portal Executivos Financeiros 30/05/2011
A Cetelem BGN e o Condor Super Center, grande rede de supermercados do Paraná, renovaram parceria por mais dez anos. O novo contrato foi feito antes mesmo do vencimento do anterior.
O Condor Super Center conta com 190 mil cartões emitidos com a bandeira Aura. O valor responde por 10% do faturamento da rede, que em 2010 foi de R$ 1,728 bilhão. O objetivo é dobrar essa participação até o próximo ano.
Com a renovação do contrato, os cartões passam a ser emitidos com a Bandeira MasterCard. Além de fazer a conversão dos atuais 190 mil cartões Aura, a meta é emitir cerca de 100 mil novos plásticos por ano. Para a novidade do novo cartão Condor MasterCard, previsto para julho, os clientes terão condições especiais de parcelamento e outros privilégios exclusivos.
Mostrando postagens com marcador Aura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Aura. Mostrar todas as postagens
31 de mai. de 2011
18 de nov. de 2010
JURANDIR LANÇA SEU CARTÃO
jornal Diário de Pernambuco 18/11/2010
A Jurandir Pires terá cartão de crédito com a marca da rede, na bandeira Mastercard. O plástico terá condições especiais nas compras realizadas na loja, mas poderá ser utilizado em outros varejistas. A expectativa é atingir 10 mil cartões emitidos e um faturamento de R$ 3,6 milhões em nas vendas, em 2011. O lançamento do cartão será hoje às 19h30, no Club du Vin, em Boa Viagem.
Até então, a Jurandir Pires trabalhava com um cartão próprio da loja da bandeira Aura, hoje operada pela financeira Cetelem. ´Por ser um cartão lojista, só servia para as compras nas nossas lojas`, explica Cláudio Paiva, gerente financeiro da Jurandir Pires. Através de uma parceria entre a Cetelem e a Mastercard, a rede agora terá um cartão de crédito que poderá ser usado em todos os 1,3 milhão de estabelecimentos credenciados à rede Mastercard.
Os clientes, no entanto, terão vantagens nas compras realizadas com o cartão nas sete unidades da rede, que tem quatro lojas no Recife e filiais em Salvador, Aracaju e João Pessoa. Uma delas é o parcelamento em doze meses, sem juros, no crédito rotativo, com a parcela mínima de R$ 10. ´Nos outros cartões, o máximo é em dez meses`, comenta Paiva. No limite de crédito extra, que é exclusivo para compras na Jurandir Pires, a compra pode ser dividida em 24 parcelas de valor mínimo de R$ 25. Cerca de 5 mil clientes, que já tinham o cartão da loja, receberão uma proposta de crédito pré-aprovado.
A Jurandir Pires terá cartão de crédito com a marca da rede, na bandeira Mastercard. O plástico terá condições especiais nas compras realizadas na loja, mas poderá ser utilizado em outros varejistas. A expectativa é atingir 10 mil cartões emitidos e um faturamento de R$ 3,6 milhões em nas vendas, em 2011. O lançamento do cartão será hoje às 19h30, no Club du Vin, em Boa Viagem.
Até então, a Jurandir Pires trabalhava com um cartão próprio da loja da bandeira Aura, hoje operada pela financeira Cetelem. ´Por ser um cartão lojista, só servia para as compras nas nossas lojas`, explica Cláudio Paiva, gerente financeiro da Jurandir Pires. Através de uma parceria entre a Cetelem e a Mastercard, a rede agora terá um cartão de crédito que poderá ser usado em todos os 1,3 milhão de estabelecimentos credenciados à rede Mastercard.
Os clientes, no entanto, terão vantagens nas compras realizadas com o cartão nas sete unidades da rede, que tem quatro lojas no Recife e filiais em Salvador, Aracaju e João Pessoa. Uma delas é o parcelamento em doze meses, sem juros, no crédito rotativo, com a parcela mínima de R$ 10. ´Nos outros cartões, o máximo é em dez meses`, comenta Paiva. No limite de crédito extra, que é exclusivo para compras na Jurandir Pires, a compra pode ser dividida em 24 parcelas de valor mínimo de R$ 25. Cerca de 5 mil clientes, que já tinham o cartão da loja, receberão uma proposta de crédito pré-aprovado.
