebíveis, de 14,5% no terceiro trimestre ante o segundo, decorre dos ajustes da empresa para a nova realidade do mercado, que ficou mais competitivo, avalia Medeiros. Com a abertura do setor a novos competidores, as credenciadoras tiveram que criar uma central de travas de domicílios bancários na Câmara Interbancária de Pagamentos (CIP) para centralizar as informações dos estabelecimentos comerciais e permitir as antecipações de recebíveis. No mercado fechado, cada credenciadora tinha sua própria rede de informações.

Medeiros vê espaço para aumentar as operações de antecipação de recebíveis para os cartões Visa. Segundo ele, a Redecard já faz algumas operações para esses clientes, mas ainda em patamar muito aquém do potencial.