portal iG 24/05/2011 - Nelson Rocco
A Cielo, credenciadora de cartões de crédito, pagou R$ 40 milhões pela Braspag, companhia que pertencia ao grupo Silvio Santos e atua na área de pagamento online. A informação foi divulgada pela Braspag. Em comunicado enviado ao mercado dia 23, a Cielo, empresa que integra o Novo Mercado, grupo das empresas mais transparentes da Bovespa, não citava o valor da transação.
Segundo comunicado da Braspag, a negociação legou dois meses. Lásaro do Carmo Jr., vice-presidente do grupo Silvio Santos, afirma no texto que a venda faz parte do plano de reorganização do grupo “cujo planejamento estratégico para os próximos cinco anos está focado em três pilares: consumo, com atuação no mercado por meio da Jequiti Cosméticos; comunicação, por meio do SBT; e capitalização, concentrando esforços na Liderança Capitalização (Tele Sena).
“A Braspag é uma empresa importante, mas que sai do nosso foco estratégico, e por isso foi vendida. Fechamos a venda para a Cielo nesta segunda-feira por R$ 40 milhões. Precisamos nos concentrar nos segmentos que temos profundo conhecimento e competitividade. Nosso processo de reestruturação continua e a passos largos, dentro do tempo previsto, e acreditamos no sucesso crescente dos próximos anos”, diz Carmo, segundo o comunicado.
A Cielo, no comunicado que enviou ao mercado, afirma que “ampliará seu portfólio de produtos com uma oferta mais abrangente que, além de englobar outros meios de pagamento como boletos e débito direto, conta com serviços de valor agregado como conciliação financeira e inteligência antifraude, fortalecendo ainda mais o relacionamento com seus clientes”.
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27 de mai. de 2011
23 de fev. de 2011
PAYPAL APOSTA EM PAGAMENTO ONLINE SIMPLIFICADO PARA CRESCER NO BRASIL
portal IDG Now! 23/02/2011 - Renato Rodrigues
O concorrido mercado brasileiro de pagamentos online vai ganhar em breve mais um concorrente. E um nome de peso. Trata-se da PayPal, um dos maiores nomes do mundo nesse tipo de serviço e líder nos EUA.
As empresas de pagamentos online fazem o meio de campo entre vendedores, compradores, bancos e operadoras de cartão de crédito. Atualmente, as principais do ramo no país são a PagSeguro, do UOL, a MercadoPago, do Mercado Livre, e a Pagamento Digital. No entanto, o setor é tão fragmentado quanto concentrado. Explique-se: a líder, PagSeguro, tem apenas algo em torno de 5% de share. Além disso, oito de cada 10 reais dos US$ 10 bilhões movimentados no e-commerce nacional em 2010 passaram por apenas 20 lojas online (marcas com B2W, Casas Bahia e Netshoes). O restante faz conexão direta com as operadoras de cartão.
Tecnicamente, a PayPal já está no Brasil desde novembro de 2009, mas começou a operar em modo low profile somente em setembro do ano passado. "Agora estamos nos preparativos finais para o lançamento oficial, que deve acontecer no iníco de abril", disse ao IDG Now! o presidente da empresa no Brasil, Mario Mello.
De acordo com executivo, no entanto, ainda são precisos ajustes e adequações ao mercado nacional."O parcelamento, por exemplo, é uma coisa que os americanos demoraram para digerir", conta.
E como superar concorrentes nacionais que já estáo consolidados e acostumados com as minúncias do e-commerce brazuca? Os americanos apostam em "segurança com simplicidade". Segundo Mello, o PayPal é a única no país com nível 4 de adesão às normas PCI, que regulam o delicado setor de cartões de crédito. Na prática, isso significa ser a única a poder oferecer, em qualquer site filiado, o sistema de "express checkout" - o usuário clica em comprar, faz seu login na tela do serviço, e aprova. "Nosso concorrentes exigem que você insira seus dados a cada compra, às vezes com até seis telas", diz. "Um checkout que podemos fazer em 2 segundos demora até 2 minutos", ataca.