Marcadores:
Aura,
Cetelem,
Jurandir Pires,
MasterCard
25 de out. de 2010
CONDOR EXPANDE PARA GANHAR MERCADO NO SUL
jornal DCI 25/10/2010 - Gleyma Lima
O presidente do grupo paranaense Condor, Joanir Zonta, que começou em 1974, tem um plano de expansão que já começa em 2011.A rede está em 11° lugar no ranking da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e está atrás apenas do grupo catarinense Angeloni, que teve um faturamento em 2009 de cerca de R$ 1,5 bilhão. O grupo almeja que no ano em que o Brasil for sede da Copa do Mundo, 2014, ele atinja a meta de um faturamento de R$ 2 bilhões e fique entre as 10 maiores redes supermercadistas do Brasil.
A rede paranaense de hipermercados Condor faturou no ano passado R$ 1,438 bilhão. Este ano tem o objetivo de aumentar este número em 20%.
A rede também prevê inaugurar oito pontos-de-venda no mínimo até o ano em que a Copa do Mundo acontecerá no Brasil, e para isso deve investir cerca de R$ 80 milhões anualmente.
"Vamos inaugurar dois hipermercados e um supermercado já no primeiro semestre de 2011. Nós estamos estudando a possibilidade de levarmos nossos serviços para outros estados brasileiros; entretanto, o foco ainda é consolidar cada vez mais a nossa marca no Paraná", enfatizou Zonta. Ele também afirma que o objetivo disso tudo é conseguir ganhar espaço no mercado e estar entre as Dez Mais da Abras. Sem sócio, com três filhos que o auxiliam a tomar conta dos negócios e tendo como base de crescimento uma parte dos recursos próprios -e a outra financiada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) e cujo prazo médio de pagamento é de oito anos-, ele ainda quer inaugurar duas lojas por ano até o ano da Copa do Mundo no Brasil, além das reformulações dos pontos-de-venda existentes.
Atualmente a Condor atende mensalmente a mais de dois milhões de clientes e possui 12 pontos-de-venda no Paraná, distribuídos em 11 cidades e com 6.800 colaboradores. Ainda em 2010 está prevista a inauguração de mais um hipermercado em Curitiba, que vai totalizar o investimento planejado de mais de R$ 80 milhões este ano, o mesmo valor investido no ano passado.
Hoje a rede possui 13 hipermercados e 16 supermercados distribuídos pelo Estado do Paraná, nas cidades de Curitiba, Apucarana, Araucária, Campo Largo, Fazenda Rio Grande, Lapa, Londrina, Maringá, Paranaguá, Ponta Grossa e São José dos Pinhais, além de duas centrais de distribuição. Hoje os hipermercados respondem por 65% do faturamento da rede.
Quando lhe foi perguntado da possibilidade de vender a rede, o proprietário foi enfático e bem-humorado." Não, muito obrigado; mas se alguém quiser vender uma pequena rede dentro ou fora do estado em que eu atuo, pode me procurar. E, claro, tudo depende do preço", salientou.
As lojas no interior do Paraná e na capital lembram shopping centers, pois, além da área de compra de produtos alimentícios, bazar, açougue e eletrodomésticos, alguns dos pontos localizados no interior do estado fazem as vezes de um mall que algumas cidades não possuem.
"Um exemplo é o hipermercado de Paranaguá, que está a 91 quilômetros da capital e que possui farmácia, lojas de suvenires, e duas salas de cinema que inclusive são o único local público para assistir a filmes que a cidade tem, para ver filmes que estão nas capitais", explicou.
Nova loja
No mês passado, a marca já deu uma prévia de como deve ser daqui para a frente, e inaugurou mais uma loja em Curitiba. O ponto possui um sortimento de 30 mil produtos, setor de adega e eletro. Foram aplicados R$ 500 mil na infraestrutura externa, como asfalto, calçamento, passeio, paisagismo e semáforos.
No centro da loja está localizada a adega, com vinhos e espumantes de diversos países, expostos em gôndolas especiais que valorizam o produto e facilitam a escolha. "Temos trabalhado muito bem a seção de vinhos, pois este segmento passou a ser alvo de consumo também da classe C, graças a seu maior poder de compra e à existência de ótimos vinhos a preços acessíveis", explicou o proprietário. A loja também tem uma panificadora.
História
Com 36 anos completados este mês, a rede Condor deu início às suas atividades em 1974, quando o proprietário, que na época tinha apenas 22 anos, empregou seu dinheiro e ainda tomou emprestado outro tanto de seu pai e de seus irmãos para comprar à vista as instalações e o estoque de um pequeno mercado que estava à venda no bairro do Pinheirinho . Zonta contava com uma equipe de apenas 5 funcionários na loja, que se situava na Avenida Winston Churchill n. 2515.
Com mudanças feitas na linha de produtos, no sistema de trabalho e nas ações promocionais, em apenas quatro meses a loja já havia conseguido triplicar o faturamento.
Logo após conseguiu comprar um lote ao lado da loja e construir uma obra com 440m², sendo a metade deles de loja. Na época, um mercado no bairro do Portão havia fechado e Zonta comprou suas instalações.
No ano de 1976, a loja dobrou de tamanho e logo novamente ficou pequena demais.
Em 1977, o empresário tentou comprar terrenos vizinhos, mas não foi possível. Joanir visitou as lojas de Curitiba para definir layout e arquitetura.
Em janeiro de 1978, iniciou-se a construção do imóvel para área de venda e o restante para depósito, açougue, padaria e confeitaria. Em outubro daquele ano, inaugurava a nova loja na Avenida Winston Churchill, na sua cidade natal. " No começo era só uma forma de aumentar a renda. Hoje tornou-se uma conquista", emocionou-se ao contar.
Qualidade, preço e formas de pagamento
Quem também está ganhando mercado no Paraná são as vendas de eletrodomésticos, que correspondem a 8% do faturamento da rede Condor, que tem um tíquete médio a partir de R$ 35 nos segmentos atuantes da empresa.
Segundo o presidente este segmento é a menina-dos-olhos da rede.
"Cada mês fazemos uma promoção. Neste mês estamos fazendo os eletrodomésticos em 20 vezes no cartão próprio da loja [private label], o Aurea, confecção e bazar em oito vezes e a loja toda em três vezes sem juros", explicou o proprietário, que a partir desta medida quer aumentar o faturamento de outros segmentos que não sejam de primeira necessidade como o alimentício.
A entrada de um private label veio a auxiliar nesta reestruturação de pensar e de forma de ver os negócios que se iniciaram há 36 anos.
"Com o final dos antigos carnês, em 2007, a rede fez uma parceria com a credenciadora regional Aura para que os clientes da empresa tivessem acesso a um cartão próprio da loja com o qual ele pode fazer suas compras parcelas. Ele é válido para compras acima de R$ 50,00 e a partir de 3 parcelas, exclusivamente em nossas lojas", explicou.
O presidente do grupo paranaense Condor, Joanir Zonta, que começou em 1974, tem um plano de expansão que já começa em 2011.A rede está em 11° lugar no ranking da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e está atrás apenas do grupo catarinense Angeloni, que teve um faturamento em 2009 de cerca de R$ 1,5 bilhão. O grupo almeja que no ano em que o Brasil for sede da Copa do Mundo, 2014, ele atinja a meta de um faturamento de R$ 2 bilhões e fique entre as 10 maiores redes supermercadistas do Brasil.
A rede paranaense de hipermercados Condor faturou no ano passado R$ 1,438 bilhão. Este ano tem o objetivo de aumentar este número em 20%.
A rede também prevê inaugurar oito pontos-de-venda no mínimo até o ano em que a Copa do Mundo acontecerá no Brasil, e para isso deve investir cerca de R$ 80 milhões anualmente.