Esse recurso aparentemente simples – armazenar os dados do cartão de crédito (inclusive o código de segurança – os três números na parte de trás) exigem uma montanha de investimentos e conformidades, explica. De acordo com ele, nenhum concorrente está perto de oferecer isso, ao menos por enquanto. Também por isso, ele não lamenta a demora em chegar ao Brasil. "Só agora chegamos a um nível de maturidade e escala necessárias", afirma.
E o que tem de mais digitar alguns números? Para a PayPal, quanto mais burocracia, maior o nível de abandono da compra. Ele dá um exemplo extremo - o boleto bancário, outra jabuticada do e-commerce nacional. "Entre 60% e 70% dos compradores simplesmente imprime o boleto e depois desiste da compra". Por isso, argumenta, quanto menos passos, menor a chance de a venda não ser concluída. "Em pequenas e médias, há um aumento de 12% a 16% nas vendas só pela implantaçáo do pagamento em dois cliques", afirma.
Além disso, continua Mello, a segurança do processo é tamanha que, caso o cliente reclame, é ressarcido imediatamente. "Não recebeu o produto, reeembolsamos imediatamente. Depois vamos ver com o comerciante o que houve", diz. "É preciso muita confiança em nosso processos de segurança para oferecer isso", propagandeia.
De olho nas PMEs
A PayPal tem 22% do mercado americano, em grande parte graças ao site de leilões E-Bay - por sinal, dono da empresa, e movimentou cerca de US$ 100 bilhões. No Brasil, a empresa processou mais de R$ 200 milhões em pagamentos e tem 2 milhões de cadastrados (mas não revela quantos ativos) – no mundo, são 89 milhões.
Embora garanta estar de olho no mercado de PMEs, que movimenta 20% do e-commerce, Mello anunciou acordos com o Terra, Localweb, Fastcommerce, Ikeda e a Vivo - a partir de abril, todas as vendas no site da operadora serão processados pela PayPal. "Já temos mais de 50 mil lojas com um botão de pagamento nosso", diz o executivo.
Segundo o executivo, 75% dos recursos oferecidos pela empresa nos EUA estarão disponíveis aqui já em abril. Lá, por exemplo, é possível cadastrar até uma conta corrente para o pagamento - o que exige um nível tão ou mais alto do que armazenar dados do cartão do crédito.
Mello diz que a PayPal fará campanhas de marketing para "doutrinar"internautas e lojas sobre as vantagens do pagamento expresso na web. Uma tarefa nada fácil, visto que, segundo ele, 85% dos internautas aqui têm medo de fazer compras na web. É um dado que preocupa a empresa até mais que a concorrência. "Eles estáo acostumados ao mar, nós, ao oceano", afirma.
O concorrido mercado brasileiro de pagamentos online vai ganhar em breve mais um concorrente. E um nome de peso. Trata-se da PayPal, um dos maiores nomes do mundo nesse tipo de serviço e líder nos EUA.
As empresas de pagamentos online fazem o meio de campo entre vendedores, compradores, bancos e operadoras de cartão de crédito. Atualmente, as principais do ramo no país são a PagSeguro, do UOL, a MercadoPago, do Mercado Livre, e a Pagamento Digital. No entanto, o setor é tão fragmentado quanto concentrado. Explique-se: a líder, PagSeguro, tem apenas algo em torno de 5% de share. Além disso, oito de cada 10 reais dos US$ 10 bilhões movimentados no e-commerce nacional em 2010 passaram por apenas 20 lojas online (marcas com B2W, Casas Bahia e Netshoes). O restante faz conexão direta com as operadoras de cartão.
Tecnicamente, a PayPal já está no Brasil desde novembro de 2009, mas começou a operar em modo low profile somente em setembro do ano passado. "Agora estamos nos preparativos finais para o lançamento oficial, que deve acontecer no iníco de abril", disse ao IDG Now! o presidente da empresa no Brasil, Mario Mello.
De acordo com executivo, no entanto, ainda são precisos ajustes e adequações ao mercado nacional."O parcelamento, por exemplo, é uma coisa que os americanos demoraram para digerir", conta.