"Vamos inaugurar dois hipermercados e um supermercado já no primeiro semestre de 2011. Nós estamos estudando a possibilidade de levarmos nossos serviços para outros estados brasileiros; entretanto, o foco ainda é consolidar cada vez mais a nossa marca no Paraná", enfatizou Zonta. Ele também afirma que o objetivo disso tudo é conseguir ganhar espaço no mercado e estar entre as Dez Mais da Abras. Sem sócio, com três filhos que o auxiliam a tomar conta dos negócios e tendo como base de crescimento uma parte dos recursos próprios -e a outra financiada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) e cujo prazo médio de pagamento é de oito anos-, ele ainda quer inaugurar duas lojas por ano até o ano da Copa do Mundo no Brasil, além das reformulações dos pontos-de-venda existentes.
Atualmente a Condor atende mensalmente a mais de dois milhões de clientes e possui 12 pontos-de-venda no Paraná, distribuídos em 11 cidades e com 6.800 colaboradores. Ainda em 2010 está prevista a inauguração de mais um hipermercado em Curitiba, que vai totalizar o investimento planejado de mais de R$ 80 milhões este ano, o mesmo valor investido no ano passado.
Hoje a rede possui 13 hipermercados e 16 supermercados distribuídos pelo Estado do Paraná, nas cidades de Curitiba, Apucarana, Araucária, Campo Largo, Fazenda Rio Grande, Lapa, Londrina, Maringá, Paranaguá, Ponta Grossa e São José dos Pinhais, além de duas centrais de distribuição. Hoje os hipermercados respondem por 65% do faturamento da rede.
Quando lhe foi perguntado da possibilidade de vender a rede, o proprietário foi enfático e bem-humorado." Não, muito obrigado; mas se alguém quiser vender uma pequena rede dentro ou fora do estado em que eu atuo, pode me procurar. E, claro, tudo depende do preço", salientou.
As lojas no interior do Paraná e na capital lembram shopping centers, pois, além da área de compra de produtos alimentícios, bazar, açougue e eletrodomésticos, alguns dos pontos localizados no interior do estado fazem as vezes de um mall que algumas cidades não possuem.
"Um exemplo é o hipermercado de Paranaguá, que está a 91 quilômetros da capital e que possui farmácia, lojas de suvenires, e duas salas de cinema que inclusive são o único local público para assistir a filmes que a cidade tem, para ver filmes que estão nas capitais", explicou.
Nova loja
No mês passado, a marca já deu uma prévia de como deve ser daqui para a frente, e inaugurou mais uma loja em Curitiba. O ponto possui um sortimento de 30 mil produtos, setor de adega e eletro. Foram aplicados R$ 500 mil na infraestrutura externa, como asfalto, calçamento, passeio, paisagismo e semáforos.
No centro da loja está localizada a adega, com vinhos e espumantes de diversos países, expostos em gôndolas especiais que valorizam o produto e facilitam a escolha. "Temos trabalhado muito bem a seção de vinhos, pois este segmento passou a ser alvo de consumo também da classe C, graças a seu maior poder de compra e à existência de ótimos vinhos a preços acessíveis", explicou o proprietário. A loja também tem uma panificadora.
História
Com 36 anos completados este mês, a rede Condor deu início às suas atividades em 1974, quando o proprietário, que na época tinha apenas 22 anos, empregou seu dinheiro e ainda tomou emprestado outro tanto de seu pai e de seus irmãos para comprar à vista as instalações e o estoque de um pequeno mercado que estava à venda no bairro do Pinheirinho . Zonta contava com uma equipe de apenas 5 funcionários na loja, que se situava na Avenida Winston Churchill n. 2515.
Com mudanças feitas na linha de produtos, no sistema de trabalho e nas ações promocionais, em apenas quatro meses a loja já havia conseguido triplicar o faturamento.
Logo após conseguiu comprar um lote ao lado da loja e construir uma obra com 440m², sendo a metade deles de loja. Na época, um mercado no bairro do Portão havia fechado e Zonta comprou suas instalações.
No ano de 1976, a loja dobrou de tamanho e logo novamente ficou pequena demais.
Em 1977, o empresário tentou comprar terrenos vizinhos, mas não foi possível. Joanir visitou as lojas de Curitiba para definir layout e arquitetura.
Em janeiro de 1978, iniciou-se a construção do imóvel para área de venda e o restante para depósito, açougue, padaria e confeitaria. Em outubro daquele ano, inaugurava a nova loja na Avenida Winston Churchill, na sua cidade natal. " No começo era só uma forma de aumentar a renda. Hoje tornou-se uma conquista", emocionou-se ao contar.
Qualidade, preço e formas de pagamento
Quem também está ganhando mercado no Paraná são as vendas de eletrodomésticos, que correspondem a 8% do faturamento da rede Condor, que tem um tíquete médio a partir de R$ 35 nos segmentos atuantes da empresa.
Segundo o presidente este segmento é a menina-dos-olhos da rede.
"Cada mês fazemos uma promoção. Neste mês estamos fazendo os eletrodomésticos em 20 vezes no cartão próprio da loja [private label], o Aurea, confecção e bazar em oito vezes e a loja toda em três vezes sem juros", explicou o proprietário, que a partir desta medida quer aumentar o faturamento de outros segmentos que não sejam de primeira necessidade como o alimentício.
A entrada de um private label veio a auxiliar nesta reestruturação de pensar e de forma de ver os negócios que se iniciaram há 36 anos.
"Com o final dos antigos carnês, em 2007, a rede fez uma parceria com a credenciadora regional Aura para que os clientes da empresa tivessem acesso a um cartão próprio da loja com o qual ele pode fazer suas compras parcelas. Ele é válido para compras acima de R$ 50,00 e a partir de 3 parcelas, exclusivamente em nossas lojas", explicou.
31 de ago. de 2010
BANCO BGN DIVERSIFICA PRODUTOS E ESPERA DOBRAR CARTEIRA DE CRÉDITO
jornal Brasil Econômico 30/08/2010 - Ana Paula Ribeiro
O Banco BGN começa a colher os primeiros resultados após a reestruturação da área de negócios, que incluiu a diversificação do número de produtos e uma atuação de forma mais integrada com a financeira Cetelem. A expectativa é dobrar neste ano o tamanho da carteira de crédito do banco. "Em agosto, a sinalização é de crescimento acima de 100%. A tendência é muito boa para este ano", afirma o diretor financeiro do banco e da financeira, Franck Vignard Rosez. Ambas as instituições pertencem ao Grupo BNP Paribas.
Ao final de junho, a carteira do banco somava R$ 1,9 bilhão, valor 77,6% superior ao de junho do ano passado. No crédito, o carro chefe são as operações de consignado, mas a instituição também trabalha com operações de crédito direto ao consumidor e financiamento de veículos novos e seminovos. Essa última área começou a operar ao final de 2008 e somava em junho urna carteira de R$ 200 milhões, crescimento em 12 meses de 120%. "Com um crescimento do PIB de 7% ao ano em 2010 e o surgimento de uma classe C emergente, o Brasil torna-se um dos principais motores do crescimento das operações de crédito ao consumo do BNP Paribas Personal Finance fora da Europa", diz o presidente do BGN e Cetelem no Brasil, Marcos Etchegoyen.
Além do crescimento do crédito, o banco conta ainda com novos produtos na área de seguros (acidentes pessoais, hospitalar e assistenciais) e capitalização. "Esses produtos financeiros também ajudaram no resultado, que é o maior que o banco já registrou em um semestre", explica Rosez. No primeiro semestre, o lucro foi de R$ 42 milhões, ante resultado próximo à estabilidade em igual período do ano passado. O BGN foi comprado pela Cetelem no final de 2008, mas as informações financeiras ainda não estão consolidadas.
Rosez destaca que, desde a compra pelo Cetelem, o BGN parou de depender da venda de carteira a outras instituições financeiras, garantindo o fluxo de receitas mesmo em períodos de menor produção de crédito. Antes de fazer parte do grupo BNP Paribas, o BGN trabalhava praticamente apenas com empréstimos consignados, sendo a cessão de parcela da carteira uma prática comum entre as instituições que concentram suas operações nesse nicho de mercado.