E como superar concorrentes nacionais que já estáo consolidados e acostumados com as minúncias do e-commerce brazuca? Os americanos apostam em "segurança com simplicidade". Segundo Mello, o PayPal é a única no país com nível 4 de adesão às normas PCI, que regulam o delicado setor de cartões de crédito. Na prática, isso significa ser a única a poder oferecer, em qualquer site filiado, o sistema de "express checkout" - o usuário clica em comprar, faz seu login na tela do serviço, e aprova. "Nosso concorrentes exigem que você insira seus dados a cada compra, às vezes com até seis telas", diz. "Um checkout que podemos fazer em 2 segundos demora até 2 minutos", ataca.
Esse recurso aparentemente simples – armazenar os dados do cartão de crédito (inclusive o código de segurança – os três números na parte de trás) exigem uma montanha de investimentos e conformidades, explica. De acordo com ele, nenhum concorrente está perto de oferecer isso, ao menos por enquanto. Também por isso, ele não lamenta a demora em chegar ao Brasil. "Só agora chegamos a um nível de maturidade e escala necessárias", afirma.
E o que tem de mais digitar alguns números? Para a PayPal, quanto mais burocracia, maior o nível de abandono da compra. Ele dá um exemplo extremo - o boleto bancário, outra jabuticada do e-commerce nacional. "Entre 60% e 70% dos compradores simplesmente imprime o boleto e depois desiste da compra". Por isso, argumenta, quanto menos passos, menor a chance de a venda não ser concluída. "Em pequenas e médias, há um aumento de 12% a 16% nas vendas só pela implantaçáo do pagamento em dois cliques", afirma.
Além disso, continua Mello, a segurança do processo é tamanha que, caso o cliente reclame, é ressarcido imediatamente. "Não recebeu o produto, reeembolsamos imediatamente. Depois vamos ver com o comerciante o que houve", diz. "É preciso muita confiança em nosso processos de segurança para oferecer isso", propagandeia.
De olho nas PMEs
A PayPal tem 22% do mercado americano, em grande parte graças ao site de leilões E-Bay - por sinal, dono da empresa, e movimentou cerca de US$ 100 bilhões. No Brasil, a empresa processou mais de R$ 200 milhões em pagamentos e tem 2 milhões de cadastrados (mas não revela quantos ativos) – no mundo, são 89 milhões.
Embora garanta estar de olho no mercado de PMEs, que movimenta 20% do e-commerce, Mello anunciou acordos com o Terra, Localweb, Fastcommerce, Ikeda e a Vivo - a partir de abril, todas as vendas no site da operadora serão processados pela PayPal. "Já temos mais de 50 mil lojas com um botão de pagamento nosso", diz o executivo.
Segundo o executivo, 75% dos recursos oferecidos pela empresa nos EUA estarão disponíveis aqui já em abril. Lá, por exemplo, é possível cadastrar até uma conta corrente para o pagamento - o que exige um nível tão ou mais alto do que armazenar dados do cartão do crédito.
Mello diz que a PayPal fará campanhas de marketing para "doutrinar"internautas e lojas sobre as vantagens do pagamento expresso na web. Uma tarefa nada fácil, visto que, segundo ele, 85% dos internautas aqui têm medo de fazer compras na web. É um dado que preocupa a empresa até mais que a concorrência. "Eles estáo acostumados ao mar, nós, ao oceano", afirma.
1 de fev. de 2011
PAGSEGURO OFERECE TAXAS ESPECIAIS PARA ONGS
portal Maxpress 01/02/2011
Além de operar com taxas menores do que o normal, o PagSeguro oferece isenção da taxa fixa cobrada regularmente por cada transação aprovada
O PagSeguro (www.pagseguro.uol.com.br), solução de pagamentos online do UOL (www.uol.com.br), oferece condições especiais para ONGs que recebem doações pela internet. Mais de 100 ONGs já utilizam o PagSeguro como solução de pagamento oficial para receber doações, incluindo organizações importantes como Greenpeace, Viva Cazuza, Instituto Ayrton Senna e Retiro dos Artistas.