Enquanto o crédito no BGN cresceu fortemente, a carteira da Cetelem ficou praticamente estável, em R$ 3,7 bilhões, um avanço de apenas 0,5% em 12 meses. De acordo com o executivo, isso ocorreu porque a financeira optou por desativar parcerias que eram consideradas de menor rentabilidade, baixo volume financeiro e alto risco de crédito.
Embora o valor da carteira tenha ficado quase estável, o número de cartões de crédito emitidos passou de 3,030 milhões em junho do ano passado para 3,3 milhões no mesmo mês de 2010. Desse total, 400 mil são da bandeira MasterCard e o restante da Aura. O incremento, de acordo com Rosez, ocorreu porque neste ano a financeira passou a reforçar as grandes parcerias, como a com a loja virtual Submarino, e fechou novos contratos para a emissão de cartões co-branded, como com a rede de material esportivo Decathlon e a Caçula de Pneus.
O Banco BGN começa a colher os primeiros resultados após a reestruturação da área de negócios, que incluiu a diversificação do número de produtos e uma atuação de forma mais integrada com a financeira Cetelem. A expectativa é dobrar neste ano o tamanho da carteira de crédito do banco. "Em agosto, a sinalização é de crescimento acima de 100%. A tendência é muito boa para este ano", afirma o diretor financeiro do banco e da financeira, Franck Vignard Rosez. Ambas as instituições pertencem ao Grupo BNP Paribas.
Ao final de junho, a carteira do banco somava R$ 1,9 bilhão, valor 77,6% superior ao de junho do ano passado. No crédito, o carro chefe são as operações de consignado, mas a instituição também trabalha com operações de crédito direto ao consumidor e financiamento de veículos novos e seminovos. Essa última área começou a operar ao final de 2008 e somava em junho urna carteira de R$ 200 milhões, crescimento em 12 meses de 120%. "Com um crescimento do PIB de 7% ao ano em 2010 e o surgimento de uma classe C emergente, o Brasil torna-se um dos principais motores do crescimento das operações de crédito ao consumo do BNP Paribas Personal Finance fora da Europa", diz o presidente do BGN e Cetelem no Brasil, Marcos Etchegoyen.
Além do crescimento do crédito, o banco conta ainda com novos produtos na área de seguros (acidentes pessoais, hospitalar e assistenciais) e capitalização. "Esses produtos financeiros também ajudaram no resultado, que é o maior que o banco já registrou em um semestre", explica Rosez. No primeiro semestre, o lucro foi de R$ 42 milhões, ante resultado próximo à estabilidade em igual período do ano passado. O BGN foi comprado pela Cetelem no final de 2008, mas as informações financeiras ainda não estão consolidadas.
Rosez destaca que, desde a compra pelo Cetelem, o BGN parou de depender da venda de carteira a outras instituições financeiras, garantindo o fluxo de receitas mesmo em períodos de menor produção de crédito. Antes de fazer parte do grupo BNP Paribas, o BGN trabalhava praticamente apenas com empréstimos consignados, sendo a cessão de parcela da carteira uma prática comum entre as instituições que concentram suas operações nesse nicho de mercado.
Enquanto o crédito no BGN cresceu fortemente, a carteira da Cetelem ficou praticamente estável, em R$ 3,7 bilhões, um avanço de apenas 0,5% em 12 meses. De acordo com o executivo, isso ocorreu porque a financeira optou por desativar parcerias que eram consideradas de menor rentabilidade, baixo volume financeiro e alto risco de crédito.
Embora o valor da carteira tenha ficado quase estável, o número de cartões de crédito emitidos passou de 3,030 milhões em junho do ano passado para 3,3 milhões no mesmo mês de 2010. Desse total, 400 mil são da bandeira MasterCard e o restante da Aura. O incremento, de acordo com Rosez, ocorreu porque neste ano a financeira passou a reforçar as grandes parcerias, como a com a loja virtual Submarino, e fechou novos contratos para a emissão de cartões co-branded, como com a rede de material esportivo Decathlon e a Caçula de Pneus.
Marcadores:
Aura,
BGN,
BNP Paribas,
cartões,
Cetelem,
MasterCard
Assinar:
Postagens (Atom)