“Escolhemos o PagSeguro porque ele já era um serviço conhecido e muito conceituado. O que precisávamos na ocasião era um meio de pagamento que pudesse ser implantado rapidamente, com taxas dentro das nossas possibilidades”, conta Eduardo Massa, gerente de CRM do Greenpeace. A ONG contratou o PagSeguro para intermediar doações pela internet e tem planos futuros de utilizar a solução de pagamentos do UOL na venda de produtos do Greenpeace.
No caso das ONGs, é oferecido um desconto de até 66% sobre as taxas cobradas sobre o valor total de cada doação aprovada, tanto para recebimentos à vista como para pagamentos com cartões de crédito. Além disso, o PagSeguro oferece isenção total da taxa fixa cobrada regularmente por cada transação realizada.
Para tarifas especiais, basta entrar em contato pelo e-mail: comercial@pagseguro.com.br.
Além de operar com taxas menores do que o normal, o PagSeguro oferece isenção da taxa fixa cobrada regularmente por cada transação aprovada
O PagSeguro (www.pagseguro.uol.com.br), solução de pagamentos online do UOL (www.uol.com.br), oferece condições especiais para ONGs que recebem doações pela internet. Mais de 100 ONGs já utilizam o PagSeguro como solução de pagamento oficial para receber doações, incluindo organizações importantes como Greenpeace, Viva Cazuza, Instituto Ayrton Senna e Retiro dos Artistas.
“Escolhemos o PagSeguro porque ele já era um serviço conhecido e muito conceituado. O que precisávamos na ocasião era um meio de pagamento que pudesse ser implantado rapidamente, com taxas dentro das nossas possibilidades”, conta Eduardo Massa, gerente de CRM do Greenpeace. A ONG contratou o PagSeguro para intermediar doações pela internet e tem planos futuros de utilizar a solução de pagamentos do UOL na venda de produtos do Greenpeace.
No caso das ONGs, é oferecido um desconto de até 66% sobre as taxas cobradas sobre o valor total de cada doação aprovada, tanto para recebimentos à vista como para pagamentos com cartões de crédito. Além disso, o PagSeguro oferece isenção total da taxa fixa cobrada regularmente por cada transação realizada.
Para tarifas especiais, basta entrar em contato pelo e-mail: comercial@pagseguro.com.br.
26 de jan. de 2011
FACEBOOK TERÁ MOEDA EXCLUSIVA PARA JOGOS SOCIAIS
portal Meio&Mensagem 25/01/2011
Uma decisão do Facebook deverá afetar o mercado de micro-pagamentos nos Estados Unidos. A empresa decidiu que, a partir de 1º de julho, sua moeda eletrônica, o Facebook Credits, será a única maneira de se pagar pelos jogos na rede social.
A informação, do blog TechCrunch, dá a entender que os jogos poderão manter suas moedas virtuais, como a FarmBucks, do FarmVille, mas os usuários poderão pagar apenas com o Credits.
Este mercado tem crescido muito naquele país e se constitui em uma mina de ouro. Segundo o Adweek, o jogo CityVille, o mais novo da Zynga, já excedeu 100 milhões de jogadores em poucos meses.
Dentre as unidades monetárias que deverão ser afetadas estão o PayPal e o Checkout do Google. Estima-se ainda que o Facebook coloque no bolso 30% de cada crédito no Credit.
Uma decisão do Facebook deverá afetar o mercado de micro-pagamentos nos Estados Unidos. A empresa decidiu que, a partir de 1º de julho, sua moeda eletrônica, o Facebook Credits, será a única maneira de se pagar pelos jogos na rede social.
A informação, do blog TechCrunch, dá a entender que os jogos poderão manter suas moedas virtuais, como a FarmBucks, do FarmVille, mas os usuários poderão pagar apenas com o Credits.
Este mercado tem crescido muito naquele país e se constitui em uma mina de ouro. Segundo o Adweek, o jogo CityVille, o mais novo da Zynga, já excedeu 100 milhões de jogadores em poucos meses.
Dentre as unidades monetárias que deverão ser afetadas estão o PayPal e o Checkout do Google. Estima-se ainda que o Facebook coloque no bolso 30% de cada crédito no Credit.
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